# LLM.txt - Website Content Structure # Generated: 2025-09-25T16:13:59.559Z # Source: https://www.vobi.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br Title: Vobi - O melhor Sistema de Gestão de Obras e Projetos Meta Description: O sistema que simplifica a gestão de Obras e Projetos para Construtoras, Empresas de Reforma, Empreiteiros, Escritórios de Arquitetura e Designers de Interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br ## Headings Structure: H1: A plataforma que simplifica sua gestão de obras e projetos H2: Feita sob medida para negócios de Arquitetura e Construção H2: Você não quer continuar com os mesmos problemas, quer?!‍ H2: Todas as ferramentas que você precisa,em um só lugar H2: Somos o parceiro que você precisa para crescer ainda mais H2: A evolução 360º do seu negócio passa pela Vobi H2: Ouça quem já decolou: Entregamos resultados reais para negócios como o seu H2: Com a Vobi, o seu negócio está sempre um passo à frente H2: Somos investidos por um dos maiores investidores do mundo H2: Estamos presentes em todos os estados do Brasil H2: Mais de R$ 5 bilhões em obras todos os anos H2: E aí, de qual lado você vai ficar? ## Main Content: H1: A plataforma que simplifica sua gestão de obras e projetos H4: Economize tempo, tenha controle e visibilidade da sua empresa e maximize sua lucratividade. H2: Feita sob medida para negócios de Arquitetura e Construção H2: Você não quer continuar com os mesmos problemas, quer?!‍ H4: Conhecemos o seu dia a dia e temos as soluções ideais para te ajudar! H2: Todas as ferramentas que você precisa,em um só lugar H6: Diário de Obra H6: Gestão Financeira H6: Orçamento com Composição H6: Gestão de Compras H6: Planejamento de Obra H6: Cobrança de Clientes H6: Portal do Cliente H6: Aplicativo para celular H6: Extensão de captura H6: Gestão Financeira H6: Lista de Compras H6: Cronograma de Tarefas H6: Cobrança de Clientes H6: Catálogo de Produtos H6: Portal do Cliente H6: Aplicativo para celular H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H2: Somos o parceiro que você precisa para crescer ainda mais H2: A evolução 360º do seu negócio passa pela Vobi H2: Ouça quem já decolou: Entregamos resultados reais para negócios como o seu H2: Com a Vobi, o seu negócio está sempre um passo à frente H2: Somos investidos por um dos maiores investidores do mundo H4: A Y Combinator, que também já investiu em empresas como Airbnb, Dropbox e OpenAI. H2: Estamos presentes em todos os estados do Brasil H4: E, inclusive, em outros países. H2: Mais de R$ 5 bilhões em obras todos os anos H4: São gerenciados através da Vobi com eficiência e precisão do início ao fim. H2: E aí, de qual lado você vai ficar? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/gestao-escritorio-arquitetura Title: Vobi - A Melhor Plataforma de Gestão de Projetos e Obras Meta Description: A Plataforma que simplifica a gestão de Projetos e Obras para Arquitetos, Designers de Interiores, Empresas de Reforma, Construtoras, Empreiteiros e Empresas de Engenharia. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/gestao-escritorio-arquitetura ## Headings Structure: H1: Transforme o seu escritório de arquitetura e design H3: Isso é o futuro H3: Essa é a sua realidade H3: A boa notícia? Queremos te ajudar H3: Todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar. H3: Veja porque somos a melhor opção para o seu escritório H3: Você quer ficar para trás? H3: Temos a solução para cada momento da sua jornada H3: Muito mais do que um software. H3: A segurança e privacidade que você e os seus clientes precisam. H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H1: Transforme o seu escritório de arquitetura e design H4: Liberdade H3: Isso é o futuro H6: Financeiro H6: Extensão H6: Cronograma digital H6: Lista de compras online H6: Orçamento inteligente H6: Portal do cliente H6: Gestão de projetos online H6: Catálogo de produtos digital H5: Tenha total controle sobre o seu fluxo financeiro H5: Coloque produtos de diversas lojas online no orçamento de uma maneira quase instantânea H5: Visualize e controle todas as etapas dos seus projetos em uma única tela H5: Crie listas automáticas em minutos H5: Gere orçamentos em poucos cliques H5: Compartilhe o projeto com seu cliente H5: Tenha uma visão 360º de todos os seus projetos H5: Encontre milhares de produtos em um só lugar H4: Rotina caótica H3: Essa é a sua realidade H3: A boa notícia? Queremos te ajudar H5: Mais controle H5: Mais economia H5: Mais tempo H5: Mais clientes H6: Seu escritório, digital H3: Todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar. H4: Escute dos nossos clientes H3: Veja porque somos a melhor opção para o seu escritório H3: Você quer ficar para trás? H4: Fechar esta página H4: Solicitar um convite H4: Para todos os tamanhos H3: Temos a solução para cada momento da sua jornada H4: Arquitetos ou designers autônomos H4: Pequenos e médios escritórios H4: Grandes escritórios H4: O seu sucesso importa H3: Muito mais do que um software. H4: Seguro e privado H3: A segurança e privacidade que você e os seus clientes precisam. H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Diga adeus ao passado e junte-se a milhares de arquitetos e designers que já deram o primeiro passo para o futuro. Com a Vobi você finalmente consegue ter: --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/blocos-dinamicos-de-marcenaria-para-autocad Title: Blocos dinâmicos de marcenaria para Autocad Meta Description: Blocos dinâmicos de marcenaria para Autocad. Vobi: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/blocos-dinamicos-de-marcenaria-para-autocad ## Headings Structure: H1: Marcenaria para Autocad ## Main Content: H6: Blocos dinâmicos: H1: Marcenaria para Autocad Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/blocos-humanizados-para-autocad-e-corel-draw Title: Blocos Humanizados para AutoCad e Corel Draw Meta Description: Download gratuito de blocos para Planta Humanizada no AutoCad e Planta Humanizada no Corel Draw. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/blocos-humanizados-para-autocad-e-corel-draw ## Headings Structure: H1: Blocos Humanizados para AutoCad e Corel Draw ## Main Content: H6: Download Gratuito: H1: Blocos Humanizados para AutoCad e Corel Draw Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog Title: Blog Vobi - Conteúdos de Arquitetura e Construção Meta Description: Tenha acesso a conteúdos completos de gestão, marketing, vendas e tendências de arquitetura, engenharia e construção civil. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog ## Headings Structure: H1: Conteúdos para potencializar o seu negócio de Arquitetura, Engenharia ou Construção. H3: Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos H2: Faça parte da lista de conteúdos VIP! H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Conteúdos para potencializar o seu negócio de Arquitetura, Engenharia ou Construção. H3: Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos H2: Faça parte da lista de conteúdos VIP! H4: Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos H4: Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos H4: Utilizando a inteligência artificial na construção civil H4: Utilizando a inteligência artificial na construção civil H4: Aprenda sobre o CUB (Custo Unitário Básico): aplique já através da Vobi! H4: Aprenda sobre o CUB (Custo Unitário Básico): aplique já através da Vobi! H4: Como elaborar um relatório de visita técnica H4: Como elaborar um relatório de visita técnica H4: Sustentabilidade na construção civil: O Caminho para um Planeta Mais Verde H4: Sustentabilidade na construção civil: O Caminho para um Planeta Mais Verde H4: Automação Predial: Um Caminho de Inovação e Sustentabilidade H4: Automação Predial: Um Caminho de Inovação e Sustentabilidade H4: Execução de obras: importância, responsabilidades profissionais e tecnologia para um projeto de sucesso H4: Execução de obras: importância, responsabilidades profissionais e tecnologia para um projeto de sucesso H4: O caminho para projetos de reforma bem sucedidos H4: O caminho para projetos de reforma bem sucedidos H4: Acompanhamento de obras: a importância de uma boa gestão H4: Acompanhamento de obras: a importância de uma boa gestão H4: Como Otimizar o Controle de Estoque de Materiais de Construção H4: Como Otimizar o Controle de Estoque de Materiais de Construção H4: Como dizer não para o cliente: O guia definitivo de como negar um pedido de forma educada e positiva H4: Como dizer não para o cliente: O guia definitivo de como negar um pedido de forma educada e positiva H4: Instalações Hidráulicas: Um Guia Completo para Profissionais da Construção Civil H4: Instalações Hidráulicas: Um Guia Completo para Profissionais da Construção Civil H4: Planejamento de obras: o guia para garantir o sucesso da sua obra H4: Planejamento de obras: o guia para garantir o sucesso da sua obra H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Como utilizar o SINAPI em orçamento na construção civil? H4: Como utilizar o SINAPI em orçamento na construção civil? H4: Gerenciamento de Clientes: Converta bons relacionamentos em negócios H4: Gerenciamento de Clientes: Converta bons relacionamentos em negócios H4: Composição de custo unitário (CPU): como fazer? H4: Composição de custo unitário (CPU): como fazer? H4: Produtividade Tóxica: Os Perigos do Excesso de Trabalho H4: Produtividade Tóxica: Os Perigos do Excesso de Trabalho H4: Método Kanban: trazendo mais agilidade para construção civil H4: Método Kanban: trazendo mais agilidade para construção civil H4: Controle de horas trabalhadas: tudo o que você precisa saber H4: Controle de horas trabalhadas: tudo o que você precisa saber H4: Project Charter: O roteiro para o sucesso do seu projeto H4: Project Charter: O roteiro para o sucesso do seu projeto H4: Diagrama de Gantt: definição, vantagens e como utilizar H4: Diagrama de Gantt: definição, vantagens e como utilizar H4: Lei de Parkinson: Descubra como eliminar o inimigo da produtividade H4: Lei de Parkinson: Descubra como eliminar o inimigo da produtividade H4: Técnica Pomodoro: aumentando a produtividade do seu projeto. H4: Técnica Pomodoro: aumentando a produtividade do seu projeto. H4: PMO: Aprenda a alavancar os lucros e resultados da sua empresa H4: PMO: Aprenda a alavancar os lucros e resultados da sua empresa H4: Matriz RACI: planejando o sucesso do seus projetos. H4: Matriz RACI: planejando o sucesso do seus projetos. H4: Lista de tarefas: Descubra como aumentar a produtividade e reduzir a sobrecarga H4: Lista de tarefas: Descubra como aumentar a produtividade e reduzir a sobrecarga H4: Cronograma de projetos: A ferramenta fundamental para garantir a entrega no prazo H4: Cronograma de projetos: A ferramenta fundamental para garantir a entrega no prazo H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H4: Cronograma físico financeiro de obras: o que é e como fazer? H4: Cronograma físico financeiro de obras: o que é e como fazer? H4: BDI na construção civil: como realizar o cálculo? H4: BDI na construção civil: como realizar o cálculo? H4: Orçamento empresarial: 6 dicas para potencializar a sua gestão financeira H4: Orçamento empresarial: 6 dicas para potencializar a sua gestão financeira H4: Matriz de Eisenhower: ferramenta importante para a gestão de tarefas. H4: Matriz de Eisenhower: ferramenta importante para a gestão de tarefas. H4: Fluxo de caixa na construção civil: aprenda como fazer H4: Fluxo de caixa na construção civil: aprenda como fazer H4: Modelos de projetos: poupe tempo e aumente a eficiência H4: Modelos de projetos: poupe tempo e aumente a eficiência H4: Diário de obra: garantia de qualidade e eficiência H4: Diário de obra: garantia de qualidade e eficiência H4: Construindo a excelência: como o Ciclo PDCA pode elevar sua performance nos projetos H4: Construindo a excelência: como o Ciclo PDCA pode elevar sua performance nos projetos H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H4: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura H4: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura H4: Projeto de impermeabilização: garantia de durabilidade e segurança de edificações H4: Projeto de impermeabilização: garantia de durabilidade e segurança de edificações H4: Patologias na construção civil: problemas e soluções em edifícios e infraestruturas. H4: Patologias na construção civil: problemas e soluções em edifícios e infraestruturas. H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Análise do entorno: o ponto de partida de todos os projetos H4: Análise do entorno: o ponto de partida de todos os projetos H4: Curva ABC: a solução eficiente no gerenciamento de projetos H4: Curva ABC: a solução eficiente no gerenciamento de projetos H4: Aquecimento solar: as vantagens da energia renovável H4: Aquecimento solar: as vantagens da energia renovável H4: Projeto de Fundação: resultado da colaboração entre arquitetos e engenheiros H4: Projeto de Fundação: resultado da colaboração entre arquitetos e engenheiros H4: Projeto As Built: garantia de conformidade e eficiência da construção. H4: Projeto As Built: garantia de conformidade e eficiência da construção. H4: Levantamento topográfico: a base para projetos de engenharia e arquitetura H4: Levantamento topográfico: a base para projetos de engenharia e arquitetura H4: Slump test: tudo sobre a avaliação da trabalhabilidade e consistência do concreto H4: Slump test: tudo sobre a avaliação da trabalhabilidade e consistência do concreto H4: Regularização de obra: conduta de segurança e valorização da edificação H4: Regularização de obra: conduta de segurança e valorização da edificação H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Síndrome do edifício doente: saiba como esta patologia pode prejudicar sua saúde H4: Síndrome do edifício doente: saiba como esta patologia pode prejudicar sua saúde H4: Sondagem do solo: o que é, e quais diretrizes a permeiam H4: Sondagem do solo: o que é, e quais diretrizes a permeiam H4: A importância do estudo de viabilidade na construção: minimizando riscos e maximizando oportunidades H4: A importância do estudo de viabilidade na construção: minimizando riscos e maximizando oportunidades H4: Projeto de combate a incêndio e pânico: a importância da sua elaboração conforme a Lei Kiss e outras normas. H4: Projeto de combate a incêndio e pânico: a importância da sua elaboração conforme a Lei Kiss e outras normas. H4: O que é Certidão de Acervo Técnico (CAT)? H4: O que é Certidão de Acervo Técnico (CAT)? H4: Como fazer um laudo estrutural: dicas para não errar H4: Como fazer um laudo estrutural: dicas para não errar H4: Alvará de construção: saiba a importância desse documento para sua obra. H4: Alvará de construção: saiba a importância desse documento para sua obra. H4: O que é Memorial de Cálculo, como fazer e principais benefícios H4: O que é Memorial de Cálculo, como fazer e principais benefícios H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: CREA: entenda por que o órgão é tão importante na área civil H4: CREA: entenda por que o órgão é tão importante na área civil H4: Sistemas construtivos: conheça os principais e as tendências sustentáveis H4: Sistemas construtivos: conheça os principais e as tendências sustentáveis H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é INCC? Conheça a importância do índice para a construção civil H4: O que é INCC? Conheça a importância do índice para a construção civil H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Anotação de Responsabilidade Técnica: saiba da importância dessa documentação no exercício da profissão H4: Anotação de Responsabilidade Técnica: saiba da importância dessa documentação no exercício da profissão H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Vistoria de Obra: um guia definitivo para você implementar esta importante atividade em sua prática profissional H4: Vistoria de Obra: um guia definitivo para você implementar esta importante atividade em sua prática profissional H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Relatório diário de obras: entenda melhor esta ferramenta H4: Relatório diário de obras: entenda melhor esta ferramenta H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: 7 dicas para construir uma marca de sucesso na era digital H4: 7 dicas para construir uma marca de sucesso na era digital H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Arquitetura modernista: entenda tudo sobre o movimento arquitetônico minimalista H4: Arquitetura modernista: entenda tudo sobre o movimento arquitetônico minimalista H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Prospecção de clientes para escritórios de arquitetura: como crescer em vendas H4: Prospecção de clientes para escritórios de arquitetura: como crescer em vendas H4: Contrato de arquitetura: confira a importância e algumas dicas de como fazer um bom contrato para seu negócio H4: Contrato de arquitetura: confira a importância e algumas dicas de como fazer um bom contrato para seu negócio H4: Archicad para arquitetos: conheça o software BIM pensado para profissionais de arquitetura H4: Archicad para arquitetos: conheça o software BIM pensado para profissionais de arquitetura H4: Saiba como organizar sua biblioteca de materiais de design H4: Saiba como organizar sua biblioteca de materiais de design H4: Saiba como administrar sua empresa de design ou de arquitetura sem estresse H4: Saiba como administrar sua empresa de design ou de arquitetura sem estresse H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/briefing-de-arquitetura Title: Passo a Passo para um Briefing de Arquitetura de Sucesso! Meta Description: Aprenda o passo a passo para elaboração de um briefing de arquitetura de sucesso.Conheça sua importância, diferentes tipos, e baixe nosso modelo de questionário Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/briefing-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Passo a Passo para um Briefing de Arquitetura de sucesso! H2: A importância do Briefing de Arquitetura H2: 4 tipos de Briefing de Arquitetura H3: Briefing Residencial H3: Briefing Comercial H3: Briefing de Design de Interiores H3: Briefing de Arquitetura online H2: 10 passos para um Briefing de Arquitetura de Sucesso H3: 1. Defina o objetivo do projeto H3: 2. Faça perguntas abertas H3: 3. Identifique o estilo do cliente H3: 4. Mapeie o seu estilo de vida H3: 5. Diferencie as Necessidades x Desejos H3: 6. Considere o orçamento disponível H3: 7. Faça o levantamento dos elementos técnicos H3: 8. Considere também elementos subjetivos ao projeto H3: 9. Utilize imagens de referências durante toda a conversa H3: 10. Presuma um prazo H2: Modelo de Questionário de Briefing para Arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Passo a Passo para um Briefing de Arquitetura de sucesso! H2: A importância do Briefing de Arquitetura H2: 4 tipos de Briefing de Arquitetura H3: Briefing Residencial H3: Briefing Comercial H3: Briefing de Design de Interiores H3: Briefing de Arquitetura online H2: 10 passos para um Briefing de Arquitetura de Sucesso H3: 1. Defina o objetivo do projeto H3: 2. Faça perguntas abertas H3: 3. Identifique o estilo do cliente H3: 4. Mapeie o seu estilo de vida H3: 5. Diferencie as Necessidades x Desejos H3: 6. Considere o orçamento disponível H3: 7. Faça o levantamento dos elementos técnicos H3: 8. Considere também elementos subjetivos ao projeto H3: 9. Utilize imagens de referências durante toda a conversa H3: 10. Presuma um prazo H2: Modelo de Questionário de Briefing para Arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Tipos de briefing de arquitetura: aprenda como fazer cada um H4: Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O processo de elaboração do briefing de arquitetura é uma jornada que depende da colaboração mútua entre o cliente e o arquiteto. Neste artigo, exploraremos o passo a passo para alcançar o sucesso de sua estruturação. Confira: O briefing de arquitetura e design faz parte da etapa inicial do desenvolvimento de um projeto. Ele é peça fundamental tanto na questão educacional quanto profissional do processo. Pense nele como a fundação de uma casa, abrangendo não apenas os gostos e desgostos do cliente, mas também suas esperanças, sonhos e expectativas para o espaço. Vale ressaltar que o briefing pode evoluir ao longo da vida do projeto, pois, não se trata de um documento estático. Ele deve ser desenvolvido com o cliente e refletir as mudanças e desafios que ocorrem à medida que o projeto avança. Além disso, é importante que o briefing não atenda apenas às aspirações estéticas do cliente, mas também os requisitos e necessidades funcionais. Um briefing de arquitetura minucioso e informativo confere orientação não apenas ao arquiteto, mas também a toda equipe envolvida. Quanto mais informações extraídas, mais assertivo e livre de problemas será o projeto. Dedicar algum tempo e reflexão logo no início, poderá trazer muitas outras vantagens como: Além disso, existem diversos tipos de briefing de arquitetura diferentes que devem ser considerados na hora de realizar a entrevista inicial com o cliente, são eles: briefing residencial, comercial, de design de interiores ou online (falaremos sobre cada um deles no próximo tópico). Para ler mais sobre as vantagens citadas acima, confira nosso artigo sobre: Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo para 2021, clicando aqui. Que entender o que o cliente fala é primordial na etapa de briefing, isto você já sabe. E dentro deste contexto, podem surgir diferentes perfis a serem atendidos que exigirão propostas distintas. Você pode se deparar com um cliente que deseja redecorar os cômodos da casa. Pode ser alguém que nunca contratou um arquiteto antes e tenha pouca ou nenhuma experiência com projeto arquitetônico ou mesmo o processo de construção. Existe também o cliente comercial, em que você terá que atender as expectativas que o seu negócio exige. Por isso, é importante saber o que perguntar em cada situação. Então, para entender os diferentes perfis, separamos o que consideramos ser os 4 principais tipos de briefing de arquitetura e suas respectivas características: Como o nome mesmo já diz, o briefing residencial compreende projetos residenciais, sejam casas ou apartamentos. Por se tratar de uma residência, deve-se levar em consideração a possibilidade de haver mais de um morador e, portanto, mais pessoas opinando sobre o mesmo espaço de convivência. Dessa forma, o questionário deverá ser o mais completo possível, sendo essencial ouvir todas as pessoas que irão desfrutar dos ambientes a serem projetados. No briefing comercial, o arquiteto ou designer projeta para uma empresa e não para uma pessoa específica. Neste caso, você foi contratado por uma empresa e precisa traduzir os desejos, dores e sonhos de seu público alvo. Por isso, entenda a fundo o seu funcionamento: os seus conhecimentos precisam ir além da arquitetura e chegar em temas como branding e universo de marca. Lembre-se: o cliente de projeto comercial busca melhorar a experiência de compra de seus consumidores, assim sendo, é indispensável conhecer as atividades nas quais a empresa atua e qual o perfil de consumidor almejado. Com isso, será mais fácil achar inspirações e soluções para o projeto. Caso seja um projeto corporativo, entenda a rotina desse escritório para que tudo funcione bem, sobretudo em termos de ergonomia, circulação e acústica. Vale ressaltar que o briefing de design de interiores atende tanto comercial quanto residencial. Nesse caso, o foco principal está na rotina e gostos pessoais do cliente em determinado ambiente. Com isso, é necessário entender sobre cores, estilos e preferências de decoração. No briefing de design de interiores, todas as informações obtidas serão traduzidas em layout, escolha de mobiliário, acabamentos e produção do espaço. Por isso, prepare-se para conversar com o cliente sobre cada cômodo separadamente. Esse momento pandêmico reforçou o modelo de trabalho online. Todas as etapas de projetos já são possíveis de acompanhar a distância. O briefing de arquitetura online é uma delas e tem ganhado espaço não só em função do distanciamento social, mas também pelo pouco tempo disponível em horário comercial dos clientes. A sugestão é trabalhar com um formulário, nem extenso, nem subjetivo demais. Para isso, utilize campos para observações e abuse das imagens! E para entender melhor cada tipologia, confira nosso artigo completo sobre tipos de briefing de arquitetura. Muitas vezes os clientes podem achar difícil colher as informações necessárias para um briefing de arquitetura e, por este motivo, é importante que o profissional oriente-o ao longo de todo o processo. A fim de obter um retorno efetivo, é preciso passar por uma seleção de perguntas certas. Se você está na dúvida sobre quais perguntas devem ser incluídas ou não, reunimos abaixo 10 passos que auxiliarão no sucesso de execução do seu questionário de briefing para arquitetura. Esse passo a passo o conduzirá ao estágio de projeto técnico, onde você terá um novo conjunto de perguntas e um novo briefing a ser desenvolvido. Como em qualquer projeto, vamos começar com seus objetivos. Lembre-se que todo cliente possui um objetivo, por isso, entender o porquê do cliente contratar os seus serviços, pode ser o ponto de partida que irá determinar as perguntas a serem feitas durante o briefing. O que ele almeja alcançar? Considere como ele deseja se sentir dentro do espaço e como ele quer que funcione no cotidiano. O que são perguntas abertas? Tratam-se de perguntas investigativas, usadas para estimular mais a fala de uma pessoa, buscando estabelecer um diálogo. Perguntas abertas instigam os clientes a fornecerem respostas usando suas próprias palavras. Elas são criadas a fim de obter o máximo de informações possíveis sem restringir as respostas a um simples “sim” ou “não”. Lembre-se que os tipos de dados que você deseja obter com sua entrevista determinam os tipos de pergunta a serem feitas. Exemplo de “pergunta fechada”: Você gosta da cor amarela? Exemplo de “pergunta aberta”: Quais são as suas cores preferidas? Conseguiu ver a diferença? No primeiro caso, o cliente se limitará a responder se sim ou se não, já no segundo caso sentirá a necessidade de desenvolver uma resposta mais elaborada, fornecendo mais informações que irão auxiliar na execução do projeto. Identifique o estilo do cliente, independente se for uma pessoa ou uma empresa. No caso de uma empresa, o processo tende a ser um pouco mais fácil, visto que, na maioria das vezes, a marca já possui uma estética definida. Quando falamos diretamente com uma pessoa ou mais (no caso de uma família, por exemplo) é que o desafio se torna maior. Muitos não possuem o autoconhecimento de seus próprios gostos e estilos. Por isso, em situações como essa, oriente o cliente a pensar em outras áreas de sua vida nas quais ele se sente mais confiante sobre seu estilo. O que ele gosta de usar? Onde gosta de fazer compras, comer fora, relaxar? As casas, assim como as nossas vestimentas, são uma extensão de nós mesmos e, quanto melhor elas se ajustarem ao nosso verdadeiro eu e estilo de vida, mais confortáveis ​​e confiantes nos sentiremos nelas. Outro ponto importante é alinhar se os gostos e desgostos do cliente também são compartilhados entre todos os membros da família. O estágio de planejamento geralmente é o melhor momento para lidar com essas inconsistências. Essa fase de levantamento de informações é essencial, pois nela podem estar escondidos itens que poderão ser decisivos na aprovação do projeto. Esse é o momento de entender todas “as dores” e expectativas do cliente, e resolver estas questões só se torna possível ao realizar um questionário de briefing para arquitetura. Esteja ciente de como o cliente opera dentro do seu espaço existente; o que funciona e o que não funciona? A arquitetura e o design de interiores englobam o efetivo funcionamento dos espaços, bem como sua aparência e sensação - e se houver aspectos que possam o inibir ou irritar, o projeto nunca dará certo, não importa o quão bom pareça! É preciso estar bem alinhado com o cliente sobre a diferença de suas necessidades e seus desejos. Talvez este seja o fator mais importante dentre todos discutidos com o cliente durante a realização do briefing de arquitetura. Seja arquiteto ou designer de interiores, com certeza você já atendeu um cliente com uma expectativa irrealista quanto ao valor do projeto de seus sonhos. Por este motivo, é necessário que a conversa seja clara e transparente por ambas as partes, do contrário, a frustração será uma consequência esperada. As informações técnicas também são indispensáveis para o desenvolvimento de um projeto. Tenha em mente que nem sempre o cliente saberá responder a todas as perguntas, mas você poderá orientá-lo sobre onde conseguir as informações. Por exemplo, identifique os requisitos de aquecimento, resfriamento e ventilação e o impacto da luz natural no espaço - o cliente deseja mais ou menos? Elementos subjetivos são aqueles que fogem do controle e são relativos a cada indivíduo, devido a sua personalidade e vivência. Esses elementos irão ajudar a criar uma atmosfera e sensação adequados. Você pode começar por identificar os principais lugares onde o cliente se sentiu verdadeiramente feliz. Podendo ser locais de férias, casas anteriores, até mesmo o trabalho! O que o fazia se sentir bem ali? Outra dica é perguntar: que palavras e emoções você gostaria de evocar em si mesmo e nos outros ao entrar em sua casa? Considere o que seria o maior elogio para ele quando seus amigos vissem seu novo espaço pela primeira vez. Nem só de questionamento se faz o briefing! Neste caso, é fundamental fazer uso de imagens de referências ao realizar as perguntas, visto que, muitas vezes, o cliente não possui conhecimento dos nomes corretos dos estilos, ou o mesmo exercício imaginativo que o profissional, e por meio das imagens a comunicação e entendimento se tornam muito mais assertivos. Encontre imagens que ajudem a capturar o clima, contenham um detalhe ou apresentem uma cor que crie uma conexão com o cliente. Você pode até identificar alguns recursos do qual ele não gosta! Mesmo em uma primeira reunião é importante começar a pensar nos prazos e alinhar expectativas. Procure descobrir quando o cliente gostaria que o projeto começasse e se existe um motivo específico para este prazo, como uma visita de família do exterior, por exemplo. Sabemos que não existe um modelo único de questionário de briefing para Arquitetura e que, portanto, as perguntas não devem ser sempre as mesmas. Afinal, cada cliente e cada projeto possui suas próprias características, exigindo questionamentos específicos. Porém, independente do tipo de briefing de arquitetura é preciso sempre ficar atento às seguintes boas práticas: ✔Deixar seu cliente à vontade para falar; ✔ Evitar interrupções desnecessárias; ✔ Praticar a escuta ativa para captar todos os detalhes que ele disser; ✔ Ficar atento as informações subentendidas como o tom de voz e a expressão facial do cliente; ✔ Alinhar as expectativas e não poupar explicações do que virá dali em diante; ✔ Ser sempre honesto e não omitir custos ou prometer prazos impraticáveis; Para facilitar, na Vobi, oferecemos gratuitamente um modelo de Questionário de Briefing para arquitetura para download gratuito. Nele, você encontrará  um roteiro de perguntas que o auxiliarão a ter mais clareza na hora de executar essa etapa. Para adquirir basta clicar aqui e preencher o formulário! Não importa o tempo de experiência ou quais perguntas serão feitas. Seguindo os preceitos esclarecidos neste artigo, aos poucos, um roteiro que se adeque perfeitamente ao perfil do cliente ideal para o seu escritório começará a tomar forma e este processo será natural. Temos certeza de que você, de agora em diante, estará no caminho certo para aumentar cada vez mais a assertividade de seus projetos e processos de trabalho. Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/calculadora-de-iluminancia-de-interiores Title: Calculadora de iluminância de interiores - Vobi Meta Description: Calcule a quantidade de luz necessária de ambientes internos residenciais e tenha uma estimativa muito mais rápida. Acesse agora mesmo, é gratuito! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/calculadora-de-iluminancia-de-interiores ## Headings Structure: H1: Calculadora de iluminância de interiores H2: Resultado H2: Veja abaixo todos os detalhes sobre a ferramenta de iluminância da Vobi H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Calculadora de iluminância de interiores H6: Descubra a iluminância dos ambientes para projetar com mais facilidade. H2: Resultado H4: Quer ter acesso a mais ferramentas como essa? H6: Se inscreva abaixo em nossa lista VIP H2: Veja abaixo todos os detalhes sobre a ferramenta de iluminância da Vobi H5: Nível de Iluminância H5: Mas a NBR 5413 não foi substituída? H5: O que são Lux, Lúmens e Watts H5: Essa calculadora é uma estimativa H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Valores médios baseados na NBR 5413 Importante: os valores dispostos nessa ferramenta servem como referência e não como regra. i Apesar de ter sido substituída pela ABNT 8995-1, a NBR 5413 foi mantida pelo Ministério do Trabalho em 2018, por meio da Norma Regulamentadora NR 17. Na prática, a NBR 8995-1 vem para complementar as informações dispostas na ABNT 5413. A medida da quantidade de luz presente (ou da quantidade de fluxo luminoso por metro quadrado) é o Lux, e o valor médio utilizado para cada tipo de ambiente varia de acordo com o tipo de atividade que se pretende exercer no ambiente, e é a partir dela que será definida a quantidade de luz adequada, ou seja, o nível de iluminância que o ambiente precisa receber. Para a iluminância ideal de ambientes internos, existe a NBR 5413, norma da ABNT (Agência Nacional de Normas e Técnicas) que fornece diversas tabelas sobre a quantidade de iluminação ideal em interiores que pode auxiliar nesse processo, de acordo com as atividades a serem realizadas naquele espaço. Apesar de ter sido substituída pela ABNT 8995-1, a NBR 5413 foi mantida pelo Ministério do Trabalho como padrão para os ambientes corporativos. Essa definição foi formalizada em 2018, por meio da Norma Regulamentadora NR 17. Na prática, a NBR 8995-1 vem para complementar as informações dispostas na ABNT 5413. A NBR 8995-1 traz orientações específicas para a iluminação de ambientes internos do local de trabalho. Porém, não orienta quanto à iluminação de interiores residenciais, visto que, não existe uma fiscalização específica como para ambientes corporativos. Dessa forma, para fins de referência, e não como regra, essa calculadora utiliza os valores médios para ambientes residenciais sugeridos pela NBR 5413, conforme tabela abaixo. Você pode conferir todo o documento clicando aqui. → Lux é a quantidade de fluxo luminoso por metro quadrado. Seu cálculo é feito pela quantidade de fluxo luminoso de uma lâmpada (lúmen) dividido pelo metro quadrado do espaço. → Lúmens (Lm) é a unidade de medida para o fluxo luminoso que uma lâmpada emite. Isso define a capacidade de iluminação de uma lâmpada no ambiente, ou seja, quanto maior a quantidade de lúmens, mais luz terá no ambiente. → Watt (W) é a unidade de medida da potência da lâmpada. Esse valor é obtido multiplicando a tensão (medida em volts) pela corrente (medida em amperes). A potência está relacionada ao consumo de energia elétrica de um dispositivo e não à capacidade de iluminação que uma lâmpada tem. Esses dados podem ser encontrados nas embalagens de produtos de iluminação, o qual é necessário para realizar o cálculo do lux. Existem no mercado variados tipos de lâmpadas. Dentre as mais comuns encontram-se as lâmpadas incandescentes, as fluorescentes e as de LED. 👉 Incandescentes produzem 14 lúmens para cada watt consumido; 👉 Fluorescentes produzem 50 lúmens para cada watt consumido; 👉 LED produzem 85 lúmens para cada watt consumido. OBS.: Essas foram as proporções consideradas pela calculadora. No entanto, é importante sempre se atentar às especificações técnicas de cada produto, tendo em vista que esses valores variam de marca para marca. Sabemos que um projeto luminotécnico envolve muitas outras variáveis e que cada espaço possui características próprias, tornando importante a personalização do projeto de acordo com o ambiente. Essa calculadora tem como objetivo fornecer uma estimativa que auxilie na hora de projetar um ambiente, visando uma boa iluminação. Foram considerados valores médios de iluminância de interiores, bem como valores médios de potência para cada tipo de lâmpada. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/calculadora-de-piso Title: Calculadora de PisoCalculadora de Piso Meta Description: Calcule a quantidade de piso e revestimentos e tenha uma estimativa muito mais rápida para o seu projeto e obra. Acesse agora mesmo, é gratuito! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/calculadora-de-piso ## Headings Structure: H1: Calculadora de Piso H2: Dimensões do ambiente H2: Dimensões do produto H2: Insumos H2: Veja abaixo todos os detalhes sobre a Calculadora de piso da Vobi H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Calculadora de Piso H6: Descubra a quantidade de piso e revestimento para seu projeto e obra. H2: Dimensões do ambiente H2: Dimensões do produto H2: Insumos H4: Quer ter acesso a mais ferramentas como essa? H6: Se inscreva abaixo em nossa lista VIP H2: Veja abaixo todos os detalhes sobre a Calculadora de piso da Vobi H4: Fazer cálculo de piso parece algo muito complicado para você?Então, siga esse passo a passo: H5: 1. Dimensões do ambiente H5: 2. Dimensões do produto H5: 3. Porcentagem de perda ou "quebra" H5: 4. Tipo de aplicação da argamassa H5: 5. Coeficiente de rejuntamento H5: Lembre-se H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Calcule a metragem quadrada da área onde será aplicado o piso ou revestimento. Para isso é só preencher os campos com a Largura e o Comprimento/Altura em metros do ambiente.Exemplo: Considerando um cômodo de 4m de largura e 3m de comprimento, multiplica-se 4x3 e teremos uma área total=12m² Especifique qual é a medida do piso ou revestimento escolhido.É preciso informar a Largura, Comprimento/Altura em centímentros e também a espessura em milímetros. Quem fornece essa informação é o próprio fabricante. Esse é o percentual de desperdício, uma quantidade a mais de piso ou revestimento que deve-se prever caso alguma peça quebre durante a obra. Indica-se um acréscimo entre 10% a 20% no valor final, dependendo do modelo escolhido. A quantidade de argamassa a ser utilizada pode depender da qualidade do material, local de assentamento, qualidade da mão de obra, tipo de piso, inclinações e nivelamento do seu contrapiso ou parede. Como padrão, adota-se uma quantidade de 5 kg por m² para assentamento em colagem simples (onde a argamassa é aplicada em apenas uma face) e 10 kg por m² em colagem dupla (onde a argamassa é aplicada nas duas faces). Assim como a argamassa, a quantidade do rejunte irá depender de diversos fatores, inclusive na escolha do tipo: se será cimentício, acrílico ou epóxi, por exemplo. Todavia, nesta calculadora estamos considerando um Coeficiente de rejuntamento (CR) de 1,58 para que se possa obter uma estimativa do quantitativo. Sabemos que um projeto de paginação envolve muitas outras variáveis e que cada espaço possui características próprias, tornando importante a personalização do projeto de acordo com o ambiente. Essa calculadora tem como objetivo fornecer uma estimativa da quantidade de pisos ou revestimentos necessários para um determinado ambiente. No entanto, é importante ressaltar que a técnica de assentamento, características especiais da superfície e o seu preparo são fatores que podem interferir no resultado. É importante sempre se atentar às especificações técnicas de cada produto, tendo em vista que esses valores variam de marca para marca. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/crm Title: Aumente o seu faturamento com o CRM de vendas - Vobi Meta Description: CRM de vendas completo para arquitetos, engenheiros e profissionais da construção civil. As melhores ferramentas para você fechar negócios de qualquer lugar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/crm ## Headings Structure: H1: Feche mais projetos com menos trabalho H3: Transforme conversas em projetos H3: Tenha uma visão 360º de todas oportunidades de projeto H3: Centralize todas as informações em um só lugar H3: Envie propostas personalizadas H3: Gerencie todos os seus contatos H3: Acesse de qualquer lugar H3: Quando você domina como investir o seu tempo, você domina a arte de fazer seu negócio crescer H3: Conteúdos para te ajudar H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H1: Feche mais projetos com menos trabalho H3: Transforme conversas em projetos H4: Funil de vendas H3: Tenha uma visão 360º de todas oportunidades de projeto H4: Gestão de arquivos H3: Centralize todas as informações em um só lugar H4: Gestão de propostas H3: Envie propostas personalizadas H4: Gestão de contatos H3: Gerencie todos os seus contatos H4: Versão desktop e mobile H3: Acesse de qualquer lugar H4: Por que a Vobi? H3: Quando você domina como investir o seu tempo, você domina a arte de fazer seu negócio crescer H5: Mais controle H5: Mais economia H5: Mais tempo H5: Mais clientes H3: Conteúdos para te ajudar H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos Utilizando a inteligência artificial na construção civil --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/ebook-medidas-ergonomicas Title: Ebook Medidas Ergonômicas Meta Description: Um guia de consulta totalmente gratuito com as medidas ergonômicas mais utilizadas no dia a dia dos arquitetos e designers de interiores. Baixe agora! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/ebook-medidas-ergonomicas ## Headings Structure: H1: Medidas Ergonômicas ## Main Content: H6: E-book gratuito: H1: Medidas Ergonômicas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/ebook-pinterest-para-arquitetos Title: E-book Pinterest para arquitetos Meta Description: E-book Pinterest para arquitetos. Vobi: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/ebook-pinterest-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Pinterest para arquitetos ## Main Content: H6: E-book gratuito: H1: Pinterest para arquitetos Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/eng-cons Title: Vobi - Sistema de Gestão de Obras e Projetos Meta Description: Escolha o Melhor Sistema de Gestão de Obras e Projetos - Com a Confiança de +70.000 Engenheiros e Profissionais da Construção Civil. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/eng-cons ## Headings Structure: H1: O sistema de gestão de obras mais cobiçado do momento H3: Economize até 70 horas por projeto ou obrae faça o seu negócio decolar H3: Crie orçamentos em poucos cliques H3: Utilize templates e nunca comece do zero H3: Deixe seu financeiro de obras sempre em dia H3: Crie planejamentos e controle tarefas H3: Acompanhe seus resultados com relatórios precisos H3: Centralize sua gestão de compras H3: Crie e compartilhe anotações e registros H3: Controle o seu fluxo comercial e conquiste mais contratos H3: Ofereça acompanhamento online ao seu cliente de maneira simples H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H3: Você quer ficar para trás? H3: Quando você domina como investir o seu tempo, você domina a arte de fazer seu negócio crescer H3: Temos a solução para cada momento da sua jornada H2: Entregamos resultados reais para negócios como o seu ## Main Content: H1: O sistema de gestão de obras mais cobiçado do momento H3: Economize até 70 horas por projeto ou obrae faça o seu negócio decolar H4: Orçamento inteligente H3: Crie orçamentos em poucos cliques H4: Templates de projeto e obra H3: Utilize templates e nunca comece do zero H4: Gestão de pagamentos H3: Deixe seu financeiro de obras sempre em dia H4: Planejamento de projeto e obra H3: Crie planejamentos e controle tarefas H4: Relatórios online H3: Acompanhe seus resultados com relatórios precisos H4: Gestão de compras H3: Centralize sua gestão de compras H4: Diário de obras H3: Crie e compartilhe anotações e registros H4: Gestão de Vendas (CRM) H3: Controle o seu fluxo comercial e conquiste mais contratos H4: Portal do cliente H3: Ofereça acompanhamento online ao seu cliente de maneira simples H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H3: Você quer ficar para trás? H4: Fechar esta página H4: Solicitar um convite H4: Por que a Vobi? H3: Quando você domina como investir o seu tempo, você domina a arte de fazer seu negócio crescer H5: Mais controle H5: Mais economia H5: Mais tempo H5: Mais clientes H4: Para todos os tamanhos H3: Temos a solução para cada momento da sua jornada H4: Profissionais autônomos H4: Pequenos e médios H4: Grandes empresas H4: Escute dos nossos clientes H2: Entregamos resultados reais para negócios como o seu --- ### Page: https://www.vobi.com.br/ergonomia-na-arquitetura Title: Ergonomia na Arquitetura: Guia Completo - Vobi Meta Description: Aprenda neste guia completo, as definições, categorias e aplicações da ergonomia na arquitetura e como essa ciência influencia as pessoas dentro de suas casas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/ergonomia-na-arquitetura ## Headings Structure: H1: Ergonomia na Arquitetura: guia completo H2: O que é Ergonomia? H3: A origem do termo Ergonomia H2: Tipos de Ergonomia H2: Por que a Ergonomia na arquitetura é importante? H2: Ergonomia no Home Office H2: Os 3 mitos da Ergonomia H3: 1. A Ergonomia não possui base científica H2: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Ergonomia na Arquitetura: guia completo H2: O que é Ergonomia? H3: A origem do termo Ergonomia H2: Tipos de Ergonomia H2: Por que a Ergonomia na arquitetura é importante? H2: Ergonomia no Home Office H2: Os 3 mitos da Ergonomia H3: 1. A Ergonomia não possui base científica H4: A história da ergonomia H2: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H4: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H4: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A Ergonomia impacta tudo e a todos - mesmo que imperceptivelmente. Quer você seja um profissional da área ou não, o fato é que ter uma noção sobre o que é ergonomia e como os seus princípios podem ser aplicados no cotidiano fará com que seus projetos sejam muito mais assertivos. Neste guia, você aprenderá sobre a definição, categorias e aplicações da ergonomia na arquitetura e como essa ciência influencia as pessoas dentro de suas casas, ambientes de trabalho e em todos os âmbitos da vida. Ergonomia é o processo de definição e adequação de espaços, produtos e sistemas a fim de atenderem às necessidades das pessoas que os utilizam. Muitos associam a ergonomia com design de cadeiras, por exemplo - e não estão errados. Porém, a ergonomia vai muito além. Ela pode ser aplicada a qualquer coisa que implique no uso humano. Trata-se de um ramo da ciência que busca aprender sobre as habilidades e limitações de cada indivíduo e, a partir das descobertas, aplicar o conhecimento com o objetivo de melhorar a interação das pessoas com os produtos e ambientes que as cercam. Essa meta visa, principalmente, minimizar os riscos de acidentes e possíveis lesões que possam acontecer ao usuário. Por isso, conforme a tecnologia vem avançando, assim também deve avançar a ergonomia para garantir que as ferramentas que estão a nosso dispor tenham sido pensadas e correspondam aos requisitos do corpo humano. A palavra “Ergonomia” é derivada da palavra grega “ergon” que significa trabalho e “nomos” que significa leis. Apesar de serem tópicos de grande importância e conhecimento geral desde os primórdios, a ergonomia contemporânea faz uso dos dados e técnicas de diversas disciplinas relacionadas, como a biomecânica, a antropometria, a física ambiental, a psicologia aplicada e a psicologia social. A Associação Internacional de Ergonomia se divide em três domínios de especialização: a Ergonomia Física, Cognitiva e Organizacional. Cada um desses tipos de ergonomia engloba uma área de melhoria específica. A Ergonomia Física visa melhorias na postura, movimentos (especialmente os repetitivos), manipulação corporal, transporte de pesos pesados, distribuição de espaço, configuração dos postos de trabalho, procedimentos de segurança e saúde em geral. Esse, talvez, seja o tipo mais conhecido, pois é ele que irá avaliar se uma cadeira favorece uma postura correta, evitando lesões, por exemplo. Já a Ergonomia Cognitiva busca melhorias relacionadas a aspectos mentais, intelectuais e psicológicos, como: desempenho, estresse profissional, carga mental, confiabilidade humana e interação homem-máquina. A Ergonomia Organizacional tem como objetivo adaptar as condições da empresa para preservar a saúde e o bem-estar do trabalhador, promovendo melhorias na organização de processos e regulamentos operacionais, políticas da empresa, clima organizacional e cultura.‍ Mas, quais os tipos de ergonomia deve-se levar em conta na arquitetura e design de interiores? Por se tratarem de campos de atuação que impactam em diversos âmbitos da vida de um indivíduo (afinal, uma pessoa passa boa parte do tempo entre casa e trabalho), é importante ter sempre em mente os três conceitos e aplicá-los de maneira equilibrada. Como já dito anteriormente, a ergonomia visa criar espaços e produtos seguros, confortáveis e que garantam produtividade ao incorporar habilidades e limitações humanas em seus designs, como por exemplo: medidas do corpo humano, força, velocidade, e sentidos (visão, audição, etc). De acordo com um artigo da Dohrmann Consulting, - empresa especializada em segurança e ergonomia na Austrália - um estudo realizado pela Safe Work indica que o gasto referente a lesões e doenças relacionadas ao trabalho representam cerca de 60 bilhões de dólares no país. Outra pesquisa mostra que a dor lombar é a lesão relacionada ao trabalho mais comum do mundo, afetando desde profissionais que trabalham em escritórios até agricultores. Trazendo para o contexto do Brasil, e levando em conta o PIB de 2020, esse percentual corresponde a aproximadamente R$300 bilhões. A arquitetura e o design de interiores devem auxiliar a minimizar - ou até mesmo extinguir - situações como essa. Um ambiente bem planejado cumprirá com uma distribuição de espaço assertiva, assegurando uma boa circulação e evitando acidentes. Além disso, se atentará às normas de conforto térmico, acústico e luminotécnico, preservando a produtividade dos usuários do local. Um bom profissional preocupa-se em garantir a adequação do espaço ao ser humano nos mínimos detalhes: determinando a altura de bancadas e armários adequados, até definindo materiais de acordo com a função de cada cômodo. Afinal, um piso com acabamento polido dentro de um banheiro pode ser bastante perigoso, não é mesmo? Esta, portanto, é a grande importância da ergonomia na arquitetura. Além de conferir mais segurança e bem-estar às pessoas, a ergonomia na arquitetura aplicada, também contribui economicamente à sociedade. Os custos advindos de acidentes, doenças e lesões, ocasionadas no trabalho, se manifestam em gastos para o sistema de saúde, seguro social e em uma enorme redução de produtividade derivada de dias perdidos de trabalho. Sem mencionar o fato de que muitas dessas lesões acarretam em perda de funcionalidade e dificuldade de movimentos, trazendo impactos para a vida profissional e pessoal do trabalhador. Outro ponto a ser levado em conta é que a população mundial está envelhecendo. Um relatório do The World Population Prospects 2019, da Organização das Nações Unidas (ONU) diz que até 2050, uma em cada seis pessoas no mundo terá mais de 65 anos (16%). E o que fazer diante desta realidade? É preciso reconhecer a importância da ergonomia na arquitetura e todos os outros setores, permitindo que o produto se adapte ao cliente, o ambiente ao usuário e o trabalho ao trabalhador. Neste artigo, falamos sobre os tipos de ergonomia, a ergonomia na arquitetura e no trabalho, porém e quando esses dois universos se juntam? Casa + trabalho = Home Office. Com o advento da pandemia e o distanciamento social, vimos surgir um crescimento exponencial do trabalho remoto. Ao se trabalhar em casa, é importante fazer ajustes, assegurando a ergonomia no Home Office, a qual auxiliará na execução do trabalho em sua máxima eficiência, sem riscos de lesão. Independentemente do espaço utilizado para o trabalho remoto, é importante estabelecer uma área da casa para classificar como espaço de trabalho. Ter um local específico, além de facilitar a divisão psicológica trabalho x descanso, irá ajudar a manter o ambiente sempre com as adaptações ergonômicas em dia, garantindo produtividade, foco e conforto. Para saber mais em detalhes quais as dicas e melhores práticas, basta ler nosso artigo completo sobre ergonomia no Home Office. Fato: A história da Ergonomia origina-se de pesquisas científicas militares. Para comprovar, vamos analisar sua linha do tempo: 1857: A palavra “ergonomia” é publicada, pela primeira vez, em um artigo escrito por Polish Prof. Wojciech, na Polônia. 1921: No Japão, Gito Terouka publica uma pesquisa sobre ergonomia após conhecer o Instituto de Ciência e Trabalho Kurashiki. No mesmo ano, pesquisadores russos participam da primeira conferência sobre Organização Científica do Trabalho e defendem uma abordagem que visa ambos: máxima eficiência e minimização de riscos de segurança, propondo a melhoria da saúde dos trabalhadores. 1943: Durante a segunda guerra mundial, observou-se que, mesmo com pilotos bem treinados, as aeronaves super funcionais continuavam colidindo. O erro humano foi reduzido ao redesenharem o painel de controle, após uma análise psicológica e de engenharia - a capacidade humana (ergonomia!) sendo o impulsor. 1947: Hywel Murrell, químico graduado e futuro professor de psicologia, foi indicado a liderar a Unidade de Estudo UK Royal Navy Motion. Hywell comandou um time interdisciplinar que estudava os movimentos que envolviam a manipulação de artilharia e munição, bem como o layout dos equipamentos. 1949: Murrell convidou um grupo de cientistas renomados para o Ministério da Marinha onde formaram a Sociedade de Pesquisa Humana, com o intuito de realizar encontros científicos a fim de debater as pesquisas realizadas. Neste mesmo ano, Murrell propõe, oficialmente, o nome “Ergonomia” como o termo definitivo do seu campo de pesquisa. O nome só foi aceito em 1950. 1951: Murrell inaugurou seu primeiro departamento de ergonomia para a indústria Britânica. 1953: A EPA (Agência de Produtividade Européia) começou a implementar a ergonomia na produtividade dos trabalhadores. 1957: A Sociedade de Ergonomia dos Estados Unidos (United States Human Factors Society) foi fundada. A ergonomia na engenharia é enfatizada pelos militares estadunidenses com foco na interação do ser humano em meio a sistemas complexos. Na Grã-Bretanha, o escritório Taylor & Francis começou a publicar o “Diário da Ergonomia”. 2. A Ergonomia é a ciência da crença Fato: Diversos estudos científicos comprovam a eficiência da ergonomia. A Ergonomia é analisada sob um contexto. Por este motivo, a maioria das pesquisas são realizadas em campo ao invés de laboratórios. Apesar de produzir diversas variáveis difíceis de serem controladas, por outro lado, proporciona percepções e resultados mais realistas. Abaixo constam três exemplos de pesquisas com grandes amostragens: 3. Ergonomia diz respeito apenas a móveis de escritório Fato: A Ergonomia pode não ser o campo mais conhecido, no entanto ela se encontra em todo lugar. Embora a ergonomia seja frequentemente associada ao design de escritório e relacionada a problemas de fabricação, saúde e transporte - todas as grandes marcas como HP, Apple e Ford abraçam a ergonomia.  Você se lembra dos celulares pesados ​​antes do iPhone? E quanto aos carros com bancos corridos desconfortáveis, enormes pontos cegos e portas difíceis de abrir? Esses são apenas alguns dos campos em que os ergonomistas tornaram nossas vidas mais fáceis por meio de uma abordagem centrada no ser humano. Hoje, existem mais de 60 padrões de ergonomia ISO em vários aspectos de projetos, produtos e sistemas, todos com o objetivo de melhorar o desempenho, conforto e segurança, bem como prevenir erros e lesões. Concluindo, entender a ergonomia é o primeiro passo para se obter um ambiente funcional. Não dar a devida importância na escolha do mobiliário, além da sua disposição correta dentro de um ambiente, como por exemplo um móvel com altura inadequada, pode causar desconforto e até lesões físicas ao usuário. A ergonomia na arquitetura e no design de interiores devem ser trabalhadas em parceria, proporcionando através de suas técnicas o conforto e o bem-estar daqueles que usufruem do espaço. Vale ressaltar que não existem regras fixas. Por isso, é necessário um profissional capacitado que adeque o projeto de acordo com o estilo de vida de cada pessoa, a partir de acompanhamento de hábitos e conversas a respeito dos anseios sobre tempo e espaço. Sabemos que, depois de um tempo, saber as medidas ergonômicas ideais para cada ambiente na hora de desenvolver um projeto de arquitetura ou design de interiores fica quase automático. Mas, existem tantos tipos de ergonomia que, para te ajudar com aquelas medidas que você ainda não sabe decoradas ou precisa tirar a dúvida na hora do projeto executivo, fizemos uma curadoria e organizamos aqui um guia de ergonomia para arquitetura, com exemplos mais utilizados no dia a dia dos arquitetos e designers de interiores. Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/estilos-de-decoracao Title: Conheça os principais estilos de decoração na arquitetura Meta Description: Confira neste artigo tudo sobre os principais estilos de decoração na arquitetura e interiores.Aprenda sobre o que são,suas origens e principais características Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/estilos-de-decoracao ## Headings Structure: H1: Conheça os principais estilos de decoração na arquitetura e interiores H2: Decoração Clássica H2: Decoração Contemporânea H2: Decoração Minimalista H2: Decoração Escandinava H2: Decoração Industrial H2: Decoração Rústica H2: Decoração Boho H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Conheça os principais estilos de decoração na arquitetura e interiores H2: Decoração Clássica H2: Decoração Contemporânea H2: Decoração Minimalista H2: Decoração Escandinava H2: Decoração Industrial H2: Decoração Rústica H2: Decoração Boho H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Decoração clássica: O que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração minimalista: conceitos, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Industrial: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Rústica: aprenda o que é e suas principais características H4: Decoração Escandinava: o que é, quando surgiu e como utilizar na arquitetura e interiores H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você já se perguntou quais são os principais estilos de decoração na arquitetura e interiores? Consegue distinguir entre decoração contemporânea e moderna? Se você também fica confuso na hora de definir tanto o seu, quanto o estilo do seu cliente, fique tranquilo, você está no lugar certo. A cada passo que iniciamos um novo projeto de reforma ou construção, surge o questionamento: qual o estilo a ser seguido? O fato é que encontrar o estilo predominante do projeto irá auxiliá-lo em todas as etapas subsequentes e impactará nas futuras escolhas como: a paleta de cores, a linguagem do mobiliário e até mesmo a própria estrutura do imóvel. Portanto, antes de qualquer coisa, um dos fatores fundamentais para uma proposta assertiva é dedicar um tempo para a descoberta dos gostos e desgostos do cliente - isso dirá muito sobre sua persona - e navegar pelas diferentes tendências, a fim de chegar em um fator comum. Para isso, buscar referências é o primeiro passo para desvendar o mistério. Esse processo envolve apontar características chave de cada estilo para que seja possível decifrar em qual o seu cliente se encaixa melhor e permitir aproximá-lo da sua real essência. Trata-se de um processo de eliminação e embora você encontre alguns dos principais estilos de decoração listados abaixo, este artigo estará em frequente transformação, visto que estaremos falando de tendências em constante mudanças e evolução, e muitas, senão a maioria das pessoas, podem ser o resultado da combinação de diversos tipos. Continue lendo para saber os detalhes necessários sobre os principais estilos de decoração, incluindo características de cada visual e suas diferenças. Em seguida, clique nos links na parte inferior de cada descrição para se aprofundar mais em cada tema. O que é: Mais do que qualquer outro estilo, a decoração clássica abraça um senso de história, com antiguidades, objetos de herança, madeiras ricas, tapetes macios e belas estampas. Embora a decoração clássica tenda a ser formal, com arranjos simétricos e materiais refinados, o objetivo final é conforto, calor e uma sensação de boas-vindas. Sua origem: Esse estilo tem suas raízes na Europa dos séculos 18 e 19, embora seu sentido geral de homenagear o passado seja muito mais proeminente do que o foco em qualquer região específica do mundo. Características da decoração clássica: Para saber mais, leia nosso artigo completo sobre Decoração Clássica, basta clicar aqui. O que é: Em suma, a decoração contemporânea é atual e nova - é o que os designers de hoje estão criando.  Ela reflete os desejos e anseios sociais do presente. Claro, a novidade não é a única característica determinante deste visual popular. Este estilo de decoração abraça formas fortes e linhas limpas, costuma seguir uma diretriz mais minimalista e com forte presença da cor branca, mas não é uma regra, pois, ele também abre espaço para interpretação e experimentação. Sua origem: A decoração contemporânea surgiu após a moderna, no período entre as últimas décadas do século XX. No Brasil, o estilo contemporâneo tem crescido e evoluído desde os anos 1980 - e continuará a mudar conforme os designers são influenciados pelo aqui e agora. Características da decoração contemporânea: Ficou interessado? Confira nosso guia detalhado sobre Decoração Contemporânea clicando aqui. O que é: Um dos estilos de decoração que tem toques semelhantes ao moderno - a decoração minimalista possui linhas muito limpas e formas simples. O minimalismo se traduz em viver com menos: menos cor, menos bagunça, menos ruído visual e, claro, menos coisas. Não se trata de privação sensorial ou limpeza implacável de um ambiente, mas sim, com cumprir um propósito: focar nos itens que você realmente precisa e ama, em detrimento do consumo excessivo de objetos sem sentido algum. Sua origem: A decoração minimalista começou por volta da década de 1920. O arquiteto do pós-Primeira Guerra Mundial Van der Rohe foi um dos primeiros a usar princípios em seus projetos que vieram a exemplificar o design minimalista. O motivo pelo qual este estilo começou a decolar foi a disponibilidade de materiais modernos como o vidro, concreto e aço. Além disso, formas padronizadas de construção foram se formando, o que ajudou a projetar e construir edifícios minimalistas de forma mais eficaz. Características da decoração minimalista: Se identificou com a Decoração Minimalista? Clique aqui para ler a matéria na íntegra. O que é: A decoração escandinava apresenta espaços acolhedores com móveis claros e iluminados, utilizando linhas simples, padrões gráficos arrojados e com muito aconchego. Ao contrário de outros estilos de decoração, os interiores escandinavos tendem a incluir uma mistura mais eclética de peças vintage e contemporâneas e uma atitude mais lúdica. Sua origem: A decoração escandinava tem suas raízes nos países do norte da Dinamarca, Suécia e Noruega e, apesar de poder considerar sua origem mais antiga, ela só ganhou forças a partir do século XX, mais precisamente após a década de 1950. Enquanto o movimento modernista florescia na Europa Ocidental, a Escandinávia refinava sua própria estética: simplicidade, minimalismo, luz e conexão com a natureza. Características da decoração escandinava: Para saber tudo sobre esse estilo, basta clicar aqui para ler o nosso artigo completo sobre Decoração Escandinava. O que é: Frequentemente visto em lofts urbanos, a decoração industrial se inspira em fábricas e armazéns, onde os móveis são utilitários e resistentes e os materiais são brutos. Seu principal objetivo é encontrar beleza e criatividade em matérias-primas e espaços abertos. Mais do que uma forma de morar, o estilo industrial é uma manifestação da cultura do desenvolvimento sustentável, já que preza pelos menores gastos e reaproveitamento de materiais. Sua origem:  A decoração industrial se inspira em fábricas construídas durante o final do século 19 e início do século 20. Edifícios compostos de tijolo, concreto, ferro e aço, projetados para durar anos. Esses espaços grandes e organizados tinham como objetivo colocar mais pessoas para realizar mais trabalho. No entanto, à medida que o tempo passava e os locais de trabalho mudavam, essas fábricas robustas precisavam de um novo propósito. Por décadas, esses prédios abandonados se transformaram em belos espaços de convivência. Foi uma mudança que produziu um estilo totalmente novo, continuando a inspirar os designers até hoje. Características da decoração industrial: Quer conferir essas e outras características da Decoração Industrial? Então clique aqui e continue sua leitura. O que é: Inspirado em bosques, planícies, rios e lagos, a decoração rústica pode ser tão simples e despojada como uma cabana ou tão impressionante quanto um chalé de esqui situado na encosta de uma montanha. Os materiais são brutos e não adulterados, com vigas de madeira expostas, tijolo e pedra, móveis grandes e confortáveis e tecidos quentes e aconchegantes. Vale lembrar que, enquanto o estilo rústico é inspirado no passado, a interpretação de hoje pode inclinar-se para o contemporâneo com móveis mais simples, dependendo de sua sensibilidade de design. Sua origem: A decoração rústica é baseada nos primeiros colonos dos Estados Unidos que construíram suas casas longe das cidades durante o século XIX. Muitos desses pioneiros trouxeram pouca ou nenhuma mobília com eles, pois o espaço era escasso e a mobília era pesada. À medida que as pessoas se assentavam e construíam suas propriedades, suas casas foram rapidamente montadas com materiais encontrados localmente. Características da decoração rústica: Para se aprofundar nesse tema, clique aqui e confira nosso artigo sobre Decoração Rústica. O que é: A decoração boho é definida pela falta de estrutura, optando por camadas despreocupadas de padrão, textura e cor. Trata-se da união de elementos naturais e orgânicos em um visual exótico, divertido e repleto de camadas. Você encontrará muito rattan, bambu e tecidos neste estilo misturados com cores brilhantes e saturadas. Embora haja algumas práticas comuns, não existem regras rígidas conforme outros estilos de decoração, como o minimalista, por exemplo. O cerne da estética boêmia é ser pessoal e descontraída, não sendo concebida para o divertimento de outras pessoas, mas sim para o seu próprio. Sua origem: O estilo boêmio tornou-se muito popular nos últimos 5 anos, embora suas raízes sejam muito mais antigas do que isso. A decoração Boho começou no século 19 em Paris, França. Foi inspirado por artistas, escritores, performers e nômades que acreditavam que a criatividade era mais valiosa do que dinheiro - os boêmios originais. Com a convergência de suas respectivas culturas, ideais e recusa em se conformar com o que era aceito, eles inadvertidamente iniciaram uma tendência de design de interiores. O estilo boêmio, batizado em homenagem a esses artistas nômades, pretendia derrubar os padrões de beleza, jogando fora as regras e abraçando o não convencional. Características da decoração Boho: E para ficar por dentro dessa tendência no design de interiores, clique aqui e leia nosso artigo completo sobre Decoração Boho. Sentiu falta de algum dos diversos estilos de decoração presentes neste artigo? Para propor um tema que você deseja ler aqui no nosso Blog, basta enviar um email para mail@vobi.com.br com a sua sugestão! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/eventos Title: Eventos de arquitetura, engenharia e construção civil 2023 Meta Description: Aprenda com grandes nomes da arquitetura, engenharia e construção civil. Gestão Financeira · Gestão de Projetos · Tendências e muito mais Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/eventos ## Headings Structure: H1: Eventos de Arquitetura, Engenharia e Construção Civil H2: Aprenda com grandes nomes da arquitetura, engenharia e construção civil. Gestão Financeira · Gestão de Projetos · Tendências e muito mais H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Eventos de Arquitetura, Engenharia e Construção Civil H2: Aprenda com grandes nomes da arquitetura, engenharia e construção civil. Gestão Financeira · Gestão de Projetos · Tendências e muito mais H4: Evento: Especial Final de Ano Vobi H6: Com Time Vobi H4: Evento: Novidades de Setembro para a sua gestão na Vobi H6: Com Time Vobi H4: Evento: Novidades de Julho para a sua gestão na Vobi H6: Com Time Vobi H4: Vobi na Feicon 2024 H6: Evento Presencial H4: Especial final de ano Vobi: Os principais lançamentos de 2023 e o que está por vir em 2024 H6: Com Fábio Witt H4: Webinar Como reduzir tempo de obra com o sistema de portas prontas | Pormade + Vobi H6: com Pormade Portas H4: Webinar As múltiplas aplicações do Aço na Construção Civil com ArcelorMittal e Vobi H6: com ArcelorMittal H4: Vobi Talks: Como nunca ficar sem clientes na construção civil H6: Com Rafael e Hellen Medranço H4: Vobi Talks: Os segredos de uma reforma sem dor de cabeça H6: Com Christianne Lima H4: Vobi Talks: Os erros na obra que te impedem de lucrar H6: Com Eng. Felipe Soares H4: Vobi Talks: Como dominar o prazo da sua obra mesmo dependendo de terceiros H6: Com Eng. Wanessa Fazinga H4: Vobi Talks: Como criar um negócio de construção civil lucrativo através da regularização de imóveis H6: Com Michelle Bachega H4: Vobi na Expo Revestir 2023 H6: Evento Presencial H4: O poder do networking e comunidade para crescer o seu negócio de arquitetura e construção H6: Com Fábio Witt H4: Gestão Financeira na prática: conheça os conceitos e como utilizar na Vobi H6: com Luciana Mallet H4: Vobi Talks: Como valorizar o seu trabalho e fechar mais projetos e obras H6: Com Renata Pena H4: Vobi Talks: Como especificar revestimentos sem erros H6: Com Lilian Santos H4: Tudo sobre Piso Vinílico e Laminado H6: Com Cristiane Vianna e Luciane Grabalos H4: Acessibilidade em banheiros: Como detalhar louças e metais H6: Com Erica Martins H4: Organização Financeira Pessoal e Investimentos H6: Com Tiago Kaplan H4: Especificação de Cubas e Metais H6: Com Erica Martins H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/gestao-automatica Title: Seu Escritório no Piloto Automático Meta Description: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/gestao-automatica ## Headings Structure: H1: Pare de perder tempo com tarefas manuais H3: Simples. Inteligente. Prático. H3: Crie orçamentos em minutos H3: Automatize lembretes de cobranças e pagamentos H3: Centralize todas as informações do projeto em um único local H3: Compartilhe o projeto com seu cliente H3: Gerencie todos os seus contatos e projetos H3: Use seu tempo para crescer o seu negócio e não em tarefas repetitivas. H3: Conteúdos para te ajudar H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H1: Pare de perder tempo com tarefas manuais H3: Simples. Inteligente. Prático. H4: Orçamento digital H3: Crie orçamentos em minutos H4: Automatize H3: Automatize lembretes de cobranças e pagamentos H4: Simplifique H3: Centralize todas as informações do projeto em um único local H4: Colabore H3: Compartilhe o projeto com seu cliente H4: Gestão de projetos H3: Gerencie todos os seus contatos e projetos H4: Por que a Vobi? H3: Use seu tempo para crescer o seu negócio e não em tarefas repetitivas. H5: Mais controle H5: Mais economia H5: Mais tempo H5: Mais clientes H3: Conteúdos para te ajudar H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos Utilizando a inteligência artificial na construção civil --- ### Page: https://www.vobi.com.br/cursos/gestao-de-estrategica-vendas-inscricao Title: Inscrição: Gestão Estratégica de Vendas para Arquitetos e Designers. Meta Description: Curso Gestão Estratégica de Vendas para Arquitetos e Designers.Alavanque as vendas do seu escritório de Arquitetura e Design. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/cursos/gestao-de-estrategica-vendas-inscricao ## Headings Structure: H1: Pronto(a) para começar? ## Main Content: H6: Curso Gratuito: Gestão Estratégica de Vendas H1: Pronto(a) para começar? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/cursos/gestao-estrategica-de-vendas-para-arquitetos Title: Curso de vendas para arquitetos e designers Meta Description: Curso completo de vendas para arquitetos e designers. Alavanque as vendas do seu escritório de Arquitetura e Design. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/cursos/gestao-estrategica-de-vendas-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Gestão Estratégica de Vendas para Arquitetos e Designers H2: Alavanque as vendas do seu escritório de Arquitetura e Design H3: O que você irá aprender: H1: Nomes que já passaram pela Vobi Academy H3: Perguntas frequentes H3: Seu negócio de arquitetura ou construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão Estratégica de Vendas para Arquitetos e Designers H2: Alavanque as vendas do seu escritório de Arquitetura e Design H3: O que você irá aprender: H6: Quem ensina? H1: Nomes que já passaram pela Vobi Academy H4: Sobre a Vobi Academy H3: Perguntas frequentes H5: Quando o curso irá começar? H5: Tenho que pagar algum valor? H5: Qual o formato? É online? H5: Posso convidar meus amigos? H5: Tenho outras dúvidas, como resolvo? H5: Quantas vezes posso assistir às aulas? H5: Eu receberei algum certificado quando concluir o curso? H5: Por quanto tempo terei acesso ao curso? H3: Seu negócio de arquitetura ou construção ainda não é digital? A importância de ter um processo de vendas definido: Vender é um processo e não uma arte Fundamentos básicos de vendas: Funil de conversão, personas, proposta de valor e métricas Quais os principais elementos de uma proposta comercial e como criar um modelo que converte Técnicas de vendas: Objeções, negociação e follow-up Na Prática: Criando o seu processo de vendas (Da criação de scripts até o fechamento de contrato) Bônus: Checklist de qualificação, briefing e template de proposta comercial e objeções --- ### Page: https://www.vobi.com.br/gestao-financeira-na-pratica Title: Gestão financeira na prática Meta Description: Gestão financeira sem mistério: conheça os conceitos básicos e dicas práticas de como gerenciar a saúde financeira do seu negócio. Inscreva-se! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/gestao-financeira-na-pratica ## Headings Structure: H1: Gestão Financeira na prática: conheça os conceitos e como utilizar na Vobi H3: Seu escritório de arquitetura e design ainda não é digital? ## Main Content: H4: Para ganhar o curso Papo de Grana, basta compartilhar o seu link abaixo. H6: Workshop online e gratuito H1: Gestão Financeira na prática: conheça os conceitos e como utilizar na Vobi H6: Você vai aprender os conceitos básicos, dicas de sucesso para a saúde financeira do seu negócio e como utilizar o módulo de gestão financeira da Vobi na prática. H3: Seu escritório de arquitetura e design ainda não é digital? Neste Webinar gratuito, vamos conversar com a Arquiteta Luciana sobre gestão financeira para profissionais da Arquitetura e Construção. Luciana Mallet trabalha com desenvolvimento pessoal e profissional de arquitetos há mais de seis anos. É arquiteta, coach, mentora e encontrou nessa prática profissional a forma de atuar pela valorização da arquitetura através de processos individuais e personalizados. Faça como mais de 30.000 Arquitetos e Designers e transforme o seu escritório de arquitetura. Você não quer ficar para trás, quer? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/guia-de-cores-para-projetos-de-arquitetura Title: Guia de Cores para Projetos de Arquitetura Meta Description: Guia de Cores para Projetos de Arquitetura. Vobi: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/guia-de-cores-para-projetos-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Como definir as cores do seu projeto de arquitetura e interiores ## Main Content: H6: Guia gratuito: H1: Como definir as cores do seu projeto de arquitetura e interiores Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/guia-loucas-metais Title: Guia de louças e metais Meta Description: E-book completo de louças e metais: guia de consulta com medidas para arquitetos e designers de interiores. Baixe agora, é totalmente gratuito! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/guia-loucas-metais ## Headings Structure: H1: Guia de louças e metais ## Main Content: H6: E-book gratuito: H1: Guia de louças e metais Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/indicacao-fornecedores Title: Programa de indicação de Fornecedores Meta Description: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/indicacao-fornecedores ## Headings Structure: H1: Indique fornecedores para fazer parte do catálogo Vobi e ganhe R$ 1.000,00 por cada fornecedor H3: Veja como é fácil indicar e ganhar H3: Conteúdos para te ajudar H3: Clique no botão abaixo para ver o seu código e link de indicação H3: Perguntas e Regras ## Main Content: H1: Indique fornecedores para fazer parte do catálogo Vobi e ganhe R$ 1.000,00 por cada fornecedor H5: Vantagens para você H5: Vantagens para fornecedores H3: Veja como é fácil indicar e ganhar H6: 1 H6: 2 H6: 3 H3: Conteúdos para te ajudar H6: Comece agora mesmo H3: Clique no botão abaixo para ver o seu código e link de indicação H3: Perguntas e Regras H5: Qual o meu código de indicação? H5: Qual o link de inscrição do fornecedor? H5: Regras Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos Utilizando a inteligência artificial na construção civil --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/kit-de-sobrevivencia-para-escritorios-de-arquitetura Title: Kit de sobrevivência para escritórios de arquitetura Meta Description: Entregamos para você um combo de materiais poderosos 100% gratuitos sobre gestão, marketing e vendas que serão uma injeção de ânimo para o seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/kit-de-sobrevivencia-para-escritorios-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Kit de sobrevivência para escritórios de arquitetura e design ## Main Content: H6: Garanta o seu: H1: Kit de sobrevivência para escritórios de arquitetura e design Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/lista-melhores-sites-para-download-de-blocos-de-sketchup Title: Melhores sites para download de Blocos de SketchUP Meta Description: Para auxiliar na busca e otimizar seu tempo separamos uma lista dos melhores sites para download de blocos para SketchUp. Preencha o formulário e confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/lista-melhores-sites-para-download-de-blocos-de-sketchup ## Headings Structure: H1: Guia com os Melhores sites para download de blocos de Sketchup ## Main Content: H6: Download Gratuito: H1: Guia com os Melhores sites para download de blocos de Sketchup Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/mgm-tenho-convite Title: Tenho convite Meta Description: A Plataforma que simplifica a gestão de Projetos e Obras para Construtoras, Empresas de Reforma, Empreiteiros, Escritórios de Arquitetura e Designers de Interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/mgm-tenho-convite ## Headings Structure: H1: Pronto(a) para transformar o seu negócio? ## Main Content: H6: Já tenho convite H1: Pronto(a) para transformar o seu negócio? Ao clicar em enviar, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/moveis-com-estruturas-metalicas Title: Móveis com estruturas metálicas: Inove no seu projeto Meta Description: Tudo o que você precisa saber para especificar móveis com estruturas metálicas de forma fácil e rápida neste evento gratuito. Inscreva-se! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/moveis-com-estruturas-metalicas ## Headings Structure: H1: Móveis com estruturas metálicas: Inove com versatilidade no seu projeto H3: O que você vai aprender: H3: Seu escritório de arquitetura e design ainda não é digital? ## Main Content: H4: Para ganhar o curso Papo de Grana, basta compartilhar o seu link abaixo. H6: Workshop online e gratuito H1: Móveis com estruturas metálicas: Inove com versatilidade no seu projeto H3: O que você vai aprender: H3: Seu escritório de arquitetura e design ainda não é digital? • Fique por dentro das tendências do mercado para móveis metálicos • Tudo o que você precisa saber para especificar móveis com estruturas metálicas de forma fácil e rápida • Descubra possibilidades de criação com perfis metálicos • Acabamentos incríveis de puxadores e estruturas metálicas para te inspirar • Erros que a maioria dos Arquitetos cometem na hora de especificar puxadores Bônus: Concorra à uma Pasta de puxadores, Pasta de perfis armatura da Archiconceito e uma assinatura da Vobi, não perca! Faça como mais de 30.000 Arquitetos e Designers e transforme o seu escritório de arquitetura. Você não quer ficar para trás, quer? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/padrao-de-prancha-e-carimbo-para-autocad Title: Padrão de prancha e carimbo para Autocad Meta Description: Padrão de prancha e carimbo para Autocad. Vobi: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/padrao-de-prancha-e-carimbo-para-autocad ## Headings Structure: H1: Prancha e carimbo automatizados ## Main Content: H6: Modelo padrão: H1: Prancha e carimbo automatizados Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/planta-humanizada Title: Manual de Planta humanizada: aprenda como fazer na prática! Meta Description: Encontre, neste manual, tudo o que você precisa saber sobre planta humanizada. Aprenda o passo a passo de como fazê-la utilizando o Autocad, SketchUp e Revit. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/planta-humanizada ## Headings Structure: H1: Manual de Planta humanizada: aprenda como fazer na prática! H2: O que é uma planta humanizada? H2: Qual a importância da planta humanizada? H3: 1. Transforma conceitos em formas tangíveis H3: 2. Torna o planejamento mais fácil de ajustar H3: 3. Economiza recursos H3: 4. Ajuda a estabelecer o quadro geral H2: O que uma planta humanizada deve incluir? H2: Como fazer planta humanizada no Autocad H3: 1. Abrir o template no Autocad H3: 2. Configurar tipos de linha H3: 3. Inserir hachuras H3: 4. Adicionar cotas H3: 6. Editar textos H3: 7. Configurar formato de impressão H3: 8. Salvar o arquivo H2: Como fazer planta humanizada no SketchUp H3: 1. Abrir um projeto no SketchUp H3: 2. Criar um plano de seção H3: 3. Posicionar a imagem em planta H3: 4. Salvar cena H3: 5. Ajustar os parâmetros de configurações H3: 6. Inserir cena para o LayOut H3: 7. Inserir cotas de dimensão H3: 8. Salvar o arquivo H2: Como fazer planta humanizada no Revit H3: 1. Abrir um projeto no Revit H3: 2. Configurações iniciais H3: 3. Crie materiais H3: 4. Editar paredes H3: 5. Inserir elementos de famílias Revit H3: 6. Inserir cotas internas H3: 7. Inserir texto H3: 8. Formatação de apresentação H2: Onde encontrar Blocos humanizados? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Manual de Planta humanizada: aprenda como fazer na prática! H2: O que é uma planta humanizada? H2: Qual a importância da planta humanizada? H3: 1. Transforma conceitos em formas tangíveis H3: 2. Torna o planejamento mais fácil de ajustar H3: 3. Economiza recursos H3: 4. Ajuda a estabelecer o quadro geral H2: O que uma planta humanizada deve incluir? H2: Como fazer planta humanizada no Autocad H3: 1. Abrir o template no Autocad H3: 2. Configurar tipos de linha H3: 3. Inserir hachuras H3: 4. Adicionar cotas H3: 6. Editar textos H3: 7. Configurar formato de impressão H3: 8. Salvar o arquivo H2: Como fazer planta humanizada no SketchUp H3: 1. Abrir um projeto no SketchUp H3: 2. Criar um plano de seção H3: 3. Posicionar a imagem em planta H3: 4. Salvar cena H3: 5. Ajustar os parâmetros de configurações H3: 6. Inserir cena para o LayOut H3: 7. Inserir cotas de dimensão H3: 8. Salvar o arquivo H2: Como fazer planta humanizada no Revit H3: 1. Abrir um projeto no Revit H3: 2. Configurações iniciais H3: 3. Crie materiais H3: 4. Editar paredes H3: 5. Inserir elementos de famílias Revit H3: 6. Inserir cotas internas H3: 7. Inserir texto H3: 8. Formatação de apresentação H2: Onde encontrar Blocos humanizados? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Planta Humanizada: Guia Completo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A planta humanizada é uma ferramenta de planejamento que arquitetos, designers de interiores e agentes imobiliários utilizam quando desejam projetar ou vender uma casa ou propriedade. Ela auxilia o cliente a imaginar um espaço e como ele ficará quando o projeto for concluído. Devido a sua grande importância dentro dos diversos processos que um projeto de arquitetura e interiores engloba, elaboramos este manual, onde você encontrará tudo o que precisa saber sobre planta humanizada, bem como diversas formas de como fazê-la utilizando diferentes softwares. Trata-se de um desenho gráfico 2D que mostra o layout básico de um projeto em escala a partir de uma vista aérea. Ela visa mostrar, sobretudo, a relação entre os ambientes, sua circulação e como diferentes elementos podem compor um espaço ou mesmo apontar para quaisquer falhas potenciais no design, servindo, em última análise, como o ponto de partida antes da execução efetiva de um projeto. Em suma, a planta humanizada é uma arte visual, que consiste na utilização da planta baixa de uma casa ou edifício e na criação de uma imagem que demonstre como ela será construída e habitada - todos os materiais utilizados, móveis, entre outros - a fim de simular como será cada ambiente. Concerne a uma das principais ferramentas utilizadas por construtores, arquitetos e imobiliárias, para promoção e venda de apartamentos ou outros espaços. Seu principal objetivo é criar uma representação gráfica que agrade aos compradores, dando maior confiança aos seus clientes através de uma referência visual. Mostrar ao comprador uma visão de como será a casa, por meio da ilustração de móveis devidamente dispostos em cada cômodo do empreendimento, por exemplo, oferece ao cliente uma melhor ideia do espaço em si. Existem diversos motivos para se desenhar uma planta humanizada antes de iniciar um projeto de construção, e abaixo selecionamos quatro: Plantas humanizadas são desenhos arquitetônicos que fornecem uma visão panorâmica das linhas de dimensões, medidas e relações espaciais entre objetos e acessórios. Elas fornecem ao construtor ou designer algo físico para observar e servem como o plano inicial para um projeto de arquitetura e interiores. Projetos com planta humanizada permitem que o cliente visualize as possibilidades dentro do espaço que ele tem. Se o design da suíte master na casa dos seus sonhos não vai funcionar, uma planta humanizada pode ajudá-lo a descobrir o problema no início do processo de design, permitindo que faça os ajustes necessários.‍ A criação de uma planta humanizada comunica suas ideias de design com clareza e pode ajudar o arquiteto e o cliente a economizar tempo e dinheiro na compra de materiais ou na contratação de funcionários. Quanto mais detalhes forem incluídos nos planos, mais eficiente será o processo de construção. Se você é um agente imobiliário ou alguém que deseja comprar uma casa, uma planta humanizada pode ajudá-lo a imaginar um espaço potencial para o que ele é e o que pode se tornar. Esteja você criando plantas de construção residencial ou apenas conceitualizando-as, os desenhos de uma planta humanizada devem incluir mais do que apenas o tamanho da sala. Eles normalmente apresentam: Sabendo desses pontos, o questionamento que permanece é: como fazer uma planta humanizada na prática? É possível desenhar plantas 2D à mão ou usar um software de design 3D para mapear todas as características arquitetônicas. Abaixo separamos um guia para execução da planta humanizada nos três principais programas utilizados no setor de arquitetura e interiores. Escolha aquele que mais se adeque ao seu perfil e rotina de trabalho e em seguida, clique nos links na parte inferior de cada descrição, caso deseje se aprofundar mais em cada tema. É bem provável que você, arquiteto ou designer de interiores, tenha familiaridade com o software AutoCAD. No entanto, muitos profissionais o utilizam apenas como uma ferramenta de rigor técnico. De forma sintetizada, iremos mostrar a seguir - através de etapas simples - como utilizar esse programa como ferramenta para elaboração de uma planta humanizada no AutoCAD. Para começar, você precisará: Abra o Autocad e inicie a criação do seu projeto, caso já o possua um projeto pronto, basta abrir o respectivo arquivo. Estipule a escala em que irá apresentar a planta humanizada e, em seguida, configure os tipos de linha no campo Layer como, por exemplo, as linhas para paredes, esquadrias, mobiliários, eletrodomésticos, hachuras, cotas, textos e vegetação/decoração. Lembre-se: separar em layers cada grupo de itens irá auxiliar nas configurações finais do arquivo. Com o seu projeto devidamente desenhado, é hora de trabalhar com as hachuras. São elas que irão proporcionar a humanização às superfícies da sua planta baixa. Para editar as hachuras, basta digitar o comando H em seu teclado para abrir sua janela de edição e escolher o tipo desejado. Diferentemente de uma planta técnica, na planta humanizada as cotas aparecem sempre no interior do desenho, sem as linhas guias. Na aba de ferramentas em Annotative escolha uma das cotas existentes na escala em que você irá salvar ou imprimir a planta e em seguida vá até New para criar uma nova cota personalizada a partir desta. Nomeie a sua nova cota e clique em Continue. Em Lines, habilite todas as opções de Supress, em seguida vá em Text e escolha a opção de posição Above e selecione At Ext. line 2. Para inserir um texto, clique na aba Home, depois em Text e selecione a opção Multiple Text. Agora, clique sobre a planta e escreva o nome do ambiente. Configure a escala do desenho na janela do layout e depois abra o painel de impressão dando o comando ctrl+P. Escolha em que formato você deseja salvar o arquivo e qual o tamanho da prancha. Após, configure o arquivo CTB, (é nele que você edita as configurações reais de apresentação da planta). Na aba Plot Style Table, selecione a opção acad.ctb, esse formato selecionado vem configurado para mostrar todas as cores de layers que você utilizou no arquivo Model. Após concluir as configurações, salve o seu arquivo. E se você deseja se aprofundar nesse tema e aprender detalhadamente as etapas citadas acima, confira o nosso artigo que fala especificamente sobre planta humanizada no Autocad clicando aqui. É possível também fazer sua planta humanizada no SketchUp através de um passo a passo de maneira descomplicada. Por se tratar de um programa de modelagem 3D, essa opção pode ser ainda melhor em relação ao Autocad, visto que a mesma modelagem que você costuma fazer para gerar vistas é a que você irá utilizar para fazer a sua planta humanizada, proporcionando a otimização do seu trabalho. Em resumo, as etapas que você deve seguir para alcançar o resultado esperado são: O primeiro passo é abrir o seu arquivo modelado ou fazê-lo no SketchUp, colocando todos os itens essenciais para apresentar em planta: esquadrias detalhadas, marcenaria, móveis soltos, decoração e etc. Selecione a ferramenta de plano de seção e posicione sua maquete na horizontal. Arraste o plano para baixo a uma altura de aproximadamente 1,5m do chão. Habilite com um clique o último ícone da bandeja de seções que tem a função de preencher os espaços cortados de paredes e móveis. Acesse na barra de ferramentas a opção Câmera e selecione a opção de projeção paralela para colocar a imagem em isometria. Feito isso, clique no ícone de vista superior. Expanda a aba Cenas na bandeja padrão e clique em + para adicionar uma nova cena salvando essa configuração de imagem em planta. Na bandeja de edição padrão, expanda a aba Estilos, selecione Editar e depois clique no primeiro ícone. Desabilite a opção Perfis, assim os contornos terão a suavização máxima possível. Ainda em Editar, na aba Estilos, selecione o terceiro ícone, na opção fundo, coloque a cor toda em branco e desabilite a opção céu. Por fim, clique no último ícone (Editar>Estilos), em Preenchimento de seção, escolha a cor de sua preferência. Na opção Largura de linha de seção aplique um número entre 2 e 4 para diferenciar dos objetos que não estão sendo cortados. Abra o Layout e na barra de ferramentas em Arquivos e selecione a opção Inserir. Procure pelo seu arquivo de SketchUp salvo no passo anterior. Expanda a aba Modelo do SketchUp, na opção Cena procure o nome com o qual você salvou a visualização e selecione. Defina a escala na opção Câmera com a Ortg. habilitada. Depois disso habilite a opção Preservar a escala ao redimensionar, isso fará com que ao mexer no contorno da imagem na prancha não altere a escala. Selecione o ícone de dimensões na barra de ferramentas superior para habilitar na bandeja padrão os recursos para sua configuração. Desenhe uma cota clicando de um ponto a outro. Clique sobre a cota desenhada para editar, na aba Estilo da dimensão, você consegue posicionar o número da cota, habilitar ou desabilitar a informação sobre centímetro, metro etc. que  acompanha o número. Por fim, salve o seu arquivo no formato de apresentação que preferir. Para aprender o passo a passo detalhado na íntegra, te convidamos a conferir o nosso artigo completo sobre planta humanizada no SketchUp clicando aqui. Por último, mas não menos importante, temos o Revit. Por se tratar de um software BIM, essa talvez seja a alternativa mais complexa dentre as três. No entanto, se você domina essa interface, ou é do tipo iniciante curioso, com certeza esse programa irá otimizar o seu trabalho, visto a sua possibilidade de integrar várias etapas de um projeto. Simplificadamente, aqui está a jornada que você deve seguir para elaborar uma planta humanizada no Revit: Abra um arquivo no Revit, em que deseja transformar em planta humanizada, ou o desenhe antes de começar. Na aba lateral - navegador do projeto, expanda a aba Vistas e depois a aba planta de piso, por fim, escolha o nível que deseja transformar. Vá até os ícones que estão na parte inferior da janela do programa e selecione o ícone Estilo Visual, dentro dele escolha a opção Realista. No ícone Nível de detalhe, selecione a opção de detalhe alto. Em opções de exibição de gráficos, habilite para o estilo realista a opção de mostrar aresta e suavizar linhas. Em Sombras, habilite mostrar sombra do ambiente para um leve sombreado sobre as superfícies. Clique no ícone de criar e crie um novo material, dê nome ao seu material na aba Identidade, em seguida, na aba gráficos, em Sombreamento, coloque uma cor que aparecerá quando o projeto estiver na representação sombreada e, em padrão de superfície na aba primeiro plano na opção Padrão, escolha uma hachura para representação. Agora, para inserir uma imagem de textura vá na aba Aparência, em Genérico carregue a imagem de textura salva no computador. Clique sobre a imagem carregada para editar as dimensões da textura, a posição e parâmetro de repetição. Clique em Ok e seu material está gerado. O procedimento para criar qualquer material é esse. Vá em Editar tipo, clique em Duplicar para criar uma nova parede, depois clique em Editar. Nessa nova aba de Editar Montagem, vá em inserir e adicione uma camada de substrato acima e uma abaixo da camada de estrutura, controlando essa posição clicando em Acima /Abaixo. Em seguida, vá na aba Aparência e coloque uma cor escura para a representação. Com isso feito, é só dar Ok e a configuração já aparecerá nas representações. Para arquivos no formato .rvt é possível inserir utilizando o comando ctrl +C, ctrl +V. Já para os arquivos no formato .rfa, insira a família indo até a barra de ferramentas em Inserir e depois em carregar família. Feito isso, vá em Arquitetura, depois em Componente e em inserir componente, na aba lateral aparecerão todos os carregamentos e é só escolher o desejado. Dê o comando das letras di no teclado, escolha o modelo de cota linear, depois vá em editar tipo e abra a janela de propriedades do tipo. Em seguida, em tipo de sequência de cota, selecione a opção ordenada, em controle de linha de chamada escolha a opção fixo para a linha de cota e em comprimento de linha de chamada coloque 1.000mm para a linha de chamada ficar invisível. Na opção de texto, edite o tamanho, escolha a convenção de leitura que preferir, a fonte e depois em texto do plano de fundo selecione a opção transparente. Por fim, na aba unidades primárias em formato das unidades escolha a unidade desejada e quantas casas decimais deseja mostrar. Feito isso, vá em configurações de cota ordenada e clique em editar. Escolha a posição e orientação do texto de cota.  Selecione tanto para visibilidade da origem e estilo de linha de cota a opção nenhum para ocultar as linhas guias da cota e dê ok em todas as abas. Na barra de ferramentas superior na opção Anotar, clique no ícone do texto, em seguida na opção de texto sem a chamada de detalhe. Vá no navegador do projeto, na opção folha insira nova folha e escolha o tamanho. Depois selecione a representação que você trabalhou, arraste para cima da folha e clique para soltar.  Com a planta inserida selecionada, vá à barra de ferramentas laterais e edite a escala da apresentação. Clique no ícone da impressora, selecione a impressora ou app de arquivo PDF. Depois abra o campo propriedades, em Geral escolha no campo Cor a opção cor para que seja impresso ou salvo colorido, depois na aba Layout escolha a orientação e formato da página de impressão, dê um Ok. #Dica: Por se tratar de um passo a passo mais complexo, recomendamos que leiam o nosso artigo completo sobre planta humanizada no Revit clicando aqui. Sabemos que uma das etapas que impactam na qualidade de entrega de uma planta humanizada são os blocos humanizados. Atualmente, existem diversos sites que oferecem uma grande biblioteca de blocos disponíveis para download. Mas, pensando em otimizar o seu tempo, aqui na Vobi, nós disponibilizamos um material totalmente gratuito com Blocos Humanizados para Autocad e Corel Draw. Para adquirir basta clicar aqui, ou preencher o formulário que aparece na lateral da sua tela. Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/questionario-de-briefing-para-arquitetura Title: Questionário de Briefing para arquitetura Meta Description: Questionário de Briefing para arquitetura. Vobi: Plataforma de gestão e marketing para arquitetos, designers de interiores e escritórios de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/questionario-de-briefing-para-arquitetura ## Headings Structure: H1: Questionário 100% gratuito de briefing para seus clientes de arquitetura e design de interiores ## Main Content: H6: Garanta o seu: H1: Questionário 100% gratuito de briefing para seus clientes de arquitetura e design de interiores Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos Title: Materiais e conteúdos para arquitetura e construção - Vobi Meta Description: Diversos materiais para arquitetos, engenheiros e profissionais da construção. Artigos, guias, modelos e ferramentas para ajudar a decolar o seu negócio Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos ## Headings Structure: H1: Materiais e conteúdos para ajudar o seu negócio a decolar H3: Seu negócio de Construção ou Arquitetura ainda não é digital? ## Main Content: H1: Materiais e conteúdos para ajudar o seu negócio a decolar H4: Planilha de Medição de Obras H4: Tabela SINAPI 2025 Baixe Todas as Versões H4: Cronograma Físico-Financeiro de Obra H4: Modelo de Diário de Obra Grátis 2025 H4: Diagnóstico empresarial para arq. & construção H4: Planilha de Cronograma de Obra Residencial H4: Planilha de Orçamento de Obra Residencial H4: Relatório de visita técnica H4: Checklist de vistoria de obra H4: Questionário de Briefing para arquitetura H4: Checklist de levantamento arquitetônico H4: Calculadora de piso e revestimentos H4: Guia especial sobre Gestão de Obras H3: Seu negócio de Construção ou Arquitetura ainda não é digital? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/relatorio-vobi-2022 Title: Panorama dos escritórios de arquitetura em 2022 Meta Description: Relatório completo da pesquisa realizada com 500 escritórios de arquitetura e interiores, no intuito de compreender os principais desafios deste setor. Confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/relatorio-vobi-2022 ## Headings Structure: H1: Panorama dos escritórios de arquitetura edesign em 2022 ## Main Content: H6: Fique por dentro do: H1: Panorama dos escritórios de arquitetura edesign em 2022 Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/sketchup-para-arquitetura Title: Sketchup para Arquitetura: Tudo O Que Você Precisa Saber Meta Description: Neste guia você encontrará tudo o que você precisa saber sobre o SketchUp para arquitetura - desde a sua história até como aprender a baixá-lo. Confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/sketchup-para-arquitetura ## Headings Structure: H1: Sketchup para Arquitetura: tudo o que você precisa saber H2: O que é SketchUp? H2: A história do SketchUp H2: Principais funcionalidades do SketchUp para arquitetura H3: ‍3d Warehouse H3: LayOut H3: Style Builder H3: SketchUp Viewer H3: Extension Warehouse H2: Como fazer o download do Sketchup? H2: O que podemos aguardar para o futuro do SketchUp para arquitetura? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Sketchup para Arquitetura: tudo o que você precisa saber H2: O que é SketchUp? H2: A história do SketchUp H2: Principais funcionalidades do SketchUp para arquitetura H3: ‍3d Warehouse H3: LayOut H3: Style Builder H3: SketchUp Viewer H4: Visualização em 3D H4: Fácil de usar H4: Arquivos protegidos H4: Versão em Mobile e VR H3: Extension Warehouse H2: Como fazer o download do Sketchup? H2: O que podemos aguardar para o futuro do SketchUp para arquitetura? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um dos mais conhecidos e populares programas de modelagem em 3D que existem atualmente no mercado, tendo como opção a versão free (gratuita) ou a versão pro (paga), esse software atende tanto profissionais quanto entusiastas do setor. O SketchUp para arquitetura permite que o usuário crie modelos em 2D e 3D, facilitando a elaboração de projetos como um todo. Mas é claro que isso é apenas uma pequena fração do que esse software representa. Neste guia, preparado pela Vobi, você encontrará tudo o que você precisa saber sobre o SketchUp para arquitetura - desde a sua história até como aprender a baixá-lo. O grande benefício desta ferramenta é a grande facilidade de aprendizado, ao contrário de outros softwares concorrentes, como o Autocad, que exigem mais do usuário final. No ano de 1999, em Boulder, no estado do Colorado, a Startup estadunidense At Last Software desenvolveu o SketchUp. Logo depois, em agosto de 2000, o software foi lançado e disponibilizado ao público como um instrumento para criação de projetos em 3D. O SketchUp chamou a atenção desde seu lançamento e teve aceitação imediata de profissionais como arquitetos e designers devido ao seu manuseio intuitivo e alta produtividade. Assim sendo, rapidamente foi introduzido ao mercado de arquitetura e construção, passando a ser utilizado em trabalhos profissionais do setor. Em março de 2006, o Google comprou a então startup At Last Software e, por consequência, o SketchUp. Mas, em 2012, após algumas atualizações, a ferramenta foi vendida para a Trimble Navigation, atual empresa responsável pela sua manutenção. Em 2013, a Trimble lançou uma nova versão para download do SketchUp e, desde então, tem demonstrado grande interesse em incentivar profissionais e empresas terceirizadas a desenvolverem novas extensões e assim melhorar a experiência do usuário ao utilizar o software, conquistando novos usuários e reconquistando usuários antigos a cada melhoria e novos recursos lançados. Sob esta visão e objetivo é que o software ganhou e continua ganhando inúmeros adeptos ao longo desses mais de 20 anos, sempre atento às necessidades de seus usuários e do mercado de trabalho. O 3d Warehouse é uma das melhores ferramentas oferecidas pelo SketchUp e um dos plugins para SketchUp com maior acervo gratuito online de blocos do mundo. Uma herança deixada pela Google, ex-proprietária do SketchUp, que criou uma estrutura gigantesca de compartilhamento, a qual foi mantida e otimizada pela atual dona: a Trimble. Disponível para desktop e navegador, o Armazém 3D (assim denominado na versão em português) é uma comunidade online para todos que desejam criar ou procurar por modelos 3D. Trata-se de um local livre para compartilhamento onde pode-se fazer o upload dos seus próprios modelos, permitindo que outras pessoas façam o download do mesmo e vice-versa. Além disso, é uma ferramenta capaz de unir as pessoas e permitir a interação entre os usuários e uma troca de experiências entre os profissionais, sendo possível curtir, comentar e fornecer feedbacks, fazendo com que seja cada vez mais fácil encontrar blocos de qualidade. A biblioteca é imensa, possuindo desde mobiliário, vegetação, itens decorativos, eletrodomésticos e até pessoas. Tudo o que você imaginar, gratuitamente. Mas calma! Em meio a milhares de blocos para SketchUp ofertados, é preciso criar filtros para que você encontre aquilo que você procura de forma a otimizar o seu tempo. E é aí que está a importância de ter bons blocos em seu projeto: isso fará com que suas imagens renderizadas atinjam um patamar mais elevado de realismo. Essa etapa pode não parecer tão crucial no início, porém, acredite, o desenvolvimento de um projeto 3D requer atenção aos detalhes, e são esses detalhes que influenciarão diretamente no resultado final da renderização. Porém muitas pessoas ainda têm dificuldades em encontrar blocos para SketchUp grátis e de qualidade. Por este motivo, para auxiliar na busca e otimizar seu tempo, separamos uma lista dos melhores sites para download de blocos para SketchUp: Mas, assim como nos blocos, outro ponto essencial que interfere diretamente no resultado final das imagens são as texturas para SketchUp. À princípio pode parecer um recurso muito simples, porém existem muitos detalhes que devem ser levados em conta. Já se deparou com algum projeto incrível no SketchUp e ficou se perguntando: como conseguiram fazer esses materiais ficarem tão realistas? O segredo está justamente em saber realizar as suas buscas e, para isso, existem duas principais categorias de imagens que devem ser consideradas ao procurar por texturas para SketchUp de qualidade, sendo que, provavelmente, você usará uma mistura das duas para um resultado perfeito: texturas seamless e texturas não seamless. Ficou curioso? Então leia o nosso artigo completo sobre texturas para SketchUp. O SketchUp para arquitetura não envolve apenas modelagem em 3D, e é aí que a ferramenta LayOut exerce o seu papel. Os desenhos em 2D são a melhor maneira de detalhar um projeto executivo e apresentar aos clientes ou mesmo aos membros da sua equipe. No entanto, diferentemente de outros programas onde é necessário elaborar um projeto em 3D e outro em 2D, com o LayOut é possível transformar o seu modelo 3D em plantas, vistas, cortes, elevações, tudo isso em pranchas já com escala para impressão. Para isso, é muito simples. Comece desenhando o seu projeto no SketchUp. Após isso, este arquivo pode ser exportado para o LayOut, permitindo que você inclua vistas do modelo, escolha escalas do desenho, adicione dimensões, ajuste a grossura das linhas, gráficos e legendas. O grande benefício dessa ferramenta, disponível apenas na versão Pro, encontra-se na funcionalidade de sincronismo. Qualquer edição realizada no seu modelo do SketchUp será automaticamente atualizada em seu documento no LayOut. Uma dificuldade que muitos encontram ao lidar com softwares de modelagem 3D e 2D está na falta de um toque pessoal ao desenho. Apesar da tecnologia ter avançado e não existir mais a necessidade de elaboração de projetos e desenhos à mão livre, é inquestionável o fato de que eles possuem um apelo estético ainda muito interessante. Se esta é uma questão para você, a extensão de SketchUp para arquitetura (disponível na versão Pro): Style Builder, pode ser a solução perfeita! A principal funcionalidade do Style Builder é a de auxiliar o usuário a criar o seu próprio estilo de esboço - através de linhas que você mesmo desenhou, seja no papel ou por meio de um programa de edição de imagens - e aplicá-lo ao seu projeto no SketchUp. É possível criar estilos de esboço baseados no que quiser - desde linhas à lápis, riscos de caneta ou mesmo traços grossos em grafite. A grande vantagem é a de tornar o seu modelo único, completamente diferente de qualquer outro projeto. Com essa extensão, os desenhos “rígidos” do computador transformam-se em esboços mais agradáveis aos olhos. Basicamente, fazem com que pareçam desenhos feitos à mão, conferindo um toque de personalidade. É também uma alternativa muito útil para adicionar e variar os projetos em um portfólio, sendo uma opção além dos típicos desenhos técnicos e imagens renderizadas. Com o SketchUp Viewer para desktop é possível visualizar e imprimir os projetos criados, sem a necessidade de ter realizado o download do SketchUp em sua versão completa. Além de ser totalmente gratuito, aqui estão alguns dos benefícios que essa ferramenta oferece: Caso tenha recebido um projeto via email ou mesmo tenha baixado o arquivo de uma pasta compartilhada, não importa! Com o SketchUp Desktop Viewer pode-se visualizar o modelo em 3D completo. Se você não é um profissional do setor, como por exemplo no caso da maioria dos clientes, essa extensão é uma opção muito mais fácil e rápida de usar que o próprio SketchUp. Por ser uma ferramenta de visualização e não possuir ferramentas de edição, é impossível alterar o modelo acidentalmente. O SketchUp Viewer, além de desktop também possui versões para mobile (tablets e smartphones) e VR (realidade virtual), assim vários profissionais e clientes podem verificar o projeto simultaneamente e em tempo real, mesmo participantes remotos. Como o nome já sugere, o Extension Warehouse (ou Armazém de Extensão) é uma biblioteca de extensões (ou plugins) cujo principal objetivo é otimizar o fluxo de trabalho dentro do programa. Mas você sabe o que são plugins para SketchUp? Os plugins para SketchUp são ferramentas adicionais (gratuitas ou não) criadas por desenvolvedores independentes que precisam ser instaladas no software original. Elas permitem realizar mais em menos tempo e muitas vezes executam operações que seriam praticamente impossíveis com os comandos tradicionais do próprio programa. No Extension Warehouse existem mais de 600 plugins para SketchUp destinados a solucionar problemas de modelagem para diferentes setores. É possível encontrar desde extensões para arquitetura, engenharia, construção de estruturas complexas, como formas orgânicas e telhados, até efeitos de iluminação, acabamentos, entre muitas outras.‍ Basta escolher um ponto problemático da modelagem ou selecionar o seu setor, que uma lista com as extensões relacionadas será disponibilizada para download. Ao clicar em uma extensão do seu interesse, uma descrição do produto bem como avaliações de outros usuários que fizeram o download do plugin irá aparecer na sua tela. Para baixá-lo, basta clicar no botão de download. A partir daí, todas as suas extensões ficarão disponíveis no gerenciador de extensões. Porém, como avaliar quais plugins são essenciais? A dica é: atente-se para os seus projetos atuais e baixe os plugins mais específicos da sua área. Quais tipos de ferramentas ajudariam você nesse momento? Certifique-se do que você precisa agora e lembre-se que você pode incluir e excluir plugins a todo o momento. Não sendo necessário se desesperar e baixar todos de uma vez. Como já dito anteriormente, o SketchUp possui três versões: Versão paga,  que exige a compra de uma licença de uso e oferece uma gama de funcionalidades bastante completa e profissional. SketchUp Make ou SketchUp Free Versão gratuita, que oferece grande parte dos comandos de desenho da versão Pro, com algumas exceções, como a importação e exportação de arquivos e as secções inteligentes. Vale lembrar que o SketchUp Make deixou de ser atualizado em 2018 e a versão para download gratuito passou a se chamar SketchUp Free. Existe também a versão online que possui menos funcionalidades e pode ser acessada diretamente do seu navegador. Para saber mais sobre como baixar e quais os requisitos de hardware para baixar o programa, leia o nosso artigo sobre Ferramentas e dicas para download do SketchUp. Apesar do SketchUp ter sido difundido em áreas mais avançadas, como possibilitar a impressão em 3D, ele ainda não se expandiu diretamente na plataforma BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção). Com o grande avanço desse processo de construção, oferecer ferramentas BIM, com certeza traria benefícios ao produto e agregaria mais profissionais ao programa. De uma forma ou de outra, o fato é que não se sabe ao certo o que está por vir, no entanto, é de conhecimento de todos que esse é um dos softwares mais utilizados no mundo e que, por isso, podemos aguardar por grandes surpresas. Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/solicitar-convite Title: Solicitar convite - Vobi Meta Description: A Plataforma que simplifica a gestão de Projetos e Obras para Construtoras, Empresas de Reforma, Empreiteiros, Escritórios de Arquitetura e Designers de Interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/solicitar-convite ## Headings Structure: H1: Pronto(a) para transformar o seu negócio? ## Main Content: H6: Solicitar convite H1: Pronto(a) para transformar o seu negócio? 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Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/tenho-convite ## Headings Structure: H1: Pronto(a) para transformar o seu escritório? ## Main Content: H6: Já tenho convite H1: Pronto(a) para transformar o seu escritório? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/form-geral Title: Solicitar convite - Vobi Meta Description: A Plataforma que simplifica a gestão de Projetos e Obras para Construtoras, Empresas de Reforma, Empreiteiros, Escritórios de Arquitetura e Designers de Interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/form-geral ## Headings Structure: H1: Pronto(a) para transformar o seu negócio? ## Main Content: H6: Solicitar convite H1: Pronto(a) para transformar o seu negócio? 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Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/vobi-empreenda ## Headings Structure: H1: Te ajudamos a construir um negócio de Arquitetura e Construção de sucesso H2: Empreender é difícil, sozinho é ainda mais H2: Impulsione o seu aprendizado em um só lugar H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: A Vobi na Mídia H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H3: Perguntas frequentes ## Main Content: H1: Te ajudamos a construir um negócio de Arquitetura e Construção de sucesso H4: O maior portal de conteúdo e educação para empreendedores da arquitetura e construção civil. H2: Empreender é difícil, sozinho é ainda mais H4: Junte-se a nós para dar o seu próximo grande passo. H2: Impulsione o seu aprendizado em um só lugar H4: Receba conteúdos sobre marketing, gestão e vendas aplicados ao mercado de arquitetura e construção. H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: A Vobi na Mídia H4: "Startup recebe aporte de R$7 milhões para se tornar o Super App da Construção Civil." H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? H3: Perguntas frequentes H5: O que é o Vobi Empreenda? H5: Para quem é o Vobi Empreenda? H5: O que vou receber? H5: Tenho que pagar algum valor? A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda Title: Vobi Empreenda | Inscreva-se gratuitamente Meta Description: Conteúdos gratuitos para empreendedores da arquitetura e construção civil Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda ## Headings Structure: H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H4: Como sair do operacional e crescer o seu negócio de arquitetura e construção H4: Descubra quais são os pilares essenciais para parar de apagar incêndio e ter tempo para focar no que realmente importa. H4: Tráfego pago: Comece pelo Google Ads e não pelo Instagram para atrair mais clientes H4: Descubra como utilizar as plataformas de anúncio de forma assertiva para captar mais projetos e obras para o seu negócio. H4: Pare de vender projetos ou obras, venda soluções! H4: Como oferecer soluções para o seu cliente (e não apenas projetos ou obras) e agregar valor ao seu serviço. Saiba mais. H4: O dia em que contratamos um chef para presentear o cliente com um jantar na entrega da obra H4: Revelada uma das estratégias que ajudou os sócios da Vobi a captarem mais clientes. Saiba mais. H4: Como recuperar aquele cliente que “sumiu” e não respondeu à sua proposta comercial H4: Descubra como recuperar aquele cliente que “sumiu” e não respondeu à sua proposta comercial. Saiba mais. H4: Como saber se o seu cliente vai falar bem ou mal de você, após a entrega do projeto ou obra? H4: Aprenda como saber se o seu cliente vai falar bem ou mal de você após uma entrega de projeto ou obra. Saiba mais. H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/vobi-pay Title: Vobi Pay - Coloque suas cobranças no automático Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/vobi-pay ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: H5: O que é a Vobi Pay? H5: Quanto custa ter uma conta na Vobi Pay? H5: É possível abrir conta jurídica (PJ) ou pessoa física (PF)? H5: Quais as vantagens de ter uma conta digital na Vobi Pay? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda-ver-mais Title: Portal Vobi Empreenda - Todos artigos Meta Description: Conteúdos gratuitos para empreendedores da arquitetura e construção civil Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda-ver-mais ## Headings Structure: H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H4: Você não precisa de processos padronizados, você precisa de processos conectados H4: Descubra como criar processos conectados e sair do operacional do seu negócio de arquitetura e construção. H4: Entenda profundamente o seu cliente e abra portas para mais projetos e obras H4: Aprenda a criar a persona ideal para o seu negócio de arquitetura e construção, e como criar uma proposta de valor que converte. H4: Sócios: Tudo o que você precisa saber para não escolher na empolgação H4: Descubra quais são os principais pontos a se considerar na hora de escolher um sócio para uma empresa de arquitetura e construção. H4: Nicho ou “Faz tudo”: Qual vale a pena para arquitetura e construção? H4: Conheça qual a diferença de segmento e nicho de mercado, e como a escolha de um nicho pode ajudar no seu negócio. H4: Nunca mais perca clientes por uma proposta comercial mal feita H4: Saiba como criar uma proposta comercial vencedora e como criar o seu processo de vendas. H4: Construindo um Instagram de sucesso para conquistar mais projetos e obras H4: Conheça hacks para otimizar o seu tempo criando conteúdo de valor para a sua audiência e como se posicionar no mundo do Instagram. H4: Como transmitir profissionalismo e conquistar mais projetos e obras H4: Descubra táticas para ganhar mais confiança e credibilidade dos seus clientes. H4: Como contratar os melhores profissionais para o seu negócio de arquitetura e construção H4: Descubra qual o melhor momento para contratar e como funciona um processo seletivo eficiente. H4: Como sair do operacional e crescer o seu negócio de arquitetura e construção H4: Descubra quais são os pilares essenciais para parar de apagar incêndio e ter tempo para focar no que realmente importa. H4: Tráfego pago: Comece pelo Google Ads e não pelo Instagram para atrair mais clientes H4: Descubra como utilizar as plataformas de anúncio de forma assertiva para captar mais projetos e obras para o seu negócio. H4: O mercado está fraco ou o problema é com o seu negócio? H4: Se essa dúvida tira o seu sono, descubra de uma vez por todas como saber se o problema é você ou o mercado de arquitetura e construção. Saiba mais. H4: A falta de um bom contrato pode quebrar o seu negócio de arquitetura e construção H4: Como evitar imprevistos indesejados, situações chatas com clientes e dores de cabeça durante os seus projetos e obras, através de um bom contrato. H4: Pare de enviar propostas de projetos ou obras para todos os clientes que chegam até você H4: Confira por que a qualificação de clientes é fundamental para o sucesso do seu negócio de arquitetura e construção. Saiba mais. H4: Como fechar mais projetos e obras sem ficar refém de descontos H4: Saiba quais são os erros que você pode estar cometendo para receber pedidos de desconto toda hora e como combatê-los. Leia o artigo completo. H4: Top 5 erros que arquitetos e engenheiros cometem ao criar um site H4: Conheça quais são os principais erros que arquitetos e engenheiros cometem ao criar um site. Saiba mais. H4: Pare de vender projetos ou obras, venda soluções! H4: Como oferecer soluções para o seu cliente (e não apenas projetos ou obras) e agregar valor ao seu serviço. Saiba mais. H4: O dia em que contratamos um chef para presentear o cliente com um jantar na entrega da obra H4: Revelada uma das estratégias que ajudou os sócios da Vobi a captarem mais clientes. Saiba mais. H4: Como recuperar aquele cliente que “sumiu” e não respondeu à sua proposta comercial H4: Descubra como recuperar aquele cliente que “sumiu” e não respondeu à sua proposta comercial. Saiba mais. H4: Como saber se o seu cliente vai falar bem ou mal de você, após a entrega do projeto ou obra? H4: Aprenda como saber se o seu cliente vai falar bem ou mal de você após uma entrega de projeto ou obra. Saiba mais. H4: Uma das estratégias que nos ajudou a vender mais de R$10 milhões em obras em menos de 4 meses H4: Conheça as estratégias dos sócios da Vobi para captação de clientes para obras. Saiba mais. H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso Title: Histórias de Sucesso | Depoimentos de quem usa a Vobi Meta Description: Conheça as histórias dos profissionais que estão transformando a gestão dos seus negócios de Arquitetura e Construção com o software de gestão de projetos e obras Vobi. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a Reforma Alphaville dominou a gestão financeira na construção civil com a Vobi H4: Como a Engenorte Construções padronizou as suas obras com a Vobi H4: Como o Eng. Tiago Bastos otimizou tempo e custo nas obras com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi H4: Como a V2MS Construções conecta a gestão da obra de ponta a ponta com a Vobi H4: Como a Cymaco Engenharia garante a confiança do cliente durante a obra com a Vobi H4: Como a Araújo Bezerra Engenharia aprimorou processos de gestão de obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi H4: Como a Sena Arq. e Engenharia tornou a comunicação com o cliente mais eficiente com a Vobi H4: Como a Requinte Engenharia integrou a gestão das obras em um só lugar com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Projeto & Cia investe na experiência dos seus clientes com a Vobi --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing/diagnostico-empresarial Title: Diagnóstico empresarial gratuito para arquitetura e construção Meta Description: Veja em minutos como sua empresa se compara ao mercado e receba um plano de ação personalizado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing/diagnostico-empresarial ## Headings Structure: H1: Diagnóstico empresarial gratuito para arquitetura e construção ## Main Content: H1: Diagnóstico empresarial gratuito para arquitetura e construção --- ### Page: https://www.vobi.com.br/sistema-de-gestao-de-obras Title: O melhor Sistema de Gestão de Obras da construção civil Meta Description: Conheça a Vobi: o melhor Sistema de Gestão de Obras para Engenheiros e Construtoras. Economize tempo e aumente o lucro do seu negócio. Solicite seu convite. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/sistema-de-gestao-de-obras ## Headings Structure: H1: O melhor Sistema de Gestão de Obras para engenheiros e construtoras H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: O melhor Sistema de Gestão de Obras para engenheiros e construtoras H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Sistema de Gestão de Obras? H5: Para que serve um Sistema de Gestão de Obras? H5: Quando devo contratar um Sistema de Gestão de Obras? H5: Qual o melhor Sistema de Gestão de Obras? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/software-de-gestao-de-obras Title: O Software de Gestão de Obras número 1 da construção civil Meta Description: Gerencie obras com mais lucro e menos dor de cabeça. O Software de Gestão de Obras nº1 da construção civil. Comece agora e transforme sua gestão! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/software-de-gestao-de-obras ## Headings Structure: H1: O Software de Gestão de Obras número 1 da construção civil H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: O Software de Gestão de Obras número 1 da construção civil H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Software de Gestão de Obras? H5: Para que serve um Software de Gestão de Obras? H5: Quem deve usar um Software de Gestão de Obras? H5: Qual é o melhor Software de Gestão de Obras? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/erp-construcao-civil Title: ERP para Construção Civil Líder em Obras no Mercado Meta Description: Transforme sua construtora: controle projetos, reduza custos e aumente lucros com o ERP líder em obras. Solicite seu convite agora! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/erp-construcao-civil ## Headings Structure: H1: O ERP para Construção Civil líder em obras no mercado H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: O ERP para Construção Civil líder em obras no mercado H3: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um ERP para Construção Civil? H5: Para que serve um ERP na construção civil? H5: Qual a diferença entre um ERP comum e um ERP para construção civil? H5: Qual é o melhor ERP para Construção Civil? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/autocad-para-arquitetos Title: AutoCAD para arquitetos: confira as dicas Meta Description: Conheça o AutoCAD, software utilizado por arquitetos do mundo todo. Ferramenta muito importante no desenvolvimento de projetos arquitetônicos e urbanos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/autocad-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: AutoCAD para arquitetos: conheça o software e confira as dicas H2: A história do Autocad H2: O que é Autocad? H2: Como baixar o Autocad? H2: Como usar o AutoCAD? H2: Quais os requisitos de hardware para baixar o AutoCAD? H2: O que são blocos para AutoCAD e onde consegui-los? H3: 1. CADblocos H3: 2. Archweb H3: 3. Linecad H3: 4. Vobi H2: Como automatizar seu trabalho com recursos do AutoCAD 2022 H3: 1. Architecture H3: 2. XREF H3: 3. MEP H2: O futuro do AutoCAD para arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: AutoCAD para arquitetos: conheça o software e confira as dicas H2: A história do Autocad H2: O que é Autocad? H2: Como baixar o Autocad? H2: Como usar o AutoCAD? H2: Quais os requisitos de hardware para baixar o AutoCAD? H2: O que são blocos para AutoCAD e onde consegui-los? H3: 1. CADblocos H3: 2. Archweb H3: 3. Linecad H3: 4. Vobi H2: Como automatizar seu trabalho com recursos do AutoCAD 2022 H3: 1. Architecture H3: 2. XREF H3: 3. MEP H2: O futuro do AutoCAD para arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H4: Guia completo: blocos para AutoCAD H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O AutoCAD é um software utilizado por arquitetos e engenheiros em seus projetos. Ao longo de 40 anos de trajetória, houveram muitas atualizações que contribuíram para a sua consolidação no mercado, visto que esse é um dos programas mais utilizados para elaboração de desenhos técnicos por profissionais da construção civil. Para conhecer mais sobre o AutoCAD e como ter acesso ao software, acompanhe nosso artigo. Você lerá os seguintes tópicos: O lançamento do AutoCAD, pela empresa Autodesk, surgiu para popularizar os softwares de CAD. Até 1982, ano em que foi lançado, os anteriores eram de difícil manuseio e só funcionam em computadores com maiores processamento - máquinas de grande porte e com preços elevados. Foi a partir daí que um programa CAD foi capaz de criar desenhos técnicos abrangendo diversas áreas como arquitetura, engenharia e design. Tendo em vista, essa nova era, outras empresas foram se interessando em produzir extensões para o AutoCAD. A AutoDesk, então, se empenhou em investir nessas empresas em prol do programa. Hoje em dia, diversas áreas ainda utilizam o software, tal como as engenharias mecânica, de infraestrutura e de geoprocessamento, além, é claro, da civil. O AutoCAD é um software do tipo CAD (Computer Aided Design ou Desenho auxiliado por computador), que pode ser utilizado para desenhos técnicos em duas dimensões (2D), como também, para modelos tridimensionais (3D). A utilização desse software abrange várias áreas, como citamos anteriormente, e é muito difundida na área de arquitetura. Com o programa, é possível elaborar projetos técnicos como, por exemplo, desenhos de plantas baixas, fachadas, cortes e desenhos isométricos. Além da elaboração de projetos complementares de elétrica e hidráulica. Como o AutoCAD tem um ambiente com recursos e ferramentas voltados para arquitetos, o software possui diversas possibilidades, com uma vasta biblioteca para arquitetura. O programa é compatível com a maioria dos softwares disponíveis no mercado, sendo possível importar e exportar arquivos com facilidade. Inclusive, há compatibilidade com o sistema operacional Microsoft Windows e Mac OS. Existem diferentes versões, entre elas: o AutoCAD, o AutoCAD LT e o AutoCAD para estudantes. O software permite tanto a elaboração de desenhos simples quanto desenhos mais complexos. E além de utilizar as ferramentas disponíveis na interface do programa, é possível começar a desenhar através de comandos pelo teclado. Geralmente, é habitual que as pessoas utilizem o programa em inglês. Isso não é uma regra, você pode usá-lo em português, se quiser. Antes de baixar o Autocad e começar a sair desenhando, é importante que você entenda sobre os principais formatos de arquivo: Agora que sabemos um pouco mais sobre o programa, separamos algumas dicas nos tópicos seguintes. Para baixar o AutoCAD, é necessário escolher uma versão e adquirir a licença no site da Autodesk Account. Você pode fazer um teste antes, válido por 30 dias. Depois disso, é só escolher o idioma e fazer o download do produto, em seguida faça a instalação e comece a projetar. Agora se você é estudante, a Autodesk disponibiliza a versão estudantil de forma gratuita, basta entrar no site, escolher a versão e baixar. Os passos seguintes são: ler o aviso sobre os requisitos do sistema, escolher o tipo de usuário e seu idioma, preencher suas informações pessoais para criar uma conta ou acessar uma existente, ler o aviso de avaliação e clicar em iniciar o download. Depois disso, é só instalar o AutoCAD e começar a usar a versão teste. No AutoCAD, além de criar desenhos, é possível inserir textos, tabelas, adicionar cotas e organizar como se deseja imprimir tudo isso. Mostramos abaixo, a interface do programa para que você possa dar os primeiros passos. Acompanhe: Inicie o programa e em seguida clique em “start drawing” para começar um desenho. Citamos anteriormente, que muitos profissionais utilizam o software com a linguagem em inglês, isso porque tornou-se universal utilizar o idioma na “Linha de Comandos”. Por exemplo, se você quiser desenhar uma linha, digite "line'' + enter. Ou se você quiser desenhar um círculo, digite "circle'' + enter, e assim por diante. Os “Ícones de Atalhos” e o “Menu de Barras” também ajudarão você a visualizar e utilizar os comandos de construção, visualização e modificação de um desenho. O AutoCAD tem dois ambientes de desenho: o “Model Space” (Espaço de modelação) onde é possível criar o desenho em escala real e o “Paper Space” (Espaço de impressão) onde é criado o layout para apresentação de desenho. #Dica: o AutoCAD é uma ferramenta de trabalho com inúmeras possibilidades, caso você ainda não saiba utilizá-lo, procure cursos de capacitação que irão acrescentar seu currículo e sua formação. Lembre-se, que na internet, também há uma série de materiais e tutoriais gratuitos. Acompanhe a Vobi para receber outras dicas de como utilizar o programa, pois estamos sempre buscando te manter atualizado. Você certamente já teve problemas com arquivos que constantemente travam, não é mesmo? Isso porque, conforme o projeto vai sendo desenvolvido e novas informações adicionadas, os gráficos tendem a ficarem mais pesados. Por isso, é importante ficar atento às configurações do seu computador, a fim de evitar problemas com travamentos ou incompatibilidades com as atualizações. Fique atento as condições mínimas de hardware, para baixar o AutoCAD 2022, listadas abaixo: Mas calma, não se desespere se as configurações da sua máquina forem menores que essas. Você pode baixar versões anteriores a atual, como o AutoCAD 2020 e AutoCAD 2019. Também não significa que você deva comprar um novo notebook para se adequar às configurações, não é uma indicação. Contudo, se você quiser comprar um novo, o mais importante é fazer uma ampla pesquisa das configurações e dos produtos. Uma das vantagens de usar o AutoCAD, é que existe uma gama de blocos disponibilizados, os quais otimizam o fluxo de trabalho da vida cotidiana. Mas afinal, o que são blocos para  AutoCAD e onde encontrá-los? Blocos são desenhos em 2D ou 3D, que agrupados atuam como um único objeto. Assim, você pode utilizá-los várias vezes em diferentes projetos. Sendo possível criá-los, obtê-los nas ferramentas do AutoCAD ou baixá-los via internet. Dessa forma, não é preciso ficar desenhando novamente equipamentos que comumente são utilizados. Tendo como exemplo, a realização de projetos residenciais onde se é necessário a repetição de desenhos, como fogões, geladeiras, janelas, carros, televisões, entre outros. Por isso, separamos alguns sites que disponibilizam blocos para  AutoCAD de forma gratuita, que te ajudarão a não perder tempo na busca, são eles: Há uma variedade de blocos disponibilizados pelo site, tanto 2D e 3D. A curadoria é feita pela equipe responsável, como por marcas parceiras e visitantes do site que enviam os arquivos para AutoCAD. O CADblocos é mantido atualizado, sendo feita a verificação de funcionamentos dos links. A plataforma se divide em categorias, como blocos 3D, acessórios, banheiros, blocos PNE, cozinhas, diversos, equipamento urbanos, esquadrias, fabricantes, hachuras, hidrossanitários, instalações elétricas, mobiliário, pessoas, rotinas LISP, vegetações, veículos. Assim, você evita gastar muito do seu tempo em pesquisas na internet. O site com os arquivos .dwg, oferece várias opções de mobiliários, objetos de decoração, utensílios e opções de layout para plantas baixas. Como também, várias opções para cortes e fachadas - pessoas, animais, carros, árvores, entre outros. A plataforma conta com um acervo de blocos para AutoCAD em .dwg, tanto em planta como em vista. Pessoas, vegetação, veículos, mobiliários, esquadrias, equipamentos, lumínico, escadas, etc. Por fim, mas não menos importante, a Vobi. Apesar de não ser uma plataforma voltada para blocos para AutoCAD, nós da Vobi estamos sempre buscando facilitar a rotina dos arquitetos e designers de interiores e isso inclui pensar em todas as etapas do projeto. Pensando nisso, nós temos disponíveis gratuitamente para download conteúdos como: 👉 Blocos dinâmicos: marcenaria para Autocad 👉 Blocos humanizados para AutoCAD 👉Prancha e carimbo automatizados para Autocad #Dica: é importante que você faça uma biblioteca com esses blocos para AutoCAD, assim você evitará perder tempo no dia a dia, procurando-os para download. Categorize por pastas no seu computador ou em nuvem. Nomeie, por exemplo, por equipamento urbano, cozinha, sala de jantar, quarto, entre outros. Ao trabalhar com as ferramentas incluídas no programa, você consegue acelerar os seus desenhos. Dentro do AutoCAD Architecture existem oito mil objetos inteligentes, por exemplo, se você precisa construir uma escada helicoidal em um projeto - a ferramenta conta com esse modelo de escada pronto para ser inserido. A XREF (Referências externas) automatiza seu trabalho, ele é o arquivo base para seus projetos. Aqui, é interessante você trabalhar com vários arquivos e evitar colocar tudo em um só. Digamos que você desenvolveu a planta baixa - esse será seu arquivo XREF. E agora precisa prever as instalações hidráulicas. Ao invés de copiar o desenho feito no arquivo de planta baixa, você só precisa indicá-lo como XREF, que automaticamente trará a planta baixa como referência para seu novo arquivo. Isso evita deixar o arquivo sobrecarregado e automatiza o processo de alterações feito em cada arquivo, já que o programa é capaz de entender essas modificações. Dessa maneira, é possível ser feita a compatibilização e redução do peso dos arquivos. A sigla MEP significa: mecânica, elétrica e hidráulica, com essa ferramenta disponível no software, é possível fazer projetos de instalações e compatibilizá-lo. Com a ferramenta, os espaços de trabalho possuem paletas específicas para otimizar o seu fluxo. Também é possível melhorar as representações nas documentações dessas instalações. Vimos que o AutoCAD desempenhou um papel importante para a construção civil e outras indústrias, permitindo que muitos profissionais elaborassem seus projetos por meio da tecnologia, de forma mais rápida de como se era feito anteriormente - traços sob muitos papéis. Atualmente, sabe-se que os processos de projetos com plataforma BIM (Building Information Modeling), possuem mais benefícios, por apresentarem maior capacidade de gestão de informações e modelagem. O ganho de produtividade, o aperfeiçoamento na visualização de projeto, a velocidade de entrega e a diminuição de custos são algumas de suas vantagens. A Autodesk, além de responsável pelo AutoCAD, também investe em BIM por meio da plataforma BIM 360. Os aplicativos inseridos na plataforma BIM prometem gerar eficiência e integrar os dados de projeto, de forma que o escritório esteja mais próximo do canteiro de obras, acompanhando cada etapa e diminuindo riscos relacionados a erros e desperdícios. Você sabia que desde o ano de 2020, no Brasil, foi decretada a utilização do BIM em licitações e execução de obras da construção civil pelos órgãos públicos federais? Com isso, o atual cenário requer profissionais capacitados para desenvolverem a atividade. Portanto, além de entender sobre o AutoCAD, o ideal é que você também comece a se capacitar sobre a metodologia BIM. Já pensou sobre isso? A Vobi pode te ajudar com isso, auxiliando a organizar o seu escritório, para que você possa continuar desenvolvendo projetos e ainda ter tempo para fazer capacitações junto com sua equipe. E, para isso, é muito simples! Basta solicitar o seu convite aqui. O convite é o primeiro passo que você estará dando para o futuro. Após sua solicitação é só aguardar o contato da nossa equipe que passará todas as orientações de como seguir com a contratação, bem como, sanará todas as suas dúvidas antes de fechar qualquer negócio. E aí, o que você está esperando? Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? O mundo está mudando, não fique parado no tempo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/engenharia-civil-a-profissao-milenar Title: Engenharia civil: descubra tudo o que você precisa saber Meta Description: O que é engenharia civil? O que o engenheiro civil faz? Quais são as possíveis áreas de atuação? Leia este artigo e descubra tudo sobre essa profissão milenar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/engenharia-civil-a-profissao-milenar ## Headings Structure: H1: Engenharia civil: a profissão milenar H2: O que é engenharia civil? H2: A história da engenharia civil H2: Quais são as possíveis áreas de atuação na carreira de engenheiro civil? H3: 1. Engenharia Civil Geral H3: 2. Engenharia Costeira H3: 3. Engenharia de Construção H3: 4. Engenharia sísmica H3: 5. Engenharia Ambiental H3: 6. Engenharia Forense H3: 7. Engenharia Geotécnica H3: 8. Engenharia Hidráulica H3: 9. Engenharia de Materiais H3: 10. Engenharia Estrutural H3: 11. Engenharia de Transportes H3: 12. Engenharia Urbana / Municipal H3: 13. Engenharia de Recursos Hídricos H3: 14. Sistemas de Engenharia Civil H2: O que o engenheiro civil faz? H2: Engenharia Civil: o que esperar no futuro? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Engenharia civil: a profissão milenar H2: O que é engenharia civil? H2: A história da engenharia civil H2: Quais são as possíveis áreas de atuação na carreira de engenheiro civil? H3: 1. Engenharia Civil Geral H3: 2. Engenharia Costeira H3: 3. Engenharia de Construção H3: 4. Engenharia sísmica H3: 5. Engenharia Ambiental H3: 6. Engenharia Forense H3: 7. Engenharia Geotécnica H3: 8. Engenharia Hidráulica H3: 9. Engenharia de Materiais H3: 10. Engenharia Estrutural H3: 11. Engenharia de Transportes H3: 12. Engenharia Urbana / Municipal H3: 13. Engenharia de Recursos Hídricos H3: 14. Sistemas de Engenharia Civil H2: O que o engenheiro civil faz? H2: Engenharia Civil: o que esperar no futuro? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Como elaborar um relatório de visita técnica H4: Projeto de impermeabilização: garantia de durabilidade e segurança de edificações H4: Patologias na construção civil: problemas e soluções em edifícios e infraestruturas. H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? É de comum pensamento que a engenharia civil é responsável ​​por projetar infraestruturas públicas, como estradas, transporte e redes de esgoto. No entanto, essa profissão abrange muito mais do que isso, desde saúde pública à questões ambientais das cidades. Vejamos ao longo do artigo: A engenharia civil é a aplicação de princípios físicos e científicos para o projeto, bem como desenvolvimento e manutenção de ambientes construídos. Isso inclui infraestrutura como aeroportos, pontes, edifícios, canais, represas, oleodutos, usinas de energia, ferrovias, estradas, sistemas de esgoto e muito mais. A engenharia civil é a segunda disciplina de engenharia mais antiga, depois da engenharia militar, tendo sido criada para diferenciar uma da outra. Sua natureza ampla e longa história significam que seu próprio crescimento como disciplina está intimamente associado ao desenvolvimento do conhecimento humano em áreas como física, matemática, estruturas e construção civil, geografia, geologia, geotécnica, hidrologia, ciências ambientais e de materiais de construção, mecânica, e mais. Para entender melhor a engenharia civil hoje, é preciso se aprofundar em como ela se transformou em uma profissão ao longo dos anos. A engenharia, de uma forma ou de outra, sempre desempenhou um papel importante na vida humana, mas os primeiros sinais da engenharia civil datam de 4.000 a 2.000 aC. Começando no Egito Antigo (ao longo do Vale do Nilo, no nordeste da África), entre a Civilização do Vale do Indo (abrangendo o nordeste do Afeganistão, em grande parte do Paquistão e no oeste e noroeste da Índia) e na Mesopotâmia (ao longo do sistema do rio Tigre-Eufrates no atual Iraque ), a antiga engenharia civil iniciou quando as pessoas começaram a abandonar uma existência nômade e construíram abrigos. Isso também tornou o transporte comercial mais importante, com mercadorias tendo que ser movidas para esses novos assentamentos com o desenvolvimento da navegação e da roda. Os primeiros projetos de engenharia incluíram as pirâmides no Egito, o Partenon na Grécia Antiga, a Grande Muralha da China e as muitas estruturas civis construídas no Império Romano, entre outras espalhadas pelo mundo, incluindo no México e no Sri Lanka. No entanto, a palavra 'engenheiro' ainda estava sendo usada de forma intercambiável com 'arquiteto' para descrever a profissão. Os períodos antigo e medieval viram a maior parte da construção civil e design realizados por artesãos, como carpinteiros e pedreiros. Não foi até o século 18 que o termo 'engenharia civil' foi usado pela primeira vez para descrever a engenharia para civis, em vez de fins militares. O primeiro engenheiro civil profissional autoproclamado foi John Smeaton, que criou a Smeatonian Society of Civil Engineers em 1771 com colegas que se reuniam informalmente durante o jantar. Esta era, no entanto, mais uma sociedade social e logo foi substituída pela Instituição de Engenheiros Civis, que foi formada em Londres em 1818 e recebeu uma Carta Real em 1828, que reconhecia formalmente a engenharia civil como uma profissão. A carta definia a engenharia civil como: Nos Estados Unidos, a American Society for Civil Engineers (ASCE) foi fundada em 1852. A primeira instituição para o ensino de engenharia civil, a École Nationale des Ponts et Chaussées, foi criada na França em 1747, logo seguida por instituições semelhantes em outras nações europeias. A primeira faculdade privada a ensinar a profissão nos Estados Unidos foi a Norwich University, fundada pelo capitão Alden Partridge em 1819, embora o primeiro diploma em engenharia civil concedido nos Estados Unidos tenha vindo do Rensselaer Polytechnic Institute em 1835. A primeira mulher a receber graduada em engenharia civil nos Estados Unidos foi Nora Stanton Blatch, graduada pela Cornell University em 1905. Enquanto isso, no Reino Unido durante o século 19, a engenharia civil estava sendo separada da engenharia militar à medida que a Revolução Industrial ganhava ritmo. Isso levou à criação de iniciativas educacionais, incluindo a Classe de Engenharia Civil e Mineração, fundada no King's College London em 1838 como resposta à necessidade de engenheiros qualificados para trabalhar no sistema ferroviário. 1838 viu o estabelecimento do Colégio privado de Engenheiros Civis em Putney e 1840 viu a primeira Cátedra de Engenharia do Reino Unido estabelecida na Universidade de Glasgow. Essa gama de oportunidades existe hoje com os diferentes tipos de engenharia civil em que você pode estar envolvido. O amplo campo da engenharia civil contém várias subdisciplinas especializadas, abrangendo uma variedade de setores e incluindo tarefas práticas e mais teóricas. Esses diferentes tipos de engenharia civil são baseados em uma mistura de localização e especializações: Esses engenheiros civis trabalham com agrimensores e engenheiros civis mais especializados para projetar serviços como drenagem, barragens, infraestrutura de abastecimento elétrico, pavimentação, serviços de esgoto, infraestrutura de comunicações e muito mais. Este tipo de engenharia geralmente se preocupa em converter uma área de terra de um uso para outro. Isso inclui visitas ao local, reuniões com as partes interessadas, planejamento e desenvolvimento da construção, bem como avaliação de possíveis impactos, inclusive para o meio ambiente. Este ramo da engenharia civil preocupa-se com a gestão das áreas costeiras, incluindo a proteção contra inundações e erosão costeira. Também é conhecido como proteção costeira e defesa costeira. Os engenheiros de construção estão envolvidos no planejamento, transporte e uso de materiais de construção, usando conhecimentos de engenharia ambiental, geotécnica, hidráulica e estrutural. Essa função geralmente envolve muita redação de contratos, logística e monitoramento de suprimentos para criar planos que podem ser usados ​​pelos gerentes de construção. Esta subdisciplina da engenharia estrutural envolve o projeto, construção e manutenção de estruturas capazes de resistir à exposição a terremotos, mantendo a conformidade com os códigos e regulamentos de construção. Este ramo da engenharia é a versão moderna do que já foi chamado de engenharia sanitária. Agora inclui gestão de resíduos perigosos e remediação ambiental, além do tratamento de resíduos químicos, biológicos e térmicos, reciclagem e purificação do ar, terra e água. Os engenheiros ambientais também estão envolvidos na avaliação das consequências ambientais das ações propostas. Freqüentemente envolvidos em assuntos jurídicos, esses engenheiros são chamados para investigar a falha de materiais, produtos, estruturas, máquinas ou componentes que levaram a lesões pessoais ou danos materiais. Esses engenheiros buscam causas de falha com o objetivo de melhorar processos ou desempenho, bem como resolver reivindicações de propriedade intelectual (principalmente questões de patentes). Frequentemente trabalhando com geólogos e cientistas do solo, esses engenheiros investigam as condições da rocha e do solo para estruturas de suporte, fundações e muros de contenção. Isso é dificultado pela variabilidade dos comportamentos do solo. Temos um artigo completo falando sobre esse tema e você pode se aprofundar mais clicando aqui. Engenheiros hidráulicos trabalham com fluxo e movimento de fluidos – principalmente água. Esses engenheiros projetam e mantêm tubulações, instalações de drenagem, canais e redes de abastecimento de água usando conceitos como pressão de fluido, estática e dinâmica. Com base na ciência dos materiais, esta disciplina se preocupa com revestimentos protetores para materiais, ligas, nanotecnologia e outras soluções de materiais avançados. Este grande subconjunto de engenharia civil trabalha com o projeto estrutural e análise de edifícios, pontes e torres, bem como estruturas offshore em campos de petróleo ou gás. Os engenheiros estruturais avaliarão cargas, bem como forças e tensões para garantir que uma estrutura seja projetada para suportá-las. Essas cargas podem ser móveis ou estáticas e incluem aquelas relacionadas ao clima e ao tempo, bem como o peso da própria estrutura. Os engenheiros estruturais também precisam considerar custo, facilidade de construção, segurança, impacto ambiental e sustentabilidade e estética. Projetando, construindo e mantendo a infraestrutura de transporte, os engenheiros de transporte se preocupam com o movimento de mercadorias e pessoas com segurança e eficiência. Eles trabalham com uma variedade de infraestrutura de transporte, incluindo canais, estradas, ferrovias, portos, aeroportos e transporte de massa. Este ramo da engenharia civil abrange a conceção, construção e manutenção das mais diversas estruturas, ativos e redes urbanas. Isso inclui ruas, calçadas, sistemas de abastecimento de água, esgotos e gerenciamento/descarte de resíduos, armazenamento de materiais a granel, iluminação, parques e infraestrutura ciclável, entre outros. A engenharia municipal tem cruzamento com muitos outros tipos de engenharia civil, mas preocupa-se principalmente em coordenar essas estruturas e serviços ao lado de outros especialistas sob a mesma autoridade municipal. Enquanto a engenharia hidráulica (acima) se preocupa com o transporte de fluidos, a engenharia de recursos hídricos abrange a coleta e o gerenciamento da água como um recurso natural, tanto acima quanto abaixo do solo. Como resultado, são necessárias disciplinas como hidrologia, gestão de recursos, conservação e ciências ambientais. Esta disciplina está preocupada com a integração dos ciclos de vida do projeto de engenharia civil desde a concepção até o planejamento, projeto e fabricação, através da operação e descomissionamento. uma atenção aos detalhes técnicos também. Os engenheiros civis aplicam diferentes princípios de engenharia a projetos de todos os tamanhos para fins residenciais, comerciais, industriais ou públicos. Isso inclui medir os custos financeiros, ambientais ou socioeconômicos de um projeto para garantir que sejam entregues no prazo, dentro do orçamento e em conformidade com os códigos, padrões e regulamentos. Os engenheiros civis podem estar envolvidos com projetos desde a concepção até o projeto, construção, manutenção e até mesmo descomissionamento/remoção. Essas funções podem ser realizadas sob contrato ou como consultor, com salários e responsabilidades de trabalho dependendo da experiência do engenheiro e dos requisitos do próprio projeto. Algumas funções comuns dos engenheiros civis incluem: Independentemente da localização, os engenheiros precisam obedecer à lei contratual em seus relacionamentos com outras partes, e qualquer falha no trabalho pode levar a reivindicações de negligência ou até mesmo acusações criminais. No Brasil, O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, (CONFEA), é a instância superior da fiscalização do exercício profissional da Engenharia e da Agronomia. A Engenharia Civil está avançando para enfrentar os desafios do nosso mundo em constante mudança: um mundo mais integrado leva a uma maior interação com parceiros internacionais. O crescente papel das parcerias público-privadas apresenta novas oportunidades de crescimento a longo prazo na indústria de Engenharia Civil. Novos desenvolvimentos em Tecnologia da Informação nos darão "rodovias e veículos inteligentes" e "estruturas inteligentes". Esses desenvolvimentos estão revolucionando a indústria da engenharia civil. Pesquisadores em universidades e empresas estão introduzindo novos conceitos de design que reduzirão o custo dos sistemas construtivos, operação e gerenciamento da infraestrutura, ao mesmo tempo em que reduzem o impacto da sociedade no meio ambiente. www.educamaisbrasil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/escritorio-de-arquitetura Title: Como abrir um escritório de arquitetura em apenas 8 passos Meta Description: Tudo que você precisa saber para abrir o seu escritório de arquitetura: regularização no CAU, abertura do CNPJ, gestão financeira e marketing em apenas 8 passos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/escritorio-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Como abrir um escritório de arquitetura passo a passo H2: 01 - Registro no CAU H2: 02 - Identificação do tipo de empresa H2: 03 - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) H3: Número de Identificação do Registro de Empresas - NIRE H3: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) H3: Inscrição Estadual ou Municipal H3: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) H2: 04 - Gestão financeira H2: Ferramenta de Gestão Financeira da Vobi H2: 05 - Marketing para arquitetos H2: 06 - Estratégia de vendas H2: 07 - Infraestrutura H2: 08 - Operação H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Como abrir um escritório de arquitetura passo a passo H2: 01 - Registro no CAU H2: 02 - Identificação do tipo de empresa H2: 03 - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) H3: Número de Identificação do Registro de Empresas - NIRE H3: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) H3: Inscrição Estadual ou Municipal H3: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) H2: 04 - Gestão financeira H2: Ferramenta de Gestão Financeira da Vobi H2: 05 - Marketing para arquitetos H2: 06 - Estratégia de vendas H2: 07 - Infraestrutura H2: 08 - Operação H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Prospecção de clientes para escritórios de arquitetura: como crescer em vendas H4: Contrato de arquitetura: confira a importância e algumas dicas de como fazer um bom contrato para seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Está pensando em abrir um escritório de arquitetura, mas não sabe por onde começar? Empreender em um novo negócio pode parecer uma ideia intimidante, mas com o conhecimento e ferramentas adequadas é possível tornar o seu sonho em realidade. Descubra a melhor forma possível de executar esse passo a passo detalhado através das seguintes etapas: O Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU - é responsável por orientar e fiscalizar a atividade profissional em todo território nacional. Para isso, o Conselho Nacional - CAU/BR - conta com o apoio dos Conselhos Estaduais, os CAU/UF, os quais são responsáveis por fiscalizar o exercício da profissão em seu respectivo estado, realizar julgamentos éticos de primeira instância, emitir anuidades, multas, Registros de Responsabilidade Técnica (RRT) e Registros de Direitos Autorais (RDA). O CAU/UF também é o responsável por realizar inscrições e expedir as carteiras de identificação de pessoas físicas e jurídicas habilitadas. Ambas as carteiras são necessárias para abrir um escritório de arquitetura. O registro de pessoa física é realizado online pela plataforma do Sistema de Comunicação e Informação do CAU (SICCAU). Para realizar o cadastro, será necessário preencher os campos solicitados e anexar os seguintes documentos: Após retirar o CNPJ, processo que será abordado nos tópicos seguintes, você deverá retirar a carteira de identificação da sua empresa para pessoas jurídicas. Assim como o registro de pessoas físicas, esse processo é realizado na plataforma do SICCAU e é totalmente online. Se a sua empresa configurar uma sociedade entre arquitetos e engenheiros, é necessário que ela também seja registrada no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia - CREA. Os documentos necessários para cadastrar sua empresa no CAU são: Ao decidir empreender, deve-se identificar qual o melhor tipo de empresa para o seu negócio. Necessariamente, os escritórios de arquitetura se configuram como sociedade empresária, a qual contém vários formatos, como MEI, EIRELI, Sociedade Limitada, dentre outros que serão especificados mais a frente. Se você for atuar como autônomo, pode escolher os modelos de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) ou Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), pois o arquiteto NÃO pode atuar como MEI - microempreendedor individual: modelo de empresa que constitui o menor formato empresarial do país e baixo custo com impostos. A EIRELI é uma opção para empreendedores que não possuem parceria com outros sócios, porém é importante ficar atento a algumas exigências e restrições. Por exemplo, cada pessoa física só pode ter uma EIRELI e é necessário possuir Capital Social de 100 vezes o salário mínimo brasileiro. A SLU foi outorgada em 2019 através da medida provisória conhecida como “MP da Liberdade Econômica”, tendo como objetivo a desburocratização da abertura de empresas no país. Apesar de ter “sociedade” no nome, a SLU é formada por uma única pessoa e permite a abertura do escritório de arquitetura sem Capital Social. Além disso, permite a separação do patrimônio pessoal com o da empresa, de forma que se houverem problemas financeiros, inclusive a falência, os bens pessoais do empreendedor não poderão ser utilizados para quitação de débitos. Se o seu escritório de arquitetura for atuar com sócios, o modelo de empresa será o de Sociedade Limitada. Esse modelo também é flexível nas exigências para abrir uma nova empresa e apresenta custo reduzido para esse processo. Primeiramente, é necessário entender que o CNPJ é apenas uma parte do processo burocrático que vai garantir que o seu negócio funcione dentro dos aspectos legais da constituição brasileira. Vamos abordar uma visão geral de todo processo de registro e regularização, porém recomenda-se a contratação de um contador e um advogado para acompanhar os detalhes desse processo, certificando a conformidade com a lei para evitar possíveis prejuízos com multas. Esse processo começa com a obtenção do Número de Identificação do Registro de Empresas (NIRE), o qual é emitido na Junta Comercial. O NIRE é obrigatório para todas as empresas atuantes no segmento comercial, ele é responsável por garantir a segurança e eficácia dos atos jurídicos e também é obrigatório para a obtenção do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) na Receita Federal. O CNPJ é necessário para a realização da Inscrição Municipal ou Estadual junto às Secretarias de Fazenda dos Estados, a qual autoriza as atividades de vendas e funcionamento dos serviços. Para obter o NIRE é necessário reunir alguns documentos e informações que serão requisitados durante o cadastro na Junta Comercial do seu estado. Reunimos os principais dados necessários para concluir esse processo, confira a seguir! O primeiro passo é definir o modelo da empresa, tópico que já foi abordado. Após isso é necessário definir o nome do seu escritório e registrá-lo no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A taxa de registro varia de 300 a 500 reais. O registro no INPI garante que você não está utilizando um nome já existente, o que pode levar a processos multas e troca de nome forçada, e também protege o nome da sua empresa, evitando que outra registre primeiro. O segundo passo é definir quais atividades serão exercidas e categorizá-las através da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). O CNAE é um código composto por sete dígitos que facilita a identificação e cadastro das atividades exercidas por um negócio. Você pode consultar o código das atividades do seu escritório online, através do site do IBGE, utilizando palavras chaves ou descrição da atividade. O terceiro passo consiste em identificar qual o regime tributário será aplicado ao seu negócio. É necessário estudar cada um desses regimes para analisar qual é o melhor para o seu negócio. De forma geral, a empresa pode optar por três regimes, os quais são definidos pela “contabilizei” como: O quarto passo é a elaboração do Contrato Social, o qual representa a certidão de nascimento do escritório de arquitetura. Ele contém todos os dados básicos referentes ao seu negócio: dados dos sócios, endereço da sede, capital social, regras de participação dos sócios, etc. Além de ser necessário para a obtenção do NIRE, o contrato social também é utilizado para participação de licitações e abertura de conta bancária. Ao definir quem são os sócios, o Contrato Social aponta os responsáveis legais pela empresa, ou seja, as pessoas que vão responder em juízo em quaisquer questões legais relativas a este. O Contrato Social pode assumir outros nomes dependendo do tipo de empresa. Por exemplo, no caso da EIRELI chama-se “Ato Constitutivo", mas serve aos mesmos propósitos do Contrato Social. Após reunir essas informações e documentos, é possível obter o seu NIRE na Junta Comercial e a empresa passa a existir oficialmente, mas isso não significa que já está pronta para operar, pois como vimos anteriormente, ainda é necessário realizar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e a Inscrição Estadual ou Municipal. Para obter o NIRE, a Junta Comercial solicita: A abertura do CNPJ junto à Receita Federal é realizada online, através do Portal Redesim. O primeiro passo é preencher o Documento Básico de Entrada (DBE) ou o Protocolo de Transmissão da Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ), conforme cada caso. O Coletor Nacional da Redesim possui todas as instruções de preenchimento e navegação. Após o preenchimento, será emitido o recibo da solicitação, o qual deve ser impresso ou salvo digitalmente. Com o DBE em mãos, será necessário unir toda a documentação requisitada e submetê-la para análise do órgão de registro. Via de regra, os órgãos de registro, que no caso de escritórios de arquitetura são as Juntas Comerciais, são integrados à Redesim e executam a abertura dos CNPJ. Se o órgão de registro não estiver cadastrado, a documentação é submetida diretamente à Receita Federal. No geral a documentação solicitada é: A Inscrição Estadual só é necessária para empresas que envolvem comércio, ou seja, se o seu escritório trabalhar com venda de produtos, essa inscrição será necessária. Caso contrário, apenas a Inscrição Municipal é requerida, pois ela trata de empresas que oferecem serviços. Essa inscrição é realizada junto a Prefeitura do município onde o escritório está localizado e vai fornecer o número de identificação municipal, o qual representa a permissão para o seu negócio funcionar. Essa identificação também é conhecida como Cadastro do Contribuinte Mobiliário (CCM). A Inscrição Municipal identifica a sua empresa no Cadastro Tributário Municipal, que está diretamente conectado ao Imposto sobre Prestação de Serviço (ISS), logo a Inscrição é necessária  para a emissão de notas fiscais dos serviços prestados pela sua empresa. Se o escritório envolver comércio, a Inscrição Estadual será responsável por identificá-lo como contribuinte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A Inscrição Municipal também é o primeiro passo para obter o Alvará de Funcionamento, o qual é necessário para todas as empresas que possuam movimentação de público. A localização oficial, chamada de endereço fiscal, deve ser um imóvel próprio do empreendedor ou possuir permissão de uso do proprietário, como é o caso dos espaços de Coworking, que são locais que assumem o papel do endereço fiscal caso o escritório de arquitetura ainda não possua sede física. Para solicitar o Alvará de funcionamento, geralmente é necessário: No caso do endereço fiscal ser o mesmo do endereço residencial, é preciso tomar alguns cuidados. A Junta Comercial e a Receita Federal não são oficialmente contra a prática de uma atividade comercial ser iniciada em um endereço residencial, porém essa questão varia bastante de acordo com cada município. A possibilidade dessa fusão, bem como a necessidade de Alvará de Funcionamento vai depender de fatores como fluxo de pessoas, armazenamento de mercadorias e até existência de saídas independentes, dependendo de cada cidade. O cadastro no INSS, bem como o pagamento dos tributos, é necessário mesmo que o seu negócio possua apenas um sócio. A inscrição é obrigatória para trabalhador de carteira assinada, profissional liberal ou autônomo (exceto MEI, que não é o caso dos escritórios de arquitetura). A inscrição é feita através do site Meu INSS, clicando na opção “inscrever o INSS” e preenchendo os dados ou ligando para o número 135. A inscrição é imediata, pois o número de inscrição do trabalhador (NIT) é gerado logo após a solicitação. O número do NIT é o mesmo do PIS, PASEP ou NIS, caso já tenha algum desses cadastros, verifique a necessidade de inscrição ou atualização. Abrir o CNPJ e colocar o escritório de arquitetura no mercado de trabalho é apenas o primeiro passo da jornada do arquiteto empreendedor. O verdadeiro desafio vem em seguida:  manter a sua empresa ativa e viabilizar o seu crescimento. A pesquisa “Demografia das Empresas”, realizada pelo IBGE em 2017, aponta que 62% das empresas fecham após os cinco primeiros anos de funcionamento. Para pequenas empresas esse percentual sobe para 68,7%. Mas por que isso acontece? Um estudo sobre a “Sobrevivência das empresas no Brasil”, realizado pelo SEBRAE em 2016, mostra que os empreendimentos são encerrados por diversas causas financeiras, dentre elas: falta de planejamento e falta de acompanhamento de despesas ou receitas. Ambos os problemas citados podem ser contornados através da elaboração de uma boa gestão financeira, portanto é fundamental que ela seja considerada desde o início do processo de abertura de um novo negócio. A gestão financeira trata da administração, planejamento, controle e acompanhamento das finanças de um negócio. Ela busca a maximização dos resultados financeiros através de processos, métodos e ferramentas. A gestão compreende qual a situação atual da sua empresa, entende os seus objetivos, para então traçar estratégias que permitam alcançar as metas. Essas estratégias são referentes ao planejamento, o qual é responsável por garantir o crescimento da sua empresa. O planejamento vai definir orçamentos, ações e investimentos, compatibilizando a estratégia de vendas e marketing para arquitetos com os recursos disponíveis e objetivos almejados. Após aplicar as estratégias é necessário acompanhá-las, identificando quais são os pontos fortes e fracos para adaptar as abordagens e alcançar os resultados requeridos. A gestão financeira também prevê o planejamento tributário, responsável por lidar com todas as taxas e tributos legais da empresa. Além disso, a gestão é responsável pelo controle e acompanhamento dos dados financeiros, o que vai garantir a consistência do seu escritório de arquitetura no mercado de trabalho. É através das ferramentas de controle como gestão do fluxo de caixa e gestão de crises que o gestor será capaz de tomar  medidas preventivas contra imprevistos, tomar decisões conscientes e acompanhar o mercado como um todo, para manter o seu escritório competitivo no mercado. 👉 E para se aprofundar mais sobre o tema, não deixe de ler o nosso artigo completo sobre Gestão Financeira. A Vobi nasceu com objetivo de ajudar negócios de arquitetura e construção tradicionais a se tornarem digitais. Queremos que você tenha mais tempo livre para fazer o que mais gosta ou utilize esse tempo para crescer ainda mais a sua empresa. De maneira rápida e intuitiva, através da nossa funcionalidade de Gestão Financeira, você vai conseguir controlar as suas despesas, gerenciar os seus recebimentos e ter o balanço completo da sua empresa. Chega de arrancar os cabelos e bater a cabeça com o Excel, procurando as notas fiscais que você já não sabe mais onde guardou! Com a ferramenta de Gestão financeira, você pode: Compartilhar e acompanhar os pagamentos pendentes dos clientes Além de poder criar cobranças com poucos cliques, você pode ainda compartilhá-las diretamente com o seu cliente, seja via plataforma, e-mail ou Whatsapp. Acompanhar o fluxo de entradas e saídas do seu negócio Tenha fácil acesso ao resumo de todas as parcelas em aberto, vencidas ou recebidas no seu financeiro. Cadastrar receitas ou despesas de uma maneira muito simples! Registre parcelas a serem pagas ou contas a receber com as informações que realmente precisa para estar por dentro do seu financeiro. ‍Visualizar todo o relatório de pagamentos da empresa Escolha o período que deseja ver os resultados das suas receitas e despesas de forma centralizada e descomplicada. E o melhor: ter todo o controle financeiro em seu celular! Tudo isso vinculado com a sua plataforma de gestão de projetos, tarefas e orçamentos. E, caso você queira, ainda pode compartilhar todas essas informações com o seu cliente. Não é sensacional? Se você quer gerir o financeiro do seu negócio sem dor de cabeça é só clicar aqui e começar agora sua jornada conosco! Como vimos anteriormente, o planejamento elaborado pela gestão financeira abrange a estratégia de vendas e o marketing para arquitetos. Essas duas disciplinas vão acompanhar o funil de vendas do cliente e guiá-los ao fechamento de contratos. Logo, elas são diretamente responsáveis pelo fluxo de projetos de arquitetura e, consequentemente, pela receita gerada pelo seu negócio. O funil de vendas representa a jornada do cliente durante o processo de compra. Esse processo é dividido em etapas que filtram as pesquisas e reduzem opções conforme se sucedem, por isso ele é representado como um funil. O topo do funil representa o momento que o cliente está considerando contratar um serviço. Por ser o início do processo, a pesquisa é abrangente e é papel do marketing para arquitetos atrair e interessar o cliente para o seu negócio. O marketing é a principal ferramenta para alcançar novos clientes e parcerias. É através dele que o seu escritório será capaz de explorar novos mercados, fora da sua rede de contatos, ampliando o seu networking de forma consciente, ter independência e assumir uma posição ativa na aquisição de clientes, além de gerar autonomia de mercado, destacando o seu escritório como referência e aumentando as possibilidades de contrato. O marketing é um processo responsável por entender o seu produto, o seu cliente, e então gerar uma comunicação que conecta essas duas entidades, possibilitando a troca de valores entre consumidores e fornecedores através da atividade de compra, a qual deve ser benéfica para ambas as partes. A elaboração de um marketing para arquitetos assertivo considera diversas variáveis, são elas: Ao conjugar essas variáveis e personalizá-las, é possível traçar estratégias poderosas de marketing, atraindo e interessando clientes para as próximas etapas do funil de vendas. Vale lembrar que essas estratégias devem ser acompanhadas através das métricas, para avaliar os pontos fortes e fracos e adaptar abordagens. As principais métricas para acompanhar nas mídias sociais são: alcance, engajamento, volume (quantas pessoas falam da sua marca) e tráfego de redes (quantas pessoas chegam ao seu site através das mídias sociais). 👉 Fique por dentro de tudo sobre Marketing para arquitetos clicando aqui. Após atrair os clientes para as etapas posteriores do funil, está na hora da estratégia de vendas entrar em ação. O centro do funil representa a etapa que o cliente considera o seu escritório como opção, são os chamados leads - pessoas que iniciam contato com o seu escritório e são clientes em potencial. Nessa etapa é importante se relacionar com o cliente e fazer a qualificação, ou seja, identificar se ele realmente se encaixa na sua persona. A qualificação é responsável por extrair informações. É importante fazer perguntas assertivas para verificar se esse lead é qualificado e também entender qual é o objetivo do cliente e quanto ele está disposto a investir, identificando se esses dados correspondem com os serviços oferecidos pelo seu escritório de arquitetura. Se sim, é importante que você deixe o próximo passo com data marcada: a reunião de briefing, a qual é responsável por entender o objetivo do cliente a fundo e apresentar os serviços do escritório. A próxima etapa é responsável por converter o cliente, é a oportunidade de fechamento de contrato através da reunião de briefing e apresentação da proposta de valor do seu escritório. Quanto mais detalhada for a qualificação, mais assertiva será a etapa de conversão. Se possível, entenda com antecipação o que o cliente considera como dor e ganho e quais são suas referências, assim você poderá personalizar a proposta de valor e argumentar possíveis objeções, aumentando as chances de fechamento de contrato. A apresentação da sua proposta de valor é muito importante, pois é ela que vai “encantar” o consumidor. Envolva o seu cliente narrando a história dele, mostrando os problemas por trás dos seus objetivos e se posicione como a solução. Também é importante falar sobre o seu escritório, pontuar detalhadamente os benefícios oferecidos, explicar o cronograma de trabalho, anexar depoimentos de outros clientes, para então mostrar os respectivos valores que ele investirá nos seus serviços. Com isso, será possível guiá-lo ao fundo do funil, o qual representa a tomada de decisão e contrato, tornando aquele lead em um cliente convertido. É importante ressaltar que o acompanhamento se mantém até o final do processo, mesmo após os serviços serem finalizados. Isso porque o cliente continua com dúvidas e tomar esse cuidado pode gerar oportunidades de indicação dos seus serviços, ampliando o seu networking. A estratégia de vendas, assim como as estratégias de marketing, também deve ter o seu desempenho acompanhado de perto, possibilitando a adaptação e aprimoramento das técnicas. É importante pedir feedback dos seus clientes, mesmo os que não fecharam negócio, perguntando onde o seu escritório pode melhorar, e acompanhar métricas como: taxa de qualificação, taxa de conversão, taxa de perda, custo de aquisição, tempo médio de fechamento e ticket médio. 👉 Se você deseja entender mais sobre estratégia de vendas, basta conferir o nosso artigo completo. Antes de definir o local ou imóvel que será a sede do seu escritório de arquitetura, é necessário tomar alguns cuidados. Primeiramente, é necessário conferir se a receita para investimento é compatível com os objetivos do seu escritório através da gestão financeira. Após conciliar as suas metas com os recursos disponíveis, preste atenção nos seguintes pontos para evitar prejuízos com regularizações e dificuldades: Necessidades operacionais: certifique-se que o imóvel ou local atende as necessidades em relação aos serviços de água, luz, esgoto e transporte, bem como caracterização da vizinhança e capacidade de instalação. Acesso e estacionamento: verifique se o imóvel possui boas condições de acesso e estacionamento, tornando as possíveis adaptações desses elementos menos onerosas ou desnecessárias. Zona de risco: verifique se o imóvel está próximo ou inserido em zonas de risco de inundação ou deslizamento. Regularização na prefeitura: certifique-se que o imóvel não sofreu alterações na área construída que necessitem de regularização, bem como se possui o habite-se, documento que autoriza o início da utilização efetiva do imóvel. Zoneamento do Plano Diretor: certifique-se que o seu imóvel está inserido em área que permite o uso comercial. IPTU: verifique se o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) está em dia. Legislações locais: verifique se o imóvel está sujeito a outras legislações locais, como normas do Corpo de Bombeiros Militar, licenciamento de placas e letreiros, dentre outros. Um escritório de arquitetura com uma boa estrutura física conta com os seguintes cômodos: recepção, sala de trabalho (operacional), sala administrativa, sala de reunião, copa e banheiros. Dentre os equipamentos e materiais necessários, é importante sublinhar: mobiliário de trabalho e armazenamento, computadores, impressoras, materiais de desenho, telefone, internet e uma decoração que combine com a identidade do seu escritório. Ainda que você atue como autônomo e realize a parte operacional em sua própria casa, será necessário contar com um espaço profissional para receber os clientes e causar boa impressão, além de dispor de um local que será cadastrado como endereço fiscal na regularização da sua empresa. Se você ainda não possui recursos ou se abrir o próprio espaço não é vantajoso para o seu escritório agora, considere utilizar um espaço de Coworking, você pode encontrá-los em sites como o Coworking Brasil, por exemplo. A operação do seu escritório de arquitetura vai depender da composição da sua equipe e como ela funciona. Se você for autônomo, identifique quais serviços poderiam ser terceirizados para facilitar a sua rotina e torne isso um objetivo. Até mesmo em casos de sociedade é necessário observar como a equipe se comporta e planejar a sua ampliação de acordo com a necessidade do escritório. Mesmo que o seu escritório seja em sociedade, a operação dele sempre vai depender de pessoas externas. O produto arquitetônico resulta do serviço de vários profissionais, sejam eles de áreas correlatas, como engenheiros e eletricistas, da própria área, como arquitetos especialistas, designers de interiores e paisagistas, ou fornecedores. Portanto é essencial que você cultive o seu networking profissional, identificando e fidelizando bons parceiros que vão agregar qualidade aos seus serviços e agilizar processos. A operação do seu escritório também está relacionada aos softwares utilizados. Identifique quais programas são mais utilizados no seu nicho, isso facilita a compatibilização de dados entre os profissionais relacionados ao projeto. É importante que toda a sua equipe esteja capacitada e domine os principais softwares da área, pois isso interfere muito na dinâmica do escritório. Caso você ou alguém da equipe não possua domínio em algum programa em específico, coloque o curso de especialização como meta na gestão financeira. Por fim, o ponto mais importante na operação do seu escritório é projetar. A projetação está diretamente relacionada com o processo criativo, o qual identifica etapas e métodos para se alcançar a solução de um projeto de arquitetura. O processo criativo é muito individual, porém ele possui fases em comum entre os projetistas e é importante que você tenha conhecimento dessas etapas para operar o seu escritório de forma eficiente e natural: Com todos esses conhecimentos e ferramentas, você possui tudo o que é necessário para abrir o seu escritório de arquitetura acertadamente e construir uma carreira próspera! A Vobi está ao seu lado para te auxiliar na gestão e operação do seu escritório de forma simples e intuitiva, disponibilizando ferramentas, conteúdos e cursos para garantir o seu sucesso nessa jornada. Se aprofunde ainda mais em cada um dos tópicos através do conteúdo que selecionamos para você e comece agora a construir o seu sonho! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/estilos-arquitetonicos Title: Estilos arquitetônicos: a manifestação física da história Meta Description: Os estilos arquitetônicos são a manifestação física da história. Conheça as principais estéticas e entenda a diferença entre estilo e tipo de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/estilos-arquitetonicos ## Headings Structure: H1: Estilos arquitetônicos: a manifestação física da história da humanidade H2: O que são estilos arquitetônicos H2: Principais estilos arquitetônicos H3: Clássica H3: Românico H3: Gótico H3: Renascentista H3: Maneirismo H3: Barroco H3: Rococó H3: Colonial H3: Neoclássico H3: Ecletismo H3: Art Nouveau H3: Art Déco H3: Modernismo H3: Contemporâneo H2: Tipos de arquitetura x Estilos arquitetônicos H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Estilos arquitetônicos: a manifestação física da história da humanidade H2: O que são estilos arquitetônicos H2: Principais estilos arquitetônicos H3: Clássica H3: Românico H3: Gótico H3: Renascentista H3: Maneirismo H3: Barroco H3: Rococó H3: Colonial H3: Neoclássico H3: Ecletismo H3: Art Nouveau H3: Art Déco H3: Modernismo H3: Contemporâneo H2: Tipos de arquitetura x Estilos arquitetônicos H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Guia da arquitetura neoclássica: faça uma viagem histórica H4: Arquitetura contemporânea: o que é, conheça as principais características e exemplos de obras H4: Art déco: o que é e como aplicar esse estilo em projetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os estilos arquitetônicos são tendências estéticas que influenciam nas soluções arquitetônicas. Apesar de estarem intimamente conectados à aparência, eles são muito complexos, englobando questões políticas sociais e tecnológicas, além de representarem a história da humanidade. Entenda o que são os estilos arquitetônicos, como eles acompanham a evolução da sociedade e as diferenças entre estilos e tipos de arquitetura através dos tópicos. Os estilos arquitetônicos são um conjunto de princípios que moldam uma edificação em um determinado padrão estético. Essas regras não são apenas um capricho para a aparência das construções, elas nascem de um contexto muito complexo, o qual envolve questões regionais, políticas, sociais, culturais e tecnológicas. Sendo assim, os estilos arquitetônicos, bem como toda a arquitetura e urbanismo, refletem o modo de pensar e de viver do ser humano em um determinado período histórico. Através da arquitetura e urbanismo de cada época é possível observar quais são as prioridades de um determinado povo, sua organização social e nível de desenvolvimento tecnológico. Portanto, os estilos arquitetônicos estão diretamente conectados com a história da arquitetura e sua cronologia, onde um determinado estilo geralmente é uma resposta ao seu antecessor, repensando o modelo de projetação vigente com novas perspectivas e tecnologias. Os estilos arquitetônicos são muito diversos, pois a troca de informações entre os povos possibilitou a disseminação de técnicas construtivas e preferências estéticas, as quais eram copiadas e adaptadas aos novos contextos em que eram inseridas. A propagação dos estilos também ocorreu através da colonização, onde o colonizador estabelece o seu modo como padrão de construção nas colônias, como é o caso da arquitetura brasileira. Logo, os estilos mais relevantes para o contexto brasileiro são os provenientes da Europa, porém, existem muitos outros estilos orientais, como arquitetura japonesa, chinesa, indiana, etc. A seguir, vamos ver os principais estilos arquitetônicos europeus, sua ordem cronológica, características e como eles chegaram ao Brasil. Teve início na Grécia antiga no século VII a.C. Esse estilo preza pela simetria, geometria e proporções. Observa-se o uso de colunas com capitéis e frontões. O principal material utilizado é o mármore. Essa civilização ancestral é fundadora da democracia e deixou espaços como as ágoras (espaços de discussão) e arenas. Roma segue esse estilo, porém acrescenta o elemento arquitetônico do arco, bem como o uso do ancestral do cimento: uma mistura de areia vulcânica, calcário e ladrilhos quebrados. É o estilo vigente durante a Idade Média, entre os séculos VI e XI. As principais características são arcos semi circulares, paredes grossas e aberturas mínimas, respondendo ao contexto das guerras entre os países europeus. O principal material de construção era a pedra e os exemplares mais notáveis dessa arquitetura são igrejas, pois aqui já se observa a influência do catolicismo nas arquiteturas. A arquitetura gótica surgiu nos anos 900 na França e revolucionou o modelo construtivo vigente. Os novos elementos arquitetônicos são essenciais para a concepção estrutural, além de configurarem a identidade estética das obras. Dentre eles, destacam-se os arcos ogivais, as abóbadas de cruzaria, arcobotantes e contrafortes. Esses novos elementos permitiram realizar edificações muito altas e ampliar as aberturas, as quais eram preenchidas com vitrais. Essa arquitetura é fortemente ligada ao catolicismo, de forma que seus vitrais, esculturas e muitos ornamentos possuem motivos religiosos e os principais exemplares desse estilo arquitetônico são as catedrais. Surgiu na Itália durante o século XIV. Essa arquitetura negava os estilos arquitetônicos antecessores e prezava pelo resgate da arquitetura clássica Greco-Romana. Logo, esse estilo vai prezar pela simetria, proporção e funcionalidade dos espaços. Os elementos são novamente colunas e arcos, porém agora com o uso de cúpulas. Sua essência é definida pela racionalidade. A partir do renascentismo, os estilos arquitetônicos passam a ser definidos também como tendências arquitetônicas, pois a estética da arquitetura começa a ser interpretada como uma “moda” e os arquitetos são cada vez mais reconhecidos como artistas individuais. é também nesse período que surge o conceito de espaços privados e a arquitetura de interiores ganha relevância. Surgiu durante o renascentismo como uma forma de negar as regras rígidas impostas pelo classicismo da arquitetura renascentista. Esse estilo utilizava as formas clássicas com mais liberdade e valorizava o trabalho individual do artista. Suas principais características são formas convexas, escadas e colunas duplicadas por estética e conflito de linhas verticais e horizontais. Sua essência é definida pela emoção. Esse estilo tem início no século XVI, porém suas origens estão presentes já no maneirismo. É um movimento de contrarreforma, repudiando o racionalismo do renascimento. Suas principais características são a sinuosidade, intensa ornamentação e jogo de claro e escuro. O barroco tem seu palco novamente na arquitetura sacra e é novamente traduzido em emoção. Esse estilo influenciou bastante a arquitetura brasileira religiosa. Com início no século XVIII, esse estilo é considerado como o barroco levado ao exagero da ornamentação. Suas características são o excesso de adornos curvilíneos e os motivos decorativos que, ao invés de temas religiosos, são conchas, laços, flores e folhagens, pois essa arquitetura mais sofisticada sai do domínio clérigo e passa a compor palácios. Sua técnica decorativa trabalhava com a incrustação de conchas e pedaços de vidro. Estilo português implementado no Brasil no ano de 1500 que organizou os primeiros centros urbanos. As principais características da arquitetura são colunas, que apoiavam o telhado para formar varandas, janelas de madeira, telhas de barro com poucas águas e a simetria. É importante notar que a história da arquitetura brasileira tem início antes do estilo colonial, através da arquitetura indígena, e as construções portuguesas foram adaptadas ao novo contexto utilizando de técnicas da mão de obra tanto indígena quanto africana. Portanto, a história da arquitetura nacional é marcada por uma fusão cultural. O prefixo “neo” é referente a releitura de estilos antigos, logo, essa estética vai valorizar mais uma vez a racionalidade e simetria da arquitetura Greco-romana. Esse estilo arquitetônico do século XVIII tem como características, novamente, os frontões triangulares e colunas. Os principais materiais são nobres, principalmente pedra, granito e mármore. Representa bem o momento do século XIX, onde os arquitetos não seguem uma estética definida. O ecletismo é um movimento característico da arquitetura brasileira, o qual permite a fusão de dois ou mais estilos em uma mesma edificação. Ele foi implantado pela Academia de Belas Artes após o neoclássico não se aplicar à realidade do Brasil, que não contava com os materiais nobres e mão de obra especializada da Europa. Porém, a própria Europa não estava unificada em uma linguagem arquitetônica, e começam a surgir diversos “neos”, dentre eles o neobarroco, o neorromânico e o neogótico. Aparece como um modelo de unificação das estéticas ecléticas européias, sendo considerado o último estilo arquitetônico do século XIX e o primeiro do século XX. Suas principais características são formas e estruturas naturais e traços curvilíneos, inspiração em flores, plantas e animais tanto nas cores quanto na concepção. Devido a revolução industrial do século XX, esse estilo já utiliza materiais como o ferro, vidro e o cimento. Esse estilo arquitetônico é considerado a transição entre o período do historicismo e do modernismo. Com início em 1925 na França, foi o primeiro estilo verdadeiramente internacional, influenciando não só na arquitetura, mas também em móveis, jóias e utensílios. O art déco herdou as características do Art Nouveau e trazia ornamentação e curvas, mas com o tempo passou a receber influência do cubismo e começou a aplicar formas geométricas, combinando as duas estéticas. Esse estilo arquitetônico já utilizava do concreto armado e seus principais exemplares são arranha céus. É o estilo arquitetônico que se apresenta como a resposta ao estilo de vida do homem no período industrial, já na primeira metade do século XX. Ele carrega um discurso social e estético que reflete no design de cidades, arquiteturas, automóveis, eletrodomésticos, etc. O modernismo nasceu na escola de design alemã Bauhaus e no Movimento De Stijl holandês, tendo como principais características a simplicidade e funcionalidade. O estilo apresentou duas diferentes vertentes na arquitetura brasileira,a escola carioca e a paulista, com algumas diferenças entre si. Estilo que segue até os dias atuais. Diferentemente dos estilos arquitetônicos anteriores, o estilo contemporâneo não apresenta uma estética estritamente definida, de forma que os arquitetos são livres para se expressar, criando novas estéticas e fazendo releituras do passado. Ainda assim, observa-se algumas tendências, como o futurismo - curvas sutis, amplo uso do branco, sofisticação e alta tecnologia - e o desconstrutivismo - linhas irregulares, ângulos acentuados, desconstrução da forma geométrica. Apesar da diversidade estética, a arquitetura contemporânea traz uniformidade em relação aos princípios, sendo os principais a sustentabilidade, o conforto e a funcionalidade. Esses princípios não configuram um estilo arquitetônico, pois não são dependentes da estética, sendo classificados como tipos de arquitetura. No tópico seguinte vamos entender melhor essa diferença. Os estilos arquitetônicos não são apenas a aparência do edifício, pois eles refletem todo o contexto humano de um determinado período. Porém, esse contexto é traduzido na estética das construções, as quais são regidas por princípios, tais como cores, elementos, proporções, linhas, dentre outros aspectos. Logo, os estilos arquitetônicos sempre vão estar relacionados a uma estética específica que está intimamente ligada à cronologia arquitetônica, de forma que, ao se observar uma obra, sabe-se em que período ela foi concebida. Os tipos de arquitetura seguem uma lógica diferente. Eles também são baseados em princípios que vão orientar a concepção do ambiente, mas não necessariamente estão relacionados à estética. Ou seja, um mesmo tipo de arquitetura pode ter diferentes estilos arquitetônicos e, portanto, diferentes estéticas. Uma excelente forma de diferenciar tipo e estilo é se perguntar se um determinado conjunto de princípios pode ser aplicado em uma estética diferente, se sim, trata-se de um tipo de arquitetura e não um estilo. Podemos citar como exemplo de tipo de arquitetura a arquitetura vernacular, a qual compreende a concepção de construções (geralmente habitações) intimamente ligadas ao seu povo. São arquiteturas que utilizam dos recursos e materiais locais e são pensadas para o contexto em que estão inseridas. Elas carregam as tradições, saberes e costumes de um determinado grupo, configurando assim uma expressão de sua identidade cultural. Apesar de todos esses princípios, as arquiteturas vernaculares possuem estéticas muito distintas, especialmente porque são o reflexo de povos e contextos diferentes. Outro exemplo é a arquitetura sustentável, a qual visa a redução de impactos ambientais e a otimização de recursos. Esse tipo de arquitetura traz os conceitos de eficiência energética, conforto, qualidade, alta tecnologia, uso inteligente de recursos e materiais adequados. O estilo contemporâneo preza pela sustentabilidade e suas soluções normalmente são arquiteturas sustentáveis, porém esse tipo de arquitetura pode ser aplicado em outras estéticas. A própria arquitetura vernacular é uma arquitetura sustentável, pois seus materiais são naturais, seu impacto é mínimo e sua configuração conta com estratégias passivas para garantir o conforto das construções de acordo com o clima em que estão inseridas. Ela é inclusive uma grande fonte de inspiração para arquiteturas do estilo contemporâneo que fazem releituras dessas soluções para conceber novas arquiteturas sustentáveis. Existem muitos outros tipos de arquitetura. Podemos destacar as arquiteturas efêmeras - estruturas temporárias concebidas para eventos, experimentos ou emergências -, arquiteturas cenográficas - tratam da ambientação de festas, eventos e sets de filmagens - e arquitetura audiovisual - concepção de espaços virtuais para jogos, animações e produções cinematográficas que contam com CGI. Todos esses tipos podem ser executados em diferentes estilos arquitetônicos, dependendo da demanda. A arquitetura de interiores é um tipo de arquitetura interessante porque ela também desenvolveu seus próprios estilos. Grande parte das vezes a arquitetura de interiores coincide com o estilo arquitetônico, como é o caso do barroco e do moderno, onde os princípios da edificação e dos interiores são bem próximos. Porém, esse tipo de arquitetura pode assumir padrões estéticos próprios, como é o caso dos industrial e urban jungle. Esses estilos de interiores, por mais que independentes, acompanham a linha de pensamento arquitetônica vigente. Por exemplo, o estilo industrial surgiu em 1970, em Nova York, devido à necessidade de adaptação de galpões industriais para uso residencial, originando os lofts. Nessa época o modernismo é vigente e, ainda que a arquitetura de interiores tenha definido uma nova estética, utilizando tubulações e elementos industriais como parte da composição, ela ainda respeita os princípios do minimalismo e funcionalidade do estilo arquitetônico vigente nesse período. Mesmo que a arquitetura de interiores possua estilos que são fundamentados em princípios estéticos, assim como os estilos arquitetônicos, ela ainda é um tipo de arquitetura, pois seus princípios - a funcionalidade dos ambientes, o conforto dos usuários e a estética - são observados em todas as arquiteturas de interiores, independente do seu estilo. Recentemente um novo tipo de arquitetura tem ganhado relevância no contexto contemporâneo, trata-se da neuroarquitetura. Essa disciplina aplica os conceitos da neurociência na arquitetura, com o objetivo de melhorar as respostas cerebrais aos espaços projetados. Os princípios desse tipo envolvem a configuração do espaço e o estímulo dos sentidos humanos. Os elementos são estudados para influenciar a mente de maneira positiva, visando o bem estar físico e mental e a qualidade de vida dos usuários. Como se trata de um tipo de arquitetura recente, ela é observada no estilo contemporâneo, porém seus princípios não estão conectados a estética desse estilo em específico, de forma que, no futuro, quando surgirem outros estilos arquitetônicos, a neuroarquitetura poderá ser aplicada às novas estéticas, assim como a arquitetura sustentável, arquitetura de interiores, e todas os outros tipos. Os estilos arquitetônicos são a manifestação física da história da humanidade, eles imprimem os pensamento e o modo de vida de cada geração em vários tipos de arquitetura. O estilo contemporâneo que produzimos hoje é apenas mais um capítulo desse livro tridimensional. Ainda que sejam feitas releituras dos estilos anteriores, é papel do arquitetotraduzir o modo de vida atual, refletindo os questionamentos e soluções da nossa sociedade - em especial a preocupação com a sustentabilidade, bem estar físico e mental dos usuários e funcionalidade - para que fiquem gravados na história. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/feng-shui-na-arquitetura Title: Guia do Feng Shui: conheça o conceito e como ele é aplicado Meta Description: O Feng Shui orienta em como alcançar a harmonia nos ambientes. A palavra chinesa significa "vento" e "água". Conheça sobre o conceito aplicado na arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/feng-shui-na-arquitetura ## Headings Structure: H1: Guia do Feng Shui: conheça como utilizar o conceito e criar harmonia nos espaços H2: O que é feng shui? H3: Energias Yin e Yang H3: O CHI H2: A técnica feng shui na arquitetura H3: Mapa Baguá H3: Guá do sucesso H3: Guá do relacionamento H3: Guá da criatividade H3: Guá dos amigos H3: Guá do trabalho H3: Guá da espiritualidade H3: Guá da família H3: Guá da prosperidade H3: Guá do centro H2: Projetando com Feng shui H2: Feng shui nos ambientes H3: Quarto H3: Sala de estar H3: Banheiro H3: Cozinha H3: Espaço home office H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Guia do Feng Shui: conheça como utilizar o conceito e criar harmonia nos espaços H2: O que é feng shui? H3: Energias Yin e Yang H3: O CHI H2: A técnica feng shui na arquitetura H3: Mapa Baguá H3: Guá do sucesso H3: Guá do relacionamento H3: Guá da criatividade H3: Guá dos amigos H3: Guá do trabalho H3: Guá da espiritualidade H3: Guá da família H3: Guá da prosperidade H3: Guá do centro H2: Projetando com Feng shui H2: Feng shui nos ambientes H3: Quarto H3: Sala de estar H3: Banheiro H3: Cozinha H3: Espaço home office H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O Feng Shui mantém um lar mais alegre e energético. Contudo, muitos confundem a técnica com o simples ato de decorar. A verdade é que ela consiste em ser uma ferramenta para ajudar a criar um espaço que faça as pessoas se sentirem bem e capazes de traçar seus objetivos de saúde e bem-estar. Acredita-se que o exterior de uma casa influencia no interior de uma pessoa. A assimilação de um ambiente determina como você reflete e se comporta. Por isso, a técnica utiliza-se de princípios que guiam a decoração de um espaço, beneficiando assim, a vida pessoal e profissional do morador. Nos últimos tempos o Feng Shui, conhecido por ser uma filosofia milenar oriental, ganhou muitos adeptos no continente ocidental. Atualmente, a recente pandemia tornou a casa o centro da vida da maioria das pessoas, ou pelo menos, ganhou mais importância por ser um lugar acolhedor. É nesse sentido que entra o Feng Shui, as pessoas buscam por um local positivo, organizado e que, principalmente, estejam em harmonia com elas, para que vivam de forma equilibrada e saudável. Saiba como desenvolver projetos inspirados nessa filosofia. Leia os seguintes tópicos: O Feng Shui é uma prática chinesa muito antiga que tem como princípio se basear nos elementos da natureza: fogo, terra, metal, madeira e água. Primeiramente, você deve entender que o Feng Shui se comunica através de metáforas. O significado de Feng Shui em chines é “vento e água”, ou seja, a energia flui como o vento -invisível - e se move como a água. Com ela, através da organização dos objetos procura-se criar um ambiente harmonioso. A abordagem mais recente do Feng Shui utiliza as cores e o posicionamento dos itens para construir uma lógica de vida mais saudável. É uma crença chinesa que prega o equilíbrio de energias complementares, ou seja, o feminino e o masculino, o frio e o quente, o escuro e o claro, entre outros. A mistura dessas duas energias, em perfeito equilíbrio, faz a vida possível e promove um bom estado físico e emocional. Esse conceito de dualismo também afirma que nada é unicamente bom ou ruim. Da mesma forma que as qualidades se opõem, elas se complementam. O objeto de estudo do Feng Shui é nomeado como Chi, que significa “energia vital”. Entende-se que tudo é energia e ela pode ser modificada conforme aquilo que se quer atingir, concebendo espaços dotados de energia positiva e vibrante. O Baguá tem formato octogonal e seu mapa é empregado para dividir uma casa ou cômodo  em nove áreas relacionadas a diferentes temáticas da vida de uma pessoa. Nesse caso, de modo a facilitar a visualização, o Baguá é adaptado para um formato quadrado. Na prática, ele deve ser colocado sobre a planta fiel onde se quer harmonizar e assim é possível entender qual Guá rege o setor, entre eles estão: Na parte central do mapa Baguá, fica concentrada a energia onde é distribuída pela casa, sendo considerado o coração dela. Para aplicar a técnica e identificar onde fica cada Guá, siga os seguintes passos: Passo 01: Imprima a planta da casa ou do cômodo Passo 02: Encontre a linha da parede de entrada principal da casa ou do espaço e permaneça essa parte na horizontal. Passo 03: Pegue uma régua ou escalímetro e verifique quanto mede essa linha horizontal, dividindo assim em 03 partes iguais e demarcando sob a planta. Passo 04: Agora divida o traço vertical da parede lateral e considere o início da medida na linha horizontal da porta de entrada, dividida-o em 03 partes iguais e, novamente, marcando sob a planta. Passo 05:  Repita o passo nas outras 02 linhas, replicando esse pontos feitos nos passos anteriores. Passo 06: Ligue os pontos e obtenha 09 quadrados iguais. Depois preencha-los com os Guás dessa maneira: Para verificar se você seguiu os passos anteriores corretamente, certifique que a porta de entrada estará em um destes Guás: amigos, trabalho ou espiritualidade. Com a ajuda do mapa Baguá é possível determinar as cores de um espaço. Separamos o resumo de cada significado dos Guás, acompanhe a seguir: O objetivo desse Guá é conquistar o reconhecimento e realização no âmbito profissional e pessoal, assim como, aumentar a autoestima a partir da  concretização dos sonhos. O propósito aqui é consolidar relacionamentos, voltando-se para energias de confiança, sintonia, respeito e receptividade. A intenção de focar no setor da criatividade é estimulá-la, concebendo novas ideias para ter foco em começar novos projetos. Assim, é possível aumentar a autoestima e adquirir novos conhecimentos. A ideia no guá dos amigos é potencializar a energia de amizade, influenciando na melhoria da comunicação e abertura para novos amigos. Ele também está relacionado com as viagens. Ativar o guá do trabalho é querer estimular o crescimento profissional e harmonia na rotina diária. O objetivo desse Guá é a conexão com crescimento interior, o autoconhecimento e as crenças religiosas. Esse está relacionado à procura pela estabilidade das relações primárias, priorizando o fortalecimento com familiares. A intenção aqui é ativar a prosperidade focando na realização dos objetivos e conquista de bens materiais, tudo isso de forma positiva e equilibrada. O objetivo nesse conceito é a conexão com os outros Guás, alcançando um equilíbrio entre a energia e a saúde física do espaço e dos moradores. A entrada de uma casa é muito importante pois, de acordo com o Feng Shui, é por onde a energia entra. É por aqui que se deve começar a intervir em relação a organização, layout e limpeza. Esse local precisa estar livre de acúmulo de objetos, como tapetes sem poeira e paredes livres de teias de aranha. A limpeza é primordial para criar um ambiente acolhedor para as energias que entram. Além do mais, é preciso certificar que esse espaço esteja bem arejado e iluminado - como todos os outros ambientes devem estar. Caso não esteja, é hora de adicionar nova iluminação, seja ela artificial ou natural. Já que citamos a porta de entrada como elemento principal a se zelar, você deve saber que todas as outras portas também precisam de uma atenção especial. Elas estão associadas a comunicação e voz dos residentes e, do mesmo modo que a principal, merecem atenção por serem portais condutores de oportunidades para a vida. Certifique que essas portas estejam abrindo, no mínimo, 90º. Isso porque, quando os ambientes estão bagunçados, é comum que objetos sejam deixados atrás desses elementos. Esse impedimento diminui as oportunidades que podem ser alcançadas. As dobradiças, trancas e maçanetas também devem estar em perfeito funcionamento. Todo detalhe pode influenciar em como a energia é direcionada aos moradores da casa. Outro integrante muito importante dos cômodos são as janelas. De acordo com Feng Shui, elas simbolizam os olhos dos adultos e a voz das crianças. Essas esquadrias também precisam ser limpas e estarem livres para a passagem de luz solar - responsável por energizar os moradores. A luz que entra pela janela torna o ambiente mais vibrante e energético e quando estão limpas, simbolicamente, permite uma maior clareza para perceber as coisas ao redor com maior precisão. Em relação ao layout dos espaços, esse deve ser pensado de acordo com o dia a dia do morador ou da família que ali reside. Todos os passos devem ser pensados a fim de projetar um ambiente sem obstáculos ou remover aqueles que já estão sendo um empecilho. Talvez seja uma passagem apertada, um armário não funcional ou acúmulo de objetos. Quando bem analisado, é possível abrir mais espaços nos ambientes armários ou no restante do espaço, removendo assim, os estresses do dia a dia e melhorando o local através de uma boa técnica Feng Shui. Deixar algo ir e criar vazios, é convidar energias e consequentemente, aumentar as oportunidades. E como a vida é fluida e dinâmica, esses espaços serão preenchidos ao longo do tempo para outros serem vagos. Ainda sobre o posicionamento do mobiliário, um conceito primordial dentro da técnica Feng Shui é a posição de comando. Ela orienta em como uma pessoa se posiciona na vida e todos os móveis mais importantes dos cômodos precisam seguir esse preceito, como a cama, a mesa e o fogão. Eles representam, respectivamente, a si mesmo, a carreira e a riqueza. Diante dessa premissa, a orientação é que ao utilizar uma cama, sofá, mesa ou fogão o usuário possa ver a porta do ambiente. Todavia, não se deve estar localizado exatamente na frente dela - o ideal é manter-se na diagonal. Assim, a posição de comando torna o usuário apto a receber energias e melhores oportunidades. E por último, mas não menos importante, o paisagismo é essencial para incorporar energia vital nos espaços. Esses elementos vivos trazem a conexão com a natureza, transferindo frescor e vitalidade para uma casa. Cada planta exige um cuidado diferente, então a depender da localização do vaso, é necessário atenção com as condições climáticas, como a iluminação solar. O ambiente do quarto é onde se descansa e/ou edifica um relacionamento, ou seja, no quarto Feng Shui é necessário focar nessas duas energias. Sendo assim, objetos que não são relacionados devem ser retirados ou jogados fora. Os objetos de trabalho ou de hobbys devem ser mantidos em outro espaço. Assim, como as fotografias de pessoas que não usufruem do cômodo, como avós, pais, sogros e amigos. A cama deve estar na posição de comando e ter uma cabeceira sólida, que manterão, respectivamente, energias de controle e de proteção. Além do mais, a cama precisa ter uma altura correta e livre de itens armazenados abaixo dela. Isso porque, a energia precisa circular em todo o perímetro enquanto o usuário está repondo as energias. É ideal que os itens de apoio estejam equilibrados em ambos os lados da cama. Por exemplo, mesas de cabeceiras e luminárias precisam ser posicionadas, em perfeita simetria. Esses e outros objetos precisam manter o seu design arredondado ao em vez de pontiagudos, isso também contribui para manter a percepção de segurança. Confira essas e outras dicas em um artigo completo sobre como desenvolver um quarto Feng Shui. A melhor posição de sofás e poltronas em uma sala Feng Shui é de frente para a porta de entrada e, sempre que possível, encostada na parede, pois isso garante melhor sensação de segurança e estabilidade. Além disso, o restante dos móveis e dos adornos precisam ser funcionais e manter um propósito. Apresentar o minimalismo nesses projetos é promover maior equilíbrio de energia - e manter o Feng Shui vivo. Aproveite e utilize os móveis com diferentes funcionalidades. O canto alemão, por exemplo, é um ótimo local de armazenamento e também para substituir cadeiras. Essa escolha  contribui para manter uma sala organizada e confortável, minimizando a desordem. As prateleiras também cumprem essa função de liberar espaço e organizar objetos, como os livros. Também é importante se atentar se todos os elementos do feng shui estão sendo incorporados à decoração. Fogo, água, terra, metal e madeira devem aparecer de forma equilibrada no ambiente. Se não conseguir colocá-los através das cores e de uma arte, opte por inserir os próprios elementos físicos, como: vela, fonte decorativa, cadeira com encosto de metal e banco de madeira. Para conhecer mais sobre as técnicas do Feng Shui na sala, clique aqui. Criar um bom Feng Shui em um banheiro é mais fácil do que se imagina, devido à semelhança do conceito com outro comumente utilizado nos últimos tempos: os banheiros spa - tão vistos nas últimas edições de amostras de arquitetura. Esses espaços contemporâneos são feitos para limpeza, como também para os momentos de relaxamento e rejuvenescimento. Dessa maneira, algumas dicas básicas estão associadas a um bom Feng Shui nos projetos desses cômodos. Por exemplo, eles devem ser mantidos escondidos, no sentido de ter uma porta para fechá-los, dado que a energia pode fluir para longe dos moradores da casa através do ralo. Inserir plantas contribui para melhorar o Feng Shui, pois as plantas convertem a energia proveniente da água em energia vital. No banheiro, não é necessário tantos compartimentos assim para armazenar produtos. O que acontece frequentemente é que as pessoas não possuem o hábito de revisar os rótulos de seus produtos. Antes de começar seu projeto, certifique que seu cliente irá verificar o prazo de validade de seus itens para você conseguir pensar na quantidade de armazenamento necessário. A cozinha é um local que guarda muitos utensílios e itens de alimentação, por isso, deve-se manter a atenção para a limpeza e organização desse espaço. A regra básica é: manter só o que é necessário. Com essa premissa é possível abrir caminho para que outras coisas possam entrar. Contudo, o que for mantido deve ser mostrado com abundância e não escassez. No layout de uma cozinha Feng Shui, a posição de comando deve ser do fogão. Ao utilizar esse eletrodoméstico, o usuário deve conseguir ver a porta à sua frente, entretanto, não deve estar completamente alinhado a ela. Essa posição abre caminho para novas oportunidades. Nos armários, utilize portas de vidros, liso, canelado ou fosco, para melhor sensação de profundidade e maior facilidade na hora das pessoas procurarem algum item. Deixar um espaço na bancada ou nos armários para o cultivo de plantas e tigelas com frutas coloridas é incrivelmente importante para a prática Feng Shui. Inserir artes nesse espaço e deixá-lo dotado de personalidade é uma maneira interessante para inserir cores. Pode ser abstrata, ilustrativa ou realista, contanto que esteja alinhada ao mapa Baguá e de acordo com o resto da composição do espaço. Criamos um artigo completo para você conhecer mais sobre cozinha Feng Shui, clique aqui para ler. A mesa de trabalho em posição de comando é essencial para um ambiente Feng Shui. Assim, o controle na vida e na carreira de uma pessoa é elevado. É ideal que a mesa esteja em um local reservado apenas para o trabalho ou em qualquer outro espaço que não seja no quarto. A escolha desse objeto também é importante para a filosofia. A mesa deve ser sólida e resistente, pois vai refletir no estado da carreira de quem utiliza - quanto mais estável melhor. O tamanho deve ser guiado pelo tipo de trabalho que a pessoa desenvolve, por exemplo, os trabalhos de criação e artísticos exigem mesas mais profundas e largas. Quanto à materialidade, deve-se evitar o vidro pois ele pode influenciar energeticamente na perda de ideias e projetos. A cadeira deve ser ergonômica e confortável, possuindo encosto alto e com funções de inclinação. Assim, é possível garantir um trabalho com conforto e mobilidade. O caminho até a mesa deve estar livre de obstáculos que acabam deixando o percurso desafiador para começar uma jornada de trabalho. Agora que você já conhece um pouco mais sobre o Feng Shui, já pode inserir o conceito em seus projetos de arquitetura e interiores. www.everydayhealth.com www.mindbodygreen.com www.pregoemartelo.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/gestao-de-obras Title: Gestão de obras: aprenda todas as etapas Meta Description: A gestão de obras é um serviço complexo que envolve diferentes tarefas e documentos para sua realização. Aqui você vai aprender cada uma delas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/gestao-de-obras ## Headings Structure: H1: Etapas do serviço de gestão de obras H2: A relação do seu negócio com o orçamento H2: Orçamento de obra H2: Gestão de orçamento H2: Cronograma de obra H2: Principais pontos da Gestão de obras H3: Maximizando a eficiência em Gestão de Obras com a ferramenta Vobi H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Etapas do serviço de gestão de obras H2: A relação do seu negócio com o orçamento H2: Orçamento de obra H2: Gestão de orçamento H2: Cronograma de obra H2: Principais pontos da Gestão de obras H3: Maximizando a eficiência em Gestão de Obras com a ferramenta Vobi H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Regularização de obra: conduta de segurança e valorização da edificação H4: Sondagem do solo: o que é, e quais diretrizes a permeiam H4: A importância do estudo de viabilidade na construção: minimizando riscos e maximizando oportunidades H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O cliente que chega até você vai em busca de realizar um sonho ou desejo através de um novo projeto. Pode ser uma construção toda nova, uma reforma para ampliar a casa ou ainda uma adaptação do imóvel às necessidades atuais. O fato é que o cliente que recorre ao profissional da construção civil deseja alguém com experiência para cuidar de todo o processo, do projeto à execução, sem que ele precise correr atrás de coisas que ele nem sabe por onde começar. E é aí que entra a gestão de obras. Esse é o elemento mágico do processo de um projeto, pois transfere as responsabilidades pela correta execução do escopo a um profissional, liberando o cliente do estresse de uma obra. Esse serviço deve ser personalizado para cada tipo de proposta e iniciado antes do período de execução da mesma, por meio de tarefas que darão suporte a ela. A gestão de obras também possui etapas claras de funções e a necessidade de documentos que a antecedem para sua efetividade, são elas nessa ordem: elaboração de um projeto executivo e, com ele, a realização de um orçamento de obra que irá dar suporte para o cronograma de obra e, enfim, o início da execução da proposta sob o processo de gerenciar, concomitantemente, todas essas etapas e documentos. Resumindo, trata-se de um serviço amplo e complexo no qual você será o responsável por coordenar todos os estágios que envolvem a execução do projeto. O objetivo é promover o controle de qualidade, de prazos e de custos do andamento, além de minimizar  o envolvimento do cliente com questões burocráticas. Será ainda sua função utilizar todos os documentos gerados antes da execução a fim de antever e se precaver de eventuais contratempos e imprevistos, ao passo que também será o responsável por buscar soluções quando necessário. Deu para sentir o peso da responsabilidade que essa atividade exige, não é mesmo? E o diferencial para se tornar um profissional capacitado em oferecer uma gestão de obras com qualidade é o conhecimento de causa. Para que você possa cada vez mais aprimorar o seu trabalho, preparamos na sequência, um conteúdo com as diferentes tarefas e variáveis que fazem parte do gerenciamento. O termo orçamento, no universo da construção civil, pode corresponder a diferentes objetivos e fins. Obviamente que todas aquelas tarefas e documentos que culminam na gestão de obras podem ter orçamentos próprios, ou então um orçamento que abrange todas elas. Ficou confuso? Calma, pois vamos começar pelo começo, que é entender a logística dos custos e lucros almejados pelo seu negócio. Antes de propor qualquer serviço ao cliente, você precisa saber que gerir o seu orçamento interno exige analisar as estratégias do seu negócio para o equilíbrio financeiro. De modo simplificado, o que se espera é ter um controle orçamentário para que os gastos não ultrapassem o limite, levando ao prejuízo. Além disso, alinhar os objetivos e resultados financeiros que o seu escritório busca, implica em como você irá agregar esse valor ao serviço de gestão de obras. Agora que você tem consciência disso, para fazer a gestão de orçamento, comece pela precificação dos seus serviços. Não existe um valor ou fórmula que se adeque a todas as realidades de negócio. Todavia, existem pontos indispensáveis a serem contemplados para que o valor recebido por cada projeto ou serviço tenha condições de manter os teus rendimentos e projeções de maneira satisfatória. Para isso, o primeiro ponto é contabilizar as despesas da sua empresa. O segundo é relacioná-las com sua produtividade e da sua equipe. Com esses dados, pode-se partir para uma proposta de orçamento do serviço, porém, lembre-se que o preço varia de caso a caso, afinal, os projetos e serviços possuem graus de complexidade diferentes. Ademais, escolha um modelo de cobrança que lhe traga segurança e garantias para manter a gestão de orçamento do seu negócio em dia. E o que isso tem a ver? A importância em se ter o domínio desses valores está no fato de que ele é inserido nos custos do cliente como referente a sua parcela de trabalho na gestão de obras. Por isso, o próximo passo no gerenciamento de um projeto é a elaboração do  orçamento de obra. O orçamento de obra é um documento com muitas funções, uma delas é auxiliar o cliente a visualizar o investimento necessário para a execução de um projeto, seja ele uma construção ou reforma. Esse documento é um dos pilares que sustentam uma gestão de obras de sucesso. Montar um orçamento não é tarefa simples, porém necessária, uma vez que ele dita a obra do início ao fim. De um modo geral, a função dele é permitir que os custos sejam planejados, prevenindo as oscilações de preço e falta de produtos. Além disso, ele transparece, de forma realista e com qualidade de exatidão, o investimento para a execução de uma proposta. Ainda assim, existem fatores e imprevistos que podem fugir do controle de um profissional e eles também precisam ser antecipados no orçamento como, por exemplo, períodos chuvosos que ocasionam atraso em algumas tarefas, tal qual concretar uma laje, descarregar estofados, entre outros. Outro ponto importante em relação ao orçamento de obra é trazer as expectativas do cliente para a realidade, desde a visualização dos custos totais, até a noção de imprevistos e eventuais reajustes. O cliente precisa ser alertado de que a previsão de qualquer item ou serviço possui validade e, passado o tempo, está sujeita a alteração. Ela também facilita a execução na íntegra do projeto respeitando prazos. Somente de posse desse documento é que será possível montar um cronograma de obra efetivo. Ao oferecer esse serviço você pode optar por trabalhar com três tipos: a estimativa de custos, o orçamento de obra preliminar e o orçamento de obra completo. A estimativa de custos, não precisa do projeto em si, mas só pode ser feita se você já possui outros orçamentos de obras concretizados para utilizar como base, extraindo uma média de preço do metro quadrado para aquele tipo e padrão de projeto. É possível também fazer o uso de tabelas do Custo Unitário básico-CUB do seu estado da federação, como referência de custo médio para construção civil. No orçamento de obra preliminar são contemplados alguns dos custos relativos à quantitativos de produtos e do trabalho de equipes e profissionais. Para essa etapa é indispensável o projeto executivo. Nesse modelo, já se inicia a gestão de orçamento, pois é o momento de decidir sobre compras e fechamento de contratos ou a busca por outros itens e profissionais. Com ele, também já é possível organizar o cronograma compatibilizando os prazos de alguns profissionais e fornecedores com a expectativa da conclusão de obra do cliente. E, por fim, o orçamento de obra completo. Aqui entram as composições de custo para os serviços necessários, ou seja, tudo que envolve despesa para essa obra, deve entrar no documento. Mas quais são esses custos? Se você deseja se aprofundar sobre cada tipo de custos citados acima e como calculá-los, não deixe de ler o nosso artigo completo sobre orçamento de obra, clicando aqui. Dentro da gestão de obras, um ponto muito relevante é saber transmitir as informações. Nesse caso, o maior interessado é o cliente, por isso, o formato em que você irá apresentar o orçamento precisa ser pensado a fim de passar a segurança de que você, enquanto profissional, tem domínio dessa etapa e, é claro, permitir que o cliente visualize a estimativa com clareza. Esse é ainda o momento de explicar que também será feita a gestão de orçamento, com atualizações e ajustes sempre que necessário. A gestão de orçamento tem a finalidade de controlar os gastos, organizar a compra de itens que vão da construção à decoração em cada etapa, delegar as tarefas e organizar os prazos de trabalho das equipes de acordo com os prazos dos fornecedores de insumos. Além disso, ela evita uma série de imprevistos como a escassez de material em uma obra e sua possível paralisação, atrasos de entrega por falta de organização e assim por diante. Em adição às questões corriqueiras, ela serve ainda para lidar com os diversos variáveis e imprevistos que podem surgir ao longo da execução do projeto, possibilitando promover ajustes para dar sequência ao planejado. Por meio da sua prática, é possível notar padrões, ou seja, insumos, atividades e imprevistos que se repetem, auxiliando a criar uma base de dados e, principalmente, um histórico dos custos de obra com o objetivo de prever melhor o seu trabalho e o valor dele em projetos futuros. Claro que o orçamento também trata da questão que brilha aos olhos do cliente, que é o fato de quanto menos você gasta para realizá-lo, com qualidade em função do planejamento, mais lucro você obtém. Por isso, a importância de gerir facilita a tomada de decisões para o cumprimento de prazos, permite verificar as alterações de custo e estabelecer as prioridades de investimento. Aqui, novamente, chamamos atenção para como esse serviço é comunicado. Quanto mais organizados e bem definidos os processos, melhor você e sua equipe serão vistos pelo cliente. É preciso trabalhar uma experiência segura, pautada na confiança e respeito aos interesses do cliente. Concomitante a todos esses processos que envolvem orçamentação encontram-se o cronograma de obra. #Dica: Para saber mais sobre a importância da gestão de orçamento, leia o nosso artigo na íntegra. Para isso, basta clicar aqui. O cronograma de obra só é possível quando já existe um tipo de estimativa sendo feita. Na hora de aplicar ambos ao processo de gestão de obras, um se torna peça fundamental para o desempenho do outro. Seu objetivo é, em primeiro lugar, buscar atender ao prazo de entrega estipulado pelo cliente e, em segundo lugar, dar fluidez ao andamento do escopo, organizando o quê e quem será necessário em cada semana de execução. Outro ponto bastante importante é que, através da visualização do cronograma, se pode organizar as atividades de modo a não sobrepor o trabalho das diferentes equipes em um mesmo período, evitando que uma ocasione retrabalho ou prejuízo à outra. O documento elaborado deve demonstrar a organização das etapas de execução em sequência lógica e exequível. Isso é importante de ressaltar, pois, é comum criar cronogramas apenas com a ideia de prazo do cliente, sem ter analisado os demais fatores envolvidos e, assim, acabar por estipular um prazo impraticável. Além de controlar os prazos, com um cronograma de obra bem elaborado, você consegue manter a qualidade da construção, na medida em que, tendo controle dos insumos, evita desperdício e, ao conseguir ordenar as atividades, evita conflitos no espaço de obra e os erros ao adiantar etapas em momentos inadequados, causando prejuízo ao que foi produzido. É claro que ele também concede a visão da data de início e entrega do projeto finalizado. A depender do porte da obra, esse cronograma irá gerenciar de forma mensal ou semanal as atividades e isso é importante, sobretudo porque permite calcular a sua disponibilidade de tempo e da sua equipe para fechar ou dar andamento a outros projetos. Além disso, permite estabelecer, de forma correta, o recebimento dos seus honorários, o pagamento de pessoal e fornecedores. Quer aprender a montar o seu cronograma de obra? Então fique por dentro do nosso artigo, clicando aqui. No decorrer dessa leitura, com certeza você percebeu que são muitos os benefícios da gestão de obras. Ela compatibiliza todas as demais tarefas e documentos a fim de manter o ritmo de produtividade, a qualidade e a correta execução do projeto. Para você ter uma base inicial para estruturar o seu serviço, nós listamos o que não pode faltar para que você o desempenhe com qualidade. ✔️ Orçamento completo; ✔️ Prazos com fornecedores e profissionais terceiros; ✔️ Cronograma prévio de obra; ✔️ Contratação de profissionais; ✔️ Cronograma das atividades; ✔️ Gestão dos insumos; ✔️ Supervisionar as tarefas; ✔️ Caso específico de construções: preparar o canteiro de obras; ✔️ Segurança no trabalho; A gestão de obras é um campo complexo e dinâmico que exige não apenas habilidade, mas também o suporte de ferramentas eficazes. Neste contexto, a ferramenta Vobi emerge como um recurso indispensável, oferecendo uma solução integrada que abarca todas as etapas do gerenciamento de obras. Da fase de planejamento até o acompanhamento financeiro, a Vobi transforma desafios em oportunidades de otimização e eficiência. A centralização das informações é um dos pilares fundamentais da Vobi. Com essa plataforma, todos os detalhes das obras - incluindo status, prazos e responsabilidades - são acessíveis e atualizados em um único local. Essa funcionalidade não apenas facilita o acompanhamento do projeto como um todo, mas também agiliza a tomada de decisões. No que diz respeito ao orçamento, a Vobi se destaca na criação de estimativas detalhadas e precisas. A plataforma permite a simulação de diferentes cenários orçamentários, proporcionando um planejamento financeiro flexível e robusto. Esse nível de detalhamento e adaptabilidade é essencial para a construção de um projeto financeiramente sólido. O acompanhamento financeiro de cada obra é outra área onde a Vobi brilha. A plataforma oferece uma visão clara e detalhada do fluxo de caixa, facilitando o monitoramento da lucratividade do projeto. Essa capacidade de rastrear custos e receitas em tempo real é crucial para a manutenção da saúde financeira da obra. A funcionalidade de Curva ABC da Vobi permite uma análise estratégica dos custos, enfatizando os itens mais significativos do orçamento. Essa perspectiva é vital para um controle efetivo dos gastos, garantindo que os recursos sejam utilizados da maneira mais eficiente possível. O diário de obra online da Vobi é uma ferramenta abrangente que centraliza registros fotográficos e informações diárias. Isso não apenas minimiza erros e atrasos, mas também melhora a comunicação entre as equipes envolvidas. A consistência e a precisão dos registros são fundamentais para a gestão eficaz da obra. Além disso, a Vobi oferece a possibilidade de criar templates personalizados, o que traz padronização e eficiência ao iniciar novos projetos. Esta funcionalidade economiza tempo e assegura que cada nova obra comece com uma base sólida e bem planejada. Por fim, o monitoramento e a medição do progresso da obra são simplificados com a Vobi. Esta característica permite ajustes rápidos e a prevenção de atrasos, garantindo a conclusão dos projetos dentro dos prazos e orçamentos estabelecidos. Em resumo, a Vobi oferece uma solução completa para a gestão de obras, abrangendo desde o planejamento inicial até o controle financeiro e operacional. Sua capacidade de integrar diversas funções em uma única plataforma torna o gerenciamento de obras mais eficiente, preciso e rentável. Descubra como a ferramenta Vobi pode transformar a gestão das suas obras. Experimente agora e veja o impacto imediato na eficiência e rentabilidade dos seus projetos. Conheça a Vobi. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/gestao-de-projetos-de-arquitetura Title: Escritórios Lucrativos com Gestão de Projetos de Arquitetura Meta Description: A gestão de projetos de arquitetura é o que define o sucesso ou a falta dele nos escritórios. Conheça as etapas, trace seus próprios critérios e saiba mais! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/gestao-de-projetos-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Gestão de projetos de arquitetura: o segredo dos escritórios lucrativos H2: Gestão de projetos H2: Levantamento arquitetônico H2: Estudo preliminar de arquitetura H2: Anteprojeto de arquitetura H2: Projeto executivo de arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Gestão de projetos de arquitetura: o segredo dos escritórios lucrativos H2: Gestão de projetos H2: Levantamento arquitetônico H2: Estudo preliminar de arquitetura H2: Anteprojeto de arquitetura H2: Projeto executivo de arquitetura H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H4: O que é Certidão de Acervo Técnico (CAT)? H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Realizar uma excelente gestão de projetos de arquitetura é uma premissa básica dos escritórios bem-sucedidos. A boa gestão é aquela que tem processos bem definidos e, se o cenário atual do seu negócio não é esse, você precisa ler esse artigo até o final, entender o que ocorre em cada etapa e assim definir os seus próprios parâmetros. Nesse artigo você vai aprender: Assim que o profissional abre o próprio escritório, ele deixa de atuar “apenas” como um arquiteto ou designer e passa a ser também um gestor do seu negócio. Ou, pelo menos, ele deveria se enxergar assim e agir com conformidade. Explicando melhor: gestão é ter processos definidos que visam o alcance de objetivo certo,  dentro de um prazo delimitado. De acordo com Eos Consultores: Sendo assim, pode ser aplicado em diversos contextos, mas, no que se refere à arquitetura e interiores, podemos dizer que o primeiro maior objetivo é concluir o projeto, e, em um segundo momento (e dependendo do caso), a obra. Uma gestão de projetos de arquitetura eficiente, é aquela que tem processos mapeados, ou seja, que segue um modelo de organização prévio, a partir do qual se define antecipadamente os passos a serem seguidos em cada contexto. Desse modo, mesmo que cada projeto e cliente sejam únicos, o plano geral de elaboração segue inalterado e quem estabelece ele é a figura do arquiteto ou designer que estiver na posição de gestor. No mundo dos empreendimentos, ter esse planejamento é essencial, pois melhora a performance dos projetos, o atendimento ao cliente, salienta os resultados alcançados, aumenta a produtividade, facilita a delegação de tarefas, permite auferir os ganhos e perdas e viabiliza o crescimento do escritório nos mais variados aspectos. Em suma, é o fator que determina o sucesso do escritório. Em linhas gerais, o gerenciamento “quebra” o escopo contratado em etapas e esmiúça quais são, de que forma e para quem o escritório realiza os seus serviços. Logo, uma gestão de projetos de arquitetura deve ter, no mínimo, as etapas principais bem determinadas. Confira abaixo quais são: ✔ Levantamento arquitetônico; ✔ Estudo preliminar de arquitetura; ✔ Anteprojeto de arquitetura; ✔ Projeto executivo de arquitetura. Perceba então que, sem conhecer as partes que constituem um projeto de arquitetura, sem entender o que precisa ser feito em cada uma, sem definir padrões de entrega, etc, é impossível repassar aos clientes um prazo real ou um valor justo de investimento, por exemplo, sobretudo porque as fases de projeto precisam estar alinhadas à realidade do arquiteto e da empresa. Em razão disso, saiba que os projetos de arquitetura começam com a assinatura do contrato e com o primeiro contato do profissional com o cliente e com o espaço. Em termos de elaboração de projeto, na reunião de briefing o profissional colhe as informações dos usuários, mas é só no levantamento arquitetônico que ele vai conhecer o ambiente, terreno ou edificação. Além da compreensão in loco, o momento é de fazer o dimensionamento completo dele. Portas, janelas, alvenarias, pé direito e demais detalhes precisam ser medidos com máxima precisão, uma vez que os desenhos técnicos derivam de todos esses dados auferidos durante a visita técnica. Afinal, falar em gestão de projetos de arquitetura é considerar que cada fase é uma parte de um planejamento maior, logo, não pode ser considerada como algo isolado. Desse modo, o bom ou mau desempenho de uma etapa ecoa na seguinte, inevitavelmente. No caso do dimensionamento do espaço, a má performance do profissional implica em ter que repetir toda uma logística de agendamento com o cliente, deslocamento, gasto de combustível, o que pode desorganizar a programação já feita para o escritório e gerar estresses que um bom gerenciamento, ou seja, aquele que conta também com as intercorrências, poderia evitar. Por fim, o levantamento pode ser feito pelo próprio arquiteto, outro(s) colaborador(es), ou ainda, por parceiros que tenham fácil acesso ao local do imóvel. Essa última alternativa, inclusive, é a forma principal de desenvolver essa etapa quando os projetos são feitos à distância. Aliás, seguir apenas essa ou incluir a modalidade 100% online de realização de projetos tem sido uma escolha recorrente entre os arquitetos e é uma opção não apenas válida, como é tendência da era digital. Contudo, essa escolha deve estar prevista na gestão de projetos de arquitetura desde o início. Quer dizer, não dá para esperar o cliente perguntar se você faz ou não trabalhos à distância, para então pensar a respeito. Veja que é sobre isso: seguir um plano traçado previamente e apenas fazer os ajustes que se fizerem necessários ao longo do caminho. Da medição do espaço, o profissional consegue extrair a planta existente e colocar seus primeiros insights no papel e, com isso, dar início ao estudo preliminar de arquitetura. Trata-se do momento de testar as melhores respostas às demandas do cliente, sobretudo quanto à funcionalidade do projeto, até que se chegue em uma proposta de layout apta a ser apresentada. Nessa etapa então ocorre a criação do desenho geral do espaço, mas também a definição do conceito que vai nortear todo o trajeto do projeto e ainda a escolha geral do partido arquitetônico, como sugestão de paleta de cores, materiais principais, etc. Pode ser iniciado através de croquis à mão livre e transferidos para os softwares, assim como o profissional pode fazer ele direto no digital, utilizando ou não moodboard. É que estamos em uma fase inicial de criação, ou seja, de processo criativo puro, em que o arquiteto utiliza os meios que melhor lhe convir. Além dessas questões, outra decisão que precisa ser tomada em termos de gestão de projeto de arquitetura, é definir se será restrito ou ilimitado o número de revisões do estudo preliminar. Mais uma vez, cabe ao gestor deixar todos esses detalhes acertados muito antes de iniciada a prestação dos serviços àquele cliente, mesmo porque essa informação precisa constar no contrato. Assim que convencido da solução e finalizado o material de apresentação, o arquiteto combina uma reunião para expor os resultados desse estudo com o cliente, que pode aprovar o material na íntegra ou solicitar ajustes, no limite do que estiver combinado entre eles. Quando 100% aprovado, damos início ao desenvolvimento do estudo e o material começa a ganhar definição, isso porque estamos na etapa de anteprojeto. Em breve síntese, nessa fase: a visualização 3D é construída, desenhos mais técnicos são elaborados, materiais de acabamento especificados, custos e prazos são estimados. No geral, as tomadas de decisão mais importantes são feitas junto ao cliente nessa etapa e é quando o projeto ganha forma de verdade. É por isso que, caso incluído na gestão de projetos de arquitetura do escritório, é nessa etapa que podem ser feitas as visitas em lojas, análises de amostras de revestimentos e demais materiais, como: tecidos, marcenaria, perfis, etc., e o cliente pode estar presente ou não. Decerto, todos os recursos de representação gráfica feitos aqui funcionam para que o cliente veja em detalhes a composição do espaço como um todo, muito antes dele ser executado. Algo fundamental para que todos os pormenores do projeto sejam esclarecidos, ao ponto de encerrar o planejamento do espaço no quesito criação e concepção. Também vale se preocupar com o convencimento do cliente, uma vez que o produto do anteprojeto ainda precisa ser aprovado. Assim, muitos escritórios transformam a apresentação dessa etapa em uma verdadeira experiência ao cliente, através de imagens fotorealistas e até mesmo vídeos em 360º. Hoje, existe um mundo a ser explorado só no que tange à apresentação de projetos e formas de encantar clientes através delas. Mas, importa de fato que o material seja de fácil compreensão e demonstre todas as nuances do seu projeto em detalhes. Afinal, sem esgotar as dúvidas, o cliente não tem meios de fazer escolhas acertadas. Clique aqui e confira nosso artigo completo sobre o anteprojeto de arquitetura. Validado o anteprojeto, a movimentação agora é interna do escritório de arquitetura ou design e seus parceiros, e as discussões gravitam apenas em torno de informações com fins de execução e obra. Estamos na última e grande etapa que torna exequível as ideias construídas com os clientes ao longo das fases anteriores. No projeto executivo, não se tem mais a aprovação dos clientes, pois todas as escolhas já foram feitas. O momento agora é de elaborar um material que funcione como manual prático de obra e registro oficial do serviço prestado. Esse material, também chamado caderno executivo, prevê a forma de elaboração de todos os detalhes concebidos pelo arquiteto e reúne as informações técnicas de tudo que consta no projeto, devendo ser entregue aos prestadores de serviço e, claro, aos clientes. Em outras palavras, envolve desenhos técnicos, dentre plantas, cortes, elevações e perspectivas; detalhamentos, especificações e memoriais descritivos. Organizados em pranchas e contendo o máximo de informações possível, pois o objetivo é viabilizar uma obra tranquila e com o mínimo de erros. Devido à complexidade dos projetos executivos, geralmente é a etapa mais demorada do processo e a gestão de projetos de arquitetura deve estar adequada a essa necessidade de maior tempo e esforço do profissional. Assim, cabe ao gestor estipular prazos maiores, definir o número de revisões necessárias e a pessoa da equipe responsável por fazê-las. Lembrando que também é facultado ao escritório se responsabilizar ou não pela execução, fazer acompanhamento e/ou administração de obra, dentre outros. Perceba que são escolhas que o arquiteto gestor precisa fazer, relacionadas diretamente aos serviços que ele deseja prestar. Estude o tema com a profundidade necessária, lendo nosso artigo completo sobre o projeto executivo de arquitetura. De fato, para um escritório ser lucrativo, a gestão de projetos de arquitetura precisa ser eficiente e isso, geralmente, envolve a ponderação de muitos detalhes e níveis altos de energia dispensada para que tudo funcione bem. A começar pelo entendimento do raciocínio projetual, como estamos vendo nesse artigo. Ocorre que é imprescindível considerar o gerenciamento no sentido amplo da palavra e compreender a forma de alocar os recursos humanos, financeiros e de tempo que se adequam melhor às intenções e preferências do escritório de arquitetura e design. Além de funcionais e lucrativas, precisam fazer sentido ao arquiteto gestor. Diante de tantas demandas, sabemos que os profissionais empreendedores acumulam múltiplas funções, e não é raro que estejam sempre esgotados e que nem sempre obtenham resultados compatíveis com o trabalho árduo que desenvolvem. Por conhecermos de perto essa realidade, é que a Vobi existe. Nosso foco é criar soluções específicas para o seu negócio na arquitetura. Por isso, saiba que todas essas etapas do projeto e demais processos internos podem ser gerenciados através da plataforma Vobi, com total segurança e facilidade. Conosco você ganha tempo e qualidade de vida para se dedicar às outras frentes do seu escritório, pois o nosso produto digital é completo e focado na rotina de arquitetos como você, que prioriza uma excelente gestão de projetos de arquitetura de forma descomplicada. Para saber mais, clique aqui e leia nosso artigo completo sobre a ferramenta de gestão de projetos da Vobi. De todo modo, vimos até aqui quantos detalhes cabem por trás de cada fase dos projetos de arquitetura. Isso porque falamos apenas dos principais! Você pode continuar seus estudos sobre o tema no nosso Blog, pois temos muito conteúdo atualizado por aqui. Agora conta para a gente, qual o cenário atual do seu escritório? Cuidar da gestão dos seus projetos é uma preocupação para você? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/loucas-e-metais Title: Louças e Metais nos Projetos de Interiores Meta Description: Soluções adequadas para louças e metais demandam estudo e pesquisa. Veja tudo sobre o tema e saiba o que especificar nos seus projetos de interiores. Confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/loucas-e-metais ## Headings Structure: H1: Louças e metais nos projetos de interiores H2: Cuba para banheiro H3: 1. Cuba de embutir H3: 2. Cuba de sobrepor H3: 3. Cuba de apoio H3: 4. Cuba de semiencaixe H3: 5. Cuba de piso H3: 6. Cuba suspensa H3: 7. Cuba de canto H3: 8. Cuba com coluna - lavatório H3: 9. Cuba esculpida H2: Cuba para cozinha H3: 1. Cuba de embutir H3: 2. Cuba de sobrepor H3: 3. Cuba esculpida H3: Cuba simples, dupla e tripla H2: Torneira para banheiro e cozinha H3: 1. Torneira de bancada ou de mesa H3: 2. Torneira de parede H3: 3. Torneira de piso H3: 4. Torneira de teto H3: Tipos de acionamentos H3: Modelos de altura de torneira: bica alta, média ou baixa H2: Banheiro com acessibilidade H2: Guia de louças e metais H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Louças e metais nos projetos de interiores H2: Cuba para banheiro H3: 1. Cuba de embutir H3: 2. Cuba de sobrepor H3: 3. Cuba de apoio H3: 4. Cuba de semiencaixe H3: 5. Cuba de piso H3: 6. Cuba suspensa H3: 7. Cuba de canto H3: 8. Cuba com coluna - lavatório H3: 9. Cuba esculpida H2: Cuba para cozinha H3: 1. Cuba de embutir H3: 2. Cuba de sobrepor H3: 3. Cuba esculpida H3: Cuba simples, dupla e tripla H2: Torneira para banheiro e cozinha H3: 1. Torneira de bancada ou de mesa H3: 2. Torneira de parede H3: 3. Torneira de piso H3: 4. Torneira de teto H3: Tipos de acionamentos H3: Modelos de altura de torneira: bica alta, média ou baixa H2: Banheiro com acessibilidade H2: Guia de louças e metais H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Escolher as louças e metais para os projetos de interiores nem sempre é uma tarefa fácil. Com tantas opções diferentes no mercado, o profissional de arquitetura e design precisa se manter atualizado e conhecer bem os produtos para indicar as soluções mais adequadas à realidade de seus clientes. E para ajudar você nessa tarefa é que preparamos um guia completo sobre o tema. Continue lendo para saber mais! Ao final do artigo você terá aprendido tudo sobre: Para não errar na hora de escolher a cuba para banheiro, existem 3 principais pontos de atenção que devem ser considerados na hora de tomar essa decisão: 1. considere o tamanho do espaço; 2. considere o modelo da torneira; e 3. considere as dimensões da bancada. Dessa forma, antes de definir as louças e metais do ambiente, é preciso verificar a compatibilidade entre todos esses fatores descritos. Além disso, outra grande questão encontra-se na escolha correta do tipo de cuba. Confira abaixo 9 principais modelos e suas respectivas características: Este é o tipo mais tradicional e que possui melhor custo benefício dentre as diversas opções de cuba. Trata-se do modelo que é instalado por baixo da pedra, por isso, requer uma saia ou armário para dar melhor acabamento. A cuba de sobrepor é semelhante a de embutir, tendo como principal diferença uma borda de acabamento que se sobrepõe na bancada, desta forma, sua instalação é feita encaixando a cuba por cima da pedra. Como o nome mesmo já indica, a cuba de apoio fica apoiada na bancada. Trata-se de uma cuba mais decorativa e, por este motivo, recebe acabamento em todas as suas faces. Este modelo também se adequa bem aos espaços de menor dimensão. Da mesma forma que a cuba de apoio, a cuba de semiencaixe recebe acabamento nas laterais e dá visibilidade para a frente da cuba, por isso pode ser um pouco mais cara. Este modelo também funciona super bem em banheiros pequenos com pouco espaço para o móvel embaixo da bancada. Dentre as opções de cubas desta lista, este é o modelo mais moderno e ousado, pois necessita de ponto de esgoto no piso, o que dá a possibilidade de colocar a cuba no meio do banheiro e não próxima à parede como estamos acostumados. A grande vantagem da cuba suspensa é o fato dela dispensar bancada, visto que é instalada diretamente na parede, fazendo com que ela seja uma opção muito prática e econômica, além de ser o modelo ideal para um banheiro com acessibilidade. No que tange a tamanho, esse pode ser considerado o menor modelo de cuba, ou seja, é o tipo ideal para ambientes super compactos. Além disso, a cuba de canto é suspensa e também costuma ter valor mais acessível. O custo benefício deste modelo talvez seja o seu grande diferencial, visto que dispensa o uso de bancada e armários. Por isso, o ideal é que seja utilizado em espaços pequenos, pois não oferece muita possibilidade de apoiar objetos. O modelo queridinho dos arquitetos, a cuba esculpida é aquela feita sob medida no mesmo material da bancada. Nesse tipo, o arquiteto deve definir como será o projeto da cuba e detalhar suas especificações. 👉 Para se aprofundar ainda mais no universo de cuba para banheiro, não deixe de ler o nosso artigo completo clicando aqui. Assim como acontece no banheiro, também é preciso considerar algumas premissas para não cometer erros na hora de escolher o melhor modelo de cuba para cozinha. Desta feita, leve sempre em consideração as instalações do espaço (como pontos de água e esgoto), bem como o tamanho do ambiente e da bancada, o modelo de torneira que se pretende utilizar e, por fim, mas não menos importante, o projeto de marcenaria existente ou a ser instalado. Levando em conta esses pontos, é preciso determinar o tipo de cuba a ser utilizada. Alguns modelos são semelhantes aos citados no tópico anterior, como por exemplo: Modelo mais tradicional, fica embutida através de um recorte na bancada. Geralmente feita na versão em inox, podendo ter o acabamento: Tipo de cuba encaixada na bancada com uma borda sobressalente e não colada na parte inferior. Aquela feita sob medida do mesmo material do tampo (pedra, porcelanato, corian, concreto, etc) e, por isso, costuma ter um valor mais caro do que um modelo pronto de inox. Apesar de serem modelos similares aos utilizados nos banheiros, o grande diferencial dessas tipologias está no fato de que, para cozinhas, existem ainda a possibilidade de escolher se a cuba será simples, dupla ou tripla. Essa definição se refere ao número de compartimentos da cuba e a escolha pelo modelo ideal depende, claro, da necessidade dos clientes e tamanho da cozinha. Outro ponto que também difere uma cuba para cozinha de uma para banheiro, está na diversidade de opções de acessórios disponíveis no mercado, dentre eles: dosador de detergente, calha úmida, tábua de madeira, cestinho para lavar verduras, escorredor, triturador e etc. 👉 Para ficar por dentro de tudo sobre esse tema, leia nosso artigo “Cuba para cozinha: conheça os principais tipos” na íntegra. E o que seria da cuba sem sua torneira, não é mesmo? Aliás, engana-se quem pensa que torneira é tudo igual. E iremos provar isso neste tópico. No mercado, o que não falta é opção, por isso, veja abaixo os principais modelos de torneira para banheiro e cozinha que temos hoje: Trata-se do modelo mais tradicional de torneira, de bom custo benefício e simples instalação, podendo ser instalada diretamente na bancada ou na própria cuba, quando o modelo contar com mesa (espaço existente na própria cuba para a instalação da torneira). A torneira de parede, como o nome mesmo já indica, é instalada diretamente na parede. Sua principal vantagem é otimizar o espaço na bancada, visto que permite adequar a altura de sua instalação. Lembre-se que, para esse modelo, é preciso ter um ponto de água no local previsto. Modelo mais utilizado para banheiros, requer ponto hidráulico no piso e precisa de lavatório de modelo específico. Similar à torneira de piso, a torneira de teto também exige uma condição de instalação hidráulica especial. Além dos modelos citados acima, existem também outras características que devem ser levadas em conta no momento da escolha das louças e metais e, no caso das torneiras, é preciso considerar seu tipo de acionamento, que pode ser: simples, misturador, misturador monocomando, misturador duplo comando ou fechamento automático. Para saber a altura ideal para instalar a torneira, é preciso pensar nas tarefas executadas naquele cômodo. Dessa forma, existem modelos de bica baixa, média e alta. Isso determina a distância entre o ponto de água, onde a torneira é instalada, e o local por onde a água sai dela. Bica baixa ou média: a torneira de bica baixa ou média funciona bem com uma cuba de apoio com mesa, de embutir, de sobrepor ou de semi encaixe. Bica alta:  a torneira de bica alta funciona bem com cubas de apoio ou outros tipos que têm o topo acima da altura da bancada. 👉 Para saber mais, continue lendo sobre torneira para banheiro e cozinha no nosso artigo completo. Basta clicar aqui. Sempre partimos da premissa de que cada projeto é único e deve ser pensado como tal. Assim sendo, a escolha das louças e metais de um ambiente não deve fugir disso. Afinal, se você chegou até aqui, percebeu que a definição de cubas e torneiras impactam diretamente na usabilidade e conforto do espaço. Tendo isso em mente, não podíamos deixar de separar um tópico específico para acessibilidade, visto que é preciso adaptar alguns pontos ao realizar um projeto tanto para pessoas com deficiência (PCD), quanto para pessoas com mobilidade reduzida (PCM). Por isso, vale destacar que, ao projetar um banheiro com acessibilidade, é importante pensar ainda mais nas necessidades do usuário e incluir os seguintes pontos, que destacamos nesse checklist abaixo, na escolha das louças e metais: ✔  Bacias sanitárias: entre 43 cm e 45 cm do piso, no máximo 46 cm com assento (0,36m para uso infantil); ✔ Lavatório suspenso: com espaço livre de aproximadamente 70 cm de altura para encaixe da cadeira de rodas; ✔  Barras laterais de apoio: feitas de inox, próximas à bacia sanitária e do chuveiro com altura de 0,75m do piso para uso adulto e a 0,60m para uso infantil; ✔ Circulação: com giro de 360 graus, ou seja, 1,50 m de diâmetro; ✔ Portas de acesso: com, no mínimo, 0,80 cm de largura; ✔ Acionamento de descarga: 1 m de altura. 👉E por se tratar de um tema mais complexo, não deixe de ler o nosso artigo “Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto”, clicando aqui. Em todos os casos, vale sempre fazer uma busca mais aprofundada sobre louças e metais, mesmo porque esses itens costumam encarecer bastante os projetos de interiores. Pensando nisso, para ajudar você nessa tarefa, preparamos este guia completo sobre o tema com as medidas mais utilizadas no dia a dia dos arquitetos e designers de interiores. Este e-book irá ajudar você a projetar com ainda mais segurança. Preencha o formulário ao lado e baixe agora, é totalmente gratuito. Agora conta para a gente, você já conhecia todos esses detalhes sobre louças e metais? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/memorial-descritivo Title: Tutorial Detalhado Sobre Memorial Descritivo Meta Description: Tenha acesso a um tutorial detalhado sobre memorial descritivo e aprenda:o que é, quais os tipos (arquitetura, obra, reforma) e como estruturar de forma correta Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/memorial-descritivo ## Headings Structure: H1: Tutorial detalhado sobre Memorial descritivo H2: O que é um Memorial Descritivo? H2: Como estruturar um Memorial Descritivo? H2: Tipos de Memoriais Descritivos H3: Memorial Descritivo de Arquitetura H3: Memorial Descritivo de Obra H3: Memorial Descritivo de Reforma H2: Boas práticas para elaboração de um Memorial Descritivo de sucesso H3: 1. Um bom memorial descritivo é específico H3: 2. Um bom memorial descritivo tem precisão H3: 3. Um bom memorial descritivo é instrutivo H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Tutorial detalhado sobre Memorial descritivo H2: O que é um Memorial Descritivo? H2: Como estruturar um Memorial Descritivo? H2: Tipos de Memoriais Descritivos H3: Memorial Descritivo de Arquitetura H3: Memorial Descritivo de Obra H3: Memorial Descritivo de Reforma H2: Boas práticas para elaboração de um Memorial Descritivo de sucesso H3: 1. Um bom memorial descritivo é específico H3: 2. Um bom memorial descritivo tem precisão H3: 3. Um bom memorial descritivo é instrutivo H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H4: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H4: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma pessoa comum sabe que um arquiteto é o responsável pelo projeto de edifícios, casas, apartamentos, etc. No entanto, um dos fatores que comumente passa despercebido é a trajetória desde o esboço inicial ao produto final que, frequentemente, é muito mais complexa e envolve diversas outras etapas. Para quem não é da área, ou mesmo para iniciantes da profissão, é natural ter uma visão limitada - e até mesmo glamourizada - em que um arquiteto apenas cria um conjunto de desenhos, fornece esses desenhos a um empreiteiro e o empreiteiro constrói o projeto. Infelizmente, essa não é a realidade. Dentre as inúmeras etapas que envolvem um projeto de arquitetura e interiores, neste artigo, iremos nos aprofundar em uma das “menos divertidas”, porém mais importantes dentro de um escopo: o memorial descritivo. Continue sua leitura e, ao final dela, você terá aprendido sobre: Em suma, um memorial descritivo faz parte dos documentos de um projeto que estabelece o escopo de trabalho para os contratados (seja cliente, fornecedor, mão-de-obra, entre outros). Trata-se de um documento escrito, ao invés de desenhado, que define as informações técnicas dos produtos e seus procedimentos de instalação. Em termos mais simples, os desenhos atuam como uma representação gráfica da obra, enquanto o memorial descritivo é uma lista detalhada para ajudar a informar os clientes de todas as peças para concretizar sua visão. Ele deve incluir todas as informações sobre cada item, como o varejista, o nome do produto, as dimensões, custos, disponibilidade de estoque e assim por diante. Todos esses detalhes auxiliam o cliente a tomar uma decisão se deve seguir em frente e comprar esses itens. Além disso, o documento também ajuda no orçamento e gerenciamento de projetos. É como um roteiro para entregar o design geral. Juntamente com outros documentos e ferramentas importantes, como imagens renderizadas em 3D, moodboards e plantas baixas, o memorial descritivo é um documento-chave de design e, por isso, deve ser levado em conta o tempo que se leva para pesquisar, verificar e documentar cada elemento do escopo. Lembre-se que os clientes não estão pagando apenas pelas grandes ideias, mas pelas habilidades para implementá-las em um espaço. Você deve ter notado que logo no começo mencionamos o fato do memorial descritivo ser uma etapa “menos divertida”. Parece haver um equívoco comum entre os arquitetos e designers mais jovens e emergentes de que o memorial descritivo é, de alguma forma, menos importante do que os desenhos e o processo criativo. Essa percepção provavelmente tem a ver com dois fatores principais: (1) A maioria das universidades não ensina seus alunos a elaborarem um memorial descritivo e (2) Memoriais descritivos são complicados e não tão "divertidos" para a maioria dos criativos. O fato é que saber a especificação do produto a ser utilizado é tão importante quanto o desenho que você usa para articular a intenção do projeto. Olhando sob uma perspectiva diferente: Digamos que você esteja trabalhando em um projeto de restaurante e precise projetar uma série de portas duplas que permitam que as áreas de estar se estendam para os espaços externos. É provável que seu primeiro movimento seja o esboço de uma elevação de como será a aparência geral do edifício, onde as portas ficarão. Mas agora que você tem os esboços, que tipo de porta está usando? Claro, presumimos uma porta dupla, mas de qual fabricante? Que tipo de material será? Em quais tamanhos ela vem? Existem requisitos especiais de energia? Requer suporte estrutural adicional? Ela tem algum requisito especial de travamento? E assim por diante... Dependendo de quais forem algumas de suas respostas, você pode descobrir que o design original que pretendia fazer irá resultar em algo muito diferente. Na verdade, ele pode se desviar tanto que, no final, você talvez precisará encontrar um outro tipo de produto. Tudo bem, memoriais descritivos são importantes, mas por onde começar a estruturá-los? Fundamentalmente, um memorial descritivo é feito de três "partes" distintas, mas igualmente importantes. Cada parte lida com um aspecto diferente do produto que está sendo especificado. A primeira parte é chamada de Geral. Esta é a seção onde você define os procedimentos administrativos e lista todas as especificações relacionadas que lidam com o produto que você está especificando. Pense nisso como uma introdução. A segunda parte é chamada de Produtos. Esta é a seção onde você define a qualidade e os componentes necessários. Pense nisso como as informações técnicas do próprio produto. A terceira parte é chamada de Execução. Esta é a seção onde você define os requisitos de preparação e instalação para o produto. Pense nisso como o manual de instruções de como o produto deve ser instalado. Quando se trata de realmente escrever um memorial descritivo, é possível seguir 7 passos simples. Vale ressaltar que algumas etapas são mais fáceis do que outras. Mas nenhuma das etapas é particularmente difícil por si só. Elas exigem apenas que você esteja engajado na tarefa em questão. Etapa 1: Definir claramente a intenção do escopo com o proprietário; Etapa 2: Avaliar quais produtos podem ser necessários em um trabalho; Etapa 3: Encontrar produtos de 'base de projeto' preliminares e revisar com o proprietário para aprovação com base no desempenho e custo; Etapa 4: Encontrar mais duas opções de produtos competitivos; Etapa 5: Escrever a parte 1 - determinar qual garantia de qualidade, apresentação, requisitos de garantia, o produto possui; Etapa 6: Escrever a parte 2 - determinar os requisitos de desempenho de produtos e acessórios; Etapa 7:  Escrever a parte 3 - determinar os requisitos de execução com base no que você especificou nas partes 1 e 2. Existem diversos tipos diferentes de memoriais descritivos que você pode encontrar. Mas, em termos práticos e considerando o âmbito de arquitetura e interiores, podemos afunilar as opções em três principais: memorial descritivo de arquitetura, memorial descritivo de obra, memorial descritivo de reforma. O memorial descritivo de arquitetura é um componente do projeto executivo que visa trazer dados minuciosos que auxiliam a execução de todo o projeto idealizado pelo arquiteto. Além de servir como um comprovante legal de tudo o que foi prometido ao cliente. 👉Se você deseja se aprofundar no assunto, não deixe de ler o nosso artigo sobre memorial descritivo de arquitetura. O memorial descritivo de obra fornece detalhes e instruções sobre os tipos de materiais a serem usados ​​e os métodos de instalação desejados. No entanto, esse tipo de especificação pode ser dividido em três subcategorias: 👉 Para saber o passo a passo completo para a elaboração de um memorial descritivo de obra clique aqui e confira o nosso artigo completo. Semelhante ao memorial descritivo de obra, o memorial descritivo de reforma segue as mesmas diretrizes, adicionando algumas especificações necessárias a esse tipo de projeto como: 👉 Saiba mais sobre memorial descritivo de reforma lendo a matéria na íntegra, clicando aqui. Especificações incorretas podem levar à perda de tempo e aumentar a confusão, ao mesmo tempo em que prejudicam a visão de projeto do arquiteto ao empreiteiro, do fabricante ao proprietário do prédio, e todos os demais. Um bom memorial descritivo fornece dados pertinentes sobre construção e materiais e tornam a vida mais fácil para todas as partes envolvidas, fornecendo informações claras e concisas sobre os atributos do produto, desempenho e muito mais. Então, o que exatamente torna uma memorial descritivo “bom” e como ele pode melhorar o fluxo de trabalho do design à construção? Isso pode parecer óbvio. Afinal, em sua essência, trata-se de uma etapa de especificação. Mas nem todas as especificações explicam o material. Vamos comparar duas situações de da vida real: Considere a especificação de proteção de canto.  As proteções de canto são feitas em uma variedade de materiais diferentes: PVC, plástico sem PVC, acrílico, policarbonato, aço inoxidável, alumínio ou latão, todos com diferentes custos de origem e instalação. Situação 1: Imagine que você é um empreiteiro lendo o memorial descritivo sem indicação do material escolhido para a proteção de canto. Você provavelmente precisará enviar uma solicitação de informação para obter esclarecimentos do arquiteto responsável neste caso. Situação 2: Nesta especificação, o material está claramente listado e é específico: aço inoxidável, tipo 304. Sem suposições e sem necessidade de solicitação de informação. Isso economiza tempo e garante que o empreiteiro compre e instale o produto exato que você solicitou. Se um elemento do seu projeto é baseado em um produto específico, é uma boa prática nomeá-lo. Mas ainda é importante explicitar as características do produto para garantir que a intenção do projeto seja realizada. Isso não apenas ajudará o contratante a tomar as decisões de compra de forma assertiva, mas também o ajudará a fazer as substituições corretas, caso seja necessário. Por isso, as informações devem ter precisão e não permitir margens para a imaginação, podendo levar o empreiteiro a tomar decisões de projeto que deveriam ser feitas pelo arquiteto. Lembre-se: as pessoas não possuem uma bola de cristal. O trabalho de um empreiteiro é dar vida ao seu projeto. Documentos de especificações de construção são cruciais para garantir que o que você deseja possa ser facilmente compreendido e executado, sem atrasos no projeto devido a falhas de comunicação. Escrever um memorial descritivo não é difícil, mas é fácil cair em armadilhas. As demandas das empresas de design estão em constante mudança e encontrar tempo para pesquisar novos produtos e escrever especificações completas pode parecer um ato de malabarismo. Um conjunto completo de especificações pode ajudar todos no projeto a reduzir custos, perda de tempo e disputas. Quanto mais informações forem fornecidas, maiores serão as chances de o trabalho ser executado corretamente. Como resultado, o trabalho correto significa menos defeitos, o que significa menos pedidos de alteração, o que significa menos disputas sobre compensação adicional. Por último, um bom memorial descritivo pode ser a chave para desbloquear seu potencial como designer e como arquiteto completo. Assim, embora a arquitetura e design de interiores dependa da criatividade para oferecer aos clientes um fator visual e estético, existem ferramentas práticas, como esta dissertada neste artigo, que ajudam a fornecer resultados surpreendentes. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/plataforma-bim-para-arquitetos Title: Plataforma BIM: a maior tendência da construção civil Meta Description: Entenda melhor sobre a plataforma BIM, as vantagens e barreiras para a implementação. Conheça os softwares BIM do mercado e saiba como a Vobi pode te ajudar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/plataforma-bim-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Plataforma BIM: a maior tendência do mercado da construção civil H2: O que é BIM? H2: Importância do BIM na elaboração de projetos H2: Vantagens de implementação H2: Desvantagens de implementação H2: Quais são os softwares BIM? H3: Revit H3: Archicad H3: Outros softwares H2: Como começar a usar o BIM? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Plataforma BIM: a maior tendência do mercado da construção civil H2: O que é BIM? H2: Importância do BIM na elaboração de projetos H2: Vantagens de implementação H2: Desvantagens de implementação H2: Quais são os softwares BIM? H3: Revit H3: Archicad H3: Outros softwares H2: Como começar a usar o BIM? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Archicad para arquitetos: conheça o software BIM pensado para profissionais de arquitetura H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A utilização da plataforma BIM, na área da construção civil, está cada vez mais ganhando adeptos, a exemplo, temos o Revit para arquitetos. A promessa de fazer revolução e trazer bons resultados para o segmento se mostra autêntica e muitos escritórios de arquitetura, engenharia e design já aderiram ou pensam em aderir a tecnologia. A utilização do BIM no processo projetual permite que as tomadas de decisões sejam mais precisas em todas as etapas de projeto - desde os primeiros esboços da construção até depois de sua execução. Entretanto, apesar do mercado já demandar pela utilização do BIM, visto a sua eficiência e benefícios, há uma série de desafios para a sua implementação em grande escala no mercado brasileiro. Você conhece a tecnologia e sabe a importância dela no contexto atual da construção civil? No decorrer deste artigo, abordaremos mais sobre a plataforma BIM, você irá ler sobre: A palavra BIM significa Building Information Modeling (Modelagem da Informação da Construção), é uma tecnologia utilizada em projetos, onde há a criação de um modelo digital de uma construção de forma precisa, contendo todas as informações necessárias para a executá-la e também, conservá-la. Na última década do século XX, surge o conceito do que compreendemos atualmente como BIM, dando origem a termos como: elementos paramétricos, banco de dados, faseamento dos processos de construção, entre outros. Entretanto, as primeiras concepções sobre tecnologias que melhorassem o desenvolvimento de projetos elaborados por intermédio de computadores, datam de aproximadamente 50 anos atrás. A plataforma BIM fornece aporte para o controle das etapas de construção e sua capacidade de automatizar o uso de todas as informações melhora a gestão dos processos operacionais e estratégicos, aumentando a eficiência e produtividade no dia a dia. Diferentemente da metodologia utilizada tradicionalmente, pelo sistema CAD, onde a documentação de um projeto arquitetônico é feito através de desenhos bidimensionais e a compatibilização dos desenhos complementares de elétrica, hidráulica, estrutura, preventivo de incêndio e automação são feitas isoladamente, na plataforma BIM, é feito uma única modelagem com todas essas informações indispensáveis. E assim, posteriormente, as plantas baixas podem ser extraídas. Com isso, a modelagem associada às informações de custo, tempo, método construtivo e materialidade traz transparência ao projeto e diminui a possibilidade de equívocos na construção, advindos de incompatibilidade de informações e inexecução do planejamento exposto para o projeto. Com a plataforma BIM também é preciso prever de forma mais assertiva as manutenções necessárias após a finalização da obra. É importante enfatizar que não trata-se de um software e sim uma metodologia, onde há a representação de forma digital de uma determinada construção, compondo-se de quaisquer informações do seu ciclo de vida. Essa metodologia pode ser aplicada em qualquer projeto e por todos aqueles que estão envolvidos nas fases de concepção, planejamento, execução e gerenciamento da uma construção. De acordo com uma pesquisa realizada, em 2020, pela FIIC (Federação Interamericana da Indústria da Construção) e pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), foram entrevistadas 740 empresas que utilizam BIM na indústria da construção civil latino-americana. Essas acreditam que com a metodologia houveram benefícios obtidos a nível de projeto, entre os aspectos: qualidade e segurança, controle e prazos e eficiência e custos. Esses fatores são apenas alguns dos benefícios alcançados que a utilização da plataforma BIM proporciona. A aplicação correta da metodologia resulta em projetos melhores, pois com a visualização detalhada de cada etapa a ser realizada, dá para se ter noção antecipadamente de decisões a serem tomadas, evitando-se erros no processo. Isso só é possível, porque tudo está concentrado em um só lugar, permitindo que a informação e tomadas de decisões ocorram de forma ágil. Nos softwares BIM, cada elemento inserido tem sua função e conforme a modelagem vai evoluindo, tudo é associado mutuamente. Ou seja, se for preciso inserir uma porta em uma parede, a abertura do vão é feita de forma automática de acordo com as definições preenchidas (largura, altura, materialidade, pintura, etc). A partir desse momento, os objetos são vinculados, e se for preciso fazer alterações de dimensões, por exemplo, automaticamente a parede irá reconhecer as novas necessidades. Isso quer dizer que, a modelagem, a planta baixa, o corte, as vistas e demais informações associadas a esses elementos, irão se atualizar automaticamente, reduzindo o tempo gasto em alterações de projeto. Com isso, essas alterações simultâneas são capazes de resultar desenhos precisos da edificação, e mais, podem ser feitas de forma colaborativa, onde demais profissionais podem desenvolver suas atribuições, sem a necessidade de ir para outro software ou trabalhar em um arquivo diferente, permitindo que haja um maior controle de modificações. Também é possível prevenir erros advindos da incompatibilidade de projetos com a detecção de interferências. Se no modelo CAD, os projetos complementares eram feitos isoladamente, e comumente havia conflitos de elementos estruturais, tubulações ou instalações, na plataforma BIM, isso não ocorre mais, pois os conflitos são identificados facilmente. Isso permite que não sejam só descobertos em fases posteriores, momento em que há oneração e atraso da obra. Com essa metodologia pode-sel extrair listas de quantitativos de forma automática e assim, estimar os custos da obra. A vantagem é que esse orçamento é atualizado sempre quando houver alguma alteração no projeto, o que facilita no entendimento se a obra é viável ou não. Além de evitar desperdícios de materiais nos canteiros de obras, reduzir a produção de entulhos e racionalizar o uso de alguns materiais, fatores indispensáveis na elaboração de projetos que se preocupam com o impacto ambiental causado. Sendo esse, um grande benefício da utilização da plataforma BIM, a possibilidade de criar projetos dotados de conceitos sustentáveis. Os softwares são capazes de analisar fatores sustentáveis em todas as fases do ciclo de vida da edificação, desde a concepção até a sua demolição, possuem também ferramentas que avaliam percentuais de carbono e eficiência energética do edifício. Com isso, a metodologia aplicada à elaboração de projetos se mostra indispensável, visto que ela está em constante evolução e será uma exigência nos próximos anos. Muitos países já aplicaram políticas de implementação para obras públicas, inclusive o Brasil, onde o Decreto Federal n° 10.306 determina sua utilização em obras públicas realizadas pelos órgãos de administração pública federal. Além de trazer transparência ao processo licitatório, incentiva o desenvolvimento da tecnologia na construção civil brasileira. E você, não quer ficar para trás, não é mesmo? Acompanhe os próximos tópicos para entender melhor sobre as vantagens e desvantagens, quais são os principais softwares do mercado e como começar a usar o BIM. É indiscutível que a plataforma BIM traz muitos benefícios para o desenvolvimento de projetos. Listamos algumas vantagens para a implementação dessa metodologia, acompanhe a seguir: ✔️ Otimização do fluxo de trabalho; ✔️ Maior produtividade; ✔️ Melhor gestão de documentos; ✔️ Melhor qualidade de projetos; ✔️ Integração das equipes; ✔️ Maior gerenciamento de informações; ✔️ Melhor tomada de decisões; ✔️ Menor probabilidade de erros; ✔️ Redução de custos e prazos; ✔️ Construção mais consciente; ✔️ Oportunidade de negócios; ✔️ Proporciona ao cliente a experiência da realidade virtual e aumentada. De acordo com a pesquisa da FIIC e BID, dentre esses fatores citados anteriormente, a maioria deles possui influência muito elevada para adoção do BIM, no futuro, por não usuários da metodologia. Veja no gráfico abaixo: Como a metodologia BIM é relativamente recente, muitas pessoas desconhecem seus conceitos e benefícios na utilização. Esse desconhecimento acaba contribuindo para que elas continuem utilizando os métodos tradicionais, a exemplo do AutoCAD e SketchUp, os quais não são incorretos mas requerem renovação perante o mercado atual. Além disso, há disseminação de informações errôneas sobre o BIM, pessoas que tentaram utilizá-lo e não se adaptaram à nova lógica de trabalho, acabam por compartilhar suas experiências frustradas e, por vezes, desestimulando as que possuem interesse. O fato é que, é preciso um período de adaptação que requer resiliência por parte do usuário, onde é necessário processos de tentativas e erros para finalmente se alcançar um nível mais avançado de conhecimento, e consequentemente, adquirir experiência. Listamos algumas das barreiras existentes na adesão da plataforma BIM: 👉 Custo significativo de investimento para capacitação da equipe; 👉 Aquisição da licença de software; 👉 Período prolongado de adaptação dos novos métodos; 👉 Dificuldade em encontrar materiais gratuitos na internet, como bibliotecas existentes. Ainda sobre a pesquisa da FIIC, para entender os desafios enfrentados por não usuários do BIM, foi questionado sobre os fatores que atrasam a decisão de implementar a metodologia nos seus escritórios. Apesar das respostas voltarem para aceitação da metodologia, existem receios quanto ao processo de transição do método tradicional para o método BIM, em relação a tempo, custo e mudanças de paradigmas. Para ter acesso ao relatório completo da pesquisa, acesse aqui. O Revit para arquitetos foi desenvolvido pela empresa Autodesk, sendo a principal plataforma BIM utilizada no segmento da construção civil brasileira, aderido não só pelos profissionais de arquitetura, como também por muitos engenheiros. Onde, é composto de muitos recursos para desenvolvimento de projetos completos de arquitetura, estruturas e complementares. Entre alguns dos inúmeros benefícios da utilização do Revit, estão: 👉 Criação de modelos 3D precisos e realistas; 👉 Facilidade na obtenção de cortes, vistas, perspectivas e diagramas; 👉 Possibilidade de parametrização dos elementos e facilidade em encontrá-los para download na internet; 👉 Uma biblioteca nativa com variados objetos; 👉 Utilização da dimensão 4D; 👉 Suporte para trabalhos colaborativos; 👉 Possibilidade de importar e exportar arquivos, possuindo interoperabilidade com outros softwares; 👉 Extração de informações como levantamento de quantitativos automáticos. Devido a maior adesão do software, muitos cursos de capacitação estão disponíveis de forma online, esses geralmente são pagos, entretanto, há muitos canais conceituados no Youtube que oferecem conteúdos do Revit para arquitetos. Separamos uma dica de mini curso, o qual ensina desenvolver um projeto do zero no Revit, assista o vídeo abaixo, para ir se familiarizando com a plataforma BIM. A plataforma BIM Archicad foi desenvolvida pela empresa Graphisoft e diferentemente do Revit para arquitetos, os profissionais de engenharia não costumam utilizá-lo, tendo como foco principal, a adesão por escritórios de arquitetos. Ainda assim, é o principal concorrente do Revit, sendo muito utilizado em território europeu e japonês. Além de ter as principais funções que constituem o BIM, listamos algumas potencialidades do software: 👉 Visualização dos desenhos em dispositivos móveis através da tecnologia BIMX, possibilitando ao usuário ter a experiência de visualização por meio da realidade virtual; 👉 Intercâmbio com outros softwares; 👉 Possibilidade de extensões para modelagem de instalações hidrossanitárias, elétricas e de ventilação e detecção de conflitos entre essas disciplinas; 👉 Facilidade de gerenciar as informações dos elementos modelados; 👉 Disponibilidade de avaliação de eficiência energética. Lembrando que, atualmente, existe muito conteúdo disponível para aprendizagem do programa e da metodologia. Você pode acompanhar os seguintes canais para aprender um pouco mais sobre o Archicad: Existem outros softwares BIM, entretanto, não possuem muita adesão no Brasil, sendo: AECOsim, Vectorworks, TEKLA Structure, Allplan Architecture, entre outros. Você pode até escolher alguma dessas plataformas BIM para ser sua ferramenta de trabalho, mas isso pode ser um fator que dificulte a implementação da metodologia no seu escritório, pois será mais dificultoso encontrar informações e tutoriais que o auxilie até o domínio da ferramenta. Para implementar a metodologia de forma exitosa, primeiro é preciso escolher qual software  você irá utilizar. Em seguida, procure por conteúdos que ensinam a metodologia e o programa que você escolheu, para que assim, você compreenda a nova maneira em que você vai projetar. Não hesite em começar a aplicar seus conhecimentos, entendemos que existem receios, mas a metodologia é baseada em processos, que são únicos, por envolver diferentes pessoas com diferentes características. O ideal é que nesse momento, você contrate um BIM Manager (Gerente BIM), especialista instrutor responsável pela implementação em estágios iniciais. Ele irá apresentar o programa, desenvolver um template de acordo com o perfil do escritório, orientar sobre as bibliotecas BIM e gestão de projetos. No início surgirão dificuldades, mas elas são necessárias para a evolução. A cada projeto feito com a metodologia, analise o que funcionou bem ou o que precisa ser acrescentado para melhorar nos próximos que virão. Assim, é possível perceber o progresso e ter parâmetros de resultados, qualidade das entregas e do seu nível de produtividade. Agora você sabe que o processo tradicional dos escritórios propicia maior margem para erros uma vez que as informações e etapas de um projeto permanecem desconectadas e desorganizadas, problema esse que afeta a produtividade, o faturamento e o serviço final ao cliente. E o uso da plataforma BIM, não só irá mudar o futuro da arquitetura como também já é o presente do mercado atual! Nós da Vobi, queremos te ajudar a dar os próximos passos para sair do processo tradicional e fazer parte do escritório do futuro, ou seja, com a Vobi, você: ✔️ Entrega uma experiência mais completa aos seus clientes. Entende que o projeto de arquitetura é apenas o início e apenas uma das etapas da jornada. Portanto, seu faturamento por cliente é maior, bem como o nível de satisfação (o que gera mais indicações). ✔️ É moderno e organizado, por isso tem mais tempo para focar nos clientes e projetos mais importantes. ✔️ Enxerga o escritório como uma empresa e seus processos (que são digitais) estão todos em dia. ✔️ Acompanha seus números diariamente, conhece de perto o seu faturamento, lucro por projeto e tem muito claro as suas metas. E, para isso, é muito simples! Basta solicitar o seu convite aqui. O convite é o primeiro passo que você estará dando para o futuro. Após sua solicitação é só aguardar o contato da nossa equipe que passará todas as orientações de como seguir com a contratação, bem como, sanará todas as suas dúvidas antes de fechar qualquer negócio. E aí, o que você está esperando? Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? O mundo está mudando, não fique parado no tempo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/portfolio-de-arquitetura-online Title: Como Fazer um Portfólio de Arquitetura Online? Meta Description: Reunimos neste artigo um guia com tudo o que você precisa saber para construir um portfolio de arquitetura online matador. Confira: Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/portfolio-de-arquitetura-online ## Headings Structure: H1: Como fazer um portfólio de arquitetura e construção online? H2: Por que devo ter um portfólio de arquitetura e construção online? H2: O que incluir em um portfólio de arquitetura e construção online? H3: 1. O seu melhor trabalho H3: 2. Personalidade H3: 3. Detalhamentos H3: 4. Histórico H3: 5. Informações de contato H2: Quantos projetos devo adicionar ao meu portfólio de arquitetura e construção online? H2: O que é SEO e como isso vai me ajudar? H2: Com que frequência devo manter o meu portfólio de arquitetura e construção online atualizado? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Como fazer um portfólio de arquitetura e construção online? H2: Por que devo ter um portfólio de arquitetura e construção online? H2: O que incluir em um portfólio de arquitetura e construção online? H3: 1. O seu melhor trabalho H3: 2. Personalidade H3: 3. Detalhamentos H3: 4. Histórico H3: 5. Informações de contato H2: Quantos projetos devo adicionar ao meu portfólio de arquitetura e construção online? H2: O que é SEO e como isso vai me ajudar? H2: Com que frequência devo manter o meu portfólio de arquitetura e construção online atualizado? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Portfólio de arquitetura e construção: As estratégias que levam à ascensão profissional H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ter um portfólio de arquitetura e construção online é essencial para trilhar tanto uma carreira profissional na empresa dos seus sonhos, quanto dedicando-se ao crescimento do seu próprio negócio. Quer esteja se candidatando a uma empresa ou trabalhando como profissional autônomo, você precisará de um portfólio de arquitetura e construção sólido para provar o seu valor como profissional - e em meio a era tecnológica, torna-se imprescindível construí-lo digitalmente. Embora ainda seja necessário reunir um portfólio impresso ou em PDF, incluir um site profissional ao seu arsenal torna mais fácil para empresas e clientes em potencial entrarem em contato com você e até mesmo compartilharem seu trabalho. Por isso, reunimos neste artigo um guia com tudo o que você precisa saber para construir um portfólio de arquitetura e construção online matador. Confira: Uma parte do trabalho com arquitetura ou construção civil inclui ter que comercializar a si mesmo e suas habilidades. O networking, por exemplo, é uma habilidade que muitos profissionais aprendem para ter sucesso no campo criativo. Todavia, ter o dom da palavra exige não apenas falar, mas também agir. Dispor de um portfólio de arquitetura e construção online acessível apenas com uma conexão à internet e um dispositivo digital capaz de visualizá-lo, fará com que o seu trabalho esteja sempre convenientemente disponível em qualquer situação. Ele também se torna útil como meio de compartilhamento: enquanto um portfólio em PDF só pode ser enviado por e-mail, praticamente todos os aplicativos de mensagens permitirão o envio de um link, conferindo uma maior vantagem para o seu negócio perante a concorrência. Assim sendo, se feito da maneira correta, um site pode até mesmo fazer parte da publicidade e do networking da sua empresa. O mais importante é lembrar que, assim como em um currículo, um portfólio de arquitetura e construção online é uma ferramenta de auxílio a expansão de uma carreira, portanto, deve ser útil para atingir os objetivos profissionais de quem o utiliza. Por isso, em vez de se perguntar o porquê de tê-lo, comece a pensar quais são os seus objetivos e como ele pode ser otimizado para ajudá-lo a alcançá-los. Uma das partes mais desafiadoras do processo de construção de um portfólio de arquitetura e construção online é decidir o que exatamente incluir. Pensando nisso, elencamos as cinco coisas que você nunca deve deixar de fora: Nem é preciso dizer que um portfólio de arquitetura e construção online deve ser uma coleção dos seus melhores trabalhos. Revise-os e escolha entre oito a dez de seus projetos mais bem sucedidos. Esses trabalhos devem mostrar suas habilidades e sua capacidade de colaborar nos esforços da equipe, portanto, certifique-se de destacar também os projetos nos quais você fez contribuições significativas. Faça o possível para incluir trabalhos mais atuais - ou seja, qualquer coisa que tenha sido feita nos últimos cinco anos. Ao contrário de um currículo em que você precisa manter o profissionalismo, em um portfólio de arquitetura e construção online você tem um pouco mais de liberdade para mostrar sua personalidade. Adicione aspectos pessoais no design do seu site e em sua redação e não tenha medo de adicionar uma foto, mas certifique-se de que seja profissional. Embora os clientes possam aceitar renderizações 3D, você terá melhores chances de conquistar outros escritórios de arquitetura adicionando fotos de detalhes de construção, esboços manuais e modelos, pois, muitos desejam encontrar alguém versátil e capaz de contribuir para um projeto de inúmeras maneiras, seja por meio da modelagem 3D ou da solução criativa de problemas. Se você gosta de criar planos e modelos de projetos teóricos em seu tempo livre, não tenha medo de incluí-los entre seus outros trabalhos concluídos. Você pode usar projetos teóricos para mostrar às empresas e clientes a sua capacidade de criar quando não está vinculado a um briefing ou mesmo a um orçamento. Através de um portfólio de arquitetura e construção online, é possível dedicar uma página inteira apenas às suas informações básicas. Use esta oportunidade para criar um artigo que aborde quem você é e do que você é capaz como profissional. Discuta sua formação educacional, sua experiência profissional e quaisquer interesses relevantes, mas certifique-se de fazê-lo de uma maneira amigável e coloquial. Não se esqueça de incluir prêmios e elogios, organizações das quais você faz parte e quaisquer outras atividades extracurriculares relacionadas ao trabalho. Seu site é o seu cartão de visita virtual, então, nunca se esqueça de incluir suas informações de contato, desde seu endereço de e-mail até suas contas profissionais de mídia social. Se você tem um blog ou uma página do YouTube onde carrega renderizações ou fala sobre insights relacionados à arquitetura, sinta-se à vontade para adicioná-los também. Agora que você já sabe o que não pode faltar em um portfólio de arquitetura e construção online, aqui estão as respostas para algumas perguntas que provavelmente você deve estar se questionando: A resposta a essa pergunta remete ao que você deseja alcançar com seu portfólio. Com portfólios impressos, eles sempre dizem que você deve apresentar apenas seus melhores trabalhos - isso não apenas demonstra habilidades críticas, mas também mantém a contagem de páginas em um número razoável. Para sites, é possível ter quantos dados quiser, portanto, isso depende exclusivamente do resultado desejado. Se você deseja ser conhecido por apenas uma inovação ou tipo de construção, ou deseja que as pessoas vejam apenas o que de melhor você tem a oferecer, basta fazer upload dos projetos correspondentes. SEO significa Search Engine Optimization, ou seja, uma ferramenta de otimização de sites. Pode ser considerada complexa a princípio - afinal, toda uma indústria foi construída a partir dela - mas, em termos simples, ela se resume a uma boa mistura de links, conteúdo e palavras-chave disponíveis em sua página, aumentando a probabilidade de mecanismos de pesquisa orgânica, como Google, recomendarem o seu site. Há muitas maneiras de aumentar a classificação de SEO, mas talvez a mais importante a se lembrar é incluir o próprio nome, ou o nome da empresa que você usará, em lugares de destaque, como a url, os títulos e cabeçalhos da página. Isso pode parecer óbvio, mas na verdade é surpreendentemente fácil de esquecer. Outro ponto importante é não criar gráficos baseados em imagens! A desvantagem dessa abordagem é que os mecanismos de pesquisa não podem processar dados baseados em imagens, o que significa que seu site não é tão amigável com SEO quanto você gostaria. Se você decidir ter um site bonito e personalizado, vale a pena se certificar de que seja feito corretamente, pois tentar "hackear" seu caminho para um site bonito geralmente causa mais danos do que benefícios. Existem poucas coisas mais desagradáveis ​​para um contato em potencial do que um portfólio de arquitetura e construção online que parece abandonado. A regra é que você provavelmente deva atualizá-lo pelo menos uma vez a cada 6 meses, desde que tenha um novo projeto para adicionar. Como alternativa, você pode optar por fazer atualizações regulares em uma base mensal ou semanal, criando artigos que sejam úteis para outros arquitetos ou profissionais da construção civil. Essa é uma ótima maneira de divulgar a si mesmo além de mostrar que você é um pensador engajado, sem mencionar o fato de que artigos úteis com títulos relevantes são amigáveis ​​para SEO. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/programas-de-arquitetura Title: 8 Programas de Arquitetura que Todo Arquiteto Deve Conhecer Meta Description: 8 Programas de Arquitetura que Você Deve Conhecer: Autocad, SketchUp, Archicad, Revit, Vray, Lumion, Photoshop e Vobi. Confira as principais funções de cada um. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/programas-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Programas de arquitetura: quais são os mais utilizados no mercado H2: Importância da utilização de programas de arquitetura H2: 8 melhores melhores softwares para arquitetura H3: AutoCAD H3: Sketchup H3: Plataforma BIM H3: Lumion H3: V-ray H3: Pacote Adobe H3: Vobi H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Programas de arquitetura: quais são os mais utilizados no mercado H2: Importância da utilização de programas de arquitetura H2: 8 melhores melhores softwares para arquitetura H3: AutoCAD H3: Sketchup H3: Plataforma BIM H4: Revit H4: Archicad H3: Lumion H3: V-ray H3: Pacote Adobe H3: Vobi H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os programas de arquitetura permitem a eficiência dos fluxos de trabalho no desenvolvimento de projetos. Essas ferramentas são atualizadas com frequência, adaptando-se às inovações tecnológicas e de mercado. Há muitos motivos para a escolha de um software, que pode ser desde o seu preço, popularidade, sistema operacional da máquina ou até fatores como simplicidade e design agradável de sua interface. O fato é que, todos precisam ser bem avaliados na hora da aquisição. Esses programas possuem pontos positivos e negativos e o ideal é concluir qual irá contribuir para a melhoria da qualidade do seu produto. Vamos te ajudar a entender melhor sobre essas ferramentas de trabalho e como suas decisões interferem na gestão do seu escritório. Acompanhe nosso artigo, ao longo do texto você irá aprender sobre: O projeto de arquitetura consiste em um agrupamento de informações técnicas para orientar a construção de uma determinada construção ou intervenção. Desse modo, a sequência de etapas do projeto, permite compreensão de como isso irá se materializar e quais atividades serão feitas. Para criar espaços funcionais, dotados de conforto, estética e com recursos disponíveis no momento, é preciso ter todas as informações técnicas estruturadas. Para isso, o uso da tecnologia é um aliado na hora de projetar. A utilização de softwares para arquitetura são ferramentas essenciais para que o profissional consiga elucidar suas ideias para clientes e demais pessoas envolvidas. Os softwares que auxiliam na criação de desenhos técnicos, como plantas baixas e perspectivas tridimensionais, são inúmeros e, constantemente, são atualizados para acompanhar as inovações da construção civil e da tecnologia. Posto que, a maior parte do tempo de desenvolvimento de um projeto, é empregado para realização de representações gráficas que sejam traduzidas sozinhas. O papel de excelentes plantas baixas, esboços, detalhamentos, simulações de imagens realistas, animações, realidade virtual e o uso coerente de textos, é facilitar a compreensão dos colaboradores e despertar a conquista do cliente. São muitos materiais a serem desenvolvidos em um projeto, como também há uma gama de programas de arquitetura existentes no mercado. O que podemos afirmar é que cada software tem sua função, cada projeto tem necessidades específicas e cada arquiteto trabalha de uma forma diferente, não dá para assegurar que existe um programa ideal para todos os arquitetos. Há muitos fatores envolvidos nessa escolha: recurso financeiro, domínio do software, máquina disponível para instalação, número de colaboradores do escritório, entre outros fatores. Muitos profissionais escolhem mais de uma ferramenta de trabalho, usufruindo de dois ou três softwares diferentes. A nossa dica Vobi de hoje é: o ideal é que no momento de começar um projeto, seja feita a elaboração de um plano de ação, com a definição de quais softwares para arquitetura serão utilizados. Isso contribui para que todos do escritório estejam cientes das decisões e evite perda de tempo futuras como, por exemplo, se um colaborador começar a passar as informações de um levantamento em um software, sendo que era esperado que aquele projeto fosse iniciado em outro programa, haverá retrabalhos nesse processo. Como dito, muitos profissionais de arquitetura e design de interiores, utilizam mais de um software para executar as representações gráficas em projetos. Isso porque, todos tem seus pontos positivos e negativos, e os arquitetos usam as melhores ferramentas que cada um dispõe. A escolha do software depende de qual tipo de projeto está se desenvolvendo. Projetos mais simples e rápidos podem se adequar melhor com programas CAD e projetos maiores, que exigem 3D detalhado e listas de quantitativos, requerem a utilização de uma plataforma BIM. O primeiro passo, mais importante, é pesquisar quais são as opções, analisando o preço dessas licenças. Qual ou quais se encaixa melhor na sua realidade. Separamos as principais funcionalidades de cada um. É um software CAD (projeto auxiliado por computador), muito conhecido na área da construção civil. É uma ferramenta fácil de manusear, por isso, os profissionais utilizam bastante para fazer detalhamentos em projetos de todos os tipos, como arquitetura, interiores, paisagismo e urbanismo. Podendo ser utilizado para obtenção dos seguintes desenhos técnicos: Há três versões diferentes do software: o AutoCAD, o AutoCAD LT e o AutoCAD estudante. Onde, a primeira possui o custo de R$ 8.668,00 por ano e são concedidos todos os recursos do programa, a segunda conta com alguns recursos limitados, entretanto, possui um valor bem mais em conta, R$ 1.894,00 por ano, e a terceira, a versão estudante, que é gratuita para pessoas vinculadas a alguma instituição e que comprovem o vínculo, sendo limitado o uso apenas para fins educacionais. Um dos melhores softwares para arquitetura é, sem dúvidas, o Sketchup, próprio para criação de maquetes eletrônicas de forma rápida e prática. O software é de fácil utilização e possui muitos recursos disponibilizados de forma gratuita na internet, a exemplo dos blocos para Sketchup. Entre algumas das funcionalidades do programas, estão: Além disso, o programa possui um módulo complementar - o LayOut - que permite a organização dos desenhos, facilitando na hora de detalhar o projeto. Com ele, é possível incluir vistas do modelo, adicionar dimensões, ajustar linhas, escalas, gráficos e legendas. Por esses motivos, muitos profissionais da área são adeptos ao seu uso. No Brasil, comumente arquitetos utilizam o AutoCAD para elaboração de desenhos 2D somado ao uso do Sketchup para elaboração da modelagem 3D. Em relação a outros programas de arquitetura, o Sketchup possui um valor mais em conta, dispondo de um preço de aproximadamente R$ 1700,00 por ano. É muito importante a aquisição da licença do produto original, para ter um produto com performance e qualidade em sua máquina, como também, não haverá qualquer risco de multas por uso indevido de um produto pirateado. No próximo tópico, abordaremos essa questão com maiores detalhes. Atualmente, muito tem-se falado sobre programas de arquitetura BIM (Modelagem de Informação da Construção), onde é possível criar e gerenciar informações estruturadas para obter-se as representações técnicas e o planejamento do projeto. A ideia da aplicação dessa metodologia nos softwares, é gerar melhores resultados a partir do aprimoramento de fluxos de trabalho e melhor precisão nas tomadas de decisões das etapas de projeto. Em resumo, na prática, seria a união dos softwares: AutoCAD e Sketchup, e mais, planilhas com informações aprofundadas. Se você quer começar um projeto de uma edificação em uma plataforma BIM, basta adicionar as informações das paredes com suas dimensões de altura, espessura e comprimento. Além disso, as informações de materiais, fabricantes, custos e texturas. O resultado desses preenchimentos será, o desenho bidimensional, a maquete eletrônica e a possibilidade de extração dessas informações inseridas por meio de tabelas de quantitativos. Tudo em um só lugar! No Brasil, há dois softwares para arquitetura BIM que estão cada vez mais sendo difundidos, o Revit, desenvolvido pela Autodesk, e o ArchiCAD, desenvolvido pela Graphisoft. No Revit, o processo de desenvolvimento de desenhos técnicos é otimizado pois conforme o desenho em planta é feito, os cortes e fachadas também são gerados, evitando que esses outros dois desenhos precisem ser criados posteriormente, só será preciso configurar questões de visualização, escalas e espessura de linhas. Outra questão importante é a disponibilidade de conjunto de elementos com propriedades e representações gráficas parametrizadas - as chamadas famílias. Elas são encontradas no próprio programa, disponibilizadas na internet ou criadas, e todas elas podem ser alteradas com a necessidade do projeto. O preço do programa custa um pouco mais de R$ 10.000 por ano e, atualmente, tem mais adeptos no Brasil, muitos profissionais de engenharia também utilizam. Já o software Archicad, em relação aos outros, ainda está se consolidando no mercado brasileiro. Ele possui funcionalidades semelhantes às do Revit, contudo, há uma certa dificuldade de se encontrar objetos paramétricos para o programa. O software oferece uma biblioteca interna, onde é possível alterar as propriedades estabelecidas de forma prática, por exemplo, as dimensões de esquadrias, luminárias, móveis, equipamentos sanitários, vigas, lajes, entre outros podem ser alteradas com poucos cliques. Também, existem muitas escolas online que ensinam qual melhor forma de parametrizar esses objetos, ou seja, como construir uma biblioteca própria que possa ser alterada conforme surjam novas demandas nos próximos projetos. Em relação a comparação de custo dos programas, o Archicad leva vantagem, o preço do pacote básico custa em média R$ 2.000,00. Para conseguir imagens computadorizadas realistas - itens muito importantes na hora de vender um projeto -, os arquitetos utilizam softwares renderizadores. O Lumion é um desses programas de arquitetura bastante utilizados na hora de representar imagens com qualidade O software consegue importar o arquivo 3D vindos de outros softwares, como o AutoCAD, Sketchup, Archicad e outros. O Lumion possui um acervo de texturas e objetos para compor o cenário da modelagem de um determinado projeto e assim, renderizar as cenas de forma ágil. O último lançamento do programa está custando em torno de R$ 10.000,00. No site Lumion, é possível fazer o download do teste antes de você decidir fazer esse investimento. Outro renderizador que intensifica a qualidade e propicia realismo a imagem, é o V-Ray, com ele é possível aplicar texturas realistas às volumetrias e fazer ajustes de iluminação, relevo, cores, reflexão e transparência dos objetos. Entre algumas funções que o software faz nas cenas, estão: Compatível com muitos programas de arquitetura 3D, mas principalmente com o Sketchup, o V-Ray é um indispensável renderizador, muito difundido no Brasil. O custo de investimento anual é de aproximadamente R$ 2.000,00. Existem outros programas, que não foram desenvolvidos necessariamente para a área da construção civil, mas que possuem uma grande importância na finalização de projetos. Os softwares de design têm um papel fundamental na manipulação de imagens, a exemplo temos, o Photoshop. O programa é capaz de editar imagens, geralmente depois de renderizadas, para ajustes de contrastes, brilho ou até fazer montagens com outras fotos, como a inserção de vegetações, pessoas, carros, entre outros. Para o processo de diagramação de apresentações, também é necessário programas de design, como o Illustrator e o InDesign. Geralmente, esses são utilizados para montagem de pranchas de concursos, ilustrações e slides. Caso você faça uso de mais de um software, talvez essa conta pese no custo operacional total de sua empresa, por esse motivo é importante escolher programas de arquitetura que sejam o mais completos possíveis, para que você só adquira um, no máximo dois. Pensando em soluções que concentrem tudo em um único local, nós da Vobi, também desejamos entregar uma experiência completa, reunindo todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar. Oferecemos soluções completas para gestão do seu negócio de ponta-a-ponta, conectando clientes e profissionais através das mais modernas ferramentas e recursos digitais. Desde: ✔️ Gestão de Projetos; ✔️ Gestão de Orçamentos; ✔️ Gestão de Documentos; ✔️ Gestão de Pagamentos; ✔️ Gestão de Tarefas; ✔️ Cronograma de Projetos e Obras; ✔️ Site para o escritório; ✔️ Ferramenta de criação de Moodboard e muito mais! Clique aqui para conferir mais sobre o programa mais cobiçado entre arquitetos e designers! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/projeto-luminotecnico Title: Projeto Luminotécnico: Usando Técnica e Emoção Meta Description: Criar projeto luminotécnico é desafiador, mas também poderoso. Seja um arquiteto diferenciado através dos conhecimentos em iluminação. Saiba mais! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/projeto-luminotecnico ## Headings Structure: H1: Projeto luminotécnico: usando técnica e emoção na arquitetura H2: Projeto luminotécnico residencial H2: Tipos de iluminação H2: Cor de luz H2: Simbologia elétrica H2: Calculadora de iluminância H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Projeto luminotécnico: usando técnica e emoção na arquitetura H2: Projeto luminotécnico residencial H2: Tipos de iluminação H2: Cor de luz H2: Simbologia elétrica H2: Calculadora de iluminância H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O projeto luminotécnico pode ser desafiador em muitos sentidos. O profissional precisa acumular expertises técnicas, ter olhar sensível para as emoções que pretende causar, considerar as características do ambiente, os produtos e o budget do cliente, dentre tantos outros detalhes capazes de impactar não apenas o espaço, mas até a saúde dos usuários. Continue lendo para saber mais! Ao final do texto você terá aprendido sobre: Projetar iluminação é uma arte à parte no assunto arquitetura e design. São conhecimentos específicos, muito técnicos e, ao mesmo tempo, sensíveis, que impactam de diversas maneiras, não apenas o ambiente, mas também o usuário do espaço. É preciso conhecer bem os efeitos, as necessidades de cada cômodo, a quantidade de luz requerida, para extrair todos os benefícios que a iluminação consegue proporcionar. O profissional que domina essas competências, invariavelmente, tem destaque no mercado de trabalho, que ainda é muito carente dessas qualificações. No Brasil, seguimos a Norma brasileira para ambientes de trabalho internos: ABNT, NBR, ISO, CIE 8995-1, que serve de parâmetro norteador para os projetos de iluminação residencial, pois, atualmente, não existe uma norma específica para ambientes residenciais. As residências diferem dos ambientes comerciais em vários aspectos. Nos lares, questões como quantidade certa de luz no ambiente com fins de produtividade, alto desempenho, segurança do trabalho e demais aspectos funcionais da luz, não são os únicos balizadores das decisões de projeto. Envolve função estética, tem relação com conforto, conexão com os gostos e estilos das pessoas que vão morar naquele espaço também. Em um projeto luminotécnico residencial o profissional tem em mãos uma demanda maior da sua criatividade, na medida em que ele deve pensar também em criar atmosferas especiais, proporcionar múltiplas sensações e emoções através do espaço. No geral, a iluminação comunica a personalidade e as preferências dos moradores, sendo um dos elementos mais importantes dos projetos arquitetônicos e de interiores. Afinal, nas palavras de Oscar Niemeyer: Então podemos considerar que, para gerar esses resultados diversos, tanto práticos, quanto cênicos, a iluminação de residências pode ser feita de incontáveis maneiras. O primeiro passo na hora de projetar é definir o conceito do espaço, considerando as diversas camadas que o constituem: teto, paredes, móveis, pisos, etc. Entenda que os melhores projetos luminotécnicos são aqueles que não se restringem a iluminação dos tetos ou ao convencional ponto central de luz. Efeitos impressionantes são obtidos quando o profissional compreende que antes de especificar os (belos) modelos de luminárias ou os tipos de lâmpadas, ele precisa estudar o espaço na sua totalidade, em termos de conceito e partido. Inclua nessa tarefa o estudo das características principais do espaço, como materiais predominantes, cor de parede e do teto, etc., pois todas essas questões também impactam na refletividade e, consequentemente, na quantidade de luz necessária. Em suma, em um projeto luminotécnico deve-se: ✔ Estudar as sensações desejadas: sossego ou animação, atmosfera cênica ou desempenho de atividade, sensação pessoal ou impessoal; ✔ Estudar os efeitos: tarefa, geral, decoração, usos diversos; ✔ Estudar o que iluminar: Parede, teto, marcenaria; ✔ Estudar como iluminar: Budget e análise do mercado de produtos; ✔ Realizar especificação, cálculo e detalhamentos técnicos. A verdade é que o projeto de iluminação avalia os usos e se molda para atendê-los. Assim, temos hoje como os três principais tipos de iluminação artificial: A luz direta é aquela que incide sobre certa superfície de forma direta, ou seja, sem nenhum tipo de “barreira” ou filtro. Muito usada em mesas de trabalho ou em quaisquer outras demandas por iluminação funcional. A indireta, por sua vez, é aquela luz refletida, isto é, que se direciona primeiro para alguma superfície, e a iluminação do espaço, como consequência, provém desse desvio. O efeito é suavizado e isso possibilita soluções bem diferenciadas. Enquanto que a difusa, refere-se à iluminação obtida através de um difusor, seja ele de vidro, seja de acrílico. Esse tipo de luz diminui os índices de ofuscamento e o efeito alcançado é homogêneo (de baixo contraste), o que transmite maior conforto aos usuários. Vale sempre ressaltar que o uso do espaço é fator importantíssimo no estudo de um projeto luminotécnico. Sendo assim, recomendamos que esteja claro para você os objetivos daquele espaço desde o começo, inclusive porque hoje, na maioria das vezes, os espaços são multifuncionais e a iluminação precisa acompanhar essa premissa. Entenda que os efeitos e aplicações da luz estão diretamente relacionados com a escolha dos tipos de iluminação e, em todos os casos, é preciso considerar os objetivos do projeto conforme o uso daquele ambiente. Normalmente, são possibilidades de iluminação: Em breve síntese, luzes de efeito geral correspondem às fontes luminosas que jogam luz para todos os lados e, em razão disso, funcionam como a luz principal do ambiente. As lâmpadas principais são: bulbo (ou mini bulbo), vela e tubulares (60 cm, 120 cm e 240 cm). Ambientes de trabalho ou qualquer espaço destinado à execução de atividades, requerem luzes específicas, conhecidas como luz de tarefa. Elas variam, claro, de acordo com a atividade que vai ser executada. Quando a intenção é iluminar apenas uma certa direção, temos a luz de destaque, ou seja, aquelas direcionadas a alguma posição específica. Ao aplicá-las, é importante atentar para o ângulo de abertura das lâmpadas, pois são os responsáveis pela intensidade luminosa que incide no espaço. Para cenas de destaque, recomendamos o uso das lâmpadas dicróicas ou mini dicróicas para alcançar efeitos de miniaturização (aqueles mais discreto e pontuais); PAR 20, 30 ou 38 para fachos médios ou abertos; e, ainda, AR 70 ou 111 para fachos médios ou fechados. Quanto  maior o ângulo de abertura, maior também é a intensidade luminosa, e esses graus variam, aproximadamente, entre 12º, 24º, 36º e 60º. Por último, quando quiser proporcionar atmosferas cênicas em um projeto luminotécnico, a luz ideal é a decorativa. Sua aplicação pode ser feita através de lâmpadas como: bipino, vintage, led, filamento e defletoras. Além disso, destacamos que as fontes luminosas têm aparências diferentes e essa variação acontece por conta da temperatura de cor das lâmpadas escolhidas. É que, dependendo da distribuição espectral, a luz que entendemos como branca tem tonalidades diversas, podendo ser quente ou fria. Essa temperatura de cor impacta diretamente no corpo e mente dos seres humanos. Quanto mais “amarelada”, maior é a sensação de bem-estar e conforto. A cor quente na iluminação se adequa melhor às propostas intimistas, pessoais e de descanso. Proporciona aconchego e sua estética é elegante, ideal para ambientes internos e residenciais. Já as cores frias fazem o oposto: despertam os usuários, colocando-os em estado de constante alerta. Quanto mais “azulada”, mais forte é o convite à tomada de ação. Nesse sentido, cores frias não se aplicam em dormitórios ou em nenhum outro cômodo residencial, apenas para espaços comerciais, e, mesmo assim, em propostas muito específicas, a exemplo de clínicas e hospitais. A unidade de medida utilizada para medir essa grandeza é Kelvin (K). E, segundo a norma: fontes de luz de até 3.300 K são consideradas de temperatura quente; entre 3.300 K e 5.300K a luz é neutra; e acima de 5.300K é fria. Recomendamos lâmpadas de 2.700K ou 3.000K para a cor quente; 4.000K ou 5.000K para a cor neutra (sendo que a de 5.000K já tem uma tonalidade mais azulada e se não for essa a intenção, é melhor optar por 4.000K); e 5.500K ou 6.000K para a luz fria. Como esse assunto é de suma importância e costuma gerar muitas dúvidas, clique aqui e leia nosso artigo completo sobre a cor de luz nos projetos luminotécnicos. Na hora de criar um projeto luminotécnico, assim como acontece durante a elaboração de qualquer outra prancha do projeto arquitetônico ou de interiores, o profissional utiliza de recursos gráficos de representação. Como as ideias precisam ser de fácil compreensão, é muito importante que sejam padronizadas e, nesse sentido, falamos em simbologia elétrica para nos referir aos símbolos que identificam os componentes elétricos dentro de um projeto. São feitas através de geometrias simples, cada uma representando alguma instalação ou ponto elétrico no projeto. Além disso, vale ressaltar, as simbologias devem estar sempre associadas ao uso de legenda, para garantir o esclarecimento do prestador de serviço. A NBR 5444 da ABNT é a norma de referência nesse quesito. Ela está cancelada desde 2014, contudo, como não foi criada nenhuma outra depois disso, é de livre escolha dos arquitetos se basear nela ou criar suas próprias simbologias e legendas em seus projetos de iluminação. Confira nosso artigo completo sobre simbologia elétrica, clicando aqui. Ambientes sem a quantidade ideal de luz são problemáticos em diversos aspectos. Saiba que a iluminação insuficiente dos ambientes prejudica o desempenho das atividades, impacta na segurança das pessoas, força a visão, pode gerar dores de cabeça e tantos outros danos à saúde; assim como, por outro lado, o excesso de luz é sinônimo de desconforto e irritação. Nesse sentido é que os parâmetros da Norma brasileira 8995-1 de iluminação de ambientes de trabalho internos da ABNT se aplicam ao projeto luminotécnico residencial, não como uma regra, mas como guia. Dentre outras questões, a norma trata da iluminância, ou seja, da quantidade de luz necessária para o exercício das funções nos ambientes, medida em Lux (lúmens). Para saber se o nível de lúmens no ambiente está correto, é preciso calcular. Você pode fazer isso de várias formas: através de cálculos manuais, sempre muito complexos, usando tanto o método dos lúmens, quanto o método do ponto a ponto (também conhecido como das intensidades luminosas); usar softwares de iluminação; etc. Pensando em facilitar esse cálculo, nós aqui na Vobi, desenvolvemos uma calculadora de iluminância de interiores totalmente gratuita. Ela foi criada exatamente para ajudar a verificação do nível de luz no espaço, fundamental para o sucesso de um projeto de iluminação. Para testá-la, não deixe de clicar aqui. Nesse artigo, falamos sobre o projeto luminotécnico e você pôde perceber quão importante para a arquitetura e o design ele é. A iluminação costuma exigir muito dos profissionais da área e você pode ler nossos outros artigos do blog para se aprofundar em cada um dos temas que abordamos aqui. Conta para a gente depois o que achou? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/psicologia-das-cores-na-arquitetura Title: Psicologia das cores na arquitetura: saiba como projetar Meta Description: Bons projetos são resultado de muita experiência e estudo. Saiba como aplicar a psicologia das cores em seus processos projetuais e ter melhores resultados! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/psicologia-das-cores-na-arquitetura ## Headings Structure: H1: Psicologia das cores na arquitetura: sabedoria para o bom projetar! H2: Afinal, o que é psicologia das cores? H2: Psicologia das cores na arquitetura e interiores H2: Psicologia das cores: vermelho H2: Psicologia das cores: azul H2: Psicologia das cores: amarelo H2: Psicologia das cores: roxo H2: Psicologia das cores: laranja H2: Psicologia das cores: verde H2: Psicologia das cores no Marketing H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Psicologia das cores na arquitetura: sabedoria para o bom projetar! H2: Afinal, o que é psicologia das cores? H2: Psicologia das cores na arquitetura e interiores H2: Psicologia das cores: vermelho H2: Psicologia das cores: azul H2: Psicologia das cores: amarelo H2: Psicologia das cores: roxo H2: Psicologia das cores: laranja H2: Psicologia das cores: verde H2: Psicologia das cores no Marketing H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A Psicologia das Cores é um ramo do conhecimento que busca compreender o comportamento e apreensão humano em relação às cores. Por meio de análise, é possível chegar a conjuntos mais claros sobre os efeitos que cada cor gera nas pessoas em relação a emoções, sentimentos e desejos. Aspectos culturais e biológicos também são levados em conta, o que vai ao encontro do que se precisa compreender para o desenvolvimento de projetos. Por isso, a psicologia das cores na arquitetura e interiores é importante de ser estudada. Na Bauhaus, a escola de arte e desenho que veio a determinar o estilo do século XX no ocidente discutiu-se muito sobre qual é a forma que melhor se adequa a cada cor. Enquanto as coisas eram pintadas com as cores que a natureza lhes deu – e as coisas que não tinham cores naturais recebiam as cores que a simbologia medieval recomendava, não diretamente relacionada à psicologia das cores. Nessa simbologia, ao formato circular correspondia a cor básica azul, pois o céu é azul e as pessoas o concebiam como uma cúpula redonda. O formato quadrado pertencia ao vermelho, pois o quadrado não é uma forma natural, e sim sempre uma criação humana; o vermelho ativo era a cor simbólica da matéria, da realidade, corporificada no estável quadrado. A terceira cor básica, o amarelo, estava tradicionalmente ligada ao triângulo, Deus era frequentemente representado simbolicamente, como o olho no triângulo amarelo, o centro da iluminação. A descrição acima traz muitos elementos importantes para a reflexão acerca da psicologia das cores, principalmente no que tange arte e arquitetura, objetos deste artigo, abordados nas seções listadas abaixo. Eva Heller, em seu livro Psicologia das Cores, aponta que as cores afetam a emoção e a razão. Colocado no subtítulo, partimos dessa compreensão para pensar o que é psicologia das cores, algo que perpassa todas as atribuições humanas, de forma intencional ou não. As cores têm propriedades físicas, mas também podem ser trabalhadas de acordo com sua relação umas com as outras e em diferentes materiais nas quais se encontram. Devem ser consideradas sua temperatura, iluminação e pigmentação, a influência na percepção da dimensão de espaços e o peso na harmonia dos elementos contidos nele, mas também a emoção, o simbolismo, e capacidade de gerar impacto na memória: a recordação. As cores podem transmitir a sensação de ambiente mais quente ou mais frio de acordo com sua absortância, assim como acontece com as lâmpadas e suas temperaturas. Diferentes cores aplicadas no mesmo ambiente podem dar impressão de ampliá-los ou reduzi-los, e também em sua aplicação em diferentes direções ou quantidade, o peso. A partir daqui veja como aplicar cada cor segundo a psicologia das cores na arquitetura, interiores, paisagismo e tantas outras possibilidades em relação às emoções, simbolismo em projetos memoráveis e nos que poderá projetar. Ter conhecimento sobre a influência das cores nos projetos de arquitetura, interiores, paisagismo e até mesmo urbanismo é fundamental para o sucesso deles. Ao ter contato com as necessidades dos clientes, as informações coletadas podem ser analisadas à luz da psicologia das cores e traduzidas em vontades, desejos que serão refletidos em cores – seja em objetos grandes, pequenos, pinturas ou papéis de parede em revestimentos diversos. O que não pode é faltar cor! Ambientes internos são muito interessantes de se pensar cor porque refletem muito a personalidade de quem o utiliza. Em residências, cada familiar tem seu gosto que pode ser refletido justamente na composição dos ambientes privados. Já em instituições como escolas e hospitais, as necessidades das equipes técnicas podem ser intrínsecas às cores ali utilizadas, como nas vestimentas, que na psicologia das cores, verde tranquiliza a todos. Cada cor imprime diferentes significados nos ambientes, sejam internos ou externos, bem como sua relação com a iluminação natural e artificial. Nas próximas sessões veremos primeiramente as cores primárias e, em seguida, as secundárias na psicologia das cores na arquitetura e interiores e demais projetos. Ao final, são dadas dicas sobre psicologia das cores no marketing para incrementar as mídias sociais de seu escritório ou compartilhar com colegas. O vermelho é a cor do poder, da vida e nunca fica em segundo plano. As possibilidades de combinação de cores com vermelho não cessam, e para a arquitetura atrelada a psicologia das cores o importante é a sensação que se deseja passar com o projeto. Ao longo da história da humanidade luz, sombra, pigmentos e diversos materiais foram combinados para criar espaços impactantes ou acolhedores. O vermelho claro simboliza o coração ativo e o vermelho escuro simboliza o ventre, o feminino. Por isso, na psicologia das cores, o vermelho escuro produz um efeito de tranquilidade, por estar junto ao preto, como a noite. Por ser análogo ao laranja e violeta, o vermelho é muito bem utilizado em composições paisagísticas como ponto de cor, assim como em diversas tipologias de projeto e ambientes. As nuances, ou os tons de vermelho podem ser encontrados de forma natural em diferentes materiais, como a terra e suas formas trabalhadas de cerâmica, tijolos e pigmentos para tingir tecidos de vestimentas ou ornamentação de interiores, como estofados. Para entender mais sobre o vermelho na psicologia das cores, não deixe de conferir nosso artigo completo, clicando aqui. Azul é uma das cores elementares, primárias. O significado mais importante na psicologia das cores do azul está no simbolismo e nos sentimentos vinculados a esta cor. Pela simbologia antiga, o azul era a cor do feminino, presente na pigmentação do manto de Maria, a exemplo da fé católica (vermelho para Jesus, púrpura-violeta para Deus-Pai, verde para o Espírito Santo), mas também é da cor da pele de Krishna, deus hindu. O azul é passivo e tranquilo. Introvertido, no simbolismo azul pertence à água, que também é um elemento feminino da natureza. Pode ser aplicado em fachadas de residências, bem como em seu interior: as paredes de corredores ficam ótimas em azul-claro. Veja aqui o artigo completo sobre azul na psicologia das cores, com mais exemplos em residências, instituições e informações históricas. A relação entre as três cores primárias – vermelho, azul e agora amarelo, descrito aqui - é bastante presente nos campos artísticos, como mencionado na introdução deste artigo. No entanto, amarelo é a mais clara dentre todas as cores que com adição do branco se aproxima da apreensão de luz e está relacionada à inocência, juventude, mas também à maturidade quando em tons mais amarronzados. Interior de escritório na cidade de São Paulo, capital do estado homônimo, Brasil. Amarelo é representante da alegria e da vida – em todas as suas fases. Para entender melhor, veja aqui o artigo completo sobre o amarelo na psicologia das cores. Agora partiremos para as cores secundárias do círculo cromático: roxo, laranja e verde, cores instigantes. Os tons de roxo variam a depender da quantidade de preto ou branco existentes a partir do violeta, a última cor visível no arco-íris. A beleza da cor se encontra na natureza e no próprio corpo humano. O cérebro é representado, nas concepções energéticas, com a cor violeta, pois nele se conectam os sentimentos e a inteligência. Além do intelecto, o violeta vincula a sensualidade à espiritualidade, sentimento, amor e abstinência. No violeta todos os opostos se fundem, assim como essas sensações perpassam os demais tons de roxo. Na psicologia das cores, roxo, malva, violeta e lilás simbolizam a fantasia, a busca anímica, a realização de sonhos. Em ambientes internos residenciais ou institucionais, a cor roxa pode criar a profundidade necessária em corredores ou em quartos grandes cuja intenção projetual é de trabalhar o conceito de aconchego, como nos vitrais do Salão Nobre do Teatro Municipal de São Paulo. Da mesma forma, o roxo é utilizado para criar intensidade em ambientes por meio da aplicação de pontos de cor, como em quadros nas paredes e almofadas e, em ambientes externos, criam-se jardins com espécies vegetais em tons de roxo para contrapor o verde. Veja aqui o artigo completo sobre o roxo na psicologia das cores, essa cor ambígua e intrigante. Cor secundária, resultado da mistura entre vermelho e amarelo, o laranja é na psicologia das cores relacionado a recreação, diversão e sociabilidade. O lúdico é o lado mais forte do laranja, pois ele vincula, harmoniza. O laranja é a cor complementar do azul (que é a cor do espiritual, da reflexão e do silêncio), sendo o seu pólo oposto, representando a expressividade! Van Gogh disse: “Não existe laranja sem azul” – com isso, explica Eva Heller, o pintor aponta que quanto mais intenso o azul, mais escuro o laranja é. Quanto mais intenso o laranja, mais radioso é o azul. Materiais como tijolos de barro são alaranjados e intensificam suas propriedades em composição com outras aplicações em azul, mas também na complementaridade do vermelho. O laranja clareia e aquece, e essa é a mistura ideal para alegrar o corpo e a mente. Misturado ao branco ou tonalizado de marrom, o laranja perde a sua força, mas jamais seu calor. (Eva Heller) Na psicologia das cores, laranja é a combinação de luz e calor pois a claridade não é tão aguda quanto a do amarelo e sua temperatura não é intensa como a do vermelho. Ambientes alaranjados são agradáveis. Confira mais sobre esse tom, lendo o artigo sobre Psicologia das cores laranja. Na psicologia das cores, o verde representa a ideologia da consciência ambiental, a esperança de vivermos em um mundo melhor. Amor à natureza – fauna e flora – é essencial na construção desse novo mundo, junto à promoção do respeito às culturas humanas. Simbólico e abundante na natureza, o verde e seus tons são aliados na hora de conceber projetos de arquitetura e paisagismo, pois tem grande aplicabilidade. Na psicologia das cores, o verde empregado em quartos, salas e cozinhas, que são ambientes internos de residências, remete à saúde e bem-estar. Diferentes espécies de vegetação também criam pontos de cor verdes dentro dos ambientes, mas é nos espaços externos que se pode desenvolver projetos paisagísticos incríveis. É preciso estudar a origem das plantas - se exóticas ou não – para implantá-las de modo a se desenvolverem plenamente. Acompanhe mais sobre esse conteúdo, clicando aqui para ler sobre Psicologia das cores Verde. Por fim, apesar de ser muito importante compreender a psicologia em relação a cada cor, deve-se saber como divulgar e anunciar os projetos e as ideias dos escritórios. Por isso, seguem informações acerca de psicologia das cores no marketing, publicidade e propaganda, que julgamos fundamentais para o bom desempenho profissional atualmente, junto de nossa plataforma. A influência das cores é primordial na área do Marketing e na Publicidade e propaganda. Nessas áreas, cada detalhe é pensado para que cause impacto no consumidor, para fortalecer a marca de um produto ou de uma empresa. A psicologia das cores agrega valor à identidade visual e pode estimular a aquisição de produtos ou serviços por parte do impacto aos clientes. Sentimentos positivos atrelados às cores devem ser incentivados. Os negativos, desincentivados. O subconsciente não analisa tão rapidamente a ponto de tomar uma decisão rápida – onde comer em uma praça de alimentação lotada, por exemplo – se inicialmente a cor do restaurante não lhe agradou. Muitas empresas, principalmente do ramo alimentício, utilizam o vermelho em logomarcas e lojas com técnicas de marketing e psicologia das cores. Da mesma forma, empreendimentos relacionados à saúde vão procurar tons azuis ou verdes, e espaços de lazer e renovação, o amarelo. As disruptivas vão gostar do roxo, as voltadas ao lazer e recreação, laranja. Para entender um pouco mais sobre o que é a psicologia das cores no Marketing e como usá-la de forma estratégica no seu negócio, acompanhe o artigo clicando aqui. Cada cor traz, portanto, emoções e sentimentos atrelados. Ao empregá-las no projeto, muito em consonância ou contraste umas com as outras é possível encontrar diferentes arranjos a partir do conceito e partido dos projetos. Não deixe de consultar os artigos individuais! Ter conhecimento sobre o significado da psicologia das cores na arquitetura e interiores é fundamental, como visto. Esperamos que neste e nos demais artigos você tenha encontrado informações relevantes para desenvolver os melhores projetos! Até a próxima,Equipe Vobi HELLER, Eva. Psicologia das Cores. Olhares: São Paulo, 2021. Psicanálise Clínica (psicanáliseclinica.com) --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/tendencias-2023-na-arquitetura-e-engenharia Title: Tendências 2023: o que esperar para arquitetura e engenharia Meta Description: Conheça as principais tendências para arquitetura e construção civil em 2023. Saiba o que estará em alta no segmento e as novidades para o setor. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/tendencias-2023-na-arquitetura-e-engenharia ## Headings Structure: H1: Tendências em 2023: o que esperar para arquitetura, engenharia e design H2: Quais as cores do ano 2023 H3: Coral H3: Suvinil H3: Sherwin-Williams H3: Eucatex H2: Quais os eventos de construção civil para 2023 H3: CASACOR H3: Expo Revestir H3: FEICON H3: ABCasa Fair H3: DW! Design Weekend H3: ABRAFATI SHOW H2: Quais as principais tendências de arquitetura para 2023 H3: Paredes texturizadas H3: Design Comfy H3: O Design biofílico continua H3: Interior com exterior H3: Piscinas, Spas, Saunas infravermelhas H3: Academias equipadas e espaços de meditação H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Tendências em 2023: o que esperar para arquitetura, engenharia e design H2: Quais as cores do ano 2023 H3: Coral H3: Suvinil H3: Sherwin-Williams H3: Eucatex H2: Quais os eventos de construção civil para 2023 H3: CASACOR H3: Expo Revestir H3: FEICON H3: ABCasa Fair H3: DW! Design Weekend H3: ABRAFATI SHOW H2: Quais as principais tendências de arquitetura para 2023 H3: Paredes texturizadas H3: Design Comfy H3: O Design biofílico continua H3: Interior com exterior H3: Piscinas, Spas, Saunas infravermelhas H3: Academias equipadas e espaços de meditação H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em 2022, muito se viu o constante uso de materiais naturais e utilização de cores inspiradas na terra. Além do mais, o design biofílico continuou em crescimento disparado, onde os arquitetos e designers utilizaram formas orgânicas e texturas naturais. Mostrando assim, que algumas práticas vieram para ficar, e essas ideias serão cada vez mais utilizadas também como tendências 2023. À medida em que as pessoas ficaram cada vez mais conscientes depois de terem vivenciado uma pandemia, e seus objetivos estão voltados para o bem-estar e ações sustentáveis, a grande tendência do design continua sendo o conceito sustentável com produção feito em pequena escala - valorizando os feitos locais. Confira o cenário de todas as tendências 2023 e fique por dentro das novidades para aplicar em seus projetos através dos seguintes tópicos: As cores têm a capacidade de influenciar o humor das pessoas. Não é por menos que os tons do interior de restaurantes são mais quentes, como o vermelho, amarelo e laranja. Essas são cores que podem impactar no aumento de apetite do cliente. Assim, como os tons mais frios como azuis claros são utilizados em quartos de bebês para aumentar a calmaria, confiança e criatividade. Ou seja, as cores estão diretamente ligadas à percepção do ambiente pelo usuário. Pensando nisso, as cores do ano 2023 escolhidas por marcas que levam em consideração, em seus estudos, as próximas tendências 2023 assim como o contexto em que as pessoas estão inseridas. Confira a seguir, as cores das marcas Coral, Suvinil, Sherwin-Williams e Eucatex. A cor do ano 2023 da Coral é o Silêncio de Inverno. A tonalidade é um verde claro com uma pegada terrosa. A intenção é que o tom influencie no fortalecimento do contato com a natureza, sendo uma cor positiva para melhorar as energias presentes no espaço utilizado - transparecendo, ainda, os desejos de conexão com a natureza ocasionados dos últimos tempos. A cor do ano de 2023 da Suvinil é a Calcita Alaranjada. Ela é feita com pigmentação 100% natural e tem seu tom energético. Representando renovação e inspiração na ancestralidade e na esperança por seguir em frente, caminhando firme pelo presente. Seguindo então, a tendência de arquitetura do ano anterior - a busca pela atmosfera de recomeço e de expectativa. A cor do ano 2023 da Sherwin-Williams é o Meu Caminho (SW 9081). O tom é convidativo para conexão com o espaço em que se está inserido. “Meu Caminho” foi inspirado pela ideia de encontrar a beleza além de nós mesmos”, comenta Patrícia Fecci, a gerente de Marketing para Serviços de Cor&Design das tintas Sherwin- Williams. A Eucatex definiu a cor do ano de 2023 como a Calmaria. Uma tinta suave que desperta harmonia e serenidade na decoração, além de passar a sensação de tranquilidade. Para conferir todas as cores eleitas como tendência 2023, clique aqui e confira nosso artigo completo. Com inúmeras apresentações e debates sobre inovações das tendências 2023, esses encontros reúnem diversos profissionais e promovem marcas. Estar presente nesses eventos 2023 é importante para compreender-se, na prática, a performance de materiais e sistemas. Além do mais, é uma ótima oportunidade para fazer networking e conseguir novas parcerias. Você sabe quais eventos estão com datas confirmadas para 2023? Anote aí: Conhecida como a maior mostra de tendências 2023 da Arquitetura, Design de Interiores e Paisagismo das Américas, a CASACOR tem o diferencial de ocorrer todo ano em vários locais espalhados pelo continente americano e conta com a participação de centenas de arquitetos, designers e paisagistas renomados. Os dias do evento variam de acordo com o local, mas a primeira edição do ano já confirmada, a CASACOR Paraíba acontecerá em 30 de março de 2023, mas ainda não há local definido. Considerada a maior feira do setor de revestimentos da América Latina, a Expo Revestir tem como lema “Expo Revestir 2023: Trilhando novos caminhos”. Esse evento 2023 já possui data marcada para os dias 14, 15 e 16, das 10h às 19h e no dia 17 acontece das 10h às 17h. Essa edição acontecerá no São Paulo Expo e por isso, dobrará de tamanho, o qual será uma experiência inédita prometida pelos promotores do evento. A mostra levará conexão com tecnologias, tendências 2023 e conceitos dos novos rumos da construção civil. A FEICON é um evento que possibilita uma visão completa dos setores da construção civil e arquitetura em um só lugar. O evento 2023 conta com mais de 700 expositores nacionais e internacionais organizados em quatro setores: instalações, acabamentos, externos e estruturas. A FEICON tem data para acontecer nos dias 11 a 14 de abril de 2023, das 10 h às 20h, no São Paulo Expo, localizado na cidade de São Paulo, SP. A ABCasa Fair é uma feira de artigos de casa e decoração que apresenta as principais tendências 2023 em diversos setores, entre eles estão: utilidades domésticas, decoração de ambientes, decoração de festas, plantas e flores, têxtil, presentes criativos e artigos de papelaria. Considerada uma das maiores feiras do setor, atualmente esse evento 2023 possui duas edições, confira as datas: A Design Weekend é considerada um dos três maiores festivais urbanos de design, as edições promovem a cultura do design incorporado em áreas como decoração, artesanato, urbanismo, inclusão social e digital, negócios e sustentabilidade. A DW! engloba diversas palestras, visitas guiadas, exposições, feiras de negócios, premiações, lançamentos em vários locais (distritos de design). O período confirmado para acontecer está entre os dias 11 a 19 de março de 2023, entretanto, o local ainda está para ser definido. A um evento completo que apresenta as inovações e tendências 2023 do setor de tintas, as exigências sobre sustentabilidade e soluções, bem como conteúdo especializado com profissionais nacionais e internacionais. Além do mais, fomenta a conexão de fornecedores e clientes. A 18ª edição do evento contará com uma programação e temáticas imperdíveis. Esse evento 2023, ocorrerá entre os dias 21 a 23 de novembro de 2023, no São Paulo Expo, localizado na cidade de São Paulo, SP. As paredes texturizadas fazem parte das tendências de 2023 e são aquelas que apresentam algum relevo, seja por qualquer tipo de material. Quer sejam tratadas com madeira, pedra, gesso, cal, texturas acrílicas ou tintas. Essa prática é uma ótima opção para quem quer mudar o aspecto de um ambiente de um jeito prático e econômico. As texturas têm a capacidade de valorizar o espaço, tornando-o atraente. Um ponto forte das paredes texturizadas é a grande variação de opções existentes que podem ser aplicadas em ambientes internos ou externos. Separamos alguns exemplos de efeitos que podem ser aplicados com texturas, acompanhe: Todos sabem que a pandemia deixou efeitos negativos e positivos na vida das pessoas. Como citamos anteriormente, agora se olha com mais atenção para o próprio bem-estar e como o lar pode proporcionar isso. Os novos locais de trabalho como o home office exigiram e ainda exigem que as pessoas permanecessem em locais mais agradáveis. Foi nesse contexto que a decoração comfy ganhou espaço nos últimos tempos dentro da arquitetura e do design de interiores e também como uma das tendências 2023. O comfy utiliza-se de cores neutras, formas orgânicas, materiais naturais e design biofílico. Ou seja, esse estilo reúne temáticas que fazem parte das últimas tendências. Essa tendência 2023 foca em móveis funcionais e soluções de espaços integrados, para que sejam otimizados e assertivos para as necessidades dos usuários. Para isso, a integração dos espaços com a utilização de mobiliários e itens que tragam acolhimento, por exemplo, o uso de poltronas com almofadas, mantas e cestos. Ou seja, elementos que possuam texturas agradáveis ao toque. Os mobiliários curvos também combinam com a estética comfy. A título de exemplo, temos o sofá curvo, que foi bastante utilizado nos últimos tempos, principalmente em mostras de arquitetura. As arestas arredondadas fazem convite ao uso e descanso. Eles podem ser utilizados diretamente no chão ou sobre alguma estrutura de madeira. Outra questão importante na decoração comfy é a utilização de materiais naturais para deixar o ambiente mais receptivo, agradável e dotado do conceito de sustentabilidade. As pedras, fibras, tecidos, madeiras e outros materiais naturais trazem a conexão com a natureza, deixando o ambiente com aspecto mais leve. Em suma, utilizar o design para melhorar a vida é ótimo para as atuais necessidades pós-pandêmica das pessoas. Gostou desse conceito? Comece já a inseri-lo em seus projetos de interiores. Temos um artigo especial sobre essa temática, clique aqui para acessá-lo. Nos últimos anos ele esteve presente quando o assunto era tendência e no ano de 2023 nada mudará - o Design Biofílico continuará em alta na decoração de interiores. O termo biofilia remete ao amor (philia) pela vida (bio), onde os ambientes promovem a conexão dos seres humanos com a natureza. O principal objetivo aqui é inserir a natureza aos ambientes com a utilização do verde, folhas, flores, cores neutras e materiais naturais. Além do mais, intensificar o uso de iluminação natural e ventilação, espaços para descanso, vistas para a natureza, entre outros exemplos. Tudo isso a fim de garantir maior qualidade de vida. É muito prático inserir esse conceito de tendência 2023 em seus projetos. Pensar em locais para vasos de plantas que tenham expressividade já é apropriar- se da biofilia. Ou até canteiros internos de alvenaria ou revestidos com madeira. Mas se você deseja algo ainda mais estruturado, as paredes verdes se destacam como soluções biofílicas. Os jardins verticais são versáteis e possuem diversas possibilidades de aplicação, bem como de tipos de plantas. E ainda, os jardins verticais podem melhorar o isolamento acústico do ambiente. As folhas absorvem parte das ondas sonoras, portanto, quanto mais plantas você tiver dentro e fora do ambiente, mais o som ficará abafado. #Dica: Leia também o artigo: 5 motivos para ter uma parede verde no seu projeto, clique para ter acesso. As tendências 2023 estimulam a cura e bem estar físico e mental de seus usuários e, para isso, a presença da natureza é essencial - como visto no tópico anterior. Integrar os ambientes internos aos externos é uma forma direta de inserir o design biofílico em seus projetos. Entretanto, essa tendência merece um tópico à parte pois veio para ficar em 2023. A integração pode ocorrer através de esquadrias com transparência ou através da comunicação direta de dois ou mais ambientes. Como a tendência de arquitetura em 2023 ainda é criar espaços internos que estimulam a calma e quietude e ofereçam, através do design, locais para práticas e rituais com foco no bem-estar dentro de casa, acompanhe a seguir quais serão os espaços tendências 2023: A máxima é ter verdadeiros espaços com instalações dignas de hóteis. O que abrirá oportunidades para a criação de volumetrias trabalhadas com diferentes luzes, materiais e conceitos. As tendências para arquitetura 2023 são uma resposta ao momento atual de cuidado físico e mental e recomeços sustentáveis. Agora que você já está por dentro de todas as tendências 2023, vamos projetar! www.artfire.com.br/blog/ www.casa.abril.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/tipos-de-pintura-de-parede Title: Tipos de Pintura de Parede: da Teoria à Prática Meta Description: Descubra neste artigo, tudo o que você precisa saber sobre tipos de pintura de parede da teoria à prática. Aprenda sobre acabamentos e efeitos decorativos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/tipos-de-pintura-de-parede ## Headings Structure: H1: Tipos de pintura de parede: da teoria à prática H2: Tipo de tinta H3: À base de água H3: À base de óleo H2: Acabamentos para os tipos de pintura de parede H3: Fosco H3: Acetinado H3: Semi-brilho H3: Brilhante H3: Texturizado H3: 1. Tráfego H3: 2. Brilho da tinta H3: 3. Imperfeições H3: Dica Bônus H2: 06 tipos de pintura de parede decorativas H3: 1. Pintura em estêncil H3: Pintura geométrica H3: Pintura efeito lavagem de cor H3: Pintura efeito Strié H3: Pintura rolada H3: Pintura esponjada H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Tipos de pintura de parede: da teoria à prática H2: Tipo de tinta H3: À base de água H4: Vantagens das tintas à base de água: H4: Desvantagens das tintas à base de água: H3: À base de óleo H4: Vantagens das tintas à base de óleo: H4: Desvantagens das tintas à base de óleo: H2: Acabamentos para os tipos de pintura de parede H3: Fosco H3: Acetinado H3: Semi-brilho H3: Brilhante H3: Texturizado H3: 1. Tráfego H3: 2. Brilho da tinta H3: 3. Imperfeições H3: Dica Bônus H2: 06 tipos de pintura de parede decorativas H3: 1. Pintura em estêncil H3: Pintura geométrica H3: Pintura efeito lavagem de cor H3: Pintura efeito Strié H3: Pintura rolada H3: Pintura esponjada H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Saiba como escolher o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma loja de tintas apresenta um número esmagador de opções para qualquer pessoa que esteja em busca de pintar algum ambiente da casa. Para se ter uma ideia, existem tantos tipos de pintura de parede atualmente, que a tomada de decisão não pára mesmo depois de selecionar a cor desejada. Sem uma compreensão básica dos termos usados ​​pelos fabricantes de tintas, é difícil saber exatamente o que escolher. Felizmente, se tudo o que você deseja fazer é renovar as paredes da sua casa, um rápido mergulho neste artigo o levará da teoria à prática e irá lhe dizer tudo o que você precisa saber sobre qual tinta é perfeita para a tarefa em questão. Confira: A pintura protege as paredes e também adiciona cor, padrão e textura. No entanto, existem algumas diferenças de composição que podem interferir no resultado almejado, ou seja, nos tipos de pintura de parede que você deseja para o seu projeto. De uma forma geral, uma lata pode conter um tipo de tinta: A maioria dos tipos de pintura de parede vendidos, hoje, são à base de água, principalmente por causa de sua facilidade de uso. Mas, atenção: se sua superfície foi previamente revestida com um produto à base de óleo, tenha cuidado ao mudar para uma tinta à base de água, pois você pode ter problemas para aderí-la à superfície. Nessa situação, é recomendado lavar a superfície e, em seguida, torná-la áspera com uma lixa de grão médio a liso - deixando-a limpa, seca e sem brilho para evitar que a nova camada descasque. ✔️ Não requer um pré-tratamento; ✔️ Evita crescimento de mofo; ✔️ Baixos níveis de emissões tóxicas; ✔️ Limpeza fácil com água; ✔️ Acabamento elástico e flexível, resistente a rachaduras; ✔️ Pode ser usado em quase todas as superfícies; ✔️ Cor estável ao longo do tempo, não amarela nem desbota à luz do sol. ❌ Não duram tanto quanto as tintas à base de óleo ou uretano; ❌ Pode descascar caso as paredes estejam úmidas. A tinta à base de óleo, também chamada de tinta à base de solvente, pode ser usada em quase todas as superfícies, apresentando alta durabilidade e acabamento rico. Sua resiliência também a torna ótima para acabamento, uma vez que pode resistir a um uso considerável sem desgaste. Mesmo assim, tenha cuidado, pois a tinta a óleo emite vapores fortes e não pode ser lavada com água. Ao optar por este, dentre os tipos de pintura de parede, será necessário lavar os pincéis e outros materiais utilizados com solvente. ✔️ Bom para ambientes com alta umidade (por exemplo, banheiro ou cozinha); ✔️ Tempo de secagem mais longo (bom para fazer correções); ✔️ Bom "nivelamento" (pinceladas se preenchem para criar um acabamento suave); ✔️ Acabamento durável. ❌ Níveis de emissões tóxicas podem ser prejudiciais para respirar. Como exemplificado acima, as tintas para os tipos de pintura de parede de interiores se enquadram em duas categorias abrangentes, determinadas por sua composição: à base de óleo e à base de água. Ambos usam diferentes agentes para ligá-los às superfícies que cobrem, e essas bases criam características. Embora os puristas possam preferir tintas à base de óleo por sua cobertura impecável e duradoura, a facilidade de uso das tintas à base de água as tornam a escolha mais popular. Se você já escolheu a paleta de cor para o seu projeto e decidiu se irá utilizar uma tinta à base de água ou óleo, talvez você esteja se sentindo pronto para ir direto à uma loja de tintas. Mas antes de fazer isso, há mais uma etapa a ser definida: o acabamento. Há diferentes acabamentos disponíveis para cada tipo de tinta no mercado e você precisa saber qual é a melhor escolha para o seu projeto antes de começar a usar os pincéis e rolos. Para tal, existem cinco tipos de acabamentos de pintura, categorizados por sua refletividade: Pela vasta gama de opções, os clientes estão se tornando mais experimentais no uso dos diferentes acabamentos e tipos de pintura de parede a fim de criar impacto e textura reais dentro de um projeto. #Dica: Se você deseja se aprofundar ainda mais neste universo, não deixe de ler o nosso artigo completo e saiba como escolher o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto, clicando aqui. Tendo esses pontos levantados, resta o seguinte questionamento: o que considerar ao escolher um acabamento de pintura? Antes de ir até a loja e escolher um acabamento, há quatro coisas que você deve ter em mente para ajudá-lo a encontrar a tinta certa: Talvez a coisa mais importante a se considerar ao escolher o acabamento certo para os diferentes  tipos de pintura de parede é a quantidade de tráfego que seu ambiente suportará. Ambientes movimentados como cozinhas e salas de jogos se beneficiarão de acabamentos mais duráveis, como acetinado e semibrilho, enquanto ambientes mais calmos, como salas de jantar, podem se safar com acabamento fosco. O brilho de cada acabamento afeta a quantidade de luz que ele reflete de volta para o ambiente, portanto, se o seu intuito é ajudar a iluminar um local escuro, um acabamento ligeiramente mais brilhante será uma melhor escolha. Quanto mais reflexivo for um acabamento, mais ele mostrará imperfeições superficiais no que você está pintando. Se você quiser pintar uma parede com muitos orifícios ou marcas de pregos, considere uma tinta menos brilhante - ela ajudará a mascarar essas marcas e manter a aparência da parede lisa. Cada um dos tipos de pintura de parede possui uma amostra. Por isso, a dica é pegar o máximo de amostras que puder e alguns cartazes. Brinque com essas amostras - examine com que facilidade elas cobrem e espalham uma área e com que facilidade você pode limpá-las quando estiverem secas. Enquanto navegar por fotografias ou ler informações online lhe dará uma ideia geral de como os acabamentos são diferentes, é somente até você testar uma tinta no espaço desejado que será possível ter uma noção real de como ela funcionará. Com a lista aparentemente interminável de técnicas de pintura criativas disponíveis hoje, é fácil transformar completamente a aparência de um ambiente sem adicionar desordem por meio de decoração extra ou invadir sua metragem quadrada. As ideias a seguir são tudo que você precisa para conferir a qualquer cômodo da sua casa uma vibe atualizada e convidativa, não importando suas inclinações estéticas ou estilo. Entusiastas do “faça você mesmo” adoram esta técnica. A pintura em estêncil é uma maneira simples e fácil de adicionar personalidade a um espaço sem o custo de contratar um profissional. E se você está sem ideias, olha só que incrível o exemplo abaixo: A pintura geométrica é uma técnica de pintura que envolve formas e traços geométricos como composição. O mais legal dessa técnica é justamente a capacidade de grande transformação com pouco orçamento. Com apenas uma fita-crepe, rolinho, tinta e uma boa dose de inspiração você mesmo pode criá-la.  Ela pode ser utilizada como estampa, para delimitar áreas e até como substituta de painéis e cabeceiras. Ficou curioso? Clique aqui e dê uma olhada no nosso artigo sobre Pintura Geométrica. A lavagem de cor é um belo efeito de pintura que adiciona textura e profundidade a um espaço, além de ser muito fácil de aplicar. Você vai começar revestindo suas paredes com uma tinta de base acetinada e, em seguida, usar um pincel grande para pintar sobre ela com um verniz. Quer opte por uma parede com cores vibrantes ou outra mais neutra, o seu ambiente será definitivamente mais dinâmico. Strié, que é a palavra francesa para ranhuras, refere-se a um dos tipos de pintura de parede que cria linhas horizontais ou verticais para um visual que lembra o tecido do linho. É uma maneira deslumbrante de adicionar calor e textura a um ambiente, misturando-se perfeitamente com qualquer estilo de decoração. A pintura rola é aplicada com a ajuda de rolos especiais para adicionar textura e profundidade. O que é particularmente bom sobre essa ideia é que ela é sutil o suficiente para ser aplicada a qualquer estética sem invadir o design geral. O esponjado é uma técnica de pintura que é exatamente o que parece: envolve o uso de um rolo de pintura esponjoso ou esponja literal para adicionar uma textura dinâmica. Nela, é possível fazer uso de várias cores aplicadas ao acaso, uma sobre a outra, com uma esponja que produz um efeito manchado, dando textura e volume à superfície. É muito fácil de executar e não requer nenhuma habilidade ou conhecimento específico de pintura, por isso é um ótimo projeto para toda a família participar. Por fim, vale ressaltar que além de pensar nos tipos de pintura de parede, é imprescindível escolher bons fornecedores e profissionais qualificados para a execução. E agora que você já sabe tudo sobre tintas e pintura, é só escolher qual o melhor para o seu próximo projeto! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/tipos-de-piso Title: Conheça Diferentes Tipos de Piso e Como Escolher o Ideal Meta Description: Conheça as características dos diferentes tipos de piso industrializados, quais as suas indicações de uso, cuidados e vantagens. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/tipos-de-piso ## Headings Structure: H1: Os diferentes tipos de piso e como escolher o ideal para o seu projeto H2: Piso laminado H2: Piso vinílico H3: Piso em manta H3: Piso em placa H3: Régua colada H3: Régua clicada H2: Piso cerâmico H3: Piso cerâmico esmaltado H3: Piso cerâmico não esmaltado H2: Piso porcelanato H3: Porcelanato Técnico H3: Porcelanato Esmaltado H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Os diferentes tipos de piso e como escolher o ideal para o seu projeto H2: Piso laminado H2: Piso vinílico H3: Piso em manta H3: Piso em placa H3: Régua colada H3: Régua clicada H2: Piso cerâmico H3: Piso cerâmico esmaltado H3: Piso cerâmico não esmaltado H2: Piso porcelanato H3: Porcelanato Técnico H3: Porcelanato Esmaltado H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Muito se ouve falar na criatividade dos arquitetos e designers de interiores, mas você já deve ter se questionado sobre as limitantes em que a criatividade esbarra. Uma delas, com certeza, é a definição dos acabamentos. Quando pensamos em revestir uma superfície, uma das decisões mais delicadas e que exige bastante pesquisa é qual produto escolher entre os diferentes tipos de piso, afinal, trata-se de uma área altamente exposta e que precisa estar em harmonia com os demais elementos de um projeto. O mercado dispõe de uma grande variedade de tipos de piso, com acabamentos para todos os gostos e aplicações que vão além dessa superfície, podendo ser usados em paredes e também no teto. Alguns são feitos a partir do material natural apenas com beneficiamento, é o caso dos pisos de madeira que recebem tratamento anti cupim e as pedras com acabamento de resinas impermeáveis. No entanto, estes revestimentos naturais nem sempre são adequados a todos os ambientes em função de sua resistência, absorção de água, manutenção, entre outras questões, além disso, costumam ter um preço mais elevado. Outros, são feitos a partir de processos industrializados e contam com  características que trazem vantagens e desvantagens de acordo com a sua aplicação. Atualmente, estes modelos são mais comuns em construções e reformas, tanto residenciais como comerciais. Pensando nisso, preparamos este artigo que tratará sobre esta vasta gama de opções de tipos de piso. Ao longo do texto você irá conhecer as características, locais de aplicação e cuidados, para te auxiliar a fazer uma escolha certeira. Confira: Este foi um dos primeiros produtos pensados para substituir a madeira. O piso laminado, consegue uma proximidade com o material natural, justamente por ter em sua composição painéis de fibras de madeira com alta densidade. O produto possui quatro camadas de composição, uma é feita com lâmina para impermeabilizar a umidade, outra com fibras naturais e outras duas camadas finais chamadas de lâminas decorativas. São estas últimas, que dão ao piso o aspecto perfeito de diferentes espécies de madeira. Outros tipos de piso também conseguem atingir um efeito estético de boa qualidade quando se trata de imitar madeira, como os vinílicos e porcelanatos, que apresentam a superfície em relevo. No entanto, eles diferem em composição material, em resistência mecânica e nas suas possibilidades de aplicação. O piso laminado, em função de sua composição com fibras de madeira, é bastante rígido. Outra característica que o difere é o fato de não necessitar ser colado nem pregado a uma superfície, pois possui a característica de piso flutuante. Suas peças possuem encaixe macho fêmea dentro do sistema click e, abaixo das réguas, é colocado uma manta que pode ter a função de isolar a umidade ou também isolar o som, tornando-o flutuante. Uma das vantagens desse material é a propriedade de conforto térmico que o torna adequado tanto para projetos em climas quentes, como frio. O material se mantém  atérmico à temperatura do ambiente. Além disso, os fabricantes dão garantia de 12 anos para pisos em ambientes residenciais e 5 anos em comerciais. Já uma desvantagem é que ele produz mais ruído ao caminhar, o famoso som de “toc toc”. Ainda que seja feito o uso da manta isolante, o som produzido tende a reverberar nos espaços. Além disso, há mais um ponto a se considerar, esse tipo de piso é suscetível a deformidades e desbotamento quando exposto de forma intensa ao sol, assim como os pisos vinílicos. É por essas questões que cada fabricante, de acordo com as características do produto, indica o local ideal de uso. O piso laminado pode ser aplicado em áreas secas como quartos, salas, corredores e espaços comerciais. Não é indicada a sua instalação em áreas molhadas, isso porque a madeira absorve a água e pode estufar levando a apresentar deformações, mofo e até o apodrecimento do produto. Assim como a madeira natural, ele também pode ser encerado e polido para manter o aspecto novo do produto. Este é também um dos tipos de piso com menos variações de formato, é fabricado em régua e placa. O produto pode simular diversos acabamentos, indo da madeira ao concreto, no entanto, suas texturas não possuem relevo. Além do formato, são fabricados em dois modelos: o laminado de madeira e o laminado de alto tráfego. A principal diferença entre eles é que o último é indicado para locais com alto tráfego de pessoas, como espaços comerciais, por ser mais resistente ao desgaste por abrasão. E se você deseja saber mais sobre piso laminado, clique aqui e leia nosso artigo completo! Esse modelo é um concorrente do anterior em certos projetos. Tende a ter o custo mais elevado, no entanto, apresenta maior resistência. O piso vinílico é fabricado a partir do PVC, de compostos plastificantes, minerais e outros aditivos. É um dos tipos de piso mais versáteis comercializado com muitas opções de aparência, imitando desde os carpetes, padrões geométricos, madeiras, até o concreto e pedra. Para acompanhar todas essas opções, também possui diferentes formatos, podendo vir em manta, em placas e em réguas. Além da variedade, outra vantagem é a sua composição material anti-alérgica e o fato de ser bastante durável e resistente. A matéria prima de sua composição, o torna um produto flexível e, por isso, absorve melhor os impactos não emitindo ruídos. Assim como o laminado, ele também possui propriedades térmicas não sendo influenciado pelo ambiente. Nessas condições, ele é uma ótima opção para as residências tanto em regiões frias como quentes. Mas também pode ser aplicado em áreas de intensa movimentação como ambientes corporativos, comerciais e academias. Existem quatro tipos de piso vinílico, são eles: É o original, comercializado em rolo e já está no mercado há 30 anos. É um piso macio sem relevo e pode facilmente ser riscado, manchado ou até perfurado pelo calor, por isso, suas indicações de uso são espaços residenciais como quartos e corredores. Nesse modelo, os formatos variam bastante, iniciando em 30x30cm até 100x100cm e o acabamento de superfície, assim como na manta, não possui relevo. É um material mais rígido e resistente do que o anterior, mas ainda de média qualidade. É o tipo de piso vinílico fabricado em réguas flexíveis com adesivo auto colante ou colado com cola específica. Esse modelo possui alta resistência à movimentações. Esse último possui um sistema de encaixe macho fêmea clicado. A vantagem aqui é a maior qualidade estética do acabamento, além de não precisar de cola ou adesivo para sua fixação. Além disso, apresenta as superfícies bem trabalhadas com relevo, imitando fielmente a madeira e outros produtos rústicos. Quanto à instalação, os três primeiros tipos de piso vinílico exigem cola para sua fixação. As réguas podem ser também autocolantes, com adesivos na parte inferior. Apenas o clicado é que dispensa esse recurso. Com exceção das mantas que são mais flexíveis, os outros três modelos podem ser aplicados sobre pisos existentes, desde que estejam nivelados. Um dos benefícios de utilizar o piso vinílico é a espessura, entre 2 e 5mm, o que torna fácil a aplicação sobre pisos existentes sem comprometer aberturas ou ocasionar desníveis. Uma questão a se considerar é que trata-se de um material não indicado para áreas molhadas, sendo assim, é preciso ter cuidado também com a sua limpeza para que não acumule água sobre a superfície, podendo ocasionar o descolamento das peças. Quanto aos cuidados de preservação estética esse piso, ainda que imite madeira, não necessita de cera e polimento. Uma última vantagem aqui é que, com um projeto de paginação, o profissional pode criar efeitos variados aplicando o material tanto no piso como em paredes, compondo painéis decorativos, cabeceiras de cama, entre outros. Continue lendo sobre piso vinílico, clicando aqui. O piso cerâmico é um produto bastante antigo e foi evoluindo ao mesmo passo em que o porcelanato se tornou o seu principal competidor na categoria. A variedade de acabamentos e aplicações desses dois tipos de piso é semelhante. Mas a versão antiga do piso cerâmico segue requisitada nos projetos mais atuais. Isso porque alguns estilos, como o Boho chique e o rústico, estão em alta, fazendo com que os materiais com aspecto natural também estejam. A matéria prima de sua fabricação é um composto de argilas, aditivos inorgânicos e água. O processo de produção da cerâmica, com secagem, queima e esmaltação é que a torna resistente e também impermeável. Possui aproximadamente 30% de rochas e 70% de argila, enquanto que o porcelanato dispõe da proporção contrária. A queima de ambos os materiais também é feita em temperaturas diferentes, o que faz do porcelanato um material mais resistente. Mas isso em nada diminui a qualidade dos pisos cerâmicos, principalmente os de classe A. Dentre todos os modelos aqui citados, o piso cerâmico tem um custo benefício mais alto. É mais barato que o porcelanato e é mais durável do que o laminado e vinílico. Ele também faz parte dos tipos de piso versáteis, podendo ser instalado no piso, nas paredes, em áreas internas e externas, secas e molhadas. Todavia, apesar de não possuir propriedades de isolamento térmico, é considerado um piso frio, pois não altera sua temperatura em ambientes aquecidos, funcionando melhor em locais quentes e secos. Como então escolher a melhor opção? Vamos começar pelos dois modelos existentes: São os que recebem uma camada de esmalte antes da queima. É o esmalte que possibilita as diversas estampas, também em HD, proporcionando a alta qualidade na imitação de mármores, madeiras, entre outros, além de dar o acabamento brilhoso. No geral são de uso interno, mas há dentro dos esmaltados um piso com propriedade antiderrapante que é ideal para áreas externas, já que possui superfície abrasiva, evitando escorregamentos. Nos dois tipos de piso o processo é o mesmo, só que neste a camada de esmalte é substituída por uma de impermeabilizante. Nesse padrão, são mantidas as características de cor e aspecto original da massa cerâmica. Considerado como produto natural, é bastante utilizado em ambientes rústicos. As peças de piso cerâmico são fabricadas a partir do padrão 30x30cm. Quando imitam madeira em sua superfície, podem vir em formatos de régua como um piso vinílico ou laminado. Além disso, possuem acabamento de borda bold e retificado, onde é usada a junta seca que traz maior uniformidade à superfície. Outra característica a se considerar é a classificação quanto à sua durabilidade, sendo os pisos da linha A: produtos premium sem defeitos e com alta durabilidade; os da B: de qualidade média, podendo conter defeitos; e os da categoria C: produtos de baixa qualidade contendo algum defeito, diminuindo sua vida útil. Há, ainda, mais uma classificação que mede a resistência à abrasão do produto, chamada de PEI (Porcelain Enamel Institute). Este índice é aplicado apenas para os pisos esmaltados e quanto mais alto for, maior será a resistência do produto. Por exemplo, os pisos com PEI de 1-3 são menos resistentes ao tráfego, portanto, devem ser usados em áreas residenciais de pouca movimentação. Já os pisos com índice 4-5 são indicados para áreas de maior movimentação e possuem alta resistência, ideal para garagens e comércios. Para instalar um piso cerâmico, inicie pela paginação, evitando o desperdício de material e prezando pela qualidade estética final. Lembre-se que ele pode ser instalado sobre pisos existentes desde que estejam nivelados. A fixação é feita com argamassa colante especial. No encontro das peças é preciso aplicar o rejunte que fará o acabamento para impermeabilizar a superfície. No geral, os fabricantes também fazem as argamassas e rejuntes ideias para suas peças. Por fim, trata-se de um piso de fácil limpeza, a sujeira superficial pode ser aspirada ou removida com vassoura e a limpeza fina pode ser feita com pano úmido e sabão neutro. Nunca utilize recursos abrasivos. Quer saber mais sobre piso cerâmico? Confira nosso artigo completo, clicando aqui. Esse também é um piso produzido a partir da cerâmica, a diferença reside no modo de produção e os componentes de matéria prima. No geral, esses dois aspectos conferem a este material maior resistência e qualidade estética se comparado às cerâmicas convencionais. O piso porcelanato é fabricado com a combinação de vários tipos de argila, partes de rochas e minerais e outras matérias inorgânicas. No seu processo de produção, a etapa final é a queima da massa que pode chegar a temperatura de 1200 ºC. E é nesse momento que o porcelanato adquire as características que o diferem de outros tipos de piso: maior rigidez, baixa absorção de água, alta resistência ao desgaste e homogeneidade do produto. Esse processo também o torna resistente para que receba um acabamento de borda retificado com ângulo perfeito de 90º, sendo este mais utilizado que o bold. O acabamento retificado permite fazer uso da junta seca que é um menor espaçamento entre as peças dando o aspecto de continuidade nas texturas e estampas. O piso porcelanato também possui a vantagem de poder ser instalado em todos os ambientes, sejam internos ou externos, secos ou molhados. Em função da alta resistência, pode ser aplicado em locais de alto tráfego público, como estações de ônibus e corredores de shoppings. Apresenta uma vida útil de 20 anos e, diferentemente dos dois primeiros tipos de piso, esse também possui propriedades térmicas apenas para climas frios. Ainda assim, se estiver em contato direto com fonte de calor, ele pode superaquecer, por isso, alguns fabricantes dispõem de modelos específicos para área de piscina. De forma geral, podemos dizer que existem duas principais tipologias de piso porcelanato: Este modelo é o que não recebe camadas de esmalte para acabamento, portanto, o aspecto visto em sua massa também será o da superfície. Nele, a cor e o desenho da textura são feitos já na massa. O aspecto é de um produto natural e ele é considerado técnico porque é menos poroso, sendo assim, absorve menos água do que o esmaltado. Esse tipo de porcelanato possui acabamento, polido, acetinado, natural e EXT. (externo). Esse tipo é o que receberá a camada de acabamento em esmalte. É ela que define a cor, as texturas e também o relevo nas peças de piso porcelanato. Além da função estética, o esmalte dá a propriedade de impermeável ao produto. Nesse modelo, é possível encontrar acabamento em brilho intenso e superfícies opacas, podendo ser liso, áspero e rústico. Quando em relevo, se torna menos escorregadio e, por isso, é ideal para áreas externas. É comercializado como polido (esmalte brilho liso), natural e acetinado, mas em todos os casos recebe camada de esmalte. Além dos acabamentos de superfície, é grande a variedade de formatos em que o piso porcelanato é vendido. Começando na dimensão de 30x30cm até grandes formatos de 300x120cm.  Assim como os outros tipos de piso, ele também pode ser assentado sobre piso existente, desde que estejam nivelados. As peças são assentadas com argamassa colante especial para esse material e também necessitam a aplicação de rejunte. Sua limpeza é simples, com exceção dos pisos em relevo. É apenas necessário uma vassoura para tirar o pó e pano úmido com sabão neutro para limpeza fina. Em casos especiais de manchas com caneta e tinta, podem ser utilizados solventes de forma pontual sobre a sujeita. Uma última curiosidade sobre esse produto é que suas possibilidades de aplicação não param de surgir. Com a alta resistência mecânica e à absorção de água, além de um custo mais acessível, o piso porcelanato tem substituído as superfícies de quartzo e pedras naturais em bancadas de pias de cozinhas, lavabos, banheiro, áreas de serviço e até móveis decorativos. Descubra todas as vantagens do piso porcelanato lendo nosso artigo na íntegra. De um modo geral, estes tipos de piso possuem cuidados semelhantes na hora de promover a escolha ou de aplicá-los, que são: atentar para as indicações de local de uso do fabricante, índices de resistência e como promover a adequada instalação; além, é claro, dos cuidados com a limpeza, sempre com produtos suaves, sem o uso de objetos abrasivos, como esponjas de aço ou qualquer produto que possa ocasionar dano à superfície de acabamento. O fato é que de nada adianta escolher o material adequado e pular algumas etapas essenciais. O ideal é que você, como profissional, ao escolher quaisquer destes tipos de piso, realize sempre um projeto de paginação, pois ele te auxiliará a fazer o quantitativo do material, a poupar em questão de desperdício pela quebra ou cortes e ainda trazer maior beleza e harmonia no aspecto final. Por fim, aconselhe aos seus clientes a contratação de mão de obra especializada para instalação dos pisos. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/recursos/tudo-sobre-a-vobi Title: Tudo sobre a Vobi: o que é, como funciona e como usar Meta Description: A plataforma que simplifica a gestão de projetos e obras. Economize tempo, tenha controle e visibilidade da sua empresa e maximize sua lucratividade. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/recursos/tudo-sobre-a-vobi ## Headings Structure: H1: Tudo sobre a Vobi: a plataforma que simplifica sua gestão de projetos e obras H2: O que é a Vobi? H2: A história da Vobi H2: ‍Nossa missão, visão e objetivo H2: A Vobi é para mim? H2: Como a Vobi pode ajudar a crescer o seu negócio de arquitetura e construção H3: ‍Gestão de Projetos H3: Gestão de obras H3: Gestão de Orçamentos H3: Gestão Financeira H3: ‍CRM de Vendas H3: Gestão de equipes H3: Gestão de Arquivos H3: Gestão de tarefas H3: Cronograma de Obra e Projetos‍ H2: ‍Como fazer parte do futuro? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H6: Guias Especiais H1: Tudo sobre a Vobi: a plataforma que simplifica sua gestão de projetos e obras H2: O que é a Vobi? H2: A história da Vobi H2: ‍Nossa missão, visão e objetivo H2: A Vobi é para mim? H2: Como a Vobi pode ajudar a crescer o seu negócio de arquitetura e construção H3: ‍Gestão de Projetos H3: Gestão de obras H3: Gestão de Orçamentos H3: Gestão Financeira H3: ‍CRM de Vendas H3: Gestão de equipes H3: Gestão de Arquivos H3: Gestão de tarefas H3: Cronograma de Obra e Projetos‍ H2: ‍Como fazer parte do futuro? H3: Gostou? Compartilhe! H3: Continue Lendo H4: Como dizer não para o cliente: O guia definitivo de como negar um pedido de forma educada e positiva H4: Instalações Hidráulicas: Um Guia Completo para Profissionais da Construção Civil H4: Planejamento de obras: o guia para garantir o sucesso da sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A falta de tempo, documentos desorganizados em diferentes formatos e processos manuais são desafios comuns para profissionais que trabalham com projetos e obras. Sabemos que a rotina é agitada e nem sempre é possível dedicar tempo para organizar todas as informações necessárias. Mas não se preocupe, temos a solução ideal para te ajudar! Neste artigo, vamos apresentar a plataforma de arquitetura e construção mais cobiçada do mercado, que irá revolucionar a gestão dos seus projetos e obras. Aqui, você encontrará tudo o que precisa saber sobre essa ferramenta essencial, desde seus principais recursos até depoimentos de profissionais satisfeitos com os resultados obtidos. Acompanhe-nos e descubra como a implementação da plataforma certa pode otimizar sua rotina e melhorar seus resultados. A Vobi é uma solução completa para gestão do seu negócio, feita exclusivamente para profissionais de arquitetura e construção civil. Somos uma plataforma SaaS com tudo o que o seu negócio precisa para atrair e converter mais clientes, ou seja, um ecossistema completo capaz de reunir todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar. Desde: ✔️ Gestão de Projetos ✔️ Gestão de Orçamentos ✔️ Gestão de Arquivos ✔️ Cronograma de Obra e Projetos Por meio da nossa plataforma é possível conectar o profissional ao cliente, compartilhando o projeto e concentrando todas as informações em um único local. Evitando, assim, perda de informações, desgastes desnecessários e longas ligações ou conversas no whatsapp. Além de permitir uma interação mais transparente e rápida entre profissional e cliente, tudo de forma online, sendo possível acessar de qualquer lugar. Sabemos que a rotina da arquitetura e construção é caótica: é preciso prospectar clientes, fazer o marketing digital da empresa, saber utilizar softwares como Autocad, SketchUp e Plataforma BIM; ademais, há aqueles que oferecem serviços de gerenciamento de obras, consultoria, e assim por diante. Por isso, muitos acabam perdendo tempo com tarefas operacionais e burocráticas. O resultado? Eles simplesmente não conseguem "se libertar" e ter tempo disponível para focar na criação ou aquisição de novos clientes. Além disso, o setor da construção civil ainda é um campo estagnado na era analógica, fornecendo poucas alternativas e tecnologias digitais. Diante deste cenário, os fundadores (Ythalo  Silva, Fábio Witt, Guilherme Guerra e Murillo Freitas) perceberam que esses profissionais estavam sobrecarregados no operacional e não conseguiam ter tempo para se organizar e desenvolver seus negócios. O processo tradicional, que é de conhecimento geral, confere maior margem para erros uma vez que as informações e etapas de um projeto permanecem desconectadas e desorganizadas. Um problema que, segundo eles, não afetava apenas na produtividade e faturamento, mas também no serviço final ao cliente. Pensando em solucionar esse grande problema é que a Vobi surgiu: o tradicional não funciona mais! Em uma empresa tradicional: ❌ As informações ficam espalhadas em planilhas de Excel ❌ Não há controle financeiro ❌ Utiliza-se várias ferramentas desconectadas ❌ Os processos são manuais e desorganizados ❌ Não existe acompanhamento online ❌ Passa-se a maior parte do tempo apagando incêndio ‍Já em uma empresa do futuro, ou seja, com a Vobi: ✔️ As informações podem ser acessadas na palma da mão de onde estiver ✔️ O controle financeiro está em dia ✔️ É possível centralizar os processos em uma única ferramenta ✔️ Os processos são automatizados e bem definidos ✔ Há acompanhamento online, via desktop ou app ✔️ Consegue focar no crescimento e gestão do negócio A nossa missão é empoderar negócios, como o seu, através de ferramentas (de gestão, criação e marketing), conteúdos (entrevistas, cursos e artigos) e conexões (com outros profissionais, fabricantes e fornecedores). Temos como visão ser o melhor ambiente para você gerir e crescer o seu negócio de maneira digital e mais eficiente, tendo assim mais tempo para fazer o que mais gosta: criar, inspirar e transformar sonhos em realidade. Nosso principal objetivo é preparar o mercado para o novo normal. Por isso, criamos uma solução completa, baseada em três pilares, para você gerenciar e fazer o seu escritório crescer: tecnologia, crescimento e educação. Tecnologia: Aumenta sua produtividade e organização; a sua empresa se torna digital e você tem mais tempo para se dedicar ao que realmente importa: criar e se relacionar com seus clientes. Crescimento: Aumenta sua receita, encanta e atrai novos clientes; tenha acesso a diversos benefícios como: portfólio de produtos exclusivos, consultorias e muito mais. Educação: Amplie seus conhecimentos; tenha acesso a diversos tipos de conteúdos como: marketing, vendas, mercado e gestão, criados com objetivo de te capacitar ainda mais. Tudo bem, agora que você entendeu um pouco mais sobre o que é a Vobi, provavelmente está se perguntando se ela realmente é para você. E nós afirmamos, com toda a certeza, que sim! Nossa plataforma possui a solução para cada momento da sua jornada e tamanhos de negócios, seja você: 👉 Empresas de reforma; 👉 Empresas de Engenharia; 👉 Escritório de arquitetura e interiores; Por isso, se você possui uma empresa renomada ou é um profissional iniciante, não importa: na Vobi você nunca estará sozinho. Ainda está na dúvida? Então leia o próximo tópico antes de tomar qualquer decisão. Você se lembra das principais ferramentas da Vobi que citamos logo no início do artigo? Pois agora iremos falar sobre a importância de cada uma na gestão do seu negócio a fim de te convencer de uma vez por todas. Usar planilhas, documentos impressos, pastas com arquivos compartilhados e/ou enviar informações críticas por e-mails, são formas antiquadas e extremamente exaustivas de fazer a gestão dos seus projetos. Sob esta perspectiva, a tecnologia deve ser vista como uma aliada para facilitar a gerenciamento do seu negócio. Afinal, ela possibilita a automação de procedimentos e de tarefas rotineiras no processo. Por isso, a plataforma Vobi oferece todos os recursos necessários para um gerenciamento bem-sucedido do início ao fim. Assim, você e seu cliente ganham: mais produtividade, melhor comunicação, gestão de tempo eficiente, fluxo de trabalho e processos bem definidos e segurança de dados. Para saber ainda mais detalhes sobre a nossa ferramenta de Gestão de projetos, clique aqui. A ferramenta gestão de obras é uma solução que simplifica o gerenciamento de todos os aspectos relacionados às obras de arquitetura e construção. Com uma variedade de recursos integrados, os usuários podem acompanhar o progresso das obras, criar orçamentos de forma eficiente, controlar o aspecto financeiro, gerar relatórios de Curva ABC e manter um diário de obra online detalhado. Além disso, a opção de registro online, templates personalizados e medição de obras ajuda a evitar erros e atrasos, garantindo que as obras sejam concluídas dentro do prazo e orçamento previstos. Se você está em busca de uma solução abrangente, essa ferramenta é a resposta, centralizando todas as informações e recursos essenciais em um único local para simplificar e aprimorar o processo de gestão de obras. Para saber mais e solicitar um convite, clique aqui. Elaborar um bom orçamento de projetos e/ou de obras é uma das tarefas mais importantes dentro do processo de trabalho de um profissional da construção civil. A previsão correta dos custos e do andamento do processo é a chave para uma execução que atenda às expectativas do cliente. Dentre os seus benefícios estão: maior controle do projeto, mais assertividade no planejamento da obra, redução de gastos e projeção para o futuro. É claro que o orçamento pode ser feito em planilhas no Excel, porém, isso já faz parte do passado. Quanto mais se puder evitar trabalhos manuais em tarefas repetitivas que podem facilmente ser automatizadas, mais tempo para se dedicar às decisões estratégicas você terá. A plataforma Vobi oferece uma solução eficaz para a criação de orçamentos de projetos e obras de forma mais rápida e completa, economizando tempo e eliminando a necessidade de usar planilhas, permitindo simular várias versões e encontrar as melhores combinações. Além disso, oferece recursos de compartilhamento de orçamentos com clientes, possibilitando a aprovação online e centralizando todas as informações em um único local, reduzindo perda de informações e comunicações dispersas. Veja como funciona essa ferramenta incrível, clicando aqui. Com recursos que permitem acompanhar receitas e despesas, compartilhar cobranças com clientes e gerar relatórios financeiros personalizados, profissionais que utilizam a Vobi podem obter visibilidade completa do desempenho financeiro de seus projetos e obras. Isso possibilita que eles saibam se seus empreendimentos estão gerando lucro e tomem decisões mais assertivas, identificando oportunidades de economia e investimentos mais vantajosos. A ferramenta inclui relatórios financeiros poderosos, análise do fluxo de caixa, cadastro de receitas e despesas recorrentes, bem como gerenciamento eficiente de pagamentos e cobranças, fornecendo controle total sobre as finanças dos negócios. A Vobi também disponibiliza um aplicativo para celular que permite aos usuários acessar a saúde financeira de seus negócios de qualquer lugar, proporcionando praticidade e conveniência para visualizar os resultados financeiros de projetos e obras a qualquer momento. Incrível não é mesmo?! Dá só uma olhada em como funciona! Customer Relationship Management, este é o significado da sigla CRM - termo em inglês - que traduzido para o português quer dizer Gestão de Relacionamento com o Cliente. No sistema CRM é possível concentrar, em uma única plataforma, suas atividades de vendas, simplificando os processos de trabalho, além de gerenciar toda a comunicação com o cliente. Pois, por meio dele, todas as informações de contato como telefone, nome, endereço, e-mail, CNPJ/CPF, etc, são armazenadas. Em suma, ela serve para: conectar a equipe, acompanhar leads, gerenciar o cadastro dos clientes, lembrar de entrar em contato com os clientes, segmentar clientes e centralizar atendimentos. Utilizando a nossa ferramenta de Gestão de Vendas é possível ter uma visão 360º de todas oportunidades de projetos e obras: Domine o seu processo comercial e aumente as chances de conquistar clientes. Saiba mais! Acompanhe as tarefas e a produtividade da equipe de forma eficaz, centralizando informações e aumentando a eficiência operacional do negócio. Com a capacidade de gerenciar tarefas, atribuir responsáveis e observadores, e receber notificações em tempo real sobre atualizações, a ferramenta de gestão de equipes oferece visibilidade completa das atividades do time. A possibilidade de definir níveis de acesso para membros e administradores garante segurança e controle total sobre o que cada membro pode visualizar e acessar na plataforma. Conheça mais sobre essa ferramenta poderosa e domine a produtividade da sua equipe! Você provavelmente já deve ter vivido uma situação parecida com esta: 👉 Gastar horas procurando um documento importante para se dar conta, no final, que perdeu um tempo valioso de trabalho com esta busca. O principal objetivo ao se implementar uma gestão de arquivos no seu negócio é facilitar a busca de informação e, consequentemente, otimizar o tempo de trabalho. Outro ponto importante é ser possível viabilizar a recuperação da informação e preservar a memória institucional, ou seja, a história e arquivos importantes para a organização. Isso é essencial para qualquer empresa que deseja se tornar mais organizada e eficiente, sendo a gestão digital a maneira mais eficaz de realizar o procedimento. Com a ferramenta de Gestão de arquivos da Vobi, você consegue centralizar o armazenamento de todos os documentos referentes ao seu projeto em um só lugar. Sem falar aqui essa ferramenta oferece a funcionalidade de compartilhamento online de pastas e arquivos com clientes, permitindo que eles acessem os arquivos da obra e salvem informações relevantes, transmitindo profissionalismo e confiança. E para saber mais, é só clicar aqui. É de suma importância organizar as responsabilidades e a rotina de vários projetos, priorizando a definição do fluxo de atividades e prazo determinado para execução delas. Afinal, esse fator pode ser decisivo na hora de um cliente escolher você ou o concorrente. Logo, com a gestão de tarefas é possível gerar crescimento, reconhecimento profissional, evitar contratempos, aumentar a produtividade, economizar tempo, dinheiro e ter controle sobre a equipe. Para os negócios da construção civil, isso resulta em melhores resultados de valor e qualidade. Por isso, chega de utilizar o bloco de notas no celular/computador e ter problemas de comunicação com seus sócios/funcionários sobre quais são os próximos passos e quem são os responsáveis por cada tarefa. Com a funcionalidade de Gestão de tarefas na Vobi, você terá total controle das tarefas que estão pendentes para cada projeto, quem são os responsáveis, o nível de prioridade e também a data de vencimento de cada atividade. Crie e faça a gestão de todas as tarefas do seu escritório de uma maneira intuitiva e integrada com os projetos cadastrados na plataforma. Compare as suas horas trabalhadas, e da sua equipe, com as estimadas, e obtenha insights valiosos para tomar decisões estratégicas baseadas em dados. Continue lendo sobre os benefícios de uma boa Gestão de tarefas, clicando aqui. Acompanhe e gerencie todas as etapas relacionadas ao projeto e/ou obra que você está construindo! Quando falamos da gestão de um longo projeto, o entendimento e acompanhamento das etapas se torna crucial para que o trabalho tenha um bom andamento, para que o seu negócio evite contratempos e ajuste o percurso do projeto conforme necessário. Com a ferramenta mais completa do mercado, os usuários podem planejar o cronograma da obra com assertividade, garantindo que a construção aconteça conforme o planejado. O controle de prazos oferece informações precisas sobre a duração estimada de cada etapa, permitindo a definição da data de início e, automaticamente, a data final de cada etapa, bem como a duração total da obra. Além disso, a integração automática com o orçamento oferece uma estimativa mais real da obra e visibilidade da duração de cada item, garantindo uma abordagem completa. Os usuários podem atribuir responsáveis a cada etapa para um controle mais eficaz das responsabilidades da equipe e compartilhar o planejamento com o cliente para uma maior visibilidade e profissionalismo. Crie cronogramas eficientes e acompanhe os seus projetos da forma correta. Por fim, nada melhor do que escutar da própria boca dos nossos clientes como a Vobi pode potencializar a gestão da sua empresa. 👇 Se você chegou até aqui, com certeza não vai deixar a oportunidade de dizer adeus à rotina caótica e ter liberdade para ser ainda melhor, não é mesmo?! E, para isso, é muito simples! Basta solicitar um convite aqui. O convite é o primeiro passo que você estará dando para o futuro. Após sua solicitação é só aguardar o contato da nossa equipe que passará todas as orientações de como seguir com a contratação, bem como, sanará todas as suas dúvidas antes de fechar qualquer negócio. E aí, o que você está esperando? Os melhores profissionais de arquitetura e construção já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/4-dicas-para-ser-um-bom-mentor Title: 4 dicas para ser um bom mentor Meta Description: Aprenda neste artigo 4 dicas para ser um bom mentor de sucesso, capaz de beneficiar o seu negócio e a carreira dos seus colaboradores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/4-dicas-para-ser-um-bom-mentor ## Headings Structure: H1: 4 dicas para ser um bom mentor H1: 1. Seja um defensor do seu aprendiz H2: 2. Ajude-o a aprender a lidar com os clientes H2: 3. Faça o que é o melhor para o seu aprendiz H2: 4. Dê oportunidade para que ele assuma o comando H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: 4 dicas para ser um bom mentor H1: 1. Seja um defensor do seu aprendiz H2: 2. Ajude-o a aprender a lidar com os clientes H2: 3. Faça o que é o melhor para o seu aprendiz H2: 4. Dê oportunidade para que ele assuma o comando H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Aprenda como criar uma experiência de mentoria de sucesso, capaz de beneficiar o seu negócio e a carreira dos seus colaboradores. Uma escolha bastante natural para quem se forma em arquitetura ou design de interiores é o empreendedorismo. Segundo a pesquisa do Instituto Ipsos, 41% dos entrevistados opinam que as instituições de ensino precisam estimular mais o espírito empreendedor. No entanto, existem tantas coisas sobre empreender o seu próprio negócio que não são ensinadas na faculdade. Felizmente, a mentoria pode ser o caminho entre o conhecimento teórico e a experiência prática. De acordo com uma matéria divulgada pela Houzz, vários profissionais da área consultados compartilharam suas experiências quanto ao impacto que a mentoria exerceu sobre suas respectivas carreiras e quais os passos para se tornar um bom mentor. Continue lendo este artigo para conferir as dicas: Ao ser inserida no mundo da construção civil, Pierrette Tierney se viu em meio a um ambiente predominantemente masculino. Nas palavras dela: “A primeira empresa em que eu trabalhei buscava maior diversidade para o seu time, mas ainda sim era intimidador ser a única mulher em uma reunião de trabalho.” Um dos maiores talentos daquela empresa acabou se tornando seu mentor e, mais importante que isso, foi além do papel de um coach tradicional. Pierrette conta que foi ótima a experiência de ter um mentor, mas melhor ainda foi o fato de poder contar com alguém que acreditava e defendia seus interesses e opiniões dentro da empresa. “Meu mentor queria que eu tivesse voz e que fosse ouvida, a fim de contribuir com novas perspectivas.” Apesar de parecer um ato de boa vontade partido do profissional com mais experiência, essa troca de conhecimentos acarretou em benefícios para a empresa. Mesmo sendo uma área dominada por homens, metade dos clientes eram mulheres, sendo de extrema importância agregar essa visão feminina para dentro do escritório. Hoje em dia,  Pierrette Tierney tornou-se a vice-presidente do setor de desenvolvimento de negócios dentro da empresa. Staci Steidley, iniciou sua carreira como designer junior em um grande escritório comercial logo após terminar a faculdade. “Sendo sincera, se não fosse pela ajuda de uma designer chefe da área, eu estaria perdida,” disse ela. “Ela me ensinou os truques e habilidades que você não aprende na universidade.” A mentora da Staci criou um espaço seguro para fazer perguntas e tirar dúvidas. “Acontecia bem naturalmente, quando me via já estava em sua sala pedindo dicas e estratégias sobre como apresentar um projeto para um cliente de maneira confiante, como antecipar suas perguntas e como lidar com potenciais conflitos,” ressaltou. Atualmente, Staci comanda seu próprio escritório de design e contratou para sua equipe um designer júnior e um estagiário. Seu objetivo é ajudá-los da mesma forma que sua mentora a ajudou. “Não se trata de segurar a mão de alguém, mas sim de escutar e oferecer conselhos. Muitas das habilidades para lidar com clientes não surgem naturalmente. Elas levam tempo e experiência para serem adquiridas. Se eu puder ajudá-los a alcançar isso mais rapidamente será um benefício tanto para a carreira deles quanto para a empresa,” finaliza. Um dos aspectos mais gratificantes ao se tornar um mentor é poder ver um jovem profissional crescer e ter sucesso em sua carreira. E ao assumir um papel de mentoria surge a responsabilidade de fazer e pensar no que é melhor para o seu aprendiz. “Se uma oportunidade de emprego melhor aparece, que não exista dentro do escritório, não posso ser egoísta e impedir o seu crescimento,” afirma Tierney. É preciso trabalhar a favor do seu aprendiz, mesmo que isso signifique ter que abrir mão dele para o mercado de trabalho no futuro. Uma das mais importantes tarefas que um mentor tem é a de permitir que o mentorado tenha a chance de se destacar. Se torna tentador ensinar tudo o que você sabe para alguém e esperar que essa pessoa faça exatamente da mesma forma que você. Não conceder a ela uma oportunidade de propor novas ideias e assumir o comando é um desserviço tanto para a sua empresa quanto para a própria pessoa. A designer Steidley conta, por exemplo, que certa vez deu a oportunidade de um colaborador assumir o comando de um projeto de uma cozinha que precisaria de um layout totalmente novo. “O meu desejo era que ele entendesse e lidasse com cada aspecto do projeto. Uma forma de incentivar e empoderar jovens designers a expressarem suas ideias e eventualmente surgirem com soluções que eu mesma nunca teria imaginado,” acrescentou. Permitir que os jovens profissionais tenham essa certa liberdade, significa que como mentor, é preciso aprender a delegar e confiar. Uma ótima forma de compartilhar visões de projeto é através da ferramenta Gestão de projetos Vobi. Com ela é possível engajar e compartilhar com seus colegas de trabalho arquivos, todas as informações do projeto como referências, plantas e documentos e convidá-los para para dar feedbacks e deixar comentários. Além de ter toda a comunicação e anotações registrados. Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? Acesse o nosso site agora e clique em “Tenho interesse”. www.correiobraziliense.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/4-principais-erros-cometidos-por-arquitetos-e-designers Title: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers Meta Description: Existem erros muito comuns, cometidos por arquitetos e designers, que podem ocasionar a perda de uma venda para um cliente em potencial. Confira neste artigo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/4-principais-erros-cometidos-por-arquitetos-e-designers ## Headings Structure: H1: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H2: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais: H3: 1. Falar muito sobre você H3: 2. Vender muito o serviço e pouco a experiência H3: 3. Não ousar ser diferente H3: 4. Deixar de divulgar o seu trabalho H2: Dica bônus H3: Foque nos benefícios que o seu escritório pode oferecer, não só nas ferramentas H2: Conheça a Vobi H3: Uma única ferramenta para tudo H3: Interação online com o seu cliente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H2: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais: H3: 1. Falar muito sobre você H3: 2. Vender muito o serviço e pouco a experiência H3: 3. Não ousar ser diferente H3: 4. Deixar de divulgar o seu trabalho H2: Dica bônus H3: Foque nos benefícios que o seu escritório pode oferecer, não só nas ferramentas H2: Conheça a Vobi H3: Uma única ferramenta para tudo H3: Interação online com o seu cliente H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em meio a uma indústria de construção e design extremamente competitiva nos dias de hoje, ter uma proposta de venda original é essencial para se obter destaque perante os concorrentes. No entanto, existem erros muito comuns, cometidos por profissionais do setor, que podem ocasionar a perda de uma venda para um cliente em potencial. Neste artigo, iremos citar os 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers: Se você acaba por criar um monólogo sobre si mesmo e seu trabalho logo na primeira conversa com seu potencial cliente, você está negligenciando a identificação dos problemas dele. Lembre-se de que permitir que o cliente fale é estratégico. Será impossível sanar as dores do seu cliente se você não descobrir quais são. Em um primeiro contato, trazer informações como a estrutura de um orçamento, regras e políticas internas da empresa, antes mesmo de introduzir o cliente para dentro do mundo das reformas e projetos, é um dos motivos para ser rejeitado logo de cara. É mais atrativo falar sobre a mágica da experiência da arquitetura e interiores, da possibilidade de realização de um sonho. Designers que focam em um discurso inicial mais voltado à experiência do cliente do que ao serviço específico a ser contratado, sabem que haverá tempo para os assuntos burocráticos mais tarde - depois de fechar a venda com o cliente. Não desenvolver e promover uma visão própria, um ponto ideal específico ou uma marca registrada forte, pois talvez não atenda um público mais generalizado, é perder uma oportunidade de se destacar. É importante identificar o que te diferencia e compartilhar isso em suas conversas com potenciais clientes, além de divulgar em seu marketing digital. Os clientes escolhem profissionais apaixonados pelo que fazem. Não se esqueça de que você não precisa converter todos os leads, mas sim os mais qualificados para o seu negócio. Leia mais em “Qualificação de clientes: por que esta prática é tão importante?” O pecado da omissão. Deixar de mostrar ao mundo o seu trabalho é um dos maiores erros dessa lista. Afinal, quem não é visto não é lembrado, não é mesmo? Principalmente nos dias atuais em que as redes sociais possuem um grande peso no marketing digital, é preciso se manter em visibilidade. Não é preciso entregar todos os seus segredos de sucesso, mas compartilhar suas experiências, capacidades e talento ao mostrar fotos do resultado de um projeto, por exemplo, trará mais credibilidade a sua marca. Existe uma grande diferença entre ferramentas e benefícios. Uma ferramenta é um instrumento oferecido pela sua empresa, já um benefício é como essa ferramenta irá ajudar a resolver o problema do seu cliente. Um exemplo é quando o escritório oferece um “serviço completo”. A maioria dos clientes não irá entender o que realmente isso significa, ou o quanto isso importa para eles. Por isso, agregue a essa ferramenta/instrumento um benefício, começando por deixar bem claro o porquê o seu cliente deve contratar um escritório que oferece serviço completo. Escritórios que utilizam a Vobi, podem utilizar como discurso o fato de ao oferecer um serviço completo, estarem facilitando o cotidiano do cliente, pois ele não precisará se preocupar com cada etapa do projeto e poderá acompanhar tudo de maneira online ao alcance das mãos, podendo acessar as informações de qualquer lugar. Facilidade, praticidade, economia de tempo, transparência, são alguns de muitos outros benefícios para o cliente que devem ser usados a seu favor na hora da venda. A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto ou designer, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo livre para fazer o que mais gosta ou utilize esse tempo para crescer ainda mais o seu escritório. Como? Tornando o seu escritório mais digital, modernizando e automatizando cada etapa do processo. Agora você não precisa mais ficar utilizando dezenas de planilhas e pastas no Google Drive ou Dropbox, sem contar as conversas de Whatsapp e registros de e-mails. Tenha orçamentos, cotações, listas de compras, contratações e pagamentos em um único local. Seu cliente pode acessar todas a informações (se você compartilhar), de forma 100% digital em apenas uma única interface. Ou seja, além de você economizar tempo, o seu escritório se torna muito mais atraente e competitivo, oferecendo uma experiência única aos clientes. Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? Clique aqui e solicite um convite. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/6-abordagens-para-fechar-mais-vendas Title: 6 abordagens para fechar mais vendas Meta Description: Neste artigo, apresentaremos 6 estratégias que irão lhe ajudar a aumentar seu sucesso na etapa de fechamento de vendas. Conheça as diferentes abordagens. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/6-abordagens-para-fechar-mais-vendas ## Headings Structure: H1: 6 abordagens para fechar mais vendas H2: 6 abordagens para fechar mais vendas H3: 1. O fechamento assistido H3: 2. O fechamento presumido H3: 3. O fechamento natural H3: 4. O fechamento urgente H3: 5. O fechamento de alta pressão H3: 6. O fechamento personalizado H2: Antes de tentar fechar uma venda, determine se ela pode ser fechada H2: A chave para fechar uma venda: Anotações detalhadas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: 6 abordagens para fechar mais vendas H2: 6 abordagens para fechar mais vendas H3: 1. O fechamento assistido H3: 2. O fechamento presumido H3: 3. O fechamento natural H3: 4. O fechamento urgente H3: 5. O fechamento de alta pressão H3: 6. O fechamento personalizado H2: Antes de tentar fechar uma venda, determine se ela pode ser fechada H2: A chave para fechar uma venda: Anotações detalhadas H3: Continuar lendo H4: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H4: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H4: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H4: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H4: Superando objeções em vendas H4: Superando objeções em vendas H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O fechamento é a última etapa do funil de vendas. É o momento crucial no qual você apresenta uma proposta ― que pode envolver técnicas de marketing, persuasão e vendas ― destinada a transformar oportunidades em projeto. Problemas na hora de concluir a venda são mais comuns do que você pensa. Veja se isso já aconteceu com você: Você realizou um trabalho de marketing e comunicação, passou um tempo construindo um relacionamento com o potencial cliente, o instruiu sobre seu serviço, estabeleceu um vínculo, mas na hora que estava finalizando a negociação, seu “quase cliente” decide fechar o negócio com o concorrente. É frustrante, mas acontece. O fechamento não precisa ser tão difícil quanto parece. Se você fez um bom trabalho ao apresentar o produto e respondeu às objeções do cliente em potencial, o fechamento da venda será apenas uma consequência. No entanto, se as coisas costumam não correr tão bem, talvez você precise dar ao cliente potencial um empurrãozinho para fechar a venda com sucesso. Neste artigo, apresentaremos algumas estratégias que podem lhe ajudar a aumentar seu sucesso na etapa de fechamento de vendas. No decorrer dele você irá aprender sobre: Para concluir o processo do funil de vendas e concretizar o fechamento, você precisa de uma abordagem bem elaborada e pronta para funcionar. Isso significa saber exatamente o que dizer e como reverter a situação caso exista alguma objeção do cliente em potencial. Existem muitas abordagens diferentes a serem adotadas e a estratégia escolhida deverá levar em consideração o seu estilo de comunicação pessoal, a proposta e o modelo de produto que você pretende entregar para seu cliente, a personalidade do cliente em potencial e os diversos outros fatores mapeados por você desde a primeira abordagem. Por exemplo, digamos que você esteja lidando com um cliente em potencial que trabalha com um prazo apertado. Nesse caso, você pode dizer algo como: A resposta do cliente potencial a essas perguntas dirá exatamente qual deve ser sua próxima etapa para fechar a venda - antes que seja tarde demais. Imagine a seguinte situação: seu discurso de vendas foi muito bom. Você presume que o negócio está fechado neste momento, então não quer dar ao cliente potencial a opção de mudar de ideia. Então, você dedica para responder às perguntas finais e - sem perder o ritmo - começa a conduzi-lo pela venda como se ela já estivesse fechada. Por exemplo, você pode abordá-lo da seguinte maneira: Percebe o que esses exemplos têm em comum? Eles concluem a conversa com um item de ação para as próximas etapas, como se o cliente já tivesse dito "sim". Embora sejam presumidos, tais abordagens ainda terminam de uma forma um tanto aberta - se o cliente em potencial não for selar o negócio, ele terá que lhe dar mais motivos do que apenas um "não", e você ainda pode continuar a discussão sobre como concretizar a venda. Quando seu cliente potencial estiver em sincronia e você souber que a venda é iminente, você pode usar o fechamento presumido ou utilizar uma transição mais natural e colaborativa com um fechamento natural. Para fazer isso, você pode dizer algo como: Basicamente, siga o fluxo da conversa. Essas são as vendas “fáceis”. Quando você sentir que seu potencial cliente está incerto sobre a sua decisão, você pode usar o fechamento urgente para inspirar uma ação imediata tornando elementos como  preço ou a disponibilidade repentinamente limitados. Essa técnica funciona porque cria um senso de urgência e pode ajudar a superar a inércia quando um cliente em potencial deseja comprar - mas, por algum motivo, não está puxando o gatilho. Um fechamento urgente pode soar assim: Se eles estiverem interessados ​​apenas no negócio, não vão valorizar o que você vendeu. Essa é a forma mais agressiva de fechamento e normalmente não é recomendada, a menos que você esteja lidando com um comprador que responde apenas à pressão. Você pode dizer algo como: Essa técnica enfatiza as consequências que acontecerão se o cliente potencial não fechar com você ou não realizar o projeto em questão. Porém, como mencionamos anteriormente, não recomendamos o uso dessa estratégia a menos que você tenha muita certeza do perfil de seu cliente, caso contrário, você acabará por perder a venda.‍ Sabendo que você dedicou tempo suficiente conversando com o cliente em potencial e estudando suas necessidades, você poderia adotar uma abordagem totalmente personalizada para a venda. Lembre-se: Ouça atentamente o que o cliente em potencial está dizendo, para que possa personalizar sua declaração de fechamento de acordo com as necessidades dele. É semelhante ao fechamento natural, só que toda a escuta ativa é especialmente enfatizada com essa abordagem - você está quase se posicionando como um consultor em vez de um vendedor. Todos nós sabemos que fechar uma venda pode ser um desafio. Também é preciso muito tempo e esforço para “aquecer” um cliente potencial antes do fechamento. Portanto, existem alguns pontos principais que você deve observar em suas oportunidades para saber se elas podem ou não virem a se tornar projetos de fato, para que possa alocar seu tempo e recursos da forma mais produtiva possível: Não faz sentido tentar insistir em uma venda onde o cliente em questão não tem o perfil da persona traçado por você para seu escritório. Forçar esse tipo de negociação trará resultados e experiências frustrantes para ambos os lados. Isso é especialmente importante para alinhar as expectativas com seu cliente. Antes de entrar em negociações de preços e outras considerações, você precisa descobrir se você está apto a apresentar uma boa solução - o preço, em última análise, não importa se o seu produto não for adequado. Você precisa primeiro conhecer a dor. Por exemplo, apesar de ter a solução para a dor do cliente, o prazo que ele dispõe para a elaboração do projeto ou o preço que ele deseja pagar para a contratação do seu serviço não fazem sentido para você. Você pode até tentar convencê-lo a seguir com o fechamento alinhando as expectativas, mas tudo deve estar muito bem descrito em contrato para que não se tornem problemas futuros. Se, no final do processo de negociação, você receber um “não”, não leve para o lado pessoal. Observe as lições aprendidas, as novas objeções encontradas e aplique-as em seu próximo argumento de venda. E se você receber um “sim”, use esta oportunidade para melhorar todas as discussões futuras. Cada vez que você aprender uma nova maneira de fazer seus tomadores de decisão dizerem “sim”, adicione-a à sua lista de abordagens. https://www.copper.com/blog/how-to-close-a-sale https://www.thebalancecareers.com/close-the-sale-basic-closing-strategies-2917434 https://blog.hubspot.com/sales/sales-closing-techniques-and-why-they-work https://rockcontent.com/br/blog/fechamento-de-vendas/#pilares https://blog.close.com/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/6-fatores-que-impedem-que-o-seu-negocio-cresca Title: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça Meta Description: Revise seu plano operacional, mantenha contato com clientes, aposte em ferramentas online e invista em marketing agora para fortalecer seu escritório. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/6-fatores-que-impedem-que-o-seu-negocio-cresca ## Headings Structure: H1: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H2: Não estar atualizado sobre o seu negócio H3: 1. Análise de mercado H3: 2. Análise de concorrência H3: 3. Segmentação de clientes H3: 4. Plano Financeiro H2: Negligenciar as questões financeiras H2: Não ter metas específicas e mensuráveis H2: Não delegar ou automatizar tarefas H2: Não focar no serviço ao cliente H2: Ter medo de pedir avaliações para os clientes H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H2: Não estar atualizado sobre o seu negócio H3: 1. Análise de mercado H3: 2. Análise de concorrência H3: 3. Segmentação de clientes H3: 4. Plano Financeiro H2: Negligenciar as questões financeiras H2: Não ter metas específicas e mensuráveis H2: Não delegar ou automatizar tarefas H2: Não focar no serviço ao cliente H2: Ter medo de pedir avaliações para os clientes H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ser dono do seu próprio escritório tem muitos benefícios: maior lucratividade, ser seu próprio chefe, fazer negociações com outras empresas…Entretanto, há muitos desafios a serem superados diariamente e, para isso, é necessário criatividade. Desde o início da criação de uma empresa é preciso definir as estratégias certas para que futuramente não haja dificuldades em escalonar o negócio. Pensando nisso, neste artigo, iremos destrinchar 6 principais pontos que podem estar impedindo o crescimento do seu negócio: Sabemos o quanto é importante se manter atualizado sobre o mercado: é preciso acompanhar as tendências do momento e não permitir que seu serviço fique para trás. Ler bastante, trocar experiências, fazer cursos livres, especializações, visitar feiras e encontros da construção civil. Todavia, existe um ponto que é negligenciado por muitos arquitetos e designers: a atualização sobre o seu próprio negócio. Saber se os objetivos continuam os mesmos, o que demonstram os Indicadores - Chave de Desempenho (KPI - Key Success Indicator), entre outras análises. É essencial que você reavalie o plano de negócios a cada semestre ou a cada ano e o plano estratégico com frequência.  É preciso entender se os seus objetivos estão perto de serem alcançados e quais serão os próximos passos da sua empresa. Fazer uma boa pesquisa pode impactar diretamente no retorno do seu investimento. Listamos abaixo algumas informações que você deve revisar: A análise serve para você ter consciência de como está o mercado atualmente e como você pode se posicionar para solucionar as demandas. Leve em conta questões como as projeções de crescimento da construção civil, os subnichos e as formas de consumo do mercado. Avalie as atividades da concorrência e entenda como eles entregam um projeto, quanto cobram, as forças e as fraquezas. Saber quanto a concorrência está cobrando não é para você igualar o seu preço, mas sim para entender o que o difere dos demais e assim, educar os seus clientes - mostrando o seu valor agregado. Você sabe quem é o seu público-alvo? Detalhe bem a persona (idade, sexo, profissão, classe social, momento da vida) para conseguir desenvolver um marketing eficiente com estratégias adequadas para comunicação entre escritório e público, o que acarretará em maior credibilidade e relacionamento forte. Adicione o que você investiu no seu empreendimento nos últimos tempos: equipamentos, ferramentas digitais, salários, etc. Pare para analisar seu fluxo de caixa e o capital de giro - responsável por pagar as despesas fixas, como internet, aluguel, luz, água, insumos, seu salário e de colaboradores. A revisão do controle financeiro merece um tópico à parte. Existem várias questões que podem estar impedindo que seu negócio cresça. Como anteriormente falamos o quanto é essencial saber quais são as despesas do seu escritório nos últimos meses, te pergunto: você sabe por que isso  é tão importante? Ela influencia a precificar o seu serviço. A média desses gastos é dividida pela média de horas de produção mensal. A partir daí você deverá adicionar uma porcentagem a mais, afinal, você não deseja só quitar as contas, é preciso ter uma reserva para traçar estratégias para o crescimento do seu negócio ou reverter os eventos negativos. Esse novo valor significa o seu custo por hora trabalhada. Sabemos que precificar parece um bicho de sete cabeças para muita gente e gera insegurança entre os profissionais da área que temem perder oportunidades de projetos. Entretanto, você como profissional deve ser valorizado e seu negócio precisa ser rentável. Com o valor da sua hora fica muito mais fácil saber quanto um projeto realmente vale e posteriormente, fazer uma proposta comercial para o cliente. Talvez o que esteja impactando no crescimento do seu escritório seja estar mantendo os preços baixos e dando descontos que não fazem sentido. Se você optar por esse modelo de cobrança, sempre faça um relatório de despesas e lucros dos últimos 6 meses e reveja o preço da hora trabalhada sempre que puder. Para saber mais sobre outros modelos e como precificar os seus serviços, confira aqui o artigo. Avaliando com cautela a necessidade da sua empresa, você pode apostar também em buscar novos investimentos para melhorar a qualidade dos serviços. Conte com a ajuda de empréstimos que garantirão um investimento de crescimento do negócio. #Lembre-se: Nunca misture as contas pessoais e da sua empresa! Como citado antes, você deve definir um salário - e usar somente esse valor. A falta de uma gestão financeira eficiente é um dos principais motivos que causam consequências negativas para as empresas. Os seus objetivos precisam ser específicos e ter um prazo claro a ser cumprido. Afinal, metas sem prazo não são metas e sim apenas um desejo. O sucesso de um escritório depende da definição de prazos certos. Não adianta definir prazos irreais achando que as coisas irão funcionar - prazos irreais mais atrapalham do que ajudam e podem estar sabotando o seu sucesso. Com um prazo definido, é hora de planejar as ações para alcançar o objetivo. O prazo determina a estratégia e o plano a ser cumprido. Digamos que você queira realizar 100 projetos para um Varejo, entretanto, você não define nenhum prazo para esse marco. O que provavelmente irá acontecer é que, com seu próprio tempo e anos de experiência no bolso, seu escritório estará apenas sobrevivendo e longe de alcançar essa meta. Mas se você definir que deseja que isso ocorra em 2 anos, o gerenciamento a cada ano será estratégico no aumento das vendas, das campanhas de marketing, entre outros fatores. Envolva a sua equipe nos objetivos para que todos acompanhem os progressos e incentivos. Os prazos ajudam a funcionar porque mantém você e o seu time responsável e focados no que realmente importa para sua empresa crescer. #Lembre-se: haverá metas que você não conseguirá alcançar em um determinado prazo. Entenda o que aconteceu e aprenda com o feedback. O importante é não desistir e refazer os planos. Seja resiliente! Além das competências para o desenvolvimento de projeto e acompanhamento de obra, é preciso dar conta de inúmeras operações dentro de um escritório de arquitetura, como atendimento ao cliente, estratégias de marketing, questões administrativas e de contabilidade, etc. De início pode até ser fácil, mas conforme projetos e diversas demandas irão surgindo, pode virar um problema gerenciar  a execução de tudo ao mesmo tempo. Delegar as tarefas para profissionais habilitados pode aliviar essas demandas. Freelancer em renderização de projetos, contadores, administradores, serviços que automatizam algumas atividades, como a Vobi por exemplo :) É muito importante fazer uma boa gestão de tarefas e evitar gargalos no desenvolvimento das atividades e, consequentemente, impedir que ocorram atrasos para atingir as metas e objetivos. Se você, arquiteto ou designer, não conhece uma plataforma de gestão eficaz e que ajuda a economizar tempo com tarefas repetitivas, a Vobi conta com a ferramenta de Gestão de Tarefas para te ajudar a gerenciar e crescer o seu negócio. Com essa funcionalidade, você tem controle das tarefas pendentes de cada projeto do seu escritório, e fica fácil localizar quem são os responsáveis, o nível de prioridade e a data de vencimento dessa atividade. É preciso ser assertivo na escolha da ferramenta que realmente irá ajudar o seu negócio a alavancar. Escolher uma plataforma que faça o máximo de gerenciamento é indispensável. A Vobi conta com um ecossistema completo capaz de reunir todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar: Gestão de projetos, Gestão de Orçamento; CRM de Vendas, Gestão de Documentos, Gestão de Pagamentos, Site para Arquitetos, Ferramenta de criação de Moodboard e muito mais! Sabemos que um bom atendimento é capaz de fidelizar o cliente e fazer com que ele indique-o para conhecidos. É por isso que a sua empresa deve focar em processos de atendimento e criação de canais que centralizem reclamações e sugestões, através de: e-mails, chats online, whatsapp, entre outros. Isso contribui para entender as problemáticas e transformar em melhorias para o seu serviço ou suporte. Você deve buscar resolver as questões de imediato e evitar que esses problemas voltem a acontecer. Conforme a empresa for crescendo, invista em tecnologias que humanizem os serviços e melhorem a satisfação e fidelização do seu público. Ofereça suporte no pós-venda - esclarecendo dúvidas sobre a finalização do projeto ou solucionando alguma eventualidade. Esse apoio durante o processo, evita problemas na finalização do projeto como a insatisfação do cliente e consequentemente, uma má avaliação do seu serviço. O ideal é antecipar o cenário e contornar possíveis dificuldades. Por exemplo, se você, ao acompanhar a obra de um cliente, identificar que alguns imprevistos irão acontecer nos próximos dias, entre em contato e informe o que está acontecendo. Instrua o que pode ser feito para solucionar a problemática. Isso pode ser adicionado em um diário de obra, o importante é manter o suporte e oferecer uma experiência positiva para o público. Deixar o cliente à vontade para avaliar o seu serviço é confirmar que não terá avaliação nenhuma. Isso porque, por não terem sido lembradas, as pessoas não vêem necessidade de avaliarem. O ideal é deixar essa intenção clara desde os primeiros contatos com o cliente. Postergar essa conversa para o fim do projeto ou obra quase sempre não é um bom momento. Para as pessoas, será o momento de mudança para o imóvel e dificilmente ela priorizará essa questão. Agora, se você pedir para ser avaliado desde do momento em que fechou a venda, há muito mais chances de ser levado como prioridade - já que o relacionamento foi construído também a partir disso. #Dica 1: Não se esqueça de planejar a tarefa de pedir a avaliação. Para executar essa atividade, aposte em gravar vídeos ou enviar áudios via WhatsApp. Você pode também adicionar um lembrete no checklist do cliente e, ainda, adicionar um texto guiando-o em como construir a avaliação: “As avaliações são muito importantes para nós do escritório. Temos muitos comentários relevantes que ajudam a nos manter motivados e nos guiar para sempre melhorar nossos serviços. Você decidiu me contratar vendo excelentes comentários de outros clientes. Deixe uma avaliação e ajude outras pessoas a conquistarem seus projetos.” Você pode pedir para a avaliação ocorrer de forma online em suas redes sociais, como o Instagram, Google Meu Negócio, Facebook e/ou LinkedIn. #Dica 2: Ao terminar um projeto, faça fotos profissionais tanto para acrescentar no seu portfólio como também para enviar para o cliente-proprietário e incentivá-lo a fazer postagens do imóvel - assim haverá mais chances de outras pessoas passarem a acompanhar e conhecer seu trabalho. Não se esqueça de manter o contato regularmente com o seu cliente. Isso ajuda a torná-lo uma referência profissional - quando um amigo precisar de um arquiteto ou designer, certamente lembrará de você para indicar. Por último e não menos importante, não esqueça também de responder as avaliações - mesmo que elas não sejam como você esperava. A resposta é um agradecimento e reconhecimento da importância do seu cliente para a empresa. www.contabilizei.com.br www.imobireport.com.br www1.folha.uol.com.br www.stunningmotivation.com www.blog.meifacil.com www.blog.octadesk.com www.conteudo.movidesk.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/7-dicas-para-construir-uma-marca-de-sucesso-na-era-digital Title: 7 dicas para construir uma marca de sucesso na era digital Meta Description: Aprenda como se destacar e construir reconhecimento através da sua marca digital. Leia as estratégias que você precisa adotar no seu negócio! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/7-dicas-para-construir-uma-marca-de-sucesso-na-era-digital ## Headings Structure: H1: 7 dicas para construir uma marca de sucesso na era digital H2: 1. Se torne estratégico H2: 2. Seja você mesmo H2: 3. Faça Storytelling H2: 4. Tenha consistência e agregue valor mostrando sua experiência H2: 5. Interaja com seu público H2: 6. Esteja em todos os lugares H2: 7. Valorize seus clientes H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: 7 dicas para construir uma marca de sucesso na era digital H2: 1. Se torne estratégico H2: 2. Seja você mesmo H2: 3. Faça Storytelling H2: 4. Tenha consistência e agregue valor mostrando sua experiência H2: 5. Interaja com seu público H2: 6. Esteja em todos os lugares H2: 7. Valorize seus clientes H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Certamente se você parar e pensar em três marcas presentes no seu dia-a-dia, facilmente encontrará aquelas que tem muita força no mercado e são referências no segmento em que estão inseridas. Marcas como Google, Apple, Amazon se tornaram tão consistentes a ponto de você nem perceber que elas fazem parte do seu cotidiano. E se engana quem pensa que isso aconteceu da noite para o dia. O que queremos atentar com esse artigo, é que se você, autônomo ou empresário, quer ter o reconhecimento da marca, precisa investir tempo para desenvolver uma personalidade que transforme sua empresa ou trabalho únicos no mercado. Para ter visibilidade pelos clientes e trabalhar nos projetos ideais, e assim, expandir o seu negócio, é necessário construir uma marca forte na internet. É lá onde os clientes te encontram, fazem avaliações e tomam decisões de compra. Se você não está online, não é visto. Atualmente, os clientes estão online o tempo todo, seja em casa, em restaurantes ou no trabalho. Você precisa começar a pensar em como sua marca é percebida pelo mercado digital e quais estratégias você vem utilizando para valorizá-la. Vamos te ajudar, leia os seguintes tópicos: Marca pessoal é como você se apresenta para outras pessoas. Isso vai de seu colega de trabalho, passando pelos fornecedores até seu cliente final. Como as pessoas te veem? Como elas enxergam sua empresa? Construir sua marca vai muito além do que postar seus projetos no Instagram. É preciso ter um objetivo. Você precisa descobrir sua estratégia de marca. Não saia pulando para a etapa de criar uma logo ou um site - isso é só um produto de suas estratégias. Pense qual seu propósito, o que te diferencia da concorrência, quem é seu público e por que eles merecem sua atenção. Entre algumas das estratégias do marketing, estão: → Os Ps do marketing: clicando aqui, você tem acesso a um artigo explicativo sobre marketing e a importância dos 4Ps - marketing - produto, preço, praça e promoção. Em suma, eles são um conjunto de fatores que influenciam a forma como as pessoas respondem ao mercado e refere-se naquilo que a empresa pode fazer no sentido de influenciar a busca pelo seu produto, com o objetivo de alcançar a quantidade de vendas ideais junto do seu mercado-alvo. → Persona: é um personagem que retrata o seu comprador ideal. Quanto mais detalhada for a sua persona, mais assertiva será a sua estratégia de marketing. Leia também no artigo: marketing para arquitetos. É recomendado você elaborar de três a cinco personas, sendo três o número ideal para obter excelência e precisão no atendimento. → Personalidade e arquétipo da marca: é o conjunto de características responsáveis por definir os traços de personalidade, os valores, a visão, políticas e crenças de uma empresa. Com isso bem definido é possível trabalhar melhor em cima do posicionamento perante ao mercado. → Tom de voz da marca: refere-se ao modo em como uma marca se comunica, tanto no meio digital ou na vida real. É importante garantir a uniformidade das atitudes, dos valores e dos discursos. → Brand Storytelling: é a elaboração de narrativas que explicam a essência da marca. O objetivo dessa estratégia é conectar emocionalmente os consumidores. No começo, manter interação com seu público online pode ser desafiador, mas logo se tornará fácil e orgânico. O importante é manter a sua essência. Mostre quem é você na realidade. Seus potenciais clientes são pessoas que gostam de você e criaram uma proximidade a partir das suas estratégias de iniciar uma conexão pessoal. Alguns exemplos estão: sua foto no perfil, fotos de sua equipe, stories do dia-a-dia da empresa, etc. Não tenha vergonha de escrever ou gravar assuntos que expliquem mais sobre você. Descreva os motivos de você ter entrado no ramo, por que você faz o que faz, os seus diferenciais, entre outros. É mais importante você ter conteúdo traduzindo o seu perfil  do que deixar algumas lacunas que impactará diretamente na hora do cliente escolher a melhor opção de profissional. Se você está em dúvida por onde começar a construir uma marca online, a resposta é conhecendo seu negócio. Parece óbvio, mas muitas pessoas não conhecem e acabam não contando sua história de forma inteligente. Tenha respostas de algumas perguntas na ponta da língua e transpareça essas respostas na maneira em como interage com seu público. Por exemplo, atualize seu perfil com palavras que te definam e deixe claro o porque seu público deveria te contratar como profissional. Uma comunicação feita de forma concisa, que apresenta a realidade e dados melhora a conexão pessoal, visto que as pessoas compram emocionalmente e justificam a escolha de forma racional. Então, investe em um bom storytelling. A prática consiste em desenvolver histórias que transmitem uma mensagem memorável ao leitor, de forma que o conecte emocionalmente. Se você levar o seu público de forma cativante ao contar uma história, você estará garantindo a produção de um material único - por mais que aquele assunto já tenha sido abordado um infinitas pessoas. Algumas práticas podem melhorar seu storytelling, como uma boa descrição do seu perfil, um vídeo explicando quem é você ou conteúdo de cunho educativo voltado para clientes em potencial para mostrar todo seu know-how. Compartilhar o quanto você gosta do seu trabalho é um diferencial importante. Os clientes entendem que você é a pessoa ideal para uma determinada situação de projeto e para construir um bom relacionamento. Compartilhe histórias pessoais, entretanto, não é adequado sair falando qualquer coisa. Lembre-se que sua marca é sobre a percepção que as pessoas têm sobre você, portanto, as histórias devem afetar seu público de forma profunda - eles devem se identificar. Se você não tem ideia de como fazer isso, pare para refletir os momentos importantes da sua vida, as lições aprendidas, como você se enxerga em sua profissão. Transfira para um papel seus pensamentos e escolha uma história que tenha a ver com seu público, pensando sempre no objetivo principal - afetá-los positivamente e de forma emotiva. Em seguida, destrinche a história do começo ao fim e foque em qual era seu posicionamento dentro dessa narrativa. Qual foi a importância no final? Pense, escreva, leia e releia até ter um produto claro e livre de prolixidade. Agora é só compartilhar essa história que passará a ser a base da sua marca. Insira em palestras, redes sociais, entrevistas, etc. Todos os canais onlines precisam estar alinhados à mensagem que você deseja transmitir. As campanhas, os conteúdos e estratégias precisam ter o mesmo engajamento. A consistência é crucial para conquistar a fidelidade dos clientes. Tirar fotos recorrentes contribui para que potenciais clientes identifiquem seu estilo com facilidade e o grau de afinidade do seu trabalho. Isso porque, as fotos que você for atualizando o seu perfil definirá as suas capacidades como arquiteto ou designer de interiores. Facilmente o público irá perceber em qual estilo você se especializou pelo tipo de projeto que você costuma postar. Então, publique para quem você deseja captar. Caso você não tenha o hábito de criar conteúdo consistente, escolha uma plataforma de conteúdo com formato curto: Instagram, Facebook, LinkedIn. Vá se familiarizando com a plataforma, domine-a e faça que seu público cresça para só depois passar a postar em outras plataformas. Assim, você evita a sobrecarga e a desistência. Então, você pode escolher uma plataforma de conteúdo com formato longo: blog, youtube, podcast. O perfil profissional é o primeiro contato com o público, com isso, é importante compartilhar sua experiência desde o primeiro momento. Fale sobre: → O tempo de experiência na área → Suas paixões e motivações → Qual sua contribuição para o projeto Lembre-se: quem te contrata busca um parceiro que acredite no sonho dele e que o transforme em realidade. A presença online pode abrir portas para interações e possíveis oportunidades diariamente. Seus clientes estão nas redes sociais interagindo uns com os outros, procurando por ideias e curiosos em conhecer seus próximos projetos. Esse cenário sinaliza a oportunidade perfeita para abordar algumas temáticas, oferecendo alguns conselhos profissionais e criando autoridade no seu segmento. Isso contribui para prender atenção dos seguidores e aumentar a fidelidade deles, mesmo que eles não sejam um potencial cliente imediato. Logo, responda comentários, crie enquetes e caixas de perguntas. Essas interações fortalecem o impacto do seu perfil online. Responder às avaliações é um hábito importante para atrair novos clientes, pois eles perceberão a sua habilidade em construir relacionamentos fortes. Até as avaliações com cunho mais crítico fortalecem sua marca. Opte por ser transparente e não deixe de responder o que aconteceu, enfatizando os processos e práticas do seu negócio. Seu público entenderá que nem tudo sai perfeito e, principalmente, pelo motivo óbvio: nem sempre o cliente tem razão. Conte com uma equipe de marketing digital para manter sua presença online e garantir ao cliente que você é a pessoa ou empresa certa para começar um novo projeto arquitetônico e/ou de designer. Ter um perfil no LinkedIn é essencial para atualizar a sua jornada como profissional e é por lá onde muitas pessoas pesquisam o seu nome e as suas experiências. Essa rede social abre um leque de oportunidades para que pessoas te contratem ou te convidem para parcerias de trabalho. Você sabe como otimizar esse espaço? Primeiro, é importante você adicionar palavras-chaves para facilitar as buscas dos usuários. Por exemplo: Arquiteta | Projetos comerciais | Archicad/BIM | Lighting Designer Verifique se o URL do perfil do LinkedIn está personalizado com seu nome. Dessa maneira, o seu nome será apresentado nas primeiras classificações do Google. Outro fator importante para manter o LinkedIn otimizado é atualizá-lo com interações. Você pode solicitar recomendações a colegas, parceiros e antigos clientes. Nesse caso funciona da mesma forma que citamos as marcas, anteriormente, como exemplos de credibilidade no mercado - para as pessoas confiarem elas precisam ver que outras pessoas já usaram seu serviço ou produto e o que estão falando sobre você. Outra forma de se manter presente na era digital é construir um site pessoal. Ainda que as redes sociais sejam um dos melhores canais de vendas das empresas nos últimos anos, os sites continuam ótimos para estruturar seu portfólio e as experiências como profissional. O ideal é se apresentar como especialista no segmento, então, coloque a quantidade de projetos que você desenvolveu ou o total de metragem que você executou desde que começou sua carreira. Na Vobi, você conta com esse poderoso recurso que o ajuda a ser encontrado online por meio de pesquisa. Nossos modelos são otimizados para SEO e oferecem diversas opções personalizáveis, incluindo um mapa de sua empresa, botões de mídia social, um formulário de contato e muito mais. Aqui, seu site é otimizado para design e desempenho. Garantimos que ele tenha uma ótima aparência em todos os dispositivos com nossos modelos otimizados para celular. Dessa forma, os visitantes serão capazes de ver como é fácil entrar em contato com o seu negócio, estejam eles no desktop, no tablet ou no telefone. #Dica: Clique aqui e leia o artigo Site para Arquitetos - Crie seu site e conecte-se com seus clientes. Para apresentar seus projetos de forma envolvente, capture fotos de seus projetos e apresente seu trabalho de forma profissional. Imagens em alta qualidade e com ângulos certos são atraentes e podem captar seu cliente ideal. As fotografias podem criar um elo entre possíveis clientes e você. Caso ainda não possua um profissional parceiro, procure um em sua cidade e comece já um relacionamento duradouro. Ter um parceiro com um só estilo de fotografia auxilia na consistência visual que influencia na construção de marca. Contratar um videomaker também é um recurso excelente para quem quer mostrar cenas mais profundas. Lembre-se de que não adianta focar em contar boas histórias se você realmente não se preocupa com seus clientes. Tenha em mente também que nem todo seu público irá te contratar. Nem uma marca se torna forte de uma hora pra outra. Suas palavras precisam condizer com as suas ações. Se você diz que sua missão é ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos, você deve realmente querer ajudá-las com seu conteúdo. Em suma, coloque-se no lugar do seu cliente. Antecipe algumas questões que certamente seu cliente irá perguntar e responda-as em seu perfil online. Compartilhar essas informações fará com que o público perceba seu engajamento no atendimento online e na sua proatividade. Faça conteúdos de qualidade. Responda a todos em todas as plataformas. Pergunte às pessoas como você pode ajudá-las. Apareça sempre. Ser ativo nas redes é uma boa forma para receber feedbacks positivos e usá-los como depoimentos, assim, gera-se um ciclo de conteúdos. Comece já e conte conosco nessa jornada! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/9-maneiras-de-provar-o-seu-valor-a-novos-clientes Title: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes Meta Description: Quando os clientes passam a enxergar o valor do seu negócio, vender se torna mais fácil. Porém, como convencê-los do seu diferencial? Descubra como neste artigo Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/9-maneiras-de-provar-o-seu-valor-a-novos-clientes ## Headings Structure: H1: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H2: 1. Faça uma autoavaliação H2: 2. Tenha uma presença online H2: 3. Crie parcerias H2: 4. Eduque o seu público H2: 5. Divulgue seu portfólio H2: 6. Destaque seus benefícios H2: 7. Fale sobre ROI (Retorno sobre investimento) H2: 8. Ofereça bônus H2: 9. Trabalhe sempre com transparência H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H2: 1. Faça uma autoavaliação H2: 2. Tenha uma presença online H2: 3. Crie parcerias H2: 4. Eduque o seu público H2: 5. Divulgue seu portfólio H2: 6. Destaque seus benefícios H2: 7. Fale sobre ROI (Retorno sobre investimento) H2: 8. Ofereça bônus H2: 9. Trabalhe sempre com transparência H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quando clientes em potencial passam a enxergar o valor do seu negócio, vender se torna mais fácil. Porém, na era da internet, dos tutoriais de “faça você mesmo”, e onde todos têm acesso ao Google na palma da mão, como convencê-los do seu diferencial? Ao longo desse artigo você descobrirá 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes: Aproveite a leitura!‍ Antes de ser capaz de comunicar o seu valor, é preciso entender quais os pontos fortes e fracos da sua empresa. Faça uma retrospectiva da sua carreira e pense nos projetos realizados que foram um sucesso, nos feedbacks recebidos e o que mais trouxe-lhe satisfação em ter trabalhado. Montar uma lista de questionamentos irá ajudar a guiá-lo por esse processo. Traçar o perfil do seu negócio é como descobrir-se a si mesmo. As perguntas que devem ser feitas seguem uma mesma linha de raciocínio. Quem sou? Quais são as minhas maiores qualidades? Com o que mais aprecio trabalhar? O que me inspira? Que impacto almejo causar no mundo? Todo mundo possui algo especial para oferecer. Mas para descobrir o que é, é preciso fazer uma análise sobre esses principais pontos e a partir disso trabalhar em cima da divulgação para os clientes. A primeira impressão é a que fica, e atualmente a maioria dos consumidores realizam buscas online quando estão no processo de aprendizado e descoberta. [Leia mais sobre Funil de Vendas] O que significa que há grandes chances de sua presença online ser a primeira impressão do seu potencial cliente e sua empresa. Existem três principais formas de ser encontrado na internet. Através de um portfólio online - essa é a maneira mais simples, pois existem vários sites que disponibilizam uma plataforma para criação da sua própria página. Por mídias sociais - cada vez mais as pessoas têm procurado por produtos e serviços dentro das redes - seja Facebook, Instagram, Pinterest ou Linkedin. E finalmente, criando site próprio do seu negócio - dos três esse pode ser o mais trabalhoso, porém tem um caráter muito mais profissional. No entanto, manter uma boa presença digital requer conteúdos de qualidade e consistência. É importante estabelecer uma identidade para que o público possa reconhecer o seu trabalho. Deixe claro qual é a missão, visão e objetivo da sua empresa. Publique fotos - em boa qualidade - dos projetos realizados, e divulgue  as avaliações positivas dos clientes que já passaram pelo seu escritório. Isso trará mais confiança ao público e estabelecerá credibilidade a sua marca, consequentemente agregando maior valor. Manter um networking é algo saudável para todo e qualquer tipo de área profissional. Networking é construir uma rede de contatos profissional para trocar experiências e informações e potencializar oportunidades através de relacionamentos. Sabemos que para vendedores, ter uma rede de contatos é fundamental. Mas nem sempre isso significa que o networking te levará à uma venda direta de um cliente. O objetivo aqui é destacar a importância de se manter um bom relacionamento com fornecedores, mão-de-obra, lojas e inclusive clientes que já passaram pelo seu escritório. Por meio deles é que surgirão indicações para novos leads, e que sua marca se tornará cada vez mais conhecida e confiável. Para quem não sabe, “Geração Y”, também conhecida como Millenials, é o nome que se dá para os nascidos entre os anos 1980 e 2000. Boa parcela desses jovens já faz parte da população economicamente ativa, sendo vistos como consumidores importantes para as empresas. Nos EUA, por exemplo há 79 milhões de pessoas na Geração Y contra 48 milhões da Geração X (nascidos entre 1965 e 1980). Se por um lado eles não confiam na publicidade, por outro confiam muito no que seus amigos e a comunidade falam sobre os produtos. Se o produto for recomendado por um amigo, 91% deles consideram comprá-lo. Além disso, quase todos eles (98%) estão mais propensos a se engajarem em posts de amigos do que em posts de marcas. Nem todo cliente tem uma visão do que realmente é necessário para executar uma reforma. Tanto em termos de custos como de processo de trabalho e habilidades técnicas de um profissional. Além de fotos de projetos realizados, mostre fotos tiradas durante a obra, isso irá revelar ao cliente a realidade de cada estágio. Segmentar em etapas os serviços cobrados também fará com que seja percebido a complexidade da elaboração de um projeto de arquitetura. Mostre que, para chegar ao resultado final, é preciso realizar um anteprojeto, projeto, levantamento, desenhos técnicos, 3D, etc. Se necessário, explique o que compõe cada etapa, isso agregará ainda mais valor ao seu trabalho. [Leia sobre Lidando com clientes preocupados com preço] Nunca deixe de divulgar o seu portfólio. Como dito anteriormente, é essencial ter uma boa presença online para provar o seu valor à novos clientes. Uma das formas é através do portfolio online, sendo por meio de site ou mídias sociais. Fotos no estilo antesXdepois são excelentes materiais que geram grande impacto ao público. O portfólio “físico” também tem a sua importância, quando encontra-se na fase de atendimento ao cliente. Não necessariamente precisa ser impresso, mas sempre que for realizar uma primeira reunião, o ideal é ter em mãos um pen drive com projetos executados já pré-selecionados de acordo com o estilo do seu cliente. Trata-se de fazer a lição de casa e ser mais assertivo no momento da venda. Se venda. O que quero dizer com isso? Fale sobre sua formação, destaque o fato de que possui uma pós-graduação na área, ou mesmo um curso técnico que o tornou mais capacitado em realizar esse projeto. Muitas vezes o foco do arquiteto ou designer é sempre o de realçar os serviços atrelados ao projeto em si. Porém, há muito mais do que isso. O simples fato de destacar que a sua empresa oferece atendimento personalizado, X número de visitas técnicas, acompanhamento em lojas, acompanhamento de obra, garantia de prazo, etc, fará com que os clientes enxerguem mais valor e se sintam mais beneficiados em fechar negócio com você do que em outra empresa. Mesmo que que essa outra empresa também tenha esses serviços inclusos. A diferença está no poder em reconhecer as oportunidades de vendas, e usá-las a seu favor. Ao falar sobre valores, sempre refira seus serviços à um investimento e não um gasto. Falar sobre o preço dos seus serviços em relação ao impacto que a reforma terá sobre o valor da moradia no futuro, pode ser um argumento convincente e que mudará a visão do cliente sobre seu negócio. Pode parecer contraintuitivo, pois quando fala-se em preço, espera-se que oferecer um desconto seja o diferencial na hora de fechar uma venda. No entanto, estender os seus serviços, pode ser uma maneira de agregar mais valor ao seu trabalho. Os bônus, podem ser ofertados como brindes (ao invés do desconto), o que demonstra muito mais apreço ao consumidor, que se sente presenteado. O consumidor atual valoriza mais do que tudo a transparência e eficiência dos serviços que consome. Por isso, a Vobi está sempre em busca de facilitar o processo de trabalho do arquiteto e designer de interiores, ajudando o seu negócio crescer através de ferramentas online, onde é possível concentrar todas as informações do projeto em um único local. Isso evita perda de informações e desgastes desnecessários tanto para você quanto para seu cliente, criando uma experiência muito mais tranquila e confiável. Com a ferramenta de CRM de vendas você controla e gerencia todas as suas oportunidades de projetos em uma única tela, envia propostas personalizadas em minutos, visualiza históricos, detalhes e status de cada oportunidade. Em gestão de projetos o seu cliente tem acesso a todas informações do projeto como referências, plantas e documentos, e toda a comunicação é feita online. Feedbacks, solicitações de revisão, anotações, escopo e contratos ficam registrados para futuras consultas. Em gestão de fornecedores você consegue enviar solicitações de cotação para diversos fornecedores ao mesmo tempo, montar o orçamento da obra, comparar preços, editar e compartilhar diretamente com seu cliente. Isso significa mais confiança, mais transparência e visibilidade. Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. www.houzz.com/pro-learn --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/a-importancia-da-gestao-de-orcamento Title: A Importância da Gestão de Orçamento Meta Description: Falar de dinheiro pode ser complicado, por isso, ter uma boa gestão de orçamento fará com que você tenha um diferencial diante da concorrência. Saiba como! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/a-importancia-da-gestao-de-orcamento ## Headings Structure: H1: A importância da gestão de orçamento H2: Qual a importância da gestão de orçamento? H3: 1. Mais assertividade no planejamento da obra H3: 2. Maior controle do projeto H3: 3. Criação de uma base de materiais e insumos H3: 4. Maior rentabilidade das vendas H3: 5. Ajuda na tomada de decisões H3: 6. Mais credibilidade e confiança do mercado H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: A importância da gestão de orçamento H2: Qual a importância da gestão de orçamento? H3: 1. Mais assertividade no planejamento da obra H3: 2. Maior controle do projeto H3: 3. Criação de uma base de materiais e insumos H3: 4. Maior rentabilidade das vendas H3: 5. Ajuda na tomada de decisões H3: 6. Mais credibilidade e confiança do mercado H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma das questões mais difíceis de ser discutida na hora de fechar um projeto é o quanto ele irá custar. Falar de dinheiro pode ser um tópico complicado, principalmente quando se está lidando com clientes preocupados com preço. Por isso, uma boa gestão de orçamento fará com que você tenha um diferencial diante da concorrência. Ao longo desse artigo você irá aprender sobre: Aproveite a leitura!‍ Custos extras, imprevistos e atrasos em obra, se tornaram comuns dentro do âmbito da arquitetura e interiores. E na maioria das vezes, isso acontece devido à dois principais fatores: a falta de planejamento e orçamento, visto que são poucos os que dão a devida importância à gestão de orçamento de um projeto. Mas não deveria ser assim. 21,7% é o desvio médio entre o que foi orçado e o custo real de uma obra, segundo pesquisa da consultoria Delloite. O custo final de um projeto passa a ser uma incógnita quando você não tem um bom levantamento e não dá a devida importância ao orçamento de obra. Com os gastos controlados fica muito mais fácil delegar tarefas e organizar as compras de acordo com o tempo, evitando desagradáveis surpresas. A gestão de um projeto é de extrema importância. O orçamento é a base para se ter o controle sobre tudo o que acontece na obra. Pois, é a partir dele que se tem a noção dos materiais, horas de trabalho, horas/máquina e outros custos que poderão implicar na obra. Ao criar vários orçamentos, com o passar do tempo é possível perceber padrões. Dessa forma, criar uma base irá permitir que você faça uso do histórico de outros projetos para evolução e gestão de obras futuras. O importante, nesse sentido, é definir quando usar essas informações que vêm com a experiência e quando fazer composições novas. A matemática é simples: quanto menos você gasta, mais lucro tem. Organizar os custos por meio de um cronograma de obra e evitar compras desnecessárias, equipes paradas, tudo isso influi no seu lucro direto no final. É por meio dele que você conseguirá identificar previamente o custo global do projeto, desta maneira poderá avaliar se ele será viável ou não e ter uma previsão da sua rentabilidade. Através da gestão de orçamento é possível tomar decisões mais adequadas para o cumprimento de prazos e custos. Por exemplo, se é de conhecimento do arquiteto ou designer que o cliente possui um budget apertado, de nada adianta investir na procura por produtos de alto padrão. Isso evita um gasto desnecessário de tempo e retrabalho. Uma empresa bem organizada e com processos bem definidos ganha valor em relação aos concorrentes. Claro que o preço é um fator crucial na decisão de compra do consumidor, mas ele está em busca de algo a mais. Além do custo, o cliente se preocupa com a aparência, confiança, segurança do seu produto/serviço. Ou seja, investir na experiência do cliente é um fator essencial para que a sua marca seja referência na mente do consumidor. Por fim, por mais que a gestão de orçamento não seja uma ciência exata, ela deve apresentar um grau de precisão compatível. E essa previsão vai depender fundamentalmente das informações que forem obtidas durante sua elaboração. Na Vobi, é possível criar listas de compras em poucos cliques através da nossa ferramenta de orçamento. Com ela você consegue cadastrar, organizar e criar padrões de fornecedores  com quem você já trabalha, além de enviar solicitações de cotação para diversas empresas ao mesmo tempo, comparar, editar e compartilhar com o seu cliente tudo de maneira online. Isso significa mais transparência e visibilidade, tornando a sua vida, a do seu cliente e a dos seus fornecedores mais fácil. Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/a-importancia-do-moodboard-nos-projetos-de-arquitetura-e-interiores Title: A importância do moodboard nos projetos de arquitetura Meta Description: Saiba tudo sobre moodboard: O que é?Quais os tipos?Por que criar um moodboard para o meu projeto?Sua importância no marketing digital, além de ferramentas úteis Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/a-importancia-do-moodboard-nos-projetos-de-arquitetura-e-interiores ## Headings Structure: H1: A importância do moodboard nos projetos de arquitetura e interiores H2: O que é um moodboard? H2: Qual o objetivo de um moodboard de arquitetura e interiores? H2: Por que devo criar um moodboard para o meu projeto? H2: A importância do moodboard no marketing digital H2: Tipos de Moodboard H3: 1. Moodboard de Ambiente H3: 2. Moodboard de Inspiração H3: 3. Moodboard de Revestimentos H2: 7 dicas para criar um moodboard inspirador H3: 1. Busque inspiração H3: 2. Estruture sua ideia H3: 3. Estabeleça uma identidade visual H3: 4. Defina a paletas de cores H3: 5. Defina a tipografia H3: 6. Trabalhe com texturas H3: 7. Não exagere, filtre! H2: Ferramentas úteis para elaboração de um moodboard H3: Vobi H3: Photoshop H3: Canva H3: Pinterest H3: Recursos físicos H2: ‍Curso de Criação de Moodboards da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: A importância do moodboard nos projetos de arquitetura e interiores H2: O que é um moodboard? H2: Qual o objetivo de um moodboard de arquitetura e interiores? H2: Por que devo criar um moodboard para o meu projeto? H2: A importância do moodboard no marketing digital H2: Tipos de Moodboard H3: 1. Moodboard de Ambiente H3: 2. Moodboard de Inspiração H3: 3. Moodboard de Revestimentos H2: 7 dicas para criar um moodboard inspirador H3: 1. Busque inspiração H3: 2. Estruture sua ideia H3: 3. Estabeleça uma identidade visual H3: 4. Defina a paletas de cores H3: 5. Defina a tipografia H3: 6. Trabalhe com texturas H3: 7. Não exagere, filtre! H2: Ferramentas úteis para elaboração de um moodboard H3: Vobi H3: Photoshop H3: Canva H3: Pinterest H3: Recursos físicos H2: ‍Curso de Criação de Moodboards da Vobi H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você, arquiteto e designer, com certeza já ouviu falar do Moodboard, também conhecido como Painel Semântico, não é mesmo? O moodboard é uma excelente ferramenta para estimular o desenvolvimento de conceitos e ideias, além de ser ideal para imprimir a essência de um projeto. Ele encontra-se logo na primeira etapa de atendimento, após o fechamento com o cliente, e segue de mãos dadas com a elaboração do briefing. Um dos grandes erros cometidos por profissionais, está no fato de acreditarem que um bom briefing será suficiente para avançar à etapa de elaboração do projeto. Em um processo criativo eficiente - como em uma estratégia de design thinking, por exemplo -  ambas as ferramentas são indispensáveis e complementares, pois através das respostas obtidas, será possível orientar o processo de criação e traduzir o que antes eram apenas palavras, em algo mais visual. Neste artigo, iremos nos aprofundar no tema “A importância do moodboard nos projetos de arquitetura e interiores”, onde trataremos sobre os seguintes assuntos: Ao traduzir livremente o termo em inglês, onde mood significa humor e board significa painel, pode-se obter a expressão “painel de humor”. De forma geral, o moodboard é uma espécie de mural que pode ser composto por paleta de cores, tipografias, estampas, texturas e imagens que expressam a alma do projeto, a fim de criar uma identidade visual, determinando o tom que o projeto deve seguir. Trata-se de um recurso bem comum e muito utilizado em diversas áreas como design gráfico, publicidade, arquitetura, design de interiores e moda. Um dos principais objetivos de um moodboard de arquitetura e interiores é ajudar na definição do estilo do cliente e traduzir visualmente o clima e a atmosfera que deseja-se que o ambiente transmita. Criar um moodboard é essencial para manter o foco do projeto e garantir que o resultado final sairá de acordo com o planejado. Todo arquiteto e designer, provavelmente, já teve dificuldades com a comunicação ao tentar explicar suas ideias ao cliente. Veja se esse cenário lhe parece familiar: Você trabalhou e dedicou muitas horas para criar aquele conceito matador para o design do seu cliente, mas acabou ouvindo que não era o que ele esperava. Então, surgem os questionamentos: “Mas como? Ele disse que queria um projeto minimalista, exatamente como eu fiz!”. Pois é...por isso, tenha sempre isso em mente: É muito fácil interpretar mal as expectativas de outra pessoa, principalmente se ela não foi muito precisa em suas palavras. O que uma pessoa enxerga como “minimalista”, outra pode enxergar como “vazio” ou mesmo “sem vida”. E é aí que encontra-se o principal motivo para se criar um moodboard em um projeto de arquitetura e interiores. As representações visuais podem alinhar essas expectativas e eliminar as divergências de entendimento. Para evitar situações como a descrita acima, utilizar o recurso do moodboard logo no início das etapas do projeto, irá fazer com que você pare de perder tempo com pressuposições que no fim irão ser rejeitadas pelo cliente. Aqui, o velho ditado se encaixa perfeitamente: uma imagem vale mais que mil palavras. Elaborar um moodboard assertivo pode parecer intimidador à princípio, no entanto, é a etapa mais criativa e divertida do processo, tal qual montar um grande quebra-cabeça, onde cada peça representa uma parte importante do conjunto. O moodboard é a primeira visualização do que o cliente deseja. Através dele, é possível alimentar a atmosfera criativa e gerar projetos com significado, ou seja, proposta de valor. O moodboard deve exprimir que você soube escutar e entender o que o cliente falou. Antes mesmo de investir horas na elaboração de um projeto, ele será uma ótima forma de garantir que você está seguindo a direção correta. Mesmo que você não goste, atualmente, o marketing digital é parte essencial da construção da sua marca. Sim, você é uma marca. O seu escritório de arquitetura é uma empresa que necessita, assim como todas as outras, de divulgação. Mas, o que o moodboard tem a ver com marketing digital? Moodboards podem ser usados como forma de compartilhar com o seu público o processo de criação de seus projetos. Eles são ótimas ferramentas visuais de engajamento que geram curiosidade aos clientes. Além de ser uma boa alternativa de conteúdo para quem está começando e ainda não possui fotos de projetos finalizados. Se você acompanha nossos artigos e já leu sobre design thinking, então você já sabe que os processos de criação são singulares e envolvem os mais diversos caminhos. Uma das grandes vantagens em criar moodboards é que não existe uma regra de como ele deve ser feito ou de como deve ser sua aparência. Isso confere uma liberdade criativa enorme para quem o elabora. Desta forma, existem vários tipos de moodboard, cada um com sua função. Neste artigo, separamos 3 dos mais comuns tipos de moodboard utilizados: O moodboard de ambiente tem como objetivo detalhar como o estilo do cliente será reproduzido na vida real. É uma colagem de imagens dos itens que serão usados no projeto como móveis, luminárias, tapetes, almofadas, quadros e etc. Talvez, esse seja o tipo mais conhecido dentro do setor de arquitetura e interiores. O moodboard de inspiração é usado na fase inicial, de concepção do projeto, antes mesmo de definir quais itens serão usados, para ajudar a dar forma e direcionar o trabalho. É um painel de inspiração, uma colagem de imagens que traduz visualmente a ideia do projeto, o estilo do cliente, a atmosfera que se deseja para o ambiente a ser decorado. Já o moodboard de revestimentos, ou texturas, é usado na fase de detalhamento do projeto para orientar a compra dos materiais de revestimento e para ajudar na visualização de como a composição ficará ao vê-la em conjunto. É um painel que reúne amostras de piso, azulejo, tinta, papel de parede, acabamentos dos móveis como madeira e etc. Se você chegou até aqui, já entendeu a importância da elaboração de um moodboard e, por isso, separamos 7 dicas para que você possa criá-los de maneira inspiradora: Bom, o primeiro passo pode parecer óbvio, mas é extremamente importante. Buscar inspirações deve estar sempre presente na rotina do arquiteto. Isso fará com que você se mantenha atualizado e com um olhar mais apurado; é o que chamamos de repertório visual. Onde se inspirar? A inspiração pode vir de diversos meios. Desde o método mais antigo, por meio de revistas ou visitas às lojas, até o método mais atual, por meio da internet. As redes sociais se tornaram uma ótima fonte de referências, principalmente se tratando do Pinterest e Instagram. A construção de um moodboard é um processo criativo, que pode sofrer mudanças ao longo da pesquisa. Por isso, é essencial estruturar a sua ideia desde o princípio. A identidade visual é responsável pela criação de uma unidade que entrega ao cliente a essência necessária para que elementos muito simples sejam associados a sua marca. Na maioria das vezes, a definição de uma paleta de cores e tipografia são responsáveis por ativar a memória e fazer o reconhecimento da marca surgir. Isso vale tanto para a sua identidade visual, como mencionado no tópico anterior, a fim de criar uma conexão entre a sua marca e o cliente, quanto para a definição de paleta de cores do próprio projeto. O moodboard é visual e composto por muitas imagens, mas não podemos esquecer da importância do texto dentro desse conjunto. Além de utilizar imagens de referências, ambientes e itens decorativos, uma ótima tática que irá enriquecer ainda mais o seu moodboard é o uso de texturas. Elas podem estar presentes em amostras de tecido, texturas de parede, revestimentos...e devem exprimir uma sensação ao leitor. Esses são elementos responsáveis por oferecer uma visão mais palpável sobre o resultado final. Hoje em dia, existem diversas ferramentas úteis para a elaboração de um moodboard. Elencamos algumas delas logo abaixo. Vale lembrar que, não importa qual ferramenta tenha sido utilizada, é importante que o moodboard seja de fácil acesso e visualização a toda equipe envolvida no projeto, de forma que possa sempre ser consultado. Na Vobi, além de ferramentas de gestão, orçamento e tarefas, agora também é possível criar moodboards incríveis! E o melhor de tudo: você ainda consegue compartilhar tudo com o seu cliente de maneira online. Dá só uma olhada nesse vídeo: E se você ficou curioso, clique aqui e solicite seu convite! Ferramenta tradicional de trabalho de designers, o Photoshop é um software que pode facilitar muito na hora de criar seu painel a partir de imagens da internet. O Canva, também muito conhecido, é uma plataforma de design que permite a criação de todo tipo de conteúdo visual mesmo em sua versão gratuita. O Pinterest é uma rede social voltada para o compartilhamento de diversos tipos de imagem, desde simples fotos até projetos mais elaborados, e pode ser uma excelente ferramenta de criação do moodboard. Nem só de plataformas digitais vive o designer, também é possível criar seu moodboard nos bons e velhos quadros, lousas ou paredes. As colagens aqui fazem sucesso! Neste curso, iremos apresentar a nossa ferramenta, ensinando passo a passo como utilizá-la, além de mostrar os princípios da criação de um moodboard, sua importância na elaboração de um projeto, na divulgação do seu trabalho e como você pode utilizar essa ferramenta para alavancar ainda mais o seu negócio. ✔️ Como criar Moodboards incríveis e ainda economizar tempo no Projeto; ✔️️ Ferramentas úteis para elaboração de um moodboard; ✔️ Onde se inspirar e encontrar boas imagens para utilizar nas composições; ✔️ Como utilizar a ferramenta de criação de Moodboards da Vobi; Para participar é simples: 👉 Se você é usuário Vobi, basta acessar a Vobi Academy via o seu Dashboard da plataforma. ‍Ainda não é assinante? 👉 Solicite já o seu convite e tenha acesso ilimitado aos conteúdos da Vobi Academy! ___________________________________________________________________ Agora que você aprendeu tudo o que é necessário para elaboração de um moodboard, está esperando o quê? Comece agora mesmo a criar, compartilhe nas redes sociais e aproveite e marque a Vobi: @vobibr. www.designcomcafe.com.br www.idealmarketing.com.br www.vanessabucceri.com www.blog.sampleboard.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/acompanhamento-de-obras-a-importancia-de-uma-boa-gestao Title: Acompanhamento de obras: a importância de uma boa gestão Meta Description: Conte com a Vobi para fazer o acompanhamento de suas obras. Leia o artigo e saiba o porquê usar a inovação para monitorar o progresso da obra. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/acompanhamento-de-obras-a-importancia-de-uma-boa-gestao ## Headings Structure: H1: Acompanhamento de obras: a importância de uma boa gestão H2: A importância do acompanhamento de obras para o sucesso do projeto H3: Redução de erros H3: Cumprimento de prazos H3: Controle de custos H3: Gestão de riscos H3: Registro e documentação H2: Papel do acompanhamento de obras na garantia da qualidade e conformidade H2: Etapas do acompanhamento de obras: do planejamento à entrega H3: Etapa 01 - Planejamento H3: Etapa 02 - Análise orçamentária H3: Etapa 03 - Logística dos materiais H3: Etapa 04 - Execução do projeto H3: Etapa 05: Análise de resultados e entrega H2: Principais desafios enfrentados no acompanhamento de obras e como superá-los H3: Coordenação de equipes e agentes envolvidos H3: Cumprimento dos prazos H3: Gestão de riscos H3: Inovação H2: A utilização de tecnologia e software no acompanhamento de obras H2: Benefícios do acompanhamento de obras para evitar atrasos e custos adicionais H3: Capacidade de resolver problemas H3: Capacidade de execução da empresa H3: Melhora da comunicação entre escritório e canteiro de obras H2: Melhores práticas para um eficiente acompanhamento de obras H3: Escolha ótimos parceiros H3: Verifique as normas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Acompanhamento de obras: a importância de uma boa gestão H2: A importância do acompanhamento de obras para o sucesso do projeto H3: Redução de erros H3: Cumprimento de prazos H3: Controle de custos H3: Gestão de riscos H3: Registro e documentação H2: Papel do acompanhamento de obras na garantia da qualidade e conformidade H2: Etapas do acompanhamento de obras: do planejamento à entrega H3: Etapa 01 - Planejamento H3: Etapa 02 - Análise orçamentária H3: Etapa 03 - Logística dos materiais H3: Etapa 04 - Execução do projeto H3: Etapa 05: Análise de resultados e entrega H2: Principais desafios enfrentados no acompanhamento de obras e como superá-los H3: Coordenação de equipes e agentes envolvidos H3: Cumprimento dos prazos H3: Gestão de riscos H3: Inovação H2: A utilização de tecnologia e software no acompanhamento de obras H2: Benefícios do acompanhamento de obras para evitar atrasos e custos adicionais H3: Capacidade de resolver problemas H3: Capacidade de execução da empresa H3: Melhora da comunicação entre escritório e canteiro de obras H2: Melhores práticas para um eficiente acompanhamento de obras H3: Escolha ótimos parceiros H3: Verifique as normas H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A qualidade, o cumprimento de prazos e o controle de custos de execução de um projeto estão intrinsecamente ligados ao acompanhamento de obras. Essa prática envolve algumas etapas e desafios a serem enfrentados, como a coordenação de equipes multidisciplinares, gestão de riscos e adoção de inovações. Por isso, a coordenação com utilização de ferramentas tecnológicas de monitoramento do progresso e de análise orçamentária são essenciais para tomadas de decisões mais assertivas dentro do canteiro de obras. Agora, você, profissional da construção civil, pode deixar de lado os métodos tradicionais e contar com ferramentas que centralizem todas as informações relevantes do progresso da obra. O futuro da construção civil chegou e a Vobi quer fazer você abraçar essa mudança. Te ajudamos a estar à frente da concorrência e ter resultados extraordinários no monitoramento da execução de seus projetos. Se você quer conhecer mais sobre os benefícios do acompanhamento de obras e quais são as melhores práticas a se fazer, leia os seguintes tópicos: Existem muitos serviços envolvidos nos projetos de construção civil e eles demandam dedicação por quem administra toda execução. Por isso, a supervisão e o acompanhamento de obras em todas as fases são essenciais para não existir problemas relacionados à falta de registros e documentação, aumento de gastos e/ou situações inesperadas sem soluções, entre outros desafios. Você sabe quais são os motivos que o acompanhamento deve ser feito? Acompanhe alguns a seguir: O acompanhamento de obras permite corrigir erros que possam acontecer, ajudando a evitar que existam retrabalhos e custos desnecessários. Isso garante a qualidade e o correto andamento da obra. Acompanhar as atividades no canteiro de obras também serve para identificar previamente atrasos e logo adotar ações corretivas para garantir que o projeto seja finalizado dentro do prazo previsto. Assim, evitam-se penalidades contratuais e foca na satisfação dos clientes. O acompanhamento também permite monitorar os gastos relacionados à obra, identificar possíveis desperdícios e encontrar soluções que economizem os recursos financeiros, evitando gastos dispensáveis. Identifica e avalia os riscos permitindo a implementação de estratégias para saná-los. Isso aumenta a segurança no canteiro de obras, pois evita acidentes ou incidentes que possam comprometer o empreendimento. A documentação é importante no processo de acompanhamento de obras, pois gera um histórico de progresso das atividades realizadas. Isso garante o controle de qualidade, a prestação de contas e como referência para futuros projetos. O acompanhamento de obras serve, principalmente, para verificar se as etapas estão sendo executadas cumprindo as especificações técnicas estabelecidas pelos profissionais de projeto, garantindo a conformidade no quesito qualidade. Estar no canteiro de obras facilita o monitoramento da qualidade dos materiais utilizados. A prática de acompanhamento também garante que sejam feitos testes nas etapas do processo construtivo, por exemplo, a verificação da resistência do concreto. Isso ajuda identificar eventuais falhas e alinha as expectativas, além de tomar ações de correção para garantir que o trabalho atenda aos padrões de qualidade exigidos. Todo processo gera empreendimentos mais seguros, confiáveis e duráveis com comprovações de registros e documentação que asseguram a conformidade com normas específicas, por exemplo, as normas de segurança e/ou selos de sustentabilidade. O planejamento é a primeira etapa no acompanhamento de obras, onde são traçados quais serão os objetivos, metas e quais decisões serão feitas para controlar a execução da obra. Aqui também são definidos quais serão os critérios de controle, a assiduidade das inspeções e como será feita a comunicação com a equipe. O planejamento financeiro consiste em fazer um orçamento detalhado de tudo o que será gasto dentro do canteiro de obras (mão de obra, equipamentos, materiais, etc.). Além disso, é importante avaliar as variações de valores ao longo do projeto, mantendo uma margem de segurança. O gerenciamento da aquisição de materiais até a entrega no canteiro é essencial no acompanhamento de obras. Os materiais precisam estar no momento certo para não haver interrupção na construção e também para ter o armazenamento adequado, preservando a qualidade e otimizando o espaço disponível. Durante a execução do projeto, a todo momento deve ser feita a verificação do andamento das atividades, se os materiais estão sendo aplicados corretamente e segundo as normas técnicas. Durante esse acompanhamento, é importante fazer o registro das inspeções e também das ações tomadas. Isso tem o objetivo de prestar contas, tanto para meios legais quanto como referência posteriormente. No fim do processo, é importante identificar se todas as etapas foram cumpridas sem pendências e se a obra está conforme as diretrizes estabelecidas inicialmente. Após isso, o próximo passo é entregar a obra finalizada ao cliente. A coordenação de equipes tende a ser uma tarefa interdisciplinar por envolver diferentes agentes e equipes, onde para evitar a sobreposição de trabalho ou lacunas de responsabilidade, é importante a definição de cada papel e atribuição para os profissionais. Por isso, é essencial uma comunicação com canais claros para um diálogo aberto com garantia de que se tenha as informações necessárias para o andamento do projeto. As reuniões presenciais ou virtuais são exemplos de momentos para alinhar expectativas, esclarecimentos e resolução de problemas. A cultura de comunicação gera também a de colaboração, pois incentiva o compartilhamento de conhecimentos e a procura de respostas conjuntas para os desafios enfrentados. Assim, o respeito mútuo e o trabalho em equipe ultrapassa limites e cria um ambiente de colaboração muito eficaz. Por fim, é essencial que a equipe de acompanhamento de obras tenha uma liderança eficaz. O líder deve inspirar boa comunicação, tomada de decisões assertivas e visão clara do projeto todo. Isso contribui para motivar os membros da equipe e orientá-los no caminho certo. Sabe-se que qualquer atraso em uma etapa de obra pode afetar todo o cronograma. Para evitar que isso aconteça, é ideal ter um planejamento adequado com a identificação das tarefas a serem desenvolvidas, bem como a sequência correta da execução, a estimativa de duração e a definição de marcos. Após a elaboração do cronograma, deve-se ter o acompanhamento constante do progresso da obra, identificando possíveis desvios. E como fazer isso? Nós te respondemos: utilizando ferramentas que ajudem nesse monitoramento. Você pode usar o gráfico de Gantt e ferramenta de Gestão de Projetos e Obras da Vobi, assim, fica mais fácil acompanhar e identificar qualquer atividade atrasada. Com a identificação de desvios no cronograma, pode-se incluir a reorganização de tarefas, aumentar a mão de obra ou a negociação com fornecedores para acelerar o processo, por exemplo. A tomada de decisão rápida é primordial para evitar atrasos e recuperar o cronograma, além disso, é bom ter flexibilidade e capacidade de adaptação para lidar com as situações. Quando o assunto é o sucesso de um projeto, existem uma série de riscos que podem impactar negativamente o processo. Por isso, é essencial analisar os parâmetros técnicos, ambientais, financeiros, de segurança, além de outros aspectos importantes. A partir daí, deve-se criar estratégias para reduzir a probabilidade de riscos e impactos. As conferências de segurança e adoção de tecnologias de monitoramento podem prevenir possíveis problemas. Todos os membros da equipe de acompanhamento de obras devem ter consciência sobre os riscos para que, assim, possam desenvolver uma mentalidade proativa à prevenção e atenuação deles. A implementação de tecnologias, como BIM (Modelagem da Informação da Construção), possui um desafio em relação a investimento, treinamento da equipe e integração de sistemas. No entanto, a inovação é importante no acompanhamento de obras, e na indústria da construção em sua totalidade, para poder impulsionar a produtividade e a sustentabilidade do projeto e obra. O maior desafio na construção civil, por sua vez, é a resistência à mudança, onde os profissionais tendem a valorizar os processos tradicionais. Por isso, para reverter esse quadro, é importante promover uma cultura de inovação, oferecendo capacitação e compartilhando cases de sucesso. Em relação ao investimento, esse desafio pode ser superado a partir do ROI e da análise dos benefícios a longo prazo. Já a integração de sistemas parte da adoção de plataformas que permitam a troca de dados entre os diferentes sistemas. Assim, é possível deixar a prática comum e complexa de usar diferentes soluções de softwares para diferentes etapas de projeto. A tecnologia é um recurso muito importante na aumentar a eficiência do acompanhamento de obras. Mais do que nunca é necessário recursos avançados de gestão que coletem, analisem e compartilhem as informações para que a tomada de decisão seja muito mais assertiva dentro do canteiro de obras. Já pensou, por exemplo, em como seu Relatório de acompanhamento de obra pode ficar muito mais fácil usando uma plataforma especializada em agilizar essa elaboração e ainda poder ter o monitoramento dos prazos e o gerenciamento de custos de forma integrada? A Vobi tem essa solução para você. Nós podemos ajudar a sua empresa com a automação de tarefas, eficácia na comunicação e colaboração, monitoramento em tempo real, análise de dados, entre outros benefícios que tornam seus projetos de construção mais bem-sucedidos. Com a ferramenta Diário de Obra Vobi, você pode documentar o avanço da construção ou reforma, ou qualquer incidente relacionado à obra. Assim, fica fácil saber em qual etapa a obra está, quais atividades já foram feitas e também detectar possíveis atrasos para tomar decisões corretivas. Você pode utilizar para adicionar: ➡️ Descrição detalhada sobre a obra; ➡️ Horário da visita; ➡️ Responsável técnico; ➡️ Atividades planejadas; ➡️ Tarefas realizadas; ➡️ Registros fotográficos. Todas as informações dos seus projetos e obras na palma da mão. Você, sua equipe e seus clientes acompanham tudo diretamente do celular, independente de onde estiverem. Leia mais sobre Diário de obra: garantia de qualidade e eficiência, clicando aqui. Quando algum conflito aparecer no canteiro de obras, não se deve sair penalizando ou simplesmente dar ordens, ao invés disso, é necessário entender a raiz do problema e encontrar a melhor maneira para solução. Por isso, o acompanhamento de obra é essencial para corrigir a situação e, consequentemente, encontrar oportunidades de aprendizado - identificando qual setor da empresa requer melhor organização e qual processo de projeto deve ser melhorado em outros projetos. Abordagens colaborativas, que emanam proatividade e promovem um ambiente eficiente, contribuem para evitar custos desnecessários. É comum que as pessoas prometam prazos e entregas baseados em recursos acima do que a empresa pode ofertar. É importante entender a real capacidade de execução da sua empresa para evitar atrasos, custos complementares e garantir a qualidade dos projetos. Por exemplo, um engenheiro acompanha várias obras ao mesmo tempo, ou a equipe do escritório está envolvida em vários projetos e, em consequência disso, existem várias informações de atualização para gerir. Diante desses cenários, o acompanhamento de obras planejado e feito de forma adequada - com a real capacidade de execução dos membros da equipe - evita a sobrecarga e custos adicionais, além de garantir a qualidade do projeto. A comunicação desempenha um papel primordial no processo de acompanhamento de obras e mitigação de atrasos/custos. Essa prática consiste em ações para além da troca de mensagens e ligações. É necessário pensar em ferramentas que organizem as informações, a fim de evitar ruídos e má interpretação, sempre procurando fortalecer o relacionamento entre todos os membros responsáveis. Assim, ferramentas de troca de informações integradas, como a Vobi, permite um acompanhamento colaborativo e evita atrasos e custos adicionais ao assegurar que todos estejam acordados sobre o andamento do projeto. Uma das melhores práticas a se adotar pensando em garantir a eficiência e qualidade nas etapas do acompanhamento de obras é contar com fornecedores comprometidos. Mantenha relacionamento com empresas e parceiros que evitem atrasos na entrega e assegurem a qualidade dos produtos ou serviços prestados. Uma boa gestão procura adquirir materiais com boa procedência, reduzindo custos adicionais e otimizando o desempenho do projeto. Uma parceria sólida com fornecedores reduz riscos e garante a finalização da obra dentro do prazo e também do orçamento planejado. Sabemos que o canteiro de obras pode apresentar alguns riscos no que diz respeito à segurança no trabalho. É por isso que é necessário promover um ambiente seguro, dotado de boas práticas, entre elas: ✅Garantir o treinamento e capacitação dos trabalhadores para realização das atividades de forma segura; ✅Assegurar a adequação das instalações elétricas para prevenir choques elétricos; ✅Monitorar se os trabalhadores estão fazendo o correto uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI); ✅Utilizar somente maquinários com manutenção adequada; ✅Evitar que sejam feitas improvisações de toda espécie (ferramentas manuais, movimentação de cargas, instalações temporárias, etc.) Após a leitura desse artigo, você fará um acompanhamento de obras mais eficiente, além de uma gestão eficaz, comunicação clara e adoção de boas práticas para alavancar a qualidade dos seus projetos, construindo dentro dos prazos e orçamentos estabelecidos. www.orcafascio.com/papodeengenheiro www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.forumdaconstrucao.com.br www.rohden.com.br/blog --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/alvara-de-construcao Title: Alvará de construção: saiba a importância desse documento. Meta Description: O alvará de construção é um documento que autoriza o início de uma construção. Conheça como obter, quanto custa e as sanções para a falta desse documento. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/alvara-de-construcao ## Headings Structure: H1: Alvará de construção: saiba a importância desse documento para sua obra. H2: O que é alvará de construção? H2: Como obter o alvará de construção? H2: Quanto custa para obter o alvará de construção? H2: O alvará de construção tem prazo de validade? H2: Quais as implicações da falta de alvará de construção? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Alvará de construção: saiba a importância desse documento para sua obra. H2: O que é alvará de construção? H2: Como obter o alvará de construção? H2: Quanto custa para obter o alvará de construção? H2: O alvará de construção tem prazo de validade? H2: Quais as implicações da falta de alvará de construção? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O alvará de construção é um documento emitido pelas prefeituras ou secretaria de obras, que certifica a normalidade e segurança de uma construção. Essa documentação é fundamental para que a obra seja iniciada e finalizada de forma legal. Outros documentos que são requisitados pelos órgãos públicos dependem da emissão do alvará de construção, entre eles estão a certidão de conclusão de obra e a matrícula do imóvel. Por isso, o corpo de profissionais responsáveis por um empreendimento costuma se preocupar tanto com projetos, materiais e canteiro de obras, como também com o estudo de viabilidade legal da edificação. Isso garante, assim, que tudo ocorra dentro da lei. Sem essa documentação tão importante, os órgãos podem multar o proprietário da obra pela falta de algum deles. Conheça mais sobre o alvará de construção, lendo os seguintes tópicos: O alvará de construção, também conhecido como alvará de execução, é uma certidão que autoriza a execução de obras e serviços nos âmbitos de construção, ampliação, demolição, reforma, movimentação de terra e muro de arrimo. Para emitir esse documento é necessário a aprovação do projeto arquitetônico pelo órgão competente. Assim, a análise representa que o projeto está de acordo com a legislação vigente. São de responsabilidade dos órgãos municipais emitir e assinar o alvará de construção. Por isso, cada localidade apresenta um processo diferente (obtenção, exigência, valor, isenção de taxa, etc.) Vale ressaltar que as exigências variam de prefeitura para prefeitura, no geral, os documentos solicitados são: Ainda sobre o projeto arquitetônico, ou projeto legal, da obra, cada prefeitura delimita o que é necessário. Confira a seguir algumas das documentações que compõem esse projeto: Junto com todas as documentações anteriores, é necessário apresentar o memorial de cálculo para obter o alvará de construção. Esses cálculos são documentados por um engenheiro - responsável pela obra -, com informações fundamentais sobre a estrutura da edificação, descrevendo assim, as cargas, dimensões e aspectos dos materiais escolhidos para compor. Com isso, a prefeitura irá analisar se a obra atende às normas técnicas relacionadas à segurança e desempenho. Além da apresentação do projeto arquitetônico, memorial de cálculo, certidão de Acervo Técnico, em casos de projetos acima de 750m² (NBR 13714/2000), é necessário a apresentação do projeto de combate a incêndio e pânico. Esse projeto é desenvolvido por um engenheiro e é descrito quais serão as medidas de segurança adotadas para prevenir incêndios e pânicos em uma edificação. Nesse projeto é destrinchado quais serão os sistemas de detecção e alarme de incêndio, onde estarão localizados os extintores, hidrantes, escadas e saídas de emergência e outros pontos relacionados à segurança contra incêndios e pânicos. Portanto, depois de solicitar o alvará de construção e apresentar os projetos, o próximo passo é pagar as taxas e aguardar a aprovação da prefeitura para emissão. Assim que esse processo for concluído, a construção já pode ser iniciada. #Lembre-se: cada cidade tem um requerimento específico, bem como a quantidade de cópias necessárias de cada documento. As etapas do processo também podem variar.  Então, antes de reunir as informações, verifique o que é necessário na prefeitura da localidade do projeto. O custo para emitir o alvará de construção varia conforme a localidade e o tamanho da construção. Alguns órgãos municipais não cobram taxa para emitir o documento, já outras cobram valores consideráveis - levando em consideração a área construída ou valor de obra. Portanto, não há um padrão de valor  pela emissão. Em média, o valor não ultrapassa R$ 300,00. Nós, da Vobi, recomendamos que você verifique com a prefeitura ou secretaria de obras da sua cidade qual é o custo atualmente da emissão dessa importante documentação. O alvará de construção, no geral, tem um prazo de validade que varia de acordo com a legislação local, sendo comum durar mais de um ano. Caso a obra não seja iniciada dentro desse prazo, o alvará poderá expirar e será inevitável solicitar uma nova autorização. Caso a construção esteja em andamento e o prazo estiver perto de expirar, é necessário solicitar a renovação do alvará antes do término do período vigente. Além do mais, nos casos em que a construção não esteja de acordo com as normas, esse documento pode ser revogado antes do prazo encerrar. Em outros casos, onde a construção é interrompida e não existe previsão de retorno, o alvará pode ser cancelado. Portanto, é essencial a verificação do status do alvará de construção, para garantir que tudo esteja em concordância com a lei, como também para evitar sanções e custos não previstos. É muito importante a obtenção de um alvará de construção antes de iniciar a obra, assim é possível evitar problemas legais e, ainda, garantir a segurança dos futuros moradores. Você sabe o que a falta desse documento pode resultar? www.saocarlos.sp.gov.br construindocasas.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/analise-do-entorno Title: Análise do entorno: o ponto de partida de todos os projetos Meta Description: Aprenda o passo a passo para fazer análise do entorno, e entenda como os aspectos do entorno podem influenciar diretamente na sua tomada de decisão. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/analise-do-entorno ## Headings Structure: H1: Análise do entorno: o ponto de partida de todos os projetos H2: ‍Como descrever o entorno? H2: O que é o entorno do terreno? H2: O que é o entorno imediato? H2: Como fazer uma análise de um terreno? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Análise do entorno: o ponto de partida de todos os projetos H2: ‍Como descrever o entorno? H2: O que é o entorno do terreno? H2: O que é o entorno imediato? H2: Como fazer uma análise de um terreno? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Antes de dar início a um projeto, é necessário fazer alguns estudos que vão nortear o profissional da construção civil a tomar decisões acertadas ao longo do processo de desenvolvimento. Além de conhecer o cliente, seus gostos, expectativas e necessidades, é necessário conhecer o terreno e o contexto em que está envolvido. Ao processo de reconhecimento do terreno e seu contexto damos o nome de  “análise do entorno” e é uma etapa importante em projetos de construção e urbanismo, pois permite avaliar as condições do local onde será implantada determinada obra ou intervenção, identificar oportunidades e limitações, prever possíveis problemas e avaliar a viabilidade do projeto. No entanto, fazer uma análise do entorno é um processo que considera diversos aspectos físicos, sociais, ambientais e legais, e deve ser feito de forma eficiente para que nenhum detalhe passe despercebido. E, mais do que captar dados e informações é necessário saber interpretá-los para auxiliar na tomada de decisão e na escolha do partido arquitetônico. Pensando nisso, elaboramos um artigo que vai te ajudar com as seguintes dúvidas: Ao fazer a análise do entorno é necessário observar cuidadosamente todas as características do ambiente circundante. Essa descrição pode ser feita a partir da identificação de diferentes elementos que compõem o entorno, tais como: O entorno do terreno se refere a áreas análogas ao terreno, incluindo suas características físicas, sociais, econômicas e ambientais. O entorno pode abranger uma ampla gama de elementos, tais como outras propriedades vizinhas, estradas e vias de acesso, parques, rios, áreas verdes, zonas comerciais e residenciais, e outras construções e equipamentos urbanos. A análise do entorno do terreno é importante para avaliar as condições e características do ambiente que pode influenciar a construção e uso da área, incluindo os impactos de elementos externos sobre a propriedade, como ruídos, poluição do ar e do solo, tráfego, entre outros. Realizar o levantamento do entorno também permite avaliar as oportunidades e limitações para o uso e aproveitamento da área, incluindo as restrições legais, normas e regulamentos aplicáveis, e as possibilidades de valorização do terreno. Os resultados da análise do entorno do terreno são usados principalmente pelo profissional da construção para orientar a concepção de projetos de construção e desenvolvimento urbano, e para identificar as necessidades e prioridades para a implementação de ações de planejamento e gestão do ambiente urbano. A análise do entorno do terreno também é importante para a tomada de decisões estratégicas em relação a compra, venda, locação ou desenvolvimento de propriedades, e para garantir o uso sustentável e responsável do ambiente urbano. Por isso é interessante contar com a consultoria de um profissional qualificado antes mesmo de realizar a compra do terreno, dessa forma é possível fazer uma aquisição mais assertiva e alinhada com as expectativas do cliente. O entorno imediato é uma das dimensões da análise do entorno do terreno e refere-se ao ambiente imediatamente ao redor do terreno, em uma distância próxima. Geralmente, o entorno imediato é composto pelas propriedades vizinhas, ruas e avenidas adjacentes, equipamentos urbanos, áreas verdes e outras características que afetam diretamente o uso e aproveitamento do terreno em questão. Na análise do entorno imediato, são avaliados aspectos como a topografia do terreno e das áreas circunvizinhas, a infraestrutura urbana disponível, as condições de segurança pública, a presença de equipamentos públicos como escolas, postos de saúde e creches, o fluxo de trânsito nas ruas próximas, sistema de transporte público e as condições de iluminação pública. A análise do entorno imediato é importante para identificar as oportunidades e limitações para a construção e desenvolvimento do terreno em questão, bem como para avaliar os riscos e potenciais problemas que podem afetar a qualidade de vida dos moradores e usuários da área. Por exemplo, a presença de um shopping pode gerar elevados níveis de ruído e aumentar o fluxo de pessoas e veículos, o que pode afetar a qualidade de vida das pessoas que vivem no entorno. Da mesma forma,  se o entorno imediato for uma região com muitas áreas verdes, pode haver oportunidades para a implantação de projetos que valorizem essa característica. Ou seja, a análise do entorno imediato visa também respeitar as características existentes na região para que não haja descaracterização da localidade. Em resumo, a análise do entorno imediato é um dos principais passos na avaliação do potencial e das limitações de um terreno, permitindo que os profissionais envolvidos no planejamento e gestão urbana tomem decisões informadas e responsáveis para o desenvolvimento da área Para fazer análise completa de um terreno, é necessário compilar informações obtidas in loco, através de levantamentos que a própria prefeitura oferece, e até mesmo levantando dados históricos da região. Essas informações podem ser agrupadas em um relatório, a fim de facilitar a análise. alguns aspectos devem ser contemplados no relatório: : Ao incluir o registro fotográfico no relatório, é importante que as imagens sejam claras e bem ilustrativas, de forma a permitir que o leitor do relatório entenda facilmente as informações apresentadas. Lembre-se de que as fotografias devem ser acompanhadas de legendas explicativas, destacando as principais características e informações relevantes de cada imagem. Além disso, é válido que as fotografias sejam registradas com data e hora, para que se possa verificar a sua atualidade. O mapa de localização deve mostrar a posição do terreno em relação à cidade, bairros e principais vias de acesso, facilitando a compreensão da sua posição geográfica e da sua relação com os demais pontos de referência. Já a planta de situação deve apresentar a área do terreno e sua relação com as edificações vizinhas, as vias públicas e os elementos de destaque do entorno. Esses mapas e plantas também podem ser úteis para identificar fatores que possam influenciar o uso e ocupação do terreno, como áreas de preservação ambiental, restrições de zoneamento e outras regulamentações locais. Ao incluir os mapas e plantas no relatório, é importante que eles sejam legíveis e possam ser facilmente compreendidos pelo leitor. Eles também devem estar acompanhados de uma legenda explicativa que destaque as principais informações e características apresentadas. Como podemos ver, a análise do terreno é fundamental para a realização de qualquer projeto de construção, uma vez que fornece informações fundamentais para a concepção do projeto e a sua viabilidade econômica e técnica. Somente com essas informações em mãos é possível iniciar o projeto assertivo considerando todas as particularidades da região. https://projetos.highti.com.br/dataland/ https://blog.racon.com.br/ https://tecplaner.com.br/blog/ http://conselhos.sjp.pr.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/FBM_ADMINISTRADORA_BENS_SERVI%C3%87O2_COSTEIRA..pdf --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/anotacao-de-responsabilidade-tecnica-saiba-da-importancia Title: Anotação de Responsabilidade Técnica: saiba da importância Meta Description: A Anotação de Responsabilidade Técnica é um recurso que oferece segurança jurídica ao contratante e ao contratado. Aprenda a emitir esse importante documento! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/anotacao-de-responsabilidade-tecnica-saiba-da-importancia ## Headings Structure: H1: Anotação de Responsabilidade Técnica: saiba da importância dessa documentação no exercício da profissão H2: O que é anotação de responsabilidade técnica? H3: Tipos de ART H3: Tipos de Participação Técnica H3: Tipos de registros H2: Quem pode emitir a ART? H2: Como fazer a Anotação de Responsabilidade Técnica? H2: Como emitir a ART? H2: Quanto custa emitir ART? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Anotação de Responsabilidade Técnica: saiba da importância dessa documentação no exercício da profissão H2: O que é anotação de responsabilidade técnica? H3: Tipos de ART H3: Tipos de Participação Técnica H3: Tipos de registros H2: Quem pode emitir a ART? H2: Como fazer a Anotação de Responsabilidade Técnica? H2: Como emitir a ART? H2: Quanto custa emitir ART? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um projeto de construção civil deve ter suas etapas respeitadas e devidamente planejadas para que a execução ocorra conforme o plano inicial, para isso é fundamental aprovações técnicas e jurídicas que assegurem a qualidade e a segurança na obra. Exemplo disso, é a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Desenvolvemos esse guia para você entender melhor sobre a importância desse documento e como emiti-lo. Acompanhe os tópicos a seguir: A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) foi estabelecida pela Lei nº 6.496/77, sendo essa o instrumento que determina, em âmbito legal, os responsáveis técnicos pela execução de obras ou serviços inerentes aos profissionais registrados no Conselho de Engenharia e Agronomia (CREA). Isto significa que o contratante está resguardado de forma técnica e jurídica, já que a ART está assegurando que o profissional está habilitado a desenvolver determinado projeto. Além do mais, essa segurança também vale para esse profissional, com a garantia dos direitos autorais e à remuneração pelas atividades prestadas. Ademais, documenta seu acervo técnico, ou seja, com as emissões de Anotação de Responsabilidade Técnica é possível apresentar sua experiência e confiabilidade em desenvolvimento técnico. Leia o artigo 1° e o artigo 2° da Lei Federal, a seguir: Art 1º – Todo contrato, escrito ou verbal, para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia, à Arquitetura e à Agronomia fica sujeito à “Anotação de Responsabilidade Técnica” (ART). Art 2º – A ART define para os efeitos legais os responsáveis técnicos pelo empreendimento de engenharia, arquitetura e agronomia.” - Fonte: Lei 6496/77. Para emissão desse documento, primeiro é necessário identificar o tipo, registro ou participação técnica e ela deve ser registrada antes do início da atividade técnica. Acompanhe, a seguir, as diferentes classificações. ART de obra ou serviço: Para a contratação de execução de obras ou prestação de serviços relativos aos profissionais do Sistema Confea/Crea; ART múltipla: também é conhecida como ART de obra ou serviço de rotina, fazendo-se necessária em situações em que vários contratos sejam realizados de forma contínua em um certo período de tempo. ART de cargo ou função: referida quando o profissional tem cargo ou função técnica vinculado à pessoa jurídica, mostrando que a ART também tem uso quando o engenheiro, por exemplo, desempenha uma posição fixa em empresa privada ou em algum órgão público. ART individual: o profissional é unicamente responsável por todos os objetos do contrato; ART de coautoria: o profissional exerce uma atividade técnica de qualidade intelectual em conjunto com outros profissionais que possuam a mesma titulação técnica; ART de corresponsabilidade: semelhante à ART de coautoria, aqui ela é caracterizada pelo ato em conjunto de uma atividade executiva com profissionais com a mesma competência técnica, sendo esse um serviço mais prático com necessidade de ir à obra, por exemplo; ART de equipe: necessária quando uma equipe constituída por profissionais de diferentes titularidades, registrados no mesmo conselho, trabalham juntos em um mesmo contrato. Cada profissional, simultaneamente, precisa emitir sua Anotação de Responsabilidade Técnica atrelada à ART de equipe. ART inicial: deve ser emitida anteriormente ao início das atividades prescritas no contrato entre profissional e contratante. ART complementar: surge da necessidade de adicionar à ART inicial mais detalhes sobre as atividades previstas anteriormente ou quando o contrato tem algum ponto a ser alterado; ART de substituição: é a ART quando existe algum erro no preenchimento inicial ou quando é preciso corrigir ou alterar dados que modificam as atividades previstas no início do contrato. De acordo com o artigo 2º, da lei 6.496/1977: Em outros termos, quaisquer os profissionais habilitados, de forma legal, que exercem suas profissões em organizações que executam obras ou serviços de engenharia, agronomia, geologia, geografia ou meteorologia, devem registrar anotação de responsabilidade técnica ART. Caso em um projeto não se tenha um responsável técnico, registrado no CREA, e que possa emitir ART, o profissional e/ou empresa responsável estão suscetíveis à multas ou outras penalidades legais. Para preencher uma ART, é indispensável o registro no CREA ativo. Bem como, se for o caso, a empresa responsável também deve ter o registro. Essa documentação deve ser executada na jurisdição do local onde será feito o serviço ou realizada a obra e seu preenchimento é feito de forma inteiramente online. 1° Passo: acesse a área restrita do CREA da sua região, fazendo o login, e busque pelo ícone da ART. Logo após, clique nele e escolha a opção “Preencher Anotação de Responsabilidade Técnica.” 2° Passo: escolha o modelo que represente o seu serviço e identifique a forma de registro: “complementar”, “inicial” ou “substituição”. O primeiro se refere quando se está adicionando algo a um registro existente, o segundo é quando você está iniciando uma nova anotação e o terceiro está relacionado a algum tipo de alteração/substituição. 3° Passo: agora é só preencher os dados da sua Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), em que os dados registrados no sistema já aparecem. Em “restrições” é possível identificar o que você não pode fazer, de acordo com seu registro. Por exemplo, se você é um engenheiro na área de mecânica e deseja construir uma ponte, e não possui um registro para isso, ela não poderá ser executada. 4° Passo: preencha a sua participação, qual a finalidade do serviço e descreva o motivo da emissão da ART. Identifique também, as entidades de classes e ações institucionais, para que assim, o CREA repasse parte das arrecadações para essas entidades. 5° Passo: em “ações institucionais” informe se sua empresa possui convênio com o CREA. Já em “atividades contratadas”, preencha a atividade em que você realizará, podendo embarcar os âmbitos de fiscalização, gerenciamento, consultoria, entre outros exemplos. No campo “atividade profissional”, identifique o serviço que irá ser realizado, bem como o seu código exato. Entre eles estão: projeto, orçamento, laudo técnico, etc. 5° Passo: por fim, preencha a unidade de medida e o quantitativo. É o mais usual utilizar m² e a área da construção, no entanto, depende do que você vai fazer. Em seguida, informe os dados do contrato com o cliente (prazo, contratante, início, previsão de término, valor, entre outros). Você pode anexar arquivos que você identifica como importantes para o processo. Lembre-se de, você como profissional, deve guardar uma via assinada da Anotação de Responsabilidade Técnica, como também deixar outra no local de obra ou serviço. Essa documentação só será disponibilizada para impressão após o sistema identificar o pagamento da taxa. Geralmente, o prazo para validação eletrônica do registro é de até 24 horas úteis após a efetivação. Mas, você sabe quanto custa para emitir uma ART? Acompanhe no tópico a seguir. Em relação ao custo de uma ART, o Sistema Confea/CREA faz, todo ano, um reajuste que leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Essa quitação deve ser feita exclusivamente por meio de pagamento de boleto bancário. De acordo a  Resolução 1067/2015, do CONFEA (art. 2º, §2º e §3º ): O valor da ART referente à execução de obra incidirá sobre o valor do custo da obra. O valor da ART referente à prestação de serviço incidirá sobre o valor do contrato. Ou seja, os custos estão relacionados ao valor do contrato, sendo considerados duas faixas de preços para Anotação de Responsabilidade Técnica: Você já sabe que a responsabilidade da emissão da ART é do profissional, mas e quem arca com o pagamento? Geralmente, o profissional contratado embute no valor do serviço os gastos com essa documentação. Lembre-se: quando houver a finalização da atividade técnica desenvolvida, é necessário efetuar a baixa da ART, ou seja, fazer a formalização que a atividade está concluída. Pronto! Agora que você já tem ART preenchida, pode começar o seu trabalho! www.blog.ptarental.com.br/ www.engenharia360.com www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.melhortaxa.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/anteprojeto-de-arquitetura Title: Anteprojeto de Arquitetura: A Etapa de Concepção dos Espaços Meta Description: No anteprojeto de arquitetura, grandes escolhas precisam ser feitas e o conhecimento do profissional está sempre posto à prova. Saiba tudo sobre o tema! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/anteprojeto-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H2: O que é um anteprojeto de arquitetura H2: A importância de um anteprojeto de arquitetura H2: Como fazer um anteprojeto de arquitetura H2: Checklist do anteprojeto de arquitetura H2: Exemplos de anteprojeto de arquitetura H2: Como cobrar por um anteprojeto de arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H2: O que é um anteprojeto de arquitetura H2: A importância de um anteprojeto de arquitetura H2: Como fazer um anteprojeto de arquitetura H2: Checklist do anteprojeto de arquitetura H2: Exemplos de anteprojeto de arquitetura H2: Como cobrar por um anteprojeto de arquitetura H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Até aqui se sabe o conceito e como o espaço vai ser preenchido, mas é só no anteprojeto de arquitetura que tudo ganha definição e descrições mais exatas. Para entender essa etapa tão importante de desenvolvimento projetual, continue a leitura! Nesse artigo você vai aprender: O anteprojeto de arquitetura é a etapa que vem depois do estudo preliminar 100% aprovado e corresponde ao momento de tomar as decisões mais significativas do projeto. Em síntese, é a segunda etapa de um projeto de arquitetura ou interiores, quando o profissional adentra no desenvolvimento das ideias já iniciadas e tudo ganha mais definição e exatidão. De grosso modo, se a partir do estudo preliminar ficou definido que certo elemento teria tons de verde e aparência polida, agora no anteprojeto acontecerá a especificação do código, marca, local de compra, e, por vezes, até o preço de mercado estimado desse material. E esse raciocínio se estende a todos os itens inclusos na proposta. Também é o momento de conceber os desenhos mais técnicos como: plantas, cortes, elevações (vistas), fachadas e perspectivas, e de prestar esclarecimentos aos clientes, no que tange aos pormenores do projeto. Além disso, ocorre o preparo da modelagem completa e fidedigna do espaço. O arquiteto ou designer pode elaborar essa volumetria em 3D no decorrer do anteprojeto, ou já tê-la feito desde o estudo preliminar de arquitetura, dependendo da metodologia de trabalho adotada. Em todo caso, é nessa segunda etapa da proposta que se faz todas as escolhas de especificações de materiais, revestimentos e acabamentos que vão constituir o espaço e também que ocorre a criação de materiais de visualização do projeto, sujeitos à aprovação ao final. Ainda nessa etapa, acontece uma estimativa dos custos e prazos aproximados dos respectivos serviços de obra, assim como inclui a elaboração dos documentos para aprovação (projeto legal). Conforme a definição do CAU, o anteprojeto de arquitetura é a: Certamente, trata-se de uma fase muito importante para o cliente e é quando ele mais precisa estreitar o seu relacionamento com o arquiteto ou designer. Pois, como já dissemos, eles devem fazer juntos todas as escolhas mais aprofundadas relativas ao espaço, o que inclui as de cunho estético, estritamente pessoais. No decorrer do anteprojeto de arquitetura, são feitas visitas em lojas e análise das diversas amostras de materiais como: tecidos, revestimentos, marcenaria, perfis metálicos, vidros e tantos outros que variam conforme o projeto em questão. Dependendo do que estiver previsto no contrato e da modalidade do serviço contratado, o profissional pode estar acompanhado ou não dos seus clientes nesses momentos. Em suma, nessa etapa é quando o projeto de arquitetura e interiores toma forma de verdade e nisso está a sua maior relevância. Assim que esmiuçadas as escolhas do projeto, o arquiteto elabora o 3D para que o cliente consiga visualizar em detalhes a composição do espaço como um todo, muito antes dele ser executado. Na era digital, essa visualização tem sido transformada, cada vez mais, em uma verdadeira experiência ao cliente. Esse processo pode ocorrer de várias formas: através de imagens realistas, conceituais e até mesmo em formato de vídeos em 360º. Vale ressaltar que cada detalhe criativo é idealizado e planejado aqui e demonstrado em forma de desenhos gráficos precisos, uma vez que o profissional elabora também as pranchas técnicas do espaço. Perceba, então, que a maior intenção do anteprojeto de arquitetura é chegar ao ponto de encerrar todo o planejamento do espaço no quesito criação e concepção, pois, depois dele, no projeto executivo de arquitetura, as discussões já gravitam apenas em torno de informações com fins de execução e obra. Em outras palavras: Sabemos que o conceito do espaço é o que guia todo o seu processo de elaboração. Em vista disso, tê-lo sempre em mente na hora de começar a desenvolver um anteprojeto é fundamental. Uma vez revisado o layout, comece a traçar os detalhes do espaço, considerando sempre as medidas extraídas na fase de levantamento arquitetônico. Tanto você, quanto o cliente, já sabem como o espaço vai ser preenchido, mas até aqui, não se tem a definição exata dos modelos e características das geometrias que estão preenchendo esse espaço no layout. E esse é o maior desafio (e trunfo) do anteprojeto. Portanto, utilize os recursos de representação gráfica que estão disponíveis para você e pense em cada ponto do projeto como um complexo isolado, que precisa ter uma imagem clara e minuciosamente especificada. Mais do que isso: ela precisa ter material certo, dimensão precisa, cor, tamanho, numeração, fornecedor, etc., ainda que de forma ainda provisória, afinal está sujeita ainda a ajustes. Se for um projeto de interiores, lembre-se de que os detalhes não podem ter apenas beleza, mas, sobretudo, precisam ser funcionais. Pense em como é a rotina do seu cliente, segundo as informações colhidas no briefing e crie algo adequado ao seu estilo de vida. A mesma ponderação precisa ser feita nos projetos arquitetônicos. No anteprojeto de arquitetura, você pode elaborar primeiro as vistas (elevações) e depois os cortes, ou, se preferir, partir direto para a elaboração da modelagem completa em 3D e na sequência fazer as pranchas técnicas. A verdade é que essa etapa costuma estar muito atrelada ao software que o arquiteto ou designer utiliza no seu escritório. Desse modo, acaba variando muito os processos internos e metodologia de trabalho e tudo depende muito da gestão de projetos adotada. É que alguns softwares exigem que o profissional faça primeiro os arquivos em 2D para depois transformá-los em 3D, assim como existe o inverso, em que do 3D se extrai todas as informações necessárias para o 2D. Independente da sua escolha, é elementar que você siga com rigor os padrões de linguagem arquitetônica e as normas da ABNT, desde a etapa de anteprojeto. Isso vale para os cortes, elevações, perspectivas, etc. Sendo assim, inclua nos seus desenhos: textos, cotas, simbologias, legendas e carimbo. Em seguida, dê início ao preparo do material que será apresentado ao cliente na reunião de apresentação do anteprojeto de arquitetura. Esse conteúdo pode ser feito através de imagem realista, conceitual, vídeo, diagramas arquitetônicos, perspectivas explodidas, fluxogramas, setorização, dentre tantos outros. Hoje, existe um universo a ser explorado só no que tange à apresentação de projetos e formas de encantar clientes através delas. Mas, o que é mais relevante nesse assunto, é que o material criado seja de fácil compreensão e demonstre todas as nuances da sua proposta. Agora que entendemos os conceitos e o modo de elaboração desta etapa, veja abaixo as nossas recomendações gerais sobre o tema. Fizemos em forma de roteiro para que você tenha sempre em mãos quando estiver na fase de anteprojeto de arquitetura. Assim, confira nosso checklist: ✔  Estude o briefing; ✔  Analise o conceito e demais decisões do estudo preliminar; ✔  Considere as medidas extraídas do levantamento; ✔  Planeje em detalhes como e com o quê cada parte do espaço será preenchida; ✔  Crie a modelagem 3D do projeto; ✔  Crie os desenhos técnicos pertinentes: plantas, cortes, elevações e perspectivas; ✔  Faça a especificação dos materiais escolhidos; ✔  Se for da sua preferência, faça a renderização das imagens do projeto; ✔ Elabore a apresentação para o cliente com recursos de fácil compreensão, como: perspectivas explodidas, diagramas, setorizações, etc; ✔ Se for objeto do contrato, estime os custos e prazos; ✔ No que couber, prepare os documentos visando o Projeto Legal. Uma rápida análise da imagem abaixo já é suficiente para perceber que se trata de uma apresentação visualmente agradável. Não que isso seja uma exigência ou um template que deva ser seguido à risca pelo seu escritório - longe disso. Mas, nos lembra que no anteprojeto de arquitetura, todo o material produzido ainda é destinado ao cliente e não aos profissionais que vão executar a obra e que, desse modo, está sujeito ainda à validação. Em razão disso, recomendamos que você tenha a preocupação de fazer com que seu cliente entenda cada item que está sendo sugerido, mesmo envolvendo desenhos técnicos e especificações. E, nesse sentido, é melhor que a prancha esteja bem ilustrada, setorizada por cores da mesma paleta, e com ótima diagramação, a fim de que, além do fácil entendimento, ocorra um encantamento imediato no cliente também. Veja que todas essas premissas se repetem nesse segundo exemplo: Vale ressaltar que fazer um anteprojeto de arquitetura completo, atrativo e de fácil compreensão, não significa, necessariamente, ser um expert em fazer render realista, tampouco é uma obrigação incluir imagens realistas em sua proposta. Mas, sempre que colocar, é importante que elas também sejam aprovadas pelo seu cliente e que correspondam, de fato, com a realidade. Falamos isso porque o render é um recurso importante de visualização, convencimento e, até mesmo, de auxílio aos profissionais que vão executar a obra depois, que, muitas vezes, conseguem esclarecer eventuais dúvidas apenas de olhar a imagem. Entretanto, sabemos que não é o bastante entender “apenas” de imagens realistas, uma vez que é fundamental desenvolver um raciocínio projetual completo, ou seja, ter as habilidades de criar desenhos técnicos e de especificar materiais adequados para cada proposta. Em termos de cobrança pelos serviços de arquitetura e design, sabemos que diversas variáveis precisam ser consideradas na hora de definir os parâmetros de precificação. Mas uma possibilidade que você pode seguir é a de parcelar seus honorários pelas etapas do projeto. Para isso, é necessário estipular um valor percentual específico para a fase de  anteprojeto de arquitetura, que pode ser algo em torno de 20% a 35% do valor total da proposta. Claro que esses percentuais são meramente referenciais e você precisa avaliar a situação particular do seu escritório, considerando a sua realidade e momento de vida. Lembre-se também que cada projeto é único e que os valores também podem variar em função do escopo e metodologia de trabalho para a qual você foi contratado, portanto, reflita bem sobre o tema antes de precificar os seus serviços. Em todo caso, estamos falando de uma fase de desenvolvimento de projetos de arquitetura e ela por si mesma é cheia de variáveis. Pesquisas de mercado e tomadas de decisão ocorrem ao longo de todo processo, pondo à prova, mais uma vez, o poder de aliar conhecimento técnico à criatividade do profissional. Agora conta para a gente, como funciona esse percurso no seu escritório? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/aplicativo-de-arquitetura Title: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho Meta Description: Um aplicativo de arquitetura pode transformar suas ideias em realidade com rapidez. Nosso aplicativo é ideal para melhorar a qualidade dos seus projetos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/aplicativo-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H2: Os melhores aplicativos de arquitetura H3: BIMx (iOS/Android) H3: RoomScan Pro (iOS) H3: Concepts (iOS) H3: Sunseeker (iOS/Android) H3: Pinterest (iOS/Android) H2: Aplicativo da Vobi H3: Gestão financeira H3: Site para arquitetos H3: Gestão de projetos H3: Orçamento H3: CRM de vendas H3: Gestão de documentos H3: Gestão de compras H3: Gestão de tarefas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H2: Os melhores aplicativos de arquitetura H3: BIMx (iOS/Android) H3: RoomScan Pro (iOS) H3: Concepts (iOS) H3: Sunseeker (iOS/Android) H3: Pinterest (iOS/Android) H2: Aplicativo da Vobi H3: Gestão financeira H3: Site para arquitetos H3: Gestão de projetos H3: Orçamento H3: CRM de vendas H3: Gestão de documentos H3: Gestão de compras H3: Gestão de tarefas H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um aplicativo de arquitetura é uma ferramenta tecnológica que permite aos usuários criar, visualizar e editar projetos de arquitetura de forma eficiente. Até mesmo, é possível gerenciar a colaboração em equipe e com os clientes. Por isso, um app de arquitetura tem como objetivo otimizar o fluxo de trabalho, melhorar a precisão dos projetos e criar designs mais atraentes e funcionais. Assim, passam a ser uma ferramenta poderosa que ajuda os profissionais a trabalhar de forma mais produtiva, eficiente e criativa. Eles oferecem uma ampla gama de recursos que tornam o processo de design, gestão e construção mais fácil e mais preciso. Por exemplo, com o app AutoCAD 360, os usuários podem visualizar, editar e compartilhar desenhos em qualquer lugar, a qualquer hora, usando smartphones, tablets ou navegadores da web. Sendo ideal para arquitetos e engenheiros que precisam trabalhar em projetos em trânsito ou colaborar com colegas em tempo real. Se você é um profissional da construção civil vale a pena explorar as possibilidades oferecidas pelos aplicativos de arquitetura. Venha descobrir como essas ferramentas podem revolucionar a sua forma de trabalhar através da leitura dos seguintes tópicos: O BIMx é um aplicativo tanto para iOS como para Android, que permite a visualização de modelos de informações de construção (BIM) em dispositivos móveis. Desenvolvido pela GRAPHISOFT, o BIMx é um aplicativo de visualização de modelos 3D que oferece recursos avançados para navegação e interação com o modelo. Então, se você já trabalha com projetos em BIM, esse aplicativo de arquitetura é especialmente útil já que ele permite o compartilhamento do seu projeto com clientes e colaboradores em um formato acessível e fácil de usar em dispositivos móveis. Isso significa que os usuários podem explorar o projeto em detalhes, visualizando o modelo 3D, as plantas, as elevações, as seções transversais, os detalhes construtivos e os materiais utilizados, entre outros recursos. O profissional também pode adicionar notas e medidas, além de marcar pontos específicos do modelo para destacar áreas problemáticas ou sugestões de alteração. Em resumo, se você utiliza o método e o software archicad, não deixe de utilizar também o BIMx para desenvolver projetos cada vez mais eficientes e colaborativos. O RoomScan Pro é um aplicativo de arquitetura para iOS que permite aos usuários criar plantas baixas precisas em segundos, usando apenas o smartphone ou tablet. O app de arquitetura utiliza o sensor de movimento do dispositivo para medir as dimensões da sala e desenhar automaticamente a planta baixa. O aplicativo pode ser usado para criar plantas baixas de quartos, apartamentos, escritórios e outros espaços, permitindo que os usuários possam capturar com precisão as dimensões e a geometria do espaço em questão. O profissional pode inserir portas, janelas e outras características ao plano de forma ágil. Ou é possível também exportar as plantas baixas para outros aplicativos, como o AutoCAD ou o SketchUp, permitindo que os usuários possam incorporar as informações em seus projetos. O Concepts é um aplicativo de desenho e esboço disponível para o sistema iOS, que oferece uma ampla gama de recursos e ferramentas de desenho, como pincéis personalizáveis, opções de camadas, opções de precisão e suporte a gestos de toque. Embora o Concepts não seja especificamente um aplicativo de arquitetura, ele é frequentemente utilizado por arquitetos e designers de interiores para criar esboços e desenhos preliminares de projetos. Com a possibilidade de criar desenhos precisos em camadas e adicionar anotações e detalhes, o Concepts é uma ferramenta versátil para a fase inicial de um projeto, permitindo que os arquitetos possam visualizar e explorar diferentes ideias de design rapidamente. O Concepts também é útil durante as etapas de apresentação do projeto, permitindo que os arquitetos possam criar desenhos detalhados e ilustrações em tempo real para apresentar aos seus clientes. Além disso, o aplicativo oferece a opção de exportar os desenhos em vários formatos, como PDF e JPEG, facilitando o compartilhamento com a equipe e os clientes. O Sunseeker é um aplicativo para iOS e Android que permite aos profissionais da construção civil visualizar a trajetória do sol ao longo do dia em qualquer localização do mundo. Ele utiliza a câmera do dispositivo e a bússola para rastrear a posição do sol em tempo real e exibir a trajetória solar sobrepostas em imagens do mundo real. O benefício desse aplicativo para arquitetos, engenheiros e designers de interiores é que com ele é possível avaliar a incidência solar em uma determinada área para determinar o melhor posicionamento de janelas, varandas e outros elementos de design. Assim, é considerado um aplicativo de arquitetura por contribuir, por exemplo, na criação de projetos de construção com eficiência energética. Com a visualização da trajetória do sol em diferentes épocas do ano, o Sunseeker também pode ser usado para avaliar a incidência solar em áreas externas, como pátios e jardins, permitindo que os usuários possam planejar a localização ideal para plantas e mobiliário externo. O Pinterest é uma rede social baseada em imagens, que permite aos usuários compartilhar e descobrir ideias e inspirações. Para os profissionais de arquitetura e design de interiores, o app pode ser uma excelente ferramenta para buscar referências e inspirações para projetos. Sendo também um aplicativo de arquitetura, é possível pesquisar por imagens de ambientes, materiais, mobiliários, luminárias, entre outros elementos que compõem um projeto arquitetônico. Por exemplo, um arquiteto ou designer que esteja trabalhando em um projeto de decoração de um quarto de casal pode utilizar o Pinterest para buscar ideias de cores, mobiliário, iluminação e disposição dos elementos no espaço. Assim, é possível reunir uma série de referências que podem servir de base para o projeto final. Além do mais, muitos arquitetos e designers utilizam o Pinterest para divulgar seus trabalhos e projetos, compartilhando fotos dos ambientes criados por eles. Essa exposição pode ser importante para atrair novos clientes e expandir a visibilidade da marca. Outro exemplo é a utilização do Pinterest como ferramenta de compartilhamento de ideias entre profissionais da área. Muitos arquitetos e designers utilizam o aplicativo para criar painéis colaborativos, onde diferentes profissionais podem compartilhar ideias e referências para um mesmo projeto. Essa colaboração pode enriquecer o processo criativo e resultar em soluções mais inovadoras e criativas. Separamos um artigo especialmente sobre essa rede social, leia também: Pinterest para arquitetos. Além de informações relevantes no que diz respeito a criar e alimentar a sua página profissional no Pinterest. Quer ter acesso a esse conteúdo completo? Clique aqui! A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro ou designer, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo livre para fazer o que mais gosta ou utilize esse tempo para crescer ainda mais o seu escritório. Sabemos que no dia a dia, você precisa conciliar diversas tarefas como a criação de propostas comerciais, controle de custos e despesas, gerenciamento de prazos e atividades, gestão de equipe, controle de horas trabalhadas e elaboração de relatórios. Outro aplicativo de arquitetura que oferece uma série de recursos e ferramentas para te ajudar a gerenciar projetos de forma mais eficiente e produtiva é o aplicativo da Vobi. Nosso app permite que os usuários compartilhem arquivos e informações com seus clientes e colaboradores de forma segura e integrada. Assim, arquitetos e profissionais da construção civil podem concentrar todas as informações e processos relacionados a seus projetos e obras em uma única plataforma, simplificando o trabalho e aumentando a produtividade. Agora, leia cada uma das funcionalidades que temos e o porquê você deve pedir já seu convite para transformar o seu negócio! Com a ajuda da Vobi, você poderá criar e compartilhar cobranças profissionais de forma fácil e rápida com seus clientes. Além disso, você terá um controle completo das suas contas a pagar e a receber, facilitando o gerenciamento financeiro do seu negócio. Com nossos relatórios personalizados, você poderá ter uma visão clara e objetiva da saúde financeira da sua empresa. Com a ferramenta de Gestão financeira da plataforma, você pode: E a melhor parte é que você pode ter todo esse controle financeiro diretamente em seu celular, através do aplicativo de arquitetura da Vobi, integrado à plataforma de gestão de projetos, tarefas e orçamentos. Além disso, se desejar, pode compartilhar essas informações com seus clientes de forma rápida e fácil. Não é incrível? A Vobi oferece diversas vantagens para arquitetos que desejam ter um Site para arquitetos personalizado e eficiente. Com a ferramenta, é possível ter um portfólio digital completo e personalizado de forma rápida e descomplicada, sem custos adicionais. Além disso, a plataforma é focada exclusivamente nas necessidades dos profissionais da construção civil, oferecendo modelos de sites otimizados para converter novos clientes e causar uma boa impressão. O site também é equipado com as melhores práticas integradas para otimização de SEO, incluindo recursos como mapa de empresa, botões de mídia social e formulário de contato. Com o aplicativo de arquitetura da Vobi, é possível criar um site profissional que transmita claramente o valor de negócios e experiência, além de possibilitar a atualização dos dados sempre que necessário. A ferramenta de Gestão de projetos da Vobi permite a concentração de todas as informações em um único lugar, possibilitando a criação de orçamentos personalizados, controle de lista de compra e contratações, solicitação de pagamentos, armazenamento de todos os arquivos em um só lugar e envio de propostas direto da plataforma. Ou seja, tudo que precisa na palma da sua mão. Além disso, é possível compartilhar arquivos com clientes e colegas de trabalho direto do aplicativo de arquitetura Vobi, eliminando a necessidade de longas chamadas telefônicas ou reuniões demoradas, convidar para dar feedbacks e deixar comentários, registrar toda a comunicação, solicitações de revisão, anotações, escopo e contratos. O compartilhamento de documentos com os clientes permite a interação e visualização de arquivos, com a possibilidade de envio de comentários relacionados ao arquivo/link em questão. Com a ferramenta de Orçamento da Vobi, é possível criar orçamentos em poucos cliques utilizando listas de produtos automáticas e sugestões de fornecedores para serviços. Os orçamentos podem ser compartilhados com o cliente e permitir a realização de comentários, bem como controlar aprovações com três status disponíveis. É possível comparar e personalizar orçamentos, acessar milhares de produtos em um só lugar e utilizar a ferramenta tanto através do aplicativo de arquitetura Vobi como em computadores. Assim, essa ferramenta pode trazer grandes benefícios para o seu negócio e facilitar o encontro da melhor combinação entre custo e design. A plataforma Vobi oferece diversas soluções para impulsionar o seu negócio, entre elas está a Gestão de Oportunidade, um software de CRM de vendas. Essa ferramenta permite visualizar todas as oportunidades de projetos em uma única tela, desde o primeiro contato com o cliente até a aceitação da proposta de serviço. Com a Gestão de Oportunidade, você pode gerenciar e controlar todas as oportunidades de projetos, enviar propostas personalizadas e orçamentos em minutos, visualizar históricos, detalhes e status de cada oportunidade, além de editar, filtrar ou alterar o status ou detalhes de cada oportunidade. Para facilitar a organização, a Vobi disponibiliza 5 status para classificação de cada oportunidade de acordo com a etapa em que se encontra: nova oportunidade, contato realizado, proposta enviada, oportunidade ganha e oportunidade arquivada. Além disso, a ferramenta permite gerenciar todos os seus contatos, adicionando ou editando informações, criando ou arquivando contatos e vinculando contatos a oportunidades ou projetos. Com a Vobi, você pode enviar suas propostas diretamente da plataforma de forma simples e personalizada, através do aplicativo de arquitetura Vobi, você pode inserir a sua identidade visual e controlar todas as propostas já enviadas. Caso o cliente aceite a proposta, basta marcar a oportunidade como ganha e dar início à etapa de projeto. Caso contrário, basta alterar o status da oportunidade para arquivada. Com a plataforma Vobi, você pode centralizar todas as informações do seu projeto em um só lugar e armazenar arquivos e links como referências, plantas ou documentos. Não se preocupe, pois seu cliente terá acesso somente aos arquivos que você compartilhar. Além disso, você pode ver quem tem acesso a cada pasta, incluindo os arquivos compartilhados com seu cliente ou aqueles que seu cliente fez o upload. Dentro de cada projeto, você também pode visualizar detalhes importantes como a pretensão de investimento e data de início, além de fazer anotações em um bloco de notas disponível na plataforma. E o melhor de tudo, você pode acessar tudo isso do seu celular, baixando o aplicativo de arquitetura Vobi, ou computador. Com a Gestão de documentos simplificada do Vobi, você pode economizar tempo e manter tudo organizado em um único lugar. A Vobi tem como objetivo simplificar tarefas manuais e permitir que escritórios possam expandir seus serviços sem sobrecarregar sua equipe e aumentar seus custos. Para isso, oferecemos as ferramentas de "Compras" e "Pagamentos". Antes de começar a utilizar essas ferramentas, é necessário preencher todos os itens e serviços do orçamento de cada projeto. Com a ferramenta de Compras, é possível importar os itens especificados diretamente do orçamento, controlar informações de compras em um fluxo de aprovações, ter previsibilidade nas compras de materiais, alterar o status dos itens para controle das pendências e visualizar o valor total ainda a ser investido. Após a aprovação dos itens, a ferramenta de Pagamentos os adiciona automaticamente na aba correspondente do projeto. Com ela, é possível gerenciar todos os pagamentos de produtos e serviços em um único lugar, configurar parcelas com data de pagamento, descrição e valor a ser pago, configurar status para manter controle das parcelas pagas e valores pendentes, além de anexar comprovantes de pagamento e orçamentos em todos os itens. Com as ferramentas de Gestão de compras e de Pagamentos da Vobi, seus processos e gerenciamento serão descomplicados, e tarefas antes manuais serão automatizadas, permitindo que seu escritório ofereça serviços mais completos sem sobrecarregar sua equipe e aumentar seus custos. Baixe o aplicativo de arquitetura Vobi! Imagine poder verificar com facilidade quais tarefas estão em andamento e quem são os responsáveis, de acordo com o projeto. Com a ferramenta de Gestão de tarefas da Vobi, você pode aumentar a produtividade, economizar tempo e dinheiro, e ter total controle sobre a sua equipe. Para os escritórios de arquitetura e interiores, isso significa obter melhores resultados em termos de valor e qualidade. Chega de utilizar bloco de notas no celular ou computador e ter problemas de comunicação com seus sócios e funcionários sobre quais são os próximos passos e quem é responsável por cada tarefa. Com a nossa plataforma, tudo isso é possível de forma descomplicada e em um só lugar. Estamos sempre empenhados em facilitar a sua vida e, por isso, temos diversas soluções para o seu negócio, incluindo a ferramenta de Gestão de Tarefas. Com essa funcionalidade, você pode ter controle das tarefas pendentes de cada projeto do seu escritório, de forma online e fácil. É possível localizar os responsáveis, o nível de prioridade e a data de vencimento de cada atividade. Se você quer aumentar a produtividade do seu escritório e obter melhores resultados em seus projetos, implemente agora mesmo a ferramenta de Gestão de Tarefas, através do aplicativo de arquitetura Vobi: https://www.archdaily.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/aprenda-sobre-o-cub-custo-unitario-basico-aplique-ja-atraves-da-vobi Title: Aprenda sobre o CUB (Custo Unitário Básico): aplique já! Meta Description: Saiba como o CUB (Custo Unitário Básico) influencia custos e viabilidade em projetos de construção civil. Entenda a importância desse indicador e como aplicá-lo! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/aprenda-sobre-o-cub-custo-unitario-basico-aplique-ja-atraves-da-vobi ## Headings Structure: H1: Aprenda sobre o CUB (Custo Unitário Básico): aplique já através da Vobi! H2: O que significa CUB? H2: Qual a importância do CUB? H2: Como o CUB é calculado? H2: Como ter acesso à tabela CUB? H2: Conheça a ferramenta de composição de custos unitários da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Aprenda sobre o CUB (Custo Unitário Básico): aplique já através da Vobi! H2: O que significa CUB? H2: Qual a importância do CUB? H2: Como o CUB é calculado? H2: Como ter acesso à tabela CUB? H2: Conheça a ferramenta de composição de custos unitários da Vobi H3: Continuar lendo H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O CUB (Custo Unitário Básico) é um instrumento fundamental no contexto do mercado imobiliário e financeiro, exercendo um papel crucial na avaliação dos custos em projetos de construção. Essa sigla refere-se a um indicador que estima os gastos por unidade de área construída, direcionando a tomada de decisões tanto de empreendedores quanto de compradores de imóveis. O valor base, o CUB, é determinado por projetos-padrão como referência: residência unifamiliar, residência multifamiliar, prédio popular, projeto de interesse social, residência popular, projeto comercial de andares livres, projeto comercial de salas e galpão industrial. Segundo o SINDUSCON-MG (Sindicato dos Trabalhadores da Construção e Imobiliárias de Minas Gerais), a principal finalidade do indicador é regular o mercado de incorporação imobiliária, atuando como referencial de custo e monitoramento da progressão dos gastos em edificações. Nós, da Vobi, convidamos você a entender como o Custo Unitário Básico é aplicado no mercado imobiliário e financeiro, destacando sua importância para a gestão de projetos e para as decisões de investimento do empreendimento. Acompanhe os seguintes tópicos: De acordo com o SINDUSCON (Sindicato Trabalhadores Construção e Imobiliárias), o CUB é abreviação de Custo Unitário Básico e refere-se ao indicador oficial que representa a variação dos custos das empresas de construção. Sua aplicação é obrigatória nos registros de incorporação de projetos imobiliários, e desempenha um papel importantíssimo como indicador de mudanças nos custos de mão de obra e serviços. Este índice, é estabelecido através da Lei nº 4.591/64,onde fornece valores por metro quadrado (CUB/m²). Mensalmente a SINDUSCON publica avaliações que determinam os montantes do CUB, elemento esse avaliado com base nos preços de bens e serviços do setor em cada região de atuação. O orçamento é uma fase muito importante em um projeto, onde deve haver o máximo de atenção a fim de mitigar erros. Com a utilização do CUB é possível ter um cálculo mais preciso sobre os gastos relacionados à construção. Ou seja, o indicador é um guia imprescindível para quem quer iniciar um projeto de construção, e você como profissional da construção civil deve estar atualizado sobre o assunto. Por exemplo, se seu cliente deseja iniciar a construção de um edifício, o CUB irá te dar uma noção do valor essencial de quanto ele deverá investir no empreendimento. Assim, é possível estimar os custos por metro quadrado, considerando material, mão de obra, infraestrutura, entre outros gastos. Só assim o seu cliente determinará o preço de venda adequado e/ou como se planejar financeiramente para a execução da construção. Além disso, esse indicador é empregado como referência no mercado financeiro, ultrapassando o setor da construção civil e impactando diretamente diversas dimensões do mercado e das transações. Muitas construtoras cometem erros e passam a considerar o índice CUB ineficiente. Contudo, quando calculado de forma correta, o indicador se torna valioso na composição de preços na construção. O Custo Unitário Básico fornece uma projeção eficiente dos custos a partir da fórmula: CUB = (preço de materiais + custo de mão de obra + preço de equipamento) / área construída Assim, ao aplicar a fórmula, as construtoras podem obter o custo por unidade de área (R$/m²). Isso proporciona uma abordagem inicial dos custos do projeto por área. O Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON) possui um site por estado, onde as informações são especificadas por região. Isso facilita e corrobora como fonte confiável ao mercado da construção civil e imobiliário. Dentre as informações estão indicadores econômicos, legislação vigente, eventos, notícias e as publicações das tabelas CUB atualizadas mensalmente. Ao visitar o site do SINDUSCON do seu estado você tem acesso às tabelas CUB. A partir daí é só fazer o download em formato PDF ou outro formato digital. Você encontra dois tipos: CUBs/m² sem desoneração e CUBs/m² com desoneração. Você já sabe a diferença? Um orçamento sólido é o alicerce para o planejamento eficaz de projeto de uma edificação. Isso garante que a visão criativa seja sustentada por uma base financeira viável. Com a ferramenta de Composição de Custos da Vobi, ou Composição de Preço Unitário, você pode calcular os índices de consumo de materiais, equipamentos e produtividade de mão de obra de maneira muito fácil. Assim, você pode calcular de forma precisa o custo da execução do projeto e estabelecer a margem de lucro por meio do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas). Veja esse exemplo abaixo de uma composição de alvenaria de bloco cerâmico furado 👇 Nessa composição, é possível entender que para executar 1m² de alvenaria, vamos gastar: Logo, o preço total será de R$42,82. A soma desses preços forma CPU do serviço de Alvenaria de bloco cerâmico furado. Você pode criar um orçamento na nossa plataforma e ir construindo uma biblioteca, assim, sua composição estará disponível para usar em outros projetos, sem a necessidade de refazer tarefas. Isso otimizará seu tempo e padronizará seus documentos! A partir do momento que sua biblioteca tenha sido devidamente preenchida com produtos, serviços e composições você terá a praticidade de poder adicionar qualquer um desses itens a qualquer orçamento. ➡️ Caso você tenha orçamentos em planilhas e uma biblioteca de itens e composições próprias, é possível importar para dentro da Vobi. Indicamos que você aproveite seu material existente! Otimize seus processos e aumente a rentabilidade das suas atividades: Conheça a Vobi! www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/aquecimento-solar Title: Aquecimento solar: as vantagens da energia renovável Meta Description: Está em dúvida entre energia solar ou aquecimento solar? Entenda a diferença entre os dois, como funciona e quanto custa o sistema de aquecimento solar Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/aquecimento-solar ## Headings Structure: H1: Aquecimento solar: as vantagens da energia renovável H2: Quanto custa um sistema de aquecimento solar?‍ H2: Como funciona o aquecimento solar? H2: Qual é a melhor: energia solar ou aquecedor solar?‍ H2: Como funciona o aquecimento solar quando não tem sol? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Aquecimento solar: as vantagens da energia renovável H2: Quanto custa um sistema de aquecimento solar?‍ H2: Como funciona o aquecimento solar? H2: Qual é a melhor: energia solar ou aquecedor solar?‍ H2: Como funciona o aquecimento solar quando não tem sol? H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O Brasil está localizado em sua maior parte na chamada zona térmica tropical, isso proporciona maior incidência solar direta em nosso país, daí vem o termo país tropical. Essa alta incidência solar é uma vantagem para o desenvolvimento de tecnologias de energia solar no Brasil, como o aquecimento solar e a geração de energia fotovoltaica. Com a utilização de sistemas de aquecimento solar e painéis fotovoltaicos, é possível aproveitar a abundante energia solar no país para gerar energia elétrica e térmica de forma limpa e sustentável. O aquecimento solar é uma alternativa ao uso de combustíveis fósseis para aquecer a água e pode ajudar a reduzir a pegada de carbono de uma casa ou empresa, além de proporcionar economia na conta de energia elétrica ou gás. Se você está considerando adotar o sistema de aquecimento solar, não pode perder esse artigo que vai esclarecer as principais dúvidas que permeiam o assunto: O custo de um sistema de aquecimento solar pode variar de acordo com diversos fatores, como o tamanho do sistema, a região em que ele será instalado, a complexidade da instalação e a marca dos equipamentos. Em geral, o custo de um sistema de aquecimento solar pode variar entre alguns milhares de reais. Para se ter uma ideia, um sistema de aquecimento solar básico para uma casa com até quatro pessoas pode custar entre R$4.000,00 e R$6.000,00. Já um sistema mais completo, com maior capacidade de armazenamento e controle automatizado, pode custar de R$10.000,00 a R$20.000,00 ou mais, dependendo da região e do tamanho da instalação. No entanto,é importante ressaltar que o investimento em um sistema de aquecimento solar pode trazer economia a longo prazo, pois reduz o consumo de energia elétrica ou gás para aquecimento de água. Além disso, existem programas governamentais e incentivos fiscais que podem reduzir o custo do investimento, como linhas de crédito com taxas de juros reduzidas e descontos no Imposto de Renda. O Programa Nacional de Apoio à Geração de Energia Térmica com Uso de Fontes Renováveis, conhecido como "Programa Pro-Sol", é uma iniciativa do governo federal brasileiro que tem como objetivo fomentar a utilização de sistemas de aquecimento solar no país, especialmente em residências de baixa renda. O programa foi criado pelo Ministério de Minas e Energia, em parceria com a Caixa Econômica Federal e outras instituições. O Pro-Sol oferece linhas de crédito e subsídios para a população adquirir sistemas de aquecimento solar para suas residências. Além disso, o programa incentiva a adoção de sistemas de aquecimento solar em prédios públicos, como escolas e postos de saúde. Através do programa, é possível obter financiamento com juros baixos e prazos mais longos para pagamento. O objetivo é tornar o acesso a sistemas de aquecimento solar mais acessível e sustentável para a população brasileira, além de contribuir para a redução do consumo de energia elétrica no país, gerar empregos e renda no setor de energia solar e reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Por isso, é recomendável fazer uma análise financeira para avaliar o retorno do investimento em um sistema de aquecimento solar e pesquisar as opções de incentivos fiscais e linhas de crédito disponíveis antes de realizar a instalação do sistema. Apesar do investimento inicial parecer alto, as vantagens são muitas, tanto para o meio ambiente quanto para o bolso do consumidor. A seguir, listamos algumas das principais razões para adquirir um sistema de aquecimento solar: Essas são apenas algumas das razões pelas quais adquirir um sistema de aquecimento solar pode ser vantajoso. Cada situação é única, e é importante considerar os fatores específicos de cada caso antes de tomar uma decisão. Um sistema de aquecimento solar funciona captando a energia do sol por meio de um coletor solar, que transforma a energia solar em energia térmica para aquecer a água. Normalmente o sistema de aquecimento é utilizado para fins residenciais e aquecimento de piscinas, no entanto, também pode ser utilizado por empresas dependendo da demanda. O aquecedor solar é composto por quatro principais componentes, vejamos: O reservatório é dimensionado de acordo com o local onde vai ser instalado e é levado em consideração fatores como: quantidade de pessoas que habitam o local, quantidade de banhos tomados no dia, quantos pontos receberão a água quente e assim por diante. Para realizar o bombeamento da água do boiler para a placa de aquecimento solar é utilizado um sistema natural conhecido como "termosifão". Esse sistema promove a movimentação da água por convecção que consiste na movimentação da água gerada pelas diferenças de temperaturas, ou seja, a água de temperatura mais alta que vem do coletor solar que é menos densa fica na parte superior do reservatório e “empurra” a água mais fria em direção ao coletor, gerando um sistema rotativo de aquecimento. A distribuição da água quente é feita por encanamento separado da água fria, e através do misturador o usuário regula a temperatura que julgar melhor. É possível optar também pelo sistema de bombeamento mecânico que é  responsável por conduzir a água do reservatório térmico para o coletor solar e vice-versa. A bomba é acionada por um controlador de temperatura, que regula o fluxo da água no sistema para garantir a temperatura ideal. A bomba de circulação é mais comumente adotada em sistemas de grandes volumes e piscinas. Como você pode ver, o funcionamento do sistema do aquecedor solar é mais simples do que parece, no entanto é necessário respeitar algumas regras para seu correto funcionamento, vejamos: Para chegar a uma conclusão, é necessário refletir caso a caso, pois depende do contexto e das necessidades individuais. Ambas as tecnologias são importantes para o aproveitamento da energia solar, mas têm aplicações diferentes. O aquecedor solar é uma tecnologia que usa a energia solar para aquecer a água para uso doméstico ou em processos industriais. Ele é mais adequado para quem busca reduzir os custos com energia elétrica ou gás e aproveitar a energia solar para aquecer a água. É uma opção mais econômica e sustentável para o aquecimento de água em comparação com sistemas convencionais. Já a energia solar é uma tecnologia que converte a energia do sol em eletricidade, por meio de painéis solares fotovoltaicos. Essa energia pode ser usada para alimentar sistemas elétricos em residências, empresas e indústrias. O sistema de energia solar é mais adequado para quem busca uma solução de longo prazo já que os valores da instalação são mais elevados. É uma boa opção para a redução dos custos com energia elétrica e a diminuição da pegada de carbono. Portanto, não é possível determinar qual é a melhor opção, pois cada tecnologia tem suas vantagens e desvantagens. O ideal é avaliar as necessidades individuais e escolher a solução que melhor atende às suas necessidades e objetivos. Em alguns casos, é possível integrar ambas as tecnologias em um mesmo sistema, criando um sistema híbrido que aproveita os benefícios de ambas as soluções. Em algumas estações mais chuvosas do ano, ou em cidades predominantemente nubladas, o aquecedor solar não funciona de forma eficiente, pois depende do calor solar para aquecer a água. Por isso é necessário adotar um sistema de aquecimento alternativo, podendo ser a gás ou mais comumente usado: o elétrico. Alguns aquecedores solares já vem com um componente elétrico embutido para essa finalidade, que é acionado na ausência do sol. Portanto, em dias chuvosos ou nublados, a água quente continuará chegando no seu chuveiro. E não se preocupe com o aquecimento noturno da água, visto que o boiler é termicamente isolado e é capaz de manter a água aquecida por horas! Como vimos, o aquecimento solar é uma fonte de energia gratuita, que pode ajudar a reduzir significativamente os custos com energia, e as vantagens do aquecedor solar são inúmeras e benéficas para o meio ambiente. Além disso, os sistemas adicionais garantirão o abastecimento contínuo de água quente para sua casa. Logo o sistema de aquecimento solar tem ganhado cada vez mais espaço nos telhados das casas brasileiras, que tal adotar esse sistema e aproveitar o melhor do sol? https://www.portalsolar.com.br/ http://www.solarminas.com.br/ https://www.infoescola.com/ https://www.habitissimo.com.br/ https://solstar.com.br/ https://heliodin.com.br/ https://www.soletrol.com.br/ https://www.heliossol.com.br/ https://www.soletrol.com.br/extras/como-funciona-o-aquecedor-solar-soletrol/#:~:text=Quando%20os%20raios%20do%20sol,que%20geralmente%20s%C3%A3o%20de%20cobre --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/archicad-para-arquitetos Title: Archicad: conheça o software BIM pensado para arquitetos Meta Description: Conheça o Archicad, software de arquitetura que utiliza a metodologia BIM e que vem revolucionando o modo de projetar dos profissionais da construção civil. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/archicad-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Archicad para arquitetos: conheça o software BIM pensado para profissionais de arquitetura H2: O que é o Archicad? H2: Benefícios do software H3: Integração de modelo bidimensional e tridimensional H3: Mapas quantitativos H3: Biblioteca nacional H3: Parametrização H3: Compatibilidade com diversos formatos de arquivos H3: Flexibilidade de escalas de trabalho (arquitetura, engenharia, interiores) H2: Diferenças entre Archicad e Revit H2: Como fazer o download do Archicad H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Archicad para arquitetos: conheça o software BIM pensado para profissionais de arquitetura H2: O que é o Archicad? H2: Benefícios do software H3: Integração de modelo bidimensional e tridimensional H3: Mapas quantitativos H3: Biblioteca nacional H3: Parametrização H3: Compatibilidade com diversos formatos de arquivos H4: IFC- BIM H4: Rhino (.3dm) H4: Sketchup (.skp) H4: Revit (.rvt) H3: Flexibilidade de escalas de trabalho (arquitetura, engenharia, interiores) H2: Diferenças entre Archicad e Revit H4: Requisitos de hardware H4: Sistema operacional disponível H4: Interface H4: Popularidade no mercado H2: Como fazer o download do Archicad H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Archicad é um software de arquitetura desenvolvido pela empresa Graphisoft que utiliza a metodologia Building Information Modeling (BIM), em que é possível integrar desenhos 2D e a modelagem 3D num só programa. Com download disponível para MacOS e Windows, o Archicad representa um dos softwares mais completos para arquitetos. Para entender um pouco mais sobre essa poderosa ferramenta, acompanhe nosso artigo. Aqui você aprenderá sobre: Para entender o que é Archicad, primeiramente é necessária uma breve contextualização do que é a metodologia BIM. Segundo a Autodesk, a definição da tecnologia BIM, é “um processo holístico de criação e gerenciamento de informações por uma plataforma na nuvem”. Nesse processo, as informações do projeto podem ser construídas de forma colaborativa, integrando dados multidisciplinares, como por exemplo, engenharia e arquitetura num mesmo modelo digital. É importante destacar que BIM não é um programa, mas uma metodologia, da qual existem diversos softwares que utilizam esse sistema, como Revit (AutoDesk), Navisworks (AutoDesk), Altoqi, TQS, MicroStation (Bentley), Vectorworks (Nemetschek Group) e o Archicad (Graphisoft) - foco do nosso artigo. O programa Archicad foi criado em 1984 pela empresa Graphisoft e foi o primeiro software de BIM voltado especificamente para o nicho de arquitetos, revolucionando as ferramentas de trabalho para a profissão, pois une a capacidade de criar formas tridimensionais de modelagem  e ao mesmo tempo desenhos técnicos bidimensionais, formados por linhas, curvas, hachuras, entre outros. É como se em um mesmo programa fossem reunidas as funcionalidades do software AutoCad e SketchUp, porém, com inúmeras outras aplicabilidades a mais que englobam a tecnologia BIM. O Archicad é um software com uma curva de aprendizado considerada alta pois possui uma interface intuitiva e um fluxo de trabalho que segue a lógica de trabalho de um projeto arquitetônico completo, por isso o Archicad para arquitetos tem sido uma ferramenta que vem crescendo cada vez mais no mercado. Atualmente, o programa é bastante utilizado na Europa, sendo o software dominante no mercado de arquitetura. Nos últimos anos seu uso tem se expandido no Brasil, compartilhando a liderança de BIM no mercado com o Revit para arquitetos. Segundo a Graphisoft, o download do Archicad está disponível em 27 idiomas e é utilizado em 108 países. Não é à toa que o Archicad é um dos principais softwares para arquitetos, o programa possui inúmeros benefícios que o tornam uma ferramenta de trabalho tão atrativa para os profissionais da arquitetura. Veja alguns deles: A interoperabilidade entre os modelos bi e tridimensionais é uma das principais características dos programas de arquitetura BIM, essa integração inteligente entre ambos modelos resulta em diversos benefícios do uso desse software. Com o Archicad, o usuário tem a possibilidade de realizar a maquete tridimensional e ao mesmo tempo gerar em um mesmo arquivo os desenhos técnicos de arquitetura. Isso porque o Archicad tem abas de ferramentas de trabalho que permitem transitar entre diversas vistas do modelo, sejam as plantas, os cortes ou as elevações. As elevações e cortes gerados automaticamente a partir da modelagem 3D são grandes diferenciais na utilização de programas BIM em relação aos softwares de arquitetura como 2D, como o AutoCad. Um projeto realizado nesse software é um modelo inteligente e a metodologia de projeto dentro do programa deve seguir preferencialmente o mesmo fluxo de uma edificação construída no mundo real, ou seja, respeitar a ordem de construção dos elementos e a hierarquia dos materiais aplicados, pois o programa é capaz de reconhecer essas diferentes classificações. Outro ponto relevante quanto à integração dos modelos, é a possibilidade de plena compreensão do projeto arquitetônico, da qual são usadas em conjunto os desenhos técnicos e a modelagem tridimensional, além de que, com a junção em um só software de modelagem e desenhos técnicos, a probabilidade de erros de revisão é surpreendentemente baixa, visto que, ao modificar a modelagem, os desenhos técnicos são automaticamente alterados e vice-versa. Uma das complicações mais comuns ao se projetar com softwares que não utilizam a metodologia BIM é a necessidade de manipular diversos outros programas para o mesmo projeto, de modo que, é bem comum que profissionais da arquitetura operem até 4 softwares diferentes até concluir um projeto, sendo eles: um programa para desenhos técnicos, outro para modelagem 3D, outro para representação gráfica, outro para render e por fim, mais um adicional para a pós produção de imagens renderizadas. O Archicad é capaz dispensar softwares complementares e unir as funcionalidades primordiais para entrega de um projeto completo em um só programa, proporcionando um ambiente de trabalho organizado e unificado, o que faz com que ele seja uma excelente ferramenta de trabalho para arquitetos. Um dos grandes benefícios do Archicad é a capacidade de extrair do modelo os quantitativos de materiais do projeto. Os mapas de quantitativo do Archicad são tabelas geradas a partir de características de cada elemento, em que o usuário escolhe quais filtros deseja aplicar para extração de determinada informação. O reconhecimento de cada tipo de elemento aplicado no modelo somado a classificação dos componentes inseridos, viabilizam a possibilidade de montar mapas quantitativos, sendo possível obter a quantidade de tijolos, esquadrias, peças de um determinado objeto, metragem quadrada de revestimento, entre outros elementos construtivos, o que permite que o usuário obtenha um orçamento e realize um controle de obras mais preciso, e tudo isso a partir do próprio projeto modelado no programa. O Archicad possui uma funcionalidade que auxilia bastante o trabalho do arquiteto, que é a biblioteca nacional, em que, na realização do download do software em português- Brasil, o programa incorpora um template com elementos projetuais e de documentação do país, como elementos construtivos brasileiros, a exemplo da composição de alvenaria nas paredes, objetos de mobiliário, como caixa d’água, tanquinho, entre outros, além de se adequar às normas brasileiras de representação gráfica de projeto arquitetônico. Por isso, é recomendado aos usuários que atuam em projetos nacionais, que baixem a versão português-Brasil do software ao invés da versão em inglês, como é comum em outros programas de arquitetura. Parametrização é a definição de critérios para determinados objetos ou elementos, podendo modificar a altura, largura, comprimento, tipos de conexões e outras inúmeras propriedades. A parametrização em BIM é basicamente a possibilidade de trabalhar com objetos inteligentes, permitindo que um elemento dentro do Archicad seja personalizável de acordo com as necessidades do usuário, dessa forma, um mesmo objeto pode ser completamente adaptável dentro do projeto, além de que, em objetos parametrizados é possível configurar diferentes visualizações para o 3D e o 2D, o que viabiliza uma representação gráfica mais fiel de acordo com as normas de representação de arquitetura. Ademais, como os objetos parametrizados são inteligentes, eles estão associados a uma classificação correspondente às construções do mundo real, por exemplo, uma porta ou uma janela só podem ser inseridas em uma parede construída, esses tipos de “regras” dentro do software atenuam a probabilidade de erros projetuais dentro do modelo. Além disso, vale lembrar que todos os objetos nativos da biblioteca do Archicad são parametrizáveis, o que permite uma praticidade no processo de modelagem no programa. No Archicad, os objetos parametrizados, são configurados a partir de uma linguagem de programação chamada GDL, sigla em inglês para Linguagem de Descrição Geométrica. Dentro da configuração GDL estão as informações daquele objeto da biblioteca do Archicad, como visualização em 3D, ângulo de rotação, número de série, classificação, entre outros. O domínio dessa linguagem dentro do software permite que a biblioteca do usuário seja ainda mais customizável, contudo, o programa também possui uma ferramenta de parametrização, um pouco mais básica, que é o plugin PARAM-O, com download disponível gratuitamente no próprio site da Graphisoft. Essa ferramenta não exige que um usuário seja avançado (com conhecimento em linguagem de programação) para produzir objetos paramétricos, pois sua edição é baseada em nós, desse modo, qualquer usuário pode criar uma biblioteca individualizada, adaptada às próprias necessidades específicas. Uma outra vantagem do Archicad é a possibilidade de salvar o modelo produzido nele em diversos outros formatos de arquivos, essa possibilidade facilita a interoperabilidade entre softwares diferentes, viabilizando a parceria de trabalho com profissionais que não utilizam o programa. Seguem alguns formatos de salvamento mais usuais permitidos pelo Archicad: Sigla para Industry Foundation Classes, o IFC é um formato de arquivo que possibilita que informações sejam trocadas sem que haja a perda de informações no processo. Por possuir um formato aberto, não há um fornecedor que controle esse tipo de arquivo, pois o objetivo é justamente a comunicabilidade entre plataformas diferentes utilizando uma mesma linguagem. É um software de modelagem 3D utilizado por diversos profissionais, como designers gráficos, artistas 3D e arquitetos, o programa tem um público bastante versátil por permitir a modelagem de formas mais complexas, com curvas, múltiplas faces de um objeto, entre outros. Tem a capacidade de se relacionar com os principais softwares BIM, de arquitetura, o Archicad e o Revit. Pode-se dizer que um dos grandes atrativos do Archicad, sem dúvidas é a compatibilidade dele com o SketchUp, um dos mais populares softwares de modelagem tridimensional, apesar de não ser um programa que utiliza a metodologia BIM. Devido a possibilidade de exportar e importar arquivos do SketchUp, a comunicação entre os dois softwares é um grande ponto positivo no uso do Archicad para arquitetos. Outro software que utiliza a metodologia BIM. O arquivo do Archicad pode ser salvo diretamente no formato (.rvt), a partir do comando salvar como arquivo de projeto Revit, um arquivo é gerado “com geometrias precisas (incluindo cores verdadeiras) e propriedades do arquivo Revit 2021, sendo ainda possível a exportação das propriedades dos elementos contidos na modelagem. Mais uma vantagem da utilização do Archicad é a versatilidade que as ferramentas do programa proporcionam de acordo com a necessidade do usuário, gerando a  possibilidade de se trabalhar em diferentes escalas de projetos, que vão desde projetos complexos de grande porte ou projetos arquitetônicos e residenciais até projetos de interiores, tornando o Archicad uma opção para diferentes nichos de atuação dos arquitetos. Ao decidir qual software BIM implementar, é bem comum a dúvida entre Archicad e Revit, pois são os programas BIM mais populares no mercado de arquitetura. Porém, existem diferenças que devem ser levadas em consideração pelo usuário para chegar a conclusão de qual dos softwares se adequa melhor às próprias necessidades profissionais. A seguir serão apresentadas algumas das distinções entre Archicad e Revit. Em termos de exigências de hardware, o Revit requer um processador mais potente que o Archicad,de modo que, a depender da complexibilidade e quantidade de informações do projeto, com um CPU menos robusto, um arquivo em Revit pode apresentar travamentos e não funcionará de forma ideal. O Archicad está disponível para download para Windows e MacOS, já o Revit, -  até sua versão 2021, que é a mais atual- , possui download compatível apenas para o Windows, não comportando a versão nativa para o MacOs. No entanto, os usuários de MacOs que desejem baixar o programa, poderão fazê-lo através de um ambiente virtualizado, que cria um hardware virtual do Windows. A interface é aquilo que faz a comunicação entre o usuário e a máquina. É a maneira como o programa se apresenta para quem o utiliza e interfere diretamente na curva de aprendizado do software. Quando um programa apresenta suas ferramentas de forma mais intuitiva, certamente ele será um pouco mais simples de ser dominado. Portanto, no quesito interface mais intuitiva, minimalista e de simples compreensão, o Archicad se destaca em relação ao Revit. Como já mencionado anteriormente, o Archicad é mais utilizado Europa pelos arquitetos e demais profissionais da construção civil, já aqui no Brasil, o Revit ainda é mais popular,- apesar do crescimento exponencial de adesão do Archicad-, desse modo, principalmente para projetos de compatibilização de engenharia civil, é mais comum que os profissionais que utilizam BIM realizem os projetos complementares em Revit. Além de que, em geral, na internet há mais objetos paramétricos do Revit (famílias) disponíveis e também uma maior quantidade de materiais didáticos e cursos voltados para o aprendizado desse programa. A partir de alguns dos comparativos é possível concluir que ambos os softwares BIM são excelentes. Apesar de elucidarmos aqui sobre a aplicabilidade do Archicad para arquitetos, o que irá definir qual programa é o melhor para o usuário é uma questão de adaptabilidade e funcionalidades específicas que cada profissional necessita. O Archicad possui configurações recomendadas escaláveis a depender do tamanho do projeto, que variam de nível básico- para projetos residenciais- a avançados,- para arranha-céus, hospitais e edificações complexas- e possui algumas recomendações segundo a Graphisoft de requisitos de sistemas mínimos para o funcionamento do programa. São eles: Cumprindo os requisitos básicos de sistema, para realizar o download, o usuário deverá ir até a página da Graphisoft Brasil e se cadastrar para comprar a licença, que pode ser vitalícia ou de aluguel, ou se desejar, realizar primeiro uma avaliação do programa, se cadastrando na opção “teste gratuitamente” para experimentar o Archicad por 30 dias. Para os estudantes, há a opção de obter uma licença estudantil gratuita, válida por 1 ano, devendo ser apresentado o comprovante de matrícula ativa de estudantes de graduação ou pós-graduação. A licença poderá ser renovada enquanto prolongar o período estudantil. Após o cadastro na modalidade escolhida, será disponibilizado o link do arquivo, que deverá ser baixado automaticamente ou manualmente. Em seguida, deve-se clicar no arquivo para que ele seja executado e seguir as etapas de instalação do software. Ao final da instalação será solicitada a chave serial do produto, que terá sido disponibilizada via e-mail no ato da inscrição ao escolher o tipo de licença do Archicad. E por fim, depois de preenchidos todos os dados de licença, o programa estará disponível para uso. E aí, gostou desse artigo sobre o Archicad?! Através dos argumentos aqui elucidados podemos entender um pouco do grande potencial do  Archicad para arquitetos, que veio aí para aumentar a produtividade e direcionar os profissionais da arquitetura para o novo futuro do modo de projetar, que é através da metodologia BIM. Até a próxima, Equipe Vobi www.thorusengenharia.com.br www.helpcenter.graphisoft.com www.lucasbacelar.com.br www.blogdaarquitetura.com www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-barroca Title: Arquitetura barroca: o movimento das extravagâncias decorativas Meta Description: Entenda tudo sobre arquitetura barroca, o movimento pautado nos preceitos religiosos que valorizava excesso de adorno e ostentação na arquitetura das igrejas Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-barroca ## Headings Structure: H1: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H2: O que é arquitetura barroca? H2: A história da arquitetura barroca H2: Características da arquitetura barroca H3: Extravagância e exageros H3: Formas irregulares H3: Suntuosidade H3: Arquitetura sacra H3: Realismo H3: Utilização de formas de formas ovais, abóbodas e arcos H3: Pintura e escultura H3: Planta em cruz grega H3: Efeitos de iluminação H2: Arquitetura barroca no Brasil H2: Exemplos de arquitetura barroca H3: Basílica de São Pedro, Roma-Itália H3: Palácio de Versalhes, Paris- França H3: Igreja de Nossa Senhora do Carmo- Ouro Preto- MG- Brasil H3: Igreja São Francisco de Assis- Ouro Preto- MG- Brasil H2: Aplicação da arquitetura barroca na contemporaneidade H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H2: O que é arquitetura barroca? H2: A história da arquitetura barroca H2: Características da arquitetura barroca H3: Extravagância e exageros H3: Formas irregulares H3: Suntuosidade H3: Arquitetura sacra H3: Realismo H3: Utilização de formas de formas ovais, abóbodas e arcos H3: Pintura e escultura H3: Planta em cruz grega H3: Efeitos de iluminação H2: Arquitetura barroca no Brasil H2: Exemplos de arquitetura barroca H3: Basílica de São Pedro, Roma-Itália H3: Palácio de Versalhes, Paris- França H3: Igreja de Nossa Senhora do Carmo- Ouro Preto- MG- Brasil H3: Igreja São Francisco de Assis- Ouro Preto- MG- Brasil H2: Aplicação da arquitetura barroca na contemporaneidade H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Arquitetura barroca é um estilo arquitetônico que faz parte do período barroco,- estilo artístico multidisciplinar surgido no século XVI- e que influenciou as formas de se produzir arquitetura, escultura, música, pintura e literatura. Para compreender um pouco mais a fundo o que é a arquitetura barroca, acompanhe a seguir a sua história, características e a contextualização da arquitetura barroca no Brasil a partir dos seguintes tópicos: É um estilo arquitetônico excêntrico fundamentado nos exageros decorativos e imponentes pautados sob os preceitos da arquitetura religiosa. A arquitetura barroca surgiu no contexto do período barroco, que antecede o período renascentista e estabelece um modelo de arquitetura extravagante e sumptuoso, contrário ao que preconiza o período precedente. O estilo propõe uma junção de várias esferas artísticas e busca proporcionar uma experiência de conexão espiritual através da arquitetura, arte e escultura. Além de, através das suas construções imponentes, reafirmar o poder da igreja católica. A arquitetura barroca apresenta elementos construtivos característicos como cúpulas desenvolvidas, utilização de abóbadas, arcos e colunas tortas, visto que uma das características do barroco também é a assimetria ou tortuosidade nas suas formas. As tipologias edilícias mais comuns da deste estilo foram as igrejas e os palácios, mas principalmente as igrejas, visto que a motivação do surgimento do movimento barroco estava diretamente conectada à religião. A arquitetura barroca aplica em suas construções a quebra da estaticidade e sugere uma espécie de “teatralidade” e dramaturgia no seu interior, através das esculturas e pinturas espalhadas pelos tetos, pilares, paredes e cúpulas. As fachadas desse tipo de edifício costumam ser convexas e côncavas, o que reafirma o movimento/ternura e não de rigidez ou austeridade nessas formas arquitetônicas. A linguagem decorativa é composta por “colunas torsas, helicoidais duplas ou triplas e frontões centrais” e sempre prezam pela verticalidade, geralmente com andares sobrepostos e apresentam formas curvilíneas. Já as plantas das basílicas, são formadas por uma única nave, sendo retangulares ou elíptico-transversais e elíptico-longitudinais. A lógica de layout da arquitetura barroca proporciona efeitos ilusórios de decoração quando associada aos elementos construtivos, como por exemplo efeitos de perspectiva com a repetição de elementos, do jogo de volume nas formas arquitetônicas e da relação de luz e sombra. As coberturas são formadas por abóbadas, volutas e cúpulas, que são prolongadas pelas paredes, gerando uma percepção harmoniosa de continuidade entre os elementos. Na arquitetura de interiores das construções barrocas, é notável a riqueza decorativa. É comum a utilização de materiais como mármores policromados, telas pedra-sabão e madeira, materiais que eram talhados até adquirem a forma final desejada nas esculturas. Outrossim, era frequente a utilização de uma camada de ouro para cobrir alguns elementos decorativos, a fim de proporcionar uma sensação de riqueza celestial no interior dessas igrejas. Dos principais nomes da arquitetura barroca, destacam-se os arquitetos: Carlo Madero, italiano que foi um dos pioneiros do estilo barroco; Francesco Borromini, arquiteto italiano que representou “o ápice do barroco romano”; Gian Lorenzo Bernini, escultor, arquiteto, pintor e desenhista italiano, Carlo Fontana, arquiteto nascido em Tessino conhecido também por ser um dos pioneiros do barroco, havendo trabalhado com Bernini em alguns projetos e por fim, o arquiteto brasileiro Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho e principal representante do movimento barroco brasileiro, também considerado o artista brasileiro mais importante do Brasil colonial. Historicamente, arquitetura barroca tem seu surgimento ligado a um contexto religioso e possui como principal meio de manifestação a arquitetura religiosa, mais especificamente da igreja católica. O movimento barroco nasceu na Itália em meados de 1600 e expandiu-se para os demais países da Europa e América Latina no fim do século XVI. Ele buscou contestar o Renascimento, que possuía características opostas ao movimento Barroco, como simetria e formas simplistas, além de, no campo ideológico, valorizar a figura humana sugerindo uma “mudança da posição do homem a ser ocupada no mundo”, contexto que escancarou um embate entre o teocentrismo e o antropocentrismo. O surgimento do Barroco se deu com o objetivo de conter a reforma protestante liderada por Martinho Lutero, movimento reformista do cristianismo conhecido como “Reforma Protestante”, em que os valores  e dogmas do catolicismo foram fortemente questionados, sob o argumento de abusos da igreja católica, como por exemplo as cobranças exorbitantes de impostos destinados à igreja e também a prática da venda de indulgências, na qual, mediante um pagamento aos religiosos era oferecida a remissão dos pecados do povo. Os ideais da Reforma Protestante se expandiram pelo continente europeu, resultando em cada vez mais adeptos do cristianismo idealizado por Lutero, assim, diante dos desdobramentos de uma ameaça ao poder da igreja católica, surge então o movimento de contrarreforma como instrumento de reação às ameaças ao império católico. A contrarreforma tinha como objetivo “disseminar a fé católica através da catequização”, a fim de dificultar ou mesmo impedir o surgimento e propagação de novas religiões, bem como a perda de fiéis da igreja católica para o protestantismo e afins. O movimento foi marcado pelo Concílio de Trento, que defendeu uma estratégia de propaganda do catolicismo com o objetivo de consolidar e reafirmar a fé católica, consolidando durante esse período o movimento barroco através das manifestações artísticas, como arquitetura, arte, literatura e música, em que os produtos artísticos “fariam um apelo emocional e sensorial aos fiéis", que deveriam retratar simbologias bíblicas relacionadas ao catolicismo, com cenas realistas e de entendimento acessível. A Arquitetura Barroca então espalha-se paulatinamente pela Europa entre os séculos XVII e XVIII e as igrejas foram suas principais representantes da época. Os edifícios eram caracterizados pelas formas complexas tanto nos elementos construtivos como em sua disposição espacial interna, além da grande quantidade de elementos decorativos e peças de ornamentação com um minucioso trabalho artesanal de escultura e pintura. Vale acrescentar que não só apenas a arquitetura, mas também o urbanismo foi impactado pelo barroco. No período, foi promovida uma reforma urbanística em Roma, na qual a mentalidade de grandeza também deveria ser expandida para a cidade, aprimorando o espaço urbanístico já desenhado pelos renascentistas, “enriquecendo” o espaço urbano, com elementos construtivos espalhados pela cidade, como “obeliscos, chafarizes, estátuas, colunas e arcadas”, além de propor “traçados radiocêntricos e ajardinados. Portanto, ao verificar o caráter monumental proporcionado pelos edifícios, zoneamento e desenho urbano, aplicado ao traçado viário e até ao paisagismo, é evidente a amplitude das consequências do barroco na arquitetura e urbanismo. Dentre as principais características da arquitetura barroca apresentam-se: Oposto a arquitetura modernista, uma das principais características da arquitetura barroca é a excentricidade e esbanjamento, exteriorizados por meio de formas complexas, da alta quantidade de elementos decorativos e do intenso uso de cores douradas - com objetivo de alusão à riqueza e à magnitude. A própria palavra “barroco” significa, segundo o dicionário, “pérola de formato anômalo, caprichoso” e é exatamente isso que a arquitetura barroca retrata. Nega-se a simetria presente no estilo renascentista e no clássico e incorpora-se a assimetria através de elementos como espirais ou formas irregulares, implicando complexidade ao conjunto artístico e arquitetônico. As obras monumentais e as arquiteturas volumosas representam grandiosidade e imponência, a fim de causar um impacto simbólico da magnitude do catolicismo através desses grandes edifícios. A arquitetura barroca é uma arquitetura tipicamente religiosa e, consequentemente, seus simbolismos estão diretamente ligados à religião, às figuras celestiais divinas e à experiência espiritual através da arquitetura. De forma que, as pinturas e esculturas observadas no interior das igrejas, são representadas por Deus, Cristo, anjos, santos da igreja católica e outros elementos sagrados. Nas manifestações artísticas do movimento barroco, preza-se pela aproximação da figura humana nas representações com o intuito de transmitir uma mensagem de aproximação do divino com o ser humano. A representação realista presente nas esculturas e pinturas na arquitetura barroca também tinham como objetivo facilitar a linguagem, tornando-a acessível com objetivo de catequização. A utilização dessas formas arquitetônicas proporcionaram uma diversidade e pluralidade na composição da arquitetura barroca, além de que o uso combinado desses elementos garantiram o aspecto robusto e extravagante dessas construções. Também acrescenta-se o uso de formas curvas nos elementos construtivos em oposição ao movimento clássico, que utilizava preponderantemente formas retilíneas. A multidisciplinaridade de formas de expressões artísticas esteve muito presente na arquitetura barroca, desse modo, constata-se o frequente uso da combinação de pintura e escultura no interior das edificações barrocas. Observa-se o frequente emprego de murais e pinturas nos tetos -, proporcionando uma sensação de conexão com o infinito celestial-, e esculturas em elementos decorativos e construtivos, como no acabamento de colunas, ou mesmo nas cúpulas e paredes. A nave principal - “parte longitudinal de uma igreja, compreendida entre a fachada principal e a capela-mor”- e o transepto,-nave transversal - têm proporções similares nas plantas das igrejas barrocas, formando uma cruz grega, um dos principais simbolismos do cristianismo. Uso de luz zenital nas igrejas, principalmente nas cúpulas ovais, com o intuito de proporcionar uma sensação de iluminação celeste, criando um efeito de luz e sombras e dramaticidade na arquitetura interna desses espaços. A arquitetura barroca brasileira surge a partir do final do século XVIII e início do século XIX, considerada tardia em relação ao restante do mundo, principalmente dos países europeus. O estilo arquitetônico teve uma grande influência dos portugueses e foi utilizado pelos jesuítas para propagar a fé católica no Brasil. O início oficial da arquitetura barroca no país se deu com a chegada do arquiteto Francisco Dias, contratado com o intuito de realizar melhoramentos em igrejas já existentes no Brasil. A igreja de Santo Antônio, localizada em Cairu-Bahia, foi a primeira construção nacional barroca. A partir do modelo europeu, esse estilo obteve algumas características específicas da arquitetura brasileira nas suas construções, porém sempre preservando as características essenciais do movimento arquitetônico barroco, visto que, a arquitetura barroca nacional foi inspirada na arquitetura de Portugal, Itália, França e Espanha. O estilo barroco arquitetônico brasileiro possuía “traços mais simples”, apesar de manter o caráter monumental das edificações. A arquitetura barroca mineira possui grande destaque no âmbito nacional e internacional e, assim como na Europa, este movimento influenciou a arquitetura e o urbanismo, visto que além da arquitetura, ele teve um impacto no desenvolvimento do planejamento urbano de algumas cidades mineiras que foram cenários da expansão do barroco no Brasil. No processo de expansão do barroco para Minas Gerais, foram aplicadas premissas da arquitetura vernacular na adaptação da arquitetura brasileira frente a arquitetura barroca europeia, materializando esse processo na adequação do emprego de materiais locais nos ornamentos - como por exemplo na substituição de mármore pela pedra sabão e madeira nas esculturas. Destaca-se que as cidades de Mariana e Ouro Preto são as que mais reúnem obras barrocas no estado de Minas Gerais. É a maior igreja do mundo, considerada pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade e uma das mais significantes obras arquitetônicas que representam a arquitetura barroca. O palácio de Versalhes é um ponto turístico que atrai pessoas do mundo inteiro, possui uma arquitetura monumental e imponente, com pátios internos e externos e apesar de apresentar formas geométricas, possui diversas características barrocas, como a distorção de alguns elementos e o uso de elementos decorativos tanto na fachada quanto na arquitetura interna. Começou a ser construída no século XVIII, encomendada por um membro da irmandade, a igreja Nossa Senhora do Carmo possui em sua fachada uma pedra entalhada produzida por Aleijadinho. A fachada principal da igreja possui uma suave curvatura e duas torres sineiras laterais, o interior também apresenta características típicas da arquitetura barroca nas igrejas, como a nave única e a capela-mor. A construção da igreja São Francisco de Assis se deu no início do século XVIII e teve seu projeto assinado pelo arquiteto Antônio Francisco Lisboa. No seu interior, também possui participação do trabalho de artistas renomados, como Manuel da Costa Ataíde e esculturas em pedra-sabão produzidas por Aleijadinho. Essa edificação foi tombada nacionalmente no ano de 1938 e em 2009 foi eleita uma das sete maravilhas de origem portuguesa do mundo. Os estilos arquitetônicos construídos ao longo dos anos foram resultados de processos históricos e experiências sociais acumuladas, de forma que, os estilos surgiram como adaptações, melhoramentos ou até reações negativas de movimentos anteriores, à exemplo dos inúmeros “neo” movimentos que foram surgindo ao com o passar do tempo. Da mesma forma, atualmente ainda é possível identificar a aplicabilidade de estilos arquitetônicos como arquitetura gótica, do período medieval; arquitetura clássica, da antiguidade clássica e também da arquitetura barroca. A decoração barroca caracteriza-se por apresentar requinte, detalhes luxuosos e utilização de ornamentação, além de detalhes dourados, lustres com diversos elementos, obras de arte e uso de mobiliários de madeira talhada. Os móveis barrocos utilizados nos ambientes contemporâneos buscam propositalmente remontar uma espécie de cenário luxuoso, porém com menos intensidade no exagero decorativo dos séculos XVI ao XIX, pois apesar de inspiração do movimento, na arquitetura contemporânea também preza-se por uma arquitetura sustentável e praticidade, portanto, a dramaticidade e extravagância no ambiente, podem ser aplicadas através de elementos pontuais, como cores, acabamento de móveis, tecidos utilizados, entre outros. www.patrimoniocultural.gov.pt www.todamateria.com.br www.historiadomundo.com.br www.educamaisbrasil.com.br www.blog.quintadellarte.com.br www.professor.pucgoias.edu.br www.estilosarquitetonicos.com.br www.blog.mackenzie.br www.istoecidade.weebly.com www.totalconstrucao.com.br www.historiadasartes.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-brasileira Title: Arquitetura Brasileira: uma fusão de estilos e saberes Meta Description: A arquitetura brasileira nasce de uma fusão de culturas e adaptações às condições locais. Conheça as suas características e exemplos históricos e atuais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-brasileira ## Headings Structure: H1: Arquitetura Brasileira: uma fusão de estilos e saberes H2: O que é arquitetura brasileira H2: A história da arquitetura brasileira H2: Os estilos da arquitetura brasileira H3: Arquitetura Indígena H3: Arquitetura Colonial H3: Arquitetura Barroca H3: Arquitetura Neoclássica H3: Arquitetura Eclética H3: Arquitetura Moderna H3: Arquitetura Contemporânea H2: Características da arquitetura brasileira H2: Exemplos de arquitetura brasileira H3: Atelier Marko Brajovic H3: Studio MK27 H3: Studio Arthur Casas H3: Brasil Arquitetura H3: Bloco Arquitetos H3: FGMF Arquitetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura Brasileira: uma fusão de estilos e saberes H2: O que é arquitetura brasileira H2: A história da arquitetura brasileira H2: Os estilos da arquitetura brasileira H3: Arquitetura Indígena H3: Arquitetura Colonial H3: Arquitetura Barroca H3: Arquitetura Neoclássica H3: Arquitetura Eclética H3: Arquitetura Moderna H3: Arquitetura Contemporânea H2: Características da arquitetura brasileira H2: Exemplos de arquitetura brasileira H3: Atelier Marko Brajovic H3: Studio MK27 H3: Studio Arthur Casas H3: Brasil Arquitetura H3: Bloco Arquitetos H3: FGMF Arquitetos H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? É difícil definir a arquitetura brasileira em poucas palavras. O imaginário coletivo nos leva a evocar imagens da arquitetura colonial ou da arquitetura moderna brasileira. Porém a arquitetura nacional é muito mais rica e complexa. Ela nasce de uma fusão de culturas e saberes arquitetônicos, onde existe uma troca de conhecimentos e adaptações às condições locais ao longo do tempo. Para entender o que é a arquitetura brasileira de forma mais completa, é necessário conhecer a sua história, quais são os estilos que passaram pelo Brasil e como eles se adaptaram ao contexto nacional. Conheça as raízes da nossa arquitetura, suas características e como elas moldaram o cenário contemporâneo  através dos tópicos: A arquitetura brasileira não pode ser facilmente definida, isso porque ela é muito diversa em vários aspectos. A primeira arquitetura do Brasil é a dos índios, e ela já possui bastante variedade, pois cada tribo possui a sua própria técnica de construção. Além disso, o território brasileiro é muito vasto e as diversas tipologias se modificam de acordo com as regiões em que estão inseridas, adequando-se às condições ambientais e recursos disponíveis. Com a colonização, observa-se a introdução do modo de construir europeu, porém essas técnicas são adaptadas para as condições e recursos do Brasil e recebem a influência da mão de obra indígena e africana. É importante lembrar que, assim como os índios, os africanos também possuem diferentes tribos e, portanto, diferentes técnicas e culturas, ampliando ainda mais o repertório de adaptações. A própria influência do branco europeu partia de vários locais diferentes da Europa. Apesar dos portugueses serem os responsáveis pela colonização como um todo, é possível observar a influência de franceses e holandeses no Rio de Janeiro e Nordeste, alemães no Sul e Espírito Santo, e italianos no Centro-Sul. Posteriormente ainda se observa a influência de japoneses e árabes. Logo, os três principais grupos que formam a arquitetura brasileira - os índios, os africanos e os europeus - não são homogêneos. Eles são compostos por vários povos e a cultura brasileira nasce dessa ampla miscigenação, a qual transformou o modo de viver como um todo, influenciando fatores como a arte, a culinária, a vestimenta, a música, a língua e a própria arquitetura. Essa fusão de culturas também foi influenciada pelas diversas tendências arquitetônicas, como o barroco e o modernismo, ampliando a diversidade de adaptações e soluções do cenário construtivo brasileiro. A definição da arquitetura brasileira está diretamente relacionada a sua história e às influências que ela sofreu até chegar ao contemporâneo atual. Portanto, é necessário conhecer esses estilos e adaptações para compreender as características que moldam o vasto repertório nacional. A história da arquitetura brasileira começa com a arquitetura indígena, antes da colonização. Devido à variedade de tribos e ao amplo território brasileiro, a arquitetura indígena brasileira não é homogênea, porém ela segue algumas regras. Dentre elas, destacam-se a forte influência cultural nas construções, adaptação ao clima e uso de recursos naturais, configurando uma arquitetura vernacular. Esse tipo de arquitetura causa menos impactos ambientais e pode fornecer altos índices de conforto, sendo uma fonte de inspiração para a arquitetura sustentável contemporânea. Com a chegada dos portugueses em 1530, observa-se a primeira transformação da arquitetura e urbanismo do Brasil, através das capitanias hereditárias que começaram a organizar vilas no estilo colonial. É interessante notar que, devido às condições distintas do contexto europeu, as construções foram adaptadas, configurando uma arquitetura colonial “à brasileira”. Essas adaptações envolvem culturas da mão de obra tanto indígena quanto africana e eram mais notáveis nos primeiros anos do Brasil colônia, onde se destacam as técnicas de construção em taipa de pilão e pau-a-pique. Aos poucos outras técnicas estrangeiras começaram a prevalecer, como tijolos e alvenarias de pedra. A arquitetura residencial das vilas difere bastante da arquitetura religiosa, a qual foi fomentada pela chegada dos jesuítas em meados do século XVI. As igrejas coloniais cumpriam papel muito importante dentro dos centros urbanos, eram mais rebuscadas e já tinham traços do barroco. A transição do barroco para o estilo seguinte, o neoclássico, ainda é discutida por especialistas. Isso porque é possível observar construções coloniais já com traços de ambos os estilos. A arquitetura barroca pode ser pontuada, de fato no Brasil, no século XVIII, quase um século depois do seu surgimento na Europa, e chegou ao cenário nacional com certa influência do estilo rococó, o que ressalta a fusão de estilos da arquitetura brasileira. O barroco teve seu auge em Minas Gerais, em regiões que produziam ouro. Com as cidades prosperando, as famílias ricas fomentaram a arquitetura, marcando esse período como o “século do ouro”. A arquitetura neoclássica é marcada no Brasil no século XIX, com a chegada da família real ao Brasil junto com a “missão francesa”, um grupo de artistas renomados que influenciou não somente a arquitetura, mas todo o cenário artístico brasileiro. Assim como na Europa, o neoclássico chegou ao Brasil como uma resposta aos exageros do barroco, concebendo um estilo mais “limpo”, inspirado no iluminismo e nas razões da arquitetura clássica. Em 1826 foi fundada a Academia Imperial de Belas Artes no Brasil, consolidando o neoclássico como o padrão de obras no país. O estilo foi, primeiramente, empregado em edificações da Corte e de classes sociais privilegiadas, pois a matéria prima era importada da Europa. Nas áreas provincianas se observou uma imitação do neoclássico com os materiais disponíveis, ressaltando a adequação de estilos que é intrínseca à arquitetura brasileira. Apesar do esforço do neoclássico em sofisticar a arquitetura, o estilo brasileiro não estava à altura do que era produzido na Europa, a qual contava com a matéria-prima adequada e mão de obra especializada. Em meados do século XIX a arquitetura eclética começou a ser introduzida no país, através da Academia de Belas Artes, tendo seu auge no início do século XX .O ecletismo buscou fazer uma releitura de todos os estilos anteriores, inclusive estilos que não tinham  passado pelo Brasil, como a arquitetura gótica da Idade Média, que chegou ao cenário nacional combinada com outros estilos, já com o nome de neogótico. A arquitetura eclética abriu espaço para experimentações e liberdade criativa, as quais são potencializadas pela revolução industrial, que possibilitou o uso de materiais como aço e vidro nas releituras. O ecletismo influenciou desde construções da elite até as camadas menos favorecidas, que começaram a executar o estilo de forma simplificada, assim como foi com o neoclássico. Os avanços contínuos da revolução industrial dão origem ao concreto armado na Alemanha, o qual vai influenciar as técnicas construtivas de todo o cenário mundial. Esse novo material e suas soluções são uma forte inspiração para o modernismo. A arquitetura moderna brasileira teve seu auge entre as décadas de 1930 e 1950 e era dividida em duas vertentes, a carioca e a paulista, com algumas variações entre as escolas. Apesar das variações, ambas seguiam os princípios de forma combinada à função, formas simples e geométricas e pouca ornamentação. A arquitetura moderna brasileira teve um papel importante no cenário político, pois era traduzida como avanço tecnológico e cultural do país. O apoio do estado foi muito importante nessa época, possibilitando a construção da nova capital, Brasília, concebida por Lúcio Costa através dos princípios de Arquitetura e Urbanismo do movimento moderno. Até hoje Brasília, a capital projetada, é objeto de estudo de urbanistas do mundo inteiro. Em conjunto com o Plano Piloto foram realizadas diversas obras arquitetônicas de Oscar Niemeyer, as quais traduzem com maestria o novo estilo e se encaixam perfeitamente nas perspectivas de Lúcio Costa. Os novos arquitetos que chegam posteriormente à capital também seguem a linguagem moderna, dando sequência à identidade modernista de Brasília. Na década de 1980 a arquitetura contemporânea é introduzida no Brasil e esse estilo perdura até os dias atuais. O contemporâneo configura uma arquitetura mais pessoal, onde o arquiteto é livre para fazer suas releituras de estilos antigos e expressar suas ideias. O estilo contemporâneo possui técnicas e tendências distintas. Apesar disso, existem alguns padrões, dentre eles a preocupação com a arquitetura sustentável, conforto ambiental, funcionalidade dos ambientes e preocupação com o usuário. Agora que você já conhece a linha do tempo das tendências arquitetônicas na arquitetura brasileira, bem como suas adaptações ao cenário nacional, vamos conhecer as características desses estilos e como eles foram traduzidos no Brasil, considerando técnicas, materiais aplicados e exemplos de cada época. As aldeias indígenas comportam de 04 a 10 ocas, dispostas ortogonalmente para formar um pátio central, onde acontecem as principais atividades cotidianas. Como dito anteriormente, as construções apresentam técnicas distintas, de acordo com a tribo, mas no geral a estrutura é executada em madeira, com entalhes para o encaixe, e amarrada com cipós e cobertura vegetal. Também existe preocupação com o piso, o barro é assentado para proteção dos pés durante danças e rituais. Algumas construções abrigam mais de um núcleo familiar, divididos internamente pelo telhado em áreas de 6m x 6m. Essas áreas internas são chamadas de “ocas” e a construção completa, que pode chegar a 200 metros de comprimento, é chamada de “maloca”, que significa “casa grande”. Esse modelo era utilizado pelas tribos Jês e Xavantes e a cobertura é executada em palha. Já a tribo Yanomami possuía construções que abrigavam apenas um núcleo familiar, chamadas “shabonos”. Os shabonos possuem cobertura vegetal em folhas de palmeiras, sustentada por galhos e varas. O shabono era dimensionado de acordo com o núcleo familiar que iria habitá-lo e seu vão central podia alcançar 15 metros livres. A arquitetura brasileira residencial das primeiras vilas é regida pelos padrões descritos nas Cartas Régias, as quais regulavam a área, gabarito e ritmo de esquadrias. As residências mais afastadas do centro tinham maior liberdade na configuração das fachadas. As principais características são as colunas, que apoiavam o telhado para formar varandas, as janelas de madeira, as telhas de barro com poucas águas e a simetria. As construções eram dispostas sem recuos laterais e no limite das ruas. Nos centros urbanos prevalecem duas tipologias: as casas térreas em piso batido e os sobrados com piso em assoalho. Devido à influência do barroco, as igrejas coloniais eram cuidadosamente ornamentadas. É possível observar pseudo-pilastras, perfis de estuque e sacadas inteiriças ornamentadas com ferro forjado. A arquitetura barroca está fortemente ligada ao caráter religioso. Os materiais são contrastantes: observa-se o uso de matérias simples, como madeira e pedra sabão, em conjunto com o ouro. Devido à influência do rococó, o estilo apresenta exagero nos ornamentos, riqueza de detalhes, formas curvilíneas e relevos. As paredes eram executadas em taipa, pedra e cal ou adobe. Os telhados possuem muitas águas. As esquadrias são de madeira e as portas de entrada são grandes e bem marcadas. Esse estilo é uma resposta ao barroco e, como o próprio nome sugere, é uma releitura da arquitetura clássica grega e romana. Observa-se formas geométricas simétricas, simplicidade formal e espacial, frontões triangulares e colunas. Os materiais são refinados, como pedra, granito e mármore. Existe a valorização da arquitetura de interiores, com aplicação de revestimentos e pinturas. A construção envolve técnicas avançadas, porém foi adaptada pelas classes mais baixas no contexto da arquitetura brasileira. Como o próprio nome sugere, a arquitetura eclética tem como característica a fusão de dois ou mais estilos, dentre eles a arquitetura colonial, neoclássica e neogótica. Devido à revolução industrial, observa-se a utilização de materiais como vidro, vidro laminado, aço e ferro forjado. O projeto era concebido com proporção, os espaços são simétricos e a classificação dos ambientes internos é rígida. O ecletismo preza pela grandiosidade, o drama e a sofisticação das edificações. Os espaços internos demonstram cuidado especial com a arquitetura de interiores, através do luxo e riqueza decorativa. A arquitetura moderna brasileira seguiu duas vertentes principais, porém como as duas escolas partem do mesmo estilo, é possível ver elementos em comum entre elas. A escola carioca possui forte influência de Le Corbusier, logo as principais características são alinhadas com seus cinco princípios: fachada livre, planta livre, térreo em pilotis, janela em fita e terraço jardim. A escola carioca pode ser caracterizada pela leveza e liberdade da forma. É comum que os edifícios tenham acabamento em branco, painéis em azulejo, curvas e jogo de luzes. A escola paulista surge com Vila Nova Artigas, o qual faz uma releitura do modernismo carioca. Também conhecido como brutalismo, o estilo paulista nasce como uma militância política. Suas características são: vedações em concreto aparente, tijolos expostos, exposição de vigas e brises de concreto. O paisagismo é interno ao edifício, o qual tem a aparência externa bem crua e por vezes fechada. Também usa a luz de maneira inteligente, com pequenas aberturas. A grande marca da arquitetura contemporânea está na preocupação com a sustentabilidade. Para conceber uma arquitetura sustentável, o contemporâneo se preocupa com os materiais e seu desempenho, alta tecnologia para otimização do projeto, execução e funcionamento da edificação, estratégias passivas, eficiência energética e mínimo impacto ambiental, considerando todo o processo construtivo, desde a extração da matéria prima até a destinação final dos resíduos de demolição. Outra marca desse estilo é sua personalidade. A arquitetura de interiores é pensada para as pessoas que irão habitar os ambientes, preocupações com a ergonomia e neuroarquitetura dos espaços também são protagonistas do contemporâneo. Apesar do vasto repertório contemporâneo mundial e nacional, a arquitetura brasileira atual apresenta algumas características em comum, que serão vistas em detalhes no tópico seguinte. As características da arquitetura brasileira podem ser classificadas em dois grupos: as características gerais, relacionadas a sua história, e as características atuais, relacionadas ao estilo contemporâneo no Brasil. Primeiramente vamos avaliar os aspectos relativos ao primeiro grupo, que refletem todas as influências históricas no cenário atual do país: O contemporâneo, como visto anteriormente, é um estilo muito livre em sua concepção, trazendo como princípios a sustentabilidade e personalidade das obras. Isso resulta em um repertório bastante plural de arquiteturas desse gênero ao redor do mundo. Apesar da diversidade, a arquitetura brasileira contemporânea, modelo de projetação vigente no país atualmente, possui alguns traços mais característicos, são eles: Devido a pluralidade e personalidade das soluções da arquitetura contemporânea, seria muito complicado ilustrar todas as influências e variáveis da arquitetura brasileira atual através de alguns projetos. Ao invés disso, selecionamos escritórios contemporâneos de destaque, para que você conheça um pouco sobre o repertório nacional, identifique qual estilo combina mais com o seu escritório de arquitetura e se inspire para a concepção de projetos! O Atelier Brajovic, com sede em São Paulo, foi fundado em 2006. Em seus projetos são aplicados três princípios: estudo comportamental (como as pessoas agem), fenomenologia (como a física age) e biomimética (como a natureza age). O Estúdio fundado em 1980 por Kogan hoje conta com 20 arquitetos e colaboradores de vários países. Suas principais características são a simplicidade, a simetria, refinamento, praticidade e beleza, com atenção especial para detalhes e acabamentos. A equipe de arquitetos, urbanistas e designers se divide entre as cidades de São Paulo e Nova York, tendo repertório em várias cidades do mundo, como Tóquio e Paris. O estúdio brasileiro coloca o indivíduo no centro da arquitetura, priorizando a experiência humana. Fundado em 1979, esse escritório traz a fusão de estilos anteriores e traduz muito bem as raízes da arquitetura brasileira.  Suas características são assimetria, formas geométricas, materiais com texturas naturais, cores claras e vidro, que imprimem leveza nas obras. Esse estúdio brasiliense traz como princípios as condicionantes locais como topografia e orientação solar. As obras trazem características do modernismo, utilizando materiais como o concreto aparente e branco, em conjunto com materiais naturais. O escritório com sede em São Paulo foi fundado em 1999 com o objetivo de criar uma arquitetura contemporânea livre de restrições. Nas obras é possível observar diferentes materiais e técnicas construtivas. A arquitetura brasileira está marcada em todos os estilos arquitetônicos, técnicas e culturas que passaram pelo Brasil ao longo da história, mas principalmente nas adaptações dessas arquiteturas para o nosso contexto, com os nossos materiais, técnicas e culturas. A arquitetura contemporânea abre espaço para a valorização das nossas vastas raízes, através da reinterpretação de arquiteturas e conhecimento histórico, possibilitando a concepção de projetos inteligentes e com forte identidade nacional. www.vivadecora.com.br www.arqbrasil10.wordpress.com www.arquitetoleandroamaral.com www.casavogue.globo.com www.trkimoveis.com.br www.blog.galeriadaarquitetura.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-contemporanea Title: O que é arquitetura contemporânea? Meta Description: A arquitetura contemporânea é a soma de estilos de construção atuais, sendo esses diferentes uns dos outros e únicos - comparado a tudo que já se viu antes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-contemporanea ## Headings Structure: H1: Arquitetura contemporânea: o que é, conheça as principais características e exemplos de obras H2: O que é arquitetura contemporânea? H2: A história da arquitetura contemporânea H2: Quais as características da arquitetura contemporânea? H2: Diferença entre arquitetura moderna e contemporânea H2: Arquitetura contemporânea brasileira e seus arquitetos H2: Exemplos de projetos contemporâneos H3: Léo Doctor Housing H3: Casa Pirajá H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura contemporânea: o que é, conheça as principais características e exemplos de obras H2: O que é arquitetura contemporânea? H2: A história da arquitetura contemporânea H2: Quais as características da arquitetura contemporânea? H2: Diferença entre arquitetura moderna e contemporânea H2: Arquitetura contemporânea brasileira e seus arquitetos H2: Exemplos de projetos contemporâneos H3: Léo Doctor Housing H3: Casa Pirajá H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura contemporânea é facilmente reconhecida pelas suas estruturas não lineares e sem adornos. Diferentemente dos outros estilos da arquitetura, ela não está associada a um movimento ou há um conjunto de padrões. Esse estilo mistura e reinterpreta essas correntes anteriores, garantindo assim, o seu caráter plural. As escolhas do contemporâneo refletem nos valores e pontos de vista do século XXI. Mais que isso, propõe-se a romper com o passado e busca aperfeiçoar-se cada vez mais. Seu objetivo é ser inovador. Em outros movimentos e eras, os estilos ficavam restritos à Europa e aos Estados Unidos. Já a arquitetura contemporânea está espalhada em todo o mundo. É possível encontrá-la em países como China, Austrália, Canadá, França, entre outros. Acompanhe esse artigo para saber mais sobre a arquitetura contemporânea no Brasil à fora. Tenha doses de inspiração através dos seguintes tópicos: A arquitetura contemporânea é um movimento em que os estilos modernos se fundem e utilizam diversos recursos. Atualmente, esse estilo é o atual de arquitetura e ele teve início a partir da década de 80 e 90 do século XX - logo após do Modernismo. O estilo arquitetônico contemporâneo preocupa-se não só em oferecer beleza nas edificações, mas também com questões como sustentabilidade, ofertar funcionalidade aliada a integração com a natureza. Também é valorizada a inclusão do racionalismo do movimento modernista somado ao conceito minimalista. O estilo contempla todos os tipos de usos. Atualmente, existem casas, museus, prédios públicos e privados contemporâneos. Alguns exemplos incluem a Casa Yucatan em São Paulo, Royal Ontario Museum em Toronto e Bosjes Chapel (capela Bosjes), na África do Sul. Considera-se como início da arquitetura contemporânea, algum momento após a era da arquitetura moderna e o período pós-moderno. Então, é visto como contemporâneo tudo aquilo que foi construído do final do século XX até o momento atual. O estilo contemporâneo conseguiu alcançar todos os lugares do mundo, devido à forte cooperação internacional em seguida à Segunda Guerra Mundial. Os arquitetos passaram então a ter, cada vez mais, facilidade com métodos e acesso a materiais inovadores. Isso permitiu que a criatividade e as possibilidades fossem utilizadas sem limitações. Vivemos em uma era onde a nova geração de edifícios parecem desafiar a lógica, a gravidade e, frequentemente, ultrapassar os limites do visto como convencional. Tudo isso graças a projetos que usufruem de tecnologias avançadas para prever o futuro. Um ponto muito importante considerado como característica da arquitetura contemporânea é a sustentabilidade. Com os danos ambientais causados pela alta emissão de CO2 dos últimos anos, o atual estilo de arquitetura procura soluções cada vez mais ecologicamente conscientes. Exemplo disso é o uso de materiais naturais e reciclados, como também a integração de sistemas energeticamente eficientes. As plantas baixas livres são heranças do estilo moderno, e hoje, muito bem empregadas na arquitetura contemporânea. Esse conceito permite que os espaços interiores sejam espaçosos e conectados, a partir da ausência de paredes internas, os cômodos ganham maior flexibilidade e mais espaço. As casas contemporâneas, em sua maioria, possuem estética limpa para manter ambientes luxuosos. Para quebrar a monotonia, os arquitetos investem, por exemplo, em curvas nas fachadas. Além do mais, a arquitetura contemporânea utiliza-se de materiais de construção e de revestimentos não convencionais. A título de exemplo temos: concreto, tijolo aparente, metais, entre outros. As aberturas dessas edificações contemporâneas são grandes e múltiplas, com vistas panorâmicas. O que garante aumentar a iluminação, a conexão com a natureza e manter o ambiente arejado. O vidro, também, fica como responsável de proporcionar a mistura entre os limites internos e externos. Clarabóias, grandes esquadrias de vidro e telhados salientes são algumas das soluções para criar ambientes harmônicos e com efeitos cênicos. #Dica: leia o artigo sobre iluminação zenital e saiba como valorizar seu projeto com mais iluminação natural e menos consumo de energia, clique aqui para acessá-lo. Na arquitetura contemporânea, valoriza-se coberturas planas e que se sobressaiam em relação aos pavimentos. Isso porque, a intenção é que ela forneça sombra e estenda a arquitetura ao ambiente perimetral. Por fim, mas não menos importante, o design sustentável é uma premissa importante nesse estilo de arquitetura. A utilização de materiais e processos que diminuam os danos ao meio ambiente é essencial na contemporaneidade. Reflexo disso, é a vasta utilização de painéis solares, telhados com cores frias e o paisagismo sustentável. As edificações da arquitetura contemporânea busca a criação inovadora e mais avançada possível. Já o modernismo apoiou-se na simplicidade e na natureza. É comum que as pessoas confundam esses dois períodos e empreguem erroneamente. No estilo contemporâneo é incorporado todos os demais estilos, como também a liberdade para criar a partir de linhas e movimentos dentro da estrutura. O estilo acompanha as tendências do momento. Na arquitetura moderna, que ocorreu no período da primeira metade do século XX, se tinha intenção de abandonar tudo que era considerado tradicional. Os arquitetos da época também entendiam que a forma seguia a função. Ou seja, a prioridade de um espaço ou objeto é cumprir ao seu propósito. Hoje, algumas ideias desse movimento são consideradas utópicas. No entanto, serviram para reinventar os espaços e como as pessoas conviviam entre si e o ambiente construído. Ainda é possível notar algumas premissas da filosofia moderna na arquitetura contemporânea, embora o contexto que condicionou o modernismo, não tenha mais relação com os dias vivenciados atualmente. Entre algumas características do modernismo, estão: A arquitetura contemporânea brasileira buscou trazer uma releitura do passado, assimilando estilos como o moderno e o pós-moderno. Apesar desse respeito ao passado, o estilo tinha ânsia pelo futuro, o que gerou um belo equilíbrio e resultou na denominação “arquitetura do caos controlado”. Em relação às características da arquitetura contemporânea brasileira, não existem grandes diferenças entre ele e as demais partes do mundo. Em geral, os profissionais desenvolviam edificações com grandes janelas ou clarabóias, na busca por luz natural. Além de focarem no reaproveitamento de materiais e a utilização de recursos que gere o menor impacto possível para o meio ambiente. Os arquitetos contemporâneos procuram, cada vez mais, atravessar os limites da tradição e inovar tanto em forma como em funcionalidade. No presente estilo, valoriza-se as construções com formas irregulares, fragmentadas ou de aparência alternada. Já na função, o contemporâneo busca conforto através do design orgânico. Em suma, a arquitetura contemporânea é marcada pela presença do minimalismo - movimento artístico, cultural e científico presente em diversos momentos do século XX que tinha como premissa a utilização de poucos elementos fundamentais como base de expressão. Um dos nomes mais célebres desse estilo brasileiro é Oscar Niemeyer, onde assinou diversos projetos cartão-postal do Brasil e também outros países afora, deixando um legado impressionante de arquitetura moderna e contemporânea em diversas paisagens. O arquiteto foi o primeiro a utilizar o concreto armado de forma estética em formas curvas e ousadas. As imagens a seguir, revelam as principais obras do arquiteto. Outro arquiteto importante do cenário contemporâneo é o brasileiro Ruy Ohtake. Suas obras possuem uma linguagem própria, marcada por cores e curvas. Em uma das suas entrevistas, confessou que sua produção de caráter popular passada por frequentes críticas por outros profissionais da área: O arquiteto e cenógrafo Isay Weinfeld também faz parte da nova geração da arquitetura contemporânea. É possível perceber, em suas obras, a inspiração vinda do modernismo. Isay confessou sua inspiração em nomes como Le Corbusier, Frank Lloyd Wright, Lina Bo Bardi, entre outros nomes do modernismo. Já no contemporâneo o arquiteto tem apreço pelas obras de David Chipperfield, Sejima e Nishizawa, e Yoshio Taniguchi. Conheça suas obras a seguir e identifique os elementos adotados por Isay: boas proporções, linhas retas e detalhes nos acabamentos. O escritório do arquiteto Francis Kéré projeta arquitetura contemporânea com enfoque em projetos sociais. Kéré explora novidades de construção considerando os recursos locais e métodos de design que envolvem o coletivo. Ganhador do prêmio Pritzker 2022 por seu excelente trabalho em comunidades. A clínica é feita em sistema modular, com blocos de concreto locais e de terra estabilizados comprimidos (CEB). Esses materiais locais e a forma em que são estruturados - uma parede de dupla camada - deixam os ambientes mais frescos durante o dia, pois aumentam a massa térmica. O telhado inclinado, de parte da edificação, é capaz de direcionar a água da chuva para um reservatório, para posterior utilização em irrigação. Esses métodos demonstram total preocupação com os recursos naturais e o meio ambiente - um das principais características da arquitetura contemporânea. A casa Pirajá, assinada pelo estúdio BRA, é um outro exemplo de arquitetura contemporânea. Em busca de atender a nova família, a estrutura antiga passou a dar espaço para uma nova que oferecesse iluminação intensificada e que seu pé-direito fosse elevado - favorecendo a passagem de vento. A organização do pavimento térreo contemplou jardim, sala de estar, cozinha e área da churrasqueira sem a necessidade de divisórias para separar os ambientes. A inserção da jabuticabeira e espécies nativas da mata atlântica no paisagismo da casa oferece aos usuários uma experiência única com a natureza sem sair de casa e, ainda, melhora o conforto térmico dos moradores. Além do mais, a estrutura metálica de vigas, pilares e lajes foi desenvolvida pelos arquitetos para ficar aparente. A escada metade em concreto e metade metálica também se mostra como um elemento protagonista no projeto. Descubra mais sobre essa bela casa da arquitetura contemporânea brasileira, assistindo o vídeo a seguir: Gostou do assunto? Não deixe de conferir outros artigos que preparamos especialmente para você sobre cada um dos estilos arquitetônicos. Arquitetura modernista Arquitetura Neoclássica Arquitetura Contemporânea Arquitetura sustentável Arquitetura vernacular Arquitetura e urbanismo Arquitetura de interiores Arquitetura brasileira www.developmentone.net www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-de-interiores Title: Arquitetura de Interiores: mais de 10 estilos para conhecer Meta Description: A arquitetura de interiores visa a funcionalidade, o conforto e a estética dos ambientes. Confira sua história, características e mais de 10 estilos! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-de-interiores ## Headings Structure: H1: Arquitetura de Interiores: mais de 10 estilos para aplicar nos seus projetos H2: O que é arquitetura de interiores H2: A história da arquitetura de interiores H2: Características da arquitetura de interiores H3: Layout H3: Mobiliários H3: Ergonomia e Conforto H3: Materiais e acabamentos H2: Estilos de arquitetura de interiores H3: Clássico H3: Romântico H3: Minimalista H3: Contemporâneo H3: Retrô H3: Vintage H3: High Tech H3: Rústico H3: Provençal H3: Nórdico H3: Industrial H3: Urban Jungle H3: Étnico H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura de Interiores: mais de 10 estilos para aplicar nos seus projetos H2: O que é arquitetura de interiores H2: A história da arquitetura de interiores H2: Características da arquitetura de interiores H3: Layout H3: Mobiliários H3: Ergonomia e Conforto H3: Materiais e acabamentos H2: Estilos de arquitetura de interiores H3: Clássico H3: Romântico H3: Minimalista H3: Contemporâneo H3: Retrô H3: Vintage H3: High Tech H3: Rústico H3: Provençal H3: Nórdico H3: Industrial H3: Urban Jungle H3: Étnico H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura de interiores geralmente é associada à estética dos espaços, sendo considerada a responsável por deixar os ambientes mais belos e sofisticados. Apesar de a plasticidade ser um dos objetivos do arquiteto de interiores, essa disciplina é muito mais completa e abrange outras competências como a funcionalidade e o conforto dos ambientes. Ao contrário do que muitos imaginam, a arquitetura de interiores não se aplica apenas a projetos de luxo, com acabamentos refinados e artigos selecionados. Ela pode ser aplicada a todos os espaços, organizando fluxos e otimizando as condições de habitação ou uso, sempre visando a melhoria da qualidade de vida dos usuários. Conheça os conceitos, a história e as características e estilos dessa atividade ancestral que é o projeto de ambientes internos. A arquitetura de interiores é um dos muitos segmentos de atuação do profissional de arquitetura, sendo, por muitas vezes, confundida com toda a formação do arquiteto. Esse equívoco popular deve-se ao fato de que o público leigo, em geral, têm mais contato com pequenas reformas, a nível de interiores, sendo as grandes construções associadas a outras profissões, como a engenharia. Esse estereótipo é reforçado por programas de TV que quase sempre mostram arquitetos como protagonistas de projetos de ambientação. Essa associação não é de todo imprópria, pois a profissão, apesar de envolver muitos níveis como, por exemplo, a arquitetura e urbanismo que considera o projeto de cidades inteiras, possui como essência o projeto de espaços e, nesse sentido, a concepção dos ambientes internos possui uma relevância inquestionável. Porém, é necessário entender que o papel do arquiteto é muito mais abrangente e que a própria arquitetura de interiores possui um nível de complexidade que geralmente não é reconhecido. A arquitetura de interiores é uma disciplina que busca o planejamento dos espaços internos abordando os conceitos de funcionalidade, conforto e estética. É claro que, ao contratar esse serviço, o cliente idealiza um espaço “mais bonito”, geralmente não compreendendo o quão benéfico aquele projeto pode ser para sua rotina e saúde. O ser humano passa cerca de 90% da sua vida em ambientes internos, de forma que esses espaços estão diretamente conectados às nossas memórias e percepções, sendo capazes de gerar emoções e influenciar comportamentos. Nesse contexto, os conceitos da neuroarquitetura têm tomado destaque, evidenciando cientificamente que elementos da arquitetura de interiores podem afetar na saúde e bem estar físico e mental de seus usuários. O entendimento dos efeitos da arquitetura no cérebro humano destacam a importância e a complexidade dos projetos de espaços internos. Muito além de decorações e tendências, a arquitetura de interiores é um fator ativo na cognição, influenciando processos de cura, criatividade, produtividade, dentre outros fatores. Com o confinamento, devido a COVID-19, e a saúde humana em pauta, é necessário evidenciar os efeitos dos espaços internos e conscientizar as pessoas da sua importância. A arquitetura de interiores tem como primeiro objetivo a funcionalidade. O arquiteto deve compreender quem são as pessoas que vão utilizar aquele espaço e para qual função aquele ambiente se destina. A funcionalidade está relacionada ao uso inteligente do ambiente, considerando fluxos, espaços de permanência, atividades exercidas, segurança e todas as necessidades dos usuários. O segundo objetivo visa o conforto, onde o projetista vai considerar as questões como iluminação e ventilação, combinando elementos naturais com sistemas artificiais, controle de ruídos e qualidade acústica, etc, abrangendo todos os elementos do conforto térmico, acústico e sonoro. Além disso, também vai se atentar às dimensões dos espaços e mobiliários, relativos à ergonomia do ambiente, bem como aos estímulos neurológicos da ambientação, considerando os sentidos humanos, referentes à neuroarquitetura. Por fim, a arquitetura de interiores tem como objetivo a configuração de uma estética adequada ao ambiente. A definição da plasticidade dos espaços internos considera os fatores anteriores, ou seja a função do ambiente e o conforto dos usuários, em conjunto com estilos estéticos específicos, gosto pessoal ou outro fator de partido. Um ambiente pode tomar partido estético de questões ambientais, concebendo uma arquitetura sustentável, elementos históricos e culturais relacionados aos usuários, elementos naturais relativos ao local de implantação, dentre outros fatores. A execução da arquitetura de interiores começa pela organização do espaço através do layout, o qual vai utilizar de paredes, divisórias, mobiliários e objetos para definir fluxos e áreas. A segunda etapa considera as intervenções, que podem ser hidráulicas, elétricas, tecnológicas, etc. Elas podem modificar a iluminação, ventilação, executar isolamentos e instalar elementos como brises e prateleiras de luz, para garantir o conforto e funcionalidade. Por fim, a ambientação vai tratar dos aspectos estéticos e neurológicos do ambiente projetado, especificando materiais para revestimentos e acabamentos, cores, mobiliário, decoração, iluminação, texturas, aromas, sensações, etc. É importante lembrar que a ambientação dos espaços não é apenas visual, ela também é sonora, tátil e olfativa, por vezes, considerando até outros sentidos como o paladar e propriocepção. Desde a antiguidade o ser humano organiza os espaços de acordo com suas necessidades e costumes. A arquitetura de interiores reflete o modo de vida das pessoas, revelando seus hábitos e preferências de acordo com a localidade e a época. Os conceitos de funcionalidade e segurança sempre estiveram presentes na concepção dos ambientes, enquanto as percepções de conforto e beleza sofreram muitas alterações ao longo do tempo. Ao estudar alguns mobiliários ancestrais, observamos os primeiros conceitos de cadeira, concebida no Egito há mais de 4.800 anos atrás. Esse mobiliário era baixo e sua principal função era ritualística, pois as pessoas normalmente se sentavam de pernas cruzadas no chão. Na Roma Antiga observa-se o triclínio, um antecessor do sofá, o qual proporcionava uma postura quase horizontal para banquetes e festas. Devido ao vulcão Vesúvio, a cidade de Pompéia da Roma antiga foi fossilizada, permitindo o estudo desses espaços ancestrais. As escavações mostraram que os quartos eram pequenos, mesmo os da nobreza, e os principais ambientes eram destinados ao encontro social, como átrios e salas de jantar.  As casas tinham pouco mobiliário e o principal elemento decorativo eram afrescos nas paredes. Na Idade Média (Século V - X) existe a consolidação das cadeiras, mantendo as pessoas longe do chão, o qual representava um foco de doenças dessas organizações sociais que não tinham preocupações com a higiene e privacidade. Nesse período, o sistema do Feudalismo é instalado, tendo sua maior maior consolidação no Século VIII. Nessa configuração, lordes e vassalos compartilhavam os espaços e o escasso mobiliário. É somente com a Renascença (Século XIV - XVI) que a arquitetura de interiores tem a primeira transformação significativa. A ideia de privacidade é inserida nas organizações sociais, e os espaços íntimos trazem novos mobiliários como penteadeiras, sofás estofados com pernas torneadas, cadeiras luxuosas com acabamento em seda e encosto alto, fogões de chapa de ferro e calefação central. Nesse contexto, os conceitos de beleza e conforto são introduzidos aos espaços internos e os artesãos recebem posição de destaque. A virada do Século XX trouxe novos meios de conceber os espaços, guiados pela Revolução Industrial. Na Europa, o estilo Art Nouveau toma destaque. Esse embrião do modernismo trouxe relevância para arquitetos e designers, guiando a concepção dos espaços com vidro, aço e outros materiais que saiam da linha de produção da indústria. Também conhecido como Belle Époque, esse estilo apresenta curvas, figuras femininas, elementos orientais e tropicais e influenciou o mundo inteiro. Porém, esse estilo não era o único ascendente da época. Na Inglaterra o estilo Arts and Crafts revivia as técnicas de artesanato do período pré-industrial (Século XV - XVI), trazendo vitrais e vidros pintados à mão e mobiliário inspirado na era medieval, o qual se encaixava bem na atmosfera vitoriana. Os Estados Unidos, por sua vez, já estavam consolidando suas cidades com o concreto armado, inventado na Alemanha. As linhas simples e fortes dessas construções influenciaram os mobiliários. Essa concepção sem luxos desnecessários é a porta de entrada para o Modernismo, o qual vai inspirar duas vertentes de design: o movimento De Stijl na Holanda, em 1917 e a Escola Bauhaus na Alemanha, em 1919. Ambos são afetados pelos efeitos da Primeira Guerra Mundial. A guerra provocou o êxodo rural e a ampla migração para a cidade, forçando as pessoas a habitarem em espaços cada vez mais reduzidos. Nesse contexto, as vertentes se consolidam como o estilo da classe média, com a estética traduzida no minimalismo, linhas racionais e produção em massa. Em 1920 surge o Art Déco, em um desejo de tornar os espaços individuais e únicos novamente, porém tomando partido dos ideais do modernismo. Esse estilo europeu trás vitrais, porém diferentemente da arquitetura gótica, eles são ordenados por linhas simples e poucas cores. Também traz sofás e cadeiras com estofamento de animais exóticos, detalhes de marfim e objetos de metais nobres, como a prata e o bronze. Ao norte surgia um movimento que iria modificar a arquitetura de interiores outra vez. Inspiradas nas casas ancestrais da Escandinávia, o Estilo Nórdico é a tradução da sofisticação discreta, com madeira clara, tons neutros e pernas cônicas e anguladas (pés palito). É nesse estilo, muito popular atualmente, que o designer dinamarquês Arne Jacobsen concebeu a “egg chair”, utilizada no mundo inteiro. Com a globalização, os ambientes internos tendem a se tornarem cada vez mais similares. Salvo pelas diferenças regionais que diversificam materiais, formas e preços, a configuração de espaços tem sido replicada em todo o mundo. Apesar disso, a arquitetura de interiores não segue regras nem limitações, o projetista deve usar o bom senso para atender a funcionalidade do local e da época, considerando influências estéticas internacionais e também culturais e regionais, proporcionando conforto e bem estar. Como dito anteriormente, a arquitetura de interiores pode ser muito variável de acordo com suas funções e usuários. Porém, em todos os casos devem ser considerados a funcionalidade, o conforto e a estética do ambiente. Para alcançar esses objetivos, o arquiteto de interiores deve considerar algumas características ao projetar, são elas: O layout de um projeto é responsável por definir a posição do mobiliário, equipamentos e objetos fixos ou móveis. A distribuição desses elementos em planta baixa tem como finalidade organizar fluxos, definir áreas e estabelecer a hierarquia de ambientes de acordo com as respectivas funções e atividades. O arranjo dos espaços e circulações pode ser feito através de paredes, divisórias, painéis móveis e até mesmo objetos, mobiliários e revestimentos distintos, como é o caso de grandes vãos que conjugam vários ambientes. Além disso, o layout deve se atentar às questões de acessibilidade e rotas de incêndio, que vão exigir diferentes níveis de sofisticação de acordo com o programa. Essa disciplina também se atenta às dimensões mínimas e máximas de espaços e mobiliários, considerando os conceitos da ergonomia. Apesar das bibliografias referenciais consistentes em relação a certos dimensionamentos, as pesquisas sobre layouts estão sempre inovando e se adequando às novas demandas. É o caso dos microapartamentos e tiny houses, que estudam novas possibilidades para as dimensões mínimas, bem como a concepção de espaços versáteis que, combinados a um mobiliário mutável, permitem a transformação da configuração espacial e da função de um mesmo ambiente com praticidade. A escolha dos mobiliários deve ser muito cuidadosa, pois ela influencia todo o ambiente, sendo um ponto chave na composição da arquitetura de interiores. É necessário que os móveis favoreçam as atividades e a rotina dos usuários e considerando as dimensões ergonômicas adequadas às determinadas funções, além de garantir a harmonia visual com os demais elementos de composição. A disposição dos móveis não deve afetar a circulação ou o funcionamento de outros elementos. Como falado no tópico anterior, a necessidade da vida contemporânea de habitar espaços cada vez menores gerou a demanda do mobiliário mutável. Outro ponto importante são os mobiliários feitos sob medida, aproveitando todo o espaço disponível no ambiente. Os conceitos de ergonomia são considerados na escalas dos móveis e também na escala arquitetônica, analisando as melhores dimensões para circulação, distâncias para assistir televisão, pé direito otimizado para determinada função, etc. O conforto toma destaque nas questões lumínicas, acústicas e térmicas, onde a arquitetura de interiores considera estratégias passivas, tecnologias, isolamentos, cores e intensidades de brilho, dentre outros elementos, para garantir os níveis adequados e experiências desejadas. O arquiteto pode utilizar da neuroarquitetura para provocar diferentes ambientações, utilizando elementos que induzam o comportamento ou sensações desejadas. É importante lembrar que o uso de vegetação também é fundamental para a qualidade do ar e saúde humana, sendo recomendado o uso de uma planta de médio porte a cada 10 m². A escolha dos materiais e acabamentos é um fator essencial na ambientação, definindo texturas, sons e visuais que vão desencadear estímulos neurológicos, interferindo em toda a percepção do espaço. Essa decisão deve considerar os fatores funcionais, estéticos e econômicos, pois as especificações devem sempre otimizar as demandas com o orçamento disponível. Ao definir os materiais, o arquiteto de interiores deve se atentar a fatores como a fabricação, analisando questões de sustentabilidade ambiental e substância de composição, as quais podem desencadear efeitos nocivos ou benéficos a saúde, além de determinarem as propriedades do material, como resistência e flexibilidade, que devem ser adequadas à função - considerando tráfego, exposição ao meio ambiente, limpeza, desgaste, etc. As especificações da arquitetura de interiores também devem se atentar ao fornecimento e viabilidade de transporte e execução, considerando também os sistemas de instalação necessários, como adesivos e elementos de fixação, que não devem interferir na estética e funcionalidade dos ambientes. Assim como os estilos arquitetônicos, os interiores também possuem linguagens estéticas que obedecem alguns parâmetros e tendências. A seguir, vamos apresentar os principais tipos de arquiteturas de interiores. É importante lembrar que esses estilos não são absolutos e podem aparecer mesclados, gerando resultados muito interessantes! Como o próprio nome sugere, é um estilo que nunca sai de moda. Teve origem na arquitetura greco romana, passando por novas interpretações durante a renascença, barroco, rococó e inclusive o estilo contemporâneo. Os ambientes são glamourosos, com mobiliário rebuscado e materiais nobres. Destaca-se o uso de madeiras escuras e mármore branco. Os tons são neutros com uso eventual de cores como o azul-marinho, bordô, verde-escuro e preto. Os acabamentos incluem prata, dourado e ferrugem em elementos decorativos e molduras. Esse estilo apresenta colunas, arcos e sancas ornamentadas, remetendo à própria arquitetura clássica. Os elementos de decoração são luxuosos, como cristaleiras, porcelanas, pratarias, bustos, tapeçaria e lustres, que trazem iluminação amarelada e difusa. Também se observa o uso de quadros, livros, abajures, espelhos e arranjos florais. No geral, os layouts buscam a simetria. Esse estilo raramente será observado na arquitetura de interiores cotidiana, ficando restrito a halls de hotéis de luxo e algumas residências das classes mais altas que se identificam com o clássico, porém essa estética é amplamente utilizada na ambientação de casamentos, festas de formatura, aniversários de 15 anos, etc. O estilo romântico de arquitetura de interiores é bem semelhante ao clássico, porém ele tem uma atmosfera mais intimista, sendo mais comum na configuração de quartos e áreas privadas. Esse estilo traz bancos, camilhas e poltronas acolchoadas, com tecidos macios e almofadas, gerando a sensação de aconchego. As cores são neutras, com paletas em tons de rosa e estampas florais. A decoração utiliza de flores e itens pessoais, como livros e maletas. Assim como o clássico, esse estilo dificilmente será visto na íntegra em interiores cotidianos, sendo restrito a festividades ou em casos de preferência pessoal. O romântico é mais visível quando está combinado a outros estilos - especialmente os mais atuais - como é o caso do exemplo abaixo que une a estética romântica ao estilo nórdico. A arquitetura de interiores minimalista veio como resposta aos exageros dos estilos anteriores. Ele preza pela funcionalidade do espaço e o mínimo de adornos, trazendo o princípio “menos é mais”. Esse estilo é marcado pela configuração de amplos espaços integrados e uso da luz natural através de grandes painéis de vidro. Ele também trás a “verdade da arquitetura” evidenciando elementos estruturais e trazendo os materiais na íntegra, aplicando as texturas de cimento, pedra, madeira e aço de forma estética. O mobiliário é mínimo, as cores são claras e a decoração é pessoal e pontual. O estilo de arquitetura de interiores contemporâneo é mais visível no dia a dia, pois está presente em grande parte dos ambientes internos atuais. Ele preza pela funcionalidade e dispensa os adornos em excesso, seguindo os princípios do minimalismo. Logo, esse estilo também apresenta linhas racionais em sua composição, bem como amplitude de espaços e aproveitamento da iluminação natural, através dos painéis de vidro e outros elementos, como clarabóias e rasgos. Assim como o minimalismo, os tons são neutros, porém apresenta pontos de cores vibrantes em elementos isolados. A influência do estilo mínimo também é observada nos materiais, onde se observam revestimentos crus, como cimento e aço, combinados com porcelanatos e mármores. A vegetação ganha relevância para o conforto dos ambientes e, juntamente com estratégias passivas e tecnológicas, destaca-se a preocupação com a concepção de uma arquitetura sustentável. Esse estilo consiste em conceber espaços e mobiliários inspirados no passado, ou seja, ele é uma releitura moderna de elementos antigos. Não é difícil de encontrar eletrodomésticos que receberam uma “adaptação”, trazendo a tecnologia moderna para a estética antiga, como as famosas geladeiras coloridas, máquinas de lavar, dentre outros elementos como mobiliário e decoração. Essa estética traz muitas cores vibrantes, inspiradas no Pop Art. A cozinha do exemplo mostra a famosa geladeira retrô em amarelo vibrante. Os armários também apresentam verde marcante e apresentam estética antiga, mas ainda assim são projetados - observe como os móveis se encaixam perfeitamente ao espaço e ao fogão. O revestimento imita os motivos cerâmicos e tijolinhos. Esse estilo geralmente aparece combinado a outro, nesse caso observa-se traços do design contemporâneo no cooktop com forno, na cuba esculpida e vegetação. Diferentemente do retrô, a arquitetura de interiores vintage utiliza mobiliários e decorações antigas e originais, sem dar uma nova função ou adaptá-los tecnologicamente. Geralmente essas peças são encontradas em brechós e lojas específicas. As cores podem ser vibrantes, neutras ou pastéis e o uso de materiais é amplo, pois esse estilo geralmente é combinado com outro, trazendo um toque especial, como é o caso da sala abaixo que utilizou uma TV, estante e banquinhos antigos combinados com o estilo nórdico. São ambientes que fazem uso da alta tecnologia para trazer conforto e sustentabilidade, se assemelhando bastante ao conceito de arquitetura sustentável europeu. Apesar de ser possível - e comum - a integração da alta tecnologia com outros estilos, onde o high tech funciona mais como um elemento do espaço projetado, esse estilo também possui sua própria estética. A arquitetura de interiores high tech faz amplo uso da iluminação LED, principalmente na cor branca, mas também pode apresentar tons de roxo e azul para a ambientação. Os móveis e revestimentos têm a cor branca como destaque, por vezes, contrastando com preto ou cores vibrantes pontuais. O mobiliário possui curvas sutis e tendem a “envolver” todo o objeto, como se cada elemento fosse um bloco único, que se molda para determinada função. A decoração é mínima ou inexistente e os elementos fundamentais tendem a ficarem “escondidos” até serem solicitados ao uso. Apesar de algumas vezes o uso de vegetação e luz natural trazer uma maior sensação de conforto, a estética high tech tende a ser muito fria e pouco convidativa para a ambientação residencial, sendo mais utilizadas em escritórios, corporações tecnológicas, áreas de pouca permanência ou ambientes temáticos. Porém, é possível combinar essa estética com outros estilos, gerando espaços muito interessantes. Inspirado em casas de campo, esse estilo traz a madeira como protagonista, utilizada em revestimento, mobiliários e elementos estruturais aparentes. Por vezes, os perfis de madeira dos elementos não são refinados, de forma que fissuras e curvas naturais compõem a estética. Essa estética pode funcionar muito bem com a arquitetura vernacular brasileira. As paredes possuem acabamento em tinta ou tijolos e a paleta de cores é composta por tons neutros e terrosos. A vegetação, junto com almofadas, tapetes e iluminação quente criam uma atmosfera de aconchego. A decoração se dá em elementos inspirados no campo, como barril, lamparina e bicicleta, bem como utensílios como louças e artesanatos. Os elementos apresentam uma releitura sofisticada de objetos simples, como jarros de vidro, estampas artesanais, dentre outros. A arquitetura de interiores rústica busca uma ambientação intimista e familiar. Esse estilo de arquitetura de interiores é uma junção do estilo rústico com o estilo romântico. O provençal apresenta elementos e mobiliário de madeira do estilo rústico, aparente ou pintada, e linhas sinuosas. Os estofados e almofadas do romântico são abundantes, geralmente em estampas florais ou listras, que seguem uma paleta de tons  azul, rosa, verde e bege, a qual se reflete no ambiente como um todo. A decoração pode apresentar tanto objetos pessoais quanto objetos simples do campo. A ambientação desse estilo é muito intimista e aconchegante. Esse estilo pode ser visto em sua íntegra em residências rurais e ambientação de festividades. Ele também é amplamente utilizado na arquitetura de interiores de quartos infantis, devido a paleta de cores pastéis e o aspecto charmoso e agradável. Nas casas urbanas o provençal pode ser observado em conjunto com estilos mais modernos. O exemplo abaixo traz uma cozinha que  agrega uma cuba esculpida e móveis projetados no estilo rústico. Na sala foi utilizado o papel de parede floral e móveis de madeira combinados a um lustre contemporâneo. O estilo nórdico, como citado anteriormente, tem inspiração nas casas ancestrais da Escandinávia. Atualmente é um dos estilos mais populares na arquitetura brasileira, se mesclando com outros. O material de destaque é a madeira clara, presente no mobiliário, compondo as pernas cônicas anguladas que são marcantes da estética. A paleta de cor é composta por tons neutros claros, utilizando o branco como base nas paredes, os demais elementos aparecem em bege (da madeira), preto e cinza. O verde pode estar em elementos decorativos, mas sua principal manifestação é na vegetação. Esse estilo utiliza mantas, tapetes e estofados em tecido macio e felpudo, devido a necessidade de aquecimento nos países nórdicos. A decoração apresenta estampas geométricas, quadros, vasos e outros elementos, de forma simples e organizada. Esse estilo de arquitetura de interiores nasceu em Nova York na década de 50, quando galpões começaram a ser utilizados como habitação. Essa estética tem como característica o pé direito elevado dos lofts e geralmente utiliza de estruturas metálicas pintadas em preto, para a composição de mezaninos. Os materiais são crus, como cimento queimado, aço e tijolo aparente. As tubulações fazem parte da estética, bem como luminárias industriais com iluminação quente, trazendo uma ambientação mais aconchegante. Os tons são neutros, com destaque para as próprias cores dos materiais e o preto. A decoração e mobiliários são variáveis, mas geralmente apresentam elementos metálicos em preto, reinterpretação de objetos industriais, estofados de couro e madeira. Apesar de ser relacionado a projetos inteiros - os lofts - ele também pode compor a ambientação de espaços isolados, principalmente através das texturas, iluminação, e elementos metálicos em preto. Como o próprio nome sugere, o estilo de arquitetura de interiores “selva urbana” tem como principal característica o uso extensivo de vegetação natural em espaços urbanos, incluindo ambientes de área reduzida. Ele é ideal para quem gosta de cuidar de plantas, ou pretende aprender. A estética dos elementos é muito versátil, pois, geralmente, aparece combinado com outros, como é o caso dos exemplos abaixo que combinam o urban jungle com o estilo nórdico e rústico. Entretanto, existe uma tendência de uso de materiais que remetem os espaços externos, como madeira, palha, dentre outros. Essa arquitetura de interiores visa a valorização de diversas culturas, como oriental, africana, árabe e indígena - a qual pode tomar partido da história da arquitetura brasileira, concebendo ambientações muito interessantes e conectadas às raízes nacionais. Os elementos são muito variáveis, pois dependem da cultura, podendo apresentar tons mais terrosos ou cores vibrantes. No geral, se observa o uso de estampas e artigos tradicionais para a decoração. Independente da estética utilizada, o arquiteto de interiores deve sempre prezar pela funcionalidade dos espaços e o conforto dos usuários, estimulando comportamentos positivos e proporcionando experiências únicas, agradáveis e prazerosas. A arquitetura de interiores faz parte das nossas vidas e está intrinsecamente conectada às nossas emoções e pensamento, e sua relação com a estética pode ser descrita na citação a seguir: www.blog.unopar.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-e-urbanismo Title: Arquitetura e Urbanismo: entenda os conceitos e diferenças Meta Description: A arquitetura e urbanismo tem a função de organizar espaços funcionais, mas também são expressões da história de um povo. Entenda as diferenças com exemplos! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-e-urbanismo ## Headings Structure: H1: Arquitetura e Urbanismo: entenda os conceitos e diferenças H2: O que é arquitetura e urbanismo? H3: Arquitetura H3: Urbanismo H2: A história da arquitetura e urbanismo H2: Características da arquitetura e urbanismo H2: Exemplos de arquitetura e urbanismo H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura e Urbanismo: entenda os conceitos e diferenças H2: O que é arquitetura e urbanismo? H3: Arquitetura H3: Urbanismo H2: A história da arquitetura e urbanismo H2: Características da arquitetura e urbanismo H2: Exemplos de arquitetura e urbanismo H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura e urbanismo estão presentes na humanidade desde os primeiros assentamentos pré-históricos. Os conceitos dessas disciplinas, bem como suas técnicas, foram evoluindo de acordo com o desenvolvimento da sociedade, sempre refletindo os valores e pensamentos de uma determinada época. Apesar de serem por vezes confundidas, a arquitetura e urbanismo são disciplinas diferentes que se comunicam na concepção de espaços. Nesse artigo você vai entender as semelhanças e diferenças desses conceitos, suas histórias e características. As definições de arquitetura e urbanismo são entrelaçadas, pois a arquitetura está inserida no urbanismo e ambos compartilham de conceitos semelhantes. Porém essas disciplinas são distintas e possuem características específicas, principalmente no que diz respeito ao produto final, ou seja, a materialização física resultante dessas disciplinas. A seguir, vamos entender cada um desses conceitos separadamente. O conceito de arquitetura, no âmago da palavra, se refere a edificação, pois o vocábulo “arquitetura” é de origem grega, onde “arché” significa primeiro ou principal e “tékton” significa construção. Apesar da definição do nome que perdura até os dias atuais ser oriundo da Grécia antiga, o conceito de arquitetura é muito anterior à essa civilização, remetendo aos primeiros povos sedentários da humanidade. Com a revolução agrícola, o ser humano migra da vida nômade para o sedentarismo e com esse novo estilo de vida surge a necessidade de construir abrigos. Logo, desde o princípio, a arquitetura está conectada à função que, neste caso, era principalmente a proteção contra intempéries e a segurança. Com o passar do tempo, o conceito de arquitetura passa a assumir, além da funcionalidade, atributos estéticos e de conforto, evoluindo para as definições que conhecemos hoje. Existem várias definições do que é a arquitetura, desde conceitos mais técnicos, até descrições mais poéticas, isso porque essa disciplina abrange ambas as vertentes. O conceito mais racional de arquitetura está ligado ao material, a manifestação física de um espaço no qual ocorre uma determinada função. Esse conceito geralmente é o mais associado ao imaginário coletivo, onde o arquiteto é o responsável por desenhar um espaço que será calculado estruturalmente por um engenheiro e erguido pelos construtores. Seguindo uma vertente mais abrangente, a arquitetura pode ser lida como uma manifestação política e cultural, como é o caso da arquitetura vernacular, que carrega na configuração dos espaços não apenas a funcionalidade, mas a identidade de um povo. Ainda nessa vertente, a arquitetura está diretamente conectada com a percepção humana do espaço, onde entram os conceitos de neuroarquitetura, os quais afirmam que o ambiente afeta o modo de pensar e viver do ser humano, evocando emoções. Essa concepção é uma via de mão dupla, pois o modo de vida do ser humano também reflete na arquitetura que ele reproduz, é o caso, por exemplo, da arquitetura sustentável, que veio como uma resposta ao novo pensamento mundial de sustentabilidade. Além disso, com o passar do tempo a arquitetura assume o caráter artístico, acompanhando as tendências de estilo que todas as demais artes presenciaram, como a arquitetura gótica, seguida do renascentismo, modernismo, etc. A palavra “urbanismo” vem de “urbis” que significa literalmente cidade em latim. Apesar de já existirem os assentamentos, a disciplina só nasce de fato após a revolução industrial, com o principal objetivo de ordenar o caos gerado pelo êxodo rural e rápida intensificação dos núcleos urbanos. Portanto, o urbanismo, assim como a arquitetura, também nasce com uma função muito bem definida: a organização dos espaços urbanos para a execução de várias funções conjugadas. Nesse sentido, a arquitetura e urbanismo são muito similares, pois ambos tratam da projetação de um espaço funcional. Porém, a complexidade e escala de projeto são muito distintas. Enquanto a arquitetura lida com um edifício, o urbanismo lida com toda a cidade, sendo uma disciplina que estuda e pesquisa o comportamento humano no ambiente urbano para identificar estratégias e melhorias daquele espaço. O urbanismo pode ser abordado em duas vertentes, a de planejamento e a de projeto. O planejamento está principalmente relacionado a ordenação do crescimento, onde os resultados do plano só serão observados anos após sua implementação. Essa vertente tem como produto leis, sendo a principal delas o PDOT - Plano Diretor de Ordenamento Territorial. O PDOT e outras leis urbanas contam com a participação dos cidadãos, considerando as características da cidade e cultura das pessoas para conceber um plano, o qual vai determinar a configuração de vias, visuais interessantes, distribuição de edifícios, áreas livres, áreas de risco, zoneamento de usos, gabaritos dos prédios, etc. A segunda vertente é a de projeto e pode resultar em cidades totalmente projetadas, como é o caso de Brasília e Chandigarh. Porém, dificilmente o arquiteto urbanista terá a oportunidade de conceber uma cidade inteira, de forma que a prática urbanística é muito mais visível em ações implementadas em um malha urbana já consolidada. Na verdade, essa é a principal demanda da disciplina, pois grande parte dos centros urbanos nascem “espontaneamente” e após sua consolidação desordenada surgem problemas que serão solucionados pelo urbanismo, tanto por meio de projetos quanto através das leis de planejamento. A arquitetura e urbanismo trazem conceitos semelhantes. Por exemplo a sustentabilidade, que pode ser traduzida na escala urbana através das áreas de preservação e infraestruturas sustentáveis. A qualidade de vida pode estar em parques, favorecendo a saúde mental e física, qualidade do ar, mobilidade otimizada, etc. Assim como a neuroarquitetura, a configuração da cidade também pode interferir na percepção das pessoas e é possível projetar espaços mais amigáveis para seus habitantes. O urbanismo como ato político trata de questões sociais e grande parte das vezes lida com conflitos territoriais. Dessa forma, essa disciplina vai estar conectada ao direito da cidade e tem a nobre função de tornar o espaço público e acessível para todos os cidadãos, desde as classes mais altas até os moradores de rua. Com todas essas variáveis, entende-se que a arquitetura e urbanismo é muito mais do que a organização do espaço funcional, ela é a expressão que interfere na vida das pessoas que ali habitam. A história da arquitetura e urbanismo tem início ainda na pré história, no período neolítico, quando a revolução agrícola permite que o homem abandone a vida nômade, onde se buscava condições melhores de sobrevivência constantemente, e passa a estabelecer assentamentos, marcando o sedentarismo. Esses assentamentos são o embrião do urbanismo e marcam as primeiras arquiteturas que possuem a função de proteger contra intempéries, predadores e outras ameaças. As técnicas observadas são de casas cavadas e um primeiro domínio da pedra, erguendo os primeiros monumentos da humanidade. As primeiras casas de tijolos são datadas de 7000 a.C. na região entre o Oriente Médio e a Ásia Central, onde se utilizava o barro, água e sol para confecção dos tijolos. As primeiras cidades começam a aparecer um pouco depois, em 6500 a.C. como Catal Huyuk, na Turquia. Muito tempo se passou e conforme a humanidade se desenvolvia como sociedade, o mesmo ocorria com sua arquitetura e urbanismo. A primeira civilização que se destaca é a Mesopotâmia em 5000 a.C., área hoje correspondente ao Irã e Iraque. Os sumérios que habitavam essa região, às margens do rios Tigres e Eufrates, construíram as primeiras cidades com templos de barro seco ao Sol. Vale ressaltar que, nessa época, a arquitetura e urbanismo estava muito ligada a religião - conexão que se manteve até a idade média - e grande parte das construções que sobreviveram ao tempo são templos e tumbas que eram feitos para durarem a eternidade, diferentemente das arquiteturas residenciais que eram mais simples. O período neo-sumeriano trouxe revoluções na arquitetura, dentre elas os zigurates - templos mais complexos em estruturas escalonadas. Próximo da Mesopotâmia, com a união política dos povos que habitavam as margens do Rio Nilo, se consolida a civilização do Egito, datada em 4000 a.C. A arquitetura emblemática das tumbas nasce das mastabas, evoluindo para as pirâmides. O povo egípcio é o responsável pela evolução da técnica de construção com pedras, que configuraram a durabilidade necessária aos deuses e faraós, a qual não podia ser garantida com barro. Além disso, essa civilização é responsável pelos encaixes de madeira para empilhar as pedras, materializando construções monumentais sem massa para prendê-las. Já no século XV a.C. a arquitetura e urbanismo tem um grande avanço, onde se destaca a civilização da Grécia Antiga. As obras eram inspiradas em geometria, proporções e cálculos, originando uma arquitetura muito racional que iria inspirar movimentos futuros, como o renascentismo e o neoclássico. O principal material utilizado era o mármore com encaixe de madeira semelhante aos do Egito, e posteriormente dobradiças de metal possibilitando construções monumentais que também estavam muito conectadas à religião. Os gregos também conceberam espaços para estudo, filosofias e discussões, pois é nesse período que surge a democracia, diferindo bastante das civilizações egípcia e persa. Essa arquitetura antiga trouxe as ágoras (espaço para discussão), acrópole (espaço para religião) teatros de arena e arenas esportivas. Esses espaços foram adaptados pelos romanos, os quais trouxeram os arcos estruturais e a técnica de mistura de areia vulcânica com calcário e ladrilhos quebrados, parente ancestral do cimento. Chegando na Idade Média, do século V ao século XV, o modelo principal de sociedade é o feudalismo. A arquitetura e urbanismo são traduzidos em vilas dentro de muros e as principais construções são as igrejas religiosas, até então bem robustas, erguidas no estilo românico. O urbanismo nessa época se define como “um conjunto de edifícios dispostos em ruas e cercados por um muro comum”. Com a intensificação das rotas marítimas e troca de culturas, as técnicas de construção são aprimoradas e surge a arquitetura gótica, com dimensões monumentais, amplos vitrais e forte conexão com o religioso. Posteriormente ocorreu a Renascença (Séc. XIV - XVI), com berço na Itália, a qual prega a razão sobre a fé. O movimento precursor do Iluminismo repudia a ornamentação e prega a arquitetura e urbanismo clássicos, aos moldes das organizações greco-romanas. É nesse contexto que a privacidade dos espaços passa a tomar destaque e se originam os primeiros cuidados com a arquitetura de interiores. A virada do Século XX trouxe a Revolução Industrial, e com ela muitas mudanças na concepção da arquitetura e urbanismo. No âmbito da arquitetura, o destaque vai para os novos materiais: vidro, aço e posteriormente concreto armado. A arquitetura passa por uma série de tendências, primeiro o maneirismo e barroco, que retomam a ornamentação em oposição ao renascentismo, depois o neoclássico resgata a clareza e simplicidade, negando o barroco. A arquitetura brasileira trouxe ainda o ecletismo após o neoclássico, que configura uma fusão de estilos, até chegar ao modernismo. A Revolução Industrial causou o êxodo rural e massificação das cidades, que se tornaram aglomerados desorganizados e insalubres. Diante desse cenário, o urbanismo surge como uma ciência,  a qual considera a morfologia urbana, obras públicas e planejamento, mas se difere das outras concepções de “urbanismo” por agregar o pensamento crítico e reflexivo da cidade, bem como a pretensão científica, abordando práticas sociais, pensamento urbano, legislação e direito à cidade. O modernismo é o estilo que se consolida como a resposta ao estilo de vida do homem contemporâneo. Ele traz simplicidade e funcionalidade. Oriundo da escola Bauhaus e do Movimento De Stijl, o modernismo é carregado de um discurso social e estético, pensando no novo modo de vida industrial e trazendo a renovação do ambiente habitável. Seus ideais são refletidos em várias escalas, desde a arquitetura e urbanismo, até mobiliários e utensílios. O urbanismo moderno está muito próximo da ideia de utopia e tem bastante preocupação com higiene, tendo em vista os problemas derivados da insalubridade das cidades industriais. Esse modelo, que está presente em Brasília, preza por amplas áreas verdes, edificações espaçadas, insolação, separação e afastamento das vias de circulação de pedestres e automóveis. A arquitetura se traduz em linhas retas e simples, pilotis, janelas em fita, fachada e planta livre e pouca ornamentação. As últimas décadas do século XX trouxeram a arquitetura e urbanismo contemporânea, estilo que segue até os dias atuais. A arquitetura contemporânea não possui regras rigidamente definidas, porém ela possui algumas características, como a concepção de uma arquitetura sustentável. A estética é muito variável, a arquitetura brasileira segue uma linha minimalista, herdada do modernismo, outras vertentes trazem formas futuristas, releituras do passado e a desconstrução do movimento moderno, o desconstrutivismo. O urbanismo contemporâneo também teve seus ideais repensados. Os amplos espaços vazios dos ideais modernos e a escala monumental estão fora do alcance do pedestre, resultando em centros urbanos que não são caminháveis. O zoneamento rígido gera o esvaziamento de setores da cidade de acordo com o horário, ocasionando áreas tediosas e inseguras. O abandono da concepção de ruas também é problemático, pois se perde o contato, a vigilância de crianças, trocas de relações, etc. Na cidade contemporânea, as distâncias devem ser caminháveis e, para isso, a cidade deve abrigar funções distintas em zonas mistas. Isso permite que o deslocamento para o trabalho e o lazer sejam facilitados, além de manter as áreas sempre ativas, pois os bairros assumem funções diurnas e noturnas. As ruas devem ser vivas e animadas, locais de comércio e troca, ao invés de passeios isolados no verde. Apesar de não possuir uma unidade estética, a arquitetura e urbanismo contemporâneos possuem princípios característicos, como a preocupação com a sustentabilidade, conforto ambiental, funcionalidade e bem estar do usuário. As cidades e construções refletem o modo de viver do ser humano em um determinado período, e a arquitetura e urbanismo contemporâneo traduzem bem o momento atual de quebra de paradigmas, preocupação com o meio e com o ser humano. Apesar das escalas distintas, a arquitetura e urbanismo possuem aspectos semelhantes, pois ambos têm como objetivo primordial a organização de um espaço funcional. Nesse sentido, o projeto arquitetônico é muito próximo da vertente do urbanismo relativa a projetos urbanos. Já a vertente de planejamento urbano possui alguns aspectos diferentes em relação à arquitetura, principalmente o produto que, como visto anteriormente, são leis urbanísticas. A seguir, vamos ver as características dessas disciplinas: Para deixar bem claro o que é arquitetura e urbanismo, vamos apresentar alguns exemplos de ambas as disciplinas. A arquitetura trabalha com uma escala mais reduzida, geralmente o número de usuários é menor, por exemplo uma casa, a qual atende um núcleo familiar, ou um restaurante, onde os usuários são clientes e funcionários. A arquitetura também pode assumir projetos de funções complexas, que abrangem um número maior de usuários e conjugam mais funções em um mesmo espaço, é o caso de hospitais, escolas, aeroportos e estádios. A arquitetura efêmera é configurada por estruturas temporárias que servem a diversos propósitos. Podem ser pavilhões sazonais, experimentos espaciais em pontos da cidade e abrigos emergenciais. Com a COVID-19 se observou os diversos hospitais de campanha, erguidos para servir a um propósito momentâneo. Esse tipo de arquitetura é muito importante para uma era mutável e de constante adaptação. Um dos exemplos mais famosos são os circos itinerantes, geralmente em estruturas tensionadas, muito utilizadas nessa tipologia. Nem sempre a arquitetura se trata do fechamento de um espaço, às vezes ela pode ser simplesmente uma cobertura que protege uma área para determinada função. É o caso de coberturas para paradas de ônibus, coberturas para feira e conchas acústicas. A arquitetura pode ser inclusive um espaço aberto, delimitando e organizando a área com outros elementos. É o caso de teatros de arena e parques, este último geralmente concebido em colaboração com o paisagismo. O urbanismo, em sua vertente de projeto, pode conceber cidades completas, como é o caso de Brasília, que teve todo o projeto do Plano Piloto concebido por Lúcio Costa. Nesse contexto são definidos os zoneamentos, a mobilidade, a disposição e tipologia das arquiteturas, distribuição de equipamentos e áreas verdes, definição de visuais, organização de fluxos e funções, dentre muitos outros aspectos. Porém, como dito anteriormente, muito dificilmente o arquiteto urbanista terá a oportunidade de projetar uma cidade completa, mas isso não significa que a atuação no campo do urbanismo é menos interessante, muito pelo contrário, as intervenções em malhas consolidadas requerem um respeito especial em relação à vida urbana consolidada e também a expertise de atuar de maneira assertiva nesses espaços. É o caso de revitalização e requalificação de espaços urbanos. Podem ser recortes menores como parques, praças e entornos de equipamentos importantes, por exemplo estações de metrô, ou recortes maiores abrangendo, por exemplo, um segmento de orla ou todo um bairro. A requalificação implica a mudança da função dos espaços, gerando resultados muito interessantes como o reuso de edificações históricas ou estruturas que não possuem mais a função original. Como exemplo podemos citar o Parque da Juventude, em São Paulo, que utilizou a antiga estrutura do presídio do Carandiru para criar um ambiente urbano com outra função. Um exemplo internacional muito conhecido é o High Line Park em Nova York, que transformou uma ferrovia abandonada em um parque linear. A arquitetura e urbanismo estão presentes na vida humana desde o início das primeiras sociedades, sua principal função é a configuração espacial, porém os conceitos são muitos mais abrangentes, eles são atos políticos e culturais, resolvendo conflitos e respondendo às questões de um determinado povo em uma determinada época. Sua materialização influencia e reflete o modo de vida do ser humano, trata-se do cenário que conta a história de um povo, suas dúvidas, anseios, tristezas e alegrias. www.todamateria.com.br www.significados.com.br www.queconceito.com.br www.blog.laredo.com.br www.estudanteuma.wordpress.com Adoção do partido na arquitetura | laert pedreira neves. Salvador, centro editorial e didático da ufba 1989. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-gotica Title: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais Meta Description: A arquitetura gótica é um estilo europeu, originado na Idade Média. Conheça a sua história, características e como aplicá-la em projetos contemporâneos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-gotica ## Headings Structure: H1: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H2: O que é arquitetura gótica? H2: A história da arquitetura gótica H2: Características da arquitetura gótica H2: Exemplos de arquitetura gótica H3: Catedral de Amiens H3: Catedral de Colônia H3: Catedral de Notre-Dame H2: Arquitetura gótica na atualidade H3: Templo religioso contemporâneo H3: Conversão de função H3: Elementos da arquitetura gótica para ambientações atuais H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H2: O que é arquitetura gótica? H2: A história da arquitetura gótica H2: Características da arquitetura gótica H2: Exemplos de arquitetura gótica H3: Catedral de Amiens H3: Catedral de Colônia H3: Catedral de Notre-Dame H2: Arquitetura gótica na atualidade H3: Templo religioso contemporâneo H3: Conversão de função H3: Elementos da arquitetura gótica para ambientações atuais H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura gótica é um estilo que surgiu durante a Idade Média, sendo observado principalmente em construções religiosas. Apesar do nome remeter a um conceito sombrio, essa arquitetura é o oposto disso, trazendo espaços amplos e a iluminação natural como protagonista, através dos vitrais. Conheça a história dessa arquitetura, suas características e como ela pode ser aplicada em projetos contemporâneos. A arquitetura gótica é um marco histórico que influenciou todo o cenário artístico, abrangendo disciplinas como a pintura e a escultura. O estilo surgiu na Europa, no período da Idade Média, e trouxe um novo olhar para o modelo de construção da época, apresentando soluções estéticas e estruturais inovadoras. O gótico trouxe diversos elementos, como os arcos ogivais, que permitiram a ampliação das dimensões laterais, ou seja, os vãos. Além disso, trouxe as abóbadas de cruzaria, estruturadas por dois ou mais arcos cruzados, de forma que o peso dessa cobertura fosse descarregado em diversos pontos, o que possibilitou a redução das seções estruturais e o alcance de edificações mais altas. O restante do peso era distribuído para pilares externos, os contrafortes, conectados à estrutura principal através dos arcobotantes. Com as paredes liberadas da função estrutural, os fechamentos passam a ser executados do material mais leve possível, o vidro, de forma que a área das aberturas são consideravelmente ampliadas e compostas por vitrais, possibilitando a iluminação em abundância. A arquitetura gótica é marcada pela leveza da construção - devido aos elementos construtivos reduzidos e transparência dos fechamentos -, a grandiosidade, verticalidade e a riqueza de detalhes nas fachadas e nos espaços internos. O estilo gótico está fortemente relacionado ao catolicismo, portanto essa arquitetura é principalmente observada em catedrais, igrejas, basílicas e mosteiros. Por esse motivo, esse estilo também ficou conhecido como “arte das catedrais”. A igreja católica possuía forte influência na sociedade da época e investiu na construção de igrejas mais suntuosas, pois acreditava que essas catedrais atraíam mais fiéis do que os modelos clássicos. Logo, a arquitetura gótica apresenta muitos simbolismos religiosos. Dentre as simbologias, podemos destacar as que estão diretamente relacionadas ao espaço construído e que só foram possíveis devido às novas soluções estruturais. A primeira delas é a abundante luz natural, que penetra o espaço interno através das amplas janelas de vitrais. Ela representa a luz divina e a iluminação espiritual dos seres ao entrarem na catedral. Outro significado é relativo à altura das igrejas: a verticalização indica a proximidade da construção com o céu. A altura elevada é notável tanto na perspectiva externa da construção quanto nos espaços internos, pois o pé direito dos ambientes é igualmente monumental. O teto muito elevado reduz a escala humana, simbolizando a grandeza da divindade em relação aos homens. Todas essas percepções do espaço interno estão relacionadas a neuroarquitetura do ambiente, que transmite a sensação de imponência e pureza das catedrais, sendo alguns desses princípios utilizados até hoje na concepção de templos religiosos contemporâneos. A história da arquitetura gótica tem início na Idade Média, onde a organização social era configurada por feudos, ou seja, pequenas vilas que se organizavam em modelos auto sustentáveis, onde as pessoas produziam o que consumiam, e a distribuição dos produtos era realizada de acordo com as classes sociais. Nesse contexto, os templos religiosos eram erguidos no estilo românico - construções robustas com paredes estruturais pesadas, pequenas aberturas e acabamento em tijolo aparente. A intensificação das rotas marítimas e do comércio europeu possibilitou a interação entre diversas culturas, abrindo portas para novas soluções estruturais e estéticas na arquitetura. Nesse contexto nasce a arquitetura gótica ao norte da França no século X, se estendendo até o século XV. Devido ao seu local de origem, essa arquitetura também ficou conhecida como “obra francesa”, se disseminando posteriormente para Itália, Alemanha, Inglaterra, Espanha e Áustria. O estilo gótico rompe com o modelo de construção românico vigente, trazendo uma linguagem arquitetônica leve, vertical e amplamente iluminada. O novo estilo é marcado pela associação às práticas religiosas, especialmente o catolicismo, pois as igrejas tinham poder político - visto que esse período é caracterizado pela teocracia, onde Deus é o centro do universo - e econômico, pois os representantes do poder clerical tinham recursos para investir na obras monumentais, as quais exigiam grandes investimentos financeiros. Justamente por esse motivo que as obras da arquitetura gótica são, em sua maioria, construções católicas e carregam muitas simbologias religiosas.  No século XIV ocorre o renascimento cultural, político e econômico na Itália, o qual prega a razão sobre a fé. Esse movimento é o precursor do iluminismo, que entende a razão e a ciência como a base para a compreensão do mundo. Foi através dessa nova percepção do mundo que a “obra francesa” ou “arte das catedrais” recebeu o nome “gótico”, denominação pejorativa para uma obra considerada “monstruosa”, exagerada em ornamentos e menos funcional que o românico, além de representar os princípios religiosos que eram repudiados pelo novo pensamento. A arquitetura gótica é uma transição entre o estilo românico, vigente no feudalismo e a arquitetura renascentista, inspirada nas artes clássicas gregas e romanas. As principais características da arquitetura gótica são: É considerada a maior estrutura de arquitetura gótica da França, com 42,3 metros de altura, 70 metros de largura e 145 metros de comprimento. O “Partenon da arquitetura francesa” possui fachadas ricamente decoradas com esculturas dos santos católicos, vitrais e rosácea marcantes e as famosas gárgulas. A catedral foi tombada como patrimônio mundial da UNESCO em 1981. Também conhecida como “Igreja dos santos Pedro e Maria”, essa catedral é um dos monumentos mais visitados na Alemanha e possui 43 metros de altura, 86 metros de largura e 145 metros de comprimento. O destaque da Catedral de Colônia vai para suas torres gêmeas, com 157 metros de altura. Ela foi declarada patrimônio mundial da UNESCO em 1996. A arquitetura gótica mais visitada do mundo está localizada em Paris, na Île de la Cité. A construção erguida sobre as ruínas de pequenas igrejas possui 35 metros de altura, 48 metros de largura e 130 metros de comprimento. Seu destaque são as gárgulas que foram se multiplicando na fachada ao longo do tempo e as 56 quimeras que compõem a decoração. Além disso, a igreja possui uma acústica única e abriga o segundo maior órgão da França, com quase 8 mil tubos. A Notre-Dame sofreu um incêndio em 2019, causando danos parciais, a previsão de sua reconstrução é de 5 anos. A arquitetura gótica é monumental e carregada de princípios religiosos, suas adaptações para o contemporâneo ocorrem em três principais vertentes: concepção de novos templos religiosos utilizando dos princípios góticos, conversão de função de igrejas góticas para outras destinações e uso de elementos góticos na decoração e composição de interiores. A seguir vamos ver cada um desses exemplos. Para ilustrar a aplicação dos conceitos da arquitetura gótica em um templo religioso contemporâneo, trouxemos uma arquitetura brasileira: o Santuário Dom Bosco, localizado em Brasília. Erguido em homenagem ao padroeiro da cidade, João Belchior Bosco, o santuário faz uso do pé direito elevado, através de mais de 80 colunas com 15 metros de altura, as quais, além de fazerem referência a grandeza divina do gótico, se conectam por vários arcos ogivais, marcantes do estilo. Os vãos são preenchidos por 2,2 mil m² de vitrais em degradê de azul, sendo as quatro quinas do templo compostas por vitrais em tons de rosa. Essa combinação de cores cria uma atmosfera mágica dentro do santuário, modificando sua ambientação de acordo com a posição do sol. A ampla luz natural também é uma referência à luz divina. O templo possui um lustre central para iluminação noturna. Apesar de todas as características góticas, a arquitetura do santuário é evidentemente contemporânea. O interior é livre de adornos, sendo o destaque a iluminação e o trabalho no teto. O altar conta com superfícies brancas e lisas e uma única imagem de cristo. No exterior a cruz principal é esculpida de forma muito delicada na fachada que não possui ornamentos e recebe acabamento em concreto aparente. Grande parte das catedrais que são ícones da arquitetura gótica são patrimônios e geralmente mantém a sua função de templo religioso. Porém, algumas igrejas menores passam para o domínio privado e recebem adaptação da sua finalidade. Essas adaptações geralmente trazem uma mistura de arquitetura de interiores atuais com os elementos antigos existentes, resultando em soluções muito interessantes. É o caso da residência projetada por VizLine Studio and Tsiabus Maxim. Essa ambientação uniu a estrutura da arquitetura gótica, com seus arcos ogivais e vitrais, com o estilo industrial, através da iluminação amarelada, mobiliários em couro e materiais metálicos em preto. Também é possível observar alguns objetos antigos, como lamparinas e o globo terrestre, que são utilizados como decoração, trazendo também uma estética vintage. Apesar do estilo industrial casar muito bem com a estética gótica, ele não é o único contemplado nas adaptações. Em Chicago, uma antiga igreja manteve seu exterior intacto, incluindo as janelas em vitral que trazem uma estética única aos ambientes internos, os quais receberam uma renovação que mistura os estilos contemporâneo e nórdico. Os responsáveis pelo projeto são Linc Thelen Design e Scrafano Architects. O minimalismo contemporâneo é traduzido em uma paleta de cores em preto e branco, superfícies lisas e amplas, pouca ornamentação e amplitude do espaço, a qual é favorecida pelo pé direito de aproximadamente 7,5 metros. A ambientação nórdica é visível no mobiliário com pés palitos e tapetes em pele. A cor do ambiente fica por conta dos vitrais, os quais compõem os diversos ambientes com muita harmonia. Um elemento muito interessante para compor ambientes internos é a releitura das esquadrias em arcos ogivais. Vãos de portas e janelas podem ser ampliados com essa solução estrutural, permitindo a penetração abundante da iluminação natural nos ambientes, muito importante para a qualidade de vida e também para a eficiência energética da arquitetura sustentável. Uma releitura contemporânea dos arcos ogivais foi utilizada em uma conversão de função de uma igreja neo gótica, em FrelighBurg, no Quebec. A residência projetada pelo escritório DP Space Design manteve o exterior da igreja porém, diferentemente do exemplo citado em Chicago, as esquadrias foram redesenhadas. Os arcos ogivais são mantidos, mas os vitrais são substituídos por vidros transparentes. A Church’s house de Quebec também traz elementos naturais como acabamentos e pilares de madeira, mostrando que também é possível combinar a arquitetura gótica com a arquitetura vernacular. Na residência de Chicago nota-se que os vitrais em áreas de permanência são combinados com vidros transparentes, em conjunto com uma configuração espacial ampla e cores claras, pois a exposição contínua a vitrais coloridos pode ser cansativa. Logo, o uso de vitrais em salas e quartos deve ser cauteloso, geralmente vitrais contemporâneos utilizam formas geométricas e poucas cores para esses ambientes. Porém os vitrais podem ser utilizados ao estilo da arquitetura gótica, de forma mais colorida e rebuscada, em áreas de curta permanência como, por exemplo, em circulações e banheiros. O primeiro exemplo combina os vitrais coloridos com o estilo de arquitetura de interiores contemporâneo, observado na banheira e na cuba. Também recebe um toque de vintage, devido ao armário. Apesar desse vitral não ser essencialmente gótico - pois os vitrais da arquitetura gótica trazem imagens bíblicas - ele mostra uma maneira de combinar vitrais coloridos e rebuscados, como são os das catedrais, com espaços internos modernos, podendo inspirar releituras. O segundo exemplo traz uma releitura da rosácea, elemento típico da arquitetura gótica. Esse banheiro possui arquitetura de interiores provençal, a qual combina o estilo clássico com o rústico. Elementos rústicos e vintage sempre combinam bem com releituras de arquiteturas antigas, e nesse caso não foi uma exceção, a luz natural penetra o espaço amplamente e traz muita identidade ao espaço. Uma outra forma de combinar os elementos da arquitetura gótica a ambientes contemporâneos é através de elementos de decoração inspirados nas características dessa arquitetura. O arquiteto é livre para se inspirar e criar peças únicas e que trazem muita personalidade ao ambiente. Abaixo observa-se dois espelhos inspirados nos arcos ogivais e rosáceas, respectivamente. Para arquitetos que estão trabalhando com intervenções nessa área, o conhecimento da história e significados da arquitetura gótica são fundamentais, seja em intervenções de arquitetura e urbanismo, que devem respeitar os patrimônios existentes, seja para converter a função de antigas igrejas, respeitando sua história. Arquitetos que buscam inspiração para projetos contemporâneos podem conceber arquiteturas e ambientes muito interessantes partindo dos conceitos do gótico ou adaptando elementos e criando atmosferas únicas e com muita personalidade. www.vivadecora.com.br www.allmadloja.com.br www.todamateria.com.br www.portalsaofrancisco.com.br www.historiadomundo.com.br www.belgianclub.com.br www.v2com-newswire.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-modernista Title: Arquitetura modernista: conheça a arquitetura minimalista Meta Description: Entenda a arquitetura modernista, movimento revolucionário que rompeu com os estilos tradicionais a partir da aplicação de novos conceitos, métodos e materiais Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-modernista ## Headings Structure: H1: Arquitetura modernista: entenda tudo sobre o movimento arquitetônico minimalista H2: O que é a arquitetura modernista? H2: A história da arquitetura modernista H2: Quais as características da arquitetura modernista H3: 1. Fachada livre H3: 2. Janelas em fita H3: 3. Pilotis H3: 4. Terraço-jardim H3: 5. Planta livre H3: 6. Minimalismo H3: 7. Funcionalismo H3: Interdisciplinaridade H2: Arquitetura moderna brasileira H2: Exemplos de arquitetura modernista H3: Internacionais H3: Nacionais H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura modernista: entenda tudo sobre o movimento arquitetônico minimalista H2: O que é a arquitetura modernista? H2: A história da arquitetura modernista H2: Quais as características da arquitetura modernista H3: 1. Fachada livre H3: 2. Janelas em fita H3: 3. Pilotis H3: 4. Terraço-jardim H3: 5. Planta livre H3: 6. Minimalismo H3: 7. Funcionalismo H3: Interdisciplinaridade H2: Arquitetura moderna brasileira H2: Exemplos de arquitetura modernista H3: Internacionais H4: Pavilhão de Barcelona- Barcelona, 1929 H4: Farnsworth (Casa de Vidro)- Illinois, 1945 H4: Unité d’Habitation- Marselha, França, 1947 H3: Nacionais H4: Museu de Arte da Pampulha- Belo Horizonte, 1943 H4: Palácio Gustavo Capanema - Rio de Janeiro, 1945 H4: Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes (Pedregulho), 1947 H4: Casa de Vidro - São Paulo, 1951 H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? “Rejeite a ornamentação e abrace o minimalismo” é uma das frases que define o que é o estilo arquitetônico modernista. A arquitetura modernista ou moderna é um estilo arquitetônico baseado na racionalidade, funcionalidade e simplicidade das linhas. Esse movimento é revolucionário, pois nega o modo de se produzir arquitetura até a sua criação contestando os ornamentos e excessos de decoração e priorizando linhas e formas simples. Para compreender o que é arquitetura modernista, sua história, característica e aplicações, acompanhe nosso artigo. Arquitetura modernista é um estilo arquitetônico que surgiu na primeira metade do século XX, originária do movimento moderno e representa o minimalismo externalizado na arquitetura, cujo conceito é fundamentado na simplicidade e valorização das formas geométricas aliando forma e função nas edificações. A arquitetura modernista influenciou diversos outros tipos de estilos arquitetônicos, como os da arquitetura pós-moderna e contemporânea, e notavelmente, hoje a aplicação do estilo e suas variantes ainda reverberam de forma presente no modo de produzir arquitetura. Esse estilo é reconhecido por priorizar o racionalismo e funcionalismo em suas obras e pela inovação na aplicação de novos materiais construtivos que começaram a ser expandidos a partir do contexto histórico de industrialização da época, como concreto armado, esquadrias de aço e também o uso de vidro, aliando assim os ideais da arquitetura moderna com as possibilidades do mercado da construção civil proporcionados pelos avanços tecnológicos da revolução industrial. Conforme mencionado, um dos marcos que conceituam a arquitetura modernista é a rejeição dos estilos tradicionais - que priorizavam ornamentos, extravagâncias e múltiplos elementos arquitetônicos aplicados num mesmo edifício, tais como a arquitetura barroca e a arquitetura gótica - e a preferência pelo minimalismo nas formas arquitetônicas. Desse modo, um dos pioneiros desse movimento foi o arquiteto alemão Mies Van Der Rohe com sua icônica frase “menos é mais”. Para alguns, esse conceito aplicado às edificações é responsável por gerar uma “arquitetura em sua forma mais pura”. Já para outros, a arquitetura modernista traz outras sensações, como frieza e “desumanização” do modo de produzir arquitetura. Além de Mies Van Der Rohe, alguns outros arquitetos também são referência quando se fala de arquitetura modernista, como Walter Gropius, na Alemanha e Le Corbusier, na França, além de arquitetos modernistas nacionais com obras de referência no Brasil e mundo afora, como Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e Lina Bo Bardi. A arquitetura moderna surge no continente europeu, no final do século XIX e nasce com a intenção de criação de um movimento completamente novo que se contrapusesse aos estilos arquitetônicos já existentes. Com o advento da revolução industrial, que se iniciou na Inglaterra no século XVIII e se expandiu no século XIX e XX, a sociedade passou a buscar novos métodos de se construir e morar. Neste período, recursos como ferro fundido (principalmente), produtos pré-fabricados, drywall e lâminas de vidro começaram a ser densamente utilizados a partir do descobrimento de novas tecnologias aplicadas ao mercado da construção civil. Essas buscas por inovações, aplicações de novas tecnologias, um novo estilo de vida e por um mundo moderno, progrediram para construção dos ideais modernistas. Portanto, a ruptura com os movimentos passados e abertura às novas possibilidades arquitetônicas proporcionadas pela manipulação de novos materiais, serviu como influência para que os arquitetos fossem inspirados a produzir um novo tipo de arquitetura que correspondesse ao ideal de vida moderna. As tecnologias de construção passaram a interferir diretamente nas possibilidades arquitetônicas, como por exemplo, a aplicação de formas curvilíneas que se tornaram viáveis pelo uso do concreto armado. Vale lembrar ainda, que os novos métodos de construção também permitiram agilidade no processo de urbanização de cidades - tal como a aplicação de pré-moldados de concreto e o uso de ferro fundido nas edificações - e, havendo uma intensa migração rural para as cidades a partir da revolução industrial, urgia a necessidade de um processo de industrialização acelerado que atendessem a essas demandas urbanas. Existem registros de um “modernismo precoce” na Europa, ainda no início do século XIX, quando alguns arquitetos, como Auguste Perret e Henri Sauvage começaram a utilizar concreto armado na construção de prédios e apartamentos. A partir de 1910, Adolf Loos, considerado também como um dos primeiros arquitetos a aplicar conceitos da arquitetura modernista em seus projetos, também passa a remover quaisquer tipos de ornamentos em suas obras e optar por uma arquitetura mais simplista, na época foi chamada de arquitetura racionalista. Já nos Estados Unidos, um dos primeiros e mais importantes nomes para o movimento foi o do arquiteto Frank Lloyd Wright, que realizou projetos residenciais com mais formas geométricas e menos elementos decorativos, além de seguir o lema das formas aliadas à função. Um grande marco histórico na ascensão da arquitetura modernista, foi a criação da escola alemã Bauhaus fundada em 1919 por Walter Gropius, em Weimar. A Bauhaus foi considerada a “escola de arte e arquitetura mais influente do mundo” e um dos seus objetivos era um ensino multidisciplinar que, apesar do foco principal ser arquitetura, integrava artes plásticas, cênicas, artesanato e design no seu programa curricular e tinha como objetivo aliar a modernidade ao design e arquitetura, com foco na funcionalidade das obras, mas sem dispensar a beleza e a criatividade de suas produções. A escola rompeu com diversos paradigmas, como a inclusão de mulheres, além da produção de todo tipo de arte considerada disruptiva para os conceitos da época. Segundo a diretora Dessau Claudia Perren: No cenário de pós guerra, da qual foi criada a escola da Bauhaus ainda havia uma grande tensão política e, após intensa perseguição, a escola foi obrigada pelo governo nazista a encerrar suas atividades em 1930. Contudo, seu legado se expandiu para o mundo inteiro e impactou diretamente no significado da arquitetura modernista, repercutindo ainda hoje no modo de produzir não só arquitetura, mas outras diversas formas de arte, como o design gráfico, design de mobiliário, entre outros. Além de refletir nos estilos arquitetônicos que vieram depois, como a arquitetura pós moderna. Uma das principais premissas da arquitetura modernista, é a de que a forma deve seguir a função, além de priorizar as formas simples e geométricas e suprimir ornamentos das suas obras. Apesar da simplicidade, as obras da arquitetura modernista não perdem a monumentalidade, manifestada pelos elementos arquitetônicos que compõem um edifício moderno, que são os chamados “Os cinco pontos da arquitetura moderna” que o arquiteto Le Corbusier instituiu como premissas a serem seguidas. São eles: Diretamente conectada com o conceito de planta livre, a fachada livre e janelas em fita e preza pela uniformidade visual, não possuindo divisórias ou vedações aparentes. Janelas com esquadrias de ferro e trabalho em vidraçaria de grandes janelas contínuas dão amplitude às edificações e proporcionam esteticamente a percepção de um elemento único. Além de trazer iluminação natural para o interior da edificação e integração do interno com o externo, emoldurando a paisagem. As janelas em fita também evitam a utilização de ornamentos na fachada, já que são ocupadas por esquadrias de vidro. Os pilotis são pilares estruturais que substituem as paredes no térreo de uma edificação para proporcionar espaços abertos e fluxo livre. Ademais, esses elementos são capazes de propiciar fluidez por meio dos vãos, os pilotis também provocam um aspecto de leveza ao edifício. O terraço jardim ou telhado verde é uma cobertura que pode ser ocupada e substitui os telhados tradicionais através de um trabalho paisagístico no terraço do edifício, valoriza a combinação de arquitetura e natureza, além de trazer funcionalidade à cobertura. Espaços abertos que proporcionam a integração entre os ambientes. A planta livre permite uma maior articulação, permeabilidade e flexibilidade num projeto arquitetônico. Além dos cinco pontos da arquitetura modernista propostos por Le Corbusier, podem ser citadas outras características do modernismo na arquitetura, como: São priorizadas as formas simples e a rejeição aos ornamentos e elementos decorativos, além do uso da cor branca ou cores primárias nos edifícios. Preza a função que antecede a forma. A materialização desse conceito deu-se a partir da casa como “máquina de morar” idealizado por Le Corbusier, em que a arquitetura deveria acompanhar o estilo de vida moderno a partir do avanço tecnológico e industrial também dentro de residências, pensando em mecanização na moradia com intuito de expandir a revolução industrial também para dentro dos lares, selando o pacto da modernidade na arquitetura residencial. Uma das maiores representações práticas da casa como máquina de morar, foi a Villa Savoye, inaugurada em 1929 e também projeto de Le Corbusier. Inspirada na tecnologia de design de navios a vapor, o arquiteto propõe uma casa com fluxos e usos racionalizados com uma estética minimalista que simboliza todos os famosos “cinco pontos da arquitetura moderna”. A arquitetura modernista valoriza a intersecção entre várias disciplinas, de forma que, a arquitetura não pode ser considerada como uma obra isolada, mas sim como um conjunto de arquitetura, design, artes plásticas e paisagismos relacionados para a composição de uma única obra. Desse modo, nas obras modernistas era extremamente comum que o autor do projeto arquitetônico também produzisse o design do mobiliário, pois acreditava-se na importância da interdisciplinaridade entre as formas de arte. Ademais, as escolas modernistas, já possuíam no seu plano acadêmico a troca entre as múltiplas formas de arte. A arquitetura moderna brasileira foi fomentada a partir da Semana de Arte Moderna de 1922, que disseminou brasilidade por meio de valores nacionalistas e decoloniais na produção de todo tipo de arte nacional, buscando gerar uma identidade própria com base no que fosse produzido no país. A partir do final da década de 1930 a arquitetura moderna brasileira se deu de maneira mais expressiva e os princípios ufanistas da Semana de Arte Moderna inspiraram a produção de uma arquitetura que fosse adaptada ao clima, modo de vida e materiais nacionais, seguindo alguns preceitos da arquitetura vernacular. O pioneiro da arquitetura brasileira moderna foi o arquiteto e urbanista Lúcio Costa, diretor da Escola Nacional de Belas Artes, fundada em 1931 no Rio de Janeiro, onde ensinou os conceitos da arquitetura modernista aos seus alunos, dentre eles, o arquiteto Oscar Niemeyer, que também foi estagiário no escritório de Lúcio. Oscar também foi um dos grandes nomes do modernismo no Brasil, com mais de 600 obras espalhadas pelo mundo. O arquiteto foi conhecido por seu estilo único e principalmente pelos projetos que exploravam as formas curvas e os vãos livres. Niemeyer também atuou junto a outros arquitetos modernistas, como Le Corbusier. A arquitetura e urbanismo do movimento modernista produzidos no Brasil, tornaram-se referências internacionais, a exemplo de Brasília - capital do país com projeto urbanístico por Lúcio Costa e edifícios monumentais projetados por Oscar Niemeyer- a capital federal é reconhecida como canteiro de experimentações dos ideais modernistas para uma cidade. Projetado pelo arquiteto Ludwig Mies Van Der Rohe, o edifício Pavilhão de Barcelona foi construído para a feira mundial em Barcelona e a priori deveria ser demolido, porém a obra se tornou permanente e atualmente representa um dos maiores marcos para arquitetura modernista e referência para arquitetura pós moderna e contemporânea. Projetada pelo arquiteto Mies Van Der Rohe, a Casa de Vidro é um dos ícones da arquitetura modernista e incorpora os conceitos minimalistas na arquitetura com fachadas completamente compostas por vidro, possibilitando assim uma integração com a natureza. Unidade habitacional de caráter modernista projetada por Le Corbusier e pelo arquiteto Nadir Afonso, o edifício modular fez parte de um programa de reconstrução do governo francês após a Segunda Guerra Mundial e traduz todos os cinco elementos da arquitetura modernista. Incluso no complexo de edifícios - composto por cassino, salão de dança, restaurante, iate, clube de golfe, igreja e uma residência para o prefeito- o Museu de Arte da Pampulha, antigo Cassino, foi projetado por Oscar Niemeyer e pelo engenheiro Joaquim Cardoso e representa uma das obras exemplares de uma arquitetura modernista. Marco na arquitetura moderna brasileira, o edifício Gustavo Capanema, originalmente Ministério da Educação e Saúde, foi projetado por uma equipe de arquitetos composta por Lúcio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos, Jorge Machado Moreira e Le Corbusier. O edifício segue fielmente os princípios de Le Corbusier, composto por pilotis, planta livre, janela em fita, fachada livre e terraço jardim - projetado pelo artista plástico e paisagista modernista Roberto Burle Marx-. O conjunto residencial foi projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy, com a função de abrigar funcionários públicos no Rio de Janeiro. O edifício segue os princípios de Le Corbusier, com uso de concreto, janela em fita, planta livre e ao mesmo tempo também aplica também referências arquitetônicas de Oscar Niemeyer, como as formas curvilíneas. Inspirada pela Casa de Vidro de Mies Van Der Rohe, o projeto da arquiteta Lina Bo Bardi é marcado pelo uso de concreto, aço, vidro e pilotis. A residência modernista foi tombada como patrimônio histórico de São Paulo em 1987. www.todamateria.com.br www.citaliarestauro.com www.designingbuildings.co.uk www.brasil.elpais.com www.historiadasartes.com www.vivadecora.com.br www.brasilparalelo.com.br www.arquiteturadobrasil.wordpress.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-neoclassica Title: Guia da arquitetura neoclássica: faça uma viagem histórica. Meta Description: Conheça a diferença entre a arquitetura neoclássica e a arquitetura clássica. Os motivos da recaptura pelo greco-romano. Veja também imagens dessas edificações. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-neoclassica ## Headings Structure: H1: Guia da arquitetura neoclássica: faça uma viagem histórica H2: O que é arquitetura neoclássica? H2: A história da arquitetura neoclássica H2: Quais as características da arquitetura neoclássica? H3: Ausência de ornamentação H3: Elementos clássicos H3: Coberturas notáveis H3: Jardins com padrões geométricos H2: Diferença entre arquitetura neoclássica e clássica H2: Exemplos de projetos neoclássicos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Guia da arquitetura neoclássica: faça uma viagem histórica H2: O que é arquitetura neoclássica? H2: A história da arquitetura neoclássica H2: Quais as características da arquitetura neoclássica? H3: Ausência de ornamentação H3: Elementos clássicos H3: Coberturas notáveis H3: Jardins com padrões geométricos H2: Diferença entre arquitetura neoclássica e clássica H2: Exemplos de projetos neoclássicos H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura neoclássica retomou a estética greco-romana - obras monumentais e simetria. Elementos como colunas, frontões, arcos romanos e balaústres foram recapturados do clássico para manifestar os valores da burguesia pós Revolução Francesa. Entre os séculos XVIII e XIX, esse retorno à cultura da antiguidade clássica ocorreu pois os intelectuais da época passaram a resgatar os velhos conceitos, originando a arquitetura neoclássica. Esse período trouxe muita influência para o Brasil. Preparado para fazer uma viagem no tempo e saber mais? Relembre o que foi a arquitetura neoclássica, seu contexto histórico e as características principais desse estilo através dos seguintes tópicos: A arquitetura neoclássica foi a volta da arte à ordem e também a racionalidade da antiguidade clássica.  Passando então, a ser reconhecida pelas altas colunas, grandiosa escala e design acessível se comparado aos estilos relevantes da época. Além da arquitetura, o estilo alcançou também a literatura, a pintura e a escultura. O princípio do neoclassicismo surge aproximadamente 100 anos antes do seu ápice, entre 1640 e 1750, na Inglaterra. Em determinada época, o estilo andava junto ao estilo Barroco que difundia-se nos países Europeus. A arquitetura neoclássica passou a se sobressair aos dois padrões em alta da época: o Barroco marcava a arquitetura pela extravagância e o Rococó pelo seu caráter mais decorativo. Os artistas buscam fazer oposição a esses movimentos que privilegiavam o rebuscamento. Se por acaso, você estiver se perguntando: mas por onde surgiu esse interesse de voltar às características gregas-romanas em plena Idade Moderna? Nós te respondemos. A arquitetura neoclássica surgiu nos tempos das Revolução Francesa e Revolução Industrial. Ambas são  partes integrantes de um processo histórico comum: a consolidação da sociedade industrial. Durante a Revolução Industrial houveram fundamentos ideológicos que ficou conhecido como século das luzes. Os revolucionários da época, chamados iluministas, se aprofundaram em questões críticas à realidade naturalizada pelo feudalismo. Esses pensadores passaram a ter interesse pelas obras do passado. Outra questão importante para o interesse pelo grego-romano foi as escavações das cidades de Pompeia e Herculano, na Itália. Houveram inúmeras descobertas de painéis, murais e objetos antigos, despertando assim, diversas características das obras clássicas. O neoclassicismo complementava-se, também, ao movimento de líderes políticos da época para simular o estilo das repúblicas grego-romanas. Assim, nos Estados Unidos, os arquitetos passaram a projetar edifícios públicos inspirados nos antigos ideais. Esses prédios foram surgindo à medida que ocorria a Revolução Francesa. A arquitetura neoclássica inspirou os arquitetos e outros artistas durante muito tempo. Desse modo, com a chegada do século XIX, a Escola de Belas Artes (Beaux-Arts da França) passou a unir o velho estilo revivido com características mais modernas e utilização de materiais industrializados. Na década de 1820, com o projeto de trazer e, posteriormente, a inauguração da Academia Imperial das Belas Artes - hoje reconhecida somente como Escola Belas Artes -, o arquiteto Grandjean de Montigny, trouxe a escola responsável pela estruturação das artes visuais e arquitetura brasileira. Dessa forma, nessa época, a arquitetura neoclássica tornou-se padrão e se espalhou pelo país - logo após chegar no Rio de Janeiro. A arquitetura neoclássica é marcada pela falta de ornamentação tanto no exterior quanto no interior dos edifícios. A parte estrutural das edificações eram imponentes e tinham sofisticação, mas não se sobressaiam como as do estilo rococó, que mantinha ênfase na forma e na ostentação. É aí onde os arquitetos gostavam de contrastar com os estilos anteriores, os elementos eram meramente práticos e não mais ornamentais. No neoclassicismo, também valorizava-se as formas simples e  a grandeza das escalas. A presença de colunas altas é o marco da arquitetura neoclássica. Assim como na arquitetura grega eram comuns as três colunas: dórica, jônica e coríntia. No entanto, cada uma dessas possui variações de forma e estilo. A coluna dórica é mais robusta. A jônica é mais esbelta e possui acabamento mais delicado. A coluna coríntia tem um desenho mais requintado. Além do mais, outras características importantes eram o uso de frontões triangulares, esses elementos eram utilizados na arquitetura clássica, que por sua vez, formava telhados com duplo declive. Eram ornamentados com alto relevo e geralmente possuíam uma temática decorativa. O uso de claraboias também é marcante na arquitetura neoclássica. Também inspirada no estilo grego, como exemplo, o Partenon de Atenas e o Roma possuíam aberturas para entrada de luz em seus tetos. Algumas construções neoclássicas também inseriram estátuas para ornamentação de seus telhados e entradas. As abóbadas de berço, as colunatas, as rotundas, e os pórticos também eram características da arquitetura neoclássica. Os edifícios neoclássicos tinham coberturas consideráveis. Apesar da pouca ornamentação, as construções eram utilizadas como símbolo de autoridade e de poder.  Telhados em forma de cúpula, frontões, frisos, entre outros elementos que fazem parte dessas coberturas. Os jardins das entradas ou dos pátios internos dos edifícios eram trabalhados em cima de formas geométricas. Você sabe qual a maior diferença entre o estilo neoclássico e o clássico? No geral, é o tempo! Os dois estilos têm vínculos na antiguidade greco-romana. Embora o clássico tenha ocorrido ainda nesse período e, teoricamente, buscava pela perfeição. Enquanto o neoclássico tenha acontecido eras depois e seu foco era a apreciação da antiguidade. Ambas utilizam formas geométricas, como por exemplo, frontões triangulares e uso da simetria. Porém, a arquitetura neoclássica contava com mais detalhamento em todos os seus elementos de construção do que o outro estilo. Por exemplo, os detalhes utilizados nas esculturas das colunas ou de decoração dos edifícios, o que causava efeitos de luz e sombra. Podemos dizer então que, a arquitetura neoclássica tinha construções mais planas. E o fato de usar materiais mais modernos, comunica sensação de menos volumoso quanto as construções clássicas - que utilizavam grandes lajes de pedra, calcário, mármore, e outros materiais. Em resumo, o neoclassicismo é uma tradução mais simples e funcional da arquitetura clássica. Onde, as plantas possuíam espaços mais diversificados e dotados de funcionalidade do que as do período clássico. As edificações da arquitetura neoclássica podem ser encontradas em diversas partes do mundo. Acompanhe alguns exemplos: O capitólio é um grande exemplo do estilo neoclássico americano. O próprio nome do prédio faz jus à relação com a Roma antiga, que era modelo de auto-governo. No âmbito arquitetônico, o objetivo de sua construção foi valorizar a importância da história por meio de suas esculturas e pinturas. O Teatro Nacional possui traços do Neoclassicismo em sua fachada e tem inspiração italiana. Foi um local de grandes festas, solenidades oficiais e também para protestos coletivos. A igreja neoclássica possui uma cúpula em formato oval para passar a impressão de grandiosidade. Ela também conta com um pavimento subsolo, onde é possível encontrar pinturas religiosas e é o único exemplo de catacumba presente em Veneza. A Pinacoteca é um edifício construído em estilo neoclássico, caracterizado pelas grandes janelas, colunas, pilastras e paredes em tijolo aparente. Atualmente, é um dos museus mais modernos do país e estruturado para receber exposições nacionais e internacionais. A Belas Artes teve grande importância para a arquitetura neoclássica brasileira e após ser demolida, em 1938, o frontão foi transferido para o jardim botânico. O prédio da Santa Casa de Misericórdia se destaca pelas suas características de arquitetura neoclássica, possuindo frontão triangular com brasão da Instituição. O prédio foi construído por arquitetos e artistas de grande renome na época. Os materiais mais nobres foram trazidos de Portugal. Após uma restauração em 1633, a Catedral passou a ter sua fachada neoclássica e anos após um novo incêndio essa construção passou a ter também características do estilo Barroco. A Casa Branca foi construída diante dos preceitos da arquitetura neoclássica. Assim, como outros edifícios da cidade de Washington construídos na mesma época. A igreja Panteão de Paris, é um monumento estilo neoclássico monumental, projetado pelo arquiteto  Jacques-Germain Soufflot. Gostou do assunto? Não deixe de conferir outros artigos que preparamos especialmente para você sobre cada um dos estilos arquitetônicos. Arquitetura modernista Arquitetura Neoclássica Arquitetura Contemporânea Arquitetura sustentável Arquitetura vernacular Arquitetura e urbanismo Arquitetura de interiores Arquitetura brasileira www.vivadecora.com.br www.blog.mackenzie.br www.musicalexpert.org --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-sustentavel Title: Arquitetura sustentável: conceitos e princípios Meta Description: A arquitetura sustentável é um dos principais temas do cenário contemporâneo. Conheça os princípios da sustentabilidade em arquitetura e como aplicá-los. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-sustentavel ## Headings Structure: H1: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H2: O que é sustentabilidade? H2: O que é arquitetura sustentável? H2: A história da arquitetura sustentável H2: Importância da arquitetura sustentável H2: Os princípios da arquitetura sustentável H3: Análise do entorno H3: Uso sustentável do terreno H3: Planejamento detalhado e integrado H3: Adaptação às condições climáticas com desenho bioclimático H3: Atender as necessidades dos usuários H3: Atender as normas e legislações H3: Eficiência energética H3: Eficiência hídrica H3: Uso racional dos materiais H3: Uso de tecnologia inovadoras H3: Paisagismo sustentável H3: Saúde e bem-estar dos usuários H3: Viabilidade econômica H3: Análise do ciclo de vida H3: Promover a conscientização H2: Exemplos de arquitetura sustentável H3: Academia de Ciências da Califórnia | Renzo Piano H3: Mirante do Gavião Amazon Lodge | Atelier O’Reilly H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H2: O que é sustentabilidade? H2: O que é arquitetura sustentável? H2: A história da arquitetura sustentável H2: Importância da arquitetura sustentável H2: Os princípios da arquitetura sustentável H3: Análise do entorno H3: Uso sustentável do terreno H3: Planejamento detalhado e integrado H3: Adaptação às condições climáticas com desenho bioclimático H4: Clima Frio H4: Clima quente e seco H4: Clima quente e úmido H3: Atender as necessidades dos usuários H3: Atender as normas e legislações H3: Eficiência energética H3: Eficiência hídrica H3: Uso racional dos materiais H3: Uso de tecnologia inovadoras H3: Paisagismo sustentável H3: Saúde e bem-estar dos usuários H3: Viabilidade econômica H3: Análise do ciclo de vida H3: Promover a conscientização H2: Exemplos de arquitetura sustentável H3: Academia de Ciências da Califórnia | Renzo Piano H3: Mirante do Gavião Amazon Lodge | Atelier O’Reilly H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura sustentável é um dos principais temas em discussão no setor da construção civil atual. Isso porque a indústria construtora é responsável pela maior parte dos impactos ambientais no mundo inteiro, logo, ela possui responsabilidade com a reparação de danos e com o desenvolvimento sustentável. Mas o que significa projetar uma arquitetura sustentável? Com o mercado e a sociedade cada vez mais sensíveis e exigentes ao tema, não é incomum notar arquiteturas que se passam por “verdes” para satisfazer a demanda do discurso. É o chamado “greenwashing”, onde elementos e técnicas são utilizados como “maquiagem” para edifícios não sustentáveis. Essa prática é a prova de que o arquiteto não entendeu a sua responsabilidade, bem como a magnitude do impacto benéfico que a prática correta da sustentabilidade na arquitetura, cerne da construção civil, pode trazer para o meio. Para projetar uma arquitetura realmente sustentável é necessário entender o seu conceito e os seus princípios. Acompanhe o conteúdo através dos tópicos: A arquitetura sustentável é apenas uma parte da disciplina de sustentabilidade, a qual também abrange, além do meio ambiente, conceitos econômicos e sociais. As preocupações ambientais passam a interferir no modelo de crescimento econômico em 1972, com a declaração de Estocolmo, quando se reconhece que a capacidade do ser humano de modificar o seu meio pode trazer benefícios para todos, mas ao mesmo tempo possui forte caráter destrutivo e, portanto, precisa ser bem direcionada. Também se toma consciência da realidade de muitos países subdesenvolvidos, onde a necessidade por condições básicas de vida, como alimento, água, educação, saúde e saneamento são precárias. Nesse contexto social, o interesse em suprir as necessidades básicas é mais urgente que a sustentabilidade, e deve-se conciliar as prioridades desses países com as demandas do desenvolvimento sustentável. Posteriormente, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou a Comissão Brundtland - Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento - a qual tratou de metas, cooperação de países, caminhos e ideias para garantir a sustentabilidade em todos os seus âmbitos - ambiental, econômico e social. Foi nessa comissão que se definiu o termo desenvolvimento sustentável, considerado até os dias de hoje: No geral, a arquitetura sustentável é aquela que busca reduzir o impacto ambiental, otimizando o uso de recursos e reduzindo resíduos, a fim de trazer conforto e bem estar para os usuários, em processos economicamente viáveis. A Comissão de Brundtland define a arquitetura sustentável em um conceito semelhante ao da própria sustentabilidade: Apesar da definição da ONU, o conceito da arquitetura sustentável ainda é um tema em debate e pode apresentar diferentes perspectivas dependendo dos contextos sócio-culturais. Por exemplo, na Europa a sustentabilidade de edificações está atrelada às questões bioclimáticas e soluções passivas para melhoria do conforto e qualidade. Logo, ela está associada aos conceitos de eficiência energética e utiliza tecnologia de ponta. Nessa arquitetura, o uso de materiais reciclados pode resultar em gastos ainda maiores de energia com condicionamento de ar, não sendo conveniente para o propósito final. No Brasil, a arquitetura sustentável está relacionada à racionalização dos canteiros de obra, o uso da água e a escolha dos materiais. Os materiais devem ser locais, com baixa energia embutida - energia necessária para a fabricação, beneficiamento e transporte - e de rápida biodegradação. Nessa abordagem, a sustentabilidade brasileira está associada ao resgate da arquitetura vernacular e à bioconstrução. O uso da água se traduz no reaproveitamento de águas servidas e águas pluviais. Apesar das distintas abordagens, é provável que essas visões se integrem cada vez mais, beneficiando a concepção da arquitetura sustentável em nível global. Assim como os arquitetos europeus buscam novos meios de incorporar a sustentabilidade em suas edificações, considerando o uso de materiais locais e de baixa energia embutida, por exemplo, o Brasil tende a implementar cada vez mais soluções tecnológicas na sua arquitetura. A história da arquitetura sustentável começa com a Revolução Industrial, no século XIX, onde os ciclos naturais das construções são rompidos, dando espaço à produção em larga escala, a qual consome grandes porções dos recursos naturais e gera muitos poluentes. Somente depois de um século, com a crise do petróleo nos anos 70, que a humanidade começa a entender os verdadeiros impactos ambientais causados pela Revolução Industrial e o crescimento desordenado das cidades. Nesse contexto, a ONU organiza a Conferência de Estocolmo, em 1972, a qual vai traçar os primeiros pensamentos acerca de um desenvolvimento social e econômico que consideram o uso de recursos naturais de forma responsável. Nesse cenário surge o conceito de arquitetura solar, a qual ainda não tem grande preocupação com a concepção do conforto, mas visa a redução de gastos de energia, tendo em vista que a influência do padrão internacional da arquitetura moderna dessa época promovia panos de vidro nas fachadas, o que resultava em altos gastos com a climatização artificial. Em 1987 a ONU, através da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento - Comissão Brundtland - se reuniu e apresentou a definição do desenvolvimento sustentável e trouxe o relatório “Our Common Future”, o qual trazia diretrizes que os estados deveriam adotar. Nesse contexto, o conceito arquitetônico evolui para arquitetura bioclimática, que passa a considerar a eficiência energética e o conforto térmico das edificações. Os anos 90 se seguiram com muitas conferências ambientais, como a Rio-92 ou ECO-92, que resultou na elaboração da Agenda 21, a qual aborda de diversas questões como padrões de consumo e combate ao desflorestamento. Diversas conferências parciais se sucederam, dando origem ao Protocolo de Kyoto, que trata do controle da emissão de gases de efeito estufa. Essas conferências trouxeram o termo arquitetura ecoeficiente, o qual traduz a alta qualidade ambiental de uma edificação. É nesse contexto que surgem as primeiras certificações internacionais, como o selo LEED e BREEAM. Em 2002 ocorreu a Rio +10 em Joanesburgo e em 2012 a Rio+20, novamente no Rio de Janeiro. É nesse contexto que ocorre a consolidação do termo arquitetura sustentável, englobando conceitos ambientais (minimizar impactos ambientais, reduzir resíduos e proteger e conservar o meio), econômicos (crescimento e lucratividade com uso eficiente dos recursos) e sociais (atender as necessidades de todos os envolvidos na obra, durante todo o seu processo). Aqui aparecem as primeiras certificações nacionais, como o Procel Edifica e o AQUA. Pensar em uma arquitetura sustentável é um dever de todo arquiteto. Isso porque a construção civil é o setor responsável pela maior parte dos impactos ambientais globais. As edificações são responsáveis por 40% do consumo de energia  do mundo, além de ser a indústria que consome mais recursos naturais do planeta e também a que gera mais resíduos. Projetar uma arquitetura sustentável traz diversos benefícios para as pessoas e o meio ambiente. Entretanto, esses aspectos não devem ser vistos apenas como vantagens, mas sim como responsabilidade de todo o setor de construção, buscando a reparação e controle de danos ao participar ativamente no desenvolvimento sustentável. Dentre os benefícios da arquitetura sustentável, podemos citar: A seguir vamos listar os princípios da arquitetura sustentável, considerando tanto o conforto quanto a eficiência da edificação. As construções possuem relação íntima com o meio que estão inseridas. É necessário avaliar cuidadosamente todas as variáveis existentes para que o projeto cause o mínimo impacto no local da construção. O projeto da arquitetura sustentável deve considerar o entorno, integrando-a ao meio e respeitando as condições geológicas, o espaço e o tráfego existente. Além disso, deve prevenir a poluição do ar, do solo e de corpos hídricos. O projeto também deve buscar valorizar os materiais e culturas locais. A execução deve causar o mínimo incômodo para a vizinhança, por meio do Estudo de Impacto da Vizinhança (EIV) e também prever os possíveis impactos que a construção pode causar no futuro para o meio ambiente, através do Estudo de Impacto Ambiental (EIA). A arquitetura sustentável dá preferência para terrenos que já possuam infraestrutura existente, pois isso evita o espraiamento dos sistemas de serviços urbanos, como eletricidade, água, esgotamento sanitário, transporte público e equipamentos urbanos. O projeto também deve causar alterações mínimas no microclima buscando ao máximo manter as características do solo e vegetação, utilizando espécies nativas ou adaptadas no paisagismo. Também é necessário considerar o ciclo hidrológico do terreno. A edificação deve ter a mínima projeção possível, buscando a maximização das áreas verdes. No caso de grandes áreas pavimentadas, procurar utilizar blocos especiais que permitam a permeabilidade do terreno, reduzindo os efeitos da ilha de calor e considerando a gestão de águas pluviais. O produto arquitetônico é resultado de uma ação multidisciplinar. Isso significa que o sucesso de um projeto de arquitetura depende do trabalho de diversas áreas, como engenharia, elétrica, hidráulica, luminotécnica, automação, interiores, paisagismo, gestão, dentre muitos outros. A concepção de uma arquitetura sustentável depende da cooperação de todos esses setores, onde as metas de sustentabilidade são definidas em conjunto, ainda na concepção do projeto. Para a colaboração interdisciplinar, é fundamental que a comunicação entre os diversos setores seja eficiente, possibilitando a integração e compatibilização dos projetos com excelência. Geralmente os escritórios de arquitetura utilizam as ferramentas de modelagem BIM (Building Information Model) facilitando a troca de informações e ajustes entre os projetos complementares. A arquitetura sustentável considera as condicionantes climáticas como insolação, ventos predominantes, índices pluviométricos, temperaturas médias, etc. A partir disso é possível determinar o que o projeto precisa em questões de conforto e eficiência, e então avaliar como o entorno pode favorecer esses aspectos, através de estratégias passivas. As necessidades e estratégias vão variar de acordo com o clima local. O Brasil possui 8 zonas bioclimáticas, cada uma com suas respectivas diretrizes, porém no geral podemos entender o desenho bioclimático para a arquitetura brasileira a partir de três climas principais: Considerando todo o ciclo de vida da edificação, o projetista deve cogitar a possível mudança de uso do edifício, portanto é necessário que os espaços sejam flexíveis e admitam adaptações. Além disso, a arquitetura sustentável deve respeitar os princípios da acessibilidade universal e da ergonomia. Esse aspecto diz respeito às normas brasileiras da construção civil, ou seja, as NBRs que se enquadram dentro do setor de arquitetura, engenharia e projetos complementares. Também trata das Normas Reguladoras, as NRs, que regularizam e protegem os trabalhadores, pois a sustentabilidade está diretamente relacionada à responsabilidade social. O Brasil também possui uma série de NBRs de desempenho térmico e lumínico que podem guiar a projetação da arquitetura sustentável. Como já mencionado, a arquitetura sustentável utiliza o desenho bioclimático para conceber estratégias passivas que garantem o conforto e eficiência energética da edificação, buscando a redução dos gastos de energia a partir do uso inteligente dos recursos naturais e do auxílio tecnológico. Essas estratégias podem ser simuladas por softwares específicos, que permitem avaliar o desempenho antes do edifício antes da sua construção. O projeto deve otimizar a iluminação natural, combinando-a com a artificial, trazendo qualidade lumínica para os ambientes e economizando os gastos com energia. Os sistemas artificiais podem contar com automação e sensores, que permitem a coordenação precisa com a iluminação natural. Além disso, é necessário considerar as fontes de energia limpa para suprir a demanda energética, como fontes de energia eólica ou solar, a qual sempre foi destaque para a arquitetura, desde o início dos debates sobre sustentabilidade. A crise hídrica é um problema que já afetou grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, resultando no racionamento da água em temporadas de pouca chuva, onde as reservas ficam abaixo dos níveis seguros, além de ser um problema recorrente em interiores do Norte e Nordeste. Por isso, a arquitetura sustentável deve considerar o reuso das águas, bem como a captação e aproveitamento das águas pluviais. A tecnologia também pode contribuir, oferecendo dispositivos hidráulicos economizadores, como torneiras e descargas inteligentes. Também é necessário adotar sistemas para a redução do volume e tratamento do esgoto, bem como monitorar a infraestrutura, identificando possíveis falhas e vazamentos. Como vimos anteriormente, o setor da construção civil é o que mais consome os recursos naturais, além de ser o que gera mais resíduos. O uso racional dos materiais visa responder a esse cenário, através da aplicação de materiais locais com baixa energia embutida, madeiras certificadas e componentes reciclados. Para reduzir os resíduos é interessante reutilizar os materiais sempre que possível e considerar o uso de materiais pré-fabricados, que reduzem os desperdícios. Existe um acervo extenso e muito interessante de materiais que auxiliam no desenvolvimento da arquitetura sustentável, como por exemplo: blocos de adobe, blocos de entulho, bioconcreto, madeira manufaturada,  tinta ecológica (sem composto orgânico voláteis - COVs), isolamentos ecológicos, dentre muitos outros. Mencionado no tópico de eficiência energética, o uso de tecnologia está atrelado aos sistemas de automação e controle, porém nesse tópico ele  considera a integração com a internet das coisas e inteligência artificial, de modo que o processo de construção seja cada vez mais inteligente e eficiente. O uso de tecnologia deve ser aplicado sempre que for viável economicamente, otimizando processos, antecipando problemas e viabilizando a discriminação de soluções. O paisagismo da arquitetura brasileira tende a copiar os estilos estrangeiros. Isso é problemático porque, além de estarmos deixando de lado uma enorme biodiversidade e a nossa identidade cultural, a flora estrangeira não atende aos propósitos do clima tropical. É necessário resgatar o uso de espécies nativas e adaptáveis, que vão proporcionar o conforto adequado ao nosso clima e proteger a biodiversidade nacional. A vegetação deve ser utilizada a favor da eficiência energética e do conforto das edificações e das cidades, proporcionando sombra, direcionando ventos, retendo poeira, amenizando a temperatura interna, dentre várias outras funções. A arquitetura sustentável faz o uso extensivo da vegetação nos espaços internos, externos e na própria envoltória dos edifícios, através de paredes e telhados verdes. Além de um bom desempenho, a arquitetura sustentável deve proporcionar ambientes internos acolhedores, agradáveis e confortáveis para os usuários. Para isso, deve considerar o conforto térmico, lumínico e sonoro, a renovação e qualidade do ar, especificar materiais com baixo nível de composto voláteis e se preocupar com a neuroarquitetura e ergonomia dos ambientes. Como visto anteriormente, a sustentabilidade tem por base três pilares: o ambiental, o social e o econômico. Os fatores citados até agora consideram os aspectos ambientais e sociais, mas não podemos esquecer da viabilidade econômica dos projetos. É necessário estudar os ciclos de vida das edificações e analisar o retorno financeiro dos investimentos em estratégias e equipamentos adotados. A arquitetura sustentável deve aumentar o valor agregado da edificação e reduzir os custos de operação e manutenção. Considera desde a extração das matérias-primas até a construção, operação, manutenção e demolição. Essa visão global do ciclo de vida do edifício permite a análise da energia incorporada, possibilitando a otimização do emprego de recursos em cada fase do ciclo. No geral, a arquitetura sustentável deve projetar a edificação para ser duradoura, com o mínimo impacto ambiental, visando a gestão sustentável da operação, bem como o reuso e reciclagem pós demolição. A arquitetura sustentável é uma grande “escola de sustentabilidade” para seus usuários, gerando um sentimento de admiração e inspiração na comunidade.  Ao implantar um edifício sustentável, é necessário conscientizar as pessoas sobre a causa, bem como ensiná-las a utilizar o edifício, orientando acerca do uso racional da água e da energia, esclarecendo o funcionamento de dispositivos tecnológicos ou mesmo manuais, como o posicionamento de brises móveis e mudanças de layout de acordo com as estações, se for o caso. Quando falamos em arquitetura sustentável, as imagens evocadas pelo imaginário coletivo podem ser muito diversas. Isso porque a sustentabilidade pode ser aplicada a vários estilos arquitetônicos, como arquitetura moderna, arquitetura gótica, arquitetura contemporânea, etc. Além disso, o próprio conceito possui vertentes distintas que vão levar a estéticas totalmente diferentes. Como mencionado anteriormente, enquanto a arquitetura européia apresenta uma aparência high-tech, utilizando de materiais industrializados, a arquitetura brasileira tende a seguir pelo uso de materiais locais, configurando uma estética de bioconstrução, mas isso não significa que um conceito exclui o outro. A seguir, vamos exemplos de ambas as estéticas. Localizada em São Francisco  na Califórnia, a Academia de Ciências projetada por Renzo Piano possui o selo LEED Platinum, o maior da categoria de certificação LEED, além de já ter sido considerada a edificação pública mais sustentável do mundo. O primeiro aspecto a ser sublinhado é o revestimento em vidros, os quais possuem menos ferro, possibilitando uma vista mais clara do entorno e garantindo ampla iluminação natural, economizando até 90% de energia elétrica. A construção também conta com 60 mil células fotovoltaicas que geram 15% da energia consumida no edifício e aquecem a água, a qual é utilizada para aquecimento dos ambientes internos, através de dutos nos pisos,  reduzindo os custos com a climatização. Além disso, o isolamento térmico contou com reuso de calças jeans, o qual é composto por algodão grosso capaz de reter calor, absorver o som, evitar o mofo e retardar o fogo. O teto verde é coberto de plantas nativas, plantadas em recipientes de fibra de coco projetados. O telhado é plano em seu perímetro e torna-se ondulado como o terreno, dando origem às cúpulas que cobrem o planetário e a exposição da floresta tropical. Essas cúpulas possuem clarabóias para ventilação e iluminação. A academia conta com bicicletários e postos de abastecimento para carros elétricos. Em relação aos materiais, 50% do aço e do concreto utilizados são reciclados e 50% da madeira é de reflorestamento. O consumo de energia é 30% menor do que o recomendado pelo código federal dos Estados Unidos. A edificação também promove exibições permanentes sobre o tema da sustentabilidade. Localizada a 200 km de Manaus, no município de Novo Airão, a pousada Mirante do Gavião nasceu da necessidade de integrar o fluxo de barcos do Rio Negro com as chegadas e saídas da terra. A obra durou 2 anos e empregou 60 pessoas que foram treinadas pelo mestre de obras local, e seu funcionamento conta com equipe local de 20 pessoas, destacando o fator social da sustentabilidade. Como a população ribeirinha dominava a técnica de construção de barcos, o projeto foi pensado a partir desses saberes, projetando a pousada em formato de barco invertido, com uso de madeira de reflorestamento. Também foram considerados os saberes da arquitetura vernacular, de forma que a pousada foi projetada sobre palafitas,as quais são conectadas por decks. Essa solução favorece a circulação do ar abaixo do piso e resfria os ambientes, compondo também uma solução bioclimática. Além do piso ventilado, os estudos bioclimáticos combinaram outras estratégias ativas e passivas para atingir o melhor desempenho energético e conforto térmico. As estratégias passivas abrangem o aproveitamento da iluminação natural, ventilação cruzada e renovação do ar, também foi considerada a insolação, índices pluviométricos e umidade relativa do ar. As soluções ativas configuram uso de painéis solares e captação e reuso de águas pluviais e aquecimento de água. O terreno recebeu revitalização com espécies nativas, horta orgânica, além da implantação de compostagem e tratamento de efluentes. A delicada implantação sobre palafitas, juntamente com os materiais locais, geram uma estética que respeita e se adapta ao entorno. O Mirante do Gavião é um exemplo de sustentabilidade em seus três pilares: ambiental, social e econômico. A arquitetura sustentável é o futuro das edificações, na verdade já podemos dizer que é o presente. Os seus princípios devem ser adotados cada vez mais na prática da profissão, englobando também as arquiteturas residenciais, que apesar de serem a maior parte das construções, ainda não são os alvos das certificações. O setor da construção civil deve assumir a sua responsabilidade com o desenvolvimento sustentável e é papel do arquiteto tomar a frente nessa causa tão legítima que é a sustentabilidade. LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando. Eficiência Energética na Arquitetura. 3° Edição. Rio de Janeiro: Eletrobras, PROCEL, PROCEL Edifica. ROMERO, Marta. Princípios Bioclimáticos para o Desenho Urbano. CopyMarket, 2000. www.tede.mackenzie.br www.sustentarqui.com.br www.carreiradearquiteto.com www.blog.obraprimaweb.com.br www.brasilescola.uol.com.br www.vivadecora.com.br www.menos1lixo.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-vernacular Title: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar Meta Description: Entenda o que é a arquitetura vernacular e como ela é importante na afirmação cultural do seu povo. Conheça também 5 projetos que resgatam as raízes do Brasil. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/arquitetura-vernacular ## Headings Structure: H1: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H2: O que é arquitetura vernacular? H2: A história da arquitetura vernacular H3: Arquitetura vernacular Brasileira H2: Características da arquitetura vernacular H2: Exemplos de arquiteturas contemporâneas inspiradas na arquitetura vernacular brasileira H3: 01 - Instituto Socioambiental ISA | Brasil Arquitetura H3: 02 - Brasil de Pau a Pique | Roberto Migotto (Casa Cor SP 2015) H3: 03 - Casa em Cunha | Arquipélago Arquitetos H3: 04 - Casa AA | Argus Caruso - Arquitetura e Construção H3: 05 - Barraco | Q&A H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H2: O que é arquitetura vernacular? H2: A história da arquitetura vernacular H3: Arquitetura vernacular Brasileira H2: Características da arquitetura vernacular H2: Exemplos de arquiteturas contemporâneas inspiradas na arquitetura vernacular brasileira H3: 01 - Instituto Socioambiental ISA | Brasil Arquitetura H3: 02 - Brasil de Pau a Pique | Roberto Migotto (Casa Cor SP 2015) H3: 03 - Casa em Cunha | Arquipélago Arquitetos H3: 04 - Casa AA | Argus Caruso - Arquitetura e Construção H3: 05 - Barraco | Q&A H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A arquitetura vernacular é uma tipologia particular de determinadas localidades, a qual utiliza dos materiais e recursos disponíveis para a sua concepção. Porém, esses fatores não são suficientes para determinar essa arquitetura tão rica e que também envolve conceitos de tradição, cultura e expressão. A arquitetura vernacular brasileira, assim como em outros locais, é estigmatizada como “primitiva” e “inferior” em relação a outros modelos arquitetônicos como a arquitetura gótica ou moderna, por exemplo. Essa visão negativa passou a ser repensada no início do século XX, quando essas tipologias foram revisitadas e se tornaram modelos de referência para a arquitetura sustentável contemporânea. Ainda que tenha recebido certa credibilidade em relação aos princípios bioclimáticos, a arquitetura vernacular ainda é vista como uma estética inferior e suas referências são constantemente ignoradas pelos arquitetos contemporâneos. Nesse artigo, vamos esclarecer o que é a arquitetura vernacular, quais são suas características e como ela é importante na afirmação cultural do seu povo. Também vamos apresentar projetos que resgatam essas raízes para te inspirar a utilizar essas técnicas e saberes nos seus projetos, contribuindo para o fortalecimento cultural do Brasil.  Acompanhe através dos seguintes tópicos: A definição da arquitetura vernacular ainda é um tema em debate, o qual traz termos como “arquitetura popular” e “arquitetura primitiva” para a discussão. É difícil definir a linha que separa esses conceitos e diversas vezes ocorre sobreposição dessas arquiteturas. Apesar disso, existe um certo consenso sobre algumas características vernaculares. Paul Oliver, em seu livro Built to meet needs: cultural issues in vernacular architecture (2006), define a arquitetura vernacular como: Além dos aspectos citados por Paul Oliver, vamos entender outras características que são atribuídas à arquitetura vernacular. O primeiro aspecto diz respeito à tradição, a qual configura o uso de precedentes conhecidos para a concepção da arquitetura. Nesse conceito, o construtor utiliza de técnicas e materiais consagrados ou parcialmente modificados. Esses saberes tradicionais são passados de geração para geração. Porém, ao analisar a arquitetura de hoje, é possível reconhecer a tradição em sua prática. Os arquitetos contemporâneos também se utilizam de referências passadas para elaborar um novo projeto. As necessidades humanas de abrigo contra intempéries, autopreservação e até mesmo conforto estão presentes na prática arquitetônica há milhares de anos, e as suas soluções evoluíram muito lentamente. Somente muito recentemente, com o avanço tecnológico, que a arquitetura foi capaz de quebrar paradigmas e conceber construções totalmente inovadoras. Porém, essas expressões são obras excepcionais e, portanto, não são demonstrativas do acervo arquitetônico atual. As obras convencionais são comumente embasadas em referências anteriores, nesse sentido, entende-se a visão do arquiteto Hassan Fathy quando diz que: Logo, a tradição por si só não é capaz de definir a arquitetura como vernacular. A segunda característica é referente ao contexto. Rapidamente associado ao termo “arquitetura vernacular”, esse aspecto diz respeito ao uso de materiais e recursos do próprio ambiente onde a construção está implantada. Existe o entendimento e respeito às condições geográficas e, por isso, essa arquitetura não possui um estilo, sendo bastante plural e variável de acordo com as localidades. Devido a sensibilidade ao meio que está inserida, a arquitetura vernacular passou a ser foco de estudo para a arquitetura sustentável e bioclimática. Práticas arquitetônicas milenares estão sendo revisitadas e reproduzidas com o objetivo de conceber construções mais “verdes”, assimilando estratégias passivas de conforto, para redução do gasto de energia, e técnicas de construção limpas, que reduzem a emissão de gás carbônico no meio ambiente. É importante lembrar que a arquitetura vernacular não é uma resposta imediata do clima, porém, uma das principais condicionantes de sua concepção. A terceira característica é a ausência do arquiteto. Apesar de alguns autores mencionarem o projetista quando citam a arquitetura vernacular, o entendimento atual considera essa arquitetura como anônima e livre dos aspectos técnicos que configuram um projeto. Segundo a definição do arquiteto Elvan Silva: A quarta característica diz respeito à identidade cultural. A concepção da habitação, sua forma e organização, está diretamente conectada aos valores socioculturais ao qual ela pertence. A casa responde aos propósitos e necessidade de um determinado povo, tanto que, mesmo em arquiteturas contemporâneas, é possível identificar distintas localidades ao se observar as habitações. É claro que a globalização, bem como os estilos arquitetônicos, tendem a influenciar e modificar as concepções espaciais, principalmente em centros urbanos, porém em residências mais afastadas, ou até mesmo na arquitetura de interiores, é possível observar traços de identidade cultural. A arquitetura vernacular tem esse traço muito forte, pois a construção da própria casa, com os materiais e recursos nativos, configuram um visual muito específico e livre de influência de estilos, além de fortalecer o vínculo do povo com o ambiente habitado, enriquecendo o sentimento de pertencimento. O quinto aspecto a ser abordado é relativo às variações dentro da arquitetura vernacular. Essa arquitetura tende a ser repetitiva, o que é objeto de crítica. Porém, ao analisarmos o tradicionalismo da arquitetura atual, é visível que ela também se repete. O próprio processo criativo na arquitetura trata a criatividade como um novo olhar sobre referências existentes, dentro de novas condicionantes. Apesar do aspecto repetitivo, a arquitetura vernacular admite variações, porém elas são totalmente diferentes do que se busca na concepção de um projeto contemporâneo. Enquanto os novos projetos procuram criar algo novo, como uma nova “palavra” dentro da linguagem existente (a qual posteriormente é integrada ao “vocabulário”), o vernáculo tende a seguir o repertório oferecido pela linguagem vigente, e suas modificações não se configuram ao nível de “nova palavra”. O arquiteto João Rodolfo Stroeter explica: Em relação aos estilos arquitetônicos, eles não se aplicam à arquitetura vernacular, pois, como vimos anteriormente, ela segue “regras” bem específicas à sua cultura e localização, resultando em um acervo bastante plural. Dessa forma, o vernáculo dificilmente se encaixa em um centro urbano, o qual trabalha com esses estilos e tendências. Ele será visualizado principalmente em áreas rurais. Áreas periféricas tendem a gerar um híbrido dessas arquiteturas, conservando valores vernáculos e adaptando-os às tendências e técnicas contemporâneas. Com essa abordagem sobre as características vernáculas, podemos adotar a definição do Vitruvius para definir a arquitetura vernacular por completo: A história da arquitetura vernacular começa há nove mil anos atrás, com o período neolítico, onde o ser humano deixa o estilo de vida nômade e passa a ser sedentário. Essa revolução só foi possível devido aos avanços na agricultura, que permitiram o assentamento dos povoados em locais fixos. Assim se iniciam as concepções das primeiras moradias permanentes e cidades primitivas. A partir desse ponto, começam a se desenvolver a economia, política e todas as disciplinas referentes à sociedade. É intuitivo imaginar que essas primeiras arquiteturas seriam executadas com os materiais e recursos disponíveis no local, até porque não havia outra forma de se conceber as moradias. Também é evidente que os conhecimentos são passados de geração em geração, pois as instituições de ensino ainda estão longe de serem desenvolvidas. Essa arquitetura também é chamada de “primitiva” e, como comentado inicialmente, existe um debate sobre sua distinção com a arquitetura vernacular. Porém, nesse artigo abordaremos a visão que permite a sobreposição de ambas. A seguir vamos entender a história da arquitetura vernacular brasileira e quais são os principais modelos vernáculos do Brasil. A arquitetura vernacular brasileira tem início com os povos indígenas, no período pré-colonização. Devido a amplitude do território brasileiro, as variantes climáticas são muito distintas. Além disso, a diversidade das tribos resulta em costumes e culturas bastante plurais, de forma que os modelos de arquitetura vernacular indígena não são uniformes. É somente em 1530, com a chegada dos portugueses no Brasil, que a arquitetura colonial é inserida no repertório da arquitetura brasileira. O estilo colonial precisou ser adaptado, pois o Brasil não contava com os mesmos materiais e recursos da Europa. Essas adaptações envolveram os conhecimentos e culturas das mão de obra indígenas e africanas, destacando técnicas como taipa de pilão e pau a pique. Também é possível observar a influência alemã nas construções ao Sul do país. A arquitetura vernacular brasileira, assim como em outras localidades, se manifesta principalmente nas habitações. Ela nasce da necessidade de conceber uma moradia para um determinado povo, de acordo com seus recursos, técnicas e costumes. Vamos conhecer algumas das principais arquiteturas vernaculares brasileiras. A arquitetura vernacular por muito tempo foi interpretada como de baixa qualidade e inferior aos estilos arquitetônicos eruditos, e de certa forma até hoje existe um certo estigma quanto a este modelo de construção. Foi somente na segunda metade do século XX que essas arquiteturas receberam outros olhares, com as interpretações de Le Corbusier e Frank Lloyd Wright. No Brasil quem toma a frente no renascimento da arquitetura vernacular brasileira é o arquiteto Lúcio Costa, em 1930, com o movimento de identidade nacional. A questão entra em pauta novamente em 1960, devido a crise do movimento moderno e a necessidade de valorização dos aspectos culturais e arquitetônicos, dessa vez com Lina Bo Bardi contribuindo para a discussão. No ano de 1992 a agenda 21 já destacava a capacidade destrutiva da indústria de construção e recomendou a utilização de técnicas populares para reverter esse cenário. Esses são apenas alguns exemplos de como a arquitetura vernacular sempre retomou a sua posição de foco ao longo da história até chegar aos dias atuais, onde ela se solidifica como forte aliada da arquitetura sustentável, apontando princípios bioclimáticos para as concepções contemporâneas. Ela também é uma ferramenta de resgate e conexão às raízes culturais do Brasil, além de ser um acervo riquíssimo de referências e saberes para os profissionais de arquitetura. As características de uma arquitetura vernacular podem variar muito, pois como vimos, essa arquitetura é muito plural e seus aspectos são moldados a partir da sua localidade e comunidade. Analisar cada uma dessas variações seria um trabalho muito complexo, porém a arquitetura sustentável reuniu alguns dos principais aspectos de cada localidade para aplicá-los nos princípios bioclimáticos das construções. O foco deste artigo é a arquitetura vernacular como um todo, ou seja, abriga todos os diversos modelos concebidos nessa tipologia, com destaque para a arquitetura brasileira. Portanto, vamos caracterizar essa arquitetura em seus aspectos globais, que dizem respeito a todos os modelos vernáculos, independente da cultura ou localidade que está inserido. Todo arquiteto que menospreza a arquitetura vernacular ainda não entendeu o seu verdadeiro significado e potencial. Os diversos modelos vernáculos são ricos em saberes e configuram excelentes referências para o desenvolvimento de uma arquitetura brasileira forte, que resgata e enaltece as raízes culturais do Brasil, evidenciando a identidade cultural e o sentimento de pertencimento nacional. Além disso, a arquitetura vernacular contribui para o desenvolvimento da arquitetura sustentável. Através de diretrizes bioclimáticas, categorização de materiais disponíveis, técnicas ambientalmente amigáveis, dentre outros. Os modelos vernáculos certamente são facilmente apresentados como inspiração para arquiteturas de alto desempenho. O Brasil possui um vasto acervo que se adapta aos diversos microclimas e inspira obras muito interessantes e eficientes. Além disso, os saberes nativos também podem guiar desde projetos de pequena escala, como arquitetura de interiores - pois, como visto, dificilmente uma arquitetura vernacular terá espaço em um centro urbano, porém ela pode se manifestar nos espaços internos e inclusive contribuir para a neuroarquitetura - até espaços de grande escala, como projetos de arquitetura e urbanismo, pois as próprias organizações das vilas e aldeias podem nos ensinar sobre o comportamento social no espaço físico. Se você ainda tem uma visão estigmatizada e negativa sobre a arquitetura vernacular  brasileira, continue lendo, pois você está prestes a modificar totalmente o seu olhar sobre essas referências. Separamos cinco projetos que resgatam as origens nacionais e reforçam a identidade nacional com muita elegância. Localizada na cidade de São Gabriel da Cachoeira, a 1.000km a noroeste de Manaus e as margens dos Rio Negro, o Instituto ISA contou com mão de obra índigena para a concepção da cobertura em palha piaçava, madeira e cipós, a qual garante o conforto térmico, proporciona um amplo espaço de convivência e faz referência às malocas. A estrutura principal conta com pilares de tronco e as esquadrias, escadas e outros elementos também fazem o uso da madeira. Observe o detalhe do guarda corpo da escada amarrado com cipós, as redes e o forro em tapeçarias que trazem uma ambientação muito característica da cultura indígena e brasileira. Todo o edifício é aberto e permite a ventilação, apreciação da paisagem e interação social. Confira os detalhes! O Brasil de Pau a Pique de Migotto traz a técnica vernacular de forma literal e muito elegante. Os tons terrosos são utilizados harmoniosamente. Na cozinha observa-se a marcenaria e móveis em tons mais claros e neutros, que conversam muito bem com as paredes de pau a pique. A cor é inserida em alguns detalhes e plantas que também respeitam o contexto visual. A mesa e as cadeiras são executadas em madeira. Já nas salas, os tons terrosos aparecem mais vibrantes, com destaque para os tapetes com motivos da fauna e flora brasileiras, poltronas e banquinhos em tons laranja. A mobília também utiliza madeira, e a decoração conta com plantas e quadros vibrantes que traduzem a tropicalidade no ambiente. Para a divisão da sala de jantar com a sala de estar principal, foi utilizado um painel de madeira em trama que faz referências às árvores. Localizada no Sertão de Cunha, interior de São Paulo, a Casa Cunha toma partido em sua implantação, fazendo um corte no terreno e encaixando a residência em um semi enterrado que abriga a casa dos ventos frios, utilizando dos princípios bioclimáticos de conforto. A terra retirada no corte foi o material utilizado para a execução das paredes, as quais são executadas na técnica de taipa de pilão. Todas as características como dureza, cor, brilho, tatilidade e inércia térmica são decorrentes das características físicas e químicas do solo local. As demais paredes são executadas em tijolos cor de palha, fabricados por uma olaria local. Parte do mobiliário fixo, como lareira e estante, também é executado em taipa de pilão. A madeira também é um elemento fortemente presente, encontra-se nas esquadrias, no forro, no piso e em outros elementos. A decoração é simples e em tons neutros, exceto pelo sofá da sala que se destaca em azul. Por vezes o próprio encanamento também é abordado como elemento estético, confira os detalhes! Localizada na praia de Itamambuca, litoral norte de São Paulo, o projeto utiliza princípios bioclimáticos para garantir o conforto e aplica diversos materiais naturais, como bambu, terra, fibras e madeira. Todo material adquirido para a obra foi utilizado e não gerou resíduos. As paredes foram executadas em terra, em geral na técnica de pau a pique, exceto uma parede estrutural que contou com a técnica de taipa de pilão. A madeira também está fortemente presente, aparecendo no deck, nas esquadrias e na cobertura, a qual utiliza troncos para a estrutura.Os tons quentes das paredes em terra conversam bem com a ambientação terrosa e mobiliários característicos que trazem bastante brasilidade para o ambiente em diversos tons de madeiras. As paredes baixas protegidas por uma única cobertura, bem como o piso batido reforçam os aspectos da arquitetura vernacular brasileira. Confira os detalhes! Uma referência de brasilidade no exterior, o Bar Brasileiro Barraco se localiza em Xangai, na China. A ambientação conta com materiais reciclados, como portas e janelas de edifícios demolidos para recriar a atmosfera colorida, desordenada e informal das cidades tropicais. As paredes recebem acabamento em concreto aparente, enquanto o piso, além do concreto, também conta com madeira e pedrinhas brancas. Esses tons neutros são a base para o caos organizado dos forros que trazem bastante cor e elementos em madeira com inclinações irregulares. Nesse forro se penduram as plantas e os balanços, como se o caos gerasse esses elementos pontuais que descem até o nível do espectador. Uma mesa/porta amarela pode ser içada e abrir espaço para festas e eventos maiores. O forro que faz referência aos barracos é o destaque. A ambientação conta ainda com muitas plantas que trazem a tropicalidade, além do mobiliário de balanços e banquetas em madeira. O Bar Barraco traz elementos brasileiros como cadeiras de praia e elementos de decoração como bonecos de barro, chapéu de cangaço, moedor, tucanos e até chimarrão. Confira os detalhes! A arquitetura vernacular brasileira é uma eterna fonte de referências para projetos sustentáveis, adequados ao clima, materiais e recursos disponíveis e abundantes. Além disso, é uma ferramenta poderosa para o resgate das raízes brasileiras e afirmação da identidade nacional. É papel do arquiteto brasileiro conhecer, respeitar e reverenciar essas raízes, enaltecendo os saberes e visuais nacionais que tantas vezes são discriminados e estigmatizados como inferiores às técnicas e culturas estrangeiras. www.entendaantes.com.br www.robertomigotto.com.br www.denainteriores.blogspot.com www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/art-deco Title: Art déco: o que é e como aplicar esse estilo em projetos Meta Description: Conheça a história do art déco e insira a exclusividade deste estilo decorativo em seus projetos. Saiba quais são as características e os exemplos. Inspire-se! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/art-deco ## Headings Structure: H1: Art déco: o que é e como aplicar esse estilo em projetos H2: O que é art déco? H2: A história do art déco H2: Quais as principais características do art déco? H3: Escultura H3: Pintura H3: Móveis e design H3: Artes gráficas H3: Jóias H3: Arquitetura H2: Exemplos de como inserir o art déco em seus projetos H3: Materiais H3: Cores H3: Padrões H3: Exclusividade H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Art déco: o que é e como aplicar esse estilo em projetos H2: O que é art déco? H2: A história do art déco H2: Quais as principais características do art déco? H3: Escultura H3: Pintura H3: Móveis e design H3: Artes gráficas H3: Jóias H3: Arquitetura H2: Exemplos de como inserir o art déco em seus projetos H3: Materiais H3: Cores H3: Padrões H3: Exclusividade H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O movimento art déco evoluiu nos Estados Unidos e na Europa, nas décadas de 1920 e 1930. Influenciando a moda, a arte, o design, o cinema e as formas arquitetônicas, o art déco procurou buscar a moderação entre grandeza e utilidade. Na arquitetura, o estilo é caracterizado por construções elegantes: cores, formas e volumes luxuosos. Os arquitetos da época procuraram desenvolver novos projetos cada vez mais modernos e incomuns comparado a tudo que se tinha visto. Mas ainda, utilizavam-se de elementos tradicionais e ostentosos, como o artesanato fino, a laca e o marfim. Retome a história do art déco e entenda como levar esse design ao seu projeto através dos seguintes tópicos: O art déco teve início em 1925, na França, e recebeu influência dos movimentos artísticos passados, como a Art Nouveau e o Cubismo. O primeiro influenciou na ornamentação e utilização de curvas, já o segundo inspirou na aplicação de formas geométricas. Ele foi um estilo bem aceito por pessoas mais abastadas. Rico em detalhes, o qual era bastante empregado em projetos de grandes centros urbanos e econômicos. Esses edifícios eram estilizados com padrões florais, formas geométricas e bordas com baixo relevo. O art déco iniciou-se com propósito inteiramente decorativo, ao contrário do Art Nouveau que tinha caráter filosófico. Esse estilo começou na década de 1920, “os anos loucos” ou época da “geração perdida”, onde houveram mudanças de valores, mais autonomia para mulheres e o aumento das grandes festas com bebidas alcoólicas. No âmbito da arquitetura, o ápice do estilo é datado no período de surgimento de arranha-céus, representando assim, a modernidade da engenharia, da tecnologia e da sociedade. Os arquitetos Auguste Perret e Henri Sauvage eram os nomes mais reconhecidos da época. Nos Estados Unidos, é muito comum ver prédios dessa época, pois foi o local em que o estilo mais se popularizou. Já no Brasil o estilo é encontrado principalmente nas grandes capitais, como São Paulo, Belo Horizonte, Campo Grande, Goiânia e Porto Alegre. No final dos anos 1930 até o início dos anos 1940, o estilo começou a entrar em desuso pois acreditava-se que ele era esbanjador para o contexto econômico de guerra. O art déco só veio reaparecer no final da década de 1960, junto a outro movimento singular intitulado “Pop Art” e também na década de 1989, onde o design gráfico ganhou relevância. Como dito anteriormente, esse estilo é marcado pelo uso da extravagância, com a utilização de cores, brilhos, florais e formas estilizadas. As esculturas eram feitas para adornar prédios, edifícios, e outros locais públicos e privados. Aliás, você sabia que o Cristo Redentor é uma estátua art déco? O Cristo Redentor foi construído em concreto armado e em milhares de triângulos em pedra-sabão. Esses triângulos, denominados como tesselas, foram aplicados com objetivo de proteger a estrutura do concreto armado. A pintura da “Mulher de bandolim”, originalmente intitulada como La Musicienne, é um retrato da artista Tamara de Lempicka, de 1929. Ela era conhecida por organizar festas glamorosas e passou a ser muito requisitada por americanos e europeus ricos para pintar retratos. Em estilos como o Renascimento e o Barroco, os retratos de mulheres de vestido tocando instrumentos apareciam frequentemente, mas por mãos masculinas. Assim, Lempicka ganhou seu espaço em uma época onde as mulheres não podiam alcançar o sucesso, criando seu estilo independente. O Designer Émile-Jacques Ruhlmann foi um das figuras mais importantes do movimento art déco quando assunto é mobiliário. Os seus móveis exibiam elegância, materiais caros e exóticos. Além do mais, esses objetos tinham elementos artesanais finos, tornando-se assim, a tradução do luxo e da modernidade. O art decó também influenciou no design gráfico, a imagem anterior apresenta o cartaz da exposição que marcou o início do auge do movimento. A exposição internacional ocorreu em Paris, em 1925, e apresentou peças caras para o público alvo da época - a burguesia abastada. Alguns designers trabalharam em cima de jóias introduzindo mais cores com o uso de pequenas esmeraldas, rubis e safiras. Esses materiais eram utilizados em formatos de folhas, flores ou frutas para criação de broches, brincos, anéis e pingentes. Acompanhe as principais características em todos as áreas por onde onde esse estilo influenciou: Agora vamos contar um pouco de quais características que se apresenta no estilo arquitetônico art déco, leia seguir: Uso de materiais modernos e tradicionais: além dos materiais nobres, as construções usavam materiais como estuque, vidro decorativo, aço, concreto armado e alumínio. Cuidado no detalhamento coeso: os profissionais responsáveis pelas edificações cuidavam de inserir elementos art déco tanto no interior quanto no exterior, para que a temática fosse consistente como um todo. Valorização da ornamentação: eram utilizados nos edifícios os chevrons, as pirâmides, entre outras formas geométricas. Fragmentação de formas: as linhas verticais angulares apontadas para cima e para fora davam forma triangular. Contrastes nas cores: eram utilizadas cores vivas e fortes, como também cores contrastantes - preto e branco ou ouro e prata. Janelas decorativas: os desenhos geométricos decoravam janelas e portas. “As janelas podiam ser blocos de vidro ou uma série de inserções de vidro opaco e muitas vezes eram posicionadas em uma longa linha horizontal” Parapeitos e pináculos: os edifícios eram decorados com estruturas que lembravam torres, tirando assim, a retilinearidade da forma. A riqueza de detalhes do estilo art déco e a exuberância de formas pode caber em qualquer ambiente. Você, arquiteto, pode escolher aplicar de forma sutil a todo brilho. Conheça melhor sobre as cores, padrões ou texturas. Os móveis esmaltados eram indispensáveis para art déco de luxo, onde possuíam uma diversidade de cores - desde as pastéis até as intensas. E aí, o que acha de inserir esses mobiliários em seus projetos? Na decoração deste estilo, também é utilizado superfícies espelhadas em conjunto com materiais de acabamento metálico. Isso contribui para melhorar a sensação de luz no espaço, além de promover a amplitude visual. Espelhos em formatos de raio de sol ou em forma geométrica promove um ponto focal no ambiente. Ou até mesmo uma parede espelhada ou portas de móveis, remete ao estético e utilitário do design art déco. Outra combinação de materialidade muita utilizada ainda nos dias de hoje associada a esse estilo, é o uso do vidro e do cromado. Há muitas possibilidades de uso dentro da decoração, você pode escolher formas geométricas ou angulares, simetria e acabamento de alto brilho. Os tecidos também são um marco do art déco. É importante investir em materiais finos, pois além de denotem luxo possuem alta durabilidade. Utilizar poltronas e sofás com acabamento em veludo ou com fios dourados é capaz de remeter ao luxo e à qualidade. Peças como a Chaise Longue representam fielmente o estilo por seu formato, funcionalidade e aspecto luxuoso. Esse estilo valoriza o uso de elementos em prata, preto e cromo, por isso é importante ter uma paleta que acentue esses acabamentos metálicos ou pretos. O amarelo, vermelho, verde, azul e rosas brilhantes podem ser utilizados para contrastar. O ato de embutir uma materialidade na outra gera composições fortes - características do estilo déco - e também causa a transparência do luxo. As cores mais suaves combinam com outras materialidades também utilizadas no estilo art déco, como as madeira polida e os acabamentos laqueados. A combinação de uma paleta escura com elementos claros e/ou metálicos, cria um ambiente exuberante e convidativo, assim como na imagem a seguir dessa sala de jantar. Aposte, também, em quadros no ambiente. Quer sejam médios e/ou grandes, com molduras douradas ou madeira envernizada. O importante é representar pinturas com temáticas femininas ou abstratas. O estilo art déco trabalha de forma entusiasta com os padrões, sendo o ponto focal das decorações. Folhas, galhos, trapézios, chevrons, animais estilizados, rajadas de sol, bordas irregulares e pontiagudas eram formas populares. As peças de design, como esculturas ou coleções de revestimentos assinados por profissionais renomados vai de encontro com as características do art déco. Sabemos que você já cria projetos únicos, mas inserir itens exclusivos valoriza ainda mais a sua arquitetura e a decoração do cliente. Una, sempre que possível, arte, design, arquitetura e tudo aquilo que esteja ligado a experiência humana. Fica claro que os profissionais art déco tinham a intenção de criar um estilo inigualável e é unânime que conseguiram. O movimento criou uma estética que não fora vista em edifícios antes. Os usos dessas edificações se restringiam ao comércio, pois não há registros das características do movimento empregadas em construções de casas. Entretanto, no âmbito do design, houveram muitas influências de arte indígena, egípcia e até clássica. Como também, as pessoas passaram a incorporar o estilo em suas casas existentes. Como por exemplo, passaram a substituir suas luminárias por opções mais elegantes. Elas também alteravam as cores e revestimentos, como novos ladrilhos mais modernos. O estilo pode ser entendido como um período de transição entre os estilos tradicionais e os mais modernos. Gostou do assunto? Não deixe de conferir outros artigos que preparamos especialmente para você sobre cada um dos estilos arquitetônicos. Arquitetura modernista Arquitetura Neoclássica Arquitetura Contemporânea Arquitetura sustentável Arquitetura vernacular Arquitetura e urbanismo Arquitetura de interiores Arquitetura brasileira www.ensinarhistoria.com.br www.thedesigngesture.com www.blog.archtrends.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/as-vantagens-da-construcao-off-site Title: As vantagens da construção off site Meta Description: Neste artigo você aprenderá tudo sobre construção off site: o que é, características, as vantagens e desvantagens deste sistema construtivo revolucionário. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/as-vantagens-da-construcao-off-site ## Headings Structure: H1: As vantagens da construção off site H2: O que é construção off site? H2: Características da Construção Off site H2: Métodos de construção fora do local H3: Construção volumétrica ou modular H3: Construção em Painéis H3: Construção Híbrida H3: Sistemas de subconjuntos e acessórios H2: As vantagens e desvantagens da construção off site H3: Mais rapidez H3: Maior controle de qualidade, confiabilidade e precisão H3: Maior custo-benefício H3: Mais segurança para os trabalhadores H3: Menos transtorno para clientes e vizinhos H3: Eficiência energética, desperdício mínimo e maior sustentabilidade H3: Nem todo canteiro de obra é adequado H3: Mudanças tardias são um desafio H3: Exige planejamento detalhado e coordenação H3: As opções de personalização podem ser limitadas H2: Porque a construção off site é o futuro H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: As vantagens da construção off site H2: O que é construção off site? H2: Características da Construção Off site H2: Métodos de construção fora do local H3: Construção volumétrica ou modular H3: Construção em Painéis H3: Construção Híbrida H3: Sistemas de subconjuntos e acessórios H2: As vantagens e desvantagens da construção off site H3: Mais rapidez H3: Maior controle de qualidade, confiabilidade e precisão H3: Maior custo-benefício H3: Mais segurança para os trabalhadores H3: Menos transtorno para clientes e vizinhos H3: Eficiência energética, desperdício mínimo e maior sustentabilidade H3: Nem todo canteiro de obra é adequado H3: Mudanças tardias são um desafio H3: Exige planejamento detalhado e coordenação H3: As opções de personalização podem ser limitadas H2: Porque a construção off site é o futuro H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Mudar os processos tradicionais pode transformar drasticamente a maneira como construímos. Durante décadas, a construção civil ficou atrás de outros setores em produtividade. A construção off site oferece à indústria uma oportunidade de fazer uma mudança radical: mudando muitos aspectos da atividade dos canteiros de obras tradicionais para fábricas com produção externa no estilo de fabricação. Se consolidando, poderá dar ao setor um enorme aumento de produtividade, ajudar a resolver crises imobiliárias em muitos mercados e remodelar significativamente a maneira como construímos hoje. Neste artigo, nos aprofundaremos sobre essas questões: A construção off site, ou “fora do local”, é um sistema construtivo que envolve projetar, planejar e pré-fabricar diferentes elementos de construção em um local separado (por exemplo, fábrica) e reuni-los para uma rápida montagem no local. As estruturas off-site são fabricadas em ambientes controlados, possibilitando o monitoramento da qualidade de cada módulo ou componente. Isso torna mais fácil planejar com antecedência e adicionar velocidade e precisão necessárias ao processo de construção. O conceito de pré-fabricação corresponde a elementos, partes ou mesmo edifícios inteiros produzidos em uma fábrica e transportados para um canteiro de obras para rápida instalação. Apesar do recente aumento de interesse, a construção off site não é de forma alguma um conceito novo. De fato, o método construtivo esteve presente ao longo da história em muitas tentativas de consolidar seu uso na construção: já em 43 d.C., o exército romano trouxe consigo fortes pré-fabricados para a Grã-Bretanha, enquanto o Japão construiu mobiliários em madeira fora do local em pré-montagens por pelo menos mil anos. No entanto, foi só após a Segunda Guerra Mundial que um dos maiores esforços em casas totalmente pré-fabricadas ocorreu nos Estados Unidos. Embora tenha fornecido com sucesso soluções habitacionais de alta qualidade para grupos vulneráveis, o método não foi imune a reações adversas. A ideia de que a habitação é um produto padronizado e repetitivo que sai de uma fábrica em vez de ser trabalhada e personalizada foi duramente criticada, levando ao fracasso comercial. Todavia, agora, a construção off site está a dominar o mercado, não só sendo aplicada em habitações unifamiliares, espaços hoteleiros e de saúde, mas também nos edifícios mais altos do mundo. À medida que os edifícios pré-fabricados são construídos de forma mais rápida, barata e sustentável, mais pessoas podem ter acesso a casas de qualidade. Conforme a pandemia piora a escassez de moradias e a crise climática se agrava, as regras que a arquitetura deve adotar são claras: os projetos devem ser construídos de forma mais ágil, inteligente, ecológica e com maior adaptabilidade. Mas, para não repetir os erros do passado, é fundamental aproveitar as possibilidades que a construção digitalizada e pré-concebida pode oferecer. É sabido que a construção é um negócio arriscado e caro que pode limitar a inovação. Mas, ao movê-lo para fábricas e integrar tecnologias digitais como BIM, os edifícios podem ser mais experimentais, inovadores e responder com precisão às necessidades e demandas em constante mudança. Nesta era tecnológica automatizada, ferramentas digitais inovadoras estão tornando a pré-fabricação muito mais fácil. O projeto e a construção geralmente são estruturados e digitalizados em torno do BIM, fornecendo uma representação precisa e integrada de um edifício em todo o seu ciclo de vida, permitindo o trabalho conjunto de atores multidisciplinares em um único processo inteligente. Portanto, fica claro que a construção off site – com a ajuda da inovação digital – está mudando radicalmente as regras do projeto arquitetônico. Isso leva a algumas questões importantes: A construção off site incorpora uma variedade de materiais, escalas e sistemas, métodos de fabricação, softwares digitais e técnicas modernas de montagem. A otimização na construção fora do local é alcançada integrando esses sistemas e a cadeia de suprimentos com pesquisa, projeto, teste e prototipagem adequados e eficientes. Por isso, esse método construtivo é mais indicado nas seguintes condições: Existem diferentes formas através das quais uma construção fora do local pode ser realizada. Elas são: A construção volumétrica também é chamada de construção modular. Nela, as unidades tridimensionais são produzidas na fábrica e depois levadas ao local e parafusadas. As estruturas construídas podem ser em steel frame, madeira ou concreto. A fábrica possui sistemas de controle de qualidade para produção como parte da aprovação de terceiros. São painéis construídos em fábrica e transportados para o local de montagem como uma estrutura tridimensional ou para se encaixar em uma estrutura já construída. Essas unidades de painéis estruturais podem ser feitas de madeira, painéis isolados, steel frame, concreto ou drywall. Alguns dos exemplos de componentes de construção construídos por meio de sistemas de painéis são janelas e esquadrias de madeira. Além disso, a construção apainelada pode fazer uso de painéis abertos, painéis fechados, painéis de concreto, painéis isolados, painéis compostos e painéis de enchimento. A construção híbrida combina abordagens volumétricas e painéis para desenvolver um único edifício. Por isso, essa construção também é chamada de semi-volumétrica. Os sistemas híbridos são instalações prediais totalmente fabricadas ou pré-fabricadas na fábrica. Os sistemas híbridos são transportados para o local, uma vez concluído o seu acabamento. Por exemplo, áreas como banheiros e cozinhas são inicialmente construídas como unidades volumétricas onde o restante da residência é construído com a ajuda de painéis de drywall. O sistema de submontagem é o processo pelo qual os componentes do edifício são inicialmente construídos externamente antes de serem erguidos permanentemente no local. Esses elementos incluem os componentes de construção, materiais, equipamentos e peças pré-fabricadas. Este tipo de construção envolve a fabricação de pequenos componentes de construção, como treliças de telhado, tubulação de pisos, escadas, vigas e colunas de concreto pré-moldado. Por ser um processo centralizado, a construção off site é mais rápida, segura, regulamentada e requer menos esforços de coordenação, resultando em mais produtividade e melhor controle de qualidade. Portanto, seu principal benefício é permitir um processo controlado, preciso e confiável com menos retrabalho (e menos surpresas). Além disso, o aumento da centralização e do controle se traduz em menor perturbação no local e desperdício de veículos, reduzindo custos e minimizando as emissões de gases do efeito estufa. Aqui estão apenas algumas das vantagens que esse sistema construtivo oferece: As construções off site permitem que as equipes fora do local e no local trabalhem em trilhas paralelas, tornando os cronogramas mais rápidos e simplificados. Um benefício adicional de ter cada modelo pré-construído em uma configuração de fábrica é que o processo não é afetado por condições climáticas como chuva ou neve. Isso pode reduzir significativamente quaisquer atrasos relacionados ao clima que normalmente retardariam o processo de construção tradicional. Cada unidade ou modelo estrutural é produzido em um ambiente de fábrica controlado, facilitando o monitoramento de cada etapa e produzindo resultados mais confiáveis. A pré-fabricação em um ambiente de fábrica permite orçamento, materiais e planejamento de mão-de-obra mais precisos. Isso diminui o desperdício e economiza em custos desnecessários. Entidades do setor público poderão obter economia de custos e benefícios de produtividade adotando uma abordagem modular com quaisquer projetos de grande escala financiados publicamente que tenham elementos repetíveis, como escolas e moradias populares. Ao mesmo tempo, os processos de aprovação podem ser mais rápidos e eficientes se os projetos de produtos e os processos de produção puderem ser aprovados nas fábricas, e não em cada local do projeto individual, reduzindo assim a carga de inspeção no local apenas para verificação da montagem. Os ambientes de fábrica controlados oferecem um ambiente mais previsível e seguro do que os canteiro de obras, que podem ser afetados pelo clima e pela diminuição da visibilidade. Essas condições tornam menos provável que um trabalhador se machuque. A pré-fabricação de uma estrutura fora do local diminui o ruído, a poluição do ar e a perturbação causada por veículos e máquinas de construção em movimento na área circundante. Na construção off-site, a maior parte da pré-fabricação é assistida por computador, permitindo um cálculo e uso de materiais mais precisos. As emissões de CO2 também são reduzidas em projetos fora do local porque há menos necessidade de maquinário, transporte e deslocamento do que a construção no local. Isso minimiza o desperdício e diminui a pegada de carbono geral do projeto. Agora que analisamos alguns dos benefícios deste sistema construtivo, vejamos algumas das desvantagens: O canteiro de obra precisa ser capaz de lidar com a entrega de grandes módulos. Infelizmente, nem todos têm esse recurso. A natureza modular da construção fora do local envolve planejamento definido, tornando difícil mudar as coisas mais tarde no processo. A construção off site requer um alto grau de planejamento antes do início do processo de obra. Isso é compreensível, considerando que cada peça deve se encaixar perfeitamente como um quebra-cabeça. Há também uma necessidade crescente de coordenação e comunicação entre as equipes internas e externas. A falta dela pode afetar a conclusão bem-sucedida do projeto. A natureza modular da construção fora do local pode tornar as opções de personalização mais desafiadoras quando comparadas ao método tradicional. Não há dúvida de que a construção contemporânea fora do local está mudando radicalmente as regras do projeto arquitetônico; com a pré-fabricação, os edifícios podem deixar para trás métodos rígidos, altamente invasivos e arriscados que prejudicam o meio ambiente e são incapazes de se adaptar a diversas condições em um mundo em rápida mudança. Ao integrar tecnologias digitais, precisas e colaborativas com materiais inovadores, leves e de alto desempenho, os arquitetos podem oferecer uma resposta adequada aos desafios ambientais, econômicos e sociais. Do ponto de vista social, podem proporcionar maior equidade no acesso à habitação ao oferecer soluções mais baratas e de maior qualidade que se ajustam às diversas necessidades das pessoas, mesmo em ambientes urbanos de difícil acesso. Do ponto de vista do projeto, os arquitetos podem escapar dos métodos convencionais, entre eles as antigas soluções modulares, para adotar uma técnica de pré-fabricação digitalizada com maior flexibilidade. Desta forma, edifícios que respondem a carências habitacionais podem ainda ser adaptados a diversas necessidades. Portanto, é essencial continuar explorando diversas e inovadoras soluções off site em um esforço para contribuir para um mundo mais sustentável e criativo – e assim avançar para uma melhor arquitetura e uma melhor qualidade de vida global. Há muitas evidências baseadas em estudos que defendem o método de construção fora do local - e é fácil entender o porquê. Conforme explicado em um estudo da KPMG, ele aborda muitos dos desafios enfrentados pela indústria da construção hoje, oferecendo: Exemplos de provedores inovadores neste espaço incluem empresas como Kingspan e Entekra, ostentando benefícios como aumento de 500% na produtividade e redução de 40 a 50% nas necessidades de mão de obra. O grande número de benefícios proporcionados por este método de construção inovador levanta a questão: por que a construção off site não é uma prática mais amplamente adotada? Bem, de acordo com uma pesquisa do National Institute of Building Sciences, algumas das barreiras incluem: Embora essas barreiras tenham atrasado a adoção mais ampla da construção off site, os benefícios já estão mudando a cultura, tornando a prática da construção externa mais popular do que nunca. www.theconstructor.org --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/automacao-predial-um-caminho-de-inovacao-e-sustentabilidade Title: Automação Predial Um Caminho de Inovação e Sustentabilidade Meta Description: Descubra mais sobre automação predial, as tecnologias inovadoras, seus desafios e como elas estão transformando edifícios em espaços inteligentes e eficientes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/automacao-predial-um-caminho-de-inovacao-e-sustentabilidade ## Headings Structure: H1: Automação Predial: Um Caminho de Inovação e Sustentabilidade H2: Sistemas e tecnologias de automação predial H2: Benefícios da automação predial H3: Economia H3: Sustentabilidade H3: Ambientes Mais Seguros H3: Melhoria da Gestão H3: Mais Conforto e Praticidade no Dia a Dia H3: Otimização de tempo H2: Implementação de sistemas de automação predial e seus desafios H3: Complexidade da Rede H3: Problemas de Segurança H3: Custos de Implementação H2: Como a Vobi pode te ajudar do projeto a implementação da automação predial H2: Tendências e inovações na automação predial H3: IoT (Internet das Coisas) H3: Reconhecimento Facial H3: Realidade Aumentada (AR, do inglês Augmented Reality) H2: Estudos de caso e exemplos de sucesso H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Automação Predial: Um Caminho de Inovação e Sustentabilidade H2: Sistemas e tecnologias de automação predial H2: Benefícios da automação predial H3: Economia H3: Sustentabilidade H3: Ambientes Mais Seguros H3: Melhoria da Gestão H3: Mais Conforto e Praticidade no Dia a Dia H3: Otimização de tempo H2: Implementação de sistemas de automação predial e seus desafios H3: Complexidade da Rede H3: Problemas de Segurança H3: Custos de Implementação H2: Como a Vobi pode te ajudar do projeto a implementação da automação predial H2: Tendências e inovações na automação predial H3: IoT (Internet das Coisas) H3: Reconhecimento Facial H3: Realidade Aumentada (AR, do inglês Augmented Reality) H2: Estudos de caso e exemplos de sucesso H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em um mundo cada vez mais digital é comum usarmos a tecnologia a nosso favor para facilitar as tarefas do dia a dia. Smartphones, smartwatches e serviços de assistência virtual são responsáveis por otimizar nosso tempo e facilitar nossa vida. Mas as inovações não param por aí. E se fosse possível levar toda essa automação para os edifícios? Estamos falando da automação predial, que surge como um catalisador para a transformação de como percebemos e interagimos com nossos espaços construídos. Esse tema é especialmente importante para nós, enquanto profissionais da construção civil, pois precisamos compreender e incorporar essa prática cada vez mais em nossos projetos. Pensando nisso, nesta leitura, abordaremos as nuances dos sistemas e tecnologias de automação predial. Desde os mais recentes avanços tecnológicos até os benefícios surpreendentes que essas soluções trazem para nossos projetos. Além disso, vamos debater sobre a implementação destes sistemas, reconhecendo que embora essenciais, não estão isentos de desafios. Como sempre, na Vobi, nosso objetivo é trazer ferramentas e insights que facilitem seu trabalho, e aumentem sua produtividade e eficiência. Portanto, vamos explorar como nossa plataforma pode ser sua aliada, desde a concepção do projeto até sua implementação, facilitando a gestão de tarefas e o acompanhamento de progresso. Antes de mais nada, você sabe o que é de fato automação predial? Trata-se do uso integrado de tecnologias, sistemas e processos para controlar, monitorar e gerenciar as diversas operações e funções de um edifício. Através de softwares, a automação predial ajuda a otimizar a utilização dos recursos, reduzir o consumo de energia, melhorar a segurança, além de aumentar o conforto dos ocupantes. Esse tipo de ferramenta contribui  para a criação de edifícios inteligentes e sustentáveis. A climatização, por exemplo, é um dos usos mais comuns, com sistemas automatizados que regulam a temperatura e a umidade dos edifícios. Esses sistemas podem ser programados para se ajustar ao longo do dia, de acordo com as necessidades dos ocupantes e as condições climáticas. Não podemos nos esquecer das tecnologias de segurança. Sistemas de vigilância, controle de acesso e alarmes de incêndio podem ser integrados em uma única plataforma, permitindo uma visão unificada da segurança do edifício. As tecnologias de automação também podem gerenciar a iluminação de um edifício para maximizar o uso de luz natural, minimizando o consumo de energia. Além disso, sistemas de iluminação inteligentes podem ajustar a luz de acordo com a ocupação do espaço, ligando e desligando automaticamente quando as pessoas entram ou saem de um espaço. Em relação ao gerenciamento de energia, torna-se possível monitorar o consumo de energia em tempo real, identificando áreas de uso excessivo e ajudando a otimizar o uso de energia. A automação de edifícios está fortemente associada à economia, produtividade e um futuro onde a tecnologia e inteligência artificial serão o padrão. É inegável que a automação predial é uma tendência na construção civil, graças aos benefícios significativos que ela pode proporcionar. Tais como: Um dos principais benefícios é a redução de custos. A automação predial é capaz de otimizar a utilização de sistemas térmicos e de iluminação, resultando em economia substancial, especialmente no consumo de energia. Monitorando os subsistemas em tempo real, possíveis problemas podem ser identificados e resolvidos prontamente, evitando gastos maiores futuros. A sustentabilidade é outro fator notável. Uma gestão mais consciente dos recursos naturais, permite a redução do consumo de energia. Além disso, a automatização de tarefas que normalmente seriam feitas manualmente pode reduzir o uso de papel e outros materiais. A segurança é outra vantagem. Com o controle de acesso e sistemas de vigilância operando simultaneamente, é possível assegurar a segurança dos ocupantes. O monitoramento em tempo real de portas, janelas e outras entradas permite identificar rapidamente qualquer possível intrusão e tomar as medidas necessárias. Um benefício que merece destaque é a gestão aprimorada das operações. Com todas as informações centralizadas em uma única plataforma ou software, o gerenciamento de todas as operações do edifício torna-se mais simples e claro. A automação predial também aumenta o conforto dos usuários dos ambientes. A automatização de várias tarefas, como controle de temperatura e iluminação, proporciona uma experiência mais agradável para os ocupantes do edifício. Em setores como a hotelaria, soluções que monitoram o nível de ocupação dos quartos podem economizar energia desligando automaticamente as luzes quando um quarto está vazio. Por último, contribui para a otimização do tempo e dos recursos. Com todos os dispositivos controlados e verificados periodicamente pelo software, a vida útil dos equipamentos pode ser prolongada. Além disso, o painel de controle exibe detalhes sobre possíveis problemas, permitindo uma rápida manutenção no local do problema, eliminando a necessidade de intervenção em todo o sistema. Isso resulta em economia de tempo e recursos, eliminando a necessidade de uma equipe de manutenção para analisar todo o sistema. Esses benefícios apontam para um caminho claro: a automação predial é uma tecnologia que não só é o futuro, mas já está no nosso cotidiano. A implementação de sistemas de automação predial pode trazer uma série de benefícios, como já discutido, mas também apresenta uma série de desafios que devem ser adequadamente gerenciados para garantir o sucesso da implementação. Vamos discutir alguns dos desafios mais comuns. Sistemas de automação predial frequentemente envolvem uma infinidade de dispositivos interconectados, o que pode criar uma rede bastante complexa. Esta complexidade pode tornar difícil para os administradores de sistemas terem uma visão clara de todos os elementos em jogo, o que por sua vez pode criar desafios para a gestão, manutenção e segurança da rede. O segundo desafio significativo é a segurança. Como os sistemas estão geralmente conectados à internet, eles podem se tornar alvos para hackers. Por isso é necessário proteger esses sistemas contra ameaças externas e garantir a segurança do edifício. O custo de implementação de sistemas de automação predial pode ser elevado. Não se trata apenas do custo dos próprios sistemas, mas também o custo de treinamento de equipe e a possível necessidade de reformas ou modificações estruturais no prédio. No entanto, trata-se de um investimento que traz benefícios a curto e longo prazo. A Vobi pode ser uma boa ferramenta para auxiliar na implementação de sistemas de automação predial, oferecendo um espaço organizado e eficiente para gerir todas as tarefas associadas ao projeto. O primeiro passo para usar a gestão de tarefas na Vobi é criar um projeto. A partir daí, é possível adicionar tarefas específicas relacionadas ao projeto, como "Selecionar sistema de automação", "Elaborar plano de implementação", "Buscar fornecedores", entre outros. Cada tarefa pode ser atribuída a um membro específico da equipe, o que facilita a responsabilização e o acompanhamento do progresso. Além disso, cada tarefa pode ser organizada em listas e possuem campos onde é possível adicionar detalhes, anexar arquivos, definir datas de vencimento e associar etiquetas para facilitar a organização. Dessa forma, você terá uma visão clara de todas as atividades que precisam ser realizadas e ajuda a garantir que nada seja esquecido. Acompanhe também o progresso geral do projeto por meio de seu painel de controle. Nele é possível ver rapidamente quantas tarefas foram concluídas, quantas estão pendentes e quais estão atrasadas. Isso facilita a identificação de gargalos e a realização de ajustes conforme necessário. Com a Vobi, você fica por dentro de todos os processos de automação predial, desde o projeto até a execução! A automação predial está sempre em um estado de fluxo constante, alimentada por avanços contínuos em tecnologia e uma crescente compreensão de como podemos fazer os edifícios trabalharem mais eficientemente. O ritmo acelerado desses desenvolvimentos pode parecer assustador, mas também abre uma infinidade de oportunidades para tornar os edifícios mais inteligentes, seguros e sustentáveis. Listamos alguns dos recursos mais inovadores disponíveis no mercado atualmente: A Internet das Coisas continua a ser uma tendência dominante. A IoT permite que dispositivos e sistemas dentro de um edifício se comuniquem entre si para transmitir informações digitalmente, melhorando a efetividade das operações. Com mais dispositivos conectados, os edifícios estão se tornando mais inteligentes e capazes de responder automaticamente a uma variedade de situações, desde o controle de iluminação até a segurança e controle de acesso. Como portas e cancelas, que podem ser conectados e controlados remotamente, aumentando o controle sobre quem entra e sai do prédio. A tecnologia de reconhecimento facial representa uma inovação no campo da automação predial, oferecendo uma série de benefícios em termos de segurança e conveniência. Este avanço, que faz uso de algoritmos avançados e técnicas de aprendizado de máquina, permite que os sistemas de segurança do edifício reconheçam instantaneamente os indivíduos, permitindo ou negando acesso com base em sua identidade. Essa tecnologia elimina a necessidade de chaves físicas ou cartões de acesso, que podem ser perdidos, roubados ou copiados. Em vez disso, cada indivíduo se torna sua própria chave, melhorando a segurança enquanto proporciona uma experiência de usuário mais simplificada e personalizada. Outro aspecto positivo é que o reconhecimento facial pode ser usado para registrar e monitorar a entrada e saída de pessoas no prédio. Isso pode ser particularmente útil em situações de emergência, onde é necessário saber quem está no prédio e quem já saiu. Esta tecnologia envolve a sobreposição de informações digitais no ambiente físico em tempo real, criando um mundo híbrido de elementos virtuais e reais que podem enriquecer a experiência do usuário e melhorar a eficiência operacional. No contexto da automação predial, a AR tem o potencial de revolucionar a maneira como interagimos com os sistemas e serviços do edifício. Por exemplo, através de aplicativos de AR, os usuários podem receber informações em tempo real sobre os sistemas do edifício, como iluminação, HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado), e segurança, diretamente em seus smartphones. Essa tecnologia permite maior controle e personalização do ambiente, levando a uma experiência de usuário mais confortável e prática. Outra vantagem é que a AR pode ser usada como ferramenta para a manutenção e reparo de sistemas prediais. Por exemplo, os técnicos podem usar dispositivos de AR para visualizar informações detalhadas sobre um sistema específico, como diagramas de fiação ou instruções de reparo, diretamente no local de trabalho.  Dessa forma, o processo de constatar um diagnóstico sobre o problema é simplificado, reduzindo o tempo de inatividade. Compreender as tecnologias emergentes e as tendências de automação predial através de teorias e discussões é uma coisa. No entanto, visualizar sua aplicação prática e eficácia através de estudos de caso traz um novo nível de compreensão. Nesse sentido, um exemplo que se destaca é o do edifício Identify Tatuapé. Uma das principais características do Identify Tatuapé é a automação da iluminação e dos sistemas de ar condicionado, que estão presentes não só nas salas comuns, mas também nos quartos. Os ocupantes podem controlar esses sistemas por meio da assistente virtual Alexa. Em termos de segurança, o empreendimento está equipado com fechaduras digitais que usam biometria, proporcionando uma camada extra de segurança e praticidade. Além disso, o edifício possui câmeras de monitoramento inteligentes instaladas nas áreas comuns, permitindo uma vigilância constante. As comodidades do edifício também incluem persianas de enrolar controladas por controle remoto nos dormitórios, armários inteligentes,conexões USB nos dormitórios, tudo projetado para facilitar a vida dos ocupantes. Podemos citar também a Torre PNC Plaza em Pittsburgh, Pennsylvania, é outro belo exemplo de automação predial. Concluída em 2015, essa torre de escritórios é considerada uma das construções mais verdes do mundo. E não é para menos, a automação deste edifício contribui — e muito para esse título. Ele é equipado com um sofisticado sistema de gestão predial que monitora constantemente variáveis ambientais, incluindo temperatura, umidade, luz solar, chuva e até mesmo a presença de ocupantes. Com base nesses dados, o sistema pode ajustar automaticamente uma série de características do edifício para maximizar a eficiência e o conforto. Incluindo coisas como abrir ou fechar janelas para permitir ventilação natural, ajustar persianas para controlar a quantidade de luz solar que entra no edifício, e ligar ou desligar luzes e equipamentos de HVAC. Através desse exemplo, vemos como a automação predial pode não só melhorar o conforto de um edifício, mas também ter um impacto significativo na redução do consumo de energia. www.revistamundoeletrico.com.br www.nozominetworks.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/baixar-autocad Title: Conheça as dicas para baixar o AutoCAD com êxito Meta Description: Se você é arquiteto ou estudante, aprenda a baixar o AutoCAD e quais são os requisitos necessários. Entenda a importância de baixar o programa pela Autodesk. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/baixar-autocad ## Headings Structure: H1: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H2: Benefícios da utilização do software AutoCAD H2: Entenda as diferentes versões do AutoCAD H3: AutoCAD H3: AutoCAD versão estudante de arquitetura e urbanismo H3: AutoCAD LT H3: AutoCAD mobile app H2: Atualizações do AutoCAD 2021 H3: 1. Aperfeiçoamento da paleta de blocos H3: 2. Otimização dos comandos trim (aparar) e extend (estender) H3: 3. Melhores desempenhos gráficos H2: Como baixar o Autocad? H3: AutoCAD e AutoCAD LT H3: AutoCAD versão estudante H2: Quais os requisitos de hardware para baixar o AutoCAD? H2: Por que não baixar o AutoCAD pirateado? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H2: Benefícios da utilização do software AutoCAD H2: Entenda as diferentes versões do AutoCAD H3: AutoCAD H3: AutoCAD versão estudante de arquitetura e urbanismo H3: AutoCAD LT H3: AutoCAD mobile app H2: Atualizações do AutoCAD 2021 H3: 1. Aperfeiçoamento da paleta de blocos H3: 2. Otimização dos comandos trim (aparar) e extend (estender) H3: 3. Melhores desempenhos gráficos H2: Como baixar o Autocad? H3: AutoCAD e AutoCAD LT H3: AutoCAD versão estudante H2: Quais os requisitos de hardware para baixar o AutoCAD? H2: Por que não baixar o AutoCAD pirateado? H3: Continuar lendo H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Guia completo: blocos para AutoCAD H4: Guia completo: blocos para AutoCAD H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O software é um dos mais consolidados na área de arquitetura e interiores, em razão de possuir ferramentas essenciais para elaboração de desenhos técnicos. O programa possui diferentes versões e recursos, e saber essas diferenças é fundamental antes de aprender a baixar o AutoCAD. Nesse artigo, você aprenderá sobre os seguintes tópicos: Antecedentemente a utilização de softwares para elaboração de desenhos técnicos, eram utilizados pranchetas, grandes folhas de papéis, canetas nanquim, escalímetros, curvas francesas, entre outros objetos que auxiliavam essas criações. Com o lançamento e a possibilidade de baixar AutoCAD em máquinas mais comuns, foi possível a inovação dos processos de desenvolvimento de projetos pelos arquitetos, urbanistas e designers de interiores. Com o passar dos anos, o software foi se atualizando e ficando cada vez mais completo. Há algum tempo, o programa se aprimorou e, hoje, é concebível unir as representações 2D e 3D, em um só lugar, propiciando a reprodução de maquetes eletrônicas mais similares à realidade. O que torna possível uma melhor compreensão do projeto e possibilidade de testes de volumetria ao se visualizar diferentes perspectivas. Muitos profissionais da área de construção civil não pensam duas vezes antes de adquirir esse produto, em razão da facilidade que o software possui. Ao baixar o AutoCAD e procurar por conteúdos, estarão disponíveis na internet, muitas informações gratuitas, inclusive cursos de capacitação e sites que permitem debates sobre a ferramenta. Isso é um ponto positivo do AutoCAD, já que outros programas, por serem mais novos, tendem a ter menor difusão de informações e tutoriais. Os chamados fóruns, permitem discussões pelos usuários do programa, onde são feitas trocas de mensagens sobre dúvidas e dicas de como otimizar o fluxo de trabalho a fim de desenvolver projetos mais rápidos e melhores. A própria empresa criadora e responsável pelas atualizações do software, possui um fórum para sanar dúvidas e postar novidades. Os assuntos são diversificados, sendo possível encontrar desde postagens sobre resoluções de problemas de erros no programa, como também, como baixar o AutoCAD. Se você não conhece essa página, clique aqui para acessar. Outro fator benéfico do programa, é que existe a possibilidade de salvar arquivos em um servidor remoto, ou seja, a qualquer momento o arquivo estará disponível para o acesso, por meio de um dispositivo móvel conectado à internet. Imagina que você, arquiteto, tem uma reunião com o cliente e precisa rapidamente acessar os desenhos para mostrar os progressos do projeto. Ao salvar um arquivo na conta do AutoCAD para Web, é possível acessá-lo em um tablet, por exemplo, de forma prática. Muito vantajoso, não é mesmo? Ademais, ao desenvolver um projeto no AutoCAD, os arquivos padrão do programa (.dwg), tem a possibilidade de migrar para outros softwares, permitindo a sua universalidade. E para entender melhor sobre as versões e diretrizes para baixar AutoCAD, acompanhe os próximos tópicos. Como mencionado anteriormente, ao utilizar o software AutoCAD, é possível desenvolver desenhos técnicos e organizar as documentações de projetos de uma determinada construção, além de sua simulação volumétrica. Antes de baixar o AutoCAD, é preciso entender quais ferramentas são oferecidas em cada tipo de versão do programa. A Autodesk, empresa que desenvolve as atualizações e revende a licença desses produtos, disponibiliza em seu site, diferentes versões para sistemas Windows e MAC. Entenda os tipos de AutoCAD: O AutoCAD tem diversas funcionalidades para o desempenho de desenhos bidimensionais e tridimensionais. Entre as ferramentas do AutoCAD 2D e AutoCAD 3D, estão os rascunhos, desenhos e anotações e, ainda, as ferramentas de modelagem e visualização. Também há disponibilidade das ferramentas de colaboração, onde é possível o compartilhamento de arquivos PDF e DGN, a comparação de versões de um desenho sem sair da janela atual, a importação de modelos de outros arquivos e inserção de informações de localização geográfica por meio de um serviço de mapas. Se você identificou que essa opção é a melhor para seu escritório, para adquirir a licença e baixar o AutoCAD, é preciso desembolsar o total de R$ 8.668 por ano. No ensino de arquitetura, design de interiores e urbanismo, é comum que o software esteja presente na grade curricular do curso, já que o programa é muito utilizado pelos profissionais da área, possuindo fácil acesso de informações e suporte. O AutoCAD versão estudante é disponibilizado de forma gratuita na Autodesk Education, um site que disponibiliza ferramentas de aprendizagem sobre seus softwares e ainda permite fazer o download de todos os programas da empresa como o Revit, 3DS MAX, Maya, entre outros. Além disso, também está incluso nessa versão todos os recursos e funções disponíveis na versão paga. Em contrapartida, a utilização deve se limitar ao uso educacional, de aprendizagem e pesquisa, sendo excluída qualquer possibilidade de comercialização e atividade que gere lucro. Para fazer o download do AutoCAD versão estudante, o usuário e aluno deve ter 13 anos ou mais. Para quem deseja baixar o AutoCAD LT, essa é uma versão com custo reduzido e limitação de uma licença por pessoa. Em consequência do preço mais acessível, os recursos também são limitados. O valor dessa versão custa R$1.894 por ano e é possível fazer a avaliação gratuita antes de adquirí-la. Na modalidade, é possível a criação e edição de desenhos em 2D, anotações, importação de PDF, compartilhamento de extensões e conta com aplicativos que permite acessar o AutoCAD em qualquer lugar - App Web AutoCAD e App AutoCAD dispositivos móveis. Porém, não é possível fazer modelagens 3D e inserir plugins, como a versão completa. Então, se você anda pensando em baixar o AutoCAD, vale a pena comparar se o LT possui um melhor custo benefício. Se você deseja só finalizar projetos e organizar as documentações 2D de projetos, ele pode ser ideal para esses casos, onde você pode intercalar com a utilização de outros softwares, para conseguir representações tridimensionais e realistas. Confira a comparação que a Autodesk disponibiliza, a seguir: Confira na íntegra, clicando aqui. O AutoCAD online é uma ferramenta complementar às versões do software CAD, com ele é possível acessar as principais ferramentas de desenhos e, caso seja necessário, alterar algum arquivo .dwg, isso pode ser feito a qualquer momento, até off-line, através de um dispositivo móvel - smartphones ou tablets. Ao adquirir as licenças citadas anteriormente, o aplicativo já estará incluído no pacote. Todos os anos, a Autodesk lança novidades com atualizações que colaboram para melhorar o desempenho e consertar erros dos programas - os conhecidos bugs. Se você deseja fazer o download do AutoCAD 2021 e ainda não sabe quais são as novidades, separamos um resumo para te atualizar abaixo: Caso você utilize a Autodesk Account (gerenciador de produtos, dados e atualizações da Autodesk), e faça a sincronização dos blocos para AutoCAD, é possível acessá-los em todos os dispositivos. Com a guia Favoritos, pode-se adicionar favoritos, facilitando a busca dos mais usuais blocos. Nessa versão, basta iniciar os comandos trim (aparar) e extend (estender), selecionar os objetos a serem operados e pronto! Lembrando que o primeiro serve para cortar objetos até eles encontrarem as arestas de outros e o segundo tem a função de estender os objetos até eles encontrarem as arestas dos demais. Agora que você já sabe sobre os benefícios e as diferentes versões do programa, neste tópico abordaremos como baixar o AutoCAD. Vamos lá! Primeiro, é necessário escolher a versão e adquirir a licença no site da Autodesk Account. Lembrando que é possível fazer o teste válido por 30 dias, antes da compra. Após fazer o login, localize seu produto, escolha a versão e o idioma, e finalize escolhendo um método de download. A seguir, execute o arquivo, leia e clique em aceitar o contrato de licença. Feito isso, clique em instalar e após estiver concluída, feche o instalador e inicie o programa. Pronto, você já pode começar a sair desenhando! Para fazer o download do AutoCAD versão estudante, em específico, basta fazer o cadastro, colocando suas informações e as da instituição de ensino. Será concedido, então, uma licença gratuita educacional, onde é exigido somente a renovação única de elegibilidade, feita anualmente. Se você é estudante, separamos um passo a passo para você ter acesso ao programa, a seguir. 1. Para começar: entre no site da Autodesk Education e vá na página dos produtos > clique em introdução > entre na sua conta ou se inscreva > selecione o país, função educacional, tipo e nome da instituição, e data de nascimento. 2. O próximo passo é colocar as informações pessoais, como nome, e-mail e senha, bem como, aceitar os termos de uso. Confira se recebeu um e-mail da Autodesk pedindo a verificação. Assim, você poderá completar seu perfil educacional, com nome da instituição, certificando que as informações estão corretas. 3. Para finalizar as etapas e finalmente baixar o AutoCAD, a empresa pedirá documentos que comprovem a elegibilidade, sendo esses, comprovantes que você está matriculado em uma instituição de ensino, como históricos acadêmicos, carta de confirmação referida pela instituição ou cópia da carteira de estudante. Isso é bem fácil de obter, peça na secretaria do seu curso, muitas já oferecem um portal online para que você possa imprimir. Obs.: O prazo que a Autodesk estabelece, são de 14 dias, para você enviar esses documentos. E em até 48 horas, eles enviam uma resposta do seu pedido de elegibilidade, então fique atento ao seu e-mail, nele encontra-se o link para baixar os produtos que deseja, das páginas de suporte e da Education Community. Assim, você terá um ano de acesso gratuito, tendo possibilidade de ser renovada quantas vezes quiser, desde que esteja associado em alguma instituição de ensino. Preparando-se, então, para uma carreira com muitas conquistas e sucesso. Para baixar o AutoCAD é importante ter atenção às configurações do seu computador, a fim de evitar problemas com travamentos ou incompatibilidades com as atualizações. O AutoCAD 2021, possui os seguintes requisitos mínimos de hardware: 👉 Processador básico: 2.5 a 2.9GHz; 👉 Espaço livre em disco: 7GB; 👉 Placa de vídeo: GPU 1GB com 29GB/s. Não se preocupe se seu computador não tiver essas configurações, você pode baixar o AutoCAD em versões anteriores às mais recentes. Não é necessário comprar uma nova máquina. Analise os requisitos mínimos de hardware das versões anteriores: 👉 Processador básico: 2.5 a 2.9GHz; 👉 Espaço livre em disco: 6GB; 👉 Placa de vídeo: GPU 1GB com 29GB/s. 👉 Processador básico: 1 ou +GHz; 👉 Espaço livre em disco: 4GB. Ao fazer o download de um programa pirateado você está colocando em risco a segurança das informações, o desempenho da sua máquina e ainda cometendo uma ilegalidade. Baixar o AutoCAD original licenciado pela Autodesk, garante que o programa não tenha modificações ou códigos adulterados para agir de forma má intencionada no computador, havendo riscos como: ❌ Ameaça de prejudicar e destruir o seu trabalho; ❌ Perigo de funcionamento incorreto do software; ❌ Não ter acesso ao suporte Autodesk; ❌ Violar os direitos autorais; ❌ Receber notificações e multas significativas; ❌ Instabilidades que podem ocasionar erro fatal em situações críticas. Mostramos, neste artigo, algumas opções para baixar o AutoCAD e indicamos você fazer várias pesquisas antes de tomar uma decisão sobre a aquisição da sua ferramenta de trabalho. Não esqueça de acompanhar a Vobi para receber mais conteúdos como esse, que irão ampliar seus conhecimentos e te capacitar para gerir um escritório do futuro. E aí, o que você está esperando? Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? Acesse nosso site oficial: www.vobi.com.br, clique em “Solicitar convite” no canto superior direito da página, em seguida preencha o formulário com os seus dados. O convite é o primeiro passo que você estará dando para o futuro. Após sua solicitação é só aguardar o contato da nossa equipe que passará todas as orientações de como seguir com a contratação, bem como, sanará todas as suas dúvidas antes de fechar qualquer negócio. O mundo está mudando, não fique parado no tempo. www.vivadecora.com.br www.qualificad.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/banheiro-com-acessibilidade Title: Banheiro com Acessibilidade: O Seu Guia Completo de Projeto Meta Description: Projetar um banheiro com acessibilidade muda a vida de uma pessoa por completo. Não perca a chance de aprender tudo sobre interiores acessíveis. Veja mais! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/banheiro-com-acessibilidade ## Headings Structure: H1: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H2: Como fazer um banheiro com acessibilidade H2: Medidas para banheiro com acessibilidade H2: Checklist de itens para um banheiro com acessibilidade H2: Exemplo de banheiro com acessibilidade H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H2: Como fazer um banheiro com acessibilidade H2: Medidas para banheiro com acessibilidade H2: Checklist de itens para um banheiro com acessibilidade H2: Exemplo de banheiro com acessibilidade H3: Continuar lendo H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H4: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H4: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Todas as pessoas precisam usufruir dos espaços com segurança e conforto. Daí a importância de você saber como criar projetos de banheiro com acessibilidade, pois essa habilidade com certeza faz a diferença na vida do seu cliente. Para entender mais sobre o tema, continue a leitura. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Um tema de suma importância na seara da arquitetura de interiores, sem dúvida, é a acessibilidade. Projetar espaços que possam ser usufruídos sem distinções, independentemente das limitações físicas dos usuários é premissa básica e, inclusive, é uma questão de direito fundamental. Os arquitetos devem se orientar pela NBR 9050 de 25/01/2021, dentre outras leis e decretos sobre o tema, para criar um banheiro com acessibilidade para pessoas com deficiência (PCD) e /ou para pessoas com mobilidade reduzida (PCM). Em linhas gerais, ao menos 10% dos banheiros de espaços públicos e comerciais devem seguir os parâmetros de acessibilidade de acordo com a norma, enquanto que no âmbito familiar essa adequação é opcional. Contudo, é sempre bom ter o cuidado de tornar os espaços acessíveis nas residências também. Afinal, é isso que garante a autonomia, segurança e igualdade de uso entre todos os moradores. Nesse sentido: "O banheiro PNE não é obrigatório em casas e apartamentos. No entanto, ele proporciona mais segurança e conforto para idosos, gestantes, pessoas em recuperação de cirurgias, com mobilidade reduzida ou com deficiência" - Fonte: Astra-se. Em termos práticos, criar um banheiro com acessibilidade consiste em pensar em maneiras de facilitar o acesso e uso desse espaço por qualquer pessoa. Isso vai desde a adequação de medidas visando a entrada e o giro em 360 graus da cadeira de rodas (no caso de banheiro com acessibilidade para cadeirantes), à aplicação de barras laterais de apoio para evitar acidentes no banheiro com acessibilidade para idosos, por exemplo. E são todos esses detalhes que veremos a seguir nesse artigo. Fato é que precisamos dar ainda mais atenção aos parâmetros e normas de ergonomia quando o assunto é banheiro com acessibilidade. Pensando nisso, reunimos as principais medidas que você precisa considerar ao criar seu projeto de arquitetura, a seguir. Confira: ✔ Circulação com giro de 360 graus, ou seja: 1,50 m de diâmetro; ✔ Portas de acesso com, no mínimo, 0,80 cm de largura (sendo 0,90 cm uma largura mais confortável, logo, mais recomendada); ✔ Bacia sanitária para uso adulto com altura de 0,46m do piso e com 0,36m para uso infantil; ✔ Barras de apoio para uso adulto com altura de 0,75m do piso e a 0,60m para uso infantil; ✔ Suporte para toalha com altura entre 0,80m e 1,20m do piso. Claro que é preciso considerar cada situação em particular, para que o projeto de arquitetura de interiores seja o mais personalizado possível. Busque entender as necessidades e a rotina do seu cliente para ser assertivo em suas escolhas de projeto, pois como já dissemos, importa que todas as pessoas consigam usar o espaço com conforto e segurança, seja o banheiro com acessibilidade para cadeirantes ou não. Em resumo, um banheiro acessível precisa ter: ✔ Área do chuveiro com piso nivelado, barras de apoio e espaço de giro; ✔ Bacia sanitária sem abertura frontal; ✔ Lixeira automatizada (ou basculante); ✔ Entrada independente; ✔ Bacia sanitária e lavatório no mesmo ambiente; ✔ Acionamento de descarga a 1 m de altura; Além disso, você pode considerar alguns itens adicionais também. Como: ✔ Ducha higiênica (ao lado da bacia sanitária); ✔ Espelho reclinável; Perceba que um banheiro com acessibilidade, como esse da imagem abaixo, é pensado em sentido amplo, ou seja, para atender e viabilizar o uso por qualquer pessoa. Sendo assim, o piso é nivelado e o espaço tem uma excelente área de circulação. Interessante é pensar no seguinte: em termos medidas para banheiro com acessibilidade, é bom ter como base (mínima) a dimensão ocupada pela cadeira de rodas (1,20 x 0.80), pois dessa forma, pessoas com mobilidade reduzida, acidentadas ou idosas, por exemplo, também vão conseguir usar o banheiro, afinal, o espaço que a cadeira ocupa é maior que de uma pessoa. A bacia sanitária não tem abertura frontal e o espaço está todo rodeado de barras de apoio horizontais e verticais. O recomendado é fazer essa instalação a 0.80 cm do chão e jamais optar por modelos de barras em “L”, pois esse formato não é de fácil uso. A horizontal atende ao cadeirante e a vertical ao não cadeirante que precisa de certo apoio para desempenhar as suas atividades. Explicando melhor, a barra vertical é uma excelente opção para o banheiro com acessibilidade para idosos, por exemplo. Outro fator que precisa ser destacado é que um banheiro com acessibilidade precisa contar com um lavatório no mesmo espaço e esse lavatório deve ser do tipo suspenso, para encaixe da cadeira de rodas. Vale incluir no projeto um espelho inclinado para melhor visualização dos usuários, assim como bancos basculantes com os cantos arredondados, pois são excelentes recursos para viabilizar a autonomia e conforto das pessoas. As louças e metais, assim como todos os outros itens, precisam ser escolhidas com muita cautela, para que o modelo seja adequado e a aplicação seja feita na altura correta para ser de fácil acesso. A cuba para banheiro, por exemplo,  deve ser de modelo suspenso (com coluna suspensa) ou mesmo de outro modelo, desde que haja o cuidado especial com o projeto das bancadas, principalmente das saias e, nesses casos específicos, use o sifão articulado. O mesmo raciocínio se aplica na hora de escolher a cuba para cozinha, seguindo os parâmetros de acessibilidade. Tenha atenção para o tamanho da saia da bancada, pois é preciso sobrar espaço livre debaixo da bancada. A torneira para banheiro deve ser do modelo alavanca, do tipo sensor eletrônico ou outros equivalentes, com esforço máximo de 23N e para o caso de água quente, dê preferência para os termostatos ou monocomandos. É que metais de modelo alavanca costumam ser de fácil manuseio e por isso são os mais indicados até mesmo para as áreas de serviço. Veja que é preciso considerar inúmeros detalhes na hora de criar projetos de banheiro com acessibilidade e todos são fundamentais. Na Vobi Academy, em nossa área de cursos da plataforma, temos disponível o workshop feito em parceria com Deca: acessibilidade em banheiros: como detalhar louças e metais que trata de todos esses aspectos sobre o tema com a profundidade que ele merece. 👉 Para você que já é usuário Vobi, basta acessar a Vobi Academy via o seu Dashboard da plataforma. Agora, se você ainda não é usuário, tá esperando o quê? Solicite já o seu convite e tenha acesso ilimitado aos conteúdos da Vobi Academy, além de todas as ferramentas para facilitar o seu dia a dia! Nesse artigo, nós vimos como projetar banheiro com acessibilidade, visando o conforto e autonomia de todos os usuários. É questão obrigatória em espaços públicos e muito recomendada nos lares também, e você, enquanto arquiteto, precisa saber como criar projetos funcionais, bonitos e, principalmente, inclusivos. Agora conta para a gente, você já domina esse assunto? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/bdi Title: BDI na construção civil: como realizar o cálculo? Meta Description: O BDI é um indicador que incide diretamente no sucesso financeiro de um empreendimento. Descubra o que é e como calcular. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/bdi ## Headings Structure: H1: BDI na construção civil: como realizar o cálculo? H2: O que é BDI? H2: Entenda cada custo H3: Administração Central (AC) H2: Como calcular o BDI? H3: BDI em Obras Públicas H3: BDI em Obras Privadas H2: BDI na construção civil H2: Configure seu BDI de Produtos e Serviços na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: BDI na construção civil: como realizar o cálculo? H2: O que é BDI? H2: Entenda cada custo H3: Administração Central (AC) H2: Como calcular o BDI? H3: BDI em Obras Públicas H3: BDI em Obras Privadas H2: BDI na construção civil H2: Configure seu BDI de Produtos e Serviços na Vobi H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Fazendo um planejamento bem feito e um orçamento realista, o resultado é que o projeto seja concluído dentro do prazo estipulado, com o orçamento previsto e evitando desperdícios e retrabalhos. No entanto, mesmo com o planejamento, é comum que possam ocorrer eventualidades no que diz respeito às finanças e aí onde o BDI entra como um indicador aliado do sucesso financeiro de um empreendimento. Alguns itens menores, que muitas vezes são esquecidos ou ignorados, podem acarretar um impacto significativo a longo prazo. Caso esses detalhes sejam subestimados, a margem de lucro pode diminuir, comprometendo a saúde financeira tanto da empresa quanto do ritmo de obra. Uma ferramenta contábil que pode contribuir para medir a diferença entre os custos orçados e os custos reais de um projeto é o Budget Difference Income (BDI). Esse elemento orçamentário é muito importante na construção civil, por beneficiar tanto clientes quanto investidores ou seguradoras na hora de fazer a avaliação da viabilidade e rentabilidade do projeto, entendendo assim, a real margem de lucro. Portanto, o cálculo do BDI é um aliado na organização financeira, já que ele fornece preços mais precisos. Se você, profissional, quer entender  como pôr o BDI em prática, acompanhe os tópicos a seguir: O BDI é a sigla do termo Budget Difference Income, ou em português, como Benefícios e Despesas Indiretas. É um elemento orçamentário na composição do preço de venda na construção civil, considerando os custos indiretos. A cada construção deve ser calculado o BDI, já que ele não é um valor fixo e é considerado as particularidades do projeto. No orçamento, o valor final de um serviço é determinado pela soma dos custos diretos e do BDI, composto por despesas que não estão diretamente relacionadas à execução do serviço, como a administração central da empresa, seguros, custos financeiros do contrato, garantias e tributos sobre a receita. O cálculo do BDI em obras públicas é baseado no Acórdão 2622/2013 do Tribunal de Contas da União (TCU). Essa é uma decisão coletiva de um grupo de auditores do Tribunal, sendo utilizada como referência por alguns estados e municípios, bem como por algumas empresas que buscam um norte para elaborar o cálculo. Confira as 5 subdivisões existentes dentro desse documento: Já no âmbito corporativo, existem duas categorias principais de BDI: com desoneração e sem desoneração. A distinção é relacionada aos encargos sociais incidentes sobre os salários dos funcionários da empresa, que são geralmente incluídos no orçamento não desonerado. Mas também é possível, quando a folha de pagamento for desonerada, adicionar ao cálculo do BDI o valor da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). A seguir, entenda mais sobre os custos e como aplicar nas fórmulas. Saiba o que compõe a fórmula do BDI: Corresponde ao gasto com manutenção e operação do escritório central, como aluguel, recursos humanos, serviços de telecomunicações e entre outras despesas com serviços. A taxa de administração é calculada pela divisão das despesas administrativas por todas as obras da empresa, podendo variar entre 5% e 7,5%. Despesas Financeiras (DF) O custo das operações é um aspecto importante para qualquer empresa, e o BDI considera todos os custos financeiros advindos de transações explícitas, custos diretos e até mesmo custos implícitos que acontecem em diferentes níveis orçamentários. O resultado do cálculo resulta em como teria sido o retorno do investimento do capital destinado à gestão de obras se os recursos tivessem sido aplicados no mercado. Está relacionado a um percentual calculado sobre o custo total da obra e serve como um seguro, pois abarca todas as despesas diretas, como entulho de obra e custos de garantia. Aqui, considera-se também a violência e a criminalidade, medindo o ambiente natural do imóvel e optando por medidas de segurança apropriadas. A garantia é uma espécie de depósito em dinheiro ou fiança bancária, seguro garantia ou títulos da dívida pública, que asseguram o cumprimento de contratos e garante eventuais indenizações. Riscos e imprevistos (R) O R, ou margem de incertezas (MI), é considerado no cálculo do BDI e refere-se aos custos com imprevistos não cobertos por seguros, visando melhorar eventuais distorções no valor aproximado pelo cálculo estimado. Para o cálculo de BDI são considerados os tributos municipais, como o ISS. Os tributos estaduais também devem ser considerados quando houver, como o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), pois são relevantes para as operações dentro do Estado. Consideram-se tributos em âmbito federal, como PIS, COFINS, IRPJ, CSLL e INSS. Margem Bruta de Contribuição (L) A Margem Bruta de Contribuição é um valor variável, específico de cada empresa ou proposta de preços, e é determinado principalmente com base nas condições do mercado. O TCU estabeleceu de maneira definitiva a fórmula para o cálculo do BDI, que é a seguinte: Também foi definido valor de referência para o valor do BDI e seus componentes. Eles variam conforme o tipo de obra e são apresentados da seguinte forma: Existem diferentes formas para calcular o BDI, no entanto, o Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (IBEC) apresenta a seguinte fórmula: Cálculo do BDI conforme IBEC - Fonte: Orçamento para obras O cálculo do BDI é de extrema importância na área da construção civil, ele inclui as despesas com administração, impostos, seguros e margem de lucro desejada. Muitas vezes, essas despesas são ignoradas como custo do projeto. A fórmula versátil e adaptativa pode ser aplicada em diferentes tipos de obras, assegurando que os orçamentos cubram todas as despesas, gerem lucro e estejam fazendo sentido com os valores de mercado. É importante destacar que na construção civil, no setor privado, cada empresa e empreendimento possuem particularidades que devem ser consideradas na hora do desenvolvimento do cálculo. Por isso, é essencial ter conhecimento sobre todos os riscos e aplicar as alíquotas dos tributos em valores adequados. É necessário também realizar o rateio correto dos custos de administração central e fazer uma estimativa razoável sobre as incertezas presentes no orçamento. Assim é possível gerar um orçamento capaz de apresentar o custo real de cada item que compõe o projeto. Pode-se dizer, então, que com o BDI aumenta-se a transparência e facilita-se o processo de negociação. Sabemos que elaborar um orçamento pode ser uma tarefa cansativa, mas a Vobi nasceu com objetivo de ajudar você a economizar tempo com as tarefas importantes da sua empresa. O seu orçamento pode ser criado de maneira simples e adaptável às suas necessidades, e com a segurança de refletir a exatidão de todos os custos envolvidos na obra. Veja neste vídeo como é fácil: Além disso, você pode configurar a visualização das informações que irá conter para sua equipe e para seu cliente. Dentre essas informações estão: numeração de cada item, imagem do produto, código de identificação, fornecedor responsável, grupo de categoria de projeto, unidade, quantidade, custo unitário, custo total, BDI, preço unitário, preço de produtos, preço de serviços, status. Como apresentado anteriormente, o BDI, ou Benefícios e Despesas Indiretas, é uma taxa percentual sobre o custo dos itens, e você pode utilizá-lo para adicionar a sua margem de lucro e/ou outros custos para composição do preço final do seu orçamento. Você poderá configurar um BDI específico para Produtos e outro para Serviços. O primeiro passo para configurá-lo na Vobi é definir o valor dessa taxa. Assim, é possível alterá-la na criação do orçamento, diretamente na linha do item ou em seus detalhes. Lembre-se: essa informação pode ser compartilhada com sua equipe e apenas o preço final deve ser compartilhada com o cliente, assim como mostra a imagem a seguir: Solicite agora seu convite e veja como a Vobi pode revolucionar a forma como você administra seu negócio de arquitetura e construção civil. blog.nortonabrasivos.com.br www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/blocos-para-autocad Title: Blocos para AutoCAD: saiba onde encontrar - Vobi Meta Description: Para te ajudar a otimizar tempo, explicamos neste artigo, tudo sobre blocos para AutoCAD. Saiba como encontrá-los e como usá-los a seu favor. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/blocos-para-autocad ## Headings Structure: H1: Guia completo: blocos para AutoCAD H2: O que são blocos para AutoCAD H3: Entenda a diferença entre blocos e grupo de blocos H2: Como encontrar blocos para Autocad de qualidade H2: Melhores sites para download de blocos para AutoCAD H3: 1. Bibliocad H3: 2. Archweb H3: 3. Linecad H3: 4. CAD details H3: 5. CADblocos H3: 6. Vobi H3: Converta blocos Sketchup em blocos para AutoCAD H3: Casoca H2: Como inserir blocos para AutoCAD nos projetos H3: Problemas com blocos para AutoCAD H2: Como criar um bloco H2: Saiba o que são blocos dinâmicos e como criá-los. H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Guia completo: blocos para AutoCAD H2: O que são blocos para AutoCAD H3: Entenda a diferença entre blocos e grupo de blocos H2: Como encontrar blocos para Autocad de qualidade H2: Melhores sites para download de blocos para AutoCAD H3: 1. Bibliocad H3: 2. Archweb H3: 3. Linecad H3: 4. CAD details H3: 5. CADblocos H3: 6. Vobi H3: Converta blocos Sketchup em blocos para AutoCAD H3: Casoca H2: Como inserir blocos para AutoCAD nos projetos H3: Problemas com blocos para AutoCAD H2: Como criar um bloco H2: Saiba o que são blocos dinâmicos e como criá-los. H3: Continuar lendo H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H4: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os blocos para Autocad auxiliam profissionais de construção a economizarem tempo na tarefa de desenhar seus próprios objetos, os quais serão inseridos em seus projetos. Quando esses blocos são escolhidos criteriosamente, de forma a priorizar a qualidade dos mesmos, os desenhos técnicos são desenvolvidos com uma excelente representação gráfica - importante fator no momento de apresentação do projeto ao cliente. Nesse artigo, você irá aprender sobre: O agrupamento de vários desenhos que atuam como um único é chamado de bloco. O bloco tem a função de servir como uma biblioteca para o software, sendo capaz de converter-se em arquivo de extensão .dwg, podendo ser utilizado em qualquer desenho, em um ou mais projetos. Se antigamente, os gabaritos auxiliavam nos desenhos feitos a mão, hoje, na era digital, os blocos para AutoCAD têm o objetivo de facilitar o dia a dia de um negócio de construção, dispondo de uma série de opções para apresentação de projeto - símbolos, pessoas, escadas, móveis, equipamentos sanitários, quadras de esporte, área de recreação, plantas, entre outros. Se você ainda não fez o download de nenhum, após baixar o AutoCAD, o próximo passo é criar sua biblioteca de CAD blocos. Acompanhe os próximos tópicos para saber como. Como explicamos anteriormente, bloco é um conjunto de desenhos agrupados que se tornam um elemento único. Para ficar mais claro, digamos que você queira inserir uma bancada no banheiro, para desenhar esse objeto é preciso desenhar um retângulo para representar a pedra e um círculo para representar uma cuba de apoio redonda, certo? Ao transformar esses dois desenhos em um bloco, estaremos unificando-os, e tornando um só desenho. Quando você começar a procurar por blocos para AutoCAD, encontrará diversas bibliotecas, sendo muito comum a compilação de vários CAD blocos em um único arquivo. Isso é chamado de grupo de blocos, ou seja, coleções de objetos compostos, geralmente, por itens de uma mesma categoria - objetos para banheiro, para sala, vegetações e assim por diante. Entender as dimensões que compreende um espaço é essencial no desenvolvimento de projetos arquitetônicos. Captar se as propostas de espacialização e de objetos estão fazendo o uso de princípios ergonômicos é fundamental. Para isso, desenhar layouts que abrangem mobiliários, equipamentos e pessoas em escala adequada é primordial. O ideal é que a representação seja o mais fiel possível à realidade. Dessa forma, o uso de blocos para AutoCAD faz com que pessoas leigas tenham melhor entendimento sobre o espaço. Por isso a importância de se escolher blocos de qualidade que passem a sensação de aconchego, segurança e conforto. Assim sendo, eles devem possuir uma representação gráfica que indique bons acabamentos, como: elementos mais curvados ou que transmitem impressão de movimento. Veja a diferença entre esses dois objetos: O primeiro possui linhas retas que não representam a realidade, afinal, os sofás possuem os cantos levemente arredondados, por mais que tenham aparência reta. Já o segundo bloco compactua melhor com o real, não é mesmo? Neste outro exemplo de blocos para AutoCAD, de um lado temos uma cama com a sensação de desconforto, marcante pelas linhas retas, e no outro temos uma com melhores acabamentos, além de estar coberta com lençóis, conferindo sensação de movimento e realidade. #Dica: Muitos fabricantes e lojas disponibilizam seus objetos para que profissionais utilizem-os em suas especificações. Falaremos mais sobre isso no próximo tópico. Agora é a hora de fazer sua própria biblioteca com blocos para AutoCAD. Isso otimiza seu tempo, tornando-o produtivo na hora de fazer seus projetos, já que você terá feito uma curadoria com antecedência. Ao baixar blocos AutoCAD grátis, categorize por pastas no seu computador ou em nuvem. Nomeie, por exemplo, por equipamento urbano, cozinha, sala de jantar, quarto, entre outros. Isso garante que você não perca tanto tempo procurando, bem naquele momento em que você planejou fazer a tarefa de desenvolvimento de projeto. Este site conta com blocos para AutoCAD, mas também para Sketchup. Ele oferece um plano gratuito onde é possível realizar o download diário de até 20 blocos. O site conta com mais de 35 categorias de blocos AutoCAD grátis. A plataforma se divide em categorias, como blocos 3D, acessórios, banheiros, blocos PNE, cozinhas, diversos, equipamento urbanos, esquadrias, fabricantes, hachuras, hidrossanitários, instalações elétricas, mobiliário, pessoas, rotinas LISP, vegetações, veículos. Assim, você evita gastar muito do seu tempo em pesquisas na internet. O site oferece várias opções de mobiliários, objetos de decoração, utensílios e opções de layout para plantas baixas. Como também, várias opções para cortes e fachadas - pessoas, animais, carros, árvores, entre outros. A plataforma conta com um acervo de blocos para AutoCAD em .dwg, tanto em planta como em vista. Pessoas, vegetação, veículos, mobiliários, esquadrias, equipamentos, lumínico, escadas, etc. Os blocos para AutoCAD são gratuitos, basta criar uma conta para acesso para conseguir baixá-los. Há uma variedade de blocos disponibilizados pelo site, tanto 2D e 3D. A curadoria é feita pela equipe responsável, como por marcas parceiras e visitantes do site. O CAD blocos é mantido atualizado, sendo feita a verificação de funcionamentos dos links. Apesar de não ser uma plataforma voltada para blocos para AutoCAD, a Vobi disponibiliza gratuitamente para download conteúdos como: 👉 Blocos dinâmicos: marcenaria para Autocad 👉 Blocos humanizados para AutoCAD 👉Prancha e carimbo automatizados para Autocad Muitos profissionais da área utilizam o software Sketchup simultaneamente ao AutoCAD, fazendo o uso do primeiro para desenhos 2D e o segundo para modelagens 3D. Buscar sites que ofereçam esse tipo de arquivo pode ser uma maneira de complementar a sua busca. Assim como os blocos para AutoCAD, há uma grande oferta de blocos 3D disponíveis online. Confira a dica de site que trouxemos: Casoca é um dos melhores sites de blocos 3D de produtos do mercado brasileiro. O site disponibiliza também os preços desses produtos, podendo te auxiliar na hora de orçar suas escolhas. Todos possuem as especificações de marcas e lojas representantes. Os downloads são gratuitos e ilimitados, sendo necessário apenas registrar-se. Você deve estar pensando em como fazer essa transformação de 3D para 2D. Para isso, acompanhe o passo a passo: 1. No Sketchup, abra o objeto que deseja transformar, altere a perspectiva em: Câmera > Clique em projeção paralela. Não orbite, isso retomará a perspectiva; 2. Nas exibições, você pode configurar se quer a vista de topo, para planta baixa. Como também, pode utilizar a vista lateral, para elevações e cortes; 3. Agora vá em File (Arquivo) > Export (exportar) > 2D > Escolha o formato dwg e nomeie. Depois é só abrir o AutoCAD e inserir como bloco. Leia o próximo tópico do artigo para entender mais sobre esse processo. Com a atualização do AutoCAD 2020, o comando de inserção dos blocos para AutoCAD foi atualizado. Antes aparecia uma janela de inserção, agora aparece uma paleta: a Blocks Palette (Paleta de blocos). Isso facilita porque não é necessário a toda hora ter que solicitar um novo comando. Com ela ativada, é possível ancorar, minimizar e arrastar. Além de ficar mais fácil inserir os blocos no seu projeto. Mas, se você ainda não sabe inserir blocos para Autocad depois dessa atualização, não se preocupe, listamos um passo a passo para te auxiliar. 1. Digite o comando “Insert” (Inserir). A paleta se abrirá, nela é possível identificar três abas: “Current Drawing” (blocos do próprio arquivo), “Recent” (blocos recém criados e recém inseridos) e “Other Drawing” (blocos de outro arquivo). 2. À direita da palavra do “Filter” (Filtro), podemos identificar um botão com “três pontinhos” - o “Browse” (Procurar). Clique nele para escolher qual dos blocos para AutoCAD que você deseja inserir - escolhemos um sofá como exemplo. Agora clique em open e depois em ok. 3. Especifique o local onde será inserido o bloco, clicando com o mouse e o bloco já estará adicionado no arquivo. Se ao inserir um bloco ele não estiver aparecendo, provavelmente ele está numa escala diferente do seu atual desenho (geralmente isso acontece quando se copia um bloco de outro arquivo). Para resolver esse problema, você primeiro deve analisar qual a proporção que ele tem, assim você entenderá qual unidade de medida ele foi feito. Em seguida, aplique a escala no seu bloco, digite “SC” ou clique em “Scale” (Escala) > clique em um ponto do objeto > adicione o fator de escala (uma escala de ampliação ou redução, isso vai depender de como o bloco foi criado - em metros, centímetros ou milímetros) Outro modo para solucionar é aplicando a escala por referência: digite “SC” (Escala) > selecione o objeto que deseja redimensionar > especifique o ponto de base > digite “R” (Referência) > selecione o primeiro e o segundo pontos de referência ou insira um valor para o comprimento de referência. Sabemos que cada projeto tem suas particularidades e às vezes não é fácil encontrar blocos para AutoCAD com as especificações exatas que estamos propondo para a realidade. Nesses casos, é preciso desenvolver o próprio desenho e seus detalhamentos. Vamos usar o mesmo sofá, do exemplo anterior, para te ensinar a criar um bloco. Acompanhe os passos: 1. Comece criando o objeto > na “Linha de comando”, digite W para acionar o comando (WBLOCK) > aperte em ENTER. 2. Clique em Select Objects (Selecione os objetos) para selecionar o desenho > Aperte ENTER. 3. A caixa do comando abrirá novamente. Clique em Pick point > Especifique o ponto no ínicio do desenho de forma centralizada - isso significa que nos próximos projetos, o objeto será inserido por esse ponto. 4. O próximo passo é exportar o bloco. Para isso, devemos escolher a pasta de destino, e para defini-la, clique no botão como indicado na imagem abaixo: 5. Escolha o local de destino e o nome do bloco > Aperte ENTER. Os blocos para AutoCAD que possuem propriedades de esticar, mover e rotacionar são chamados de dinâmicos. Caso você insira em um projeto um bloco dinâmico de porta, e esse conter a propriedade de esticar, você poderá representar diferentes larguras através de um único bloco. Ou seja, alterar o seu tamanho de forma mais ágil. Digamos que você queira um bloco dinâmico de porta, com as seguintes medidas: 70cm, 80cm e 90cm. Em um único bloco, você conseguirá modificar a dimensão delas. Acompanhe o tutorial que separamos exclusivamente para você: 1. Se você tem um bloco de porta, copie mais duas vezes e altere as suas dimensões, assim, teremos a representação das três medidas citadas anteriormente. 2. Em seguida, é preciso explodir esses blocos: selecione o desenho > digite “Explode” (Explodir). 3. Agora, precisamos recriar esses blocos para transformá-los em dinâmicos. Comece pela porta de 70 cm. Selecione o desenho > digite “Block” (Bloco). 4. Especifique o nome do bloco > Só deixe o quadrado “Specify on-screen” marcado > dê um ok > Escolha o ponto de inserção do objeto. OBS: Lembre-se que esse é o ponto de inserção do objeto em projetos futuros, coloque em um ponto que você ache mais fácil para inseri-lo futuramente. 5. Repita o processo com as demais portas. Coloque o ponto de inserção no mesmo lugar em ambos os objetos. 6. Agora digite “BE” (Editar bloco) para ativar o comando e especifique o nome do bloco - por exemplo “Porta dinâmica” > clique em OK. 7. Após aberto o editor do bloco dinâmico que acabamos de criar, é preciso colocar as portas que fizemos anteriormente. Para isso, digite “Insert”  (Inserir) > localize um dos blocos feito anteriormente > Dê um ok. 8. Faça o processo novamente selecionando os 2 demais blocos. Eles precisam estar na mesma posição. 9. Clique em “Visibility” nos ícones de atalhos > coloque a seta azul que irá aparecer, no meio da menor porta. Aparecerá uma exclamação amarela em cima dos blocos para AutoCAD, isso quer dizer que ainda precisamos configurar o bloco dinâmico. 10. Clique em “Visibility states” > renomeie para “porta 70”. Repita o processo criado para as outras portas (“porta 80” e “porta 90”), basta clicar em “New”. Deixando sempre o último quadrante marcado. Você perceberá que as exclamações terão sumido após a criação desses estados de visibilidade. Tudo ok! Basta agora ativarmos cada um. 11. Selecione a porta 70 na aba de “Visibility”, demonstrada na figura anterior > clique em “Make Invisible”, em seguida selecione as portas de 80cm e 90cm - que não aparecerão. 12. Agora, vamos repetir o processo com as demais: selecione a porta de 80cm na aba de “Visibility” > clique em “Make Invisible”, em seguida selecione as portas de 70 e 90. 13. Repita o processo, com a porta de 90cm, selecione-a na aba de “Visibility” > clique em “Make Invisible”, feito isso, selecione as portas de 70 e 80 - que não aparecerão. 14. Clique em “Close Block Editor” nos ícones de atalho, e confirme para salvar. 15. Para colocar o bloco no arquivo, selecione “Insert” e procure pelo nome que salvou. O bloco irá aparecer com uma seta. Nela, você consegue selecionar as dimensões de portas que acabamos de configurar, de acordo com a necessidade de cada projeto. Incrível né?! Os blocos dinâmicos são ótimas ferramentas para facilitar a execução dos desenhos técnicos de um projeto. E você, gostou das dicas de blocos para AutoCAD? Então, acompanhe a Vobi e se mantenha atualizado! www.qualificad.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/blocos-para-sketchup Title: Blocos para SketchUp: Saiba Onde Encontrar e Como Baixar Meta Description: Neste artigo você aprenderá tudo sobre Blocos 3D para SketchUp. Como encontrar blocos de qualidade e os melhores sites para download de blocos para SketchUp. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/blocos-para-sketchup ## Headings Structure: H1: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H2: ‍Blocos para SketchUp: o que é e como usar H2: A importância de ter bons blocos H2: Encontrando blocos de qualidade H2: Melhores sites para download de blocos para SketchUp H2: ‍3d Warehouse H3: 1. Acesse a ferramenta H3: 2. Pesquise em idiomas diferentes H3: 3. Mude o filtro de pesquisa H3: 4. Pesquise por Products (produtos) H3: 5. Pesquise por coleções H3: 6. Utilize o filtro de propriedades H2: Otimizando blocos para SketchUp H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H2: ‍Blocos para SketchUp: o que é e como usar H2: A importância de ter bons blocos H2: Encontrando blocos de qualidade H2: Melhores sites para download de blocos para SketchUp H2: ‍3d Warehouse H3: 1. Acesse a ferramenta H3: 2. Pesquise em idiomas diferentes H3: 3. Mude o filtro de pesquisa H3: 4. Pesquise por Products (produtos) H3: 5. Pesquise por coleções H3: 6. Utilize o filtro de propriedades H2: Otimizando blocos para SketchUp H3: Continuar lendo H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Neste artigo iremos nos aprofundar no universo dos blocos para Sketchup. Utilizar essa ferramenta auxilia no desenvolvimento da sua maquete, otimizando o seu tempo de execução - evitando que você gaste horas modelando os próprios objetos - e trazendo mais realismo às suas imagens - quando escolhidas com critério de qualidade. Ao longo do texto você irá aprender sobre: Os blocos são elementos 3D já preparados para serem utilizados na composição da sua maquete eletrônica. Diversos softwares usufruem desse tipo de ferramenta, como o Revit, Autocad e Promob. E se você ainda não fez o download do SketchUp, sugiro fortemente que o faça, pois esse é o programa mais conhecido e utilizado na área de construção. As suas possibilidades são infinitas, visto que todo e qualquer objeto pode ser modelado tridimensionalmente. Por conta disso, hoje em dia, existem diversos sites que oferecem uma ampla biblioteca de blocos 3D destinados às mais diversas áreas e funcionalidades, desde itens decorativos, figuras humanas, à edificações completas. Tudo isso ao alcance de todos, online e muitas vezes disponível gratuitamente. O principal objetivo ao fazer uso dos blocos 3D é justamente o de complementar o projeto da maneira mais realista possível, dando vida aos ambientes. Eles têm a função de simular o layout e posicionamento do mobiliário e dos mais diversos acessórios de decoração, trazendo maior visibilidade e entendimento do espaço, principalmente para aqueles que são leigos na área. Com o intuito de auxiliar os profissionais dos mais diversos setores no desenvolvimento dos seus projetos, sua utilização traz vantagens e desvantagens. Dentre as vantagens estão: a facilidade de edição e alteração do projeto, a otimização do tempo de execução da maquete e grande variedade de opções disponíveis online prontas para uso. Porém, se por um lado a oferta por este produto é grande e de fácil acesso, por outro, a popularização fez com que surgissem muitos blocos de baixa qualidade, atrapalhando a procura dentro das bibliotecas 3D. A escolha por blocos de qualidade é que irá fazer com que suas imagens renderizadas atinjam um outro patamar. Essa etapa pode não parecer tão importante no começo, mas garantimos que esses detalhes são imprescindíveis para uma boa execução do seu projeto. O desenvolvimento de um projeto 3D requer atenção aos detalhes, pois são várias etapas a seguir até chegar ao projeto final. E um dos pilares de uma maquete eletrônica são os blocos de qualidade. Sendo influência direta no resultado final da renderização. Porém muitas pessoas ainda encontram dificuldades em baixar blocos para SketchUp grátis e de qualidade. Nós entendemos que você, profissional de arquitetura e construção, precisa não somente ter bons blocos em sua biblioteca pessoal, mas saber como encontrá-los, e nesse processo de busca existem alguns macetes que irão te ajudar. Existem três pontos essenciais a serem considerados no momento da sua pesquisa: A junção desses três pontos é que trará o realismo necessário ao objeto em questão. Se o bloco possui uma boa modelagem, texturas para SketchUp realistas e está na escala certa, muito provavelmente será um bom bloco. As três principais características para um bloco de qualidade citadas anteriormente, podem ser editáveis dentro do SketchUp. No entanto, visando a otimização do trabalho, é importante encontrar blocos que exijam o mínimo de edição possível - idealmente nenhuma. Para isso, é preciso treinar e apurar a sua visão na hora de pesquisar por itens para seu projeto. Você precisa sempre verificar e identificar objetos que sejam fiéis à realidade. De uma forma geral, blocos de qualidade ruim possuem linhas retas, sem contorno ou qualquer tipo de movimento ou caimento, dando uma sensação de “dureza”. Sabemos que muita gente ainda se sente insegura até mesmo em distinguir um bloco ruim de um bloco de qualidade. Em função disso, tomemos este exemplo: Perceba que a cama abaixo tem um aspecto “duro”, com linhas muito retas e rígidas na sua representação, além de materiais de baixa resolução e fora de escala. Ela não passa uma sensação de conforto, não é? Ao analisar um bloco, pense como se estivesse indo comprar esse objeto na vida real: “Eu gostaria de deitar nessa cama?” Se a resposta for não, significa que trata-se de um bloco ruim e que não possui aspectos reais para a sua modelagem. Ou seja, não transmite uma representação da realidade de forma fiel, o que prejudicará a execução de imagens realistas renderizadas. Já esta segunda cama possui muito mais polígonos em seu desenho, garantindo curvas e linhas mais fluidas que trazem movimento ao objeto. As texturas para SketchUp estão melhores inseridas e em escala. Note como ela passa uma sensação de conforto, diferentemente do primeiro exemplo. Assim deve ser um bloco de qualidade com representação realista fiel, capaz de enriquecer seu projeto 3D e consequentemente as imagens geradas. Conseguiu ver a diferença? Para ficar bem claro, veja a comparação: Após aprender a afinar o seu olhar na hora de identificar blocos bons e ruins, será necessário o trabalho de garimpar. Os bons blocos muitas vezes ficam perdidos em meio a um mar de tantos outros de baixa qualidade e isso muitas vezes pode onerar o seu tempo de trabalho dedicado a essa etapa. Por este motivo, para auxiliar na busca e otimizar seu tempo, separamos uma lista dos melhores sites para download de blocos para SketchUp. Confira: O primeiro e mais conhecido de todos é o 3D Ware House (vamos falar mais especificamente dele no próximo tópico). Aqui você irá encontrar milhares de opções de blocos para SketchUp grátis. Os blocos são totalmente gratuitos, só é preciso criar uma conta para acesso. Neste site os blocos são pagos, porém eles possuem uma biblioteca gratuita com mais de 400 itens de móveis e decoração. Vale a pena dar uma olhada! O site é para quem realmente deseja investir numa biblioteca pessoal, pois todos os blocos são pagos. Neste site você encontrará uma biblioteca grande de blocos para SketchUp grátis e opções pagas também. Aqui só é necessário criar uma conta para ter acesso aos blocos gratuitos. Outro site com onde é possível baixar blocos para SketchUp gratuitamente. Basta se registrar e começar a usar! Casoca é um dos melhores sites de blocos para Sketchup de produtos do mercado brasileiro. Os downloads são gratuitos e ilimitados, sendo necessário apenas registrar-se. Este site conta não somente com blocos para Autocad mas também para Sketchup. Ele oferece um plano gratuito onde é possível realizar o download diário de até 20 blocos. DICA BÔNUS: Ao escolher os materiais e objetos que serão utilizados em seu projeto fique atento às marcas. Muitas, hoje em dia, disponibilizam em seus sites o download do produto em 3D. Deseja fazer o download gratuito do Guia com os Melhores sites para download de blocos para Sketchup? Então basta clicar aqui! O 3D Warehouse (Armazém 3D), é um dos plugins para SketchUp com maior acervo gratuito online de blocos do mundo: cerca de 2.2 milhões de arquivos disponíveis. O Armazém 3D é um local livre para compartilhamento, sendo uma ferramenta capaz de unir as pessoas e permitir uma troca de experiências entre os profissionais. Uma herança deixada pela Google, ex-proprietária do SketchUp, que criou uma estrutura gigantesca de compartilhamento, a qual foi mantida e otimizada pela atual dona: a Trimble. Mas como dito anteriormente, em meio a milhares e milhares de blocos ofertados, é preciso criar filtros para que você encontre aquilo que você procura gastando menos tempo. Por isso, elencamos algumas boas práticas que irão te ajudar a usar essa ferramenta da melhor maneira. Existem duas maneiras de acessar a plataforma. A primeira é dentro do próprio SketchUp. Vá em Window (Janela) > 3D Warehouse (Armazém 3D) ou File (Arquivo) > 3D Warehouse (Armazém 3D) A segunda maneira é entrando diretamente no site. Depois de acessar basta descrever o que você procura na barra de pesquisa (search). E é aí que surge a primeira dica: pesquise em outros idiomas. O Armazém 3D está disponível em muitos países do mundo e, por isso, é possível realizar a pesquisa por blocos em diversos idiomas. Às vezes, você pode não encontrar algo em português e pesquisar em idiomas diferentes te dará uma gama de resultados bem maior. O ideal é realizar a pesquisa do mesmo bloco em português e em inglês para verificar as possibilidades de resultados de ambos os idiomas. Alguns blocos terão opções com mais qualidade em inglês e outros em português. A palavra “cadeira”,  por ex mplo, possui menos resultados se comparado ao termo em inglês “chair”. Essa dica irá fazer toda a diferença! No 3D Warehouse é possível filtrar sua busca  por relevância, popularidade, curtidas, autor, título, data de modificação e data adicionada. No entanto, como padrão, a ferramenta já vem configurada para mostrar o que ele acredita ser mais relevante, mas quase sempre esses não são os melhores resultados, por isso, é importante sempre filtrar utilizando os filtros Curtidas (Likes) e Popularidade (Popularity). Isso fará que modelos melhores, que outras pessoas já utilizaram e gostaram apareçam no topo da página, sendo assim, mais fácil de encontrar. Perceba que apenas com essa modificação, blocos com maior qualidade irão aparecer para você: Temos aqui uma novidade que veio para otimizar e irá te ajudar ainda mais a filtrar a sua busca. Recentemente foi adicionado a aba de Produtos (Products) onde estão disponíveis apenas modelos de produtos do mundo real de empresas verificadas. Dessa forma você visualiza os blocos de pessoas verificadas, em menor quantidade, porém com uma qualidade maior e mais segurança de inserir um bloco existente no mundo real. Pesquisar por coleções pode ser uma ótima alternativa. Ao escolher encontrar um bom bloco, procure saber se ele pertence a alguma coleção. Sem sim, é muito provável que nela você irá encontrar mais uma gama de blocos semelhantes que a mesma pessoa carregou. Ao achar um bloco de qualidade, acesse a página dele, clique em “ver detalhes” (see more details). Ao lado direito da página, você deverá encontrar “Coleções Relacionadas” (Related Collections), lá aparecerá alguns modelos relacionados ao bloco escolhido e que normalmente são blocos com qualidade similar, dos mesmos autores. O Filtro de Propriedades localiza-se à esquerda da página e através dele é possível filtrar por: • Tamanho do arquivo (file size) O tamanho do arquivo mostra o quanto este bloco pesa em MB. Sabemos que quanto mais pesado o arquivo do SketchUp tiver, maior é a tendência de ocorrer travamentos ou fechamentos inesperados. Portanto, é importante utilizar o filtro por tamanho para evitar realizar o download de arquivos muito pesados. • Quantidade de polígonos (polygons) Sabemos que quanto menos polígonos o bloco tiver, menos detalhado ele é e consequentemente menos realista. Por este motivo, esse filtro é super importante, pois quanto mais qualidade tem o bloco, naturalmente ele terá mais polígonos. Portanto, aumente o filtro mínimo de polígonos e o seu resultado de busca irá melhorar. Dê um Purge nos modelos baixados. Sempre que você insere um bloco 3D de qualquer site para download de blocos para SketchUp, eles podem chegar pesados, com elementos excessivos ou conter arestas e faces no que não estejam mais visíveis e que são completamente dispensáveis. Desta forma, cabe ao usuário analisar e remover o que for necessário. Nós recomendamos sempre realizar uma limpeza em seu arquivo. E é possível fazer isso utilizando um recurso do próprio SketchUp, o “Purge”. Vá em Window (Janela)> Model Info (Informações do modelo) > Statistics (Estatísticas) > Purge unused (Eliminar não usados) E pronto! Seu arquivo estará mais limpo e leve. www.arquitetoleandroamaral.com www.blog.totalcad.com.br www.cursosmauriciocamargo.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/briefing-para-arquitetura-guia-completo-com-modelo-de-questionario Title: Briefing de Arquitetura: Guia Simples e Completo Meta Description: Guia simples para elaborar um Briefing de Arquitetura eficiente e otimizar seu tempo, reduzindo as modificações do projeto e deixando seu cliente realizado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/briefing-para-arquitetura-guia-completo-com-modelo-de-questionario ## Headings Structure: H1: Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo H2: O que é Briefing? H2: Vantagens de um Briefing de Arquitetura bem elaborado‍ H2: O segredo para um Briefing de Arquitetura de alto desempenho H2: 5 elementos de um bom Briefing de Arquitetura H3: 1. Objetivos H3: 2. Estilo de vida H3: 3. Necessidades x Desejos H3: 4. Orçamento H3: 5. Elementos técnicos H2: Modelo de Questionário de Briefing para Arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo H2: O que é Briefing? H2: Vantagens de um Briefing de Arquitetura bem elaborado‍ H2: O segredo para um Briefing de Arquitetura de alto desempenho H2: 5 elementos de um bom Briefing de Arquitetura H3: 1. Objetivos H3: 2. Estilo de vida H3: 3. Necessidades x Desejos H3: 4. Orçamento H3: 5. Elementos técnicos H2: Modelo de Questionário de Briefing para Arquitetura H3: Continuar lendo H4: Tipos de briefing de arquitetura: aprenda como fazer cada um H4: Tipos de briefing de arquitetura: aprenda como fazer cada um H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Todo projeto, independente do tamanho ou da categoria, deve começar com um bom briefing de arquitetura. Fazer as perguntas certas, nesta primeira etapa, pode ser uma ferramenta poderosa que irá auxiliar a expressar os sentimentos dos clientes em uma proposta adequada em todos os sentidos: financeiro, estético e funcional. Além disso, ter um bom roteiro ajuda na melhor gestão de tempo, pois, estando de acordo com as expectativas do cliente na hora da apresentação, torna-se possível minimizar o retrabalho e a quantidade de modificações solicitadas. Neste artigo, serão abordadas, de forma simples e clara, as orientações para elaboração de um briefing de arquitetura de alto desempenho. Confira: No cotidiano profissional dos arquitetos e designers, é chamado de “Briefing” a reunião inicial realizada com o cliente, onde o mesmo expõe suas necessidades, desejos e informações técnicas necessárias para dar início ao planejamento. O documento produzido nesta entrevista deve conter todos os dados fundamentais para a orientação e elaboração do projeto, desde a concepção até a conclusão. 1. Direcionamento: Qual revestimento escolher em meio a tantos disponíveis? Fazer uma cozinha com o conceito aberto ou tradicional? Projetar algo que o cliente não pediu é o maior erro que se pode cometer. Arquitetura é produção de sonhos, por isso, é importante conhecer a história do cliente. Entender bem suas necessidades garantirá uma excelente relação profissional. 2. Otimização de tempo: Sabendo quais as preferências do cliente, fica muito mais fácil de começar o desenvolvimento do projeto e, consequentemente, as demais etapas fluem conforme o planejado, garantindo o cumprimento de prazos. Assim, se torna possível otimizar o tempo, além de conseguir dedicar-se a outras atividades.‍ 3. Retrabalhos: Refazer um trabalho é um atraso na rotina de qualquer escritório de arquitetura. Entendemos bem que "tempo" é um fator escasso para todos. Neste caso, o briefing de arquitetura entra com a função de reduzir a margem de insatisfação, pois, com as informações corretas, há menos chances de acontecerem erros ao longo do percurso.‍ 4. Diga adeus às “múltiplas versões”: Quem nunca precisou fazer diversas versões de um mesmo projeto? Ao montar o briefing corretamente, isso não deverá mais existir. Ele permitirá fazer uma versão assertiva da proposta, aumentando as chances de aprovação, evitando gerar mais dúvidas e indecisões.‍ 5. Organização e planejamento: O principal objetivo do briefing de arquitetura é reunir as informações mais relevantes sobre as necessidades do cliente. Dessa forma, todas as informações essenciais para a elaboração do projeto estarão à mão. Para surpreender o cliente sempre de forma positiva, é preciso desenvolver o programa de necessidades em conjunto, de maneira colaborativa, e fazer as perguntas certas, ficando atento para “pescar” coisas que o cliente possa estar esquecendo, além de auxiliar no balanceamento de informações distorcidas ou possíveis exageros. Apesar de ser algo subjetivo - cada arquiteto acaba desenvolvendo sua própria maneira de conduzir - a estruturação de um bom briefing deve seguir um procedimento padrão bem estruturado que diminua as chances em que situações inconvenientes ocorram na hora de fazer o projeto, reduza o tempo gasto em modificações de plantas e aumente consideravelmente a aceitação das ideias já na primeira apresentação. Afinal, menos alterações é igual a mais dinheiro no bolso e mais tempo para focar em outros projetos, não é mesmo?! Pode parecer óbvio, no entanto, poucos são os que realmente param e se dedicam a estruturar passo a passo a reunião com o cliente, previamente. Fique atento! É importante analisar se, sempre após a reunião, tornou-se comum precisar contatar novamente o cliente, a fim de tirar alguma dúvida que deveria ter sido esclarecida na entrevista ou mesmo se certificar de alguma informação faltante. Na hora de realizar a entrevista inicial com o cliente, existem diversos tipos de briefing de arquitetura diferentes que devem ser considerados de antemão, pois direcionarão a conversa. Seja uma reforma residencial, comercial ou de design de interiores, o fato é que, de maneira geral, existem 5 fatores que devem estar presentes em qualquer um dos modelos. E para entender melhor cada tipologia, confira nosso artigo completo sobre tipos de briefing de arquitetura. Na hora de buscar um arquiteto para realizar um projeto de arquitetura e/ou interiores, todo cliente possui um objetivo. E aqui estão alguns exemplos: Após um primeiro contato, entender o objetivo do cliente em contratar os seus serviços, pode ser o ponto de partida para balizar as demais perguntas a serem feitas durante o briefing. Se o cliente estiver, por exemplo, apenas reformando um apartamento para investimento, não faz sentido perguntar a ele sobre sua rotina ou se pretende ter mais filhos, não é verdade?! Fazer esse tipo de pergunta para um cliente com perfil empresarial poderá ocasionar o efeito contrário ao desejado. Nessa fase de levantamento de informações, cada detalhe é importante. É nesse elemento que estão escondidos itens que poderão ser decisivos na aprovação do projeto. Há quem compare a profissão do arquiteto à de um psicólogo e, pensando bem, faz todo sentido! Na hora do briefing é preciso entender todas “as dores” do cliente, mas sem ser direto. Quanto maior for a empatia, maior as chances de conseguir abertura e informações relevantes que não seriam extraídas em uma conversa rápida e direta. Lembre-se que o tempo “perdido” em uma conversa agradável, irá proporcionar muito mais tempo livre lá na frente. Por isso, busque explorar questões subjetivas, como por exemplo: Na hora da apresentação, ver itens que remetem a coisas afetivas, aumenta consideravelmente o índice de satisfação, pois o cliente se sentirá realmente importante. Assim sendo, entenda a rotina da família: Pode parecer simples, mas faz toda a diferença na hora de definir o layout e as divisões internas dos cômodos, definir a decoração, os materiais a serem utilizados e até mesmo a distribuição interna dos armários. Por exemplo, imagine o cenário de um casal de clientes que ama surfar, onde será necessário pensar em uma solução para guardar as pranchas. Veja que um questionamento simples é capaz de influenciar diretamente nas decisões do projeto: Para “bater o martelo”, deve-se ter entendido muito bem quais são as expectativas. Estas questões não teriam surgido se, ao realizar o questionário de briefing para arquitetura, não houvesse tido uma preocupação em conhecer os hobbies do casal.‍ Compreender e estar bem alinhado com o cliente sobre a diferença de suas necessidades e seus desejos é algo fundamental para que se tenha 100% de aprovação na entrega final do  projeto e, consequentemente, da obra. Entende-se por necessidades os pontos que são essenciais e que não podem ser deixados de lado. Já os desejos, estão muito relacionados ao fator financeiro: são itens que o cliente gostaria muito que fossem incluídos, mas que não são indispensáveis ao projeto. O papel do arquiteto, neste caso, é avaliar se o que o cliente aponta como obrigatório é realmente algo indispensável e entregar para ele algo que atenda às suas reais necessidades. Por exemplo, um cliente pode mencionar que precisa de duas cubas para lavar roupas, mas ele mora sozinho e lava a roupa em uma lavanderia do bairro. Ele pode ter visto uma referência em uma série de TV ou em uma revista e tomou essa informação como verdade absoluta. Cabe ao profissional explicar que apenas uma cuba é suficiente para sua demanda e que, no lugar da cuba obsoleta, ele poderia colocar algo de maior utilidade. Exemplos de perguntas de necessidades: Exemplo de perguntas de desejo: Este é, com certeza, um dos elementos mais importantes a serem discutidos com o cliente durante a realização do briefing de arquitetura. É necessário que a conversa seja clara e transparente por ambas as partes, do contrário, a frustração será uma consequência esperada. Quando não consegue-se compreender qual o real orçamento disponível para o projeto e para a execução da reforma ou da construção, o profissional pode acabar especificando itens e gerando o desejo de um revestimento, de um móvel ou de uma iluminação, no qual não há como custear. Por isso, se o cliente estiver “fugindo” do assunto orçamento, é fundamental ressaltar a importância de ser claro e tentar fazer perguntas um pouco mais diretas, direcionando-o para respostas mais esclarecedoras. Nesta etapa, aproveite para solicitar as informações técnicas que são indispensáveis para o desenvolvimento do projeto em questão. Diante disso, nem sempre o cliente saberá responder a todas as perguntas, mas poderá orientá-lo sobre onde conseguir as informações. Exemplo de perguntas técnicas: Seria errado afirmar que existe um modelo único de questionário de briefing para Arquitetura e que as perguntas a serem feitas devem sempre ser as mesmas. Até porque, cada cliente e cada projeto possui suas próprias peculiaridades e irão demandar questionamentos específicos que ofereçam as respostas consideradas fundamentais para a elaboração do projeto. Porém, para dar o primeiro passo, seguem abaixo algumas perguntas que poderão auxiliar a ter mais clareza na hora de elaborar um roteiro de perguntas, diminuindo o retrabalho e otimizando o tempo, possibilitando até a execução de um briefing de arquitetura online. 1. Dados de contato do seu cliente: 2. Conhecendo o seu cliente:‍ 3. Entendendo os elementos limitadores: 4. Solicitando os dados técnicos: E para facilitar ainda mais, na Vobi, oferecemos gratuitamente um modelo de Questionário de Briefing para arquitetura para download gratuito. Para adquirir basta clicar aqui e preencher o formulário! Concluindo, o briefing de arquitetura é uma etapa que demanda dedicação e paciência, mas que fará a diferença no desenvolvimento de um projeto. Mesmo que ainda esteja no início, não se preocupe! Aos poucos, um roteiro que se adeque perfeitamente ao perfil do cliente ideal para o seu escritório começará a tomar forma e este processo será natural. Não importa o tempo de experiência ou quais perguntas serão feitas. Busque sempre compreender e conhecer muito bem as necessidades do cliente, colocando-o como prioridade. Dessa forma, você estará no caminho certo para aumentar cada vez mais a assertividade de seus projetos e ter clientes realizados. www.firstinarchitecture.co.uk www.houseplanshelper.com www.blog.vejaobra.com.br www.arquitetoleandroamaral.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/burocracia-em-ruina-a-tecnologia-a-favor-das-reformas-de-casas Title: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor da arquitetura Meta Description: Porque os processos tradicionais, na arquitetura estão com os dias contados e como utilizar novas tecnologias para evitar que seu negócio se torne ultrapassado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/burocracia-em-ruina-a-tecnologia-a-favor-das-reformas-de-casas ## Headings Structure: H1: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H2: Por que o setor de construção está estagnado na era analógica? H2: Como a tecnologia pode auxiliar no processo de reformas? H3: 1. Softwares de gestão para aumentar a produtividade H3: 2. Técnicas de pré-fabricação e construção modular H3: 3. Visualização de projeto em 3D e realidade virtual H3: 4. Personalização do design H3: 5. IoT (Internet das coisas) H2: Quais as vantagens para os profissionais e para os consumidores? H3: 1. Maior rapidez na reforma H3: 2. Maior qualidade de materiais H3: 3. Ambientalmente sustentável H3: 4. Mais segurança H2: O futuro das moradias H2: E o que o seu escritório de arquitetura e interiores está fazendo para se tornar mais digital e eficiente? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H2: Por que o setor de construção está estagnado na era analógica? H2: Como a tecnologia pode auxiliar no processo de reformas? H3: 1. Softwares de gestão para aumentar a produtividade H3: 2. Técnicas de pré-fabricação e construção modular H3: 3. Visualização de projeto em 3D e realidade virtual H3: 4. Personalização do design H3: 5. IoT (Internet das coisas) H2: Quais as vantagens para os profissionais e para os consumidores? H3: 1. Maior rapidez na reforma H3: 2. Maior qualidade de materiais H3: 3. Ambientalmente sustentável H3: 4. Mais segurança H2: O futuro das moradias H2: E o que o seu escritório de arquitetura e interiores está fazendo para se tornar mais digital e eficiente? H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A indústria de reforma e construção tem crescido aos trancos e barrancos nos últimos anos. Devido à popularização dos programas de decoração, cada vez mais pessoas desejam reformar suas casas. Com isso, a demanda por serviços de construção é alta, os prazos são apertados e profissionais qualificados são difíceis de encontrar. Apesar do setor de construção civil ser o maior do mundo e, no Brasil, ser o que mais cresce, a falta de cultura tecnológica é significante. Trata-se de uma indústria ainda muito burocrática e com processos engessados. A etapa de planejamento de projeto, por exemplo, permanece descoordenada entre tarefas administrativas dentro do escritório e visitas de campo que, na maioria das vezes, são feitas em papel. Os contratos de serviços prestados não incluem incentivos para compartilhamento de risco e inovação; a gestão de desempenho é inadequada, e a gestão de suprimentos pouco sofisticada. Pensando nisso, este artigo irá abordar mais a fundo sobre o porquê dos processos tradicionais, dentro desse setor, estarem com os dias contados, e como utilizar as novas tecnologias a seu favor para evitar que a sua empresa se torne ultrapassada. O fato é que a indústria ainda não abraçou as novas tecnologias digitais, e existe pouco investimento. Sendo o setor de construção, um dos mais importantes campos econômicos no Brasil, é muito perigoso as empresas não se reinventarem hoje. A Autodesk lançou, em junho de 2020, um estudo global “Transformação Digital: O Futuro da Construção Conectada”, da consultoria IDC. De acordo com a pesquisa, que ouviu 835 profissionais de grandes construtoras em 12 países da Europa, Américas e Ásia, incluindo o Brasil, 72% das companhias acreditam que a transformação digital é uma prioridade. O aumento da procura por construções ambientalmente sustentáveis também é um indício de que as práticas tradicionais devem mudar. A redução de mão-de-obra qualificada só irá piorar e todos os que se encontram dentro desse processo, desde o cliente, arquiteto, até o auxiliar de pedreiro, sofrem com a pressão de fazer mais, gastando menos e entregando mais rápido. São problemas importantes que requerem novas formas de pensar e agir. No entanto, sob uma perspectiva otimista, esses são ótimos problemas. Pois, são evidências da vasta gama de oportunidades que existem para construtoras, empresas de tecnologia, arquitetos e designers que enxergam que atrás desses grandes problemas existem grandes soluções. Mesmo que a passos de tartaruga, mais e mais, será possível ver a mudança na mentalidade do setor, a medida em que se for percebido os benefícios que a implementação da tecnologia pode causar em sua operação. Nesse caso, a crise do Covid-19, de certa forma, “forçou” a aceleração desse processo que já vem acontecendo. Uma pesquisa realizada pela McKinsey & Company aponta que o setor será radicalmente diferente dentro de cinco a dez anos. Foram consideradas as principais mudanças e tecnologias que serão responsáveis por transformar a indústria de reforma e construção e torná-la mais eficiente nos próximos anos: Tecnologias que impulsionam a produtividade e agilizam a coordenação entre os fabricantes, distribuidores, construtores, arquitetos e empreiteiros são a chave para se destacar perante a concorrência, e as grandes empresas da indústria já têm percebido isso. Em 2018, a Autodesk anunciou a aquisição da PlanGrid - um aplicativo conhecido por ter ajudado a levar plantas de construção do papel para o iPad. Essa iniciativa se encaixa na visão da Autodesk de caminhar em direção a integração de tecnologias digitais que tornarão mais fáceis e eficientes a execução de projetos. Nas palavras do CEO Andrew Anagnost: E não se trata de uma tendência passageira. A Vobi, por exemplo, tem desenvolvido uma plataforma com o objetivo de simplificar a vida dos profissionais da área. Através da ferramenta, arquitetos, designers e seus clientes conseguem colaborar, planejar, criar orçamentos, realizar compras e fazer pagamentos a fornecedores de produtos ou serviços envolvidos em um projeto, em um único local, tudo de forma digital. Tomemos como exemplo as fábricas de automóveis. Elas investem anos no desenvolvimento do design de um novo modelo, no entanto, após esse processo, centenas de milhares de carros, desse mesmo modelo, são vendidos. Em outras palavras, eles aproveitam as “eficiências de escala”, visto que o custo do adiantamento do desenvolvimento do design acaba sendo prevalecido pela grande escala de produtos vendidos posteriormente. Dentro do âmbito da arquitetura e construção, investe-se muito tempo e dinheiro na elaboração de um projeto de uma casa, e no final das contas apenas uma casa é vendida. Por que, então, não se inspirar no processo das indústrias automobilísticas e aplicar esse mesmo conceito criando casas pré-fabricadas e moduláveis que aumentem a eficiência e produção em escala? O obstáculo se encontra no fato de que as empresas precisariam de ferramentas e maquinários específicos, profissionais qualificados, softwares e uma complexa logística e distribuição para obter sucesso. Qualquer um que queira competir nesse meio terá que possuir capital e investidores de peso. E, aparentemente, é o que vem acontecendo. Segundo a CNBC, o Alexa Fund da Amazon investiu na start-up Plant PreFab como seu primeiro passo em direção à construção pré-fabricada, dando sequência ao plano de usar a automação para construir residências mais rapidamente e a custos mais baixos. Quando um cliente busca fazer uma reforma ou construção, tradicionalmente, ele acaba tendo que pesquisar em diversos sites, visitar lojas, pedir a opinião de amigos, família e profissionais antes de decidir como deseja que sua casa fique. Hoje em dia, existem diversas fontes de inspiração disponíveis a quem quer que seja. No entanto, de acordo com dados de uma pesquisa realizada pela RenoWorks, ainda há pouca confiança dos usuários nessas fontes. Essa falta de confiança resulta no que podemos chamar de “paralisia do design”, onde clientes são bombardeados com tantas informações advindas de tantas fontes que os impedem de tomar uma decisão definitiva. E para piorar, muitos acabam se arrependendo das escolhas feitas, fazendo com que haja uma frequência nas alterações do projeto. Isso tudo, porque, muito provavelmente, as ferramentas de visualização do projeto, ou foram inexistentes, ou não condiziam com a realidade, criando um desalinhamento de expectativas. Toda essa incerteza leva a ineficiência e atrasos no projeto que acabam repercutindo nos prazos da obra, como em um efeito dominó. Tendo isso em vista, a visualização de um projeto em 3D é essencial para minimizar as indecisões e inseguranças do cliente, justamente por poder mostrar, de forma realista, exatamente como o projeto irá ficar quando finalizado. E dentro desse quesito, existem diversos softwares que já oferecem ferramentas para modelagem de maquete e renderização de imagens hiper realistas, como por exemplo, o SketchUP e Vray, que são os mais utilizados no Brasil. Mas o que vem mudando, é o surgimento da realidade virtual aplicada a esses softwares 3D. Hoje é possível renderizar imagens em 360º, fazendo com que o cliente se sinta dentro do espaço e possa ter uma noção ainda mais realista do projeto. Ler mais sobre “Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente”. Avanços tecnológicos - desde aplicativos que ajudam a escolher uma cor, até ferramentas como impressoras 3D - estão simplificando mais do que nunca a personalização de uma casa. Durante essa última década, com o aumento do uso de smartphones, as pessoas criaram expectativas de que aplicativos podem tornar suas vidas mais fáceis. Essa expectativa impacta na maneira como as empresas desenvolvem suas ferramentas. O aplicativo ColorSnap, por exemplo, cria paletas de cores baseadas em uma imagem. Basta uma foto para que o app instantaneamente analise e mostre as cores correspondentes. Outro ponto é a ascensão das impressoras 3D que tem conferido às pessoas a habilidade de customizar produtos. No mercado de decoração, elas têm feito sucesso por ser uma alternativa para atender ainda melhor o cliente, dando a ele exatamente o que deseja. Essa tecnologia está se aproximando cada vez mais dos consumidores e acredita-se que em breve, grande parte das pessoas irá desejar ter uma máquina dessas em casa, assim como ter um computador ou um celular. A próxima fronteira não é apenas a de desenvolver novas ferramentas tecnológicas para reformas e construções, mas também adaptar as construções existentes ao surgimento de novas tecnologias. De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (AURESIDE) em 2018, dispositivos IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) estarão presentes em 53,9% das residências nos EUA até 2023. O mesmo estudo revelou que, até 2015, o Brasil ocupava a sexta posição em mercado de automação e desde então revelou uma grande tendência a subir de posição. A IoT consiste na utilização da tecnologia para conectar itens comuns do cotidiano e, dessa forma, facilitar o acesso a eles. Ela possibilita a conexão entre eletrodomésticos, mobílias, meios de transporte e sistemas de segurança, som e iluminação. Tornando possível o surgimento de novas maneiras de lidar com a organização e o planejamento das tarefas domésticas. A integração entre diversos dispositivos como celular, relógios inteligentes e assistentes de voz nos permite uma maior comodidade. Caminhamos para um futuro em que será difícil ter um lar sem esse tipo de tecnologia. Ler mais em “Automação residencial, a casa inteligente”. A McKinsey & Company divulgou em 2016 uma pesquisa que apontou que grandes obras, geralmente, ultrapassam 20% do tempo programado para serem concluídas. Devido às invenções modernas, bem como tecnologia a laser e dispositivos inteligentes, as reformas das casas requerem bem menos tempo de execução se comparado a antigamente. Em uma marcenaria, máquinas são capazes de realizar determinada tarefa em minutos, o que levaria horas ou dias para ser feita manualmente, necessitando de muito menos tempo e esforço da mão-de-obra, resultando em mais economia, segurança e rapidez de entrega. A tecnologia está sempre trabalhando para produzir produtos mais leves, mais fortes e com maior durabilidade. Com o passar dos anos, surgiram novas qualidades de plásticos, fibras de carbono, fibras óticas, metais menos reagentes, produtos menos tóxicos. E com a produção em massa desses produtos, o preço tem se tornado cada vez mais adequado ao bolso do consumidor. Atualmente, existem diversas opções de revestimentos no mercado, desde porcelanatos, pisos vinílicos, painéis em MDF, até adesivos que surpreendem pela reprodução fiel dos efeitos como os de madeira, mármore, cimento queimado, pedra e tecido. Por muito tempo, as imitações de revestimentos, não eram bem vistas no âmbito da arquitetura e interiores, pois não passavam veracidade. Mas com a ajuda da tecnologia, as réplicas se tornaram uma ótima alternativa para diminuir os custos de uma obra, pois possuem um valor bem mais em conta se comparado com o material original. Com elas é possível obter o mesmo resultado, sem a utilização da matéria-prima, em sua maioria advinda da natureza, o que as tornam muito mais ambientalmente sustentáveis. E por falar em ambientalmente sustentável, provavelmente o melhor avanço que a tecnologia tem conferido ao contexto das reformas de casas seja a possibilidade de atribuir práticas ecologicamente corretas. Em virtude do surgimento de painéis solares, iluminação LED e uma série de “tecnologias verdes”, hoje, é possível reformar e construir sem causar tanto desperdício e impacto ao meio ambiente. E isso significa também economia de dinheiro! Estudos desenvolvidos na Escola Politécnica da USP, em 2018, concluíram que as perdas de materiais chegam a 8% e as perdas financeiras, inclusive aquelas relativas a custos de retrabalhos, chegam a 30% na construção civil. Sistemas remotos têm sido um grande divisor de águas no campo da reforma e construção. Muitas das tarefas mais arriscadas podem ser executadas por máquinas operadas remotamente por um humano, reduzindo as chances de acidentes, danos, gastos e atrasos que poderiam ocorrer. A crise do Covid-19 acelerou dramaticamente a ruptura no ecossistema que já havia mostrado indícios antes mesmo da pandemia. Em tempos como esse, é preciso refletir sobre como será o “novo normal” dentro do setor, para assim tomar decisões estratégicas que o façam se destacar perante a concorrência. Não há dúvidas de que, gradualmente, a tecnologia tem se feito presente em nossas vidas. E será de maneira cada vez mais inteligente. Atualmente, já estamos transitando de aparelhos sensíveis ao toque (touch), para aparelhos ativados por comando de voz. Dentro de dez anos, os dispositivos se tornarão mais intuitivos, e anteciparão ações e vontades dos usuários. Esse será o novo normal. Com acesso a calendários, e-mails e redes sociais, o seu celular já sabe muito mais sobre você do que qualquer pessoa, e logo ele será capaz de realizar previsões baseadas em seus movimentos e fazer com que sua casa se adapte a isso. Você entrará em casa e automaticamente será criado um ambiente personalizado de acordo com o seu humor e as suas necessidades, como ajustar a temperatura, abrir as cortinas, fazer sugestões de refeições saudáveis para o jantar baseado no que tem dentro da geladeira e na quantidade de calorias ingeridas naquele dia, monitorar sua saúde e lembrá-lo de tomar o seus remédios. Ao mesmo tempo em que a presença digital irá aumentar, ela também se tornará mais integrada. O Wi-Fi, por exemplo, já começou a ser integrado nas paredes das novas construções, fornecendo um perfeito sinal de conectividade em qualquer lugar da casa. Vivemos em um mundo onde é possível conectar sua cafeteira à internet e fazer seu café via Bluetooth. Se até sua cafeteira já se tornou digital e seu escritório ainda não, o que isso diz sobre você? Automatizar os processos de trabalho da sua empresa e torná-los digitais irá aumentar sua produtividade e organização. Por isso, é essencial escolher um bom software que auxilie o seu negócio a crescer e se destacar no mercado. A Vobi tem como objetivo empoderar pequenos profissionais do setor, como arquitetos e designers, sanando problemas que afetam produtividade e faturamento, enquanto os prepara para o “novo normal”. A gente percebeu que os profissionais estavam sobrecarregados em tarefas manuais e repetitivas, utilizando papel e, no máximo, o excel como principal ferramenta de trabalho, sem tempo para focar em seu core business e crescer o negócio. Foi aí que enxergamos a oportunidade de ajudar esses pequenos empreendedores. Com a plataforma, o profissional consegue gerenciar e centralizar todas as etapas de um projeto de forma online e intuitiva. É possível, por exemplo, criar orçamentos de forma automatizada, acessando um catálogo com mais de 50 mil produtos, gerenciar pagamentos e dar acesso aos clientes finais para que eles possam acompanhar o andamento da obra. Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. E uma coisa é certa: não importa como você se sente quanto aos avanços da tecnologia. O fato é que ela já é uma realidade e incorporá-la ao seu negócio é inevitável. Se usada corretamente, ela irá ajudá-lo a ter mais liberdade para focar no que você mais gosta de fazer. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/calendario-de-eventos-2023-para-arquitetura-e-construcao-civil-quais-datas-ja-estao-reservadas Title: Calendário de eventos 2023: quais datas já estão reservadas Meta Description: Confira as datas que você precisa reservar na sua agenda para não perder nenhuma mostra ou feira. Os eventos de 2023 ampliam seu repertório e networking! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/calendario-de-eventos-2023-para-arquitetura-e-construcao-civil-quais-datas-ja-estao-reservadas ## Headings Structure: H1: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H2: Por que frequentar os eventos de arquitetura para 2023? H3: Contato com as principais tendências H3: Oportunidades de novas parcerias H3: Possibilidade de fazer networking H2: Quais os eventos da construção civil confirmados em 2023 H3: CASACOR H3: Expo Revestir H3: DW! - Design Weekend H3: FEICON H3: ABCasa Fair H3: ABRAFATI SHOW H3: LARE EXPO H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H2: Por que frequentar os eventos de arquitetura para 2023? H3: Contato com as principais tendências H3: Oportunidades de novas parcerias H3: Possibilidade de fazer networking H2: Quais os eventos da construção civil confirmados em 2023 H3: CASACOR H3: Expo Revestir H3: DW! - Design Weekend H3: FEICON H3: ABCasa Fair H3: ABRAFATI SHOW H3: LARE EXPO H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? É fundamental que os arquitetos e profissionais da construção civil estejam atualizados sobre as novas formas de construção, de tecnologia e dos materiais. Para isso, existem diversos eventos anualmente que esses profissionais não podem faltar. E afinal, você sabe da importância dos eventos de 2023 e quais já possuem data marcada? Com inúmeras apresentações e debates sobre inovações e tendências, esses encontros reúnem diversos profissionais e promovem marcas, também, ampliam as redes de relacionamento e a conquista de empresas parceiras. Compreender, na prática, a performance de materiais e sistemas é muito importantel. Conhecer de perto sobre dimensões, cores, texturas, ambientações e outros quesitos, são essenciais para aumentar o repertório para futuras especificações nos projetos. Logo, se você é arquiteto, designer de interiores ou engenheiro, busque marcar presença nos eventos mais relevantes do ano. Descubra a seguir: A grande parte das feiras acontecem anualmente, algumas delas a cada dois anos, por isso, é necessário sempre a apresentação de inovações que representem as tendências de mercado nos próximos meses e/ou anos. As marcas que participam dessas mostras trabalham para se diferenciar de seus concorrentes. Com isso, acompanhar os eventos 2023 é uma ótima oportunidade para você se manter atualizado sobre o mercado, entendendo o que ainda pode ser utilizado em seus projetos. Além do mais, escutar e trocar experiências com profissionais mais experientes pode contribuir para aumentar seu repertório e te inspirar para conceber futuros projetos abastecidos de inovação. As feiras da área da construção civil reúnem marcas e profissionais interessados em formar parcerias. Sendo essa, uma grande oportunidade para contratar novos fornecedores e organizações. Fique atento aos eventos 2023 para fechar novos contratos com essas marcas que disponibilizam melhores condições de preços e prazos financeiros. Assim como a Vobi, que reúne todos seus benefícios em um só lugar, as feiras agrupam diversos profissionais e empresas que você jamais teria oportunidade de interagir se você ficasse só no seu escritório. Ou seja, indo a essas mostras de arquitetura e construção civil, fica muito mais fácil de ampliar sua rede de contatos e relacionamentos. Além de trocar experiências, você pode abrir portas para indicações e parcerias de projetos. Isto é, você pode conhecer diversas pessoas e aumentar a chance de fechar mais negócios. A CASACOR é um dos eventos mais reconhecidos da área, sendo considerada a maior e mais completa mostra de arquitetura, design, decoração e paisagismo das Américas. Todos os anos acontecem edições em várias localidades do território nacional, e também em outros países como Bolívia, Equador, Peru e Miami. Em 2022, a CASACOR São Paulo alcançou um público de mais de 115 mil pessoas. O CEO da Casa Cor explicou que a localidade do evento - o Conjunto Nacional - possui fácil acesso e, por isso, trouxe um público mais plural. Novamente, a mostra anuncia sua temporada 2023 no mesmo local, situado na Avenida Paulista - coração da cidade de São Paulo. As edições de 2022 com localidade no nordeste, ainda acontecem no presente momento. Todavia, já existe previsão do período para o próximo ano. Para saber sobre as datas dos eventos de 2023 em cada cidade, acompanhe o site oficial da CASACOR, onde é disponibilizado mais informações. No momento, os locais e datas confirmados foram: A maior feira de revestimento da América Latina, traz há mais de 20 anos, tendências em cerâmicas, madeiras, laminados, mosaicos, cimentícios, rochas, louças sanitárias e metais para cozinhas e banheiros. A Expo Revestir 2023, já possui data marcada para os dias 14, 15 e 16, das 10h às 19h e no dia 17 acontece das 10h às 17h.  Agora, de “casa nova”, a edição acontecerá no São Paulo Expo. E por esse motivo, será possível dobrar o tamanho comparando com as edições realizadas anteriormente. Os promotores do evento garantem que com a duplicação do espaço, os visitantes terão uma experiência inédita, o qual será motivo de conexão com tecnologias, tendências e conceitos dos novos rumos da construção civil. O Presidente do Conselho de Administração da Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres), destaca que: Com o slogan “Trilhando novos caminhos”, a Expo Revestir 2023 contará com mais de 300 marcas que apresentarão suas tendências e novas tecnologias. Arquitetos, designers de interiores, engenheiros e todos os outros profissionais da área terão acesso a novos formatos, texturas, padronização e composições. A novidade desta 21ª edição será que o FIAC - Fórum Internacional de Arquitetura e Construção, passa a ser FIER (Fórum Internacional Expo Revestir). A simultaneidade dos eventos, irá trazer diversas palestras e debates sobre arquitetura, design, sustentabilidade e inovação. Diante desses eventos 2023, a NürnbergMesse Brasil também anunciou a criação de outro que irá acontecer em paralelo com a Expo Revestir. Surge então, a criação do Haus Decor Show que irá apresentar as mais conceituadas marcas de tintas, vernizes, iluminação e automação residencial. Se você é um profissional da área, não perca a oportunidade de fechar negócios, fazer networking e se atualizar. Faça parte da cadeia produtiva da construção civil! Acompanhe o site oficial do evento para não perder o credenciamento e demais informações, clique aqui para ter acesso. Abrindo a temporada de eventos 2023, a Design Weekend vem para promover a cultura do design inserindo-a em áreas como decoração, artesanato, urbanismo, inclusão social e digital, negócios e sustentabilidade. A Semana de Design de São Paulo é realizada anualmente e engloba diversas palestras, visitas guiadas, exposições, feiras de negócios, premiações, lançamentos em vários locais (distritos de design). Esse ano a DW! acontecerá de 11 a 19 de março de 2023. Para saber mais sobre esse evento, acompanhe no site oficial e cadastre seu e-mail na newsletter para receber notícias exclusivas do festival e do universo do design, arquitetura e decoração. A FEICON é um evento que reúne os principais setores da construção civil e arquitetura, apresentando mais de 700 expositores dos macrossetores de instalações, acabamentos, externos e estruturas. Conheça cada um deles: Esse evento conta ainda em oferecer a experiência focada em conteúdo, inovação, relacionamento e negócios. A FEICON acontecerá entre os dias 11 a 14 de abril de 2023, das 10 h às 20 h, no São Paulo Expo, localizado na cidade de São Paulo, SP. O credenciamento para a 27ª edição da Feicon ainda não está disponível. Para mais informações, acesse o Site Oficial da FEICON e não deixe de acompanhar as novidades por lá. A ABCasa Fair é uma feira organizada pela ABCasa (Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores), sendo ela uma das maiores feiras de artigos de casa e decoração do mundo. Esse é um dos eventos 2023, que também apresenta as principais novidades dos segmentos de artigos para casa, decoração, presentes, utilidades Domésticas, festas, flores e têxtil. Atualmente, a feira possui duas edições, compondo a agenda com as seguintes datas: Se você é arquiteto, decorador e/ou designer de interiores, e quer realizar o credenciamento, clique aqui para acessar o site do evento. A ABRAFATI SHOW é uma exposição internacional de fornecedores para tintas, ela tem como premissa estimular a inovação, disseminar conteúdo e conhecimento e proporcionar oportunidades de relacionamento e impulso para negócios. Em relação à edição passada (2022), o site oficial traz os seguintes dados: Com intuito de apresentar as mais interessantes novidades sobre tintas e solventes, anualmente acontece a feira. Esse ano não seria diferente, a 18ª edição do evento certamente irá trazer uma programação  e temáticas imperdíveis. Esse evento 2023, ocorrerá em 21 a 23 de novembro de 2023, no São Paulo Expo, localizado na cidade de São Paulo, SP. Para mais informações e atualizações acesse o site oficial do evento, clique aqui. A Latin America Roofing Expo (LARE) é uma exposição das principais soluções, inovações e tendências em telhados, coberturas e impermeabilização. Assim, como todos os outros eventos 2023, é uma grande oportunidade para capacitação e fazer networking. A LARE reúne desde fabricantes e fornecedores até prestadores de serviços e empresas. Depois de muitos pedidos, a Latin America Roofing Expo se juntará a PAVING EXPO - maior evento da área de infraestrutura do Brasil. Essas duas experiências inovadoras já possuem data reservada para acontecer. O PAVING EXPO E A LARE EXPO acontecerão simultaneamente de 24 a 26 de maio de 2023, no Expo Center Norte, na cidade de São Paulo - SP. Para mais informações e atualizações acesse o Site Oficial da LARE. Aqui estão apenas alguns dos principais eventos de arquitetura, decoração e design com data confirmada em 2023, muitos outros ainda serão confirmados, portanto, fique atento as nossas redes sociais. Nós, da Vobi, iremos te atualizar sobre novos eventos, suas programações e te deixar por dentro de tudo o que rolou nas principais mostras do setor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/calendario-de-eventos-de-arquitetura-e-design-para-2022 Title: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 Meta Description: Os encontros retornam em formato presencial, trazendo tendências, debates e muito networking. Confira os principais eventos com data confirmada para 2022! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/calendario-de-eventos-de-arquitetura-e-design-para-2022 ## Headings Structure: H1: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H2: 01. CASACOR H2: 02. Expo Revestir H2: 03. ABCasa Fair H2: 04. Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo H2: 05. Expolux H2: 06. FEICON H2: 07. ABRAFATI SHOW H2: 08. FESQUA H2: 09. LARE H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H2: 01. CASACOR H2: 02. Expo Revestir H2: 03. ABCasa Fair H2: 04. Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo H2: 05. Expolux H2: 06. FEICON H2: 07. ABRAFATI SHOW H2: 08. FESQUA H2: 09. LARE H3: Continuar lendo H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Após um longo período de paralisação devido ao isolamento social causado pela pandemia, os setores de arquitetura, construção e design voltam a realizar as mostras, feiras e congressos, tão necessários para o setor. Os eventos têm como principais objetivos fomentar debates, apresentar inovações e tendências, gerar e fortalecer vínculos profissionais e negócios, movimentando o mercado. A presença nesses eventos é muito importante para os profissionais de arquitetura e design, pois além de ampliar o networking permite a interação direta com os materiais aplicados na prática profissional. Entender o funcionamento de componentes, sistemas, dimensões, cores, texturas, ambientações, dentre outros, são fundamentais para futuras especificações, portanto não deixe de marcar a sua presença nos eventos mais relevantes para o seu escritório. Confira a seguir os principais eventos com data confirmada para 2022! A CASACOR é um dos principais eventos de arquitetura das américas, reunindo profissionais renomados de diversos locais para a execução da maior e mais completa mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo. A maior parte das mostras são em território nacional, mas o evento também acontece em outras regiões como Bolívia, Equador, Peru e Miami. As datas dos eventos são diferentes para cada local, portanto é necessário ficar atento ao Site oficial da CASACOR, o qual divulga as datas e demais informações. Atualmente os locais e datas oficialmente confirmados são: Reconhecida como a maior feira de revestimento da América Latina, a Expo Revestir completa 20 anos na edição de 2022, trazendo inspirações e tendências em cerâmicas, rochas ornamentais, madeiras, laminados, mosaicos, cimentícios, vítreos, louças sanitárias e metais para cozinhas e banheiros. O evento terá formato híbrido, ou seja, presencial e online. A Expo Revestir online ocorrerá no Fórum Internacional de Arquitetura, Design e Construção (FIAC), onde será possível acompanhar as novidades e tendências. O evento também conta com palestrantes nacionais e internacionais renomados, tendo como público-alvo profissionais da área, estudantes e revendedores. O evento presencial ocorre de 08 a 11 de março de 2022, das 10h às 19h, na Transamérica Expo Center, em São Paulo. Para participar do evento é necessário realizar o credenciamento antecipado, pois não haverá inscrições no local. O credenciamento teve início em 17 de janeiro e você pode se cadastrar online clicando aqui. Para acompanhar atualizações e demais informações acesse o Site Oficial da Expo Revestir. A ABCasa Fair é uma das maiores feiras de artigos de casa e decoração do mundo, apresentando as principais tendências em diversos setores, são eles: utilidades domésticas, decoração de ambientes, decoração de festas, plantas e flores, têxtil, presentes criativos e artigos de papelaria. O evento também conta com conteúdo qualificado, ministrado por palestrantes renomados, espaços temáticos e lounges. A feira é organizada pela ABCasa (Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores) e tem como público alvo lojistas e profissionais representados pela associação. O evento é presencial e ocorrerá de 07 a 10 de fevereiro de 2022, das 10h às 20h, e 11 de fevereiro de 2022, das 10h às 17h, na Vila Guilherme - São Paulo. Devido ao decreto da prefeitura de São Paulo, será necessário apresentar comprovante de vacinação das duas doses contra a COVID-19. O uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento também são observados. Você pode realizar o seu credenciamento e conferir mais informações no Site Oficial da ABCasa Fair. A Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo é um evento organizado pelo Instituto de Arquitetos Brasileiros de SP (IABsp), o qual traz reflexões sobre as práticas e o exercício profissional, discutindo o projeto como instrumento de diálogo, defesa do direito à cidade e construção de espaços urbanos democráticos. A 13ª edição da Bienal ocorrerá de 21 de maio a 10 de julho de 2022 em diversos pontos da cidade. A proposta temática da Bienal é Travessias, onde entende-se que a pandemia da COVID-19 reforçou desigualdades socioespaciais, sublinhando estruturas marcadas pela fragmentação e descontinuidades físicas e simbólicas. A Bienal propõe a travessia desses fragmentos, norteada por cinco eixos: democracia, corpos, memória, informação e tecnologia. “Imagine uma Bienal de Arquitetura na qual você caminhe pela cidade, numa grande travessia, e dentro dessa travessia você visite narrativas que estão espalhadas por esse território. Essas narrativas, logicamente, pertencem a corpos, corpos diversos, e alguns sofrem pagamentos, são vulnerabilizados e marginalizados. Em 2022 nós queremos construir uma Bienal de Arquitetura um pouco diferente, a ideia é que você, visitando essa malha urbana, visite, por meio dessa travessia, essas narrativas. Nós iremos costurar essas tramas e enfim apresentar uma Bienal que possa conversar com o nosso passado, nosso presente e possibilidades para o nosso futuro.” A Bienal deve priorizar equipamentos públicos e comunitários que possuem projetos integrados de transformação com as comunidades locais (Jardim Guarani, Jardim Pantanal, Parque  Pinheirinho D’Água, Jardim Lapenna e Parque Novo Mundo), conectando e se integrando a essas ações. Também deve abordar equipamentos culturais e espaços públicos no eixo da Avenida Paulista. Confira mais informações no Site Oficial da 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. O principal evento para empresas de iluminação da América Latina, a Expolux, terá sua 17ª edição nos dias 02 a 05 de agosto de 2022, das 10h às 20h, na Expo Center Norte, em São Paulo. O evento contará com mais de 350 expositores, abordando inovações e tendências em diversos setores de iluminação, são eles: iluminações cênica, educacional, comercial, publicitária, industrial, de emergência, monumental, decorativa residencial e profissional, pública, subaquática e fontes luminosas. Também abrange componentes e matérias primas para iluminação, lâmpadas, leds e oleds, reatores, drivers e controladores. A Expolux também conta com conteúdos especializados e possibilita a geração de negócios, atualização profissional e relacionamento com clientes e parceiros. O público alvo do evento são arquitetos, designers de interiores, lighting designers, engenheiros, técnicos, lojistas e varejistas. Para mais informações acesse o Site Oficial da Expolux. A FEICON é um evento que integra os setores de arquitetura e construção, sendo o único da américa latina a abordar o panorama completo em um único lugar. O evento traz as principais inovações e tendências do mercado, conteúdos especializados e conexão do mercado através de negócios e relacionamento. A FEICON é organizada em quatro macrossetores que abrigam diversas áreas da construção e arquitetura, são eles: O evento terá sua 26ª edição de 29 de março a 01 de abril, das 10h às 20h, na São Paulo Expo. O credenciamento já está aberto e pode ser realizado online clicando aqui. Devido ao decreto municipal, é necessário apresentar a carteira de vacinação. O acesso é gratuito para profissionais do setor que realizaram o credenciamento online, nos demais casos o credenciamento pode ser feito no balcão com taxa de R$55,00. Para mais informações, acesse o Site Oficial da FEICON. A ABRAFATI SHOW reúne o Congresso Internacional de Tintas e a Exposição Internacional de Fornecedores para Tintas, resultando em um evento completo que apresenta as inovações e tendências do setor, exigências sobre sustentabilidade e soluções, conteúdo especializado com profissionais nacionais e internacionais e conecta fornecedores e clientes, estimulando o networking da área. O evento com mais de 230 expositores ocorrerá do dia 21 a 23 de junho de 2022 na São Paulo Expo e obedece os protocolos de segurança do Hospital Albert Einstein. Para mais informações acesse o Site Oficial da ABRAFATI SHOW. A FESQUA é a feira internacional da indústria de esquadrias e é o pólo das principais novidades desse setor. O evento é o maior do setor na América Latina, representando uma grande oportunidade de negócios e networking, bem como conhecimento e atualização sobre as principais tendências em esquadrias e vidros, portas, janelas, forros, portões, grades, acessórios e componentes. A FESQUA vai acontecer do dia 14 a 17 de setembro de 2022 na São Paulo Expo e você pode realizar o seu pré-credenciamento clicando aqui. Para mais informações acesse o Site Oficial da FESQUA. A Latin America Roofing Expo (LARE) é um evento que reúne as principais soluções, inovações e tendências em telhados, coberturas e impermeabilização, trazendo expositores, conteúdo especializado e oportunidades de networking, uma vez que reúne todo o segmento: desde fabricantes e fornecedores até prestadores de serviços e empresas. A LARE é gratuita para os profissionais do setor, sendo eles: construtoras, distribuidoras e varejistas de materiais de construção, síndicos, administradores de condomínios, arquitetos, engenheiros, dentre outros. O evento ocorrerá do dia 25 a 27 de outubro de 2022, das 14h às 20h, na Expo Center Norte em São Paulo. A LARE conta com o apoio de entidades como a ABNT e o CAU-SP. Para mais informações e atualizações acesse o Site Oficial da LARE. Esses são apenas alguns dos principais eventos de arquitetura e design com data confirmada em 2022, muitos outros ainda serão confirmados, portanto, fique atento as redes sociais da Vobi para se atualizar sobre novos eventos e suas programações. Acompanhe a gente e fique sempre por dentro de todos os principais encontros e mostras do setor! www.casacor.abril.com.br www.exporevestir.com.br www.abcasafair.com.br www.bienaldearquitetura.org.br www.abrafatishow.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/canteiro-de-obra-qual-sua-importancia-e-como-planejar Title: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar Meta Description: Saiba como planejar o canteiro de obra e entenda porque esta é uma etapa crucial para o sucesso do empreendimento, capaz de gerar produtividade e segurança. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/canteiro-de-obra-qual-sua-importancia-e-como-planejar ## Headings Structure: H1: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H2: Tipos de canteiros de obras H3: Canteiro de obra restrito H3: Canteiro de obra amplo H3: Canteiro de obra linear H2: Elementos de um canteiro de obra H3: Áreas de vivência H3: Áreas operacionais H2: A importância do canteiro de obra H2: O PGR- Programa de Gerenciamento de Riscos H2: Como planejar um canteiro de obra H2: Elaborando o layout do canteiro de obra H3: Áreas Operacionais H3: Áreas de vivência H2: A NR-18 e sua relação com o canteiro de obra H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H2: Tipos de canteiros de obras H3: Canteiro de obra restrito H3: Canteiro de obra amplo H3: Canteiro de obra linear H2: Elementos de um canteiro de obra H3: Áreas de vivência H3: Áreas operacionais H2: A importância do canteiro de obra H2: O PGR- Programa de Gerenciamento de Riscos H2: Como planejar um canteiro de obra H2: Elaborando o layout do canteiro de obra H3: Áreas Operacionais H4: Portaria H4: Escritórios H4: Almoxarifado H4: Depósitos H4: Central de argamassa H4: Central de armação H3: Áreas de vivência H4: Vestiários H4: Instalações sanitárias H4: Refeitório H4: Alojamento H4: Cozinha H4: Lavanderia H4: Área de lazer H4: Ambulatório médico H2: A NR-18 e sua relação com o canteiro de obra H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Segundo a definição da NR-1: Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, canteiro de obra é: Com operações de apoio, devemos entender desde o armazenamento e abastecimento das frentes de trabalho com os materiais de construção e disponibilização de ferramentas e maquinário entre outras funções, como também a dinâmica necessária para o bom desempenho das atividades por parte dos trabalhadores, com salubridade e segurança, através de instalações que atendam suas demandas por alimentação, higiene, descanso e convivência. Veremos ao longo deste artigo: Quando se fala em tipos de canteiros de obra, existem basicamente três modelos: o canteiro de obra restrito, o canteiro de obra amplo e o canteiro de obra linear. Este tipo de canteiro é utilizado quando não se tem muita área disponível no entorno imediato da construção, situação mais comumente encontrada em obras situadas dentro de grandes centros urbanos, com seus bairros já consolidados e edificações com alta taxa de ocupação do solo. Aqui, justamente pela pouca disponibilidade de espaço, o lote como um todo funciona como o canteiro. São bons exemplos, as obras de reforma e ampliação de prédios localizados em áreas centrais. Quando não há restrição de espaço e é possível prover áreas bem delimitadas para estocagem de materiais, mobilidade de máquinas e alojamento de pessoal, temos o que se configura como um canteiro de obra amplo, como os utilizados para as construções de usinas hidrelétricas, indústrias e conjuntos habitacionais horizontais. Quando o espaço disponível para operação do canteiro é justaposto de forma paralela à construção temos o denominado canteiro de obra linear. Este modelo em específico é melhor exemplificado pelas obras também lineares, como as construções de rodovias, linhas férreas e obras de infraestrutura como gasodutos e oleodutos. Visando a garantia do atendimento às condições de higiene, alimentação, descanso e convivência, as áreas destinadas à vivência dos trabalhadores devem conter: Quando houver a necessidade de alojar os trabalhadores no próprio canteiro, devem ser adicionadas nas áreas de vivência: Para garantir suporte e provisão à construção, o canteiro de obra deve também conter áreas operacionais bem organizadas. A depender do porte e complexidade da obra, teremos mais ou menos departamentos, tais como: A importância do canteiro de obra se dá oa medida em que ele tem o potencial de impactar no sucesso do empreendimento ao proporcionar resultados tais como: Devemos salientar que os bons resultados são obtidos quando se entende o canteiro como um processo de gestão e que, como tal, deve ser pensado de maneira estratégica, locando convenientemente os espaços físicos que servirão de apoio às atividades e considerando também a logística necessária para toda a operação. Se o canteiro de obra atua como o mecanismo vivo que emprega força transformadora bruta, os escritórios, por sua vez, atuam como o cérebro da operação, desencadeando todo o planejamento e supervisão necessários a boa fluidez e correta execução das atividades. Como vimos em outros artigos, a confrontação frequente de tudo aquilo que foi especificado frente ao que vem sendo executado exige metodologia e perícia por parte do vistoriador da obra. Por este motivo, os escritórios técnicos devem sempre manter em suas dependências cópias de toda a documentação que possa se fazer necessária para consultas ou fiscalizações internas e externas; Vejamos os principais documentos: A Norma NR-18: Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção determina que todo canteiro de obra contenha um documento que relaciona os riscos ocupacionais das atividades que serão desenvolvidas na obra em conjunto com a apresentação das medidas preventivas que serão tomadas para minimizá-los. Este documento é o PGR- Programa de Gerenciamento de Riscos e somente deve ser elaborado por um profissional habilitado em técnicas de segurança do trabalho. Dentre os elementos que deve conter, estão: Uma cópia do modelo de PGR adotado deve ser mantido no canteiro de obras, juntamente com seus respectivos memoriais de cálculo e especificações técnicas. Planejar um canteiro de obra é uma tarefa que requer do engenheiro responsável um conhecimento minucioso de todas as etapas pela qual a construção passará, pois em cada uma destas etapas haverá necessidades distintas com relação a alocação dos materiais, dos equipamentos e da mão-de-obra. Neste sentido, é extremamente importante levar em consideração uma estrutura que seja adaptável, elencando principalmente as demandas dos três principais estágios da obra: inicial, intermediário e final. No estágio inicial, por exemplo, o maior cuidado deve ser com uma locação que não interfira com a grande movimentação de terra e a execução das fundações. Já no estágio intermediário da obra, com as principais atividades se concentrando em estrutura, alvenaria e instalações, o ritmo da obra é acelerado e o cuidado deve estar justamente em proporcionar celeridade, através da implantação, no canteiro de obra, de áreas de apoio à produção, como a central de argamassa, a central de armação, a central de formas e central de pré-montagem de instalações. O último estágio da obra, por sua vez, com a simultaneidade de diversos tipos de revestimento e acabamentos, requer um canteiro que perdure o maior tempo possível sem desmobilização, para evitar atrasos e outros transtornos como a quebra de materiais. Além de entender as necessidades gerais de cada estágio da obra, é imprescindível relacionar as atividades com o máximo de detalhes, assim, será possível extrair informações relevantes para um planejamento muito mais eficaz. A armação da estrutura será feita no próprio canteiro de obra ou será adquirida pronta? Na primeira situação, será necessário contar com trabalhadores capacitados para esta função, o que talvez implique na necessidade de oferecer treinamento a estes funcionários. Além disso, eles deverão contar com uma área de apoio denominada central de armação, onde se tenha estrutura para operar com o corte, a dobra e a montagem dos ferros. Fica identificado aqui também a demanda por um espaço de armazenagem das barras inteiras, isto é, antes de serem processadas, bem como um espaço adicional para o material já beneficiado. No segundo caso, quando o serviço é terceirizado e a armação é adquirida pronta, extingue-se a necessidade de uma área operacional, porém aumenta a demanda por uma logística criteriosa, capaz de controlar com precisão o recebimento, a armazenagem e a disponibilização em tempo hábil aos trabalhadores. Depois de entender a importância do planejamento conjunto da distribuição espacial, da logística e da segurança para melhor execução das atividades, vejamos como devem ser organizados os principais elementos do canteiro de obra. A NR-18: Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção estabelece parâmetros mínimos para a adoção de medidas de segurança tanto nos canteiros de obra e frentes de trabalho quanto ao longo da execução das diferentes etapas da construção, por isso ela é crucial desde a fase do planejamento de layout até a efetiva implantação do canteiro. Dentro desta publicação encontramos orientações para as categorias abaixo: Como vimos, o canteiro de obra exerce grande influência no sucesso de um empreendimento já que, quando estudado e implantado estrategicamente, tem o poder de impactar em redução de custos, otimização de recursos, melhoria da segurança e produtividade dos trabalhadores, além de outros benefícios. Entendemos ainda que, do mesmo modo que a obra vai adquirindo feições diversas ao longo de suas fases de construção, o canteiro também se modifica, sendo mobilizado e desmobilizado conforme as novas demandas surgem. No entanto, mesmo estas desmobilizações, assim como todos os outros elementos, devem ser sempre planejadas com o máximo de cuidado, caso contrário podem incorrer em atrasos no cronograma e desperdício de recursos. Por fim, um planejamento eficaz é aquele que acondiciona o arranjo físico dos ambientes, dos insumos, dos equipamentos e dos trabalhadores, pensando na logística requerida para cumprir cada atividade com êxito e levando em consideração todas as diretrizes das normas regulamentadoras, sobretudo a NR-18, garantindo então, um canteiro de obra organizado, produtivo e seguro. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia www.docente.ifrn.edu.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cau Title: Registro no CAU: sua importância e benefícios Meta Description: Conheça a história do CAU, entenda porque ele é tão importante e aprenda como se registrar e tirar o máximo de proveito que essa entidade pode oferecer. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cau ## Headings Structure: H1: Registro no CAU: sua importância e benefícios H2: A história do CAU H2: A importância do CAU H2: Como se registrar no CAU? H3: 01. Acesso ao SICCAU H3: 02. Preencher o cadastro H3: 03. Aprovação do cadastro H3: 04. Plataforma SICCAU H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Registro no CAU: sua importância e benefícios H2: A história do CAU H2: A importância do CAU H2: Como se registrar no CAU? H3: 01. Acesso ao SICCAU H3: 02. Preencher o cadastro H3: 03. Aprovação do cadastro H3: 04. Plataforma SICCAU H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O CAU é responsável por orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da atividade profissional no Brasil. Mas, nem sempre foi assim. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo é resultado de muita luta e resistência. Conheça a história por trás do Conselho, entenda porque ele é tão importante para a profissão e aprenda como se registrar e tirar o máximo de proveito que essa entidade pode oferecer. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU, foi fundado em 15 de dezembro de 2011. Antes disso, a profissão era regulamentada pelo CONFEA/CREA - Conselho Federal e Regional de Engenharia e Agronomia. A luta pelo desmembramento teve início em 1958, quando o Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB apresentou a minuta do Projeto de Lei para o Presidente Juscelino Kubitschek. A campanha nasce no IAB - São Paulo, sob a liderança dos arquitetos João Vilanova Artigas e Eduardo Kneese de Mello. Durante 15 anos o IAB resistiu sozinho, posteriormente surgiram as outras quatro entidades que se uniriam a luta, eram elas: Associação Brasileira de Escolas - ABEA, Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas - ABAP, Federação Nacional dos Arquitetos (FNA) e Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura - AsBEA. Até a aprovação e fundação do CAU, foram elaborados cinco Projetos de Lei, os quais foram acompanhados de muitos desentendimentos externos e internos. Apesar da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros (FBAE) ser favorável à causa dos arquitetos, o CONFEA não era simpatizante à paridade dos Conselhos, pauta que foi discutida em 1960 durante Congresso Nacional na PUC - Rio de Janeiro. É somente em 1987, após a queda do regime militar, que o IAB, agora unido às outras instituições, retoma o debate. A proposta não trata mais de paridade entre os Conselhos do CONFEA, e sim de desmembramento. A chamada “Política do Tripé” unia IAB, ABEA e FNA. Infelizmente o Projeto de Lei desenvolvido foi engavetado devido ao desentendimento entre as três entidades envolvidas. Apesar do engavetamento, a “Política do Tripé” criou o Colégio Brasileiro de Arquitetos - CBA O CBA liderou as cinco entidades da classe, de forma unificada, para a elaboração do quarto e do quinto Projeto de Lei, sendo este último desenvolvido em conjunto com a Casa Civil da Presidência da República. O Projeto foi enviado para aprovação em 2008. Em 2009 as entidades se manifestaram pela urgência da aprovação do projeto. Durante a primeira audiência pública, o presidente da FNA interpreta o texto de Oscar Niemeyer, o qual foi aplaudido de pé: Após mais de meio século de luta e engajamento, foi sancionada a Lei n° 12.378, em 31 de dezembro de 2010, a qual regulamenta o exercício da arquitetura e urbanismo no Brasil e cria o Conselho Nacional - CAU/BR, os Conselhos Estaduais - CAU/UF e o Conselho Distrital - CAU/DF. Onze meses depois é oficialmente fundado o Conselho de Arquitetura e Urbanismo. O período de transição é marcado por animosidade, pois o CONFEA ainda não era favorável ao desmembramento. Os CREAS que mantinham relação mais cordial com a causa dos arquitetos cobriram os custos para as eleições do CAU e contratação dos primeiros serviços. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo representa para os arquitetos uma instituição que responde aos interesses e necessidades específicas da área. O desmembramento trouxe maior autonomia para as atividades dos profissionais e, como o próprio Oscar Niemeyer citou,  reconhecimento da profissão, visto que o antigo Conselho não trazia nem a palavra “Arquitetura” em sua sigla. O CAU é uma autarquia federal dotada de personalidade jurídica de direito público e possui a função de “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”. Ao contrário do que muitos imaginam, o CAU não se restringe às atividades burocráticas. Ele presta apoio aos profissionais, fomenta discussões na área, funciona como ponte de comunicação com outras instituições, dentre outras funções. Ao assumir uma personalidade, o Conselho passa a apresentar missões e valores, os quais vão guiar o exercício das suas diversas atividades. São eles: Missão: Promover arquitetura e urbanismo para todos. Visão: Ser reconhecido como referência na defesa e fomento das boas práticas da arquitetura e urbanismo. Perspectiva: Impactar significativamente o planejamento e gestão do território e valorizar a Arquitetura e o Urbanismo. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo é responsável por orientar, controlar e fiscalizar a atividade profissional em todo o território brasileiro. As competências do CAU/UF envolvem fiscalizar o exercício profissional em seu respectivo estado, realizar julgamentos éticos de primeira instância, realizar inscrições e expedir as carteiras de identificação de pessoas físicas e jurídicas habilitadas, emitir anuidades, multas, certidões, Registros de Responsabilidade Técnica (RRT) e de Direitos Autorais (RDA). Acima do CAU/UF está o CAU/BR, o qual é responsável por homologar regimentos internos e garantir o funcionamento dos CAU/UF, atuar como órgão legislativo, aprovando resoluções que devem ser respeitadas no exercício profissional, julgar, em grau de recurso, as questões decididas pelo CAU/UF, como processos éticos. O exercício da profissão de arquitetura possui diversas vertentes, reunindo disciplinas mais abstratas, como o processo criativo, passando para áreas que não são diretamente ligadas à arquitetura, porém são tão importantes quanto, como o marketing para arquitetos e estratégia de vendas, até chegar em questões mais burocráticas como gestão financeira e alinhamento de  posturas legais. O CAU trouxe mais autonomia e agilidade para essa última vertente, facilitando a burocracia interna. Apesar de ser uma das suas principais funções, a burocracia não é a única competência do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, ele segue uma série de atividades guiadas pelas suas missões e valores. A seguir vamos ver alguns pontos que destacam a importância do CAU e vantagens da criação de um Conselho uniprofissional: Devido ao Sistema de Comunicação e Informação do CAU - SICCAU - o registro profissional é solicitado e emitido totalmente online, de forma muito simples. Aprenda agora o passo-a-passo para fazer o seu registro! Ao entrar no site do SICCAU você encontrará um menu com diversos serviços disponíveis, você deve clicar na primeira opção “+ Solicitar Registro Profissional”. Caso você deseje registrar um escritório, basta clicar na segunda opção “+ Solicitar Registro de Empresa”. O menu segue com opções de verificação e consulta que podem ser acessados por qualquer pessoa. Observe que, além do menu à esquerda, o SICCAU também apresenta um feed de destaques e uma janela de Login. Após o seu registro no CAU, você conseguirá logar no SICCAU, obtendo acesso a diversas outras opções que serão vistas mais a frente. Após solicitar o registro profissional, o SICCAU vai te encaminhar para uma nova página, onde será efetuado o cadastro. Preencha os campos de dados pessoais, endereço residencial e endereço comercial se houver. Além dos dados, é necessário anexar os documentos comprobatórios, são eles: O prazo para análise e aprovação do registro profissional é de 45 dias. Após o processamento dos seus dados pelo CAU, você receberá um e-mail do siccau@caubr.gov.br confirmando o seu cadastro e outro e-mail com a sua senha para o SICCAU e uma lista de opções disponíveis para você nesse sistema. Seu cadastro está concluído! Dentro da plataforma do SICCAU será possível emitir e consultar RRTs, RDAs, declarações e certidões. Você também terá acesso a tabela de honorários e a plataforma “ache um arquiteto”, onde você pode permitir que o CAU utilize seus dados para conectar você à pessoas interessadas em projetos na sua cidade. Uma das principais dúvidas de quem está se registrando no CAU é sobre a anuidade. O valor da anuidade na data dessa postagem é de R$ 571,41. Profissionais formados a menos de dois anos ou acima de trinta anos pagam valor reduzido, atualmente de R$95,24. Após 40 anos de contribuição, a taxa de anuidade não é mais cobrada. O valor pode ser pago em parcela única ou parcelado em até 3 vezes sem juros. Essas operações podem ser facilmente acessadas no menu de finanças do SICCAU. O cadastro e pagamento de anuidade do CAU concede ao arquiteto algumas vantagens como parcerias com planos de saúde, descontos em cursos, programas, materiais e serviços de empresas parceiras, vamos apresentar alguns desses benefícios: O CAU é resultado de muitos anos de luta, ele é motivo de orgulho para os arquitetos  e urbanistas do Brasil. Registre-se, valorize o nosso Conselho e aproveite todos os benefícios que ele oferece para uma carreira correta, ética e de muito sucesso! www.transparencia.caubr.gov.br www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/certidao-de-acervo-tecnico Title: O que é Certidão de Acervo Técnico (CAT)? Meta Description: A Certidão de Acervo Técnico ou CAT é um documento que certifica o conjunto de atividades técnicas registradas ao longo do exercício profissional. Emita a sua Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/certidao-de-acervo-tecnico ## Headings Structure: H1: O que é Certidão de Acervo Técnico (CAT)? H2: O que é Certidão de Acervo Técnico? H2: Como emitir Certidão de Acervo Técnico H3: Arquiteto H3: Engenheiro H2: Para que serve a Certidão de Acervo Técnico? H2: Quando posso solicitar a Certidão de Acervo Técnico? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que é Certidão de Acervo Técnico (CAT)? H2: O que é Certidão de Acervo Técnico? H2: Como emitir Certidão de Acervo Técnico H3: Arquiteto H3: Engenheiro H2: Para que serve a Certidão de Acervo Técnico? H2: Quando posso solicitar a Certidão de Acervo Técnico? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A Certidão de Acervo Técnico (CAT) certifica as atividades registradas no Acervo Técnico, sendo esse o conjunto de atividades técnicas desenvolvidas e registradas no órgão responsável pelo exercício profissional. Essas atribuições devem ser deferidas, então, pelos órgãos CREA por meio de ARTs - Anotação de Responsabilidade Técnica - ou pelo CAU, via RRT - Registro de Responsabilidade Técnica. A CAT é fundamental para a participação e inscrição em concursos públicos e licitações nas áreas de Arquitetura, Urbanismo, Engenharia, Agronomia e Geociências. Esse documento pode ser emitido facilmente de forma online no site do órgão responsável pela profissão. Você, arquiteto ou engenheiro, sabe como emitir a CAT? Sabe quando deve solicitar essa certidão? Acompanhe os próximos tópicos: A Certidão de Acervo Técnico, também conhecida como CAT, é o documento que certifica legalmente as atividades registradas e comprova a experiência do profissional ao longo do tempo de exercício profissional. Qualquer profissional da área de Arquitetura, Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia pode fazer o requerimento, de forma online, no site do CREA e/ou CAU. O acervo técnico é composto pelas ARTs ou RRTs do profissional, mas você sabe quais fazem parte efetivamente desse conjunto? A CAT considera as ARTs/RRTs que tenham sido baixadas como concluídas. Caso a obra ou serviço ainda esteja em andamento, a ART/RRT não é levada em consideração, no entanto, é apresentado um atestado comprovando o que foi executado até o presente instante da emissão. Estão disponíveis três tipos de CAT: As CAT com registro de atestado só podem ser tiradas uma para cada serviço ou obra, sendo essa modalidade por contrato. Para emissão, é necessário ter em mãos o atestado de obra. A Certidão de Acervo Técnico deverá ser solicitada na jurisdição do CREA ou do CAU onde foi executada a obra ou serviço e também emitida a respectiva ART ou RRT. Esse serviço quando emitido pelo CAU é gratuito, sendo essa divergência se comparado com o CREA - que cobra pelo processo. Assim, para solicitar a emissão, acompanhe os passos: 1° Passo: acessar o SICCAU (Sistema de Informação e Comunicação do CAU), servicos.caubr.gov.br e realizar o login com CPF e senha; 2° Passo: clicar em “Certidões” > “Emitir certidão”; 3° Passo: selecionar o tipo de certidão que deseja solicitar (Certidão de Acervo Técnico); 4º Passo: selecionar os RRTs que devem compor a certidão e prosseguir com a emissão. 1° Passo: acessar o CREA da jurisdição e entrar no sistema; 2: Passo: clicar em clicar em “solicitações” e, após, “solicitar acervo técnico”; 3° Passo: preencher o requerimento, anexar os documentos exigidos e clicar em “confirmar” para gerar a taxa CAT; 4° Passo: Pague a taxa do boleto emitido e aguarde a confirmação por e-mail, pois após o pagamento o pedido será analisado pelo órgão se há alguma pendência de dados ou documentos. Você sabe o valor das taxas das Certidão de Acervo Técnico para o ano de 2023? O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) aprovou esses valores, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC para o exercício de 2023. Confira a seguir: O documento CAT serve para comprovar a experiência técnica nas atividades de competência do profissional. Assim, ele tem extrema importância nos processo de licitações em território nacional pois serve como evidência legal sobre a competência tanto de um profissional quanto de uma empresa. Porém, uma empresa não pode emitir o Acervo Técnico. Previsto, assim, no artigo n° 48 da Resolução nº 1025/09  do Confea, “A capacidade técnico-profissional de uma pessoa jurídica é representada pelo conjunto dos acervos técnicos dos profissionais integrantes de seu quadro técnico.” Portanto, a Certidão de Acervo Técnico fornece prova de capacidade técnica da pessoa jurídica somente se estiver vinculado ao profissional como membro de sua equipe técnica. A CAT constará em nome do profissional requerente e tem o prazo de validade variável, pois depende da apreciação da documentação anexa ao requerimento. A documentação pode perder a validade no caso de modificação dos dados técnicos qualitativos e quantitativos por razão de substituição ou anulação de ART ou RRT. A Certidão de Acervo Técnico poderá ser solicitada para que o profissional possa provar a sua capacidade técnico-profissional, com base nas atividades desenvolvidas e registradas em ARTs ou RRTs. Esse importante documento deve ser solicitado também para o requerimento de outras documentações de regularização de obras, como por exemplo, o Alvará de Construção e o Habite-se. O primeiro se refere à permissão, pelos órgãos competentes locais, para a construção, reforma ou ampliação de uma edificação e o segundo comprova que uma obra atende às normas vigentes e que pode ser habitada. A CAT é necessária nesses casos para comprovação de que o profissional ou empresa responsável possui capacidade técnica pelo projeto como também pela execução da obra. Se você é engenheiro ou outro profissional da construção civil que tenha que desenvolver um memorial de cálculo, fique ligado! Algumas empresas pedem a CAT para comprovar a sua experiência e capacidade técnica para realizar cálculo estrutural corretamente. Agora, se você precisa desenvolver um projeto de Combate a Incêndio e Pânico, ou seja, aquela documentação técnica com soluções para prevenção e combate a incêndios de uma edificação, atente-se porque você deve emitir, em alguns casos, uma Certidão de Acervo Técnico. Ou ainda, em outro cenário, necessita desenvolver um Estudo de Viabilidade, avaliando as condições financeiras, jurídica, técnica e ambiental de uma determinada obra para apontar a rentabilidade do empreendimento, a apresentação da certidão pode ser requerida. A CAT pode ser exigida em algum momento dos trâmites de alguma contratação ou etapa de regularização, pois ela comprova que o profissional responsável teve experiência em elaborar projetos de edificações com esses requisitos de segurança ou avaliar adequadamente a viabilidade de uma obra. https://aldpericias.com.br/ https://transparencia.caubr.gov.br/ https://www.crearo.org.br/ https://www.crea-mg.org.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/checklist-anual-de-marketing-digital Title: Estratégias de marketing: faça seu checklist anual Meta Description: Anualmente é necessário parar e analisar os desempenhos advindos das estratégias de marketing. Esse checklist ajudará a fazer as mudanças e ajustes adequados. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/checklist-anual-de-marketing-digital ## Headings Structure: H1: Checklist anual: aprenda quais pontos rever nas suas estratégias de marketing digital H2: Revise seus objetivos H3: Checklist objetivos H2: Analise seus resultados H3: Checklist resultados H2: Estabeleça os métodos H3: Checklist métodos H2: Analise seu público-alvo H3: Checklist público alvo H2: Explore sua presença digital H3: Checklist presença digital H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Checklist anual: aprenda quais pontos rever nas suas estratégias de marketing digital H2: Revise seus objetivos H3: Checklist objetivos H2: Analise seus resultados H3: Checklist resultados H2: Estabeleça os métodos H3: Checklist métodos H2: Analise seu público-alvo H3: Checklist público alvo H2: Explore sua presença digital H3: Checklist presença digital H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Arquitetos que implementam estratégias de marketing conseguem alcançar as pessoas e passam a mensagem certa da sua marca. Distribuir conteúdos online para o máximo de pessoas possíveis é uma forma de engajar sua marca e despertá-las o interesse em contratar você. O marketing serve não só para conseguir vender seu projeto, mas também para, fidelizar clientes, aumentar a visibilidade, construir relacionamentos, além de educar o mercado. Para isso, é essencial que você faça um planejamento, com objetivos e estratégias. Defina o seu público-alvo, os tipos e calendários de postagem. Foque em manter a presença online nas redes sociais e mensurar os resultados, ou seja, analisar os dados de como esse marketing digital está sendo relevante para sua marca. Revisar todo esse planejamento, recorrentemente, auxilia a confirmar, por exemplo, se ele não está sendo esquecido em um armário do escritório. Fazer essa revisão de tempos em tempos reafirma a equipe as prioridades estabelecidas. Além do mais, revisar os desempenhos de esforços de marketing é importante para ajustar, caso precise, possíveis mudanças. Algumas estratégias, por exemplo, podem não estarem funcionando da forma que se esperava. Certamente você já fez um planejamento e aplica estratégias que o mantém presente online, mas você analisa se o investimento de tempo e dinheiro em estratégias de marketing digital está realmente tendo retorno? É importante avaliar, anualmente, se as suas ações de marketing possuem falhas ou se mantêm rentáveis. Chegou a hora de verificar o seu desempenho! Preparamos um checklist para que você possa refletir sobre suas ações ao longo do ano e planejar novas. Os objetivos são aqueles que norteiam as ações de marketing, são através deles, também, que é possível medir os resultados. A clareza das metas e propósitos define o sucesso da aplicação do marketing e guia as análises. Se seu objetivo definido foi, por exemplo, que as pessoas comprem seu produto (projeto de arquitetura, interiores, peças de decoração, etc), você certamente desenvolveu algumas ações dentro das redes sociais para criar uma relação com o público, aproximando-os da marca, e almejando assim, em conversões - a contratação do seu serviço de arquiteto e/ou designer. Apresentou o processo de concepção, as novidades, os diferenciais do projeto e fez explanação do valor agregado no produto. Ações essas que impactaram de alguma forma no seu negócio. Agora é a hora de você analisar quais eram suas expectativas quando foi realizado o planejamento de marketing anual e o que foi feito para isso. Através do marketing digital você consegue mensurar com certeza quais são as implicações e ações assertivas que você está realizando, diferentemente do marketing tradicional, onde não era possível medir os esforços, por exemplo, de captação de clientes em eventos de arquitetura e anúncios em revistas do segmento. As análises dos seus canais de marketing disponibilizam dados e informações, na maioria das vezes, simplificados para interpretação. Contudo, você deve desenvolver relatórios de marketing digital que contenham as métricas mais importantes, onde sinalizem os resultados e guiem as estratégias futuras. Relacione as métricas e faça comparações para compreender o quanto você está perto ou longe dos seus propósitos. Mas, lembre-se: as análises de resultados devem ser monitoradas constantemente, não só uma vez ao ano, o checklist anual é feito para concluir as ações e visualizar quais metas foram atingidas. Ter um relatório em mãos, com uma leitura fácil e rápida, é ideal para compartilhar com a equipe as informações de destaque que retifiquem os esforços tomados ao longo do ano. Use para motivá-los ou felicitá-los, de acordo com os resultados. Eles precisam estar alinhados aos seus objetivos para que possam somar nas vendas e atendimento ao cliente. A utilização de infográficos ou gráficos (pizza e/ou barra) garante que as informações estejam compreensíveis. Se você analisou os seus investimentos em marketing e percebeu que o setor precisa passar por um corte de custos, após também, fazer o balanço anual de sua empresa, verifique em quais pontos será preciso investir energia para enfrentar esses novos desafios - só mantenha os cortes depois de analisar profundamente o cenário e ter certeza que serão necessários. Primeiro, é importante entender que o marketing é essencial, ainda mais nos dias de hoje, e não deve de forma alguma ser subestimado com o pouco repasse de verbas - a falta dele pode afetar diretamente o relacionamento construído com o público. Contudo, em momentos de crise, é possível continuar fazendo um bom trabalho com baixo orçamento no departamento. Quando não há crises financeiras, a análise deve voltar-se para onde estão feitos os investimentos que entregam os melhores resultados. Agora, se você ainda não sabe onde focar seus investimentos, acompanhe a seguir. Muitos são os métodos e ferramentas utilizadas para atender quaisquer objetivos que levem um relacionamento comercial entre profissionais e clientes. Não dá para focar apenas em um canal e esperar engajamento. É preciso explorar diversas redes para motivar sua audiência - Instagram, Facebook, Pinterest, LindkedIn, YouTube, Twitter, entre outros. Uma ferramenta para gerenciar vários desses canais ao mesmo tempo é a Hootsuite. Você pode programar a postagem de conteúdos para diferentes plataformas, estar mais próximo do público pela facilidade em respondê-los, além de oferecer análises de desempenhos que demonstram o que melhor está funcionando. Além das redes sociais, existem outros recursos que são relacionados a mecanismos de busca e anúncios pagos, que devem ser levados em consideração para aumentar a capacidade de conexão com o público-alvo. Conheça um pouquinho desses métodos e quais as ferramentas podem serem utilizadas para automatizar o processo, entre eles, estão: Com o Google Ads é possível construir campanhas de anúncios de um produto. A ferramenta possibilita inserir anúncios de textos em em pesquisas que mais o interessa, em forma de destaque. A ferramenta que auxilia nessa otimização de sites é a SE Ranking, sendo essa, acessível e ideal para quem está começando em SEO. É possível experimentar a plataforma durante um mês antes de começar o investimento. Para fazer isso de forma mais rápida, automatizada e com uma boa experiência visual, a ferramenta ideal para utilizar no envio de e-mail marketing para clientes é o Mailchimp. O Google Analytics avalia o desempenho das suas estratégias de marketing e analisa o comportamento dos usuários do seu site. O Instagram analytics ou Instagram Insights é um recurso próprio da rede social, onde é possível entender o alcance, engajamento, comentários e impressões das publicações. Todos que possuem o tipo de perfil business têm acesso a essas métricas. Quais são as ferramentas de marketing digital que você andou investindo? Lembre-se que elas podem auxiliar a gerir essa prática essencial, que tende a ser complexa pelo conjunto de ações que devem ser realizadas simultaneamente - a criação de conteúdo e estratégias, o acompanhamento e manutenção dos resultados, das tendências, da visibilidade e do engajamento. A certeza é que seu investimento aumentará a visibilidade da sua marca, manterá você próximo às principais tendências do mercado e com o passar do tempo, cada vez mais, ganhará autoridade na internet, para mantê-lo firme no segmento. Leia mais sobre: Como montar um perfil de arquitetura para mídias sociais e prosperar no marketing digital Vale a pena analisar como a sua elaboração de “buyer persona” está facilitando a comunicação e trazendo bons resultados. Afinal, todo e qualquer conteúdo que você crie, é para atingir um público-alvo, sejam eles clientes ou outros profissionais de arquitetura e/ou design. Durante o ano, você utilizou conteúdos interativos para entender as necessidades e comportamentos do seu público? Se a resposta for não, através dessa estratégia é possível coletar dados e exibir informações sobre seus serviços e produtos. Tente aplicá-la no próximo ano, alguns exemplos desses conteúdos, são: Boas opções de perguntas, por exemplo, seriam: Qual ambiente você mudaria hoje na sua casa? (recurso perguntas) Você reformaria seu home office hoje? (recurso enquete) #DICA: Se você tem dúvida em como fazer, siga os seguintes passos: comece criando uma história > clique em criar > toque no ícone de emoji na área superior da tela > selecione perguntas ou enquete > escreva uma interação e publique. Isso pode ser um aliado na hora de entender os novos comportamentos do consumidor e te nortear qual a melhor maneira de aplicar o marketing. Por exemplo, se uma grande parcela do seu público respondeu os conteúdos interativos, que no momento deseja reformar o home office, crie assuntos gratuitos que abordam a temática, como também, envie descontos para fechamento do projeto naquele determinado mês. Depois de analisar os desempenhos advindos do marketing - suas expectativas, esforços e métricas -, continue focando em melhorar e otimizar suas estratégias. Agora chegou a hora de colocar a mão na massa nas suas redes sociais. Faça os ajustes necessários para atingir mais eficiência e começar novos desafios, planos e métricas. Comece organizando seus perfis e atualizando os conteúdos com projetos que ainda não foram postados. Busque por um fotógrafo ou fotografe cenas que consigam captar a essência dos seus projetos. Utilize a iluminação, o ângulo, as sombras, as pessoas e o entorno a favor da sua obra. Além das fotos servirem de atualização para o site e redes sociais, elas podem dar aquela animada nos clientes e proprietários a avaliarem seu trabalho e reputação - gerando o engajamento que a gente tanto gosta! Atualize sua presença digital! www.agenciatrampo.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/ciclo-pdca Title: Como o Ciclo PDCA pode elevar sua performance nos projetos Meta Description: Descubra como o Ciclo PDCA pode melhorar a performance de seus projetos. Saiba como aplicar esta ferramenta para alcançar resultados incríveis. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/ciclo-pdca ## Headings Structure: H1: Construindo a excelência: como o Ciclo PDCA pode elevar sua performance nos projetos H2: O que é o ciclo de PDCA? H2: Quais são as 4 etapas do ciclo PDCA? H2: Como fazer o ciclo PDCA? H2: Ciclo PDCA na construção civil H2: Como aplicar o PDCA em um projeto? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Construindo a excelência: como o Ciclo PDCA pode elevar sua performance nos projetos H2: O que é o ciclo de PDCA? H2: Quais são as 4 etapas do ciclo PDCA? H2: Como fazer o ciclo PDCA? H2: Ciclo PDCA na construção civil H2: Como aplicar o PDCA em um projeto? H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você já se perguntou como as empresas conseguem melhorar constantemente seus processos e produtos? Uma das metodologias mais eficazes para alcançar esse objetivo é o ciclo PDCA. Essa abordagem de gestão da qualidade é amplamente utilizada em empresas de todos os setores visando a melhoria contínua, e no ramo da construção civil não seria diferente. A arquitetura é uma área que requer processos precisos e detalhados para garantir a qualidade das construções. Nesse contexto, o ciclo PDCA se torna uma metodologia muito útil para melhorar a eficiência dos processos arquitetônicos. Com o ciclo PDCA, é possível planejar, executar, verificar e agir em cada etapa do projeto, desde o estudo preliminar até a execução final, garantindo a melhoria contínua da qualidade dos resultados. Neste artigo, vamos explorar como o ciclo PDCA pode ser aplicado na construção civil, quais seus benefícios e exemplos práticos de sua implementação. Se você é um arquiteto ou está envolvido em projetos de construção, continue lendo para descobrir como o ciclo PDCA pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar seus processos e produtos finais. O conceito ainda embrionário do ciclo PDCA nasceu na em meados de 1920, através do engenheiro Walter Shewhart, que desenvolveu a ferramenta CEP,  ou Controle Estatístico de Processos. Trinta anos mais tarde, a ferramenta CEP se popularizou e se aprimorou  através do renomado matemático William Deming, conhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos. A princípio a ferramenta era utilizada na administração da qualidade, mas logo sua aplicação se mostrou eficaz em diversos setores e segmentos, tanto corporativos, quanto pessoais, dando origem a outra ferramenta: o ciclo PDCA. Embora o PDCA não seja exclusivamente baseado em estatísticas, como o CEP, ele se apoia nos princípios dessa ferramenta  para a coleta e análise de dados. Na prática, o CEP é uma técnica para monitorar e controlar um processo ao longo do tempo, coletando dados e utilizando a estatística para identificar padrões e anomalias. Já o ciclo PDCA é uma metodologia mais ampla que começa com o planejamento do processo ou produto, seguido da sua execução, verificação dos resultados obtidos e ações para corrigir problemas e ajustar o processo ou produto para obter melhores resultados. O PDCA utiliza o CEP para monitorar o processo e coletar dados, a fim de identificar onde o processo precisa de melhorias e ajustes. Isso ajuda a equipe a planejar as ações corretivas e implementá-las de forma mais eficaz. A seguir explicaremos quais são as quatro etapas que envolvem o processo do ciclo PDCA. A primeira etapa do ciclo PDCA é a etapa de Planejar, que é fundamental para garantir que a equipe esteja alinhada com as metas e objetivos do processo e possa estabelecer um plano de ação adequado para alcançá-las. Para detalhar mais essa etapa, seguem algumas considerações: Identificar o problema ou oportunidade de melhoria: A equipe deve identificar claramente qual é o problema ou oportunidade de melhoria que deseja abordar. É importante que o problema ou oportunidade esteja bem definido e descrito de forma clara, para que a equipe possa estabelecer um objetivo e um plano de ação específicos. Definir o objetivo e as metas: Com base na identificação do problema ou oportunidade, a equipe deve definir um objetivo claro e específico para o processo. O objetivo deve estar alinhado com a missão e visão da organização, e ser mensurável para que a equipe consiga  monitorar o progresso e avaliar o sucesso. Determinar os recursos necessários: Para atingir as metas estabelecidas, é importante determinar quais os recursos necessários, tais como pessoas, equipamentos, materiais e orçamento, por exemplo. Estabelecer um plano de ação: Com base no objetivo e nas metas estabelecidas, é necessário elaborar um plano de ação que inclua as atividades a serem realizadas, as responsabilidades de cada membro do grupo, o cronograma de execução e os indicadores de desempenho a serem monitorados. Definir os critérios para medir o sucesso: A equipe deve definir os critérios para medir o sucesso do plano de ação, como por exemplo, a redução de custos, o aumento da produtividade, a melhoria da qualidade do produto ou serviço, entre outros. A segunda etapa do ciclo PDCA é a etapa de Executar, que é responsável por colocar em prática o plano de ação elaborado na etapa de Planejar. Para detalhar mais essa etapa, seguem algumas considerações: Implementar as atividades do plano de ação: esse é o momento de implementar as atividades definidas no plano de ação, seguindo o cronograma estabelecido e mantendo o foco nas metas e objetivos estabelecidos. Assegurar que os recursos estejam disponíveis: A equipe deve assegurar que os recursos necessários para a execução do plano de ação estejam disponíveis, tais como pessoas ou insumos. Monitorar o progresso: é essencial monitorar o progresso da execução do plano de ação, verificando se as atividades estão sendo realizadas conforme o cronograma estabelecido. Coletar dados: Durante a execução do plano de ação, a equipe deve coletar dados relevantes para avaliar o desempenho do processo e identificar oportunidades de melhoria. Comunicar os resultados: A equipe deve comunicar os resultados relevantes obtidos durante a execução do plano de ação, garantindo que todos estejam cientes do progresso e do desempenho do processo. A terceira etapa do ciclo PDCA é a etapa de Verificar, que tem como objetivo avaliar os resultados obtidos durante a execução do plano de ação. Vejamos os principais pontos a serem analisados: Comparar os resultados com as metas estabelecidas: Chegou o momento de comparar os resultados obtidos com as metas estabelecidas na etapa de Planejar. Isso ajuda a avaliar se o plano de ação foi eficaz em alcançar os objetivos desejados. Analisar dados coletados: A equipe deve analisar dados relevantes para avaliar o desempenho do processo e identificar oportunidades de melhoria. Os dados podem ser coletados por meio de medições, observações, entrevistas ou questionários. Identificar desvios e variações: Durante a etapa de Verificar, a equipe deve identificar desvios e variações nos resultados obtidos. Isso pode ajudar a identificar problemas e oportunidades de melhoria. Avaliar a eficiência do processo: A equipe deve avaliar a eficiência do processo para determinar se o processo está sendo executado de forma eficaz. Documentar os resultados: É recomendável documentar os resultados da etapa de verificação para garantir que haja uma compreensão clara do desempenho do processo e das oportunidades de melhoria. A quarta e última etapa do ciclo PDCA é a etapa de Agir, que é responsável por implementar as ações corretivas identificadas na etapa de verificar para melhorar o processo. Aqui vão alguns pontos importantes nessa etapa: Implementar as ações corretivas: Com base nos resultados obtidos na etapa de Verificar, a equipe deve implementar as ações corretivas necessárias para melhorar o processo. As ações podem incluir mudanças no processo, treinamento da equipe, compra de novos equipamentos ou a revisão do plano de ação. Verificar a eficácia das ações corretivas: Após implementar as ações corretivas, a equipe deve verificar a eficácia das mudanças. Isso pode ser feito por meio de coleta de dados e análise para avaliar se as mudanças foram eficazes em melhorar o desempenho do processo. Documentar as mudanças: A equipe deve documentar as mudanças implementadas e os resultados obtidos para garantir que haja uma compreensão clara do processo e das melhorias implementadas. Padronizar as melhorias:. A quarta etapa do ciclo PDCA permite avaliar se o resultado foi alcançado ou não. No primeiro caso, é possível perpetuar e usar o processo como referência, caso contrário, é necessário realizar novas medidas para encontrar a solução mais eficiente. Ao seguir essas etapas do ciclo PDCA, a equipe pode garantir que o plano de ação seja eficaz, eficiente e orientado para alcançar as metas estabelecidas. Para garantir a aplicabilidade do ciclo PDCA é necessário compreender que se trata de um processo que deve ser repetido conforme a ordem estabelecida para garantir a melhoria constante. Além disso, a comunicação e colaboração da equipe são essenciais para o sucesso do processo. Para implementar o ciclo PDCA, o grupo deve seguir as etapas do processo de forma sistemática, documentando cada etapa e coletando dados para avaliar o progresso. O processo deve ser monitorado constantemente e ajustado sempre que necessário, pois com o dinamismo do mercado e a criação de novas tecnologias é natural que os processos que outrora se mostravam eficientes, fiquem obsoletos em um dado momento. Com a aplicação adequada do ciclo PDCA, é possível identificar problemas e oportunidades de melhoria, implementar ações corretivas e garantir perenidade do processo. O Ciclo PDCA é uma ferramenta muito útil na construção civil, pois permite a melhoria contínua dos processos, aumentando a eficiência, a qualidade e a segurança da construção. Além disso, o Ciclo PDCA também ajuda a reduzir custos e a garantir a satisfação do cliente. Na construção civil, o Ciclo PDCA pode ser aplicado em diversas áreas, incluindo o planejamento da obra, o controle de qualidade, o gerenciamento de projetos e a segurança no canteiro de obras. A seguir, exemplificamos as etapas do ciclo PDCA aplicadas a um projeto elétrico: Como vimos, aplicar o ciclo PDCA no controle de qualidade das instalações elétricas em uma edificação pode ajudar a garantir que as instalações elétricas atendam às especificações e metas de qualidade definidas na etapa de planejamento. Além disso, o uso do ciclo PDCA pode ajudar a identificar oportunidades de melhoria e a promover a evolução contínua dos processos de instalação elétrica. No contexto da arquitetura, o ciclo PDCA pode ser aplicado para melhorar a eficiência do projeto e do processo de construção. O processo pode ser dividido em quatro etapas: Planejar: Planejamento do projeto, estabelecimento dos objetivos, definição do escopo, determinação do orçamento e elaboração do cronograma. Executar: Implementação do projeto, execução das etapas definidas no plano, gerenciamento dos recursos e realização das atividades previstas. Verificar ou checar: Verificação dos resultados obtidos, análise dos dados coletados, avaliação dos processos e verificação se o projeto está seguindo o cronograma estabelecido. Agir: Tomada de ações corretivas, implementação das melhorias identificadas, revisão do plano e continuidade do processo de melhoria contínua. Fazer do ciclo PDCA um processo presente no seu trabalho pode gerar vários benefícios e evitar muita dor de cabeça. Listamos algumas das principais razões para adotar o ciclo PDCA: Ao aplicar o ciclo PDCA em na construção civil, é possível garantir que todas as etapas do projeto sejam executadas de maneira eficiente e que o resultado final atenda aos objetivos estabelecidos. Além disso, a metodologia permite identificar possíveis problemas e falhas no processo de construção e implementar melhorias para garantir a qualidade do projeto. https://www.napratica.org.br/ https://www.sydle.com/br/ https://www.globaltec.com.br/ https://blog.obraprimaweb.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cold-call Title: A técnica da Cold Call para fechar vendas Meta Description: Neste artigo, vamos lhe apresentar essa técnica que tem sido usada há décadas: o Cold Call; e como você deve organizar sua estratégia antes de começar a agir. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cold-call ## Headings Structure: H1: A técnica da Cold Call para fechar vendas H2: 1. Diferença entre cold calling e telemarketing H2: 2. Passos para cold calls que realmente convertem H3: 2.1 Use uma lista direcionada de clientes potenciais H3: 2.2 Prospect para iniciar a conversa H3: 2.3 Determine o melhore momento para ligar H3: 2.4 Prepare um "script de vendas" H3: 2.5 Seja criativo H2: 3. Como fechar a venda? H2: 4. Segredos que podem fazer a diferença H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: A técnica da Cold Call para fechar vendas H2: 1. Diferença entre cold calling e telemarketing H2: 2. Passos para cold calls que realmente convertem H3: 2.1 Use uma lista direcionada de clientes potenciais H3: 2.2 Prospect para iniciar a conversa H3: 2.3 Determine o melhore momento para ligar H3: 2.4 Prepare um "script de vendas" H3: 2.5 Seja criativo H2: 3. Como fechar a venda? H2: 4. Segredos que podem fazer a diferença H3: Continuar lendo H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Esta comunicação tem como objetivo apresentar o seu produto e  incentivar os clientes em potencial a considerarem uma decisão de compra, entrando no seu funil de vendas. É provável que os destinatários da chamada nunca tenham ouvido falar do seu escritório ou da sua marca, assim, alguns clientes em potencial podem considerar essas chamadas tal como um “spam”, atribuindo-lhes a etiqueta “não solicitada”. No entanto, essa técnica tem sido usada há décadas e, se feita dentro de um plano estratégico, apresenta ótimos resultados. Neste artigo, vamos lhe apresentar o porquê de fazer das "cold calls" e como, assim como em qualquer método de marketing, você deve organizar sua estratégia antes de começar a agir. Confira o que você irá aprender ao longo do artigo: Quando falamos em "cold calls", surgem dúvidas sobre as diferenças entre essa técnica e o famigerado telemarketing. É a mesma coisa? Não! É possível citar algumas diferenças entre as duas modalidades, como: Uma boa maneira de se iniciar é tornar as ligações cold calls mais atraentes e parar de pensar nelas como ligações "não solicitadas". É importante entender o propósito das ligações introdutórias para que você tenha uma atitude realista sobre esse tipo de atividade de desenvolvimento de negócios. Assim como em qualquer método de marketing, você nunca deve fazer ligações introdutórias sem um plano. Aqui estão algumas dicas para fazer antes de pegar o telefone. Se você definiu a sua persona e tem o foco em design de interiores para recém-casados, por exemplo, por que ligar para pessoas com mais de 50 anos? Se você tem o foco em arquitetura empresarial, porque ligar para pessoas físicas? Obtenha a lista certa de clientes em potencial.‍ Se você ligar para alguém e ele não se importar com o problema que você resolve - mesmo que o esteja enfrentando todos os dias - ele não é um cliente em potencial. Portanto, o primeiro passo é verificar se o cliente em potencial está pronto para resolver o problema. E se você não consegue descobrir isso com sua pesquisa, responder a essa pergunta é a próxima etapa em seu processo. Ao iniciar a sua prospecção, uma dica super importante é seguir a filosofia: "Não vou prospectar para iniciar uma venda. Irei prospectar para iniciar uma conversa.” Quando você quer ajudar, seu tom de voz muda naturalmente. Você está curioso(a), em vez de presunçoso(a). Deixe a curiosidade conduzir a conversa. A cold call é uma oportunidade de aprender mais sobre o cliente em potencial para ver se você pode ajudá-lo. Deixe que essa mentalidade seja a base para sua abordagem de prospecção. ‍Se você sabe que suas personas são mulheres grávidas que querem fazer o projeto do quarto de seus bebês, não vai adiantar ligar para elas depois que os filhos estiverem com 10 anos de idade, pois seu serviço não fará sentido para elas. Às vezes, o tempo será sua "carta na manga". É verdade que ligações de acompanhamento (FUP) ao longo do ano podem tornar possível aquela venda possível, mas saber quando iniciar a primeira ligação é uma informação inestimável.‍ Escreva o que você vai dizer, que respostas o cliente potencial provavelmente terá e como você responderá a elas. Não, você não vai seguir esse roteiro palavra por palavra, mas se está nervoso(a) para fazer ligações, ajuda ter algo na sua frente. As chances são de que, depois de ir além das frases iniciais, você será capaz de "improvisar" perfeitamente. Nossos períodos de atenção dependem da tarefa, o que significa que depende da atividade que estamos executando. Nosso papel nessa tarefa (por exemplo, assistir a uma palestra versus dar uma palestra) desempenha um grande fator em nossa capacidade de prestar atenção. Como isso se aplica à sua introdução de cold call? Você tem mais tempo do que pensa. Claro, você precisa chamar a atenção do cliente em potencial rapidamente no início da ligação. Mas começar com o seu argumento de venda não é a melhor maneira de fazer isso. Você chama a atenção do cliente potencial usando uma abordagem não convencional. Chamadas bem sucedidas estão perto de duas vezes a duração de chamadas não solicitadas. O cliente em potencial lhe disse que resolver o problema que você resolve é uma prioridade? Vá para a reunião! Isso é chamado de "venda após o fechamento". Não faça isso. Você pode pensar que está solidificando a reunião, mas, na realidade, está colocando-a em risco. Tudo que você precisa é que o cliente em potencial concorde que a solução desse problema é uma prioridade. Então você pede diretamente para a reunião. É tão simples que vai parecer estranho nas primeiras vezes que você tentar. Mantenha-se positivo. Objeções, rejeições e clientes agressivos... As cold calls são um desafio para todos, mas ao manter uma perspectiva positiva, você tem mais chances de se sair bem. Veja cada ligação como uma experiência de aprendizado. Não leve isso para o lado pessoal! Referências:https://www.leadforensics.com/the-art-of-cold-calling/ https://www.pipedrive.com/pt/blog/roteiros-chamadas-frias] https://www.saleshacker.com/cold-calling-tips-techniques/ https://www.entrepreneur.com/article/225779 --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cold-emails-definicao-usos-e-dicas Title: Cold emails: definição, usos e dicas Meta Description: O cold email é uma ferramenta excelente para empresas. Por isso, neste artigo você irá entender seu conceito, quais os melhores usos e formas de aplicá-lo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cold-emails-definicao-usos-e-dicas ## Headings Structure: H1: Cold emails: definição, usos e dicas H2: O que é o cold email? H2: Cold email x spam H2: Objetivos do cold email H2: Como fazer bons cold emails? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Cold emails: definição, usos e dicas H2: O que é o cold email? H2: Cold email x spam H2: Objetivos do cold email H2: Como fazer bons cold emails? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você sabia que cerca de 89% dos profissionais de marketing dizem que o email é seu principal canal de geração de leads? Sabendo disso, as empresas aprenderam e desenvolveram métodos de relacionamento e comunicação que utilizam o correio eletrônico como estratégia de marketing. Tal como as outras estratégias de prospecção, você precisa entender seu conceito, quais os melhores usos e formas de aplicá-lo. Mas não se preocupe, organizamos tudo de forma simples e objetiva neste artigo.  No decorrer dele você irá aprender sobre: Em muitos aspectos, um cold email é o mesmo que uma cold call- é apenas muito menos intrusivo. O objetivo de um cold email é vender seus serviços ou "quebrar o gelo" com a intenção de iniciar um primeiro contato. Por isso, este tipo de abordagem requer pesquisas e habilidade de escrita inteligente para envolver os alvos na leitura dos emails enviados. Os emails spam são enviados em massa, genéricos, com abordagens ambíguas e promessas vazias. Geralmente, o corpo do email vem com muitos links não confiáveis. Cold emails são enviados para uma lista de leads com quem você deseja se conectar, com uma abordagem personalizada que busca entender e resolver suas "dores", se possível, com a sua solução. Ao contrário do email em massa, sua mensagem será personalizada e não incluirá nenhum conteúdo falso ou proibido. 1. Geração de leads: esse é o motivo mais comum para o envio frio de emails.  Tudo o que você precisa são os endereços de email de clientes em potencial em seu mercado-alvo. 2. Convite: Se você estiver fazendo um podcast, um workshop ou um webinar, por exemplo, pode utilizá-lo para convidar as pessoas e construir um relacionamento produtivo. 3. Pesquisa de mercado: pode ser necessário identificar os pontos problemáticos de seus serviços e até mesmo do perfil da persona do seu escritório. O envio de cold email é uma das maneiras de fazer sua pesquisa. Não é fácil se destacar dos outros ao tentar promover seu negócio. A probabilidade de que usuários de computadores e dispositivos móveis abram um email de um remetente desconhecido não é muito alta. Por isto, existem muitas maneiras que podem ajudá-lo a chamar a atenção dos destinatários para seu conteúdo: Seja para obter a participação em pesquisas, convidar o destinatário para eventos ou ações específicas, entre outros. Também é importante ressaltar que é comum não conquistar a confiança de um destinatário na primeira tentativa. Por isso é importante definir o fluxo de cadência, assim, saberá quando entrar em contato novamente com aquela pessoa. Suas caixas de entrada são diariamente bombardeadas com mensagens que, em sua maioria, não lhe interessam. Dedique-se a criar emails com um excelente título e conteúdo. Ficou com alguma dúvida sobre cold mailing? Caso queira perguntar algo, você pode comentar ou enviar um email para blog@vobi.com.br. Estamos sempre à disposição, ok? Referências:https://mailshake.com/blog/100-sales-statistics/ https://www.leadfuze.com/how-to-write-a-cold-email/ https://eadbox.com/o-que-e-cold-email/ https://www.growthmachine.com.br/blog https://snov.io/glossary/cold-email/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-a-tecnologia-esta-transformando-o-setor-de-arquitetura-e-construcao-civil-no-brasil Title: Transformação digital na arquitetura e construção civil Meta Description: A tecnologia está mudando o modo de projetar e construir. Acompanhe nesse artigo os impactos da transformação digital na arquitetura e na construção civil Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-a-tecnologia-esta-transformando-o-setor-de-arquitetura-e-construcao-civil-no-brasil ## Headings Structure: H1: Como a tecnologia está transformando o setor de arquitetura e construção civil no Brasil H2: A transformação digital no setor de arquitetura e construção civil no mundo H2: Os impactos da transformação digital no setor de arquitetura e construção civil no Brasil H2: O que podemos esperar para o futuro? H2: Como a tecnologia pode facilitar e economizar tempo dos profissionais de arquitetura e design H3: Aumento da produtividade e da performance laboral através da robótica e inteligência artificial H3: Conexão entre profissionais H3: Maior gerenciamento e segurança H3: Economia de custos H3: Demanda customizada H3: Globalização H3: Inclusão no mercado de trabalho H2: Plataformas digitais H3: Aplicativo RoomScan Pro (iOs) H3: Aplicativo Sunseeker (iOS/Android) H3: Canva H3: Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como a tecnologia está transformando o setor de arquitetura e construção civil no Brasil H2: A transformação digital no setor de arquitetura e construção civil no mundo H2: Os impactos da transformação digital no setor de arquitetura e construção civil no Brasil H2: O que podemos esperar para o futuro? H2: Como a tecnologia pode facilitar e economizar tempo dos profissionais de arquitetura e design H3: Aumento da produtividade e da performance laboral através da robótica e inteligência artificial H3: Conexão entre profissionais H3: Maior gerenciamento e segurança H3: Economia de custos H3: Demanda customizada H3: Globalização H3: Inclusão no mercado de trabalho H2: Plataformas digitais H3: Aplicativo RoomScan Pro (iOs) H3: Aplicativo Sunseeker (iOS/Android) H3: Canva H3: Vobi H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Desde as primeiras experimentações humanas do avanço da tecnologia, como na revolução industrial, o mercado da construção civil tem sido pioneiro na aplicação dessas novas descobertas rumo à idealização de um mundo cada vez mais moderno. A tecnologia está mudando o mundo em todas as áreas de conhecimento, inclusive na arquitetura e construção civil. A transformação digital no ramo tem sido responsável por revolucionar a maneira de se produzir arquitetura e urbanismo. Incorporar os avanços tecnológicos nesse setor tem sido cada vez mais uma tarefa indispensável na construção de um futuro sustentável, preciso e mais prático. Acompanhe os desdobramentos da transformação do setor de arquitetura no Brasil a partir dos seguintes tópicos: Transformação digital é a incorporação de diversas tecnologias dentro de uma empresa com o intuito de melhoramento do desempenho, aumento de alcance no mercado, quantidade de pessoas impactadas com determinado serviço ou produto, logística interna, mecanização de tarefas, entre outras facilidades. Esse conceito é de extrema importância, pois, atualmente, o mundo já se encontra na era digital. Desde a relação de captação de clientes até a entrega de um produto ou serviço, são envolvidos processos tecnológicos. Desse modo, todos os setores de mercado devem criar esforços para acompanhar o processo evolutivo dessas tecnologias a fim de otimizar a experiência do consumidor, produzir novos produtos e oferecer serviços melhores e mais ágeis. Os setores de arquitetura e construção civil têm sido fortemente impactados pelo processo de transformação digital em inúmeras particularidades. A necessidade de incorporação de tecnologias nesse setor, torna-se cada vez mais latente por fatores como: Aumento da população mundial: que demanda ao mesmo um crescimento de construções para atender essa população em moradia e serviços, o que sugere uma necessidade de maior agilidade nesses processos; Surgimento de novas necessidades humanas de acordo com a evolução da tecnologia: automatização de ambientes, uso de novos materiais com melhor desempenho e até demandas surgidas na era digital, como arquitetura do metaverso. Segundo um estudo realizado pela Data Corporation, 72% das empresas mundiais acreditam que a transformação digital é a chave prioritária para evoluir os processos e modelos de negócios, pois a globalização do mundo atual demanda também evolução tecnológica desse setor, que está diretamente ligado à tecnologia, pois essas áreas impactam diretamente o modo de viver dos seres humanos. A partir da transformação digital nesse mercado, surgem novas facilidades e evolução nos processos, como o novo modo de construir a relação com o cliente e a possibilidade de alcançar públicos do mundo inteiro em que, os portfólios digitais são o “cartão postal” de um negócio de arquitetura e o relacionamento com o cliente atualmente é estruturado a partir das técnicas de marketing digital, do qual criam-se serviços cada vez mais personalizados e a oferta é globalizada. Alguns dos outros impactos da modernização nesses setores são: Para mergulhar no universo da transformação digital, é necessário investimento em novas tecnologias e estratégias metodológicas do ciclo operacional da empresa, além de técnicas de gerenciamento de projeto, qualificação de profissionais e investimento em softwares e tecnologias. Na parte operacional são essenciais as aplicações de técnicas como análise de big data, que funciona como um “aprimoramento de processos, a fim de obter informações dos consumidores valiosas de forma rápida, levando as tendências de mercado, comportamento e potenciais oportunidades”, o que possibilita que as empresas do ramo de arquitetura e construção civil identifiquem com maior rapidez as principais demandas. Outra importante ferramenta operacional na imersão digital é o aprendizado de máquina, subcampo da inteligência artificial e que consiste na análise de dados através de algoritmos. Através desse método, os sistemas digitais são capazes de “aprender com dados, identificar padrões e tomar decisões com o mínimo de intervenção humana”. Essas tecnologias aplicadas às etapas administrativas, projetuais e de execução de obras permitem uma produtividade maior, mecanizando funções que podem ser programadas digitalmente e permitindo o melhor aproveitamento dos profissionais de arquitetura, engenharia civil e a equipe de execução de obras. Já quanto aos aparelhos digitais, existem diversas opções no mercado que elevam a qualidade do produto final de engenharia e arquitetura, tornando os processos mais ágeis, precisos, com menor incidência de erros e também sofisticam a experiência do cliente com o projeto. Alguns exemplos de tecnologias aplicadas nesse setor são: Quando aplicadas em maior escala na construção civil e arquitetura, as tecnologias são capazes de produzir cidades inteligentes e sustentáveis, a exemplo de (i) fachadas dinâmicas que funcionem a partir de energia limpa; (ii) novos materiais construtivos sustentáveis, orgânicos e com menor impacto ambiental; (iii) redução de resíduos de construção civil. Sendo este último, um dos principais problemas atuais no mercado da construção civil. Com a aplicação de tecnologias, a redução de resíduos se torna possível por meio da inovação de materiais e métodos construtivos e pela possibilidade de obter um quantitativo preciso o mais próximo do real. Isso, além de impactar positivamente o meio ambiente, também proporciona economia para a empresa. No que diz respeito ao aprofundamento na incorporação de tecnologia nas empresas de arquitetura e construção civil, pode-se classificar o nível de imersão das corporações em alguns estágios, são eles: Estágio 1: Nessa etapa a política da empresa apresenta a chamada "resistência digital”, em que as estratégias de negócios e execução de projetos não estão alinhadas com o avanço da tecnologia no mercado. Estágio 2: Já foi identificada a necessidade de desenvolvimento digital dos negócios, porém a implantação do processo de transformação digital está em fase de projeto inicial básico. Estágio 3: São incorporadas metas de negócios de Tecnologia de Informação (TI) focados em produtos e experiências digitais, porém,“ainda não focados no potencial disruptivo de iniciativas digitais” Estágio 4: Esse estágio seria o cenário ideal. Nessa classificação a empresa adota uma imersão digital e as tecnologias são plenamente integradas. Apesar dos inúmeros benefícios e crescimento da incorporação de tecnologias digitais no mercado de arquitetura e construção civil, uma parte significativa das empresas mundiais ainda se encontra nos estágios iniciais na implementação da transformação digital em seus negócios, visto que pouco mais da metade das empresas ainda não evoluiu dos estágios 2 e 3 na incorporação digital. Isso significa que essas corporações têm o conhecimento e domínio básico dessas inovações, mas ainda não o suficiente para explorar todos os benefícios que uma incorporação digital profunda pode proporcionar ao negócio. A pesquisa internacional realizada pela Data Corporation, aponta os principais 5 impeditivos digitais que prejudicam a transformação digital na construção civil: 1) Planejar o melhor roteiro de investimentos digitais (46%); 2) Tornar as iniciativas escaláveis por meio da estruturação de negócios (42%); 3) Determinar as melhores métricas e KPis (37%); 4) Desenvolver habilidades digitais (36%); 5) Introduzir estrutura digital em todos os setores da empresa (29%); Na jornada de incorporação de transformação digital nas corporações alguns desafios dificultam o avanço da implementação das tecnologias, como o investimento em inteligência, por meio de aparelhamento digital (computadores, maquinários de obra,etc), além de softwares e investimento em mão de obra especializada em novas tecnologias e pesquisa científica. Nesse sentido, uma das principais carências é na formação e contratação de profissionais especialistas tanto na área de TI, para fornecer suporte técnico, quanto em BIM (Modelagem de Informação da Construção). Apenas 7% das empresas afirmam ter um fluxo de trabalho diário baseado em operações BIM, contudo 26% terceirizam uma parte ou todos os trabalhos relacionados com a tecnologia BIM. Portanto, é necessário desbloquear impasses digitais para que as empresas sejam capazes de desfrutar de todos os benefícios advindos das tecnologias digitais, por meio da superação de desafios no universo tecnológico na indústria da construção civil e gerenciamento dos riscos de forma eficaz. Um dos setores que mais movimentam a economia no Brasil é o da construção civil, apesar de ainda estar em desvantagem quanto à incorporação de tecnologias digitais quando comparado a outros países. Embora seja um setor que “nunca pára", o ramo sofreu déficit nos últimos anos, conforme um estudo estatístico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente aos anos 2014 e 2015, houve registros de uma queda no setor de obras e serviços, influenciados pelo cenário econômico no país, com a queda do PIB, aumento da taxa de juros (Selic) e redução do volume de crédito. Segundo o mapa apresentado, o país possui empresas de construção civil em todos os estados e consta de forma mais intensa nos estados de São Paulo, na liderança, seguido de Belo Horizonte. Portanto, observa-se que, a grande representatividade que o setor produtivo da construção civil tem para a economia do país: “Segundo a Federação das Indústrias do Distrito Federal- FIBRA- (2017), na geração de riqueza na construção, por segmento, no Brasil, a área de construção de edifícios tem o maior potencial encadeador do setor na economia”. Esse dado é importante para compreender o impacto da construção civil no país e dessa forma dimensionar os desdobramentos de uma transformação digital nesses setores. Ainda conforme a pesquisa da Data Corporation, para a Autodesk, num estudo realizado com países do mundo inteiro, o panorama brasileiro sobre a incorporação de tecnologias digitais na construção civil é de que o país ainda está atrasado na implementação de transformação digital “principalmente big data, inteligência artificial e modelagem 3D”, porém existem expectativas para um avanço visto a exigência de incorporação de BIM nos projetos públicos. A obrigatoriedade surgiu através do Decreto 10.306/2020, em que fica estabelecido pelo governo a “utilização de BIM na execução direta ou indireta de obras e serviços de engenharia realizada pelos órgãos e pelas entidades da administração pública”. Essa iniciativa abre portas para o avanço de tecnologias na arquitetura e construção civil no país e possibilita economia no investimento de projeto e execução de projetos públicos de arquitetura, urbanismo e infraestrutura. Conforme a pesquisa realizada pelo IDC, com diversos países, sobre o uso de tecnologia BIM no mercado de arquitetura e urbanismo, as construtoras brasileiras lideram os investimentos nesse tipo de software. O Brasil apresenta a maior porcentagem (53%), seguido da Coreia (48%) e China e Índia, com (27%). Embora os índices elevados sejam pertinentes às parcerias público-privadas, a tendência é a utilização de tecnologias também no mercado privado, visto os benefícios da modernização no setor produtivo da arquitetura e construção civil, desse modo, estima-se que “ 50% do PIB da construção civil no Brasil utilize a metodologia até 2024”. Conforme o relatório IDC, apesar de o setor da construção civil atualmente não apresentar um alto nível de incorporação digital, como em outros setores da economia, a necessidade é urgente e essa revolução tecnológica no setor está em processo, um pouco mais acelerada em alguns países e menos em outros. Espera-se que nos próximos anos a transformação digital já esteja mais intensa nesses setores pois, gradativamente, tem sido indissociável o uso das tecnologias com a arquitetura, o urbanismo e as construções civis. É indiscutível que as empresas no futuro deverão incorporar as tecnologias digitais nos seus processos, porém, o que pode gerar uma vantagem competitiva de mercado é o quão antecipadamente essas corporativas adotarão a transformação digital, para enfim chegarem ao estágio 5 de imersão e domínio dessas ferramentas. Desse modo, as empresas devem cada vez mais aumentar os investimentos para a área de tecnologia e tornar a transformação digital uma prioridade dentro das corporações. Os investimentos para esse setor, devem crescer, visto os inúmeros benefícios dos avanços tecnológicos para essa área e ainda o risco de obsolescência no mercado das empresas que não acompanharem esses avanços. Automação de maquinário e softwares de gerenciamento e tomada de decisões melhoram o fluxo de trabalho e diminuem os custos, possibilitando um melhor gerenciamento de recursos e acelerando os processos que envolvem a construção civil. Um projeto de arquitetura ou design é multidisciplinar, ou seja, envolve diversos profissionais diferentes em um mesmo projeto. A partir de tecnologias baseadas em nuvem e aplicativos, a comunicação entre os profissionais envolvidos acontece de forma instantânea e as atualizações de projeto se dão em tempo real. Um sistema operacional unificado para uma empresa permite que todos os autorizados tenham acesso aos dados pertinentes ao projeto, essa centralização na base de dados evita alterações paralelas em uma versão de arquivo e mitiga a possibilidade de perda de documentos e projetos. A utilização da tecnologia na construção civil diminui a probabilidade de erros projetuais e administrativos, tendo em vista a possibilidade de: Esses processos geram agilidade no resultado de um projeto, mais tempo investido na concepção e resolução de questões projetuais e menos tempo dedicado à atividades mecânicas. O emprego de materiais pré-fabricados e modulares na construção economiza tempo e dinheiro, já que, por meio dos softwares são previstos o quantitativo de material a ser utilizado no projeto. Desse modo, é possível gerar um orçamento de obra próximo dos valores reais. Racionalizar previamente as etapas da construção civil também tem um efeito positivo no impacto ambiental, pois diminui o desperdício e a quantidade de resíduos de construção civil gerados. Outro fator importante na economia é a possibilidade de explorar novos materiais e métodos de construção alternativos que são mais baratos, mas precisam de tecnologia para serem produzidos e instalados. As tecnologias digitais permitem uma individualização e personalização de serviços, tendo como consequência uma experiência de usuário mais satisfatória. Com novas técnicas de execução, é cada vez mais possível projetar de forma particularizada de acordo com as demandas do cliente e tornar o projeto único e exclusivo. Além de tornar viável a materialização de ideias que, antes, seriam impossíveis de serem executadas num projeto de arquitetura ou design. Com o advento das tecnologias e o marketing digital, o fator geográfico já não é mais um impeditivo para realização de um projeto, pois, com a internet a empresa tem o alcance mundial de clientes e investidores. Com a tecnologia é plenamente possível realizar um projeto arquitetônico ou de design à distância, utilizando somente as ferramentas digitais. A transformação digital trouxe uma maior possibilidade de inclusão social, segurança, conforto e qualidade de vida no mercado de trabalho. Intensificada pela pandemia, que serviu como um período de experimentação do trabalho à distância, o modelo home office ou híbrido alcança trabalhadores que residem longe da sede da empresa, pessoas com problemas de mobilidade, gestantes, lactantes, etc. Atualmente, existem diversas plataformas digitais que auxiliam na gestão de escritórios de arquitetura, urbanismo e design: Aplicativo que permite que seja criada uma planta através da câmera do celular. O aplicativo é capaz de criar diversos elementos arquitetônicos, como escadas, fachadas, entre outros. Com esse aplicativo, através da câmera de celular é possível rastrear o percurso do sol e os intervalos solstícios de inverno e verão. Além disso, o app também possui um GPS magnetômetro integrado. Através dele, é possível identificar a fachada com maior incidência solar em um projeto, o local ideal para instalação de painéis solares, entre outras funcionalidades. Ferramenta de design que possibilita ao usuário criar conteúdos gráficos com diversos templates prontos. Na plataforma são disponibilizados diversos tipos de formatos digitais, voltados para apresentação ou publicação nas redes sociais e também podem ser classificados por temáticas de preferência. A Vobi é uma plataforma digital que organiza todo o gerenciamento de escritório e tem como foco a organização da parte operacional de escritórios de arquitetura e de design, em que são automatizados: orçamentos; listas de compras; gerenciamento de pagamento de funcionários e fornecedores; cronograma de projeto e obras; site para escritório; ferramenta de criação de moodboard, entre outros. www.constructioncloud.autodesk.com www.revistaconstrua.com.br www.verazaffari.com.br www.transformacaodigital.com www.rockcontent.com.br www.agenciadenoticias.ibge.gov.br www.insights.liga.ventures www.gazetadopovo.com.br DE AMORIM, Layza Samara Guerra et al. A transformação digital do setor produtivo da construção civil The digital transformation of the productive sector of the civil construction. Brazilian Journal of Development, v. 7, n. 6, p. 57401-57414, 2021. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-as-pandemias-moldaram-a-arquitetura Title: Como as pandemias moldaram a arquitetura Meta Description: Como as pandemias moldaram a arquitetura: entenda como as doenças e as formas de viver do passado influenciam o presente e também, o futuro. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-as-pandemias-moldaram-a-arquitetura ## Headings Structure: H1: Como as pandemias moldaram a arquitetura: entendendo o passado para projetar o futuro. H2: Habitações pós-pandemias H2: Escritórios pós-pandemia H2: Espaços públicos e tecnologias pós-pandemias H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como as pandemias moldaram a arquitetura: entendendo o passado para projetar o futuro. H2: Habitações pós-pandemias H2: Escritórios pós-pandemia H2: Espaços públicos e tecnologias pós-pandemias H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A pandemia de Covid-19 revelou questões urgentes relacionadas à densidade das cidades, a caminhabilidade, a tecnologias, o transporte e os espaços públicos, trazendo desafios a serem sanados nesses aspectos urbanos, mas principalmente, no ponto de vista do ambiente construído. Mostrou-se notório o quanto esses espaços são mal gerenciados em relação ao conforto e segurança. Durante os últimos séculos, diversas doenças infecciosas transformaram as cidades através da arquitetura e do design - as pessoas precisaram redesenhar seus espaços físicos. O medo da população moldou a forma das edificações. Muitas das tendências que são vistas atualmente foram soluções do passado para resolver problemáticas ligadas à saúde e conforto das pessoas. No século XIV, a peste bubônica incentivou modificações urbanas e arquitetônicas, onde foram criados grandes espaços públicos e ações higienistas nos alojamentos. Com a superlotação da época, foram criadas, também, instalações de quarentena e amplos espaços públicos. Séculos depois, o modernismo incentivou novamente as políticas de planejamento urbano e soluções que contribuíssem para a cura de doenças, como a tuberculose, febre tifóide e gripe espanhola. Marcado por uma estética limpa tanto em sua forma - uso da simplicidade geométrica e materiais modernos -, como na premissa de ser livre de doenças e poluição. Um ambiente beneficiado por luz, ar livre e natureza, faziam parte dos princípios da arquitetura modernista para prevenir a tuberculose. Para isso, utilizavam-se de pinturas claras, superfícies planas que não acumulavam poeira e grandes janelas em fita, para remeter o aspecto de limpeza. Já em 2020, o COVID-19 trouxe à sociedade, a reflexão sobre suas prioridades individuais e coletivas. Com a necessidade de uma nova quarentena, a nível mundial, para combater os danos causados pelo coronavírus, as pessoas precisaram aplicar o isolamento domiciliar a fim de diminuir a propagação dessa doença altamente infecciosa. Com o uso da tecnologia foi possível, então, criar novas formas de viver. O consumo de conteúdos educativos, culturais e de compras, por meio de vários cliques, foram intensificados. Com o distanciamento social e as medidas de quarentena, o crescimento das videochamadas, dos webinars e do e-commerce mostrou a possibilidade de trabalhar, estudar e consumir sem sair de casa. Esses novos comportamentos moldaram o cotidiano da população e trouxeram junto questionamentos sobre os espaços físicos - as habitações e os escritórios passaram a ter novos desafios de projetos a serem resolvidos. Apesar de ser muito cedo para afirmar quais são as mudanças que afetaram o futuro do segmento de arquitetura e design, onde diversos estudos ainda precisam ser feitos, já é possível identificar algumas tendências que possivelmente serão muito adotadas. Pensando nisso, este artigo abordará a influência das pandemias no desenho de edificações e cidades ao longo dos anos, e como se preparar para os futuros projetos de casas e edifícios: As habitações são os espaços mais seguros para ofertar isolamento contra vírus, entretanto, no século passado, a forma dessas edificações não eram propícias para o tratamento de tuberculose e pneumonia - principais causas de mortes da época. As casas tinham muitos materiais pesados, uso de objetos em demasia e pouco acesso a luz e ventilação natural. Por isso, as pessoas que tinham oportunidade de serem tratadas adequadamente, procuravam sanatórios afastados do adensamento, os quais continham a natureza necessária para a cura. Logo, edificações que atendessem as demandas de recuperação começaram a ser projetadas. Essa nova arquitetura começou a influenciar nomes, como Le Corbusier e Alvar Aalto, que se preocupavam em desenvolver arquiteturas que contivessem as doenças da época. Além das soluções terapêuticas de intensificar a passagem de luz e ar, foi-se utilizado também, o uso de pilotis para elevar as edificações, planta baixa e fachadas livres, janelas em fita e terraço jardim - ficando conhecido, assim, como os 5 pontos da arquitetura moderna, muito utilizada por Le Corbusier. Uma outra solução referência daquela época, utilizada na Villa Savoye, e que atualmente está sendo empregada em projetos residenciais, devido a pandemia do COVID-19, é o uso de pia para lavar as mãos, na área de entrada da edificação. Hoje, todas as edificações, seja residencial ou comercial, tem um espaço adaptado com álcool para a higienização das mãos e de objetos. E assim, novos mobiliários começaram a ser inseridos para facilitar a limpeza e o armazenamento de itens vindos da rua, por exemplo o uso de sapateiras, cabideiros e chapeleiras no hall de entrada. Contextualizando com os dias atuais, onde as pessoas passaram mais tempo em casa, devido às medidas de segurança declaradas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), essas perceberam que os ambientes em que elas viviam, precisavam de melhorias, e assim as fizeram. Ter ambientes personalizados por espaços verdes será uma exigência contínua, mesmo depois do fim da pandemia, para assim fornecer ventilação, iluminação e uma produção de alimentos aos moradores, que estão cada vez mais atentos à qualidade de vida, a funcionalidade dos espaços e as novas ondas que poderão surgir. Cultivar os próprios alimentos é importante em momentos de isolamento. As estratégias incorporadas no modernismo, os chamados terraços jardins, são e serão soluções para reorientar os espaços verdes que nos foram afastados ao longo do tempo, além de contribuírem para a implantação da agricultura urbana. Vale ressaltar que esses sistemas de hortas sob o teto exigem cálculos e estudos mais aprofundados. Devido ao adensamento dos edifícios e o compartilhamento dos ambientes comuns, na atualidade, são muitas as superfícies que diversas pessoas têm contato ao longo do dia. Com isso, na era do COVID-19, as pessoas desenvolveram espécies de fobias psicossociais, ao compartilhar elevadores e tocar em maçanetas, por exemplo. De certo, as edificações do futuro levarão em conta esses novos hábitos de menos toques, junto com a necessidade de espaços mais amplos, como corredores, escadas e portas, os quais possam ser mais flexíveis para as pessoas. Além de implementar estratégias que melhorem a qualidade do ar e de luz natural, inserindo então, grandes janelas, varandas, claraboias e pátios. Projetar habitações, agora, é também se atentar aos novos arranjos de trabalho: lugares cada vez mais flexíveis, virtuais e domiciliares. Esses locais para home office necessitam de soluções, como grandes esquadrias, mobiliário confortável, equipamentos adequados e um bom isolamento acústico. Um levantamento feito pela empresa brasileira Archademy, revelou que ao entrevistar escritórios de arquitetura, 95,5% dos 900 profissionais afirmaram receber demandas para reforma em ambientes residenciais. Sendo essas, mudanças em estação de trabalho, solicitação por ambientes verdes e áreas de estar e lazer. O trabalho remoto intensificou-se na pandemia do COVID-19, se antes havia uma resistência por parte das empresas, hoje é uma realidade, quase uma solução para a crise global econômica, já que o modelo home office é mais vantajoso em relação ao trabalho presencial por possuir um custo menor de infraestrutura, de despesas operacionais e de transporte. Tornando-se cada vez menos necessário espaços físicos corporativos. Muitas pessoas gostaram da nova experiência em casa porque trouxe melhor produtividade, nos casos em que o ambiente tinha melhor qualidade do que o corporativo - apresentava conexão com o verde, melhor qualidade do ar e conforto. Como também, ocorreu o oposto, onde a experiência no escritório era melhor do que em casa, e muitos desejaram retornar para o ambiente corporativo. Surgiu então, a rotina de trabalho híbrido, com o revezamento de alguns dias em casa e outros no trabalho. O fato é que, os escritórios deverão se reformular para oferecer maior espaço entre as pessoas e estações de trabalho. As limpezas nesses ambientes serão intensificadas e a utilização de tecnologias através de germicidas ultravioleta, serão uma prática recorrente para desinfetar as salas comuns. Outra epidemia que contribuiu para que os modernistas se preocupassem com a forma das edificações, foi a da gripe espanhola, ocorrida na segunda década do século passado. Grandes espaços abertos somados a largas avenidas dividiam os bairros pelos seus usos, marcando o modernismo brasileiro. Hoje entende-se a importância de desenvolver espaços públicos de qualidade, eles são e serão indispensáveis para prevenir a propagação de doenças, sendo esses benéficos à saúde física e mental, e que podem ser implantados em escalas menores, como por exemplo, os pocket parks - espaços compactos acessíveis ao público e dotados de vegetações que ofereçam conforto térmico aos usuários, convidando-os a experimentar os os mobiliários destinados ao apoio e descanso. Além desses espaços, oferecer uma cidade que tenha caminhos seguros através do tecido urbano e formas das edificações amigável ao pedestre, é uma solução para épocas epidêmicas que exigem a não utilização do transporte público e sua aglomeração - disseminadoras de doenças. Diferentemente das grandes avenidas inseridas no modernismo, que privilegiavam o uso dos carros em detrimento do pedestre, hoje isso se mostra não mais sustentável. O transporte público do futuro será a caminhada, além de ser uma atividade física, é um elo importante para conhecer a arquitetura da cidade. Ter equipamentos melhores distribuídos, como unidades básicas de saúde e escolas, descentralizando-os, também seria o ideal junto a esse cenário. Portanto, com a necessidade de retornar à natureza com seus efeitos curativos, o rumo do design de interiores é fazer essa reconexão, através da replicação de suas cores, padrões e formas. Já se fala, também, sobre o uso de tecnologias antivírus - semelhantes a lógica computacional que previne as máquinas de malwares - que, na nossa realidade, funcionaria também como proteção às edificações. Tanto nas habitações como em construções de emergência, os hábitos de toque em superfícies possivelmente serão trocados por comandos via tecnologia. Os smartphones e assistentes virtuais certamente contribuirão para controlar abertura de portas, acessos a elevadores e limpeza dos ambientes. Diante da pandemia atual, as construções modulares para erguer ambientes hospitalares de campanha são rápidas e podem ser temporárias, como já foi visto ainda nesse século, com o surto da gripe H1N1 - a arquitetura efêmera corroborou para aumentar o atendimento hospitalar em áreas abertas, como em estádios de futebol brasileiros. Com a crise atual no sistema de saúde pela superlotação e falta de UTIs, uma das soluções para essas problemáticas foi a expansão das alas através de contêineres de transporte, anexados aos estacionamentos dos hospitais ou em outros lugares amplos. Esse é o caso do projeto CURA (Connected Units for Respiratory Ailments, em português, Unidades Conectada para Tratar Doenças Respiratórias), desenvolvido pelos arquitetos italianos Carlo Ratti e Italo Rota, que utilizaram-se de contêineres para o tratamento intensivo de pacientes com Coronavírus. As cápsulas têm capacidade para dois leitos onde possuem um sistema de ventilação independente e janelas de vidro possibilitam a entrada de iluminação natural e a interação com a família, sem o risco de contaminação. Outras construções similares, com estruturas leves e de fácil adaptação, continuarão sendo eficazes para essas demandas emergenciais. Como em outras áreas, onde se já é empregado testes em novos desenvolvimentos de materiais funcionais, a arquitetura pós pandemia certamente terá seu foco, também, em investimentos de materiais antibacterianos, virucidas e fungicidas. No passado, por exemplo, o design dos móveis modernistas priorizavam materiais, como o aço inoxidável para utilizar em pernas de mobiliários - isso facilitava a movimentação e limpeza dos objetos. Nesse contexto, entendendo a atual crise de saúde, ninguém quer que o cenário pandêmico volte a ocorrer, mas caso isso ocorra, desenvolver uma arquitetura de qualidade prevenirá, certamente, seus efeitos de propagação de infecções e doenças. www.sciencedirect.com www.world-architects.com www.imoveis.estadao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-construir-a-sua-marca-pessoal Title: Como construir a sua marca pessoal: impulsione sua carreira Meta Description: Crie uma marca pessoal atraente capaz de impulsionar os seus negócios, definindo seu propósito e impacto positivo ofertado para o mundo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-construir-a-sua-marca-pessoal ## Headings Structure: H1: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H2: 01. Defina seu objetivo pessoal H2: 02. Construa as estratégias de posicionamento H2: 03. Criando sua identidade H2: 04. Mostrando-se ao público alvo H3: Organização de portfólio H3: Acompanhe as métricas H3: Investimento na sua marca H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H2: 01. Defina seu objetivo pessoal H2: 02. Construa as estratégias de posicionamento H2: 03. Criando sua identidade H2: 04. Mostrando-se ao público alvo H3: Organização de portfólio H3: Acompanhe as métricas H3: Investimento na sua marca H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? É por meio da marca pessoal que se alcança a visibilidade no mercado. Saber reconhecer sua personalidade, valores, paixões, princípios, experiências profissionais e talentos é o ponto inicial para criar uma marca. Enfatizar esses atributos criando um estilo único, capaz de diferenciá-lo da concorrência, é o que alavancará os resultados na vida profissional. Para criar a sua marca pessoal, definindo seus objetivos, posicionamento, oportunidades de negócios, sua vantagem competitiva, bem como, seu impacto positivo para o mundo, separamos alguns passos que te auxiliarão: O primeiro passo para ter uma marca pessoal bem definida é se conhecer, entender quais são as atividades que você mais gosta de fazer e quais habilidades utiliza para realizá-las, assim fica mais fácil definir seus objetivos pessoais. Reflita sobre os feedbacks de pontos fortes e de melhorias recebidos durante a vida, pois é importante entender a percepção de como os outros vêem você, para diferenciar daquilo que você imagina ser e, assim, chegar em um comum acordo sobre o que faz sentido nos dois pontos de vista. Com isso, você poderá ter a compreensão de como está a sua imagem e quais serão os próximos passos estratégicos para o reposicionamento de marca pessoal. Separe um tempo para responder perguntas, como essas: Para começar a gerir estrategicamente sua imagem pessoal, defina objetivos ordenados por prazos. Os objetivos de longo prazo são aqueles focados em resultados maiores, os quais irão orientar quais as ações pessoais e profissionais serão tomadas ao longo do tempo. Já os objetivos específicos, possuem prazos mais curtos e precisos, além de serem propósitos mais estratégicos, sempre alinhados aos objetivos maiores. Construir um branding pessoal te leva ao entendimento dos seus valores genuínos e os diferenciais que geram autoridade em relação ao seu nome. Por isso, pare e pense: a quem interessa ter informações claras ao meu respeito? Diante dos meus meus objetivos e atributos, a quem posso ajudar? Nesse momento, ficará mais fácil definir dois pontos importantes: seu público alvo e a oportunidade de negócio. Identificar comportamentos de consumo e tendências é importante para estabelecer quem você deseja alcançar e quais oportunidades de mercado você pode expandir. O Relatório de macrotendências de consumo no pós-Covid 19, elaborado pela PwC, revela que após a pandemia é cada vez mais crescente o número de pessoas que buscam marcas em que confiem e esperam que tenham valores alinhados aos seus. Analisar os aspectos demográficos e comportamentais das pessoas vai te dar as respostas necessárias para entender o que esperam da sua marca. Procure informações relacionadas à idade, gênero, interesses, renda, valores, entre outros fatores que contribuem para comercializar a sua marca. Aplique o processo de benchmarking na sua pesquisa. Em suma, a estratégia refere-se à busca por empresas, pessoas, produtos ou serviços de sucesso, identificando as estratégias sucedidas e até erros cometidos. Foque em pessoas que possuem habilidades semelhantes ou que atuam no mesmo segmento de mercado. Analise a marca, as capacidades e os recursos. Comparando essas características, é possível buscar meios para o seu desenvolvimento pessoal, sendo essa, uma avaliação constante, que sempre trará inspirações para seu modelo de negócio. Por exemplo, se você deseja ser lembrado por ser um designer eco-responsável, procure avaliar as estratégias utilizadas por empresas como a Herman Miller, o qual foi pioneira em design sustentável de mobiliários para escritórios e residências, alinhando um desenho atemporal a qualidade do produto, evitando que haja descartes ao meio ambiente devido a obsolescência. A empresa detentora de certificações, como a Cradle to Cradle, BREEAM, Green Tick, European Declare Label, possui processos sustentáveis em toda linha de produção até o destino final de seus produtos: as cadeiras são feitas a partir de plásticos reciclados, os plásticos das embalagens estão cada vez mais sendo reduzidos e substituídos por materiais menos danosos, além das fábricas serem abastecidas com energia renovável. A partir disso, responda a si mesmo: por que a sua marca existe? Defina a relevância dela e os aspectos que mostrem seu diferencial para o público alvo, alie sua marca com a defesa de uma causa específica, assim, é possível criar um elo emocional. E mais, trará motivação para concretizar seus objetivos. E por falar em marketing, não deixe de conferir o nosso artigo completo sobre o tema, clicando aqui. É imprescindível agregar identidade a sua marca, o alvo precisa facilmente visualizar os valores e princípios associados ao seu negócio. A consultora de marketing Julieta Tello e criadora do The Curious Beetle - agência de marketing para empreendedores que buscam desenvolver negócios sustentáveis e com propósito -, sugere criar modelos de resultado tríplice (Triple Bottom Line), ou seja, marcas que unem objetivos ambientais e sociais ao econômico. A Coach de Negócios ainda recomenda dicas, como analisar os 100 valores universais e escolher aproximadamente 10 deles que mais sejam relevantes para a marca. Esses princípios auxiliam no entendimento do que é prioridade e, consequentemente, guiam as tomadas de decisões importantes ao longo da vida. Alguns exemplos de valores humanos são: abundância, harmonia, credibilidade, agilidade, autocontrole, ambição, benevolência, amizade, amor, respeito, ética, qualidade, caridade, complexidade, coragem, cooperação,  cuidado, empatia, espiritualidade, igualdade, influência, entre outros. Ao humanizar a marca, você vai de encontro com uma tendência de mercado. Muitos usuários optam por marcas mais transparentes e próximas ao consumidor. Então, defina a responsabilidade social da marca, bem como, quais serão os métodos de comunicação não invasivos com o público alvo. Construir, então, uma identidade visual forte é o ponto chave para o reconhecimento da marca. Com o cenário de grandes oportunidades a partir do mundo web, é preciso estabelecer o Planejamento de Persona no mundo virtual, o qual orientará a criação de conteúdo e marketing digital. Defina o Tom de Voz da marca: de que maneira você irá se vender para o mercado? Quais serão os canais de comunicação. Isso deve ser uma preocupação constante e requer um gerenciamento. Neste artigo, você confere quais são as melhores redes sociais e como utilizá-las de forma assertiva. Clique aqui para ler! Desenvolva, então, materiais que representem a sua identidade: logotipos, paletas de cores, tipografia, materiais gráficos, guias de comportamento, entre outros. Essa etapa é muito importante, não  deve ser negligenciada. Tudo precisa estar alinhado! Seja autêntico nas plataformas digitais, as pessoas amam sentir a sensação de que estão próximas através das redes sociais. Usar o Facebook, Instagram, LinkedIn e Pinterest para compartilhar as experiências diárias, seus conceitos e valores, bem como, abrir espaço para conversas com os usuários é uma ótima maneira de alcançar os resultados desejados. Criando um marketing de relacionamento e de conteúdo, é possível conquistar velhos e novos seguidores, evoluindo assim, para ações de venda de forma orgânica, sem a necessidade de transformar as redes sociais em murais de panfletos com conteúdo estagnado de produtos e serviços. A interação também é capaz de entender quais são as necessidades do consumidor e o que eles esperam que você apresente, e então fica mais fácil elaborar conteúdos de forma atraente. Na área de arquitetura e construção, os produtos possuem um tempo maior a serem finalizados e os clientes esperam tê-los o mais rápido possível. Mostrar a rotina do negócio, pode ser um aliado na hora de reduzir a ansiedade dos clientes e até educá-los a compreender que o processo criativo e de execução possui um tempo prescrito. A conexão entre o público e a marca gera o reconhecimento de valor agregado. Além disso, torna muito mais fácil que as pessoas interessadas, indiquem seu perfil a outras, ampliando o público-alvo. Dica da Vobi: Utilize ferramentas gratuitas que facilitem, no dia a dia, a produção desses conteúdos para suas redes. Procure templates prontos que alinham-se à sua identidade. A ferramenta Canva possui muitos recursos para produzir design excelentes e ainda conta com um planejador de conteúdo para a sua marca. Leia mais sobre: como montar um perfil de arquitetura e construção para mídias sociais e prosperar no marketing digital, clicando aqui. Você sabia que o Brasil tem mais de 150 milhões de usuários de Internet e 89% das buscas são sobre produtos e serviços? Então organize seu portfólio. Faça uma análise de quais produtos e serviços você oferece e quais serão oferecidos futuramente. Materialize por meio de fotos e outras documentações, elas serão capazes de construir uma base de negócio e posicionamento de marca. A Vobi é uma grande oportunidade para sua empresa se conectar com leads valiosos. A plataforma também oferece uma ferramenta incrível de portfólio digital em que é possível criar o seu próprio site em apenas alguns cliques. Trata-se da ferramenta "Meu Site", cujo principal objetivo é a criação de um site completo para arquitetos e engenheiros, contendo uma variedade de recursos poderosos que o ajuda a ser encontrado online por meio de pesquisa. Nossos modelos são otimizados para SEO tornando mais fácil para o seu público ver o trabalho que você faz. Aproveite também para ler o nosso artigo sobre Site para Arquitetos e Engenheiros. Após aplicar as estratégias para construção da sua marca, é importante acompanhar os dados relativos às ações empregadas, para identificar se estão no caminho esperado. Elas apontam em quais quesitos você está se saindo bem e em quais precisa se reposicionar. Nas redes sociais essas métricas podem ser facilmente analisadas, as ferramentas “analytics” demonstram o alcance das publicações e seu engajamento. Bem como, sinalizam quantos usuários estão falando sobre a marca e quantas pessoas são recentes no consumo do seu conteúdo. Em relação a administração do seu negócio, identifique quais são os KPIs (Key Performance Indicator, em português Indicadores-Chave de Performance) mais relevantes para serem analisados. Esses dados podem avaliar quesitos como: faturamento, custos fixos, satisfação do cliente e número de novos clientes. Você também pode analisar indicadores de impacto positivo, caso a marca esteja atrelada à sustentabilidade, é possível verificar a quantidade de plástico reciclado, por exemplo. Leia mais em: Marketing para arquitetos e engenheiros: como adquirir clientes ativamente para o seu negócio. Antecipe os cenários e planeje financeiramente os seus recursos, você certamente precisará de dinheiro para alcançar a expectativa de crescimento esperada ou para superar alguma dificuldade identificada. Por exemplo, se você não possui os conhecimentos necessários para construir um plano de marketing ou ainda não se sente seguro em como se comunicar no ecossistema digital, contrate uma agência especializada em marketing para orientá-lo. Lembre-se: é você quem dita os passos, sua marca é o seu cartão de visitas, então, construa junto com o profissional especializado. Por fim, não esqueça de ter em mente, as razões que te mobilizam e o que te diferencia dos demais profissionais. Assim, você pode focar no que realmente importa para impulsionar sua carreira e seus negócios. O gerenciamento de uma marca requer consistência e perseverança, por isso, não perca o foco. www.revistaebs.com.br www.consumidormoderno.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-dizer-nao-para-o-cliente Title: Como Dizer Não Para o Cliente:O Guia Definitivo de Como Negar um Pedido de Forma Educada e Positiva Meta Description: Descubra como dizer não aos seus clientes sem comprometer o relacionamento com ele. Aprenda estratégias e abordagens para garantir que suas negativas sejam compreendidas e aceitas, mantendo um ambiente positivo e construtivo de negócios. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-dizer-nao-para-o-cliente ## Headings Structure: H1: Como dizer não para o cliente: O guia definitivo de como negar um pedido de forma educada e positiva H2: Por que dizer não ao cliente? H2: Quando dizer não ao cliente H2: Como dizer não para o cliente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como dizer não para o cliente: O guia definitivo de como negar um pedido de forma educada e positiva H2: Por que dizer não ao cliente? H2: Quando dizer não ao cliente H2: Como dizer não para o cliente H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Dizer “não” pode ser para muitas pessoas um desafio. Seja no contexto pessoal ou profissional, o temido “não” pode ser visto como um ato de conflito,  que pode levar a sentimentos de culpa ou o receio de se tornar menos querido ou menos popular. Há também o medo de perder oportunidades - muitas pessoas dizem "sim" porque têm medo de que dizer "não" feche portas para futuras oportunidades. No mundo profissional, esse é um ponto pouco discutido, uma vez que a frase 'o cliente tem sempre razão' se tornou quase como um mantra. Por isso, pode parecer um tabu sequer considerar a ideia de discordar de um cliente, no entanto, é precisamente aqui que precisamos focar. É verdade que a nossa principal missão é trazer os sonhos dos clientes à realidade, mas  pode ser que a estética preferida do cliente não se alinhe com o seu estilo de design, ou o projeto possa  demandar mais do que você é capaz de entregar, ou ainda que o seu instinto esteja sugerindo que o cliente possa necessitar de uma assistência constante e excessiva. Nesses casos, a solução é simples: precisamos saber quando e como dizer 'não'. Neste artigo, vamos explorar por que, quando e como dizer 'não' a um cliente. Nosso objetivo não é desafiar a importância de satisfazer o cliente, mas sim enfatizar a necessidade de equilibrar as expectativas do cliente com a realidade do que é possível e apropriado no mundo da construção civil. Acredite ou não, dizer 'não' também é uma habilidade, e uma muito necessária. Dizer “ sim” a tudo o que é pedido pode parecer o melhor caminho para garantir a satisfação e fidelizar o cliente, principalmente em um mundo onde se propaga a ideia comum de que o cliente tem sempre razão. No entanto, essa visão pode, em certas ocasiões, resultar em acordos que desequilibram a relação comercial, favorecendo demasiadamente o cliente em detrimento do seu negócio. Lembre-se de que: Existem diversas situações em que será imprescindível dizer "não". O que decidirá a manutenção da relação com o cliente, é a maneira como esta negativa será apresentada. Um escritório que preza pela responsabilidade e compromisso com seus clientes evita fazer promessas que não podem ser cumpridas, a fim de conservar relações. Nesses casos, a melhor saída é estabelecer um diálogo gentil e transparente com o cliente de maneira a orientar a conversa e explorar soluções alternativas que possam atender melhor aos interesses de ambas as partes. Em muitos casos, saber como dizer "não" pode ajudar a preservar a relação entre o cliente e sua marca, promovendo uma experiência mais positiva a longo prazo. Em qualquer profissão, especialmente em áreas criativas como design e arquitetura, é preciso entender quando dizer 'não' a um cliente. Em algumas situações essa resposta  é não apenas aceitável, mas muitas vezes necessária. Embora a satisfação do cliente seja sempre uma prioridade, há várias razões plausíveis para adotar essa postura. As mais recorrentes são: Dar muitos descontos para o cliente pode parecer uma boa ideia para o fidelizar, principalmente quando se está no início da carreira. No entanto, ao fazer isso, corre-se o risco de não cobrir os custos operacionais com softwares, custos de plotagem, deslocamento e  mão de obra no geral, o que pode levar a prejuízos financeiros. Além disso, ceder a descontos substanciais pode estabelecer um precedente indesejado para negociações futuras, desvalorizando seu trabalho. Fique atento também quanto às solicitações de pagamento ou parcelamentos pouco razoáveis! Aceitar tais condições pode comprometer a qualidade do trabalho e aumentar a pressão de entrega. Cumprir um prazo irrealista muitas vezes significa apressar o projeto, o que pode levar a erros, falta de atenção aos detalhes e uma redução geral na qualidade do resultado final. Além disso, prazos irreais podem gerar sobrecarga de trabalho, levando a um ambiente de trabalho estressante e insalubre. Portanto, é importante definir expectativas realistas desde o início para garantir a entrega de um projeto que cumpra as expectativas e a manutenção de um ambiente de trabalho saudável. Ligue o sinal vermelho quando o cliente tem expectativas que possam ferir as normas vigentes de segurança ou que comprometem a segurança dos usuários. Como profissionais habilitados, é preciso garantir que o projeto esteja em conformidade com as normas e regulamentos de segurança.. Aceitar um pedido que comprometa a segurança não seria apenas antiético, mas também poderia levar a consequências legais sérias. Portanto, em tais circunstâncias, é melhor ser assertivo e negar o pedido do cliente, enquanto explica claramente as razões por trás dessa decisão. Vale lembrar que enquanto profissional da construção civil, é sua responsabilidade garantir projetos seguros, bem como é de sua responsabilidade emitir ART (anotação de responsabilidade técnica, para engenheiros) ou RRT (registro de responsabilidade técnica, para arquitetos),  que assegura que um profissional habilitado assumiu a responsabilidade técnica por um projeto ou obra. Tentar atender a todas as propostas pode comprometer a qualidade do seu trabalho, sua reputação profissional e a satisfação do cliente. Um profissional especializado em um certo nicho, desenvolve um conjunto de habilidades específicas que atendem a uma determinada demanda de mercado, como especialização em luminotécnica e paisagismo, por exemplo. Quando as expectativas de um cliente excedem esse nicho, você pode não possuir a experiência, o conhecimento ou os recursos para entregar um resultado esperado. Ao tentar abranger uma gama muito ampla de serviços, corre-se o risco de produzir um trabalho que não atende aos seus próprios padrões de excelência nem às necessidades do cliente. Além disso, é importante manter um foco claro na sua área de especialização. Quando você começa a se desviar do seu nicho de mercado, pode confundir seus clientes e diluir sua marca. No entanto, dizer "não" ao cliente deve ser feito com tato e profissionalismo. A melhor maneira de recusar um projeto é explicar claramente e honestamente as razões. Por exemplo, você pode dizer ao cliente que o projeto está além do escopo do seu nicho e que você acredita que ele se beneficiaria ao trabalhar com um profissional que se especializa nessa área. Você pode também oferecer referências de outros profissionais ou empresas que seriam mais adequados para atender às suas necessidades. Isso não apenas ajuda o cliente a encontrar a ajuda adequada, mas também demonstra sua boa intenção em ajudar. Muitos escritórios e profissionais autônomos enfrentam limitações de capacidade e recursos, e pode chegar a um ponto em que não seja possível assumir mais trabalho sem comprometer a qualidade do serviço prestado ou sobrecarregar a equipe. Dizer "não" nessas circunstâncias é uma medida de responsabilidade e gestão adequada da capacidade e recursos disponíveis. Ao realizar essa gestão para entender os limites do seu escritório, é necessário estar munido de ferramentas que te ajudem a gerenciar os projetos e o andamento dos processos envolvidos nele. A Vobi  te ajuda com isso, já que é uma excelente ferramenta para gerenciar projetos e evitar sobrecarga de trabalho. A plataforma de ajuda a: Priorizar seus projetos: A Vobi permite que você organize seus projetos com base na prioridade, ajudando você a se concentrar nas tarefas mais urgentes primeiro. Isso pode evitar a aceitação de novos projetos quando você ou sua equipe já está sobrecarregada. Planejamento de capacidade: Com base nos dados de projetos anteriores, a Vobi pode ajudar a planejar a capacidade futura. Isso pode ajudar a evitar a aceitação de mais trabalho do que o escritório pode gerenciar. Portanto fique receoso ao recusar um novo cliente quando já se tem muita demanda. Fazer isso permite que o escritório priorize o atendimento aos clientes existentes e garanta a qualidade do trabalho realizado. Isso contribui para a satisfação dos clientes atuais e a construção de relacionamentos de longo prazo, o que pode ser mais vantajoso a longo prazo do que simplesmente buscar mais volume de trabalho no curto prazo. Embora dizer "não" possa ser difícil, é muitas vezes a melhor opção para todos os envolvidos. Fazer isso de uma maneira respeitosa pode ajudar a preservar o relacionamento e a sua reputação profissional, além de permitir que o cliente encontre o serviço mais adequado às suas necessidades. Dizer "não" para um cliente pode ser uma tarefa delicada, já que existe o risco do cliente levar a recusa para o lado pessoal. Entretanto, se bem gerenciada, essa situação pode ser uma oportunidade para construir um relacionamento mais forte com o cliente. Listamos algumas dicas para recusar um pedido de um cliente com cordialidade: 1. Esclareça os motivos da recusa: Ao recusar um pedido, é essencial oferecer uma justificativa para sua decisão. Dizer "não" sem uma razão pode prejudicar a percepção do cliente sobre sua marca. Portanto, esclareça por que você está recusando o pedido, ajudando o cliente a entender que a recusa não é pessoal, mas é uma necessidade que decorre das circunstâncias. Ao fazer isso, comece a conversa com essa explicação, tornando a recusa mais palatável para o cliente. 2. Proponha alternativas e soluções: Ao enfrentar um pedido que não pode ser atendido, esteja pronto para apresentar alternativas. Isso demonstra respeito pelo cliente e sua satisfação, mesmo que sua marca não possa atender às necessidades específicas naquele momento. Se a demanda do cliente não se enquadra no nicho do escritório, considere  indicar um colega ou escritório qualificado que possa atender às expectativas do cliente. Pode ser, por exemplo, um designer experiente que seja capaz de lidar com um projeto complexo ou um profissional mais novo que possa se beneficiar da oportunidade. Além disso, esse encaminhamento pode ser uma chance de fomentar a diversidade no mercado, dando oportunidades a profissionais que trazem perspectivas únicas. Esta prática gera não apenas uma boa vontade com o cliente, mas também com o profissional encaminhado, potencialmente criando uma rede de apoio mútua. 3. Mantenha a porta aberta para futuras interações: Depois de explicar os motivos por não poder atender ao pedido do cliente naquele momento, mostre-se aberto e disponível para futuras oportunidades de negócio. Essa postura sinaliza sua boa vontade, além de fortalecer a relação com o cliente. Expressar que há interesse em manter contato para possíveis negociações futuras pode amenizar a negativa inicial. Aproveite para agradecer ao cliente pela compreensão e pela preferência em consultá-lo, mesmo se a negociação atual não tenha alcançado o resultado desejado. ‍4. Explique as Implicações de um "Sim" Imprudente: Um aspecto importante de saber dizer não ao cliente envolve elucidar o que ocorreria caso seu escritório cedesse a essa negociação. Nos cenários onde o cliente está pressionando por concessões exorbitantes, é importante expor como tais demandas podem prejudicar sua empresa, comprometendo a qualidade de seus serviços ou produtos e, consequentemente, a satisfação de outros clientes. Por outro lado, se seu produto ou serviço não corresponde à solução que o cliente busca, é essencial ser claro e explicativo. Descreva seu nicho de atuação, e como, infelizmente, não satisfaria as demandas específicas do cliente. Este tipo de transparência é fundamental para evitar futuras insatisfações e manter a integridade de seu negócio. A honestidade neste cenário estabelece um precedente de confiança e respeito, elementos vitais para um relacionamento duradouro com o cliente. 5. Use bem as palavras: Negar a solicitação de um cliente, pode ser um momento delicado, e usar bem as palavras nesta hora pode evitar de te enquadrar em situações indesejáveis e causar mal-entendidos. Desta forma, a fim de ajudar a evitar os tropeços da má comunicação, a seguir listamos várias expressões e frases que devem ser evitadas durante a interação com o cliente. "NÃO" [no início de qualquer frase] "Posso fazer do jeito que você quer, mas não sei se dará certo..." "Você está equivocado" “Essa é a nossa política. Não podemos alterá-la" "Eu sou especialista aqui! Eu sei o que estou fazendo." "Estamos muito ocupados no momento." "Você não compreende o processo." "Estou apenas seguindo as regras." Estas frases tendem a ser negativas, desencorajadoras, ou transferem a culpa para o cliente, todas as quais são coisas que devem ser evitadas ao interagir com os clientes. Em vez disso, ao dar uma negativa para o cliente, se concentre em dar soluções, ouvindo os clientes, e comunicando-se de uma maneira positiva e respeitosa. https://julianaferreiraarquitetura.com.br https://empresaautogerenciavel.com.br/ https://www.zendesk.com.br/ https://www.houzz.com/pro-learn/ https://fenicio.com.br/ https://especialistadigital.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-elaborar-um-relatorio-de-visita-tecnica Title: Relatório de visita técnica: o que é e como elaborar? Meta Description: Saiba o que é uma visita técnica e como o seu relatório impacta diretamente nas tomadas de decisões e melhoria contínua dos processos e de projetos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-elaborar-um-relatorio-de-visita-tecnica ## Headings Structure: H1: Como elaborar um relatório de visita técnica H2: Qual a importância da visita técnica? H2: Quem faz a visita técnica? H2: Como fazer um relatório de visita técnica? H3: Exemplos de relatório de visita técnica H3: Confira o passo a passo H2: Por que você deve automatizar a elaboração de seus relatórios? H2: Relatório de visita técnica da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como elaborar um relatório de visita técnica H2: Qual a importância da visita técnica? H2: Quem faz a visita técnica? H2: Como fazer um relatório de visita técnica? H3: Exemplos de relatório de visita técnica H4: Relatório de Acompanhamento de Obra H4: Relatório Fotográfico de Obra H4: Relatório de visita técnica para manutenção de equipamentos H3: Confira o passo a passo H2: Por que você deve automatizar a elaboração de seus relatórios? H2: Relatório de visita técnica da Vobi H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se tem uma coisa que nós da Vobi defendemos para o sucesso de um projeto é a união de acompanhamento de projeto e centralização de informação, e uma ferramenta essencial para essa premissa é o relatório de visita técnica. Esse documento tem um papel importante na verificação da finalização adequada de uma construção, assegurando que o trabalho seja executado corretamente. Além disso, uma visita técnica bem conduzida ajuda a manter a organização do trabalho e aumenta a satisfação do cliente. Entenda agora mesmo o que é um relatório de visita técnica, sua importância e como seguir um passo a passo simples e prático para seu desenvolvimento. Continue lendo os seguintes tópicos e, em seguida, ganhe um bônus especial: Você já teve alguma experiência com visita técnica? Sabe o que ela significa na prática? As visitas técnicas são fundamentais para o sucesso de uma construção porque permitem que os profissionais qualificados inspecionem o local, vistoriem especificamente as condições existentes e possam implementar intervenções relevantes em relação ao planejamento, execução e controle da obra. Esse serviço pode ser feito a partir de um agendamento pelo cliente após a identificação de problemas específicos ou fazer parte do planejamento de um projeto de construção. Por exemplo, a partir da visita técnica pode-se orientar toda a equipe sobre a execução do plano inicial, garantindo a qualidade do trabalho e identificando os reparos necessários, considerando o orçamento do projeto. Vamos a um exemplo para elucidar como uma visita técnica pode ser crucial durante uma obra. Imagina que uma construtora esteja no meio da construção de um prédio comercial de vários andares, e a visita técnica foi uma resposta a problemas identificados pelo cliente, neste caso de problemas na instalação elétrica de um andar específico. Um técnico especializado realiza uma inspeção minuciosa, identifica os problemas, elabora um relatório de visita técnica detalhado com recomendações e custos estimados, e assim, é compartilhado com o cliente. A partir desse conjunto de informações, soluções são tomadas para corrigir os problemas, como a substituição de fiação, garantindo a qualidade e a funcionalidade do projeto. Em resumo, o objetivo de uma visita técnica é avaliar o local, propor melhorias e realizar correções que otimizem o progresso e a qualidade dos empreendimentos. As visitas técnicas devem ser conduzidas exclusivamente por um profissional capacitado e habilitado - arquiteto ou engenheiro civil. Esses profissionais devem ter registro em seus respectivos conselhos de classe: CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo e CREA - Conselho Regional de Engenharia e Agronomia). Isso é importante porque garante que quem irá avaliar compreenda as técnicas construtivas, a legislação vigente e as normas de desempenho. Assim, é possível garantir a qualidade do empreendimento e a responsabilidade técnica desses profissionais. O relatório de visita técnica é um documento que registra as informações coletadas pelo profissional habilitado a fazer esse serviço. É a partir desse papel que o responsável por fazer a gestão ou até mesmo quem está investindo na obra consegue monitorar o progresso do projeto e tomar as decisões para aprimorar o alcance dos objetivos. Com o documento em mãos, é possível identificar os problemas, os desvios de cronograma e o cumprimento do orçamento. Como também, diagnosticar tendências para otimização da eficiência e redução de custos, permitindo uma gestão de recursos eficiente. Os relatórios de acompanhamento de obra são mais comuns por possuírem o objetivo de registrar o progresso da execução conforme o projeto descrito. Como citado anteriormente, a partir desse documento é possível realizar atualizações nos planos e no orçamento segundo as novas necessidades. Também conhecido como Diário de Obra, esse documento possibilita o registro de progressão da construção ou reforma e qualquer evento relacionado à obra. Assim fica fácil de visualizar em qual momento a obra se encontra, quais atividades foram realizadas, rastrear possíveis atrasos e tomar decisões mais assertivas para as próximas etapas. E na Vobi você consegue criar um diário completo para todas as obras que realizar, com o registro de relatórios para cada visita realizada. Para saber ainda mais, confira esse artigo especial que criamos para você.😊 Esse tipo de relatório usa imagens para documentar o progresso de uma construção, servindo como validação do avanço ou conclusão. As fotografias são tiradas para detalhar diferentes estágios da obra, condições do espaço, qualidade dos trabalhos e possíveis problemas ao planejamento. O relatório voltado para manutenção de equipamentos é essencial para a perfeita execução da obra, como também para a segurança no canteiro de obras. O objetivo desse documento é reunir observações sobre a inspeção técnica em máquinas e equipamentos da construção, demonstrando o estado atual desses objetos, bem como os problemas e intervenções que devem serem feitas para o cumprimento das normas de segurança. A digitalização no processo de visita técnica é essencial para o gerenciamento de projetos e otimização produtiva no dia a dia de trabalho. Acompanhe algumas das vantagens para sua empresa: E para você começar a utilizar um Relatório de Visita Técnica completo imediatamente e ter ainda mais economia de tempo, disponibilizamos um modelo interativo, digital e você pode acessar ele de qualquer lugar e na hora que você quiser! Esse documento foi especialmente desenvolvido para arquitetos, engenheiros e designers de interiores. Para acessá-lo, clique aqui. E o melhor de tudo, é 100% gratuito! O relatório de visita técnica é uma ferramenta essencial para aprimorar a qualidade dos serviços, garantir a experiência do cliente e afirmar a eficiência das operações. Sua elaboração de forma cuidadosa é fundamental para o sucesso de projetos e inspeções. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-evitar-atrasos-nos-projetos-e-desmotivacao-dos-clientes Title: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes Meta Description: Saiba como reconhecer as barreiras que estão atrasando o desenvolvimento do seu projeto e como manter os clientes motivados quando o cronograma se prolongar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-evitar-atrasos-nos-projetos-e-desmotivacao-dos-clientes ## Headings Structure: H1: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H2: O que atrasa um projeto? H2: Identifique a raiz do problema H2: Eduque o cliente H2: Seja transparente H2: Tome decisões rápidas H2: Ganhe tempo H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H2: O que atrasa um projeto? H2: Identifique a raiz do problema H2: Eduque o cliente H2: Seja transparente H2: Tome decisões rápidas H2: Ganhe tempo H3: Continuar lendo H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os projetos de arquitetura e construção que ocorrem com êxito são aqueles que cumprem as solicitações de escopo, prazo, custo e qualidade. Todos esses fatores estão entrelaçados e são dependentes - um interfere diretamente no outro. Quando o assunto é projeto, há o risco de acontecer atrasos por questões internas ou externas do seu negócio. É preciso saber lidar com esses contratempos. Atrasos de um colaborador, escassez de algum produto/serviço ou qualquer outra barreira de projeto. Possivelmente já aconteceu com você e foi preciso contornar a situação com clientes. O fato é que você organizou todo um cronograma e alguém confiou na pontualidade dos seus serviços para te contratar. Além do mais, outras pessoas acabam sendo afetadas, como parceiros e colaboradores. Já que uma tarefa atrasada pode fazer com que as seguintes também sofram impactos. Sendo assim, qualquer atraso no meio do percurso deve ser evitado, pois há muitos impactos negativos, como o alto nível de estresse e sua imagem prejudicada. Os clientes tendem a ser menos compreensíveis com imprevistos e você como gestor do projeto, deve evitar a chateação o mais rápido possível. Tomar atitudes o quanto antes, evitará problemas futuros com a clientela. Entenda mais sobre as barreiras e impedimentos que causam impacto e como contornar essas situações de atrasos no andamento do seu projeto. Nesse artigo, você irá aprender sobre: Para você conseguir controlar as problemáticas que surgem no meio do seu projeto, você deve conhecê-las bem. Leia a seguir a diferença entre barreira e impedimento e como identificá-los. As barreiras são quando um imprevisto ou em evento que já era esperado acontecer, e que está fora do seu controle, atrapalha o seguimento do projeto. Pode ser pela mudança de escopo, aquela atrasada na entrega da marcenaria ou necessidade de contratação de uma nova equipe. Nesses casos, há uma paralisação da etapa e é necessário uma tomada de decisão bastante rápida para dar os próximos passos. Já o impedimento, é responsável por atrasar o progresso do projeto. Ele acontece, por exemplo, quando há falta de comunicação entre os colaboradores. As pessoas não sabem o que precisam fazer ou estão sobrecarregadas de atividades. Não há gerenciamento de tarefas eficaz. Os impedimentos podem vir para atrapalhar em alguns momentos, mas nem tudo está perdido, facilmente esse cenário pode ser alterado. Agora, quando isso se torna recorrente, voltando ao exemplo das tarefas, com a enorme quantidade de atividades atrasadas, ainda mais se forem de alta prioridade, podem se tornar barreiras e o projeto ser paralisado. Aliás, você sabe identificar o que é prioridade no seu dia? Para identificar as causas que atrasaram ou que costumam estar atrasando seus projetos, responda perguntas, como: Faça uma análise minuciosa sobre o andamento dos projetos no seu negócio, você vai perceber um padrão. Em muitos casos, uma mesma situação ocorre frequentemente. Para evitar que isso aconteça, você deve identificar através do monitoramento das tarefas, da análise das pessoas, do cronograma e do fluxo de trabalho do seu negócio, onde é que a situação volta a se repetir. As barreiras técnicas são aqueles imprevistos muitas vezes ligados à falha da tecnologia. Inatividade de internet, problemas com computadores, softwares obsoletos, entre outros.  Aqueles problemas que costumam aparecer com frequência, devem ser solucionados o quanto antes. Sempre ao iniciar um projeto, tente imaginar quais dificuldades podem ocorrer no meio do caminho e pense em soluções com antecedência. Quando eles ocorrerem novamente, será muito mais fácil de lidar. Outra problemática muito comum é a falta de gestão de tempo. Reuniões desnecessárias, falta de foco, não saber o que fazer ou por onde começar. Essa questão não é difícil de ser corrigida, basta ajustar os prazos, prevendo as reuniões internas e as pausas necessárias, além de delegar tarefas e ignorar o que não for útil para o processo. A falta de informação, também, é um grande problema nos negócios de arquitetura e construção. Pode ser um impedimento, como também uma barreira de falta de comunicação. É muito comum acontecer quando é delegado uma atividade e não é oferecido o suporte com as informações necessárias para realização do trabalho. Falta de briefing completos e de documentos PDF ou DWG com os levantamentos são alguns dos exemplos. Isso pode paralisar o início ou o desenvolvimento de uma tarefa de qualquer colaborador, além de trazer desmotivação e desinteresse. Ao delegar uma tarefa, adote uma comunicação clara e objetiva, e certifique que tudo o que ele precisa está acessível. Além de dar autonomia para o desenvolvimento da atividade, evita que você seja interrompido e atrase as suas responsabilidades do dia a dia. Para resolver um impedimento e/ou uma barreira, você deve analisar também as pessoas que estão envolvidas na elaboração do projeto. Às vezes elas podem estar barrando o andamento com ideias fixas e posturas que paralisam de alguma forma, mesmo que inconscientemente. Tenha em mente que, pode parecer que o projeto será desenvolvido muito mais rápido se for feito por muitas pessoas, mas assim é bem mais fácil de ter barreiras. Opte por agilidade com equipes menores. Pense em quantas pessoas são necessárias para desenvolver uma tarefa. Em quais etapas há dependência para serem concluídas. A espera para outras pessoas finalizarem suas responsabilidades pode ser uma barreira. Avalie as prioridades e monte um cronograma com as ordens que não dê conflito. O acúmulo de tarefas ou falta de reconhecimento de prioridades é um impedimento e pode até chegar a ser uma barreira, que gera atraso no projeto. Foque em resolver a sobrecarga e gerencie bem as suas tarefas e dos seus colaboradores. Parece ser mais um trabalho em meio a tantos, mas a prática de alimentar uma plataforma de gerenciamento de tarefas será essencial para todo o negócio. Se você tem mais de uma pessoa responsável pela elaboração dos projetos no seu negócio, planeje desde o início os passos que serão tomados, junto com sua equipe. As pessoas se sentirão mais pertencentes e os resultados serão ainda mais positivos. Visualize e controle todas as etapas dos seus projetos em uma única tela. Saiba exatamente o andamento de cada projeto, adicione tarefas, status, compartilhe com seus clientes e até mesmo com a sua equipe, caso possua funcionários. A integração das informações, em um só lugar, permite que a equipe que acompanha a visualização do projeto tenha maior controle e melhore o fluxo de trabalho, elevando assim, a produtividade. Agora vamos falar sobre como você pode lidar com o cliente, caso aconteçam atrasos em alguma fase do projeto. Saiba que as pessoas que te contratam precisam ser orientadas sobre o processo de aprovação de projeto ou de uma obra. Você como arquiteto ou engenheiro, deve orientá-los sobre os atrasos que eventualmente podem acontecer. Conversas como essa, logo no início do projeto, servem para construir um relacionamento transparente e direto com os clientes. De certo, indicar que estará junto com ele para solucionar os imprevistos da melhor forma, o deixará aliviado. Sempre antecipe o cenário e, quando perceber que algum imprevisto está para acontecer, entre em contato com o cliente. Uma boa maneira de sempre manter o cliente informado sobre cada passo, é manter uma frequência de contato. Defina o melhor canal - nas primeiras reuniões com o cliente -, e mande mensagens semanalmente. Haverá semanas que, inicialmente, você pensará que não há nada de novo para informá-lo, mas aproveite a oportunidade para dizer que está contente em desenvolver o projeto e/ou que está dando o seu melhor para solucionar as problemáticas. Essas mensagens costumam deixá-los motivados. Na Vobi você pode compartilhar as informações do projeto com o seu cliente de forma facilitada. Basta conceder o acesso ao seu cliente ou colegas de trabalho e passar a concentrar todas as informações em um único local, evitando perda de informações, desgastes desnecessários e longas ligações ou conversas no whatsapp. Quando acontece algum imprevisto, de fato, no primeiro momento é bastante chato. Parece que tudo vai dar errado. Mas é preciso respirar e fazer aquela análise com calma para poder superar a situação. Esse é o momento de se concentrar e analisar o cenário. Introduza a técnica dos 5 porquês (five whys) para identificar os problemas. É importante você reunir toda a equipe que está envolvida no projeto, para enriquecer as perspectivas e soluções. O método consiste em se questionar o porquê do problema cinco vezes, até encontrar a  explicação. Assim, é possível chegar à raiz do problema e encontrar saídas que antes não eram encontradas. Acompanhe o exemplo da utilização da técnica: Problema: uma etapa do projeto não foi finalizada no prazo. Contramedida: Contratar um novo colaborador para auxiliar com as demandas. O próximo passo, é a compreensão de quais são as próximas atividades que podem ser adiantadas enquanto a situação se contorna. Você pode se dedicar a pensar em alguns detalhes, que seriam feitos posteriormente, como escolhas de revestimentos, de adornos ou até entrar em contato com outros fornecedores que você precisará pedir um orçamento. Qualquer coisa que adiante outras decisões. Mas, deixe claro para os clientes o quanto você está empenhado para resolver a situação atual. Assim, você terá clientes mais tranquilos com a sua priorização. Seja criativo na hora de solucionar as problemáticas. Tenha os parceiros certos para ajudar a suprir necessidades. Enquanto você usa seu precioso tempo resolvendo problemas urgentes, empresas parceiras podem facilitar outros trabalhos que você se programou - mas acabou ficando sem tempo para isso. Para você conseguir dar conta de desenvolver seus projetos, gerir seu negócio e entrar em contato com clientes e fornecedores sem extrapolar os prazos, é necessário ferramentas que te auxiliem no processo. Você precisa de no mínimo um cronograma digital, uma lista de compras online e um catálogo de produtos digital. O mais legal é que a Vobi consegue unir tudo isso e muito mais! Solicite já o seu convite, clicando aqui. Utilize a plataforma e simplifique os processos de gestão. A organização digital contribuirá eficazmente para a qualidade do projeto, para melhor o relacionamento com o cliente e fornecedores. www.projectbuilder.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-da-consultoria-uma-opcao-de-renda Title: Como fazer da consultoria uma opção de renda Meta Description: A consultoria vem se tornando uma escolha recorrente para clientes que possuem um ambiente no qual desejam realizar pequenas intervenções com orçamentos menores Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-da-consultoria-uma-opcao-de-renda ## Headings Structure: H1: Como fazer da consultoria uma opção de renda H2: O que é a consultoria de arquitetura? H2: Como a consultoria é realizada? H2: Quais os tipos de consultoria de arquitetura? H3: 1. Aquisição de terrenos H3: 2. Acompanhamento em lojas H3: 3. Consultoria de interiores H3: 4. Compra de imóveis H2: Comece a oferecer sua consultoria H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como fazer da consultoria uma opção de renda H2: O que é a consultoria de arquitetura? H2: Como a consultoria é realizada? H2: Quais os tipos de consultoria de arquitetura? H3: 1. Aquisição de terrenos H3: 2. Acompanhamento em lojas H3: 3. Consultoria de interiores H3: 4. Compra de imóveis H2: Comece a oferecer sua consultoria H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Rápida, prática e rentável, a opção da consultoria vem se tornando cada vez mais uma escolha recorrente para clientes que possuem um ambiente (ou mais), no qual deseja realizar pequenas intervenções e que tem orçamentos menores. Além disso, a tendência do DIY - "Do It Yourself" ou "faça você mesmo", interfere diretamente na escolha do cliente que acha que pode resolver as suas "dores" sozinho e não pretende investir em um projeto completo. Incluir a opção da consultoria em seu escritório irá dinamizar sua carreira como arquiteto(a) ou designer e pode ser a estratégia perfeita para acomodar as diferentes necessidades de seus clientes, que vão desde uma opinião até a elaboração de um projeto executivo. Além disso, esta é uma excelente opção para ter uma renda com menor demanda de trabalho e tempo. Quer saber tudo sobre esse serviço? Como fazer, quando cobrar, a melhor forma de conseguir clientes e muito mais? Confira o que você irá aprender ao longo do artigo: A consultoria de arquitetura é um serviço oferecido por arquitetos(as) e designers para apresentar soluções, tirar dúvidas e fazer sugestões sobre projetos, compra de imóveis, design de interiores e tudo mais que faça parte desse universo. Desse modo, exigirá muito menos de você e permitirá que ofereça um valor bem mais acessível, o que facilita a prospecção de novos clientes. Você poderá até fazer algumas reuniões presenciais com o novo cliente, mas a maioria do trabalho é feita online, o que proporciona horários mais flexíveis para a elaboração do trabalho. Esse tipo de atendimento é possibilitado, principalmente, por facilidades digitais como reuniões por vídeo, trocas instantâneas de informações, grande disponibilidade de lojas e catálogos de decoração online. Além disso, oferecer consultorias, possibilitará que seus clientes lhe procurem com mais frequência. Pare para pensar; quanta vezes o seu cliente irá renovar todo o layout e a iluminação da casa em um prazo de 10 anos? Dificilmente, 2 vezes. Mas, quantas vezes ele irá querer mudar a cara da casa, trocar as almofadas ou comprar um novo móvel? Se você oferecer a consultoria e tiver um excelente atendimento, pode ter certeza que todas as vezes que for fazer qualquer mudança na casa ou na decoração, irá procurar por você. Em seguida, recolhe o máximo possível de informações sobre o terreno, o imóvel ou os ambientes que ele planeja modificar. Neste ponto, valem todos os tipos de informação. Conversa, vídeos, fotos e até mesmo croquis feitos por seus clientes. Depois da análise dos dados, dentro de um prazo previamente combinado, você entrega ao cliente um relatório com todas as informações, dicas, orientações e sugestões para a compra, decoração ou reforma. Algumas vezes, uma simples orientação verbal por chamada de vídeo conseguirá resolver o problema de seu cliente. Dependendo do pacote escolhido por seu cliente, na consultoria de interiores, por exemplo, esse relatório pode conter plantas, imagens em 3D, referências de móveis, cores, estampas e texturas, além de listas de fornecedores e de prestadores de serviço. Tudo isso é feito, geralmente, por meio de visitas e encontros com o cliente. Mas, especialmente no caso da consultoria de interiores, há a possibilidade de todo o processo ser realizado por meio da Internet — desde o envio das plantas, fotos e outras informações pelo cliente até a finalização com o relatório. A consultoria — que é prática, eficiente e acessível — é a oportunidade de se servir do conhecimento do profissional como um bom guia para alcançar os objetivos desejados pelo cliente. Agora que você já sabe o que é a consultoria em arquitetura, já deve ter notado que esse serviço pode ser contratado para atender a diferentes tipos de demanda. A seguir, apresentamos as suas principais modalidades e como elas funcionam. A compra de um novo terreno não é tarefa fácil e pode gerar insegurança e incerteza, especialmente para pessoas leigas. Topografia adequada, ventilação natural e incidência de luz solar são apenas algumas preocupações que devem ser levadas em conta na hora de comprar um terreno. Esse é um dos momentos em que o serviço de consultoria de um arquiteto é necessário. Afinal, você pode auxiliar o cliente a tomar a melhor decisão. Essa modalidade de consultoria está diretamente relacionada à arquitetura/design de interiores. Afinal, é muito fácil se confundir ou perder um pouco o foco na hora de comprar revestimentos, mobiliário e outros acessórios, devido à inexperiência no assunto ou à quantidade de opções disponíveis nas lojas. Este é um serviço que pode também ser oferecido como um adicional para o para quem já está desenvolvendo o projeto executivo com você. Dando a opção ao seu cliente, de ter a sua ajuda e bom gosto da concepção à finalização do projeto. Assim como nos outros serviços, você partirá da análise do local e da demanda do cliente e, em seguida, fará sugestões e orientações para que ele consiga o resultado esperado, tendo em vista a funcionalidade, a praticidade, a estética e a harmonia em relação ao estilo e a personalidade. Você atuará, por exemplo, sugerindo o estilo da decoração, os móveis, a posição de cada móvel, cores, texturas, iluminação, revestimentos e acabamentos — tudo isso buscando o melhor aproveitamento de cada ambiente. Assinar o contrato de compra de um imóvel é um sonho e uma grande responsabilidade. Para garantir que aquele é um bom imóvel, o comprador pode contratar o seu serviço de consultoria para que o acompanhe e faça uma avaliação técnica sobre o espaço. Seus olhos bem treinados poderão encontrar problemas que passariam batido por quem não entende muito do assunto. Ao contrário do que acontece em um projeto arquitetônico convencional, a consultoria de arquitetura costuma ser voltada para questões pontuais, que demandem soluções rápidas e menos elaboradas. Por conta disso, você poderá intercalar esse serviço com outros trabalhos, mesmo que estes exijam horas rígidas in loco. Em um mercado tão competitivo quanto o de arquitetura e design, é fundamental ter algo a mais para oferecer aos clientes. Quanto mais diferenciado for o seu trabalho, mais você vai se destacar e, aos poucos, ganhará confiança e autoridade e poderá alavancar seu escritório. https://www.quora.com/What-is-the-difference-between-consulting-architect-associate-archtitect-in-the-field-of-architecture https://blog.diretoriodaarquitetura.com.br/como-funciona-a-consultoria-de-arquitetura-e-como-ela-pode-te-ajudar/ https://www.archademy.com.br/blog/consultoria-de-arquitetura/ http://www.arquitetaresponde.com.br/entenda-como-funciona-uma-consultoria-em-arquitetura/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-um-bom-contrato-de-arquitetura Title: Contrato de arquitetura: aprenda a elaborar o seu Meta Description: Estruturar um contrato é frequentemente um desafio para arquitetos, por isso, a equipe vobi reuniu dicas de como montar um contrato de arquitetura Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-um-bom-contrato-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Contrato de arquitetura: confira a importância e algumas dicas de como fazer um bom contrato para seu negócio H2: O que é um contrato de arquitetura? H2: A importância de um contrato de arquitetura H2: Como fazer um contrato de arquitetura H3: O que não pode faltar em um contrato de arquitetura H2: Modelo de contrato de arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Contrato de arquitetura: confira a importância e algumas dicas de como fazer um bom contrato para seu negócio H2: O que é um contrato de arquitetura? H2: A importância de um contrato de arquitetura H2: Como fazer um contrato de arquitetura H3: O que não pode faltar em um contrato de arquitetura H4: Informações básicas de identificação das partes envolvidas: H4: Descrição do objeto (projeto a ser realizado): H4: Plano de necessidades do projeto arquitetônico H4: Descrição das etapas de um projeto arquitetônico H2: Modelo de contrato de arquitetura H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Realizar um bom contrato de arquitetura e design de interiores é essencial para o sucesso  de um escritório, apesar de não ser uma tarefa tão fácil assim. É muito comum que arquitetos e designers tenham dificuldades na hora de elaborar um contrato de prestação de serviços de forma completa, contudo, é indispensável que os profissionais não negligenciem esse documento, pois, quando apresentado corretamente, pode evitar inúmeras futuras dores de cabeça, ônus financeiros e até batalhas judiciais. Se você quer aprender mais sobre a importância da elaboração de um contrato adequado, além de checar dicas de como fazê-lo, acompanhe o conteúdo através dos tópicos seguintes: É um documento jurídico que autentica um acordo consensual firmado entre duas partes para prestação de um serviço de arquitetura, este documento é bilateral e é responsável por instituir um contrato entre duas ou mais partes envolvidas. Nele serão convencionados os direitos e obrigações dos contratantes e contratados, em que deverão ser descritos neste documento todos os termos e condições no que diz respeito à execução de um serviço de arquitetura. Em outras palavras, o contrato chancela, formaliza o ajuste entre o cliente e o escritório de arquitetura que irá realizar o projeto. Dado o valor jurídico de um contrato, são acarretadas consequências legais em caso de descumprimento de algum dos termos apresentados no documento. Para qualificar obrigações num contrato, é necessário que haja: No caso de um contrato de projeto arquitetônico, as pessoas envolvidas são a empresa e o(s) cliente(s); a prestação de serviços é o projeto arquitetônico em si - podendo incluir ainda projetos complementares de engenharia , topografia, interiores etc- e o vínculo jurídico é determinado pelas obrigações estabelecidas entre as partes envolvidas. Vale lembrar que é importante diferenciar contrato de arquitetura de proposta orçamentária de projeto. Ambos os documentos podem ter vários conteúdos em comum - o que comumente causa uma confusão entre os conceitos -, porém, a proposta não tem um valor jurídico, pois não cria direitos e obrigações, tampouco requer assinatura das partes envolvidas. Nela são descritos os serviços a serem prestados, a forma com que serão realizados, os prazos pertinentes, os valores referentes a cada etapa de projeto, a forma de pagamento, entre outros itens que caracterizam a entrega de um projeto arquitetônico, ou seja, nela é apresentado o escopo de trabalho de arquitetura. Dessa forma, no que diz respeito às etapas negociais, a proposta é um documento que antecede o contrato de arquitetura, realizando na fase de apresentação prévia da proposta, a prospecção de clientes para o négocio, que em caso de concordância com os termos previstos na proposta, seguirão para a fase de fechamento do negócio através da assinatura do contrato de arquitetura. Você pode ver mais sobre como montar uma proposta vencedora, clicando aqui e lendo nosso artigo completo. Certamente todo arquiteto já se deparou com alguma situação em que acabou exercendo um trabalho redobrado por conta de inúmeras revisões de projeto, visitas técnicas muito além do esperado, ou mesmo desempenhando tarefas adicionais não remuneradas.Tudo isso é provocado pela falta de um contrato ou um contrato de projeto arquitetônico não feito de forma meticulosa. É aí que entra a importância de um bom contrato de projeto arquitetônico. O contrato é um documento que visa resguardar tanto o arquiteto como o cliente, pois nele estarão precisamente descritas as responsabilidades, bem como as garantias de cada uma das partes envolvidas. De fato, um contrato detalhista protege o profissional (como pessoa física) e a empresa (como pessoa jurídica) de ônus em diversas esferas, principalmente financeiras. Visto que, sem um acordo vinculativo entre cliente e empresa, ambos sujeitos envolvidos naquele negócio, estão suscetíveis ao não cumprimento de algum acordo informal, ou mesmo que posteriormente seja suposto que um determinado serviço é obrigação implícita. Portanto, o objetivo do contrato é justamente deixar tudo explícito, através dos termos do contratante e contratado, para que não haja nenhum acréscimo ou isenção de responsabilidades ao longo da prestação de serviços, que deverá prever em seu conteúdo informações que esclarecem os procedimentos desde o levantamento até a execução do projeto arquitetônico. Após a formalização do contrato, o vínculo obrigacional é instituído e o descumprimento de alguma das cláusulas enseja em implicações legais previstas no Código Civil brasileiro (Lei nº 10.406/2002), sujeitando-se às penalidades referentes ao inadimplemento das obrigações como reparação das perdas e danos, à vista disso, todo esse aparato legal de um contrato de arquitetura, acarreta uma segurança jurídica para o profissional e também para o cliente que está contratando um serviço de arquitetura. Como mencionado anteriormente, um contrato de arquitetura previne mais que uma dívida não paga, ele resguarda o arquiteto de realizar um serviço não acordado anteriormente entre as partes, como também o vincula a prestá-lo, caso previsto no documento, como por exemplo: a supervisão de obra; o acompanhamento com o cliente em lojas de materiais de construção ou lojas de decoração; a limitação de revisões incluídas no projeto; a determinação de um limite de impressões físicas do projeto; a designação de prazos para a entrega de cada etapa; a apresentação dos honorários incubidos ao profissional pelo serviço prestado, bem como a regulamentação das consequências de rescisão contratual, entre outros itens essenciais que esclareçam os termos daquele projeto arquitetônico. Além disso, o contrato de arquitetura também é importante para sanar quaisquer tipo de dúvidas quanto ao procedimento na prestação de um serviço de arquitetura ou de interiores, dessa forma, sempre que surgir algum questionamento sobre a inclusão ou não de algum serviço, o contrato de arquitetura deve ser consultado. É fundamental que tudo esteja descrito detalhadamente neste documento jurídico, pois acordos meramente orais são suscetíveis ao esquecimento ou dupla interpretação, por isso é interessante que o contrato seja apresentado com uma linguagem clara e acessível para ambas as partes, incluindo todos os pormenores que um projeto de arquitetura engloba em toda sua complexibilidade. Ao fazer um contrato de arquitetura, o profissional deve estar ciente da importância desse documento e que desde a concepção até a entrega, é o contrato do projeto arquitetônico que recobre todas as prerrogativas e encargos do profissional e do cliente, então deve ser elaborado com bastante atenção. É fundamental que o contrato seja apresentado com uma linguagem clara e objetiva, de forma detalhada e que também seja realista, item crucial para o perfeito cumprimento dos termos propostos no contrato, pois de nada adianta estabelecer certa quantidade de entregas dentro de prazos que não poderão ser cumpridos - é recomendado que se estenda um pouco o prazo de entrega no contrato em relação à previsão de finalização de uma etapa, a fim de estabelecer uma margem de erro diante de alguma suposta eventualidade-. Também é importante esclarecer nos termos contratuais a possibilidade de haver imprevistos durante a execução de um projeto, visto que na execução de projeto algumas variáveis estão fora do escopo dos arquitetos, pois envolvem outros profissionais (como por exemplo: engenheiros, marceneiros, serralheiros, pedreiros) ou mesmo por questões de “força maior” como chuvas (impedindo o andamento de obra), manutenções públicas na rede elétrica e hidráulica, questões de saúde (item importante, sobretudo tendo em vista o contexto de pandemia dos últimos anos), entre outros fatores. Quanto à forma do contrato, primeiro estabelece-se uma divisão dos assuntos a serem apresentados no documento, que deverão ser categorizados. O contrato deve seguir uma ordem lógica e é dividido em cláusulas, que são itens que estabelecem condições contratuais entre as partes. Em contratos mais complexos é comum que além da divisão em cláusulas, também sejam apresentadas divisões em títulos ou capítulos, para que o documento fique o mais claro e organizado possível. Identificados algumas premissas gerais de um contrato, bem como os elementos que o compõem, vamos apresentar em seguida alguns itens essenciais que o profissional de arquitetura deve incluir no seu contrato. O contrato geralmente se inicia com um preâmbulo, que introduz o conteúdo a ser apresentado, bem como anuncia o valor jurídico daquele documento. No preâmbulo também são incluídas informações básicas de identificação das partes envolvidas naquele contrato, contendo os dados pessoais dos contratados e dos contratantes, como nome completo, RG e/ou CPF, número de telefone, endereço de e-mail, etc. Neste item, será especificado o que consiste o projeto a ser realizado, como: tipo de serviço a ser oferecido (projeto arquitetônico, projeto de interiores, consultoria, etc) e informações sobre o local onde o projeto será realizado (endereçamento, a metragem quadrada do terreno, a área a ser construída). No plano de necessidades deverão ser descritas todas as exigências do cliente para o projeto, este plano é obtido a partir do briefing com o cliente, em que são especificadas as demandas do contratante. Neste item são descritos quais e quantos cômodos deverão ser construídos ou demolidos, quais as destinações de funcionalidade para cada ambiente, a metragem quadrada para cada um e todas as outras especificidades que o projeto arquitetônico exige. O detalhamento das etapas de um projeto arquitetônico é importante principalmente para que o cliente entenda que tipos de serviços serão prestados pelo arquiteto e como esses serviços serão executados. Deve partir-se do princípio que o cliente é leigo no que diz respeito ao campo da arquitetura, então essa descrição deverá ser apresentada de forma clara para que o contratante entenda no que consiste cada etapa do serviço oferecido - seja projeto arquitetônico, projeto de interiores ou consultoria de arquitetura. Alguns profissionais optam por discriminar nessa cláusula do contrato de projeto arquitetônico, as etapas de projeto e a porcentagem remuneratória correspondente a cada uma delas, para que fique mais didático para o cliente entender o valor final cobrado pelo projeto. Em regra, as etapas de um projeto arquitetônico são: (i) briefing com o cliente; (ii) envio da proposta orçamentária, (iii) assinatura do contrato, (iv) levantamento técnico, (v) diagnóstico, (vi) pré-projeto ou projeto preliminar, (vii) projeto executivo, (viii) acompanhamento de execução de obra. O cronograma é baseado nas etapas de execução de projeto, e a partir dele o profissional de arquitetura e o cliente poderão se organizar durante todo o processo. Geralmente são previstos prazos específicos para cada uma das etapas, podendo ser mais ou menos dilatados de acordo com a complexibilidade que cada etapa exige. Neste item vale lembrar o cliente que o prosseguimento das etapas de acordo com o cronograma também depende da parte do contratante, pois o avanço de um projeto preliminar para um projeto executivo, por exemplo, depende da aprovação do cliente, bem como a existência de muitas alterações do projeto também acarreta em atraso do cronograma proposto pelo profissional, desse modo, ratifica-se a necessidade de prever num contrato de arquitetura, cláusulas que prevejam a possibilidade de modificação dos prazos. Valores e condições de pagamento Nas cláusulas que se referem aos valores cobrados pelo projeto, é interessante que o preço seja detalhado de acordo com cada etapa. Também devem ser incluídas as formas de pagamento e a especificação de quando deverão ser pagas as parcelas, caso o pagamento seja dividido. Previsão de revisões de projeto, visitas e reuniões Esse é um dos tópicos mais importantes para um contrato de projeto arquitetônico, pois muitos dos problemas na prestação de um serviço de arquitetura se inserem nessas questões: revisões de projetos, visitas e reuniões. O esclarecimento dessas questões no contrato resolve o problema. É indicado que no contrato estejam previstas quantas revisões o cliente tem direito e a especificação do valor acrescido para revisões a mais do que o que foi acordado anteriormente em contrato. Outro fator importante é a previsão da inclusão ou não de visitas à obra, às lojas de materiais de construção para escolha de materiais ou as reuniões, bem como o valor a ser acrescentado caso o cliente opte por esses serviços adicionais. Também é importante que se estabeleça no contrato as penalidades do descumprimento de alguma das cláusulas que preservam os direitos e obrigações de ambas as partes, lembrando que as multas são válidas para o contratante e para o contratado. Apresentados os vários tópicos a serem abordados num contrato de arquitetura, acrescenta-se por fim, a importância de que um advogado especialista em contratos faça a revisão do contrato de arquitetura, pois visto o caráter de documento jurídico, um profissional especializado na área é capacitado para analisar se as cláusulas estabelecidas naquele documento estão adequadas e se estão de acordo com a lei, além de verificar se a redação dos termos estabelecidos ali estão claras e não dão abertura para interpretação dúbia, tanto nos direitos e obrigações gerais, no que dizem a prestação de um serviço de arquitetura, quanto às implicações legais de uma possível rescisão contratual por alguma das partes envolvidas. Após todas as explicações contidas neste artigo, reunimos alguns modelos de contratos de arquitetura produzidos pelos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo (CAU) de diferentes estados brasileiros. Os modelos servem para dar ao profissional de arquitetura um embasamento de contrato a se apresentar para os clientes. Estes documentos podem (e devem) ser adaptados de acordo com as necessidades de cada profissional, em cada projeto, para cada cliente específico. Um contrato de arquitetura completo é desenvolvido e melhorado ao longo do tempo, de acordo com os aprendizados dos profissionais, por isso, aqui apresentamos diversos termos a serem abordados em um projeto e que já foram resultado de erros e que se transformaram em lições. O CAU/RS desenvolveu uma cartilha de contratos com o objetivo de ajudar e orientar os profissionais de arquitetura na elaboração dos contratos. O documento modelo pode ser baixado aqui: www.ednamazon.jusbrasil.com.br www.arquitetoleandroamaral.com www.direitonet.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-um-follow-up-efetivo-de-emails-conheca-as-5-principais-estrategias Title: Como fazer um follow-up efetivo de emails Meta Description: Fazer o follow-up dos emails que você envia aos clientes é uma importante parte ao se gerir um negócio. Conheça as 5 principais estratégias. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-um-follow-up-efetivo-de-emails-conheca-as-5-principais-estrategias ## Headings Structure: H1: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H2: 1. Permita que o cliente saiba quando irá receber um email de Follow-up H2: 2. Use o email de follow-up para engajar o cliente H2: 3. Mantenha as informações organizadas H2: 4. Escreva um email objetivo e fácil de ler H2: 5. Conceda ao cliente tempo para assimilar antes de realizar um novo contato H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H2: 1. Permita que o cliente saiba quando irá receber um email de Follow-up H2: 2. Use o email de follow-up para engajar o cliente H2: 3. Mantenha as informações organizadas H2: 4. Escreva um email objetivo e fácil de ler H2: 5. Conceda ao cliente tempo para assimilar antes de realizar um novo contato H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Antes de começar, se você ainda não está familiarizado com o termo Follow-Up e a sua importância na conversão de clientes em projetos para o seu escritório de arquitetura e interiores, recomendo que leia o artigo:  FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes. Fazer o follow-up dos emails que você envia aos clientes, depois de uma reunião ou visita de campo, é uma importante parte ao se gerir um negócio. Manter uma comunicação clara e efetiva irá gerar mais confiança em seu trabalho, e consequentemente te destacará diante dos concorrentes. Continue a leitura e descubra as 5 principais estratégias para fazer um follow-up efetivo de emails: Deixar o cliente ciente, ao final de uma reunião ou ligação, de que você irá realizar o follow-up através de um email, te ajudará a alinhar expectativas sobre qual será o próximo passo a ser tomado e fará com que ele se sinta mais seguro, sabendo de antemão o que irá acontecer. Dica bônus: Após cada contato, avise como e quando o cliente deve esperar receber um retorno seu. Alguns clientes gostam de ser atualizados mais frequentemente sobre o andamento do processo, nesses casos, o e-mail de follow-up é uma ferramenta fantástica para estabelecer uma boa relação. O objetivo é ser transparente e fazer com que o cliente se sinta valorizado, recebendo a devida atenção que merece. Um email de follow-up não é apenas para listar fatos a fim de garantir que todos os envolvidos estejam alinhados. Ele pode também ser utilizado como mecanismo para fazer com que os seus clientes permaneçam engajados e entusiasmados com o projeto durante o decurso. O setor da arquitetura e design de interiores é muito visual. Por isso, incorporar aos e-mails fotos de projetos, link para acessar o seu site profissional ou conferir sua página nas redes sociais é uma ótima estratégia. A ferramenta “Meu Site” da plataforma Vobi possui diversos recursos poderosos que ajudam seu site a ser encontrado online por meio de pesquisa. Nossos modelos são otimizados para SEO e oferecem uma variedade de opções personalizáveis, incluindo um mapa de sua empresa, botões de mídia social, um formulário de contato e muito mais. Leia mais em: Site para Arquitetos: Crie seu site e conecte-se com seus clientes Cada cliente e cada projeto são únicos e possuem sua própria linha do tempo de comunicação, por isso, lembrar de todas as informações pode ser tornar um desafio. É preciso manter uma organização para que a informação certa seja também comunicada no tempo certo. Pensando nisso, na Vobi é possível concentrar todas as informações do projeto em um único local, evitando perda de informações e desgastes desnecessários. Além de poder 1. engajar e compartilhar arquivos com seus clientes ou colegas de trabalho todas as informações do projeto como referências, plantas e documentos, eliminando a necessidade de longas chamadas telefônicas ou reuniões demoradas; 2. convidar clientes ou membros da sua equipe para dar feedbacks e deixar comentários; e 3. ter toda a comunicação, solicitações de revisão, anotações, escopo e contratos registrados. Conheça mais clicando aqui. É importante não encher de informações ou confundir o cliente nos emails de follow-up, então tome cuidado com o formato e tamanho do conteúdo. Um bom exemplo é tentar comunicar tudo em até três parágrafos e utilizar tópicos sempre que possível, a fim de comunicar o conteúdo de maneira menos cansativa. Permitir que o cliente tenha tempo para assimilar as informações compartilhadas com ele em um email de follow-up é essencial antes de tentar um novo contato. Mas, também é importante fazer o check in de tempos em tempos. Uma boa “janela” de espera entre um contato e outro é aguardar entre 48 a 72 horas. No entanto, não se trata de uma regra, visto que deve-se levar em conta o perfil, necessidade e situação atual de cada cliente individualmente. Outra dica é: na hora de fazer o check in, ao invés de perguntar se o cliente recebeu o email enviado, uma abordagem mais sutil seria certificar-se de que o cliente não esteja com alguma dúvida sobre algum ponto levantado no email anterior. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-um-laudo-estrutural Title: A melhor forma de fazer um laudo estrutural Meta Description: Saiba o que é laudo estrutural, quanto cobrar, quais NBRs consultar e o passo a passo para fazer um laudo estrutural de qualidade. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-fazer-um-laudo-estrutural ## Headings Structure: H1: Como fazer um laudo estrutural: dicas para não errar H2: Como fazer um laudo estrutural? H2: Quanto cobrar por um laudo estrutural? H2: O que é uma avaliação estrutural? H2: Qual a validade de um laudo estrutural? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como fazer um laudo estrutural: dicas para não errar H2: Como fazer um laudo estrutural? H2: Quanto cobrar por um laudo estrutural? H2: O que é uma avaliação estrutural? H2: Qual a validade de um laudo estrutural? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você é profissional da construção civil, sabe que o projeto estrutural é parte crucial de uma edificação. É por ela que iniciamos uma obra, e os gastos com estrutura podem representar cerca de 20% do total dos custos envolvidos na construção. Seja qual for o tipo de estrutura escolhida: metálica, alvenaria estrutural ou pré-fabricadas, o  correto dimensionamento é fundamental para suportar o peso da edificação,  resistir aos esforços  externos como ventos, terremotos e outros impactos e garantir a estabilidade da construção . Além disso, a estrutura também desempenha um papel crucial na segurança dos ocupantes da edificação. Se a estrutura não tiver um projeto estrutural dimensionado corretamente, pode colocar em risco a segurança de todas as pessoas que estão dentro da edificação. Portanto, a estrutura é fundamental para garantir a segurança, a integridade e a durabilidade de uma edificação. Mas o que fazer quando esse elemento essencial  aponta problemas como trincas, rachaduras, ou até mesmo exposição da armadura? Nesses momentos, conte com o auxílio de um profissional qualificado, como um engenheiro estrutural. Ele é responsável por, dentre outras atividades, emitir um laudo estrutural, que é o primeiro passo para realizar o diagnóstico do problema. Nesse artigo você vai aprender tudo o que precisa saber sobre laudo estrutural! O laudo estrutural serve para avaliar o estado da estrutura de uma edificação e garantir sua segurança e integridade. Ele é elaborado por um engenheiro estrutural capacitado e registrado no CREA e contém informações detalhadas sobre o estado da estrutura, incluindo possíveis problemas estruturais identificados e recomendações para correção, se necessário.O laudo estrutural é usado como referência para: Uma vez solicitado o laudo técnico estrutural, o responsável técnico precisa realizar alguns passos para obter as informações necessárias. Vejamos: No entanto, nem sempre é possível chegar a um diagnóstico final apenas com a inspeção visual, sendo assim é comum recorrer a execução de ensaios complementares. Os mais comuns são ensaios de carga, de deformação, ensaios de vibração e os ensaios não destrutivos que avaliam a estrutura sem causar danos, como o raio-x, a ultrassonografia, entre outros. É importante informar também no laudo as consequências e riscos envolvidos caso as medidas cabíveis não sejam tomadas, pois em alguns casos, procrastinar os reparos podem colocar em risco a saúde e segurança dos que frequentam o local. Oriente seu cliente qual procedimento mais adequado para aplicar na estrutura, bem como informar os profissionais que podem o auxiliar para resolver as demandas. O responsável técnico pelo laudo estrutural não vende um produto, mas sim um serviço, ou seja, você vende seu tempo e conhecimento! Dessa forma os custos envolvidos são variados e dependem de muitos fatores. Apesar de existir várias formas de precificar, não é vantajoso (nem justo), cobrar por laudo emitido, afinal cada caso tem sua particularidade e gera diferentes demandas e quantidade de tempo investido. Ao realizar um orçamento de laudo técnico estrutural considere fatores como a localização, a complexidade do projeto, sua experiência enquanto profissional responsável e a quantidade de trabalho necessário para realizar o laudo. Além disso, outros fatores, como a necessidade de visitas ao local e testes adicionais, também podem afetar o preço. Um bom parâmetro a ser levado em consideração na hora de precificar é a hora técnica de acordo com CREA de cada região, os valores base sofrem reajuste, por isso é essencial se manter atualizado quanto a eles, além disso, realizar pesquisa de mercado na região em que você atua pode ajudar nesse momento. De qualquer forma, a primeira visita ao local de investigação é um grande norteador, já que nesse momento ocorre a melhor percepção da complexidade de cada caso. Lembre-se também que para prestar esse serviço pode ser necessário a ajuda de um auxiliar ou estagiário para facilitar no levantamento, e estes custos devem ser considerados no preço final! Ao fazer análise dessas variantes é possível cobrar por um preço justo pelos serviços prestados a fim de beneficiar todos os envolvidos. A avaliação estrutural determina a capacidade da  estrutura de suportar cargas, avalia a condição dos materiais estruturais, a integridade da estrutura, entre outros, e pode ser entendida como um conjunto de procedimentos e cálculos devidamente amparados pela NBR. A avaliação estrutural é importante para garantir a segurança da edificação e de seus ocupantes, e deve ser realizada periodicamente, especialmente em edificações antigas ou submetidas a cargas elevadas. A avaliação estrutural também é necessária antes de realizar reformas ou ampliações em uma edificação, para garantir que a estrutura suportará cargas adicionais. A avaliação da estrutura é feita a princípio através da inspeção visual realizada pelo responsável técnico. No entanto é possível que as informações coletadas através da inspeção visual não sejam suficientes, neste caso é necessário a execução de ensaios complementares para identificar as prováveis patologias de maneira mais precisa.  Os ensaios mais comuns são classificados em não destrutivos, semi- destrutivos e destrutivos, listamos alguns: Pacometria: A pacometria é um tipo de ensaio não destrutivo, que utiliza o princípio da propagação de ondas para avaliar a espessura e a qualidade dos materiais estruturais como concreto, aço, etc. A pacometria é uma técnica rápida e precisa, que permite avaliar a integridade de grandes áreas de uma estrutura sem causar danos. Durante o ensaio de pacometria, um sinal de alta frequência é transmitido através da superfície da estrutura, e a velocidade e a atenuação da onda são medidas. A partir dessas medidas, é possível determinar a espessura e a qualidade dos materiais estruturais, bem como a presença de eventuais anormalidades. Carbonatação:O ensaio de carbonatação em estruturas pode ser considerado como um ensaio semi destrutivo, e é realizado por perfuração em amostras de concreto para avaliar a profundidade da carbonatação. A amostra é então analisada para determinar a quantidade de dióxido de carbono absorvido. O resultado do ensaio é uma indicação da qualidade do concreto e da sua capacidade de resistir à carbonatação ao longo do tempo. Em geral, quanto menor a profundidade de carbonatação, melhor é a qualidade do concreto. Ultrassonografia: Considerado como não destrutivo, a ultrassonografia funciona enviando ondas ultrassônicas através do material e medindo o tempo que levam para retornar. Se houver anomalias no material, como fissuras ou outros tipos de danos, as ondas serão refletidas de forma diferente, indicando a existência de uma anomalia. Através desse ensaio é possível averiguar a integridade física das juntas de concretagem, determinar a resistência do material, monitorar evolução das propriedades do concreto ao longo do tempo, entre outros. O ensaio de ultrassonografia em estruturas é realizado colocando uma sonda ultrassônica na superfície do material e movendo-a ao longo da superfície para que as ondas possam ser enviadas através do material. O resultado do ensaio é uma imagem que indica a presença ou ausência de anomalias no material. Esclerometria: A esclerometria é um ensaio que consiste na medição da dureza do concreto por meio da aplicação de uma carga de impacto em sua superfície. O ensaio de esclerometria é utilizado para avaliar a resistência do concreto ao longo do tempo, bem como para identificar eventuais anormalidades, como porosidade excessiva, presença de agregados frágeis, entre outros, e é amparado pela  NBR 7584 "Concreto Endurecido – Avaliação da Dureza Superficial pelo Esclerômetro de Reflexão". O ensaio é realizado utilizando um instrumento conhecido como esclerômetro, que consiste em uma haste de aço com uma haste de aço na ponta. Para realizar o ensaio, a haste é levada à superfície do concreto e é aplicada uma carga de impacto por meio de uma mola. O teste é realizado no mínimo 9 vezes na mesma superfície  e a profundidade da impressão na no concreto é medida e comparada com a profundidade padrão para determinar a dureza do concreto. O ensaio de esclerometria é importante para determinar a resistência do concreto, que é um dos fatores mais importantes na avaliação da capacidade da estrutura de suportar cargas. Além disso, o ensaio de esclerometria pode ser utilizado para identificar áreas de fraca resistência no concreto, que podem ser corrigidas antes que causem danos à estrutura. O ensaio de esclerometria é amplamente utilizado em inspeções estruturais, especialmente em edificações antigas ou submetidas a cargas elevadas. Algumas normas brasileiras devem ser consultadas pois estabelecem critérios importantes que devem ser levados em conta na hora de emitir um laudo técnico estrutural. Listamos abaixo algumas NBRs que podem te auxiliar: A validade de um laudo estrutural depende de vários fatores, como as condições da estrutura avaliada, idade da edificação,as características da edificação, entre outros. Normalmente, um laudo estrutural tem validade por um período de tempo limitado, geralmente de 1 a 3 anos. No entanto, é importante que o proprietário ou responsável pela edificação monitore regularmente a condição da estrutura, mesmo após a emissão do laudo, para detectar qualquer sinal de degradação ou outro problema estrutural. Se necessário, é recomendável solicitar uma nova avaliação e atualização do laudo antes do final de sua validade. Em casos de edificações com problemas estruturais graves, a validade do laudo pode ser revista e pode ser necessário emitir um novo laudo mais frequentemente. É importante ter um profissional qualificado para avaliar a situação e determinar a validade adequada para o laudo estrutural. Agora que você assimilou todo conteúdo, é hora de colocar a mão na massa! https://tabimoveis.com.br/ https://www.uol.com.br/universa/ https://projetosestruturaissp.com.br/blog/ https://www.simcon.com.br/index.php/home https://www.enignis.com.br/ http://www.assemet.com.br/ https://www.construtoragenova.com.br/midia/techne_recuperacao_estrutural/ https://loxxi.com.br/especialidade/inspecao-estrutural/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-fidelizar-o-seu-cliente Title: Como fidelizar o seu cliente? Meta Description: Confira neste artigo as quatro estratégias para estabelecer um bom e duradouro relacionamento com o seu cliente e construir uma rede de clientes fidelizados. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-fidelizar-o-seu-cliente ## Headings Structure: H1: Como fidelizar o seu cliente? H2: 1. Conheça seus clientes e deixe tudo registrado H2: 2. Mantenha contato após a finalização do projeto H2: 3. Ajude-os a antecipar suas necessidades H2: 4. Seja a referência de profissional em quem eles possam contar H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como fidelizar o seu cliente? H2: 1. Conheça seus clientes e deixe tudo registrado H2: 2. Mantenha contato após a finalização do projeto H2: 3. Ajude-os a antecipar suas necessidades H2: 4. Seja a referência de profissional em quem eles possam contar H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ter um fluxo constante de novos projetos surgindo para o seu negócio é o objetivo de todo negócio de arquitetura e construção. No entanto, já parou para pensar que novos projetos não necessariamente significam novos clientes? Construir uma rede de clientes fidelizados que recorram a você toda e qualquer vez que precisarem dos seus serviços é uma das melhores formas de garantir que a entrada de projetos nunca fique escassa. Além de ser um excelente termômetro do quanto os seus serviços têm superado as expectativas do mercado e se destacado perante a concorrência. Em um levantamento realizado pela HouzzPro, foram consultados profissionais da área que compartilharam suas dicas de sucesso, chegando às quatro principais estratégias. Continue lendo esse artigo e confira as quatro estratégias para estabelecer um bom e duradouro relacionamento com o seu cliente: Conhecer bem o seu cliente é essencial na hora de desenvolver um projeto que reflita sua personalidade e estilo de vida. Mas, também é uma informação vital para estabelecer uma relação perdurável que transcenda o primeiro contato. Demonstrar interesse na vida do seu cliente é a chave para o sucesso. A dica é manter o hábito de deixar registrado não apenas as informações necessárias para a execução de um projeto, mas também dados mais pessoais que reflitam a sua consideração e atenção pela pessoa. Como por exemplo: dia do aniversário, nome dos filhos… Mandar mensagens em datas comemorativas também é uma ótima maneira de mostrar que você se importa. Mas nada de mensagens prontas! Sempre personalize os seus recados, assim o cliente perceberá que você dedicou um tempo especial para realizar essa tarefa. 👉Na plataforma Vobi, é possível concentrar todas as informações do projeto, evitando perda de informações e desgastes desnecessários. Ter toda a comunicação com o cliente registrada em um único lugar, pode ser uma estratégia valiosa se você quiser otimizar seu tempo, por isso, disponibilizamos, dentro de cada projeto, um bloco de notas para que você possa fazer suas considerações. Leia mais no artigo “Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio”. Garantir que o seu cliente fique satisfeito com os serviços prestados pela sua empresa é uma das melhores formas de fidelizá-lo e torná-lo um consumidor potencial de longo prazo. Você não deve, após a finalização de um projeto, esperar que o seu cliente entre em contato caso haja algum problema. Antecipe-se e seja proativo. Mantenha contato para certificar que tudo está correndo bem, coloque-se à disposição para tirar qualquer dúvida ou preocupação que ele possa ter. Não é necessário ligar, mandar e-mail ou mensagem toda semana. Uma vez finalizado por completo um projeto, o follow-up pode ser feito a cada três meses. É um esforço a mais, mas que valerá a pena a longo prazo, pois resultará em lealdade e confiança no seu trabalho. 👉A ferramenta Gestão de oportunidade da Vobi ajuda muito nessa tarefa. Dentro da gestão de oportunidades, mesmo que o processo de vendas do seu cliente tenha terminado, suas informações permanecerão dentro da plataforma e servirão como um registro de histórico. Leia mais no artigo “CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades em seu negócio de arquitetura e cosntrução”. Não importa quão pequeno seja o projeto, sempre há margem para conversar sobre outras possíveis propostas, ideias e planos para o futuro. Tome como exemplo um cliente que só deseja reformar a sala e cozinha. Por mais que no momento atual esse seja o seu desejo, ou limitação de orçamento, é importante já pontuar alguns passos para o futuro, como: quais os próximos ambientes que deseja reformar, quando pretende começar. Se ele tem como plano futuro reformar a área de serviço, por exemplo, talvez seja mais sábio deixar toda a estrutura de elétrica e hidráulica prontas, visto que elas já serão alteradas na reforma da cozinha. Ter essa visão a longo prazo hoje, fará com que o cliente não queira procurar outro profissional amanhã, pois você estará a par das suas necessidades e gostos. Muitas vezes os clientes têm uma vida corrida e por isso acabam não tendo tempo para pesquisar produtos, serviços e afins. Essa é uma boa hora para se destacar perante os outros profissionais da área. Ofereça a sua expertise, afinal você é um profissional qualificado e os seus conhecimentos também podem ser utilizados como moeda de troca. Se posicionar como referência diante do cliente e ser uma fonte confiável de informações referentes a casa, fará com que ele valorize sua opinião e busque a sua consultoria sempre que for preciso. Em um mercado tão competitivo quanto o de arquitetura e construção, é fundamental ter algo a mais para oferecer aos clientes. Quanto mais diferenciado for o seu trabalho, mais você vai se destacar. Com a plataforma Vobi, o seu negócio se torna digital e você tem mais tempo para fazer o que mais gosta: criar e se relacionar com seus clientes. Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-gerenciar-altas-demandas-e-manter-o-crescimento-do-escritorio Title: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório Meta Description: Acompanhe as 6 dicas que irão ajudar na hora de realizar diversas tarefas importantes do dia a dia e saiba como maximizar o potencial da sua empresa. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-gerenciar-altas-demandas-e-manter-o-crescimento-do-escritorio ## Headings Structure: H1: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H2: 1. Comunique-se H2: 2. Gerencie seu tempo H2: 3. Automatize os processos H2: 4. Atente-se aos pagamentos H2: 5. Escolha bem seus clientes e colaboradores H2: 6. Crie novas oportunidades H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H2: 1. Comunique-se H2: 2. Gerencie seu tempo H2: 3. Automatize os processos H2: 4. Atente-se aos pagamentos H2: 5. Escolha bem seus clientes e colaboradores H2: 6. Crie novas oportunidades H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Implementar estratégias dentro de uma empresa que aumentem a sua organização e a qualidade dos seus produtos é essencial, principalmente nos escritórios de arquitetura e design, onde possuem diversos projetos acontecendo ao mesmo tempo, os quais precisam ser finalizados dentro do prazo estimado. Nessas empresas, diversas tarefas são realizadas diariamente, como: atendimento ao cliente e fornecedores, reuniões com colaboradores, visitas a obras, produção de conteúdo para redes sociais, fora o principal - o desenvolvimento de projetos. Nesse artigo, apresentamos 6 dicas para você diminuir o estresse com as diversas demandas e focar no que realmente importa para maximizar o potencial da sua empresa. O bom atendimento aos clientes é tão importante quanto elaborar projetos excelentes. A comunicação precisa ser eficaz desde o primeiro contato com o seu público-alvo. Isso vai garantir que ambos tenham boas impressões do relacionamento que virá - até porque a obra exige muito tempo de convívio e bastante cordialidade -, é preciso, então, dedicar um tempo para atendê-los. É muito comum que as pessoas fiquem ansiosas ao contratar um serviço e queiram notícias sobre o andamento do projeto. Nesse primeiro contato, é importante definir como será feita a comunicação regular entre as partes. Mostre as ferramentas que irá utilizar para isso: qual aplicativo de mensagem instantânea e qual plataforma você irá compartilhar o andamento do projeto. Essas constantes atualizações tranquilizam as expectativas do cliente e, consequentemente, a ansiedade. Os clientes que não são instruídos corretamente sobre os processos, tendem a querer acelerá-los, mandando mensagens constantemente, por esperarem visualizar a obra pronta, o que pode gerar conflitos entre profissionais e clientes. Logo, deixe claro que você irá atendê-los em horário comercial, o que criará limites que irão evitar com que o cliente mande mensagem em um horário inoportuno. Caso isso aconteça, mantenha sua decisão e evite responder. Algumas situações podem parecer muito urgentes para quem contrata, mas você, como experiente no segmento, sabe mais do que ninguém que os imprevistos só conseguem ser solucionados, de fato, em horário comercial. Entenda, também, que é muito comum eles não estarem esperando por uma resposta rápida, podem estar desempenhando uma tarefa de pendência, assim como você. Por isso, conte com a ajuda da tecnologia para deixá-los seguros quanto a comunicação, programando mensagens automáticas para informar que irá respondê-los assim que possível. A mesma lógica segue para a comunicação com fornecedores e colaboradores internos do escritório, mantenha-os informados do andamento do projeto e dos compromissos. Da mesma forma, pergunte regularmente se a equipe tem tudo o que é necessário para cumprir as atividades, a fim de evitar imprevistos e sobrecargas no meio do caminho. Sua equipe também representa sua marca. Caso eles possam realizar atendimento com clientes quando você não estiver disponível, precisam estar capacitados para isso. Treine-os para atendê-los com simpatia e discernimento para direcionar os clientes. Mantenha-os atualizados e com todo aparato necessário para sanar qualquer dúvida - crie documentos com informações pertinentes para guiá-los. Lembre-se que a comunicação não finaliza na entrega do projeto. Mantenha o relacionamento com o cliente após a entrega. Assim, sua marca sempre será lembrada e você poderá também gerar novas oportunidades de demandas. Como citado anteriormente, definir horários é muito importante para separar sua vida profissional da vida pessoal. Tanto em ambientes corporativos e, principalmente, no home office - onde as coisas se misturam -, é necessário definir regras de horários. Caso seja necessário utilizar finais de semana, atente-se ao período de trabalho, defina menos horas do que o dia a dia e faça pausas para aproveitar os momentos com a família e os amigos. Para evitar usar seus dois dias de descanso, programe seu tempo na semana separando os seus compromissos e quando for preciso atribua tarefas a equipe. Inclusive, já abordamos em um outro artigo como implementar a gestão de tarefas no seu escritório, confere aqui! Gerenciar o tempo no escritório e em sua vida pessoal, resultará em muitas vantagens, como: disciplina aos colaboradores, melhor visualização dos resultados, desenvolvimento da autoestima para o dia a dia, aumento da produtividade e diminuição de ansiedade e estresses, evitando a Síndrome de Burnout - doença ocupacional causada pelo estresse crônico acarretado pela má administração de trabalho. Além do gerenciamento de tempo e tarefas, ter ferramentas que contribuam para automatizar o gerenciamento de custos é essencial para não perder tempo com processos manuais no dia a dia e ganhar horas para dedicar-se às decisões projetuais. As arquitetas Adriana e Alessandra, do Studio Elã, dizem que o maior desafio atualmente é o tempo; e a Vobi tem ajudado a liberar mais tempo com a possibilidade da automatização: Ter um banco de dados organizado com lista de seus melhores fornecedores e uma variedade de faixas de preço garante agilidade para trabalhar com diferentes tipos de projetos e suas restrições de orçamentos. Conte com a Vobi para obter acesso a um catálogo com mais de 50 mil produtos que poderão ser adicionados diretamente nos seus orçamentos - os preços são atualizados diariamente. A profissional Leda Simões, do Design Fácil, também conta que antigamente, ao fazer suas visitas carregava uma grande quantidade de pastas para ver a lista de fornecedores e detalhes do projeto. Já, a arquiteta Isa, da Isa Toledo Arquitetura e Decoração relata que antes as planilhas do excel eram uma dificuldade do escritório e que, hoje, o banco de dados da Vobi, facilitou na hora de desenvolver os orçamentos. A profissional Ana Cláudia, do Agonari Arquitetura, ressalta que agora há muita facilidade: Ainda, ela acrescenta uma possibilidade muito bacana da plataforma: o cliente também consegue simular o orçamento. Oferecer um pacote completo para os clientes, aumenta a receita do escritório e os seus diferenciais, afinal a maioria dos clientes querem alguém para cuidar de tudo para eles. Ao oferecer acompanhamento e suporte na hora das realizações de compras, certifique-se que o pagamento do cliente foi feito para poder fechar qualquer negócio com terceiros. Assim, utilizando ferramentas que controlam os pagamentos e revisões das propostas, você terá certeza de que o cliente aprovou suas decisões e não ocorrerá mais alterações de projeto, bem como, se evitará golpes financeiros. Nesse caso, é melhor haver pequenos atrasos no andamento do projeto do que gastar dinheiro do seu fluxo de caixa para executá-lo. E para saber mais, é só clicar aqui para ler o nosso artigo na íntegra sobre Gestão de Pagamentos. Se você estiver desenvolvendo muitos projetos e aparecer um cliente que precise de um profissional com especialização em uma determinada área, como nos casos de arquitetura hospitalar, encaminhe para um colega que possua experiência em desenvolver projetos para serem aprovados pela vigilância sanitária. Nem todas as pessoas que demonstraram interesse pelo seu serviço, valem o seu tempo. Se você perceber que esses leads se encaixam melhor com outros profissionais, os encaminhe. Saiba selecionar seus clientes. O mesmo funciona para colaboradores e fornecedores, a sua escolha vai agregar valor ao projeto e a experiência do cliente. Avalie seus portfólios, experiências, custos e condições de pagamento. Fortaleça o relacionamento com conversas, feedbacks seus e dos clientes. Outra dica valiosa é identificar se essas pessoas estão dispostas a inovar ou estagnaram no tempo, isso demonstrará se a longo prazo você não terá problemas em solucionar demandas e urgências junto a eles, por falta de inovação em relação às alternativas existentes no mercado. Ter pessoas confiáveis e comprometidas garantirá que o processo ocorra sem estresses e as entregas sejam feitas com qualidade, dentro do prazo acertado. Se manter organizado é gerar oportunidades de novos leads. Além dos gerenciamentos de processos, atualize seus perfis online para que as pessoas possam conhecer sua marca e o que você vende, isso é extremamente importante. Desenvolva também marketing de conteúdo, criando e-books criativos que irão despertar o interesse nas pessoas em cadastrarem os dados gerais (nome, e-mail, telefone) em troca do material. Com uma lista de novos leads, você poderá prospectá-los. Esteja atento às avaliações feitas em sites e redes sociais, tire um tempo para incentivar seus clientes a deixarem seus feedbacks e entender como foi a experiência deles. Os consumidores estão sempre atentos às “estrelinhas” deixadas sobre o seu perfil, isso pode ser um fator decisivo para que eles entrem em contato com você. Assim, novos leads poderão ser criados, como também, você terá oportunidade de mudar as questões negativas e valorizar as positivas citadas pelas pessoas. Por fim, tenha em mente que ao criar processos e estratégias para o seu negócio, você irá precisar de tempo para revê-los e organizar novos passos. Então, priorize o seu tempo pessoal para recarregar as energias, aproveitando bem com a família e os amigos, para assim, conseguir retomar a criatividade necessária para o desenvolvimento dos projetos, tal como, mantê-lo resiliente para gerenciar o seu escritório. Nesse caminho, você encontrará o que faz mais sentido e funciona para você. www.blog.marelli.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-liderar-em-momentos-de-caos-e-complexidade Title: Como liderar em momentos de caos e complexidade Meta Description: Caos e complexidade exigem diferentes estratégias de liderança. É preciso entender a diferença entre elas ao gerenciar uma crise. Aprenda como, neste artigo! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-liderar-em-momentos-de-caos-e-complexidade ## Headings Structure: H1: Como liderar em momentos de caos e complexidade H2: Confrontando o caos H2: Dicas para ajudar a liderar sua organização através do caos: H2: Navegando pela complexidade H2: Dicas para ajudar a liderar sua organização através da complexidade H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como liderar em momentos de caos e complexidade H2: Confrontando o caos H2: Dicas para ajudar a liderar sua organização através do caos: H2: Navegando pela complexidade H2: Dicas para ajudar a liderar sua organização através da complexidade H3: Continuar lendo H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em tempos de crise, as coisas podem passar de “negócios como de costume” para “negócios incomuns” em um piscar de olhos e, nestes cenários, os líderes são obrigados a operar em um estado constante de triagem para manter as coisas funcionando. Além disso, precisam catalogar - em tempo quase real - as lições, processos e experiências que o ajudarão a lidar com a próxima crise quando ela surgir. Caos e complexidade exigem diferentes estratégias de liderança. É útil conhecer a diferença e entender qual condição está em jogo conforme você gerencia durante uma crise. Embora ambos sejam imprevisíveis, a complexidade é uma extensão do mundo em que já vivemos. Exorta você a planejar o que vem a seguir e a reagir com ponderação, agora e a longo prazo. O caos, por outro lado, exige uma ação rápida e decisiva para manter todos focados e na mesma página, enquanto tenta-se reduzir a ansiedade. Neste artigo, abordaremos um pouco mais sobre os dois temas e lhe apresentaremos algumas dicas importantes para contornar estes momentos da melhor maneira possível. No decorrer dele você irá aprender sobre: Caos, por definição, significa que as coisas são ambíguas, imprevisíveis e fora de nosso controle. Como colocou Bob Johansen, pesquisador do Institute for the Future (Instituto para o futuro), "o futuro recompensará a clareza e punirá a certeza". Isso significa que a clareza é fundamental durante os períodos de caos e complexidade. Portanto, reajuste as expectativas e os objetivos de todos. Comunique claramente o que mais importa para sua você e sua equipe agora e pause os objetivos e ou outras iniciativas que podem esperar até mais tarde, principalmente durante este período. Você e seu time podem estar estressados ao tentar atingir todos os seus objetivos regulares de desempenho enquanto abordam as novas coisas necessárias para manter as tarefas acontecendo. Portanto, é importante deixar claro que as prioridades mudaram e escrever novas instruções sobre onde manter o foco. Complexidade, como o caos, traz consigo uma falta de respostas claras e simples. Mas é um pouco menos assustador. A verdade é que nossas vidas e empresas se tornaram cada vez mais complexas nos últimos anos. Para navegar na complexidade, é necessário um roteiro mental que o ajude a ver o que está acontecendo agora, além de mapear as possíveis alterações que estão por vir. Comunicar claramente sua visão para sua equipe ajudará as pessoas a acompanhá-lo(a) nessa jornada e a seguir em frente com sua orientação. Por fim, pergunte-se: qual é o ponto forte do seu escritório? Como posso usar esse senso de propósito para liderar minha organização por períodos caóticos e complexos? E o que posso aprender com essa experiência ao guiar minha equipe para uma nova aparência de normal? De tempos em tempos, você inevitavelmente experimentará o caos, exigindo que você adapte sua estratégia de liderança e responda à situação em questão. Mas pelo menos você estará melhor preparado para lidar com a interrupção e pronto para enfrentar o que vier a seguir. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-otimizar-o-controle-de-estoque-de-materiais-de-construcao Title: Otimize o Controle de Estoque de Materiais de Construcao Meta Description: Aprenda estratégias de controle de estoque de materiais de construção. Descubra como os KPIs, e a tecnologia podem melhorar a gestão da sua obra. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-otimizar-o-controle-de-estoque-de-materiais-de-construcao ## Headings Structure: H1: Como Otimizar o Controle de Estoque de Materiais de Construção H2: Processo de controle de estoque H3: 1. Identificação e catalogação dos materiais H3: 2. Definição dos pontos de reabastecimento e aquisição de materiais H3: 3. Monitoramento constante do estoque: Entrada versus saída H3: 4. Gerenciamento de materiais excedentes e resíduos H2: Indicadores-chave de desempenho (KPIs) para o controle de estoque H2: Estratégias para evitar perdas e desperdícios de materiais H3: Priorize o planejamento detalhado H3: Atenção ao prazo de validade H3: Realize o controle sistemático do estoque H3: Revise os processos de logística H3: Armazenamento adequado H3: Priorize a qualidade nos procedimentos H2: Integração de sistemas e automação no controle de estoque H3: Controle de Estoque Automatizado H3: Gestão Financeira Integrada H3: Relatórios H3: Tudo em um só lugar H2: Importância de uma boa gestão de obra e como a Vobi pode te ajudar no controle de estoque H3: Diário de Obra H3: Ferramenta de Medição H3: Planejamento de Obras H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como Otimizar o Controle de Estoque de Materiais de Construção H2: Processo de controle de estoque H3: 1. Identificação e catalogação dos materiais H3: 2. Definição dos pontos de reabastecimento e aquisição de materiais H3: 3. Monitoramento constante do estoque: Entrada versus saída H3: 4. Gerenciamento de materiais excedentes e resíduos H2: Indicadores-chave de desempenho (KPIs) para o controle de estoque H2: Estratégias para evitar perdas e desperdícios de materiais H3: Priorize o planejamento detalhado H3: Atenção ao prazo de validade H3: Realize o controle sistemático do estoque H3: Revise os processos de logística H3: Armazenamento adequado H3: Priorize a qualidade nos procedimentos H2: Integração de sistemas e automação no controle de estoque H3: Controle de Estoque Automatizado H3: Gestão Financeira Integrada H3: Relatórios H3: Tudo em um só lugar H2: Importância de uma boa gestão de obra e como a Vobi pode te ajudar no controle de estoque H3: Diário de Obra H3: Ferramenta de Medição H3: Planejamento de Obras H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A indústria da arquitetura e do design não é apenas um espaço de criação artística, é também uma área onde a precisão, o planejamento e a logística desempenham papéis fundamentais. Os materiais de construção, do tijolo ao vidro temperado, do aço ao mármore, são as ferramentas tangíveis que dão vida à nossa imaginação. Mas, para garantir que essas ferramentas estejam sempre disponíveis, precisamos enfrentar um desafio que muitas vezes passa despercebido: o controle de estoque de materiais de construção. Um estoque bem gerenciado é a diferença entre um projeto que é concluído no prazo e dentro do orçamento e um que enfrenta atrasos e custos adicionais e até mesmo gerando insatisfação no cliente. Neste cenário, o controle do estoque de materiais de construção se torna uma habilidade importante para profissionais da construção civil. E, se esse é o seu caso, deve saber que essa é uma tarefa que vai além de simplesmente saber quantos tijolos temos no depósito. Esse processo envolve a coordenação cuidadosa de fornecedores, cronogramas de entrega, estimativas de consumo e flutuações de preço, entre outros. Quando bem implementado, o controle de estoque oferece inúmeras vantagens. Permite a otimização do uso dos materiais, evitando desperdício e economizando recursos. Facilita o planejamento, dando uma visão clara da disponibilidade dos materiais e auxiliando na previsão de prazos e custos. Também reduz o risco de atrasos causados por escassez de materiais ou problemas com fornecedores. No entanto, apesar de sua importância, o controle do estoque de materiais de construção precisa ser melhor explorado pelos profissionais da área. Para preencher essa lacuna, essa leitura te ajuda a esclarecer as principais dúvidas relacionadas ao tema. Acompanhe: O controle de estoque  de materiais de construção é uma parte essencial para o processo construtivo, seja ele uma pequena residência ou um hotel de grandes proporções, por exemplo. Realizar uma boa gestão do estoque pode ser a diferença entre a execução tranquila de um projeto e atrasos custosos ou desperdício de materiais. Antes de mais nada, é importante entender que quando falamos de estoque, estamos nos referindo a muito mais do que apenas materiais de construção comuns como tijolo, pedra brita e cimento. Também é importante levar em consideração equipamentos de segurança individuais, os famosos EPIs, máquinas como serras e furadeiras, além de todos os equipamentos que serão importantes para realizar o projeto, como trenas, martelos, alicates, entre outros. Acompanhar cada movimentação dentro do estoque é vital para uma boa gestão. Não se pode confiar em empréstimos casuais, com a expectativa de que tudo será devolvido. É necessário ter total controle sobre o que foi removido do estoque, para que propósito foi removido, quem o removeu e quando isso aconteceu. Não esqueça: cada pequeno item, como um simples martelo, tem um custo associado para a empresa de construção e pode fazer falta em algum momento. Sendo assim, antes de fazer o estoque para iniciar sua próxima obra, considere os seguintes fatores: Esta etapa envolve a compilação de uma lista de todos os materiais necessários para o projeto. É indispensável que todos os itens sejam identificados, com as especificações técnicas adequadas e a quantidade necessária. Essa prática  facilita a previsão do que será necessário, dando uma base sólida para a programação de compras e entregas. Com a lista de materiais pronta, o próximo passo é estabelecer o momento de reabastecimento. Este é o nível de estoque que, quando atingido, indica que é necessário fazer um novo pedido. Diversos fatores devem ser levados em consideração na definição deste ponto, como o tempo de entrega dos fornecedores, a quantidade mínima de pedido e a velocidade com que os materiais são consumidos na obra. O objetivo é evitar tanto a falta quanto o excesso de materiais, prevenindo atrasos e desperdícios. Trabalhar com um estoque mínimo na obra, pode ser uma boa saída, especialmente se o espaço para armazenamento for escasso. O estoque mínimo, nada mais é que o volume mínimo de um material que precisa ser mantido em estoque. Este é mantido para abordar potenciais aumentos inesperados na demanda e para compensar possíveis demoras na reposição dos fornecedores. Para calcular o estoque mínimo, precisamos considerar três fatores principais: o consumo médio, o tempo de reposição e a margem de segurança. Vamos usar um exemplo para esclarecer como isso funciona: Consumo médio: É a quantidade média de um material específico consumida em um determinado período. Por exemplo, digamos que uma construção consuma, em média, 500 sacos de cimento por mês. Tempo de reposição: É o tempo que leva desde o momento em que um pedido de material é feito até o momento em que o material é entregue e pronto para uso. Suponhamos que, para o cimento, o tempo de reposição seja de 15 dias. Margem de segurança: Trata-se de um adicional ao estoque mínimo para acomodar variações imprevistas no consumo ou atrasos na entrega. Pode ser expressa como uma porcentagem do consumo médio. Digamos que, neste exemplo, a margem de segurança seja definida como 10% do consumo médio. Agora, para calcular o estoque mínimo, primeiro calculamos o consumo durante o tempo de reposição. Com um consumo médio de 500 sacos por mês (ou cerca de 16 sacos por dia, considerando um mês de 30 dias) e um tempo de reposição de 15 dias, seria consumido cerca de 240 sacos durante o tempo de reposição. A seguir, calculamos a margem de segurança, que é 10% do consumo médio. Nesse caso, seria de 50 sacos de cimento. Finalmente, somamos o consumo durante o tempo de reposição e a margem de segurança para obter o estoque mínimo. Nesse exemplo, o estoque mínimo seria de 290 sacos de cimento (240 sacos de consumo durante o tempo de reposição + 50 sacos de margem de segurança). Ou seja: Estoque Mínimo = (Consumo Médio x Tempo de Reposição) + Margem de Segurança Portanto, para evitar atrasos na construção e minimizar o desperdício, o profissional responsável pelo estoque deve garantir que haja pelo menos 290 sacos de cimento disponíveis. Esta etapa requer vigilância atenta para assegurar que os materiais estejam sempre disponíveis quando necessários. Isso implica acompanhar todos os materiais desde o momento em que são recebidos até a sua utilização. Um registro atualizado do estoque deve ser mantido, indicando quais materiais foram usados, a quantidade utilizada e os restantes em estoque. Este acompanhamento permite adaptar as encomendas futuras às necessidades reais do projeto. Sempre que um material ou equipamento da entrada no estoque, é necessário registrar a ordem de compra, contendo informações como preço, fornecedor, detalhes do produto e datas de compra e entrega, além de quem recebeu o material. Atente-se para anexar a nota fiscal a essa ordem. Por outro lado, é igualmente importante registrar a retirada de estoque. Para isso é necessário especificar cada material que é usado no projeto, registrando em um documento para qual projeto ou departamento foi destinado e quem efetuou a retirada. Dessa maneira, é possível monitorar a necessidade de uma nova compra para reposição ou verificar se a devolução, no caso de equipamentos, foi realizada. Também há situações em que os materiais e equipamentos são retirados do estoque de uma obra para serem levados para outra obra. Nesses casos de transferências, é preciso deixar tudo devidamente registrado. Todas essas etapas ajudam o setor financeiro a gerenciar as compras, o fluxo de caixa e a redução de desperdícios. Esta fase envolve o manejo apropriado de materiais excedentes e resíduos. Deve-se desenvolver uma estratégia para lidar com estes materiais de forma responsável, tanto em termos financeiros quanto ambientais. Isso envolve a reutilização de materiais em outros projetos, a venda de excedentes ou o descarte adequado de resíduos. Uma etapa que não deve ser deixada de lado neste processo é a revisão e aperfeiçoamento do sistema de controle de estoque. Isso implica na análise dos dados recolhidos, identificação de problemas e busca por oportunidades de melhoria. Os indicadores-chave de desempenho (KPIs) podem ser utilizados para avaliar o sucesso do controle de estoque de materiais de construção e apontar áreas que necessitam de aperfeiçoamento. O controle de estoque deve ser integrado com outras atividades de gestão do projeto, como planejamento, programação e controle de custos. Listamos  alguns dos KPIs mais importantes para o controle de estoque na construção: Rotatividade de Estoque: Este KPI mede quantas vezes o estoque foi usado e reposto durante um determinado período. Uma alta taxa de rotatividade indica que os materiais estão sendo utilizados na quantidade ideal. Por outro lado, uma taxa baixa pode indicar excesso de estoque ou problemas no controle de estoque  de materiais de construção. ‍Tempo de Reposição: Ele mede o tempo necessário para reabastecer o estoque, desde o momento do pedido até a entrega. Quando muito longo, pode resultar em atrasos na obra, enquanto um tempo curto indica um bom relacionamento com os fornecedores e eficiência na gestão de compras. Estoque Mínimo: Este indicador representa a quantidade mínima de estoque que deve ser mantida para evitar atrasos na produção devido à falta de materiais. Monitorar o estoque mínimo e garantir que ele seja mantido, evita interrupções na obra. Precisão no Estoque: Este KPI compara a quantidade de estoque registrada no sistema de controle com a quantidade física que existe de fato no canteiro de obras. Quanto mais condizente com a realidade for o estoque, mais provável é que os processos de entrada e saída de materiais estão sendo bem gerenciados. Para garantir a eficiência no uso de materiais e equipamentos no canteiro de obras, é necessário ter estratégias para evitar perdas e desperdícios dos mesmos. Pensando nisso, considere aplicar as seguintes dicas a fim de evitar desperdícios: Antes de qualquer coisa, é fundamental investir tempo e planejar todos os estágios da construção, incluindo os custos necessários para cada fase. A falta de um planejamento adequado torna difícil calcular os recursos necessários, desde a aquisição de materiais até a contratação de mão de obra especializada. Antes de comprar qualquer material, considere o tempo até sua utilização. Alguns materiais podem vencer e se tornar mais difíceis de aplicar ou mesmo inutilizáveis. Assim, deve-se planejar as compras para garantir a qualidade e a usabilidade dos materiais. Saber o que está disponível como recurso para a construção é uma etapa vital do planejamento. Se você não tem conhecimento do que tem no estoque, pode acabar comprando materiais e ferramentas desnecessárias ou ficar vulnerável à falta de material. A distribuição de materiais é um fator importante que deve ser considerado, pois se não for feita corretamente, pode causar desperdício na construção civil. Planeje um local estratégico para armazenar tudo que foi comprado, reduzindo a necessidade de transportes desnecessários. Para manter a qualidade dos materiais, é fundamental armazená-los corretamente. Alguns materiais são mais sensíveis e devem ser armazenados em locais secos e cobertos, como é o caso do cimento, enquanto outros materiais exigem menos cuidados quanto ao armazenamento. Invista no treinamento da equipe envolvida na construção. Isso garante que a execução da obra seja feita corretamente, reduzindo o desperdício. No contexto atual, uma gestão eficiente do controle de estoque de materiais de construção passa necessariamente pela integração de sistemas e automação, pois auxilia na otimização de recursos e diminuição de perdas. Algumas maneiras de como  a automação pode auxiliar, são: Sistemas automatizados de controle de estoque  de materiais de construção são uma boa pedida para garantir a disponibilidade dos materiais necessários, bem como para evitar atrasos e gastos desnecessários. Esses sistemas oferecem atualizações em tempo real sobre a entrada e saída de materiais, auxiliando na manutenção do estoque. A integração do controle de estoque com o sistema financeiro pode fornecer uma visão detalhada do impacto do inventário nas finanças da empresa. Isso pode incluir a visibilidade de custos de manutenção de estoque, valorização e depreciação do estoque, e impacto do gerenciamento de estoque no fluxo de caixa e lucratividade do projeto. Com a automação e a integração de sistemas, é possível gerar relatórios detalhados e análises. Estas informações ajudam a prever necessidades futuras com base em tendências históricas, identificar gargalos e expor áreas para melhorar nas próximas experiências. Todas as informações concentradas em um único sistema, proporcionam uma visão abrangente e detalhada do inventário em uma ou poucas interfaces de visualização. E por falar em meios de automação, aqui vai uma dica de ferramenta que ajuda com isso. A Vobi é uma ferramenta de gerenciamento de construção que facilita (e muito) no controle de estoque  de materiais de construção. Com a Vobi, fica mais fácil controlar o estoque, ajudando a prevenir problemas como a falta ou o excesso de materiais e equipamentos. Aqui estão algumas maneiras específicas como a Vobi pode ajudar: A Vobi fornece um sistema de Diário de Obra digital que permite o registro detalhado do andamento diário das atividades da obra. Essa funcionalidade te permite registrar ocorrências e informações coletadas nas visitas feitas à obra, fotografias do andamento da construção, quais etapas foram realizadas e muito mais. Isso ajuda a acompanhar o uso dos materiais e a avaliar se o estoque está sendo usado de maneira eficiente. As informações registradas também podem ser usadas para melhorar o planejamento e o controle de estoque em projetos futuros. A Vobi possui uma ferramenta de medição que permite acompanhar a evolução física e financeira da obra, incluindo o uso de materiais. Isso proporciona uma visão em tempo real do consumo de materiais, permitindo identificar rapidamente qualquer desvio em relação ao planejado e tomar as medidas corretivas necessárias. A Vobi também oferece uma funcionalidade de Planejamento de Obras que proporciona uma visão clara do cronograma da obra. Isso ajuda a coordenar a entrega e o uso de materiais e equipamentos, evitando atrasos e desperdícios decorrentes de má gestão de estoque. E o melhor, a Vobi permite integrar todas essas informações em um único sistema, proporcionando uma visão unificada e facilitando o gerenciamento! Incrível né? Ao usar a Vobi, a gestão de obra e controle de estoque podem ser significativamente aprimorados, evitando muito desperdício e estresse no canteiro de obras. Peça já o seu convite, e descubra como a tecnologia pode melhorar a gestão da sua obra. www.casadoconstrutor.com.br www.fortestecnologia.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/como-precificar-os-seus-servicos Title: Como precificar os seus serviços? Meta Description: Conheça as métricas para precificar corretamente os seus serviços para que se adequem ao bolso do cliente, ao mesmo tempo que gerem lucro para o seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/como-precificar-os-seus-servicos ## Headings Structure: H1: Como precificar os seus serviços? H2: 1. Como definir o que cobrar? H3: 1.1. Avaliando suas despesas H3: ‍1.2 Conhecendo sua produtividade H3: 1.3. Considerando o mercado H3: 1.4. Mensurando a complexidade do projeto H2: 2. Estabelecendo um modelo de cobrança H3: ‍2.1. Percentual‍ H3: 2.2. Hora trabalhada H3: 2.3. Metro quadrado H3: 2.4. Tabela de honorários (CAU e ABD) H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como precificar os seus serviços? H2: 1. Como definir o que cobrar? H3: 1.1. Avaliando suas despesas H3: ‍1.2 Conhecendo sua produtividade H3: 1.3. Considerando o mercado H3: 1.4. Mensurando a complexidade do projeto H2: 2. Estabelecendo um modelo de cobrança H3: ‍2.1. Percentual‍ H3: 2.2. Hora trabalhada H3: 2.3. Metro quadrado H3: 2.4. Tabela de honorários (CAU e ABD) H3: Continuar lendo H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? É gratificante poder trabalhar com o que se ama e ainda por cima “ganhar bem” por isso. Por este motivo, é tão importante saber precificar corretamente os seus serviços para que se adequem ao bolso do cliente, ao mesmo tempo que gerem lucro para o seu negócio. A precificação é um bicho de sete cabeças para muita gente e uma questão que gera insegurança entre os profissionais da área. Encontrar um processo que faça sentido para você é essencial para garantir o seu sucesso à longo prazo. O fato é que não existe uma receita exata para isso. Cada projeto é único e possui suas necessidades e particularidades, além da influência de fatores externos, como por exemplo, sua localização (falaremos sobre isso mais adiante). Porém, é possível seguir algumas diretrizes para estabelecer um preço justo e que ainda garanta uma margem de lucro. Mas enfim, como calcular esse preço? Seja você arquiteto(a) ou engenheiro(a), esperamos que este conteúdo seja útil para auxiliá-lo nessa tomada de decisão. Neste artigo você encontrará: Todo empreendedor ou profissional autônomo se depara com esse tipo de questionamento, seja no início da carreira ou no decorrer dela ao se deparar com as mudanças em seus custos. Apesar de não haver uma resposta pronta para essa pergunta, fazer alguns cálculos irão ajudá-lo a estimar o quanto será necessário receber em cada projeto a fim de manter uma renda satisfatória ao seu negócio. [Leia também: A importância da gestão de orçamento] O primeiro passo é definir o quanto você pretende ganhar em um ano. Trace um objetivo, mas seja realista. Preveja uma parte destinada ao lucro da sua empresa e outra para o seu ganho pessoal. Depois disso, faça um levantamento dos custos para o funcionamento do seu negócio. Alguns custos são básicos, e devem ser considerados na hora de cobrar pelo seu projeto. Vale lembrar que um custo é tudo aquilo que você gasta no seu negócio para que seja possível realizar o serviço contratado. Eles podem ser custos diretos ou indiretos. Os custos diretos são aqueles que devem ser pagos pelo cliente. Eles são os valores relacionados diretamente com o projeto, como por exemplo, licenças de softwares, horas trabalhadas dos funcionários envolvidos (seja um estagiário, funcionário fixo ou terceirizado), preço de materiais utilizados, consultorias, transporte e etc. Já os custos indiretos referem-se às despesas que não estão diretamente relacionadas com a produção do projeto em si, mas sim com as instalações e o funcionamento do seu escritório e que serão utilizadas para realização das diferentes etapas do projeto. Sendo eles: aluguel, contador, secretária, contas de luz, condomínio, água, internet, telefone, etc. Preveja uma certa margem nos valores reservada para os custos extras. Na vida e no trabalho, imprevistos podem acontecer e temos que estar preparados para isso. Afinal, nunca se sabe quanto um computador pode dar problema e precisar de uma manutenção. Assim como cada projeto requer uma especificidade diferente, pode ser que você se depare com a necessidade de contratar um estudo de viabilidade técnica. Considere como uma taxa de contingência. Uma vez tendo tudo isso listado, é a hora de analisar quantos clientes/projetos você estima fechar negócio em um ano e qual a receita obtida prevista. Seja conservador. É muito importante que o profissional da construção conheça sua produtividade quando for formar o preço do seu negócio. No início da carreira, muitos desses cálculos se baseiam em estimativas. Você ainda não sabe, realmente, quantas horas vai precisar trabalhar até ver um projeto concluído. Por isso, é preciso avaliar sua experiência passo a passo. Durante o andamento de cada projeto e ao seu final, registre tudo o que fez por aquele cliente. Use essas informações para avaliar se a sua hipótese de tempo e custos é maior ou menor do que a realidade e, se necessário, ajuste seu preço nos próximos projetos. [Ler mais em Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente] É essencial realizar essa análise do mercado dentro da região em que o seu escritório atua. Tenha em mãos dados seguros de quanto foi cobrado por projetos semelhantes à localização em que está a obra a ser precificada. Uma boa fonte de informação é entrar em contato com seus colegas e concorrentes do setor ou até mesmo consumidores que adquiriram esse tipo de serviço. Caso não esteja fácil encontrar boas referências de preço na mesma região, é possível considerar valores referentes a obras em áreas da cidade com características socioeconômicas semelhantes. Saber quanto a concorrência cobra é essencial não só para estabelecer parâmetros do seu negócio com também para entender se, após calcular as despesas e a sua produtividade, ainda vale a pena aceitar o serviço. Como já destacado algumas vezes, nenhum projeto é igual ao outro, sendo assim o seu preço também deve ser flexível. Você pode, e deve, cobrar a mais de acordo com a complexidade do projeto. Um projeto apenas de decoração possui uma complexidade menor do que uma reforma completa com demolição e construção e isso deve ser levado em conta. Após aprender como calcular os custos e também a receita para obter a margem de lucro desejada, é hora de definir um modelo de cobrança para a execução do seu serviço. A precificação na área de arquitetura e construção varia muito de região para região, tornando difícil a sua padronização. No entanto, existem alguns modelos mais utilizados no mercado: Trata-se da metodologia mais utilizada internacionalmente. Grandes escritórios brasileiros também cobram por percentual, porém contam com a ajuda de grandes equipes para auxiliar nesse processo. Nesse caso, o profissional determina um valor sobre o custo total estimado da obra, levando em consideração o grau de dificuldade do projeto em questão. Por isso ele também é variável, porém um pouco mais previsível. Outra forma de cobrar pelo seu projeto é pelo número de horas gastas pelo profissional na elaboração de um projeto, definindo um número de horas trabalhadas e o custo médio de cada hora. No entanto, é preciso ter experiência para precificar nessa modalidade, pois será necessário um histórico de execuções para realizar esse tipo de cálculo com precisão. Essa é a forma de cobrança mais conhecida no mercado e a queridinha dos arquitetos e engenheiros no início de carreira. Ela é mais comum em projetos de pequeno porte como residências e prédios comerciais pequenos, por ser mais simples de calcular. Nesse caso, o valor do projeto é calculado com base na área total construída, e leva em consideração aspectos como o tipo e porte da obra. Apesar de ser o método mais fácil de precificação, fique atento! Uma reforma de um banheiro, por exemplo, possui uma metragem quadrada pequena porém uma complexidade mais alta. O custo do metro quadrado pode variar muito dependendo da região em que o arquiteto atua e do que é praticado pela concorrência. Os principais órgãos da arquitetura como o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), o IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil) e o ASBEA (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura), assim como também a ABD (Associação Brasileira de Designers de Interiores), disponibilizam tabelas de referência para o cálculo dos honorários profissionais. Essas tabelas calculam valores a partir de parâmetros relativos aos aspectos e especificidades do trabalho da categoria. Por isso, a Vobi está sempre em busca de facilitar o processo de trabalho do arquiteto e engenheiro, ajudando o seu negócio crescer através de ferramentas online, onde é possível concentrar todas as informações do projeto em um único local. Ainda não possui uma ferramenta para te ajudar a fazer a gestão de projetos e orçamentos do seu escritório? 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H2: Usando as informações da Composição de Preço Unitário H3: Relatório de compras H3: Produção dos profissionais H3: Curva ABC H2: Composição de custo unitário na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Composição de custo unitário (CPU): como fazer? H2: O que é composição de custo unitário? H2: Como fazer a composição de custo unitário de sua obra? H2: Usando as informações da Composição de Preço Unitário H3: Relatório de compras H3: Produção dos profissionais H3: Curva ABC H2: Composição de custo unitário na Vobi H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Sabemos que a temática sobre orçamentos de obras pode ser associada a dores de cabeças e imprevistos para algumas pessoas, por conterem uma série de cálculos. Você sabia que através da Composição de Custo Unitário é possível simplificar as atividades orçamentárias? A aplicação do CPU, no dia a dia, é capaz de aumentar a eficiência e a precisão em empresas voltadas para o ramo da construção civil. O processo é uma das etapas mais importantes, onde se coleta dados precisos que influenciam na qualidade do orçamento e no planejamento da obra. Sendo possível obter informações imprescindíveis sobre os custos dos materiais, mão de obra, produtividade e muito mais. Além disso, a Composição de Custo Unitário permite comparar o que está sendo realizado com o que foi planejado. Estamos aqui para descomplicar esse assunto, continue acompanhando o artigo através dos seguintes tópicos: A Composição de Custo Unitário é uma ferramenta para estimar o custo de uma obra da forma mais precisa possível, oferecendo parâmetros relativos ao custo e produtividade. Ou seja, são considerados todos os serviços e atividades, os preços reais de insumos, materiais, mão de obra e índices de produtividade. Esses índices podem ser históricos ou advindos de fontes como tabelas SINAPI, SETOP, TCPO, entre outras. O fato é que, ao aplicar a técnica de CPU é possível prever as necessidades de insumos e estimar custos diretos e indiretos, servindo como apoio para análises e estratégias financeiras dentro da construção civil. E, consequentemente, se consiga aumentar a margem de lucro. Na prática, a Composição de Custo Unitário é benéfica para determinar, por exemplo, a quantidade de dias e profissionais necessários para realização de uma atividade ou a escolha do método construtivo e de contratação mais adequada para cada projeto. Primeiramente, vamos relembrar a conceituação de alguns componentes da Composição de Custo Unitário, acompanhe: Para fazer a Composição de Custo Unitário é necessário identificar cada serviço que será realizado e a unidade de execução. Faça uma descrição detalhada do processo que irá ser realizada em cada serviço, pois assim você terá certeza que não estará deixando nada passar em branco. A ideia aqui é fazer semelhante a uma lista de compras! Quanto às unidades utilizadas, esteja atento, pois elas são a base da composição de preço. Por exemplo, a mão de obra é utilizada na unidade em horas, no entanto, o contrato pode ter sido fechado de outra forma. No caso de materiais, podem ser adquiridos em unidades como o bloco cerâmico ou em kg com a argamassa. Após descrever a unidade e quantidade necessária para realizar a execução do serviço do início ao fim, é hora de entender os preços de forma realista para o momento atual da composição. E novamente, atenta-se se o preço é referente à unidade especificada na composição, para impedir uma composição de preços errada. A realidade do mercado pode variar conforme a região, mas o fato é que você deve considerar salários e encargos de mão de obra, além do valor da compra dos materiais. Acompanhe um exemplo simplificado a seguir: Custos de Mão de Obra A etapa para estabelecer as produtividades necessita de atenção, pois cada serviço apresenta variáveis níveis de produtividade. Processos como a execução de alvenaria estrutural e alvenaria de vedação possuem produtividades variadas, por exemplo. Por isso, é importante usar as produtividades corretas, no cálculo da Composição de Custo Unitário, para obter o custo adequado de um serviço e de toda obra, pois assim é possível comparar o planejado com o que foi realizado, permitindo gerenciar de forma eficaz. Para isso é necessário acompanhar a equipe na execução do serviço, anotando as horas trabalhadas por cada profissional e a quantidade de material consumido. Por exemplo: Produtividade da mão de obra Rendimento dos materiais Após entender mais sobre a produtividade, já pode calcular os índices de consumo de cada insumo para a realização de uma unidade de serviço. A fórmula é dada pela divisão da quantidade de serviço (3m²) dividido pelo tempo de execução (21 horas), resultando em 7 horas/m². Em seguida, é só multiplicar pelo seu custo unitário para encontrar o custo total de cada um. Ao somar o custo total de cada insumo, resultará o custo total de uma unidade de serviço. Após obter a Composição de Preço Unitário (CPU), é importante avaliar os recursos financeiros existentes e o prazo disponível para realização das operações. Isso possibilita refinar as informações de custo e tempo. Acompanhe alguns documentos que partem das informações da Composição de Custo Unitário. O relatório de compras é um documento essencial que ajuda na gestão de compras e contratações no processo de uma construção. Ele é desenvolvido baseado nas informações do planejamento e do orçamento da obra, que por sua vez são obtidos com os dados da Composição de Preço Unitário. Como vimos anteriormente, o CPU lista materiais, serviços ou mão de obra necessários em cada fase do projeto. Assim, o gestor financeiro pode planejar e negociar da melhor forma, considerando as variações de preços que podem ocorrer no mercado. É possível, também, ter uma referência para negociações e fechamentos de contratos futuros. A análise dos índices de produtividade permite compreender a eficiência da Composição de Preço Unitário (CPU) e os impactos decorrentes de uma baixa produtividade, que por sua vez, sinaliza que a mão de obra não possui devida qualificação ou que o índice não está sendo atualizado, contendo informações imprecisas sobre custos e volumes de produção. Assim, a Composição de Custo Unitário pode ser utilizada para estimar a quantidade de mão de obra necessária para executar uma determinada atividade, considerando a sua complexidade e produtividade. Se a produtividade estiver alta, a obra terá seus custos reduzidos e a conclusão das atividades será dentro do prazo estabelecido. A curva ABC é um indicador que ajuda identificar quais são os insumos e serviços que possuem maior impacto no custo total do projeto. A divisão é realizado por três classes, acompanhe: Utilizando a curva, o gestor consegue identificar os serviços e produtos com maior relevância e entender o que afeta diretamente esses itens. A partir daí fica mais fácil realizar negociações e mudanças visando reduzir custos e prazos. Se você é responsável pelo gerenciamento de obras e não sabe como agilizar a elaboração de orçamentos complexos para a obra, nós da Vobi temos a solução! Sabemos que especificar apenas o valor do metro quadrado do revestimento, por exemplo, não é o suficiente, já que existem outros custos envolvidos para a instalação do produto. Para elaborar esse orçamento de forma mais precisa, é necessário fazer a Composição de Custo Unitário. Acompanhe os benefícios de fazer dentro da nossa plataforma: ✅ Visão completa do escopo de projeto; ✅ Agilidade na tomada de decisões e execução de tarefas; ✅ Maior planejamento de cronograma e gestão do tempo; ✅ Agilidade nos cálculos; ✅ Melhor gestão de recursos e equipe; ✅ Facilidade para rastrear possíveis prejuízos na obra; ✅ Visão assertiva no valor final da obra. Como o lucro da realização da obra está intrinsecamente ligado a resultados mais apurados, na Vobi você pode inserir os valores atualizados no detalhamento das composições e garantir o crescimento da sua empresa! Para criar uma composição é só ir na aba de orçamentos, dentro da nossa plataforma. Em seguida, adicionar descrição com informações e o detalhamento de itens. Você pode adicionar itens que você já criou em sua biblioteca ou criar novos produtos e serviços. Ao criar um item, ele será salvo automaticamente na Biblioteca. Caso deseje adicionar uma composição também, é só selecionar o menu (três pontinhos no lado direito) e clicar em Adicionar à minha biblioteca. Assim, fica mais fácil utilizar em outros projetos sem precisar refazer item por item da sua Composição de Custo Unitário, não é bacana? Caso você tenha mais dúvidas sobre como realizar um orçamento detalhado, clique aqui e leia nosso artigo. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.ibecensino.org.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/conheca-a-uddi-e-seus-produtos-das-marcas-cermag-e-archi-conceito Title: Conheça a Uddi e seus produtos das marcas Cermag e Archi Conceito Meta Description: Conheça a Uddi e seus produtos das marcas Cermag e Archi Conceito Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/conheca-a-uddi-e-seus-produtos-das-marcas-cermag-e-archi-conceito ## Headings Structure: H1: Conheça a Uddi e seus produtos das marcas Cermag e Archi Conceito H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Conheça a Uddi e seus produtos das marcas Cermag e Archi Conceito H5: Conheça mais sobre a Cermag e Archi Conceito: H5: Veja alguns dos seus produtos: H5: Quer conhecer ainda mais sobre os produtos Cermag, Archi Conceito e ainda ganhar concorrer a kit de amostras? H3: Continuar lendo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A UDDI é uma loja online especializada em ferragens e acessórios para móveis. Seu objetivo é favorecer uma ótima experiência de compra e agregar valor a qualquer projeto mobiliário. Em seu site e também no catálogo Vobi, buscando por "UDDI" ou clicando aqui, você encontrará produtos das marcas Cermag e Archi Conceito. A Cermag é uma empresa brasileira, que atende o o mercado moveleiro desde 1986, atuando junto a indústrias de móveis com produção em larga escala, bem como a distribuidores, revendas, designers e arquitetos. Com o passar do tempo, a Cermag se modernizou e lançou a marca Archi Conceito, em um único branding, para que todo o portfólio de produtos seja explorado na produção de móveis e ambientes de vanguarda. ‍👉 Inscreva-se agora no evento "Móveis com estruturas metálicas: Inove com versatilidade no seu projeto" que acontecerá no dia 19/10/22 às 19 horas. 👉 Clique aqui para ver todos os produtos no catálogo Vobi. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/conheca-os-principais-tipos-de-cuba-para-banheiro-e-dicas-para-instalacao Title: Conheça os Principais Tipos de Cuba para Banheiro Meta Description: Escolher a louça certa para seu projeto pode não ser uma tarefa tão simples.Confira neste artigo os principais tipos de cuba para banheiro e suas especificações Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/conheca-os-principais-tipos-de-cuba-para-banheiro-e-dicas-para-instalacao ## Headings Structure: H1: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H2: Principais tipos de cuba para banheiro H3: Cuba de embutir H3: Cuba de sobrepor H3: Cuba de apoio H3: Cuba de semiencaixe H3: Cuba de piso H3: Cuba suspensa H3: Cuba de canto H3: Cuba com coluna - Lavatório H3: Cuba esculpida H2: Qual modelo de cuba para banheiro devo escolher? H3: 1. Considere o tamanho do espaço H3: 2. Considere o tipo de torneira para banheiro H3: 3. Considere as dimensões da bancada H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H2: Principais tipos de cuba para banheiro H3: Cuba de embutir H3: Cuba de sobrepor H3: Cuba de apoio H3: Cuba de semiencaixe H3: Cuba de piso H3: Cuba suspensa H3: Cuba de canto H3: Cuba com coluna - Lavatório H3: Cuba esculpida H2: Qual modelo de cuba para banheiro devo escolher? H3: 1. Considere o tamanho do espaço H3: 2. Considere o tipo de torneira para banheiro H3: 3. Considere as dimensões da bancada H3: Continuar lendo H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Mais do que um item funcional, a cuba é fundamental na composição de ambientes como um banheiro ou lavabo. No entanto, saber escolher a louça certa para seu projeto de arquitetura e interiores pode não ser uma tarefa tão simples. Atualmente, existem diversos tipos de cuba para banheiro no mercado e, apesar disso ser vantajoso, muitas vezes deixa os consumidores com dúvidas na hora de decidir qual modelo comprar. Pensando nisso, para não errar, iremos ao longo deste artigo elencar os principais tipos de cubas utilizadas em banheiros, bem como suas especificidades. Confira: Ao escolher uma cuba para banheiro, é preciso levar em conta as variedades de aplicação que ela possui. Cada modelo de cuba possui sua própria especificação que deve ser considerada logo no início do projeto, pois podem impactar na escolha de torneira, dimensões de bancada e marcenaria, por exemplo. O tipo mais tradicional e barato, a cuba de embutir vai totalmente por baixo da pedra e o acabamento se dá pelo recorte da bancada. Por isso, não esqueça de considerar uma saia ou um armário sob a bancada para cobrir a altura inteira da cuba, visto que a parte externa desse modelo não possui acabamento. Esse modelo de cuba para banheiro é bem similar ao de embutir, sendo a única diferença o fato de possuir uma borda de acabamento que sobrepõe a bancada, por isso, pode apresentar um custo um pouco maior que o citado anteriormente. Ademais, o restante das diferenças são puramente estéticas. A mesma dica de utilizar uma saia ou armário sob a bancada para cobrir a altura inteira da cuba, vale para este tipo também que, assim como as de embutir, são peças curinga: cabem bem em qualquer ambiente, são clean, sofisticadas e deixam o banheiro funcional e bem adaptado para as necessidades cotidianas dos moradores. A cuba de apoio, como o nome já diz, fica totalmente apoiada em cima da bancada. Por ser visível por fora e por dentro, ambos os lados recebem acabamento, e por este motivo, muitas vezes esse modelo pode custar mais caro. Nessa cuba para banheiro, o furo na bancada é menor, só para passar o cano de saída de água, e o acabamento por baixo é apenas o da válvula para fixar a peça. Trata-se de uma ótima alternativa para espaços menores, pois, com ela, é possível avançar além da borda da bancada, possibilitando ter uma bancada mais estreita, sem ter uma cuba pequena demais. No entanto, a escolha da cuba de apoio requer alguns cuidados que precisam de atenção: A cuba de semiencaixe também funciona super bem em banheiros pequenos com pouco espaço para o móvel embaixo da bancada. Talvez, esse seja o motivo pelo qual esse modelo vem ganhando destaque no mercado, visto que a tendência de viver em apartamentos pequenos cresce cada vez mais. Quando fixadas sobre o tampo, ficam com parte de sua estrutura para fora do tampo. Dessa forma, é possível ter uma bancada com dimensões mais restritas, a partir de 35cm de profundidade, ao invés de 50cm, que seria o ideal para uma cuba para banheiro embutida, por exemplo. As cubas de piso são modernas, versáteis e não possuem necessidade de serem instaladas próximas à parede, já que o ponto de esgoto, para esse modelo, fica no piso. Esse é o tipo ideal para quem deseja uma cuba no meio do banheiro, por exemplo. Instalada diretamente na parede, a cuba suspensa é uma opção muito prática e econômica, pois dispensa o uso de bancada ou gabinete, possibilitando o uso do espaço embaixo deles se necessário. Esse modelo é muito comum em ambientes pequenos, como lavabos e também em banheiros públicos ou banheiro com acessibilidade. Sua desvantagem, para alguns, é o fato do sifão ser aparente mas, para resolver esse problema, existem algumas cubas suspensas com formato reto, permitindo um armário sob medida embaixo. Em banheiros ainda menores, um lavatório de canto pode ser o único modelo possível. Também suspensos e baratos, eles são geralmente menores que cubas suspensas, além de possuírem a desvantagem do sifão aparente também. Talvez o maior benefício de uma cuba para banheiro com coluna ou lavatório seja a questão do custo. Pois, com esse modelo não é necessário investir em um tampo de pedra e comprar uma cuba separada. Sendo uma escolha muito vantajosa em banheiros onde não há espaço para uma bancada larga. Por outro lado, a desvantagem é que você não terá muito espaço para apoiar objetos. Portanto, essa opção é mais recomendada para quem não deseja investir muito na obra, e/ou se for um banheiro pequeno sem muita coisa para guardar. A cuba esculpida é a grande tendência do momento. Feita no mesmo material do tampo (pedra, porcelanato, corian, concreto, etc), é uma opção sofisticada, que se adapta bem a qualquer formato. Ao especificar uma cuba para banheiro esculpida, o profissional precisa definir como será o projeto de detalhamento dela, se a válvula será oculta ou aparente e se o escoamento será inclinado ou reto. A maior vantagem desse modelo é a mesmo da de embutir em louça: a facilidade para a retirada de água das bordas da bancada, não havendo nenhuma barreira física. Também é um tipo de cuba que deixa a escolha da torneira mais livre. Tudo irá depender das necessidades e preferências do seu cliente. Apesar de não existir uma fórmula mágica, elencamos 3 pontos de atenção que devem ser considerados na hora de tomar uma decisão. Seja uma cuba para cozinha ou uma cuba para banheiro, o fato é que um ponto fundamental ao tomar uma decição é estudar o tamanho do ambiente. As medidas ideais vão depender da dimensão do espaço e consequentemente da bancada. Por isso, a dica é: escolha uma cuba proporcional. Em uma bancada menor, uma cuba menor será melhor, tanto esteticamente quanto funcionalmente. Lembre-se: praticidade deve ser a palavra de ordem ao se planejar um projeto! Também é importante saber qual tipo de torneira para banheiro será utilizado, a fim de conferir as medidas para que o projeto corra perfeitamente. Por exemplo: se a torneira for de mesa, ela será instalada atrás da cuba, sendo necessário deixar pelo menos 12 cm entre a cuba e a parede. Por isso, é preciso se planejar antes de executar! Dica: Colocar o metal e a louça escolhidos em planta baixa e/ou corte irá ajudar na visualização e evitar erros como esse abaixo: O tamanho da bancada também merece atenção, bem como a altura da sua instalação, que deve ser feita após a escolha da cuba para banheiro. Deixe pelo menos 5cm entre a frente da cuba e a bancada. Para a altura, não há medidas fixas a serem seguidas, mas o cálculo é sempre a partir da borda da cuba, ou seja, a parte mais alta dela, até o chão. Atentando-se a esses pontos, você garante o aproveitamento do espaço, bem como a plena usabilidade dos itens. www.vivadecora.com.br www.blog.abcdaconstrucao.com.br www.tudoconstrucao.com www.manualdaobra.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/construcao-civil-conheca-mais-sobre-essa-industria Title: Construção civil: conheça mais sobre essa indústria Meta Description: Entenda como os processos da construção civil estão conectados. Conheça os tipos de projetos, o canteiro de obras e as tendências nessa indústria importante. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/construcao-civil-conheca-mais-sobre-essa-industria ## Headings Structure: H1: Construção civil: conheça mais sobre essa indústria H2: Projeto estrutural H2: Projeto elétrico H2: Projeto hidráulico H2: Canteiro de obra H2: Construção civil H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Construção civil: conheça mais sobre essa indústria H2: Projeto estrutural H2: Projeto elétrico H2: Projeto hidráulico H2: Canteiro de obra H2: Construção civil H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A construção civil é a indústria que tem como objetivo construir, reformar ou conservar edificações, englobando estradas, habitações, pontes, barragens e outras estruturas. Há uma ampla variedade de segmentos e profissionais responsáveis por girar esse setor. Arquitetos, engenheiros, pedreiros, mestres de obras, eletricistas, encanadores, pintores, entre outros profissionais fazem parte do segmento. E para que uma obra de construção civil seja concluída, existe um conjunto de etapas que devem ser planejadas e executadas, como por exemplo, a criação de um projeto estrutural, projeto elétrico e projeto hidráulico. Além do mais, é necessário fazer o levantamento de fundações bem como a execução do que foi especificado. Sendo essa indústria muito importante no desenvolvimento do país, pelo motivo de construir as edificações essenciais para as pessoas - escola, habitação, hospitais, construções de infraestrutura, etc, é que preparamos este artigo. Leia os seguintes tópicos sobre a temática: O projeto estrutural possui extrema importância para a construção civil. Com ele é possível definir como a estrutura da edificação será executada e quais os materiais serão usados. Nessa fase, também é estabelecido as condições de funcionamento da edificação, como por exemplo a resistência aos esforços externos - ventos e terremotos -, e a durabilidade da estrutura em questão. Esse projeto determina as bases para todos os outros.  Elaborado por um engenheiro estrutural, essas documentações são fundamentais para garantir a segurança do edifício e proteger as pessoas que irão utilizá-lo. Conheça as etapas: Você pode se aprofundar mais sobre essa etapa, lendo nosso artigo completo sobre Projeto Estrutral. O projeto elétrico possui tanta importância quanto o estrutural na construção civil. Os objetivos de ambos são similares: esse planejamento dirá como a edificação será construída e quais os materiais serão necessários. Tudo isso deve ser definido de forma que se garanta a segurança dos usuários. É preciso garantir a proteção contra curtos-circuitos, sobrecargas e choques elétricos. Também elaborado por um engenheiro e pode ser desenvolvido em parceria com o arquiteto responsável, esse projeto deve seguir as normas e regulamentações técnicas vigentes. Entre as normas mais utilizadas para elaboração dessa fase estão: O projeto elétrico, então,  indica a definição da carga elétrica total da edificação, o posicionamento dos quadros e disjuntores, a localização das tomadas e interruptores, a instalação de equipamentos eletrônicos, entre outras decisões. Atente-se: as normas de eletricidade podem variar de acordo com o país ou região em que a edificação está localizada. É importante certificar qual a norma aplicável no local em questão antes de iniciar o desenvolvimento do projeto elétrico. Continue lendo mais sobre Projeto Elétrico clicando aqui. O projeto hidráulico detalha a instalação e como será o funcionamento do sistema hidráulico de uma edificação. Esse projeto possui grande importância para a construção civil, pois assim como os outros projetos complementares, ele considera a segurança da instalação, protegendo-a contra vazamentos e obstruções. Você sabe do que essa fase é constituída? A documentação define toda a carga hidráulica que a edificação precisa ter, bem como a disposição dos pontos de água e esgoto, o posicionamento das caixas de gordura e de descarga, a instalação de equipamentos sanitários, etc. Ele deve ser elaborado anteriormente à construção da edificação, já que é ele que irá orientar a instalação do sistema hidráulico. É necessário que o mesmo seja aprovado pelo órgão competente antes de sua concretização. Conheça as normas vigentes para a concepção do seu projeto hidráulico: Para saber mais sobre Projeto Hidráulico, clique aqui. É no canteiro de obras onde são realizadas as atividades de construção de uma edificação, nesse local onde ficam armazenados os materiais bem como todos os equipamentos necessários para execução de uma obra. Os profissionais ficam responsáveis por planejar e organizar as áreas de armazenamento e estocagem dos materiais e ferramentas, bem como as áreas para bem-estar e estrutura dos trabalhadores. O canteiro de obras deve ter energia elétrica, água e esgoto e acesso fácil a transportes de equipamentos e materiais. Esse espaço deve ser mantido organizado a fim de garantir a segurança dos trabalhadores e a qualidade da obra. É necessário adotar algumas medidas como o uso de equipamentos de proteção individual (EPI), a sinalização correta e a manutenção periódica dos equipamentos e ferramentas. As normas que regulamentam esse espaço importante da construção civil são: Você sabe quais são os principais equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados na construção civil? Acompanhe a seguir alguns deles: ✅ Capacete: protege a cabeça dos trabalhadores de possíveis quedas de objetos. ✅ Óculos de segurança: protegem os olhos dos profissionais de poeira ou partículas que podem prejudicar esses órgãos. ✅ Botas de segurança: protegem os pés dos trabalhadores dos riscos de quedas de objetos. ✅ Máscara de proteção: protege as vias respiratórias dos trabalhadores de poeira, fumaça e outros fatores contaminantes. ✅ Luvas de proteção: resguardam as mãos dos profissionais de cortes, abrasões e outros tipos de lesões. ✅ Avental de proteção: preserva o tronco do trabalhador da construção civil de respingos de ácidos, produtos químicos e outros riscos. Além desses equipamentos individuais, é de extrema importância que exista outros itens de proteção coletiva. Exemplo disso temos: as redes e grades de proteção, como também cercas de segurança, preservando assim, a segurança das pessoas que circulam no local. #DICA: sempre que puder inspecione periodicamente o canteiro de obras do projeto que você está responsável, isso irá garantir que as normas de segurança e qualidade sejam cumpridas de forma efetiva. A construção civil pode ser dividida em dois grandes segmentos: a construção de edifícios e a construção de infraestrutura. A área de edifícios inclui a construção de casas, prédios comerciais, escolas, hospitais, entre outros equipamentos públicos e privados. Já a construção de infraestrutura, por sua vez, inclui a construção de pontes, diques, rodovias, etc. Para que tudo seja executado da melhor forma possível, é necessário um cronograma de planejamento. Essas documentações consistem no detalhamento das atividades por um período de tempo. Ele deve ser atualizado periodicamente para verificar se, possivelmente, irá ocorrer alterações no decorrer da execução. O engenheiro responsável define as etapas, seus prazos e responsabilidades de cada profissional que irá fazer parte da construção. Tudo isso evita atrasos e problemas que porventura poderiam ocorrer. Além disso, o cronograma visa gerenciar os recursos da obra, como materiais, equipamentos e mão de obra. Diante de todos os fatores que devem ser gerenciados na construção civil, a tecnologia possui um papel fundamental para automatizar tarefas e otimizar processos. Ela visa reduzir desperdícios, aumentar a qualidade das edificações e valorizar a sustentabilidade. Conheça algumas das tecnologias mais usadas na àrea civil: ✅ Realidade virtual: permite a visualização da obra antes mesmo de ela ser iniciada, facilitando o planejamento e a identificação de problemas. ✅ Drones: permite o desenvolvimento de análises e mapeamentos precisos da obra, o que contribui diretamente nas tomadas de decisão. ✅ Impressão 3D: consiste na fabricação de objetos para serem utilizados na obra, reduzindo assim, o tempo de execução e custo da obra. ✅ Sistemas de gerenciamento de projetos (PMO): é fundamental para o acompanhamento do andamento de obra, permitindo identificar problemas e atrasos que tendem a ocorrer e preveni-los a tempo. Atualmente, os consumidores do segmento da construção civil valorizam a utilização de materiais e técnicas que minimizem o impacto ambiental e social nas edificações. Isso pode ocorrer através da conservação dos recursos naturais, a diminuição de resíduos gerados e a redução da emissão de gases de efeito estufa. A tendência é a utilização de materiais sustentáveis, como madeiras certificadas, tijolos ecológicos e concreto com adição de resíduos. Além de optar por técnicas de construção à seco, ou seja, com a utilização de menos água e resíduos. Outra solução que já é uma realidade na maioria dos países é a utilização de energias renováveis. É quase uma obrigação que as edificações tenham painéis solares, a fim de diminuir a dependência das fontes não-renováveis - reduzindo a emissão de gases do efeito estufa -, e diminuir também os custos mensais com companhias elétricas. A promoção da sustentabilidade na construção civil é de fundamental importância para garantir o desenvolvimento sustentável das cidades e garantir os recursos naturais para as gerações futuras. www.mobussconstrucao.com.br www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.aarquiteta.com.br www.grupocolmeia.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/controle-de-horas Title: Controle de horas trabalhadas: tudo o que você precisa saber Meta Description: Saiba como ter controle de horas trabalhadas, entenda o que é timesheet e como fazer o gerenciamento de tempo, acompanhando a produtividade através da Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/controle-de-horas ## Headings Structure: H1: Controle de horas trabalhadas: tudo o que você precisa saber H2: Qual é a importância de ter um controle de horas trabalhadas? H3: Autogestão e produtividade H3: Cumprimento da legislação trabalhista H3: Minimiza o risco de ações trabalhistas H3: Avaliação para o gestor H2: ‍O que é timesheet? H2: Como realizar a Gestão de Horas na Vobi? H3: ➡ Através de um Projeto H3: ➡ Através do menu de produtividade H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Controle de horas trabalhadas: tudo o que você precisa saber H2: Qual é a importância de ter um controle de horas trabalhadas? H3: Autogestão e produtividade H3: Cumprimento da legislação trabalhista H3: Minimiza o risco de ações trabalhistas H3: Avaliação para o gestor H2: ‍O que é timesheet? H2: Como realizar a Gestão de Horas na Vobi? H3: ➡ Através de um Projeto H3: ➡ Através do menu de produtividade H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma das principais despesas de uma empresa é com a folha de pagamento, procedimento esse responsável por garantir que as rotinas sejam cumpridas. Em razão disso, o controle das horas trabalhadas é fundamental para prestar atenção nas rotinas de cada colaborador. Além disso, esse controle garante o cumprimento das leis trabalhistas e a igualdade na remuneração dos profissionais. É possível também ter informações mais detalhadas sobre a produtividade, garantindo a gestão de tempo no local de trabalho, e a otimização dos processos relacionados aos recursos humanos da empresa. Controlando as horas trabalhadas, você profissional da construção civil, irá identificar as barreiras cotidianas, avaliar quais tarefas estão consumindo mais ou menos tempo e mapear todos os momentos em que o tempo é desperdiçado na rotina diária. Mas para que essa gestão aconteça de forma mais ágil, é necessário a inserção de tecnologia que permita o controle dessas horas de forma automatizada e eficiente. A abordagem sobre a importância do controle de horas trabalhadas é essencial, pois ele pode corroborar para o alcance de resultados satisfatórios. Acompanhe mais sobre esse assunto através dos tópicos abaixo: Quando um cliente te pergunta "quando você consegue me entregar?", você sabe respondê-lo? Alguns métodos de produtividades nos incentivam a separar nosso dia em blocos de tempo, no entanto, quando não sabemos o quanto tempo será necessário em cada atividade, há o risco de separar blocos de tempo inadequado. O controle de horas trabalhadas é essencial para gerar dados concretos sobre a gestão de tempo, principalmente se você desenvolve projetos que envolvem muitas etapas e, assim, é possível responder para seu cliente qual tempo será necessário para entregar um determinado projeto. Com esse controle, você consegue estipular prazos reais, sem sobrecarregar sua equipe. Os próprios colaboradores irão ter mais consciência do tempo utilizado e identificar os períodos mais produtivos, para então, fazer a alocação das atividades. Todo esse cenário contribui para a redução da frustração e torna a autogestão um processo mais fácil. Portanto, quando conhecemos o tempo estimado para cada atividade, pode-se ter uma autogestão de tempo mais precisa, distribuindo as tarefas ao longo do dia e garantindo que tudo será concluído dentro do prazo. Com o controle de horas trabalhadas é possível saber mais sobre a produtividade do colaborador, se ele cumpriu os intervalos previstos em contrato, bem como a entrada, saída e a realização de horas extras. Esse controle é uma obrigação legal das empresas e está relacionado com a legislação trabalhista brasileira, prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Nesse regime, os profissionais devem trabalhar no máximo 44 horas semanais. A lei estabelece o registro de ponto para garantir que seja efetuado o pagamento das horas contabilizadas ou o acordo de bancos de horas, onde ao invés de ser realizado o pagamento é permitido que o empregado tire folgas compensatórias ou diminua as horas da jornada de trabalho. Por isso, o controle de horas é essencial para que se garanta o cumprimento da legislação e não haja dívidas trabalhistas para a empresa. Quando a empresa tem meios para comprovar a jornada do trabalhador por meio do controle de horas trabalhadas e que o pagamento foi realizado, ela está resguardada contra danos decorrentes de ações trabalhistas. Por isso, é importante ter o registro eletrônico de ponto como prova da jornada de trabalho praticada, como também ter os comprovantes assinados do pagamento das horas extras trabalhadas. Lembre-se que a jornada de trabalho diária de 8 horas só pode ser acrescida de, no máximo, 2 horas extras. Muitos colaboradores tendem a entrar com uma ação judicial contra empresas, afirmando terem tido uma jornada abusiva ou remuneração inadequada. O controle de horas trabalhadas permite identificar qual custo de cada colaborador e como otimizar a produtividade. Assim, essa gestão permite uma avaliação mais precisa da equipe e como elas lidam com as metas estabelecidas. Dá para avaliar quais são os funcionários mais eficientes e quais aqueles que necessitam de um acompanhamento mais próximo para ter ajustes nas rotinas de trabalho. Nesse segundo cenário, o gestor pode, por exemplo, redistribuir as atividades para otimizar o uso do tempo. O timesheet é uma ferramenta importante para gestão de tempo e de custos, pois permite o controle de horas trabalhadas através de um registro em uma folha de papel ou em uma plataforma digital. Entre os benefícios estão: ✓ Precificação do custo da hora trabalhada: com a definição do custo, é possível entender também o lucro e por seguinte, conseguir investir em outros recursos materiais e humanos. ✓ Elaboração de relatórios de desempenho de colaboradores: através do timesheet é possível compreender quais colaboradores são mais produtivos para fazer reajustes necessários nos setores. ✓ Resguardar de possíveis prejuízos: é possível ter a real certeza do custo de um produto ou serviço, evitando-se prejuízos nas operações. ✓ Análise de tempo gasto: fica melhor de entender quais são os períodos melhores utilizados e quais ações serão tomadas para aprimorar a execução das atividades. ✓ Economia de recursos: evita-se que com uma produtividade inferior ao estabelecido possa haver a necessidade de mais tempo para a execução de um projeto e/ou serviço. ✓ Suporte para planejamento de atividades: com softwares de gestão de tarefas e projetos é possível ter noção com antecedência das atividades futuras e, assim, saber em que momento a equipe está livre para novos projetos. Os desafios encontrados nesse método estão ligados a escolha de um formato padrão, incentivo para o preenchimento da planilha ou definição dos dados necessários para tomada de decisão. Além disso, o preenchimento manual pode nem sempre trazer dados verídicos, por isso, a importância de utilizar softwares que facilitem esse controle de horas trabalhadas de forma eficiente. A ferramenta Gestão de Horas da Vobi oferece dois modos para registrar as tarefas realizadas pela equipe: através de um Projeto específico ou por meio do menu de Produtividade. Assim, você pode escolher o modo mais desejável para fazer o controle de horas trabalhadas, corroborando para o monitoramento do progresso das etapas de projeto. Existem duas opções para registras as horas dentro de um projeto: Opção 01: no campo “Horas realizadas” da tarefa correspondente, é possível selecionar o membro da equipe responsável, indicar a data em que as horas foram trabalhadas e a quantidade de tempo. Ou; Opção 02: através do ícone, no canto inferior direito da tela, é possível escolher a opção “Registrar hora realizada” e, assim, selecionar a tarefa que você deseja registrar as horas e informar a data e o tempo gasto. A quantidade de tempo é preenchida digitando apenas o número, em minutos, no campo (“60”) ou inserindo o valor no formato de horas, adicionando os dois pontos entre os números (“01:00”). É só clicar em “Registrar” para salvar o tempo gasto em cada tarefa. Conforme a equipe for adicionando mais horas, o valor é automaticamente atualizado. Muito eficiente, não é mesmo? Agora se você quer analisar essas horas, basta acessar a aba de Tarefas e, em seguida, a sub aba de Gestão de Horas. Nessa parte, você encontrará um gráfico de horas realizadas e os registros: Você deve está se perguntando: “e como preencher o campo de Horas estimadas?”. É bem fácil. É só preencher o tempo estimado de cada tarefa e visualizar a soma total no quadro de horas estimadas do projeto. Veja abaixo: Ou você pode optar por uma estimativa global de horas por projeto, desvinculando as estimativas das tarefas e preenchendo o tempo total desejado no quadro de horas estimadas. Caso você queira fazer uma análise e controle de horas trabalhadas dos membros da sua equipe em cada projeto, basta filtrar pelo nome do responsável. É possível entender o tempo trabalhado ao longo de uma semana especifica, por exemplo, selecionando a semana desejada. Para fazer o controle de horas trabalhadas dentro do menu de produtividade, é quase da mesma forma que em um projeto específico. A diferença é possível registrar as horas realizadas tanto em tarefas associadas a projetos quanto em tarefas internas da sua empresa. O processo para análise das horas trabalhadas também é semelhante quando se faz através de um projeto. No entanto, aqui, as tarefas listadas abrangem todos os projetos registrados na plataforma, e incluem as tarefas que não estão associadas a nenhum projeto específico. Para ter uma visão ampla do progresso, você também pode aplicar filtros e selecionar o período desejado ou o responsável que você deseja analisar. ‍E para utilizar essa e muitas outras ferramentas que irão ajudar na produtividade do seu negócio, não perca tempo e solicite seu convite. https://rockcontent.com/br/ https://www.flowup.me/blog/ https://blog.runrun.it/ https://www.oitchau.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cores-do-ano-2023 Title: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas Meta Description: Todos os anos, as marcas desenvolvem estudos criteriosos e publicam as tendências de cores. Conheça a cor do ano 2023 da Suvinil, Coral, Eucatex, entre outras. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cores-do-ano-2023 ## Headings Structure: H1: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H2: Cor do ano 2023 Suvinil H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cor do ano 2023 Coral H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cor do ano 2023 Sherwin-Williams H3: Bioma: H3: Saberes: H3: Essencial: H3: Origem: H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cor do ano 2023 Eucatex H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cores Pantone 2023 H3: O significado das cores H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H2: Cor do ano 2023 Suvinil H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cor do ano 2023 Coral H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cor do ano 2023 Sherwin-Williams H3: Bioma: H3: Saberes: H3: Essencial: H3: Origem: H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cor do ano 2023 Eucatex H3: O significado das cores H3: Como aplicá-la aos interiores H2: Cores Pantone 2023 H3: O significado das cores H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em 2022, as tendências de cores consideravam o contexto pós pandêmico, onde a arquitetura visava repensar os espaços residenciais para reconstruir relações entre as pessoas e com a natureza. E esse ano não vai ser diferente, 2023 deve ser marcado pela continuidade em propor espaços de acolhimento e que remetem a cura e foco no bem estar. Diante desse contexto, as marcas de tintas apostam em cores que trazem essa conexão das pessoas com o espaço em que vivem, como também, desejam trazer a natureza para mais perto. As cores têm o poder de influenciar ações, comportamentos e humores, sendo assim, elas são elementos essenciais na hora de pensar na composição dos espaços. Todo ano, marcas como Suvinil, Coral, Sherwin-Williams, Eucatex e Pantone definem suas apostas. Confira as cores do ano de 2023 e fique por dentro das tendências para aplicar nos seus projetos, acompanhe os seguintes tópicos: A marca Suvinil apostou em um laranja em tom terroso. A cor chamada Calcita Alaranjada estreia a coleção Suvinil Cores da Terra - disponível em edição limitada. Como também, é a primeira cor da suvinil feita com pigmentação 100% natural. De acordo com a marca: Sendo uma das cores do ano 2023 que representa energia e renovação, a Calcita Alaranjada pode ser aplicada sozinha - trazendo personalidade ao ambiente - como pode ser composta com outras colorações. Quer conferir um antes e depois, utilizando essa cor? A Marieli Mallmann (@marielimallmann) se inspirou no lançamento da cor Suvinil 2023 e já deu uma transformada no hall de entrada do seu apartamento, confira aqui no Instagram da marca. Para ter acesso a paleta completa de cores do ano 2023 Suvinil, clique aqui e acesse o site oficial. A Coral tem um criterioso estudo internacional, o Colour Futures, para mapear as cores tendências do ano 2023. Esse ano, foi revelado a cor Silêncio de Inverno, sendo ela um tom esverdeado claro e ao mesmo tempo terroso. A cor do ano 2023 Coral é uma opção para fortalecer o contato com a natureza e, principalmente, melhorar as energias presentes no ambiente. Ela ainda pode combinar com outras 37 cores escolhidas pela marca, as quais possuem tons naturais. Acompanhe no tópico a seguir como aplicar as quatro paletas que a Coral criou e se inspire! Aplicar uma paleta de cores do ano 2023 em que transmita boas vibrações é uma excelente opção para compor espaços dedicados a encontros familiares. A sensação de vitalidade da cor verde e o lúdico dos tons rosa e ocre formam a paleta Pensamento Coletivo, da Coral. A paleta denominada Foco na Saúde Mental, mescla tons suaves inspirados na natureza de jardins e florestas. O exemplo a seguir mostra a leveza e suavidade no ambiente da cozinha. A paleta Bioinspiração representa o potencial criativo dos recursos existentes na natureza, ela trabalha as cores cruas e tem como embaixadora a Bela Gil - chef de cozinha de renome pela criatividade em se apropriar da biodiversidade como inspiração para produzir seus pratos. Na imagem a seguir, as diferentes cores transmitiram ao espaço a sensação de profundidade e sensação de aconchego. Já a paleta Ciclos da Vida, é inspirada nas ondas e ritmos naturais da natureza. Ela contribui para melhorar a sensação de equilíbrio em um ambiente, sendo uma ótima opção para ser utilizada em quartos infantis. E sabe quem está representando essa paleta? O ator Ary Fontoura, dono de um grande currículo nas telinhas, não esconde sua paixão pelo movimento das ondas do mar e seus tons azuis. A marca Sherwin-Williams trouxe a cor Meu Caminho (SW 9081) como tendência. A cor faz parte de uma cartela de 40 cores que formam as cores do ano 2023 da marca. Essas tendências foram divididas em quatro paletas que remetem ao bem-estar e força restauradora, conheça cada uma a seguir: A inspiração principal dessa cor com tom neutro rosado é o foco na conexão e no cuidado. A marca considera a tonalidade uma cor de alma e calor. A gerente de marketing para serviços de Cor&Design das tintas Sherwin-Williams, Patrícia Fecci, explique o conceito: O tom mais quente - que remete ao calor - é de fácil combinação em ambientes, pode ser usado com materiais mais naturais como os adornos feitos de tecidos, madeira e argila. Sendo essa opção perfeita para pessoas que procuram um neutro quente e que passe a sensação de acolhimento nos espaços. Se você é arquiteto ou designer, e quer testar possibilidades dessa cor ou outras cores do ano 2023 da marca, acesse o aplicativo de paletas de cores - ColorSnap Visualizer -, e combine as fotos do seu celular com as cores da marca Sherwin-Williams e ainda, conte com um simulador de ambientes. Essa ferramenta está disponível no sistema Android e IOS. Clique aqui para acessar o site oficial. A Eucatex apostou na “Calmaria”, como a Cor do Ano 2023. A tonalidade dessa tinta é um azul suave que desperta harmonia na decoração de qualquer espaço. Cor do Ano 2023 - Eucatex Após um estudo realizado pela marca, foram definidas quatro paletas de cores do ano 2023, onde foi considerado o contexto pós-pandêmico, consiga a seguir os nomes bem como as cores dessas paletas. Nessa paleta, intitulada “A festa está de volta”, é possível perceber que a inspiração foi a anseia pela volta da celebração, festividade e alegria, além da influência dos anos 80 para formar esse grupo de cores. A paleta “Latino Urbano” também se apropria da diversão como premissa, mas aqui seu significado é voltado para o digital. Já a paleta de cores “Prazeres diários” é focada para as coisas mais simples, como aquelas atividades tão apreciadas em tempo de isolamento social: tomar um chá, ler um livro ou cultivar plantas. Esse mix de cores, denominado “Vintage Tech”, resume-se à conexão com o gosto refinado pelo passado e com a expectativa de futuro. Assim, como as outras duas paletas, essa é inspirada pela diversão e também pelo glamour e arte. Gostou? Eleito a partir de um estudo realizado pela consultoria de tendências Tendere, a CVO (Chief Visionary Officer), a empresa ressalta: O azul é a cor da autoconfiança, da alta tecnologia e da liberdade, sendo uma escolha excepcional para quem quer transmitir harmonia, serenidade e até tranquilidade. E aí, você já está pensando em como inserir a “Calmaria” em seus projetos? A “Calmaria” uma das cores do ano 2023, da marca Eucatex, combina muito bem com itens de artesanatos, plantas e madeira. Ideal para aquele cliente que diz querer chegar em casa e sentir calmaria em sua casa após um longo dia de trabalho. A Pantone, principal empresa de cores do mundo, por mais de 20 anos lança a Cor do Ano Pantone, essa escolhe anual influência no desenvolvimentos dos produtos e nas decisões de compra dos usuários nos mais variados setores, como por exemplo na moda, na arquitetura e no design de interiores e industrial. Essa escolha envolve análise criteriosa sobre as tendências de mercado. A marca apresentou o Viva Magenta (18-1750) como a cor do ano 2023, além do mais trouxe o estudo Pantone Color Institute™, que refere-se às tendências na área da indústria da moda. Nós, da Vobi, vamos te apresentar um pouco do estudo Fashion Color Report e das cores da Primavera/Verão 2023 da Semana de Moda de Nova York. Entendemos que as áreas conversam diretamente e como descreve a colunista e arquiteta da VOGUE: As cores da Semana de Moda seguem duas paletas de cores que dão boas vindas a uma nova era. É a celebração da liberdade recém-conquistada. Confira a paleta de cores que impulsionam a experimentação, de acordo com a marca: Descubra os tons mais calmos que marcam uma presença silenciosa: Em relação ao Viva Magenta, esse tom vibra força e energia. A Pantone trouxe essa inspiração de cor do ano 2023 por expressar vigor e ser encontrada enraizada na natureza. A diretora executiva da Pantone Color Institute, Leatrice Eiseman cita que a inspiração foi a busca na realidade, no vermelho da cochonilha - um corante natural mais precioso e brilhante do mundo. Eiseman comenta: Continue acompanhando a Vobi e fique por dentro das últimas  tendências. Agora que você já conhece as cores do ano 2023, comece a inseri-la em seus projetos. www.casavogue.globo.com www.casacor.abril.com.br www.sherwin-williams.com.br www.revestindoacasa.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/crea-entenda-por-que-o-orgao-e-tao-importante-na-area-civil Title: CREA: entenda por que o órgão é tão importante na área civil Meta Description: CREA é o órgão que fiscaliza e regulamenta atividades profissionais da engenharia e assegura a sociedade à práticas legais. Conheça sobre a sua importância. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/crea-entenda-por-que-o-orgao-e-tao-importante-na-area-civil ## Headings Structure: H1: CREA: entenda por que o órgão é tão importante na área civil H2: O que é CREA? H2: Quem pode ter o CREA? H3: Tipos de registros H3: Como solicitar o registro? H2: Qual a importância do CREA? H2: Quanto custa o CREA? H3: Anuidade Pessoa Física H3: Pagamento parcelado H3: Anuidade Pessoa Jurídica H3: Pagamento parcelado H2: CREA e CAU, qual a diferença? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: CREA: entenda por que o órgão é tão importante na área civil H2: O que é CREA? H2: Quem pode ter o CREA? H3: Tipos de registros H3: Como solicitar o registro? H2: Qual a importância do CREA? H2: Quanto custa o CREA? H3: Anuidade Pessoa Física H3: Pagamento parcelado H3: Anuidade Pessoa Jurídica H3: Pagamento parcelado H2: CREA e CAU, qual a diferença? H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) desenvolve um papel crucial como fiscalizador e fomento da responsabilidade técnica de profissionais e serviços da construção civil. Além de conceder o registro profissional para que os formandos desenvolvam suas atividades competentes, ele conta com agentes fiscais em todo território brasileiro. Cada estado possui fiscais que visitam as obras, verificam as responsabilidades técnicas bem como a documentação de registros. Caso seja verificada alguma irregularidade em alguma parte do processo de projeto ou execução de alguma obra, o conselho notifica o autuado para prestar esclarecimentos sobre a infração averiguada. Você tem dúvidas sobre as obrigações ou ainda não sabe como emitir o seu registro profissional? Conheça, através deste artigo, a importância do CREA para profissionais da construção civil e outras categorias. Acompanhe os próximos tópicos: A sigla CREA representa o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. Esse órgão é responsável pela fiscalização de atividades dos profissionais das seguintes áreas: Engenharia, Agronomia e Geociências. Em todos os estados brasileiros há unidades para fazer fiscalização e oferecer orientação sobre o exercício da profissão de engenheiros, agrônomos e geocientistas nos âmbitos éticos e legais. O CREA registra aqueles profissionais formados nos cursos de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia, Meteorologia e outras atividades de tecnólogos. Entre alguns exemplos de engenharias estão: Civil, Ambiental, Sanitarista, de Infraestrutura Aeronáutica, Hídrica, Elétrica, de Computação, de Telecomunicações, de Controle e Automação, Eletrônica e Eletrotécnica, Mecânica, Industrial, de Produção, de Operação, Metalúrgica, Aeronáutica, Naval, Química, de Alimentos, de Materiais, Têxtil, Geologia, de Minas, de Geologia, de Agrimensura, Cartográfica, Geografia, Agronomia ou Agronômica, Florestal, Agrícola, de Pesca, de Aquicultura. Registro provisório: é atribuído a profissionais que concluíram cursos em instituições reconhecidas pelo MEC (Ministério da Educação) e é concedido a permissão em realizar atividades profissionais pelo prazo de 1 ano, com possibilidade de prorrogação para o definitivo, quando apresentado o diploma ao órgão. Registro definitivo: é concedido para os profissionais que apresentaram o diploma ao órgão. Registro temporário: essa modalidade é concedida aos profissionais formados no exterior e que possuem contrato de trabalho temporário no Brasil, conforme regulamentação do Ministério do Trabalho, tendo como período de vigência a validade do contrato de trabalho. 1º Passo: digitalize seus documentos, de forma legível, no formato PDF, JPG, PNG ou GIF (tamanho máximo de 1MB por arquivo). Sendo esses: carteira de identidade, CPF, diploma, histórico escolar, atestado de conclusão do curso, título de eleitor, comprovante de quitação eleitorial, comprovante de quitação militar (sexo masculino), comprovante de endereço. 2° Passo: acesse o site do CREA do seu estado, por exemplo: https://www.creasp.org.br/. Cada site é diferente, por isso, você deve procurar a aba “quero me registrar” ou “registro profissional”. No geral, os sites são intuitivos e é possível achar com facilidade. 3° Passo: preencha os seus dados e peça seu requerimento. Após a conclusão, o sistema gerará um boleto de taxa para pagamento no banco. O conselho analisará seu pedido e entrará em contato quando o registro for concluído. 4º Passo: Acompanhe a sua solicitação no site. Sabemos que projetos voltados para os campos das engenharias necessitam do cumprimento de uma série de normas e técnicas. Por exemplo, projetos de estruturas envolvem pessoas e edificações, assim, deve ser mantida a segurança das pessoas que constroem e das que irão residir por anos indeterminados. Por isso, é de extrema importância que se tenha um órgão que regulamente e certifique a documentação que comprove a habitabilidade do profissional em desenvolver determinada atividade. Ademais, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia assegura ao consumidor a proteção à vida, ao meio ambiente e a economia. Tendo assim, suas normas respaldadas na conscientização dos profissionais registrados, para que além de prestação de serviços, haja o cumprimento de leis e direitos. Sendo assim, se porventura, um profissional de engenharia cometer alguma irregularidade ou ter uma má conduta ética, o conselho pode adverti-lo, aplicar multas ou cassar o registo profissional. Visto que, o órgão fiscalizador visa proteger os consumidores de danos que possam ocorrer. Quando os agentes fiscais identificarem qualquer irregularidades, como, riscos de desabamentos, segurança ou qualquer problema em relação à execução e planejamento da construção, o Conselho as encaminhará aos órgãos competentes, como por exemplo, Prefeitura Municipal e/ou Defesa Civil. No Brasil, diversas profissões com exigência de formação superior possuem Conselhos e consequentemente, taxas de anuidade para oferecer o certificado que concede, de forma legal, a prática da atividade. Através do pagamento desta anuidade, é possível manter o registro ativo e pagar as taxas necessárias para o exercício da profissão, como as taxas de ART. Você deve estar se perguntando como fazer para emitir o boleto, não é mesmo? Te explicaremos, a seguir: 1° Passo: Entre no site do CREA de seu estado, por exemplo, CREA-SP, CREA-RJ, CREA-SC ou CREA-PE. 2° Passo: Faça o login > clique em “anuidade” > depois em “pagamento de anuidade e art” > emita seu boleto e pague no banco de preferência. Atualmente, as anuidades referentes ao ano de 2023 podem ser pagas com descontos de: → 10% para pagamento integral até 31 de janeiro 2023, resultando em R$ 565,24 ou R$ 282,62; → 5% para pagamento integral até 28 de fevereiro de 2023, resultando em R$ 596,64 e R$ 298,32. #Lembrete: se você é recém-formado, existe um desconto de 90% sobre o valor proporcional, na condição de ter requisitado o registro em até 180 dias após a colação de grau. Atualmente, muitas pessoas acreditam e reproduzem que o Conselho de Arquitetura é o CREA, no entanto, isso não é verdade. De fato, os profissionais de arquitetura um dia já foram vinculados a esse órgão, mas desde de 2011 o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) passou a regulamentar a profissão. Ou seja, se você é engenheiro civil o seu registro profissional é controlado pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia). Agora, se você é arquiteto, o seu registro é emitido pelo CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). Ambos possuem sedes por estados e você deve procurar se cadastrar na sua localidade. Além dos registros, esses órgãos ficam responsáveis pelos dados profissionais, emissão e acervo de todas as ARTs emitidas pelos profissionais e todos os processos em tramitação. #Dica: Leia o artigo que preparamos sobre CAU, bem como sua importância e benefícios, clicando aqui. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/crm-de-vendas Title: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades Meta Description: Aprenda nesse artigo como a ferramenta CRM de vendas pode ajudar o seu negócio de arquitetura e construção a aumentar a conversão e fidelização dos clientes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/crm-de-vendas ## Headings Structure: H1: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H2: O que significa CRM? H2: O que é CRM de vendas e para que serve? H3: O CRM de vendas serve para: H2: A importância da ferramenta de CRM de vendas (Gestão de Oportunidades) H2: Benefícios da gestão de oportunidades em seu negócio de arquitetura e construção H3: 1. Organização e controle de informações de clientes H3: 2. Dados concentrados em um lugar só H3: 3. Maior tempo para vender mais, melhor e mais rápido H3: 4. Registro do histórico dos contatos com os clientes H3: 5. Avaliação de desempenho H2: CRM e as etapas do Funil de Vendas H2: Por que a gestão de oportunidades é importante para o seu negócio? H2: Maximize suas oportunidades com a ferramenta de CRM de vendas da Vobi H3: Controle Efetivo do Fluxo Comercial H3: Visibilidade de Potenciais Clientes H3: Controle das Oportunidades H3: Padronização do Processo Comercial H3: Plataforma Centralizada para Projetos e Obras H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H2: O que significa CRM? H2: O que é CRM de vendas e para que serve? H3: O CRM de vendas serve para: H2: A importância da ferramenta de CRM de vendas (Gestão de Oportunidades) H2: Benefícios da gestão de oportunidades em seu negócio de arquitetura e construção H3: 1. Organização e controle de informações de clientes H3: 2. Dados concentrados em um lugar só H3: 3. Maior tempo para vender mais, melhor e mais rápido H3: 4. Registro do histórico dos contatos com os clientes H3: 5. Avaliação de desempenho H2: CRM e as etapas do Funil de Vendas H2: Por que a gestão de oportunidades é importante para o seu negócio? H2: Maximize suas oportunidades com a ferramenta de CRM de vendas da Vobi H3: Controle Efetivo do Fluxo Comercial H3: Visibilidade de Potenciais Clientes H3: Controle das Oportunidades H3: Padronização do Processo Comercial H3: Plataforma Centralizada para Projetos e Obras H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Atualmente, utilizar uma ferramenta de CRM de vendas tornou- se indispensável. Através dela é possível estabelecer uma relação mais próxima, aumentar a conversão e fidelização dos clientes. A revolução digital trouxe uma série de mudanças, incluindo consumidores mais exigentes. Dessa forma, as empresas se viram obrigadas a mudar o seu foco com o objetivo de atender a essas novas necessidades. Quem decide não acompanhar essa tendência acaba perdendo tempo, dinheiro e, claro, clientes. Mais do que apenas “surfar essa onda”, é preciso entender, de fato, o que é essa ferramenta e como ela pode impactar no relacionamento com o consumidor e consequentemente no processo de vendas do seu negócio. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo com tudo o que você precisa saber sobre CRM de vendas para negócios de arquitetura e construção. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Customer Relationship Management, este é o significado da sigla CRM - termo em inglês - que traduzido para o português quer dizer Gestão de Relacionamento com o Cliente, ou no nosso caso: Gestão de Oportunidades. Essencialmente, a finalidade dessa ferramenta é colocar o cliente no foco central de tudo. Todos os processos, operações e ações devem ser criados visando atender o cliente em todos os aspectos. No sistema CRM de vendas é possível concentrar, em uma única plataforma, suas atividades, simplificando os processos de trabalho, além de gerenciar toda a comunicação com o cliente. Pois, por meio dele, todas as informações de contato como telefone, nome, endereço, e-mail, CNPJ/CPF, etc, são armazenadas. Essa ferramenta pode ser utilizada por empresas de grande, médio ou pequeno porte. Como dito anteriormente, estamos na era do cliente, da transformação digital e das novas tecnologias. O CRM cada vez mais vem provando ser o melhor recurso tecnológico que uma empresa pode investir, além de ser o maior mercado de software do mundo. Contudo, não se trata apenas de uma lista de contatos elaborada, estamos falando de uma ferramenta de Gestão de Oportunidades. A qual reúne e integra dados valiosos para preparar e atualizar suas equipes com informações pessoais dos clientes, histórico e preferência de compras. ✔️Gerenciar o cadastro dos clientes; ✔️Lembrar de entrar em contato com os clientes; ✔️Ter conhecimento das preferências dos clientes; ✔️Segmentar clientes; ✔️Centralizar os atendimentos; A importância de se ter uma gestão de oportunidades se torna ainda mais clara quando, de acordo com a mesma pesquisa, é constatado que 1/3 dos profissionais de vendas passam cerca de três a quatro horas por semana usando um CRM e 24% afirmam passar mais de 10 horas. O CRM de vendas é importante no sentido de entender melhor os clientes e facilitar a criação de ações direcionadas. Isso porque, ele permite que você faça um acompanhamento detalhado de todo o contato do consumidor com o seu produto ou serviço. Muitas empresas, especialmente no setor de arquitetura e construção, ainda fazem o registro de clientes em planilhas. O grande problema desta prática é justamente o desperdício de tempo gerado em uma tarefa. É preciso organizar tudo com frequência, e ainda há a possibilidade de nem todos os colaboradores terem acesso às informações. Utilizando uma ferramenta de CRM de vendas, isso deixa de ser uma questão. Isso porque, todos os dados são organizados de maneira automatizada, otimizando todos os processos, sendo possível acessar as informações de qualquer lugar. Sabemos que a ferramenta de CRM tem como objetivo atender o cliente da melhor forma possível. Por isso, suas vantagens são diversas: Usar planilhas ou sistemas internos pouco flexíveis prejudica o acompanhamento das oportunidades e a gestão de tarefas da empresa. Com o CRM, é possível organizar o processo de vendas e acompanhar o funil em tempo real, o que possibilita uma visão clara de cada uma das etapas da negociação. Assim, fica mais fácil saber para onde direcionar os esforços e fechar mais vendas. Não dá pra ficar contanto com a própria memória para lembrar de tudo o que foi falado durante uma ligação com cliente e ainda lembrar de todos os seus compromissos. Aqueles que ainda utilizam planilhas e agendas sabem bem como é perder detalhes de um atendimento, e a falta de uma correta gestão de documentos, no final, pode acarretar no comprometimento de uma venda. Por outro lado, ter as informações em mãos faz com que você consiga uma interação personalizada, pois sabe exatamente os pontos de contatos que o cliente em potencial teve com o seu negócio. Justamente por concentrar todos os dados de um cliente em uma única plataforma, fica fácil concluir: essa integração faz com que você não precise mais desperdiçar tempo alternando entre uma e outra ferramenta, aumentando as chances de encontrar melhores oportunidades de negócio. A venda fica mais personalizada e cresce o foco no cliente. O resultado: vendas mais frequentes, inteligentes e rápidas. Dentro de uma gestão de oportunidades, mesmo que o processo de vendas do seu cliente tenha terminado, suas informações permanecerão dentro da plataforma e servirão como um registro de histórico. Esses dados são extremamente valiosos e irão te auxiliar a executar uma futura venda para o mesmo cliente. Isso porque, tendo em mãos tudo o que você precisa saber sobre ele, fica mais fácil manter o contato. Em marketing, chamamos essa tática de FUP (follow up) e você pode se aprofundar mais sobre o assunto clicando aqui. O Follow Up nada mais é do que o acompanhamento das etapas do seu cliente. Mas o que queremos focar aqui é na etapa do pós-venda, que é onde você poderá fidelizar os seus clientes. Hoje em dia, mais importante ainda que conquistar novos clientes é criar uma fidelização. Se alguém comprou de você, é preciso conquistar esse consumidor para mantê-lo em sua base – e o CRM de vendas ajuda muito nessa tarefa. O resultado? Clientes fiéis! Com o registro de histórico também se torna possível realizar uma avaliação de desempenho do seu negócio de arquitetura e construção e eventualmente saber por que está perdendo oportunidades. Saber as razões pelas quais os negócios não foram fechados é o primeiro passo para o volume de vendas aumentar. Estudar a fundo e agir sobre essas razões tende a alavancar o fechamento de negócios. Sem uma ferramenta CRM de vendas, por outro lado, esses motivos muitas vezes não são registrados, deixando a empresa — e as vendas — reféns da falta de informação. Você conhece o termo funil de vendas? Ele representa todo o processo de fechamento de um negócio, desde o momento da captação até a conversão final. Ter um funil de vendas bem elaborado e com etapas bem estruturadas é ter um poderoso aliado que ajudará a otimizar o número de conversões. Por isso utilizar o CRM é tão importante para sua empresa. A melhor maneira de melhorar a eficácia do funil é controlando e registrando informações relevantes dos clientes. Um ótimo funil de vendas oferece a você uma visão do processo de pensamento, desafios e decisões de seus clientes em potencial, além de identificar os pontos fracos - os lugares onde os leads desaparecem e nunca são convertidos - e fazer melhorias direcionadas nos estágios certos. Um CRM de vendas ajuda sua empresa a dispensar os processos obsoletos e o esforço manual para que o seu negócio possa progredir. A plataforma organiza as informações de contas e contatos de forma acessível, em tempo real, acelerando e simplificando o processo de vendas, economizando tempo. Ao invés de ficar refém do papel e caneta ou imerso em planilhas do Excel, as informações são passadas como leads para sua equipe de vendas de forma rápida e fácil, auxiliando até mesmo na gestão de projetos. Você deve estar pensando que pra você o papel e caneta, ou mesmo a planilha do Excel tem funcionado muito bem até hoje. Não temos dúvida disso. No entanto, se você deseja expandir o seu negócio e aumentar o número de clientes, esse método pode se tornar algo complicado. Mesmo se sua base de clientes for pequena, ninguém consegue memorizar e organizar cada interação — as que aconteceram ou precisam acontecer. Se você ainda não tem certeza se sua empresa teria benefícios com o uso da ferramenta de CRM de vendas, confira alguns sinais que indicam a necessidade de se aplicar a gestão de oportunidades no seu negócio: ❌Você não consegue encontrar rapidamente os dados de clientes para tomar decisões na hora; ❌Você sente que as negociações estão passando despercebidas porque você está gerenciando tudo em planilhas e cadernos; ❌Você tem uma mistura de aplicativos que você chama de CRM, mas eles não estão realmente conectados a um único banco de dados ou "sistema de registros”; ❌Sua empresa está crescendo mais rápido do que você está preparado; ❌Você tem equipes que trabalham juntas, mesmo quando não estão de fato juntas; ❌Você sabe que a experiência do cliente de sua empresa está deixando a desejar ou você está perdendo mais clientes do que gostaria por causa de problemas de serviços; Nos setores altamente competitivos de arquitetura e construção, onde cada cliente em potencial representa uma oportunidade valiosa, é crucial ter controle total sobre o processo comercial. É nesse contexto desafiador que a ferramenta de Gestão de vendas da Vobi surge como uma solução inovadora, projetada para proporcionar visibilidade, controle e eficiência ao fluxo comercial de empresas do ramo. Um dos principais benefícios da ferramenta de CRM da Vobi é o controle aprimorado do fluxo comercial. Ao solicitar um convite, os profissionais da arquitetura e construção podem começar a aproveitar uma plataforma que oferece visibilidade de todas as etapas de vendas. Isso permite que as empresas tenham uma compreensão abrangente do processo, desde o primeiro contato até o envio da proposta. A capacidade de visualizar o fluxo comercial de forma organizada é fundamental para não perder de vista nenhum cliente em potencial. A ferramenta da Vobi permite a classificação das oportunidades em diferentes estágios, proporcionando uma visão clara do progresso de cada cliente. Desde o primeiro contato até a fase de proposta, as empresas podem acompanhar de perto o desenvolvimento de cada oportunidade. Essa visibilidade é crucial para tomar decisões informadas e estratégicas, aumentando significativamente as chances de conquistar mais clientes. Registrar todos os contatos e interações com possíveis clientes é uma parte essencial do processo de vendas bem-sucedido. A ferramenta de CRM da Vobi simplifica esse aspecto, garantindo que nenhuma oportunidade de fechamento de projeto ou obra esfrie. Ao acompanhar e documentar todas as interações com novos clientes, os profissionais têm insights valiosos sobre quando é o momento certo para entrar em contato novamente. Isso resulta em um processo mais eficiente e em uma abordagem mais proativa para conquistar novos projetos. A padronização do processo comercial é um diferencial significativo para o sucesso a longo prazo de uma empresa. A ferramenta de CRM da Vobi permite que as empresas economizem tempo e definam padrões claros para seu processo comercial. Saber exatamente o que fazer quando uma oportunidade avança para outra etapa no funil de vendas é essencial para garantir consistência e eficiência. Essa capacidade de padronização contribui para um fluxo comercial mais suave e ajuda a evitar a perda de oportunidades devido à falta de procedimentos claros. Além dos benefícios específicos para o processo comercial, a Vobi oferece uma plataforma centralizada que reúne todos os projetos e obras em um único lugar. Essa abordagem integrada simplifica a gestão de dados e a colaboração, proporcionando aos profissionais uma visão abrangente de todas as atividades relacionadas a projetos e obras. Ao adotar a ferramenta de CRM da Vobi, os profissionais de arquitetura e construção podem dominar seu processo comercial, aumentar a visibilidade de potenciais clientes e maximizar suas oportunidades de conquistar projetos e obras. A combinação de controle efetivo, visibilidade clara e padronização do processo comercial faz da Vobi uma escolha valiosa para empresas que buscam se destacar em um mercado competitivo. Não perca mais oportunidades e eleve o seu negócio de Arquitetura e Construção para um novo patamar! Solicite agora mesmo um convite para começar a utilizar a plataforma Vobi e usufruir de todas as vantagens oferecidas pela poderosa ferramenta de CRM. Domine seu processo comercial, conquiste mais clientes e impulsione o sucesso da sua empresa. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cronograma-de-obra-saiba-como-fazer-o-seu-e-melhore-sua-gestao-de-obra Title: Cronograma de Obra: Tudo Para Você Criar o Seu Meta Description: Entenda tudo sobre Cronograma de Obra de forma simples e aprenda a montar o seu, melhorando a sua gestão de obras e garantindo o sucesso do seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cronograma-de-obra-saiba-como-fazer-o-seu-e-melhore-sua-gestao-de-obra ## Headings Structure: H1: Cronograma de Obra: Saiba como fazer e melhore a sua gestão! H2: O que é um Cronograma de Obra? H2: Quais as vantagens de ter um Cronograma de Execução de Obra? H3: Controle de orçamento H3: Controle de prazos e qualidade: H3: Controle de demanda e fluxo de caixa: H2: Tipos de Cronograma de Obra H2: Como montar seu Cronograma de Obra? H2: A solução para Cronograma de obras preciso H3: 1. Controle de Prazos H3: 2. Planejamento Conectado ao Orçamento H3: 3. Atribua Responsáveis H3: 4. Compartilhe com o Cliente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Cronograma de Obra: Saiba como fazer e melhore a sua gestão! H2: O que é um Cronograma de Obra? H2: Quais as vantagens de ter um Cronograma de Execução de Obra? H3: Controle de orçamento H3: Controle de prazos e qualidade: H3: Controle de demanda e fluxo de caixa: H2: Tipos de Cronograma de Obra H2: Como montar seu Cronograma de Obra? H2: A solução para Cronograma de obras preciso H3: 1. Controle de Prazos H3: 2. Planejamento Conectado ao Orçamento H3: 3. Atribua Responsáveis H3: 4. Compartilhe com o Cliente H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você é um profissional da construção e oferece um serviço completo para seu cliente, desde o projeto até a gestão de obras, você deve saber que basta um pequeno imprevisto para que seu cronograma de obra saia do controle e os problemas passem a interferir não apenas na data de entrega, mas também na qualidade dos serviços executados. Um bom planejamento garante o amadurecimento, fortalecimento e maior competitividade para sua empresa. Por isso, o cronograma de obra é uma ferramenta essencial para prevenir imprevistos que podem surgir ao longo do caminho, assegurando o aproveitamento de recursos, de mão de obra e evitando erros e desperdícios. Seguindo esse pensamento, preparamos este artigo, onde você poderá aprender sobre: O cronograma de obra é um documento elaborado após a entrega do projeto executivo e antes do início do andamento da obra, tendo como principal objetivo organizar as etapas de execução em sequência lógica e exequível, garantindo o controle de recursos, a gestão de orçamento e o cumprimento dos prazos estabelecidos. É muito comum a criação de um cronograma de obra que não seja realista e eficiente. Por isso, constantemente ouvimos relatos de faltas de ferramentas, materiais e até mesmo de profissionais ao longo do desenvolvimento do projeto, gerando atrasos e aumento de custos. Existem algumas ferramentas que - não importa o tamanho do projeto: se será apenas a reforma de um banheiro ou a construção de um prédio inteiro - são indispensáveis e, o cronograma de obra é uma delas. Ter este documento de forma bem elaborada vai lhe garantir: Ao ter consciência de quais os serviços serão executados nos próximos dias e semanas, você consegue programar a compra de materiais e ferramentas, além de já organizar a equipe que deverá estar presente na obra em uma determinada data. Parece uma coisa simples, mas que tem grande impacto no setor financeiro e na qualidade da execução do projeto. Por exemplo, se você não se programou para realizar a compra do material de pintura e vai ter que providenciar de última hora, provavelmente, para tentar resolver seu problema de forma mais rápida, você irá comprar na loja mais próxima e, a loja mais próxima, nem sempre é a mais barata. No final das contas, as compras de urgência acabam onerando muito o seu orçamento inicial e podem ser fator decisivo para o sucesso ou fracasso do seu controle financeiro.‍ A execução da obra deve seguir algumas etapas que são fundamentais para garantir a qualidade dos serviços. Por exemplo: a instalação dos vidros não deve acontecer antes das paredes estarem em fase de acabamento, pois são materiais frágeis, sendo muito fácil danificá-los. Além disso, inverter a ordem das etapas pode gerar um retrabalho e um custo não previsto. E o que isso tem a ver com os prazos? Todos e quaisquer desvios no caminho crítico da obra geram prazo adicional. Ao ter um cronograma de obra bem elaborado, você consegue programar sua equipe corretamente para que a sequência de execução seja seguida e haja garantia da qualidade e dos prazos a serem cumpridos sob sua gestão. Ao elaborar o seu cronograma de obra, você tem uma previsão da data de início e da data de entrega do seu projeto. Isso permite um maior controle da quantidade de obras que irão finalizar em cada mês e da quantidade de novos projetos que você e sua equipe poderão aceitar sem comprometer a qualidade da entrega e sem sobrecargas de trabalho. Além disso, você poderá organizar da melhor forma o recebimento de seus honorários, o pagamento de mão de obra e suprimentos; sempre levando em consideração a relação custo x prazo. Existem 3 tipos de cronograma de obra:‍ Independente do modelo escolhido, ele deve ser realista e passar por atualizações constantes. Dessa forma, será possível observar desvios da programação (financeira e temporal) e tomar as devidas medidas, sejam elas preventivas ou corretivas. Você pode se aprofundar mais lendo nosso artigo sobre Relatório diário de obras clicando aqui. Os itens e etapas de um cronograma de obra bem elaborado irão variar de acordo com o escopo do projeto a ser executado mas, no geral, as etapas de elaboração serão as mesmas: 1. Faça uma lista completa de atividades: Analise o seu projeto e monte uma lista de todas as atividades que deverão ser executadas. Seja detalhista e criterioso pois, a ausência de alguma das atividades no cronograma pode ocasionar custos e atrasos na sua obra. #Dica: Salve um arquivo padrão e vá complementando a cada novo projeto, assim, no futuro, você poderá apenas editá-lo.‍ 2. Levante o quantitativo de materiais e serviços e estime a produtividade: Monte uma tabela com as áreas de seus ambientes e as associe com os serviços elencados por você na primeira etapa. Assim, além de ficar muito mais simples solicitar um orçamento de obra, você poderá calcular a estimativa de tempo de execução de cada uma das etapas. #Dica: Se você nunca estimou o tempo de execução de um serviço, pode consultar tabelas como a SINAPI, SETOP, TCPO, entre outras. 3. Defina os marcos do seu cronograma de obra: Os marcos nada mais são do que datas importantes a serem levadas em consideração. Essas definições devem observar as necessidades do cliente, restrições e fatores externos, a fim de acrescentar uma folga em cada atividade e garantir o prazo estimado. 4. Indique as relações de dependência entre as atividades: Algumas etapas possuem pré-requisitos para que possam ser executadas de maneira adequada. Não é possível, por exemplo, instalar as esquadrias ou fazer a pintura sem que as paredes tenham sido levantadas. Ao estabelecer estas relações você define o caminho crítico do projeto e fica mais fácil estabelecer as atividades que devem ser priorizadas.‍ 5. Mensure os resultados: Defina períodos para fazer a análise dos seus resultados. Faça o levantamento das etapas que já foram executadas e se elas foram finalizadas nas datas previstas por você. A atualização constante do seu cronograma de obra irá garantir que você não tome sustos nos quesitos financeiros e de prazos. Para te ajudar, fizemos uma relação de atividades com uma sugestão de ordem de execução, assim, ficará mais fácil na hora de organizar o seu cronograma de obra. Lembrando que foi feita apenas como uma referência e que deverá ser adaptada de acordo com o escopo do projeto. Imprevistos acontecem, materiais não são entregues na obra no dia e profissionais faltam. Isso é um fato incontestável. Mas, se você se organizar e elaborar um cronograma de obra factível - sem inventar datas impossíveis de ser cumpridas apenas para agradar o cliente - vai ficar muito mais fácil de contornar as adversidades e reorganizar os próximos passos para que não hajam grandes prejuízos financeiros e de tempo e seu escritório possa ser reconhecido pelo trabalho de excelência. ‍E por falar em facilidade... Planejar uma obra de forma eficiente é essencial para evitar atrasos e garantir a satisfação do cliente. Com a ferramenta Vobi, você pode alcançar um planejamento 10 vezes mais preciso, proporcionando uma estimativa confiável do prazo final da sua obra. ‍Saiba exatamente quanto tempo sua obra vai durar. Com o Vobi, é possível preencher a duração estimada de cada etapa, determinando automaticamente a data de início e a data final de cada uma. Além disso, tenha uma visão clara da duração total da sua obra, permitindo um controle preciso do cronograma. ‍Integração automática com o orçamento é uma característica crucial do Vobi. Isso proporciona uma estimativa mais realista da sua obra, oferecendo visibilidade sobre a duração de cada item do orçamento. Com a sincronização entre planejamento e orçamento, você obtém uma abordagem integrada para uma gestão mais eficaz. ‍Tenha controle total das responsabilidades do seu time atribuindo responsáveis a cada nível ou item do seu planejamento. Essa funcionalidade permite um acompanhamento preciso, garantindo que cada membro da equipe esteja ciente de suas responsabilidades específicas em cada etapa do projeto. ‍Transparência é fundamental no relacionamento com o cliente. Com o Portal do Cliente da Vobi, compartilhe facilmente o andamento do planejamento, proporcionando ao cliente uma visão clara e detalhada da obra. Isso não apenas aumenta a profissionalismo, mas também fortalece a confiança do cliente no processo. Agora que você já sabe como fazer um cronograma de obra, não perca tempo! Ao adotar essa ferramenta da Vobi, você estará no caminho certo para realizar obras com maior precisão e eficiência. Peça agora o seu convite e garanta um planejamento preciso, com acompanhamento detalhado das etapas e o cumprimento dos prazos estabelecidos. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cronograma-de-projetos Title: Cronograma de projetos: A ferramenta fundamental para garantir a entrega no prazo Meta Description: Descubra como alcançar a gestão eficiente de seus projetos, definir metas realistas e prazos viáveis através do cronograma de projetos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cronograma-de-projetos ## Headings Structure: H1: Cronograma de projetos: A ferramenta fundamental para garantir a entrega no prazo H2: O que é cronograma do projeto? H2: Quais as vantagens de ter um Cronograma de Projetos? H2: Como montar seu Cronograma de Projetos na Vobi? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Cronograma de projetos: A ferramenta fundamental para garantir a entrega no prazo H2: O que é cronograma do projeto? H2: Quais as vantagens de ter um Cronograma de Projetos? H2: Como montar seu Cronograma de Projetos na Vobi? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você é arquiteto(a) ou engenheiro(a), sabe dos desafios envolvidos em um projeto, além de realizar todos os estudos pertinentes, briefing e elaborar as plantas, é necessário gerenciar o tempo e garantir que todas as tarefas sejam concluídas dentro do prazo estabelecido. Afinal, quem nunca extrapolou alguns prazos de entrega? Nesse contexto, saiba que criar um cronograma de projeto pode ser uma ferramenta essencial para o gerenciamento eficiente do tempo em projetos de qualquer porte ou complexidade. Pesquisas recentes apontam que apenas cerca de 29% das empresas concluem a entrega dos projetos no prazo estabelecido. E o que diferencia essas empresas das demais “atrasadas” pode ser um cronograma de projeto bem elaborado e realista. Se você está buscando maneiras de melhorar a gestão de seus projetos, este artigo pode te ajudar com isso, nele abordaremos que é um cronograma de projeto, quais os benefícios que ele pode trazer para qualquer projeto e como criá-lo e gerenciá-lo de forma eficiente com a Vobi. Ficou curioso? O significado do termo “cronograma”, tem origem grega e é composto pelas palavras "chronos", que significa "tempo", e "grámma", que significa "escrita" ou "registro". Juntas, essas palavras formam "cronograma", que significa "registro de tempo" ou "tabela de tempo".  Dessa forma, o cronograma de projetos surgiu com a necessidade de administrar e organizar as atividades, prazos e recursos empregados em um projeto. Essa ferramenta funciona como um diagrama ou recurso visual que auxilia a entender qual a ordem dos processos envolvidos em determinado projeto, do início ao fim. Seja qual for o tipo de representação visual escolhida, essa ferramenta pode apresentar informações sobre as dependências entre as atividades, os recursos necessários para completar cada atividade e as datas de entrega dos resultados Quando se cria um cronograma de projeto, é importante garantir que ele seja realista e que leve em consideração quaisquer riscos potenciais que possam afetar o projeto, os erros mais comuns neste caso são: subestimar a complexidade das tarefas, gerando atrasos na entrega, ou subestimar o custo de recursos, tarefas ou projetos inteiros o que pode levar a problemas financeiros significativos no orçamento. Por isso, realizar uma gestão cuidadosa e acompanhar de perto o cronograma podem ajudar a garantir que os projetos sejam concluídos dentro do orçamento e dentro do prazo estabelecido. O cronograma de projetos pode ser aplicado em diversos contextos diferentes, tanto para uso pessoal para te ajudar na gestão das tarefas diárias quanto para uso profissional e organizacional, e o que pode variar é o instrumento que se usa ao fazer um cronograma de projeto, já que ele pode ser feito através de planilhas, manualmente, ou se preferir através de softwares específicos para essa finalidade, o que é uma ótima opção para quem busca praticidade no dia a dia! No que se refere à estrutura utilizada no cronograma, existem algumas amplamente conhecidas, como o diagrama de rede que é uma ferramenta visual que ajuda a gerenciar e planejar as atividades de um projeto, identificando as dependências entre as tarefas e determinando a sequência mais eficiente para realizá-las. O diagrama de rede é composto por blocos conectados por setas que mostram a sequência, os prazos e as dependências das tarefas através das ramificações criadas. Esse tipo de cronograma de projetos, permite à equipe visualizar o caminho crítico do projeto, que é a sequência de tarefas que não podem ser atrasadas sem afetar o prazo final do projeto. Isso pode ajudar a equipe a priorizar as tarefas e alocar recursos da melhor maneira possível. Outra forma de executar o cronograma de projetos, é utilizando o Gráfico de Gantt, que ajuda a representar visualmente o cronograma de um projeto, mostrando a duração de cada atividade e a sua relação com as outras atividades. O Gráfico de Gantt é composto por uma barra horizontal que representa o tempo do projeto, e cada atividade é representada por uma barra vertical que se relaciona com o prazo em que a atividade é executada. O gráfico de Gantt, pode ser aplicado dentro de cada projeto, como uma forma de acompanhar e listar as etapas do processos envolvidos no projeto, e/ou pode ser usado como um cronograma geral, para acompanhar o andamento de todos seus projetos simultaneamente. Existe ainda o cronograma de marcos, que é uma estrutura usada para gerenciar e rastrear os principais marcos e entregas de um projeto, que são eventos importantes ou resultados específicos que devem ser alcançados em um determinado período de tempo. Uma das principais vantagens do cronograma de marcos é que ele ajuda a equipe do projeto a manter o foco nas entregas mais importantes e a gerenciar o tempo do projeto de maneira mais eficiente. Além de que, os marcos são uma maneira eficaz de apresentar o progresso do projeto e garantir que todos estejam alinhados em relação aos objetivos do projeto. Um cronograma de projetos bem elaborado apresenta diversas vantagens para gerenciar seus próprios projetos ou de uma equipe inteira. Dentre os principais benefícios podemos citar: É de fácil entendimento: Um cronograma de projetos é uma estrutura visual simples e didática para a equipe entender o que precisa ser feito e quando, além de facilitar a identificação de atividades que necessitam de mais atenção e a previsão de prazos de entrega. Ajuda a priorizar o que é mais importante: É comum que equipes sem metas bem definidas ou claras, percam tempo em processos menos urgentes. Por isso, o cronograma de projetos ajuda a equipe a identificar as atividades críticas que devem ser concluídas dentro do prazo para garantir o sucesso do projeto. Isso permite que a equipe se concentre nas atividades mais importantes e tome medidas para evitar atrasos. Atribuição equilibrada de tarefas: O cronograma de projetos é uma ferramenta que ajuda a distribuir tarefas de forma mais equilibrada entre os membros equipe, pois permite que a gestão do projeto seja feita de forma mais clara e organizada. O cronograma ajuda a identificar atividades que exigem mais esforço e dedicação, permitindo que a equipe se organize para executá-las. Assim, o cronograma de projetos pode contribuir para uma distribuição mais equilibrada de tarefas, evitando sobrecarga de trabalho em alguns membros da equipe e garantindo que todas as atividades sejam realizadas dentro do prazo previsto sem pesar para ninguém. Visão clara do progresso: O cronograma de projetos permite acompanhar a evolução das atividades em tempo real e comparar o que foi planejado com o que já foi realizado. Com o cronograma, é possível verificar se o projeto está seguindo o planejado, se existem atrasos ou adiamentos em alguma atividade e se cumprindo os prazos estabelecidos estão sendo cumpridos. Além disso, é possível identificar como determinadas atividades  podem afetar o andamento do projeto como um todo, permitindo concentrar esforços em resolver esses problemas e evitar atrasos. Dessa forma, o cronograma de projetos pode ajudar a ter uma visão clara do progresso do projeto e a garantir que o projeto seja entregue dentro do prazo e com qualidade. Metas e prazos que condizem com a realidade: Para elaborar um cronograma de projeto, é preciso realizar uma análise detalhada do projeto e de todas as atividades que precisam ser executadas, estabelecendo as durações e prazos de cada uma delas. Dessa forma, é possível determinar o tempo necessário para a conclusão de todo o projeto. Mas para isso é importante considerar os recursos disponíveis e a complexidade de cada atividade. E como já vimos, com o cronograma de projetos é possível identificar as atividades prioritárias, e, por consequência  estabelecer metas realistas e factíveis para a conclusão dessas atividades. Portanto, o cronograma de projeto ajuda a garantir que o projeto seja concluído dentro do prazo e com qualidade, sem sobrecarregar a equipe ou comprometer a entrega. Gerenciamento de recursos: O cronograma de projetos pode ser uma ferramenta importante na definição do orçamento de um projeto. Ao definir as atividades e prazos de cada etapa do projeto no cronograma, é possível estimar os recursos necessários para cada atividade, incluindo os recursos humanos, materiais e financeiros. Com base nas informações do cronograma de projetos, é possível determinar a quantidade de horas de trabalho necessárias para cada atividade, a quantidade de materiais e equipamentos necessários e o custo associado a cada uma dessas necessidades. Dessa forma, é possível ter uma visão clara do orçamento total do projeto e estabelecer uma estimativa mais precisa dos custos envolvidos. Além disso, o cronograma de projetos permite acompanhar o progresso do projeto em tempo real e identificar possíveis desvios do orçamento. Com essa informação, fica mais fácil fazer ajustes no orçamento para manter o projeto dentro dos limites financeiros estabelecidos. Agora que você viu todos os benefícios envolvidos em ter um cronograma de projetos, fica difícil ignorar esse passo tão importante. Apesar do que pode parecer, montar um cronograma de projetos pode ser mais fácil do que imagina, apenas com alguns cliques é possível  ter controle total das etapas de cada um dos seus projetos,  evitando possíveis contratempos. Com a plataforma Vobi fica fácil e rápido fazer um cronograma de projetos e compartilhar o andamento do projeto com seu cliente, ficou curioso? Te mostramos o passo a passo! Com a plataforma de gerenciamento de projetos da Vobi, você pode gerenciar seus projetos de duas maneiras: Mas isso é apenas o começo, com a Vobi, você tem acesso à diversas funcionalidades disponíveis no cronograma de projetos, como: ✔️ Adicionar data de início e fim para cada uma das etapas; ✔️ Adicionar cores para melhorar a organização; ✔️ Visualizar as etapas na linha do tempo por dia, semanas ou meses; ✔️ Alterar a ordem e datas das etapas direto da linha do tempo; ✔️ Centralizar a linha do tempo para o dia atual; ✔️ Vincular tarefas a serem executadas em cada etapa. Ao invés de perder horas a fim em planilhas e diagramas, com a Vobi, você pode definir etapas do seu projeto com um simples clique no botão “Adicionar Etapa” e nomear o campo como preferir. Também é possível adicionar previsões de início e conclusão de cada etapa, e atribuir cores a cada parte do processo para facilitar ainda mais a leitura e interpretação. E o melhor é que essas etapas podem ser replicadas em outros projetos sem a necessidade de reescrevê-las. Isso economiza muito tempo! A Vobi utiliza o gráfico de Gantt, que é a estrutura de cronograma de projetos mais utilizada atualmente. Com esse tipo de visualização fica fácil alterar a ordem e a data dos processos. Ou se preferir, você pode visualizar seus projetos, através da linha do tempo, seja por dia, semana ou mês, tudo isso à um clique! Quer que seu cliente fique por dentro de como está o andamento do projeto dele? Com o cronograma de projetos da Vobi, é possível compartilhar as informações do andamento do projeto com seu cliente. Ele fica por dentro de prazos, metas e previsões de entrega de cada etapa, mas não se preocupe, essas informações ficam disponíveis apenas para visualização, ou seja, ele não pode alterar suas modificações. Bacana, não acha? Solicite seu convite e comprove como a Vobi pode melhorar e muito a gestão dos seus projetos. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cronograma-fisico-financeiro-de-obras Title: Cronograma físico financeiro de obras: o que é e como fazer? Meta Description: O cronograma físico financeiro de obras é uma ferramenta essencial na hora de planejar e controlar os aspectos físicos e financeiros do andamento de uma obra. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cronograma-fisico-financeiro-de-obras ## Headings Structure: H1: Cronograma físico financeiro de obras: o que é e como fazer? H2: O que é um cronograma físico financeiro de obras H2: Como fazer? H3: Construção da EAP H3: Sequenciar as atividades H3: Definição do prazo e custo H3: Finalização do cronograma físico financeiro H2: Diferença entre medição física e medição financeira H2: Medição de avanço físico e financeiro na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Cronograma físico financeiro de obras: o que é e como fazer? H2: O que é um cronograma físico financeiro de obras H2: Como fazer? H3: Construção da EAP H3: Sequenciar as atividades H3: Definição do prazo e custo H3: Finalização do cronograma físico financeiro H2: Diferença entre medição física e medição financeira H2: Medição de avanço físico e financeiro na Vobi H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A execução de projetos da construção civil podem enfrentar grandes desafios para garantir o cumprimento do prazo e do orçamento proposto. No entanto, com a elaboração de um cronograma físico financeiro de obras é possível entender todas as necessidades de projeto e gerenciar seu andamento contínuo para que se ocorra a conclusão da obra sem atrasos ou custos extras. Essa ferramenta é uma documentação que elenca cada atividade a ser realizada, relacionando a data de início e fim, bem como o orçamento de materiais, mão de obras e equipamentos necessários para cada etapa. Assim, ele pode e deve ser utilizado em qualquer tipo de obra e corrobora diretamente com uma execução mais produtiva e segura. Com a aplicação do cronograma físico financeiro de obras é possível identificar possíveis divergências entre o projetado e o executado. Leia até o final para ter uma compreensão completa da importância desse documento de gestão na construção civil, acompanhe através dos seguintes tópicos: As obras, de maneira geral, apresentam singularidades, como terreno em aclive, problemas com drenagem, dificuldades de acesso e outras problemáticas que podem dificultar uma execução eficaz. O cronograma físico financeiro de obras é uma ferramenta utilizada na construção civil que otimiza o planejamento de forma lógica e permite tomar decisões precisas. Por ser um documento que contém todas as atividades, prazos e orçamentos, os profissionais de obra podem visualizar os processos a serem feitos de maneira mais clara e, assim, gerenciar os próximos passos de forma eficaz. Além disso, a documentação também analisa o fluxo de caixa e as implicações financeiras caso venha ser alterado algum fator já planejado. Vamos ver um exemplo prático para ilustrar! Considere que uma construtora esteja executando a obra de um edifício com prazo de 24 meses, tendo um custo estimado de R$8 milhões. Ao elaborar um cronograma físico financeiro de obras, com as descrições de atividades, os prazos e os valores previstos para as etapas, os gestores poderão acompanhar o andamento do projeto e comparar o progresso com o planejamento do cronograma. Da mesma forma que essa elaboração de cronograma pode monitorar o fluxo de caixa, comparando os gastos realizados até o momento com o que foi previsto no cronograma. Por exemplo,  quando o gestor responsável pelo projeto percebeu um desvio no orçamento, foi possível a adoção de medidas corretivas, o que evitou a falta de recursos financeiros para o empreendimento. Por isso, o cronograma é ótimo para manter uma gestão eficiente, pois esclarece todo o processo e evita falhas que poderiam acontecer. Existem muitos modelos disponíveis para aplicar um cronograma físico financeiro de obras, mas o fato é que não há uma só maneira de se fazer. Cada obra tem sua dimensão, materiais, serviços e estratégias de execução diferentes. O ideal é que se utilize plataformas para abranger todos os fatores envolvidos em uma construção, como a Vobi. Para criar esse mecanismo é necessário seguir alguns passos importantes, confira a seguir cada um deles: O primeiro passo para a construção do cronograma é elaborar a Etapa Analítica do Projeto (EAP). Para isso, deve-se dividir todo escopo do projeto em etapas e separar, de forma gráfica, o planejamento em pacotes de trabalho. Essas fragmentações contém descrição detalhada de atividades que serão executadas com prazos, quantidade de mão de obra e de recursos necessários. O desmembramento de tarefas facilita na hora da compreensão do que deve ser entregue e de como será a tomada de decisões. Dividir o trabalho em tarefas menores é uma técnica comumente utilizada para aumentar a produtividade. O Project Management Body of Knowledge (PMBOK), é uma coleção reconhecida como a principal referência sobre gestão de projetos e define a estrutura de desagregação do trabalho como uma hierarquia orientada para resultados. Com a separação de atividades é mais fácil entender em que momento cada uma pode ser feita e, assim, determinar a ordem em que elas irão ocorrer, revendo os materiais e mão de obra necessária. Cria-se, então, uma lista detalhada com todos os serviços a serem executados. Insira nessa fase decisões ligadas a entrega de materiais, local do armazenamento, sequência de atividades e o que deve ser priorizado. Acrescente situações hipotéticas e possíveis soluções no caso de imprevistos, como atrasos ou problemas no canteiro de obras. Os desmembramentos são feitos até que todos os níveis abordem todo trabalho necessário para finalização do projeto. É necessário revisar quais e quantos serão os profissionais envolvidos, priorizando a sequência lógica das operações. A terceira etapa é responsável pela revisão de tudo o que foi definido, focando no financeiro e no cumprimento dos prazos. Cada pacote de trabalho deve ter um prazo para ser finalizado e um custo máximo a ser investido. É importante considerar aspectos variáveis como clima, trânsito, mão de obra e fornecimento de materiais, além de uma margem de erro para cada estimativa de tempo. Isso garante prazos mais reais e evita frustrações por acontecimentos que fogem do controle. O gestor deve avaliar os profissionais e fornecedores que oferecem o melhor custo-benefício. Cada etapa deve ser calculada e adicionada ao projeto planejado. Além de definir datas para ser possível fazer um acompanhamento das atividades quando a obra iniciar. Assim, é possível avançar para a próxima etapa: a finalização do cronograma físico financeiro de obras. Por último, após todos os passos anteriores, é crucial que essas informações sejam repassadas para uma plataforma online, onde o cronograma e o planejamento financeiro seja compartilhado com todos os envolvidos. Essa última etapa pretende facilitar o acompanhamento da obra e focar na melhoria da gestão e execução. Como podem ocorrer problemas inesperados no decorrer da construção, esse momento é voltado para tomada de decisões e correção imediata. Como o cronograma não é uma estrutura rígida, se houver atrasos, por exemplo, pode ser necessário acelerar processos para minimizar impactos e prejuízos. Com isso, o profissional Erick de Brito afirma que é crucial a atenção de custo marginal, analisando os custos diretos, indiretos e casuais do projeto e seu comportamento em função do tempo. A medição de obras é um processo importante por impactar o desenvolvimento do levantamento quantitativo de materiais, do desenvolvimento do orçamento e do acompanhamento da execução da obra. Na prática, funciona como a mensuração do trabalho que está sendo realizado, considerando os materiais e custos envolvidos. Essa ferramenta de gerenciamento e controle de projeto garante o andamento físico da obra e a manutenção dos custos previstos no planejamento, auxiliando na otimização da gestão de obras. Assim, o cronograma físico financeiro de obras é um documento que une os dois tipos de medição que existem: a medição física e a medição financeira, com elas é possível fazer o acompanhamento dos custos reais da obra em relação ao planejamento de execução física. A medição física monitora o desempenho físico da obra, considerando os serviços que precisam ser executados dentro do canteiro de obras. Aqui, acompanha-se o cronograma físico real da obra. Por exemplo, uma construtora consegue verificar os custos unitários de cada serviço realizado na obra, avaliando a produtividade e identificando os gargalos que possam estar prejudicando o andamento da obra. Já a medição financeira é fundamentada no contrato firmado para a obra, onde foi apresentado o custo da obra. É importante enfatizar que o custo da obra registrado no contrato, na maioria das vezes, não é o mesmo definido com os fornecedores. E aí que esse tipo de medição entra em ação, ela é responsável por avaliar os custos unitários dos serviços em função do custo total previsto para a obra. O acompanhamento de cada um dos orçamentos de obra é essencial na hora de realizar a medição. Por exemplo, deve-se fazer o acompanhamento do contrato com o empreiteiro, o contrato de receita, entre outros. Melhor dizendo, a principal diferença entre ambas é que a medição física tem foco na supervisão dos custos de execução do projeto, seguindo o cronograma de atividades. Enquanto a medição financeira é voltada para os custos reais e a movimentação financeira, fazendo o rastreio dos orçamentos. Portanto, ao desenvolver um cronograma físico financeiro de obras que une os métodos de medição é proporcionado à obra uma gestão mais eficiente e assertiva. A medição de avanço físico e financeiro é um aspecto crucial no controle eficiente de obras, garantindo a conformidade do projeto com as especificações do cliente, dentro do orçamento e prazo definidos. A Vobi, desde sua concepção, busca simplificar e aprimorar esse controle físico-financeiro, proporcionando uma ferramenta de medição de obras que facilita o acompanhamento preciso do andamento e a manutenção dos custos alinhados aos planejados. Ao utilizar a ferramenta de Medições da Vobi, é possível adicionar e acompanhar medições com apenas alguns cliques. Essa funcionalidade permite visualizar todos os níveis e subníveis do orçamento vinculados aos preços (com BDI), facilitando o acompanhamento da evolução entre o orçado e o realizado. Sugerimos a organização do orçamento em etapas, de acordo com as necessidades do projeto. Ao criar uma nova medição, o usuário tem a flexibilidade de indicar o progresso da obra por nível, subnível e item, seja em valor ou percentual. Após o preenchimento dos campos, a ferramenta salva automaticamente, atualizando o registro de medição. O relatório de Medições fornece informações cruciais, incluindo o valor orçado, o valor das medições, o valor acumulado e o saldo restante, possibilitando o controle de custos e a identificação de oportunidades de economia. A ferramenta de Medições da Vobi não apenas previne atrasos, monitora o andamento da obra e mantém os custos sob controle, mas também proporciona uma gestão mais eficaz do cronograma físico-financeiro de obras. Não perca mais tempo com processos complicados; experimente agora a solução da Vobi e otimize o gerenciamento de suas medições e orçamentos de obras. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/cuba-para-cozinha-conheca-os-principais-tipos Title: Cuba para Cozinha: Conheça os Principais Tipos Meta Description: Neste artigo, iremos esclarecer todas as dúvidas para que você possa escolher a melhor cuba para cozinha do seu projeto de arquitetura e interiores. Confira: Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/cuba-para-cozinha-conheca-os-principais-tipos ## Headings Structure: H1: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H2: Principais tipos de cuba para cozinha H3: Cuba de embutir H3: Cuba de sobrepor H3: Cuba esculpida H2: Cuba para cozinha: simples, dupla ou tripla? H3: Cuba simples H3: Cuba dupla H3: Cuba Tripla H2: Formatos de cuba para cozinha H2: Tipos de acabamentos em inox de cuba para cozinha H2: Acessórios de cuba para cozinha H2: Qual modelo de cuba para cozinha devo escolher? H3: Considere as instalações do espaço H3: Considere o tamanho da cozinha e da bancada H3: Considere a marcenaria H3: Considere o tipo de torneira H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H2: Principais tipos de cuba para cozinha H3: Cuba de embutir H3: Cuba de sobrepor H3: Cuba esculpida H2: Cuba para cozinha: simples, dupla ou tripla? H3: Cuba simples H3: Cuba dupla H3: Cuba Tripla H2: Formatos de cuba para cozinha H2: Tipos de acabamentos em inox de cuba para cozinha H2: Acessórios de cuba para cozinha H2: Qual modelo de cuba para cozinha devo escolher? H3: Considere as instalações do espaço H3: Considere o tamanho da cozinha e da bancada H3: Considere a marcenaria H3: Considere o tipo de torneira H3: Continuar lendo H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H4: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H4: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ao fazer um projeto de uma cozinha, na maioria das vezes, damos maior atenção na escolha dos revestimentos e mobília, do que na escolha da cuba. Engana-se quem pensa que essa não é uma peça importantíssima no ambiente, não só por sua funcionalidade, mas também estética. Ao escolher a melhor cuba para cozinha, é necessário levar em conta uma série de fatores e características, portanto, não dá para ignorar a importância de definir o modelo certo para o seu projeto. Mas calma, neste artigo, iremos esclarecer esse assunto para que você não tenha mais dúvidas na hora de escolher uma cuba para cozinha. Confira: O modelo de embutir é o mais comum e inclusivo, sendo possível ser utilizado tanto em cuba para banheiro, quanto para cozinha, além de ser o mais vendido no mercado, feito, em sua maioria, de inox. Trata-se de uma opção prática e higiênica, pois não fica nenhuma interrupção ou relevo na bancada, permitindo que a água escorra mais facilmente. Ela é colada por baixo da bancada, de forma que o recorte fica à mostra, por isso, o recorte tem que ser feito de forma bem acabada. Esse modelo de cuba para cozinha é parecido com o mostrado no tópico anterior. A principal diferença é o fato de ser encaixado na bancada com uma borda sobressalente e não colado na parte inferior. A cuba esculpida é feita no mesmo material da bancada (pedra, porcelanato, corian, concreto, etc) e, por isso, costuma ter um valor mais caro do que um modelo pronto de inox. Esse tipo de cuba para cozinha pode ter o fundo reto ou em rampa, e em ambos os casos, existe a possibilidade de ter uma bandeja removível cobrindo a válvula ou não (conforme imagem abaixo). Em uma cozinha, a cuba com fundo reto é a mais indicada para que, assim, possa haver mais espaço para colocar louças dentro dela. A cuba dupla é ideal para cozinhas grandes e com bancada espaçosa. Esse modelo possui dois compartimentos que oferecem mais conforto ao usar a pia. Essa versão permite realizar duas atividades ao mesmo tempo, como lavar e higienizar os alimentos. Três é demais? Não nesse caso. A cuba para cozinha tripla é um modelo ainda mais funcional e uma ótima escolha para quem usa bastante este ambiente e gosta de cozinhar. Geralmente as cubas das extremidades são maiores, enquanto a parte central é reduzida. Em sua grande maioria, uma cuba para cozinha costuma ser retangular, com bordas arredondadas. O outro formato possível é o redondo, mais comum em churrasqueiras e pias menores, pois é ótima para usar nos cantos e prática para ganhar espaço. Com relação aos tipos de acabamentos, o aço inox ainda é o mais comum dentre os modelos de cuba para cozinha. No entanto, existem algumas diferenças que variam de acordo com o tratamento que se dá na última etapa de fabricação. Sendo eles: Polido: brilho natural do próprio aço inox; Alto brilho: brilho chegando a ser reflexivo como um espelho. Acabamento acetinado: acabamento que deixa pigmentos de brilho perolizado. Acabamento escovado: textura mais fosca, pois o metal fica menos tempo sendo lixado para remover as imperfeições. Hoje em dia é possível encontrar no mercado diversas opções de acessórios de cuba para cozinha, desde opções indispensáveis até algumas que deixam o item muito mais prático. Veja abaixo: Válvula/Ralo: a peça que coleta a água e leva para o sifão. Responsável por escoar a água e os resíduos que a cuba recebe. Lembre-se: confira as especificações do produto escolhido se ele já vem com a válvula ou não. Válvula de escape: na parte de cima, que funciona como um ladrão caso a válvula principal esteja fechada e a cuba comece a transbordar. Sifão: é a peça que vai levar a água da válvula até o ponto de esgoto na parede. A curva dele existe para que fique sempre um pouco de água parada, impedindo que o cheiro de esgoto do encanamento passe para o ambiente. Só preste atenção para deixar o meio dele mais baixo que o ponto de esgoto, para deixar aquela água parada. Dosador de detergente: dosador da quantia necessária de detergente, sem desperdício. Calha Úmida: utilizado para escorrer louças ou alimentos, as calhas irão coletar toda água dos escorredores e escoarão diretamente pelo esgoto através de um dreno no centro da peça. Cestinho para lavar verduras: permite que lave os alimentos dentro do cesto impedindo que algum vestígio de alimento caia no ralo da pia. Tábua de madeira para manusear e cortar alimentos: para cortar alimentos sem danificar a bancada. Escorredor: permite escorrer louças e talheres. Triturador: é possível ser acoplado em alguns modelos. Ele permite que você jogue pedaços de comida direto na pia, dispensando aquela peneira que protege a válvula retendo os sólidos. Entre as dicas para escolher uma cuba para cozinha, um lembrete importante é averiguar se o modelo desejado possui compatibilidade com as instalações do ambiente, como com o tampo da pia e se ele tem furo para torneira. Atenção também com o tamanho da cuba, que precisa ser compatível com as dimensões da sua bancada. Atenção para o tamanho do armário sob a bancada, ele irá determinar a largura máxima da cuba escolhida. O ideal é que sua cuba não seja mais larga que o módulo de armário abaixo dela, evitando-se, assim, a necessidade de recortes na marcenaria. Além disso, é importante avaliar a altura do armário superior ou prateleira para que não ocorra problemas como exemplificado na imagem abaixo: Considere o tipo de torneira para saber a profundidade máxima da cuba. É importante saber qual será a torneira utilizada para checar se as medidas exatas da cuba escolhida vão dar certo. Se a torneira for de mesa ela ficará atrás da cuba, e é necessário deixar pelo menos 10cm entre a cuba e a parede. Se a torneira for de parede, a cuba pode ficar mais próxima da parede, a um mínimo de 5cm. E na frente da cuba, deixe pelo menos 5cm até a borda da bancada. Veja também o nosso Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha, clicando aqui. Viu como existem muitas decisões que envolvem a escolha de uma simples cuba para cozinha? Esperamos que esse artigo tenha te ajudado a esclarecer todas as dúvidas. www.tudoconstrucao.com www.manualdaobra.com.br www.blog.abcdaconstrucao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/curva-abc Title: Curva ABC: a solução eficiente no gerenciamento de projetos Meta Description: Curva ABC: entenda os benefícios e aprenda o passo a passo para aplicar essa ferramenta na construção civil e evitar prejuízos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/curva-abc ## Headings Structure: H1: Curva ABC: a solução eficiente no gerenciamento de projetos H2: O que é uma curva ABC? H2: Qual a regra da curva ABC? H2: A curva ABC na construção civil: qual é a importância? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Curva ABC: a solução eficiente no gerenciamento de projetos H2: O que é uma curva ABC? H2: Qual a regra da curva ABC? H2: A curva ABC na construção civil: qual é a importância? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Provavelmente você já ouviu falar no termo curva ABC em algum momento, e sabe que ela é uma ferramenta gerencial, mas você sabia que ela pode ser aplicada em diversas áreas do conhecimento, inclusive na construção civil? Ao contrário do que muitos pensam, a curva ABC é um conceito antigo, que nasceu em meados de 1900 com a base teórica do princípio de Pareto voltada para o mundo da economia e política, no entanto se popularizou e ganhou aplicabilidade em diversos âmbitos. Nesse artigo vamos te explicar como você pode aplicar a curva ABC na construção civil e como essa ferramenta gera impacto nos custos e prazos da obra. Abaixo listamos alguns tópicos que serão esclarecidos nesse artigo: A curva ABC nasce através da aplicação do princípio de Pareto, que foi desenvolvido pelo economista italiano Vilfredo Pareto. Ele estudou a distribuição de renda na Itália e descobriu que cerca de 80% da riqueza estava nas mãos de apenas 20% da população. Mais tarde, ele aplicou essa ideia em outros campos, como a administração e a economia, e percebeu que o princípio de Pareto se aplica a muitos outros fenômenos, como a distribuição de terras, a produção industrial e o comportamento dos consumidores. Apesar disso, foi nas mãos do consultor de negócios Joseph Moses Juran, o princípio de Pareto, também conhecido como regra 80/20,  foi amplamente difundido e  tornou-se uma ferramenta utilizada em diversas áreas como: Mas onde entra a curva ABC no meio de tudo isso? Seguindo a lógica da regra 80/20, podemos aplicar na gestão de estoques de áreas desde a indústria até o varejo, e pode ser aplicada tanto para análise de estoques de materiais quanto de produtos acabados, identificando os produtos mais vendidos e aqueles que representam a maior parte do valor do estoque. Na Curva ABC, a regra 80/20 é aplicada na análise do valor total dos itens em estoque. A partir dessa análise, é possível segmentar os itens em três categorias, A, B e C, onde: Assim, a aplicação da Curva ABC na gestão de estoques permite que os gestores identifiquem e priorizem os itens mais importantes em termos de valor e impacto na empresa, concentrando seus esforços e recursos nos itens mais relevantes e estabelecendo estratégias mais eficientes de gestão de estoques. Portanto, a Curva ABC é uma ferramenta prática e útil para aplicar o princípio de Pareto na gestão de estoques e em outras áreas da empresa e do seu projeto. O gráfico abaixo sinaliza de forma didática como funciona a curva ABC: A Curva ABC é uma técnica de gestão de estoques que pode ser aplicada na construção civil para identificar e priorizar os materiais e produtos que têm maior impacto nos custos e prazos da obra. A construção civil é um setor que demanda uma grande variedade de materiais e produtos, desde os mais simples até os mais complexos, e a gestão eficiente desses itens é fundamental para garantir a qualidade da obra e evitar atrasos e custos extras. A Curva ABC permite segmentar os materiais e produtos em três categorias: A, B e C, de acordo com seu valor total e importância para a obra, o que permite aos gestores estabelecer estratégias mais eficientes de gestão de estoques. Além disso, a Curva ABC permite identificar possíveis gargalos na obra e estabelecer ações para evitá-los, o que contribui para o sucesso da obra como um todo. Listamos algumas aplicabilidades da Curva ABC na construção civil: Ao usar a Curva ABC na obra,  a equipe de gerenciamento pode se concentrar nas áreas mais importantes do projeto, maximizando a eficiência e a produtividade. Isso ajuda a garantir que o projeto seja concluído dentro do prazo e orçamento, além de aumentar a satisfação do cliente. A curva ABC é frequentemente utilizada na construção civil para gerenciar os custos de materiais. Por exemplo, em um projeto de construção, os materiais podem ser classificados em três categorias com base em seu valor monetário: materiais de alto valor (categoria A), materiais de valor médio (categoria B) e materiais de baixo valor (categoria C). Para fazer a aplicação de maneira prática da curva ABC na obra, é recomendado o uso de editores de planilha como Excel ou fazer o uso de softwares de gestão desenvolvidos para essa finalidade. A planilha de gerenciamento de custos de insumos deve conter informações importantes, como: Categoria A: os materiais de maior valor, correspondentes a 20% do valor total dos materiais, como estruturas de concreto, elevadores, sistemas de ar condicionado, vidros especiais, entre outros. Categoria B: os materiais de valor médio, correspondentes a 30% do valor total dos materiais, como tubos e conexões, fios elétricos, louças e metais sanitários, entre outros. Categoria C: os materiais de menor valor, correspondentes a 50% do valor total dos materiais, como parafusos, pregos, tintas e vernizes, entre outros. Com base nessa análise, o gerente de projetos pode priorizar a gestão dos materiais de alto valor (categoria A), monitorando cuidadosamente seu consumo e gasto, garantindo que eles sejam adquiridos com eficiência e sem desperdício. Além disso, ele pode optar por fornecedores diferentes, buscando negociar melhores preços e condições de pagamento. Por outro lado, os materiais de menor valor (categoria C) podem ser gerenciados de forma menos rigorosa, visando evitar o desabastecimento, mas sem grandes preocupações com gastos e estoques. Dessa forma, a Curva ABC permite que o gerente de projetos da construção civil gerencie seus recursos de forma mais eficiente,  evitando desperdícios, ao mesmo tempo em que garante a qualidade da obra. Como podemos ver, a Curva ABC não é um bicho de sete cabeças e a falta de sua utilização em uma obra pode levar a diversas consequências negativas. Algumas delas são: Em resumo, a utilização da Curva ABC na obra é uma ferramenta importante para garantir que os custos de materiais sejam gerenciados de forma eficiente, evitando desperdícios, atrasos e gastos desnecessários. A falta de sua utilização pode levar a uma série de consequências negativas que afetam tanto o orçamento da obra quanto seu cronograma e qualidade. A junção desses fatores geram insatisfação para o cliente e sérios problemas para o responsável pela obra, e você não quer isso, certo? Então, que tal começar a colocar em prática os conhecimentos adquiridos sobre a Curva ABC hoje mesmo e evitar todo esse estresse? www.escolaengenharia.com.br www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-boho Title: Estilo de Decoração Boho: Aplicações na Arquitetura Meta Description: A decoração boho conquista novos adeptos a todo instante. Entenda agora todos os conceitos, princípios e aplicações dessa estética irreverente e nada óbvia. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-boho ## Headings Structure: H1: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é decoração boho? H2: Princípios da decoração boho H2: Aplicações da decoração boho H3: Decoração boho no quarto H3: Decoração boho na sala H2: Variação da decoração boho H3: Decoração boho chic H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é decoração boho? H2: Princípios da decoração boho H2: Aplicações da decoração boho H3: Decoração boho no quarto H3: Decoração boho na sala H2: Variação da decoração boho H3: Decoração boho chic H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? É tendência no mercado de arquitetura e de interiores, mas não é por isso que encanta muita gente. Sabe aquela sensação de ser abraçado pelo espaço, de se reconhecer e lembrar de coisas boas através dele? Uma decoração boho bem feita é capaz de transmitir isso e algo mais às pessoas. Para saber como trazer esses benefícios aos seus clientes, leia o que preparamos para você: Nesse artigo você vai descobrir: A decoração boho é uma estética de design que imprime conforto e forte sentimento de pertencimento aos usuários. Através de um mix de elementos cheios de significados e personalidade, ela é, acima de tudo, pessoal. É considerada bela e cara aos olhos dos seus usuários pelo valor em si, não pelo preço dos itens comprados ou por ditames da moda, mas sim pela história que eles contam, pelo afeto que emanam e pela lembrança que vem junto de cada peça. Os moradores se reconhecem ali e são felizes nesse espaço. Dada essa singularidade, a decoração boho tem uma conotação disruptiva e de liberdade imensas. Não é à toa que, desde os tempos da Revolução Francesa, sempre esteve muito associada aos "artistas, viajantes, intelectuais e, por fim, às pessoas boêmias". A palavra boho, inclusive, deriva do termo inglês bohemian ou simplesmente se refere a um estilo de vida mais boêmio. Sobretudo porque foi ali no final do séc.XIX que: Assim, o grande trunfo da decoração boho é: misturar influências, distanciar-se de padrões e ser valiosa pelos sentimentos que proporciona. De fato, há tanta vivência e repertório por trás de cada indivíduo que torna-se impossível conceber algo muito óbvio ou rígido neste estilo. Mas, existem sim algumas premissas que se repetem na decoração boho, as quais comentaremos abaixo com o intuito de ajudar você a projetar esses espaços interiores. Projetar uma decoração boho é seguir um fluxo bem livre de influências, referências e culturas, desde que façam sentido aos clientes, ou seja, que estejam intimamente ligadas aos seus gostos e experiências. Em essência, presume misturas de cores, texturas e estilos. Nesse sentido: E se você é do time que gosta de ambientes com personalidade, não deixe de conferir nosso artigo sobre decoração industrial! Contudo, uma coisa é certa: é preciso trazer um resultado aconchegante e relacionado com a natureza. No geral, clientes interessados neste estilo buscam ter uma rotina equilibrada e pautada em coisas simples. Esse pode ser um excelente ponto de partida na elaboração do projeto de interiores que segue a decoração boho, porque sabemos que um espaço acolhedor é aquele que tem: ✔️ Paleta de cores definida; ✔️ Vegetação natural; ✔️ Iluminação natural abundante; ✔️ Iluminação artificial de temperatura quente (até 3.300K - mais usual 2.700K e 3000K) e de preferência indireta; ✔️ Materiais naturais (sisal, palhas, cestos, etc.); ✔️ Texturas macias (mantas, cobertores, almofadas, tapetes, etc.). Somado a isso, ela apresenta também muitos elementos artesanais em sua composição. Itens feitos à mão, como: ✔️Franjas e bordados; Os toques finais ficam para a seleção primorosa dos objetos afetivos dos seus clientes: ✔️Souvenirs de uma viagem especial; ✔️ Coleções (canecas, livros, chaveiros, imãs, etc.); ✔️Objetos e móveis herdados; ✔️Peças que eles mesmos fizeram | compradas direto de um artesão | feitas por ente querido; ✔️Qualquer outro item que lhes façam sentir bem (novo ou não). Por transmitir todo um somatório de referências e repertório pessoal, utilizar a decoração boho no seu design é pensar também em: ✔️ Estampas étnicas e/ou geométricas; ✔️Lã, palha, couro,vime, veludo e pedras naturais. No geral, acontece uma interação significativa da decoração boho com vários outros estilos. Mas, certamente, o boho compõe bem com o estilo vintage, pelo fato de reunir itens afetivos por vezes mais antigos. Para fins didáticos, a decoração boho figura acima da decoração escandinava no que tange ao preenchimento do espaço (e quantidade de elementos decorativos), que por conseguinte possui mais itens na sua composição do que na decoração minimalista, que segue com o estritamente essencial. Conforme se vê no comparativo a seguir: Apesar de todo mix & match, é importante frisar que a decoração boho não chega às extravagâncias da decoração maximalista (apesar de receber influências desse estilo). Existe uma preocupação com o equilíbrio e com o bem estar que não pode ser desconsiderada, porque condiz com o próprio estilo de vida dos moradores. Em razão disso, as cores base deste design costumam ser mais neutras, dentro da escala de branco, cinza e bege, com detalhes em preto, prata e dourado, para que a "ousadia" dos demais itens se sobressaia. A aplicação da decoração boho no quarto clama (ainda mais) pelo clima de acolhimento. Por isso, é muito importante a sensação de ter a natureza permeando os espaços e, nesse quesito, a cama e a vegetação acabam sendo os destaques da produção. As plantas podem ocupar os mais inusitados lugares, afinal, nada é muito óbvio dentro deste estilo. Seja em vasos de piso ou pendentes, o fato é que elas consistem em um ponto focal de grande valor nesse design. A madeira, os demais elementos naturais e o artesanato recebem pouco tratamento na decoração boho. Estão com suas fibras mais aparentes, valorizando as imperfeições do artesanal. Muito parecido com o que acontece na decoração rústica. Os demais objetos também podem ser dispostos de forma mais estratégica para não sobrecarregar os sentidos de quem precisa descansar. Variações do marrom, verde oliva, rosa envelhecido, nuances de mostarda e tons terrosos como o terracota, são ótimas opções para ter os resultados esperados de uma decoração boho no quarto e também nos demais espaços de descanso. Além disso, nas palavras do Original Home, procure criar uma composição de: Quando se trata de espaços de convivência como um living, a decoração boho e todo o seu ar descontraído podem alçar voos mais altos. A depender da personalidade do seu cliente, você pode introduzir cores de maior ou menor contraste, com uma paleta mais ou menos diversificada, mais vibrante ou tranquila e compor estampas e estilos diferentes, explorando ao máximo toda a potencialidade deste design que inspira criatividade e liberdade o tempo inteiro. No Brasil, por conta da nossa própria cultura, o uso da decoração boho na sala (e nos demais espaços de maior convívio) costuma seguir bem mais uma linha colorida e alto astral do que em outros países, que por sua vez tendem a um estilo mais neutro. Contudo, como o apelo estético não é o único partido da decoração boho, lembre-se de considerar o conforto em cada decisão. Prefira modelos de sofás, puffs e poltronas que convidem para o relaxamento. Escolha um layout que viabilize tanto momentos de interação social, quanto de recolhimento. O espaço precisa conversar com os seus clientes o tempo inteiro. Pessoas ligadas às artes, que amam viajar e conhecer lugares novos buscam espaços mais ecléticos e flexíveis, exatamente porque isso satisfaz a demanda de versatilidade que eles têm. Por isso, garanta espaços livres no seu projeto também. Em outros termos, a decoração boho na sala deve atender desde a vontade de ler um livro em silêncio e/ou de meditar, até uma dança repentina e descompromissada que veio com ou sem música. Portanto, é importante que o mobiliário não comprometa essa rotina diversa. Como se vê, o maior desafio é acertar, dentro de uma paleta de cores delimitada, a medida das misturas: materiais simples (como cestos e sisais), combinados com outros mais finos (como seda ou de repente um veludo, muito característicos da decoração clássica), reunidos com os elementos naturais, outros artesanais e afetivos, distribuindo franjas, puffs e tapetes, de modo a trazer um contraste único e irresistível. Existem algumas variações deste estilo, sendo a principal a decoração boho chic. Essa "nova" decoração boho passa a ter uma roupagem mais contemporânea e gipsy chic, à medida que recebe influências da decoração contemporânea. Em verdade, muitos até a definem como uma versão contemporânea do boêmio. Desse modo, a estética passa a receber uma certa elegância nos seus detalhes. Além de todas as premissas do estilo, os tons de dourado e o uso mais acentuado de peças bem acabadas agora se reúnem para proporcionar a sofisticação que antes não era tão constante. Na moda, assim como no design de interiores: Em suma, o cliente que prefere a decoração boho procura se reconhecer naquele espaço. Nutrir-se de bons momentos e sentir que ali ele pode descansar e ser quem ele é. Repleto de emoção e experiências. Boêmio ou não, todo design de interiores deveria, à sua própria maneira, viabilizar isso. Não é? www.amaro.com/blog/br www.originalhome.com.br www.interiorsonline.com.au --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-classica Title: Decoração Clássica: Teoria e Prática na Arquitetura Meta Description: A decoração clássica é feita de detalhes e você deve conhecer cada um deles para criar projetos que se perpetuam no tempo atendendo aos mais altos padrões Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-classica ## Headings Structure: H1: Decoração clássica: O que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é decoração clássica? H2: Princípios da decoração clássica H2: Aplicações da decoração clássica H2: Diferença entre decoração clássica e decoração neoclássica H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração clássica: O que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é decoração clássica? H2: Princípios da decoração clássica H2: Aplicações da decoração clássica H2: Diferença entre decoração clássica e decoração neoclássica H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O que faz um espaço ser considerado atemporal? A decoração clássica é um dos maiores exemplos de estilos que se perpetuam no tempo, tocando pessoas pelo primor a cada detalhe. Para compreendê-la por completo, não hesite em ler até o final. Nesse artigo você vai descobrir: O estilo clássico é a manifestação de uma linguagem visual exigente e elegante. Através dele, tem-se a busca incansável pela harmonia e proporção dos elementos entre si e com o todo. Trata-se de uma estética de tamanha importância para a História da Arte, que prevalece na Europa do séc XIV ao XVII, podendo ser vista em templos religiosos, edifícios públicos, marcos das cidades, e mais tarde, na arquitetura de interiores. Esse estilo responde ao rigor dos ideais de perfeição da Antiguidade Clássica Greco-romana de XVII e do Classicismo de XVI e, por conta disso, perpassa reflexões mais extensas acerca do equilíbrio, beleza e perfeição do homem e suas obras.  Também deriva do homem vitruviano (ou homem de Vitrúvio) de Leonardo da Vinci, cujos estudos das formas, feitos no séc. XV durante o Renascimento, somam na expressão do modelo clássico de beleza. Para deixar mais claro, estamos falando aqui de: Assim, aos olhos do estilo clássico, o belo é aquilo que se alcança através de preceitos objetivos e matemáticos, como a proporção áurea, simetria e geometrias ortogonais, orientados pelos eixos principais de um desenho. Referidos conceitos, quando aplicados à arquitetura de interiores, podem ser traduzidos como a concepção de espaços harmônicos, muito bem planejados e organizados, segundo critérios de simetria entre os elementos e de organização ortogonal. Em razão disso, muitos a consideram como um estilo atemporal, sobretudo quando associado a decoração contemporânea ou na sua versão neoclássica, como veremos posteriormente. O que se percebe é que, mesmo com tanto tempo de uso, a decoração clássica consegue se perpetuar e manter-se sempre atual no que tange ao design de interiores. Outra importante característica desse estilo é o fato de seguir uma estética de alto padrão, percebida através de acabamentos finos e, muitas vezes, mais requintados. Que, no geral, visam transmitir sofisticação e elegância, como uma referência direta à Antiguidade Clássica. Por conta da simetria e do ideal de perfeição herdados do Período Clássico, a atmosfera alcançada pode soar mais formal, rigorosa ou até mesmo pouco convidativa, quando mal administrada pelo profissional. Um ponto de atenção que reforça a necessidade de ter equilíbrio na composição como um todo. Diante de tanta influência teórica, é muito importante ter clareza dos princípios gerais que orientam a decoração clássica para saber aplicá-la nos seus projetos. Nesse intuito, separamos abaixo os principais, os quais são: ✔ Composições simétricas; ✔ Predomínio da organização ortogonal; ✔ Atmosfera equilibrada, elegante e sofisticada; ✔ Paleta de cores neutras, tons suaves e texturas discretas (nas suas versões mais puras); ✔ Peças de perfeito acabamento; ✔ Riqueza de detalhes e ornamentos; ✔ Alguns móveis ou acessórios com aspecto de antigo. A decoração clássica, como se vê, tem um caráter bem exigente. Desde a organização do espaço, até os itens que a compõem, ela segue uma ótica bem seleta. Cada decisão calcula o espaço na íntegra, uma vez que deve resultar em uma harmonia que seja de fácil constatação por qualquer pessoa. O fator estético aqui é importantíssimo. Enquanto a decoração minimalista e a decoração escandinava priorizam as funções das coisas e a real necessidade de tê-las, o estilo clássico, por sua vez, prefere valorizar a aparência de suas peças e as impressões visuais e sensoriais que elas transmitem. Por isso, utiliza bastante de elementos, ainda que meramente decorativos. No geral, é constituída por materiais mais polidos, lisos e perfeitamente acabados. Sendo (quase) o completo oposto da decoração rústica, caracterizada pelo uso de texturas ásperas e de aparência mais bruta e natural. Dentre todos os princípios ora elencados, é imprescindível destacar a simetria. Afinal, trata-se de um dos maiores responsáveis pelo visual balanceado que se pretende alcançar em uma decoração clássica. Através desse recurso, fazemos uma divisão imaginária no desenho do ambiente, em que cada lado recebe uma reprodução fiel do outro. Conforme demonstramos a seguir: Dessa maneira, o resultado não apenas é um visual clean, como o alcance de um importante senso de ordem, na medida em que também cria-se um ponto focal no ambiente. Aos moldes clássicos, é a partir dessas premissas que se pode considerar um espaço bonito ou não. Indo mais a fundo no tema, vemos com mais recorrência na decoração clássica: ✔ Mármore na composição (em pisos, bancadas, etc.); ✔ Dourado, prata e bronze nos detalhes; ✔ Florais, arabescos, mosaicos e demais elementos mais rebuscados; ✔ Forro de gesso trabalhado (ou seja, com mais detalhes); ✔ Paredes com boiserie; ✔ Mobiliários de couro, cadeiras estofadas e com captonê; ✔ Pendentes tipo lustre; ✔ Estatuetas, porcelanas, castiçais, molduras e espelhos; ✔ (Dependendo do ambiente) pode ter: frisos e pilastras. Até aqui, estudamos sobre a importância da simetria, do senso de ordem, elegância e harmonia para a decoração clássica. Mas, em termos práticos, isso implica em certas decisões de projeto específicas, cuja análise faremos a seguir. Antes de tudo, vale ressaltar que um dos maiores desafios deste estilo de decoração é contemplar o luxo e a hospitalidade no mesmo espaço. Isso porque, falar em sofisticação, traz imediatamente consigo a impressão de que tudo está em seu devido e exato local sempre. Quase uma resposta inconsciente de que as coisas não podem ser tocadas ou usufruídas de verdade porque foram caras demais e precisam se manter intactas. Contudo, sabemos que a perfeição esperada na Antiguidade Clássica (por mais ideal que seja ao modelo clássico de decoração) não consegue se aplicar às 24 horas do dia com tamanho rigor e o excesso dessa abordagem pode dificultar o aproveitamento do espaço, intimidar os seus moradores e convidados ou mesmo prejudicar a sensação de acolhimento naquele lar. Dizemos isso com o intuito de enfatizar a importância de dosar bem a composição do espaço, colocando o equilíbrio por trás de cada decisão, não apenas em termos de layout, mas também no que tange às experiências proporcionadas. Feitas essas ressalvas, esteja atento ao melhor layout sempre. Na decoração clássica,  esse processo de arranjo da mobília é fundamental para que tudo funcione bem, não apenas esteticamente, mas também na rotina dos seus clientes. Independente do cômodo em questão, certifique-se de criar uma organização visual direcionada a algum ponto focal e dê uma ordem de relevância aos demais. Não existem campos “soltos” neste estilo e o espaço precisa conduzir de forma muito intencional o olhar das pessoas, mostrando para onde elas devem visualizar primeiro e na sequência. Pense nesse ponto focal como alguma peça grande que mereça destaque. Pode ser uma obra de arte, uma lareira (dependendo da localização geográfica do imóvel), ou mesmo algum elemento arquitetônico, como uma janela. Depois disso, já é possível organizar os demais mobiliários segundo o princípio da simetria, através do recurso de espelhamento que já vimos anteriormente e repetir esse processo de balanceamento nos itens decorativos também. Além disso, cuide do acabamento dos elementos escolhidos. Na decoração clássica,  a premissa do “cada detalhe importa” vale como uma máxima. Lembrando que esses detalhes são usados no sentido de aparência e finalização dos materiais, muito vinculados à exclusividade e à excelência. Diferentemente do que acontece na decoração boho, em que nos referimos aos detalhes como aqueles mais relacionados aos sentimentos e memórias envolvidos e mais distante ainda do que ocorre na decoração industrial que, no geral, está se referindo aos materiais desgastados, ao aspecto de inacabado e de reaproveitamento. Em resumo, a decoração clássica pode incluir: ✔ Antiguidades (em pouca quantidade); ✔ Espelhos emoldurados em dourado ou bronze; ✔ Luminárias em versões mais volumosas (feitas de cristal, vidro, etc). Quanto à paleta de cores e o uso de texturas, é mais recomendado evitar os tons vibrantes, uma vez que este estilo, em sua essência, vê nas cores neutras como o branco, bege, off white e variações do marrom, o caminho para a atmosfera tranquila e equilibrada pretendida. Também vale ressaltar que hoje temos a aplicação de uma releitura atualizada do modelo clássico, denominada neoclássica. Em sua nova versão, o peso da estética diminui para contemplar as demandas emergentes dos lares contemporâneos. Assim, embora o fundamento teórico e a apresentação geral permaneçam os mesmos do modelo clássico tradicional, é bem perceptível que o lado prático e funcional passa a ter mais voz nas escolhas de projeto dentro da decoração neoclássica. Continuam a elegância, o design proporcional, linhas simples (e bem acabadas) e, inclusive, o apreço às antiguidades. Entretanto, o neoclássico demonstra uma compreensão mais flexível dos conceitos, permitindo certa interação com outros estilos e materiais e, até mesmo, um pouco mais de liberdade criativa aos profissionais. Nesse sentido, outras associações se tornam bem vistas, desde que, mais uma vez, feitas com moderação. Tons pastéis ou até mesmo cores mais escuras combinadas com o dourado, por exemplo, podem ser usadas na decoração neoclássica como escape da previsibilidade que predomina no estilo mais tradicional. O resultado dessa variação é um design tido, cada vez mais, como atemporal. Isso porque consegue reunir em um mesmo ambiente as premissas de organização e equilíbrio da decoração clássica, com as tendências de design e constantes mudanças no estilo de vida do mundo contemporâneo. Daí a importância de conhecê-la(s), por completo. Afinal é uma estética sempre muito procurada, sobretudo pelas pessoas mais exigentes que visam permanecer com o mesmo design de interiores por longos anos. Você tem muitos clientes com esse perfil? www.todamateria.com.br www.blog.luxury-italianfurniture.com www.homestolove.com.au www.smalldesignideas.com www.pt.slideshare.net www.homesandgardens.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-contemporanea Title: Decoração Contemporânea: O Que É e Suas Características Meta Description: Aprenda tudo sobre Decoração Contemporânea. Ao longo deste artigo iremos explicar mais à fundo sobre o que é, quando surgiu e suas principais características. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-contemporanea ## Headings Structure: H1: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H2: Como surgiu o estilo contemporâneo? H2: O que é uma decoração contemporânea? H2: Principais características do estilo contemporâneo na decoração H3: 1. Mobiliário H3: 2. Cores H3: 3. Iluminação H3: 4. Acessórios H3: 5. Tecnologia H2: Diferenças entre decoração contemporânea e decoração moderna H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H2: Como surgiu o estilo contemporâneo? H2: O que é uma decoração contemporânea? H2: Principais características do estilo contemporâneo na decoração H3: 1. Mobiliário H3: 2. Cores H3: 3. Iluminação H3: 4. Acessórios H3: 5. Tecnologia H2: Diferenças entre decoração contemporânea e decoração moderna H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H4: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A decoração contemporânea tem como principal objetivo trazer praticidade à rotina de quem a adere. Adepta da linha de pensamento “menos é mais”, este estilo possui, atualmente, grande influência dos preceitos da decoração minimalista. Todavia, para entender exatamente como aplicar este estilo na sua composição, preparamos este artigo, onde iremos mergulhar dentro deste tema a fim de sanar todas as dúvidas. Ao final do texto você terá aprendido sobre: A arquitetura contemporânea surgiu após a arquitetura moderna, no período entre as últimas décadas do século XX. Nessa época, surgiram várias tendências artísticas divergentes e os artistas começaram a buscar diferentes formas para abordar os problemas projetuais. Uma pequena parcela preferiu seguir, ainda, com os preceitos do Modernismo, enquanto outros mostraram aversão e reagiram às ideias do movimento. A principal rejeição era em relação às excessivas regras e normas estabelecidas pelos artistas do passado (como é possível perceber na decoração clássica), que sempre agiam de maneira metódica e rigorosa perante seus princípios. Porém, em 1980, houve uma grande mudança. A arquitetura contemporânea chegou a desconstruir esse cenário através da elaboração de novas propostas artísticas. E para inaugurar a fase inicial desse período, surge o arquiteto Frank Gehry, que ficou conhecido como um dos maiores arquitetos desconstrutivistas de todos os tempos. Frank Owen Gehry nasceu em Toronto, Canadá, no dia 28 de fevereiro de 1929. É um arquiteto canadense naturalizado norte-americano, autor de projetos pós-modernos, entre eles, o Museu de Guggenheim de Bilbao na Espanha e o Walt Disney Concert Hall em Los Angeles. No Brasil, a arquitetura contemporânea também teve seu início nos anos 80 e permanece até os dias de hoje. Todavia, a partir de 1990, os projetistas manifestaram novas preocupações, que excediam a crítica ao modernismo. Questões como funcionalidade, conforto térmico, design dinâmico e economia verde começaram a se tornar prioridades dentro do desenvolvimento dos projetos. O estilo contemporâneo, no entanto, não se encaixa em nenhum dos modelos previamente conhecidos, pois envolve diferentes tendências e técnicas. Ou seja, não existe uma única linguagem e cada artista possui a própria maneira de reinterpretar o passado. Você já parou para pensar: por que nós decoramos? Muito provavelmente não. E isso se dá pelo fato de ser uma necessidade inerente ao ser humano. Por isso, a arquitetura e design de interiores andam sempre de mãos dadas. Ao decorar um ambiente estamos subjetivamente tomando posse daquele espaço, tornando-o mais próximo dos nossos próprios anseios e personalidade. A casa é o reflexo do seu habitante, o que é perfeito em tempos de opções infinitas e liberdade para decorar. A decoração contemporânea nada mais é que a decoração de seu tempo, ou seja, tudo que é feito nos dias de hoje, independente das referências seguidas. Ela reflete os desejos e anseios sociais do presente. De forma geral, esses anseios têm caminhado em direção ao fim do excesso e à busca pela praticidade, além do uso inteligente da tecnologia. Na prática, a decoração contemporânea é um estilo mais limpo e funcional. A simplicidade é a palavra de ordem. E é por este motivo que ela combina com a praticidade que as pessoas têm necessitado atualmente. Há uma tendência de busca cada vez maior por ambientes e mobiliários multifuncionais com linhas retas, poucos detalhes, com novos materiais e formas a fim de oferecer o que o morador precisa nas cidades. E uma das principais tendências, dentro da vertente contemporânea, é a decoração escandinava. Seus elementos muito se assemelham: algo clean, em tons neutros e com linhas retas, que é simultaneamente atemporal e vigente. A decoração contemporânea não apresenta muitos elementos. Por isso, para compor um espaço é preciso investir em peças-chaves. Por exemplo, os sofás, poltronas e demais estofados que seguem a tendência costumam ser mais espaçosos que outros modelos oferecidos. A disposição espaçosa entre eles preferencialmente torna o visual do ambiente clean e contribui para otimizar a circulação do espaço. Tudo isso porque aspectos como praticidade, simplicidade e conforto são algo bastante valorizado pelo estilo contemporâneo. Curvas e linhas orgânicas são as queridinhas deste decor e marcas registradas de composições que seguem essa tendência. Bem como superfícies completamente lisas. Geralmente, inclui mobiliário imponente, combinando materiais como: vidro, madeira clara e escura, além de pedra, cimento, mármore e metal. Os tapetes vêm para amenizar essa estrutura visual forte da mobília e devem seguir um traço sutil, preferencialmente, sem estampas, com visual básico, sucinto e essencial. Outra dica é ocultar a fiação dos aparelhos eletrônicos - diferentemente da decoração industrial onde fios e tubulações ganham protagonismo -, isso ajuda a deixar o ambiente mais limpo e prático, sendo uma alternativa embutí-los em racks ou painéis. A paleta de cores utilizada na decoração contemporânea é, em sua grande maioria dos casos, basicamente neutra, destacando-se o uso do branco, cinza, preto, bege e marrom. As cores fortes, vivas e chamativas, como amarelo, laranja e vermelho, ficam por conta dos detalhes, seja nas paredes, nos móveis, objetos decorativos, almofadas ou adornos. É muito comum também no estilo contemporâneo encontrar projetos com predominância em cores marcantes contrastando com acessórios de tons mais suaves. Em qualquer um dos casos é preciso haver equilíbrio e harmonia nas composições. Uma característica marcante dentro da decoração contemporânea é a iluminação. Esse estilo é conhecido como inovador, pois nele são utilizadas texturas, cores e bastante tecnologia, tendo se tornado cada vez mais comum a automação de ambientes na criação de cenas luminotécnicas. Outro ponto importante é que deve-se aproveitar bem a luz do sol e priorizar a iluminação natural. Por isso, casas com estilo contemporâneo contam com tonalidades claras nas paredes e janelas grandes com vidros lisos transparentes e espaçosos para maior entrada de luz. Além de levar luminosidade para o ambiente, elas irão ajudar na circulação do ar no local, contribuindo para manter uma composição fresca e arejada. Já nos produtos de iluminação usados para compor o ambiente, leva-se à risca o pensamento “menos é mais”. Por isso, as luminárias, abajures e demais acessórios de iluminação se caracterizam pela imagem básica, simples e sutil que apresentam. Para conseguir uma melhor iluminação artificial, o ideal é usar cortinas transparentes, com tecidos e cores leves. Nas luminárias, predominam spots com pontos direcionáveis de luz para quadros e objetos decorativos. A decoração contemporânea prima pelo visual limpo, mas isso não significa que ela precisa ser fria. Os toques pessoais na decoração podem deixar a casa com cara de lar. Nela são utilizados apenas alguns itens decorativos em cada ambiente para completar a decoração. Não é indicado abusar do uso de artigos nas decorações contemporâneas. As composições que seguem a tendência adotam enfeites, acessórios e demais adornos na medida certa. E por falar em adornos, não deixe também de conferir o nosso artigo sobre decoração boho. Sendo o oposto da decoração rústica - neste quesito -, na qual busca-se agregar mais elementos naturais e menos artificiais, os itens tecnológicos marcam presença no estilo contemporâneo, trazendo mais modernidade, praticidade e beleza para os ambientes. Invista nesta opção se você almeja proporcionar ainda mais qualidade para a composição decorativa do seu lar. Este é um bom momento para sanar uma dúvida comum. Qual a diferença entre decoração contemporânea e decoração moderna? Para muitos fica difícil distinguir entre os estilos. A maioria pensa que uma é sinônimo da outra. Isso porque, constantemente, esses termos têm sido empregados de forma equivocada. Mas decoração contemporânea e decoração moderna não são a mesma coisa. Na verdade, no mundo das artes, esses estilos fazem parte de períodos distintos. A decoração moderna tem uma estética bastante característica: linhas bem marcadas, simples, quase sempre retilíneas, cores neutras quentes, equilíbrio e uma referência constante ao Art Déco. Tons terrosos e materiais como madeira, concreto, couro, vidro e pedra são frequentes. O uso de pilotis, também marca bastante este estilo na arquitetura. A decoração contemporânea, por outro lado, nada mais é que o pós-moderno, compreendendo todos os estilos vigentes depois do Modernismo, a partir da década de 80 e 90 do século XX. Ela está relacionada a um estilo mais recente de manifestação, propondo uma liberdade maior para o uso de formas e cores. Tem sua essência na simplicidade, sustentabilidade e atemporalidade, com silhuetas orgânicas que combinam metais e texturas naturais. O estilo baseia-se na mistura de elementos, formas, tendências e técnicas da atualidade. A principal diferença quando comparada à decoração moderna, se dá pelo fato de que a decoração contemporânea leva mais em conta o cotidiano das pessoas – suas rotinas, gostos e necessidades. A tecnologia também participa, e muito, deste estilo, pois ela está caminhando com o nosso dia a dia. Zaha Hadid, foi uma arquiteta que representava de forma árdua este estilo. Zaha Hadid nasceu no dia 31 de outubro de 1950, na cidade de Bagdá, no Iraque, e construiu um importante legado na arquitetura com grandes obras espalhadas pelo mundo, marcadas pelas curvas e traços orgânicos. Em 2004, Zaha Hadid se tornou a primeira mulher a receber o prêmio Pritzker de Arquitetura, a maior referência internacional de premiação do meio. Em resumo caracteriza-se como: Moderno -> Recente, Racional e Funcional. Contemporâneo -> Futurista, Tecnologia, Curvas e Desafia os limites. Por fim, em sua essência, a decoração contemporânea será sempre aquela capaz de refletir, dentro do âmbito da arquitetura e design de interiores, o seu tempo atual. E apesar de ser um conceito livre e em constante metamorfose, vimos neste artigo  algumas características que melhor definem e podem ser seguidas ao desenvolver um projeto inspirado no estilo contemporâneo, são elas: ✔ Dê preferência às cores neutras, mas não tema toques de cores fortes em detalhes; ✔ Aposte em linhas limpas e bem delineadas, as curvas e formas orgânicas são bem-vindas; ✔ Procure manter espaços vazios nas paredes e entre os móveis, lembre-se que menos é mais; ✔ Evite estampas e enfeites, prefira peças com visual básico e traços sutis; ✔ Revestimentos simples; ✔ Iluminação direcionada e abundante. www.vivadecora.com.br www.arquitetakarlaaraujo.com.br www.vivadecora.com.br www.tudoconstrucao.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-escandinava Title: Decoração Escandinava: O Que É, Quando Surgiu e Como Aplicar Meta Description: Neste artigo você aprenderá sobre a cultura escandinava, o surgimento do estilo escandinavo, o que é uma decoração escandinava e suas principais características Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-escandinava ## Headings Structure: H1: Decoração Escandinava: o que é, quando surgiu e como utilizar na arquitetura e interiores H2: A cultura escandinava H2: Como surgiu o estilo escandinavo? H2: O que é uma decoração escandinava? H2: Principais características da decoração no estilo escandinavo H3: 1. Cores claras e neutras H3: 2. Iluminação H3: 3. Elementos naturais H3: 4. Minimalismo H3: 5. Beleza na imperfeição H3: 6. Simplicidade H3: 7. Espaços livres de tecnologia H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração Escandinava: o que é, quando surgiu e como utilizar na arquitetura e interiores H2: A cultura escandinava H2: Como surgiu o estilo escandinavo? H2: O que é uma decoração escandinava? H2: Principais características da decoração no estilo escandinavo H3: 1. Cores claras e neutras H3: 2. Iluminação H3: 3. Elementos naturais H3: 4. Minimalismo H3: 5. Beleza na imperfeição H3: 6. Simplicidade H3: 7. Espaços livres de tecnologia H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma decoração contemporânea e ao mesmo tempo rústica, minimalista e aconchegante. Essa é a essência da decoração escandinava, que trabalha com uma dualidade desafiadora, mas que resulta em uma harmonia aprazível aos ambientes, tornando-se tendência entre arquitetos e designers de interiores ao redor do mundo inteiro. Por isso, neste artigo iremos explicar mais à fundo sobre o estilo escandinavo na decoração. Para quem tem dúvidas sobre a sua utilização ou deseja conhecer a história e características desta décor, continue lendo o texto. Ao final dele você terá aprendido sobre: O termo “Escandinávia” originou-se na época do antigo Império Romano. Era crido, entre os habitantes de Roma, que as terras situadas ao norte da Germânia formavam uma ilha chamada Scania: daí o surgimento da palavra. Formada pelos países nórdicos Dinamarca, Noruega e Suécia, a Escandinávia localiza-se na região ao norte da Europa. Pelo ponto de vista geográfico, Noruega e Suécia são os países escandinavos, mas, por uma questão de valores culturais, a Dinamarca também faz parte desse grupo. E o que esses três países têm em comum? Você já reparou que as nações escandinavas ocupam o topo de qualquer ranking de países que se destacam pela qualidade de vida? Em 2019, na pesquisa World Happiness Report 2019 - que monitora o estado da felicidade no mundo através de especialistas com apoio dos dados da Organização das Nações Unidas (ONU) - a qual analisou 156 países, a Escandinávia esteve entre os top 10, sendo a Dinamarca a segunda colocada. Mas por que esses países estão entre os mais felizes do mundo? A resposta para isso pode estar em seu estilo de vida. Por se tratar de uma região onde o inverno é rigoroso e os dias não costumam ter mais de 7 horas de sol, criou-se uma cultura típica local que valoriza o “passar mais tempo dentro de casa”. Por consequência, tornou-se comum investir na decoração e no bem-estar da família. Dando preferência em transformar o lar em um verdadeiro ninho, com muito aconchego e conforto para morar e receber os amigos. Esse comportamento se tornou tão arraigado à essência das pessoas, que ao longo dos anos se transformou em uma referência mundial de decoração e estilo de vida. Além disso, os moradores dessa região são conhecidos por levar uma vida descomplicada e adotar a máxima de que é preciso ter simplicidade acima de tudo. Tudo isso reflete em um modo de viver em que a predominância não é dos problemas, mas sim dos bons momentos. Ainda que a procura pela decoração escandinava seja recente, sua origem é bem antiga. A principal influência do estilo provém do artista sueco Carl Larsson, nascido em Estocolmo no ano de 1853. Carl foi um artista que transformou sua casa em um espaço criativo, retratando o cotidiano da sua família em pinturas, enquanto sua esposa - a artista Karin Bergoo, a qual conheceu em 1882 -  desenvolvia trabalhos com design e decoração de interiores. Apesar de poder considerar sua origem mais antiga, a decor escandinava só ganhou forças a partir do século XX, mais precisamente após a década de 1950. Além de Carl Larsson, arquitetos e designers de diferentes linhas fazem parte da história do design escandinavo. Entre eles estão: Arne Jacobsen, Verner Panton, Eero Saarinen, Nanna Ditzel e Louise Campbell. Outro grande nome foi o dinamarquês Hans Wegner, que ficou conhecido mundialmente por agregar funcionalidade orgânica ao modernismo na Dinamarca. Como o próprio nome já sugere, e como já falado anteriormente, a decoração escandinava possui raízes nórdicas. Com inspiração de suas próprias paisagens e do artesanato local, ela também utiliza referências nos tons do clima da região, que é sempre muito frio e escuro, com noites longas e invernos intermináveis. Em contrapartida ao inverno muito rigoroso e com pouca luminosidade, a decor escandinava conta com um estilo simplório semelhante a algumas características da decoração minimalista com predominância de cores neutras - tons claros e branco são valorizados - e ambientes amplos que auxiliam na iluminação natural dos ambientes através de grandes janelas e aberturas para o sol. De modo que a natureza integra-se ao lar e o verde passa a trazer contraste e calor para dentro do lar. Sabe aquele ambiente que só de olhar parece ser muito aconchegante e agradável? Foi com esse espírito que a decoração escandinava caiu nas graças de todo o mundo. Nela, os detalhes são estratégicos e compõem um cenário inspirador. É a combinação entre elementos da decoração clássica e tradicional com alguns pontos contemporâneos e outros rústicos, que podem estar presentes em sofás, mesas, camas, poltronas e armários. Este estilo é marcado pelo uso de linhas retas, formas simples e funcionalidade. Além disso, os adornos são sóbrios e naturais. Talvez pela necessidade de fugir do agito das grandes cidades e ter uma vida mais saudável é que a decoração escandinava tenha ganhado mais força e hoje seja uma grande tendência. As cores claras e neutras dominam o cenário. O uso de uma paleta monocromática - branco, tons de cinza e preto - é a assinatura da decoração escandinava. Por ser um estilo originário de países que possuem o dia curto, as cores são um ponto chave para deixar os ambientes claros independentemente da iluminação lá fora. Por este motivo o branco é tão utilizado, pois ele é o que irá refletir mais luz para dentro do ambiente. Cores claras nos móveis e paredes servem como um difusor de luz. E para quebrar a predominância do branco, os elementos decorativos podem ganhar cores, como o cinza, o bege e o nude. O preto pode ser utilizado para criação de contraste. Assim como a escolha das cores auxilia na iluminação do espaço, outras técnicas também são utilizadas dentro deste estilo. Afinal, para uma região que recebe em média apenas 7 horas de luz solar por dia durante o inverno, ter uma iluminação se torna fundamental. Os imóveis devem ter janelas grandes, que permitam um melhor aproveitamento da luz natural. Existe também um cuidado especial com a projeção das sombras. Cantos escuros devem ser evitados e a iluminação é valorizada de forma que se crie uma atmosfera aconchegante. Outra característica marcante é a referência ao natural. Diferentemente da decoração industrial, trata-se de um estilo que foca na simplicidade e prioriza a matéria-prima local. Os materiais mais utilizados são aqueles que remetem à natureza e agregam conforto e calor. É quase uma heresia utilizar carpetes no estilo escandinavo, por exemplo. Para pisos e móveis, dê preferência à madeira clara como o Pinho ou Carvalho. Estofados, almofadas e mantas aparecem em linho, algodão ou lã, sempre em tons neutros com eventuais pontos estratégicos de cor. Tapetes de pêlo e outros materiais orgânicos, como o couro e o metal, também ajudam a evidenciar o espaço escandinavo, fazendo uma bela referência aos antigos povos nórdicos. Com certeza você já deve ter ouvido a expressão: “menos é mais”. Pois esse é um dos mandamentos da decoração minimalista, que possui uma parcela de influência dentro da decoração escandinava. A principal premissa é a de que não se deve exagerar na hora de utilizar objetos decorativos  nos ambientes. Os excessos devem ser sempre evitados. A ideia é que os espaços fiquem livres e sejam bem aproveitados. As linhas são retas, desde o design do mobiliário aos revestimentos, e tudo tem uma qualidade extrema. No entanto, ao mesmo tempo em que a decor escandinava prega a utilização de poucos acessórios, por detrás deste mandamento existe um charme que é o da valorização da imperfeição. Similar às características do estilo Wabi-Sabi, - ideologia japonesa -  ter alguns elementos estrategicamente “fora de ordem”, como quadros no chão, objetos soltos pelo ambiente e iluminação com fios aparentes, conferem vida ao lar. De acordo com a autora do blog My Scandinavian Home, Niki Brantmark: Isso se dá pelo fato de que em ambientes desse tipo, podem ser utilizados materiais que estão disponíveis na natureza e têm características que encontramos na decoração rústica, por exemplo. Não é necessário investir muito dinheiro para decorar um cômodo ou todo um apartamento. Além disso, este estilo inspira a prática do DIY (Do it yourself – Faça você mesmo). Como diria Lina Bo Bardi (grande arquiteta do século XX no Brasil): Hoje em dia vivemos em uma época em que o uso de redes sociais e recursos tecnológicos imperam. Ainda mais diante do cenário atual de pandemia em que muitos se encontram dentro da própria casa em isolamento social por meses. A linha entre vida profissional e pessoal, que antes já era tênue, agora passou a ser quase impossível de enxergar e separar. Daí surge a tendência escandinava em criar espaços para que as pessoas fiquem livres e se permitam desconectar do mundo. O objetivo desses locais é criar ambientes intimistas e acolhedores, para que se possa descansar após um dia agitado no trabalho, relaxar ouvindo uma boa música, meditando etc. Exemplo disso é o estilo Hygge, muito popular na Dinamarca. Um conceito nórdico de conforto e bem-estar que pode ser aplicado no dia a dia e que prega sobre a importância dos momentos de tranquilidade. E se você gosta de ambientes despojados que prezam pela comodidade, com certeza irá apreciar o nosso artigo sobre decoração boho. Por fim, em sua essência, a decoração escandinava busca melhorar a vida cotidiana das pessoas dentro de seus lares. E para isso, vimos neste artigo que algumas características devem ser seguidas e é preciso preservar alguns princípios como: ✔ A utilização de cores claras e neutras; ✔ A valorização da iluminação natural; ✔ A utilização de elementos naturais; ✔ A amplitude do ambiente; ✔ A simplicidade e imperfeição; ✔ Espaços livres de tecnologia. www.vivadecora.com.br www.originalhome.com.br www.blogdaarquitetura.com www.archtrends.com/blog www.blog.cyrela.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-industrial Title: Decoração Industrial: O Que É e Principais Características Meta Description: Aprenda tudo sobre Decoração Industrial. Ao longo deste artigo iremos explicar mais à fundo sobre o que é, quando surgiu e suas principais características. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-industrial ## Headings Structure: H1: Decoração Industrial: o que é, quando surgiu e suas principais características H2: A origem do estilo industrial H2: O que é decoração industrial? H2: Decoração industrial: conheça suas características H3: 1. Espaços amplos H3: 2. Espaços integrados H3: 3. Encanamentos, tubulações e vigas aparentes H3: 4. Concreto e tijolo nas paredes H3: 5. Iluminação H3: 6. Portas e janelas largas H3: 7. Móveis e acessórios H3: 8. Tons sóbrios e neutros H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração Industrial: o que é, quando surgiu e suas principais características H2: A origem do estilo industrial H2: O que é decoração industrial? H2: Decoração industrial: conheça suas características H3: 1. Espaços amplos H3: 2. Espaços integrados H3: 3. Encanamentos, tubulações e vigas aparentes H3: 4. Concreto e tijolo nas paredes H3: 5. Iluminação H3: 6. Portas e janelas largas H3: 7. Móveis e acessórios H3: 8. Tons sóbrios e neutros H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você é do time que adora uma combinação cheia de personalidade e com um toque moderno, este artigo é para você. Repleto de elementos originários da arquitetura bruta, a decoração industrial possui materiais rústicos, tonalidades neutras, objetos decorativos inusitados e outros detalhes capazes de transformar qualquer ambiente. Ao longo deste texto, falaremos sobre o estilo industrial - uma verdadeira tendência que, a cada dia, está marcando presença em residências e espaços comerciais. Que tal descobrir mais sobre esse conceito e aprender como aplicá-lo no seu espaço? Para ajudar você nessa tarefa, criamos um conteúdo completo sobre o assunto. Ao final deste artigo, você terá aprendido sobre: Hoje em dia, cada vez mais o estilo industrial se faz presente dentro do cenário de arquitetura, design e decoração, trazendo um pouco do charme urbano para dentro dos projetos de interiores. No entanto, do ponto de vista histórico, pode-se dizer que foram as casas que invadiram os espaços industriais, quando em Nova Iorque, inquilinos descolados passaram a transformar antigos galpões em lofts modernos. Porém, vamos por partes. Para entender o contexto em que se originou o estilo industrial é preciso primeiro lembrar sobre a Crise de 1929. Mas o que isso tem a ver com o surgimento da decoração industrial? Após a crise americana da década de 20, muitas fábricas, galpões e indústrias foram abandonados por toda a cidade de Nova York, muitas vezes em localizações nobres ou em regiões centrais. A mudança começou a ocorrer a partir da década de 1970. Com a desindustrialização da economia americana e alto preço dos imóveis comuns, antigos galpões e prédios operacionais da cidade começaram a ser procurados para a instalação de estúdios artísticos ou como opção residencial. Neste mesmo período, a densidade populacional da cidade estava se tornando cada vez maior e muitos se viram obrigados a recorrer a um novo tipo de moradia. Por este motivo, algumas pessoas começaram a ocupar esses espaços e transformá-los em lar. Esses espaços logo passaram a ser conhecidos como loft. Os lofts nova-iorquinos eram apartamentos amplos, recém-adaptados de espaços que anteriormente haviam sido fábricas ou antigos galpões. Esses empreendimentos contavam com pé direito alto - o que veio a se tornar, futuramente, um padrão arquitetônico e de interiores utilizado nos dias de hoje como referência até na decoração contemporânea. Foi dentro deste cenário socioeconômico que surgiu essa nova vertente estética, a qual denominamos decoração industrial. Apesar de ter começado na década de 1970, ela é uma grande tendência atual, muito em alta nos últimos anos. Esse estilo foi surpreendentemente aceito e reconhecido, passando a ganhar cada vez mais adeptos ao redor do mundo. O que fez com que a ideia de que o design de interiores e a arquitetura prezavam exclusivamente por adornos sutis, rebuscados e caros se tornasse obsoleta. Por sua origem industrial, sua essência encontra-se justamente na manutenção de algumas características das antigas fábricas, como paredes de tijolos à vista, canos e tubulações aparentes, acabamento em metal envelhecido como o aço corten, cimento queimado e até mesmo lajes rústicas com nervuras à mostra. No começo, quando esse estilo surgiu, expor canos e estruturas metálicas não era intencional, mas atualmente essa estética é aderida por diversos designers. Mais do que uma forma de morar, o estilo industrial é uma manifestação da cultura do desenvolvimento sustentável, já que preza pelos menores gastos e reaproveitamento de materiais. O design industrial se contrapõe à decoração clássica de peças e formas excessivamente assépticas e delicadas. Seu objetivo é criar um ambiente com o enaltecimento e preceitos semelhantes à decoração rústica. Desta forma, é necessário tomar cuidado para não exagerar e acabar sobrecarregando os espaços com muitos elementos rudimentares. Designers e arquitetos têm em suas mãos o desafio de conseguir aplicá-lo de forma harmônica ao ambiente. Para isso, existem alguns pontos a serem levados em conta, tendo em vista que muita gente ainda possui dúvidas em como reconhecer as características da decoração industrial. Mas podemos garantir que todas são bem fáceis de notar. A origem industrial já adianta um nível de usabilidade para o ambiente. Semelhante a estrutura dos galpões industriais, os ambientes que seguem este estilo são amplos e funcionais, planejados para integrar os espaços de convivência com muito charme e praticidade. Esses efeitos são ampliados pelas plantas livres, sem divisões físicas entre os ambientes, garantindo espaços mais abertos. Sem paredes para isolar as pessoas, sala, copa e cozinha se fundem em um único espaço, ideal para receber amigos e familiares. Partes típicas da estrutura como pés-direitos altos e grandes janelas proporcionam boa iluminação natural e circulação de ar. A decoração industrial costuma possuir grandes ambientes integrados, afinal, a sua origem vem de grandes galpões (os famosos lofts), prezando sempre pela otimização dos espaços. Os ambientes não apenas se fundem, mas acumulam funções. Obviamente não é necessário ter uma casa toda integrada, uma sala pode se transformar em quarto à noite, por exemplo, e a cozinha e a sala de jantar podem ocupar um só ambiente. Outra característica muito marcante da decoração industrial são as tubulações e fiações expostas. Quando colocados em evidência instantaneamente criam uma atmosfera urbana e moderna na decoração. Essas tubulações podem ter acabamentos metalizados, serem pintadas de uma cor discreta a fim de se camuflarem dentro do espaço ou, se a intenção for trazer um ponto de destaque, uma cor mais chamativa como o vermelho e amarelo. O truque é equilibrar o peso dos metais expostos através de acessórios descontraídos e cores vibrantes. Mas, lembre-se: menos é mais. Mesmo no estilo industrial, em que pode parecer que os preceitos de uma decoração minimalista não façam parte dos seus atributos, é preciso ter moderação para que o ambiente não fique sobrecarregado. Como o estilo valoriza a estrutura aparente, é comum ver o teto sem forro e as vigas à mostra. Considerando que a palavra de ordem da decoração industrial é integração, você não precisa se preocupar em esconder todas as vigas do cômodo. O encontro de estética e funcionalidade é otimizado, garantindo as vantagens estruturais da laje com a exploração visual dos elementos rústicos do imóvel. A inspiração no design industrial tem muito a ver com as características primárias das construções, que ficam expostas sem acabamento em paredes de tijolo e cimento. Por isso, é preciso estar atento aos acabamentos escolhidos para o revestimento das paredes. O acabamento fica a cargo da suavidade que equilibra a rigidez das estruturas e traz aconchego aos ambientes. Tijolo à vista e parede de cimento queimado são uma das mais utilizadas e a grande vantagem é que esses tipos de acabamentos garantem um toque bem acolhedor para o ambiente com decoração industrial. Misture com materiais naturais - também muito presentes na decoração boho - como a madeira, tecidos macios como o algodão e a lã, ou ainda aposte no fake fur. Além de aproveitar a luz natural dos ambientes, também é importante investir em um bom projeto luminotécnico, utilizando pendentes modernos e trilhos de iluminação, os quais são capazes de incrementar ainda mais o estilo industrial, resultando em espaços mais iluminados. Fábricas e galpões costumam ter portas e janelas bem amplas para ajudar na iluminação do ambiente e também na circulação de ar, e essa é uma característica bem marcante tanto da decoração escandinava quanto do estilo industrial. As portas conferem versatilidade, permitindo ampliar espaços ou dar privacidade. As janelas exploram a luz natural, mas a escolha dos materiais é que fará toda a diferença no projeto, por isso, além das amplas janelas e portas, prefira modelos que tenham o acabamento em aço ou ferro complementados por vidros que vão ajudar ainda mais na iluminação natural do ambiente. Uma maneira de incorporar o estilo industrial, sem alterar a estrutura da casa, é investindo em móveis e acessórios. Para a escolha assertiva de móveis adequados a uma decoração industrial, dê preferência para os com acabamento em aço, ferro e madeira maciça. Sofás de couro e bancos de metal também são ótimas opções. Outra dica é optar por eletrodomésticos em aço inox - eles irão garantir um ar industrial e moderno para sua cozinha. Os tons sóbrios como preto, cinza e branco vão dominar a maior parte da paleta de cores da decoração industrial. O que não quer dizer que outros tons mais vivos e alegres não possam fazer parte deste estilo, neste caso, opte por utilizá-los em detalhes pontuais no ambiente. Em resumo, ao incluir alguns elementos característicos do estilo industrial, é possível transmitir a sua essência dentro da decoração da sua casa. E para isso, basta se lembrar de seguir os seguintes preceitos: ✔ Pelo fato do estilo industrial funcionar melhor em ambientes amplos e integrados, retire tudo aquilo que não seja necessário naquele espaço. Evite acumulação! ✔ Se estiver reformando, considere o uso de materiais dentro do estilo industrial, como tijolinhos aparentes, pisos de cimento queimado e vigas expostas. Deixe o charme da imperfeição falar mais alto! ✔ A mobília e acessórios da casa devem enfatizar a utilização dos materiais base desse estilo como madeira, metal, vidro e concreto. Sempre priorizando formas e linhas retas. E para evitar falhas na hora de fazer a decoração industrial, fuja dessa lista de erros mais comuns: ❌ Não integrar ambientes; ❌ Excesso de mobília e acessórios; ❌ Apostar em muitos estilos diferentes ao mesmo tempo; ❌ Exagerar nas cores vivas e alegres; ❌ Apostar em objetos pouco funcionais. www.vivadecora.com.br www.harpersbazaar.uol.com.br www.brasilescola.uol.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-minimalista Title: Decoração Minimalista: Teoria e Aplicações na Arquitetura Meta Description: Desvenda os fundamentos da decoração minimalista e saiba como criar espaços nesse estilo que figura como um dos movimentos mais relevantes do século XXI. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-minimalista ## Headings Structure: H1: Decoração minimalista: conceitos, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é decoração minimalista H2: Princípios da decoração minimalista H2: Aplicações da decoração minimalista H3: Decoração minimalista na sala H3: Decoração minimalista na cozinha H3: Decoração minimalista no quarto H2: Evolução da decoração minimalista H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração minimalista: conceitos, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é decoração minimalista H2: Princípios da decoração minimalista H2: Aplicações da decoração minimalista H3: Decoração minimalista na sala H3: Decoração minimalista na cozinha H3: Decoração minimalista no quarto H2: Evolução da decoração minimalista H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O que é essencial para você e aos seus clientes? Reflita sobre essa e muitas outras questões para desenvolver projetos de arquitetura de interiores segundo a decoração minimalista. Se você não conhece a fundo esse estilo, não deixe de ler até o final. Nesse artigo você vai descobrir: O minimalismo se apresenta como uma expressão do essencial e do necessário. Através dele, valoriza-se a forma e a função das coisas e dos espaços, em detrimento do supérfluo e do sobressalente. As primeiras demonstrações dessa linha de pensamento reportam ao período pós-Primeira Guerra Mundial, pelas mãos do arquiteto Van der Rohe e ganham ainda mais força na metade do séc. XX, com o também arquiteto Buckminster Fuller, e mais tarde com o designer Dieter Rams. São eles, respectivamente, os responsáveis pelos conceitos: “Menos é mais”, “fazendo mais com menos” e o slogan “menos, porém melhor” (segundo uma tradução livre). Todos esses conceitos foram e são até hoje muito disseminados no âmbito dos espaços e também em outros contextos, como nas artes plásticas, na moda e no design de produto, tanto físico, quanto digital. É considerado, por muitos adeptos, como um verdadeiro estilo de vida ou mesmo uma filosofia de vida. Um tema complexo para premissas tão simples, de fato. De acordo com Wall art prints: Mas, no tocante ao design e arquitetura de interiores, a decoração minimalista se mostra tecnicamente oposta à superestimulação dos sentidos que ocorre nos demais estilos de decoração. Aos olhos do minimalismo, espaços muito preenchidos além de serem caóticos, são empecilhos de uma vida leve e descomplicada. Nesse aspecto, é possível perceber de forma bem clara a influência que a cultura japonesa do séc. XVl exerce no minimalismo, através da arte milenar chamada Wabi Sabi. Esse conceito oriental, a grosso modo, significa  “valorizar a beleza nas coisas imperfeitas e simples”, e consiste em uma grande fonte de inspiração para a decoração minimalista, à medida que: Assim, elementos de cunho decorativo, que não têm função ou uso aos moradores, devem ser descartados, tanto no Wabi Sabi, quanto no minimalismo. O excesso de objetos e detalhes inúteis, de qualquer natureza, também. Na decoração minimalista a palavra-chave é simplicidade, o que não quer dizer (necessariamente) baixo custo de implementação, isso porque não se trata de uma característica determinante. Aliás, a sofisticação de um espaço costuma estar associada a escolha de poucas, porém boas (e funcionais) peças de design, seguindo os moldes de Rams. Mas, independente disso, é muito possível aplicar esse estilo de decoração com baixo investimento também. Como vimos, temos alguns traços muito peculiares nesse estilo. Atributos tão únicos, que fizemos um resumo com os princípios gerais de uma decoração minimalista. Vejamos: ✔ Cada escolha importa e se pauta na necessidade do usuário / morador; ✔ Elimina o desnecessário, os acúmulos, o excesso de detalhes e de informações; ✔ Beleza não é vista como critério de escolha; ✔ Funcionalidade, organização dos elementos e respaldo no que é essencial; ✔ Espaços livres e design simples são vitais; ✔ Visual limpo, reto (linear), claro e organizado; ✔ Simplifica para ter praticidade e uma vida com mais tempo e sentido; ✔ Paleta de cores básicas e (com poucas) estampas, geralmente geométricas. Criterioso por natureza, a decoração minimalista parece seguir na contramão dos demais estilos de decoração. Percebemos isso através da análise da decoração clássica, por exemplo, cuja soma de requinte, arabescos e porcelanas, opõe-se por completo ao conceito de simplicidade empregado no minimalismo. Contudo, em termos estéticos, conseguimos visualizar sim algumas semelhanças com outros designs. Nesse sentido, a decoração escandinava é a que nutre maiores semelhanças com a decoração minimalista e, inclusive, recebe influência direta desse estilo. É que ambas valorizam a funcionalidade e o reduzido número de elementos no espaço, mas é importante salientar que isso acontece em medidas distintas. O escandinavo é mais tolerante ao aumento de itens que o minimalista, que, por sua vez, é estritamente essencialista. Além disso, também existem alguns pontos convergentes entre a decoração boho e a decoração rústica com o minimalismo. Não pela amplitude e liberação dos espaços (porque esses dois estilos preenchem bem mais os ambientes), mas sim pelo fato de utilizarem mobiliários mais naturais, em suas versões mais puras, bem no estilo Wabi Sabi. A decoração industrial, por manifestar-se através de linhas retas e materiais de acabamentos considerados mais “brutos” (como concreto, ferro e madeira de demolição), assemelha-se à decoração minimalista nesse aspecto específico. A linearidade das linhas surge muitas vezes através de materiais metalizados, tanto no preto, quanto no dourado. Um detalhe dentre tantos outros que, ao final, resultam no tom leve, livre e de visual limpo. Contudo, sabemos que o assunto vai longe e muito além de fatores apenas estéticos. Dentre todos os princípios da decoração minimalista ora elencados, precisamos dar uma atenção especial a um deles: a organização dos espaços, visto que o minimalismo não se realiza na desordem. Marie Kondo, autora do método KonMari de arrumação, japonesa e um dos nomes mais famosos da atualidade sobre esse tema, esclarece-nos bem que: Ela afirma também que: Agora que entendemos os conceitos e princípios gerais da decoração minimalista, partiremos para uma abordagem mais prática do tema, focada nos seus projetos de interiores. Em linhas gerais, o conceito do nosso estilo presume adequação do espaço às necessidades de cada indivíduo em todos os cômodos. Em outros termos, forma e função caminham juntas e norteiam todas as decisões. Então, antes de prever uma decoração minimalista na sala, procure refletir sobre as funções do espaço para que ele sirva aos seus moradores e não o contrário, lembrando que, nesse estilo, a atenção se volta para os indivíduos e não para as coisas em si. Quer dizer, tudo precisa funcionar, beneficiar as pessoas que moram ali e ser pensado para estar de acordo com o momento atual de vida delas. É por isso que não adianta, aos olhos desse conceito, guardar coisas que não são usadas há algum tempo, não apenas na sala, como em qualquer outro cômodo. Salvo algumas exceções, claro, como recordações pessoais, registros de fotos / vídeos, e documentos válidos que não tenham backup, que não devem entrar nesse rol de descarte. Segundo a decoração minimalista,  os hábitos acumuladores tiram o lugar de itens novos que poderiam de fato fazer a diferença na rotina. Ao invés de facilitar os afazeres domésticos, de proporcionar mais tempo livre e, consequentemente, gerar mais qualidade de vida, fazem o oposto, e ainda é desagradável no quesito estético. Nesse sentido temos, nesse estilo, um pensamento muito voltado ao desapego e ao consumo consciente. Mas, voltando à decoração minimalista na sala, espera-se um projeto com amplo espaço de circulação. Não que o cômodo precise ter grandes dimensões, porém, no sentido de ter mobiliário na medida exata do necessário, elementos super organizados e atmosfera calma, que atraia por conta da simplicidade e contato com a natureza. Desse modo, vejamos a seguir algumas recomendações para você criar interiores mínimos com maestria: ✔ Garanta espaços livres: nas prateleiras, móveis, piso, área de circulação, etc; ✔ Atenção para o excesso de informação visual; ✔ Invista na iluminação como recurso de decoração também. Afinal, fontes de luz são capazes de proporcionar efeitos impressionantes, e quando os espaços seguem a decoração minimalista, eles ganham muito mais notoriedade; ✔ Tenha poucos e bons mobiliários. Aqueles maiores, como sofá e mesa de jantar, vão naturalmente aparecer mais do que os demais, por conta do tamanho. Aproveite esse artifício e selecione bem os modelos, que podem, inclusive, ter formatos mais inusitados (como os orgânicos, por exemplo); ✔ Utilize tons de madeira clara, que vão rebater melhor a luz e trazer mais leveza; ✔ Preveja um ou outro vaso de planta, responsáveis pela sensação de acolhimento; ✔ Dê destaque para os itens de valor sentimental dos seus clientes. Nas cozinhas, o raciocínio da decoração minimalista segue intacto. Mas, fazemos algumas ressalvas visto que esse talvez seja o cômodo mais funcional (e complexo) de um lar e, por isso, deve receber uma atenção especial. ✔ Crie uma marcenaria fechada, para reduzir ao máximo aquilo que se vê. Ela precisa ser projetada de forma otimizada e, claro, estar muito condizente com a rotina do seu cliente; ✔ A decoração minimalista na cozinha não é estética sem função, por isso é importante fazer um excelente briefing para entender as necessidades dos seus clientes com profundidade; ✔ Cada família é única e tem demandas diferentes. Algumas cozinham mais, outras passam menos tempo em casa e fazem a maior parte das refeições fora; comem mais ou menos fritura e assim por diante. Então o objetivo maior de uma decoração minimalista na cozinha é pensar em maneiras de descomplicar a rotina doméstica, deixando-a prática, simples e convidativa para todos, moradores ou visitantes. Pensar em interiores mínimos, isto é, aos moldes do nosso estilo, já nos remete à atmosfera tranquila e ao bem-estar. Desse modo, as cores e texturas configuram-se de suma importância quando o assunto é decoração minimalista no quarto. Por isso, prefira: ✔ Cores básicas e neutras, na escala de preto, cinza e branco, de temperatura fria ou quente; ✔ Faça o mesmo com as texturas. Se for o caso, adote também algumas estampas de padronagem mais simples ou geométrica, mantendo o cuidado de não se exceder na quantidade de informação visual; ✔ Ao fazer uma decoração minimalista no quarto, dê ênfase ao tato macio, através de lençóis, mantas e edredons, como um convite ao descanso. Como todo bom design acompanha a mudança dos tempos, não poderíamos deixar de comentar os eventos recentes da pandemia do Covid -19 e sua relação com a decoração minimalista. Conseguimos visualizar, com certa clareza, uma transformação significativa na maneira como as pessoas estão, hoje, se relacionando com os espaços e aderindo cada vez mais a esse estilo (ainda que associado a outros designs, como à decoração contemporânea). Diante de uma crise sanitária sem precedentes como a que vivemos e por conta do distanciamento social forçado, sentimos na pele o quanto os ambientes afetam corpo e mente. Decerto, a reflexão do que é essencial faz, hoje, até mais sentido do que antes. Segundo Italian Bark: Nesse sentido, citamos como um bom exemplo de aplicação do minimalismo e grande tendência da arquitetura de interiores pós pandemia, o uso de chapelarias no hall de entrada, dispondo de álcool em gel e, por vezes, nichos para os calçados recém-usados. Uma decisão de projeto totalmente vinculada às necessidades atuais, tal como enseja o pensamento por trás da decoração minimalista. Esse estilo de decoração que desde sempre inspira limpeza visual, agora presume a limpeza física também, na medida em que os espaços devem permitir (ou mesmo facilitar) a implementação reforçada de hábitos de higiene dos seus moradores, como medida preventiva de contaminação do vírus. De todo modo, com ou sem pandemia, planejar espaços segundo a ótica da “simplicidade como último grau da sofisticação” (nas palavras de Thiessen) pode ser muito desafiador. Olhando bem, a essência da decoração minimalista está por toda parte e através dela, nós temos, no mínimo, um bom convite para repensar certas atitudes do nosso dia a dia. Que tal pensar em formas de simplificar a sua rotina dentro da arquitetura também? www.wallartprints.com.au www.followthecolours.com.br www.habitusbrasil.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-rustica Title: Decoração Rústica: O Que É e Suas Principais Características Meta Description: Aprenda tudo sobre Decoração Rústica. Neste artigo iremos explicar mais à fundo sobre o que é, as principais características e como combinar com outros estilos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/decoracao-rustica ## Headings Structure: H1: Decoração Rústica: aprenda o que é e suas principais características H2: Decoração rústica: o que é? H2: Principais características do estilo rústico H3: 1. Tons terrosos e neutros H3: 2. Madeira H3: 3. Metais H3: 4. Revestimentos naturais H3: 5. Iluminação acolhedora e intimista H3: 6. Natureza na decoração H3: ‍7. Artesanato H3: 8. Imperfeição H2: Decoração rústica e outros estilos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Decoração Rústica: aprenda o que é e suas principais características H2: Decoração rústica: o que é? H2: Principais características do estilo rústico H3: 1. Tons terrosos e neutros H3: 2. Madeira H3: 3. Metais H3: 4. Revestimentos naturais H3: 5. Iluminação acolhedora e intimista H3: 6. Natureza na decoração H3: ‍7. Artesanato H3: 8. Imperfeição H2: Decoração rústica e outros estilos H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A decoração rústica tem ganhado mais adeptos nos últimos anos. Muito pelo fato de talvez ser a dona do estilo mais aconchegante e acolhedor de todos. Através dela é possível conferir aos ambientes uma sensação de conforto somada ao afeto e nostalgia. A fim de conhecer seus principais elementos, suas funções e um pouco da sua história, elaboramos este artigo, onde você irá encontrar: Antes mesmo de nos aprofundarmos neste estilo, é importante entender, verdadeiramente, o significado da palavra “rústico”. No dicionário, a palavra “rústico” está relacionada ao campo, à zona rural, àquilo que aparenta simplicidade, rude e sem acabamento. Dentro do âmbito da arquitetura e interiores, esse conceito vai um pouco além. O estilo rústico é cômodo, casual e resgata o contato com a natureza em uma maneira de viver mais simples, leve e descomplicada. Possui um aspecto antigo, campestre, onde o passado é evidenciado e as imperfeições são vistas como belas, pois contam uma história. É muito comum logo vir à mente uma casa nas montanhas ou mesmo uma fazenda quando pensamos em decoração rústica. Porém, foi-se o tempo em que uma residência com estilo rústico era exclusividade das casas de campo. As residências urbanas tem se apropriado cada dia mais desse conceito. Quando bem dosados, os elementos como madeira, pedras e plantas são capazes de trazer aconchego a qualquer espaço e em qualquer tipo de habitação. Com tantas referências que podem ser encontradas e relacionadas à decoração rústica, é fácil ficar perdido sobre qual caminho seguir. Cheia de possibilidades estéticas, como conseguir aplicá-las aos projetos? Para auxiliar a tornar esse processo mais esclarecedor, separamos as principais características encontradas neste estilo: Quanto o assunto é decoração rústica, as cores terrosas e neutras são as protagonistas. Dê preferência aos alaranjados, marrons, vermelhos e rosas queimados. Essas cores aquecem e trazem aconchego ao ambiente. Esse conceito também abrange os tons da decoração minimalista como o branco, off-white, bege, cinza e até o preto, que compõem muito bem com a madeira e os outros materiais naturais e são opções que podem ser utilizadas como base dentro da paleta de cores. De todos os materiais, a madeira é com certeza a grande estrela da decor rústica. Ela nos conecta diretamente com a natureza e é um material que aguça vários sentidos: agradável à vista, tem o toque quente e macio. Por isso, ela é tão valiosa na decoração de uma casa, principalmente no estilo rústico. Aproveite sua beleza natural, deixando a madeira aparecer como ela é. Trata-se de um material versátil, que pode ser usado em diferentes propostas - até mesmo em uma decoração clássica -, por isso, as suas possibilidades são infinitas. Ela pode estar no piso, no revestimento de parede, nos móveis e peças de decoração. Além de decorar, ela traz calor e vida para o ambiente. Se a intenção é um ambiente rústico e despretensioso, por exemplo, uma boa pedida é escolher móveis que usem a madeira o mais natural possível: crua, sem acabamentos, como a madeira de demolição. Porém, é preciso atenção nesse quesito. Os revestimentos em madeira natural se desvalorizam com o passar do tempo. A madeira requer cuidados, pois tende a sofrer com intempéries. Mas, se mesmo assim você faz questão da estética mais natural, porém deseja maior praticidade, temos uma ótima notícia: existe solução para o seu problema. Hoje em dia, há diversos revestimentos cimentícios e vinílicos no mercado que reproduzem fielmente este nobre material. A busca pela praticidade fez com que muitas marcas de revestimentos desenvolvessem produtos similares aos naturais, já prevendo suas limitações. A grande vantagem dos cimentícios ou porcelanatos é justamente pelo fato de serem mais resistentes à água, riscos e desgastes, além de possibilitarem a instalação com as juntas secas, facilitando sua limpeza. Os pisos vinílicos, também apresentam ótima resistência à água, riscos e são anti-ruídos, deixando o ambiente mais silencioso. Já para quem prefere dar um toque sofisticado, aposte em madeiras com melhor acabamento e decore com objetos em metal ou em vidro. Essa mistura elegante é tendência já há algum tempo e faz todo sentido para o ambiente urbano. Enfim, muitos materiais combinam com a madeira se a intenção for criar um ambiente rústico com toques modernos. E por falar em metais...O cobre é o queridinho na decor rústica. Seguindo uma linha mais retrô e vintage, o cobre remete aos antigos tachos de fazer doce das fazendas e aos alambiques de cachaça, facilmente encontrados nas casas dos avós ou bisavós. Além dele, outra opção é o ferro. Panelas, móveis e objetos decorativos feitos em ferro fazem parte deste estilo, principalmente quando aplicados em uma cozinha rústica, por exemplo. Nem só de madeira vive a decor rústica. Outros materiais podem representar a força do tempo e da natureza, como por exemplo, pedras, tijolinhos, bambu, linho, vime e rattan. Ao utilizar materiais com características mais rudimentares, dois conceitos são fundamentais e devem ser levados em conta: os conceitos de contrastes e harmonia. E aqui vai mais uma dica: primeiramente tenha em vista o ambiente que pretende receber o revestimento e sempre preze pela sua funcionalidade. No caso de um banheiro rústico, o ideal é usar materiais resistentes à umidade, por se tratar de uma área molhada. E como dito anteriormente, por sorte, existem diversas opções de revestimentos sintéticos que imitam com perfeição os naturais. A decoração rústica simples é incrivelmente sensorial e por este motivo é comum tender à escolha por tecidos agradáveis ao toque e ao olhar. Neste caso, as fibras naturais e o couro são muito bem-vindos, e podem estar nos tapetes, cortinas, almofadas ou estofados. Aproveite para combinar mais de um material, e utilize as fibras naturais como o vime, rattan e a palha em móveis e objetos de decoração. E se você é do time que aprecia projetos que priorizem elementos naturais, não deixe de ler o nosso artigo sobre decoração boho. O estilo rústico é um estilo quente. Por isso, um bom projeto de iluminação requer uma luz suave, indireta e aconchegante. Use luminárias de piso, abajures e pendentes para criar uma meia-luz. Escolha lâmpadas amarelas e com potência mais fraca, que vão ajudar a criar um clima intimista e acolhedor para encerrar o dia com a sensação de se estar em uma casa de fazenda. Como dito logo no início deste artigo: o significado da palavra “rústico” é relativo ao campo, à zona rural. Por isso, quando a ideia for criar um ambiente seguindo esses preceitos, o uso de plantas não pode faltar. A vegetação traz mais vida aos espaços e é ela que confere uma experiência mais próxima da natureza. Misturar flores e folhas é uma ótima alternativa. E já que a ideia do estilo rústico é ser natural, que tal escolher espécies nativas da flora brasileira? Toda decoração também conta com objetos e peças capazes de trazer personalidade e agregar ainda mais valor estético ao ambiente. Assim sendo, uma ótima maneira de complementar a decoração rústica é com artesanatos. Desde um tapete de crochê, uma manta de fuxico ou uma escultura de barro, o Brasil é rico em trabalhos manuais que valorizam a nossa cultura. No estilo rústico a imperfeição é vista como algo belo. Os móveis e peças de decoração podem ser pintados ou deixados em seu estado original. As paredes podem revelar seu aspecto natural, quer seja pedra ou tijolo. Portanto não se preocupe muito com acabamentos. Os móveis antigos e rurais trazem marcas do passado. Invista em peças antigas, com personalidade e histórias. Quanto mais velhas forem as peças, melhor. Abuse da informalidade e não fique preocupado em manter tudo guardado e “escondido”. As jarras de vidro, louças antigas, colheres de pau, latas, cestos de palha e peças artesanais ficam muito bem expostas em uma cozinha rústica, por exemplo. Os tempos modernos ampliaram as formas de se aplicar a decoração rústica, ao invés de eliminar suas alternativas. Em apenas uma visita ao Pinterest, pode-se perceber as infinitas possibilidades deste estilo capaz de fazer os olhos de qualquer arquiteto e cliente brilharem diante de tantas opções. Por isso, o principal conselho com relação ao tema ainda é buscar entender o que se procura e conhecer o que se tem à disposição. A decoração rústica combina e dialoga com diversos outros estilos. Dona de um conforto único, ela é um conceito estético atemporal que circula livremente entre propostas de decoração do passado, além de ganhar versões modernas com a popularização do estilo industrial, escandinavo e pelo conceito hygge. Na decoração industrial também é valorizado o uso de objetos rústicos com acabamento imperfeito. A decoração escandinava é rústica por excelência, mas traz um diferencial marcante: o uso do branco e da madeira clara, característicos do ambiente nórdico. O wabi-sabi também é uma variante do estilo rústico. De inspiração japonesa, ele destaca a beleza imperfeita e marcada pela passagem dos anos. Agora se a sua praia é o estilo vintage, a decoração rústica é uma grande aliada desse conceito estético. Móveis garimpados e objetos antigos ressignificados são a melhor opção. Quer mais uma opção de uso da decoração rústica? Experimente então conciliá-la com a decoração provençal. Aliás, a estética provençal também é rústica por origem. O diferencial dela em comparação às outras propostas é o tom romântico e delicado das peças e da mobília, com destaque para o uso das cores claras e pastéis e estampas florais. Por fim, concluímos que a decoração rústica apresenta tantas possibilidades que é impossível esgotar o tema. Trata-se de um clássico que nunca sairá de moda e que expressa literalmente o termo de “refúgio natural e intocável”. Tudo o que buscamos para compensar nossos ritmos intensos de trabalho, do cotidiano corrido e estressante. Todavia, o arquiteto e o cliente devem considerar a funcionalidade de cada ambiente para que a beleza e o conforto que ele oferece sejam também úteis e convidativos. www.ceramicaburguina.com.br www.vivadecora.com.br www.casavogue.globo.com www.archtrends.com/blog www.entendaantes.com.br www.blog.easydeco.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/design-thinking-em-3-passos Title: Design thinking em 3 passos: como inovar em seu negócio Meta Description: O Design Thinking ajuda a promover uma cultura de inovação, permitindo que gerem e testem ideias de maneira criativa e eficaz. Conheça mais sobre o assunto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/design-thinking-em-3-passos ## Headings Structure: H1: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H2: Conceito de design thinking H2: Benefícios do design thinking H2: Como começar a pensar em design? H3: Empatia H3: Pensamento expansivo H3: Experimentação H2: Conectando propósitos e resultados H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H2: Conceito de design thinking H2: Benefícios do design thinking H2: Como começar a pensar em design? H3: Empatia H3: Pensamento expansivo H3: Experimentação H2: Conectando propósitos e resultados H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Essa crença está na essência do design thinking, uma prática que combina criatividade e estrutura para resolver problemas complexos. É natural a aplicabilidade do design thinking na arquitetura e construção, já que seus conceitos também norteiam as competências básicas da profissão do arquiteto e engenheiro: projetar para pessoas, lidar com muitas condicionantes e concretizar projetos a partir de uma cadeia de parceiros fundamentais no esclarecimento das ideias. Na Vobi, por exemplo, o design thinking nos ajuda a promover uma cultura de inovação e permite que nossas equipes gerem e testem ideias de maneira criativa e eficaz, quer estejam tentando criar uma nova ferramenta para nossa plataforma ou desenvolvendo novas metodologias para ajudar no crescimento dos profissionais que fazem o uso dela. Já aconteceu com você de querer projetar algo criativo e inovador e ser boicotado pelas pré-concepções ou pela rotina corrida que leva ao modo automático de elaboração de projeto? Se sim, uma alternativa bastante útil para entregar um projeto e um serviço inovador, criativo e que atenda às necessidades reais de seu cliente é a adoção do design thinking em sua metodologia de projeto. Conheça um pouco mais sobre este assunto nesse artigo! No decorrer dele você irá aprender sobre: É a maneira de pensar do design, que se motiva em qualificar a vida das pessoas, a partir do profundo conhecimento de suas necessidades (funcionais, emocionais e estéticas), gerar criatividade e inovação a partir da inteligência coletiva e racionalizar e analisar as variáveis para formatar soluções. Além disso, quando as pessoas que estão ligadas ao cliente e ao projeto são levadas em consideração, com o mesmo critério de importância, diferentes pontos de vista são agregados no briefing e no desenvolvimento do projeto, agregando ainda mais conhecimento e suporte aos envolvidos. O design thinking trabalha sustentado pelo pilar da inovação. Por esse motivo, os projetos alcançam maiores resultados do início à entrega, pois pensam a longo prazo, usando ferramentas em todos os sentidos. Veja os benefícios dessa abordagem, que se estendem a todas as etapas de um projeto: ✔️ Promove o trabalho colaborativo — os projetos são horizontais e trazem pontos de vista plurais, que agregam mais ângulos para a tomada de decisões; ✔️ Possibilita usar protótipos antes da apresentação do projeto final ao cliente, gerando maiores e melhores resultados; ✔️ Atende necessidades que, muitas vezes, processos tradicionais não alcançam; ✔️ Permite a correção de falhas durante o processo de desenvolvimento; ✔️ Confere um diferencial competitivo aos prestadores do serviço; ✔️ Traz maior valor agregado ao produto/serviço final; ✔️ Oferece constante aprendizado para todos os envolvidos; ✔️ Gera maior proximidade com o cliente. Na próxima vez que precisar resolver um problema, você pode aumentar a capacidade criativa sua e de sua equipe, concentrando-se em três princípios básicos de design thinking: empatia, pensamento expansivo e experimentação. ‍É ótimo criar um produto ou serviço inovador. Não é tão bom construir um que seja inútil para as pessoas. É por isso que seus usuários devem ser seu foco nº 1. Comece cada exercício de ideação discutindo as pessoas que usarão seu projeto ou serviço. O pensamento expansivo, também conhecido como brainstorming, trata da criação de várias maneiras de resolver um problema ou melhorar uma situação. É normal que a maioria das ideias que você e sua equipe tiverem acabe não dando certo, esse processo de acerto e erro faz parte da busca da solução ideal. Para começar seu brainstorm, tente desafiar você e sua equipe a apresentar ideias que não sejam apenas 10% melhores do que o status quo, mas 10 vezes melhores. Basicamente, pensar grande - tipo, realmente grande - pode lhe dar ideias novas e radicais. Na realização de projetos, uma boa alternativa é utilizar o moodboard como forma de representação visual daquilo que se almeja como resultado. Depois de ter uma lista de ideias, você precisará começar a aprender quais ideias funcionam e quais não. É aqui que você começa a experimentar e colocar seu projeto em uma planta ou no modelo 3D, por exemplo. Na fase de prototipagem, você construirá uma versão inicial de sua ideia e a testará as soluções para ver o que realmente funciona. Em seguida, entenda a aplicabilidade para decidir se faz mais sentido levar sua ideia adiante, eliminá-la ou ajustá-la. A experimentação diz respeito a testar as ideias e poder voltar atrás quando elas não performam como gostaríamos. Ao reunir todas as condicionantes de uma demanda e tomar as decisões necessárias, é valioso poder novamente se distanciar e avaliar se está conseguindo atingir uma experiência compatível com as suas expectativas, da sua equipe e de seu cliente. Por diversos motivos, os profissionais da arquitetura e engenheira acabam focando mais na segunda etapa, a de formatação de soluções, pulando para a parte do desenho ou do 3D. A abordagem do design thinking traz ferramentas que auxiliam na primeira etapa, especialmente para que os clientes sejam a principal motivação de um projeto, e não o próprio projeto. O design thinking é uma metodologia inovadora de resolução de problemas acessível a todos e a qualquer pessoa. Ao ter empatia com seus usuários, praticar o pensamento expansivo e experimentar suas ideias, você e sua equipe podem explorar seu poder criativo coletivo. www.thinkwithgoogle.com www.practiceofarchitecture.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/diagrama-de-gantt Title: Diagrama de Gantt: definição, vantagens e como utilizar Meta Description: O diagrama de Gantt é uma ferramenta valiosa para mapear tarefas e garantir o cumprimento do prazo estabelecido. Saiba como usar e manter as atividades em dia. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/diagrama-de-gantt ## Headings Structure: H1: Diagrama de Gantt: definição, vantagens e como utilizar H2: O que é? H2: Como funciona? H3: Definição do intervalo de tempo H3: Adicione tarefas com datas de início e de conclusão H3: Adicione as dependências H3: Identifique os marcos H3: Seja flexível H2: Qual é o objetivo do diagrama de Gantt? H3: Comunicação H3: Motivação H3: Prestação de contas H2: Diagrama de Gantt no planejamento de obras e projetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Diagrama de Gantt: definição, vantagens e como utilizar H2: O que é? H2: Como funciona? H3: Definição do intervalo de tempo H3: Adicione tarefas com datas de início e de conclusão H3: Adicione as dependências H3: Identifique os marcos H3: Seja flexível H2: Qual é o objetivo do diagrama de Gantt? H3: Comunicação H3: Motivação H3: Prestação de contas H2: Diagrama de Gantt no planejamento de obras e projetos H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um projeto exige estratégias de gestão desde o planejamento até a execução, ele é considerado estruturado quando há um roteiro detalhado e um acompanhamento de forma clara do progresso de cada etapa. O diagrama de Gantt é uma prática comum para monitorar esse progresso, sendo ele representado por barras horizontais que indicam os intervalos de tempo para o início e o fim das fases. Os gráficos de Gantt ilustram, então, o desenvolvimento de projetos e destacam suas vantagens. Embora quem não tem o hábito de utilizá-los considere que eles têm aparência intimidadora, eles não possuem dificuldade para sua aplicação. De certo, você já deve ter escutado falar sobre o diagrama de Gantt para gerenciar projetos. Se você ainda não o conhece, este é o artigo certo para você aprender tudo o que precisa saber e como criar um de forma rápida. Descubra por que tantas equipes utilizam em empresas, leia os seguintes tópicos: O diagrama de Gantt é um tipo de gráfico de barras, o qual foi nomeado em homenagem ao seu inventor, Henry Gantt, que o projetou no início do século XX. Essa ferramenta é muito utilizada atualmente para representar cronograma de projetos, incluindo as dependências entre as atividades e o status atual do projeto. No diagrama, as tarefas que precisam ser executadas são listadas no eixo vertical, enquanto os intervalos de tempo são representados no eixo horizontal. A largura das barras horizontais indica a duração de cada atividade. Ao mostrar também os relacionamentos de dependência entre as atividades, o diagrama oferece uma visão clara da sequência de execução das atividades ao longo do projeto. Com a elucidação dos marcos importantes e cronograma geral, é possível que a equipe compreenda o trabalho a ser realizado, quem é o responsável e quando deve ser feito. O diagrama de Gantt é dividido em cinco partes principais, acompanhe a seguir: O gráfico inclui também o caminho crítico, que é um conjunto de tarefas ou uma única que controla a data prevista para o início ou término do projeto. Ele possibilita identificar quais atividades são mais importantes e necessitam de atenção, pois o atraso de uma tarefa do caminho crítico pode gerar atrasos na conclusão do projeto. Algumas etapas básicas são necessárias para criar um diagrama de Gantt, mas lembre-se que nenhum gráfico será igual a outro. Escolha uma plataforma que ofereça os recursos necessários, como a Vobi. Aqui estão as principais etapas para você começar a aplicar o método: Defina o intervalo de tempo do seu projeto, considerando um cronograma que representa o tempo total para a conclusão do projeto. É importante considerar datas após-conclusão, onde são planejadas aquelas eventuais tarefas, como o acompanhamento com o cliente para manutenções ou assessorias. Insira as tarefas específicas do seu projeto ao diagrama de Gantt, com as datas estabelecidas para que a visualização em gráfico de barras seja clara. Se não forem adicionadas datas de início, as atividades serão exibidas de uma forma que dificulta a compreensão do panorama do projeto. É importante esclarecer as dependências no gráfico para garantir que toda equipe esteja alinhada e o projeto aconteça sem complicações. Por exemplo, a instalação dos revestimentos só pode iniciar após a conclusão da alvenaria, assim como a pintura só começa após a instalação dos revestimentos. Os marcos são importantes, no diagrama de Gantt, para indicar à equipe o que deve ser priorizado e também funcione como uma vitória a ser comemorada. Alguns exemplos de marcos incluem: aprovações de projetos, pontos de início para tarefas críticas e pontos de conclusão de fases. Algumas mudanças no meio do percurso são inevitáveis, por isso você pode modificar seu trabalho e da equipe caso algum plano mude devido a diversos fatores, como condições climáticas ou atrasos de fornecedores. A utilização do diagrama de Gantt serve para que os gestores possam visualizar o projeto em sua totalidade e dividir as tarefas em atividades menores, facilitando a administração de múltiplas tarefas por consolidar tudo em um só documento. Na área da construção civil, por exemplo, o diagrama é eficaz para monitorar as dependências de tarefas. Como em uma obra onde a instalação de tubulações devem ser feitas antes da instalação de revestimentos de parede. Assim, é possível garantir as sequências corretas de atividades e evitar atrasos na obra. Outra finalidade importante do diagrama de Gantt é que com a visibilidade do andamento do projeto pode-se fazer ajustes no planejamento inicial, como a realocação de recursos, revisão de prazos ou alteração de prioridades, assim fica mais fácil manter o projeto dentro do cronograma garantindo que a entrega ocorra da melhor forma. Acompanhe as principais objetivos de utilizar o gráfico de Gantt: Utilizando o diagrama é possível tornar mais eficaz as atualizações de status de um projeto, pois a clareza visual do gráfico fornece facilidade de entender o progresso das tarefas. Isso evita ambiguidades e mal entendidos que por ventura possam ocorrer, garantindo que todos estejam alinhados quanto ao andamento do projeto. Além disso, o diagrama de Gantt possibilita atualizações em tempo real, promovendo a comunicação mais colaborativa entre os membros e facilitando a tomada de decisões ao longo do projeto. A capacidade de entender as atividades por meio de um gráfico faz com que os profissionais se concentrem nas tarefas que estão à frente da linha do tempo, fornecendo uma sensação de motivação para concluir as atividades no prazo estabelecido. Também funciona como um incentivo, pois estimula o trabalho de forma eficiente para que se possa alcançar os marcos do projeto. O diagrama de Gantt auxilia na prestação de contas da equipe, pois destaca as falhas e conquistas dos profissionais. Com ele, os gestores podem identificar os aspectos onde a equipe está avançando e atingindo os marcos ou, ao contrário disso, destacar aquelas tarefas onde estão havendo dificuldades. Esse último aspecto ajuda na identificação precoce de possíveis problemas para serem evitados impactos no projeto. O gráfico serve também como documentação dos resultados obtidos ao longo do projeto para ser feita a prestação de contas a outras partes envolvidas, como clientes e parceiros. Assim, essa ferramenta pode ser indispensável para o sucesso de projetos de construção complexos e de grande escala. O diagrama de Gantt é muito útil na hora de planejar obras e projetos na construção civil. Como citado anteriormente, ele permite que os membros da equipe visualizem as tarefas e etapas envolvidas no projeto, a duração de cada uma delas, bem como suas dependências. Nós da Vobi, sabemos que quando se trata do gerenciamento de projetos de longo prazo, compreender e acompanhar as etapas é crucial para garantir o progresso do trabalho de forma eficiente. Nossa ferramenta de cronograma de etapas te ajuda a ter controle completo das etapas de cada um dos seus projetos. Você pode acessar o Cronograma Geral, onde aparece o andamento de todos os projetos e etapas de forma simultânea. Como também pode acessar o Cronograma por Projeto, onde só é visto as etapas do projeto específico. Com o cronograma de projetos, é possível: Utilizando o diagrama de Gantt na Vobi, você pode também: Para entender melhor como funciona o diagrama de Gantt dentro da plataforma Vobi, vinculando e gerenciando tarefas dos projetos e obras, clique neste link! Solicite seu convite e comprove como a Vobi pode melhorar e muito a gestão do seu negócio de arquitetura e construção civil. https://rockcontent.com/br/ https://www.teamgantt.com/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/diario-de-obra Title: Diário de obra: garantia de qualidade e eficiência Meta Description: Com o diário de obra da Vobi, seu acompanhamento de obras fica ainda mais ágil, permitindo uma gestão eficaz e melhor comunicação entre a equipe envolvida. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/diario-de-obra ## Headings Structure: H1: Diário de obra: garantia de qualidade e eficiência H2: O que deve conter em um diário de obra? H2: Os benefícios de ter um diário de obra online H3: Organização e controle das atividades H3: Comprovação da evolução da obra H3: Controle de qualidade H2: Como funciona o diário de obra na Vobi? H3: Registro fotográfico profissional H3: Controle de ocorrências e redução de erros H3: Acompanhamento detalhado e monitoramento em tempo real H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Diário de obra: garantia de qualidade e eficiência H2: O que deve conter em um diário de obra? H2: Os benefícios de ter um diário de obra online H3: Organização e controle das atividades H3: Comprovação da evolução da obra H3: Controle de qualidade H2: Como funciona o diário de obra na Vobi? H3: Registro fotográfico profissional H3: Controle de ocorrências e redução de erros H3: Acompanhamento detalhado e monitoramento em tempo real H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os escritórios de engenharia e arquitetura, bem como as construtoras, que desejam executar projetos de forma eficaz devem utilizar a ferramenta de diário de obra. Esse recurso não é uma tarefa difícil, no entanto, é um processo que requer disciplina e organização por parte dos colaboradores responsáveis. O profissional encarregado pela execução deve preencher o relatório diário de obras, também conhecido como RDO. Esse documento visa conter todas as informações importantes sobre o andamento da obra, desde as atividades do dia a dia até as medidas tomadas pelos profissionais. Com isso, toda equipe pode ter uma visão clara do que está acontecendo e fica certificado a qualidade e eficiência na execução da obra. Por isso, o preenchimento do diário de obra, através de frequência adequada, é uma peça fundamental para que você mantenha a gestão de projetos e obras. Neste artigo, apresentamos as vantagens de implementar a gestão e diário de obra no seu negócio. Além do mais, aproveitamos para apresentar uma ferramenta que pode simplificar esse processo. Confira abaixo: Primeiramente, é importante citar que o diário de obra é uma obrigatoriedade advinda pela legislação do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia). A resolução N° 1089, de março de 2017, determinou o relatório como uma garantia da efetiva participação do técnico responsável pela execução da obra. Dessa forma, o diário é essencial para comprovar que o profissional se comprometeu com o acompanhamento da obra em questão. O documento, passa a ser então, um instrumento utilizado pelos agentes fiscalizadores para a verificação da conformidade do desempenho profissional. Para um preenchimento preciso do diário de obra, é preciso adicionar as seguintes informações e elementos visuais: Entenda melhor cada tópico lendo o artigo completo que preparamos sobre essa temática, clicando aqui. Já pensou no cenário em que, por algum motivo, a obra fica parada e os materiais são desperdiçados e, consequentemente, o dinheiro também? Ninguém quer ver o investimento indo para o ralo, não é mesmo? Um canteiro de obras parado, pode causar um prejuízo de até 30% do valor inicialmente programado. Os desafios de controle de custos são um desafio na área da construção civil. A falta de atenção a esse ponto pode gerar desconfiança entre clientes e fornecedores. E isso é o maior problema para seu negócio: não conquistar efetivamente a confiança dos clientes. Com o diário de obra preenchido corretamente, fica claro o andamento da construção, além de mostrar consideração com os propósitos do cliente. Sem um relato dos passos realizados fica difícil recuperar algum prazo caso surja alguma problemática. Sabemos que um canteiro de obras deve funcionar similar a sua empresa: organização, estratégia e logística são premissas. Na prática, ele deve conter entrada, saída e espaço de trabalho adequado, além de proteção para os materiais perecíveis, isso equivale à agilidade e controle dos recursos utilizados. Portanto, o diário de obra é essencial para garantir essa otimização e gestão de materiais. Esse documento está diretamente relacionado à organização, pois é uma ferramenta que registra as atividades realizadas diretamente em uma obra. Além disso, o diário permite que o cronograma esteja sempre atualizado, já que é realizado o acompanhamento do avanço das atividades. Por exemplo, é possível planejar o ritmo da obra, programando as compras e entendendo o momento certo de comprá-las, bem como o acompanhando dos prazos de entrega desses materiais. Portanto, o diário de obra é uma ferramenta didática e detalhada que visa tornar o progresso da construção de forma transparente para os clientes e também para a equipe de projeto. A implementação desse recurso de forma online é a ação mais indicada para o acompanhamento de obra eficiente. Através de uma boa solução, é possível realizar o monitoramento claro e seguro dos dados, além da possibilidade de gerar relatórios atualizados, favorecendo a comparação entre o planejado e o realizado. Assim, todos os profissionais envolvidos otimizam o tempo com o acompanhamento das atividades online, o que oferece mais segurança nas tomadas de decisões de ações corretivas ou preventivas. Os registros feitos ao longo do tempo no diário de obra comprovam a evolução da etapa de execução do projeto, por exemplo, é através das fotografias em diferentes momentos que é possível identificar a progressão da obra, bem como qualquer mudança significativa que ocorreu durante o processo. Ou além, essa documentação pode resolver questões de responsabilidade e disputas legais que possam ocorrer durante ou após a conclusão da obra. Com todos os detalhes em controle, mais produtivas serão as operações. Ou seja, a elevação da produtividade pode demonstrar resultados mais eficientes na entrega ao cliente. Isso pode resultar, por exemplo, em uma finalização da obra antes do prazo previsto, proporcionando uma economia significativa. A economia de tempo e dinheiro nessa fase importante é o objetivo de todo investidor. Por isso, o diário de obra pode alcançar esse objetivo de retorno do capital empregado. Embora esse cenário não seja uma regra, o RDO permite sim que os serviços sejam mais flexíveis e produtivos, graças ao controle frequente e detalhado. Agora imagina se todas essas informações estivessem indexadas de forma online? Uma solução tecnológica coleta os dados sobre o andamento da obra, os quais são essenciais para os responsáveis de projeto e das construtoras. A partir disso, é possível realizar reuniões e avaliação dos resultados, otimizando o trabalho de todos os envolvidos. Esses relatórios permitem a previsão de despesas para aumentar a economia de recursos, o controle financeiro, o gerenciamento do tempo e o aprimoramento da comunicação entre as equipes. O registro diário de obras é um importante instrumento de controle de qualidade, se aliado com o registro fotográfico é aumentado significativamente a eficácia. As imagens ofertam informações transparentes sobre as condições de materiais, incluindo defeitos e estado de conservação. Isso contribui para o controle de qualidade, pois é possível identificar potenciais falhas antes que elas se tornem críticas, e para melhoria contínua do processo, adotar novas técnicas e práticas eficazes. Além do mais, com as fotos é possível observar se as técnicas de aplicação empregadas estão em conformidade com as especificações de normas e projetos. Ainda, é possível identificar prováveis sobras de materiais que podem ser utilizadas em outras frentes de obra evitando, assim, o desperdício. Dessa forma, a utilização de uma ferramenta online para o RDO oferece aos gestores dados atualizados em tempo real, assegurando que as informações não se percam. A adoção de tecnologias, como a Vobi, é fundamental para o planejamento das obras e controle de qualidade. A Vobi apresenta uma solução revolucionária com seu Diário de Obra Online, uma ferramenta abrangente que promete transformar a maneira como profissionais da construção registram e acompanham o progresso de suas obras. ‍Um dos diferenciais destacados pelo Diário de Obra Vobi é a centralização de todos os registros fotográficos. A capacidade de documentar online o progresso das obras por meio de relatórios e fotos das execuções não apenas simplifica o processo, mas também adiciona um toque profissional à documentação. ‍Eliminar a necessidade de papel, reduzir erros e centralizar medições e inspeções são aspectos fundamentais para o sucesso de qualquer obra. O Diário de Obra da Vobi oferece uma solução prática para isso, permitindo o registro de ocorrências de forma online. Essa funcionalidade não apenas simplifica o processo, mas também contribui para um ambiente de trabalho mais organizado e eficiente. ‍A capacidade de acompanhar detalhadamente a evolução das obras e monitorar em tempo real o progresso de cada projeto é um diferencial significativo. Com o Diário de Obra da Vobi, os profissionais da construção podem tomar decisões assertivas, identificando possíveis riscos e problemas antes que se tornem obstáculos significativos. Além de tudo isso, a praticidade é levada a um novo patamar com o aplicativo da Vobi, que permite a criação de relatórios diretamente da obra. Não importa onde esteja, o profissional da construção pode ganhar tempo e documentar todas as informações relevantes usando o aplicativo. Solicitar um convite para acessar o aplicativo é o caminho para maior eficiência e flexibilidade na gestão de projetos. Peça já o seu convite, acompanhe o progresso do seu projeto e garanta uma gestão eficiente e organizada da sua obra. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/dicas-para-apresentacao-de-projetos-remota-e-eficiente Title: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente Meta Description: Reuniões por videoconferência já fazem parte da nova realidade e apresentam desafios. Por isso, confira as dicas para apresentação de projeto remota e eficiente Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/dicas-para-apresentacao-de-projetos-remota-e-eficiente ## Headings Structure: H1: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H2: Prepare-se com antecedência H2: Torne a experiência agradável H2: Como montar uma boa apresentação? H2: Apresente no tom certo H2: E se algo der errado com a minha apresentação? H2: Seja criativo H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H2: Prepare-se com antecedência H2: Torne a experiência agradável H2: Como montar uma boa apresentação? H2: Apresente no tom certo H2: E se algo der errado com a minha apresentação? H2: Seja criativo H3: Continuar lendo H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Muito do nosso dia a dia está online - nossa comunicação com pessoas, compras, reservas e calendários, por exemplo. ‍ À medida que nossa confiança nas ferramentas digitais em nossas vidas pessoais e profissionais continua a crescer, também aumentam esses números. Não é surpresa que, o universo da arquitetura e do design de interiores sofrem influência direta desta tendência, levando à uma adaptação de processos tradicionais para o digital. Com a pandemia, houve um aceleramento desta transição e em um curto espaço de tempo. A digitalização dos escritórios e o trabalho remoto vieram para ficar. Isso porque a correria do dia a dia, o trânsito intenso e outros contratempos dificultam a chegada do cliente até a loja. Dessa forma, a conexão online permanecerá ajudando na comunicação entre cliente e empresas. Realizar videoconferências com clientes para apresentações de projetos faz parte desta nova realidade e apresenta desafios, especialmente porque a reunião presencial com o cliente para a apresentação é considerada, para muitos, um fator decisivo para a aprovação da proposta ou de um projeto. Se você quer saber como não perder a proximidade com o cliente e conseguir fechar vendas mesmo a distância, sem baixar o índice de conversão da sua empresa, convidamos você a continuar lendo este artigo, pois separamos algumas dicas que irão lhe ajudar. Ao final do texto você terá aprendido sobre: O primeiro passo para uma apresentação de projeto remota bem sucedida, acredite se quiser, é o mesmo de uma apresentação frente à frente com seu cliente: A preparação. Por conta da facilidade de ligar o computador e já estar na reunião, muitas pessoas acabam deixando para o último minuto e, por isso, dificuldades com programas que não abrem, microfones que não funcionam e câmeras que não mostram a imagem acabam sendo mais comuns do que se deseja. Por isso, imite um ambiente de reunião pessoalmente e chegue cedo. Tenha seu laptop carregado ou, melhor ainda, conectado à tomada e sons de notificação desativados para evitar surpresas indesejadas durante sua apresentação. Verifique se todo o software e arquivos necessários são baixados e atualizados. Se for utilizar programas como autocad ou sketchup para a apresentação, uma dica é deixar salvo em uma pasta alguns prints que mostrem a ideia principal que gostaria de passar, assim, caso travem durante uma apresentação, você terá um plano B para não prejudicá-lo. Defina um lembrete para desligar todas as janelas e programas desnecessários enquanto você estiver apresentando e peça à sua família ou colegas de quarto para interromper a transmissão de vídeos ou jogos para que você tenha a melhor conexão possível em reuniões domésticas. ‍‍ Tente manter animais de estimação, crianças ou outras pessoas que estejam em casa fora da sala enquanto você estiver apresentando. Por mais que você os ame, uma participação especial deles provavelmente não é apropriada agora. E se uma criança aparecer durante sua vídeo chamada? Não será o fim do mundo! Você deve simplesmente fazer uma pausa rápida para conduzir seu hóspede indesejado. Quando você faz uma apresentação em uma sala de conferência, você tende a querer ir direto ao projeto, mas uma abertura descontraída, com uma conversa para "quebrar o gelo" pode criar uma conexão entre você e as pessoas a quem você está apresentando. É importante sempre ficar atento ao tempo. Apresentações longas geram desinteresse e, só porque não há outro cliente esperando do lado de fora da próxima reunião, não significa que você deva ignorar quanto tempo leva a sua apresentação. O tempo de todos é valioso e precisa ser respeitado. Por fim, fique atento à linguagem corporal durante a apresentação. Não ter esse elemento pode ser uma parte complicada de apresentações remotas que permite ver seu público, mudanças de postura, gestos e nuances vocais pode dificultar a transmissão da mensagem, por isso, sempre que possível, compartilhe seu vídeo e incentive seu cliente a fazer o mesmo, assim a experiência ficará mais próxima de uma reunião no mesmo espaço físico. Com a constância da apresentação de projetos online, é importante que este processo se torne simples e eficiente para você. Por isso, recomendamos que você separe um tempo para elaborar um modelo de slides padrão onde você precise apenas atualizar as informações e imagens para cada nova apresentação. No primeiro slide, por exemplo, o ideal é que seja feita uma explanação geral do projeto, para que aproxime as expectativas do cliente com as propostas arquitetônicas. Em seguida, é importante apresentar os conceitos e metodologias utilizados em sua realização, mostrando como as soluções técnicas e estéticas escolhidas atendem à demanda do cliente. Ao longo dos slides, diversifique o conteúdo para prender a atenção do cliente. Especialmente na área da arquitetura e do design de interiores, o uso de imagens de diversos tipos e tamanhos, com texturas e cores de destaque, são aliados na hora de convencer o cliente a aprovar um projeto. Mesclar plantas com projeções da obra pronta, videos, cortes e fachadas são ótimas opções. Aproveite para mostrar maquetes em 3D, croquis e plantas de referência para se aprofundar tecnicamente no projeto e demonstrar conhecimentos sólidos aos clientes, além de imagens impressionantes. Outra dica para sua apresentação de projeto ser um sucesso é mostrar o passo a passo do trabalho, explicando como você chegou à solução que está apresentando. Ao detalhar o processo criativo, você prende a atenção do público e facilita a compreensão do que está mostrando. Além disso, é uma forma de destacar que você entende do que faz e que aquela solução está sendo apresentada por um motivo. Um cuidado importante ao apresentar um projeto para o cliente é usar o tom certo para cativar a audiência, especialmente se a apresentação for remota. Técnicas como oscilar o tom de voz e fazer algumas perguntas no meio da apresentação ajudam a manter os ouvintes interessados e, também, a testar a atenção de quem está participando da reunião. Seja didático ao explicar o projeto e aposte em recursos como ilustrações, maquetes, croquis e toda sorte de ferramentas visuais. Independentemente do que escolher, é preciso se certificar de que o cliente realmente está entendendo as soluções apresentadas. Trate dúvidas e perguntas de forma natural. Quando o cliente questiona certos pontos da apresentação significa que ele está interessado. Se a audiência der a entender que não compreendeu alguma parte do que foi mostrado não repita o que expôs. Procure uma nova abordagem, mais clara e objetiva. Peça a opinião do cliente sobre o projeto, o custo, colete suas impressões, busque saber pontos positivos, negativos e, principalmente, se o que você apresentou atendeu às expectativas da empresa. Ao terminar sua apresentação, analise se haverá a necessidade de marcar uma reunião extra para discutir pontos específicos do projeto. Mas o que acontece se, apesar de toda a sua preparação, algo der realmente errado durante uma apresentação on-line? Aconteça o que acontecer, seu cliente também é humano e, especialmente com tantos de nós trabalhando em casa durante a quarentena, todos sabemos que às vezes trabalhar e apresentar remotamente significa planejar o não planejado. [Leia também sobre "Como liderar em momentos de caos e complexidade"] Em suas apresentações de projeto, você sempre procura proporcionar as melhores experiências para seu cliente. Se você trabalha com escritório físico, oferece um café, água (...). Se trabalha em formato home office, procura marcar as apresentações em um café confortável, um coworking que lhe ofereça uma boa infraestrutura, certo? Então, que tal inovar e tentar trazer um pouquinho desta experiência para as apresentações virtuais? Se você agendou uma reunião no meio da tarde, por exemplo, você pode surpreender o seu cliente e enviar um café para compartilharem durante a conversa. Este é apenas um exemplo, mas só você conhece o seu cliente e como pode surpreendê-lo positivamente. Utilize-se da criatividade para diferenciar-se no mercado e conquistar sua fidelidade. Por fim, esteja você atualmente trabalhando em um escritório, somente online ou trabalhando com uma mistura de ambos, a Vobi está aqui para ajudar. https://www.ivy.co/designers/magazine/ivy-news/online-vs-in-person-product-sourcing/ https://www.projectengineer.net/how-to-give-a-stunning-project-presentation/ https://www.foccolojas.com.br/blog/apresentar-projetos-remotamente/ https://www.pewresearch.org/fact-tank/2019/07/25/americans-going-online-almost-constantly/ https://www.vivadecora.com.br/pro/gestao/apresentacao-de-projeto-arquitetonico/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/dicas-para-fidelizar-clientes-e-conquistar-indicacoes Title: Dicas para fidelizar clientes e conquistar indicações Meta Description: Saiba como ter clientes que propaguem sua marca através de estratégias de gestão e marketing. Acompanhe as dicas para fidelizá-los e conquistá-los. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/dicas-para-fidelizar-clientes-e-conquistar-indicacoes ## Headings Structure: H1: Dicas para fidelizar clientes e conquistar indicações H2: Entregue valor desde o primeiro contato H2: Seja prestativo, pontual e cuidadoso H2: Atente-se aos feedbacks recebidos e mantenha contato H3: Pesquisa de satisfação H3: Presentes personalizados H3: Coloque em prática H2: Entenda o nível de fidelização H2: Confie no marketing H3: Marketing de conteúdo H3: Marketing nas redes sociais H3: Marketing de recomendação H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Dicas para fidelizar clientes e conquistar indicações H2: Entregue valor desde o primeiro contato H2: Seja prestativo, pontual e cuidadoso H2: Atente-se aos feedbacks recebidos e mantenha contato H3: Pesquisa de satisfação H4: Google Formulários: H4: Typeform H3: Presentes personalizados H3: Coloque em prática H2: Entenda o nível de fidelização H2: Confie no marketing H3: Marketing de conteúdo H3: Marketing nas redes sociais H3: Marketing de recomendação H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Após compreender as necessidades do seu cliente em potencial, conquistá-lo e fornecer um serviço, é imprescindível continuar executando ações de relacionamento que promovam parceria e, consequentemente, a fidelização ao seu trabalho de engenharia ou arquitetura. Para isso, ações de gestão e marketing são capazes de fazer os velhos clientes voltarem a comprar o seu serviço, e mais, trazerem novas pessoas através de indicações. Você já parou para pensar que a volta do seu cliente sinaliza que você não precisou gastar tempo e dinheiro para conquistar uma venda? Além do mais, ele já te conhece e se sente mais confortável com as suas escolhas. Entenda como fidelizar clientes e como isso pode impactar positivamente no seu escritório. Se você ainda não sabe como fazer ou acha que está fazendo errado, separamos algumas dicas para você aplicar com seus atuais e futuros clientes. Confira: A fidelização inicia na primeira conversa com o cliente, são nos primeiros passos que é possível identificar os gostos da pessoa e se o projeto tem o programa, as preferências, os prazos e conceitos que fazem sentido para você, a fim de evitar futuros estresses, conflitos e até resultados desagradáveis para ambas as partes. Às vezes, você vai entender que não é o profissional certo para aquele trabalho ou vai identificar que o cliente não está alinhado com a sua visão de projeto. Por exemplo: há situações onde os ideais (de sustentabilidade, de urbanismo, ética, etc) não são os mesmos e devem ser levados em conta antes de fechar qualquer negócio futuro. Em situações como essas, é necessário encaminhar leads para um parceiro. Só conhecer o perfil do cliente não é suficiente para fidelizá-lo. Você deve guardar essas informações, pois elas serão responsáveis por manter contato e, ainda, ajudarão a identificar a melhor forma de vender um produto - aumentando as suas oportunidades. Nessa etapa, é importante usar a tecnologia à seu favor. Desenvolver um briefing completo de forma online, é essencial para entender as expectativas do cliente e criar um bom relacionamento. Pergunte sobre os objetivos da busca por um profissional de arquitetura e engenharia, detalhes do estilo de vida que recordem questões afetivas - os quais serão importantes, posteriormente, para o desenvolvimento do projeto -, as necessidades e preferências dos clientes, o orçamento e as informações técnicas que guiarão as tomadas de decisão. Além disso, os dados pessoais, como telefone, e-mail, data de aniversário e endereço são essenciais para as futuras comunicações. Outra dica valiosa é perguntar qual o melhor horário para entrar em contato e quais são os pontos de encontros preferidos. Use a criatividade para organizar as perguntas, mas atente-se em como elas te auxiliarão no futuro. Manter essas informações coletadas em um só lugar é muito importante para não perder tempo procurando-as no dia a dia. Depois de entender um pouco mais sobre o cliente, e finalmente fechar o contrato, chega a hora de desenvolver o projeto e acompanhar as obras. Neste momento, manter o suporte é o segredo para fidelização dos clientes. Surgirão problemas no meio do caminho e você precisará tomar decisões de forma rápida e cordial, sempre orientando-os. O atendimento deve priorizar a transparência e a integridade, afinal, eles depositaram toda confiança em você para construir ou reformar o ambiente, o qual possui muito valor. Em ambientes residenciais, por exemplo, onde envolve muita privacidade e particularidades de várias pessoas, deve haver muita sensibilidade e discrição para trabalhar. Cumpra seus acordos e mantenha o cliente sempre informado sobre os passos dados. Isso contribui para controlar a ansiedade e não haver problemas de comunicação. Você certamente já deve ter escutado a seguinte frase: “Ah, mas eu achei que isso já estava pronto!” Em muitos casos ela demonstra insatisfação, por uma expectativa criada e intensificada pela falta de comunicação sobre o status do projeto. Evite que isso aconteça, esse tipo de mal entendido pode levar o cliente a não te procurar futuramente, assim como, ser o suficiente para haver difamação da sua marca. Assim que o projeto for concluído, faça uma pesquisa de satisfação. Ela é uma chance para entender melhor como foi a experiência do cliente e te qualificar mais em relação ao mercado. Ela irá guiar, igualmente, como podem ser feitos os próximos contatos e as melhores estratégias de vendas e marketing. Você pode fazê-la através de ferramentas como: O serviço oferecido pelo Google é gratuito. Existem vários modelos prontos que podem auxiliar na elaboração de questionários, como também, você pode começar do zero, clicando em “Em branco”. Para acessar as respostas é só abrir o formulário e clicar em “Respostas”. Automaticamente são criados gráficos que podem ser muito úteis na hora da análise. O Typeform é uma ferramenta muito interessante para criar pesquisas, de forma dinâmica e com uma estética agradável - seja no celular, tablet ou computador. A plataforma possui sua versão free, como a do Google, entretanto, possui algumas limitações e também não há versão em português. Pode ser inserido até 10 perguntas por questionário e coletadas 100 respostas. Há muitos modelos prontos, o que facilita bastante o trabalho! Na prática, são aquelas pesquisas encontradas em autoatendimentos de mercados e lojas de departamento, caracterizadas por ser um método mais rápido do que questionários cheios de perguntas específicas. Em suma, a pergunta é objetiva e o ideal é conquistar as notas 9 a 10. De acordo com Fred Reichheld, estrategista de negócios e criador da metodologia, os resultados consistem em: ❌ 0 a 6: os chamados detratores, são clientes que possuem insatisfação quanto ao serviço e possivelmente irão difamar a marca. ❌ 7 a 8: rotulados como neutros, são aqueles que ficaram agradados, entretanto, não ultrapassou disso, indicando que eles não irão engajar a marca. ✔️ 9 a 10: conhecidos como promotores, os clientes que deram as notas máximas foram cativados pela marca, onde há reconhecimento do seu serviço, e irão recomendá-lo em suas redes para outras pessoas. Você pode até oferecer brindes para estimular os clientes a responderem, que tal? Quem não gostaria de receber itens de decoração para casa nova? Você pode enviar um vasinho com cactos, suculentas ou quadros decorativos, compensando-os por terem parado um pouquinho para responder. #Dica: uma ferramenta que pode te auxiliar no NPS, é a survio: software ideal para esse tipo de pesquisa. Depois de entregar a obra é interessante, também, dar um presente personalizado. Uma peça que remeta a sua marca ou seu trabalho de arquiteto ou engenheiro será responsável por chamar atenção de visitantes, podendo se tornar novas oportunidades de trabalho. Pode ser uma maquete ou um fotolivro do projeto, contendo as representações gráficas, os renders fotorealistas e as imagens da obra pronta - de preferência de alta qualidade, para agregar valor ao produto. Então, atente-se a datas comemorativas para enviar um cartão físico ou eletrônico, separe um tempo para criar conteúdos educativos e visite-os para mostrar interesse em ajudá-los em alguma problemática. Certamente você não irá só receber opiniões positivas, algumas serão críticas construtivas capazes de trazer outras perspectivas para solucionar problemas existentes. Melhorar os pontos colocados através dos feedbacks é de grande valia para conquistar a fidelidade dos clientes, e ainda, não cometer possíveis erros com os próximos. Lembre-se que as críticas destrutivas também servem para reflexão e inspiração para buscar evoluir o negócio. Você irá perceber que esses clientes, possivelmente, foram mal educados desde o ínicio ou não cumpriram acordos combinados. É aqui onde fica claro a importância de saber dizer não em alguns momentos, para evitar chegar em uma situação extrema de ofensas e acusações. Atente-se aos sinais. Após aplicar as pesquisas de NPS (como visto no tópico anterior), é possível descobrir o quanto os clientes estão envolvidos com a marca. Outros dados em paralelo a esses são significativos para entender os níveis de fidelização como, por exemplo, quantos clientes já fecharam mais de um projeto com seu escritório e quantos procuraram mais de uma vez, mostrando algum interesse. Se existe uma boa quantidade, é porque os clientes estão apegados à marca e, consequentemente, há uma boa realização de estratégias que os fidelizam. A mesma lógica segue para novos clientes: entender como ele chegou até você irá deixar claro qual o nível de fidelização. Faça perguntas, do tipo: “Como você conheceu o nosso escritório?” Há uma grande possibilidade da pessoa responder que foi através de um cliente seu. Isso é um ótimo sinal! O pós-venda potencializa a satisfação da experiência do cliente em contratar os seus serviços e produtos. Além de adotar o atendimento humanizado, o suporte ao cliente e as pesquisas de satisfação para estruturá-lo, é possível implementar outros conceitos, como o marketing de conteúdo, o marketing nas redes sociais e o marketing de recomendação. Com os dados pessoais do cliente, como e-mail e WhatsApp, você pode encaminhar conteúdos de blogs, e-books, vídeos no YouTube, reels, entre outros, que o mantenha em contato com a sua marca. Sejam eles conteúdos educativos, descontos, informações de lançamentos, datas comemorativas, etc. Após a realização de um projeto de interiores, por exemplo, onde foi utilizado muita marcenaria nos ambientes, possuindo uma grande quantidade de gavetas, você pode desenvolver materiais com dicas de manutenção e durabilidade das corrediças. Ou conteúdos com a melhor forma de aproveitar a iluminação dos ambientes para gravar vídeos e/ou participar de reuniões, de forma online. Entre outros assuntos, que estejam direcionando o cliente a valorizar a solução adotada. #DICA: A plataforma Mailchimp automatiza as campanhas de e-mail marketing e envia para seus clientes cadastrados. Ela é muito didática: basta escolher o template com base no seu objetivo e gosto pessoal > adicionar o conteúdo desejado > escolher quem vai receber a campanha - todos os seus contatos cadastrados ou um público específico > depois é só clicar em enviar! Legal, não é? É notório o quanto promover marcas nas redes sociais pode alcançar um público gigantesco. É através delas que você pode mostrar o seu domínio e competência quando o assunto é arquitetura e construção e, com isso, fidelizar seus seguidores com postagens rotineiras sobre os bastidores de obras e desenvolvimento de projetos. As fotos dos projetos prontos, além de encantar novos clientes, permitem que as pessoas que contrataram o seu serviço possam mostrar o seu trabalho a outras, de forma concreta. Geralmente acabam replicando a postagem de sua edificação construída ou reformada, fazendo com que alcance muito mais pessoas. Entenda que as redes sociais são o seu portfólio e é importante que seu cartão de visitas esteja bem apresentável. O ideal é contratar fotógrafos que captam a essência do projeto. Esse investimento formará anúncios com fotos de qualidade capazes de serem comercializados mais rápido. Mas, você também pode obter resultados muito bons fotografando os ambientes usando o próprio celular. Quer saber como? Basta clicar aqui e ler o nosso artigo completo! Adicionar vídeos e comentários com avaliações dos clientes, nas redes sociais, também demonstra a satisfação deles para possíveis clientes e aumenta o posicionamento nos mecanismos de busca online. O marketing de recomendação consiste em desenvolver campanhas que dão desconto a quem indicar amigos, onde ambos fechem os contratos de projeto. Já pensou em utilizar a lógica dos cupons de desconto, daqueles famosos negócios digitais, no seu escritório? Mas tenha cuidado, faça isso da forma mais orgânica possível. Se o cliente não estiver aberto para o indicar, evite essa estratégia. Você certamente também já deve ter indicado algum outro profissional da área, mesmo que ele seja seu concorrente direto, não é mesmo? Seja por estar com a agenda lotada ou por achar que aquele arquiteto ou engenheiro seria a pessoa mais indicada para determinado projeto. Não hesite em contatá-los e pedir que indiquem clientes a você também, quando ele estiver com situações semelhantes. Essas são dicas que contribuirão para os seus clientes voltarem a te contatar nos próximos projetos e promoverem a sua marca com facilidade. www.vivadecora.com.br www.blog.marelli.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/entendendo-a-tcpo-como-utilizar-a-tabela-de-composicao-de-precos-para-orcamentos Title: Como utilizar a TCPO? Compreenda como usar essa tabela! Meta Description: A TCPO é essencial para calcular com precisão os custos e planejar orçamentos de obras. Conhecer esse recurso é indispensável se você é um profissional da área! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/entendendo-a-tcpo-como-utilizar-a-tabela-de-composicao-de-precos-para-orcamentos ## Headings Structure: H1: Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos H2: O que é TCPO na construção civil? H2: Para que serve a TCPO? H2: Como entender a TCPO? H3: Codificação H3: Números H3: Exemplo H2: Qual a diferença entre TCPO e SINAPI? H2: Como a Vobi pode te ajudar a fazer um orçamento de obra completo? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Entendendo a TCPO: como utilizar a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos H2: O que é TCPO na construção civil? H2: Para que serve a TCPO? H2: Como entender a TCPO? H3: Codificação H3: Números H3: Exemplo H2: Qual a diferença entre TCPO e SINAPI? H2: Como a Vobi pode te ajudar a fazer um orçamento de obra completo? H3: Continuar lendo H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A TCPO ou Tabela de Composições de Preços para Orçamentos é primordial na construção civil, pois ela fornece informações sobre custos e composições de materiais e serviços. Essa tabela funciona como um banco de dados, assim como o Sinapi, SICRO, ORSE e EMOP. Com recursos como esses é possível estimar custos em diferentes contextos da construção, eles contribuem para evitar erros de orçamentos, além de facilitar a participação em licitações e contribuir para um planejamento mais preciso e confiável em projetos de construção. Você já está familiarizado com a aplicação da TCPO em orçamentos? Continue acompanhando os tópicos para entender melhor: O TCPO é a sigla que representa a Tabela de Composição de Preços para Orçamentos, sendo essa uma importante ferramenta para detalhar os preços unitários e componentes de custos envolvidos nas atividades, materiais e serviços da construção civil. Essa tabela é a principal referência em engenharia de custos no país e é elaborada pela Pini - empresa líder em pesquisas para o setor construtivo. Engenheiros, arquitetos e profissionais orçamentistas podem usar esse recurso para entender os custos variáveis como mão de obra, equipamentos, custos indiretos e outras despesas, independente da fase do processo construtivo. Desde a preparação do terreno até os momentos finais, a tabela é fundamentada em dados atualizados do mercado, resultando em orçamentos realistas. A principal missão da Tabela de Composição de Preços para Orçamentos é abastecer as bases de dados dos sistemas de gestão utilizados em projetos de construção. Você já pensou como a TCPO pode facilitar o seu trabalho? Entenda como essa ferramenta pode otimizar o seu processo de planejamento: ✅Agilidade no desenvolvimento de orçamentos; ✅Padronização de custos em diferentes projetos; ✅Possibilidade de comparação entre propostas; ✅Flexibilidade de ajustar os valores a partir das particularidades de cada projeto. A TCPO representa uma base de dados e se você ainda não utiliza essas informações por não saber analisá-las e aplicar em suas planilhas, chegou a hora de entender como integrá-las. Imagina só: uma construtora, responsável pela orçamentação de um empreendimento, estima um valor irreal. O custo real excede o estimado! Na verdade, esse cenário é muito comum e é aí onde o TCPO entra como um recurso fundamental para avaliar as condições e dados de elementos da construção civil, como materiais e categorias de serviços. A Tabela de Composição de Preços para Orçamentos é dividida em 18 classificações e a organização dessas é estabelecida a partir das etapas de uma obra. Ou seja, somente pela numeração da TCPO é possível entender em qual fase o empreendimento se encontra. Por isso, a antecipação de gastos pode prevenir futuros empecilhos, ao entender os riscos relacionados a escolhas equivocadas. A tabela, então, evita investimentos desnecessários, desperdícios e falta de prioridades. O cumprimento das etapas e serviços previstos, a partir do planejamento e tabela orçamentária, permite que construtoras alcancem economias. Ao criar um padrão, onde há avaliações constantes com critérios consistentes das obras, permite-se um entendimento se a equipe está tendo um desempenho satisfatório e, consequentemente, economia. Além disso, saber aplicar o TCPO é importante no processo de concorrência em processos licitatórios, onde é essencial elaborar bons orçamentos e cumprir prazos. Ela agiliza o processo de elaboração de um orçamento por simplificar a criação das composições de custos unitários, já que para cada atividade, existe uma tabela específica. A compreensão da Tabela de Composição de Preços para Orçamentos envolve a familiarização com sua estrutura de codificação, a interpretação dos números e a utilização de exemplos para visualização como essa estrutura se aplica aos diversos serviços e materiais de construção. Acompanhe alguns passos para entender a TCPO: É constituída em 5 categorias, sendo: Divisão | Subdivisão | Natureza do item | Tipo | Item São compostos por 9 dígitos, separados por pontos: Considerando o código 04221.8.1.18, e consultando o TCPO encontramos a seguinte composição: A utilização da Tabela de Composição de Preços para Orçamentos ou TCPO resulta em informações que viabilizam a determinação dos gastos totais de uma construção, enquanto o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil ou Sinapi é utilizado como um referencial para quantidades e custos que compõem o processo de construção de edificações. Você consegue notar uma semelhança entre ambos? É porque tanto um como o outro são conjuntos de dados que englobam custos e índices de valores importantes para o setor da construção civil. A engenheira civil Wanessa Fazinga afirma que os bancos de dados estatísticos, como o Sinapi e a TCPO, são resultados de longas análises de campo em várias cidades e obras, sendo parâmetros valiosos que servem como guias iniciais no orçamento e precisam ser ajustados com base na realidade da obra. Saber elaborar um orçamento é essencial para qualquer profissional da construção civil, pois com esses cálculos é possível criar uma base sólida para sustentar o sucesso e a eficiência de todo o projeto. E se nós te ajudarmos nesse processo? Sabemos que na maioria das vezes não é nada fácil dar conta de gerir tanta informação. Através da nossa ferramenta de Composição de custos, também conhecida como composição de preço unitário, você pode calcular os índices de consumo de material, equipamentos e produtividade da mão-de-obra. Assim, você consegue calcular com precisão o valor da execução da obra e estabelecer sua margem de lucro através do BDI. Aproveite essa ferramenta poderosa para otimizar seus processos e aumentar sua rentabilidade! Dica: faça a leitura do artigo “Composição de custo unitário (CPU): como fazer?”, clicando aqui. Você já sabe que a Composição de Custos Unitários (CPU) é uma técnica usada em orçamentos, onde se é calculado índices de produtividade, materiais e equipamentos para uma unidade de referência. Incorporando composições em um orçamento, é possível obter um controle detalhado da construção e auxiliar na tomada de decisões dos gestores da obra. Mas como realizar esses cálculos de forma eficiente? Sabendo que existem bancos de dados como SINAPI E TCPO, onde oferecem composições prontas. É possível utilizá-las como referência e ponderar as particularidades locais da obra. Na Vobi, você pode criar um orçamento usando composições. Basta clicar em “Adicionar item”, em seguida “Criar nova composição” e inserir dados como código, nome, unidade padrão e classe, depois é só confirmar. Ah, você também pode adicionar essas composições na biblioteca para utilizar em orçamentos futuros. Assim, você simplifica o processo de criação de orçamentos, otimiza seu tempo e garante consistência nos seus projetos. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/ergonomia-home-office-dicas-e-melhores-praticas Title: Ergonomia no Home Office: Dicas e Melhores Práticas Meta Description: Dicas de Ergonomia no Home Office simples de serem aplicadas e que irão garantir sua produtividade, eficiência e conforto para executar o seu trabalho. Confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/ergonomia-home-office-dicas-e-melhores-praticas ## Headings Structure: H1: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H2: Ergonomia no Home Office H2: Pontos de atenção da Ergonomia no Home Office H3: 1. Mantenha sempre uma postura neutra H3: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: 2. Olhe sempre para frente H3: 3. Garanta uma boa iluminação H3: 4. Levante-se e mova-se regularmente H2: Dicas para resolver problemas de Ergonomia no Home Office H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H2: Ergonomia no Home Office H2: Pontos de atenção da Ergonomia no Home Office H3: 1. Mantenha sempre uma postura neutra H3: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: 2. Olhe sempre para frente H3: 3. Garanta uma boa iluminação H3: 4. Levante-se e mova-se regularmente H2: Dicas para resolver problemas de Ergonomia no Home Office H3: Continuar lendo H4: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H4: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H4: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H4: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se em 2020 você teve que se adaptar às pressas ao Home Office, há uma boa chance de não estar totalmente preparado para mudar o seu espaço de trabalho para sua casa. Ter conhecimento geral sobre Ergonomia no Home Office pode ajudá-lo(a) a adaptar o seu espaço de trabalho para que possa manter sua eficiência sem esquecer do conforto. Apesar de existirem produtos com design pensados especificamente para a máxima eficiência no quesito Ergonomia, na grande maioria das vezes é preciso desembolsar um pouco mais do que se gostaria… Mas, calma! Neste artigo, além das principais orientações e pontos de atenção, vamos te dar dicas de como você pode deixar seu Home Office com a Ergonomia adequada apenas com itens que você já tem em sua casa. Antes de começar, se você deseja entender melhor sobre o que é e como aplicar essa ciência, confira nosso artigo sobre tipos de ergonomia. Quando você entra em um carro para dirigi-lo pela primeira vez, o que você faz? Você ajusta o assento para alcançar os pedais e ver a estrada facilmente, além de se sentir confortável. Você move os espelhos para ter certeza de que tem uma linha de visão limpa atrás de você e para os lados. A maioria dos carros permite que você altere a posição do encosto de cabeça e a altura do cinto de segurança sobre o ombro também. Essas personalizações tornam a direção mais segura e confortável. No caso do trabalho em formato Home Office (trabalho em casa), é importante fazer ajustes semelhantes e, são as diretrizes da Ergonomia que vão te ajudar a trabalhar com máxima eficiência, sem riscos de lesão e com conforto. Independentemente do espaço que você escolher para transformar em Home Office, estabeleça uma área da sua casa para classificar como espaço de trabalho e comprometa-se a trabalhar nela todos os dias. Certifique-se de que sua área de trabalho esteja silenciosa para que você possa se concentrar na tarefa em questão. Ter um local destinado para o trabalho, além de facilitar a divisão psicológica trabalho x descanso, poderá te ajudar a manter o ambiente sempre com as adaptações ergonômicas em dia para obter produtividade, foco e conforto. Posturas neutras são posturas em que o corpo está alinhado e equilibrado enquanto está sentado ou em pé, colocando o mínimo de estresse no corpo e mantendo as articulações alinhadas. Você provavelmente já deve ter visto o famoso diagrama ergonômico que mostra como você deve sentar-se enquanto trabalha, com a coluna reta e os joelhos e cotovelos dobrados em ângulos de 90 graus. Pois bem, "esqueça" essa imagem. O importante para a Ergonomia no Home Office é encontrar uma postura que permita que você veja a tela enquanto está recostado, de forma que forneça suporte para a região lombar. E o ângulo e altura ideal varia de pessoa para pessoa. Você, por exemplo, pode achar que é semelhante a sentar-se no banco do motorista de um carro, ligeiramente inclinado para trás ou sentar-se em um ângulo de 90 graus. Via de regra, a altura ideal para que a mesa permita esta posição é entre 72 e 77 centímetros. Se você está utilizando um móvel adaptado, que talvez não ofereça essa altura, vale apoiar a mesa sobre livros, caixa de sapato ou até mesmo resmas de papel. O mesmo vale para a cadeira. No caso da cadeira, muitas pessoas optam por utilizar a mesma peça para as refeições na mesa de jantar. Por conta disso, o encosto e o assento podem não oferecer o conforto adequado. Neste caso, invista em almofadas ou travesseiro para elevar o assento e deixar o encosto mais macio. Se sentir que precisa um pouco mais de apoio na região lombar, poderá fazer um pequeno rolo com uma toalha de rosto e colocá-lo na região onde sente o desconforto. Caso sua cadeira não regule a altura e seu problema é não encostar os pés no chão, vá em frente e agarre-se a um banquinho ou descanso (ou até mesmo uma pilha de livros grandes) para apoiar seus pés de forma que as solas fiquem planas contra a superfície. Se você vai fazer um projeto de Home Office, seja para você ou para um cliente, você pode conferir o nosso Guia de Ergonomia para arquitetura. Para manter o pescoço, os ombros e as costas livres de lesões, a cabeça deve estar vertical em relação ao pescoço. Esta posição cria a menor quantidade de tensão. Embora notebooks sejam práticos, como o teclado e a tela estão conectados, não é possível ajustá-los para que ambos fiquem em uma posição ideal. Por exemplo, se você aproxima um pouco mais o teclado, acaba inclinando a cabeça para baixo para melhor visualizar a tela. Neste caso, em especial, o ideal é utilizar um suporte para elevação do notebook e adicionar um teclado “solto” para que possa posicioná-lo de maneira que seus punhos e braços possam estar em uma posição neutra. Caso você faça uso contínuo apenas do mouse, você não precisa investir no suporte para o notebook, uma pilha de livros conseguirá resolver seu problema. O fator iluminação geralmente pode ser dividido em: iluminação ambiente e de tarefa. A luz ambiente refere-se a quão claro ou escuro é uma sala em geral, enquanto a iluminação da tarefa ilumina um espaço específico, geralmente uma superfície de trabalho. Para obter a iluminação ambiente correta do seu Home Office, evite qualquer luz solar direta incidindo atrás de você na tela para reduzir o reflexo e o brilho. Da mesma forma, tente não colocar o computador na frente de uma janela que recebe luz solar direta. Se, no entanto, você usa caneta e papel ou trabalha em uma superfície plana em vez de uma tela, esse tipo de iluminação ambiente pode ser perfeita para iluminar sua estação de trabalho. Para iluminação de tarefas, procure ter um abajur ajustável diretamente sobre a superfície de trabalho, independentemente do que você fizer em sua mesa. Agora, se a luminária for pesar no orçamento, uma boa dica é colocar um espelho próximo à sua estação de trabalho. Ele irá amplificar a luz e garantir uma iluminação melhor.‍ A maneira como você se senta quando está trabalhando é importante, mas certificar-se de que não ficará preso nessa posição por muito tempo também é crucial. Não fomos projetados para ficar sentados por muito tempo. Você precisa se levantar para fazer seu sangue fluir e se certificar de que seus músculos tenham a chance de se mover. Ficar sentado por um longo tempo também pode comprimir a coluna lombar, portanto, levantar-se em intervalos regulares pode oferecer o alívio necessário. Certificar-se de que você se move e não fica sentado estaticamente por três a quatro horas é uma das melhores maneiras de prevenir lesões. ‍1. A parte da frente do assento está batendo na parte de trás dos joelhos? Isso pode resultar em menos apoio para as costas ou pode resultar em estresse de contato na parte de trás dos joelhos. Solução: Procure uma cadeira alternativa com um assento menor ou adicione uma almofada firme atrás das costas para empurrá-la ligeiramente para a frente sem perder o apoio para as costas. 2. A borda do assento corta a parte de trás de suas pernas? Quando um assento é muito curto para o usuário, ele corta o fluxo sanguíneo e causa compressão nas coxas. Isso pode criar problemas neurais e de dor na região lombar e nas pernas. Solução: Procure um travesseiro firme para sentar e “estender” o assento. Idealmente, você só deseja espaços de 3-4 dedos, da parte de trás do joelho até a borda do assento. 3. A cadeira está sem encosto? Se a curva para dentro da região lombar não for sustentada pela cadeira ou se suas costas tiverem que se inclinar para fora para tocar a cadeira, você pode não ter apoio suficiente e pode sentir dor nas costas depois de sentar por um tempo. A coluna deve estar apoiada e em uma posição relaxada durante o trabalho. Solução: Considere adicionar um pequeno travesseiro ou toalha dobrada para fornecer suporte lombar adicional. No entanto, certifique-se de que o apoio lombar não o empurra muito para a frente - seus quadris e ombros ainda devem estar em contato com o encosto. 4. Seus pés não tocam o chão? Se seus pés não estiverem apoiados, é difícil manter uma boa postura sentada e haverá mais estresse na região lombar e nas coxas. Solução: Deixe a cadeira mais alta para ficar na altura certa da superfície da mesa e use um apoio para os pés ou uma alternativa (pasta resistente, caixa, pacote de papel de cópia) para apoiar seus pés e garantir uma base estável de apoio. ‍5. Seus ombros estão tensos e doendo? Solução: Se possível, use uma cadeira com apoios de braços na mesma altura da mesa e para aliviar a pressão sobre os ombros e a parte superior da coluna. Caso contrário, mova a cadeira para mais perto e sob a mesa, de modo que os braços possam repousar sobre o espaço da mesa. 6. A superfície de trabalho é muito alta? Isso pode fazer com que você eleve o ombro, resultando em aumento da tensão ou desconforto excessivo nos ombros e na parte superior das costas. Solução: Experimente sentar-se mais alto, colocando uma almofada ou algumas toalhas em sua cadeira para trazê-lo para a superfície de trabalho e, se isso levantar seus pés do chão, coloque um apoio para os pés para apoiá-los. 7. A superfície de trabalho é muito baixa? Isso pode fazer com que você se curve ou se incline para alcançar o computador ao digitar ou passar o mouse. ‍ Solução: Considere apoiar seu equipamento em uma superfície elevada (livros, caixas, etc.). Certifique-se de que o teclado do laptop não esteja muito alto, o que coloca seus braços e pulsos sob tensão. 8. Você tem apenas um mouse periférico e digita diretamente no seu laptop? Se você tiver o teclado a uma boa altura de digitação, a tela do laptop provavelmente está muito baixa e pode causar curvatura. Solução: Considere a compra de um teclado básico que você pode conectar ao laptop junto com o mouse. 9. O teclado é muito largo, afastando o mouse de você? Se você estiver estendendo a mão excessivamente para usar o mouse, isso pode sobrecarregar o ombro, o pulso ou a mão com o tempo. Solução: Considere um teclado compacto para manter o mouse ao alcance. Eles estão disponíveis com ou sem teclado numérico, dependendo de suas necessidades. 10. O monitor está muito baixo? Isso resulta em flexão e curvatura do pescoço para ver a tela. Os laptops podem causar várias lesões por esforço repetitivo, pois a tela é simplesmente muito baixa. Solução: Certifique-se de usar um teclado e mouse periféricos (traga-os do trabalho se necessário) e, em seguida, apenas levante o laptop em alguns livros. Para uma configuração verdadeiramente ergonômica, considere um suporte para laptop com altura ajustável ou um braço de monitor. Isso pode ajudar a aliviar a tensão no pescoço, dores de cabeça e problemas nos ombros. 11. O monitor está muito longe? Se você descobrir que não consegue ver a pequena tela do laptop e está semicerrando os olhos ou se inclinando para a frente para vê-la, você perde o apoio da parte superior das costas que deveria estar recebendo da cadeira, o que causa dor na coluna. Solução: Tente puxar o laptop para mais perto ou aumentar a fonte se não conseguir puxá-lo para mais perto. 12. A luz que entra pelas janelas ao seu redor é um problema? Isso pode fazer com que você aperte os olhos para a tela em uma postura inadequada e aumenta o cansaço visual. Como a luz do sol muda ao longo do dia, você também pode ter brilho variado em seu espaço de trabalho. Solução: Veja se você pode posicionar a si mesmo e o equipamento perpendicularmente a uma janela ou ajustar suas cortinas para ajudar a reduzir o brilho. Não vire apenas a tela do laptop, pois isso fará com que você trabalhe com o pescoço torcido. 13. Você está sentindo fadiga ocular ou cansaço visual? A iluminação ambiental e a tela do computador são diferentes em casa em comparação com um ambiente de escritório. Solução: Para reduzir a fadiga ocular e a tensão nervosa, certifique-se de fazer pausas na tela seguindo as diretrizes do 20/20/20 (a cada 20 minutos, tire os olhos da tela por 20 segundos, foque em algo a 20 metros de distância). Você também pode querer ajustar as configurações do seu monitor também para reduzir a fadiga ocular (brilho, contraste, cor, etc.). O Home Office é uma tendência que cresceu em 2020 mas que, com certeza, continuará fazendo parte das nossas rotinas de forma mais constante. Dedicar um tempo para garantir que seu escritório em casa esteja configurado corretamente com as medidas ergonômicas recomendadas, pode ajudar a reduzir o estresse repetitivo e o esforço durante o trabalho. Isso pode minimizar a dor, melhorar a postura e melhorar sua produtividade geral durante o trabalho. www.verywellhealth.com www.ergotherapy.co.za --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/ergonomia-o-que-e-tipos-de-ergonomia-e-suas-aplicacoes Title: Ergonomia: O Que É, Tipos de Ergonomia e Suas Aplicações Meta Description: Neste artigo você vai encontrar tudo sobre Ergonomia! Conheça o conceito, os tipos de ergonomia existentes e sua forma de aplicação na arquitetura e interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/ergonomia-o-que-e-tipos-de-ergonomia-e-suas-aplicacoes ## Headings Structure: H1: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H2: 1. O que é Ergonomia? H2: 2. Tipos de Ergonomia H3: 2.1 Ergonomia Física H3: 2.2 Ergonomia Cognitiva H3: 2.3 Ergonomia Organizacional H2: 3. A Ergonomia no Design de Interiores H2: 4. A Ergonomia no Ambiente de Trabalho H3: 4.1 Quais os benefícios da Ergonomia no Ambiente de Trabalho? H3: 4.2 Promovendo uma boa Ergonomia no Ambiente de Trabalho H2: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H2: 1. O que é Ergonomia? H2: 2. Tipos de Ergonomia H3: 2.1 Ergonomia Física H3: 2.2 Ergonomia Cognitiva H3: 2.3 Ergonomia Organizacional H2: 3. A Ergonomia no Design de Interiores H2: 4. A Ergonomia no Ambiente de Trabalho H3: 4.1 Quais os benefícios da Ergonomia no Ambiente de Trabalho? H3: 4.2 Promovendo uma boa Ergonomia no Ambiente de Trabalho H2: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: Continuar lendo H4: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H4: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H4: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H4: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A Ergonomia é uma ciência que trata de projetar e organizar as coisas para que as pessoas possam usá-las com facilidade e segurança. Existem diferentes tipos de ergonomia e mesmo que você não perceba, ela impacta em todos os ambientes que você frequenta, seja em casa, no trabalho ou em momentos de lazer. Dê uma olhada em seu ambiente agora. Tudo o que você pode ver que é feito pelo homem, foi projetado para se adequar ao usuário final, desde a alça da sua caneca de café até o formato e o tamanho da sala em que você está. Nada é acidental; a civilização humana foi construída precisamente de acordo com a estrutura e as capacidades de nossos corpos. O mundo seria um pouco diferente se, por exemplo, todos nós tivéssemos oito pernas em vez de duas. No entanto, quando descrevemos algo como ergonômico, não queremos dizer apenas que é adequado para uso humano. "Ergonômico" significa que uma atenção especial foi dada ao design para garantir que ele seja o melhor possível para o usuário, o ambiente e a tarefa. Preparamos este artigo para que você possa entender, de forma simples e objetiva: Segundo o Conselho Executivo da International Ergonomics Association (IEA - Agosto de 2000): A palavra Ergonomia vem da palavra grega “ergon” que significa trabalho e “nomos” que significa leis. São essencialmente as “leis do trabalho” ou “ciência do trabalho”. Um bom Design Ergonômico remove incompatibilidades entre o espaço e o indivíduo e cria o ambiente ideal, seja para trabalhar, estudar ou até mesmo relaxar. Para alcançar o design de melhores práticas, os ergonomistas usam os dados e técnicas de várias disciplinas: A Associação Internacional de Ergonomia se divide em três domínios de especialização. Vamos agora conhecer um pouco sobre cada um dos tipos de ergonomia: Na Ergonomia física, são principalmente as interações fisiológicas das pessoas e suas atividades que estão em foco. As melhorias são buscadas nas áreas de: Em um exemplo prático, é através dos estudos da Ergonomia Física que podemos avaliar se uma cadeira favorece uma postura correta ou se a movimentação para manipular e levantar um determinado objeto é adequada ou prejudicial. No caso da ausência da Ergonomia Física, diversas lesões são passíveis de acontecer. Abaixo, estão descritas algumas destas lesões: A Ergonomia Cognitiva lida com os aspectos mentais (intelectuais e psicológicos) da relação operador-atividade: percepção, raciocínio, memória, estímulos e respostas psicomotoras, etc. As melhorias relacionadas com a Ergonomia Cognitiva têm a ver com questões de: Intervenções para melhorias no aspecto cognitivo geralmente envolvem ações de treinamento e desenvolvimento dos funcionários. A Ergonomia Organizacional se concentra principalmente nas questões estruturais dos sistemas profissionais: Seu objetivo é adaptar as condições da empresa para preservar a saúde e o bem-estar do trabalhador. A habilidade de projetar um ambiente ergonômico é muito importante para alcançar a desenvoltura e funcionalidade humana. No caso da ergonomia no Design de Interiores, cabe ao Arquiteto(a) ou ao(a) Design de Interiores, tentar atingir esse objetivo através das suas escolhas de projeto. Ao projetar qualquer ambiente, cabe ao(a) responsável pelo projeto, levar em consideração as formas mais confortáveis ​​e eficientes de trabalhar em um ambiente, sem deixar de lado o quesito da estética e do orçamento. Em uma cozinha, por exemplo, é necessário que haja espaço suficiente para se mover livremente, mas ainda ser capaz de chegar a diferentes armários, gavetas e utilitários com facilidade e frequência. Um exemplo prático para aplicação da Ergonomia no Design de Interiores é a chamada "Regra do triângulo" para o espaço da cozinha; a qual orienta que as três principais funções de trabalho de uma cozinha, que são a geladeira, a pia e o fogão, estejam próximas umas das outras, mas não o suficiente para fazer alguém se sentir contido e desconfortável, para que possam trabalhar com eficiência no espaço. Sabemos que, depois de um tempo, saber as medidas ergonômicas ideais para cada ambiente na hora de desenvolver um projeto de arquitetura ou design de interiores fica quase automático. Mas, para te ajudar com aquelas medidas que você ainda não sabe decoradas ou precisa tirar a dúvida na hora do projeto executivo, fizemos uma curadoria e organizamos um Guia de Ergonomia para arquitetura e design de interiores. Em sua essência, a Ergonomia trata da construção de um local de trabalho melhor. Quando os empregos são projetados para corresponder às capacidades das pessoas, a consequência direta é um melhor trabalho sendo produzido e uma experiência melhor para quem o realiza. Por meio dessa lente, a ergonomia cria valor em várias frentes. O resultado dessas melhorias é excelente, tanto para a empresa quanto para o funcionário. Para orientar quais as medidas ergonômicas devem estar presentes no ambiente de trabalho, no Brasil, foi estabelecida - pela Portaria nº 3.751, de 23 de novembro de 1990 - a Norma Reguladora - NR17. A Norma Regulamentadora nº 17 é comentada, item por item, com o objetivo de esclarecer o significado dos conceitos expressos, caracterizando o que se espera em cada enunciado e definindo os principais aspectos a serem considerados na elaboração de uma Análise Ergonômica do Trabalho, ressaltando que a realização desta análise tem como objetivo principal a modificação das situações de trabalho. É importante ressaltar que, em tempos de isolamento social, é preciso levar em conta as orientações de Ergonomia no Home Office também. Práticas eficazes de gestão de saúde e segurança são bons negócios e, com a Ergonomia, certamente não é diferente. Implementando um método eficaz e eficiente, o processo de Ergonomia contribuirá para quase todas as metas de negócios declaradas da organização, incluindo redução de custos, melhoria de produtividade e melhoramento do desempenho operacional. Como todos nós passamos muito tempo no trabalho, é importante que os empregadores promovam uma boa Ergonomia. E, embora a compra de equipamentos ergonômicos adequados seja um primeiro passo vital, não é de forma alguma a única solução. #Dica: Você já conhece a Plataforma Vobi? A plataforma é o que há de mais eficiente em termos de tecnologia e produtividade para Arquitetos autônomos e escritórios de Arquitetura. Se você quer melhorar a Ergonomia no seu ambiente de trabalho, essa é uma excelente ferramenta de trabalho. Solicite seu convite! Independente da área de aplicação, é válido ressaltar que, ao pensar em Ergonomia, é preciso considerar as necessidades de um grupo específico. Sendo assim, para implementá-la corretamente no seu projeto (seja no seu ambiente de trabalho ou até mesmo em seus ambientes de lazer) é preciso analisar as características do ambiente, quem vai usufruir dele, os possíveis riscos e, então, fazer as adequações necessárias para garantir a saúde, funcionalidade e estética das suas decisões. Quer ter acesso ao conteúdo completo com um guia de consulta para te ajudar com aquelas medidas que você ainda não sabe decoradas ou precisa tirar a dúvida na hora do projeto executivo? É simples, basta clicar aqui e preencher o formulário. www.arch100and110.blogspot.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/escritorio-de-arquitetura-tudo-que-voce-precisa-saber Title: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber Meta Description: Nesse artigo vamos abordar tudo sobre o trabalho de escritório de arquitetura, como abrir, principais desafios, tendências e principais cases de sucesso Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/escritorio-de-arquitetura-tudo-que-voce-precisa-saber ## Headings Structure: H1: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H2: O que é um escritório de arquitetura H2: Vantagens de trabalhar em um escritório de arquitetura H2: O que é necessário para abrir um escritório de arquitetura H2: Principais desafios H2: Tendências atuais e uso da tecnologia H2: Cases de sucesso H2: Melhores escritórios de arquitetura em SP H2: Tendências da construção civil para o futuro H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H2: O que é um escritório de arquitetura H2: Vantagens de trabalhar em um escritório de arquitetura H2: O que é necessário para abrir um escritório de arquitetura H2: Principais desafios H2: Tendências atuais e uso da tecnologia H2: Cases de sucesso H2: Melhores escritórios de arquitetura em SP H2: Tendências da construção civil para o futuro H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O mercado de arquitetura e construção civil tem mostrado bons sinais de recuperação, onde cada vez mais pessoas estão contratando arquitetos e urbanistas pelo país. Em pesquisa feita pelo Datafolha em 2022, 10 milhões de brasileiros já utilizaram os serviços destes profissionais, 3 milhões a mais do que em 2015. Com isso, a procura por escritórios de arquitetura para projetos de edifícios comerciais, residenciais e públicos tem crescido cada vez mais! Se você está planejando abrir ou trabalhar em um escritório de arquitetura, você está no lugar certo. Neste artigo você vai encontrar: Um escritório de arquitetura é uma empresa ou organização que presta serviços profissionais relacionados à arquitetura e design de edifícios, geralmente sendo formados por arquitetos, designers e outros profissionais capacitados que trabalham juntos para criar soluções de design arquitetônico que atendam às necessidades dos clientes. Dentre os serviços prestados por um escritório de arquitetura, estão inclusos: Além desses serviços, um escritório de arquitetura pode oferecer serviços adicionais, como assessoria em questões regulatórias e permitidas, gerenciamento de projetos e consultoria em design de interiores. O objetivo principal de um escritório de arquitetura é criar soluções de design arquitetônico inovadoras, funcionais e esteticamente atraentes que atendam às necessidades dos clientes e que sejam sustentáveis e seguras. Para alcançar esse objetivo, os profissionais trabalham em estreita colaboração com os clientes para compreender suas necessidades - geralmente iniciando com um briefing estruturado para entender a real necessidade do cliente, quanto espera gastar, estilo preferido, etc - e desejos, bem como para garantir que o projeto final seja de acordo com as normas e regulamentos relevantes. Trabalhar em um escritório de arquitetura pode oferecer muitas vantagens, incluindo oportunidades de crescimento profissional, desafios intelectuais e a possibilidade de trabalhar em projetos emocionantes e desafiadores. Além disso, os arquitetos e engenheiros que trabalham em escritórios de arquitetura geralmente ganham salários competitivos e têm a oportunidade de trabalhar em equipe com outros profissionais talentosos. De maneira resumida, para abrir um escritório de arquitetura, é necessário ter uma licença de arquiteto ou engenheiro, além de experiência em projetos de construção. Também é importante ter um bom conhecimento de software de projeto e gerenciamento de projetos, bem como habilidades de gerenciamento de negócios. Além disso, é importante ter um bom senso de design e capacidade de comunicação para se relacionar com clientes e outros profissionais envolvidos no projeto. Nesse artigo você encontra um passo a passo detalhado sobre esse tema clique aqui‍ Os escritórios de arquitetura enfrentam vários desafios em seu dia a dia, incluindo: Em geral, eles precisam ser versáteis, inovadores e adaptáveis ​​para superar esses desafios e entregar projetos de sucesso para seus clientes. Atualmente, estamos vendo uma crescente tendência para a construção sustentável e projetos "verdes". Isso inclui o uso de materiais e técnicas de construção que reduzem o impacto ambiental e aumentam a eficiência energética. Além disso, os escritórios de arquitetura estão usando uma ampla gama de tecnologias para melhorar seus processos de trabalho e oferecer soluções de design de alta qualidade para seus clientes. Algumas das tecnologias mais comuns incluem: Essas são apenas algumas das tecnologias que os escritórios de arquitetura estão usando para melhorar seus processos de trabalho e entregar soluções de design arquitetônico de alta qualidade para seus clientes. Lembrando que o fator determinante para o sucesso dos projetos é a capacidade do arquiteto gerenciar os projetos e obras de maneira organizada e fluída, tanto para controle pessoal, como para entregas aos clientes. Para facilitar esse processo, o arquiteto pode contar com a plataforma Vobi - um aliado poderoso que pode poupar até 70 horas de trabalho/projeto e traz mais profissionalismo na hora das entregas. Há muitos exemplos de escritórios de arquitetura bem sucedidos ao redor do mundo. Um exemplo é o escritório Zaha Hadid Architects, que é conhecido por seus projetos inovadores e futuristas, como o Museu de Arte Contemporânea de Guangzhou, na China, e o Edifício de Escritórios Heydar Aliyev, em Baku, Azerbaijão. Outro exemplo é o escritório BIG (Bjarke Ingels Group), que é conhecido por seus projetos urbanos e sustentáveis, como o Google North Bayshore Campus, em Mountain View, Califórnia, e o projeto de desenvolvimento de bairro de Ørestad, em Copenhague, Dinamarca. São Paulo é uma das cidades com maior concentração de escritórios de arquitetura no Brasil, com muitos escritórios renomados e projetos incríveis. Alguns dos melhores escritórios de arquitetura em São Paulo incluem: ·        Estúdio MK27: Este escritório é liderado por Marcio Kogan, um dos arquitetos mais influentes do Brasil. Ele é conhecido por seus projetos modernos e minimalistas, como a Casa São Paulo e o Edifício Terraço Paulista. ·        Studio Arthur Casas: Este escritório é liderado por Arthur Casas, um arquiteto renomado e premiado. Ele é conhecido por seus projetos residenciais luxuosos, como a Casa B+B e a Casa na Praia do Cassino. ·        Isay Weinfeld: Este escritório é liderado por Isay Weinfeld, um arquiteto muito respeitado no Brasil. Ele é conhecido por seus projetos modernos e sofisticados, como o Hotel Emiliano e o Edifício Villa Gomes. ·        Triptyque Architecture: Este escritório é liderado por Guillaume Sibaud, um arquiteto francês que trabalha no Brasil. Ele é conhecido por seus projetos contemporâneos e inovadores, como o Edifício Biblioteca e o Museu de Arte de São Paulo. Cada um desses escritórios tem sua própria abordagem única e estilo, mas todos eles são reconhecidos por sua qualidade e criatividade nos projetos. Eles são ótimos exemplos da riqueza e diversidade da arquitetura em São Paulo. O mercado da construção civil é um setor econômico importante, com impacto direto na geração de empregos e no desenvolvimento de infraestrutura. No entanto, nos últimos anos, o mercado tem enfrentado algumas dificuldades, devido a uma combinação de fatores, incluindo: pandemia, incertezas econômicas, regulamentações mais rígidas e dificuldades na obtenção de financiamento. Para superar esses desafios, é importante que a indústria da construção civil se adapte e encontre maneiras de lidar com esses problemas, buscando novas fontes de financiamento, a utilização de tecnologias avançadas para aumentar a eficiência e a redução de custos, e a formação de parcerias com outras empresas e organizações para obter apoio e recursos. Em geral, o mercado tem se recuperado de forma gradativa e tem havido alguns sinais positivos de crescimento. A recuperação econômica tem impulsionado a demanda por projetos residenciais e comerciais, e a construção de infraestrutura tem sido uma área de crescimento importante, graças a projetos como rodovias, pontes e aeroportos. Para este ano, espera-se que essa tendência de recuperação continue, com a economia em recuperação e a demanda por projetos residenciais e comerciais aumentando. Além disso, a construção de infraestrutura deve continuar a ser uma área de crescimento, já que esses projetos tendem a ser menos afetados pela incerteza econômica e podem gerar empregos e impulsionar a economia. Em resumo, os escritórios de arquitetura desempenham um papel importante na criação de edifícios e espaços que melhoram a vida das pessoas. Trabalhar em um escritório de arquitetura pode ser desafiador, mas também pode ser muito gratificante, oferecendo oportunidades de crescimento profissional e a possibilidade de trabalhar em projetos emocionantes. Além disso, as tendências atuais e o uso da tecnologia estão tornando a arquitetura cada vez mais inovadora e sustentável. blog.goakira.com.br/escritorio-de-arquitetura/ datafolha.folha.uol.com.br/ www.arthurcasas.com/pt/ www.isayweinfeld.com/ www.archdaily.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/estrategia-de-vendas Title: Estratégia de vendas para negócios de arquitetura e construção Meta Description: Conheça a estratégia de vendas para arquitetura e construção, desde a aquisição, qualificação até a conversão dos seus clientes, e obtenha sucesso no seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/estrategia-de-vendas ## Headings Structure: H1: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H2: Criando a sua persona H2: Criando a sua proposta de valor H3: Perfil do Cliente H3: Produtos e Serviços H3: Comunicação da sua proposta de valor H3: Benefícios e diferenciais H2: Criando o seu funil de vendas H2: Aplicando técnicas de vendas H2: Acompanhando métricas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H2: Criando a sua persona H2: Criando a sua proposta de valor H3: Perfil do Cliente H3: Produtos e Serviços H3: Comunicação da sua proposta de valor H3: Benefícios e diferenciais H2: Criando o seu funil de vendas H4: Qualificação H4: Briefing H4: Proposta H2: Aplicando técnicas de vendas H2: Acompanhando métricas H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Fechar projetos sem uma estratégia de vendas é uma tarefa quase impossível. Imagine que você finalmente abriu o seu negócio, tudo regularizado no CAU e pronto para agir, mas os clientes simplesmente não aparecem. Ou então a sua empresa já está no mercado há algum tempo e a sua equipe domina diversas competências como processo criativo e gestão financeira, porém o baixo fluxo de projetos está começando a te preocupar. Depender apenas de eventuais indicações e da sorte não é suficiente para alcançar os seus objetivos. Mas fique tranquilo, estamos aqui para te ajudar! Nesse artigo vamos te mostrar todos os passos da estratégia de vendas, desde a aquisição, qualificação até a conversão dos seus clientes, para que você alcance o fluxo de projetos que tanto deseja! Acompanhe o conteúdo através dos seguintes tópicos: Primeiramente, é necessário entender quem é o seu cliente, ou seja, qual é o perfil de pessoa que procura e contrata o seu serviço. Esse perfil deve ser traçado da forma mais detalhada possível, originando a persona. Quanto mais completa as personas, mais assertiva será a elaboração da estratégia de vendas e também do marketing para arquitetos, pois a segmentação do público alvo garante que os esforços sejam focados nos clientes que vão de fato fechar negócio. Além disso, as personas possibilitam que seja elaborado um diálogo personalizado. Apesar dos projetos de arquitetura e construção serem únicos, a experiência dos clientes costumam ser genéricos, e essa preocupação pode te destacar da concorrência. O seu negócio não será capaz de atender de forma personalizada muitos tipos de clientes. Inevitavelmente a sua abordagem não funcionará para alguns perfis e isso não é um problema. A segmentação vai trazer clareza e identidade para a sua marca, além de facilitar as próximas etapas. Recomenda-se a elaboração de no máximo cinco personas, sendo três o ideal. Para elaborar as personas corretamente você deve aprender como traçar o seu perfil de cliente ideal. Em outras palavras, a proposta de valor é responsável por mostrar para o cliente que investir no seu serviço “vale a pena”, pois os problemas dele serão resolvidos e os ganhos serão obtidos. Logo, para elaborar a proposta de valor, é necessário entender o que o seu público deseja e quais são as suas necessidades, para então encaixar essa demanda com a oferta dos produtos e serviços que o seu negócio oferece. A união entre o cliente e os produtos e serviços é essencial, caso contrário o público não entenderá porque deveria contratar a sua empresa, ou porque o seu serviço se destaca da concorrência. A proposta de valor é um ponto chave na estratégia de vendas e para montá-la de maneira assertiva é necessário considerar: perfil do cliente, produtos e serviços, comunicação, benefícios e diferenciais. Como vimos anteriormente, conhecer o seu cliente é o primeiro passo para elaborar uma estratégia de vendas eficiente. Através das personas, é possível conhecer diversos âmbitos do perfil do público alvo, desde dados concretos até informações mais abstratas. Para o desenvolvimento da proposta de valor, você deve focar em três características principais do seu cliente ideal: as tarefas, os ganhos e as dores. As tarefas representam todas as ações que o cliente deve tomar para atingir o seu objetivo. Por exemplo, em uma reforma, as tarefas podem ser: pesquisa de fornecedores, comparação de orçamentos, compra de materiais e artigos, etc. Os ganhos representam tudo que o cliente considera como sucesso do processo. Podem ser: seleção correta de profissionais, gasto inferior ao orçado, pouco envolvimento com o processo, qualidade do resultado final de acordo ou superior ao esperado, valorização do imóvel, etc. As dores do cliente são todos os aspectos que ele considera problemáticos durante o processo. Algumas dores comuns entre clientes são: falta de tempo para gerenciar o processo, escolha equivocada dos profissionais, acabamento ruim ou diferente do imaginado, custo final maior que o orçamento, atraso no cronograma, bloqueio do imóvel, pagamento de diversos fornecedores, etc. Os produtos e serviços configuram as soluções que o seu negócio entrega. Ao entender devidamente quais são os objetivos do cliente, será possível oferecer exatamente o que ele precisa. Podemos listar como produtos e serviços: projeto de arquitetura, acompanhamento de obra, gestão de obra, consultoria, orçamentação, compra de materiais, etc. Uma ferramenta muito útil para a estratégia de vendas é a elaboração de pacotes de serviços, com valores e serviços inclusos distintos, que se adequam aos diferentes perfis de persona. Os produtos e serviços devem ser acompanhados de criadores de ganhos, tais como: entrega no prazo, baixo envolvimento com o processo e estudo da liquidez do imóvel. Além disso, também devem considerar o alívio das dores, o qual pode ser representado por: dinheiro de volta, acompanhamento online, estudo de viabilidade, gestão financeira, entre outros. É necessário que seja identificado as dores e ganhos do cliente e analise o que é possível fazer para aliviar problemas ou criar lucros. Não será possível aliviar todas as dores do seu cliente, criar todos os ganhos que ele deseja e nem realizar todas as tarefas que ele precisa para alcançar o objetivo. Por isso, é importante que você conheça quais são as principais dores e ganhos das suas personas e priorize essas características para elaborar a estratégia de vendas, oferecendo soluções personalizadas e eficientes para você e para o cliente. Após elencar as suas personas, os produtos e serviços oferecidos, bem como os benefícios que o cliente tem ao contratar a sua empresa, está na hora de comunicar ao público o que você oferece. Essa mensagem precisa ser clara, atrativa e direcionada para a sua persona. A comunicação acerca dos serviços executados e propósitos tem grande impacto na estratégia de vendas. Para transmitir uma mensagem que se destaca entre a concorrência, desenvolva um: Os benefícios e diferenciais da estratégia de vendas podem partir dos ganhos e dores do cliente, através da elaboração de criadores de ganhos e alívio de dores desenvolvidos na proposta de valor. Esses benefícios devem estar claros na comunicação, e podem configurar: especialidade em um nicho, personalização, prazo garantido, tudo em um só lugar, acompanhamento online, etc. Porém, os benefícios dos serviços que o seu negócio oferece também devem ser explicitados. Isso porque muitas vezes o cliente não é capaz de identificar os benefícios por trás das etapas de projeto ou outros serviços prestados. Ao explicitar os ganhos, o cliente compreende tudo que ele está recebendo com aquela contratação e o valor do investimento faz mais sentido. Recomenda-se a elaboração de uma matriz de benefícios para facilitar esses esclarecimentos. Também é possível abordar o oposto do benefício, lidando com as dores do cliente. O funil de vendas representa a jornada do cliente. O topo do funil representa o momento em que ele considera executar algo, seja uma reforma ou uma construção. É uma etapa que envolve pesquisa e inspirações. O centro do funil simboliza a fase de aproximação do cliente com as empresas, nesse momento ele passa a considerar a contratação de determinadas empresas como opção. O fundo do funil representa as etapas finais do processo, é nessa etapa que o cliente toma decisões e fecha contratos. Ao conhecer as etapas do processo, é possível personalizar a experiência do cliente e ser mais eficiente na comunicação. Por exemplo, se um cliente está no meio do funil e faz contato com a sua empresa, você pode se posicionar como uma pessoa que ajuda ele nesse processo, tirando dúvidas e acompanhando o progresso. Ao adotar essa postura, o cliente passa a confiar no seu negócio, eventualmente revelando mais informações dos planos dele para você, o que é fundamental para a estratégia de vendas. É importante ressaltar que o funil se mantém até o final do processo, mesmo após a obra ser concluída. Isso porque o cliente ainda tem dúvidas, mesmo ao fim do processo. Tomar esse cuidado até o final pode gerar boas oportunidades de indicação do seu trabalho. Observe que o topo do funil diz respeito à aquisição de clientes, trabalho de responsabilidade do marketing para arquitetos. A estratégia de vendas vai focar na área que compreende o meio e o fundo do funil, acompanhando as seguintes etapas: qualificação, briefing e proposta. Após a divulgação do seu negócio através do marketing, algumas pessoas vão entrar em contato, são os chamados leads: pessoas que se interessaram pelos serviços expostos e iniciam a conversa. Porém, nem todas essas pessoas são clientes em potencial. Para identificar quais são as pessoas que se encaixam no perfil ideal, é necessário realizar a qualificação de clientes. Essa etapa é realizada por ligação e é responsável por extrair informações que vão indicar se aquele lead é um cliente qualificado. Faça perguntas que te ajudem a identificar as principais características da sua persona. Também é importante entender qual é o objetivo da construção ou reforma e quanto o cliente está disposto a investir, verificando se estas informações estão compatíveis com os serviços oferecidos pela sua empresa. Outras informações que você deve adquirir durante a qualificação são: outras soluções que o cliente está avaliando, quem é o tomador de decisão e quando essa decisão será tomada, bem como o que ele considera como ganho e dor. Caso você identifique que esse cliente é qualificado, é de suma importância para a estratégia de vendas que você deixe o próximo passo, o briefing, com data marcada. Deixe claro a proposta de valor do seu negócio, explicitando os benefícios de participar da próxima reunião. Instigue o cliente apontando que durante o briefing você irá tentar entender e eventualmente encontrar soluções juntamente com ele para os problemas apresentados. Solicite documentos do imóvel e imagens de referências para ir munido para a reunião. Ao final da qualificação é importante que você mande uma mensagem em agradecimento. A reunião de briefing é o momento em que o seu negócio irá apresentar a proposta comercial e encantar o cliente. Mas, antes de apresentar a proposta, é necessário que você deixe o cliente falar, isso vai permitir que você entenda melhor o que ele considera como dores e ganhos para que você possa encaixar os seus serviços na argumentação. É também uma oportunidade de tirar dúvidas sobre o processo, conseguindo, assim, a confiança do cliente e, principalmente, a compreensão do projeto. A seguir, vamos listar alguns passos da estratégia de vendas para seguir durante a reunião de briefing que vão potencializar a sua chance de fechar negócio ao apresentar a proposta de valor da sua empresa: Pergunte sobre a rotina, profissão, exercícios, configuração familiar, cômodos preferidos, prioridades, atividades domiciliares, e assim por diante. Se identificar um ponto em comum com o cliente, comente isso para criar conexões, porém deixe que ele coordene a conversa, ele deve sentir que é o centro das atenções. Essa mini consultoria vai te posicionar como autoridade no assunto, garantindo credibilidade e inspirando confiança. Lembre-se de utilizar uma linguagem menos técnica para que o cliente compreenda com facilidade. Por fim, o agradeça por mostrar os seus planos e siga para a apresentação da proposta. A formulação da proposta é muito importante, pois é ela que vai “ganhar” o cliente. A seguir vamos listar algumas técnicas da estratégia de vendas para formular uma proposta encantadora e aumentar as chances de fechar negócio. Clicando aqui, você consegue conferir mais sobre como montar uma proposta vencedora. Ao final da apresentação, peça o feedback. Pergunte se o cliente gostou da sua proposta e se os valores fazem sentido. Isso é muito importante para adaptar a apresentação para futuros clientes e eventualmente argumentar alguma objeção. Por exemplo, se o cliente traz valores irrealistas, você pode explicar que algo está errado e, inclusive, indicar outras empresas para que ele faça um orçamento. Esta atitude novamente te posiciona como “aliado” e auxilia na construção da confiança. Nos momentos finais é importante que você consiga o contato do cliente, caso ainda não tenha, e extraia os valores e prazos que ele tem em mente. Termine a reunião dentro do horário combinado, agradeça a presença e a atenção e formalize a reunião enviando a proposta por e-mail. A reunião, presencial ou online, é muito importante. Apenas enviar a proposta para o cliente por e-mail é um erro dentro da estratégia de vendas, pois se perde a chance de entender o cliente e argumentar. Existem diversas técnicas de vendas que podem melhorar a sua capacidade de fechar negócios. A seguir separamos três tipos de estratégia de vendas que se encaixam no modelo de negócios de arquitetura e construção civil. O FUP 01 pode ser uma mensagem no whatsapp, o FUP 02 uma ligação, o FUP 03 outra mensagem no whatsapp, o FUP 04 um e-mail, e assim por diante. É interessante agregar valor aos FUPs, por exemplo, anexar novas referências, mandar depoimentos de clientes semelhantes, etc. Não se trata de “ser chato e cobrar uma resposta”, é sobre mostrar porque você acredita que a sua solução é a ideal para aquele cliente. As métricas são essenciais para saber se a estratégia de vendas está dando frutos e, caso contrário, identificar com precisão onde estão os erros para adaptar as abordagens. Elas também são essenciais para prever o fluxo de caixa e tomar decisões. A princípio pode parecer uma competência complexa, mas operar com as métricas é mais simples do que você imagina, basta saber quais métricas acompanhar e o que cada uma delas diz sobre o seu desempenho. Cálculo: basta dividir a quantidade de clientes qualificados pela quantidade de leads. Se você obteve 4 clientes qualificados através do instagram, e recebeu 10 contatos no mesmo aplicativo, a sua taxa de qualificação do instagram é de 40%. Ao contrário, se você apresenta uma alta taxa de conversão e baixa taxa de qualificação, significa que poucos clientes qualificados que chegam até você fecham negócio, logo, o problema está no topo do funil. É recomendado acompanhar essa métrica mensalmente ou até semanalmente, dependendo do tempo de fechamento do seu cliente. Cálculo: dividir a quantidade de clientes convertidos pela quantidade de leads. Seguindo o exemplo anterior, se apenas 1 cliente fechou negócio com a sua empresa, a sua taxa de conversão do instagram é de 10%. Cálculo: divisão do número de clientes perdidos pelo número de propostas enviadas. Seguindo o exemplo anterior, supondo que você tenha apresentado a proposta para os 4  clientes qualificados, e sabendo que 3 recusaram a proposta, a sua taxa de perda é de 75%. Agora que você já sabe tudo que é necessário para elaborar uma estratégia de vendas de sucesso e aumentar o fluxo de projetos, comece agora mesmo a aplicar as técnicas aprendidas e transforme o futuro do seu negócio! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/estudo-de-viabilidade Title: Faça o estudo de viabilidade para minimizar os riscos. Meta Description: O estudo de viabilidade na construção civil é essencial para avaliar as possibilidades, os riscos e maximizar as oportunidades, garantindo um projeto eficiente. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/estudo-de-viabilidade ## Headings Structure: H1: A importância do estudo de viabilidade na construção: minimizando riscos e maximizando oportunidades H2: O que é um estudo de viabilidade na construção civil? H2: Estudo de viabilidade de obra, como fazer? H2: Estudo de viabilidade: passo a passo H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: A importância do estudo de viabilidade na construção: minimizando riscos e maximizando oportunidades H2: O que é um estudo de viabilidade na construção civil? H2: Estudo de viabilidade de obra, como fazer? H2: Estudo de viabilidade: passo a passo H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O estudo de viabilidade tem extrema importância na construção civil pois permite avaliar a viabilidade do projeto ainda na etapa anterior de sua execução. Com esse documento, é possível identificar tanto os ricos como as oportunidades e, assim, tomar melhores decisões. Análises de escolha do terreno, valor de investimento, tributações, região a ser feito a construção são informações fundamentais para constatar a viabilidade. O estudo também pode contribuir para que o projeto seja sustentável em relação aos quesitos ambientais e sociais, o que coopera para um desenvolvimento mais responsável e consciente do setor da construção civil. Em suma, o estudo de viabilidade de obra é uma etapa importante para o sucesso de um projeto, fazendo com que ele esteja alinhado com as expectativas e necessidades do mercado e, também, da sociedade. Quer saber o que é e como funciona o estudo de viabilidade? Leia os seguintes tópicos sobre essa temática: Um estudo de viabilidade na construção civil é uma análise detalhada que tem como propósito julgar a viabilidade técnica, econômica e financeira de um determinado projeto de construção. Essa análise é fundamental para determinar se um projeto é factível, ou seja, se é viável construí-lo com os recursos disponíveis. Conforme a NBR 13531/2005, esse estudo é a etapa destinada à elaboração de análises para seleção e recomendação de alternativas para a concepção da edificação e de seus elementos, instalações e  componentes Durante essa análise de viabilidade, são avaliados diversos aspectos do projeto, como a localização, a demanda do mercado, as características do terreno, as condições de infraestrutura, as exigências legais, as restrições ambientais, os riscos e os custos envolvidos. Esse estudo é realizado antes do início do projeto arquitetônico e estrutural, através dessa coleta de informações é possível certificar que o projeto de construção seja atendido dentro do orçamento e prazo previstos, atendendo às expectativas dos investidores e usuários finais e, ainda, corrobora como base para elaborar outros documentos importantes, como o plano de negócios e das estratégias de financiamento, entre outros. Posteriormente, o estudo de viabilidade fornece informações e análises que podem ser utilizadas para a elaboração de outros documentos técnicos exigidos para a emissão do alvará de construção, como o projeto arquitetônico, o projeto estrutural, o projeto de instalações elétricas e hidro sanitárias, o projeto de combate a incêndio e pânico, o memorial de cálculo, entre outros. Isso porque a análise de viabilidade fornece informações neles que são consideradas pelo órgão responsável pela autorização de execução de obra. Dessa forma, o estudo de viabilidade e, consequentemente, esses outros documentos corroboram para o sucesso e segurança do projeto, declarando que a obra seja viável e esteja de acordo com as normas e regulamentações vigentes. Alguns exemplos de estudos de viabilidade comuns na construção civil incluem: Se você é arquiteto ou engenheiro, não deixe de documentar o seu estudo de viabilidade para facilitar a compreensão das informações e, por conseguinte, a elaboração dos projetos técnicos registrados no CAU e CREA. #Dica: Leia também o artigo sobre Certidão de Acervo Técnico, e saiba como comprovar sua experiência e habilitação técnica, garantindo a qualidade e segurança dos projetos de construção civil. O estudo de viabilidade de obra é muito importante em projetos de construções civis porque servem como uma ferramenta que auxilia o incorporador em suas tomadas de decisões. As incorporadoras precisam realizar estudos de viabilidade de obra para avaliar a viabilidade econômica, técnica e financeira de um empreendimento imobiliário antes de sua execução. Todo esse processo permite identificar riscos, oportunidades e alternativas, ajudando a minimizar incertezas e otimizar a gestão do projeto, desde a fase de concepção até a entrega. O primeiro passo é a realização da seleção de possíveis terrenos para concepção do projeto e análise para definir qual o melhor. Posteriormente, deve-se analisar as leis urbanísticas da cidade em questão, por exemplo, Plano Diretor, Código de obras e exigências de  segurança. Com essas informações reunidas, é hora de identificar os pontos positivos e negativos que podem impactar no projeto e, consequentemente, na obra. Em seguida, deve-se analisar o estudo de oferta da região a ser construída a edificação. Essa etapa tem como objetivo identificar os nichos de mercado e como se precaver futuramente, haja vista que já estará identificado as dificuldades e oportunidades ofertadas na região. Ainda, para a análise de viabilidade, recomenda-se desenvolver estudos de volumetria e sua implantação no terreno para alinhar as características da edificação com a legislação vigente. Em seguida, entra-se a etapa econômico-financeira da obra, onde se faz a análise do fluxo financeiro e constata as vulnerabilidades a serem enfrentadas. Além de que, o estudo de viabilidade pode contribuir para a identificação de estratégias de marketing e de diferenciação, contribuindo para tornar o empreendimento mais atrativo para o público-alvo. Em suma, a análise de viabilidade é imprescindível para as incorporadoras na construção civil, ajudando a assegurar que a obra seja bem-sucedida e sustentável do ponto de vista econômico, técnico e ambiental. O processo de realização de um estudo de viabilidade na construção civil pode variar dependendo das características do projeto e dos objetivos do estudo, pois leva-se em consideração as particularidades de cada projeto. No entanto, geralmente, a análise envolve os seguintes passos: Passo 01 - Definição do escopo: é essencial que seja definido claramente o objetivo do estudo e que se estabeleça o escopo do projeto, incluindo as etapas do estudo, os prazos e os recursos necessários. Passo 02 - Coleta de dados: deve-se coletar informações sobre o mercado, o terreno, a infraestrutura da região, a legislação vigente e outras questões relevantes para o projeto. Essas informações podem ser obtidas por meio de pesquisas de mercado, levantamentos topográficos, estudos ambientais e outras fontes. Passo 03 - Análise de mercado: é preciso avaliar a demanda do mercado para o tipo de projeto em questão e analisar a concorrência, as oportunidades e os riscos envolvidos. Passo 04 - Análise de terreno: é necessário avaliar as características do terreno, incluindo a topografia, o tipo de solo, a disponibilidade de água, a presença de rochas, a acessibilidade e outros fatores que possam influenciar o projeto. Passo 05 - Análise técnica: é preciso avaliar a viabilidade técnica do projeto, incluindo a adequação do projeto às exigências legais e normas técnicas, a necessidade de adaptações no projeto e a disponibilidade de mão de obra e materiais. Passo 06 - Análise financeira: é necessário realizar projeções financeiras, incluindo os custos de construção, os custos operacionais, a estimativa de receitas, o fluxo de caixa e outras informações relevantes. Passo 07 - Análise de riscos: é importante avaliar os riscos envolvidos no projeto, incluindo os riscos relacionados à execução da obra, à demanda do mercado e aos fatores externos. Passo 08: Elaboração do relatório: por fim, é necessário consolidar as informações coletadas e as análises realizadas em um relatório claro e objetivo, que apresente as conclusões e recomendações do estudo de viabilidade. https://www.mapadaobra.com.br/negocios/ https://educacaoprofissional.seduc.ce.gov.br/ https://ibecensino.org.br/viabilidade-tecnica/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/estudo-preliminar-de-arquitetura Title: Estudo Preliminar de Arquitetura: A Etapa Mãe dos Projetos Meta Description: Não é só criação e arte, é também sobre plano e gestão. Saiba tudo sobre o estudo preliminar de arquitetura e encontre a metodologia mais adequada para você! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/estudo-preliminar-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H2: O que é um estudo preliminar de arquitetura H2: A importância de um Estudo preliminar de arquitetura H2: Como fazer um Estudo preliminar de arquitetura H2: Checklist Estudo preliminar de arquitetura H2: Exemplos de Estudo preliminar de arquitetura H3: Opção 01: Croqui simples no nanquim ou grafite H3: Opção 02: Layout humanizado com moodboard H3: Opção 03: Croqui estilo ilustração com marcadores H2: Como cobrar por um Estudo Preliminar de arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H2: O que é um estudo preliminar de arquitetura H2: A importância de um Estudo preliminar de arquitetura H2: Como fazer um Estudo preliminar de arquitetura H2: Checklist Estudo preliminar de arquitetura H2: Exemplos de Estudo preliminar de arquitetura H3: Opção 01: Croqui simples no nanquim ou grafite H3: Opção 02: Layout humanizado com moodboard H3: Opção 03: Croqui estilo ilustração com marcadores H2: Como cobrar por um Estudo Preliminar de arquitetura H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Seus processos internos de estudo preliminar de arquitetura estão bem mapeados? Nesse artigo, falaremos a fundo sobre todos os aspectos dessa etapa, que é o primeiro grande passo de uma metodologia de projeto bem estruturada e eficiente. Leia até o final para saber mais! Nesse artigo você vai aprender: O estudo preliminar é a etapa que dá início à elaboração do projeto de arquitetura e de interiores e acontece depois da assinatura do contrato, da reunião de briefing e do levantamento arquitetônico. Depois que o arquiteto ou designer entende o que o cliente precisa, ele dá início aos estudos iniciais do espaço, aliando criatividade aos seus conhecimentos técnicos. Em outras palavras, ele começa a planejar o ambiente, com seus primeiros traços e insights. No estudo preliminar os profissionais não pensam apenas no desenho espacial, mas também na conceitualização desse projeto, quer dizer, na mensagem que pretende transmitir, já visualizando também noções gerais de partido arquitetônico, como paleta de cor, materiais principais, etc. Todas as decisões tomadas a partir daqui se baseiam nesse conceito, assim como no programa de necessidades e preferências do cliente. Então, esse é o momento de testar as melhores respostas às demandas do cliente, sobretudo no que tange à funcionalidade do projeto. Por isso, é muito comum que para um estudo saiam 3, 5, 7, 10 versões totalmente diferentes entre si para o mesmo espaço, até que o profissional esteja convicto de ter encontrado a melhor opção em questões práticas e funcionais. Quando convencido de sua solução, o profissional combina uma reunião de apresentação do estudo preliminar de arquitetura com o cliente, que vai aprovar essa primeira proposta ou solicitar alterações. Sendo de livre escolha do arquiteto restringir ou deixar ilimitado o número de revisões no projeto (mediante previsão em contrato). Assuntos como: ergonomia, formas de otimização e preenchimento do espaço, dimensão real dos móveis e eletrodomésticos, e etc., devem ser esgotados desde essa primeira fase, para que a famosa dúvida: "vai caber tudo no espaço?” seja eliminada antes mesmo de deixar rastros nas demais etapas, que, inclusive, só têm início quando o estudo preliminar de arquitetura é 100% aprovado pelo cliente. Por envolver processo criativo, esse momento inicial costuma seguir metodologias bem particulares, mas no geral, são feitos direto nos softwares de arquitetura ou por croqui à mão livre, como veremos melhor posteriormente. Todas as etapas de um projeto de arquitetura e interiores são fundamentais, mas, se pensarmos pela ótica de que sem o esforço inicial não existiria sequer uma ideia bem formulada, podemos afirmar que sim, o estudo preliminar de arquitetura é um dos momentos mais importantes do processo projetual. Como dissemos, corresponde à fase de criação do desenho geral do espaço, mas não apenas isso. Nele também definimos o conceito que vai nortear todo o percurso de elaboração do projeto, e é nesse sentido que consideramos nesse artigo o estudo preliminar como a etapa mãe do projeto de arquitetura. Desse modo, resolvemos o escopo do projeto e definimos todos os seus parâmetros básicos, mesmo que de maneira ainda maleável e menos minuciosa, afinal, o material vai sendo lapidado aos poucos, ao longo das demais fases. Fato é que ele deriva de um denso estudo do dimensionamento do espaço, características dos usuários, das necessidades que precisam ser supridas e dos sonhos que ele representa. Portanto, o estudo precisa responder a todas essas questões, oferecendo uma solução viável e atrativa, tendo assim uma importância incontestável. Os melhores projetos de arquitetura e de interiores têm na sua base uma vasta pesquisa e, por isso, recomendamos que você comece por aí. Levando em consideração o programa de necessidades e intenções do cliente, defina um tempo específico apenas para pesquisar imagens que lhe ajudem a entender melhor o mundo dele. Vá além e procure também por produtos, soluções arquitetônicas, inspirações de ambientes e até mesmo referências mais abstratas. Ao final, tudo vira um grande repertório e o processo de criação tende a fluir bem melhor. Experimente iniciar pela elaboração do conceito do projeto. Quais as sensações desejadas? Os elementos gerais podem se delinear a partir da definição dessa mensagem conceitual e você pode usar como um recurso criativo o moodboard para expressar suas ideias. Desse modo, você já idealiza toda a atmosfera do ambiente: paleta de cores, texturas principais e referências, ficando ao seu critério entregar ou não esse material ao cliente, para então, depois, dar início aos croquis. Como dissemos anteriormente, o processo criativo é algo muito particular e cada arquiteto e designer acaba descobrindo seu próprio jeito de projetar um estudo preliminar de arquitetura. Contudo, no geral, é feito de uma dessas formas: 1) croqui à mão livre e depois software ou 2) direto no software. Muitos estudos neurocientíficos demonstram a importância de iniciar esse processo manualmente, pois o ato de rabiscar/ escrever estimula mais o nosso raciocínio que uma tela de computador, como se vê abaixo: Se essa for a sua escolha, imprima a planta (extraída do levantamento ou recebida pela construtora) no sulfite em A3, desenhe no papel manteiga por cima e passe a limpo para o digital depois. No entanto, se você é do time 100% digital, siga fundo no método que funciona melhor para você e faça direto no software de arquitetura da sua preferência. Pode até parecer contra intuitivo o que falaremos a seguir, mas, o mais importante aqui é você se permitir errar. Estamos falando de um processo criativo, de testes e experimentos de layout, que precisa caber todas as solicitações do cliente e ainda ser ergonômico, funcional, convidativo, etc. São muitas atribuições por trás do desenho de um espaço, assim como são muitas as possibilidades projetuais, por isso, não hesite em fazer várias versões até ficar plenamente convencido de estar com a melhor em mãos. Mas, recomendamos que apenas a escolhida seja apresentada ao cliente na reunião de entrega do estudo preliminar. Uma boa sugestão que podemos deixar a você é a de não jogar fora as opções que você descartou, até que toda essa etapa de estudo preliminar seja aprovada. É que o cliente pode pedir alguma alteração que coincida com algo que você já testou e verificou como inviável. Nesses casos, fica mais fácil para ele entender os porquês dessa inviabilidade se ele puder visualizar os testes e análises que você já fez. Na reunião de apresentação, o cliente pode receber o estudo preliminar de diversas formas e, mais uma vez, fica a critério do profissional definir como prefere realizar essa parte de gestão de projeto. Mas vamos destacar agora as mais usuais: ✔  Moodboard de conceito e partido + sugestão de layout humanizado e/ou conceitual ✔  Moodboard de conceito e partido + projeto em 3D (via de regra, sem renderização) ✔  Moodboard de conceito e partido + sugestão de layout ilustrado Também há quem prefira entregar uma apresentação do 3D completo e, até mesmo, renderizado, ao invés de apresentar uma proposta de layout, no estudo preliminar de arquitetura. Arquitetos que seguem esse entendimento defendem que, segundo a experiência deles, as imagens realistas geram um impacto maior nos clientes, de tal modo que reduz o número de pedidos de alteração nos projetos, e, consequentemente, o retrabalho. Em contrapartida, aqueles que seguem a nossa linha principal entendem que é melhor resolver primeiro toda a funcionalidade do projeto e demais questões de cunho mais prático da relação espaço e usuário, para então, na etapa posterior, pensar na estética. Nas palavras de Steve Jobs: Independente da linha que você decida seguir, é importante justificar suas escolhas e registrar tudo que ficar combinado com o cliente, incluindo os eventuais pedidos de alteração do projeto. Ao apresentar o seu estudo preliminar de arquitetura, lembre-se de fazer remissão ao que o cliente mencionou no briefing. Apresentar item por item do layout, indo de cômodo a cômodo, como se estivesse dando uma aula sobre aquele projeto, uma vez que a aprovação dessa etapa está diretamente relacionada ao grau de entendimento e convencimento do cliente. Para facilitar a elaboração do seu estudo preliminar de arquitetura, preparamos um roteiro contendo todas as nossas recomendações em formato de checklist para você. Mas fique à vontade para acrescentar novos itens ou subtrair quaisquer deles, pois o importante mesmo é ter um processo que funcione e um modelo de gestão de projetos que combine com você. ✔  Pesquisa de inspiração e referências ✔  Moodboard de conceito e partido (imagens conceituais e elementos gerais, como paleta de cores, texturas, mobiliários sugeridos, etc). ✔  Primeiros esboços de layout feitos manualmente ou no digital → processo criativo ✔  Definição do layout ✔  Montagem da prancha de layout: conceitual ou humanizado (ou para quem preferir, 3D com ou sem renderização) ✔  Reunião com cliente de apresentação do estudo preliminar ✔ Aprovação do cliente (e encerramento dessa etapa) ou pedido de alteração do cliente (e continuação dos ajustes no layout até que seja 100% aprovado, no limite do que estiver previsto no contrato de vocês) Agora que já sabemos o que é e como fazer um estudo preliminar de arquitetura, vamos ver como ele funciona segundo um olhar mais prático. Com esse intuito, separamos 3 exemplos para mostrar como você pode desenvolver esse processo no seu escritório. É o método mais utilizado no desenvolvimento dos estudos, sobretudo quando se quer apenas despejar no papel os impulsos criativos e passar para o software posteriormente, visando a elaboração de 3D e concepção de imagens realistas. Simples e eficiente, é um desenho livre, sem grandes exigências, que requer apenas o uso correto do escalímetro, para que não haja divergência de medidas quando digitalizado. Quanto à apresentação do estudo preliminar de arquitetura, muitos escritórios hoje preferem investir em pranchas mais conceituais ao invés de mostrar ao cliente uma planta baixa técnica, que além do aspecto frio e impessoal, costumam ser difíceis de ser interpretadas pelos clientes, pessoas leigas no assunto. Elaborar um layout humanizado costuma facilitar essa compreensão do que está sendo sugerido pelo arquiteto. Além disso, por ser mais agradável aos olhos, esse tipo de representação gera mais desejo de compra e acaba tendo mais poder de convencimento nos clientes. Quando aliado ao moodboard, como nesse exemplo que estamos analisando, fica ainda mais simples de entender a proposta e atmosfera do projeto como um todo. Pode ser feito direto no software ou passar primeiro pelo croqui manual. Preferida pelos arquitetos artistas, essa opção já exige conhecimentos mais específicos de representação gráfica e técnicas de desenho. O resultado costuma conectar muito com os clientes e agregar um valor especial ao seu projeto. Caso combine com o seu perfil profissional e pessoal, você pode incluí-lo na entrega do seu estudo preliminar também, pois certamente é um diferencial competitivo. Por fim, sabemos que o assunto precificação é um dos campeões de dúvidas por aqui e, por conta disso, achamos válido esclarecer algumas, considerando principalmente o nosso tema que é  estudo preliminar de arquitetura. No geral, a prestação dos serviços arquitetônicos e de design podem ser cobrados de diversas formas e você pode definir aquela que mais faz sentido para a sua realidade, dentre as principais opções elencadas: ✔ Por m² (caindo em desuso) ✔ Percentual de complexidade ✔ Por hora trabalhada Entretanto, a nossa maior recomendação é que você tenha especificado um valor em percentual, referente a cada etapa do projeto e que solicite ao cliente o respectivo pagamento a cada conclusão. Para nortear a definição desse percentual, temos uma sugestão para você ter como referência e não como regra, que é a seguinte: ✔ Estudo preliminar: 30 % ✔ Anteprojeto de arquitetura  (pré executivo): 20% ✔ Projeto executivo de arquitetura: 50% Considere que cada forma de trabalhar é muito única e requer a consideração de muitos pormenores. Em vista disso, é importantíssimo que você avalie a situação específica do seu escritório para encontrar uma precificação justa para ambas as partes, lembrando que, mais uma vez, os percentuais estipulados aqui são meros parâmetros, jamais uma exatidão. Sabemos que o estudo preliminar de arquitetura também pode ser feito e entregue de múltiplas formas e nesse artigo você teve um panorama bem completo sobre o tema, que marca o início do planejamento dos espaços interiores e arquitetônicos, sempre muito atrelado à organização dos profissionais. Agora conta para a gente, como andam os processos de estudo preliminar no seu escritório? www.blog.grafittiartes.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/eventos-de-arquitetura-e-design-confirmados-para-2021 Title: Eventos de Arquitetura e Design - 2021 Meta Description: Confira os eventos de arquitetura e design já confirmados para 2021, seus focos, suas datas e fique por dentro das principais tendências e novidades da área! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/eventos-de-arquitetura-e-design-confirmados-para-2021 ## Headings Structure: H1: Eventos de Arquitetura e Design confirmados para 2021 H2: 1. CASACOR H2: 2. Expo Revestir H2: 3. FEICON H2: 4. EXPOLUX H2: 5. UIA Rio EXPO H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Eventos de Arquitetura e Design confirmados para 2021 H2: 1. CASACOR H2: 2. Expo Revestir H2: 3. FEICON H2: 4. EXPOLUX H2: 5. UIA Rio EXPO H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? No ano de 2020, com a pandemia mundial de Covid-19, os eventos do setor de arquitetura, design e construção ficaram comprometidos; forçando adiamentos ou cancelamentos de tradicionais feiras de negócios, encontros, congressos nacionais e internacionais. Porém, passado o período de aprendizado e adaptações, o setor está se reorganizando para colocar o compartilhamento de tendências e novidades em dia, seja de forma online ou presencial (mantendo todas as medidas de segurança). Então, preparamos este artigo para que você fique de olho nos eventos de arquitetura e design que vão acontecer em 2021 e possa se programar para não perder nada. Confira! Considerada a maior mostra de Arquitetura, Design de Interiores e Paisagismo das Américas, a CASACOR tem o grande diferencial de acontecer anualmente em vários locais espalhados pelo continente americano e conta com a participação de centenas de arquitetos, designers e paisagistas renomados. Em 2021, o evento tem como tema "A Casa Original". A proposta é repensar a relação entre nossos sentimentos e a vida moderna, buscando resgatar nossos laços ancestrais.As datas do evento variam de acordo com o local, mas a primeira edição do ano já confirmada acontecerá de 02 a 25 de abril, no Rio de Janeiro. Você pode acompanhar a data e localização das demais edições do site oficial do evento: CASACOR. A Expo Revestir é considerada a maior feira do setor de revestimentos da América Latina. Esse ano, a feira tem como lema: “Um novo jeito de viver a Expo Revestir”, isso porque, em virtude da segurança de seu público, a edição de 2021 do evento ocorrerá de forma 100% digitaç. A previsão é que ela ocorra de 22 a 26 de março de 2021, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmicas para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres (Anfacer). Você pode acompanhar os expositores que estarão presentes e demais informações no portal do evento: Expo Revestir. Para quem gosta de ir além da decoração ou da Arquitetura de interiores, a FEICON é um evento que proporciona uma visão completa dos setores da construção civil e arquitetura em um só lugar. Trazendo uma diversidade de marcas nacionais e internacionais, conta com expositores dos macrossetores de instalações, acabamentos, externos e estruturas. O evento conta com mais de 700 expositores nacionais e internacionais organizados em quatro setores: Em 2021 o evento acontecerá de 14 a 17 de setembro na cidade de São Paulo.‍ Para mais informações, você poderá acessar o portal do evento: FEICON. A feira Expolux é considerada o principal evento para as empresas de iluminação da América Latina. Abrangente, o evento concentra 14 setores da iluminação (Iluminação Cênica, Iluminação Educacional, Iluminação Comercial, Iluminação Publicitária, dentre outros) além de apresentar as novidades tecnológicas e tendências deste ramo. A 17º edição da feira acontecerá dos dias 05 a 08 de julho de 2021 em São Paulo.‍ Para conhecer os expositores e ver mais informações sobre o evento, você poderá visitar o portal da feira: Expolux. A UIA2021RIO EXPO é a Feira oficial do 27º Congresso Mundial de Arquitetos, promovido pela UIA – União Internacional de Arquitetos e realizada pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil com apoio de todas as principais associações e sociedades ligadas a Arquitetura. A feira será realizada pela primeira vez no Brasil (originalmente prevista para acontecer no ano de 2020) e foi confirmada para julho de 2021 no Rio de Janeiro. São mais de 10.000 m2 e com expectativa de 15 mil visitantes por dia. Além disso, o evento também conta com ciclo de palestras e espaços para networking. O evento acontecerá de 19 a 22 de julho de 2021 no Rio de Janeiro. Para mais informações, você poderá acessar o portal do evento: UIA2021RIO Expo Ainda são muitos os eventos que aguardam confirmação da data e do modelo que serão realizados, então, fique atento às redes sociais da Vobi que, a medida que forem confirmados, vamos atualizando as informações para que você possa programar. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/execucao-de-obras-importancia-responsabilidades-profissionais-e-tecnologia-para-um-projeto-de-sucesso Title: Execução de obras: práticas para o sucesso do projeto Meta Description: Uma gestão eficiente na execução de obras garante o controle, monitoramento e sucesso do projeto, desde a preparação do canteiro até a entrega final. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/execucao-de-obras-importancia-responsabilidades-profissionais-e-tecnologia-para-um-projeto-de-sucesso ## Headings Structure: H1: Execução de obras: importância, responsabilidades profissionais e tecnologia para um projeto de sucesso H2: A importância da execução de obras para o sucesso do projeto de construção H2: Etapas fundamentais na execução de obras: do planejamento à entrega H3: Etapa 1: Preparação do canteiro de obras H3: Etapa 2: Fundações e estrutura da obra H3: Etapa 3: Instalações hidráulicas e elétricas H3: Etapa 4: Alvenaria e acabamento H3: Etapa 5: Instalações complementares H3: Etapa 6: Limpeza e entrega H2: O papel dos profissionais envolvidos na execução de obras H2: Práticas de gestão eficiente na execução de obras: controle de prazos e orçamentos H3: Identificação prévia de problemas H3: Comunicação eficaz H3: Lidar com imprevistos H2: Garantindo a qualidade na execução de obras: controle e supervisão H3: Automação H3: Monitoramento H2: Como lidar com imprevistos e desafios na execução de obras H3: Materiais não disponíveis H3: Novos preços de materiais H3: Mudanças climáticas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Execução de obras: importância, responsabilidades profissionais e tecnologia para um projeto de sucesso H2: A importância da execução de obras para o sucesso do projeto de construção H2: Etapas fundamentais na execução de obras: do planejamento à entrega H3: Etapa 1: Preparação do canteiro de obras H3: Etapa 2: Fundações e estrutura da obra H3: Etapa 3: Instalações hidráulicas e elétricas H3: Etapa 4: Alvenaria e acabamento H3: Etapa 5: Instalações complementares H3: Etapa 6: Limpeza e entrega H2: O papel dos profissionais envolvidos na execução de obras H2: Práticas de gestão eficiente na execução de obras: controle de prazos e orçamentos H3: Identificação prévia de problemas H3: Comunicação eficaz H3: Lidar com imprevistos H2: Garantindo a qualidade na execução de obras: controle e supervisão H3: Automação H3: Monitoramento H2: Como lidar com imprevistos e desafios na execução de obras H3: Materiais não disponíveis H3: Novos preços de materiais H3: Mudanças climáticas H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A execução de obras é um processo complexo que envolve diversas etapas, desde o planejamento até a entrega final. Por isso, é importante contar com uma equipe técnica especializada, incluindo um gestor de obras que será responsável por coordenar todas as atividades. Nesse contexto, o RRT de execução de obras é essencial para indicar ao profissional a responsabilidade legal sobre a execução do projeto, garantindo sua competência e comprometimento com as normas aplicáveis. É necessário que esse profissional saiba ter um controle de prazos e orçamentos, realizar monitoramento constante no progresso da obra e identificar de forma prévia os problemas para implementação rápida de ações corretivas. Isso ajuda a evitar atrasos e custos adicionais. Continue a leitura e saiba mais sobre uma execução de obras bem sucedida e como utilizar as tecnologias adequadas para garantir a qualidade, prazos e orçamentos previstos. Acompanhe os seguintes tópicos: A execução de obras é a etapa onde as ideias e planejamento do projeto se transformam em realidade, sendo importante que essa execução seja conforme o planejado, respeitando as especificidades estabelecidas. Ela também desempenha um papel fundamental no controle de prazos e custos do projeto. A soma do planejamento adequado, acompanhamento contínuo e reconhecimento precoce de problemas evitam atrasos e gastos desnecessários. A identificação e resolução de problemas é muito importante nesse processo. É comum que surjam desafios e imprevistos e uma gestão eficaz facilita a implementação de soluções rápidas e adequadas, minimizando os impactos negativos no projeto. Por fim, a execução de obras tem como objetivo um projeto final de qualidade e, consequentemente, a satisfação do seu cliente. A entrega da construção bem executada, dentro do prazo e do orçamento estabelecido, atende à expectativa e resulta em fortalecimento do relacionamento entre ambas as partes. As etapas na execução de obras variam conforme o escopo do projeto, acompanhe as principais etapas que comumente aparecem nos projetos: A fase anterior à execução de obras, que inclui o anteprojeto, projeto arquitetônico, projeto estrutural, registro de responsabilidade técnica (RRT) e anotação de responsabilidade técnica (ART), é crucial para firmar as bases e diretrizes para o início da construção. A primeira etapa, então, consiste na organização e preparação das atividades relacionadas à realização do projeto. É necessário a limpeza do terreno, remoção de detritos e vegetação. Além disso, é importante a delimitação da área do canteiro de obras, pois garante a segurança dos trabalhadores e da população, evitando o acesso não autorizado e protegendo contra possíveis riscos. A partir daí, deve-se instalar espaços adequados para as atividades, como escritórios, sanitários, áreas de descanso, entre outras estruturas básicas que atendam a equipe de trabalho. Bem como, a destinação de um acesso adequado para chegada de materiais e saída de entulhos. A área reservada para o armazenamento dos materiais e equipamentos é de extrema importância, para não existirem perdas e danos nesses itens. Um canteiro de obras bem-planejado e executado garante a otimização de recursos, redução de riscos e oferece um ambiente seguro para o trabalho. Na segunda etapa, as fundações e estrutura são executadas conforme o estabelecido no projeto estrutural, garantindo que estejam de acordo com as normas de qualidade. Entre as atividades estão: escavação, concretagem, inserção de armaduras e instalação dos elementos estruturais. Durante essa etapa, deve-se realizar inspeções de verificação das armaduras, alinhamentos dos elementos e processo de cura do concreto. Além da realização de ensaios e testes quando for necessário. Essa etapa é fundamental para a vida útil de uma edificação, pois elas irão garantir a estabilidade, a segurança e a durabilidade. As instalações hidráulicas e elétricas são fundamentais para execução de obras, pois asseguram o suprimento de água, o escoamento de resíduos e o fornecimento de energia elétrica. Por isso, é importante a correta instalação desses sistemas, onde se garanta a segurança dos ocupantes, evitando riscos relacionados à má execução. É necessário seguir devidamente o projeto e o planejamento, considerando a definição dos pontos de água, esgoto, drenagem e energia elétrica. Bem como, o dimensionamento correto das tubulações, a distribuição dos pontos de luz e tomadas. A construção de paredes e o acabamento estético dos cômodos é fundamental na execução de obras, deve-se priorizar a correta execução, o uso de materiais apropriados e aplicação dos acabamentos como exigem as normas técnicas. É nessa etapa onde deve-se prever um tempo significativo para sua execução, onde o planejamento deve ser feito e executado pensando na sequência das atividades e considerando o tempo de cura dos materiais. Outro ponto importante, é que essa fase deve ser prevista e coordenada com outras etapas, por exemplo, a fase das instalações elétricas e hidráulicas para garantir a integração dos sistemas construtivos. Garantindo a qualidade dos serviços através das inspeções, é possível construir edificações com estrutura sólida e esteticamente agradáveis. As instalações complementares assim como as instalações técnicas mencionadas anteriormente trazem elementos que contribuem tanto para a estética e funcionalidade da edificação. As esquadrias, louças, metais e elementos do paisagismo são instalações inseridas após a construção do edifício e necessitam de uma seleção criteriosa dos materiais, coordenação entre os profissionais envolvidos e integração com as outras etapas. A limpeza é a última etapa da execução de obras, onde é sinalizado o final do processo de construção e início da ocupação do espaço. Além da organização do espaço, essa fase é importante para verificar se todos os itens de acabamento estão segundo os padrões de qualidade estabelecidos inicialmente. São feitos, por exemplo, a remoção de entulhos, a limpeza de superfícies e a remoção de qualquer equipamento que possa ter sido deixado no canteiro de obras. A entrega do projeto ocorre posterior a finalização da limpeza, onde é realizado uma vistoria de conferência dos sistemas elétricos, hidráulicos e demais instalações que tenha sido feita. Assim como a avaliação das perfeitas condições de pinturas, revestimentos, pisos e outros detalhes. Já na entrega do espaço, é formalizado os documentos, como termo de entrega e recebimento, garantias e manuais de utilização. Para que um projeto seja executado conforme o planejado e dentro do prazo estabelecido, é necessário um bom gerenciamento de obras por parte dos profissionais envolvidos. Isso trará muitos benefícios tanto para o contratante quanto para o contratado. É importante que esses profissionais tenham experiência, capacitação, organização e um amplo conhecimento, pois no dia a dia toda equipe irá precisar lidar com diferentes tipos de pessoas e desafios. O profissional que desempenhar a função de supervisão e coordenação da execução das atividades construtivas deve emitir um registro de responsabilidade técnica - RRT de execução de obras. Se você é um gestor de obras, por exemplo, além de lidar com o progresso da execução deve lidar com as decisões e negociações entre construtora, arquitetos/engenheiros, fornecedores e principalmente clientes. Além disso, contratar e treinar a equipe de trabalho, irá precaver que os profissionais tenham as habilidades necessárias para desempenhar as suas funções adequadamente. Como também, priorizar a segurança no local de trabalho, implementando ações de prevenção de acidentes e garantia do cumprimento das normas de segurança. Deve-se também estar alinhado com o profissional responsável pelo projeto, pois o gestor deve monitorar a seleção, compra e o uso dos materiais e acabamentos, para não existirem desperdícios. Essas inspeções também contribuem para verificar a qualidade da execução, detectando possíveis falhas e já prevendo ações corretivas. O alinhamento com os outros profissionais também é essencial para o sucesso da execução de obras, por exemplo, os profissionais que estão dentro do canteiro de obras que vão definir o ritmo de obra, onde será dividido as responsabilidades das tarefas conforme as habilidades e competências. Por isso, é preciso um comprometimento mútuo, para que o cronograma seja realizado dentro do prazo estabelecido. A antecipação de problemas potenciais na execução de obras, permite minimizar impactos negativos. Quanto mais cedo os problemas forem reconhecidos, mais fácil será lidar com eles. Por isso, é importante a verificação da qualidade da mão de obra, se as especificações técnicas estão sendo seguidas, bem como a correta utilização de materiais e equipamentos. Inspeções como essas, ajudam a identificar problemas precocemente. É fundamental uma comunicação transparente entre todos os setores envolvidos na execução do projeto, assim como em qualquer outra etapa do projeto.Instaurar processos que facilitem o fluxo de informações favorece o desenvolvimento do projeto. Muitas vezes a comunicação é o ponto fraco no processo de construção de uma edificação. Por isso, deve-se desenvolver estratégias que integrem as áreas envolvidas, centralizem as documentações e utilizem ferramentas de aprovação compartilhadas. Isso faz com que todas as decisões sejam fruto de um consenso compartilhado entre os responsáveis e promove uma comunicação eficaz, livre de conflitos e erros. A Vobi te ajuda a manter seus projetos e obras organizadas, seu negócio de sucesso e os clientes satisfeitos. Com a ferramenta Diário de Obra, é muito mais fácil registrar o progresso da obra por meio de fotos e relatórios e compartilhar em tempo real com seus clientes e/ou equipe. Como citado anteriormente, a boa gestão vai ditar o desenvolvimento de soluções para lidar com imprevistos. Ter planos alternativos facilita a tomada de decisão perante obstáculos inesperados. As informações atualizadas também desempenham um papel fundamental para que se desdobrem ações assertivas e, assim, sua equipe está preparada para qualquer eventualidade que possa ocorrer durante a execução de obras. Essa gestão eficiente permite minimizar potenciais problemas, bem como atrasos e custos adicionais que impactem negativamente no projeto. A adoção da automação de processos na construção civil possibilita um controle mais efetivo e uma supervisão mais precisa da execução de obras, resultando em maior produtividade, redução de custos e melhor utilização de recursos. Se antes as tarefas eram repetitivas e manuais, hoje a automação não sobrecarrega mais a equipe. Com ela, é possível programar e agendar tarefas recorrentes de forma automatizada e garantir que toda equipe acesse as informações sem a necessidade de reuniões ou telefonemas desnecessários. A equipe passa a se dedicar nas atividades que possuem maior valor agregado e reduz as atividades relacionadas a administração e repetição de tarefas. O monitoramento é fundamental para execução de obras, pois proporciona o acompanhamento, controle e gerenciamento do progresso, da qualidade, dos prazos, dos custos e dos riscos. Tudo isso pode ser acompanhado diariamente por meio de relatórios de acompanhamento, onde é verificado o progresso das etapas em função do cronograma estabelecido. Por exemplo, é possível registrar a quantidade de horas trabalhadas, os materiais usados, os serviços executados, as ocorrências e os eventuais imprevistos. A partir disso, você como gestor pode comparar o número de horas trabalhadas com o que foi planejado, assim como identificar se houve atrasos ou adiantamentos. Pode-se avaliar também se a produtividade da equipe está de acordo com o esperado. Com a ferramenta de Gestão de horas da Vobi, você pode ter o controle das horas que você e cada colaborador gastam por tarefa para garantir uma precificação correta para os seus serviços e também para gerenciar a equipe da melhor forma. Com o recurso de de Gestão de horas, você poderá facilmente: ✅ Registrar em cada tarefa diferentes períodos trabalhados por cada colaborador e em diferentes dias, garantindo a precisão no cálculo das horas dedicadas em cada projeto . ✅ Comparar as horas trabalhadas com as estimadas em um projeto, obtendo insights valiosos sobre a eficiência do seu time e ajustando os recursos conforme necessário. ✅ Ter uma visão panorâmica das horas trabalhadas e estimadas em seu negócio como um todo, permitindo uma análise estratégica e embasada para a tomada de decisões. ✅ Acompanhar as horas trabalhadas totais de cada membro do time, identificando o desempenho individual e incentivando a produtividade e o engajamento. Com a gestão de horas da Vobi, você terá o controle absoluto sobre o tempo investido em cada tarefa e projeto através da análise dos gráficos gerados, resultando em uma precificação correta, uma equipe mais produtiva e empreendimentos de sucesso! A execução de obras precisa levar em conta variáveis externas, como pessoas, variações climáticas e disponibilidade de materiais. Por isso, é necessário um plano que considere um tempo livre para lidar com imprevistos, diminuindo o aumento de despesas e atrasos na entrega da obra. Você sabe se antecipar e reagir quando uma situação imprevisível acontece? Separamos alguns dos casos mais comuns e como lidar com cada um deles, acompanhe: Mesmo com todo o planejamento de cronograma de compras, pode haver atrasos relacionados à entrega dos materiais. É aí aonde voltamos aquela frase “o barato sai caro”, pois produtos pronta entrega geralmente possuem um valor mais elevado, mas evita com que a mão de obra fique parada e acarretando ainda mais custos. Por isso a importância de encontrar fornecedores que possuam um histórico de confiança no cumprimento de prazos e qualidade dos materiais. Além de ter um relacionamento dotado de uma comunicação transparente, que busque soluções para minimizar os impactos causados pelos atrasos. Contudo, se os materiais estiverem atrasados, é primordial manter a calma e procurar por soluções inteligentes para continuidade da obra sem grandes contratempos. Muitos profissionais não utilizam uma abordagem proativa na gestão dos preços dos materiais, ou seja, não planejam os preços dos produtos considerando as oscilações do mercado e a inflação. Já que grande parte dos clientes fazem aquisição de seus materiais meses após a elaboração das planilhas orçamentárias. O ideal é que se tenha uma pesquisa de mercado regularmente, além de adicionar margens de segurança no orçamento e a utilização de ferramentas específicas para a gestão financeira da execução de obras. Por exemplo, com a ferramenta Orçamento por Composição Vobi é possível ganhar agilidade e padronização na hora de criar orçamentos por meio de composições personalizadas com custos de insumos e serviços. Os principais benefícios de usar essa ferramenta, são: ✅ Agilidade nos cálculos; ✅ Auxílio no dimensionamento de equipes; ✅ Auxílio na estimativa de quantitativos de materiais e equipamentos; ✅ Estimativa de prazos de execução; ✅ Visão assertiva no valor final da obra. Com esse tipo de orçamento, é possível ter uma visão completa de todos os custos que compõe essa documentação utilizando a técnica Composição de custos. Também conhecida como Composição de preço unitário, a ferramenta permite o cálculo de índices de consumo de material, equipamentos e produtividade da mão-de-obra. Bacana não é mesmo? Leia mais, clicando aqui. Assim, é possível ter uma clareza real dos custos do projeto e as decisões são mais embasadas para não haver estouros no orçamento, além de garantir o sucesso da obra dentro do prazo estabelecido inicialmente. Chuva e canteiro de obra definitivamente não combinam, mas existem ações de contingência para lidar com esses períodos. Faça um cronograma, proteja as áreas de trabalho e armazene os materiais de forma adequada. É importante monitorar a previsão do tempo pela manhã, a fim de se precaver durante o dia e conseguir alinhar com a equipe e fornecedores da obra sobre as mudanças no cronograma devidos a essas adversidades. A flexibilidade e o preparo para tomada de ação rápida é essencial para garantir o progresso eficiente e segura da execução de obras. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/feng-shui-cozinha Title: Dicas de Feng Shui na cozinha: melhore seus projetos. Meta Description: Conheça os princípios do Feng Shui e crie uma cozinha funcional e agradável para os seus usuários. Leia este artigo e entenda essa filosofia aplicada no design! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/feng-shui-cozinha ## Headings Structure: H1: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H2: Técnicas para feng shui na cozinha H2: Como aplicar o feng shui na cozinha? H3: Organização H3: Cores H3: Metais H3: Layout H3: Marcenaria H3: Adornos de madeira H3: Comidas H2: Exemplos de projetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H2: Técnicas para feng shui na cozinha H2: Como aplicar o feng shui na cozinha? H3: Organização H3: Cores H3: Metais H3: Layout H3: Marcenaria H3: Adornos de madeira H3: Comidas H2: Exemplos de projetos H3: Continuar lendo H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A cozinha é um dos ambientes mais importantes, sendo considerada o coração de uma casa e de acordo com o Feng Shui, é o local que proporciona boas energias. É nesse ambiente onde é preparado os alimentos que servem como energia para a saúde dos moradores. Você, arquiteto ou designer, conhece a técnica? O Feng Shui é uma prática milenar oriental que vem se tornando cada vez mais popular. Nas últimas décadas, o conceito se estabeleceu a partir do design de interiores para criar espaços energéticos e saudáveis. Para desenvolver uma cozinha Feng Shui deve-se ter cuidado em todas as escolhas de decoração e, principalmente, de layout. A paleta de cores, os adornos, os móveis, a materialidade e a iluminação devem ser inseridos de acordo com a energia que se deseja cultivar para a vida. Ao aplicar ideias dessa filosofia é possível garantir um espaço que melhora a qualidade de vida dos usuários. Explore os princípios do Feng Shui lendo os tópicos a seguir: Na filosofia Feng Shui, para o ambiente estar em equilíbrio é preciso que contenham os cinco elementos: água, terra, fogo, madeira e metal. Na cozinha Feng Shui, o elemento que se sobressai é o fogo, sendo ele responsável por atrair a criatividade e a prosperidade. Para que esse espaço funcione em perfeita harmonia em relação ao todo da casa, é ideal que ele esteja localizado na parte de trás da edificação. A cozinha deve-se manter limpa e organizada para manter as boas energias fluindo. Tudo precisa funcionar em perfeito estado: bancadas, eletrodomésticos, eletrônicos, louças, local de armazenamento, entre outros. Principalmente os lixos, que devem ser retirados todos os dias para que as energias dos detritos não se misturem com a energia de farturas dos alimentos. A premissa principal da técnica parte de que nada pode estar quebrado em uma casa, seja em uma cozinha, em uma sala ou em um quarto Feng Shui. Pratos, utensílios ou outros objetos precisam funcionar adequadamente e serem feitas manutenções recorrentes, como no caso das facas - que precisam ser amoladas/afiadas. Por exemplo, é importante verificar se os queimadores do fogão estão funcionando. Esse objeto é muito importante para o ambiente e se o mesmo apresentar problemas significa negligência com a casa e com o chamado para energia de riqueza, o que pode impactar diretamente na receptividade para novas oportunidades da vida. Esse ambiente importante também precisa ser bem iluminado e arejado, pois ambos ajudam a movimentar as boas energias e contribuem para melhor visão do alimento. Caso a luz da janela não seja suficiente para iluminar o local, utilize pendentes, arandelas e/ou iluminação de tarefa. Outro simbolismo importante associado a cozinha Feng Shui é a nutrição e o afeto. Por isso, é importante manter esse ambiente conservado e ordenado, assim, é possível uma família manter-se em constante cuidado uns com os outros. Para manter uma cozinha em ordem é necessário muitos espaços de armazenamento, estabelecendo assim, que tudo tenha o seu lugar. Ter armários e dispensas simbolizam a ordem das finanças. As gavetas, os ganchos de portas e caixas organizadoras garantem que tudo esteja organizado. Entretanto, recipientes grandes não devem armazenar pouca quantidade de comida na cozinha, visto que, para a técnica Feng Shui, essa ação faz com que se mantenha a energia de escassez ou carência. Então, a dica é pensar em espaços e recipientes com tamanho adequado diante da quantidade de pessoas e de comida que elas consomem. Como citado anteriormente, a cozinha é associada ao elemento fogo, por isso deve-se evitar cores que remetem a isso, a fim de evitar o desequilíbrio. As cores em tons de vermelho e laranja não são recomendadas por esse motivo. Os tons de azuis e pretos também não são ideais pois remetem ao elemento água, o qual é oposto do elemento fogo e pode causar também desequilíbrio. Opte por tons em beges ou amarelo. Diante da ideia de utilizar o Feng Shui na cozinha, essas cores estão mais relacionadas ao elemento terra, que remetem à saúde e aos relacionamentos. Ao inserir metais na cozinha, o ambiente passa a ter energias ligadas a produtividade, clareza e calma. As torneiras, luminárias, utensílios, puxadores, adornos, entre outros são alguns dos itens que podem ser incorporados à decoração. As queridinhas lixeiras embutidas podem ser uma aliada para evitar a desordem desse ambiente importante. Ao esconder o lixo do dia a dia, é possível evitar que a força da nutrição seja anulada pelos detritos. Entretanto, ao utilizar essa materialidade é preciso cuidado na composição. Muitos elementos metálicos podem trazer a sensação de peso no ambiente, causado pela sobrecarga de energia metálica. A cozinha Feng Shui deve ser planejada no sentido horário. De acordo com a filosofia, a bancada está associada a água e o fogão ao fogo, com isso eles não podem ficar posicionados de frente para o outro. O fogão precisa estar localizado antes da pia, para que o elemento água possa neutralizar o elemento fogo. Entre a pia e o fogão deve-se usar elementos de madeira para amenizar o poder da água em relação ao do fogo, assim, a água alimenta a madeira que alimenta o fogo, tendo o resultado de boas energias nesse ambiente. Outra dica é inserir tapete verde, que é associado a terra, para amenizar o conflito. Ao pensar nos móveis de uma cozinha, pense em preencher todo espaço até o teto para evitar o acúmulo de poeira em cima do armário. Isso evita que a energia negativa permaneça no local. Pense nos locais que irão armazenar os itens pesados, como as panelas. Elas podem ser armazenadas em gavetas profundas, prateleiras internas ou em ganchos com corrediças deslizantes. Esse é o momento para usar a criatividade mas evite deixar um local exposto para pendura-las, pois podem causar ansiedade nos usuários - por serem pesadas. Conforme o conceito do Feng Shui na cozinha, as facas também devem ser guardadas em gavetas e longe dos olhares das pessoas. Esses itens passam a sensação de tensão e desconforto pelo seu formato pontiagudo. As portas dos armários podem ser mescladas com vidros. O vidro canelado, transparente ou fosco favorece o fluxo de energia e mantém os objetos armazenados visíveis - o que contribui para o senso de responsabilidade em relação à organização. Embutir luzes de led contribui para manter o elemento fogo no horário mais noturno. A cozinha com iluminação emana energia saudável e de proteção. Você sabe mais do que ninguém que suportes, tábuas e acabamentos de madeira dão aquele toque especial em uma composição. Diante da filosofia, o elemento da madeira é positivo de se cultivar em uma casa, e principalmente em uma cozinha Feng Shui. Não esqueça que as plantas remetem a esse elemento e ficam lindas adicionadas em móveis e na bancada. As tigelas e travessas com frutas representam a abundância de uma casa. Ter locais livres para essa prática é ideal para manter boas energias. Além do mais, esses elementos vivos deixam o ambiente colorido e belo. Potes com arroz e cereais também são bem vindos. O cultivo de uma mini horta expõe o elemento terra para dentro do ambiente e mantém a cozinha vibrante. Plantas como o hortelã e o manjericão ajudam a elevar a prosperidade e a sorte. O projeto da Cozinha Aurélia assinado pelo Renato Mendonça Arquitetura utilizou o vidro canelado na porta de correr para não perder a iluminação natural que chegava pela área de serviço, o que fez com que o ambiente se mantivesse iluminado e, sempre que desejável, arejado. Além do mais, trouxe uma materialidade que está em alta no momento - novos acabamentos e texturas. O alumínio preto e o canelado permitem o contraste do uso tradicional da madeira. A utilização da marcenaria mantém a atemporalidade e proporciona aos usuários a certeza de móveis com materiais resistentes cheios de elegância. A inclusão da iluminação de tarefa em uma cozinha Feng Shui é um recurso para trazer mais conforto a quem trabalha na área de preparação, cozimento e pia. Além do mais, nesse projeto - exposto na imagem anterior - a iluminação causa diferentes atmosferas no espaço, o tornando atraente e dotado de personalidade. Em ambos os projetos, as plantas ganham espaços para proporcionar uma cozinha saudável e vibrante. Hoje, inserir plantas com propriedades terapêuticas vem sendo cada vez mais popular e é um aliado do conceito Feng Shui. Com fácil acesso a ervas, os moradores podem transformar as refeições rapidamente ou utilizarem para aliviar dores de forma mais fácil. Os vasos de dinheiro-em-penca, de alecrim, manjericão, orégano ou hortelã são sempre bem vindos. Ademais, em nenhum dos projetos é visto o posicionamento do fogão em frente a pia. Como vimos anteriormente, o elemento água causa conflito com o elemento fogo. Os dois equipamentos precisam se manter lado a lado ou serem amenizados com o elemento terra. Também, é visto que os tons neutros nos armários e nas paredes foram priorizados. No conceito Feng Shui para cozinha, a escolha de cores calmas, padrões básicos, móveis tradicionais mesclados com antiguidade são ideais para evitar os conflitos de cores, texturas e estampas. Agora que você já conhece melhor sobre essa temática, não deixe de aplicar esses e outros conceitos em seus projetos. Conheça também os artigos sobre Feng Shui sala e Feng Shui quarto, clicando em cima. www.homesandgardens.com www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/feng-shui-quarto Title: Feng Shui no quarto: como aplicar a técnica em seus projetos Meta Description: Saiba como a filosofia oriental influencia na decoração e nos sentimentos. Clique no artigo e confira as dicas práticas de como aplicar o Feng Shui no quarto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/feng-shui-quarto ## Headings Structure: H1: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H2: O quarto feng shui e o design de interiores H2: Técnicas para feng shui no quarto H3: Posição da cama H3: Mesas laterais H3: Cabeceira H3: Móveis seguros e pinturas leves H3: Os 5 sentidos H2: ‍Como aplicar o feng shui no quarto? H3: Sem materiais de trabalho H3: Nada acima e abaixo da cama H3: Cuidado com os espelhos H3: Tudo em perfeito funcionamento e limpos energeticamente H3: Plantas arredondadas H2: Exemplos de projetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H2: O quarto feng shui e o design de interiores H2: Técnicas para feng shui no quarto H3: Posição da cama H3: Mesas laterais H3: Cabeceira H3: Móveis seguros e pinturas leves H3: Os 5 sentidos H2: ‍Como aplicar o feng shui no quarto? H3: Sem materiais de trabalho H3: Nada acima e abaixo da cama H3: Cuidado com os espelhos H3: Tudo em perfeito funcionamento e limpos energeticamente H3: Plantas arredondadas H2: Exemplos de projetos H3: Continuar lendo H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H4: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O quarto é o espaço mais íntimo de uma casa, uma vez que está relacionado com a particularidade da pessoa que o habita. Ideal para descansar, vivenciar momentos de dores e curas, como também, guardar objetos pessoais, o projeto de um quarto precisa atender todos os requisitos de quem usufrui. Sabendo que  uma pessoa passa mais de oito horas do dia nesse ambiente, necessitando de um porto seguro dotado de singularidade, acolhimento e funcionalidade, o mais aconselhável é criar um quarto à maneira do feng shui. Você sabe o que é essa técnica e como pode ser benéfico nos seus projetos de design de interiores? Separamos este post especialmente para você desenvolver um incrível quarto feng shui. Contudo, para se tornar especialista em Feng Shui é necessário muitos anos de estudos para dominar a técnica. Por esse motivo, a Vobi facilitou e separou alguns fundamentos da técnica para você implementar em seus projetos e orientar seus clientes. Acompanhe os seguintes tópicos: A filosofia chinesa Feng Shui é fundamentada no antigo sistema de leis naturais, onde orientam a disposição dos móveis e decoração em função do fluxo de energia (Chi) e as manifestações de Yin e Yang - o mundo é conduzido por forças opostas que se complementam em um movimento constante. De acordo com a etimologia das palavras, o ‘feng’ significa vento e a palavra ‘shui’ quer dizer água. Isso significa que, unidos, constituem o fluxo de vida desejado em uma casa. Hoje, na contemporaneidade, a filosofia é fundamentada na psicologia para atingir objetivos em diversas áreas da vida. A premissa do feng shui no quarto parte da chamada posição de comando ou de controle. O conceito determina a melhor localização das pessoas e dos objetos em seus ambientes, considerando a porta de entrada desse cômodo. Ou seja, a porta principal é a referência do posicionamento. Na prática, isso significa que quando uma pessoa ocupa um ambiente, ela deve ter o comando das situações, tendo uma visão ampla do espaço. É por este motivo que não se deve ficar de costas para a porta dos ambientes, pois isso pode acarretar diretamente em todas as áreas, seja pessoal ou profissional. Obedecendo essa premissa, há de se ter uma maior sensação de proteção, bem-estar e segurança. Visto que a cama é o local onde a posição de controle deve ser garantida. É nela onde as pessoas passam mais tempo e querem se sentir bem para descansar e dormir. A melhor posição para a cama é de frente para a porta - mas não propriamente na mesma linha da entrada -, afastada de paredes com janelas ou banheiro, como também, sem reflexos diretos de espelhos. Esse conjunto de regras é muito importante para a filosofia Feng Shui no quarto. Atente-se! A mudança do layout desse ambiente pode trazer mais relaxamento para os usuários, claro que em alguns casos haverá um embate diante do orçamento e necessidades, você, como arquiteto, vai decidir quais as melhores decisões. Para aplicar o feng shui no quarto, é necessário entender que para essa filosofia chinesa é muito importante organizar os objetos em pares. Isto é, ter duas mesas de cabeceira, dois travesseiros e dois pendentes. Mesmo que só uma pessoa utilize o espaço e que não haja um relacionamento amoroso ali presente, os objetos precisam estar energizados em duplas, para que dessa forma se atraia boas vibrações e mantenha uma harmonia. Além disso, acredita-se que as camas devem ter cabeceiras. Elas também contribuem para uma melhor sensação de segurança, já que passam a sensação de apoio. As cabeceiras estofadas ou de madeira possibilitam uma tranquilidade, ao contrário daquelas feitas de ferro robusto - que acabam deixando o ambiente pesado e com uma sensação de prisão. Opte por escolher móveis com bordas suaves, isso também serve para as mesas laterais e as cabeceiras - citadas anteriormente. Todos esses móveis devem ser resistentes e com bordas arredondadas para se ter mais segurança e evitar acidentes. Na filosofia chinesa, acredita-se que objetos pontiagudos podem esgotar a energia e deixar os usuários do ambiente com a sensação de que estão sob ataque. Em relação às artes, na técnica feng shui para o quarto, acredita-se que determinados tons impulsionam vibrações harmoniosas capazes de reparar o sono. Dessa maneira, deve-se priorizar cores suaves, como os tons terrosos e o off-white. Isso também vale para o feng shui na sala e o feng shui na cozinha. Com a ajuda do mapa Baguá - principal ferramenta da técnica Feng Shui - é possível compreender em qual área da casa o quarto está localizado. Ele pode estar associado a nove áreas dominantes da vida, sendo elas: prosperidade, sucesso, relacionamento, criatividade, amigos, família, saúde, trabalho, espiritualidade. Por exemplo, se o quarto está associado à área de prosperidade, deve-se utilizar elementos de madeira, cores púrpura ou dourada, forma em movimento e pedra ametista. Outros elementos podem ser adicionados para aguçar os sentidos. Os tecidos mais macios são preferíveis para a pele. Opte por usar lençóis, almofadas, cortinas e travesseiros de cetim, algodão egípcio ou veludo. Já os ruídos brancos são adequados para melhorias no sono. Existem aparelhos específicos que emitem esses sons e podem ser colocados próximos à cabeceira. Os famosos óleos essenciais podem ser utilizados diluídos em água nos difusores. Cada óleo possui um efeito, sendo ideais para a prática Feng Shui no quarto, entre eles estão: calmante, energizante, sensual, de concentração, etc. Os objetos com significados podem influenciar na percepção de beleza do ambiente, ainda mais se possuírem cores agradáveis. O hábito de manter um copo com água e limão no quarto para ser tomado logo pela manhã pode contribuir para impulsionar o sabor e melhorar a imunidade. Se o quarto é um ambiente para descanso e conexão consigo mesmo, por que levar trabalho para esse espaço, não é mesmo? No quarto, o ideal é evitar materiais de trabalho e deixá-lo livre de tecnologia. Escolher um local específico para armazenar esses materiais, como separar outro cômodo para escritório é a melhor opção. Além do mais, remover as TVs, eletrodomésticos e demais eletrônicos contribui para menos produção de energia ao redor dos usuários, isso porque o Feng Shui se estabelece no mundo natural e a tecnologia e artificialidade reduzem o nível de Chi no ambiente. Além de emitirem luz azul que prejudicam o sono. Embaixo da cama a energia precisa fluir. Oriente o usuário a não deixar sapatos e sujeiras. O cômodo precisa estar limpo, organizado e livre de qualquer tipo de ameaça. Caso o espaço seja pequeno e muito necessário para armazenar itens debaixo da cama, é preferível que sejam objetos macios e ligados ao sono, como roupas de cama, cobertores e travesseiros. Quadros grandes com pinturas ou fotografias podem passar uma energia pesada e também ameaçadora, principalmente se a peça estiver acima da cama. Esses objetos não são proibidos dentro dos quartos, até porque eles são úteis na hora dos usuários se arrumarem, mas eles não podem ser posicionados em um local que reflita a imagem de quem está dormindo. Isso porque, de acordo com a técnica do Feng Shui, o espelho acelera as energias e impede uma boa noite de sono. É preciso estar atento se tudo está funcionando adequadamente, mantendo a estética e funcionalidade. Os objetos não podem ser quebrados. Nem pensar em paredes descascadas. Nem em problemas com a rede elétrica e hidráulica, além do mais, os tecidos devem estar conservados. Como dito anteriormente, a aromaterapia com difusores é ideal para a prática Feng Shui no quarto, outro exercício para contemplá-la é a diluição de alfazema em água para ser borrifada, pelo menos, uma vez ao mês no ambiente e nos objetos, mantendo-os refrescantes, melhorando as energias estagnadas e ajudando a relaxar. Outro cuidado para manter a força vital da técnica Feng Shui é manter a luz natural no ambiente. As janelas precisam estar desobstruídas para acentuar a luz e a ventilação. Opte por peças de cortinas e persianas que facilmente sejam flexíveis, isso contribui para quando o usuário precisar suavizar ruídos externos. Nada mais relaxante do que estar cercado pela natureza, não é mesmo? Um quarto Feng Shui pode ter plantas como parte da decoração, mas é preciso cuidado na hora de escolhê-las. De acordo com a filosofia, as plantas que possuem bordas suaves e arredondadas trazem calmaria para o espaço. As suculentas com folhas em formato de coração são ideais para esse espaço. Evite as pontiagudas como a bromélia, a babosa, a espada de são jorge e tipos de palmeiras, já que elas podem desencadear sentimentos mais impulsivos. Opte pelo antúrio, a gardênia, o jasmim e a violeta. Na imagem anterior, é possível identificar os fundamentos do quarto Feng Shui, como a utilização da posição da cama centralizada e a valorização da “posição de comando”. Nesse conceito, os objetos estão voltados para a porta de entrada, entretanto, não ficam alinhados a ela. As mesas de cabeceira e luminárias em ambos os lados transmitem equilíbrio. A simetria deixa o ambiente harmonioso. O desenho assertivo da cabeceira como objeto único além de manter a harmonia, oferece conforto na hora do usuário encostar para descansar ou no seu momento de leitura. O uso de padrões com tons suaves e terrosos contribuem para criar um clima sem distrações, capaz de oferecer relaxamento na hora do sono. A utilização de cortinas e persianas ajustáveis, como mostrada na imagem anterior, permite maximizar o fluxo de ar - elemento indispensável quando o assunto é Feng Shui no quarto. Ambientes frescos e limpos são indispensáveis para uma boa noite de sono. Em seguida, perceba que as artes do quarto mantêm uma paleta suave e uma figura com traços finos, demonstrando sutileza e equilíbrio. Isso não quer dizer que, os quadros não devem ter cores mais fortes, eles podem, ainda mais se for referido às cores do mapa Baguá, mas precisam manter a positividade que enfatiza a natureza e a vida. Separar um cantinho especial para velas e lâmpadas que fornecem iluminação ambiente com objetivo de criar uma atmosfera relaxante e tranquila é exemplar para criação do Feng Shui no quarto. Esses locais também podem apoiar a leitura do momento ou um aparelho Kindle. Os outros livros devem ser mantidos em outros cômodos, afinal, o quarto é um ambiente que não pode acumular poeira - mesmo que frequentemente sejam limpos. www.mindbodygreen.com www.maisfengshui.com.br www.maisfengshui.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/feng-shui-sala Title: Feng Shui à sala: saiba como aplicar com 8 dicas essenciais Meta Description: Entenda como a técnica milenar chinesa e o design de interiores criam ambientes equilibrados e seus moradores felizes. Conheça o feng shui aplicado na sala! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/feng-shui-sala ## Headings Structure: H1: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H2: O que é Feng Shui? H2: Técnicas para feng shui na sala H2: Como aplicar o feng shui na sala? H3: 1. Organização do espaço H3: 2. Uso de quadros H3: 3. Posicionamento dos móveis H3: 4. Cultivo de plantas H3: 5. Valorização dos elementos H3: 6. Priorização do equilíbrio nas cores H3: 7. Benefícios da aromaterapia H3: 8. Utilização de objetos no Feng Shui H2: Exemplos de projetos de feng shui na sala H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Feng Shui à sala: utilize a técnica em seus projetos e obtenha clientes mais realizados H2: O que é Feng Shui? H2: Técnicas para feng shui na sala H2: Como aplicar o feng shui na sala? H3: 1. Organização do espaço H3: 2. Uso de quadros H3: 3. Posicionamento dos móveis H3: 4. Cultivo de plantas H3: 5. Valorização dos elementos H3: 6. Priorização do equilíbrio nas cores H3: 7. Benefícios da aromaterapia H3: 8. Utilização de objetos no Feng Shui H2: Exemplos de projetos de feng shui na sala H3: Continuar lendo H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Ideias de cozinha Feng Shui: aplique os princípios em seus projetos H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H4: Conheça a filosofia do Feng Shui no quarto e como utilizá-la em projetos de interiores H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O Feng Shui é uma técnica milenar chinesa que melhora a qualidade de vida das pessoas e do ambiente em que elas vivem. A premissa da filosofia parte que, em uma casa, a energia chega pela porta principal e o primeiro espaço em que ela se dissipa é na sala de estar. Ter boas energias circulando na sala de uma casa é muito prazeroso e nos últimos anos as pessoas passaram a querer sentir cada vez mais essa sensação. A pandemia mundial do novo coronavírus obrigou a todos passarem mais tempo reclusos, todavia também, permitiu a ressignificação do conceito de lar. Desse modo, praticar as técnicas da arte do Feng Shui na sala passou a ser mais notório nos últimos tempos, sendo uma ótima opção para quem quer viver em ambientes com boas energias. Neste artigo, vamos conhecer melhor a aplicabilidade dessa filosofia. Disponibilizando os seguintes tópicos para você especializar-se em consultorias de feng shui. Acompanhe a seguir: O Feng Shui é uma prática chinesa milenar conhecida por trazer mais harmonia e equilíbrio ao espaço, tendo o propósito de cultivar boas energias e eliminar as negativas. Nessa filosofia, crê-se que cuidar do lugar onde se habita significa ter uma vida saudável e tranquila. Entende-se que o design de interiores é a principal forma de trazer elementos e técnicas que harmonizam as energias em um ambiente. Através das cores, das formas e dos materiais é possível trazer o Feng Shui para dentro de uma sala de estar ou demais cômodos. Influenciado pela natureza, a intenção desse estilo oriental é criar uma atmosfera de tranquilidade e equilíbrio. Para isso, simplicidade no mobiliário, iluminação que remete aos raios de sol, paredes claras e materiais naturais são as principais escolhas para implementar o feng shui na sala. Há várias vertentes diferentes de feng shui, mas hoje vamos nos concentrar principalmente em algumas técnicas fundamentais comuns. Sabendo que a prática do feng shui é fundamentada na maneira como se molda a energia que se move dentro e ao redor de uma casa, os seus moradores devem vivenciar boas energias e satisfação com seu próprio lar. A utilização do Baguá é uma ferramenta surpreendente para escolher qual melhor materialidade e tom para o que se deseja atrair. Mas você deve está se perguntando o que é um Baguá, não é mesmo? Iremos te responder! O Baguá é um mapa com formato octogonal dividido em nove seções que dominam a vida de uma pessoa, sendo elas: prosperidade, sucesso, relacionamento, criatividade, amigos, família, saúde, trabalho, espiritualidade. Nessas seções, são indicados as cores, a forma, o elemento, as plantas e a pedra. Para aplicar o feng shui em uma sala, esse mapa de energia também pode ser sobreposto na casa para ser identificado em qual das nove áreas o ambiente está localizado. Nesse caso, o baguá terá adaptação e o seu formato passará a ser quadrado, mas ainda dividido em 9 partes. A partir disso, pode-se fazer alterações para melhorar o ambiente. Por exemplo, se o cômodo está localizado na área de trabalho, as cores utilizadas devem ser tons escuros unido de formas sinuosas e relacionado ao elemento água. O mesmo vale para os demais ambientes, aplicando então, o feng shui na cozinha e feng shui no quarto. Ambientes com mais espaços permitem maior fluidez de energia, então, é necessário manter os cômodos organizados, limpos e sem excesso de móveis. A desordem do ambiente reflete o estresse, a preocupação, a sobrecarga de trabalho do dia a dia agitado. Objetos que outrora fizeram muito sentido, mas hoje estão quebrados e sem pretensão de conserto devem ser descartados. Eles podem bloquear as boas e novas vibrações, gerando estagnação na vida dos moradores. Além disso, para aplicar o feng shui em uma sala é importante ter um espaço arejado capaz de limpar as energias antigas para receber novas. Mais do que organizar móveis e objetivos, é essencial observar as janelas e portas, aproveitando a potência delas na influência da circulação das energias. O ambiente não pode ter passagens com obstruções, como esquadrias emperradas, bloqueadas por objetos ou enferrujadas. Você, como arquiteto ou designer de interiores, é capaz de identificar se o espaço precisa de reformas significativas ou se os objetos só precisam de arrumação, como um local adequado para serem posicionados. Fique atento, em uma sala, nem todos os cantos precisam ser preenchidos. No uso de artes, é possível trazer cores ou elementos através de imagens. O uso de um quadro com uma pintura vermelha, transmite a energia do fogo, que remete a paixão e ao reconhecimento. Por outro lado, é necessário evitar os objetos de artes que tenham uma história triste ou apego forte. Isso porque, ela pode carregar sentimentos negativos para o ambiente, e isso não é adequado de praticar no feng shui. Muitas pessoas se perguntam como se deve posicionar os móveis para ter um fluxo positivo de energia. Nesse caso, o ideal é incentivar o contato e a conversa entre pessoas, posicionando os móveis em forma de “U”. Outras se perguntam, onde deve ir um espelho, e nós respondemos: é importante evitar colocá-lo de frente para a porta de entrada, isso porque o mesmo reflete a energia de volta para fora. Opte por posicioná-lo em espaços que passam a sensação de apertados, garantindo assim, que a peça melhore a sensação de extensão do espaço e, muitas vezes, influencie em uma melhor iluminação do cômodo. As plantas verdes são capazes de trazer energia vital para a sala. Embora, elas precisem de luz, espaço, água e nutrientes suficientes para se manterem vivas e bonitas. A utilização dos cinco elementos contribui para equilibrar a saúde e bem-estar em um ambiente. A terra, o metal, a água, a madeira e o fogo podem ser remetidos através da cor ou da forma. A terra pode ser utilizada em formas planas e nas cores terrosas, como o marrom, laranja e amarelo. O metal pode ser remetido em formas esféricas e arredondadas, como também, nas cores branco, cinza e metálica. A água é vista em formas onduladas e curvas e na cor azul. Já a madeira é utilizada em forma retangular e em colunas, igualmente, nas cores verdes. O fogo pode ser encontrado em formas triangulares e nas cores vermelhas. Como dito anteriormente, a teoria das cores do Feng Shui está relacionada ao mapa Baguá e os cinco elementos. A utilização de uma cor específica acontece quando é necessário encontrar a energia que se quer cultivar. Lembre-se de que, de acordo com a psicologia das cores, os tons influenciam nos sentimentos e podem acarretar em diversas emoções, por isso, é preciso cuidar na escolha das cores e optar pelo equilíbrio no ambiente, assim é possível utilizar a técnica feng shui à sala. A prática da aromaterapia pode melhorar o bem estar dos moradores de uma casa: óleos essenciais, difusores, sprays, velas, e incensos podem ajudar em problemas físicos e mentais. Os móveis aparadores podem ser ideias para organizar esses produtos e manter uma sala organizada e limpa. Acredita-se que as pedras da sorte conduzem sorte e sucesso para o ambiente, dentre elas estão: a turmalina negra, o quartzo verde, o quartzo rosa, o cristal de quartzo, a pirita, a ametista e a selenita bruta. Utilizar esses objetos em aparadores e mesas de centro podem ser dissipadores de energia negativas e potencializadores das energias positivas. Já o sino dos ventos emite sons que contribuem para o clima do ambiente, fazendo com que os moradores mantenham-se relaxados e satisfeitos. A estátua Buda remete a prosperidade financeira e também a felicidade. Ideal para ser posicionado no hall de entrada ou qualquer outro canto visível da sala de estar. O espelho convexo, no Feng Shui, é utilizado para bloquear as energias negativas e cultivar boas vibrações. O local adequado para ser inserido é na porta de entrada - do lado de fora, entretanto, se isso não for possível, eles podem ser aplicados em áreas entre a sala de estar e a de jantar, por exemplo. A fonte de água localizada na sala traz calmaria, da mesma forma que atrai fortuna. O ideal é mantê-la cheia para reforçar a vitalidade e ainda gerar um clima refrescante. Acompanhe as próximas dicas de como utilizar a técnica feng shui na sala: De acordo com a filosofia, os sofás devem ficar encostados na parede, para assim transmitirem a sensação de segurança, como também devem, se possível, estar de frente para a porta, mas nunca de costas para uma visita - assim como poltronas e cadeiras. Bem como, não se deve ter nenhum obstáculo que bloqueie a porta, fazendo com que o observador tenha melhor visibilidade para quem chega e quem sai pela entrada, assim, também é possível recepcionar melhor as pessoas e as energias presentes ali. Atente-se também para a proporção do sofá em relação a sala. As peças grandes em demasia promovem sensação de sala apertada e, consequentemente, traz um desconforto para os usuários. O hall que recebe o convidado também precisa estar organizado para o visitante ter uma boa recepção, distribuindo assim, a energia de maneira melhor - assim como é demonstrado na imagem anterior. Decorar os ambientes com plantas na cor amarelo remete a saúde e com a prática de colocá-los na sala, reforça-se a saúde nesse ambiente. O girassol, a hemerocale e a Gérbera podem ser ótimas opções para compor e aplicar a arte feng shui em uma sala. Utilizar objetos em vermelho é um aliado na área de prosperidade, isso porque a cor remete ao sucesso. Nesse projeto, o autor utilizou poltronas e quadros em tons vermelhos. A imagem anterior mostra um projeto oriental, a Casa A-House / IZ Architects, que aposta no uso de mobiliário simples, iluminação e ventilação natural, criando um ambiente aconchegante e harmonioso. Agora que você conhece melhor a técnica feng shui na sala, não deixe de conhecer melhor a aplicação em outros cômodos. Por exemplo, conhecer mais sobre as aplicações do feng shui na cozinha ou o feng shui no quarto, também é uma forma de trazer aos seus projetos, conceitos orientais capazes de garantir um maior fluxo de boas energias para os moradores - que também são seus clientes. www.pregoemartelo.com.br www.vivadecora.com.br www.pregoemartelo.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/fluxo-de-caixa Title: Fluxo de caixa na construção civil: aprenda como fazer Meta Description: O fluxo de caixa é um método de controle financeiro responsável pelo registo das receitas e despesas atuais e futuras. Com a Vobi você pode fazer essa análise Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/fluxo-de-caixa ## Headings Structure: H1: Fluxo de caixa na construção civil: aprenda como fazer H2: O que é fluxo de caixa? H2: Qual é a importância do fluxo de caixa? H3: Contas pagas em dia H3: Saber para onde o dinheiro está sendo direcionado H3: Segurança financeira H3: Analisar o crescimento da empresa H2: Os erros mais comuns na gestão do fluxo de caixa H3: Deixar de fazer registros H3: Reunir todos os dados para registrar de uma vez H3: Não analisar relatórios H2: Como analisar o seu fluxo de caixa na Vobi? H3: Entenda a funcionalidade Relatórios da Vobi - Fluxo de caixa H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Fluxo de caixa na construção civil: aprenda como fazer H2: O que é fluxo de caixa? H2: Qual é a importância do fluxo de caixa? H3: Contas pagas em dia H3: Saber para onde o dinheiro está sendo direcionado H3: Segurança financeira H3: Analisar o crescimento da empresa H2: Os erros mais comuns na gestão do fluxo de caixa H3: Deixar de fazer registros H3: Reunir todos os dados para registrar de uma vez H3: Não analisar relatórios H2: Como analisar o seu fluxo de caixa na Vobi? H3: Entenda a funcionalidade Relatórios da Vobi - Fluxo de caixa H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Todo empresário da área de construção civil deve priorizar a gestão financeira, independentemente de seu objetivo lucrativo. O crescimento de uma empresa não pode depender de percepções ou balanços financeiros feitos de última hora. O setor financeiro é a força motriz de uma empresa, por isso, devem ser revistas cotidianamente com cuidado e a melhor forma de fazer isso, na prática, é através do fluxo de caixa. O empreendedor deve acompanhar a lucratividade de cada um dos projetos, realizar o gerenciamento do fluxo de caixa, constatando o previsto e o faturamento em todos os meses do ano. Possuir um fluxo de caixa bem organizado é o que separa uma empresa da construção civil amadora de uma profissional. Um escritório, construtora ou demais empresas que mantém seu fluxo atualizado passa a ter conhecimento claro de suas principais estatísticas financeiras e, consequentemente, consegue mensurar o seu crescimento. Descubra o que é necessário saber sobre fluxo de caixa, quais são os benefícios dessa prática e como fazer isso de forma online. Acompanhe o conteúdo no decorrer dos seguintes tópicos: A gestão financeira de uma empresa é bastante complexa, pois as entradas e saídas de recursos tendem a variar em relação a fonte e tempo. As entradas podem acontecer por meio de vendas, investimentos e financiamentos, enquanto as saídas podem estar atreladas a fornecedores, folha de pagamento, impostos, entre outros fatores. Essas movimentações podem acontecer de forma irregular, acontecendo esporadicamente e até de forma inesperada, então, como fazer esse controle? O fluxo de caixa é a solução que consiste em ser um relatório que contém informações sobre as transações de entrada e saída de recursos financeiros da empresa em um período específico de tempo. O balanço dessa conta deve ser positivo e livre para que assim seja possível indicar o sucesso da empresa. O fluxo positivo mostra que a empresa está incorporando recursos às suas reservas, permitindo reinvestir no negócio, dividir os lucros aos acionistas e/ou quitar dívidas futuras. Já o fluxo livre está ligado ao dinheiro que sobra após a empresa cumprir todos os seus encargos no período. Você sabe o que registrar no fluxo de caixa? É importante compilar todas as previsões de gastos fixos, como aluguel, contas de água, luz e internet, assim como as previsões de recebimentos futuros, por exemplo, as parcelas a receber das etapas futuras de projetos. Além disso, é fundamental que seja feito o registro de todos os recebimentos, não apenas dos fechamentos de projetos, mas também pode conter outras fontes de receitas, como cursos e palestras. Os pagamentos também devem ser registrados, e aqui não se trata só de compras, mas também de despesas bancárias e impostos. Desse modo, a junção desses registros irá obter um fluxo de caixa completo capaz de tornar a tomada de decisões financeira mais assertiva e manter as finanças da sua empresa sob controle. Para expandir qualquer negócio é necessário ter uma boa saúde financeira, pois com ela é possível realizar investimentos, contratações e outros métodos que possibilitem alavancar a empresa. As entradas de recursos financeiros devem superar as saídas a fim de evitar problemas de fluxo de caixa. Para fazer o controle de fluxo de caixa é utilizado o “Demonstrativo do Fluxo de Caixa” (DFC), que evidencia de forma clara a origem e onde estão sendo aplicados os recursos financeiros. A planilha que constitui o DFC pode conter outras informações, como lucro e prejuízo, variação de despesas e receitas, lucratividade anual e outras variáveis que dependem da complexidade da gestão financeira da empresa. Com o relatório feito é possível prever cenários e planejar de forma estruturada a resolução de obstáculos, reduzir despesas, otimizar estoques, realizar investimentos, negociar prazos com fornecedores, etc. Ou seja, é possível tomar decisões em função de manter a empresa em crescimento. Confira os principais fatores para aplicar o fluxo de caixa no seu escritório: Uma gestão adequada do fluxo de caixa é primordial para evitar atrasos no pagamento de contas, pois essa prática vem acompanhada de juros e multas. Esses valores poderiam ser economizados e direcionados para investimentos em outras áreas da empresa. Perder dinheiro devido a atrasos é simplesmente desperdício de recursos. Embora ninguém queira atrasar pagamentos, em um cenário de tantas obrigações financeiras é fácil se perder sem um controle adequado. Mesmo sendo em uma pequena empresa pode haver contas de várias fontes com diversas datas de vencimento. Ter uma previsão das movimentações ao longo do mês é fundamental para a gestão financeira de qualquer negócio. Com o fluxo de caixa, é possível ter a noção se o caixa está equilibrado ou quais são as táticas para repará-lo. Atualmente, o controle de vencimentos de boletos, faturas e outras contas já está mais acessível com a implementação de sistemas de gestão, pois esses alertam sobre o prazo de pagamento. Busque utilizar a tecnologia como aliada nessa organização! Você já teve a sensação que fechou muitos projetos e mesmo assim, no fim do mês, parece que o dinheiro simplesmente desapareceu? Você provavelmente não está fazendo o fluxo de caixa adequado. Para que você saiba os detalhes das suas receitas e custos sob cada setor, é preciso manter um processo sólido de fluxo de caixa, ele garantirá o acompanhamento de toda movimentação do dinheiro e a partir disso não haverá mais suposições sobre os recursos e será mais fácil visualizar os problemas e as soluções. Ao poupar juros decorrentes de contas atrasadas, você já está implementando um planejamento financeiro adequado para os pagamentos. Mas é importante citar que uma empresa nunca pode ficar sem dinheiro em caixa, pois qualquer imprevisto pode causar danos significativos. Por essa razão, deve-se existir um planejamento cuidadoso das contas a pagar, em conjunto com os recebimentos esperados. Assim, seu escritório ou empresa da construção civil terá dinheiro em caixa e evitará surpresas desagradáveis ao longo do tempo. É recomendável a utilização de um software especializado, como a Vobi. Com nossa plataforma, você poderá gerenciar suas finanças de forma eficiente, garantindo que as contas sejam pagas no prazo e, como resultado, aumentar sua margem de lucro. Você sabia que vender mais nem sempre é sinônimo de bom desempenho e de crescimento de verdade? Podemos explicar: é possível que uma empresa aumente as vendas e ao mesmo tempo esteja aumentando suas dívidas. Esse cenário indica que existe um problema de lucratividade. Com o controle de fluxo de caixa pode-se avaliar se o crescimento é sustentável e se ele está obtendo resultados positivos. O setor da construção civil requer altos investimentos iniciais e tem um ciclo de caixa longo, isso significa que as empresas precisam ter atenção no gerenciamento de seus fluxos de caixa para garantir a sua sustentabilidade financeira. Um erro muito comum entre os empreendedores é deixar de registrar as entradas e saídas e é aí onde se dá um fluxo de caixa desorganizado. Essa é uma problemática que pode ocorrer por esquecimento ou por achar que o valor é irrisório para registrar. Por exemplo, em um escritório de arquitetura é realizada uma compra de rolos de fita adesiva e o responsável pelo setor financeiro não deu entrada no fluxo de caixa por achar o valor insignificante. Sabemos que se todas as despesas pequenas acabam sendo esquecidas, elas não farão parte do controle financeiro no negócio e, consequentemente, acaba impactando negativamente no fluxo de caixa a longo prazo. O fato é que, independentemente do motivo, é essencial que seja feito o registro de todos os pagamentos e recebimentos, sem exceção. Outro erro comum quando o assunto é fluxo de caixa é juntar comprovantes e/ou documentos para registrar tudo de uma vez só, seja em uma semana ou em mês. Essa prática é ineficaz pois compromete o objetivo de mostrar ao gestor a situação financeira da empresa. Por exemplo, uma construtora que faz os registros de gastos e receitas somente ao final do mês, torna difícil a identificação de possíveis erros ou pode apresentar inconsistências de dados ao concentrar os registros em um único momento. Os dados precisam ser lançados no momento em que aconteceram, isso porque é necessário criar informações precisas em tempo real. Portanto, o fluxo de caixa atualizado tende a fornecer uma visão ampla para futuras decisões mais assertivas. Não basta registrar todas as informações e previsões financeiras, ao final de tudo isso é necessário também analisar os relatórios gerados. Esses novos documentos irão indicar que medidas precisam ser tomadas para que a empresa cresça e quais são os principais pontos a serem resolvidos. As decisões, por sua vez, passam a ser baseadas em dados concretos, como diminuir os gastos em determinada área e investir em outra porque irá trazer resultado mais positivo. Em relação às análises desses relatórios, é necessário definir períodos de resultados. Alguns especialistas colocam como tempo mínimo o período de três meses, assim, é possível identificar se o fluxo de caixa está obtendo efeitos positivos ou negativos. Entretanto, a depender do objetivo da análise, o período pode ser semestral ou anual. Compreendemos que manter uma boa gestão financeira não é algo simples, por isso, acreditamos que com o suporte adequado de ferramentas e acompanhamento de dados, os resultados podem ser mais eficazes. Isso ocorre porque é possível comparar o real e o planejado e, assim, fazer as correções de falhas e o reforço de estratégias bem-sucedidas. Através da análise dos relatórios financeiros você consegue decidir sobre cortes de gastos, de investimentos ou medidas importantes para aumentar os lucros do seu negócio. A Vobi oferece a centralização de dados e visualização descomplicada do seu fluxo de caixa. Com a nossa plataforma você tem a possibilidade de ter o diagnóstico da sua empresa em questão de minutos através dos relatórios gerenciais da Vobi. Já pensou que sua gestão pode acontecer de forma facilitada? Com a funcionalidade de Gestão Financeira, você poderá controlar despesas, gerenciar seus recebimentos, como o acompanhamento dos pagamentos pendentes dos clientes, e obter o balanço completo da sua empresa. Na aba Resultados, do menu de gestão financeira, é possível visualizar o resultado de todos esses dados ao longo de um período. Ao utilizar os filtros de Data de vencimento das parcelas, e em seguida, os de Receitas, Despesas e Resultado do período, ficará disponível um gráfico para a análise. Já os filtros de Categoria, Projeto, Cliente e Fornecedor podem potencializar a sua pesquisa. Além disso, cada transação lançada apresenta dados detalhados e é permitido que você realize alterações como adicionar documentos, mudar o status do pagamento da parcela, revisar os detalhes da parcela e editar ou excluí-la se houver necessidade. Pensando em facilitar a sua vida e proporcionar um efetivo acompanhamento dos resultados alcançados pelos projetos da sua empresa, desenvolvemos três tipos de relatórios para análise: ✔️Resultados consolidados por projeto - facilita a visualização de todas as parcelas de fato pagas tanto em receitas quanto em despesas, ou seja, você não visualiza lançamentos em aberto. ✔️Resultados previstos por projeto - engloba todas as parcelas, tanto o que já foi pago quanto os pagamentos que ainda estão planejados para ocorrer dentro das suas receitas e despesas. ✔️Fluxo de caixa - é um relatório que você poderá acompanhar de forma detalhada as entradas e saídas do seu negócio mês a mês. O relatório de fluxo de caixa consiste em apresentar uma visão abrangente de todas as operações da empresa, o que permite a compreensão dos períodos de lucro ou prejuízo e visualizar a evolução do saldo do caixa para tomada de decisões corretivas. Para realizar a análise, siga os passos abaixo: 👉 Para iniciar o monitoramento do seu fluxo de caixa, indicamos que você adicione o saldo atual da empresa como nova receita, você pode criar uma categoria específica para saldo. Agora que você já sabe como fazer o fluxo de caixa de forma eficiente, não perca tempo, peça seu convite agora e experimente o poder da Vobi na gestão do seu negócio de arquitetura e construção civil. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/fotografia-de-interiores-usando-o-celular Title: Fotografia de interiores usando o celular Meta Description: Aprenda nesse artigo dicas simples e práticas de fotografia de interiores e veja como é possível obter bons resultados utilizando apenas a câmera do seu celular Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/fotografia-de-interiores-usando-o-celular ## Headings Structure: H1: Fotografia de interiores usando o celular H2: Qual câmera usar? H2: 1. Dedique um tempo para tirar as fotos H2: 2. O ambiente a ser fotografado deve estar limpo e organizado H2: 3. Use a luz a seu favor H2: 4. Encontre o ângulo e defina o enquadramento ideal H2: 5. Dê preferência para fotos na altura do espectador H2: 6. Tenha uma variedade de fotos do mesmo ambiente H2: 7. Edite a sua foto H2: Crie seu portfólio online na Plataforma Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Fotografia de interiores usando o celular H2: Qual câmera usar? H2: 1. Dedique um tempo para tirar as fotos H2: 2. O ambiente a ser fotografado deve estar limpo e organizado H2: 3. Use a luz a seu favor H2: 4. Encontre o ângulo e defina o enquadramento ideal H2: 5. Dê preferência para fotos na altura do espectador H2: 6. Tenha uma variedade de fotos do mesmo ambiente H2: 7. Edite a sua foto H2: Crie seu portfólio online na Plataforma Vobi H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um dos maiores obstáculos que um arquiteto ou designer de interiores pode ter em sua carreira é a de divulgar os seus trabalhos por meio de um portfólio profissional. Isso porque, na maioria das vezes, o portfólio requer fotos dos projetos em boa qualidade. Que a fotografia sempre exerceu um papel fundamental na estratégia de marketing dos profissionais de arquitetura e interiores, isso é um fato. Porém, com o crescimento das redes sociais, ter boas fotos de interiores para alimentar o feed com frequência é o que fará com que você se destaque perante a concorrência. A necessidade de se ter um posicionamento online e marketing digital do seu negócio também se intensificou durante a pandemia. Porém, igualmente em meio a pandemia é que muitos profissionais se viram impossibilitados de contratar um fotógrafo para tirar fotos de seus projetos mais recentes. Se este é o seu caso, saiba que é possível obter bons resultados utilizando apenas a câmera do seu celular. Aprenda nesse artigo algumas dicas simples e práticas de fotografia de interiores: A pergunta que não quer calar é: qual a melhor câmera para fotos de arquitetura e interiores? Pois saiba que a melhor câmera é aquela que você tem. Isso mesmo! Se você não possui uma câmera profissional, não tem problema. O importante é arregaçar as mangas e começar a fotografar. Afinal, a prática leva a perfeição. As principais estratégias para se obter uma foto de alta qualidade são simples e de graça. Portanto, sem desculpas, vamos começar! O primeiro passo é ter em mente que é preciso separar um tempo para fazer as fotos, e no começo isso pode demorar mais do que o esperado, mas não desista! É fundamental encarar a fotografia como uma etapa importante do seu trabalho, assim como elaboração de projeto, acompanhamento de obras e afins. Até porque, de nada adianta ter gasto horas e horas do seu trabalho desenvolvendo um projeto incrível, para na hora de divulgá-lo, as fotos não conseguirem transmitir a mesma impressão ao seu público. O principal é treinar o seu olhar. Se inspire nos profissionais que você admira, observe como são feitas as fotos, os ângulos, enquadramentos, cores utilizadas. Desperte a curiosidade dos seus espectadores através das fotos e aproveite para  contextualizar e contar um pouco da história do projeto. Agora partimos para as etapas mais práticas, e a primeira delas é limpar e organizar o ambiente antes de fotografá-lo. Pode parecer insignificante, porém para passar uma boa impressão, é preciso que o ambiente esteja impecável. O ideal é remover objetos pessoais e de uso cotidiano que ficam espalhados pelo ambiente. Por exemplo, ao fotografar um banheiro, não deixe à mostra shampoos e condicionadores de marcas, escova de cabelo…Mas calma, o ambiente também não deve ficar vazio. Para não cair na armadilha de uma foto sem graça, crie camadas que ajudem a trazer mais vida à composição. É aí que entra a chamada “produção”. Para a foto, acrescente vasos, plantas, almofadas, mantas, tapetes, quadros e acessórios que componham o ambiente de maneira equilibrada. Dica bônus: Se o cômodo tiver portas ou divisórias, bata fotos com elas abertas e fechadas para mostrar a interação entre os ambientes. Ah! E não se esqueça de tirar os amassados dos tecidos. A palavra “fotografia” tem origem do grego e é formada a partir da junção de dois elementos: phos ou photo, que significa “luz”, e graphein, que quer dizer “marcar”, “desenhar” ou “registrar”. Ou seja, literalmente, sem luz não há foto. A luz pode dar ao mesmo ambiente uma aparência completamente diferente. Dessa forma, a dica é dar preferência à luz natural, pois ela mantém as cores mais fiéis à realidade, visto que a luz artificial pode alterar para mais amarelada, mais azulada, etc. O ideal é aproveitar a luz da manhã e do final de tarde,  pois esse tipo de iluminação traz um equilíbrio maior entre a área externa e interna. Tome cuidado com a luz do sol, ela pode criar linhas e sombras em lugares indesejados. Utilize apenas quando ele fizer parte do projeto. Do contrário, os dias nublados são perfeitos, por apresentarem uma luz mais difusa. Dica bônus: Para fazer fotos contra a luz, habilite a função HDR na câmera do celular. Este recurso produz duas fotos e faz a fusão delas para que tenha nitidez dentro e fora do ambiente. Já se a luz estiver muito forte, é preciso fazer a compensação de exposição. Para isso, basta clicar em algum ponto da tela do celular e segurar. Depois, deslize para cima ou para baixo para equalizar a quantidade de luz. O ângulo ideal vai depender de muitas coisas, mas geralmente, o frontal rende bons cliques. No entanto, é fundamental entender as técnicas de proporções dos elementos para escolher o ângulo mais bonito. Como por exemplo, a regra dos terços. A regra dos terços é uma das estratégias de composição fotográfica mais importantes. A partir dela, escolhemos onde posicionar os objetos, norteando assim o enquadramento. Hoje em dia, as câmeras dos celulares já vêm com essas linhas no visor para ajudar na hora do clique. Basta ativar as linhas de grade. Os pontos importantes da sua foto devem ficar em alguma dessas 4 convergências. Se existirem linhas na imagem (como a linha do horizonte), dê preferência em posicioná-las rente à alguma linha do jogo da velha. Pode-se também criar um equilíbrio colocando os objetos principais a um terço das dimensões do quadro. Dica bônus: Lembre-se de manter o celular reto e plano em relação a cena fotografada para que os ângulos não fiquem distorcidos. Se houver uma linha do horizonte, certifique-se de que ela esteja totalmente reta. Depois, parta para as linhas verticais e repare se elas estão retas e paralelas. Para facilitar, use um tripé. Caso não possua um, é possível usar um aplicativo de nível no próprio celular, para garantir que tudo esteja nivelado. No caso da fotografia de interiores, dê preferência para fotos na altura do espectador. Isso transmite estabilidade e a visão do ambiente fica mais ampla, os detalhes mais destacados e agradáveis ao observador. Evite fotos tiradas de baixo pra cima e vice-versa, pois podem distorcer a perspectiva. Claro que existem exceções para fotos de detalhes. E por falar em detalhes… Na hora de montar o seu portfólio é interessante misturar fotos de ângulos mais abertos e fotos de detalhes. Dessa forma, você conseguirá uma grande variedade de cliques em um ambiente só. Ao fotografar um quarto de casal, além das fotos mostrando o ambiente como um todo, você pode também dar um close na mesa de cabeceira, fazendo uma composição aconchegante mostrando o abajur e detalhes da marcenaria, por exemplo. Essa também é uma ótima estratégia de postagem para as redes sociais. Primeiro publicar fotos de detalhes que instiguem a curiosidade do espectador inicialmente e só depois revelar o projeto por completo. Assim, você gera uma expectativa em seu público e os mantém engajados. É claro que a foto perfeita nunca (ou quase nunca) irá acontecer. Não se frustre, é pra isso que serve a edição. Dentro de uma única foto é possível obter várias outras, utilizando apenas a ferramenta de corte. Sabemos que cada rede social possui um diferente tipo de formato que melhor se adequa, seja horizontal, vertical ou quadrada. Mas nem sempre é preciso tirar uma foto para cada situação. Veja o exemplo abaixo: Dica bônus: Tente usar o mesmo método de edição para as fotos. Isso fará com que você crie uma identidade visual e as pessoas reconheçam com mais facilidade uma foto sua. Vimos ao longo deste artigo que a fotografia tem um papel importantíssimo na divulgação e diferenciação do trabalho do arquiteto e designer de interiores. Engana-se quem acha que o portfólio é apenas aquele que você imprime. As redes sociais, blogs, sites, e toda forma de divulgação online também fazem parte do seu portfólio. Ter fotos de qualidade para utilizar tanto no seu site profissional quanto nas suas redes sociais é uma decisão de marketing. Arquitetos e designers, além de usar a Vobi para gerir os seus projetos, podem usar a ferramenta “Meu Site” e criar de maneira descomplicada e rápida o seu portfólio online. Com a ferramenta “Meu Site” é possível: 👉 Deixar seu site com a sua cara adicionando a sua logo; 👉 Adicionar as fotos dos seus projetos e montar um Portfólio completo; 👉 Contar mais sobre sua carreira e sobre seu time; 👉 Disponibilizar suas formas de contato para que seus clientes possam encontrá-lo facilmente; 👉 Sincronizar a sua conta do Instagram com seu site para atualização automática; 👉 Personalizar seu domínio (o link do seu site) com o nome do seu escritório; 👉 Atualizar seus dados sempre que precisar. Tudo isso, sem custos adicionais! Agora que você está convencido dos benefícios que essa solução pode trazer, que tal implementar a ferramenta "Meu Site" no seu negócio? Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? Solicite um convite. www.arquiteturaup.com.br www.vivadecora.com.br www.dicasdefotografia.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/funil-de-vendas-metodo-aumentar-vendas-arquitetos Title: Funil de vendas: método que aumenta vendas para arquitetos Meta Description: Saiba neste artigo o que é um Funil de Vendas, sua importância na gestão de um escritório de arquitetura e como usá-lo para que tenha acesso aos clientes certos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/funil-de-vendas-metodo-aumentar-vendas-arquitetos ## Headings Structure: H1: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H2: 1. O que é um funil de vendas? H2: 2. Por que um funil de vendas é importante? H2: 3. Partes do funil de vendas H3: 3.1 Topo H3: 3.2 Meio H3: 3.3 Final H2: 4. Como um funil de vendas sólido afeta seus clientes em potencial H2: 5. Como você pode definir seu funil de vendas H3: 5.1 Mapeie a jornada de compras H3: 5.2 Defina os milestones do processo de vendas H3: 5.3 Definindo as etapas do funil de vendas H2: 6. Ferramentas para gestão de um funil de vendas – CRM H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H2: 1. O que é um funil de vendas? H2: 2. Por que um funil de vendas é importante? H2: 3. Partes do funil de vendas H3: 3.1 Topo H3: 3.2 Meio H3: 3.3 Final H2: 4. Como um funil de vendas sólido afeta seus clientes em potencial H2: 5. Como você pode definir seu funil de vendas H3: 5.1 Mapeie a jornada de compras H3: 5.2 Defina os milestones do processo de vendas H3: 5.3 Definindo as etapas do funil de vendas H2: 6. Ferramentas para gestão de um funil de vendas – CRM H3: Continuar lendo H4: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H4: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H4: 6 abordagens para fechar mais vendas H4: 6 abordagens para fechar mais vendas H4: Superando objeções em vendas H4: Superando objeções em vendas H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Pense no seu processo de compra hoje. Quando você decide por adquirir algum produto ou serviço, certamente faz uma breve pesquisa na internet buscando informações que considera importantes, como o preço, especificações técnicas, fabricante, entre outros. O mesmo acontece com seus clientes. Por isso, on-line ou off-line, com escritório físico ou home office, se você tem um negócio e oferece os seus serviços, então você tem algum tipo de funil (mesmo que você chame isso de outra coisa). E, se bem elaborado, ele se tornará um poderoso aliado e ajudará a otimizar o número de conversões. O propósito deste artigo é lhe ajudar a ter uma definição clara e concisa deste termo e a otimizar os seus processos de vendas para que tenha acesso aos clientes certos. Para isso, você verá: Assim como o nome indica, um funil de vendas é mais amplo na parte superior e mais estreito na parte inferior. Cada uma de suas etapas, conduz seus clientes em potencial mais qualificados para o próximo estágio e descarta aqueles que não são adequados para seu escritório. Melhorar a eficiência do funil de vendas está entre as prioridades se você deseja aumentar a sua conversão, pois um ótimo funil de vendas oferece a você uma visão do processo de pensamento, desafios e decisões de seus clientes em potencial, além de identificar os pontos fracos - os lugares onde os leads desaparecem e nunca são convertidos - e fazer melhorias direcionadas nos estágios certos. Um funil de vendas é formado por um conjunto de etapas e gatilhos, que dão suporte à jornada de compras. Usualmente, é estruturado em 3 fases principais:‍ Para facilitar a compreensão de cada uma das etapas, é importante que alguns conceitos estejam claros: No início de sua jornada, seu público geral esta passando por um problema específico, por isso, estão pesquisando e aprendendo sobre ele. Eles tem muitas perguntas sobre o assunto, pois provavelmente não o nomearam - apenas conhecem os sintomas e, por isso, procuram por fontes confiáveis de informação e educação. É nesse estágio que você precisa agir, agregar valor ao seu serviço e convencer o público geral a conhecer seu trabalho. Essa é a etapa da consciência, despertada após um primeiro contato com a sua empresa. O seu papel é educá-los: ofereça conteúdos ricos, que podem ser acessados após o preenchimento de um formulário. Aqui, você deverá fazer perguntas relevantes e qualificá-los para que se tornem leads, o que nos leva à próxima etapa. Se você não sabe como fazer as perguntas certas para qualificar seu cliente, pode entender um pouco mais do assunto em nosso artigo: "Qualificação de clientes - porque esta prática é tão importante". Nesta fase, você não está mais lidando com contatos sem nome e sem rosto. Agora eles nomearam e definiram seu problema e estão analisando todas as soluções disponíveis, como produtos e serviços. As perguntas no meio do funil não são mais genéricas. Eles entendem o que os incomoda em detalhes e querem conhecer as soluções possíveis. Nesse momento, eles podem não estar necessariamente avaliando fornecedores de soluções, como empresas específicas e seus produtos. Em vez disso, eles estão procurando tipos de soluções certas e disponíveis para eles, assim, o conteúdo que atende melhor aos seus leads nesse estágio inclui guias detalhados, listas de verificação no estilo de comparação, listas de prós versus contras e outras informações interessantes. À  medida que você conversa com eles e faz perguntas que ajudam a decidir se sua oferta é a mais adequada para o problema deles, você consegue triá-los e qualificá-los, tanto para ver se você tem a melhor solução para eles, quanto para ver se eles são os clientes certos para você e seu escritório. Seus leads, antes desconhecidos, se transformam em clientes em potencial feitos por contato. Mais precisamente, eles agora são suas oportunidades. Lembre-se: agora não é o momento de vender, é o tempo certo para entender todos os hábitos e necessidades para abordá-lo da melhor maneira. Na parte inferior do seu funil, suas oportunidades já sabem tudo sobre o problema deles, o melhor tipo de solução e estão prontos para selecionar o provedor para o qual comprar a solução. A relação de confiança estabelecida entre você e cada um deles faz com que você seja visto como uma referência no assunto e alguém com quem podem negociar. Mostre que você é o parceiro perfeito para eles. Especialmente na parte final do funil, é importante que você realize o follow up (FUP), para manter sua oportunidade "quente" e convencê-lo a fechar com você. Lembre-se que, "quem não é visto não é lembrado" e, se você não incentivar o contato, seu concorrente o fará. Se quiser entender e aplicar a prática do FUP no seu escritório, temos um artigo que pode lhe ajudar: Fup - O segredo para ganhar clientes. Até agora você já percebeu a quantidade de perguntas que seu cliente em potencial pode ter antes mesmo de pensar em comprar de você. Embora essas preocupações possam surgir em um momento diferente para cada um de seus possíveis clientes, o funil de vendas ajuda a entender o que eles precisam para movê-los para a próxima etapa. Imagine esse cenário. Você está comprando um revestimento para sua cozinha. Você tem uma imagem muito básica do que deseja, portanto ainda não está pronto para comprar - você quer aprender sobre os benefícios e as desvantagens de certos modelos, recursos e tamanhos. No entanto, quando você entra em contato com um vendedor, eles imediatamente pagam o preço pelo modelo mais vendido. Enquanto você aprecia o esforço, não pode deixar de se perguntar se eles se importam com o que você precisa quando se trata de revestimento ou se apenas estão vendendo o que os outros já estão comprando. Além disso, o funil de vendas permitirá o alinhamento das suas estratégias de marketing e vendas. Lembre-se de que seu cliente em potencial pode entrar em contato com você em qualquer momento da jornada do cliente, seja na pesquisa inicial ou no estágio final da decisão, pois quando seus leads e oportunidades percebem que você é capaz de lidar com todas as preocupações deles, eles passam a confiar em você e você aumenta a chance de transformá-los em projetos. Para você construir o seu próprio funil de vendas, recomendamos que siga as 3 etapas abaixo. Vamos lá: Para descobri-la, entre em contato com o maior número possível de potenciais clientes a fim de entender quais são os desejos e dificuldades que encontram ao longo da jornada. Nesse ponto, vale falar com antigos clientes, clientes que estão desenvolvendo projeto ou que decidiram não seguir com o projeto com você. É trabalhoso, mas estas conversas permitirão identificar gargalos e otimizar etapas que nem sempre estão claras. Feito esse primeiro mapeamento da jornada de compra, é hora de definir os principais marcos (aqui chamaremos de milestones) que representam as viradas de estágio. Por exemplo: em qual momento meu lead descobre que precisa implementar uma solução para o problema? Ele consegue chegar até esse estágio sozinho? Como podemos garantir que ele atinja esse estágio? Respondendo essas perguntas, teremos os milestones da jornada de compra e do processo de vendas, que devem ser os mesmos. A definição das etapas do funil de vendas deve ser planejada com o objetivo de dar o maior suporte possível à jornada de compra, entregando o valor necessário para que o potencial cliente avance. Na execução do processo de vendas deverão ser observados gatilhos claros de passagem entre as etapas, fazendo com elas signifiquem a mesma coisa para diferentes personas e que concretizem o objetivo de trazer previsibilidade do funil. Assim você poderá ter maior controle da capacidade de seu escritório, quando escalonar ou frear a captação de novos clientes ou projetos, por exemplo. Ao longo da estruturação do funil de vendas é normal que já se comece a pensar como fazer o controle do fluxo de leads, oportunidades e clientes, registrando atividades, contatos e planejando atividades. É aqui que entram em cena as ferramentas de gestão de funil de vendas. O famoso CRM é uma ferramenta de vendas que te ajuda a organizar e controlar o processo comercial: onde você pode registrar as suas interações com contatos, lembrar você e seu time de fazer follow-up e centralizar todas as informações em um só lugar. A melhor forma de fazer a gestão do seu funil é realizar um mapeamento prévio do processo, como visto anteriormente, e entender quais são as funções que poderiam ser automatizadas ou acompanhadas de forma ampla (gerenciamento de atividades). Definido isso, aí sim é hora de buscar uma ferramenta que atenda esses requisitos. Nós oferecemos o CRM Vobi, uma ferramenta de vendas que pode te ajudar nesse momento de melhorar a organização e gestão do seu processo comercial. Os principais pontos para você tirar deste artigo: Com isso em mente, você está pronto para aproveitar ao máximo seu processo de vendas e construir relacionamentos duradouros com seus futuros clientes. https://www.pipedrive.com/en/blog/sales-funnel https://mention.com/en/blog/sales-funnel/ https://thrivethemes.com/sales-funnel/ https://www.entrepreneur.com/article/296526 https://www.crazyegg.com/blog/sales-funnel/ https://www.clickfunnels.com/blog/sales-funnels/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/fup-follow-up-ganhar-clientes-forma-simples Title: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes Meta Description: Descubra a técnica "follow up" (FUP) de acompanhamento de clientes. Acompanhe os contatos realizados do início ao fim e se destaque perante a concorrência. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/fup-follow-up-ganhar-clientes-forma-simples ## Headings Structure: H1: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H2: O que é FUP (follow up)? H2: Por que fazer follow up? H2: Qual meio é melhor para acompanhar? H2: O que fazer e o que não fazer? H2: A chave é a persistência H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H2: O que é FUP (follow up)? H2: Por que fazer follow up? H2: Qual meio é melhor para acompanhar? H2: O que fazer e o que não fazer? H2: A chave é a persistência H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você, arquiteto(a) ou engenheiro já parou para pensar que, antes de mais nada você é um vendedor(a)? Você vende seus conhecimentos, sua marca e, acima de tudo, seus serviços. Vender, não é fácil, entendemos isso. Por isso, vamos lhe apresentar de um dos pontos mais importantes na hora de converter oportunidades em projetos: o “follow up” (FUP). Neste artigo você irá aprender: Follow up é um termo em inglês que pode ser livremente traduzido como “acompanhamento”. Afinal, é justamente esse o objetivo da estratégia: acompanhar os contatos realizados com suas oportunidades e com seus clientes, desde a abordagem inicial - quando convencerá cliente que você é a melhor opção para seguir com o projeto - até a pós-entrega do projeto executivo - quando terá feedbacks da experiência do seu cliente. Um follow up bem feito traz enorme vantagem sobre concorrentes. É fácil se concentrar no contato inicial, na primeira reunião ou no email que você enviou. Você fez seu trabalho e agora tudo o que você precisa fazer é sentar e esperar que eles respondam. Este é o primeiro erro. Você precisa fazer o acompanhamento. Lembre-se que este primeiro contato também foi feito por seus concorrentes. Você precisa se diferenciar. Entendi, você não quer ser inconveniente. O que você não sabe é que, contando com um fluxo bem definido, que sempre traga algo relevante e que de preferência, resolva algum problema do cliente, você aumenta consideravelmente a probabilidade de seus potenciais clientes lhe classificarem como "alguém em quem confiar" e de lhe contratarem. Fizemos a curadoria de alguns percentuais que comprovam a importância de aplicar o follow up com seus clientes: Se você precisa obter uma resposta rápida (porque um problema é sensível ao tempo), uma ligação telefônica é o melhor meio. No entanto, também é muito mais fácil parecer irritante, portanto o risco de transformar um "talvez" em um "não" é muito maior. Se sua resposta não precisa ser imediata, sugerimos que utilize o whatsapp. Assim a pessoa irá respondê-lo no momento em que estiver disponível. Mas atenção, não sugerimos que não se contente com uma visualização de mensagem! Se não lhe responderem, aguarde e volte a insistir. Por fim, se o seu contato engloba o envio de documentações, uma definição que não tem urgência ou seu cliente prefere uma abordagem mais formal, utilize o email. Se alguém lhe disser que precisa de mais 14 dias para pensar, coloque esta observação em suas notas, agenda uma tarefa e retorne para seu cliente. Se lhe disserem que estão ocupados e não têm tempo agora, pergunte qual seria um bom momento para retornar. A chave é realmente continuar acompanhando. No período que transcorre após o seu primeiro contato, diversas situações podem acontecer com seu cliente e ocasionar a sua não conversão: Estes são apenas alguns dos exemplos, mas ninguém é melhor do que você mesmo para conhecer os diversos motivos que impedem os seus clientes fecharem negócio. Se você ainda não faz esse levantamento, recomendamos que leia o nosso artigo: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização. Você deve estar se perguntando, qual o momento certo de parar. Essa resposta varia de cliente para cliente. Para não se tornar inconveniente, no momento em que o seu potencial cliente solicitar que interrompa o contato - não importa se é na primeira ou na vigésima ligação - pare imediatamente. Pode parecer complicado e demandar certo tempo para a execução, mas implementar a rotina do FUP com organização e estratégias de abordagem bem desenhadas farão toda a diferença na hora de trazer clientes. Com organização e o correto gerenciamento das oportunidades, você perceberá a diferença que esta pequena mudança fará na conversão de potenciais clientes do seu escritório.Até a próxima, Equipe Vobi https://blog.close.com/follow-up/ https://keap.com/business-success-blog/sales/sales-process/sales-follow-up-techniques https://www.ianbrodie.com/importance-good-follow-up/ https://www.inc.com/minda-zetlin/why-you-need-to-be-better-at-following-up.html https://www.themuse.com/advice/pleasantly-persistent-5-rules-for-effectively-following-up https://www.invespcro.com/blog/sale-follow-ups/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/geotecnica-o-que-e-e-como-aplicar-em-sua-obra Title: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra Meta Description: Tudo o que você precisa saber sobre geotécnica: o que é, qual sua importância e aplicações em um projeto de engenharia civil. Acompanhe neste artigo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/geotecnica-o-que-e-e-como-aplicar-em-sua-obra ## Headings Structure: H1: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H2: O que é geotécnica? H2: A importância da geotecnia H2: Principais aplicações da geotécnica H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H2: O que é geotécnica? H2: A importância da geotecnia H2: Principais aplicações da geotécnica H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Qualquer profissional que realiza projetos estruturais entende a importância do que está por baixo – e na construção civil, geralmente é o solo ou rocha. O objetivo da geotécnica, portanto, é garantir que todas as obras civis possuam uma base sólida. Assim sendo, a geotécnica é uma disciplina importante: quase toda a infraestrutura física que torna possível nossa vida moderna é construída sobre rocha e solo. Porém, você sabe o que é, qual sua importância e aplicações em um projeto de engenharia civil? É o que abordaremos ao longo deste artigo. Acompanhe: Geotecnia é a disciplina de especialização no campo da engenharia civil que trata das propriedades dos solos (areia, silte e argila) em termos de tecnologia construtiva, avaliação da estabilidade de taludes e risco de deslizamentos. Na terminologia internacional, o termo "engenharia geotécnica" geralmente inclui a mecânica dos solos e das rochas, ao qual identificam riscos potenciais e criam soluções práticas a fim de solucioná-los. De alguma forma, a engenharia geotécnica existe há milhares de anos. Temos evidências arqueológicas de barragens, diques, canais e outras estruturas que dependiam da dinâmica das rochas e do solo desde 2000 aC. À medida que os humanos começaram a construir estruturas maiores e mais complexas, cresceu a necessidade de levar em conta a capacidade do solo de suportar essas estruturas. No entanto, isso era mais arte do que ciência, e os construtores geralmente erravam: pense na Torre Inclinada de Pisa, que começou a tombar para um lado durante a construção por causa do subsolo fraco e instável sob a fundação. No século XVIII, engenheiros e arquitetos começaram a adotar uma abordagem mais científica da mecânica dos solos. Por exemplo, em 1717, o engenheiro francês Henri Gautier reconheceu o conceito de "inclinação natural" de diferentes tipos de solo; o que chamamos, hoje em dia, de "ângulo de repouso". Nos dois séculos seguintes, engenheiros e cientistas estudaram conceitos fundamentais da geotécnica, como distribuição de tensão, coesão, pressão da terra e fluxo de fluidos através do solo. Todavia, a história da engenharia geotécnica, como disciplina moderna, começou no início de 1900 com Karl von Terzaghi, um engenheiro e geólogo austríaco. O rigoroso estudo de Terzaghi sobre as propriedades dos solos permitiu-lhe formalizar o estudo da mecânica dos solos, o que trouxe os projetos geotécnicos para fora do domínio da experiência, adivinhação e tentativa e erro. Embora a geotécnica possa não ser tão visível quanto a arquitetura acima da superfície, ela desempenha um papel vital e é um componente crítico de quase todos os empreendimentos relacionados à infraestrutura, sejam eles civis ou militares. Isso ocorre porque desempenha um papel fundamental em todos os projetos de engenharia civil, uma vez que toda a construção, exceto estruturas espaciais, como satélites, é fundada sobre o solo. Estruturas maciças como o Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, e a Lake Pontchartrain Causeway, a ponte mais longa dos Estados Unidos, não estariam de pé se não fosse pelo incrível trabalho de engenheiros geotécnicos. Além disso, a geotécnica forma uma parte importante das indústrias extrativas, como mineração a céu aberto e subterrânea e extração de hidrocarbonetos, essencial na avaliação de perigos naturais, como terremotos e deslizamentos de terra. Ela é usada também para planejamento e projeto em conexão com, por exemplo, construção de estradas e fundações de edifícios e outras estruturas em terra e no mar. O campo ainda envolve competência em análise de estabilidade de taludes, capacidade de carga e deformação de obras e estruturas de solo. O uso de solo e rocha naturais torna a engenharia geotécnica diferente de muitos outros ramos da engenharia: enquanto a maioria dos engenheiros especifica os materiais que usa, na geotecnia, deve-se usar o material existente no solo e, em geral, não é possível controlar suas propriedades. Na maioria dos casos, a complexidade da geologia significa que o engenheiro geotécnico está lidando com materiais particularmente complicados e variáveis; suas propriedades mecânicas geralmente variam com o tempo e são extremamente dependentes das pressões da água no solo, que podem mudar com frequência. O envolvimento da disciplina geotécnica começa no início de um projeto porque cada local possui um solo único. Como tal, a primeira coisa que um engenheiro geotécnico faz é a investigação do subsolo. Isso pode envolver cavar poços ou perfurar o solo e as camadas rochosas para coletar amostras, realizar testes de campo e pesquisar a qualidade do solo. O objetivo é determinar a estabilidade e a capacidade de suporte de tensão do solo abaixo do canteiro de obras. Embora o trabalho de campo seja uma parte essencial da engenharia geotécnica, os testes de laboratório também são críticos. Os engenheiros geotécnicos usam a análise de computador para analisar os dados coletados no local, modelar as condições futuras do solo e avaliar os perigos potenciais. Esta análise desempenha um papel significativo na minimização de riscos para as pessoas – sumidouros, deslizamentos de terra, quedas de rochas e até mesmo terremotos – bem como o impacto ambiental. O trabalho também inclui muita comunicação com as partes interessadas em cada projeto. Os engenheiros geotécnicos precisam identificar o que é e o que não é viável, navegar por agendas concorrentes e cronogramas conflitantes, explicar aumentos de custos e trabalhar com as partes interessadas para encontrar soluções práticas para problemas geotécnicos. Alguns dos campos que a geotécnica se aplica são: Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), projetos geotécnicos consistem na orientação dos seguintes serviços: Por fim, a disciplina geotécnica depende da aplicação contínua do julgamento da engenharia. Esse julgamento pode ser melhor desenvolvido por um estudo cuidadoso dos sucessos e fracassos passados ​​e anos de experiência. Através da educação continuada e orientação, as experiências são passadas de uma geração para outra, levando ao avanço constante da profissão. www.sciencedirect.com www.online.norwich.edu --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gerenciamento-de-clientes Title: Gerenciamento de Clientes: Converta bons relacionamentos em negócios Meta Description: Descubra como o gerenciamento de clientes pode impulsionar seu negócio. Conheça os benefícios do CRM e aprenda estratégias práticas para prospectar, fidelizar e satisfazer seus clientes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gerenciamento-de-clientes ## Headings Structure: H1: Gerenciamento de Clientes: Converta bons relacionamentos em negócios H2: O que é gerenciamento de clientes? H2: Quais os benefícios de um bom gerenciamento de clientes? H2: Como aplicar um gerenciamento de clientes efetivo com a Vobi? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gerenciamento de Clientes: Converta bons relacionamentos em negócios H2: O que é gerenciamento de clientes? H2: Quais os benefícios de um bom gerenciamento de clientes? H2: Como aplicar um gerenciamento de clientes efetivo com a Vobi? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se trabalha na construção civil sabe a importância de construir um bom relacionamento com seus clientes, afinal, eles são uma parte essencial para o andamento do seu negócio. Para manter um negócio, não basta dominar softwares e ter habilidades técnicas e  criativas, se faz necessário também ter relacionamentos duradouros com nossos clientes. É aqui que o Gerenciamento de Cliente (CRM) entra em jogo. O CRM é uma estratégia de negócios que se concentra em gerenciar e melhorar as relações e interações com clientes existentes e potenciais. No mundo da construção, pode ser o diferencial entre projetos e obras bem-sucedidos e aqueles que não atendem às expectativas. É através do CRM que melhoramos o relacionamento com o cliente, já que possibilita  entender melhor as necessidades de seus clientes, melhorar a comunicação e, por fim, prestar um serviço melhor. Esse aprimoramento das técnicas de relacionamento podem levar a um design mais alinhado às expectativas do cliente, a projetos mais assertivos  e a uma melhor entrega do produto final, gerando maior satisfação do cliente. Se o seu interesse é prospectar e fidelizar seus clientes, está no lugar certo, nesta leitura vamos te explicar tudo o que precisa saber sobre gerenciamento de clientes através de uma perspectiva prática. Desde a compreensão do que é gerenciamento de clientes até os benefícios que ele pode trazer para o seu negócio na área da construção civil, vamos desmistificar esse conceito e mostrar como você pode utilizá-lo no seu negócio. Gerenciamento de clientes, ou CRM (Customer Relationship Management), surgiu na década de 80 como uma evolução dos sistemas de automação da força de vendas , que foram desenvolvidos para ajudar as empresas a rastrear e organizar contatos com clientes. Esses sistemas eram principalmente bancos de dados que armazenavam informações de contato do cliente e históricos de interação. Com o passar do tempo, ficou claro para as empresas que era melhor para o negócio ter informações mais específicas dos clientes, como o quanto ele gastava, a frequência das compras e qual era a finalidade dos produtos comprados. Foi notado que informações como essa contribuíam para atrair e ganhar novos clientes, ao mesmo tempo que ajudava a reter os já existentes. Mais tarde, nos anos 90, esse banco de dados finalmente começou a ser chamado de CRM e começou a abranger mais funções, como automação de marketing e serviços de suporte ao cliente. Os sistemas de Gerenciamento de Cliente da época eram geralmente internos e exigiam uma infraestrutura de TI significativa para manter. Embora muitos pensem que se trata apenas de um simples software ou sistema, o CRM engloba métodos, processos e ferramentas utilizadas por uma organização para gerenciar e melhorar as relações com os clientes atuais e potenciais. Isso pode envolver o estabelecimento de uma boa colaboração entre os departamentos de vendas e marketing, assegurando que as trocas de informações e responsabilidades ocorram sem contratempos. Além disso, pode significar a formação de uma cultura organizacional que valoriza a experiência do cliente, uma abordagem que serve para fortalecer a fidelidade do cliente ao negócio. O CRM permite gerenciar com eficácia todas as interações e comunicações com os clientes. Pode envolver diversos canais de comunicação, como e-mail, telefone, redes sociais e plataformas de chat online. O objetivo é ofertar um serviço excepcional ao cliente, resolver seus problemas e atender às suas necessidades com eficiência e agilidade. No contexto da arquitetura e design, o CRM também desempenha um papel importante no marketing e vendas. Com um melhor entendimento das necessidades e interesses dos clientes, os arquitetos e designers  podem segmentar suas estratégias de marketing e venda de forma certeira, prestando serviços que se alinhem aos interesses específicos de cada cliente. Agora que já entendemos o que é o gerenciamento de clientes, precisamos nos perguntar: Quais benefícios um bom gerenciamento de clientes pode trazer para nossos escritórios de arquitetura e design? Uma gestão de clientes bem-feita proporciona uma série de vantagens que impulsionam o sucesso do negócio. Vejamos algumas dessas vantagens: As informações armazenadas em um sistema de CRM, como o histórico de compras do cliente, a frequência de interações e as respostas a campanhas promocionais anteriores, podem fornecer insights sobre o que os clientes podem querer ou precisar no futuro. Esse tipo de análise preditiva, sustentada pelos dados do Gerenciamento de clientes, é uma boa  ferramenta de negócios. Por exemplo, caso de um cliente que costumeiramente solicite consultorias de design de interiores durante os meses de dezembro, talvez para preparar sua residência para as festividades de fim de ano. Analisando este padrão através dos dados do CRM, é possível prever essa necessidade. Por exemplo, em novembro, o escritório de arquitetura ou design de interiores poderia abordar este cliente com sugestões de design inspiradas nas festividades, até mesmo oferecendo um desconto especial ou um serviço adicional como uma cortesia pelo seu compromisso. Esta abordagem personalizada, orientada pelos insights do CRM, não apenas atende às expectativas do cliente, mas também tem o potencial de superá-las, reforçando a relação comercial. Nesse sentido, os sistemas de CRM permitem que as empresas rastreiem e gerenciem todas as suas interações com o cliente. Por exemplo, um sistema de CRM pode enviar lembretes automáticos para fazer o follow-up com um cliente após uma venda ou reunião, bem como pode ser usado como uma ferramenta de anotação do último assunto abordado com o cliente para retomar no próximo contato. Esse tipo de registro é importante pois fornece dados que podem ser usados para melhorar futuras interações com o cliente. Utilizar essa ferramenta proporciona uma visibilidade precisa do estado atual das negociações com os clientes. Nesse tipo de sistema, as negociações são categorizadas em fases distintas, permitindo acompanhar facilmente o progresso de cada oportunidade de negócio. Com essa visualização, fica fácil identificar rapidamente quais oportunidades estão progredindo, quais estão estagnadas e quais necessitam de mais atenção. Para facilitar a implementação dessa estratégia no seu negócio, contamos com ferramentas como a Vobi. A Vobi é uma plataforma intuitiva que ajuda na gestão de projetos e também possui um módulo de Gerenciamento de Cliente, que é chamada de aba de “Oportunidades”. Com ela, é possível otimizar o processo de gerenciamento de clientes, tornando esse trabalho muito mais prático e organizado, e o melhor,  por ser uma ferramenta online, possibilita o acesso a essas informações de qualquer lugar, a qualquer momento. Mas como aplicar um gerenciamento de clientes efetivo com a Vobi? É simples! te explicamos as principais funcionalidades dessa ferramenta: A Vobi permite que você crie e gerencie oportunidades de negócios, adicionando todas as informações relevantes a cada oportunidade, como o valor da oportunidade, a data de fechamento esperada, como esse cliente chegou conheceu seu trabalho (por indicação, mídias sociais, etc) e o estágio atual da negociação. Esta é uma maneira eficiente de acompanhar todas as suas negociações em andamento e visualizar facilmente o progresso de cada uma. Além disso , é possível criar cartões com as informações de cada cliente e vincular os clientes já cadastrados em cada oportunidade criada. Com a Vobi, é possível mover apenas com um clique as oportunidades através de diferentes estágios do processo de venda (novo, em contato, proposta enviada, marcado como ganho). Isso permite acompanhar o progresso de cada negociação e tomar ações estratégicas com base no estágio em que cada oportunidade se encontra. E depois de marcar como ganho, a oportunidade se torna um projeto na Vobi, bem prático, não acha? A ferramenta de filtros na plataforma Vobi é uma funcionalidade que ajuda a melhorar o gerenciamento de clientes e projetos. Ela possibilita que os usuários segmentem e organizem seus dados, proporcionando uma visão mais aprofundada e focada de suas informações. Por exemplo, se quiser analisar as oportunidades de negócio que estão em um estágio específico, como 'proposta enviada', é possível aplicar um filtro que vai mostrar apenas essas oportunidades. Isso facilita a visualização das negociações em um estágio particular e ajuda a acompanhar o progresso delas de maneira mais eficiente. A função "Arquivar" oferece aos usuários a capacidade de remover oportunidades de negócio da visão principal sem excluí-las completamente. As oportunidades arquivadas não são excluídas, mas sim movidas para uma seção de arquivo, onde podem ser acessadas quando necessário. Isso ajuda a manter a visão geral das oportunidades de negócio limpa e focada, exibindo apenas as oportunidades ativas e relevantes. Para arquivar uma oportunidade, basta selecioná-la e clicar no botão: Arquivar. A funcionalidade de exportar permite que os usuários baixem e salvem dados relevantes em um formato acessível fora da plataforma Vobi. Esta funcionalidade é particularmente útil quando se quer fazer backup de dados para acessá-los offline. A exportação pode ser feita de maneira simples, clicando no botão 'Exportar' e selecionando o formato de arquivo desejado, que são facilmente lidos por programas de planilha, como o Excel. Compartilhe sua lista de oportunidades para que colaboradores possam visualizar e atualizar informações de oportunidades de negócio em tempo real. Essa funcionalidade colaborativa permite uma melhor comunicação e coordenação entre os membros da equipe, facilitando o gerenciamento de projetos. Por exemplo, um membro da equipe pode atualizar o status de uma oportunidade de negócio, adicionar informações relevantes ou modificar detalhes do cliente. Essas alterações são então visíveis para todos os outros membros da equipe que têm acesso a essa oportunidade, garantindo que todos estejam atualizados com as informações mais recentes. Este ambiente colaborativo também facilita a delegação e a responsabilidade, pois te permite atribuir oportunidades específicas a membros da equipe e acompanhar o progresso em tempo real. Veja neste vídeo como a Vobi aumentou a eficácia da Sena Arquitetura e Engenharia na comunicação com os clientes : Solicite o seu convite e construa um relacionamento mais sólido e personalizado com cada cliente. Boa sorte e sucesso nos seus negócios! https://monday.com/blog/pt/ https://www.moskitcrm.com/ https://ajuda.vobi.com.br/pt-BR/articles/6060861-como-usar-a-ferramenta-de-oportunidades --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-compras-e-contratacoes-ferramenta-para-otimizar-seus-processos Title: Gestão de compras e contratações - Vobi Meta Description: Veja porque a gestão de compras e contratações é tão importante para a execução do projeto e conheça a ferramenta perfeita para tornar essas tarefas simples. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-compras-e-contratacoes-ferramenta-para-otimizar-seus-processos ## Headings Structure: H1: Gestão de compras e contratações: como otimizar seus processos? H2: Planejamento e controle de etapas H2: Cuidado com compras e contratações de emergência H2: A tecnologia à seu favor H2: Centralize sua gestão de compras e evite prejuízos na obra H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão de compras e contratações: como otimizar seus processos? H2: Planejamento e controle de etapas H2: Cuidado com compras e contratações de emergência H2: A tecnologia à seu favor H2: Centralize sua gestão de compras e evite prejuízos na obra H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ter uma gestão de compras e contratações eficiente é essencial para negócios que querem reduzir custos, aumentar a produtividade e otimizar resultados. Fazer este gerenciamento na construção civil, envolve muito mais do que apenas especificar e decidir o que comprar ou quem contratar. Na hora de realizar as compras, é essencial analisar preços, qualidade dos materiais, entrada e saída de estoque e possibilidades de negociação. O mesmo acontece com as contratações dos profissionais responsáveis pela execução da obra. É necessário avaliar a disponibilidade, ter controle das parcelas e forma de pagamento acordada, da qualidade de execução do serviço e etapas de medição. Por isso, a organização é uma peça fundamental para que você mantenha o controle da gestão de projetos e obras e possa aproveitar todas as novas oportunidades sem onerar seu caixa, sua equipe e, especialmente, você. Neste artigo, separamos algumas dicas que auxiliarão a colocar em prática a gestão de compras e contratações do seu negócio. Confira: Assim como em um CRM de vendas, criar um planejamento eficiente é o primeiro passo para realizar a gestão de compras sem erros e desperdícios. Analise seu projeto de ponta a ponta, elencando todos os materiais, suprimentos e serviços que serão necessários para tirá-lo do papel, observando em que momento cada profissional deverá ser contratado e cada item deverá ser comprado, desenvolvendo assim, um planejamento que leva em consideração cada uma das etapas de execução. Por exemplo, marcenaria e marmoraria têm prazos de entrega mais extensos e necessitam de “medição” liberada para a instalação, por isso, assim que a parede estiver rebocada e os revestimentos instalados, poderá acionar o fornecedor. Já outros materiais devem ser comprados de acordo com suas etapas de instalação para evitar que fiquem jogados no canteiro. Dessa forma, evita-se que esses materiais se quebrem ou se percam, como louças, pisos e ferragens. Tudo deve ser avaliado cuidadosamente. Apenas identificando as necessidades reais do projeto e a etapa em que cada serviço será executado é possível se preparar para comprar tudo de maneira inteligente e buscando opções mais vantajosas. Quando você segue uma programação e realiza a gestão de compras e contratações com antecedência o seu poder de avaliação e barganha aumenta significativamente. Com tempo hábil, você e seu cliente poderão julgar as possíveis escolhas levando em consideração o preço, a qualidade do serviço ou do material entregue e as desvantagens de cada item ou prestador de serviço especificados em sua proposta. Um exemplo? Especialmente materiais de acabamento, levam um tempo para serem produzidos e nem sempre tem a quantidade suficiente disponível na sua loja parceira. Você sempre deve levar em consideração este prazo de produção em seu cronograma, caso contrário, terá atrasos significativos em sua obra e poderá ter que aguardar a produção e entrega do material. O mesmo com prestadores de serviço. Quando contratados com antecedência, você consegue programar a execução de serviços e levar em consideração a qualidade de entrega deste profissional, do contrário, você provavelmente terá que aceitar o profissional disponível no momento em prol do cumprimento dos prazos. Esse é um risco desnecessário e muito fácil de ser evitado, basta se organizar, ter uma boa gestão de tarefas e seguir os outros passos com atenção e cuidado. Otimizar processos é sempre mais fácil com ferramentas digitais! São muitos detalhes e dados que mudam de projeto para projeto e que precisam ser controlados e, qualquer possibilidade de facilitar esses processos é uma ótima escolha. Assim como em uma gestão de documentos digital, um sistema integrado, que permita controlar as compras pendentes, controlar pagamentos de fornecedores, prestadores de serviço e que garanta acompanhar sempre preços e prazos de entrega de materiais, torna o dia a dia do profissional da construção civil muito mais simples. Se você especificou em seu cronograma, por exemplo, que a etapa de assentamento de pisos será executada em 1 mês e em sua lista de compras você verificou que tanto a argamassa quanto o porcelanato ainda não foram comprados, você consegue se antecipar ao problema e realizar as compras com tempo hábil para fabricação e transporte. Tecnologias de gestão não devem ser consideradas luxo. Esse tipo de investimento irá garantir que a suaempresa aproveite as melhores oportunidades de mercado, negocie preços e controle prazos. Com isso, seu negócio reduzirá atrasos e riscos, eliminando muitos custos que, em um primeiro momento, nem haviam sido considerados. No cenário atual da construção civil, a ferramenta de Gestão de Compras da Vobi surge como uma solução inovadora para otimizar e centralizar os processos de aquisição de materiais e serviços. Uma gestão de compras centralizada permite organizar e administrar todas as etapas do processo de aquisição em um único lugar. Isso não apenas facilita o controle das operações, mas também assegura que todas as compras estejam alinhadas com o orçamento previsto, evitando surpresas desagradáveis e prejuízos durante a execução das obras. A agilidade na geração de cotações é outro aspecto crucial que a ferramenta da Vobi proporciona. Com apenas alguns cliques, é possível gerar cotações a partir das solicitações existentes ou do zero, permitindo a comparação entre fornecedores. A ferramenta destaca automaticamente a melhor oferta, facilitando a escolha do fornecedor com o melhor preço. Isso não só acelera o processo de compra, mas também garante que a empresa sempre obtenha o melhor custo-benefício. A formalização e centralização das informações também são facilitadas pela ferramenta, que permite a emissão rápida de ordens de compra após a aprovação da cotação do fornecedor mais vantajoso. A visualização do melhor preço no mapa de cotações é uma funcionalidade que auxilia na comparação detalhada entre os fornecedores, indicando automaticamente os itens de menor preço unitário, quantidade disponível e melhor custo-benefício. Essa visão abrangente e detalhada é essencial para tomar decisões informadas e estratégicas. Para evitar prejuízos, o planejamento antecipado das compras é fundamental. A ferramenta da Vobi automatiza o registro das cotações, disponibilizando um link de preenchimento para os fornecedores, o que otimiza o comparativo das cotações com o registro automático das informações. Isso não apenas economiza tempo, mas também minimiza erros humanos e garante que todos os dados relevantes estejam disponíveis para análise. A análise detalhada do processo de aquisição de suprimentos é outro benefício significativo proporcionado pela ferramenta. Com um panorama de compras gerado automaticamente, é possível ter um controle total do que foi orçado e do que foi comprado, permitindo uma gestão financeira mais precisa e eficiente. Além disso, a automatização da criação de lançamentos financeiros a partir das ordens de compras garante um registro preciso dos pagamentos, reembolsos e taxas administrativas, facilitando a gestão do fluxo de caixa e a previsibilidade financeira. Em resumo, a ferramenta de Gestão de Compras da Vobi é uma solução robusta que centraliza e otimiza todos os aspectos da gestão de compras e contratações. Com funcionalidades que vão desde o planejamento antecipado até a análise detalhada do processo de aquisição, a ferramenta garante economia, eficiência e controle total, transformando a maneira como as empresas gerenciam suas operações e contribuindo significativamente para o sucesso dos projetos. Se você também quer centralizar todo o seu processo de compras para evitar desperdícios e garantir economia máxima nas suas obras, solicite o seu convite. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-documentos Title: Gestão de documentos: conheça os benefícios da ferramenta Meta Description: Aprenda no artigo como a gestão de documentos pode ajudar na organização e aumento da eficiência e produtividade do seu negócio de arquitetura e construção Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-documentos ## Headings Structure: H1: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H2: O que é gestão de documentos? H2: O objetivo da gestão de documentos H2: Benefícios da gestão de documentos em seu negócio de arquitetura e construção H3: 1. Redução de custos e tempo H3: 2. Qualidade dos processos H3: 3. Registro de histórico H2: Por que a gestão de documentos é importante para o seu negócio? H2: Gestão de documentos e arquivos digitais: a melhor opção para sua empresa H3: 1. Otimização do processo produtivo H3: 2. Organização dos documentos H3: 3. Facilidade de acesso H3: 4. Facilidade de expansão H3: 5. Distinção perante a concorrência H2: Gestão de arquivos Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H2: O que é gestão de documentos? H2: O objetivo da gestão de documentos H2: Benefícios da gestão de documentos em seu negócio de arquitetura e construção H3: 1. Redução de custos e tempo H3: 2. Qualidade dos processos H3: 3. Registro de histórico H2: Por que a gestão de documentos é importante para o seu negócio? H2: Gestão de documentos e arquivos digitais: a melhor opção para sua empresa H3: 1. Otimização do processo produtivo H3: 2. Organização dos documentos H3: 3. Facilidade de acesso H3: 4. Facilidade de expansão H3: 5. Distinção perante a concorrência H2: Gestão de arquivos Vobi H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você provavelmente já deve ter vivido uma situação parecida com esta: gastar horas procurando um documento importante para se dar conta, no final, que perdeu um tempo valioso de trabalho com esta busca. Problemas como este são comuns em qualquer tipo de empresa, ainda mais no setor de arquitetura e construção, onde lida-se com uma quantidade enorme de documentos e arquivos para cada projeto. Mas, você sabia que é possível evitá-los com a gestão de documentos? Assim como em um CRM de vendas, os benefícios que esta prática pode trazer são grandes motivos para a implementação dessa ferramenta em qualquer negócio, de pequeno a grande porte. Se você procura soluções inovadoras que facilitem a sua vida profissional e o funcionamento do seu negócio, continue lendo este artigo e entenda a importância da gestão de documentos para o sucesso de seu empreendimento. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Muito se fala sobre a necessidade da gestão de documentos, mas pouco se explica sobre o tema. Inicialmente, é importante conhecer e entender melhor essa técnica. A gestão de documentos é um conjunto de tarefas e procedimentos orientados que visam tornar o manuseio dos arquivos, a avaliação e o armazenamento de informações de uma empresa mais ágil, racional e eficiente. Com isso, permite a organização, de maneira inteligente, de todo documento importante relacionado ao negócio, sendo mais fácil de buscá-lo e encontrá-lo. De modo simplificado, é uma forma de se armazenar adequadamente as informações relevantes para o bom funcionamento da empresa. A ideia é simplificar o uso desses papéis no dia a dia, tornando a busca por dados mais fácil, organizada e segura. Isso envolve sua elaboração, fluxo, uso, avaliação, arquivamento em sua fase corrente e intermediária. O principal objetivo ao se implementar uma gestão de documentos no seu negócio é facilitar a busca de informação e consequentemente otimizar o tempo de trabalho. Outro ponto importante é que utilizando uma plataforma de gestão de documentos é possível viabilizar a recuperação da informação e preservar a memória institucional, ou seja, a história e arquivos importantes para organização. São diversos os benefícios decorrentes da gestão de documentos e arquivos, dentre eles estão: Trabalhar com muitos documentos gera, naturalmente, despesas à empresa, seja para o envio seja para a preservação e armazenamento deles. Os custos, no entanto, podem ser maiores ainda quando não se faz o gerenciamento de documentos. Entre eles estão os gastos decorrentes do tempo perdido na busca por um documento, os prejuízos decorrentes de possível perda, a necessidade de reimprimir informações e outros fatores responsáveis por elevar o orçamento. Além disso, instituições com gestão eficiente têm, sem dúvidas, mais produtividade. Afinal, funcionários que não perdem tempo em processos burocráticos podem dedicar mais horas às suas funções. Aqui, os processos são tão importantes quanto em uma gestão de tarefas no sa sua empresa. Quando os documentos estão devidamente ordenados e, principalmente, nas condições corretas para a identificação, a empresa só tende a ganhar em agilidade e qualidade. Companhias que demandam papéis importantes em suas operações conhecem bem as consequências de ter processos empresariais paralisados ou perder prazos devido à ausência de um documento ou mesmo à baixa qualidade de uma cópia. Os prejuízos são inúmeros e podem ocasionar, por exemplo, a perda de grandes contratos, o prejuízo à imagem e credibilidade da empresa e a queda no desempenho da organização no mercado. Planejar estrategicamente, analisar resultados e avaliar o desempenho são etapas fundamentais para uma administração eficiente dos recursos e, principalmente, para o progresso do negócio. Para desenvolver essas atividades, no entanto, é indispensável ter acesso a números, dados e outras informações correspondentes aos anos anteriores que estejam devidamente armazenadas e de fácil acesso. Se você tem o costume de fazer a gestão de compras em seu negócio de arquitetura e construção, com certeza terá facilidade neste tópico, visto que, quando gerimos esta etapa, estamos criando, ao mesmo tempo, um histórico de preços de produtos, insumos e mão-de-obra para futuros projetos. A gestão documental em dia, vale lembrar, ainda garante a segurança jurídica da instituição a longo prazo. Administrar o próprio negócio pode não ser uma trabalho tão simples e, por isso, o empreendedor deve fazer uso de tecnologias que lhe auxiliem no dia a dia, economizando tempo e dinheiro em algumas tarefas, para que assim possa se dedicar melhor a outros setores que exigem mais a sua atenção. Assim sendo, implementar a gestão de documentos fará com que a sua empresa tenha: ✔️Aumento da produtividade e mais agilidade no desenvolvimento de atividades diárias; ✔️Diminuição dos espaços destinados a armazenamento de documentos; ✔️Redução de custos e melhor gestão financeira do negócio; ✔️Maior controle, rastreabilidade e confidencialidade dos documentos; ✔️Simplificação da identificação e do descarte de documentos obsoletos e desnecessários. Por estes motivos, pode-se concluir que esta ferramenta é muito importante para que o seu negócio possa crescer de maneira segura e planejada. Isso favorece a competitividade, a comunicação interna com os colaboradores, o atendimento mais rápido ao cliente e a gestão de projetos do seu negócio. Do contrário, a negligência em relação a gestão de arquivos pode trazer graves consequências, como: ❌Aumento do risco de perda de informações importantes; ❌Redução do sigilo empresarial por informações expostas; ❌Diminuição da produtividade e maior gasto de tempo em uma tarefa. Se você chegou até aqui, você já percebeu como a gestão de documentos pode te ajudar a administrar melhor o seu negócio. Porém, você deve estar se perguntando: há necessidade da contratação de um software ou qualquer outro tipo de automatização? A gestão de documentos é essencial para qualquer empresa que deseja se tornar mais organizada e eficiente, sendo a gestão digital a maneira mais eficaz de realizar o procedimento. Fazer uso das tecnologias à sua disposição é uma maneira inteligente de modernizar a sua empresa e usufruir de todos os benefícios que isso possa trazer. A digitalização é uma parte importante para simplificar o gerenciamento de documentos. Isso faz sentido porque as versões digitais não ocupam espaço como as físicas, além de serem mais fáceis de pesquisar e cruzar dados. Por isso, vale a pena contratar uma plataforma ligada à gestão documental. Com o uso de uma plataforma na nuvem, por exemplo, é possível acessar as informações de qualquer lugar, sem abrir mão da segurança. O uso de uma boa ferramenta somado ao suporte qualificado será indispensável para alcançar bons resultados. Outro ponto positivo é que você não corre o risco de perder algum documento importante, já que a gestão digital de documentos é mais segura do que a realizada manualmente. De forma resumida, é possível elencar 5 principais vantagens de investir em uma gestão digital: É possível trabalhar com mais dinamismo e rapidez. Quando a empresa possui uma plataforma para a gestão de documentos digital, é viável melhorar a produtividade na administração das informações e perder menos tempo em pesquisas. Contas, pagamentos de impostos, contratos, boletos, cotações de produtos são documentos presentes na rotina de um negócio de arquitetura e construção. Quando esta documentação não está organizada em um padrão aceitável, acaba se tornando um empecilho para o bom andamento das rotinas operacionais. Para evitar este caos, o uso das ferramentas apropriadas para organizar papéis ou dados digitais é crucial. Quando a empresa tem disponível uma plataforma online para acessar ou indexar documentos digitalizados, é mais fácil trabalhar com documentações, mesmo se o profissional estiver distante do arquivo físico. Imagine que você está em uma visita à obra e precisa consultar alguns papéis. Com a documentação em ambiente virtual, é possível ter acesso a todos os arquivos, seja onde quer que você esteja. Quanto mais seu negócio cresce, maior é o montante de documentos físicos. Imagine quantos arquivos cada projeto gera? O uso de uma solução digital permite que o negócio tenha muito mais capacidade de armazenamento e processamento. No entanto, os gastos não aumentam na mesma medida, o que é essencial para escalar as operações de gerenciamento. A revolução digital trouxe uma série de mudanças para o mercado atual, tornando necessário dançar conforme a música, caso você deseje se manter relevante em seu setor e se destacar frente aos seus concorrentes. Nem só de mídias sociais e site para arquitetos e engenheiros vive um negócio de arquitetura e construção, é preciso se modernizar em todas as esferas de trabalho. A primeira vantagem evidente é a de centralizar os arquivos de obras, simplificando a gestão de informações. Ao utilizar uma única ferramenta, é possível armazenar e estruturar todos os documentos relacionados a uma obra de maneira organizada. Isso não apenas facilita a visualização, mas também agiliza o processo de busca por informações cruciais durante o desenvolvimento da obra, resultando em ganho de tempo significativo. Além de centralizar, a possibilidade de compartilhar pastas e arquivos online com os clientes é uma funcionalidade crucial. Isso não apenas facilita a comunicação, mas também transmite profissionalismo e confiança. Ao permitir que o cliente acesse e salve informações relevantes, a transparência é promovida, contribuindo para um relacionamento mais sólido entre as partes envolvidas. Outro aspecto vital para uma gestão eficiente de obras é a padronização. Estabelecer um padrão na empresa para o gerenciamento e armazenamento de arquivos traz benefícios notáveis. A criação de uma estrutura padronizada simplifica os processos internos, reduzindo a margem de erro e aumentando a produtividade da equipe. A otimização dos processos é fundamental para o cumprimento de prazos e a entrega bem-sucedida de projetos. Agora que você está convencido dos benefícios que essa solução pode trazer, que tal implementar a ferramenta de Gestão de arquivos no seu negócio? Para começar a desfrutar desses benefícios, basta solicitar um convite e iniciar uma gestão mais eficiente da sua obra: solicite o seu convite. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-obras-na-arquitetura Title: Checklist Para Gestão de Obras na construção civil Meta Description: Aprenda com um checklist prático a aplicar a gestão de obras no seu serviço de construção civil e ainda como cobrar corretamente. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-obras-na-arquitetura ## Headings Structure: H1: Checklist para gestão de obras na construção civil H2: O que é gestão de obras? H2: Como aplicar a gestão de obras? H2: Quanto cobrar pelo gerenciamento de obras? H2: Integração da gestão de obras com a ferramenta da Vobi H3: Centralização de Informações H3: Orçamento e Planejamento Inteligente H3: Acompanhamento Financeiro Detalhado H3: Análise Estratégica com Curva ABC H3: Diário de Obra Online e Integrado H3: Templates Personalizáveis H3: Monitoramento e Medição em Tempo Real H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Checklist para gestão de obras na construção civil H2: O que é gestão de obras? H2: Como aplicar a gestão de obras? H2: Quanto cobrar pelo gerenciamento de obras? H2: Integração da gestão de obras com a ferramenta da Vobi H3: Centralização de Informações H3: Orçamento e Planejamento Inteligente H3: Acompanhamento Financeiro Detalhado H3: Análise Estratégica com Curva ABC H3: Diário de Obra Online e Integrado H3: Templates Personalizáveis H3: Monitoramento e Medição em Tempo Real H3: Continuar lendo H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? No momento atual, o profissional da construção civil cada vez mais trabalha com um perfil de cliente que vive acelerado e que possui uma rotina intensa.  Quando esse cliente chega até o profissional para solicitar um projeto já espera o máximo de facilidades e o mínimo de envolvimento no processo. Afinal, quem já não ouviu a máxima “obra é só estresse”? Mas estamos aqui para te dizer que a solução para esse impasse encontra-se na gestão de obras. De fato, a obra pode sim ser estressante, mas isso acontece quando ela é mal gerida. Tenho certeza que você já notou que fazer a gestão de obras não é mais um serviço exclusivo de engenheiros. Como profissional da área, você pode aprender como fazer o gerenciamento e assim evitar uma série de conflitos para os projetos em fase de execução. Por isso, elaboramos esse artigo em prol de você que busca soluções para cada vez mais aprimorar os seus processos de trabalho e entregar o máximo de facilidades ao cliente. Aqui, nós vamos te apresentar o que é esse serviço, como você pode aplicá-lo e ainda como cobrá-lo. Então, vamos começar? Em um projeto, seja qual for, o que desejamos é o cliente satisfeito e seguro durante todo o processo. E é justamente esse o diferencial de um bom profissional: fornecer, além de um projeto bem pensado, os meios para antecipar os erros, não conduzindo com amadorismo, mas sim, buscando aprimorar cada etapa. Muitos profissionais, que prezam pelo projeto executado de forma fiel, incluem no seu serviço também a etapa de gestão de obras. Esse é um serviço bastante personalizado para cada projeto e uma tarefa que se inicia muito antes do canteiro de obras. Imaginemos as etapas de uma proposta, seja de reforma e interiores ou a construção de uma casa: temos o período de criação, no qual o cliente solicita as adaptações; após, vamos ao projeto executivo e, então, à estimativa. É nesse momento que o gerenciamento começa a ser pensado. Com os prazos estabelecidos por cada fornecedor, através da tomada de decisão sobre quem contratar em função do orçamento de obra e tudo isso em conjunto, levam à elaboração de um cronograma. De forma simplificada, podemos dizer que a gestão de obras é o processo no qual você vai mergulhar em todas as etapas que envolvem a execução do projeto e ter a organização de todas elas sob sua responsabilidade. Desta forma, trata-se de uma função distinta do acompanhamento de obras. O acompanhamento é o serviço mais comum oferecido pelos profissionais, - por ser mais simples - porém, deixa muita coisa para o cliente resolver. Nele, você apenas faz visitas periódicas de curta duração para verificar o andamento da obra e se o projeto está sendo seguido. Já o gerenciamento, é um serviço complexo que exige muita atenção aos detalhes de forma ampla por parte do profissional. Nele, você permite que o cliente se envolva o mínimo possível na execução, coordenando as atividades e resolvendo eventuais conflitos. Para fazer a gestão de obras é preciso, antes de mais nada, ter consciência dos imprevistos de uma obra, por exemplo: em uma reforma, você pode não ter acesso ao material que informa ou mesmo onde estão as instalações elétricas e hidráulicas. Nesse caso, é preciso pensar o que pode ser feito para antecipar ao máximo uma situação que possa causar danos nessas instalações ao abrir um recorte na parede ou instalar um móvel. Com esse exemplo, você já nota que o gerenciamento está aí também para prevenir problemas antes mesmo do início da obra. São muitos os benefícios da gestão de obras, mas os principais são conseguir manter um bom ritmo de produtividade, a qualidade e a correta execução do projeto. No entanto, isso irá exigir que outras tarefas já estejam em andamento para que seja possível gerenciá-las, começando por ter uma estimativa completa da execução, a fim de escolher as equipes e profissionais. Ao mesmo tempo, além dos custos, é preciso verificar os prazos de trabalho estipulados por cada fornecedor para de fato promover a escolha. De posse dessas informações, você precisará organizar um mapa de atividades no qual irá coordenar o trabalho de cada equipe ou profissional envolvido. Esse momento é bastante desafiador e exige muito cuidado no planejamento, exige ainda conhecer as etapas de uma obra, saber o que vem antes e o que o vem depois. Gerenciar o cronograma de obra é importante para não sobrepor o trabalho das diferentes equipes em um mesmo período, evitando que uma ocasione retrabalho ou prejuízo à outra. Para isso, também é essencial alinhar com essas equipes como elas realizarão o serviço que você precisa, treiná-las e criar soluções de projeto em conjunto dentro do que é possível executar em cada caso especial. Isso evita uma série de contratempos e dúvidas que irão surgir no decorrer do projeto. Outra tarefa da gestão de obras é fazer o controle da compra e estoque de materiais para evitar a escassez de insumos no momento da execução. Bom, com esse tanto de informações lidas até aqui, você, provavelmente, deve estar pensando que, tendo tudo isso organizado, pode se dar o trabalho por encerrado e tudo sairá perfeitamente como o planejado. Não se engane! Durante todo o período de gerenciamento de obras você precisará ter um controle, verificando constantemente o seu andamento, atualizando o orçamento e o cronograma cada vez que algo se sobreponha ao esperado, buscando identificar os empasses e aplicando soluções em curto prazo. Ok, tudo muito lindo na teoria, mas como fazemos isso na prática? São tantos tipos de projeto dentro do campo da construção civil, tantas particularidades de uma obra, porém existem questões que são imprescindíveis em todas elas e é o que vamos te contar na sequência. Para oferecer uma gestão de obras, tenha em mente que ela exigirá de você atenção à múltiplos detalhes ao mesmo tempo. Por lidar com imprevistos, necessidade de soluções rápidas e principalmente ter que comunicar isso aos clientes, o serviço exige além do saber técnico, a resiliência. Todavia, da mesma forma que você olha para o gerenciamento como uma estratégia de produtividade e qualidade do seu trabalho, o cliente também terá essa sensação. Já mencionamos a gama de tarefas que precisam ser feitas dentro deste escopo e, agora, vamos falar sobre como montar esse processo. Vamos começar falando da melhoria de processo e facilidade na aplicação desse serviço que softwares e programas específicos para esse fim proporcionam ao profissional. Com uma pesquisa rápida você irá notar que há uma série de opções no mercado, a maioria é paga, mas te oferecem a compatibilização de todas as etapas envolvidas: orçamento, cronograma de obra, gestão do estoque de insumos e assim por diante. Aí você está se questionando: “mas, por onde começar?” Para responder essa pergunta preparamos um checklist de questões que devem ser pensadas para oferecer uma gestão de obras de qualidade. O primeiro passo é ter o projeto fechado e com ele realizar uma estimativa completa dos itens da obra e dos serviços de profissionais terceirizados. Quanto mais especificado for o orçamento, mais fácil será mantê-lo e também maior segurança será transmitida ao cliente, de que você tem domínio do que está oferecendo. De nada adianta você possuir um orçamento de obra bem feito e não se ater ao tempo que cada fornecedor exige para entregar um produto ou executar uma tarefa. Afinal, nada pior - tanto para o cliente, quanto para o profissional - que ficar preso a um projeto em andamento e sofrer paralisações por falta de profissional ou insumos. Antes da contratação das equipes ou profissionais autônomos, revise os prazos de cada um e estruture de forma prévia um cronograma de obra. Isso auxilia a tomar decisões de escolha quanto aos profissionais para alinhar com a expectativa do cliente em relação aos prazos de entrega. Preze sempre pela contratação de equipes ou profissionais sérios no mercado que estejam registrados e façam uso de contrato para a execução das tarefas, estipulando os prazos e o valor, ou seja, assumindo suas parcelas de responsabilidades nesse processo. Isso evita algo muito comum, ainda hoje, na execução de uma obra, que é: o tal do sumiço ou atrasos relevantes do profissional terceiro durante o processo. Além disso, te resguarda como profissional, afinal, aos olhos do cliente você se torna o responsável por esse gerenciamento como um todo. Agora sim é a lapidação do cronograma prévio. Para isso, é fundamental você ter conhecimento sobre as etapas de cada atividade no tipo de projeto que irá gerenciar. Há muita diferença entre as etapas de uma reforma e a de uma construção do zero. Nas obras de pequeno e médio porte, opte por montar um cronograma de tarefas, que cada equipe irá executar, divididas por semanas. Isso porque será mais fácil gerenciar os pequenos detalhes e evitar a sobreposição de equipes em tarefas conflituosas. Já para obras de grande porte, que teoricamente levam mais tempo em uma mesma tarefa, construa um cronograma mensal e em determinados momentos tenha o cronograma semanal para auxiliar. A gestão de insumos é uma ramificação do cronograma, nem tudo você terá comprado ao iniciar o gerenciamento de uma obra, até porque pode ser que nem possua espaço para armazenar. E aqui vale a mesma premissa anterior: a depender do porte do projeto, existem insumos que podem ser adquiridos de uma semana para outra e insumos que requerem até meses para aquisição. Portanto, é necessário compatibilizar o tempo dos fornecedores com o calendário de execução das equipes ou profissionais. Como já mencionado, dentro da gestão de obras, supervisionar as tarefas não é meramente acompanhá-las, mas delegar as responsabilidades, treinar a equipe para executar determinada atividade e explicar os detalhes para a correta execução do projeto. Se a sua obra é uma construção, será preciso preparar o canteiro de obras com espaços para alocar os materiais, circulação mínima e espaço para maquinário. E ainda, se for uma obra de grande porte, além desses espaços, será preciso prever suporte aos trabalhadores com sanitários e espaço para alocar os projetos e pertences pessoais. Em qualquer porte de obra é preciso ter cuidado para que todo e qualquer profissional que nela for trabalhar tenha segurança para realizar as atividades. Quando as equipes são contratadas, a própria empresa deve fornecer os itens de EPI para o funcionário e, nesse sentido, é seu papel verificar e cobrar o uso do equipamento. Para demais profissionais autônomos, você é que deverá fornecer os itens. Um ponto que nem sempre o profissional pensa, como algo a ser estruturado, é a comunicação. É preciso deixar claro que, para o gerenciamento ser eficiente, tanto fornecedores, profissionais terceiros e clientes precisam agir no prazo. A falha de um em cumprir com o combinado pode impactar nas tarefas dos demais. Nesse sentido é que entra a habilidade de manter a comunicação e as informações circulando, de forma atualizada, entre todos os envolvidos no projeto. A comunicação na obra tem várias faces, uma é a verbal em que você prepara e repassa com as equipes as atividades da semana, monitora o andamento dessas atividades e se mantém atento em questionar os envolvidos se estão com dúvidas em alguma tarefa, alguma entrega de material - no caso de fornecedor - ou ainda dúvidas variadas do cliente. Ainda nesse ponto é que entra o formato de como o projeto será disponibilizado na obra para verificação, porque o desenho tem a maior parcela nessa comunicação eficaz. Dessa forma, é preciso pensar em como ele facilitará a execução, visto que o projeto técnico precisa estar altamente detalhado, além de utilizar recursos extras como: maquetes e imagens em 3D. Hoje, o mercado já dispõe de ferramentas de realidade virtual para auxílio na execução de detalhes e conferência do andamento do projeto e esse é um recurso que cada vez mais será aplicado para diminuir o tempo do profissional dentro da obra. Toda obra tem imprevistos, por maior cuidado que você tenha em organizar essas etapas, não há como evitá-los. Para lidar com eles, de modo a garantir a produtividade e qualidade, é preciso estar atento para reorganizar funções, fazer a gestão de orçamento em função de novos custos e remanejar os prazos sempre que algum imprevisto trouxer implicações nesses âmbitos. Por isso, a gestão de obras só acaba ao final da obra mesmo. Até lá, ela estará sujeita a sofrer alterações e atualizações necessárias para o melhor desempenho do processo como um todo. Também é importante que você tenha um controle semanal do que foi executado, do que não foi possível e de problemas que surgiram. Isso, para que, além de atualizar o processo, você possa se precaver para outras etapas. Busque sempre encontrar soluções ou resolver os impasses antes de comunicar ao cliente e só repasse os conflitos que exigem mesmo o envolvimento dele para solucionar. Nos demais casos, convém apenas deixar o cliente ciente do andamento, de eventuais custos não planejados e de novos prazos. O primeiro passo para saber como calcular o valor desse serviço é saber que ele não se inicia no momento da execução propriamente dita. Você já está realizando o gerenciamento a partir do momento em que, com o orçamento fechado, você dá início ao segundo passo do checklist que é verificar prazos de fornecedores e equipes para efetivar contratações e elaborar o cronograma de obra. Para cobrar por esse serviço, o ideal é que você conheça o valor hora do seu trabalho e os custos do seu escritório. Para as fases, que antecedem a execução da obra em si, você vai precisar saber o rendimento de seu escritório em relação à hora de trabalho e tentar contabilizar quanto tempo esse processo irá te ocupar a fim de calcular um valor. Já para o período da obra, você precisará ter o cronograma montado para calcular o tempo de serviço e assim estipular uma quantia em relação ao seu valor hora. A sugestão é que em obras menores você cobre por quinzena e em obras maiores por mês. Isso te possibilita ir atualizando o orçamento de acordo com a inflação e custos do seu trabalho. Como você viu no checklist, o gestor fica responsável pelo controle de insumos. Você até pode se encarregar pela compra dos materiais, mas isso não é aconselhável. O ideal é que você faça o controle para que não haja escassez ou atrasos, seja o responsável para conferir o pedido e comunique o cliente para realizar a compra, deixando para ele essa responsabilidade que envolve negociar preços e fazer o pagamento pelos insumos e produtos. A gestão eficiente de obras é um desafio que requer ferramentas robustas e integradas. Com a ferramenta da Vobi, esse desafio se torna uma oportunidade para otimizar e simplificar processos. A plataforma oferece uma solução abrangente que conecta todas as etapas da gestão de obras, desde o planejamento inicial até a execução e acompanhamento financeiro. Com a Vobi, cada etapa da gestão de obras é facilitada 👇 A plataforma permite que todas as informações da obra sejam centralizadas em um único lugar. Isso significa que o status, prazos e responsabilidades de cada etapa da obra estão sempre ao alcance e atualizados, facilitando o acompanhamento e a tomada de decisões. Criar orçamentos detalhados e precisos se torna uma tarefa rápida e eficiente. A ferramenta permite a simulação de diferentes cenários, ajudando a construir um planejamento financeiro sólido e adaptável às mudanças do projeto. A Vobi oferece uma visão clara do fluxo de caixa, permitindo o monitoramento da lucratividade de cada obra. Com relatórios financeiros detalhados, é possível manter o controle sobre custos e receitas, assegurando a saúde financeira do projeto. A funcionalidade de Curva ABC permite uma análise estratégica dos custos, identificando os itens mais significativos do orçamento e garantindo um controle efetivo sobre os gastos. O diário de obra da Vobi centraliza registros fotográficos e informações diárias, reduzindo a probabilidade de erros e atrasos, além de facilitar a comunicação entre as equipes. A plataforma oferece a possibilidade de criar templates personalizados para orçamentos e planejamentos, trazendo padronização e eficiência para o início de cada novo projeto. Com a Vobi, o acompanhamento do progresso da obra é simplificado, permitindo ajustes rápidos e prevenção de atrasos, garantindo que os projetos sejam concluídos dentro do prazo e do orçamento previsto. A Vobi transforma a gestão de obras em um processo integrado, dinâmico e eficaz, provendo todas as ferramentas necessárias para gerenciar projetos de construção de forma eficiente e lucrativa. Ao adotar a Vobi, gestores de obras podem esperar uma melhoria significativa na precisão do planejamento, na eficiência da execução e no controle financeiro de seus projetos. E agora que você já sabe como fazer uma gestão de obras, que tal  estruturar o seu método e propor o serviço à um projeto novo ou em andamento? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-projetos Title: Gestão de Projetos: O Que É e Como Aplicar Meta Description: Realize o acompanhamento e o controle de cada um dos processos com a ferramenta de gestão de projetos, ajudando a aumentar a produtividade do seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-projetos ## Headings Structure: H1: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H2: O que é gestão de projetos H2: Diferenças entre projeto e processo H2: O conceito de gestão de projetos H2: Benefícios do gerenciamento de projetos em seu negócio H3: 1. Maior controle dos processos H3: 2. Cumprimento do cronograma H3: 3. Redução de custos H3: 4. Maior engajamento da equipe H3: 5. Maior satisfação do cliente H2: Gestão de projetos digital: a melhor opção para sua empresa H2: 6 motivos para utilizar uma ferramenta de gestão de projetos H2: Gestão de projetos Vobi H3: Cronograma de Projeto H3: Orçamento Inteligente H3: Gestão financeira detalhada H3: Centralize seus Arquivos H3: Templates Personalizados H3: Compartilhamento Online H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H2: O que é gestão de projetos H2: Diferenças entre projeto e processo H2: O conceito de gestão de projetos H2: Benefícios do gerenciamento de projetos em seu negócio H3: 1. Maior controle dos processos H3: 2. Cumprimento do cronograma H3: 3. Redução de custos H3: 4. Maior engajamento da equipe H3: 5. Maior satisfação do cliente H2: Gestão de projetos digital: a melhor opção para sua empresa H2: 6 motivos para utilizar uma ferramenta de gestão de projetos H2: Gestão de projetos Vobi H3: Cronograma de Projeto H3: Orçamento Inteligente H3: Gestão financeira detalhada H3: Centralize seus Arquivos H3: Templates Personalizados H3: Compartilhamento Online H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Com certeza você já escutou falar sobre gestão de projetos. Essa prática pode ser aplicada nos mais diversos setores, incluindo a construção civil. Mas, dentro desse âmbito, você sabe o que é e como aplicar a gestão de projetos? Conhecê-la pode se tornar uma ferramenta importante que fará a diferença no dia a dia de suas atividades no trabalho. Neste artigo, você irá saber tudo sobre os principais conceitos da gestão de projetos. Ao final do texto você terá aprendido sobre: A gestão de projetos nada mais é do que aplicar técnicas, conhecimentos e habilidades para que o mesmo obtenha sucesso. Ou seja, o gerenciamento serve para que o objetivo seja atingido de acordo com os requisitos estabelecidos durante o planejamento, garantindo que o resultado seja satisfatório tanto para a empresa, em relação aos prazos e custos estabelecidos, quanto para o cliente final. Ela deve viabilizar o alcance dos objetivos de forma ordenada e com limites de execução, trazer um foco definido às metas e permitir a programação prévia de cada ação. Muitos confundem a palavra projeto com processo. Por isso, antes de mais nada, é importante entender o que cada uma representa para o seu negócio. Um projeto é caracterizado como algo temporário que é elaborado progressivamente e gera um resultado único (que provavelmente não será repetido da mesma maneira) e que necessita de planejamento, execução e controle. Tudo isso, visando entregar produtos ou serviços de maneira exclusiva através de etapas determinadas previamente e com recursos limitados. Ele deve possuir um objetivo claro, isso porque projetos demandam recursos humanos e financeiros para serem executados. Já os processos, são trabalhos contínuos que produzem resultados padronizados e definidos. Mesmo que, em certos casos, alguns elementos possam ser repetidos em um projeto, essa repetição não muda suas características exclusivas. Cada projeto é único porque depende de situações e partes interessadas diferentes. Para ser mais claro, tome o seguinte exemplo: Uma casa pode ser construída com os mesmos materiais e a mesma equipe. Porém, cada casa possui circunstâncias únicas, como condição do solo, relevo e tipo de fundação, além de clientes diferentes. Tais condições fazem cada projeto singular, compreende? Agora que entendemos melhor sobre gerenciamento de projetos, você deve estar se perguntando em como aplicá-lo ao seu negócio. Como dito anteriormente, a gestão de projetos pode ser utilizada em diferentes áreas e isso não é diferente no caso da construção. Os processos e objetivos permanecem os mesmos, mudando apenas o produto e/ou serviço oferecidos. Basicamente, esse conceito diz respeito ao adequado gerenciamento de projetos e obras completos de edificações. Este conceito envolve as mais diversas etapas do projeto, desde a sua concepção até a conclusão. Se você é um empreendedor e possui o próprio negócio de construção, considere-se ser também um bom gestor de projetos e obras. Tomar a frente de decisões envolvendo a viabilização da proposta é extremamente necessário. E se a essência de um bom gerenciamento não se altera conforme o âmbito em que ele se aplica, os benefícios que esta técnica oferece também não. São diversos os benefícios decorrentes da gestão de projetos, dentre eles estão: Sabemos que o acompanhamento de todos os processos de um projeto é uma tarefa complexa, então, por que não simplificar e otimizar essa gestão? Com uma plataforma de gestão, fica mais fácil realizar o acompanhamento de projetos e o controle de cada um dos processos, contribuindo para o aumento da produtividade do seu negócio. Sendo uma ferramenta extremamente eficiente no gerenciamento de todas as informações relacionadas. É de conhecimento universal, especialmente na área de arquitetura e construção, o fato de não existir nenhuma garantia do cumprimento dos prazos em um projeto, já que imprevistos sempre podem acontecer. Essa poderosa ferramenta pode ser utilizada como referência na hora de comparar o tempo planejado com o tempo efetivamente gasto. A elaboração de um orçamento auxilia na montagem e no monitoramento de uma estimativa mais equilibrada e assertiva. Com as boas práticas da gestão de projetos, sua equipe se sentirá mais motivada e engajada no projeto, pois as informações são compartilhadas e alinhadas com todos os envolvidos, gerando assim uma relação de confiança e transparência. Ter um bom planejamento com estratégias para lidar com as partes interessadas e fazer um bom gerenciamento de equipe faz toda a diferença, porque possibilita mais comunicação e diálogo no dia a dia. A tecnologia deve ser vista como uma aliada para facilitar a gestão de projetos de sua empresa.  Afinal, ela possibilita a automação de procedimentos e de tarefas rotineiras no processo. Assim, ganha-se eficiência e praticidade. Usar planilhas, documentos impressos, pastas com arquivos compartilhados e/ou enviar informações críticas por e-mails, são formas antiquadas e extremamente exaustivas de fazer o gerenciamento de projetos. Sistemas informatizados agilizam a comunicação entre a equipe de trabalho, reduzem a utilização de documentos impressos e facilitam a entrega dos produtos aos clientes. E se você chegou até aqui e ainda não se convenceu da importância em se ter uma  plataforma digital, aqui vai uma lista com 6 motivos para você implementar a gestão de projetos no seu negócio de arquitetura e construção: ✔️ Segurança de dados Saber gerenciar as informações relevantes para a sua empresa é fundamental para tomar decisões satisfatórias e até para fazer a gestão à vista. ✔️ Ganho de produtividade Com a tecnologia você será capaz de acompanhar em tempo real tudo que acontece no projeto, para saber exatamente em que cada colaborador está trabalhando. Com esse controle, fica mais fácil saber quais colaboradores estão entregando mais e melhor, e quais são seus gargalos. ✔️ Melhor comunicação Falar com seu cliente apenas através de e-mail e mensagens por Whatsapp pode causar grandes confusões devido à informações desencontradas e a falta de registro das decisões importantes. Ao utilizar uma ferramenta de gestão única, você não corre esse risco e a comunicação entre todos fica bem mais transparente. Ter um fluxo de trabalho e processos bem definidos significa que todos sabem o que fazer e qual papel estão ocupando na engrenagem da empresa. Como tudo está registrado na ferramenta de acordo com o padrão, as informações não precisam ser normalizadas e fica fácil fazer o acompanhamento. ✔️ Gestão de tempo eficiente Com uma ferramenta de gestão, como a da Vobi, por exemplo, é possível fazer o acompanhamento e ter uma visão melhor de quanto tempo tem sido gasto em cada etapa. Tornando o seu trabalho cada vez mais eficiente. Em um negócio, quase nunca existe tempo para fazer um levantamento do que se tem sido feito e, portanto, avaliar o desempenho da sua empresa. Ao economizar tempo nas tarefas rotineiras, utilizando uma gestão de projetos, aliado ao registro de histórico que essa ferramenta oferece, é possível se dedicar mais ao que realmente importa e descobrir se o seu negócio, de fato, anda bem e onde há espaço para melhorar. Na era da digitalização e otimização de processos, a gestão de projetos para negócios de arquitetura e construção tornou-se mais crucial do que nunca. A plataforma Vobi surge como uma solução abrangente, proporcionando uma gestão eficiente desde o orçamento até o aspecto financeiro de cada projeto. Com mais de 70 mil profissionais da arquitetura e construção já usufruindo dos benefícios, a Vobi simplifica a gestão de projetos, permitindo economias significativas de até 70 horas por projeto. Controle o andamento do seu projeto com facilidade, criando cronogramas detalhados que acompanham tarefas, responsáveis, prazos e prioridades. A Vobi coloca o controle do projeto em suas mãos. Economize tempo e crie orçamentos precisos com um catálogo digital integrado. Construa sua biblioteca de itens, simule diferentes versões e encontre as melhores combinações de fornecedores, tudo de forma intuitiva e eficiente. Saiba exatamente se seu projeto gerou lucro. Visualize o fluxo de entradas e saídas por projeto, tenha acesso fácil ao resumo de parcelas em aberto, vencidas ou recebidas. A Vobi oferece transparência financeira para a saúde do seu projeto. A gestão de arquivos é simplificada pela Vobi. Otimize seu tempo centralizando todas as informações relevantes dos seus projetos em uma única ferramenta, garantindo facilidade de acesso e organização. Nunca mais comece um projeto do zero. Crie modelos de orçamentos, tarefas e organize pastas com níveis e subníveis padronizados para uma gestão mais eficaz e consistente. Transforme a interação com seus clientes. Compartilhe projetos, obras e até mesmo cobranças de forma online, proporcionando uma experiência mais dinâmica e transparente. Se você busca praticidade, eficiência e controle total sobre seus projetos, a Vobi é a plataforma que centraliza todas as ferramentas essenciais em um único lugar. Não fique para trás na gestão de projetos - solicite seu convite e transforme a forma como você conduz seus negócios. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-tarefas Title: A Gestão de Tarefas Mais Fácil pra Negócios de Arq&Construção Meta Description: Gestão de Tarefas rápida e fácil. Descubra a melhor forma de manter a organização do seu negócio de arquitetura e construção civil neste artigo completo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-tarefas ## Headings Structure: H1: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H2: O que é gestão de tarefas? H2: Como fazer gestão de tarefas? H2: Gestão de tarefas eficiente: saiba como delegar H3: 1. Análise de tarefas e equipe H3: 2. Conversa com os colaboradores H3: 3. Distribuição das atividades H3: 4. Foco no suporte H3: 5. Feedbacks e dados para sua empresa H2: Benefícios da gestão de tarefas em seu negócio de arquitetura e construção H3: ✔️ Melhor comunicação H3: ✔️ Organização H3: ✔️ Ganho de tempo H3: ✔️ Negócio inteligente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H2: O que é gestão de tarefas? H2: Como fazer gestão de tarefas? H2: Gestão de tarefas eficiente: saiba como delegar H3: 1. Análise de tarefas e equipe H3: 2. Conversa com os colaboradores H3: 3. Distribuição das atividades H3: 4. Foco no suporte H3: 5. Feedbacks e dados para sua empresa H2: Benefícios da gestão de tarefas em seu negócio de arquitetura e construção H3: ✔️ Melhor comunicação H3: ✔️ Organização H3: ✔️ Ganho de tempo H3: ✔️ Negócio inteligente H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Gerenciar processos é essencial para o sucesso de uma empresa, na área de arquitetura e construção, um exemplo de processo que contribui para a administração eficaz do negócio é a implementação de gestão de tarefas, que busca aumentar a produtividade, otimizar os resultados e reduzir os custos. Sabemos que no dia a dia de um negócio, diversas demandas surgem ao mesmo tempo. Reuniões com cliente, tratar com fornecedores, elaborar projetos, efetuar pagamentos e uma série de outras responsabilidades precisam ser organizadas. Por isso, é fundamental que se tenha planejamento e objetivos bem definidos. É de suma importância organizar as responsabilidades e a rotina de vários projetos, priorizando a definição do fluxo de trabalho e prazo determinado para execução delas. Afinal, quando se desenvolve uma tarefa, é contabilizado o custo operacional para sua execução e se ela for feita em menos tempo, esse custo reduz. Esse fator pode ser decisivo na hora de um cliente escolher você ou o concorrente. Logo, com processos implementados é possível gerar crescimento, reconhecimento profissional e evitar contratempos. Se você ainda não sabe como aplicar a gestão de tarefas dentro de uma organização, neste artigo abordaremos um pouco mais sobre essa prática e aproveitamos também para apresentar uma ferramenta que te auxiliará: a Vobi. Ao final da leitura você terá aprendido sobre os seguintes tópicos: A gestão de tarefas é a coordenação de atividades que irão ser desenvolvidas buscando atingir um objetivo. Essa prática é fundamental na gestão de projetos, afinal cada um tem seu prazo e objetivo definido. E para que o desenvolvimento da produção seja feito de forma otimizada e evite atrasos, é preciso planejamento e comunicação clara com todos os envolvidos. Existem várias etapas a serem cumpridas para ter uma excelente gestão de tarefas. Nos tópicos seguintes você aprenderá um pouco mais sobre cada uma delas e como seu negócio pode obter sucesso ao executá-las. Anteriormente vimos um pouco sobre o conceito, agora, vamos entender melhor como aplicar no seu negócio. Como um projeto arquitetônico envolve várias etapas, e cada uma delas requer várias atividades e pessoas envolvidas, todos precisam ter o mesmo entendimento sobre os processos e expectativas. Dentro de um negócio de arquitetura e construção, para conseguir executar as diversas tarefas do dia a dia como, por exemplo, briefing, reuniões, detalhamentos e aprovações, é necessário estabelecer padrões e gradativamente esses irão se aperfeiçoar. Se você ainda não tem noção sobre gestão de tarefas, comece fazendo listas com informações da empresa, anote os cargos, atividades, problemas e prazos. Em seguida, faça um fluxograma para facilitar seu entendimento, isso evitará deixar passar despercebido alguma necessidade a ser cumprida. Após ter compilado tudo, separe por categorias, definindo se é de sua responsabilidade, se tem urgência a ser feita e quanto tempo custa para ser executada. Desta forma, você pode concretizá-las ou começar a delegar para outros colaboradores. Conseguir delegar é um aspecto fundamental da gestão de tarefas. Nos próximos tópicos, vamos abordar esse assunto detalhadamente para você entender melhor. A delegação de tarefas otimiza a produção e evita que uma pessoa fique sobrecarregada ou até mesmo ociosa, como ocorre em muitas situações onde o colaborador não sabe o que fazer. Como abordado anteriormente, conseguir pedir para que outro colaborador da equipe exerça uma determinada atividade é essencial para a gestão de tarefas, entretanto, muitas pessoas possuem dificuldade em confiar em seus colaboradores. Isso acontece porque elas acreditam que podem fazer sozinhas ou que o outro não tenha habilidades necessárias para dar conta de executar tarefas. É importante para um bom gestor, confiar na capacidade da equipe e dar autonomia a essas pessoas. Sabemos que muitas vezes não é fácil desapegar de tentar dar conta de todas as atividades sem pedir ajuda, mas hoje te convidamos a aprender a delegar. A boa notícia é que a prática de delegação de tarefas é um processo que vai sendo desenvolvido com o tempo, e logo se torna um hábito. A seguir, apresentaremos algumas dicas para delegar tarefas e, assim, implementar uma gestão de tarefas eficiente, sendo essas: Agora que sabemos que o primeiro passo é confiar na equipe, separe todas as tarefas a serem desenvolvidas pelo time. Comece a associá-las com as habilidades, fraquezas e carga de trabalho de cada colaborador. Avalie também, como é o relacionamento, a forma que lidam com prazos e com lideranças. Nessa etapa, é preciso muita atenção para que nada fique de fora, você deve pensar a longo prazo, visto que fazemos a gestão de tarefas para que posteriormente não aconteça erros e, muito menos, retrabalhos. Pense nas tarefas, analisando quanto tempo é preciso para executá-las, como pode encaixá-las durante a semana e, além disso, reflita quem irá fazê-las e para quem entregá-las. Outra questão importante a ser ponderada, é o grau de importância da atividade. Baixo, médio ou alto? Geralmente se possui um grau baixo, essa tarefa pode ser delegada para uma outra pessoa. Em caso de situações que exijam a sua experiência e renome como profissional da construção, como realizar apresentação de orçamento ou primeira reunião com o cliente, opte por desempenhá-las por requerer sua decisão pessoal. No fim dessa etapa, você irá perceber que algumas tarefas podem ser eliminadas. Também se dará conta que, essa gestão de tarefas precisará de automatização para facilitar o seu dia a dia. Sendo necessário utilizar sistemas informatizados que tornem a comunicação mais rápida, reduzam a utilização de papéis impressos e contribuam para entregas de produtos e serviços de forma mais ágil. Você pode escolher tornar seu dia a dia mais simples, já que cada projeto a ser feito possui muitos detalhes, e esses precisam ser controlados. Por exemplo, ao acompanhar a execução de um projeto, é preciso fazer a realização de compras e contratações com antecedência, evitando possíveis atrasos de fornecedores ou prestadores de serviço. Assim, elimina-se o risco de novos custos que não estavam previstos antes. Essa gestão de compras requer muita organização e, atualmente, esse processo também pode ser feito de forma descomplicada e ágil, assim como a gestão de tarefas. E aí, você já tinha pensado em dizer adeus ao uso de planilhas, documentos impressos, pastas com arquivos compartilhados e demais informações todas descentralizadas? A ferramenta Vobi permite a automatização de todas essas gestões citadas anteriormente, e ainda disponibiliza outras ferramentas, como a gestão de projetos, e melhor, tudo de forma online. Na plataforma Vobi, é possível elevar a eficiência por meio da automação de processos utilizando checklists personalizados. Ao criar checklists de forma simples, você conquistará a produtividade máxima ao ter total clareza sobre as etapas necessárias em cada tarefa. Automatize os procedimentos essenciais para o seu negócio, simplificando e otimizando as operações! Clique aqui para conhecer mais. Uma comunicação de forma clara e objetiva dentro de uma empresa, é capaz de contribuir para o seu crescimento. Ao começar a implementar a gestão de tarefas em uma organização, também devemos focar em uma boa construção de relacionamento, onde os colaboradores possuem senso de responsabilidade coletiva e, consequentemente, se auxiliam em prol da empresa. Então, antes de distribuir uma tarefa para um grupo, dê voz a essas pessoas. Assim, é possível entender suas motivações e quais projetos desejam colaborarem. Em seguida, conte sobre o seu planejamento e as possíveis delegações. Isso possibilita uma maior compreensão sobre ambas as expectativas. Esteja aberto a dar oportunidades para as pessoas crescerem. Incentivar o desenvolvimento de novas habilidades permite a formação de uma equipe com pessoas de diferentes competências que unidas se complementam para produzirem bons projetos. Após conversar com os colaboradores, organize as atividades definindo seus prazos, recursos e propósitos a serem alcançados. Em seguida, entregue-as a cada colaborador responsável e oriente-os. Ao praticar a gestão de tarefas, foque em ser transparente, pergunte sobre a disponibilidade e dúvida para desempenhar a atividade, assim, os colaboradores também irão expor se estão de acordo com as tarefas definidas. Quando entregar a tarefa, disponha todos os materiais relevantes para elaboração da mesma. Imagine o cenário: você pediu para alguém desenvolver um arquivo de modelagem de uma edificação. Ele deverá ter em mãos anotações dos levantamentos realizados anteriormente, não é mesmo? No momento em que você disponibiliza essas informações, já quando delega a atividade, concede autonomia e evita com que a todo momento o colaborador dependa de você para completar a tarefa - é nesse ponto em que muitos sentem dificuldade ao implementar a gestão de tarefas. Isso porque, para conseguir separar esses materiais e disponibilizar para seu colaborador, é preciso que eles estejam armazenados de forma inteligente, para facilmente encontrá-los. A otimização desse processo é o que chamamos de gestão de arquivos. Atualmente, na plataforma Vobi, por exemplo, é possível fazer isso de forma digital e compilar em um único lugar vários tipos de arquivos, como documentos de extensão .dwg, .pdf, .doc, imagens, vídeos e qualquer link da internet. Voltando a falar sobre a autonomia concedida, essa precisa também ser definida no momento de delegação da tarefa, dado que, há situações em que exigem muita independência do colaborador e em outras circunstâncias menos. Assim como a autoridade concedida, há casos onde é preciso delegar que uma pessoa coordene um ou vários colaboradores, onde esse coordenador precisará ter poder de decisão para concluir a atividade. Todavia, tudo isso precisa ser esclarecido a toda equipe. Na gestão de tarefas, uma boa comunicação é primordial, como já citamos antes, então, conclua essa etapa oferecendo suporte a equipe. Oriente como quer ser atualizado sobre o andamento do projeto e esteja aberto ao diálogo. Em algum momento pode ser que imprevistos aconteçam, os quais não foram planejados, por isso, seja flexível e dê suporte a equipe. Seja um gestor responsável em mostrar possíveis caminhos a serem seguidos, a fim de resolver algum conflito inesperado. Não se ofereça para assumir a responsabilidade da tarefa, afinal, você a delegou porque não tinha possibilidade de realizar novas atividades. Confie na sua equipe e direcione-os a pensar em alternativas para a resolução do problema, dessa forma, a realização de atividades mais complexas permite o desenvolvimento de novas habilidades e, consequentemente, impulsiona o crescimento profissional do grupo. A última etapa de uma gestão de tarefas eficiente, consiste em, após a conclusão das tarefas, discutir com a equipe sobre os resultados obtidos, os imprevistos ocorridos, as lições aprendidas, se houveram sobrecargas, como aconteceram as experiências, quanto tempo foi gasto para a realização das tarefas, entre outros fatores. É importante fazer a documentação dessas discussões, assim, você terá disponível dados capazes de sinalizar a qualidade das entregas e o nível de produtividade do negócio. Conforme esses resultados vão sendo obtidos a cada projeto realizado, é possível fazer mudanças nos pontos onde são necessários melhorarem. Dentro da plataforma Vobi é possível obter uma análise detalhada das horas trabalhadas por você e sua equipe. Comparar esses registros com as estimativas previamente estabelecidas, adquirindo insights valiosos que fundamentarão suas decisões estratégicas em dados concretos. Não se esqueça também que, ao finalizar um projeto, é preciso torná-lo visível para todos. Invista em um portfólio digital: conte a sua história, as competências utilizadas em cada projeto e fale sobre sua equipe. Aproveite e insira, também, recursos relacionados a sua empresa, como o mapa, botões de mídia social, formulário de contato, entre outros. Assim, haverá o destaque online da marca, onde os visitantes poderão entrar em contato com o seu negócio, sendo esses, potenciais clientes. Com o gerenciamento de tarefas é possível desenvolver benefícios constantes para uma empresa. Fizemos uma lista para você implementar a gestão de tarefas, o quanto antes: Ao definir a atividade, autoridade e o suporte à cada pessoa, naturalmente a comunicação entre gestor e funcionário melhora, já que ambos têm consciência do que foi definido e a importância de suas colaborações em um determinado projeto e na empresa como um todo. Conseguir cumprir o cronograma estabelecido é essencial para o sucesso de um negócio, assim, com as entregas em dia você evita perder para a concorrência. Ao evitar o acúmulo de tarefas, excluindo atividades desnecessárias ou delegando outra pessoa, é possível ter mais tempo para executar o trabalho criativo ou até produzir mais, fatores esses que trazem maior qualidade e destaque a sua produção. Com o tempo, os ajustes, as falhas e os resultados, servem de parâmetros para gerar dados de desempenho e, assim, é possível tomar decisões mais assertivas. Agora que você está convencido dos benefícios que essa solução pode trazer, que tal implementar a ferramenta de Gestão de Tarefas da Vobi no seu negócio? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-financeira Title: Gestão financeira para arquitetura e construção civil Meta Description: Entenda a importância da gestão financeira para os negócios de arquitetura e construção civil, quais os benefícios dessa prática e como elaborar de forma correta. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-financeira ## Headings Structure: H1: Gestão financeira para arquitetura e construção civil: como fazer o seu negócio se manter no mercado e crescer H2: A importância da gestão financeira para o seu negócio de arquitetura e construção civil H2: Os benefícios da gestão financeira H2: Como fazer a gestão financeira da sua empresa H3: Gestão do fluxo de caixa H3: Gestão de investimentos H3: Gestão de crises H3: Planejamento financeiro H3: Planejamento tributário H2: Dicas de boas práticas da gestão financeira H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão financeira para arquitetura e construção civil: como fazer o seu negócio se manter no mercado e crescer H2: A importância da gestão financeira para o seu negócio de arquitetura e construção civil H2: Os benefícios da gestão financeira H2: Como fazer a gestão financeira da sua empresa H3: Gestão do fluxo de caixa H5: #Dica: Registre receitas e despesas de forma simplificada através da ferramenta de gestão financeira da Vobi. H3: Gestão de investimentos H5: #Dica: Acompanhe a saúde financeira do seu negócio de maneira flexível e conveniente: H3: Gestão de crises H5: #Dica: Com a ferramenta de gestão financeira da Vobi, você consegue ter clareza dos resultados do seu negócio, tomar decisões assertivas, identificar oportunidades de corte de gastos e melhores investimentos. H3: Planejamento financeiro H3: Planejamento tributário H2: Dicas de boas práticas da gestão financeira H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A gestão financeira é a base para a vida de qualquer negócio de arquitetura e construção civil. Todas as outras competências que vão além da formação do profissional, como estratégia de vendas e marketing são orientadas pelo controle financeiro. A negligência ou imperícia da gestão pode levar à falência da empresa. Portanto, é essencial que ela seja aplicada o quanto antes. Mas, afinal, o que é a gestão financeira? Nesse artigo, você vai entender porque é tão importante ter controle sobre a contabilidade da sua empresa, quais os benefícios dessa prática e como elaborar a sua gestão de forma correta. Além disso, separamos dicas para que você possa alcançar uma gestão financeira de alta performance e evitar erros comuns na hora de gerir a seu negócio. Acompanhe o conteúdo através do seguintes tópicos: Um estudo realizado pelo SEBRAE, acerca da “Sobrevivência das empresas no Brasil” em 2016, mostra que os empreendimentos são encerrados por diversas causas financeiras, dentre os principais fatores estão: falta de acompanhamento de despesas e receitas, falta de planejamento e não negociação de prazos com fornecedores. Ou seja, duas das principais causas da mortalidade de empresas brasileiras estão diretamente ligadas à ausência ou insuficiência da gestão financeira. A pesquisa “Demografia das Empresas”, realizada pelo IBGE em 2017, mostra que 62% das empresas fecham após cinco anos de funcionamento. Para pequenos negócios, o estudo mostra que apenas 31,3% das empresas seguem abertas após os primeiros cinco anos. Esses dados refletem a importância do controle financeiro para o sucesso no mercado. Vamos ver como a gestão influencia diretamente no curso de um empreendimento: A gestão financeira trata do controle da situação atual e planejamento da situação futura. O planejamento considera as metas, reúne informações do mercado e do serviço prestado para, então, elaborar estratégias e obter êxito. O controle financeiro é fundamental para acompanhar as estratégias aplicadas, identificar quais são os pontos fortes e fracos e modificá-los com precisão para obter os resultados desejados. A gestão também é responsável pela consistência da sua empresa no mercado de trabalho. É através dela que será possível tomar ações e medidas preventivas para possíveis imprevistos e dificuldades, organizar as entradas e saídas para manter o capital de giro - reserva de dinheiro que garante o funcionamento do negócio - e garantir a competitividade com a concorrência. Além da continuidade, a gestão financeira também é responsável pelo crescimento da sua empresa. O controle financeiro permite uma visão ampla do desempenho do negócio, destacando quais áreas geram mais lucro e quais geram mais custo. Através da análise dos dados é possível direcionar os recursos disponíveis para os pontos que vão trazer maior retorno, ou seja, os investimentos são assertivos. A tomada de decisão pode ser muito complicada quando não está embasada pelos dados administrativos e financeiros. Isso vale tanto para novos investimentos quanto para fechamento de contratos. Suponha que você receba uma demanda de projeto com prazo curtíssimo de entrega. Como saber se vale a pena ou não fechar esse contrato? Se o seu negócio contar com uma boa gestão financeira, será possível reorganizar os cronogramas para não comprometer os projetos em andamento, calcular a hora extra dos funcionários, custos com profissionais externos e fornecedores envolvidos para aquele prazo em específico e, então, averiguar se o preço do projeto é vantajoso ou não. A gestão possibilita decisões assertivas e benéficas em diversos âmbitos, assegurando maior chance de sucesso. Além de ser essencial para a consistência e crescimento, a gestão financeira traz consigo outros benefícios. O primeiro deles é a organização financeira da sua empresa, a qual irá facilitar as transações, elencar datas de recebimento e pagamento, possibilitando um ótimo controle do capital de giro, além de ser o ponto de partida para compilar as informações que vão possibilitar o planejamento, definição de metas e tomada de decisões e investimentos. É possível minimizar e evitar prejuízos, pois o controle financeiro reduz o erro no cálculo de venda e precificação, os quais podem colocar a empresa em posição devedora. Ele também oferece embasamento para evitar contratos desvantajosos e possibilita que a empresa lide com possíveis adversidades, como inadimplência e imprevistos. Outro benefício é a redução de gastos, pois é fácil identificar quais custos estão trazendo retorno e quais são dispensáveis, possibilitando o direcionamento eficiente dos recursos. Além disso, é através dela que é possível tornar o ambiente empresarial favorável ao crescimento. Como vimos anteriormente, a negligência do controle financeiro é a grande causa da falência de jovens empresas. A boa gestão permite a definição de objetivos, elaboração do planejamento, acompanhamento e adaptação de estratégias para garantir um negócio próspero. O controle e planejamento à primeira vista podem parecer complexos. A área de contabilidade, apesar de ser essencial para os negócios de arquitetura e construção civil, não faz parte do currículo do profissional e pode causar um certo receio. Mas não se preocupe, nos próximos tópicos vamos te mostrar como fazer a gestão financeira da sua empresa e listar dicas para obter sucesso. É importante lembrar que a gestão financeira não é um procedimento único e padronizado. Cada empresa molda o seu modelo de acordo com as suas preferências, conveniência e tamanho. Conforme o seu negócio for crescendo, a sua gestão vai se solidificando e se tornando mais complexa. É natural que aos poucos você identifique a necessidade de acompanhar métricas mais específicas, utilizar ferramentas mais avançadas e até contratar pessoal especializado. Porém, independente do modelo de gestão ou do tamanho, toda empresa deve considerar alguns pontos essenciais para manter o controle financeiro e projetar perspectivas. Para empresas pequenas ou iniciantes, a aplicação dos pontos a seguir tem impacto significativo na consistência e crescimento. Confira os principais fatores para serem aplicados na sua gestão financeira: O fluxo de caixa representa o dinheiro que entra e sai da sua empresa em um determinado período de tempo. O dinheiro que entra é composto pelo pagamento dos serviços oferecidos, ou seja, o pagamento dos seus clientes. O dinheiro que sai é referente à operação, ou seja, todos os custos para manter o negócio funcionando, isso inclui os custos da instalação física, materiais necessários para execução, profissionais terceirizados, impostos, e etc. O controle do fluxo de caixa é realizado através do “Demonstrativo do Fluxo de Caixa”, ou “DFC”, o qual mostra com clareza onde os recursos foram aplicados e de onde eles chegaram. A planilha que compõe o DFC também pode trazer informações como lucro e prejuízo, variação de despesas e receitas, lucratividades anual dentre muitas outras variáveis, dependendo da complexidade da sua gestão financeira. A interpretação do DFC permite ao gestor antecipar o comportamento do caixa nos próximos meses, se preparar para aberturas negativas, garantir que o negócio não vai assumir dívidas que não possa pagar, identificar oportunidades de investir e tomar decisões embasadas para saber em qual área aplicar os recursos. Para isso, é necessário que o DFC seja sempre atualizado e organizado, detalhando ao máximo cada item. Podemos categorizar as contas em: Registre parcelas a pagar ou a receber com informações relevantes para manter-se atualizado sobre o estado financeiro do seu negócio. Primeiramente é preciso esclarecer a diferença entre investimentos e gastos. Os investimentos são recursos aplicados com a finalidade de retorno financeiro a curto, médio ou longo prazo. Pode ser a aquisição de um bem, modernização de sistemas, terceirização de setores, dentre outros. Os gastos, por sua vez, são recursos utilizados para pagamentos pontuais, como despesas fixas de água e luz, pagamento de funcionários, etc. A gestão financeira vai analisar se um investimento é viável para a empresa ou não, baseando-se nos custos que serão cortados e no valor investido, para então tomar uma decisão. Por exemplo, suponhamos que o seu negócio deseja reduzir os custos com plotagem e considera investir em uma impressora plotter. A gestão deve considerar quanto é gasto com impressões por mês, o valor da impressora e sua manutenção, cartuchos e papéis. Se a sua empresa faz muitas impressões, o investimento pode ser viável. A gestão vai analisar quanto tempo vai levar para que o gasto inicial seja coberto e como o capital de giro vai lidar com essa “abertura” no caixa até que investimento gere o retorno financeiro. Todos desejam ver o seu negócio crescendo. É natural que você queira modernizar a estrutura física, adquirir equipamento e ampliar a equipe. Porém, é importante ter em mente que “dinheiro sobrando” não deve ser imediatamente investido, isso pode levar a decisões impulsivas que no final serão apenas mais um gasto. O ideal é manter uma conta para investimentos, onde se aplica parte dos lucros e, quando a gestão financeira identificar a necessidade ou o potencial para investir, utilizar esses recursos em conjunto com as projeções, administração do caixa e controle do capital de giro. Observe a saúde financeira do seu empreendimento de maneira flexível e conveniente. Desfrute da praticidade onde quer que esteja, através do aplicativo da Vobi, que proporciona a análise dos resultados financeiros por projeto ou obra a qualquer hora e em qualquer lugar. Desfrute da praticidade onde quer que esteja, através do aplicativo da Vobi, que proporciona a análise dos resultados financeiros por projeto ou obra a qualquer hora e em qualquer lugar. Ainda que sua empresa tenha um bom fluxo de projetos e obras, não é possível prever quando esse fluxo pode parar. A demanda de projetos tem relação muito íntima com a economia nacional e regional, as quais podem oscilar por diversos fatores. É necessário estar preparado para momentos de escassez, elaborando planos de contingência e acumulando reservas financeiras. Mas nem sempre isso ocorre. Em um momento de crise, é necessário identificar quais são as prioridades, elencando quais contas devem ser pagas primeiro e quais podem ser postergadas. Nesse momento, é muito importante negociar prazos e descontos com os fornecedores. Lembre-se que a falta de negociação é uma das principais causas de falência dos empreendimentos. Converse com as pessoas envolvidas e identifique quais pontos são flexíveis para, então, utilizar o seu capital de giro e lidar com a situação da melhor forma possível. O controle financeiro é importante, porém a gestão financeira também trata do planejamento para o futuro. É essencial que a sua empresa vise um crescimento próspero e, para isso, é preciso tomar ações estratégicas, através de projeções e do planejamento financeiro. Um estudo realizado pela Treasy aponta que 40,5% das empresas não desenvolvem um planejamento, esse dado é preocupante, visto que a maior parte das pequenas empresas fecham após os primeiros anos. É preciso pensar além do fechamento do caixa no fim do mês e começar a investir no desenvolvimento do seu negócio. O planejamento financeiro é responsável por entender onde a sua empresa está, aonde ela quer chegar e como esse objetivo será alcançado. Ele vai mostrar o panorama dos seus custos e guiar os investimentos, baseando-se nos objetivos, missões e valores da empresa. O planejamento também auxilia as decisões da gestão financeira, indicando riscos do mercado, potencial comercial e diferencial competitivo. Para elaborar o seu planejamento é preciso seguir as etapas: O planejamento tributário pode ser feito em conjunto com o planejamento financeiro, pois dividem a mesma receita, porém a montagem de despesas é diferente. Ao invés de elencar custos e investimentos, o planejamento tributário considera todos os impostos pagos e estuda possíveis descontos legais. Aqui também entram as obrigações tributárias com o CAU. Agora que você já sabe como montar a sua gestão financeira, vamos listar algumas dicas de ouro que podem te poupar muita dor de cabeça e potencializar as suas chances de sucesso. Vamos lá! Independente de qual seja a sua área ou o porte da sua empresa,o fato é que a gestão é essencial para o sucesso. Investimentos podem parecer muito complexos, mas tudo fica mais claro com o controle da situação atual e previsão da situação futura. Não entre para a estatística de empresas fechadas, inicie a gestão financeira do seu negócio o quanto antes! Clique aqui para conhecer mais sobre a Vobi e inicie agora sua jornada conosco para uma gestão financeira sem complicações! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-financeira-na-arquitetura-e-construcao-civil Title: Gestão financeira: o que é e como aplicá-la no seu negócio Meta Description: Leia este artigo sobre gestão financeira e passe a ter controle financeiro, organização e tempo para aumentar o faturamento do seu negócio! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/gestao-financeira-na-arquitetura-e-construcao-civil ## Headings Structure: H1: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H2: O que é gestão financeira? H2: Como fazer a gestão financeira do seu negócio? H3: Fluxo de caixa H3: Investimentos H3: Gerenciamento de crises H3: Planejamento H3: Tributações H2: Otimize sua Gestão Financeira com a Vobi H3: Acompanhar e compartilhar pagamentos pendentes dos clientes H3: Monitorar o fluxo de entradas e saídas do seu negócio H3: Registrar receitas e despesas de forma simplificada H3: Visualizar relatórios abrangentes de pagamentos da empresa H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H2: O que é gestão financeira? H2: Como fazer a gestão financeira do seu negócio? H3: Fluxo de caixa H3: Investimentos H3: Gerenciamento de crises H3: Planejamento H3: Tributações H2: Otimize sua Gestão Financeira com a Vobi H3: Acompanhar e compartilhar pagamentos pendentes dos clientes H3: Monitorar o fluxo de entradas e saídas do seu negócio H3: Registrar receitas e despesas de forma simplificada H3: Visualizar relatórios abrangentes de pagamentos da empresa H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Toda empresa de sucesso possui uma boa gestão financeira por trás. Os negócios de arquitetura e construção civil que possuem controle de suas finanças conseguem aliar, também, excelentes estratégias de vendas e marketing. Isso porque todas essas áreas possuem vínculo direto com o sucesso de uma empresa. Com estratégias articuladas, é possível melhorar os resultados, bem como, a maneira em que são utilizados os recursos. O gerenciamento financeiro é o caminho para o crescimento e, consequentemente, a forma direta para maiores lucros. Nesse artigo, você vai compreender melhor qual a importância de fazer o gerenciamento no setor financeiro e quais estratégias tomar. Além disso, aproveitamos para apresentar uma ferramenta que poderá te auxiliar a alcançar uma gestão financeira de alta performance. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Gestão financeira é a soma de todos os processos, métodos e ações que possibilitam uma organização controlar, analisar e planejar suas finanças. Seu objetivo é a maximização de resultados, isto é, os lucros. Esses dados apresentados refletem a importância do controle financeiro para se alcançar o êxito. É importante ter controle visando a situação atual tanto como o planejamento da situação futura. E assim, poder elaborar estratégias que atinjam as metas, considerando o contexto de mercado. Buscando compreender mais sobre gestão financeira na área de arquitetura e construção civil, recentemente, nós da Equipe Vobi, fizemos uma pesquisa para entendermos: estes profissionais realmente conhecem os números financeiros do seu negócio? Com base em centenas de respostas, o resultado da pesquisa pode ser resumido em 3 problemas comuns: Através de gestão financeira é possível também manter a consistência da sua empresa no mercado de trabalho. Isso porque, esse gerenciamento é capaz de nortear quais medidas de prevenção podem ser tomadas para potenciais imprevistos, estruturar tudo que entra e sai a fim de manter o capital de giro, além de garantir a competitividade com a concorrência. Outra questão importante é a oportunidade de crescimento do seu negócio. Com o gerenciamento tem-se uma visão mais ampla do desempenho da sua organização e, a partir disso, torna-se mais claro quais esferas trazem mais lucros e/ou custos. Essa análise serve para direcionar melhor os recursos existentes para as ações que trazem maior retorno. Dito isso, considere o seguinte cenário: ao chegar uma demanda de projeto com prazo de entrega curtíssimo, será preciso ter noção de áreas integradas da sua organização, para assim, identificar se vale a pena ou não fechar esse contrato, não é mesmo? O conjunto de uma boa gestão financeira, gestão de projetos e de orçamento possibilita a assertividade de suas ações, assim, desenvolvendo esse gerenciamento é possível reorganizar os prazos para não comprometerem projetos em desenvolvimento, calcular os custos com profissionais internos e externos e, também, analisar se o preço cobrado será benéfico para a empresa. Você deve estar se perguntando: como controlar meu financeiro se não me sobra tempo? Acredite, este não é um dilema só seu, mas de todos os profissionais da área. A rotina de quem trabalha com a construção civil realmente é complexa e muito corrida. Mas asseguramos que ter uma gestão financeira eficiente é vital para o seu crescimento pois, não conhecer de perto os seus números te impede de crescer e faturar mais. Se não investir na gestão do seu negócio a partir de agora, nunca irá sobrar tempo. Isso porque você simplesmente não consegue organizar e planejar o que precisa ser feito, muito menos ter clareza dos seus resultados. O fato é que não existe um único padrão de gestão financeira pois de acordo com o porte, preferências e conveniências a empresa vai encontrando o seu modelo de gestão. Entenda que esse gerenciamento vai se solidificando conforme o crescimento da sua empresa. Com o passar do tempo, as métricas vão se tornando cada vez mais específicas, as ferramentas utilizadas serão mais avançadas e os seus colaboradores mais especializados. Pensando nisso, separamos alguns pontos essenciais para uma gestão financeira de sucesso. Aplicá-los terá um impacto positivo na consistência e no crescimento do seu negócio. Acompanhe a seguir: O fluxo de caixa é o instrumento básico de planejamento financeiro. Seu objetivo é fazer a apuração de saldo atual para projetar o futuro e, assim, possa existir capital de giro para o subsídio da operação da empresa. Isso inclui folha de pagamentos, impostos, fornecedores, investimentos, entre outros. Confira a seguir, tudo que deve ser registrado: Com a análise do fluxo de caixa é possível traçar estratégias para o crescimento da empresa ou reverter as situações negativas. Confira as dicas para controlar seu fluxo de caixa no dia a dia: ➝ Lançar diariamente as vendas e despesas ➝ Tomar decisões sobre a necessidade de capital de giro quando a situação for negativa ➝ Avaliar a possibilidade de investimentos quando a situação for positiva ➝ Lançar pagamentos e recebimentos futuros Quando se compete a investimentos dentro da gestão financeira, estamos falando sobre ações estratégicas de compra de ativos, contratações, aquisições, entre outras operações que trazem resultados mensuráveis positivamente para o vigor financeiro do seu negócio. Vale ponderar que, investimentos são diferentes de gastos. Esses são recursos para pagamentos específicos, como despesas fixas de manutenção de sala comercial (água, luz, internet), bem como pagamento de funcionários, entre outros exemplos. Para fazer investimentos, a gestão financeira vai avaliar quanto tempo vai levar para que o gasto seja coberto e como o capital de giro vai suportar com essa “abertura” no caixa até que investimento gere o retorno financeiro. É normal que você queira investir no seu negócio, pense em modernizar a estrutura em que você trabalha, queira adquirir equipamentos mais tecnológicos e/ou deseje ampliar os seus colaboradores. Contudo, é importante entender que nem todo dinheiro que está sobrando deve ser investido de imediato. O planejamento permite que você não tome decisões de forma impulsiva que poderão somente ser um gasto desnecessário. #Dica: Tenha uma conta separada somente para investimentos, no qual é aplicado parte dos lucros e, quando existir a necessidade de investir, seja possível a utilização desses recursos em conjunto com a administração do caixa e controle do capital de giro. Um investimento recomendado para sua empresa é um sistema de gestão integrado. Plataformas que contam com gestão financeira, gestão de projetos, gestão de documentos, gestão de compras e gestão de tarefas são recursos que simplificam a administração da sua empresa e a tomada de decisões. A organização online do seu negócio de arquitetura e construção civil garante que você compreenda os resultados de forma ampla, sem correr o risco de perder a direção da sua empresa. Infelizmente, como citamos anteriormente, menos de 50% das empresas iniciantes conseguem estar abertas após os primeiros cinco anos. Muitas empresas fecham por não conseguirem superar crises. Seu negócio atualmente pode ter um bom fluxo de projetos e obras, mas não é possível prever se esse fluxo irá diminuir drasticamente. A procura pelos seus projetos têm relação com a economia local e nacional, pondendo oscilar por vários motivos. Por isso, você deve traçar um plano que acumule reservas financeiras para momentos de baixa demanda de projetos - porém nem sempre isso acontece. É preciso disciplina, vontade de superação, persistência e, sobretudo, muitas ações. Nem sempre a origem do problema é a baixa demanda. O problema pode estar nos custos variáveis diretos e indiretos, nas despesas operacionais e nos grandes gastos. Para uma boa gestão financeira, você deve identificar a causa raiz do problema. Quando instaurado um momento de crise, é preciso priorizar o pagamento das contas que possuem juros mais caros e as que precisam ser postergadas. Contudo, é necessário cuidado ao pagar uma dívida mais cara e posteriormente usar o mesmo limite para se endividar de novo, o que pode causar mais problemas financeiros. É importante tentar negociar prazos e descontos com fornecedores. Identifique quais pontos são mais flexíveis para, só então, utilizar seu capital de giro. Nesse momento, é importante procurar orientação de um especialista para lidar com a situação da melhor forma possível. Para começar o seu planejamento financeiro, é importante entender a situação atual avaliando históricos financeiros a fim de identificar os custos fixos, variáveis e receita para manutenção do negócio. Além do mais, deve-se identificar os investimentos futuros que a empresa irá assumir. Ter um planejamento que estabeleça onde sua empresa está, onde ela quer chegar e quais objetivos é necessário atingir é essencial para um crescimento próspero. Através dos objetivos, missões e valores da empresa é possível alinhar o panorama de custos e orientar os investimentos. É preciso também, ter métricas bem claras que serão revisadas, bem como as ferramentas de acompanhamento dos resultados. Essa revisão garante melhor direcionamento para modificações nas estratégias, caso for necessário. Entretanto, para que esse acompanhamento seja feito de forma efetiva, é necessário a revisão cíclica do fluxo financeiro. O planejamento tributário pode ser feito em conjunto com o planejamento financeiro, pois dividem a mesma receita, porém a montagem de despesas é diferente. Ao invés de elencar custos e investimentos, o planejamento tributário considera todos os impostos pagos pela empresa e estuda possíveis descontos legais. Aqui também entram as obrigações tributárias com o CAU. A Vobi oferece uma poderosa ferramenta de gestão financeira para transformar seu negócio de arquitetura e construção, proporcionando eficiência e praticidade. Libere mais tempo para o que realmente importa e impulsione o crescimento da sua empresa de forma digital. Com nossa funcionalidade de Gestão Financeira, você pode: Crie e compartilhe cobranças facilmente, seja através da plataforma, e-mail ou Whatsapp, simplificando a comunicação financeira com seus clientes. Tenha acesso fácil ao resumo das parcelas em aberto, vencidas ou recebidas, proporcionando uma visão clara e centralizada do seu financeiro. Registre parcelas a pagar ou a receber com informações relevantes para manter-se atualizado sobre o estado financeiro do seu negócio. Selecione o período desejado para visualizar resultados de receitas e despesas de maneira centralizada e descomplicada. E o melhor de tudo, tenha controle financeiro total na palma da sua mão, direto do seu celular. Não perca mais tempo com planilhas complicadas! Se você quer gerir o financeiro do seu negócio sem dor de cabeça é só clicar aqui para começar sua jornada conosco. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/glossario-de-marketing-e-vendas-para-arquitetos-e-designers-aprenda-os-termos-que-todo-profissional-deve-saber Title: Glossário de Marketing e Vendas para arquitetos e designers Meta Description: Para enriquecer o seu vocabulário técnico, elaboramos um glossário com alguns termos de marketing e vendas que todo arquiteto e designer deve saber. Confira Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/glossario-de-marketing-e-vendas-para-arquitetos-e-designers-aprenda-os-termos-que-todo-profissional-deve-saber ## Headings Structure: H1: Glossário de Marketing e Vendas para arquitetos e designers: aprenda os termos que todo profissional deve saber! 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H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você, leitor que nos acompanha, sabe que em nossos artigos buscamos sempre trazer temas relacionados à gestão, marketing e vendas para o seu escritório de arquitetura e interiores. Por isso, muitas vezes, utilizamos termos específicos que podem ser desconhecidos para muitos profissionais que não são da área. Mas não se preocupe! Pensando em facilitar a sua leitura e enriquecer o seu vocabulário técnico, elaboramos um glossário com alguns termos de marketing e vendas que todo arquiteto e designer deve saber. Assim, seus dias de ficar perdido ao ler sobre o assunto ficarão para trás! Para facilitar a sua vida, listamos abaixo os principais termos que usamos em nossos artigos e materiais educativos e fizemos uma breve explicação de cada um. Para fazer uma busca, você pode: Blog: Blog é uma abreviação do termo “weblog”, que significa registro de rede. Ou seja, é uma postagem regular de conteúdo em texto ou multimídia, por meio dele é possível criar e divulgar materiais que aparecem nos mecanismos de buscas, gerando tráfego para o seu site. Por isso, essa ferramenta é um dos pilares fundamentais do marketing de conteúdo. Conheça o nosso Blog! Bounce Rate (Taxa de rejeição): Bounce rate é a taxa de usuários que entram em suas páginas e vão embora rapidamente, sem interagir e navegar, depois de visualizar apenas uma página. Brainstorming: Ou “tempestade de ideias” é uma dinâmica que propõe que  pessoas de um grupo exponham seus pensamentos a fim de chegar em uma solução de um determinado problema. Branding: Criação de um nome e imagem exclusivos para o seu negócio, visando estabelecer uma identificação com o consumidor. O objetivo do branding é fazer seu negócio se destacar de seus concorrentes de forma a atrair clientes fiéis, utilizando tanto elementos visuais (design, cores, logotipo, tipografia), quanto valores da empresa. Briefing: É o conjunto de informações, dados e instruções necessários para orientar alguma atividade ou tarefa. Em arquitetura, chamamos de Briefing  o documento produzido na entrevista inicial com todas as informações necessárias para orientar o desenvolvimento do projeto; desde a concepção até a conclusão. Ver mais sobre Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo para 2021 Budget: Traduzindo, o termo significa orçamento ou verba destinado para alguma tarefa ou serviço. Em arquitetura, ter em mente o orçamento do seu cliente irá te ajudar a guiá-lo em direção a um escopo de projeto apropriado. Ler mais em: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu escritório B2B (business-to-business): É o termo usado para designar um serviço ou comércio realizado entre empresas, de empresa para empresa. B2C (business-to-consumer):  É o termo usado para designar um serviço ou comércio realizado entre uma empresa e um consumidor. Buzz marketing: O buzz marketing é um tipo de estratégia que procura fazer com que pessoas conversem de forma positiva sobre as características de um produto ou marca. A sua estratégia mais comum envolve parcerias com influenciadores digitais. CAC (Custo de Aquisição por Cliente): É o valor gasto em marketing para conseguir seus clientes.  É calculado somando todo o valor investido e dividindo esse número pelo total de clientes conquistados dentro de um período. Case: Análise de um trabalho que inclui pontos positivos, ações realizadas, resultados atingidos e avaliação da eficácia das operações, durante ou após a sua execução. Churn: Termo equivalente ao cancelamento, ou seja, quando um cliente cessa o relacionamento com sua empresa. É importante fazer o gerenciamento do churn por meio de processo de pós-venda. Content marketing (Marketing de conteúdo): Conheça nossa página de Recursos! Cold Call: Traduzido literalmente como “ligação fria”, trata-se do ato de fazer telecomunicação com um cliente potencial que nunca antes foi contatado por você ou por seu escritório. É a tentativa de vender algum produto ou serviço sem nenhuma indicação de interesse demonstrada pelo cliente antes do contato. Ler mais em: A técnica da Cold Call para fechar vendas Cold Mail: Uma evolução do Cold Call, essa é uma estratégia comercial na qual se envia um email para um cliente em potencial com o qual você não teve contato anterior. Ler mais em: Cold emails: definição, usos e dicas Conversão: A conversão ocorre sempre que o consumidor cumpre alguma ação desejada pela empresa, seja baixando um material, solicitando um orçamento, preenchendo um formulário ou contratando um serviço. CRM (Customer Relationship Management): termo em inglês - que traduzido para o português quer dizer Gestão de Relacionamento com o Cliente, é uma das ferramentas mais importantes de uma empresa. No sistema CRM é possível concentrar, em uma única plataforma, suas atividades de vendas, simplificando os processos de trabalho, além de gerenciar toda a comunicação com o cliente. Pois, por meio dele, todas as informações de contato como telefone, nome, endereço, e-mail, CNPJ/CPF, etc, são armazenadas. Ler mais em: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades em seu escritório de arquitetura e interiores CTA (Call-to-action): Ou Chamada de Ação, é um convite para induzir o visitante a executar uma ação desejada, como comprar, fazer um download ou se inscrever em uma newsletter. CTR (Click Through Rate): Ou Taxa de Cliques, é uma métrica para avaliar a performance de posts em redes sociais, analisar landing pages ou títulos de mensagens de e-mail. Ela é calculada dividindo o número de cliques pelo número de visualizações (ou impressões). Deadline: é o prazo para entrega ou conclusão de determinada tarefa ou projeto. Design Thinking: é uma abordagem que visa a inovação com foco no ser humano e se baseia nos conceitos de empatia, colaboração e experimentação. Entenda melhor no artigo: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu escritório E-mail marketing: Trata-se de toda comunicação via email que acontece entre uma empresa e seus contatos ou clientes. Essa estratégia é utilizada para manter os leads interessados no conteúdo que a empresa tem a oferecer, e conduzi-los pelo funil de vendas. Engajamento: Esse termo remete ao índice de interação entre o consumidor e uma marca por meio de um relacionamento, seja por cliques, curtidas, comentários, compartilhamentos entre outros. Feedback: É o ato de dar resposta a uma atitude ou comportamento a fim de realizar uma análise ou fazer sugestões. Follow-up: Termo em inglês que pode ser livremente traduzido como “acompanhamento”. Esse é o objetivo da estratégia: acompanhar os contatos realizados com suas oportunidades e com seus clientes, desde a abordagem inicial. Ler mais em: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes Funil de vendas: Um funil de vendas é uma maneira de dividir a jornada do cliente desde o estágio de "conscientização" até o estágio de "compra". Existe todo um processo até o consumidor realizar uma conversão, por isso, o funil é dividio em 3 etapas: topo, meio e fundo. Para cada uma delas, há tipos de conteúdo que são mais apropriados, e a linguagem desses conteúdos também muda. Ler mais em: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas Hashtag:  É uma palavra ou frase, com o símbolo cerquilha (#) na frente usada para catalogar mensagens sobre um tema específico. São muito úteis para promover conteúdo nas redes sociais e aumentar a exposição do post para além dos seus seguidores. Inbound Marketing: Ou Marketing de Entrada, consiste em uma nova forma de conquistar clientes: em vez de receber as informações das empresas, produtos e serviços de forma “passiva”, é o usuário que vai atrás das informações acerca das soluções para os seus problemas. As formas mais conhecidas são marketing de conteúdo para sites, blogs e mídias sociais. Entenda melhor no artigo: Inbound Marketing para arquitetos IoT (Internet of Things): A Internet das Coisas consiste na utilização da tecnologia para conectar vários objetos eletrônicos à web e, dessa forma, facilitar o acesso a eles.  Ou seja, é exatamente o que seu título sugere: uma internet que conecte todas as coisas, eletrodomésticos, meios de transporte e sistemas de segurança, som e iluminação. Entenda mais sobre essa tendência no artigo: Automação residencial, a casa inteligente Keyword: Significa Palavra-chave, e é utilizada para identificar o assunto principal de um texto. Estratégias de SEO utilizam keywords para melhorar o ranqueamento nos resultados de pesquisa. Landing page: O termo refere-se a uma Página de Conversão. É uma página da web, diferente do seu site principal,  para onde os internautas são direcionados após clicarem em uma determinada ação de marketing dedicada exclusivamente a uma oferta — oferecer material gratuito, promover um produto, convidar para um evento, etc — em troca de algo. Lead: Lead é toda pessoa que chegou até seu negócio, deixando dados de contato, sendo um possível cliente em potencial. O lead ainda é uma pessoa indecisa, em busca de informações que esclareçam suas dúvidas e anseios. Leads qualificados: É quando o lead passa pelo processo para identificar se realmente é um potencial cliente. Geralmente essa avaliação se baseia na percepção e subjetividade do avaliador. Ler mais em : Qualificação de clientes: por que esta prática é tão importante? Link Building: O Link Building, ou Construção de Links, é a prática de colocar links para outros artigos relacionados ao tema de que se está falando, sendo uma importante tática de SEO. Você deve ter percebido que, ao longo deste texto, existem diversos links que te redirecionam a artigos mais completos sobre alguns termos. LTV: LTV significa “Lifetime Value”, o chamado Valor Vitalício do Cliente. É uma métrica de vendas e marketing que estima a quantia total que se pode esperar receber dos clientes até que eles deixem de usar o produto ou serviço. Newsletter: Uma publicação regularmente distribuída por e-mail geralmente sobre um tópico de interesse dos seus assinantes, com o intuito de gerar leads. Sendo possível manter esses usuários ativos dentro da estratégia de marketing. Conheça a nossa Revista Digital: Vobi Design! Networking: Interação entre pessoas a fim de trocar informações e desenvolver contatos, especialmente para progredir na vida profissional. NPS (Net Promoter Score): Metodologia que mede o grau de satisfação dos clientes com o seu negócio. Ela serve para melhorar processos internos que se refletem nos lucros, como atendimento e qualidade do produto. Outbound Marketing: Ou Marketing de Saída, é um processo de prospecção ativa para abordar potenciais clientes que correspondem ao perfil de cliente ideal. Trata-se de um marketing mais tradicional, em que a marca procura o consumidor e tenta convencê-lo a comprar. Ele pode ser feito através de comerciais de TV e rádio, anúncios impressos em jornais e revistas, cold call, cold email, anúncios em sites, outdoor e sinalização. Ler mais em: Outbound marketing: conceito, vantagens e formas de aplicação Persona: Define-se como Persona, o perfil de cliente ideal criado para guiar as estratégias de marketing e vendas. Ela é construída por meio de pesquisas qualitativas e quantitativas, que geram representações sobre o comportamento dos consumidores, fornecendo uma visão estruturada de seus objetivos na experimentação do serviço, dos recursos e de conteúdo relevante. Confira mais no artigo: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal Prospect: É uma perspectiva de venda, um possível cliente, que já passou pelo processo de qualificação. Ele está no momento de escolher o melhor provedor de soluções do mercado. Remarketing: Estratégia cujo objetivo é identificar consumidores que demonstraram interesse em um produto ou serviço da sua empresa, mas não fecharam negócio da 1ª vez. Em outras palavras, é como uma 2ª chance com esse consumidor. É voltar a oferecer seu produto para ele, aumentando a sua chance de fechar negócio, por meio de publicidade e e-mail marketing. ROI (Return On Investment): SEO (Search Engine Optimization): Traduzindo para o português, a sigla SEO significa Otimização para Motores de Busca, que visa melhorar a visibilidade do site em portais de pesquisa de forma orgânica, como o Google. UX (User Experience): Termo em inglês para Experiência do Usuário. Trata-se de como o cliente interage com o seu produto ou serviço. Ter um site atraente e fácil de navegar é essencial para conquistar os clientes exigentes que estão acostumados a utilizar a internet. Veja como é simples criar um Site na Plataforma Vobi! Webinar: O termo é resultado da junção de Seminário e Web. É um formato de conteúdo em vídeo disponibilizado ao público de maneira gratuita ou paga e que ocorre de forma online. Muito utilizados para gerar leads, pois apresentam altos índices de engajamento. Falando em Webinar, você conhece a nossa página de eventos? Lá você fica por dentro dos Workshops, conferências e Webinars que estamos sempre promovendo para ajudar você a gerir melhor e a crescer o seu escritório de arquitetura e design. CLIQUE AQUI para conferir. DICA BÔNUS: Salve este artigo na sua barra de favoritos para consultar sempre que precisar! www.meunegocio.uol.com.br www.exactsales.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/glossario-de-termos-utilizados-no-universo-da-arquitetura Title: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura Meta Description: Aprenda termos convencionalmente utilizados por arquitetos que podem facilitar a sua vida tanto na obra quanto na hora de projetar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/glossario-de-termos-utilizados-no-universo-da-arquitetura ## Headings Structure: H1: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H2: A H2: B H2: C H2: D H2: E H2: F H2: G H2: H H2: I H2: J H2: L H2: M H2: N H2: O H2: P H2: Q H2: R H2: S H2: T H2: V H2: Z H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H2: A H2: B H2: C H2: D H2: E H2: F H2: G H2: H H2: I H2: J H2: L H2: M H2: N H2: O H2: P H2: Q H2: R H2: S H2: T H2: V H2: Z H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H4: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ao entrar na faculdade de arquitetura, com certeza você se deparou com uma infinidade de termos ou palavras que possuem um significado diferente do que você conhecia. Por mais experiência que se tenha na área, sempre há novos termos técnicos a se descobrir ou que nem sempre estão na ponta da língua. A gama de termos usados se associa ao fato de que a arquitetura é um campo amplo de exploração e envolve muitas áreas que se complementam, desde as questões sociais e religiosas, antropológicas, políticas até a estética. A maioria dos termos não é uma criação técnica, mas sim um resquício do saber popular que cria um dicionário todo especial de arquitetura para se comunicar. Alguns destes termos, podem ser também traduções de termos em outras línguas. Não são fáceis de memorizar, afinal se você só trabalhar com projetos lhe escapa um número considerável de termos aplicados em obra, se você só trabalha com interiores provavelmente não terá domínio de todos os termos de um projeto mais complexo, e assim por diante. Além disso, o nosso país é composto de muitas culturas e variações linguísticas, isso implica em alguns termos serem comuns só a determinada região. Pensando na necessidade de se comunicar com diferentes agentes envolvidos em projetos e obras, preparamos esse glossário de arquitetura para você. O glossário é composto de termos gerais, desde as partes da estrutura de uma edificação, até detalhes de desenhos técnicos. Para facilitar a sua vida, listamos abaixo os principais termos utilizados no universo da arquitetura e fizemos uma breve explicação de cada um. Para fazer uma busca, você pode: Alvenaria: estrutura de vedação feita com pedras, blocos ou tijolos unidos por argamassa. Acabamento: termo bastante usado para definir se a alvenaria receberá uma superfície de tinta ou outro tipo de revestimento. Também é utilizado quando se trata da superfície dos móveis. Alto relevo: termo usado para esculturas que se projetam à frente da superfície e de fundo, também se refere à texturas em cerâmicas, por exemplo. Acetinado: é um tipo de acabamento que tem um toque e aspecto “macio” como o cetim, usado principalmente para designar acabamentos superficiais de porcelanatos, cerâmicas, pedras, móveis ou tintas. Não deixe de conferir o nosso artigo sobre: Saiba como escolher o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto. Andaime: é uma estrutura montada tanto em madeira, quanto em metal, para dar acesso à alturas elevadas de uma obra, serve ainda para apoiar o material de construção. Alicerce: é a estrutura que dá suporte à uma edificação, o termo convencional é fundação. Aglomerado: são placas compostas de serragem de madeiras misturadas com cola e prensadas por duas chapas externas de madeira. Adobe: é um tipo de tijolo feito de barro cru, areia e fibra vegetal. Muito comum em construções nordestinas. Água de telhado: é um dos planos inclinados do telhado. Água - furtada: é um saliência no plano de telhado geralmente para alocação de esquadria ou varanda em sótão. Alinhamento: a linha limite à qual uma construção é amarrada no terreno, por exemplo alinhado à calçada, quer dizer seguindo a linha de margem da calçada. Aresta: é a linha que se forma no encontro de duas superfícies formando um ângulo. Alpendre: varanda gerada pela extensão do telhado em frente a porta de entrada. Átrio: pátio central de uma casa ou construção. Abóbada: é uma estrutura arqueada que compõe o teto entre dois muros, pilares ou colunas. Arco: é um elemento curvo que se une a dois pontos de apoio. Balanço: é um avanço de uma edificação sobre uma área, na qual cria um vão livre de pilares de sustentação. Balaústre: é um tipo de design de coluna que pode ser feito tanto em concreto para guarda corpo de varandas e escadas, como em madeiras para detalhes em móveis como cadeiras, camas, entre outros. Balcão: é uma estreita laje comum em sobrados antigos, ela se projeta para fora da edificação sobre a qual se abrem portas e possui uma grade, fazendo seu peitoril. Baldrame: é um elemento estrutural de concreto armado que faz parte da fundação, responsável por receber as cargas de paredes em uma edificação. Bandeira: é um caixilho fixo que fica acima de folhas de portas e de janelas. Funciona como um detalhe decorativo, geralmente em vidro transparente ou colorido. Barrote: é uma peça de madeira que serve para sustentar assoalhos e telhados. Basculante:  um sistema de abertura de janela, onde a folha gira em torno de um eixo. Beiral: parte do telhado que se projeta para fora da parede externa da edificação. Betão: sinônimo de concreto. Bisotado: tipo de borda em ângulo chanfrado, comum em corte e espelhos. Boneca: é aquele pedacinho de alvenaria deixada em um canto onde será instalada uma porta ou janela. Brise: também chamado de brise-soleil ou quebra-sol, serve para barrar a incidência de raios solares em uma edificação. Pode ser alocado tanto na vertical como na horizontal a depender da inclinação do sol na região. Batente: rebaixo feito no vão de uma porta ou janela no qual estas se encaixam ao fechar. Bloco: elemento estrutural que compõe a alvenaria, podendo ser feito de cerâmica, concreto e concreto celular. Caiar: pintar com cal diluído em água. Caibro: é uma peça de madeira que sustenta as ripas do telhado. Capitel: bastante comum na arquitetura clássica é a parte superior de uma coluna. Caixilho: é a parte da estrutura de uma  esquadria que sustenta as folhas de vidro ou outro material sólido. Calafetar: vedar pequenos buracos surgidos durante uma obra. Calunga: desenho que representa a altura humana para promover a relação da escala da edificação com a pessoa. Cerca viva: cerca de limite ou barreira feita com vegetação, comumente feita de arbusto. Cisterna: o reservatório de água inferior de um edifício onde está a reserva técnica de incêndio e também pode ser reservatório para água da chuva. Cobogó: é um elemento vazado que compõe paredes, mas com função apenas decorativa. Corte: um dos desenhos de representação gráfica, tal qual passar uma faca de corte em uma edificação e ver seu interior e estruturas. Chapiscar: processo de lançar argamassa de cimento contra blocos em alvenaria para garantir a aderência das próximas camadas. Chumbar: fixar elementos em recortes na alvenaria com cimento. Cantoneira: peça metálica utilizada em forros de gesso. Chanfrar: inclinação de algum elemento a 45 graus. Clarabóia: abertura com caixilho situada no teto das edificações para a entrada da luz. Contrapiso: superfície feita com camada de argamassa sobre laje, serve para promover o nivelamento do espaço que receberá revestimento. Croqui: desenho no estilo esboço para apresentar as primeiras ideias. Cumeeira: é a linha de telha no ponto mais alto no encontro das águas de telhado. Cúpula: uma estrutura em abóbada comumente encontrada em igrejas antigas. Cura: tempo de secagem da massa de concreto. Curva de nível: linhas que em uma planta baixa indicam as variações de altitude de um terreno. Cimento queimado: é um tipo de acabamento para interiores bastante popular na decoração, imita uma superfície de concreto com toque acetinado. Compensado: um material feito de composto de chapas de lascas de madeira unidas com cola usado tanto em móveis quanto em estruturas de pisos e forros. Compatibilização: termo utilizado referente a junção dos projetos de diferentes estruturas e instalações para definição de projeto final e executivo. Dilatação: quando os materiais aumentam seu volume pela ação do calor. Duto: uma estrutura tubular que conduz líquidos, fios ou ar. Deck: é uma estrutura que imita uma laje, podendo ser elevada ou não, construída de madeira ao ar livre. Drywall: sistema de vedação de montagem rápida para ambientes internos, feito com montantes de metal e chapas de gesso acartonado. Demão: processo de aplicar uma camada de pintura em superfície. Drenagem: sistema para escoamento de água pluvial. Edícula: construção ao fundo de um terreno, podendo ser uma casa, área de serviço ou salão de festas. Elevação: representação gráfica da fachada de uma edificação. Espigão: a aresta saliente que se forma no encontro de duas águas em um telhado. Estaca: peça alongada cravada no solo compondo a estrutura de alicerce que receberá as cargas da edificação para distribuir no solo. Estuque:  massa feita com cal, gesso, areia, cimento e água, é um substituto do gesso em ornamentos e em revestimentos de paredes e forros. Esquadria: são as aberturas para a circulação entre ambientes, portas e as aberturas para iluminação natural e ventilação, janelas. Elemento vazado: elemento cerâmico ou em concreto utilizado para compor paredes de forma decorativa. Esmalte: camada superficial de produtos cerâmicos. Fiada: primeira linha horizontal de pedras ou de tijolos no mesmo nível de altura e prumada, que dá o alinhamento para subir a parede de alvenaria. Fibrocimento: tipo de material comum em telhas, composto de cimento comum com fibras. Friso: detalhe das construções clássicas na parte superior do entablamento que recebia decorações em relevo. Filete: qualquer peça fina e comprida, como filetes metálicos para acabamento no encontro de pisos diferentes. Forma: estrutura em madeira, plástico ou metal para moldar concreto armado. Gabarito: altura em pavimentos de uma edificação. Geminada: construções simétricas ou em série, conectadas por uma parede lateral. Guia: linha mestre na alocação de elementos ou de uma edificação. Hachura: trama de linhas, composição de pontos ou figuras geométricas utilizada para representar diferentes materiais em desenho técnico. Isolamento: pode ser acústico quando se trata de recursos para isolar som ou térmico quando se trata de materiais para diminuir amplitude térmica de um ambiente para outro. Instalações: sistemas que fazem parte da estrutura de uma edificação. Insolação: estudo da incidência solar em um terreno ou edificação. Implantação: planta baixa com vista do telhado e entorno imediato de uma edificação. Junta seca:  a menor largura de aplicação do rejunte entre peças cerâmicas e porcelanatos. Junta de dilatação: espaçamento deixado entre determinada dimensão de materiais que sofrem alteração de volume, dilatação e retração conforme a temperatura. Lambri: ripas de madeira com encaixe macho fêmea. Layout: disposição de móveis e elementos em um espaço. Limestone: rocha natural formada por grãos de calcário. Lanternim: uma estrutura que se eleva no ponto da cumeeira de telhados possibilitando a entrada de luz e ventilação. Marquise: é uma pequena cobertura ou laje saliente da parede externa de uma edificação, geralmente em balanço. Mezanino: um pavimento intermediário criado em pavimentos de pé direito duplo. Montante: peça vertical, podendo ser de madeira ou metálica, que sustenta elementos de fechamento e acabamento na construção, como montantes para paredes de gesso, para fixação de painéis de pedra, entre outros. Muro de contenção: estrutura de muro realizada em uma encosta de terreno em aclive ou declive para impedir o deslizamento de terra e sedimentos. Muxarabi: é uma peça árabe bastante popular em arquitetura feita de trama de ripas de madeira em vãos de janelas e balcões de varanda para inibir a visão de fora para dentro, ao passo que ainda propicia ventilação natural. Madeira de demolição: tipo de peça de madeira retirada de construções antigas que foram demolidas e serão convertidas a novo uso, seja na construção ou em mobiliário. MDF: são chapas formadas por fibras de madeira unidas por resina sintética e compactadas pela ação da pressão e calor. O produto é utilizado na fabricação de móveis. MDP: chapa feita com madeira em lascas maiores que a do MDF, com mais espaçamentos, também colada com resina sobre alta pressão e calor. Igualmente utilizado na fabricação de mobiliário. Nivelar: acabamento de uma superfície para deixá-la no mesmo nível, seja um terreno, uma laje ou parede. Ombreira: peça colocada no sentido vertical de uma porta ou janela para a sustentação de vergas. Orientação: a posição de um terreno ou edificação com relação aos pontos cardeais. OSB: É um elemento de vedação estrutural, feito de lascas de madeira prensada com resina,. Utilizado em tapumes, vedação de paredes e móveis. Pano de Vidro: elemento de vedação de fachada feito em caixilhos com vidros. Palafita: tipo de estaca que sustenta uma edificação, geralmente residencial sobre a água ou terrenos alagados. Pastiche: imitação ruim ou grosseira de um estilo arquitetônico ou artístico. Planta livre: um dos conceitos da arquitetura moderna em que a estrutura é separada do sistema de vedação, gerando vãos livres. Patamar: laje que separa dois lances de escada. Pé-direito: dimensão no sentido vertical do piso até o teto. Peitoril: pode ser uma parede ou grade de proteção colocada em varandas, sacadas, escadas e também é a dimensão de parede que fica abaixo das janelas. Pérgula: tipo de cobertura utilizada como marquise em jardins, piscinas e áreas externas, geralmente feita de peças de madeira. Pilotis: são colunas que sustentam uma edificação sem fechamento no pavimento em que estão instaladas. Pivotante: porta ou janela cuja folha gira em torno de um pino-pivô, necessitando maior espaço de giro. Porta-camarão: tipo de porta com mais de uma folha que é dobrada ao abrir. Pórtico: local coberto na entrada de um edifício, de um templo ou de um palácio. Platibanda: faixa horizontal que emoldura a parte superior de uma edificação, com a função de esconder o telhado. Prumada: direção vertical de uma parede determinada por um prumo. Pallet: estruturas geralmente feitas de madeira, comumente usadas para armazenar e transportar produtos como tijolos em canteiro de obras. Paisagismo: projeto de adequação e embelezamento de áreas abertas, contendo jardins, calçadas, iluminação, entre outros. Perspectiva: representação gráfica feita com pontos de fuga. Plotagem: impressão de projetos em grandes formatos de pranchas. Quantitativo: levantamento da quantidade de um item. Retrofit: técnica de revitalizar construções antigas trazendo alterações para o melhoramento do funcionamento e da estética. Rufo: chapa que é colocada na linha de encontro entre a água do telhado com a alvenaria, para evitar infiltrações de água da chuva. Sapata: parte da fundação que fica enterrada no solo distribuindo as cargas dos pilares de forma isolada; pode ser ainda uma pequena laje colocada ao longo da alvenaria, distribuindo a carga da estrutura por uma faixa maior de terreno. Seixo rolado: é uma pedra arredondada e lisa, retirada de rio e utilizada em jardins e revestimentos. Sifão: peça feita de PVC ou metal para escoar água de esgoto de pias, e vasos sanitários. Shaft: vão interno em uma construção que serve para passagem de tubulações e instalações verticais, comum em banheiros e cozinhas. Silicone: serve para vedar elementos evitando a infiltração de água. Talude: inclinação em terreno feito pela escavação ou adição de terra. Tapume: vedação provisória de um canteiro de obras com relação a rua e terrenos vizinhos. Terça: tipo de viga de madeira que sustenta os caibros do telhado. Terraplanagem: preparação para nivelar um terreno antes da construção. Testada: toda lateral do que for voltada para um logradouro público. Tirante: cabo de ferro tensionado, para sustentação de peças estruturais, como uma laje de concreto, ou cobertura externa. Treliça: estrutura de sustentação de telhado feita de madeira ou metal. Verga: peça de concreto ou madeira colocada sobre os vãos de janelas e portas para a amarração das paredes. Vitrificado: aparência vitrificada de um material. Veneziana: tipo de esquadria que aberta permite ventilação e entrada de luz natural e fechada barra ambos. Vedação: estrutura de fechamento conectada à estrutura com a função de criar paredes. Vernacular: estilo arquitetônico que busca utilizar materiais e estilos da região em que está inserido. Zincado: material que foi revestido de zinco. Zoneamento: divisão dos espaços por zonas tanto na legislação urbanística, como no estudo de locação de ambientes em um planta. Zenital: abertura no teto com caixilho fixo ou móvel para entrada de luz natural. Muitos termos para memorizar  não é mesmo? Então favorite este artigo e tenha acesso sempre que precisar. www.vivadecora.com.br www.revistacasaejardim.globo.com www.papodearquiteto.com.br www.arquitetoleandroamaral.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/guia-de-como-escolher-uma-torneira-para-banheiro-e-cozinha Title: Guia de Como Escolher uma Torneira para Banheiro e Cozinha Meta Description: Neste artigo, você encontrará um guia de como escolher uma torneira adequada tanto para banheiro, quanto para cozinha. Aproveite a leitura! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/guia-de-como-escolher-uma-torneira-para-banheiro-e-cozinha ## Headings Structure: H1: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H2: Principais tipos de torneira para banheiro e cozinha H3: Torneira de bancada ou de mesa H3: Torneira de parede H3: Torneira de piso H3: Torneira de teto H3: Torneira simples H3: Misturador H3: Misturador Monocomando H3: Misturador Convencional (duplo comando) H3: Torneira com fechamento automático H2: Modelos de altura de torneira: bica alta, média ou baixa H3: Bica baixa ou média H3: Bica alta H3: Dicas bônus H2: Características extras H2: Qual modelo de torneira devo escolher? H3: Considere o tipo de material H3: Considere o espaço disponível H3: Verifique se há ponto de água quente H3: Verifique os pontos de encanamento do ambiente H3: Considere o modelo da cuba H3: MCA H3: Considere a sua preferência ou do seu cliente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Guia de como escolher uma torneira para banheiro e cozinha H2: Principais tipos de torneira para banheiro e cozinha H3: Torneira de bancada ou de mesa H3: Torneira de parede H3: Torneira de piso H3: Torneira de teto H3: Torneira simples H3: Misturador H3: Misturador Monocomando H3: Misturador Convencional (duplo comando) H3: Torneira com fechamento automático H2: Modelos de altura de torneira: bica alta, média ou baixa H3: Bica baixa ou média H3: Bica alta H3: Dicas bônus H2: Características extras H2: Qual modelo de torneira devo escolher? H3: Considere o tipo de material H3: Considere o espaço disponível H3: Verifique se há ponto de água quente H3: Verifique os pontos de encanamento do ambiente H3: Considere o modelo da cuba H3: MCA H3: Considere a sua preferência ou do seu cliente H3: Continuar lendo H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Banheiro com acessibilidade: o seu guia completo de projeto H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H4: Cuba para cozinha: conheça os principais tipos H4: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H4: Conheça os principais tipos de cuba para banheiro e dicas para instalação H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quem pensa que torneira é tudo igual, está bem enganado. No mercado, o que não falta é opção, com diferentes funcionalidades e benefícios. Além disso, ainda é possível escolher entre cores, estilos, designs e formas de instalar. Dentre tantas possibilidades, é fácil confundir-se na hora da escolha dessa peça. Por isso, existem alguns pontos importantes que devem ser levados em conta ao escolher a torneira para banheiro ou cozinha. E é exatamente isso que vamos abordar neste artigo. Aqui você encontrará um guia de como escolher uma torneira adequada tanto para banheiro, quanto para cozinha. Confira: As torneiras de bancada ou de mesa são as torneiras mais tradicionais e mais utilizadas no mercado, com maior variedade de modelos, inclusive mais baratos. Essas torneiras podem ser instaladas diretamente na bancada ou na própria cuba, quando o modelo contar com mesa (espaço existente na própria cuba para a instalação da torneira). Outra grande vantagem das torneiras de bancada ou de mesa, é o fato da sua instalação ser mais simples, não sendo necessário embutir o encanamento na parede. Além disso, esse modelo é mais versátil, pois o ponto de água é deixado embaixo da bancada - na parede - e dele é possível puxar com uma mangueira para qualquer posição, tornando a manutenção mais fácil. Você não precisa quebrar a parede em caso de vazamento, por exemplo. As torneiras de parede funcionam para qualquer tipo de cuba, pois, nesse modelo, é possível controlar a altura da saída de água, definindo a altura exata da torneira em relação a borda da cuba. Por isso, são ideais para cubas mais altas, como as de apoio, por exemplo. Ademais, trata-se de uma ótima opção de torneira para banheiro pequeno, pois otimiza o espaço da bancada. Vale lembrar que, ao especificar uma torneira de parede, é importante verificar se o encanamento já está preparado para recebê-las no local previsto, pois caso não esteja, será necessário fazer uma nova instalação ou desvio do ponto de água para o novo local. Diferentemente da torneira de mesa, esse modelo não é tão versátil: o encanamento fica todo embutido na parede, então se tiver algum vazamento, será necessário quebrar. Dica bônus: sempre verifique na embalagem se o modelo escolhido é indicado para ser instalado na parede ou na bancada. Esse modelo é mais utilizado como um tipo de torneira para banheiro, sendo mais difícil de ser encontrado em cozinhas. Sua aplicação requer instalação hidráulica mais específica, em que os pontos de água devem estar localizados no piso. Deve-se também atentar para a escolha da cuba para banheiro, visto que as torneiras de piso demandam modelos especiais de lavatórios. Da mesma maneira que as torneiras de piso, as torneiras de teto também exigem condição de instalação hidráulica especial, pois são fixas no teto ou forro. É importante ressaltar que, ergonomicamente, ambos os modelos são os tipos menos recomendados de torneira para banheiro de uso cotidiano, em que serão realizadas tarefas como lavar o rosto, etc. As torneiras simples têm apenas um comando para controlar a saída de água e não permitem escolher a temperatura, sendo indicadas apenas quando não se pretende colocar água fria e quente na mesma saída. É preciso apenas um furo para a instalação. Os misturadores permitem que saia água quente e/ou fria da torneira, podendo ter um registro (monocomando) ou dois (bicomando ou comando duplo) para controlar a temperatura e a vazão da água. É um dos tipos mais comuns de torneira para banheiro. O misturador monocomando permite controlar a temperatura e a vazão da água utilizando apenas um registro. Isso significa mais praticidade, já que basta movimentar uma única alavanca de abertura para a regulagem da vazão e da temperatura da água. Outra vantagem é que, para a instalação, basta apenas um furo para encaixe da torneira na bancada ou na louça. São misturadores com dois comandos separados, um para a água fria e outro para a água quente. De acordo com os diferentes modelos, são necessários dois ou três furos na bancada ou louça para encaixe da torneira. O misturador possui um registro para água quente e outro para água fria e possibilita regular a temperatura abrindo ambos os registros. Trata-se de um modelo que possui sensor de acionamento e, por isso, é  ideal para uso em ambientes públicos, coletivos e em um banheiro com acessibilidade. Para saber a altura ideal para instalar a torneira, é preciso pensar nas tarefas executadas naquele cômodo. Por exemplo, em uma torneira para banheiro, geralmente a tarefa mais comum é lavar as mãos. Por isso, o importante é ter um espaço de ao menos 10 cm entre ela e o topo da cuba. Menos que isso será pouco confortável higienizar as mãos. No entando, uma altura muito alta pode fazer a água respingar. Já na cozinha, as funções são mais diversificadas, lavamos alimentos, louças e panelas e, portanto, precisamos de uma distância maior entre a bica e a cuba para cozinha: ao menos 30 centímetros, independente se a torneira será fixada na parede ou na bancada. Para isso, existem modelos de bica baixa, média e alta. Isso determina a distância entre o ponto de água, onde a torneira é instalada, e o local por onde a água sai dela. A torneira de bica baixa ou média funciona bem com uma cuba de apoio com mesa, de embutir, de sobrepor ou de semi encaixe. Já para cubas de apoio ou outros tipos que têm o topo acima da altura da bancada,  a torneira de bica alta é a escolha ideal, por conta da distância entre a bica e a válvula de escoamento. Evite usar a bica alta com cuba embutida ou qualquer cuba com mesa, porque a distância entre o bocal da torneira e o ralo vai ficar muito alto, fazendo a água respingar para fora. Outra dica é estar atento ao tamanho da torneira, que deve ser proporcional ao da cuba, e à direção do jato de água, deve ser direcionado ao centro do ralo. É fundamental existir espaço suficiente para as mãos e o movimento em direção ao sabonete e ao registro. • A altura da torneira deve ser proporcional à da cuba, respeitando-se uma distância de 10 a 15cm entre o bocal da torneira e a borda da cuba. • Para evitar respingos, a saída de água deve ser direcionada para o ralo, respeitando-se a distância de até 4cm. Se o jato avançar demais, é provável que respingará água na bancada. • Para cubas de sobrepor ou semi encaixe, verifique a altura da borda e a do fundo da cuba. A distância entre o bocal da torneira e o ralo deve ser por volta de 25cm. Se você chegou até aqui, viu que falamos sobre os diferentes tipos de torneira para banheiro e cozinha (bancada/mesa, parede, piso e teto), se são simples ou misturadores e se possuem bica baixa, média ou alta. Mas você acha que pára por aqui? Como já falamos, a torneira é um item com uma variedade enorme de opções. Veja mais algumas características extras que podem ser encontradas no mercado: Ótimas para cozinha, a bica móvel permite ampliar a área de atuação na hora de lavar a louça, pois sua bica articulada consegue virar para os lados para que você possa alcançar diferentes partes da cuba com a água. O arejador é uma peça que fica bem na saída de água da torneira e adiciona ar ao jato, o que permite regular a intensidade de saída e queda da água, garantindo que saia água suficiente para o uso, gerando economia ao mesmo tempo. Hoje em dia, muitas torneiras já vêm com o arejador, mas também é possível comprá-lo avulso. É um dispositivo que permite limitar o fluxo máximo de água, economizando até 50%. Eles são recomendados para locais públicos. Ativado com um botão que se fecha automaticamente após alguns segundos. É usado em lugares de grande fluxo de pessoas, evitando o desperdício de água. Funciona por meio de sensores infravermelhos que são ativados pela proximidade, ou seja, a água cai apenas quando se detecta o movimento das mãos. Ideal para lugares públicos, podendo gerar uma economia de até 80%. Encontre o modelo ideal de torneira para banheiro ou cozinha que supra as necessidades do espaço e que combine com o estilo desejado. Apesar de não existir uma fórmula mágica, elencamos alguns pontos de atenção que devem ser considerados antes de tomar uma decisão. No mercado, há torneiras e misturadores de dois materiais diferentes: metal ou plástico ABS. As torneiras de metal geralmente possuem o miolo feito de latão, liga de cobre, liga de zinco ou aço inoxidável e o acabamento externo mais comum é o cromado. Mas há opções de torneiras de cobre, alumínio e latão, com superfícies polidas ou foscas. Já as opções em ABS, geralmente são brancas, mas podem receber pinturas metalizadas ou outras cores. Elas costumam ser mais baratas, porém, menos resistentes. Para optar pela torneira apropriada é fundamental considerar as dimensões da superfície da parede, bancada ou da louça (cuba de banheiro ou pia de cozinha), onde será instalada. A primeira coisa a se levar em conta é se há ou não o abastecimento de água quente no ponto a ser instalado. Para o funcionamento do fornecimento de água quente, os misturadores devem estar conectados a um sistema de aquecimento (a gás ou solar) ou a um aquecedor elétrico individual instalado no ponto de uso. Ao escolher uma torneira, é preciso verificar qual o encanamento do ambiente. Ao escolher um modelo de torneira de parede, por exemplo, você precisa se certificar de que possui um ponto de saída de água na parede perto da pia, caso contrário, será preciso uma pequena reforma. Uma outra questão para ser levada em consideração, é o tipo de cuba utilizado. É fundamental existir espaço suficiente entre a torneira e a cuba para que não comprometa a eficiência na hora das atividades. E para evitar cometer qualquer erro, não deixe de ler os nossos artigos sobre cuba para banheiro e cuba para cozinha. Na hora de escolher a torneira ideal, uma informação que é importante a se observar é a indicação ideal de MCA para cada produto. MCA nada mais é do que a sigla para metros de coluna de água. Ou seja, qual a altura, em metros, do nível da água na caixa em relação à torneira. Por exemplo, 4 MCA significa que é necessário, no mínimo, 4 metros de altura entre a caixa e o produto para ter uma vazão adequada. Essa informação é importante para que você tenha a vazão de água correta na torneira. E por fim, mas não menos importante: outro ponto a ser considerado antes de escolher a torneira para banheiro ou cozinha ideal, é exclusivamente o seu gosto. As opções são diversas e tudo dependerá da estética desejada e suas possibilidades financeiras. www.blog.abcdaconstrucao.com.br www.blog.casadastorneiras.com.br www.vivadecora.com.br www.manualdaobra.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/guia-de-medidas-ergonomicas-para-arquitetura-e-design-de-interiores Title: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Interiores Meta Description: Separamos para você um Guia de Medidas Ergonômicas com exemplos mais utilizados no dia a dia dos arquitetos e designers de interiores. Confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/guia-de-medidas-ergonomicas-para-arquitetura-e-design-de-interiores ## Headings Structure: H1: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H2: Medidas Ergonômicas - Cozinha H2: Medidas Ergonômicas - Banheiro H2: Medidas Ergonômicas - Lavanderia H2: Medidas Ergonômicas - Sala de Estar e Jantar H2: Medidas Ergonômicas - Quartos H2: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Guia de Medidas Ergonômicas para Arquitetura e Design de Interiores H2: Medidas Ergonômicas - Cozinha H2: Medidas Ergonômicas - Banheiro H2: Medidas Ergonômicas - Lavanderia H2: Medidas Ergonômicas - Sala de Estar e Jantar H2: Medidas Ergonômicas - Quartos H2: Guia de Ergonomia para Arquitetura H3: Continuar lendo H4: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H4: Ergonomia: O que é, tipos de ergonomia e suas aplicações H4: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H4: Ergonomia no Home Office: Dicas e melhores práticas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Sabemos que, depois de um tempo, saber as medidas ergonômicas ideais para cada ambiente na hora de desenvolver um projeto de arquitetura ou design de interiores fica quase automático. Mas, como você já leu em outros artigos aqui do blog, existem tantos tipos de ergonomia que, para te ajudar com aquelas medidas que você ainda não sabe decoradas ou precisa tirar a dúvida na hora do projeto executivo, fizemos uma curadoria e organizamos aqui um guia de ergonomia para arquitetura, com exemplos mais utilizados no dia a dia dos arquitetos e designers de interiores. Para fazer uma busca, você pode: Quer ter acesso ao conteúdo completo com um guia de consulta para te ajudar com aquelas medidas que você ainda não sabe decoradas ou precisa tirar a dúvida na hora do projeto executivo? É simples, basta clicar aqui e preencher o formulário. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/guia-de-onboarding-para-arquitetos Title: Guia de onboarding para arquitetos: conheça as etapas Meta Description: Saiba mais sobre onboarding e como aplicar essa técnica para deixar seus clientes mais felizes e ter menos rotatividade dentro do seu escritório. Leia o guia! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/guia-de-onboarding-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H2: O que é onboarding? H2: Por que você deve fazer onboarding na sua empresa? H2: Siga o passo a passo H2: Crie um check list de onboarding H2: Utilize o CRM de vendas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H2: O que é onboarding? H2: Por que você deve fazer onboarding na sua empresa? H2: Siga o passo a passo H2: Crie um check list de onboarding H2: Utilize o CRM de vendas H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H4: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os primeiros dias de interação entre cliente e empresa são essenciais para garantir uma parceria de longo prazo e lucrativa. Entretanto, é comum que clientes se sintam iludidos após a compra, por conta de um processo de venda que não obteve o resultado esperado. O onboarding foca na continuação de um excelente atendimento mesmo depois da aquisição de um produto ou serviço. Esse método garante que os clientes sejam orientados nas primeiras interações. Essa comunicação pode ser feita por você ou qualquer outro profissional da sua empresa. Por isso, é importante que toda a equipe esteja preparada para lidar com as fases iniciais de contato com seu novo cliente. Neste artigo, você vai aprender um pouco mais sobre a estratégia onboarding e como aplicá-la. Leia os seguintes tópicos: O onboarding funciona como dar boas vindas aos novos clientes, orientando-os em como o seu trabalho, como arquiteto ou designer de interiores, funciona. Isso é uma ótima forma de estabelecer alguns limites e tirar dúvidas que os clientes tenham. Além de construir um relacionamento forte, a técnica contribui para alinhar as expectativas de ambas as partes. Muitos arquitetos não possuem esse processo bem definido, nem ao menos estratégias. Isso faz com que os profissionais percam clientes e oportunidades de projetos. Acompanhe os próximos tópicos para entender como aplicar a técnica no seu dia a dia. Um importante benefício da prática de onboarding é ver a satisfação dos clientes e reduzir as chances deles não te contratarem mais, pelo simples fato de não terem uma boa interação com a empresa. Consequentemente, isso previne, também, a rotatividade de seus clientes. Isto é, quando um cliente desiste de um projeto no pontapé inicial. Outro ponto positivo é a baixa alteração de escopo por falta de uma comunicação clara logo no início do projeto. A orientação ao cliente irá ensiná-lo sobre os processos e o mantém comprometido e engajado em participar do desenvolvimento Durante o processo de onboarding, o cliente vai perceber naquele instante se precisa adicionar mais necessidades ou contratar outro tipo de serviço, ao invés de reivindicar isso posteriormente - o que seria péssimo para todo o cronograma e orçamento já definidos. Assim, é possível diminuir o churn ou a taxa de saída dos clientes. Além do mais, nada é mais gratificante do que realizar o sonho do cliente, que obteve sucesso e alcançou os resultados esperados com o que você propôs. Clientes satisfeitos te indicam para outras pessoas, sendo um excelente veículo de propaganda boca a boca - resultando com que você conquiste mais negócios. No geral, todos os processos, produtos, funcionários e fornecedores precisam ter o mesmo objetivo: foco na experiência do cliente, para que assim, tenha-se garantia de sucesso. O primeiro passo antes de você começar a desenvolver um contrato e o cliente assinar, é rever o escopo, o orçamento e o cronograma, formalizando uma proposta. Em seguida, na elaboração do contrato, além de sinalizar as cláusulas comuns contratuais, é importante destacar como será feito o pagamento, contendo: o valor total, o cronograma, forma de pagamento. Sem esse documento não há garantias. Essa documentação serve para que ambas as partes estejam asseguradas em cumprir seus direitos e deveres. Atualmente, existem muitos aplicativos e sites onde os contratos são implementados de forma virtual, com o auxílio da assinatura eletrônica ficou mais simples de autenticar esse importante documento. Após a assinatura do contrato, ofereça um pacote de boas-vindas personalizado. Cada cliente irá precisar de documentos de acordo com a necessidade e contratação do serviço. Por isso, cada pacote deve ser personalizado, mas no geral devem conter a orientação ao cliente sobre processos, observações e fases importantes. Desenvolva um template em PDF para adaptar sempre que necessário. Por exemplo, às vezes os clientes contratarão projetos comerciais e outrora projetos residenciais. Isso vai depender do seu público. Você deve estar perguntando quais as informações que esse pacote deve conter. A resposta é: tudo referente às etapas de trabalho e o que o cliente deve fazer. Acompanhe a seguir alguns exemplos: ✅Todas as informações pertinentes, tempos de resposta, contatos dos colaboradores e FAQ. ✅Direcionamento para as informações que os clientes precisam retornar: projetos anteriores, sites de referências, lista de fornecedores ou prestadores de serviços. ✅Página com depoimentos de clientes satisfeitos para aumentar a confiança em relação ao seu trabalho. ✅Um vídeo bônus com a explicação do processo de trabalho e das etapas existentes. A autonomia dada ao cliente é muito importante na estratégia de onboarding. Essas informações dadas irão orientar como o cliente irá obter seus anseios de forma independente, entretanto, ele estará mais engajado para exercer suas responsabilidades no processo. Esse é o momento também de alinhar todas as expectativas, principalmente porque seu cliente estará ansioso com o resultado do projeto e nesse momento pode estar cheio de ideias irreais. Entenda melhor qual motivação fez com que ele te procurasse, quais os desafios existem no momento e como ele pode fazer para superá-los. Considere presenteá-lo com objetos da sua marca. Todo mundo adora um brinde e também gera oportunidade de branding para seu negócio. Pode ser um boné, uma agenda, um vinho, entre outros objetos que tragam a sua logo e essência. O passo seguinte é criar um questionário para que seus clientes preencham as informações pessoais, como: endereço, telefone, quais são os planos futuros para edificação, se anteriormente já contratou os serviços de um arquiteto, qual grau de preocupação com a privacidade, entre outras perguntas que te auxiliará tanto no presente como no futuro. #Dica: O Typeform é uma ferramenta muito interessante para criar pesquisas, de forma dinâmica e com uma estética agradável - seja no celular, tablet ou computador. É possível inserir até 10 perguntas por questionário e coletar 100 respostas. Há vários modelos prontos, o que facilita bastante o trabalho! Na próxima fase é hora de reunir a equipe e apresentar o projeto, o cronograma e as tarefas que cada um vai desenvolver. Esse alinhamento é preciso para que todos compreendam o conceito a ser desenvolvido e vista a camisa do time para atingir os objetivos esperados. Logo em seguida, adicione as tarefas de cada um na plataforma Vobi e acompanhe em tempo real cada finalização. Chegada a hora de você se reunir com seu cliente, certifique-se de organizar todas as informações necessárias e verificar a disponibilidade dos outros responsáveis pelo andamento do projeto em participar também desse encontro. Esse é o momento para apresentar a equipe ao seu cliente, entender melhor os objetivos, orientar sobre cronograma, apresentar a Vobi, tirar dúvidas e comunicar quais são os próximos passos. Toda equipe precisa estar tranquila pois certamente seu cliente estará eufórico ou nervoso - esse é um grande sonho o qual muito em breve ele irá realizar. #Dica: Caso você ainda não tenha um sistema de gerenciamento de projetos, conheça mais sobre a Vobi, clicando aqui. Não esqueça de ao final da reunião fornecer uma ata para o cliente assinar e revisar as informações passadas. Isso também pode ser feito de forma online! Inclua no seu planejamento, em aproximadamente duas semanas depois, entrar em contato com o cliente para lembrá-lo de mandar aquela informação que ele ficou de enviar ou para atualizá-lo sobre as novidades. Esteja atento à interação do cliente e quais foram os resultados obtidos. É preciso se antecipar para reconhecer possíveis falhas do seu serviço e/ou produto. Posto isso, verifique se o cliente está inserindo as informações e utilizando a plataforma Vobi de forma correta. Caso esteja acontecendo alguma falha, comunique-o imediatamente e averigue o que aconteceu, assim, não corre o risco dessa pessoa desistir de alguma parte do processo ou posteriormente ficar descontente com algo. Outro passo importante é a verificação do nível de satisfação do cliente. As chamadas NPS (Net Promoter Score) é uma métrica que pode ser utilizada para entender o grau de satisfação com produtos ou serviços, bem como a chance do seu cliente te indicar para outras pessoas. #Dica: escrevemos um artigo sobre como fidelizar clientes e conquistar indicações. Lá explicamos um pouco mais sobre NPS, clique aqui para ler. No geral, a aplicação dessa pesquisa tornará possível o mapeamento dos clientes insatisfeitos e quais os motivos. Assim, com a coleta de dados quantitativos e qualitativos, você conseguirá rapidamente reverter essa problemática. Por último, se reúna com a equipe e recolha os feedbacks. Entenda se tudo saiu como planejado e crie estratégias para melhorar as problemáticas que devem ser superadas. Após a realização das pesquisas mensure os resultados do onboarding. Confira as métricas a curto, médio e longo prazo e como a técnica impacta na retenção de clientes. Além do mais, vale verificar como sua equipe se desenvolveu no período de atendimento do seu contratante. Como o onboarding requer muitas etapas e um constante trabalho de aprimoramento, você pode desenvolver um check list para otimizar esse processo. Uma listagem ajudará na redução do erro e proporcionará clareza a toda a equipe. A definição de um fluxo de trabalho contribuirá para atingir o objetivo final - o sucesso do cliente. Se baseie no passo a passo (tópico anterior) para criar um checklist completo. Você pode criar um template na Vobi para automatizar o processo e finalmente começar a executar essas tarefas. Acompanhe os exemplos abaixo: ☑ E-mail de boas vindas: encaminhe a proposta anexada ☑ Questionário: incentive o cliente a responder suas perguntas onboarding ☑ Financeiro: espere o cliente assinar o contrato e pagar o acordado. Invista em ferramentas financeiras que te ajudem na cobrança automática. ☑ Alinhamento com a equipe: entenda quais são os melhores colaboradores para lidar com aquele novo cliente. ☑ Atualize a Vobi: configure o projeto na plataforma e atribua as tarefas à equipe. ☑ Reunião interna: apresente todas as informações importantes do cliente com sua equipe. ☑ Apresentações: é importante que os colaboradores se apresentem, esse contato pode ser por e-mail antes da reunião com o cliente. Utilize um link para agendar a reunião com o cliente. ☑ Reunião inicial: alinhe as expectativas, apresente os detalhes e os próximos passos com o cliente. ☑ Acompanhamento: oriente a equipe a enviar o pacote de boas-vindas digital e mensagens de agradecimento. ☑ Kit boas-vindas: envie objetos físicos para celebrar a parceria entre sua empresa e o cliente. ☑ Agendamento de check-up: defina uma frequência para entrar em contato com o cliente e com sua equipe para garantir que tudo está progredindo. ☑ Feedbacks: faça pesquisa de satisfação do cliente e dos colaboradores e analise as métricas ☑ Conclusão: comemore o fim da integração com o cliente! Depois de criar esse check-list, você poderá aplicar o processo para os demais clientes, assim, na repetição desse trabalho o procedimento irá ficando cada vez mais fácil. Automatize os fluxos de trabalho para aumentar a conversão e fidelização dos clientes. O CRM de vendas é uma ferramenta de gestão de oportunidades. Nada mais é que um agrupamento de dados para atualizar a equipe sobre as informações pessoais dos clientes, histórico e preferência de compras. Na Vobi, você faz o gerenciamento de todas as informações em um só lugar, organizando arquivos, links de referências, plantas ou documentos. Você consegue ver de forma facilitada os detalhes do projeto como pretensão de investimento, data de início, etc. Dá para fazer anotações também. E o principal, você consegue enviar propostas personalizadas e ter controle das enviadas. Como também, fazer o gerenciamento de todos os contatos - vinculando as oportunidades ou projetos. É possível também monitorar o funil de vendas, isto é, estar ciente da quantidade de oportunidades, valor ganho e taxa média de conversão em uma única tela. O onboarding funciona para freelancers ou para empresas. Não deixe de aplicar as técnicas, mesmo que você trabalhe como autônomo. Implemente estrategicamente um percurso que guia seu cliente, de forma acolhedora, até o resultado esperado e mostre profissionalismo, comprometimento e obtenha mais demandas. Se você e sua equipe focarem na satisfação e sucesso do cliente, o onboarding se tornará uma realidade. Curtiu esse artigo? Continue acompanhando nossos diversos tipos de conteúdos como marketing, vendas, mercado e gestão, e se capacite ainda mais. www.rockcontent.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/home-office-melhores-praticas-para-uma-gestao-eficiente Title: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente Meta Description: Conheça as melhores práticas para uma gestão eficiente e dicas úteis que irão ajudar a alcançar a produtividade e o sucesso esperado com o home office. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/home-office-melhores-praticas-para-uma-gestao-eficiente ## Headings Structure: H1: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H2: Práticas de gestão de Home Office H3: 1. Estabeleça uma rotina H3: 2. Ferramentas H3: 3. Horário H3: 4. Comunicação‍ H3: O que não fazer no Home Office? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H2: Práticas de gestão de Home Office H3: 1. Estabeleça uma rotina H3: 2. Ferramentas H3: 3. Horário H3: 4. Comunicação‍ H4: Atenção no nível de importância da informação que quer transmitir e na urgência e expectativa de resposta. H4: Foque na troca eficiente de mensagens H4: Tenha atenção redobrada com empatia H4: Acompanhe seus resultados H3: O que não fazer no Home Office? H4: Não ter cuidado com a infoxicação H4: Deixar sua equipe à deriva:‍ H4: Não diferenciar horário de trabalho e horário pessoal: H3: Continuar lendo H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Reformas nas leis trabalhistas e políticas dos ambientes corporativos, tecnologias disruptivas, ingresso de novas gerações no mercado, pandemias... são muitas as complexidades que acabam transformando rapidamente as relações de trabalho. O crescimento exponencial do trabalho remoto - tendência mundial que vem sendo implantada na grande maioria das empresas - já era uma prática muito presente no mercado da arquitetura, porém, muitas vezes era vista com certo preconceito pelos clientes e até mesmo pelos concorrentes. Este, então, é o momento para aproveitar a nova realidade, onde escritórios já estabelecidos e que estão começando agora estão com as mesmas condições de trabalho e melhorar a gestão de suas oportunidades, otimizar seu home office e tornar-se referência no mercado da arquitetura. Neste artigo você irá aprender sobre: Elencaremos agora algumas dicas úteis para lhe ajudar a alcançar a produtividade e o sucesso esperado com o home office, tanto para você que já praticava, quanto para você que teve que se adaptar a ele por conta da pandemia.‍ Seguir uma rotina correta em casa é mais difícil, pois temos total liberdade de horários e atividades. As distrações são muito maiores e o nível de concentração tende a diminuir consideravelmente. O ideal é levantar cedo, tomar um banho, tomar o café da manhã e depois começar a trabalhar. Procure não mudar os horários dessas atividades de um dia para o outro, para criar uma rotina. Isso ajuda a manter uma constância e a educar o seu pensamento de que, naquele período, o seu tempo é dedicado ao trabalho. O mesmo cenário se aplica ao final do expediente. Não é por trabalhar em casa que não se deve ter hora para acabar. Além de trazer riscos à saúde no longo prazo, negligenciar o próprio descanso pode gerar uma queda de desempenho nas atividades, trazendo prejuízos na entrega para o cliente.‍ Ferramentas são muito importantes no trabalho remoto porque são a base da comunicação e da gestão de oportunidades, clientes e projetos. Você não pode ir até a mesa de alguém para conversar ou pedir ajuda para encontrar arquivos que estão espalhados na área de trabalho da sua equipe. Usar as ferramentas adequadas irão otimizar seu tempo e aumentar a produtividade do seu escritório. Leve em consideração: Apesar de uma das grandes vantagens do home office ser a possibilidade de flexibilizar a jornada de trabalho, essa prática exige grande compromisso e responsabilidade de todos para cumprimento e pontualidade na entrega das tarefas designadas. Ter um horário fixo para início e fim da jornada de trabalho, bem como para reuniões de alinhamento das tarefas, ajudarão a guiar e otimizar a produtividade do seu escritório.‍ Mais uma vez, a impossibilidade de se ver pessoalmente com regularidade significa que haverá mais lacunas do que antes. É aí que entra a comunicação detalhada. É importante que todos estejam sempre bem alinhados e que a mensagem transmitida seja clara, tanto internamente quanto para seus clientes. A centralização das informações, documentos, especificações e projetos em uma única plataforma, facilitam o acompanhamento e o acesso à informação para você, seu escritório e para seus clientes. (A plataforma Vobi pode lhe ajudar a centralizar tudo em um só lugar). Isso significa não só trocar mensagens de forma mais precisa (evitando, por exemplo, enviar apenas “Oi, José!” e sim, “Oi, José! estou procurando o arquivo .dwg “X”, você pode me ajudar?”), mas também informar ao time quando você estiver indisponível (seja por conta de intervalos ou reuniões). Por fim, é de bom tom deixar a pessoa a par que você leu a mensagem que enviou à ela e respondê-la apropriadamente. Lembre-se que o tom e a nuance são fundamentais para a interpretação de mensagens e podem se perder e provocar desentendimentos se ausentes, especialmente porque, remotamente, você não conseguirá ter a “leitura corporal” e interpretar como a mensagem está sendo recebida. Por isso, estruture muito bem sua escrita e considere passar definições importantes por vídeo para que suas intenções, sinais emocionais, verbais e reações fiquem visíveis.‍ Na hora de medir o nível de produtividade, geralmente contabilizamos tempo gasto na execução de atividades. Porém, na modalidade remota, existem práticas mais eficazes para verificar se o home office está sendo produtivo: A sobrecarga de comunicação acontece não só pelo número de ferramentas (ex: chat, e-mails e Whatsapp), mas também pelo senso de urgência interruptivo e a avalanche de informações, que geram ansiedade e imediatismo, comprometendo o bem-estar e produtividade. Portanto, estruture uma forma de comunicação mais assíncrona (que não precisam de resposta imediata) e estruturada, estipulando poucos canais e estimulando o offline depois do horário de trabalho.‍ Se você tem uma equipe para lhe ajudar (mesmo que seja apenas 1 pessoa), especialmente em momentos de crise, é preciso inspirar confiança e lhe dar voz. Para isso, é sempre importante entender angústias, ansiedades e medos e criar um ambiente de acolhimento, reforçando o papel e propósito da empresa e realizando uma comunicação transparente.‍ Existe a suposição de que trabalhadores remotos estão disponíveis a qualquer hora do dia, mas isso deve ser combatido. Para tanto, estabeleça uma política de horário que abranja almoço e intervalos (que deverão ser devidamente comunicados). É importante que você dê atenção e se faça presente para que eles possam confiar em você e em seu trabalho mas, com cuidado, tato e educação, tente estabelecer limites de comunicação para mensagens não urgentes. Assim, você evitará mensagens fora do horário de trabalho preestabelecido, conseguirá se organizar, aproveitar os momentos de descanso e aumentar sua produtividade no horário de trabalho. A cultura home office é sempre desafiadora, mas é possível! E com o trabalho remoto possibilitando novos modelos, é preciso aproveitar o momento e se adaptar com eficiência e atenção. Esperamos que este conteúdo ajude a sua empresa a evoluir pelo caminho remoto e na construção de relações de trabalho online produtivas! Até a próxima!Equipe Vobi https://blog.trello.com/br/como-trabalhar-de-casa https://archinect.com/news/article/150190765/how-design-professionals-are-optimizing-their-home-offices https://blog.hubspot.com/marketing/productivity-tips-working-from-home https://www.outboundengine.com/blog/limit-daily-distractions-and-improve-focus/ https://medium.com/the-mission/9-effective-ways-to-be-to-be-highly-productive-at-your-home-office-ccf5c3d0afb2 --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/inbound-marketing-para-arquitetos Title: Inbound marketing para arquitetos Meta Description: Neste artigo, descubra o conceito de inbound marketing: o que é, suas etapas, como fazê-lo e qual sua importância em um escritório de arquitetura e interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/inbound-marketing-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Inbound marketing para arquitetos H2: O que é inbound marketing? H2: Por que fazer inbound marketing? H2: As etapas do inbound marketing para arquitetos H2: Como fazer o inbound marketing H3: 1. Crie uma persona H3: 2. Crie conteúdo de atração H3: 3. Eduque seu público H3: 4. Esteja nas mídias sociais em que sua audiência está H3: 5. Tenha materiais de conversão H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Inbound marketing para arquitetos H2: O que é inbound marketing? H2: Por que fazer inbound marketing? H2: As etapas do inbound marketing para arquitetos H2: Como fazer o inbound marketing H3: 1. Crie uma persona H3: 2. Crie conteúdo de atração H3: 3. Eduque seu público H3: 4. Esteja nas mídias sociais em que sua audiência está H3: 5. Tenha materiais de conversão H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em nossos artigos, sempre procuramos apresentar a você o melhor conteúdo para o desenvolvimento de seu escritório e, com certeza, o inbound marketing é um desses assuntos. Sabemos que, como empresa de arquitetura ou design, o tempo é sempre escasso. A elaboração de propostas, o gerenciamento de projetos e a administração geral do escritório levam muito tempo e pode ser difícil encontrar uma brecha para a execução de tarefas relacionadas a esse tipo de estratégia. Mas aqui está a questão: Marketing e comunicação estão se tornando cada vez mais importantes para arquitetos e designers e, essencialmente, se você não está pensando em sua comunicação e exposição, outras empresas concorrentes simplesmente o superarão. Por isso, você precisa de processos que o ajudem a atrair leads qualificados e a manter contato com clientes novos e existentes. Neste artigo, vamos lhe apresentar o conceito do inbound marketing - também chamado de marketing de entrada - uma das estratégias utilizadas para atrair leads para seu funil de vendas. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Diferentemente do outbound marketing, o marketing de entrada é uma estratégia que foi criada devido à mudança de comportamento do consumidor online: em vez de receber as informações das empresas, produtos e serviços de forma “passiva”, é o usuário que vai atrás das informações acerca das soluções para o seus problemas — e das empresas que oferecem essas soluções. Sendo assim, as formas de divulgação de serviços também mudaram. Em vez de levar informações sobre produtos e serviços até o público, as empresas buscam agora atrair sua audiência por meio de seus diversos canais, fazendo com que o possível cliente vá se informando cada vez mais sobre seu problema até chegar no estágio de consumir o produto ou serviço. Uma estratégia de inbound marketing abrangente consiste em vários elementos que incluem a criação de artigos de blog, o uso de palavras-chave em seu conteúdo, a criação de páginas de destino com fortes elementos de apelo à ação, criação de conteúdo em redes sociais, dentre outros métodos. O objetivo da arquitetura e do design não é só criar uma casa, um prédio ou fazer uma reforma, é criar uma experiência. E o mesmo se aplica a uma estratégia de inbound marketing, que reúne criação de conteúdo e várias ferramentas digitais para tornar sua experiência on-line tão envolvente quanto suas criações off-line. Assim como o arquiteto procura colocar em prática as ações de networking, a fim de tornar a sua empresa conhecida no mercado, quanto mais pessoas encontrarem informações sobre você, mais confiança elas terão e, consequentemente, maior probabilidade de adquirirem os seus serviços. Antes de saber como aplicar essa metodologia, é importante também entender como ela funciona. O inbound marketing é dividido em diversas etapas, de acordo com o tipo de ação. Podemos dividi-las assim: #Dica: É muito importante não esquecer de sempre fazer o FUP durante todas as etapas de venda. Agora que você já entendeu o que é o inbound marketing, daremos algumas dicas de como colocá-lo em prática. Se o seu escritório de arquitetura está focado em adições residenciais, por exemplo, você tem uma perspectiva ideal muito diferente daquela que está focada em projetos de construção comercial, como lojas e shoppings. Identificar sua perspectiva de cliente ideal e os problemas que você resolve para eles são a primeira parte de qualquer estratégia de marketing bem sucedida e deve orientar todas as decisões que você tomar. Ajudamos você a definir sua persona e entender como isso pode te orientar na hora de traçar estratégias no artigo: Como traçar o seu perfil de cliente ideal. Para isso, você precisa criar conteúdo que seja interessante para as suas personas. Quando tiver esses interesses mapeados, faça uma pesquisa de palavras-chave em ferramentas como o "Planejador de Palavras-Chave do Google" para descobrir os termos com alto volume de busca que estejam relacionados a esses interesses. Conteúdo de qualidade ilustra seu profissionalismo, conhecimento e capacidades. Além de ajudá-lo a aumentar a conscientização da sua marca, também ajudará você a se posicionar como um líder de pensamento por meio de conteúdo útil e oportuno através do seu site, blog e páginas de mídias sociais. Este conteúdo oferece informações valiosas para seus clientes atuais e futuros e sinaliza que você é uma empresa experiente e confiável. Quando as pessoas olham para as contas nas redes sociais de qualquer empresa, procuram três coisas: frequência, qualidade e consistência. É improvável que os leads acessem uma conta abandonada com um punhado de posts inúteis.  Eles podem pensar que você não está mais no negócio, por isso, não lhes dê motivos para procurar um concorrente. Por exemplo: se um dos problemas do seu público é não saber que tipo de alteração quer fazer em sua casa, que tal escrever um artigo com dicas de reforma, mostrando tendências na arquitetura de interiores? Ou melhor ainda, criar várias pastas no Pinterest para servir de inspiração e direcionar seus clientes em potencial para seu Instagram ou seu site. É importante que esse conteúdo educativo combine qualidade com as palavras-chave que você pesquisou anteriormente, para que ele tenha o potencial de atingir todos aqueles que buscam por determinada palavra ou termo relacionado ao seu negócio. É claro que isso varia de empresa para empresa, mas, em geral, é sempre bom investir nas redes sociais mais usadas, como Facebook, Instagram e Pinterest. Além disso, divulgar seus conteúdos em um blog, criar conteúdo próprio para as redes sociais, montar um portfólio visual e divulgar fotos de projetos concluídos, podem ser diferenciais na hora de atrair o cliente ideal. Geralmente, são materiais mais densos do que um post no blog ou um post no Pinterest, e você os fornecerá para seus visitantes em troca do contato deles para iniciar um relacionamento. Esse contato pode ser solicitado por meio de formulários e landing pages. Entre os tipos de materiais de conversão que você pode desenvolver estão: E essa é a beleza e o poder do inbound marketing. Ao oferecer informações, em vez de perder tempo e dinheiro ao procurar clientes sem direcionamento. Seu conteúdo trabalha para educar os visitantes enquanto constrói uma relação de confiança, estabelece liderança de pensamento e mantém seus negócios em mente. Quando feito corretamente, nenhum método é mais eficiente do que o inbound marketing para atrair leads altamente qualificados para os seus negócios e aumentar significativamente a sua conversão de vendas. ‍Não deixe também de conferir o nosso conteúdo sobre Outbound marketing. www.blog.archisnapper.com www.blog.lahar.com.br www.means-of-production.com www.peakinboundmarketing.com www.digitalimpactagency.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/instalacoes-eletricas-como-aliar-seguranca-eficiencia-e-tecnologia Title: Instalações elétricas: Como Aliar Segurança, Eficiência e Tecnologia Meta Description: Entenda como funciona um projeto elétrico e descubra como projetar instalações elétricas seguras, e sustentáveis. Explore as tendências em tecnologia, automação e energias renováveis. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/instalacoes-eletricas-como-aliar-seguranca-eficiencia-e-tecnologia ## Headings Structure: H1: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H2: Importância das instalações elétricas seguras e eficientes. H2: Etapas fundamentais no projeto de instalações elétricas. H2: Principais componentes das instalações elétricas e suas funções. H2: Normas e regulamentações aplicáveis às instalações elétricas. H2: Dicas para economizar energia por meio de instalações elétricas eficientes. H2: Segurança elétrica: precauções e medidas preventivas em instalações elétricas.‍ H2: Tendências em tecnologia e automação nas instalações elétricas. H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H2: Importância das instalações elétricas seguras e eficientes. H2: Etapas fundamentais no projeto de instalações elétricas. H2: Principais componentes das instalações elétricas e suas funções. H2: Normas e regulamentações aplicáveis às instalações elétricas. H2: Dicas para economizar energia por meio de instalações elétricas eficientes. H2: Segurança elétrica: precauções e medidas preventivas em instalações elétricas.‍ H2: Tendências em tecnologia e automação nas instalações elétricas. H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ao considerar o design de uma casa, escritório ou qualquer espaço habitável, a eletricidade é tão fundamental quanto os tijolos e o cimento. As instalações elétricas não são apenas cabos e fios escondidos atrás das paredes, elas são o sistema nervoso do edifício, responsável por conectar e alimentar todos os aparelhos e sistemas que fazem parte do nosso dia a dia. A verdade é que a faculdade de arquitetura e urbanismo não prepara completamente os estudantes para se sentirem seguros e aptos para lidar com as instalações elétricas. Surgem então algumas dúvidas:  como garantir que estas instalações elétricas sejam seguras e eficientes? Quais são as etapas fundamentais a serem consideradas no projeto de instalações elétricas? Como as normas e regulamentações se aplicam a este contexto? A resposta para estas perguntas exige uma compreensão detalhada dos componentes das instalações elétricas e suas funções. Além disso, é necessário estar atento às tendências emergentes, como a automação residencial, que está mudando rapidamente a forma como concebemos e interagimos com os espaços ao nosso redor. Ao longo dessa leitura, esclarecemos as principais dúvidas sobre instalações elétricas, e nossa expectativa é que ao final dele você esteja não apenas mais informado, mas também inspirado a ver a eletricidade não como um desafio, mas como uma oportunidade para melhorar o design e a funcionalidade dos espaços que criamos e habitamos. Para garantir a segurança e o bom funcionamento das instalações elétricas de uma edificação é importante contar com a ajuda de um eletricista capacitado e de um projeto que atenda às necessidades de cada caso. Infelizmente, essa não é uma realidade tão presente no Brasil. Um estudo realizado pela  Abracopel em parceria com o Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), denominado  “Raio X das Instalações Elétricas Residenciais Brasileiras”, aponta que apenas 29% dos entrevistados possuíam projeto de instalações elétricas em suas residências, em contrapartida 45% afirma que não houve planejamento das instalações elétricas, e 26% não sabiam ou não se lembraram. A amostragem foi realizada com 1000 pessoas e surpreende pela quantidade de instalações feitas, sem um planejamento adequado. Os prejuízos vão muito além do mau funcionamento das instalações, mas também colocam em risco a vida de pessoas e animais. O número de acidentes fatais envolvendo eletricidade, também é preocupante, outro estudo realizado pela Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade) ressalta a importância de tomar precauções em relação à segurança elétrica. O estudo de 2020 registrou um número alarmante de 764 acidentes mortais ligados à eletricidade. Desses, 691 foram resultados de choques elétricos e 26 foram causados por sobrecargas na rede. Mesmo que os incidentes por sobrecarga sejam menos frequentes, a alta incidência de casos individuais indica o número de pessoas que tentaram realizar tarefas elétricas sem o preparo necessário. Para evitar que acidentes deste tipo continuem a acontecer, é importante que os consumidores entendam que tanto reformas quanto novas instalações elétricas devem ser embasadas em um projeto elétrico residencial apropriado. Esse planejamento especifica os locais de instalação para pontos de luz, tomadas, interruptores, circuitos, além da disposição do quadro de distribuição e outros, todos devidamente amparados pelas normas técnicas regulamentadoras. O processo de instalação elétrica residencial envolve uma série de passos cuidadosamente planejados. Vale ressaltar que nesse planejamento é necessário não só atender as normas técnicas, mas também perceber as necessidades do cliente e incluí-las no projeto. Acompanhe abaixo os detalhes dessas etapas essenciais: 1. Planta do projeto: Tudo começa com uma planta baixa detalhada da residência. Este plano fornece as dimensões de cada cômodo e ajuda a cumprir as normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que definem os requisitos das instalações elétricas com base na área do ambiente. 2. Definição dos pontos de eletricidade: Esta etapa envolve a identificação dos locais onde serão instaladas as tomadas, as luzes, os chuveiros e a fiação para os aparelhos domésticos, como ar condicionado. A ABNT fornece regras claras sobre a carga mínima por cômodo e o número de tomadas que devem ser seguidas. É nesse momento que o cliente deve ser consultado para entender as expectativas e necessidades quanto às instalações elétricas.‍ 3.Compatibilização de projeto: As instalações elétricas devem ser compatíveis com outros aspectos do projeto arquitetônico, incluindo o projeto hidráulico, o projeto estrutural, entre outros. Isso exige uma coordenação cuidadosa ainda na fase projetual a fim de evitar problemas na execução. 4. Defina tomadas de uso geral e específico (TUGs e TUEs): Depois de definir os pontos de luz, é necessário distinguir as tomadas de uso geral, usadas para ligar aparelhos comuns (TUG), das tomadas de uso específico (TUE), projetadas para aparelhos com necessidades de energia maiores, como torneiras elétricas e ar condicionado. Esta distinção é fundamental para calcular corretamente a potência de cada ambiente e a potência total. 5. Cálculo da potência total: Aqui, a soma das potências de todos os ambientes é calculada para determinar a potência total das cargas em Watts. Este cálculo é crucial para a escolha adequada dos disjuntores no quadro de distribuição, a seleção de cabos e outros componentes, bem como a avaliação do sistema de aterramento. 6. Criação dos circuitos elétricos: Neste passo, os componentes da instalação elétrica, como condutores, receptores, geradores e interruptores, são interligados para formar os circuitos elétricos. Cada circuito é projetado para fornecer a energia necessária para um cômodo específico, levando em conta a quantidade e o tipo de pontos de luz. 7. Posicionamento dos dutos: O próximo passo é decidir onde colocar os dutos. Estes podem ser instalados embutidos no forro ou visíveis, dependendo do estilo de decoração preferido. Um bom posicionamento dos dutos é fundamental para uma instalação elétrica funcional. 8. Realização das ligações elétricas: Finalmente, chegamos à fase de instalação prática, que envolve a instalação das saídas de energia, a instalação dos disjuntores e a realização de testes para garantir que tudo esteja funcionando corretamente. Os componentes das instalações elétricas têm papel fundamental para garantir uma distribuição de energia segura, eficiente e contínua. Entenda a função dos principais componentes: Antes de iniciar qualquer projeto, é importante conhecer as normas regulamentadoras vigentes para instalações elétricas. Para isso existem algumas NBRs e NRs que devem ser estudadas. Destacamos as principais: NBR-5410: Essa Norma Brasileira que define as condições indispensáveis para a operação segura de uma instalação elétrica de baixa tensão - até 1.000V para tensão alternada e 1.500V para tensão contínua. Aplica-se em variadas instalações como prediais, comerciais, industriais, públicas e de serviços. Essa norma funciona como um manual para os profissionais da área, fornecendo diretrizes detalhadas sobre os procedimentos adequados: elementos da instalação; esquema de distribuição de energia; dimensionamentos para áreas específicas; como garantir a proteção total contra choques elétricos; como conduzir a manutenção do sistema, entre outros aspectos. NR-10: é uma norma abrangente que engloba todas as atividades industriais onde a energia elétrica é utilizada, seja de maneira direta ou indireta – abarcando desde a produção de energia até o seu consumo final. Essa norma propõe uma série de estratégias de controle e proteção, tanto coletivas quanto individuais. ABNT NBR 5419: Discorre sobre proteção contra descargas atmosféricas, esta norma estabelece os critérios para a proteção de estruturas contra raios, incluindo a instalação de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) e dispositivos de proteção contra surtos (DPS). Se o seu objetivo é reduzir o custo da conta de energia elétrica, é fundamental entender quais são os principais responsáveis pelo consumo e quais medidas podem ser adotadas para economizar energia. Identificar esses itens e tomar as devidas precauções fará toda a diferença para garantir uma maior eficiência energética. Pensando nisso, listamos algumas dicas para economizar energia: Alguns dos grandes vilões do consumo de energia são: ar-condicionado, aquecedores elétricos, geladeiras e freezers, máquinas de lavar e secar roupa, e chuveiros elétricos. Na hora de escolher esses produtos, opte por modelos com selo Procel de eficiência energética, que consomem menos energia em comparação com modelos menos eficientes. Para economizar energia, evite tomar banhos longos e muito quentes e feche o chuveiro enquanto estiver sem uso. Também é possível optar por aquecedores solares, que usam a energia do sol para aquecer a água. O ar-condicionado é um dos principais culpados por contas de energia altas. Por isso, é essencial garantir que os filtros do seu aparelho estejam devidamente limpos. Se os filtros não estiverem limpos, o ar-condicionado precisará ser acionado com mais frequência para manter a temperatura desejada, o que resultará em maior consumo de energia e custos adicionais. Você enquanto profissional da construção civil sabe da importância de tomar as devidas precauções ao lidar com instalações elétricas. Por isso, para garantir um ambiente seguro, é essencial contratar profissionais qualificados, realizar inspeções regulares, usar equipamentos de proteção individual adequados e desligar a energia antes de qualquer intervenção. Além disso, as medidas de segurança devem ser tomadas para prevenir situações que coloquem em risco a vida humana e também dos aparelhos eletrônicos, pensando nisso, invista na instalação de dispositivos de proteção, como disjuntores diferenciais residuais (DRs) e dispositivos de proteção contra surtos (DPS). Essas precauções e medidas preventivas visam prevenir acidentes elétricos e garantir a segurança de todos envolvidos nas instalações elétricas e usuários da edificação. As novas tecnologias também alcançaram o ramo das instalações elétricas. Essas inovações vieram para facilitar nossas vidas e proporcionar maior eficiência energética aliada a  comodidade.  Listamos algumas dicas para quem quer ficar por dentro dessas inovações tecnológicas. Confira: Dispositivos inteligentes: Uma das inovações é a integração de dispositivos inteligentes, como iluminação controlada por aplicativos e termostatos conectados. Essa integração permite o gerenciamento remoto e a automação das instalações elétricas, proporcionando maior comodidade aos usuários. Agora é possível controlar a iluminação, ajustar a temperatura e gerenciar outros aspectos elétricos por meio de dispositivos inteligentes, como a Alexa, ou mesmo quando estiver em outro cômodo ou fora de casa, por exemplo. Eficiência energética: O uso de tecnologias como iluminação LED, sensores de presença e sistemas de gerenciamento de energia são boas opções para a redução do consumo de energia. Além disso, contribui para promover um ambiente sustentável. A solar e eólica, estão ganhando popularidade nas instalações elétricas. A instalação de sistemas de energia solar em casa permite aproveitar a luz solar como fonte de energia limpa e sustentável. Os benefícios são vários como economia nas contas de energia elétrica e a possibilidade de compartilhamento de energia excedente com a rede elétrica. Essa transformação energética impulsiona a transição para um futuro mais sustentável e consciente. Como vimos, o projeto de instalações elétricas deve ser feito por profissionais preparados e antenados às inovações tecnológicas desta área. Agora, você está preparado para começar seus projetos. Sucesso e boa sorte! https://loja.br.abb.com/ https://www.obramax.com.br/ https://www.guiadaengenharia.com/ https://www.tagout.com.br/ https://www.sienge.com.br/ https://www.way2.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/instalacoes-hidraulicas Title: Instalações Hidráulicas: Um Guia Completo para Profissionais da Construção Civil Meta Description: Desmistificando as Instalações hidráulicas: do planejamento à solução de problemas comuns. Guia essencial do que você precisa saber Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/instalacoes-hidraulicas ## Headings Structure: H1: Instalações Hidráulicas: Um Guia Completo para Profissionais da Construção Civil H2: A importância das instalações hidráulicas eficientes e confiáveis. H2: Componentes essenciais das instalações hidráulicas: tubulações, conexões e equipamentos.‍ H2: Normas e regulamentações aplicáveis às instalações hidráulicas. H2: Planejamento de instalações hidráulicas: dimensionamento e distribuição de água. H2: Sistemas de abastecimento de água: tipos, características e funcionamento. H2: Sistemas de esgoto e drenagem: principais considerações e tecnologias. H2: Solução de problemas comuns em instalações hidráulicas e como evitá-los. H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Instalações Hidráulicas: Um Guia Completo para Profissionais da Construção Civil H2: A importância das instalações hidráulicas eficientes e confiáveis. H2: Componentes essenciais das instalações hidráulicas: tubulações, conexões e equipamentos.‍ H2: Normas e regulamentações aplicáveis às instalações hidráulicas. H2: Planejamento de instalações hidráulicas: dimensionamento e distribuição de água. H2: Sistemas de abastecimento de água: tipos, características e funcionamento. H2: Sistemas de esgoto e drenagem: principais considerações e tecnologias. H2: Solução de problemas comuns em instalações hidráulicas e como evitá-los. H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A água que chega na sua casa precisou ser coletada e passou por uma unidade de tratamento para garantir que esteja segura para consumo e só então foi distribuída e chegou à sua residência. E para chegar limpa e na pressão adequada precisou passar pelo sistema hidráulico. As instalações hidráulicas são tão importantes para construção quanto o sistema elétrico ou a estrutura, por exemplo. Dessa forma, não devemos subestimar a complexidade e a importância das instalações hidráulicas. Afinal elas conduzem este recurso vital - a água - por todo o edifício, garantindo sua disponibilidade onde e quando necessário, e na pressão adequada. Além disso, as instalações hidráulicas também são responsáveis por recolher e direcionar as águas residuais do esgoto e pluviais, garantindo que essas tenham a destinação correta. E você enquanto profissional da construção civil  compreende, sem dúvidas, que uma instalação hidráulica bem projetada e bem executada não apenas eleva o conforto e a funcionalidade de um edifício, mas também contribui para a sustentabilidade e a durabilidade da estrutura. Portanto, nessa leitura discutiremos desde os conceitos básicos das instalações hidráulicas, passando pelas últimas novidades em tecnologias, até as normas que orientam o trabalho dos profissionais do setor. Aprender sobre instalações hidráulicas não é apenas um complemento para sua formação profissional - é um requisito absoluto. Confira os tópicos abordados: Aproveite a leitura!‍ Vivemos em um mundo cada vez mais consciente sobre a importância dos recursos hídricos, e isso reflete na forma como o usamos e armazenamos esse recurso finito. Sendo assim, investir em instalações hidráulicas eficientes é importante não só para a preservação deste bem, como também para garantir a saúde e a segurança dos ocupantes de uma residência. Quando adequadamente projetadas e mantidas, as instalações hidráulicas garantem um fornecimento confiável de água limpa e a disposição adequada de águas residuais. Um dos benefícios de instalações hidráulicas eficientes é a economia de água. Uma instalação bem projetada e bem mantida minimiza o desperdício de água através de vazamentos e fluxos excessivos. Isso não só reduz o custo da água para os moradores, mas também contribui para a conservação dos recursos hídricos.. A confiabilidade é outro benefício importante das instalações hidráulicas de alta qualidade. Vazamentos, bloqueios e falhas em equipamentos podem causar inconveniências significativas e, em alguns casos, danos estruturais caros à residência. Uma instalação hidráulica confiável minimiza esses riscos, proporcionando aos moradores a tranquilidade de saber que podem contar com um fornecimento de água consistente e uma disposição de esgoto sem problemas. Não se esqueça de que boas instalações hidráulicas contribuem para a saúde e o bem-estar dos habitantes. Pois fornece água limpa e segura para beber, cozinhar e tomar banho, reduzindo o risco de doenças transmitidas pela água. Além disso, um sistema de esgoto eficiente previne a contaminação do ambiente doméstico por águas residuais. Agora que já abordamos a importância das instalações hidráulicas eficientes e confiáveis, é hora de nos aprofundar um pouco mais e explorar os componentes indispensáveis das instalações hidráulicas: Você, enquanto arquiteto(a) ou engenheiro(a), deve estar ciente de uma série de normas e regulamentações ligadas à instalações hidráulicas antes de iniciar o projeto. Elas orientam o projeto hidráulico, a execução e a manutenção dos sistemas hidráulicos. Aqui estão algumas das principais normas brasileiras aplicáveis: Fazer o projeto hidráulico de uma edificação envolve uma gama de decisões que vão desde o dimensionamento adequado até a distribuição correta da água. Embora essa pareça uma tarefa complexa, com conhecimento técnico, planejamento cuidadoso e seguindo as diretrizes das normas técnicas, é possível projetar um sistema hidráulico eficiente. Separamos algumas dicas que vão te ajudar na hora de fazer o projeto hidráulico, confira: Dimensionamento: O dimensionamento das tubulações é uma tarefa inicial que se baseia na previsão do consumo de água. O cálculo leva em consideração o número de pessoas que estão utilizando a água, os pontos de consumo (como torneiras, chuveiros, vasos sanitários, entre outros), e suas respectivas vazões. O objetivo é garantir que a tubulação seja capaz de suprir a demanda sem gerar sobrecarga ou diminuição da pressão da água. A ABNT NBR, fornece especificações de dimensionamento, como a tabela a seguir que mostra a vazão necessária nos pontos de utilização em função do aparelho sanitário e da peça de utilização: A mesma NBR também dá direcionamento acerca de cálculos de pressões máximas e mínimas aceitáveis, que devem ser contemplados ao realizar o projeto de instalações hidráulicas. O dimensionamento correto do reservatório é importante para evitar interrupções no fornecimento de água durante os períodos de maior demanda ou interrupções no abastecimento. Já o sistema de distribuição inicia-se a partir do ponto onde a água entra na edificação, a partir do alimentador predial que é o canal principal que interliga a fonte de água, normalmente uma rede municipal à edificação. É o ponto de partida para a distribuição de água. A partir daí, a água é conduzida da seguinte forma: Confira esses pontos representados na imagem abaixo: A água que flui pelas torneiras das nossas casas, escritórios ou qualquer outra infraestrutura não aparece lá por magia. É trazida por meio de um sistema de abastecimento de água, que é projetado e mantido para garantir água limpa e segura para usar todos os dias. Existem, basicamente, três tipos principais de sistemas de abastecimento de água: Sistema de Abastecimento Direto: Neste tipo de sistema, a água é distribuída diretamente para as instalações de consumo a partir da fonte de abastecimento, sem a intermediação de um reservatório como a caixa d ́ água. Esse sistema depende do fornecimento constante e da pressão adequada na rede pública, o que pode ser um desafio em algumas áreas. Sistema de Abastecimento Indireto: Neste sistema, a água é primeiro armazenada em um reservatório (como uma caixa d'água) antes de ser distribuída para as instalações de consumo. Este sistema oferece a vantagem de um fornecimento de água mais confiável, já que o reservatório pode compensar qualquer interrupção ou variação na pressão da rede pública. Sistema de Abastecimento Misto: Como o nome sugere, este sistema combina os métodos direto e indireto. Algumas partes da edificação são abastecidas diretamente da rede pública, enquanto outras são abastecidas através de um reservatório. Esta configuração permite uma maior flexibilidade na gestão do abastecimento de água. Os sistemas de esgoto e drenagem gerenciam o fluxo de águas residuais e pluviais, garantindo que esses elementos sejam tratados e descartados de maneira adequada. Esses sistemas não apenas evitam problemas de inundações e de água parada, mas também contribuem para a preservação da saúde pública e do meio ambiente. No entanto, esses sistemas são tratados de maneira distintas. O sistema de esgoto doméstico coleta e transporta as águas residuais de cozinhas, banheiros e lavanderias. Estas águas residuais contêm uma variedade de poluentes e, por isso, devem ser tratadas adequadamente antes de serem devolvidas ao meio ambiente. As instalações hidráulicas interiores, como os sifões, são um componente indispensável  destes sistemas, pois impedem o retorno de odores desagradáveis e gases potencialmente nocivos. Já o sistema de drenagem pluvial é responsável pela coleta e escoamento das águas de chuva. Este sistema é separado do esgoto doméstico, pois a água de chuva não contém os mesmos níveis de poluição e pode, muitas vezes, ser descartada diretamente no meio ambiente. Para tratar as impurezas da água do esgoto é realizado tratamentos para devolver esta água para a natureza. Atualmente, no Brasil, há várias tecnologias que têm sido implementadas para aprimorar esses sistemas. Vamos entender mais sobre algumas delas: ‍Tratamento Anaeróbio de Efluentes: O sistema anaeróbio de tratamento de efluentes utiliza bactérias que funcionam na ausência de oxigênio para decompor matéria orgânica e purificar a água. Este método é comumente usado em estações de tratamento de esgoto e em fossas sépticas. ‍Lagoas de Estabilização: As lagoas de estabilização são grandes lagoas ao ar livre usadas para tratar esgoto, utilizando processos naturais, como a decomposição por bactérias e a luz solar para matar patógenos. Elas funcionam melhor em áreas com grande quantidade de luz solar e temperaturas mais elevadas. ‍Sistemas de Lodo Ativado: Os sistemas de lodo ativado são uma tecnologia amplamente utilizada para o tratamento de esgoto. Eles usam uma mistura de lodo e micro-organismos para decompor a matéria orgânica na água. ‍Tecnologias Verdes: As chamadas "tecnologias verdes", como telhados verdes e jardins de chuva, são cada vez mais utilizadas para gerenciar a drenagem de água da chuva. Essas técnicas não só ajudam a controlar o escoamento, mas também podem contribuir para a biodiversidade e a beleza estética. Como os outros sistemas, as instalações hidráulicas podem apresentar problemas, principalmente em edificações mais antigas. Entre os problemas mais comuns estão: ‍Infiltrações: Infiltrações costumam prejudicar a estrutura se não forem tratadas a tempo. Elas ocorrem quando a água penetra através de fissuras ou juntas mal vedadas. Para evitar isso, é preciso vedar durante a instalação e realizar manutenções regulares. Pressão da água: A pressão da água inadequada pode ser um sintoma de diversos problemas, como dimensionamento inadequado das tubulações ou falhas no sistema de abastecimento. O dimensionamento correto das tubulações é importante para manter a pressão da água adequada. Para solucionar o problema de baixa pressão, existem no mercado algumas opções de pressurizadores de água. Entupimentos: Os entupimentos geralmente são causados pelo acúmulo de detritos ao longo do tempo, podendo levar a problemas mais sérios como vazamentos e danos nas tubulações. Para evitar entupimentos, é importante evitar o descarte inapropriado de materiais nas pias e vasos sanitários, e realizar limpezas periódicas do sistema. No caso de entupimentos mais sérios, o uso de ferramentas especializadas ou a assistência de um profissional pode ser necessário. Agora que você sabe tudo sobre instalações hidráulicas está na hora de dar início ao seu projeto. Conte com a Vobi para te ajudar com isso, com nossa plataforma é possível gerenciar projetos (como o de instalações hidráulicas) de forma eficiente e contar com a colaboração de outras partes interessadas como arquitetos, engenheiros e clientes através do compartilhamento de dados. É fácil, prático e online! https://blog.hidrauconex.com/ https://blog.tocaobra.com.br/ https://www.guiadaengenharia.com/ https://saneamentobasico.com.br/ https://acquablog.acquasolution.com/ https://ecivilufes.files.wordpress.com/2013/06/nbr-05626-1998-instalac3a7c3a3o-predial-de-c3a1gua-fria.pdf --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/lei-de-parkinson Title: Lei de Parkinson: Descubra como eliminar o inimigo da produtividade Meta Description: Descubra como a Lei de Parkinson pode ajudá-lo a aumentar a produtividade e gerir melhor o tempo. Confira as principais dicas para usar esse princípio ao seu favor. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/lei-de-parkinson ## Headings Structure: H1: Lei de Parkinson: Descubra como eliminar o inimigo da produtividade H2: O que é  a Lei de Parkinson? H2: Como aplicar  a Lei de Parkinson? H2: Quais os benefícios de aplicar  a Lei de Parkinson? H2: Como melhorar sua gestão de tempo através da Lei de Parkinson e da Gestão de tarefas na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Lei de Parkinson: Descubra como eliminar o inimigo da produtividade H2: O que é  a Lei de Parkinson? H2: Como aplicar  a Lei de Parkinson? H2: Quais os benefícios de aplicar  a Lei de Parkinson? H2: Como melhorar sua gestão de tempo através da Lei de Parkinson e da Gestão de tarefas na Vobi H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você já se sentiu sobrecarregado ou percebeu que suas tarefas parecem sempre ocupar todo o tempo disponível, ou ainda se já se perguntou por que alguns projetos parecem nunca terminar, então você provavelmente já vivenciou a Lei de Parkinson em ação. Talvez você nem saiba do que se trata, mas pode vivenciar essa lei no dia-a-dia sem saber que está virando refém dos prazos. Neste artigo, estudaremos a Lei de Parkinson em detalhes, explicando como ela funciona, como afeta nossa vida cotidiana e como podemos usá-la para nos tornarmos mais eficientes em nossas atividades diárias ou laborais. Pense na seguinte situação: suponha que você arquiteto(a) receba uma tarefa de projetar um consultório para um cliente, mas sem um prazo definido. Se você não definir um prazo para a conclusão do projeto, é possível que ele se estenda por um período mais longo do que o necessário. É provável que acabe gastando muito tempo revisando o projeto, fazendo ajustes desnecessários ou pesquisando demais, tudo isso sem um prazo para se preocupar. Porém, se definir um prazo razoável para a conclusão do projeto, isso pode ajudá-lo a se concentrar no trabalho que realmente importa, a estabelecer prioridades e a gerenciar melhor o seu tempo para entregar o projeto no prazo estipulado. Com um prazo definido, você pode trabalhar com mais eficiência, definindo metas diárias ou semanais e evitando a procrastinação. Esse é um típico exemplo da Lei de Parkinson que acontece com muito mais frequência do que imagina, e não, você definitivamente não está sozinho nessa. A Lei de Parkinson é um princípio que afirma que "o trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para sua realização". Ela foi formulada por Cyril Northcote Parkinson, um historiador naval britânico, em 1955, em uma sátira no periódico The Economist, mais tarde publicou esse princípio  em seu livro "Parkinson's Law: The Pursuit of Progress". Essa foi uma virada de chave no mundo dos negócios e esclareceu muita coisa no que diz respeito ao gerenciamento eficiente do tempo, por isso esse princípio é conhecido até hoje. Em outras palavras, essa lei sugere que, se uma tarefa não tiver um prazo definido, ela provavelmente vai demorar mais do que o necessário para ser concluída, porque as pessoas tendem a usar todo o tempo disponível para realizar a tarefa. Por exemplo, se você tiver uma semana para terminar um projeto, é provável que você use toda essa semana para concluí-lo, mesmo que pudesse ter sido feito em menos tempo. E sabemos que é exatamente isso que acontece na prática (infelizmente). Mas e se seu gestor te desse o mesmo projeto para conclusão em apenas três dias, acha que seria capaz de fazer? Provavelmente sim! Com um prazo mais enxuto, seu foco nesta tarefa iria aumentar consideravelmente e você provavelmente acharia atalhos e faria pequenos sacrifícios (como cortar aquela pausa para o cafezinho ou papear no setor ao lado) para concluir dentro do prazo determinado. Dessa forma, o grande insight é que  a Lei de Parkinson pode ser usada como uma ferramenta de gestão de tempo para te ajudar a ser mais produtivo e eficiente em sua carreira e vida pessoal. É possível usar a Lei de Parkinson ao seu favor para usar o tempo disponível da melhor forma possível. Se estabelecer métodos de gerenciamento de tempo a fim de impedir que você mesmo use todo o tempo disponível para determinada atividade, poderá concluir mais rapidamente essa tarefa e aproveitar o tempo restante como quiser. Abaixo traremos algumas estratégias que podem te ajudar com isso, veja: Estabeleça um prazo realista: Estabelecer prazos é uma boa técnica para aumentar a produtividade, pois ajuda a evitar a procrastinação. Quando você define um prazo para concluir uma tarefa, é forçado a se concentrar nas atividades mais importantes para atingir seu objetivo. No entanto, é importante estabelecer prazos realistas. Estabelecer prazos muito apertados pode levar ao estresse, à ansiedade e à falta de qualidade no trabalho produzido. Por outro lado, prazos muito longos podem levar à ocupar este tempo com ações desnecessárias. Portanto, através com suas experiências com determinada atividade, ao longo do tempo, perceberá uma média de tempo que leva para concluí-las. A Partir disso poderá definir um prazo alcançável. Uma ótima maneira de manter a motivação e aumentar a produtividade é se recompensar após alcançar uma meta. As recompensas podem ser qualquer coisa que seja motivadora para você, desde uma pequena pausa para um lanche até uma atividade que você gosta de fazer, como assistir a um filme ou passear com seu cachorro. Experimente cronometrar o tempo que leva para entregar determinada tarefa, e se conseguir dentro do prazo que determinou, é justo se recompensar, mesmo que com pequenos feitos. Use a técnica Pomodoro: A técnica Pomodoro é uma técnica de gerenciamento de tempo útil para aumentar a produtividade e ajudar a alcançar metas. A técnica envolve dividir o tempo em blocos de 25 minutos (chamados de "pomodoros") e realizar uma tarefa específica durante cada bloco de tempo, sem interrupções. Após cada etapa de 25 minutos, é feita uma pausa curta (cerca de 5 minutos) e, após quatro blocos de 25 minutos, é feita uma pausa mais longa (cerca de 15 a 30 minutos). A ideia por trás da técnica é que nosso cérebro se mostra mais eficiente quando se concentra em uma tarefa específica por um período limitado de tempo, com pausas regulares para descansar e reduzir a fadiga mental. Essas pausas e o tempo de trabalho podem ser ajustáveis dependendo de cada caso/indivíduo. Entenda quais são as prioridades através da matriz de Eisenhower: Quando não há prioridades bem definidas fica fácil investir tempo em energia em atividades que não são urgentes, mas são mais fáceis de fazer. Por isso, focar em prioridades é essencial para aumentar a produtividade e alcançar metas importantes. Diante disso, podemos aplicar a matriz de Eisenhower, que divide as tarefas em quatro categorias: importante e urgente, importante mas não urgente, urgente mas não importante, e não importante nem urgente. As tarefas classificadas como importantes e urgentes devem ter prioridade máxima, pois são as que precisam ser concluídas imediatamente. Embora as palavras “importante” e “urgente” parecem ter o mesmo significado, entender a diferença entre elas é crucial. Tarefas urgentes são aquelas que precisam de atenção imediata, ou haverá consequências de não agir nesse momento. Esse é o tipo de tarefa que não se pode evitar ou procrastinar, fazer isso te deixará mais pressionado ou psicologicamente esgotado à medida que o prazo se aproxima. Como por exemplo: lidar com uma emergência no trabalho. ‍Tarefas importantes não necessariamente precisam que você tome providência imediata, mas ajudam a alcançar metas a longo prazo, como por exemplo desenvolver habilidades profissionais ou  planejar projetos a longo prazo. Com isso em mente, defina em um plano cartesiano os quatro tipos de tarefas: as tarefas a fazer primeiro, as tarefas a agendar para mais tarde, as tarefas a delegar e as tarefas a excluir. Vale ressaltar que focar em prioridades não significa ignorar tarefas menos importantes ou adiar tarefas que não são urgentes. Essas tarefas também precisam ser realizadas, mas devem ser realizadas em momentos em que não interfiram na realização das tarefas prioritárias. Ao estabelecer um equilíbrio entre as tarefas prioritárias e as tarefas menos importantes, é possível aumentar a produtividade e alcançar metas.. Dessa forma, com metas claras, fica mais fácil focar sua atenção  naquilo que realmente importa no momento, planeje-se! Os benefícios de se usar a Lei de Parkinson ao seu favor são vários, considere os principais: Mais tempo para você: Ao estabelecer prazos para as tarefas, é possível ter um melhor controle do tempo e evitar a procrastinação. Dessa forma, o tempo que leva para realizar as tarefas é reduzido, resultando em mais tempo para fazer o que você mais gosta ou para passar para próxima tarefa. Priorização das tarefas: ao focar nas tarefas mais relevantes e com maior impacto, é possível evitar a dispersão de energia em atividades menos importantes. Você mais motivado: quando seguimos um plano estruturado de trabalho, nos sentimos mais organizados e no controle das atividades.  após realizar essas  tarefas dentro do prazo estabelecido, sentimos um senso de realização e satisfação pessoal. Isso pode aumentar nossa autoestima e autoconfiança, o que por sua vez pode aumentar a motivação para trabalhos futuros. Menos estresse: Um dos principais fatores que contribuem para o estresse no trabalho é a falta de controle sobre as tarefas e prazos, o que pode levar a uma sensação de estar sempre atrasado. Ao estabelecer prazos para as tarefas e se concentrar nas mais importantes e urgentes, é possível ter um maior controle sobre o trabalho e evitar a sensação de sobrecarga que gera o estresse. A Vobi pode te ajudar a gerir melhor o tempo, permitindo que você organize suas tarefas, priorize suas atividades, acompanhe o seu progresso e trabalhe de forma mais eficiente em equipe, tudo isso com poucos cliques! Ao assimilar a Lei de Parkinson e associá-la a ferramentas de gestão de tempo fica muito mais fácil gerenciar seu tempo e escritório. Algumas das maneiras pelas quais a Vobi pode ajudá-lo a gerir melhor seu negócio incluem: Organização: Com a Vobi, você pode criar listas de tarefas para cada projeto ou atividade, o que pode ajudá-lo a manter-se organizado e evitar esquecer tarefas importantes. Priorização: A Vobi permite que você priorize suas tarefas com base na sua importância e urgência, além disso, é possível atribuir datas de início e conclusão dos projetos, o que pode ajudá-lo a focar nas tarefas mais importantes e garantir que elas sejam concluídas dentro do prazo. Acompanhamento: Através da Vobi, você pode acompanhar o progresso das suas tarefas e identificar quais tarefas estão atrasadas ou precisam de mais atenção, o que pode ajudá-lo a identificar áreas onde você pode melhorar a sua produtividade. Colaboração: A Vobi também oferece recursos de colaboração, permitindo que você trabalhe em equipe em projetos e atribua tarefas a outras pessoas. Isso pode ajudá-lo a dividir e delegar o trabalho e garantir que todas as tarefas sejam concluídas dentro do prazo. Dessa forma, sobra tempo para fazer o que você mais gosta ou investir esse tempo para crescer ainda mais o seu escritório. https://monday.com/blog/pt/ https://asana.com/pt/ https://www.siteware.com.br/ https://www.vobi.com.br/blog/gestao-de-tarefas https://ajuda.vobi.com.br/pt-BR/articles/5708442-como-vincular-e-gerenciar-tarefas-no-cronograma-de-projetos --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/levantamento-arquitetonico Title: Levantamento Arquitetônico: A Medida Base Dos Projetos Meta Description: Levantamento arquitetônico assertivo é sinônimo de compatibilidade de projeto, então não deixe de aprender como verificar o espaço em suas minúcias. Veja mais! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/levantamento-arquitetonico ## Headings Structure: H1: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H2: O que é um levantamento arquitetônico H2: A importância de um levantamento arquitetônico H2: Como fazer um levantamento arquitetônico H2: Checklist levantamento arquitetônico H2: ‍Exemplos de levantamento arquitetônico H2: Como cobrar por um levantamento arquitetônico H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H2: O que é um levantamento arquitetônico H2: A importância de um levantamento arquitetônico H2: Como fazer um levantamento arquitetônico H2: Checklist levantamento arquitetônico H2: ‍Exemplos de levantamento arquitetônico H2: Como cobrar por um levantamento arquitetônico H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O levantamento arquitetônico é o momento em que o profissional conhece o espaço e toma nota de todas as suas características principais. Essa etapa interfere diretamente em todas as outras. Para entender o porquê disso, leia até o final! Nesse artigo você vai aprender: O levantamento arquitetônico se refere ao ato de conferir as medidas e o estado atual do ambiente, edificação ou terreno, objeto do contrato. Acontece através de uma visita técnica in loco, realizada pelo próprio arquiteto ou designer, algum colaborador da equipe ou outro profissional parceiro. O dimensionamento, feito nesta etapa, é o que torna possível gerar todos os desenhos e plantas técnicas nas fases seguintes. Por isso, implica na medição de cada detalhe do espaço: alvenarias, aberturas, pé direito, portas, janelas, etc. Ocorre, necessariamente, após a assinatura do contrato, mas pode acontecer antes ou depois da reunião de briefing. Embora seja uma decisão particular da gestão de projetos, a nossa recomendação é que se comece pelo briefing e na sequência o levantamento, para que o profissional possa visualizar o espaço com um olhar mais direcionado e compatível com as solicitações do cliente. Para o CAU, em termos de arquitetura de interiores, o levantamento arquitetônico é: “O levantamento de um conjunto de informações e dados, objetivando caracterizar perfeitamente o objeto, o escopo do contrato, o projeto e o conjunto de restrições” - Fonte: CAU-BR. Dentre as inúmeras possibilidades e variações do mundo da arquitetura e design, essa é uma certeza: não há projeto de arquitetura e interiores sem conhecer o cliente e o espaço. Em termos de processo de elaboração de projetos, o profissional colhe as informações dos usuários na reunião de briefing, mas é só no levantamento arquitetônico é que ele irá conhecer o espaço. Sabemos que cada projeto é único e cheio de especificidades. Fatores como localização, vegetação do entorno, incidência de luz solar, estado de conservação do imóvel e, claro, dimensões, precisam ser compreendidas caso a caso antes do profissional dar início ao estudo preliminar de arquitetura. Decerto, o levantamento do espaço cria toda a base de informações e dados, utilizada ao longo de todo o processo. As soluções pensadas no anteprojeto de arquitetura, por exemplo, só podem ser personalizadas se criadas sob medida. O mesmo raciocínio funciona para a obra, que para ser bem feita, precisa que o projeto executivo de arquitetura esteja condizente com a realidade. E o momento de fazer essa verificação apurada in loco é no início do trabalho: na etapa de verificação de medidas. Portanto, compreender o espaço com que se vai trabalhar é o ponto de partida de todo projeto, daí a sua maior relevância. Afinal, como planejar um espaço sem conhecê-lo? Nesse sentido, para fazer um levantamento arquitetônico, é importante se preparar com certa antecedência e deixar em mãos os seguintes itens principais: ✔ Prancheta (de apoio para as suas anotações); ✔ Folhas em branco ou quadriculadas (específicas para desenho); ✔ Cópias do checklist de itens a serem medidos (use o que vamos disponibilizar ao final desse artigo, se desejar); ✔ Se tiver a planta da construtora, leve-a impressa para facilitar a conferência in loco; ✔ Trena convencional; ✔ Canetas multi coloridas; ✔ Celular | Ipad | câmera digital (para fotografar e filmar). Uma vez no local de medição, tendo o checklist e folhas novas em mãos, comece a traçar um esboço da geometria do espaço com o apoio da prancheta. Na ordem do seu checklist, faça a medição de cada face do espaço e certifique-se de ter esgotado todos os itens antes de partir para a outra face, até completar toda a geometria. Essa é uma dica para você não se perder diante de tanta informação. Em outras palavras, se for um espaço construído, desenhe a forma do ambiente no papel (em branco ou quadriculado), defina qual vai ser a sua primeira parede, (por exemplo, a da esquerda) e preencha o desenho com as medidas, até completar o checklist dessa primeira parede. Somente depois disso parta para a segunda parede, (que pode ser a frontal, caso queira seguir a lógica do sentido horário) e repita o processo até esgotar todas as paredes e, na sequência, cada cômodo do espaço. O croqui de cada cômodo precisa ser preenchido com as medidas de cada eixo até completar o checklist, pois assim, você fica seguro de não ter esquecido de nenhum ponto, afinal, todos são imprescindíveis. Nesse sentido, cada detalhe do estado atual do ambiente precisa ser tomado nota. Para isso, utilize todos os recursos que tiver à disposição. Não se limite ao papel, trena e caneta, mas use também câmeras para registrar o espaço na sua integridade e também nos seus mínimos detalhes, através de fotos e vídeos. Claro que os instrumentos tradicionais de medição são, ainda, insubstituíveis. Mas hoje, temos muitos outros que também podem ser excelentes auxiliares, como as trenas eletrônicas a laser, aplicativos de celular, entre outros. Outra opção interessante, é estabelecer uma cor de caneta diferente para cada item do seu checklist. Essa, inclusive, é a nossa maior recomendação. Mais adiante, quando estivermos analisando questões mais práticas do levantamento arquitetônico, ficará mais claro a nossa dica. De todo modo, concluída a visita técnica e de volta ao escritório, o momento é de “passar a limpo” no software de preferência, de modo a extrair a planta baixa do ambiente. Uma boa sugestão que podemos dar é a de criar o desenho gráfico a partir da mesma ordem com que as medidas foram tiradas. É que ter processos definidos acelera demais o desenvolvimento das etapas de projeto e torna tudo mais natural para o profissional. Com o tempo, vai ser, cada vez mais,  improvável ele esquecer de verificar algum detalhe do terreno, edificação ou do cômodo, pois já tem automatizado esse processo. Vale ainda ressaltar que durante um levantamento, o arquiteto ou designer precisa fazer certas análises do ambiente. Quer dizer, entender o que precisa ser alterado ou que pode ser conservado em termos de parede e revestimentos, por exemplo. Além disso, os profissionais que fazem um levantamento arquitetônico, no geral, ainda precisam vivenciar o espaço, mesmo que por poucas horas. Ocorre que existem certas variáveis importantes de serem analisadas, como: ventilação, incidência de luz solar, etc., que requerem a presença de um olhar profissional. Certo é que tudo precisa ser registrado em minúcias. Em razão disso, sempre que possível, é interessante ter o auxílio de outro colaborador nessa etapa, principalmente em se tratando de espaços com maior metragem quadrada. Afinal, existem cantos difíceis de acessar, muitos detalhes para verificar e anotar, objetos para portar, além do fato de que estar, pelo menos, em dupla, facilita bastante esse processo. Se isso não for uma possibilidade para você, não há problema algum. Apenas redobre os cuidados e saiba que, muito provavelmente, o tempo estimado será maior. Ressaltamos que as nossas recomendações valem para as modalidades presenciais e online de projeto. A diferença é que à distância, geralmente, é necessário contar com profissionais parceiros que tenham fácil acesso ao local do imóvel. Nesses casos, eles fazem as verificações e anotações e, em seguida, enviam ao arquiteto ou designer responsável pelo projeto. Sabemos que a organização é fundamental em todas as etapas do projeto e os checklists cumprem muito bem essa função de auxiliar arquitetos e designers. Mas, no que tange ao levantamento arquitetônico, eles são ainda mais necessários. Como vimos, é preciso anotar todas as informações relativas ao espaço, mas não apenas isso. Fazer um levantamento implica também em agendar com o cliente, deslocar-se para outro endereço, ter gastos de combustível e, quando algum detalhe deixa de ser verificado, o profissional precisa repetir toda essa logística. Procure evitar estresses desnecessários, tendo sempre em mãos os itens que precisam ser medidos no espaço e lembre de dar “check” em cada um deles, à medida que fizer as respectivas medições, através do nosso checklist completo e 100% gratuito: Agora que sabemos do que se trata e como fazer um levantamento arquitetônico, vejamos o exemplo acima. Observe que ele se apresenta como um croqui, ou seja, um breve esboço do espaço, construído de modo organizado e legível. Perceba que o profissional diferencia cada item medido por cores, conforme recomendamos anteriormente. Quer dizer, toda a parte de mobiliário está em azul, os pontos elétricos estão em verde, e assim por diante. No geral, é muito importante ter esses cuidados, que facilitam a leitura e a compreensão do desenho como um todo. Experimente inserir, no mesmo croqui, uma legenda simples, relacionando a cor ao item medido e também inclua o significado de alguma abreviação que, eventualmente, você tenha elaborado. Considere que esse documento não só pode ser lido pelo(s) colaborador(es) que não estava(m) presente(s) na hora do levantamento, como também influenciar na fluidez das demais fases do projeto. Logo, exige calma, clareza e organização. Sabemos que diversas variáveis precisam ser consideradas na hora de definir os parâmetros de precificação de qualquer serviço de arquitetura e design. Em termos de levantamento arquitetônico, uma opção é considerar a metragem quadrada do espaço. Mas também outras referências, como o nível de complexidade do ambiente, distância em relação ao seu escritório (e custo de deslocamento), nível de detalhamento necessário, grau de definição, tipo de propriedade em questão, entre outros. O mais importante é avaliar a situação particular do seu escritório, considerando a sua realidade e momento de vida. Lembre-se que cada projeto é único e que os valores também podem variar em função do escopo e metodologia de trabalho para a qual você foi contratado, portanto, reflita bem sobre o tema antes de precificar os seus serviços. De toda forma, esteja certo de ter colhido todas as informações do espaço, pois elas constituem a base de qualquer projeto de arquitetura e interiores. O desempenho dessa etapa interfere diretamente em todas as outras. www.cronoshare.com.br www.honorario.caubr.gov.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/levantamento-topografico Title: Levantamento topográfico: a base para diversos projetos Meta Description: O levantamento topográfico é a base para projetos bem-sucedidos de arquitetura e engenharia, pois garante a segurança e eficiência na hora da execução. Leia já Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/levantamento-topografico ## Headings Structure: H1: Levantamento topográfico: a base para projetos de engenharia e arquitetura H2: O que é o levantamento topográfico? H2: Quais são os tipos de levantamento topográfico? H3: Levantamento planimétrico H2: Qual o objetivo de um levantamento topográfico? H2: Como é feito um levantamento topográfico? H2: O que deve constar em um levantamento topográfico? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Levantamento topográfico: a base para projetos de engenharia e arquitetura H2: O que é o levantamento topográfico? H2: Quais são os tipos de levantamento topográfico? H3: Levantamento planimétrico H2: Qual o objetivo de um levantamento topográfico? H2: Como é feito um levantamento topográfico? H2: O que deve constar em um levantamento topográfico? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O levantamento topográfico é uma etapa fundamental em qualquer obra de construção civil, pois consiste em ser um conjunto de técnicas e procedimentos que permitem alcançar informações precisas e detalhadas sobre as características do terreno onde a obra será realizada. Ou seja, com esse levantamento é possível colher informações sobre o relevo do terreno, localizações de pontos de referência, delimitação de áreas, posicionamento de estruturas, identificação de obstáculos, bem como a definição de cotas. Portanto, essa etapa é fundamental para que se possa projetar e, consequentemente, executar a construção de forma segura, eficaz e dotada de economia. Conheça mais sobre o assunto através dos seguintes tópicos: O levantamento topográfico é um conjunto de técnicas e procedimentos utilizados para obter informações precisas sobre as características físicas de uma área de terreno, como sua elevação, contorno, orientação e outras características relevantes. Esse tipo de levantamento é geralmente realizado por topógrafos, que utilizam equipamentos e ferramentas especializadas para realizar medições e registrar dados em campo, convertendo-as em plantas, mapas, cartas e outros tipos de representação gráfica do terreno. O objetivo do levantamento topográfico é produzir uma soma de informações que possa ser utilizado para diversos fins, como planejamento urbano, projetos de infraestrutura, construções de edificações e demais aplicações. Alguns dos dados que podem ser obtidos através de um levantamento topográfico abrangem a elevação do terreno em relação a um ponto de referência, a inclinação e orientação do terreno, a localização de cursos de água, a posição de árvores e outros elementos naturais, e outras informações importantes para a compreensão do terreno. Você sabe quais são os tipos de levantamento topográfico? Leia o próximo tópico! Existem diversos tipos de levantamento topográfico, que podem ser utilizados para diferentes finalidades e em diferentes tipos de terreno. Cada tipo irá depender do objetivo específico, então, é importante que o profissional responsável pelo levantamento tenha discernimento em qual técnica e equipamento irá resultar em respostas mais precisas. Assim como, também é de sua responsabilidade, como responsável pelo projeto arquitetônico e/ou estrutural, saber quais são as diferenças e as informações obtidas pelos três tipos de levantamentos topográficos. Esse é o primeiro passo para o planejamento de seu novo projeto! Alguns dos principais tipos de levantamento topográfico são: Esse tipo de levantamento, também conhecido como planimetria, visa a representação da área levantada em planta, ou seja, é feito a medição das coordenadas horizontais dos pontos no terreno, resultando em uma representação em duas dimensões. Um exemplo prático de levantamento topográfico planimétrico é a realização da técnica em uma propriedade rural, no qual são representados todos os elementos planimétricos existentes na área, como cercas, construções, estradas, entre outros. Como produto final, resultará em plantas baixas, que mostram a localização e as dimensões das estruturas no terreno. Levantamento altimétrico No levantamento topográfico altimétrico visa a representação da área em três dimensões, ou seja, leva em conta as altitudes e as diferenças de nível. Isto significa que é esse método que comumente utilizado para produzir mapas de curvas de nível, que apresentam as variações de altitude do terreno. Por exemplo, em uma obra de engenharia, como uma ponte ou uma barragem, é preciso ser levantadas todas as altitudes e as curvas de nível da área para a realização de um projeto seguro e eficiente. Levantamento planialtimétrico No levantamento topográfico planialtimétrico é realizada a representação da área em duas e três dimensões, ou seja, esse tipo de levantamento junta as técnicas de levantamento planimétrico e altimétrico, permitindo a representação tanto das coordenadas horizontais como das altitudes dos pontos do terreno. Sendo esse tipo de levantamento, o mais completo e exigido pelos órgãos fiscalizadores e de aprovação de projeto, pois considera as características 2D e 3D, mapeando vegetação em geral, relevo com curvas de nível, além das divisas, muros e construções. Na prática, isso ocorre quando é preciso fazer um levantamento topográfico de um loteamento, no qual são levantadas todas as altitudes e as diferenças de nível, bem como todos os elementos planimétricos, para a elaboração de um projeto de urbanização completo. O objetivo principal de um levantamento topográfico é obter informações precisas sobre as características físicas de um terreno ou área, a fim de que esses dados possam ser utilizados para diversos fins, tanto na área da construção civil como em outras. O levantamento topográfico é essencial para a realização de projetos de urbanização, que envolvem a construção de ruas, praças, parques e outras estruturas urbanas. Assim, como possui importância na realização de projetos de infraestrutura, como estradas, pontes, barragens, aeroportos, entre outras estruturas de grande porte. Esse tipo de levantamento também é crucial para a construção de edificações, pois permite que os projetistas conheçam as características do terreno e possam adequar a construção às condições locais. Ou até, antes mesmo da compra do terreno, isso porque sem o levantamento técnico a área pode constar ser maior, menor ou em outro local do que realmente existe. O levantamento topográfico também é utilizado em outras áreas, como por exemplo, na agricultura. Ele é elaborado para planejar o uso do solo, e também na identificação de áreas de preservação ambiental e de proteção de recursos hídricos. Sendo assim, são planejamentos que interessam, e “caminham juntos” com a construção civil. Assim como, a topografia é utilizada para a geologia e mineração, sendo importante para a exploração de recursos naturais, como petróleo, gás natural e minérios, pois permite o reconhecimento de áreas com potencial para a exploração desses recursos. O levantamento topográfico é realizado por profissionais especializados, chamados topógrafos, eles determinam as localizações dos pontos e demarcam as referências de níveis. Você conhece os equipamentos mais comuns utilizados nos levantamentos? Entenda a diferença: Assim, os topógrafos realizam o projeto topográfico e, ainda, podem acompanhar a execução da obra, constatando se ela está alinhada com o esperado. Primeiramente, é realizado o planejamento do levantamento topográfico, definindo o objetivo, a área a ser levantada, o tipo de equipamento e técnica a ser utilizada, bem como o nível de precisão e detalhamento necessário. Já no local, serão feitas marcações em formato poligonal, pois servirão como guia para o levantamento. Em seguida, é feita a coleta de dados, onde o profissional utiliza equipamentos como estação total, GPS e níveis para medir as coordenadas, altitudes e ângulos de pontos no terreno, tais como árvores, edificações, ruas, córregos, entre outros. Nesse momento, é importante a realização de um croqui (delimitações do terreno, o posicionamento do equipamento e demais pontos marcados) para auxílio do trabalho, pois com esse desenho será possível o acompanhamento de como foi feito. O processamento dos dados é o próximo passo, onde são realizados em software especializado de topografia para gerar mapas e modelos tridimensionais da área levantada. Esses dados podem ser utilizados para a elaboração de seus projetos de engenharia e/ou arquitetura. Por isso, é importante manter um bom relacionamento com esse profissional a fim de entender com precisão as análises e interpretações dos resultados, pois as suas especificações de projeto dependerá desses dados. A ABNT NBR 13133/2014 - Execução de levantamento topográfico estabelece quais os requisitos técnicos mínimos para a realização de levantamentos topográficos, tais como os procedimentos de campo e de escritório, a precisão das medições, a representação gráfica dos dados e a apresentação dos resultados. Bem como, os equipamentos topográficos a serem utilizados. Sabendo que um levantamento topográfico deve conter informações detalhadas sobre o local a ser construído uma edificação, saiba quais as informações possuem um destaque nesta investigação: Você sabia que a aplicação de técnicas de geoprocessamento na representação gráfica dos dados topográficos tem se tornado cada vez mais comum? Ela permite a análise e a integração de diferentes informações geográficas em um único sistema, o que torna o levantamento topográfico uma ferramenta essencial para a gestão territorial e ambiental. Conheça mais sobre o geoprocessamento, clicando nesse vídeo: Geoprocessamento: TUDO o que você precisa saber Em suma, o levantamento topográfico é uma atividade que envolve conhecimentos interdisciplinares e o uso de equipamentos e tecnologias avançadas e é uma etapa fundamental para projetos de construção civil, arquitetura e engenharia, permitindo a obtenção de informações precisas sobre o terreno e a orientação de outras etapas do processo de planejamento e execução da obra. https://dtopsc.com.br/ https://alcancejr.com.br/ https://www.italiatopografia.com.br/ https://www.topographia.com.br/ https://www.somatecequipamentos.com/ https://mundogeo.com/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/lidando-com-clientes-preocupados-com-preco Title: Lidando com clientes preocupados com preço Meta Description: Você já atendeu um cliente com uma expectativa irrealista quanto ao valor do projeto? Neste artigo falaremos sobre como lidar com clientes preocupados com preço Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/lidando-com-clientes-preocupados-com-preco ## Headings Structure: H1: Lidando com clientes preocupados com preço H2: ‍Seja transparente H2: Comunique atualizações de custos no decorrer do projeto H2: Quando optar por não seguir adiante H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Lidando com clientes preocupados com preço H2: ‍Seja transparente H2: Comunique atualizações de custos no decorrer do projeto H2: Quando optar por não seguir adiante H3: Continuar lendo H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Seja arquiteto ou engenheiro, com certeza você já atendeu um cliente com uma expectativa irrealista quanto ao valor do projeto de seus sonhos. Desmistificar essa ideia predeterminada sobre o custo de uma obra e demais serviços é parte necessária dentro de um processo de vendas. Mas, qual é a melhor maneira de abordar esse tipo de conversa com seu cliente? No decorrer deste artigo abordaremos mais sobre como lidar com clientes preocupados com preço. Outro fator influenciador é a grande popularização de programas de TV sobre reformas e decoração, onde raramente é explicado aos telespectadores o real custo de toda a renovação executada. Criando uma certa ilusão quanto a preços e prazos dentro de uma obra. Educar os seus clientes quanto aos reais custos de uma reforma faz parte do processo de vendas, e a melhor maneira de começar é determinando qual o orçamento do cliente. Mesmo que seja algo fantasioso, o melhor é conseguir ter uma noção de suas expectativas o quanto antes, para assim, ser capaz de alinhá-las. Ter em mente o orçamento do seu cliente irá te ajudar a guiá-lo em direção à um escopo de projeto apropriado. Talvez você tenha que ser o mensageiro das más notícias e informá-lo de que o preço que ele está disposto a pagar não condiz com o projeto que ele deseja executar. O melhor a fazer nessas horas é ser sincero e explicar com clareza como você chegou à essa conclusão. Sabemos que é impossível fazer um levantamento de precificação detalhado logo no início, sem ter ao menos a definição do projeto e especificação de materiais. Neste caso, o ideal é passar uma faixa de preço entre X e Y e ressaltar ao cliente que outras etapas devem ser cumpridas até o momento de se lidar com preços e orçamentos detalhados. Essa, é mais uma oportunidade também de educá-lo quanto à todas as fases que compõem um projeto de arquitetura e construção, que não só englobam produtos e materiais (itens mais “visíveis” dentro de uma obra), mas também mão-de-obra e insumos (itens “invisíveis”, porém imprescindíveis). Passando um valor estimado já no início de sua interação com o potencial lead, irá evitar frustrações futuras, desgaste no relacionamento com o cliente e até eventuais problemas na obra. Pois, já de antemão, um elo de confiança é estabelecido. Como dito anteriormente, é impossível prever o custo preciso de uma reforma ou construção antes da definição do projeto e seleção dos materiais a serem utilizados. Afinal de contas, uma obra é um processo em constante evolução. Por isso, é de extrema importância manter o cliente atualizado de toda e qualquer cotação realizada com fornecedores e mão de obra, além dos valores de cada produto e material escolhido. Principalmente se alguma alteração ocorrer, devendo sempre ser comunicado ao cliente e aprovado pelo mesmo. Tome este cenário como exemplo: ao demolir o piso de assoalho de um apartamento é descoberto um foco de cupim. A contratação de um serviço de descupinização é imprescindível, porém trata-se de um custo não previsto, onerando o orçamento preestabelecido com o seu cliente. Ao repassar este valor ao cliente, ele tem duas opções: arcar com gasto extra da descupinização e manter o escopo da obra ou alterar escopo da obra para suprir o gasto extra da descupinização. O primeiro cenário é o ideal, porém no segundo cenário será necessário uma revisão cautelosa do projeto. Talvez ele decida preterir a reforma da área de serviço, ou mude o piso de porcelanato para cerâmico. Na Vobi, é possível concentrar todas as informações do projeto em um único local. Com a ferramenta de gestão de fornecedores você consegue enviar solicitações de cotação para diversos fornecedores ao mesmo tempo, montar o orçamento da obra, comparar preços, editar e compartilhar diretamente com seu cliente de maneira online. Isso significa mais transparência e visibilidade. Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. Se você foi transparente e alinhou desde o início sobre o orçamento e possíveis alterações de valores, certamente o custo não será o problema no decorrer do processo. Desta feita, a qualificação do seu cliente deve ser identificada logo no começo, bem como a desqualificação. Desqualificar um cliente é difícil, mas irá te economizar tempo e dinheiro. Afinal de contas, assumir um projeto com um orçamento extremamente apertado só gerará estresse e dor de cabeça, te afastando da possibilidade de atender um cliente com um perfil muito mais aderente. Por isso, não tenha medo de optar por seguir caminhos diferentes. [Leia também nosso artigo sobre Objeções em vendas]. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/lista-de-tarefas Title: Lista de tarefas: Descubra como aumentar a produtividade e reduzir a sobrecarga Meta Description: Descubra como a lista de tarefas pode aumentar sua produtividade e reduzir o estresse. Organize sua rotina de trabalho de forma eficiente com essas dicas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/lista-de-tarefas ## Headings Structure: H1: Lista de tarefas: Descubra como aumentar a produtividade e reduzir a sobrecarga H2: Quais são os benefícios de uma lista de tarefas? H2: Como criar uma lista de tarefas efetiva? H2: Gerencie sua lista de tarefas na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Lista de tarefas: Descubra como aumentar a produtividade e reduzir a sobrecarga H2: Quais são os benefícios de uma lista de tarefas? H2: Como criar uma lista de tarefas efetiva? H2: Gerencie sua lista de tarefas na Vobi H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Descubra como a lista de tarefas pode aumentar sua produtividade e reduzir o estresse. Organize sua rotina de trabalho de forma eficiente com essas dicas. Gerenciar todas as tarefas que precisamos fazer durante o dia nem sempre é fácil, principalmente quando há várias distrações no decorrer do dia, entre elas o TikTok e o Instagram, afinal quem nunca sentou para dar uma olhadinha nas novidades e quando se deu conta, já havia passado duas horas do seu dia? Ou ainda, devido a correria do dia-a-dia já se esqueceu de pagar uma fatura e percebeu isso dias ou semanas depois? Bom,  o resultado disso provavelmente vai ser atribuído na próxima fatura…Felizmente, existe uma ferramenta simples e popular para ajudar a gerenciar as tarefas e manter-se organizado, estamos falando da lista de tarefas. Sem uma lista de tarefas clara e com todas essas distrações é fácil procrastinar ou se esquecer de algo e ao fim do dia perceber que não foi possível realizar tudo o que tinha se proposto a fazer, e aí se instala o sentimento de sobrecarga ou uma sensação de desorganização e falta de produtividade. E as consequências disso podem ser prejudiciais para sua vida pessoal e para seu trabalho. Neste artigo, vamos explorar os benefícios de ter uma  lista de tarefas, como ela pode ajudá-lo a se manter organizado e produtivo, e algumas das melhores práticas para criar e usar listas de tarefas efetivamente. Criar uma lista de tarefas pode ser uma maneira simples, mas poderosa, de gerenciar nossas tarefas diárias e manter-nos organizados e produtivos. E gera diversos benefícios para quem tem o hábito de usá-las. Como por exemplo: Sensação de dever cumprido: ‍ A sensação de realização ao concluir uma tarefa é uma das principais razões pelas quais as listas de tarefas são tão benéficas. Quando completamos uma tarefa e a riscamos de nossa lista de tarefas, isso pode nos dar uma sensação de satisfação e realização. Essa sensação de realização pode ser especialmente importante quando estamos lidando com tarefas difíceis ou desafiadoras. Já reparou que quando concluímos uma tarefa que parecia desafiadora, nos sentimos mais dispostos a cumprir as demais atividades? Isso acontece  porque quando riscamos uma atividade da nossa lista (mesmo que mentalmente) liberamos em nosso corpo um poderoso motivador: A dopamina, que é um neurotransmissor que está relacionado a uma série de funções cognitivas e comportamentais, incluindo motivação, prazer e recompensa. Por isso, à medida que completamos mais e mais tarefas, a dopamina é liberada e sentimos que estamos progredindo e realizando nossos objetivos, o que pode aumentar nossa autoconfiança e autoestima. Ajuda a reduzir o estresse: De acordo com o neurocientista Daniel Levitin, os seres humanos conseguem gerenciar apenas quatro pensamentos por vez no cérebro, por isso tentar lembrar de todas as tarefas que precisam ser feitas no dia-a-dia pode ser cansativo ou até mesmo inviável gerando aquele sentimento de estresse e sobrecarga. No entanto, ao criar uma lista de tarefas, podemos ter uma visão clara do que precisamos fazer e em que ordem de prioridade. Isso pode nos ajudar a planejar melhor nossas tarefas e a reduzir a sensação de que estamos nos esquecendo de algo importante. Além disso, quando concluímos as tarefas em nossa lista, podemos sentir uma sensação de alívio e redução do estresse, como se tivéssemos liberado um espaço na nossa mente, sabe? e isso pode nos ajudar a manter a calma e a lidar melhor com outros desafios em nossas vidas pessoais e profissionais. Evita a procrastinação:‍ Sabe aquela tarefa que precisa ser feita, mas pode esperar um pouco mais, então ela fica armazenada naquele canto do seu cérebro como uma notificação que nunca vai embora? Saiba que esse incômodo vai permanecer até que essa tarefa seja concluída. Então  que tal colocar na sua lista de tarefas aquela limpeza que precisa ser feita no seu guarda-roupa ou agendar aquela manutenção preventiva no seu carro? Realizar essas tarefas pode ajudar a aumentar o nível de satisfação e liberar aquele espaço na nossa mente para o que mais importa. Ao realizar várias tarefas ao mesmo tempo podemos ter a sensação que estamos sendo produtivos. No entanto, dividir sua atenção com várias tarefas não funciona. De acordo com estudos realizados na universidade da Califórnia, em Irvine, interromper atividades resulta em maior estresse e frustração. Além disso, deixar tarefas incompletas levam ao “efeito Zeigarnik”. Essa teoria psicológica sugere que as pessoas têm uma melhor lembrança de tarefas incompletas do que de tarefas completas. Essa teoria afirma que as tarefas incompletas são lembradas com mais clareza e frequência do que as tarefas concluídas. Para evitar que isso aconteça, podemos adotar a lista de tarefas com tudo o que precisamos fazer, permitindo que nosso cérebro crie a sensação de que já lidou com essas tarefas. Dessa forma podemos ter a oportunidade de nos concentrarmos nas tarefas que são prioridade, além disso, a lista de tarefas pode ajudar a reduzir a carga mental que sentimos em relação às tarefas incompletas. Quando lembramos de todas as tarefas que precisamos realizar, elas podem se acumular em nossa mente, aumentando nossa ansiedade e estresse. No entanto, quando escrevemos as tarefas em uma lista, podemos liberar essas tarefas da nossa mente, tornando mais fácil focar em uma tarefa de cada vez. Evita esquecimentos: ‍ Ao criar uma lista de tarefas, podemos identificar todas as tarefas e etapas que precisam ser realizadas em uma determinada tarefa ou projeto. Isso pode nos ajudar a evitar erros ou omissões, já que teremos uma visão completa das etapas necessárias para concluir a tarefa. Ao fazer uma lista de tarefas para se programar para aquela merecida viagem internacional, dificilmente você se esquecerá de levar o passaporte ou de organizar transporte do aeroporto para o hotel, certo? E se isso é feito com viagens e funciona, porque não levar essa prática para  o dia-a-dia e evitar possíveis esquecimentos? Fazer uma lista de tarefas acaba reduzindo a probabilidade de erros ou problemas futuros. Como vimos, os benefícios de adotar uma lista de tarefas no dia a dia são diversos, mas criar uma lista que funcione envolve mais do que simplesmente escrever o que vai fazer no dia, isso até pode funcionar, mas experimente algumas dicas que listamos abaixo que podem tornar esse processo mais eficaz: Defina o método mais eficaz: O primeiro passo rumo à organização da sua vida é decidir como vai registrar essas atividades. Há quem prefira escrever em papel, agenda, post-its ou cadernos, e não há problema algum com isso. No entanto, considere antes que essa ferramenta precisa ser prática e de fácil acesso a qualquer momento do seu dia, caso contrário, não servirá para muita coisa. E se carregar um caderno ou agenda para onde quer que você vá, não parece uma opção muito prática, considere adotar ferramentas mais práticas, como aplicativos ou softwares para te ajudar com isso. As formas digitais de monitorar suas tarefas diárias oferecem alguns benefícios que os meios físicos não oferecem. Como por exemplo: Não deixe para depois a anotação que você pode fazer agora! Lembrou de algo que precisa fazer? Então anote em sua lista de tarefas o mais rápido possível. Fazer isso evita possíveis esquecimentos. Depois de registrar essa tarefa, você permite que seu cérebro se concentre no que é mais importante no momento. Defina prazos e metas: Quanto mais tempo se tem para realizar a tarefa, provavelmente também levaremos mais tempo para concluí-la, esse é o princípio da lei de Parkinson, que afirma que o trabalho se expande para preencher o tempo disponível para sua conclusão. A lei foi formulada pelo historiador britânico Cyril Northcote Parkinson em um ensaio publicado em 1955, onde ele observou que as burocracias tendem a se expandir constantemente, independentemente de sua eficiência, para preencher o tempo e o dinheiro disponíveis. A Lei de Parkinson pode ser aplicada a muitas áreas da vida, incluindo a produtividade no ambiente de trabalho e a gestão do tempo. Por exemplo, se uma pessoa tem um dia inteiro para concluir um relatório, é provável que ela leve o dia todo para concluí-la, enquanto se a mesma tarefa fosse atribuída com um prazo mais apertado, ela poderia ser gerenciada para ser finalizada um pouco antes do prazo de entrega. Por isso é importante definir metas de entrega e prazos para suas tarefas, isso ajuda que elas sejam executadas em tempo hábil, evitando a procrastinação. Atribuir data de início e fim para cada tarefa, é uma das diversas funcionalidades que a plataforma Vobi oferece para te ajudar na gestão das suas tarefas e projetos. Divida uma grande tarefa em em etapas menores:‍ Fazer aquela tarefa que você sabe que vai levar um bom tempo do seu dia pode te deixar desmotivado logo de cara, levando à procrastinação e te deixando frustrado. Para evitar que isso aconteça, separe essa tarefa em subitens com metas alcançáveis, dessa forma seu trabalho fica mais fácil de ser gerenciado e concluído. Não crie uma lista de tarefas inatingível: ‍ Pode ser tentador colocar diversas tarefas no seu dia para resolver e se ver livre delas de uma vez por todas. No entanto, fazer isso pode te deixar cansado e prejudicar o andamento das tarefas seguintes, por isso adicione na sua lista de tarefas apenas atividades gerenciáveis e possíveis de cumprir durante aquele dia. Lembre-se de que adicionar tarefas gerenciáveis no seu dia evita que você fique sobrecarregado ou entregue um produto ou serviço com qualidade inferior do que entregaria em condições normais de trabalho. Faça uma revisão constante: Tire alguns minutos ao longo do dia para revisar o que já foi feito e o que precisa ser feito ainda. Dessa forma, é possível gerir melhor o tempo para realizar as tarefas, ou se necessário fazer modificações na lista de tarefas para que ela possa se ajustar da melhor maneira à sua rotina. Com essas dicas fica mais fácil criar uma lista de tarefas eficiente e prática para sua vida pessoal e trabalho. Está complicado se lembrar e gerenciar todas as atividades cotidianas do seu escritório? Não se preocupe, a Vobi também te ajuda com isso. Na plataforma Vobi, você pode utilizar a ferramenta de gestão de tarefas que permite ter maior controle das tarefas do dia-a-dia. E fazer isso ficou muito fácil, com apenas alguns cliques é possível adicionar todas as pendências, reuniões e tarefas do seu dia. Veja os principais benefícios da gestão de tarefas da Vobi: A gestão de tarefas é uma funcionalidade importante em qualquer ambiente de trabalho, pois permite que as equipes organizem suas atividades, estabeleçam prazos e responsabilidades, acompanhem o progresso das tarefas e comuniquem-se de forma clara e eficiente. Na plataforma Vobi, é possível criar tarefas, definir prazos e responsáveis, criar checklists através de subitens atribuídos dentro de cada tarefa, adicionar comentários e arquivos, entre outras funcionalidades. Além disso, é possível visualizar o status das tarefas e o progresso do projeto em uma única tela, o que facilita a gestão e tomada de decisões. A gestão de tarefas da Vobi  também contribui para a produtividade e a eficiência do trabalho em equipe. Com a possibilidade de monitorar o andamento das atividades, é possível identificar gargalos e oportunidades de melhoria, além de aumentar a transparência e a colaboração entre os membros da sua equipe. Uma boa gestão de tarefas é a chave  para o sucesso de um projeto, independentemente do tamanho ou complexidade do mesmo. Solicite seu convite e comprove como a Vobi pode melhorar e muito a gestão do seus projetos e obras --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/marketing-para-arquitetos Title: Marketing para arquitetos: como alcançar mais clientes Meta Description: Entenda porque o marketing para arquitetos é tão importante para o seu escritório e aprenda o passo a passo para aplicá-lo no seu cotidiano profissional. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/marketing-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H2: O que é marketing? H2: A importância do marketing para arquitetos H2: Os benefícios do marketing para arquitetos H2: Passo a passo para colocar o marketing para arquitetos em prática H3: Passo 01 - O escritório H3: Passo 02 - O público H3: Passo 03 - O produto H3: Passo 04 - Objetivos H3: Passo 05 - A promoção H3: Passo 06 - Métricas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H2: O que é marketing? H2: A importância do marketing para arquitetos H2: Os benefícios do marketing para arquitetos H2: Passo a passo para colocar o marketing para arquitetos em prática H3: Passo 01 - O escritório H3: Passo 02 - O público H3: Passo 03 - O produto H3: Passo 04 - Objetivos H3: Passo 05 - A promoção H4: Identidade e produto H4: Preço H4: Público H4: Praças H3: Passo 06 - Métricas H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O marketing para arquitetos é a principal ferramenta do escritório de arquitetura para a aquisição de novos clientes e parcerias. Ele é um processo responsável por entender o seu escritório e o seu público e, então, elaborar a comunicação que conecta essas duas entidades, possibilitando a troca de valores no exercício da compra. A prosperidade do escritório depende de um bom fluxo de projetos, logo, é necessário que você saiba como tomar o controle dos meios que garantem esse fluxo. Entenda porque é tão importante investir no marketing para arquitetos e como aplicá-lo no seu cotidiano profissional através dos seguintes tópicos: Ao contrário do que muitos pensam, o marketing para arquitetos não se resume a divulgar projetos nas mídias sociais e esperar que os clientes se interessem pelo serviço mostrado. Na realidade, essa ação é apenas um recorte do processo, o qual consiste em explorar e criar um produto que atenda as necessidades de um determinado público, ofertar esse produto através de uma comunicação eficiente e entregá-lo. O processo de marketing sempre deve resultar em uma venda que seja lucrativa para ambas as partes, vendedores e clientes. Para entender melhor como funciona esse processo, vamos abordar o conceito dos 4Ps do marketing - produto, preço, praça e promoção. Ao entender esses conceitos universais, você será capaz de compreender melhor as etapas do marketing para arquitetos, que serão mostradas nos tópicos seguintes. Grande parte dos escritórios de arquitetura têm o seu fluxo de projetos provindos de indicações. A indicação é certamente uma das formas mais eficientes para conquistar novos clientes, isso porque as pessoas tendem a confiar na opinião de amigos e familiares que investiram em um determinado serviço e o recomendam. As indicações são ótimas, no meio arquitetônico elas são essenciais, pois, geralmente, estamos lidando com grandes quantias de valor e os clientes querem ter a certeza que vão receber os benefícios esperados. Porém, esperar por indicações coloca o seu escritório em uma posição passiva de um processo que é fundamental para o funcionamento do seu negócio: a aquisição de clientes. Uma pesquisa realizada em 2018 pela "Entenda antes” reuniu 20 profissionais da área e os questionou “como você adquire novos clientes hoje?”. O resultado são 95% de escritórios dependentes de indicação. Dessa porcentagem, 70% afirmou que o mercado está devagar e difícil e os outros 25% que estavam satisfeitos já tinham mais de 20 anos de carreira. Ao analisar esses dados, podemos inferir que as chances de iniciantes alcançarem um bom fluxo de projetos apenas esperando indicações é baixíssima. Ainda que o seu escritório tenha uma rede de contatos bem consolidada, o networking não pode ser a sua única ferramenta de aquisição de clientes, pois isso tende a estagnar o seu negócio e limitar o seu crescimento. Além disso, em momentos de crise, contar com outros métodos para alcançar clientes pode ser um divisor de águas. O marketing para arquitetos vai trazer independência para o seu escritório. Ainda que o seu marketing cultive indicações, pois, como falamos, elas são importantes, tomar o controle desse processo coloca o seu escritório em uma posição ativa, planejando e avaliando resultados. Ao “furar a bolha” e explorar novos contextos você encontrará um mercado totalmente novo, que talvez nunca chegaria até você por indicação, e que não está sendo explorado por outros escritórios que são passivos. A preocupação com o marketing para arquitetos deve estar presente desde o início da concepção de um novo escritório de arquitetura, desde o momento em que o arquiteto está regularizando-se no CAU. Isso porque o planejamento do marketing, bem como a estratégia de vendas, fazem parte da gestão financeira, a qual é responsável por estruturar o seu negócio e garantir a prosperidade do escritório. Além de garantir a independência do processo de aquisição de clientes, o marketing para arquitetos trás diversos benefícios para o seu escritório, vamos ver alguns deles: Para entender como aplicar o marketing para arquitetos na sua rotina profissional é preciso entender que ele representa uma peça dentro do quebra cabeça que vai compor todo o escritório de arquitetura. Vamos mostrar um panorama de como esse quebra-cabeça funciona para que você compreenda onde o marketing entra e como ele deve ser desenvolvido. Partindo do início, quando se opta por abrir um escritório de arquitetura, deve-se pensar em dois fundamentos: CAU e gestão financeira. O conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU - será responsável por regularizar as suas atividades, além de oferecer diversos benefícios e facilidades para o seu escritório. É importante tomar proveito desses benefícios e ficar em dia com as obrigações legais do Conselho. A gestão financeira, por sua vez, é responsável por estruturar todo o financeiro do seu escritório e garantir que ele é um negócio rentável. É ela que vai sustentar a consistência do seu escritório no mercado, bem como possibilitar o seu crescimento. A gestão financeira identifica a sua situação atual e quais os seus objetivos para planejar como atingi-los, traçando estratégias que possibilitem o alcance das metas. Esse planejamento envolve o marketing para arquitetos e também a estratégia de vendas, pois ambos têm relação direta com a geração de receita do escritório, já que são os responsáveis pela aquisição e fidelização de clientes. A aquisição de clientes pode ser visualizada através do funil de vendas, o qual possui várias etapas que representam a jornada do cliente durante o processo de compra. O topo do funil representa o momento que o cliente está considerando contratar um serviço, logo é importante atrair e interessar esse cliente para a sua empresa. Essas primeiras etapas do funil são de responsabilidade do marketing para arquitetos, que é o foco deste artigo. O centro do funil são as etapas que o cliente passa a ter contato com a empresa e considerá-la como uma opção. Os visitantes passam a ser leads - pessoas que iniciaram contato e são clientes em potencial. Nesse momento, é importante se relacionar com essas pessoas, convertê-las e guiá-las ao fundo do funil, o qual representa a tomada de decisão e fechamento de negócios. Essas etapas são de responsabilidade da estratégia de vendas. Agora que você sabe que o marketing para arquitetos faz parte de uma rede de disciplinas conectadas, vamos te guiar passo a passo na elaboração de uma estratégia de marketing assertiva, objetivando alcançar mais clientes de forma independente, trazendo consistência para o seu escritório e favorecendo o seu crescimento no mercado de trabalho. O primeiro passo para montar uma estratégia de marketing para arquitetos é definir a identidade do escritório. Isso vale tanto para a identidade visual, quanto para a identidade conceitual. A identidade visual diz respeito à logotipo, paleta de cores, design, etc. Já a  identidade conceitual diz respeito ao que a sua empresa representa, quais são seus valores, missões e visões. É nesse ponto que entra o branding. Ao adotar um propósito, a marca assume uma personalidade. Isso é importantíssimo para o marketing para arquitetos, pois, além de deixar claro o papel do escritório no mercado de trabalho e na sociedade, o público se identifica com a mensagem de valores que é transmitida. Ao se conectar com a mensagem da sua marca, o público possui maior facilidade em visualizar o valor agregado e tende a optar por ela, mesmo que o preço seja mais alto. A identidade do escritório vai permear toda a comunicação do marketing e será responsável por guiar a percepção das pessoas em relação a sua marca. As mensagens e o design vão gravar a sua marca no imaginário coletivo, de forma que, quando um serviço semelhante ao seu for solicitado, a sua marca seja lembrada de maneira positiva. Por isso, é fundamental que a empresa invista na elaboração de um slogan e one pitch sentence alinhados com essa identidade. O segundo passo é a segmentação do seu público alvo. A princípio, pode parecer que quanto mais pessoas você atrai para o seu escritório, melhor. Porém o mercado funciona em nichos, se você faz de tudo pode acabar não fazendo nada. É necessário entender em qual área você quer atuar e quais pessoas você acredita que vão se interessar pelo seu trabalho. A segmentação do público é um fator chave do marketing para arquitetos. Uma forma muito prática de definir o seu público alvo é desenvolvendo a sua “buyer persona”. A persona é um personagem que representa o seu comprador ideal. Quanto mais detalhada for a sua persona, mais assertiva será a sua estratégia de marketing. Você deve considerar dados demográficos - idade, escolaridade, naturalidade - profissão, hobbies, mídias sociais utilizadas, hashtags pesquisadas, até características mais abstratas, como motivações, dores e necessidades. Recomenda-se a elaboração de três a cinco personas, sendo três o número ideal para obter excelência e precisão no atendimento. Existem três pontos essenciais que você deve identificar na sua persona, são eles: as tarefas, as dores e os ganhos. As tarefas representam todas as ações que uma pessoa deve executar para alcançar o seu objetivo, que é a compra de um produto ou o contrato de um serviço. Os ganhos representam tudo que a persona considera como sucesso daquele processo e as dores são todos os aspectos que ela gostaria de evitar. Esses aspectos podem variar muito de acordo com cada pessoa. Por exemplo, um comerciante que está reformando a sua loja pode apresentar como dor o atraso da entrega, pois, para ele, isso representa mais dias com o negócio fechado. Para uma pessoa que está construindo uma casa, a principal dor pode ser não ficar como esperado, mas talvez ela seja mais flexível com atrasos. Essas informações vão ser muito importantes para o próximo passo e para o marketing para arquitetos como um todo. O “produto” são as soluções que o seu escritório entrega. Como vimos anteriormente nos 4Ps do marketing, o produto não se resume aos serviços prestados pelo seu escritório, ele também é composto por benefícios e diferenciais que vão destacar o seu produto da concorrência e mostrar para o cliente porque ele deveria te contratar ao invés de escolher outra opção. Para elaborar o produto, você deve realizar o somatório entre as aspirações do seu escritório e da sua persona. Primeiro, considere as áreas que você deseja atuar e quais serviços pretende oferecer. Essa é a base do seu produto. Agora imagine a pessoa que vai consumir esse produto. O que ela considera como um ganho no processo de compra? o que ela considera como uma dor? A sua função é agregar valor ao seu produto com criadores de ganhos e alívio de dores para os clientes, encaixando perfeitamente os seus serviços com as necessidades deles. Não será possível criar todos os ganhos, nem aliviar todas as dores, por isso, é necessário priorizar os anseios que serão atendidos. Ao conhecer o seu cliente, você saberá o que ele prioriza, e então poderá responder com precisão as necessidades e agregar muito valor ao seu produto. Os criadores de ganho podem ser: entrega no prazo, baixo envolvimento com o processo, estudo da liquidez do imóvel, etc. Já o alívio de dores pode envolver: dinheiro de volta, acompanhamento online, estudo de viabilidade, etc. O importante é equilibrar a oferta dos seus serviços, incluindo benefícios e diferenciais, com a demanda de necessidades e desejos do cliente. Os seus serviços, somados aos benefícios e diferenciais, compõem a sua proposta de valor, ou seja, o produto que você oferece na experiência de troca de valores e que vai corresponder a um “preço”. Todos esses aspectos devem ser sublinhados durante a comunicação do marketing para arquitetos, pois o cliente deve entender com clareza quais problemas você resolve e qual é o seu diferencial. Após elaborar a sua proposta de valor, é necessário traçar os objetivos. “Eu tenho um produto, tenho um público, mas onde eu quero chegar?”. Defina os seus objetivos financeiros (quanto o escritório pretende receber de lucro no próximo ano?), objetivos de constância (quantos clientes mensais a minha gestão financeira considera como mínimo?), objetivos de crescimento (quantos clientes a mais o escritório pretende receber? quantos profissionais eu desejo contratar para equipe futuramente?), dentre outros. Observe que os objetivos sempre são atrelados a um período de tempo, geralmente um ano. Procure “quebrar” o seu objetivo em metas que sejam mais tangíveis e permitam análises em intervalos de tempo menores como, por exemplo, de três em três meses. Dessa forma, será possível traçar estratégias mais focadas, identificar se elas funcionam ou não e realizar adaptações ao longo do ano para alcançar o objetivo. As estratégias de marketing para arquitetos podem variar muito de acordo com o modelo do seu escritório e, principalmente, o perfil das suas personas. O tópico seguinte vai tratar de algumas abordagens de clientes, pontuando características de personas habituais no campo da arquitetura. Lembre-se que as estratégias podem ser aprimoradas ao se entender melhor como os clientes pensam. A promoção é um dos aspectos mais importantes do marketing para arquitetos, tanto que muitas pessoas associam todo o processo de marketing à essa etapa. Ela é responsável por traduzir aspectos já citados, como a identidade do escritório e o desenvolvimento do produto, para um público selecionado e praças específicas. Todas essas variáveis devem ser consideradas e coordenadas harmonicamente para produzir uma promoção assertiva, capaz de alcançar as metas estabelecidas. Vamos estudar todas essas variáveis. Como já citado em tópicos anteriores, o marketing para arquitetos deve transmitir, com clareza, todos os aspectos relativos à visões e missões do escritório, através do branding, fortalecendo a imagem da marca e sublinhando seu propósito no imaginário coletivo. Além disso, ele também é responsável por transmitir a proposta de valor do escritório, destacando-o da concorrência. A sua promoção deve transmitir essas variáveis, seja em posts e vídeos nas mídias sociais ou em outdoors. Os meios de transmissão são distintos e requerem configurações personalizadas, as quais serão vistas mais a frente, porém o conteúdo citado deve estar presente em todos os casos. É fundamental que o seu escritório possua um site e perfis nas mídias sociais mais relevantes para o seu negócio, que proporcionem ao visitante um panorama completo sobre o seu escritório. Essa “homepage” deve abrigar o fluxo de clientes interessados e deixá-los ainda mais propensos a iniciarem o contato. Para isso, é necessário desenvolver um portfólio de arquitetura encantador, facilitar o contato e proporcionar o máximo de informações possíveis sobre o seu escritório e serviços. É inviável que o preço esteja presente na promoção do marketing para arquitetos, pois os valores são variáveis. A determinação do preço ocorre nas etapas mais profundas do funil de vendas, geralmente durante a reunião de briefing, onde o cliente expõe seus objetivos e então é formulado o orçamento. Portanto, essa variável é de responsabilidade da estratégia de vendas, a qual está preparada para caracterizar a fundo todos os benefícios e diferenciais da proposta de valor, converter o cliente e argumentar com possíveis objeções. Ainda assim, a promoção pode indicar que aquele produto é valioso apenas pela forma como o apresenta. Se a sua "homepage", o seu portfólio, ou até mesmo uma postagem promocional são visualmente bem estruturados e atraentes, o cliente tem mais facilidade em reconhecer aquele serviço como qualificado e tem uma percepção prévia do valor agregado. Na foto acima, os banners possuem a mesma foto como base e comunicam a mesma proposta de valor: cozinhas planejadas, reforma rápida, entrega no prazo e acabando de alto nível. Porém, a forma que a proposta de valor é comunicada passam impressões totalmente distintas para o cliente. É possível identificar a qualidade e profissionalismo dos serviços do banner à esquerda e ter uma percepção do valor agregado dessa proposta. Essa variável, já abordada através das personas, vai ser responsável por guiar muitos aspectos do marketing para arquitetos, por isso é fundamental que você conheça a fundo o perfil dos seus clientes. Para a arquitetura, podemos dividir o público alvo em dois grupos principais: os clientes e os profissionais. Os clientes não possuem conhecimentos aprofundados em arquitetura, por isso, vão exigir uma linguagem mais informal. A sua busca é composta por hashtags e frases mais simples e intuitivas. O visual que vai atrair essas pessoas são mais realistas, mostrando um produto que se aproxima da realidade e passando confiança na qualidade do serviço. Os benefícios que essas pessoas procuram estão ligados à experiência de compra (post à esquerda). Geralmente as praças, ou seja, o local que os clientes se encontram com o seu escritório, são virtuais, sendo as principais mídias sociais o Facebook e o Instagram. Os profissionais possuem domínio na área e permitem o uso de linguagem mais técnica. A busca desse público contém hashtags mais específicas, com termos técnicos da área e do mercado. O visual realista chama atenção, mas esse público também está aberto a apresentações conceituais, contendo sketches e montagens elegantes. Os benefícios que esse público procura são relacionados a experiência de parceria (post à direita). As praças são tanto físicas, como eventos e cursos de especialização que favorecem o networking, quanto virtuais, adicionando mídias sociais mais específicas, como o Pinterest e o Linkedin. Existem três maneiras de cliente e parceiros encontrarem o seu escritório. A primeira é quando você vai até essas pessoas sem que elas tenham demonstrado interesse prévio no seu produto. Essa abordagem é chamada de outbound marketing e é utilizada quando você identifica pessoas que se encaixam no perfil ideal e, portanto, são clientes em potencial. Essa estratégia de marketing para arquitetos é capaz de difundir a mensagem para um grande público, através de outdoors e meios de comunicação tradicionais como comerciais em rádio e TV, porém sem segmentação, ou seja, apenas uma pequena parcela das pessoas atingidas vão se encaixar com o perfil da sua persona. As técnicas de cold calls e cold e-mails permitem uma seleção de público mais qualificada. Porém, a internet revolucionou as técnicas de marketing para arquitetos e o outbound marketing também foi transformado. Os anúncios, banners, pop-ups e publicações patrocinadas nas mídias sociais são direcionadas para as pessoas que se encaixam no perfil de cliente ideal. É possível utilizar filtros de público para alcançar, com precisão, os potenciais clientes e acompanhar os resultados do seu marketing de forma muito simples e ativa, pois as próprias redes já oferecem esses dados de tráfego e engajamento. A internet também é responsável pela modificação da experiência de compra do consumidor. Ao invés de receber as informações das empresas, o consumidor vai atrás dessas informações, configurando a segunda forma de um cliente ou parceiro encontrar o seu escritório. Essa abordagem é chamada de inbound marketing e consiste em atrair esse público que está pesquisando para as páginas e redes do seu escritório. O marketing para arquitetos nas mídias sociais é essencial para o seu escritório. Você deve praticá-lo de forma assertiva e para isso é necessário entender a fundo como ele funciona, pois o inbound marketing segue premissas bem distintas dos meios tradicionais de marketing. O foco dessa estratégia é criar laços com o cliente, por isso, a interação e autenticidade são fundamentais. É necessário criar um conteúdo de qualidade para o seu consumidor e mantê-lo atualizado, fidelizando as pessoas. A promoção do produto será feita de forma sutil, depois que as relações já estiverem estabelecidas. Por ser um marketing de relacionamento, é fundamental que o tratamento e a linguagem das postagens sejam personalizados, por isso, é importante manter o número de personas reduzido. Também é importante ter os seus valores e missões presentes nas postagens, bem como mostrar os bastidores e o processo criativo do escritório, pois essas mensagens e conteúdos vão gerar a conexão necessária para o inbound marketing. A terceira e última forma de um cliente ou parceiro encontrar o seu escritório é através de uma pessoa intermediária que faz essa conexão, ou seja, é através das indicações do seu networking. As indicações para novas oportunidades são fundamentais para a arquitetura e você pode cultivá-las trabalhando ativamente na ampliação do seu networking e fidelizando clientes e parceiros que acreditam no seu trabalho. Além de aumentar o fluxo de projetos, a rede de contatos é fundamental para o estabelecimento de parcerias, pois a qualidade do produto arquitetônico do seu escritório é dependente da qualidade dos serviços de outros profissionais e fornecedores. Logo, é importante identificar bons parceiros e estabelecer relações profissionais com eles. Você pode ampliar o seu networking através das mídias sociais, realizando cursos de especialização e frequentando eventos da área de arquitetura e correlatos. Tão importante quanto elaborar as estratégias de marketing para arquitetos e aplicá-las no seu cotidiano profissional é acompanhar as métricas, ou seja, acompanhar os dados relativos às ações de marketing e analisar se eles estão dando o retorno esperado para o alcance de metas e objetivos. As métricas vão te indicar se você está no caminho certo e, caso não esteja, elas vão apontar com precisão onde está o problema para que você seja capaz de adaptar as estratégias corretamente. As métricas das mídias sociais podem ser facilmente analisadas, pois praticamente todas as redes possuem a aba de “analytics” que vão compilar os principais dados necessários para a análise. Você também pode utilizar ferramentas mais completas como o Google Analytics e o Quintly. As métricas mais importantes para serem analisadas são o alcance das publicações, o engajamento, o volume, que indica quantas pessoas estão falando sobre a sua marca e o tráfego de redes, ou seja, quantas pessoas estão chegando ao seu site através das redes sociais. Um alto alcance com baixo engajamento indica um problema no conteúdo, já um alto engajamento com baixo alcance indica problema na divulgação. A análise do tráfego de redes é a métrica chave das mídias sociais, pois elas vão indicar quantas pessoas realmente tiveram interesse no seu produto e são fortes clientes em potencial. Um bom tráfego de redes significa que as suas estratégias nas mídias sociais estão funcionando. Não se iluda com número de likes e comentários, pois essas ações não representam engajamento e portanto não trazem retorno financeiro. É importante lembrar que o marketing para arquitetos é apenas uma parte do funil de vendas. Existem métricas que são exclusivas da estratégia de vendas e métricas que combinam dados de vendas e marketing. Dentre as métricas que envolvem o marketing, é importante acompanhar a taxa de qualificação, que indica quantas pessoas que chegam pelas mídias sociais são leads qualificados, e custo de aquisição, que analisa quanto o seu escritório gasta com marketing e time de vendas para converter um cliente. Uma baixa taxa de qualificação indica que o marketing está atraindo as pessoas erradas. A avaliação do custo de aquisição, juntamente com outras métricas da estratégia de vendas, vai indicar quais estratégias geram mais retorno. Por exemplo, se grande parte dos clientes convertidos chegam pelo instagram, a gestão financeira pode mover os recursos para essa área, impulsionando as estratégias de marketing dessa rede. O marketing para arquitetos não é difícil de se colocar em prática, basta seguir os passos para elaborar uma estratégia assertiva e entender como essa ferramenta se encaixa nas diversas engrenagens que fazem o escritório de arquitetura andar. Não dependa do acaso e nem de terceiros para prosperar, elabore suas estratégias e participe ativamente no processo de aquisição de clientes do seu escritório! www.vivadecora.com.br www.entendaantes.com.br www.resultadosdigitais.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/materiais-de-construcao-conheca-os-10-materiais-mais-utilizados-nas-obras Title: Quais materiais de construção são mais utilizados nas obras? Meta Description: Há diferentes materiais de construção utilizados na construção civil. No entanto, existem alguns itens que são indispensáveis. Você conhece? Leia o artigo! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/materiais-de-construcao-conheca-os-10-materiais-mais-utilizados-nas-obras ## Headings Structure: H1: Materiais de construção: conheça os 10 materiais mais utilizados nas obras H2: Os 10 materiais mais utilizados nas obras H3: Concreto H3: Tijolos H3: Cimento H3: Aço H3: Vidro H3: Plástico H3: Argamassa H3: Madeira H3: Gesso H3: Alumínio H2: Como calcular a quantidade dos materiais de construção? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Materiais de construção: conheça os 10 materiais mais utilizados nas obras H2: Os 10 materiais mais utilizados nas obras H3: Concreto H3: Tijolos H3: Cimento H3: Aço H3: Vidro H3: Plástico H3: Argamassa H3: Madeira H3: Gesso H3: Alumínio H2: Como calcular a quantidade dos materiais de construção? H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os materiais de construção possuem um papel fundamental em qualquer projeto civil. Eles fornecem estrutura e o revestimento para as edificações, ou seja, dão aporte de segurança e durabilidade para casas, prédios ou qualquer outro empreendimento. Além do mais, os materiais precisam ser resistentes ao desgaste, ao tempo e a outras condições que podem impactar na integridade de uma estrutura. Como a tendência na construção civil é a sustentabilidade, eles precisam propiciar um impacto positivo no desempenho. Materiais mais eficientes quando o assunto é energia podem contribuir para a diminuição do custo, já que os sistemas de aquecimento e resfriamento, em consequência, podem também ser reduzidos. Assim como, materiais que possuem maior resistência ao fogo podem favorecer o aumento da segurança da edificação. Você conhece os produtos mais utilizados na construção civil? Acompanhe os próximos tópicos e saiba mais sobre os 10 materiais mais utilizados nas obras: É um dos materiais de construção mais populares formado por um aglomerado de cimento, água, areia e pedra. Com reforço de fibras ou barras de aço, é possível aumentar a sua resistência e durabilidade. Por isso, é usado principalmente para fazer vigas, lajes, pilares, fundações, pisos, paredes, entre outras estruturas e superfícies. Esse produto pode ser feito no próprio canteiro de obras como também pode ser comprado pronto. Com uma gama variedade de propriedades e usos, existem no mercado os concretos mais leves feitos de agregados como a vermiculita, até concretos de alta resistência com agregados resistentes que permitem maior compressão. Assim, a durabilidade e resistência que esse material oferece, o faz ser utilizado em todo o mundo. Entretanto, se não for feito manutenção adequada, pode estar sujeito a danos, como por exemplo, rachaduras e desgastes. Os tijolos são blocos de barro cozido (cerâmica) ou argila expandida, usados para construir paredes e divisórias. Esses materiais de construção são comumente cozidos a altas temperaturas para torná-los mais resistentes. Por essa razão, os tijolos são encontrados amplamente em construções antigas em todo o mundo. Existem uma variedade de tipos de tijolos, cada um possui características próprias e propriedades específicas. Conheça a seguir as diferenças entre eles: Semelhante ao concreto, os tijolos também podem se deteriorar ou quebrar com o tempo e podem requerer reparos ou substituição. Se feito manutenção, eles podem durar por séculos. É um material de construção produzido a partir de uma mistura de argila, calcário e areia. O cimento é utilizado principalmente para fazer concreto, mas também pode ser usado sozinho para fazer blocos, tijolos, argamassa e outros materiais de construção. Assim como os tijolos, existem diferentes tipos de cimento, onde cada um possui suas próprias características, entenda alguns tipos: O cimento é mais versátil e durável, porém a água e umidade podem causar danos. Por isso, é importante fazer manutenção regular para manter sua estrutura sólida e durável. O aço é um material de construção forte e resistente, usado principalmente em estruturas de edifícios altos e em pontes. Ao mesmo tempo, essa materialidade possui peso leve em comparação com outros materiais de construção, por exemplo, o concreto e alvenaria. A versatilidade do aço permite que ele seja moldado e dividido para transformar-se em outras formas e tamanhos. Outra característica importante é que esse material possui alta resistência ao fogo, sendo uma opção ideal para edificações propensas a incêndios. Mas como a maioria dos materiais, se exposto a umidade e não for feito manutenção, o aço pode apresentar corrosão. O vidro é um material de construção transparente comumente aplicado em janelas e portas, mas também pode ser usado para dividir ambientes e outras aplicações de acabamento. Utilizado para possibilitar a entrada de luz natural nas edificações, esse material também permite que os usuários tenham uma vista da paisagem exterior. Existem diferentes tipos, conheça alguns e suas propriedades: Aqui, os cuidados são maiores, pois o vidro é sujeito a trincos ou quebra se for sujeitado a algum impacto. O plástico é também um material de construção versátil que é usado em uma ampla variedade de aplicações, abrangendo tubulação, caixilhos de janela, telhas, revestimentos de paredes e outros elementos de acabamento. Esse material é constituído de polímeros derivados de petróleo e/ou outros hidrocarbonetos, ele oferece leveza e resistência para as aplicações. Da mesma forma que o aço, o plástico pode ser moldado e cortado para adequar-se aos demais formatos. Igualmente, possui resistência ao fogo. Entretanto, se exposto durante muito tempo ao sol pode haver prejuízos a longo prazo, como o seu enfraquecimento. Esse material de construção pode demorar até séculos para se decompor no meio ambiente, ou seja, outra problemática existente é que se houver desperdícios no canteiro de obras e esse material não for descartado da maneira correta, pode haver impactos ambientais negativos do ponto de vista sustentável. A argamassa é  feita de cimento, cal, areia, água e aditivos, sendo comumente utilizada para vedar espaços entre tijolos, pedras, fazendo assim, o assentamento desses produtos. Esse material pode secar e encolher após uma longa temporada, o que pode causar rachaduras ou desgaste. Por isso, é bom se ter cuidados com reparos e/ou substituição. É utilizada em estruturas de telhado e em elementos de acabamento, como rodapés, batentes e corrimãos. A madeira é constituída por fibras naturais de células de plantas. Entenda a diferença entre os tipos de madeiras e suas características, a seguir: A madeira possui um aspecto muito atraente e pode ser usada para criar uma gama de estilos e acabamentos diversos. Todavia, em sua utilização deve-se ter cuidado com a exposição a água, pois a umidade pode enfraquecê-la com o tempo. Além do mais, as ações de insetos, como os cupins, podem ser danosas. O gesso é constituído de sulfato de cálcio e é utilizado para revestir paredes e teto, como também é usado para fazer molduras, texturas e outros elementos de acabamento. Entenda as diferenças entre os tipos deste material de construção: O alumínio possui resistência e bastante leveza, sendo muito usado em esquadrias, como portas e janelas, e em outros elementos de acabamento, como rodapés e corrimãos. Há vários tipos de alumínio, iremos te apresentar alguns e suas características, acompanhe a seguir: Como citamos, esses materiais podem sofrer corrosão e isso se dá pelo processo de oxidação - contato com a água e o ar -, fazendo com que precise de cuidados para evitar esses estragos. Para chegar a quantidade de materiais de construção necessários para um determinado projeto de arquitetura ou engenharia, é necessário ponderar fatores, como a área da superfície a ser coberta, a espessura da camada de material e as especificações do projeto. Você, como arquiteto ou engenheiro, deve prever todos esses detalhes e cálculos para poder sanar a dúvida do seu cliente e, consequentemente, da equipe que fará a mão de obra da edificação em questão. O importante a se ter em mente na hora dos cálculos é que cada material tem sua particularidade. Para não correr o risco de faltar matérias, já que sempre existe a probabilidade dos materiais de construção sofrerem avaria, acrescentar uma taxa de 10% além do previsto - evitando que o canteiro de obras fique paralisado por carência de material. No geral, os cálculos são feitos dessa forma: Atualmente, existem softwares que possuem recursos avançados para fazer todo o gerenciamento de cálculos dentro de uma plataforma só, gostou? Na Vobi, você pode gerar orçamentos em pouquíssimos cliques, tornando a sua vida e a do seu cliente ainda mais fácil. Você pode adicionar produtos e serviços em segundos, utilizar o catálogo digital, simular quantas versões desejar, controlar a aprovação de itens, facilitar o comparativo e encontrar a melhor combinação de custo e design. #Dica: Agora que você já leu sobre os materiais de construção, leia também o artigo de como fazer orçamento de obra em 5 minutos, clicando aqui. www.paranaferros.com.br www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.blog.ciser.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/matriz-de-eisenhower Title: Matriz de Eisenhower: ferramenta para a gestão de tarefas. Meta Description: A Matriz de Eisenhower é uma metodologia utilizada para ajudar na priorização de atividades diárias de forma eficaz. Leia este artigo e aprenda como fazer Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/matriz-de-eisenhower ## Headings Structure: H1: Matriz de Eisenhower: ferramenta importante para a gestão de tarefas. H2: O que é a matriz de Eisenhower? H2: Como fazer a matriz de Eisenhower? H3: Entenda os quadrantes H3: Exemplos de como aplicar H2: Dicas para otimizar a Matriz H3: Foque no 2º quadrante H3: Invista em software de organização de tarefas H3: Mantenha-se focado H2: Como utilizar a gestão de tarefas na Vobi? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Matriz de Eisenhower: ferramenta importante para a gestão de tarefas. H2: O que é a matriz de Eisenhower? H2: Como fazer a matriz de Eisenhower? H3: Entenda os quadrantes H4: 1º quadrante: Importante x Urgente - Fazer H4: 2° quadrante: Importante x Não Urgente - Agendar H4: 3° quadrante: Não importante x Urgente - Delegar H4: 4° quadrante: Não importante x Não Urgente - Excluir H3: Exemplos de como aplicar H2: Dicas para otimizar a Matriz H3: Foque no 2º quadrante H3: Invista em software de organização de tarefas H3: Mantenha-se focado H2: Como utilizar a gestão de tarefas na Vobi? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Existem muitas ferramentas em formato matriz amplamente utilizadas no mundo dos negócios. Elas contribuem para tomadas de decisões no gerenciamento de projetos, além de proporcionarem uma estrutura organizada para análise de informações e a priorização de tarefas. A título de exemplo temos a Matriz de Eisenhower  e a matriz SWOT. A Matriz de Eisenhower é uma estratégia para priorização de tarefas com base em sua importância e urgência, enquanto a Matriz SWOT, também conhecida como F.O.F.A é utilizada para avaliação de vantagens e desvantagens internas de uma organização, além da identificação das oportunidades e ameaças externas que podem impactar diretamente o seu desempenho. Neste artigo, você irá conhecer um pouco mais sobre a Matriz de Eisenhower e como esse método pode ajudar a sua equipe na priorização de tarefas e ainda aprimorar a gestão de tempo e a produtividade de trabalho. Entenda como utilizar essa ferramenta através dos seguintes tópicos: A Matriz de Eisenhower é uma metodologia essencial para solucionar problemas relacionados ao excesso de atividades a serem desenvolvidas, pois com o acúmulo dessas tarefas fica difícil saber por onde começar, não é mesmo? Essa importante matriz recebeu esse nome em homenagem ao ex-presidente dos Estados Unidos Dwight Eisenhower. Ele foi um general americano e apresentou a ideia que originaria a matriz, onde tinha como finalidade auxiliar nas tomadas de decisões assertivas através da priorização de tarefas classificadas em duas dimensões básicas: urgência e importância. Dessa forma, é possível identificar e priorizar, evitando perder tempo com o que não é relevante. Relembre a diferença desses dois conceitos: A Matriz de Eisenhower é composta por 4 quadrantes, nos quais devem ser distribuídas as tarefas pendentes segundo as seguintes categorias: Você sabe para que serve, na prática, a Matriz? Ela pode ser utilizada para o planejamento de tarefas diárias, semanais ou mensais, em todas as áreas do seu escritório ou até na sua vida pessoal, seja de forma coletiva ou individual. Saiba o que ela permite: No próximo tópico, abordaremos cada um dos quadrantes e quais são suas características, continue a leitura! O primeiro quadrante da Matriz de Eisenhower refere-se a maior prioridade, ou seja, as tarefas atribuídas a esse quadrante devem ser executadas imediatamente. Elas têm um prazo a ser cumprido e importância, o que significa que ela está atrelada aos seus objetivos maiores. O segundo quadrante da Matriz de Eisenhower é para aquelas tarefas referentes às metas, mas não existe um prazo de conclusão atrelado. O conselho é programar um momento específico para executar essa tarefa. Lembre-se: só desenvolva esse quadrante quando concluir as tarefas do primeiro. No terceiro quadrante da Matriz de Eisenhower insira as tarefas que devem ser concluídas imediatamente, mas que não afetam suas metas a longo prazo. Por isso, essas atividades podem ser delegadas, pois não exigem vínculo pessoal nem tão pouco habilidades específicas. O ato de delegar é eficiente no gerenciamento de demanda de trabalho e ainda permite que sua equipe desenvolva habilidades. Após listar as tarefas e distribuir nos três primeiros quadrantes, talvez irá sobrar atividades que não são importantes ou urgentes. Essas tarefas se encaixam no quarto quadrante, onde o objetivo é eliminar, já que elas podem estar apenas atrapalhando a realização de suas metas por consumirem muito tempo. Exclua-as para concentrar-se em tarefas mais importantes e produtivas. É importante destacar que para melhor eficiência do método, é fundamental separar matrizes distintas para o trabalho e para a vida pessoal. Isso permite a separação de listas de tarefas com o método mais apropriado para o momento e o lugar. Em busca de ajudá-lo a entender as tarefas que podem ser atribuídas a cada quadrante da Matriz de Eisenhower, separamos alguns exemplos abaixo: Exemplos de tarefas a inserir no primeiro quadrante: Exemplos de tarefas a incluir no segundo quadrante: Algumas tarefas que podem ser incluídas no terceiro quadrante: Exemplos de tarefas que podem incluídas no quarto quadrante: A fim de otimizar o planejamento e garantir melhores êxitos, uma rotina mais tranquila com equipe engajada, além do passo a passo para construir a Matriz de Eisenhower, existem algumas ficas que podem ser úteis. Acompanhe a seguir: Ainda que o quadrante 2 não seja urgente, é importante não deixá-lo sempre para depois, pois essas tarefas possuem importância fundamental. É recomendável monitorar e definir um momento para sua execução. Stephen Covey, autor do best-seller “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” defende que: As pessoas ficam tão ocupadas com as tarefas do quadrante 1 que nunca têm tempo para as outras. De forma online, via listas contendo as tarefas a serem realizadas, além de quatro outras correspondentes a cada quadrante, e uma última para as tarefas concluídas, você pode implementar o método. O objetivo é transferir as tarefas da primeira lista para o quadrante que faz sentido e, à medida que forem sendo concluídas, arrastá-las para a última listagem. A parte mais desafiadora da Matriz de Eisenhower é ordenar a lista de pendências e não dá para, simplesmente, subestimar a quantidade de tarefas envolvidas na sua empresa - sabemos que são muitas! Por isso, recomendamos que se invista em uma plataforma online especializada em organização, que pode automatizar uma série de ações. Com a Vobi, por exemplo, você consegue determinar as tarefas de alta prioridade, além de categorizar, identificar status por cores e delegar tarefas à equipe. Com ambos os métodos, é possível aumentar a produtividade e alcançar os resultados esperados em menos tempo. No dia a dia de sua organização de tarefas, sempre que for iniciar o seu dia de trabalho, procure ter conhecimento das atividades a serem realizadas nas próximas horas. Por isso, é importante revisar todos os quadrantes da matriz a fim de organizar por prioridade. É fundamental manter a Matriz de Eisenhower sempre atualizada! Mas, cuidado! Não liste tarefas em excesso, é recomendável concentrar-se em aproximadamente 7 ou 8 itens em cada classificação, no máximo 10. Se os quadrantes estiverem sobrecarregados, é possível que você não tenha tempo para fazer, planejar, delegar ou eliminar. E não queremos ter como resultado o campo da frustração, não é mesmo? Por último, e não menos importante, após visualizar as tarefas a serem realizadas, monitore a sua capacidade de execução, assim como da sua equipe. Que tal desenvolver um relatório sobre as realizações diárias? Analise cada quadrante e qual você leva mais tempo ou saiba se está procrastinando mais do que deveria. Se você ainda utiliza bloco de notas do celular/computador e tem problemas de comunicação com seus sócios e/ou equipe sobre quais são os próximos passos e quem são os responsáveis por cada tarefa. Agora, ao utilizar a Matriz de Eisenhower  para gestão de tarefas, vamos para outro nível! Com a ferramenta Gestão de tarefas da Vobi, você poderá: A Vobi oferece duas opções para a criação de tarefas: uma é através do menu de Produtividade, que possibilita a gestão de tarefas de forma geral, a segunda opção é na aba de Cronograma, presente nos projetos em construção. Em ambos os ambientes, você pode criar novas tarefas clicando em “Adicionar tarefa”. Saiba como funciona a funcionalidade Gestão de tarefas através da imagem abaixo: Como citamos anteriormente, a Matriz de Eisenhower  pode auxiliar na gestão de tarefas da sua empresa. Com tantas tarefas criadas diariamente, é importante classificá-las conforme a importância e urgência, garantindo que o mais relevante seja realizado primeiro. Com a Vobi, você tem a possibilidade de realizar alterações em massa nas tarefas e isso pode ser uma ótima maneira de otimizar seu tempo e também a eficiência da sua equipe. Selecionando as tarefas que precisam de alteração, na ferramenta Gestão de tarefas que fica dentro do menu Produtividade, usando o menu flutuante, você pode indicar as mudanças desejadas. Assim, é garantido que todas as tarefas sejam atualizadas rapidamente, sem perder tempo fazendo mudanças individuais. Você pode aplicar a Matriz de Eisenhower para priorizar as suas subtarefas e da sua equipe. Por exemplo, ao criar checklist para a tarefa “realizar reunião de apresentação”, você pode classificar cada subtarefa em um dos quadrantes da matriz. Agendar a reunião com o cliente pode ser uma tarefa importante e urgente, enquanto coletar feedback no final pode ser uma tarefa importante, mas não tão urgente. Dessa forma, você pode priorizar as subtarefas e garantir que a tarefa principal seja concluída de forma mais eficaz. Lembre-se que ao marcar uma tarefa como concluída, você está executando a parte importante da matriz, que é fazer as tarefas importantes primeiro. Você também estará atualizando o status da tarefa, essencial para a comunicação e colaboração em equipe. Assim, todos da equipe saberão que foi concluído e o que ainda precisa ser feito, ajudando a evitar a duplicação de esforços e assegurar que as atividades sejam concluídas no prazo. Pensando em você e na sua empresa que possuem muitas tarefas e projetos, o filtro de tarefas da nossa plataforma pode “clarear” a visão de quem está utilizando a ferramenta, facilitando o acesso às tarefas de cada projeto. Só é necessário ativar o filtro, clicando no ícone que fica no canto direito superior da tela e selecionar o filtro desejado. Agora que você conhece a ferramenta, saiba da novidade que pode ser muito útil na sua gestão de tarefas. Implementamos a “mecânica de observação” que permite vincular outros colaboradores da sua equipe em uma tarefa para que eles possam acompanhar as mudanças, sem precisar assumir a responsabilidade por ela. Legal, né? Para isso, basta clicar na tarefa desejada e ir até o ícone de olho "👁‍🗨". Você poderá sinalizar, então, quais colaboradores da equipe você deseja que observem as atualizações da tarefa. 💡Você pode utilizar o recurso vinculando o seu usuário como observador de tarefas repassadas para colaboradores que estão sendo treinados ou até mesmo estagiários. Ótimo jeito de garantir um controle de qualidade na empresa, não é mesmo? Logo, investir em uma gestão eficiente de tarefas unindo a Matriz de Eisenhower é necessário para garantir a qualidade e a eficiência das construções e, em consequência, a satisfação dos clientes e o sucesso do negócio. https://rockcontent.com/br/ https://www.sydle.com/ https://www.flowup.me/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/matriz-raci Title: Matriz RACI: planejando o sucesso do seus projetos. Meta Description: A Matriz RACI, ou gráfico RACI, é comumente utilizada para gerenciar projetos em todo o mundo, esclarecendo as responsabilidades dos membros de toda equipe. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/matriz-raci ## Headings Structure: H1: Matriz RACI: planejando o sucesso do seus projetos. H2: O que é matriz RACI? H2: Qual o principal objetivo da Matriz RACI? H3: Levantamento de informações fácil H3: Divisão de tarefas H3: Otimiza a comunicação H3: Aumento do senso de responsabilidade H2: Como construir a Matriz RACI? H2: Aplique a Matriz RACI em seus projetos e obras na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Matriz RACI: planejando o sucesso do seus projetos. H2: O que é matriz RACI? H2: Qual o principal objetivo da Matriz RACI? H3: Levantamento de informações fácil H3: Divisão de tarefas H3: Otimiza a comunicação H3: Aumento do senso de responsabilidade H2: Como construir a Matriz RACI? H2: Aplique a Matriz RACI em seus projetos e obras na Vobi H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A Matriz RACI, também conhecida como gráfico RACI ou Matriz de Responsabilidades, é utilizada em diferentes áreas para elucidar a divisão de responsabilidades de uma equipe. Por meio de uma tabela é possível acompanhar, de forma simplificada, as ações tomadas ao longo do projeto em questão. Essa matriz consiste em utilizar quatro funções principais: responsável, autoridade, consultado e informado. Mas e aí, na sua empresa existe uma compreensão clara dos colaboradores de seus papéis e atribuições? Sabendo quando agir e/ou quando apenas está sendo informado? Com a ferramenta Matriz de Responsabilidades é possível melhorar a gestão de tarefas e aumentar o engajamento da equipe, pois é possível utilizá-la em plataformas interativas, de forma online, tornando acessível para toda equipe do projeto. Com as atualizações em tempo real, há promoção de transparência e agilidade, além da identificação de possíveis conflitos de responsabilidades e lacunas nas tomadas de decisão. Portanto, a Matriz RACI é indispensável para gerir projetos. Descubra como utilizar e aprimorar a gestão da sua empresa. Neste post, você encontrará os seguintes tópicos: A Matriz RACI fornece clareza na descrição das funções de todos os colaboradores em um projeto, e isso é o que garante que todas as atividades sejam atribuídas a um responsável para ser bem executada. Os quatro papéis que um membro da equipe pode desempenhar em um projeto são esses: Responsável (R): são aquelas pessoas responsáveis por desempenhar uma determinada tarefa, podendo ser uma só pessoa ou grupo de corresponsável. Autoridade (A): é o “proprietário” do trabalho, sendo a pessoa que assina ou aprova cada decisão, além de garantir que as responsabilidades sejam atribuídas na matriz para todas as atividades relacionadas. É necessário apenas uma pessoa nessa função e ela será cobrada caso algo inesperado aconteça. Consultado (C): são as pessoas que devem fornecer informações anteriormente à etapa de execução e aprovação, possuindo a obrigação de responder os anseios do responsável para que ele possa, então, concluir a tarefa. Informado (I): são aqueles membros que necessitam ser mantidas informadas sobre o progresso das atividades, mas não contribuem diretamente para a tarefa ou decisão. Por exemplo, participam desse grupo: gestores, colegas de projeto ou outra pessoa interessada diretamente no projeto. Sabendo que a organização de informações é muito importante para o desenvolvimento de projetos de arquitetura, ao utilizar a Matriz RACI é possível identificá-las de forma fácil para tomada de decisões, bem como o acompanhar do começo ao fim todo o projeto. Com a ferramenta, é possível documentar todo processo de gestão de responsabilidades. Por exemplo, em um projeto de arquitetura, é necessário executar uma série de tarefas complexas como levantamentos, processo de concepção, desenvolvimento de desenhos técnicos, gestão de prazos, coordenação de fornecedores, entre outros. Na prática, a Matriz de Responsabilidade irá demonstrar quem é o arquiteto responsável pelo projeto e quem são os outros profissionais que deve aprovar, consultar ou informar sobre cada atividade. Portanto, essa organização de informações é essencial para garantir a eficiência e o sucesso de projetos. A Matriz RACI contribui no processo de delegação de tarefas, pois evita que aja sobreposição ou ausência de responsabilidades, fazendo também com que o projeto fique mais organizado. Por o setor da construção civil ser complexo, onde envolve muitos fornecedores, etapas e atividades relacionadas, é essencial ter uma divisão clara de tarefas, atribuição de autoridade, consulta adequada e compartilhamento de informações relevantes para o desenvolvimento dessas tarefas. Vamos considerar um projeto de arquitetura para a construção de um edifício comercial, a aplicação da Matriz RACI na divisão de tarefas, pode acontecer da seguinte forma: Atividade: Anteprojeto do edifício Atividade: Desenvolvimento do cronograma de obra Muitos escritórios de arquitetura e engenharia enfrentam desafios relacionados à comunicação. Profissionais da área relatam sofrer com problemas de falta de informação entre diferentes equipes envolvidas nas fases de um projeto. Ou ainda, a comunicação de forma inadequada com um cliente pode acarretar em expectativa não atendida e deixá-lo insatisfeito. Por isso, é fundamental implementar estratégias adequadas para garantir que as informações sejam transmitidas de forma transparente e clara. São muitos os benefícios da Matriz RACI em uma empresa, e um deles é que, de fato, a comunicação interna é melhorada, pois toda equipe passa a ficar ciente de cada atividade que precisa ser feita. Isso evita erros ou retrabalhos advindos da falta de definição de responsabilidades, ou da má comunicação. Além disso, a matriz fornece uma base para feedback e avaliações, conseguindo identificar as lacunas de comunicação e os desafios que estão relacionados para que se possa corrigir os problemas e ajustar os papéis e responsabilidades dos membros da equipe. Com a alocação clara de responsabilidades é possível que a equipe de projeto tenha maior responsabilidade entre os membros da equipe. Reduzindo, então, a procrastinação e negligência de tarefas. Com a aplicação da Matriz de responsabilidades, cada pessoa tem uma compreensão clara do que é esperado de produção e pode ser cobrada por sua responsabilidade em questão. Além disso, fomentar uma cultura de prestação de contas incentiva a equipe a assumir suas responsabilidades de forma proativa, impactando no âmbito individual e coletivo. Para que a Matriz RACI funcione como ferramenta visual, de forma eficaz, para ajudar na representação das funções e responsabilidades de um projeto, é necessário que todos da equipe estejam envolvidos. É importante que se algo estiver em discordância com o grupo, é melhor resolver anteriormente a iniciação da implementação do método. Caso tenha dúvida em como analisar as tarefas, conversar com os colaboradores, distribuir tarefas, dar feedbacks e/ou suporte, leia o artigo sobre gestão de tarefas, clicando aqui. Se você não tem nenhuma dúvida sobre o processo de delegar ou trabalhar em equipe, entenda quais são as quatro etapas para criar a matriz: Já pensou em adotar a Matriz RACI para sua empresa por meio de uma plataforma de gestão eficiente, como a Vobi? Com ela você poderá atribuir responsáveis para cada tarefa de forma organizada. Ao adicionar colaboradores da sua empresa na nossa plataforma, você terá um dos principais benefícios de gerenciar todas as tarefas de forma digital e sem precisar ter que criar inúmeros grupos de WhatsApp e outras ferramentas improvisadas. Para vincular colaboradores responsáveis em determinadas tarefas a partir do projeto, você deve clicar no menu Projetos, selecionar o projeto que você deseja fazer a gestão, em seguida clicar na aba Cronograma e procurar a tarefa através da seta ao lado da respectiva Etapa. Agora é só ir à coluna Responsáveis, ao lado do nome da tarefa, e adicionar a pessoa que você deseja vincular a atividade. Pronto! Sempre que um colaborador for vinculado a uma tarefa, ele receberá uma notificação através do sininho que fica no canto direito superior da tela. Você também pode designar pessoas como responsáveis por um projeto na Vobi, além de atribuir responsáveis às tarefas individuais. Na seção Colaboradores, dentro da página do projeto desejado, selecione o colaborador e as iniciais da pessoa já aparecerão no topo da página, indicando que ela é responsável pelo projeto, assim como mostra a imagem a seguir: Acompanhe algumas dicas de como utilizar a Matriz RACI e a funcionalidade de tarefas da Vobi da melhor forma em sua empresa: ✅Faça reuniões diárias ou semanais de 15 a 30 minutos com os colaboradores (consultados) para que os responsáveis pelas tarefas sejam definidos e vinculados dentro da Vobi em tempo real (Responsáveis). ✅Entenda se existe alguma tarefa na empresa que sempre é realizada pela mesma pessoa e adicione essa pessoa como responsável pela tarefa na criação e edição do template de projeto (Autoridade). ✅Utilize a ferramenta da Vobi como um termômetro para garantir que você, como dono/a da empresa, está delegando as tarefas necessárias para os colaboradores (Responsáveis) e não está absorvendo muitas demandas necessárias, o que pode resultar em sobrecarga (Autoridade). ✅Caso você tenha profissionais externos da sua equipe, eles serão criados como convidados dentro da sua conta, ou seja, eles não terão acesso à plataforma, mas ainda poderão ser atribuídos às tarefas em sua empresa (Informados). Assim, os visitantes não serão cobrados, caso haja essa preocupação. https://blog.runrun.it/ https://monday.com/blog/ https://artia.com/blog/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-de-calculo Title: Como o memorial de cálculo ajuda na gestão do projeto? Meta Description: O memorial de cálculo é um documento técnico importante para o planejamento, orçamento e autorização da execução de construções. Conheça o que é e como fazer. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-de-calculo ## Headings Structure: H1: O que é Memorial de Cálculo, como fazer e principais benefícios H2: O que é memorial de cálculo? H2: Quais são os benefícios do memorial de cálculo para a construção civil? H2: Como fazer um memorial de cálculo? H2: Qual a relação entre o memorial de cálculo e outros documentos da construção civil? H3: Alvará de construção H3: Certidão de Acervo Técnico H3: Projeto de Combate a Incêndio e Pânico H3: Estudo de viabilidade H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que é Memorial de Cálculo, como fazer e principais benefícios H2: O que é memorial de cálculo? H2: Quais são os benefícios do memorial de cálculo para a construção civil? H2: Como fazer um memorial de cálculo? H2: Qual a relação entre o memorial de cálculo e outros documentos da construção civil? H3: Alvará de construção H3: Certidão de Acervo Técnico H3: Projeto de Combate a Incêndio e Pânico H3: Estudo de viabilidade H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O memorial de cálculo é um documento importante na área da construção civil, pois ele detalha os cálculos que determinam os quantitativos e os custos dos materiais necessários para execução do projeto. Esse memorial fornece base para o orçamento, garantindo não só a precisão do cálculo como também contribui para ser uma referência para os próximos projetos. Portanto, essa documentação está diretamente relacionada a uma gestão de projeto eficiente. Você conhece o que está incluso no memorial de cálculo e qual relação com outras documentações importantes para autorização de construções? Leia, a seguir, os seguintes tópicos: O memorial de cálculo é uma ferramenta determinante para garantir a precisão, eficiência e sucesso de um projeto. Esse documento técnico, elaborado por engenheiros, descreve os cálculos detalhados e determinam a quantidade, dimensões, pesos, resistências e custos dos materiais necessários para um projeto de construção. Essa peça importante contém cálculos com dimensões e detalhes, quantidades, preços unitários, custos totais, desenhos e especificações técnicas que norteiam como o projeto deve ser executado. Assim, é possível ter ciência de quais foram os critérios utilizados para alcançar os resultados do projeto. O memorial de cálculo é capaz de fornecer uma base para o orçamento, isso porque com o documento é possível estimar os custos totais que o projeto exigirá. Assim, fica mais fácil ter uma visão ampla da obra, entendendo o que irá compor cada fase e quais tomadas de decisões irão ser necessárias para o funcionamento de tudo. Com cada detalhe documentado, é possível identificar em tempo hábil se os cálculos estão certos e evitar erros futuros - que podem impactar diretamente nos gastos e no cronograma de obra. É aí onde esse documento contribui efetivamente na gestão do projeto! Além do mais, o memorial de cálculo pode ser utilizado como referência, posteriormente, em projetos similares. 1° Passo: Inicialmente é importante ter domínio técnico do projeto, compreendendo suas especificações, desenhos e orçamento. 2° Passo: desenvolva uma lista detalhada das características da obra e descrição do sistema estruturado a ser utilizado. Liste, também, todos os materiais necessários para o projeto, contendo quantidades e especificações técnicas. 3° Passo: busque pelos preços unitários de cada material e calcule o custo total para cada item. 4° Passo: analise materiais ou métodos alternativos de construção para  buscar baratear os custos 5° Passo: escreva o memorial de cálculo de forma clara e organizada. O documento deve conter os tipos de carregamentos para cada parte da estrutura (peso próprio, carga permanente, sobrecarga, vento, etc.). Apresente também os diagramas de esforços obtidos. 6° Passo: analise o memorial de cálculo para garantir sua precisão e complete todos os detalhes necessários. Logo, envie para a aprovação do proprietário ou do gerente de projeto. 7° Passo: Reveja o memorial constantemente durante o projeto para garantir sua precisão e atualizar as informações conforme necessário. #DICA: É importante trabalhar com atenção aos detalhes e averiguar todos os cálculos antes de finalizar o documento. O alvará de construção é um documento importante emitido pelos órgãos municipais, como a prefeitura, que permite a construção de um projeto de acordo com as leis vigentes da localidade. Nesse processo de aprovação, é exigido a apresentação de projeto detalhado,  contendo plantas baixas, cortes, especificações e memorial de cálculo. Portanto, o memorial é de extrema importância para autorizar etapas posteriores, como a emissão do alvará. A certidão de acervo técnico é um documento que assegura, legalmente, as atividades registradas pelo profissional em seu acervo técnico - registro de todas as atividades desenvolvidas ao longo da carreira via ARTs. Isto é, essa documentação comprova a experiência do profissional da construção civil ao longo do exercício da atividade e atesta a competência. Tanto a certidão quanto o memorial de cálculo são importantes para o processo de construção. Em casos de editais e licitações de obras públicas, ambos documentos são requeridos juntos. O Projeto de combate a incêndio e pânico é uma etapa do projeto onde é especificado soluções de forma técnica para garantir a segurança dos usuários em caso de incêndio e pânico. O memorial de cálculo entra nessa etapa como um complemento, sendo essencial para fornecer o parecer dos cálculos e especificações de sistemas e equipamentos a serem utilizados. Você sabe quais são as principais informações que deve constar nesse documento? Acompanhe a seguir: ✔ Identificação do empreendimento e das áreas de riscos: localização, informações do proprietário, do projetista, área construída, número de pavimentos, altura da edificação, etc. ✔ Informações da disposição: acesso de viaturas, segurança estrutural, controle de incêndio e materiais de acabamento, iluminação de emergência, sinalização,  detecção e alarme, aparelhos extintores, saída de emergência, proteção por hidrantes, canalização preventiva (reserva técnica, cálculo de consumo predial, cálculo da altura de nível da RTI), cálculo da bomba para hidrantes, sistema de proteção contra descargas atmosféricas, etc. O estudo de viabilidade é uma análise se o projeto a ser executado é viável, considerando os custos, riscos e retorno financeiro para o mercado imobiliário. Com isso, o memorial de cálculo pode ser parte importante do estudo, já que ele fornece informações técnicas e financeiras sobre os custos da estrutura. Acompanhe os exemplos de análises que podem ser feitas: ✔ Investimento: custos com consultoria, treinamento, máquinas, equipamentos e de tempo/hora. ✔ Situação atual e situação esperada: consumo de água, matéria prima, energia, mão de obra, geração e tratamento de resíduos sólidos, geração de efluentes líquidos, geração e tratamento de emissões atmosféricas, danos a equipamentos, retrabalho, saúde ocupacional e segurança, despesas com seguro, gastos com atendimento médico, gastos para repor produção, indenizações, entre outros. ✔ Benefício econômico: redução do custo no consumo de matéria-prima, de energia, de água, de tratamento de resíduos sólidos, de tratamento de afluentes, de mão de obra, de retrabalho, etc. ✔ Benefício ambiental: redução da geração de resíduos sólidos/efluente líquido, no consumo de água, de matéria prima, de energia, de carga orgânica, poluentes metálicos, benefício e redução de gastos com saúde ocupacional e segurança, entre outros. Com isso, o memorial de cálculo é importante pois apresenta o que pode impactar na viabilidade do projeto. https://files.cercomp.ufg.br/ https://ibecensino.org.br/ http://www.crq7.gov.br/ https://compras-arquivos.sepog.fortaleza.ce.gov.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-descritivo-de-arquitetura-o-que-e-como-fazer Title: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? Meta Description: Aprenda tudo sobre Memorial Descritivo de Arquitetura! Quais os tipos e aplicações, como fazer um documento completo e quais os itens obrigatórios na elaboração Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-descritivo-de-arquitetura-o-que-e-como-fazer ## Headings Structure: H1: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H2: O que é um Memorial Descritivo de Arquitetura? H2: A elaboração do Memorial Descritivo de Arquitetura é obrigatória? H2: Quais os itens de um Memorial Descritivo de Arquitetura? H2: Dicas importantes para elaborar seu Memorial Descritivo de Arquitetura H3: Materiais empregados na obra H3: Atualização constante H3: Equipe técnica H3: ‍Entendimento completo do projeto H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H2: O que é um Memorial Descritivo de Arquitetura? H2: A elaboração do Memorial Descritivo de Arquitetura é obrigatória? H2: Quais os itens de um Memorial Descritivo de Arquitetura? H2: Dicas importantes para elaborar seu Memorial Descritivo de Arquitetura H3: Materiais empregados na obra H3: Atualização constante H3: Equipe técnica H3: ‍Entendimento completo do projeto H3: Continuar lendo H4: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H4: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H4: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H4: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O memorial descritivo de arquitetura é o documento responsável por complementar as informações do seu projeto. Ele traz, de forma organizada, todos os detalhes referentes à execução da obra, instalações elétricas e hidráulicas, especificação de materiais, louças e metais, além de todas as informações que você julgar serem necessárias para executar a sua proposta. Esta etapa é extremamente importante, pois garante que o projeto seja executado exatamente como pensado, auxiliando os proprietários na hora de realizar futuras manutenções do imóvel sem que façam grandes alterações, preservando a ideia inicial. Mas se você nunca fez um memorial descritivo de arquitetura ou está em busca de conhecimento para aprimorar o documento padrão do seu escritório, preparamos este artigo para lhe ajudar. Ao longo do texto, você irá aprender sobre: Como dito, o memorial descritivo de arquitetura é um dos documentos que integra o projeto executivo e é o responsável por conter as informações detalhadas que irão ajudar o encarregado pela execução do projeto a deixar tudo exatamente como você imaginou. Além disso, os proprietários do imóvel também poderão consultar esse documento e identificar as informações necessárias para realizar futuras manutenções sem que ocorram alterações do seu projeto. Dentro do âmbito de arquitetura e interiores, é possível encontrar uma grande variedade de tipos de memoriais descritivos. Aqui relacionamos alguns dos modelos mais tradicionais: Podendo ser tanto um memorial descritivo residencial quanto comercial. Falaremos mais especificamente dele nos próximos tópicos. Este modelo segue os mesmos princípios do memorial descritivo de arquitetura. No entanto, não existe nenhuma norma ABNT que determine as informações que devem ser incluídas. Mas, de uma forma geral, ele costuma conter: dados da obra, objetivos e conceito do projeto, materiais, revestimentos, louças e metais, tintas e mobiliário. Clicando aqui, você pode conferir o nosso artigo completo sobre esse tema e se aprofundar nos tópicos de elaboração de um memorial descritivo de reforma. Nós também temos um artigo especial sobre memorial descritivo de obra. Então, se você deseja ler a matéria na íntegra, basta clicar aqui. Segundo a Lei 4.591/64 o memorial descritivo é considerado obrigatório em empreendimentos de construção civil e, toda e qualquer pessoa interessada em adquirir um imóvel na planta tem o direito de solicitá-lo. No caso de reformas de pequeno porte e de design de interiores não há obrigatoriedade de apresentação do documento. Apesar de ser facultativo, sua elaboração, nesses casos, pode ser de grande valia para autorizar a obra junto ao corpo técnico do edifício (no caso de apartamentos) e especialmente para auxiliar o responsável pela execução da obra a fiscalizar se todos os itens executados estão de acordo com seu projeto. Um ponto importante que geralmente passa despercebido é que, ao elaborar o memorial descritivo de arquitetura, você consequentemente passa por todas as etapas da obra - conceito e justificativas do projeto, etapas de serviços civis, especificação de materiais e itens decorativos - e assim, consegue antecipar possíveis erros de execução e corrigi-los antes que lhe causem problemas.‍ Para dar início à elaboração de um memorial descritivo de arquitetura é importante que você já esteja com todas as plantas do projeto executivo prontas. Afinal, são elas que irão te orientar sobre quais itens deverão estar presentes no seu documento. Uma excelente dica para facilitar a execução é imaginar que você está transcrevendo suas plantas para um documento escrito. Os componentes que vão integrar o seu memorial descritivo de arquitetura podem variar de acordo com o tipo e complexidade do projeto. Porém, de acordo com a ABNT, estes são os itens que seu documento deve conter: ✔ Localização da obra; ✔ Dados do proprietário; ✔ Detalhes das etapas da construção; ✔ Especificação de fechamentos; ✔ Especificação de acabamentos; ✔ Normas adotadas para realização dos cálculos; ✔ Objetivos do projeto; ✔ Detalhamento dos materiais que devem ser utilizados; ✔ Demais detalhes que julgar importante. Este último item pode englobar elementos complementares tais como: ✔ Considerações Gerais; ✔ Estudos Preliminares; ✔ Informações estruturais; ✔ Tratamento e impermeabilizações; ✔ Soleiras e Peitoris; ✔ Instalações Hidrossanitárias e Pluviais; ✔ Instalações elétricas; ✔ Limpeza e organização da obra. Vale ressaltar que após sua finalização, o documento deve ser registrado em cartório. Elencamos algumas dicas que consideramos indispensáveis para a elaboração do documento: Lembre-se que o memorial descritivo deve conter apenas informações legítimas e compatíveis com o que foi executado. Tudo precisa estar sob seu controle, de modo que o mesmo não deponha contra a sua empresa. Se você especificou tinta epóxi para o banheiro, mas por alguma razão optou por tinta à base d’água, é necessário atualizar a informação para que não haja incompatibilidade.‍ O que leva-nos à próxima dica: Obras nunca acontecem exatamente como o planejado e, por isso, todas as alterações que forem ocorrendo ao longo da execução do projeto, devem ser adicionadas ou atualizadas em seu memorial descritivo de arquitetura. Dos projetistas aos colaboradores da operação, todos são fundamentais para que a obra saia do papel dentro de expectativas viáveis. Tanto técnica, quanto economicamente. Fique atento: dados mal escritos e pouco detalhados levam a erros de compreensão.‍ Por fim, o memorial descritivo de arquitetura é um documento único e, para elaborá-lo, não existe uma "receita de bolo". Cada projeto de arquitetura tem que ser estudado e avaliado individualmente. Apesar de parecer complexo, ao criar um arquivo padrão para seu escritório, o processo fica muito mais simples e o tempo demandado para elaborar o documento irá lhe poupar de futuras dores de cabeça com problemas durante a obra e o pós obra. www.vivadecora.com.br www.totalconstrucao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-descritivo-de-obra Title: Memorial Descritivo de Obra: Aprenda Como Fazer Meta Description: Aprenda tudo o que você precisa saber para elaborar o seu memorial descritivo de obra, com foco no uso residencial através desse checklist completo e comentado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-descritivo-de-obra ## Headings Structure: H1: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H2: O que é um memorial descritivo de obra residencial? H2: Quais os itens indispensáveis em um memorial descritivo de obra residencial? H3: 1. Dados gerais H3: 2. Considerações gerais do memorial descritivo de obra H3: 3. Descrição dos serviços e dos materiais para a execução H3: 4. Descrição dos sistemas e materiais de instalações H3: 5. Instalações especiais H3: 6. Acessórios e interiores H3: 7. Limpeza da obra H2: Como fazer um memorial descritivo de obra? H3: Redigindo o documento H3: Conceitue a obra a ser executada H3: Dados gerais H3: Considerações gerais do memorial descritivo de obra H3: Descrição dos serviços e dos materiais para a execução H3: Descrição dos serviço e materiais de instalações H3: Instalações especiais H3: Acessório e interiores H3: Limpeza de obra H2: Diferenças entre memorial descritivo de obra comercial e residencial H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H2: O que é um memorial descritivo de obra residencial? H2: Quais os itens indispensáveis em um memorial descritivo de obra residencial? H3: 1. Dados gerais H3: 2. Considerações gerais do memorial descritivo de obra H3: 3. Descrição dos serviços e dos materiais para a execução H3: 4. Descrição dos sistemas e materiais de instalações H3: 5. Instalações especiais H3: 6. Acessórios e interiores H3: 7. Limpeza da obra H2: Como fazer um memorial descritivo de obra? H3: Redigindo o documento H3: Conceitue a obra a ser executada H3: Dados gerais H3: Considerações gerais do memorial descritivo de obra H3: Descrição dos serviços e dos materiais para a execução H3: Descrição dos serviço e materiais de instalações H3: Instalações especiais H3: Acessório e interiores H3: Limpeza de obra H2: Diferenças entre memorial descritivo de obra comercial e residencial H3: Continuar lendo H4: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H4: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H4: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H4: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quando você pensa na criação de um projeto, logo vem em mente plantas baixas variadas, cortes, vistas, 3D e até mesmo uma maquete física, certo? Mas isso é só uma parte do processo. Para que se torne realidade, ainda há uma série de documentos que precisam ser feitos. Esses documentos dão suporte ao andamento do escopo, garantindo o que foi executado ao cliente. E é justamente aí que entra o memorial descritivo de obra. Na maioria dos casos, é essencial a elaboração desse documento antes mesmo do início da obra como, por exemplo, em construtoras ou incorporadoras que colocarão os imóveis à venda. Já em outros tipos de empreendimentos, voltados ao cliente final, existe maior flexibilidade, tal qual em uma reforma que, geralmente, possui muitos imprevistos. O memorial descritivo de reforma até pode vir em uma versão prévia, no entanto, deverá ser cuidadosamente atualizado conforme possíveis alterações em seu cumprimento. Assim sendo, vamos entender melhor o que é um memorial descritivo de obra residencial, sua importância, vantagens, bem como itens necessários para sua elaboração e quais as principais diferenças desse modelo comparado a outro tipo, bastante comum, voltado à obras comerciais. Confira: Imagine-se na seguinte situação: Você está pensando em comprar um apartamento de uma incorporadora ainda na planta. Nesse seu processo de compra, o vendedor lhe passou diversas informações sobre o imóvel e áreas comuns da edificação como, por exemplo, forro de gesso em todos os ambientes, piso vinílico amadeirado na sala, revestimento em porcelanato imitando mármore calacata e assim por diante. Como você obtém a garantia de que terá esses itens quando a obra for entregue e como cobrar caso não tenham sido executados conforme o prometido? A resposta é: através do memorial descritivo de obra que, em casos como esse de um apartamento ou construção de uma casa, também pode ser chamado de memorial descritivo de arquitetura. Trata-se de um documento que contém as informações sobre todos os elementos que serão executados no projeto. Desde a preparação do canteiro de obras até os menores detalhes de acabamento, como os metais de um banheiro. Nele, além da especificação dos materiais e seus fornecedores, constam as instruções para a execução e utilização de cada item em seu respectivo ambiente. Em resumo, no memorial descritivo de obra estão especificadas todas as atividades que não podem ser expressadas apenas por meio de desenho técnico, bem como todos os cuidados quanto à ordem das atividades, manuseio e aplicação de materiais, a fim de evitar tudo o que possa causar danos ao projeto. Todavia, não se trata de um mero documento opcional, mas sim de uso obrigatório e público, conforme a lei 4.591/64 para os empreendimentos de incorporadoras e construtoras. O proprietário tem o direito de recebê-lo no momento em que realizar a compra de um imóvel, seja ela feita em qualquer tempo, com o imóvel ainda na planta, em fase de construção ou finalizado. No caso de uma residência, em que já esteja em processo de execução, não há obrigatoriedade, porém, permanece importante, visto que irá proteger o profissional de conflitos com o cliente, garantindo que o projeto seja executado de acordo com o detalhamento documentado. Além disso, para que ele tenha validade é preciso ser registrado em cartório. Em outras palavras, o memorial descritivo de obra fornece ao proprietário todas as informações pertinentes do que ele possuirá na obra finalizada, concedendo garantias de que o cliente receberá o produto pelo qual pagou e de que terá informações úteis para a manutenção do imóvel no futuro, ao mesmo tempo que resguardará o profissional responsável. Ele servirá, juntamente com o orçamento e o cronograma, como complemento dos documentos que facilitam a gestão da obra para os arquitetos, engenheiros e técnicos, trazendo maior clareza sobre o que será executado. Dentre seus benefícios estão: Para a garantia de atingir esse benefício, tenha cada etapa da construção bem detalhada, atualize o documento até a finalização da obra, promovendo os ajustes que ocorreram em função de orçamento e imprevistos e, por fim, registre o documento em cartório. Preparamos para você um checklist completo de dados que você precisa coletar e informar em um memorial descritivo de obra residencial e, na sequência, aprofundaremos o conteúdo da estrutura deste documento. ✔ Dados do proprietário; ✔ Especificação da obra; ✔ Equipe técnica de projeto; ✔ Normas construtivas; ✔ Cuidados especiais; ✔ Descrição das etapas da construção; ✔ Serviços preliminares no terreno; ✔ Impermeabilizações; ✔ Instalações elétricas; ✔ Instalações hidrossanitárias; ✔ Instalações de gás; ✔ Instalação pluvial; ✔ Instalações contra incêndio, se necessário; ✔ Instalações de alarme e câmeras de segurança; ✔ Instalações de ar condicionado; ✔ Instalação de gerador de energia; ✔ Louças e metais de banheiro e cozinha; ✔ Marcenaria e tampos em pedra planejados; ✔ Recursos de iluminação; ✔ Organização das limpezas em canteiro e no interior da obra no decorrer do processo para melhor desempenho dos serviços. Agora que você já tem a lista do que precisa constar em um memorial descritivo de obra, vamos aprofundar como abordar esses tópicos e apresentá-los de forma clara. Começando por como redigir o documento. O formato de apresentação do memorial descritivo de obra varia, mas o ideal é apresentar as informações subdivididas por tópicos em uma ordem lógica de execução. Para isso, pode-se fazer o uso de textos (sempre em linguagem formal), de tabelas e quadros (para apresentar materiais e especificações como dimensão), além de anexar imagens dos materiais e itens da construção, a fim de facilitar a leitura do documento. Embora você e o cliente já saibam que a finalidade da obra é residencial, especifique esse uso, pois, é para essa função que todos os elementos da obra serão pensados. Lembre-se que esse documento será registrado em cartório para possuir validade legal, então é preciso que essas informações estejam descritas. Em dados gerais, comece coletando os dados pessoais do seu cliente e a escritura do terreno/construção existente. Organize toda a documentação de aprovações e liberações de execução junto aos órgãos públicos. Feito isso, anexe os dados da obra como: localização; área do terreno e área a ser construída; restrições ambientais e o que mais achar relevante. Insira os dados dos profissionais responsáveis pela obra: arquiteto, engenheiro, técnicos e equipes. Por fim, cite as normas construtivas e leis que darão suporte ao projeto e sua execução. Neste tópico, especifique todos os cuidados necessários para execução da obra, tais quais: disponibilizar um jogo dos documentos e dos projetos atualizados no canteiro de obras. Descreva as responsabilidades dos profissionais envolvidos em seguir as normas técnicas, os documentos e as leis de órgãos públicos, além do memorial. Especifique como será o andamento da execução, sempre de posse dos projetos e autorização do responsável pela obra. Por último, especifique cada etapa da construção, como por exemplo: prever toda a locação da obra e organização do canteiro. Aqui já serão detalhados cada elemento da construção e as especificações dos materiais necessários. É uma lista extensa a ser detalhada dentro do memorial descritivo de obra que vai desde o preparo do canteiro de obras, até às minúcias da estrutura. Usando como exemplo as paredes: aqui você descreve se serão de alvenaria ou algum sistema de vedação a seco como steel ou wood frame. Mas, somente citar o sistema construtivo não é o suficiente, é preciso detalhar todos os materiais que irão compô-la e suas especificações de fabricante. Ainda, se nessa obra houver paredes em alvenaria, será necessário descrever o tipo de bloco, as dimensões e o fornecedor, além de indicar como será o acabamento, podendo ser impermeabilizante, reboco, massa corrida e pintura ou revestimento cerâmico. Se você observou com cuidado o checklist, notou que a pintura, o revestimento cerâmico e o impermeabilizante já fazem parte de outro grupo de itens a serem descritos dentro dos serviços e materiais. Em cada um deles, estará especificado que tipo de pintura será feita, o fabricante do produto e em qual ambiente será aplicado. O mesmo deve ser feito para o revestimento, adicionando o padrão de acabamento, dimensões, fabricante e ambiente. Dentro do tópico de instalações, entram os sistemas de elétrica, hidrossanitária, pluviais, esgoto e o que mais for necessário nesse sentido. Pegando como exemplo o sistema hidrossanitário: será preciso passar as recomendações importantes para sua execução, a etapa correta da obra para início dessas instalações, bem como informar a necessidade de revisar a compatibilização para não invalidar ou criar conflitos com outros projetos, tais quais os de instalações elétricas e de gás. Ademais, é importante referenciar a norma técnica que deu suporte a esse projeto, os materiais que serão utilizados, se é um encanamento convencional em PVC, se terá passagem de água quente por sistema a gás, qual tipo de tubulação será utilizada e assim por diante. Há uma gama de instalações especiais e acessórios que podem ou não ser especificadas no memorial descritivo de obra, a depender da definição do escopo. Dentre as apontadas no checklist e mais frequentemente implementadas estão: os sistemas de esperas para ar condicionado e o sistema de segurança. No entanto,  existem casos ainda mais especiais, em que o cliente ou a construtora podem optar por gerador de energia próprio. Nesses casos, será necessário especificar tanto a locação no projeto, quanto como suceder o processo de instalação, o fornecedor, as dimensões e, como você já deve imaginar, as possíveis restrições e cuidados adicionais com o manuseio e instalação desse tipo de equipamento. Os acessórios mínimos que comumente são instalados em uma obra residencial são as louças de banheiro: o vaso sanitário, a pia, os metais e eventualmente o tanque de lavar roupas na área de serviço. Todavia, imagine que você está à frente de todo o projeto: no que tange ao arquitetônico e  ao interiores. Neste mesmo memorial descritivo de obra, você será responsável por compatibilizar a instalação de aquecedores de toalha e de piso no banheiro, especificar como e em qual etapa deverão ser feitas a instalação destes equipamentos, além de prever como eles serão aquecidos (se à gás ou por caldeira) e anexar as instruções do fornecedor para o correto manuseio. A limpeza em uma obra é essencial para o bom desempenho das equipes, a fim de que os componentes da edificação sejam bem executados, haja espaço de armazenamento dos materiais, evitando, assim, que o ambiente de trabalho não vire uma bagunça onde se perdem as ferramentas, os materiais e até mesmo os projetos. Por esse motivo, este tópico também já deve ser bem especificado no memorial descritivo de obra, informando como serão as limpezas e organização dos produtos, se semanais ou a cada final de dia. É preciso, também, determinar a limpeza geral para a entrega final, bem como os cuidados que carecem haver com os acabamentos durante a limpeza, e se o serviço será executado por uma empresa ou profissional autônomo. Existem diferentes tipos de memoriais descritivos que tratam das construções e de seus respectivos detalhes. Você já deve ter notado, a essa altura, que o foco desse conteúdo foi o memorial descritivo de obra residencial, no qual são detalhadas todas as informações relacionadas à execução de uma casa ou apartamento. Mas, o que difere esse modelo de um memorial descritivo de obra comercial? No geral, a maioria dos tópicos comentados anteriormente também se aplicam a esse documento. Fora isso, é importante descrever detalhadamente as atividades comerciais à qual a obra se destina. No caso de um edifício comercial, especificar o número de pavimentos e o uso das salas comerciais, bem como se haverá estacionamento para clientes (aberto ou fechado). É imprescindível também apresentar todas as normas construtivas e leis municipais que darão suporte ao projeto e execução dessa obra de uso comercial. E aqui entram, ainda, a maioria dos itens mencionados no tópico de instalações especiais, como por exemplo o sistema de prevenção de incêndio, essencial para a liberação de alvará de funcionamento do estabelecimento. Agora que você já sabe o que é um memorial descritivo de obra, quais os itens que ele deve contemplar e como aplicá-lo em projetos residenciais, tenha em mente que, ao final da obra, o comprador ou proprietário estará no direito de conferir, juntamente com os profissionais responsáveis, a devida execução contida no documento . Bastante responsabilidade não é mesmo? Mas não se preocupe! Com esse material, você terá suporte suficiente para sua correta elaboração. www.vivadecora.com.br www.imoveis.estadao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-descritivo-de-reforma Title: Memorial descritivo de reforma: aprenda a criar o seu Meta Description: Neste artigo você vai aprender a finalidade e benefícios de elaborar um memorial descritivo de reforma e como fazê-lo na prática. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/memorial-descritivo-de-reforma ## Headings Structure: H1: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H2: O que é um Memorial descritivo de reforma? H2: Quais os itens de um memorial descritivo de reforma? H3: Dados gerais H3: Considerações gerais do memorial descritivo de reforma H3: Descrição dos serviços e dos materiais para a execução da reforma H3: Descrição dos serviços e dos materiais para execução de reforma externa H3: Descrição dos sistemas e materiais de instalações H3: Instalações especiais H3: Acessórios H3: Móveis H3: Pedras H3: Serralheria H3: Limpeza da obra H2: Como fazer um memorial descritivo de reforma? H3: Redigindo o documento H3: Conceitue a reforma a ser executada H3: Dados gerais H3: Considerações gerais do memorial descritivo de reforma H3: Descrição dos serviços e dos materiais para a execução H3: Descrição dos serviço e materiais de instalações H3: Instalações especiais H3: Acessórios H3: Móveis H3: Pedras H3: Serralheria H3: Limpeza da reforma H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Aprenda como fazer um memorial descritivo de reforma H2: O que é um Memorial descritivo de reforma? H2: Quais os itens de um memorial descritivo de reforma? H3: Dados gerais H3: Considerações gerais do memorial descritivo de reforma H3: Descrição dos serviços e dos materiais para a execução da reforma H3: Descrição dos serviços e dos materiais para execução de reforma externa H3: Descrição dos sistemas e materiais de instalações H3: Instalações especiais H3: Acessórios H3: Móveis H3: Pedras H3: Serralheria H3: Limpeza da obra H2: Como fazer um memorial descritivo de reforma? H3: Redigindo o documento H3: Conceitue a reforma a ser executada H3: Dados gerais H3: Considerações gerais do memorial descritivo de reforma H3: Descrição dos serviços e dos materiais para a execução H3: Descrição dos serviço e materiais de instalações H3: Instalações especiais H3: Acessórios H3: Móveis H3: Pedras H3: Serralheria H3: Limpeza da reforma H3: Continuar lendo H4: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H4: Memorial Descritivo de Arquitetura: O que é? Como fazer? H4: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H4: Aprenda tudo sobre memorial descritivo de obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você já realizou um memorial descritivo de reforma ou tem noção da importância e benefícios que ele traz tanto para você como para o cliente? Se você não sabe do que se trata, vamos começar dizendo que ele é uma variação do memorial descritivo de arquitetura, no qual, você profissional, detalha como deverá ser executado um projeto, apresentando todas as informações que não aparecem nos desenhos técnicos, as etapas do projeto, as especificações dos materiais e sistemas construtivos, os fornecedores e profissionais envolvidos e os cuidados especiais para essa execução. Nesse artigo, iremos apresentar o que é especificamente um memorial descritivo de reforma, as vantagens de sua elaboração - ainda que não seja obrigatória para reformas -, um checklist de tópicos a serem detalhados e como fazer, na prática, esse documento. Vamos lá? Provavelmente, em sua vida profissional, você já tenha ouvido falar ou visto um memorial descritivo. Como já mencionado, trata-se de um documento que traz o relato detalhado de como será executado um projeto. Ao falarmos de um memorial descritivo de obra, toda a complexidade de uma construção do zero é minuciosa. Portanto, ali deverão estar especificados desde a montagem do canteiro de obras, passando pelos sistemas de estruturas, até os menores detalhes de acabamento. Todavia, quando falamos em memorial descritivo de reforma, os tópicos a serem abordados se repetem em ambos modelos em certa medida, mas possuem distinções em função de serviços que só uma reforma de interiores ou de um apartamento irão ter. Existe uma lei que regulamenta a exigência do memorial descritivo em determinadas situações. Trata-se da Lei 4.591/64, como no caso de empreendimentos realizados por incorporadoras e construtoras ou imóveis destinados à venda no mercado imobiliário ainda na planta. Além disso, toda reforma, assim como construções, possui normas técnicas a serem seguidas e que são importantes de serem comunicadas ao cliente. No caso de uma reforma, não existe obrigatoriedade do fornecimento desse documento. No entanto, é nele que constarão os esclarecimentos sobre as normas básicas a serem seguidas. Por exemplo: a norma  ABNT/NBR 15575 - que trata do desempenho de Edificações Habitacionais - é essencial tanto em um memorial descritivo de reforma de apartamento, quanto em um memorial descritivo de reforma de interiores. Entre suas particularidades, que comumente estão presentes em um projeto, podemos citar: projeto de novo layout com ou sem reforma bruta, adequação das instalações elétricas, projeto luminotécnico e de forro de gesso, paginação de revestimento, marcenaria, entre outros. Agora, imagine que cada um deles possui detalhes que precisam ser descritos em um documento, visto que o projeto técnico em si não contém todas as informações necessárias para a execução do escopo. É aí que entra o memorial descritivo de reforma: como a ferramenta capaz de apresentar essas informações. Nele, serão enumerados todos os serviços a serem realizados, todas as especificidades de materiais, formas de manuseio, instalações e assim por diante. Sendo, portanto, um documento que, além de conter os elementos e detalhes da execução, resguarda o profissional de eventuais conflitos de divergência com o cliente, pois, previamente, já informa tudo o que irá ser executado e estará presente quando a obra for entregue. O memorial descritivo de reforma funciona como um aliado às demais ferramentas que compõem o processo de gestão de obras: o projeto em si, o orçamento e o cronograma. Inclusive, quando um deles sofre algum tipo de alteração significativa, resulta em alterações no mesmo. Além disso, após a entrega da obra, este documento confere um suporte especial ao cliente para possíveis modificações futuras em relação aos cuidados com a manutenção do local. Entendendo, então, a sua funcionalidade, vamos conhecer, a seguir, quais são os principais itens que precisam ser abordados em um memorial descritivo de reforma. Pense nas obras de reforma que você realizou ou acompanhou de alguma maneira o processo. Com certeza existiam instalações, itens ou equipamentos diferentes em cada uma delas e, provavelmente, também existiam sistemas e projetos de adequação do mesmo tipo. Portanto, ainda que sejam listados um número de tópicos a serem contemplados, muitos outros podem ser inseridos ou então retirados conforme cada tipo de projeto a ser executado. Por isso, elaboramos um checklist com os itens de um memorial descritivo de reforma mais amplo que possa ser contemplado, seja no caso de um apartamento, casa ou projeto comercial. ✔ Dados do proprietário; ✔ Especificação da obra; ✔ Equipe técnica de projeto; ✔ Normas construtivas. ✔ Cuidados especiais; ✔ Descrição das etapas da reforma. ✔ Reforço estrutural; ✔ Ampliação de área construída do imóvel; ✔ Adequação de Layout com remoção e construção de paredes; ✔ Tratamento de superfícies; ✔ Adequação das instalações elétricas; ✔ Adequação das instalações hidrossanitárias; ✔ Adequação da instalação de gás. ✔ Iluminação externa de jardim; ✔ Instalação de calefação/ piso aquecido; ✔ Instalações de alarme e câmeras de segurança; ✔ Instalações de ar condicionado; ✔ Instalação de gerador de energia; ✔ Sistema de automação; ✔ Sistema de irrigação de jardim. ✔ Louças e metais de banheiro, cozinha e lavanderia; ✔ Itens de iluminação. ✔ Marcenaria planejada; ✔ Painéis decorativos; ✔ Painéis decorativos; ✔ Soleiras e pingadeiras. ✔ Estruturas metálicas em móveis; ✔ Estrutura metálicas decorativas. ✔ Organização das limpezas nos espaços reformados, no decorrer do processo para melhor desempenho das atividades. Para iniciar um memorial descritivo de reforma tenha em mente que tudo que será feito precisa ser detalhado. Confira atentamente todos os projetos dessa reforma, os materiais escolhidos, fornecedores e equipes que irão trabalhar na execução. A seguir, iremos apresentar um passo a passo de como criar o seu próprio modelo: Você já deve ter imaginado que o memorial descritivo de reforma necessita de um rigor técnico e cuidado para transcrever as informações. Como já mencionado, as informações variam de caso para caso, portanto, o modo de apresentá-las também. Para redigir esse documento, o ideal é apresentar as informações subdivididas por tópicos na ordem lógica de execução. A apresentação do conteúdo pode ser feita com o uso de textos, de tabelas e quadros que são ideias para apresentar materiais e especificações como dimensão. Além disso, é possível fazer o uso de imagens dos materiais e itens da construção, para facilitar a sua interpretação. Lembre-se de definir qual o tipo de reforma e sua finalidade. Isso é importante para que não sejam cobradas, posteriormente, atividades que não estavam dentro do escopo do projeto. Ademais, o documento precisa ser registrado em cartório para possuir validade legal. Aqui é onde expõe-se os dados pessoais do cliente, a escritura do imóvel ou documento de liberação, principalmente em reforma bruta no imóvel de terceiros. É neste tópico também, que é apresentada a existência da sua documentação de responsabilidade técnica por essa reforma no imóvel, a liberação condominial (se for exigida), pagamentos de impostos e o que mais for necessário para que a reforma seja um serviço regularizado. Apresente os dados dos profissionais responsáveis, bem como se haverá a participação de engenheiros e profissionais de outras áreas.  Depois disso, especifique os dados da reforma como: localização, área a ser reformada ou ambientes a serem reformados ou ampliados. Não se esqueça de citar as normas construtivas e leis que darão suporte ao projeto e sua execução. Nesse tópico, é preciso especificar quais são os cuidados necessários para execução da reforma, como por exemplo: no caso de um apartamento, será necessário ter conhecimento das limitações impostas pelo regimento interno do condomínio, quando há horários em que é permitido barulho e como funciona a circulação de materiais nas dependências comuns da edificação (se o elevador precisa ser isolado para transporte de algum item e de outro não). Há, ainda, a questão das caçambas para recolhimento dos resíduos. Elas também precisam ser alocadas na área externa da edificação seguindo algumas normativas municipais e do próprio condomínio para não obstruir a circulação, entre outras questões do uso do espaço público. É importante disponibilizar um jogo de documentos e projetos sempre atualizados no local da reforma, tal qual as responsabilidades dos profissionais envolvidos em executar as atividades conforme os projetos, as instruções normativas e de segurança. Ainda, especifique e ordene cada etapa da reforma, por exemplo: antes de fazer o forro de gesso em um banheiro, todo o revestimento em porcelanato das paredes precisa estar finalizado. Aqui, é importante ter uma lista bem completa e detalhada sobre as informações de cada atividade que será feita e material ou item presente na reforma. Imagine-se realizando a reforma completa de uma cozinha em um apartamento, desde a parte bruta à marcenaria planejada. Hipoteticamente, na parte bruta, será preciso remover e readequar o ponto de saída do gás porque o cooktop ficou distante do ponto inicial. A partir disso, aberturas na alvenaria precisarão ser feitas para instalar novos pontos de tomada sobre a bancada da pia, conforme projeto de marcenaria e inserção dos eletrodomésticos. Essas modificações irão estragar o acabamento existente na parede, portanto, será necessário definir a execução de um novo acabamento de superfície, seja o preparo para a pintura ou um revestimento cerâmico. O projeto luminotécnico novo também deverá ser adequado conforme a disposição da marcenaria e das tarefas a serem realizadas na cozinha. Por fim, será preciso agregar a marcenaria planejada especialmente para esse espaço, detalhes em serralheria e também tampos e espelhos da pia em pedra. De fato, há muita coisa a ser pensada, não é mesmo? Então, o que deve ser incluído no memorial descritivo de reforma? A resposta é: tudo o que não está evidenciado em projeto técnico. Ou seja, os serviços necessários para realizar todas as alterações, os materiais a serem aplicados no ambiente e os seus respectivos fornecedores. Usando como exemplo a iluminação: especificar cada tipo de luminária ou lustre que será colocado, dimensões em caso de necessidade como lustres muito compridos e o fornecedor desses itens. Todas instalações devem ser contempladas no memorial descritivo de reforma. No entanto, não é necessário elaborar um para cada ambiente, sendo possível fazer a especificação de um modo geral, com uma indicação adicional. Exemplo: lustre de cristal será instalado no ambiente da sala de jantar. E assim você deve suceder com todo tipo de instalações. Existem as instalações comumente utilizadas em uma reforma, e as especiais. Vamos olhar para o exemplo das instalações para automação de cortinas e movimento de esquadrias em uma residência. É de conhecimento geral que não será o arquiteto, designer ou engenheiro que fará o projeto específico para a questão da automação funcionar, mas ele será o responsável por indicar que esse serviço será feito, quem será o fornecedor e quais os itens que serão colocados, como: controle por bluetooth para acionar a abertura e fechamento de cortinas e/ou controle remoto para abertura e fechamento de esquadrias. Os acessórios são as louças e metais especificados no caso de reformas de banheiros, áreas de serviço e cozinhas. O ideal é fazer o uso de uma tabela e também imagens com cada um desses itens indicando dimensões e fornecedores. Se nessa reforma você estiver projetando também os móveis e a ambientação do espaço, insira esse tópico no seu memorial descritivo de reforma. Nele, serão descritos todos os móveis soltos que serão comprados e colocados no ambiente, bem como toda a marcenaria planejada. Retomando o exemplo da cozinha: toda a marcenaria da cozinha será executada em laca microtextura na cor fendi. Trata-se da mesma situação do tópico anterior. Caso haja elementos com pedra, sejam tampos, painéis ou lareira, é preciso especificar o tipo de pedra. Exemplo: o acabamento da doca da lareira será executado em mármore Calacatta oro. Se esse item estiver presente no projeto, é importante indicá-lo no memorial descritivo de reforma. Um exemplo prático: estante executada em ferro tubular com acabamento em tinta automotiva metálica cor dourada. Quando você pensa em limpeza talvez venha logo em mente a limpeza final de uma obra antes da entrega da reforma. Todavia, esse não é o ideal. Periodicamente os ambientes da reforma precisam ser limpos e organizados, visto que a sujeira pode atrapalhar algumas atividades. Pense no caso da pintura de uma sala: Foi dado uma demão de tinta nas paredes, mas, logo depois, uma equipe de profissionais precisou fazer ajustes no gesso e isso gerou resíduos de pó. Se eles não forem removidos podem ficar circulando pelo ambiente e se assentarem nas paredes previamente pintadas. O que ocorre, depois disso, é que a próxima demão de tinta ou não fixará bem em função dos resíduos por falta de limpeza ou então aparecerão irregulares nas superfícies. ------------------------------------------------------------------------------------ Se você manteve sua leitura até aqui, sabemos que já concluiu que fazer um memorial descritivo de reforma é uma tarefa exigente. Mas, ao final de uma reforma você estará munido de garantias de que fez um trabalho com honestidade e poderá conferir todos esses itens juntamente com o seu cliente em caso de surgirem dúvidas. E para facilitar ainda mais esse processo, na Vobi, é possível criar listas de produtos automáticas, com imagens e informações técnicas dos itens além de preços atualizados diariamente. Através das ferramentas de gestão da nossa plataforma, criar um memorial descritivo se tornará uma tarefa muito mais simples e ágil. Ficou curioso? Então, não perca tempo e solicite o seu convite! www.vivadecora.com.br www.imoveis.estadao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/metas-eficientes-para-arquitetos-ganhar-clientes Title: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos. Meta Description: Para atingir os objetivos de um escritório de arquitetura de sucesso é preciso traçar metas. Aprenda sobre o método SMART e melhore o desempenho do seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/metas-eficientes-para-arquitetos-ganhar-clientes ## Headings Structure: H1: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H2: 1. Sou arquiteto(a), preciso de metas? H2: 2. Os cinco tipos comuns de objetivos H3: 2.1 Dinheiro H3: 2.2 Tempo H3: 2.3 Pessoas H3: 2.4 Status H3: 2.5 Felicidade H2: 3. Por onde começar? H2: 4. Metas S.M.A.R.T. H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H2: 1. Sou arquiteto(a), preciso de metas? H2: 2. Os cinco tipos comuns de objetivos H3: 2.1 Dinheiro H3: 2.2 Tempo H3: 2.3 Pessoas H3: 2.4 Status H3: 2.5 Felicidade H2: 3. Por onde começar? H2: 4. Metas S.M.A.R.T. H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Olhe para trás, para o ano passado, e seja honesto, você tinha objetivos claros para levar seu escritório de arquitetura adiante? Apesar de fazer parte da rotina de trabalho, a criação de um plano de metas pode gerar bastante confusão e prejuízo, pois impacta diretamente no desempenho do escritório ao longo do ano. Muitas vezes os gestores e líderes não tem a orientação adequada, o que ocasiona erros antes mesmo do início do processo. Por isso, neste artigo, veremos como criar metas S.M.A.R.T. (se você ainda não conhece este conceito, não se preocupe, vamos lhe explicar o que significa) com o foco de trabalhar nos seus negócios, especialmente aquelas relacionadas ao crescimento e melhoramento do desempenho do seu escritório. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Por muito tempo, a grande maioria dos arquitetos(as) acreditavam que, se fizessem um excelente trabalho, de alguma forma a sociedade reconheceria as contribuições e o valor que estavam dando ao mundo e os recompensaria com um fluxo interminável de projetos de paixão para aumentar sua empresa. Você precisa trabalhar tão duro para conquistar negócios quanto para entregá-los. E, para administrar uma empresa de sucesso, você também precisa ter um roteiro de metas claras para ajudá-lo(a) a identificar e alcançar seus objetivos.‍ Quando pensamos em metas relacionadas aos nossos negócios, tendemos a defini-las em cinco categorias principais. Talvez este seja um dos objetivos mais comuns quando falamos em metas. Acontece que, apesar de comum, na grande maioria das vezes, ainda temos uma visão da aplicação do recurso à curto prazo. Ao falar em dinheiro queremos pagar as despesas do mês, mas você já se pensou que, se você estiver tentando expandir sua empresa, terá que contabilizar os custos relacionados à manutenção do seu crescimento, por exemplo, contratar novos funcionários? Recomendamos que você defina metas claras de dinheiro para sua empresa. Você está administrando uma empresa e, a cada ano, os custos da administração de uma empresa aumentam.‍ [Leia também o artigo sobre "Como fazer da consultoria uma opção de renda"] Por exemplo, como proprietário de uma empresa, você pode tirar férias ou ter mais tempo em casa com sua esposa e filhos. Ou você pode fazer menos do trabalho diário de design para poder se concentrar em administrar outras áreas das operações da sua empresa. As metas das pessoas são centradas em com quem você deseja trabalhar. Isso pode incluir os funcionários que você deseja na equipe, mas também o tipo de clientes que você quer captar. Ter o perfil de cliente potencial bem desenhado pode lhe ajudar neste ponto. Podemos te ajudar com isso, veja nosso artigo de qualificação de clientes. As metas de status se referem ao tipo de reconhecimento que deseja para você e seu escritório. Você quer ganhar certos prêmios ou deseja, como proprietário da empresa, ser reconhecido como orador público, blogueiro ou apresentador de podcast? Outra maneira de pensar nas metas de status é perguntar como você deseja que sua empresa seja vista no mercado.‍ Os objetivos de felicidade podem ser qualquer coisa que faça você e sua equipe mais felizes e, idealmente, mais produtivos. Coisas pequenas podem fazer a diferença como, por exemplo, uma noite de pizzas ou um dia com horário destinados à conversas sem relação com o trabalho. Use os cinco tipos comuns de objetivos acima como uma lente para pensar em sua empresa e onde você quer estar daqui a um, três e dez anos (sempre importante projetar suas metas em curto, médio e longo prazo). Um ótimo exercício é remover qualquer distração, ficar em um local tranquilo e começar a pensar em como será o sucesso da sua empresa daqui a dez anos. Tente visualizá-lo em sua mente e imaginar todos os detalhes. Você está no mesmo escritório? Você tem a mesma equipe ou nova equipe? Você tem os mesmos clientes? Leve o tempo que precisar. Quando estiver pronto, pegue uma folha de papel em branco e comece a anotar tudo o que viu ou pensou em sua visão. A parte importante deste exercício é escrever o máximo de idéias possível. Não os guarde na mente, coloque-os no papel. Depois de escrever suas idéias. É hora de começar a pensar nas etapas que você precisará executar para criar sua visão. Trabalhando de trás para frente a partir de sua visão, o que precisa acontecer nos próximos dez anos para alcançar o que você viu? O que precisa acontecer nos próximos três anos? O que precisa acontecer este ano? A definição de metas é uma parte importante da administração de uma empresa. Se você não estabelecer metas, não saberá o quão eficaz é para avançar para o sucesso que está tentando alcançar. Você não saberá se está progredindo e o que está funcionando ou prejudicando sua empresa. E você não poderá fornecer uma orientação clara para sua equipe ou parceiros externos que trabalham com você e o ajudam a alcançar esses objetivos.‍ Em tradução literal S.M.A.R.T significa: Específico, Mensurável, Alcançável, Relevante e Baseado no tempo. Nesse ponto, se você seguiu o exercício e anotou sua visão, filtrou o que anotou através dos cinco tipos de objetivos, deve ter um bom começo. Certifique-se de acompanhar seus objetivos, medir seu progresso semanalmente e seguir em frente. Lembre-se de que, se você não atingir seus objetivos, pode ter definido objetivos que não eram realísticos. Este é um erro comum que gostamos de ultrapassar. https://www.friendslab.co/o-que-e-meta-smart http://www.archmark.co/blog/set-smart-goals-to-prosper https://www.larsondesigngroup.com/planning-smart-goal-setting/ https://www.thelearningarchitect.com/life-skills-library/skills-for-life/goal-setting/ https://www.archmark.co/blog/set-smart-goals-to-prosper https://www.thearchitectsguide.com/blog/how-to-make-and-accomplish-killer-career-goals https://joinus.aia.org/goal-setting-for-a-killer-career-in-architecture/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/metodo-kanban Title: Método Kanban: trazendo mais agilidade para construção civil Meta Description: O Método Kanban é uma ferramenta de gestão visual que ajuda equipes a otimizar seu fluxo de trabalho. Leia o artigo e conheça os benefícios de aplicá-lo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/metodo-kanban ## Headings Structure: H1: Método Kanban: trazendo mais agilidade para construção civil H2: O que é o método Kanban? H2: Como funciona o método Kanban? H2: Método Kanban na construção civil H3: 05 Dicas para implementação do método Kanban na construção civil H2: Acompanhamento de projetos por Kanban na Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Método Kanban: trazendo mais agilidade para construção civil H2: O que é o método Kanban? H2: Como funciona o método Kanban? H2: Método Kanban na construção civil H3: 05 Dicas para implementação do método Kanban na construção civil H4: Planejamento H4: Cronograma H4: Monitoramento H4: Gerenciamento H4: Tecnologia H2: Acompanhamento de projetos por Kanban na Vobi H4: Status H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O método Kanban é um sistema, utilizado em diferentes áreas, que tem como finalidade aumentar a eficiência da produção. Na construção civil não é diferente, a simplicidade do método traz muitos benefícios relacionados a organização de tarefas e otimização do fluxo de trabalho para as empresas. O método propõe um olhar ativo para resolução de tarefas, por isso é tão popular como um método ágil que apresenta resultados rápidos. Se você ainda não sabe como aplicar a técnica e otimizar seu fluxo de trabalho transformando sua empresa, esse post é perfeito para você! Acompanhe os seguintes tópicos: O método Kanban baseia-se no gerenciamento de trabalho por meio de um sistema de fluxo visual que sinaliza o trabalho em andamento. Considerada uma metodologia ágil por aumentar a produtividade e evitar a procrastinação, ela segue a filosofia Lean, o qual tem como premissa evitar desperdícios. Esse método foi introduzido por Taiichi Ohno na indústria de manufatura japonesa em 1940 como um cartão que indicava a conclusão do processo produtivo, onde era adicionado novas demandas para a produção, facilitando o controle de estoque. Já no início do século XXI, David J. Anderson, baseou-se nos estudos de Ohno para criar o método como é utilizado atualmente. Seu livro “Kanban” traz conceitos como sistemas puxados, teoria de filas e fluxo, saindo assim, de apenas um cartão para uma metodologia ágil utilizada em diversas áreas. David Anderson dividiu o método Kanban em cinco componentes básicos: sinais visuais, colunas, limite de trabalho em andamento, comprometimento e prazo de entrega. Um dos fluxos mais simples é composto por três listas: “A fazer”, “Fazendo” e “Feito”, onde a primeira corresponde às tarefas a serem realizadas, por seguinte, as tarefas em execução e no último as tarefas concluídas.  No entanto, isso irá depender da complexidade do projeto. Um grande desafio entre os líderes é lidar com prejuízos financeiros e de produção ocasionado por equipes ociosas afetadas pela falta de motivação e engajamento. Com o método é possível neutralizar esse problema, pois os colaboradores sempre estarão atentos ao quadro de tarefas e o que deve vir pela frente, assim, eles se sentem mais responsáveis pelo seu trabalho e garantem o registro de suas atividades cumpridas. Para aplicar o método Kanban é necessário visualizar o fluxo de trabalho em quadro para que assim possa ter uma visão geral do andamento das atividades e identificar quais pontos são problemáticos, e necessitam de ajustes. É importante frisar que o limite para o trabalho em andamento é muito essencial para a metodologia, pois melhora a produtividade e reduz a quantidade de trabalho “quase feito” e incentiva a cultura do “feito”. Em seguida, ter a prática de gerenciar o fluxo de trabalho na totalidade, ao invés de gerenciar as pessoas, isso cumpre o objetivo de acelerar o ciclo de entrega de valor. Além disso, as políticas de trabalho devem ser explícitas para todos os membros envolvidos a fim que entendam o processo e seus papéis, gerando melhoria contínua. Os ciclos de feedback - compartilhamento de informações sobre os resultados - também é outra prática essencial para comparar o que se esperava e o que foi obtido com o trabalho. E por fim, após identificar os problemas, é hora de promover os ajustes contínuos, onde toda a equipe propõe as melhorias. O setor da construção civil é responsável por uma grande parcela do PIB mundial, no entanto, ainda sofre com altos índices de desperdício e baixa produtividade. Por isso, a aplicação de alguns métodos são essenciais para reduzir essas problemáticas. A filosofia Lean Construction e o método Kanban estão relacionados, pois compartilham alguns princípios e práticas comuns, a primeira é uma abordagem ampla para a gestão de projetos de construção que tende melhorar a eficiência e qualidade da construção, focando na redução de desperdícios e custos desnecessários. Enquanto o sistema Kanban é uma ferramenta de gestão visual que contribui para a implementação dos princípios Lean, obtendo assim, uma visão clara do fluxo de trabalho e limitação do trabalho em progresso. A soma dos métodos traz vários benefícios, como: Na prática, a aplicação do método Kanban ajuda na otimização do fluxo de trabalho, como no gerenciamento das atividades de projeto, no controle de armazenamento de materiais, no monitoramento do andamento da obra, entre outras questões. O importante é que a ferramenta permite que a equipe priorize as atividades essenciais. A introdução de uma nova ferramenta pode ser desafiador para muitas equipes, ainda mais quando ela ajuda a analisar a produtividade ou a falta dela em uma empresa. Por isso, o primeiro passo é preparar a equipe e destacar os benefícios da implementação para os usuários. Assim, ao iniciar o planejamento de um projeto ou uma obra, é necessário ter uma visão macro, identificando quais são as atividades a serem executadas e quem é o responsável por elas, além dos prazos necessários para a conclusão. Com o agrupamento dessas informações, é possível distribuir as tarefas por área e responsável, nos moldes do método Kanban. Isso irá contribuir para acompanhamento do andamento do projeto e/ou obra em um único lugar, contribuindo para identificação de possíveis problemas e ajudando na tomada de decisões para garantir o cumprimento dos prazos e da qualidade do projeto. Após a fase de planejamento, deve ser desenvolvido um cronograma com prazos reais para realização de cada tarefa. Assim, é possível delimitar as próximas etapas a serem realizadas e o que já foi concluído. O progresso das atividades irá influenciar na atualização desse cronograma; por isso, é essencial utilizar outra ferramenta de gestão de obras para que tudo seja atualizado em tempo real. O aplicativo da Vobi, por exemplo, ajuda profissionais da construção civil a concentrarem todas as informações e processos relacionados a seus projetos e obras em uma única plataforma - ideal para simplificar o trabalho e aumentar a produtividade. Escritórios e/ou construtoras que adotam o método Kanban devem estabelecer um planejamento de curto a médio prazo para integrar ao cronograma de obras. Com isso, é possível analisar com mais frequência a produção diária e também as restrições que devem ser concluídas dentro da metodologia. É recomendável que as reuniões de acompanhamento e revisão do cronograma sejam feitas para identificar quais serviços serão realizados no projeto nos próximos meses (3 a 6) e quais recursos serão necessários para executá-los. Assim, é possível realizar ações de prevenção para otimizar todos os processos com periodicidade. Fazer a gestão é decisivo para examinar a adaptação dos profissionais aos processos do método Kanban.  Identifique falhas e execute melhorias para aperfeiçoar a rotina, isso resultará em excelência. A revisão irá garantir que as práticas estejam em conformidade com os objetivos do projeto e também da empresa. Para implementar o método Kanban com sucesso, é necessário realizar a adoção da tecnologia, por exemplo, a utilização de uma plataforma de gestão de projetos e obras com o sistema em formato Kanban. A Vobi traz essa solução para você e sua empresa, nós sabemos que os processos manuais podem acabar impactando negativamente a produtividade e a otimização de tempo no seu negócio, pois eles demandam tempo para manutenção do quadro Kanban. Nós da Vobi, estamos focados em ajudar vocês nos mínimos detalhes, por isso, desenvolvemos a técnica de visualização em quadro por etapas no menu de projetos. Isso permite que você organize seus projetos conforme o método Kanban, estruturando a lógica de produção de serviços da sua empresa. O quadro centraliza todas as informações de clientes e a disposição das etapas de projetos, facilitando a visualização de qual fase se encontram. Fica mais fácil você saber se o projeto está na fase da produção de imagens 3D ou se está acontecendo o detalhamento dos desenhos técnicos, por exemplo. Você pode configurar a visualização do status do projeto, criando um novo ou incluindo um existente, como também criar uma nova etapa, caso necessário. É possível esconder uma etapa da visualização, se precisar. Para mover um projeto de um status para outro é muito fácil, basta clicar e arrastar para a etapa desejada. Confira alguns exemplos de etapas que podem te ajudar: Os status ativos (1) são voltados aos projetos ou obras em andamento, enquanto os status fechados (2) são para os projetos concluídos ou cancelados. É possível adicionar o status no seu projeto no momento da criação ou na edição do mesmo. Você pode arrastar os status para alterar sua ordem ou transformar um status ativo em inativo (3). Também é possível alterar a cor do respectivo status (4) e adicionar novos status clicando no ícone "+ Novo" (5). Com a ajuda da Vobi, é possível implementar o método Kanban de forma simples e eficaz na rotina da sua empresa. O gerenciamento de projetos através do quadro, irá tornar o processo mais claro com a possibilidade de identificar oportunidades de melhorias de forma rápida. Se você ainda não utiliza, é hora de considerar a ferramenta como base para alavancar seus resultados. Peça já o seu convite, clicando aqui. https://rockcontent.com/ https://www.totvs.com/ https://www.prevision.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/midias-sociais-para-arquitetos Title: Como montar um perfil de arquitetura para mídias sociais Meta Description: O marketing nas mídias sociais é muito mais que postar a foto do seu produto. Entenda como elaborar uma estratégia e montar um perfil de arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/midias-sociais-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Como montar um perfil de arquitetura para mídias sociais e prosperar no marketing digital H2: Como funciona o marketing digital? H2: A importância das mídias sociais no marketing do escritório de arquitetura H2: Como utilizar as mídias sociais de forma assertiva H3: 1. Defina o seu público-alvo H3: 2. Calendário de postagem H3: 3. Interação e autenticidade H3: 4. Análise das métricas H3: 5. Identidade da marca H2: Quais as melhores redes sociais H3: Instagram H3: Facebook H3: Pinterest H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como montar um perfil de arquitetura para mídias sociais e prosperar no marketing digital H2: Como funciona o marketing digital? H2: A importância das mídias sociais no marketing do escritório de arquitetura H2: Como utilizar as mídias sociais de forma assertiva H3: 1. Defina o seu público-alvo H3: 2. Calendário de postagem H4: Postagens educativas H4: Postagens interativas H4: Postagens de análise H4: Postagens de bastidores H4: Postagens de networking H4: Postagens alternativas H3: 3. Interação e autenticidade H3: 4. Análise das métricas H3: 5. Identidade da marca H2: Quais as melhores redes sociais H3: Instagram H3: Facebook H3: Pinterest H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O marketing nas mídias sociais é uma crescente mundial. Com o mundo online cada vez mais presente nas nossas vidas, as empresas identificaram uma oportunidade de disseminar suas marcas através das plataformas que as pessoas amam, como Facebook, Instagram e Pinterest. As redes sociais se destacaram tanto no cenário do marketing que as próprias interfaces começaram a se moldar para receber essa demanda, através de anúncios e análises de algoritmos. Não se engane, o marketing nas mídias sociais é muito mais elaborado do que apenas postar a foto do seu produto e esperar que as pessoas comprem, como se fosse um panfleto virtual. Grande parte das marcas que utilizam as redes sociais possuem uma estratégia bem definida para alcançar os resultados desejados. Com os escritórios de arquitetura não pode ser diferente. Para te ajudar a entender como realmente funciona o marketing nas redes sociais, como elaborar a sua estratégia e montar o seu perfil, nós elaboramos os seguintes tópicos: A palavra marketing geralmente é associada à propaganda, porém ela é mais complexa que isso. O marketing consiste na criação e desenvolvimento de um produto ou serviço que pode gerar interesse de consumidores, resultando em uma troca lucrativa para ambas as partes, vendedores e clientes. Observe que o conceito abrange pontos desde a criação de produtos, passando pela seleção de público-alvo, até atingir o objetivo final de compra e venda. É importante ter em mente que o marketing é um processo, só assim será possível desenvolver uma metodologia adequada para alcançar os seus objetivos dentro das mídias sociais. Podemos montar uma estratégia de marketing baseada no conceito dos 4Ps: produto, preço, praça e promoção. Na arquitetura, o produto pode ser o projeto arquitetônico, design de interiores, mobiliário, artigos de decoração, etc. Esse conceito abrange qualidade, garantia e assistência ao cliente. Ele representa o objeto oferecido pela sua empresa e deve considerar as necessidades do consumidor. É importante entender o processo de concepção, as novidades, o ciclo de vida e o diferencial do seu produto, pois essas informações podem ser utilizadas a seu favor durante o marketing nas mídias sociais. O preço do produto é calculado com base nos gastos e lucros para a sua execução, sendo os valores balizados pelo mercado. Porém, o preço pode variar de acordo com o valor agregado que o produto apresenta. Um projeto arquitetônico com diferencial ou qualidade garantida, por exemplo, possui valor agregado em cima de um projeto arquitetônico comum, o que permite uma precificação diferenciada. Os clientes tendem a optar por produtos com valor agregado, ainda que o preço seja mais caro. Lembre-se que a troca do marketing deve ser lucrativa para ambas as partes. A praça é o local onde o cliente chega até o produto ou serviço. Pode ser uma loja, um escritório, um evento, etc. No caso do marketing digital, a “praça” é a internet. Existem vários meios de alcançar o consumidor pela internet, basta entender de onde esse consumidor vem. Quando o cliente está interessado no produto, ele vai atrás do fornecedor. Esse processo é conhecido como inbound marketing, onde a principal estratégia é desenvolver um bom marketing de conteúdo, o qual vai atrair essa rede de pessoas até você. O marketing de conteúdo foca, como o próprio nome sugere, em conteúdos ricos, pensados para o público-alvo. Esse conteúdo pode chegar até os clientes através de blogs, vídeos e mídias sociais, que é o foco deste artigo. Já o outbound marketing faz o caminho contrário, onde a empresa vai atrás de clientes que inicialmente não estão interessados no seu produto. No marketing digital isso pode ser feito através de banners, pop-ups e anúncios. A promoção é a forma que o seu produto será divulgado. O conceito de “promoção” abrange quais são os melhores canais de divulgação e a linguagem que será utilizada. Com um produto de excelência, preço adequado ao valor agregado e uma praça imensa como a internet, você só precisa aprender como fazer a promoção correta para um marketing digital de sucesso, e nós vamos te ensinar como fazer isso nas mídias sociais. Se você ainda não está convencido, vamos te mostrar porque é importante para o escritório de arquitetura investir nesse ramo. O marketing nas mídias sociais tem como princípio a criação de laços entre o consumidor e a marca. A dinâmica dessa estratégia é bem diferente de outros meios de propaganda, ela é mais sutil e humanizada. É necessário que as marcas percebam essa diferença, caso contrário podem transformar as redes sociais em murais de panfletos, e essa não é a ideia. A interação com o público é fundamental, afinal estamos em uma rede social, logo a socialização é o grande diferencial. Grandes marcas investem na elaboração de um avatar com nome e personalidade que deixam o perfil mais acessível e informal para os clientes. Marcas menores ou profissionais autônomos podem lidar diretamente com o público. O importante é criar um marketing de relacionamento, o qual vai nutrir os laços com os seguidores, evoluindo para ações de venda, sempre de forma sutil, evitando o aspecto panfletário. Utilizando dos meios de interação dispostos pelas mídias sociais, podemos entender o que os clientes querem, como eles pensam, quais são suas principais dúvidas e necessidades, e então é possível elaborar um conteúdo atraente para o público do inbound marketing. O conteúdo engloba diversas facetas da marca e do produto. É possível que a empresa mostre seus conceitos e valores, seus processos de criação e rotinas. Essa transparência gera uma relação mais horizontal de todo o processo de marketing, que antes era mais vertical - do panfleto para o cliente. Isso é muito vantajoso para os escritórios de arquitetura, tendo em vista que o processo criativo e elaboração são muito mais demorados do que o produto final em si. A produção de pautas não fica presa à finalização, já que processo também importa.  As mídias sociais oferecem a possibilidade dos seguidores acompanharem o processo, dessa forma eles passam a ter uma conexão com a marca, possuem mais facilidade em reconhecer o valor agregado e têm maiores chances de se tornarem clientes. As mídias sociais são o ambiente perfeito para unir o marketing de relacionamento com o marketing de conteúdo. Os clientes vão atrás da sua marca pelo seu conteúdo, e ali desenvolvem um “relacionamento” com a sua empresa de uma forma muito orgânica.  Como as pessoas estão dentro das suas próprias redes sociais, é muito natural que conectem seus amigos ao perfil da marca, levando o conteúdo diretamente para outras pessoas interessadas, ampliando o público-alvo com muita precisão. Quando um serviço ou produto é indicado por uma pessoa conhecida, essa indicação tem maior credibilidade do que uma propaganda que foi feita para atrair o consumidor. As redes sociais também proporcionam o feedback público, onde é possível ter uma noção da opinião real dos consumidores. Isso é conveniente tanto para o cliente quanto para a marca, que pode monitorar qual é a visão dos consumidores e identificar pontos de melhoria. Tendo em vista que o marketing das mídias sociais é fundamentado na criação de laços, essa abordagem é um investimento de médio a longo prazo, pois é necessário um tempo para que os clientes se aproximem das marcas. Mas esse investimento tem um bom retorno? A resposta é sim. O estudo realizado pela Rock Content em 2019 em relação a tendências e conteúdos Content Trends - mostra que apenas os meios de propaganda tradicionais não são suficientes para se destacar da ampla concorrência. Em primeiro lugar se destaca o marketing de conteúdo, o qual já é adotado por 67,3% das empresas brasileiras, e 16,5% estão em fase de elaboração. Isso indica um total de 83,8% de empresas investindo nessa estratégia e mais da metade do percentual restante tem interesse em adotá-la. O estudo também destaca a importância do marketing nas mídias sociais, ressaltando a relação com o público-alvo e possibilidades reais de vender um produto ou serviço. Revertendo esses dados para a rendibilidade, o estudo mostrou que as empresas que investem nessas estratégias recebem 1,3 visitas a mais em seus perfis e geram 1,4 a mais de leads - clientes que engajam e são fortes compradores em potencial. Para alcançar esses números, é necessário ter uma estratégia bem definida, como calendário de postagens e técnicas de elaboração de posts. Além disso, é preciso saber quais canais serão utilizados, ou seja, se as postagens serão para Instagram, Facebook, Pinterest, etc. Para te ajudar a definir a sua estratégia e quais canais utilizar, elaboramos os próximos tópicos. Vem com a gente! É necessário lembrar que as redes sociais possuem personalidade. Assim como os meios de comunicação têm suas particularidades - rádio, televisão, jornal - as redes também apresentam diferentes formatos e o conteúdo deve ser adaptado de acordo com a  interface da rede escolhida. Por exemplo, um post elaborado para o Instagram não terá o mesmo efeito no Facebook se não houver a devida adaptação. Porém, as redes sociais seguem alguns padrões e existem estratégias que valem para qualquer rede escolhida. Primeiramente vamos abordar as estratégias gerais para utilizar as mídias sociais de forma assertiva. Posteriormente, comentaremos quais são as melhores redes sociais e algumas de suas particularidades. Como falamos anteriormente, a nossa “praça” para o marketing é a internet, ela é muito ampla e, a princípio, podemos nos iludir e tentar alcançar o máximo de pessoas possíveis. Não caia nessa armadilha, tentar alcançar um público disperso vai te custar tempo e esforço que não terão retorno. É necessário buscar pessoas que possuem interesse genuíno no seu conteúdo, as quais vão iniciar um relacionamento com a sua marca através das mídias sociais e vão te auxiliar a melhorar a sua imagem, aumentar o público-alvo e gerar leads. Uma boa estratégia para definir o seu público alvo é elaborar um “buyer persona”. Imagine como é o seu consumidor e crie uma personagem para ele. Pense nos dados demográficos dele - idade, escolaridade, naturalidade, etc - e em características abstratas - hobbies, motivações, dores e necessidades. A partir dessas preferências será possível identificar quais redes o seu público-alvo utiliza e quais pautas são interessantes para ele. Para perfis de arquitetura, podemos traçar dois principais perfis de público-alvo. O primeiro são os clientes. Os clientes geralmente não possuem conhecimentos aprofundados em arquitetura, por isso, vão buscar por hashtags mais simples, com palavras do cotidiano. Muito provavelmente essas pessoas vão estar em mídias sociais como o Facebook ou o Instagram, pois são as plataformas mais populares entre os brasileiros. Os clientes também têm interesses muito distintos. Por exemplo, um cliente que vai fazer uma reforma porque precisa consertar sua casa vai apresentar pesquisas muito diferentes de um cliente que finalmente vai construir a casa dos seus sonhos, que será muito diferente de uma futura mamãe que está planejando fazer o quartinho de seu neném. É necessário identificar quais tipos de cliente você gostaria de atrair para, então, focar na elaboração do seu conteúdo. O segundo perfil de público-alvo são os próprios arquitetos. Se você representa um escritório de arquitetura criando conteúdo para outros arquitetos, é necessário ter em mente que essas pessoas vão buscar por termos mais específicos e, por vezes, um conteúdo mais aprofundado. Existe uma grande chance desse público-alvo utilizar mídias sociais como o Pinterest, uma vez que é a rede mais utilizada para referências de temas em comum, gerando um amplo networking. Os arquitetos, assim como os clientes, também possuem interesses distintos. Um profissional que projeta funções complexas, como escolas e hospitais, terá pesquisas diferentes de profissionais que projetam interiores que, por sua vez, será distinta das pesquisas de estudantes de arquitetura. Esses são apenas alguns exemplos de como pensar e elaborar o seu buyer persona, e então podemos prosseguir para o próximo passo. Não é novidade que a constância nas mídias sociais é um dos principais fatores para o sucesso. A Content Trends de 2019 mostra que empresas que postam mais de 20 vezes por mês alcançam 15 vezes mais visitantes que as marcas que postam de 1 a 3 vezes por semana. Manter esse ritmo pode parecer difícil, mas na verdade basta elaborar um calendário de postagens. Segundo a Content Trends, marcas que seguem um calendário recebem 1,5 visitas a mais do que marcas que não possuem esse planejamento. O calendário de postagem é muito prático, além de ser vantajoso para o crescimento da sua rede ele também vai facilitar a sua rotina. Geralmente o calendário é elaborado semanalmente. Como a maior parte das mídias sociais possuem a opção de agendar a postagem, é possível elaborar o conteúdo e deixar que a própria rede trabalhe a seu favor, subindo as publicações automaticamente durante a semana. Os posts podem ser programados para datas e horários distintos de acordo com a rede escolhida, pois cada uma apresenta picos de engajamento distintos. A Sprout Social elaborou gráficos que indicam os melhores dias e horários para postar. O estudo aponta que os melhores dias para o Facebook são terça, quarta e sexta, de 9:00 às 13:00. Já para o Instagram, os dias são de segunda à sexta às 11:00 e o melhor dia é terça de 11:00 às 14:00. Esses dados são relativos à publicações gerais, temas específicos podem ter picos de engajamento distintos. Quando você começar a postar será possível acompanhar, através das métricas das mídias sociais, quais dias e horários o seu público engaja mais e, então, agendar as publicações para esses horários. A quantidade não pode afetar na qualidade. Lembre-se que por trás do calendário editorial está o marketing de conteúdo, portanto é muito importante manter um alto nível em assuntos pensados para o seu público-alvo. Depois de realizar a segmentação do seu público, o desenvolvimento de conteúdo será mais intuitivo. Você pode realizar brainstorms dos principais temas que o seu público se interessa e desenvolver as postagens a partir deles. Se estamos pensando em conteúdo para arquitetos, por exemplo, podemos buscar temas relacionados à atualidades e tendências do ramo. Esse público está disposto a conhecer novidades e também se aprofundar em assuntos já conhecidos. Se o público em foco for os clientes, podemos mostrar conteúdos que envolvam materiais e acabamentos ou curiosidades de como algo foi executado ou decidido. Isso pode parecer banal para a rotina dos escritórios, mas mostrar os bastidores da obra e resolução de problemas pode gerar muito engajamento para as pessoas que não são da área. Esse tipo de conteúdo também pode ser interessante para estudantes de arquitetura, que desejam entender como funciona o “projetar” na prática. Se você perceber que não vai conseguir elaborar um assunto complexo, ou se não possui muito para mostrar do seu trabalho naquela semana, considere preencher essas lacunas mostrando obras que te inspiram ou enquetes. Todos esses conteúdos possuem “níveis de dificuldades” distintos, mas isso não quer dizer que são menos relevantes, tudo depende de como você equilibra essas postagens no calendário editorial para manter a atividade nas mídias sociais e o engajamento do seu público-alvo. Existe uma ampla variedade de tipologias de postagens. Grande parte das redes sociais trabalha com fotos e vídeos, logo, eles são o formato carro-chefe das postagens. O seu conteúdo deve aparecer da forma que você julgar mais conveniente para a sua “buyer persona”, mas não se preocupe, para que você mantenha o seu calendário editorial em dia, classificamos diversos tipos de postagem em seis categorias: São postagens que vão ensinar algo novo ao espectador. Aqui se encaixam: definições de termos desconhecidos para o público (glossário), temas rápidos ou aprofundados, guias definitivos,  tutoriais técnicos ou faça você mesmo (“do it yourself” ou “diy”), perguntas frequentes (“frequently asked questions” ou “faq”), perguntas que deveriam ser feitas (“should ask question” ou “saq”), infográficos e pesquisas. São postagens em que o seguidor possui alguma reação ativa ao ler o seu post. Nessa categoria temos:  enquetes, tira-dúvidas, perguntas e respostas, quiz de personalidade, quiz de conhecimento em determinado tema e desafios, que são muito populares dentro das mídias sociais. São postagens que consistem em uma pesquisa e análise de algum tema, produto ou serviço, a qual será repassada para os seus seguidores. Como essa postagem recebe uma curadoria da empresa ou pessoa, ela mostra para o público um pouco da opinião e personalidade da marca, e pode ser muito útil para criar laços. Essas postagens podem ser: indicações de referências, listas (por exemplo melhores produtos ou alternativas para execução), comparação de produtos e serviços, críticas (também chamadas de “review”), notícias, assuntos do momento pertinentes ao público e  estudo ou mostra de trabalhos e profissionais em destaque. Muito importantes para o marketing nas mídias sociais, esse tipo de postagem inclui: fotos e relatos da rotina de trabalho, problemas x solução, atualização da empresa (como novos funcionários ou alterações no espaço físico), depoimento de clientes, breves relatórios de receita financeira, planejamentos para o futuro e dicas de como utilizar melhor o próprio produto. Essas postagens podem incluir clientes ou pessoas do ramo. Podem ser entrevistas ou apresentações de algum profissional. No caso de apresentação, é importante contar a história daquela pessoa e mostrar porque você a admira. É interessante selecionar pessoas que você possa alimentar futuras parcerias, procure apresentar também profissionais menos conhecidos na área ou profissionais locais. São postagens que não seguem nenhum padrão dos anteriores, podem ser muito úteis para preencher lacunas, como frases motivacionais e citações, ou para criar conteúdos específicos, como celebração de feriados. Algumas marcas fazem postagens "off-topic", ou seja, com temas fora do nicho, essa tipologia é um pouco arriscada, mas tem grande potencial de viralizar. Postagens de opinião pessoal podem aproximar o público e favorecer a estratégia de marketing, mas é necessário avaliar se essa tipologia se encaixa com o seu público-alvo. Também podemos incluir aqui sorteios e cobertura de eventos, que geram bastante engajamento. Como já vimos, o grande diferencial do marketing nas mídias sociais é a construção de um relacionamento entre o cliente e a marca, portanto a interação com os seguidores é fundamental. O seu perfil deve estar pronto para responder mensagens e comentários de maneira rápida e natural. Por isso, é muito importante definir o tipo de linguagem que será utilizada no seu perfil. Um perfil corporativo deve utilizar uma linguagem profissional, mesmo que possua um caráter mais informal ou humorístico. Isso porque, antes de tudo, é necessário passar credibilidade e confiança para os seguidores. De acordo com o seu público-alvo você vai definir qual será o tom da linguagem - formal ou informal - qual “pessoa” as respostas vão se configurar - primeira pessoa ou terceira pessoa - e se cabe utilizar gírias e expressões do momento ou não. O uso correto do português é indispensável em todos os casos. Elaborar um conteúdo que estimule a interação também é uma boa estratégia. Faça enquetes, perguntas e respostas, lives, postagens que sejam compartilháveis ou que fomentem discussões nos comentários. Dessa forma o público poderá realizar outras ações dentro do seu perfil, além das usuais curtidas, o que é muito positivo para o engajamento. A autenticidade do perfil diz respeito à lembrar aos seguidores que quem está do outro lado da tela também são pessoas. Em caso de grandes marcas, essa humanização pode ser mais complicada e, por isso, são criados os avatares, como visto anteriormente. Porém, para pequenas marcas e perfis autônomos é possível mostrar fotos da equipe, momentos de trabalho onde as coisas não estão perfeitas, recortes da rotina real que não foram pensadas para ser um postagem teatral. Esse conteúdo de bastidores está diretamente relacionado com a horizontalidade do marketing nas mídias sociais, onde os seguidores têm interesse em acompanhar o processo. Isso fortalece os laços que são essenciais para a estratégia, agrega temas ao calendário de postagens e se encaixa perfeitamente com a rotina do escritório de arquitetura, o qual está sempre lidando com esses processos. A análise de métricas consiste em avaliar o comportamento e desempenho das suas postagens. Praticamente todas as mídias sociais possuem uma aba de “analytics” gratuita, onde é possível acompanhar as principais informações de publicações e engajamento. Também é possível utilizar plataformas mais completas, como o Google Analytics e a Quintly. Porém, a análise de métricas não é tão simples, é necessário saber interpretar os dados para tomar decisões. Uma das principais métricas para acompanhar é o alcance das suas publicações, ou seja, quantas pessoas você está atingindo. Essa métrica deve ser analisada em conjunto com o engajamento. Se seu alcance está baixo, porém você tem um alto nível de engajamento, significa que você tem um bom conteúdo e está com dificuldades de divulgar as postagens, nesse caso, investir em impulsionar a publicação pode ser uma boa ideia. Se o seu alcance é alto, porém com pouco engajamento, é necessário revisar o seu conteúdo, para que ele seja mais relevante e consumível para o seu público-alvo. Também é importante analisar o volume, ele indica quantas pessoas estão falando sobre a sua marca. Para quem está investindo no marketing de conteúdo em blogs ou quem possui loja online, também é importante observar o tráfego de rede social, pois ele vai indicar quantas pessoas estão chegando ao seu site pelas postagens das redes. Se o seu tráfego estiver baixo, considere analisar quais publicações levaram mais pessoas para o seu site e estude esse modelo de postagem. Por último, a taxa de conversão vai te mostrar quantas pessoas estão realmente começando um relacionamento com a sua empresa. Para o marketing nas mídias sociais essa métrica é muito relevante, já que o grande objetivo é desenvolver laços com os clientes. Se essa métrica estiver subindo, significa que você está acertando em cheio na estratégia. Vale ressaltar que algumas métricas podem ser ilusórias. Número de likes e compartilhamentos nem sempre significam que as pessoas estão se envolvendo com a sua marca. Fique atento às “métricas vazias” ou “métricas de vaidade”, elas podem te dar a impressão que seu esforço está sendo compensado momentaneamente, mas não vão te trazer o retorno desejado. O marketing nas redes sociais sempre prioriza o engajamento. Para que a sua marca se destaque no meio da ampla concorrência das mídias sociais é necessário que ela tenha um boa identidade, e é nesse ponto que entra o branding: gestão da marca com o objetivo de torná-la mais visível para o público e mercado. O branding vai muito além de uma forte identidade visual, com uma boa paleta de cores e logotipo moderno, ele define valores e missões da empresa. Quando a marca assume um propósito, ela cria uma personalidade. Deixa de ser apenas um escritório de arquitetura que faz casas e passa a ser um escritório que repensa o modo de morar, por exemplo. Esses objetivos atribuem características humanas à marca e permitem que as pessoas se identifiquem com mais facilidade. Uma vez que essa relação é estabelecida, os clientes não são apenas consumidores, eles passam a ser fãs da marca. Esses seguidores são muito engajados e estão dispostos a pagar pelo valor agregado que reconhecem. A marca com valores e missões definidos deve ter consciência do meio que está inserida, é necessário que se mantenha uma responsabilidade quanto aos assuntos sociais e ambientais, ainda que esses não sejam os propósitos da marca, pois as mídias sociais cobram esse posicionamento. Se a sua marca percorre por esses valores como posturas sustentáveis ou concepção inclusiva para determinados grupos sociais, deixe que isso transpareça, pois os seguidores vão se identificar com esses princípios. Defina quais são os valores e missão da sua marca. Seja honesto consigo mesmo ao fazer isso, pois esses conceitos vão permear todo o conteúdo e identidade da empresa. Para se conectar com as pessoas, é necessário ser autêntico e mostrar a sua verdadeira visão. Dessa forma, o conteúdo será sempre fiel aos seus ideais e as pessoas vão se identificar com isso de forma muito orgânica. A melhor rede social para desenvolver o seu perfil depende do seu público-alvo. Segundo o Content Trends 2019, as redes sociais mais usadas pelos brasileiros são o Facebook e o Instagram. Essas redes com certeza são as melhores opções para o grande público. Para arquitetura, podemos acrescentar a essa lista o Pinterest, grande fonte de referência entre arquitetos e cada vez mais crescente entre os clientes. A seguir, vamos entender um pouco mais sobre cada uma dessas mídias sociais. O Instagram é uma rede focada em imagens, proporcionando uma boa oportunidade para montar o seu portfólio. Um recurso muito útil dessa rede são as hashtags. Ao postar uma imagem, lembre-se de considerar quem é o público alvo e quais palavras-chave ele busca. A quantidade de hashtags deve ficar em torno de oito. Use legendas de acordo com a linguagem adotada e dê abertura para interação. Usar a geolocalização também pode aumentar o alcance das publicações. A desvantagem do Instagram é a limitação da proporção das imagens 1:1. Sempre que possível ajuste as imagens para que não fiquem cortadas e nem com abas. A boa resolução é indispensável. Além do feed, a rede conta com várias funções como stories, destaques e reels, permitindo que o seu conteúdo esteja sempre organizado. O feed pode ter postagens mais pensadas enquanto o conteúdo mais informal pode ir para o stories ou destaques, porém isso não é uma regra, um perfil com algumas postagens destoantes podem auxiliar na humanização da empresa. Os stories são uma ótima forma de gerar engajamento, pois permitem diálogos casuais, enquetes, perguntas e respostas, etc. Quando sua marca começar a se espalhar, considere criar hashtags interativas, postar fotos de clientes e mencioná-los. As tags interativas permitem que você localize seguidores da sua marca com facilidade e alimente o laço deles com a empresa. Lembre-se de alterar o seu perfil para uma conta comercial, assim você poderá criar anúncios e acompanhar as métricas. Primeiramente é importante saber que a sua empresa deve ter uma página comercial no Facebook e não um perfil, pois a primeira vai lhe proporcionar as ferramentas necessárias como análise de métricas e uma experiência mais intuitiva para os clientes. O Facebook possui abas personalizáveis que facilitam a organização da sua página, elas ficam abaixo da foto de perfil e alternam o feed que o seguidor vê. Geralmente encontramos as seguintes abas: sobre, fotos, vídeos, eventos, loja, comunidade, etc. Além das abas, o facebook possui botões que facilitam bastante as chamadas “call-to action” onde o visitante realiza uma ação. Esses botões podem levar os visitantes direto para a sua loja ou convidar um amigo para curtir a página. As abas e botões dão bastante liberdade para criar uma página que seja muito atraente, levando o seu público a tomar as ações que você deseja. Uma das vantagens do Facebook é que não existe limitação na proporção das imagens, porém é importante lembrar que se o post tiver mais de uma imagem, o facebook gera um painel das fotos automaticamente, e é importante que esse painel fique bem montado visualmente. Assim como o instagram, o uso das hashtags é muito importante. Outra vantagem da rede é a possibilidade de fixar os posts. Dessa forma postagens relevantes não se perdem no feed, mesmo que você poste com frequência. Quando aquela postagem não for mais importante, basta retirá-la dos fixados. Tal como o Instagram, é interessante postar as imagens do seu público, você pode identificá-las através das hashtags. Essas postagens podem ficar na aba de comunidade ou em outra aba como “fotos de clientes", por exemplo. No Facebook, além de curtir e marcar amigos, as postagens podem ser compartilhadas, então pense em um conteúdo que o seu público-alvo gostaria de repassar, isso vai ampliar e aproximar a audiência. O grande diferencial do Facebook é a possibilidade de produzir anúncios segmentados, dessa forma, o alcance da sua publicação vai ser ampliado com precisão para as pessoas necessárias. A desvantagem é que publicações comuns geralmente não possuem grande alcance, mesmo que estejam bem estruturadas. O Facebook percebeu que os anúncios são uma ferramenta poderosa em sua rede e faz bom uso disso. Se você pretende usar o Facebook para o marketing nas mídias sociais, considere seriamente criar anúncios ou impulsionar publicações, pois o algoritmo trabalha a favor de quem contrata esses serviços. Por fim, personalize a sua url e mantenha a aba “sobre” completa, conte a sua história e mencione a missão e os valores da sua marca. O Pinterest é uma rede crescente e pouco explorada para o marketing, o que é uma vantagem para quem começar a investir nela o quanto antes. A ferramenta é ideal para o ramo de arquitetura, pois trata de referências e tendências, além de ser uma boa fonte para networking. Praticamente todas as fotos do Pinterest são referenciadas para um site externo, gerando altos índices de tráfego de rede social - atualmente a rede comanda 7,17% desse tráfego. Além disso, 96% dos usuários buscam informações de produtos e 87% já compraram algum produto por influência da rede. Esses dados mostram uma excelente oportunidade para pôr em prática um marketing nas mídias sociais de sucesso, pois os usuários estão executando as ações necessárias para isto, circulando para ambientes de compra ou comprando no próprio site. Para facilitar essa dinâmica, o Pinterest tem duas abas principais: explorar e comprar. Quando você procura uma hashtag, pode alternar entre essas abas. As fotos da aba explorar podem ser salvas nos seus painéis e se você tiver interesse pode clicar na foto e ser encaminhado para a sua fonte, que geralmente são outros sites. Na aba “comprar” as fotos aparecem com uma tag de preço e ao clicar você é encaminhado para o ambiente de compra. Além dessas duas abas, você terá as seguintes opções no menu flutuante: todos os pins, vídeos, pessoas, pastas e seus pins. A aba “pessoas” permite que você encontre profissionais que admira. Você também pode seguir  pessoas que tenham bons painéis. Pense qual é o tipo de painel que o seu público alvo segue e comece a montar os seus, pois isso vai te trazer o engajamento necessário da estratégia. Selecione bem as imagens e principalmente hashtags, elas são essenciais nessa rede. Na aba “painéis” você vai encontrar as pastas mais acessadas dos assuntos que você tem interesse. Elas são ótimas para acompanhar referências e se atualizar. O diferencial do Pinterest são os anúncios com campanhas. Os anúncios podem ser de diferentes tipos. Existem os “pins promovidos” que funcionam como o “impulsionar publicação”, “vídeo pins” que aparecem como pins normais e o vídeo começa após o usuário caminhar pelo conteúdo (os espectadores ficam 2,7 vezes mais dispostos a adquirir um produto após um vídeo) e os “pins de apenas um clique” levam o usuário direto para a página linkada, esse anúncio pode ser interessante se você deseja elevar o tráfego ao site. A campanha representa o seu objetivo com o anúncio, tornando ele mais eficaz, elas se dividem em cinco: construindo reconhecimento da marca (branding), criando engajamento de pins, conduzindo de tráfego ao site, incentivando a instalação de um aplicativo (link direto com a playstore), utilizando vídeo para construir a marca. Assim como o Facebook, os anúncios são segmentados para o público-alvo correto, resultando em altas chances de sucesso. Por fim, lembre-se que, assim como o Instagram, o Pinterest é uma rede de imagens, logo a sua qualidade é fundamental, porém nessa rede não existe limitação de proporção para imagem, o próprio Pinterest gera painéis muito bem elaborados visualmente, baseado nas distintas dimensões das imagens. Não é uma regra, porém imagens verticais tendem a chamar mais atenção, pois ficam maiores no painel. O segredo para um bom marketing nas mídias sociais está no relacionamento dos clientes com a marca. Como os meios de promoção são as redes sociais, precisamos nos adaptar a cada uma delas, mas não deixe que as redes definam quem você é e o que você posta. Dissemine o conteúdo que você acredita, defenda as causas que acha importante, mostre as referências que te fascinam. O público está ávido por “pessoas reais” que possam se identificar, o único jeito de criar laços é se envolvendo também! www.resultadosdigitais.com.br www.academiadomarketing.com.br www.rockcontent.com/br www.casavogue.globo.com www.zioncontent.com.br www.pipemarketing.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/modelo-padrao-de-prancha-para-projeto-de-arquitetura-e-interiores Title: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores Meta Description: A Vobi está disponibilizando um Padrão de Prancha automatizado grátis pronto para ser usado! Economize seu tempo nas plotagens dos seus projetos. Veja como usar Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/modelo-padrao-de-prancha-para-projeto-de-arquitetura-e-interiores ## Headings Structure: H1: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H2: Qual a diferença desse padrão de prancha? H2: Como devo utilizá-lo? H2: Como adquirir o Padrão de Prancha da Vobi? 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H2: Como funciona os templates da Vobi H3: Templates de projeto H3: Veja como é simples criar um template de projeto na plataforma Vobi H3: Templates de orçamento H3: Entenda como é rápido criar um template de orçamento na plataforma Vobi H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O dia a dia em um negócio é agitado e é importante otimizar o tempo na elaboração dos projetos. As tarefas que poderiam demandar um longo período, como estruturar a lógica das informações, estilizar e definir o caminho a ser seguido, podem agora ser facilmente estabelecidas com o uso de modelos de projetos. Com a aplicação de templates de projetos, você consegue estabelecer um padrão de trabalho na sua empresa, sendo possível promover a correta divisão das atividades em cada etapa e aumentar a produtividade. Ao contrário da criação de um projeto a partir do zero, um modelo de projeto já oferece ao usuário uma estrutura básica para dar início ao trabalho. Dependendo da ferramenta utilizada, o modelo pode incluir diferentes abas, exemplos de tarefas, entre outros recursos. Trabalhando com um modelo de projeto, você já tem uma vantagem! Se você ainda não sabe como otimizar seu tempo e evitar adicionar informações repetitivas a cada projeto, neste artigo abordaremos um pouco mais sobre os modelos de projetos e descubra como essa funcionalidade pode revolucionar a maneira como você constrói projetos hoje! Ao final da leitura você terá aprendido sobre os seguintes tópicos: Um projeto demanda tempo, sendo necessário planejar diversas atividades e suas fases. A avaliação das informações como custos e prazos, a definição do escopo e a tomada de decisões assertivas requerem atenção para que nenhum detalhe passe despercebido. Para que esse planejamento possa ser executado com mais agilidade, é necessário implementar modelos de projetos no processo. Por exemplo, uma construtora que irá começar a execução de uma casa sabe que existem muitas tarefas em diferentes fases. Previamente, é preciso compreender as demandas do cliente, como a quantidade de cômodos, a metragem desses espaços, quais serão os materiais utilizados, entre outras informações. Em seguida, haverá a preparação do terreno para iniciar a fundação e, assim, continuar com as demais etapas até a finalização da obra. Como nenhuma atividade deve ser esquecida, essa empresa responsável pela execução da casa criou um modelo de projeto e obra com todo o processo que deve ser seguido até a fase final. O modelo conta com informações estruturadas sobre a gestão do projeto, possibilitando a economia de tempo e impedindo que possam ocorrer erros. Assim, ao construir outras casas, a construtora utilizará esse modelo pré-definido já que existem muitas fases em comum, sendo só necessário alterar especificidades exigidas pelo cliente. Portanto, escritórios e construtoras utilizam a ferramenta para padronizar e tornar o trabalho mais produtivo. Além do mais, o uso de um template de projeto garante que todas as atividades sejam consideradas, sem atrasos, retrabalhos e custos adicionais. Gerenciar projetos consiste em utilizar conhecimentos, ferramentas e técnicas para alcançar os objetivos de um projeto de maneira eficaz. A utilização de modelos de projetos e obras pode auxiliar nesse processo, pois essa pré-definição de informações permite iniciar um projeto de forma mais assertiva. A aplicação de templates na gestão de projetos contribui para a padronização das atividades, o que facilita a divisão das etapas que devem ser realizadas em cada fase do projeto. Assim, cada profissional envolvido sabe o momento certo de executar sua função e entende que o sucesso da etapa posterior depende da conclusão adequada da etapa anterior. A utilização de um modelo de projeto e obra facilita a padronização de atividades e permite uma eficaz gestão de projetos. Isso aumenta a segurança no sucesso do projeto, uma vez que o modelo é testado e comprovado, é reduzido os riscos e evita retrabalhos que poderiam causar atrasos e aumentar os custos. Além do mais, os modelos de projetos possibilitam a introdução de um plano contra imprevistos, já que é possível antecipar possíveis problemas e tomar decisões rápidas para a correção de erros. Portanto, a junção entre gestão de projetos, templates de projetos e obra e padronização de atividades possibilita mais segurança, eficiência e sucesso para as empresas. Ter um cronograma e etapas padrão O cronograma padrão é uma ferramenta para monitorar as atividades de um projeto, seja ele residencial, comercial ou apenas uma consultoria de interiores. Esse recurso é elaborado com base no modelo de projeto anteriormente definido e contribui para que toda equipe mantenha-se focada em seus objetivos e prazos estabelecidos. Por exemplo, ao iniciar um novo projeto e utilizar um template, as etapas e atividades essenciais para a sua conclusão já foram previamente organizadas, onde é levado em consideração o tempo e recurso disponível para cada tarefa. Com um cronograma padrão é possível mais precisão e produtividade, já que se é evitado retrabalhos e desperdício de tempo para elaboração de um novo planejamento. Além do mais, toda equipe passa a acompanhar o progresso das atividades de forma clara, evitando possíveis atrasos e erros. O planejamento de etapas está intrinsecamente ligado ao cronograma padrão, onde ambos são essenciais para a gestão de projetos e obras. Com um modelo padronizado, é mais fácil identificar os pontos críticos do processo, o que permite a realização de ações para otimização do fluxo de trabalho. Ter uma organização padrão Utilizar pastas de arquivos padrão são essenciais para manter a produtividade, pois contribui para a equipe economizar tempo e trabalho ao não ter que procurar as informações em diferentes fontes e formatos. Além do mais, quando compartilhadas online e em um só lugar, é garantido que todos os envolvidos no projeto estejam trabalhando com as mesmas informações. Os modelos de projetos no que se refere a padrões de pastas e documentos é também sobre a predefinição do que deve ser utilizado em cada etapa de projeto e, consequentemente, a qualidade do trabalho realizado. Estruturar as informações Criar templates de anotações também contribui para o aumento da eficiência no trabalho, pois economizam tempo. Note que, por exemplo, se você está desenvolvendo um projeto e já possui um modelo de checklist padronizado, pode fazer o preenchimento rapidamente de todos os itens que você precisa apresentar nas pranchas de desenhos técnicos, sem precisar criar uma nova lista. Ou ainda, um modelo de projeto com seções para anotações ajuda a organizar os dados de forma mais clara, como por exemplo, as atas de reuniões e os briefings. Esse tipo de template ajuda a preservar o projeto no caminho certo e ainda garante que todas as ideias sejam registradas. Organização de acordo com o orçamento Ao criar templates de orçamento com serviços padrão para execução de projetos, é possível melhorar a eficiência na elaboração de orçamentos e também na entrega de serviços relacionados à obra. Esses templates devem ser criados com base nos serviços e produtos mais comuns (pedreiro, marceneiro, eletricista ou até revestimentos, tintas louças e metais), constando detalhes que garanta que todos os custos necessários sejam levados em conta, apresentando um preço final justo e competitivo. Esse cenário demonstra ao cliente o que ele está pagando e quais serviços serão entregues. Com um orçamento padrão e seu fácil preenchimento, é possível criar um documento completo e competitivo com precisão. Isso reduz o tempo para criar orçamentos e ainda permite que os colaboradores se dediquem em outras tarefas importantes. Pensando em te ajudar com a estruturação da lógica das informações e compreensão do caminho a ser seguido, a funcionalidade Template da Vobi foi pensada para você formar na sua empresa um padrão de trabalho. Ao utilizar os nossos modelos de projetos, você economiza tempo, evita esquecimentos e otimiza seus serviços. É só selecionar, criar ou personalizar o template de projeto fazendo a predefinição que melhor se adapta às suas necessidades, assegurando maior produtividade e precisão nas entregas. É importante destacar que a Vobi oferece dois modelos: de projeto e de orçamento. Eles devem ser selecionados e usados de acordo com as demandas e serviços oferecidos pelo seu negócio. Ideal para quando você estiver começando um novo projeto do zero. Com ele, você pode definir etapas, tarefas, itens/serviços para o orçamento, bem como uma estrutura de pastas e anotações. Depois de definir esse template, você só precisa clicar uma vez para que todas essas informações sejam replicadas em um novo projeto! Existem várias formas de criar um template, para esse exemplo, vamos seguir o caminho mais comum: clique em “Ferramentas”, selecione “Meus templates”, em seguida “Adicionar Novo Template", e preencher as informações: nome do template (reforma residencial, reforma comercial), tipo do template (projeto), descrição e uma foto que o represente na capa. Ao final dessa etapa, você terá algo semelhante a isso. 👇 Agora é hora de adicionar as informações ao seu template de projeto. A seguir, vamos explorar as possibilidades de edição: Nessa etapa, é possível adicionar todas as fases do projeto/obra que necessite que o seu modelo contenha. Veja o exemplo 👇 Na aba de orçamentos é possível adicionar os itens e serviços comuns. Como também, é possível adicionar serviços oferecidos pela sua empresa. Crie modelos de pastas para todos os arquivos que serão adicionados no modelo de projeto! Para isso, clique no botão “Adicionar Pasta a este Template”. Veja o modelo: Desenvolva seu próprio modelo de anotações para que seus colaboradores possam entender o que e onde escrever as anotações do projeto! Para adicionar novos modelos de anotações, basta clicar no símbolo de "➕". Utilizando templates de orçamento, você poderá estabelecer ambientes padrões, serviços e itens fundamentais em todos os projetos, economizando tempo durante uma especificação! Por exemplo, se você utiliza aquele conjunto de itens de cozinha em todos os projetos, não tem para quê perder tempo selecionando essas informações novamente. Crie um template com esses itens e tenha-os sempre à disposição em futuros orçamentos. É importante ressaltar que os templates de orçamento devem ser utilizados para complementar o orçamento de um projeto já criado. Para criar um template de orçamento, tomaremos o caminho mais habitual: clique no menu “Ferramentas”, em seguida em “Meus Templates”, agora é só clicar em “Adicionar Novo Template” e preencher as informações: nome do template (Quarto Completo, Sala Sem Sofá), tipo do template (orçamento), descrição e uma foto que o represente na capa. Ao final dessa etapa, você terá algo parecido com isso. 👇 Para criar novos itens/produtos e serviços no orçamento, é só clicar no botão “Adicionar Item”. E o mais legal: nossa equipe e parceiros já desenvolveram vários modelos de templates que se adequam a diversos projetos e serviços. É só escolher e utilizar aquele que melhor se encaixa nas suas necessidades de trabalho! A partir do momento que você o utiliza, é possível criar um template novo que ficará salvo na sua biblioteca, daí é só fazer as edições que quiser. Caso você tenha criado um projeto sem template, saiba que é possível aplicar um mesmo com seu projeto em andamento. Para isso, vá em “Geral” dentro do seu projeto, clique nos três pontinhos e em seguida clique em “Aplicar um template”. Agora que você já sabe como otimizar o seu tempo na criação de projetos com a Vobi, solicite o seu convite e experimente o poder transformador da Vobi. https://gcgnconsultoria.com.br/ https://www.projectbuilder.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/montando-uma-proposta-vencedora Title: Montando uma proposta vencedora Meta Description: Como montar uma proposta vencedora. Ter uma apresentação bem estruturada é a chave para a conversão de oportunidades. Aprenda o passo a passo neste artigo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/montando-uma-proposta-vencedora ## Headings Structure: H1: Montando uma proposta vencedora H2: Checklist da estrutura de uma proposta vencedora H3: 1. Capa H3: 2. Storytelling H3: 3. Diferenciais H3: 4. Etapas H3: 5. Cronograma H3: 6. Cases H3: 7. Investimento H3: 8. Garantia H3: 9. Formas de pagamento H3: 10. Conclusão H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Montando uma proposta vencedora H2: Checklist da estrutura de uma proposta vencedora H3: 1. Capa H3: 2. Storytelling H3: 3. Diferenciais H3: 4. Etapas H3: 5. Cronograma H3: 6. Cases H3: 7. Investimento H3: 8. Garantia H3: 9. Formas de pagamento H3: 10. Conclusão H3: Continuar lendo H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H4: Aplicativo de arquitetura: revolucione seu fluxo de trabalho com nosso aplicativo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Depois de ter realizado a prospecção, aquisição e qualificação de clientes para o seu negócio, é chegado a hora de se preparar para o fechamento da venda. E para que isso seja possível, a primeira etapa é montar uma proposta vencedora. Ter uma apresentação bem estruturada, com todas as informações necessárias e ainda uma linguagem incisiva de marketing, é a chave para a conversão de oportunidades. Aproveite a leitura!‍ A capa deve estar de acordo com a identidade visual da sua marca. Insira o seu logo, slogan (se tiver), utilize a mesma paleta de cores e fonte. Nela também deve conter as informações do cliente em questão. Dados como nome e/ou endereço, são interessantes para criar uma conexão com o leitor. Isso irá, inclusive, nortear qual o tipo de linguagem e até mesmo imagens utilizadas. Storytelling é um termo em inglês, o qual significa uma narrativa. Em uma proposta, é o espaço para explicar, de forma sucinta, a missão e os objetivos do seu negócio. Levantando esses três principais tópicos: o desejo, o problema e a solução, é possível fazer com que o leitor percorra pela sua história de maneira a compreender que o que você está oferecendo irá suprir a necessidade do cliente. O que o faz ser a melhor opção para seu cliente se comparado à concorrência? Essa é a hora de convencê-lo. Enumere as vantagens de fechar negócio com sua empresa. “Muitas vezes o foco do arquiteto ou engenheiro é sempre o de realçar os serviços atrelados ao projeto em si. Porém, há muito mais do que isso. O simples fato de destacar que a sua empresa oferece atendimento personalizado, X número de visitas técnicas, acompanhamento em lojas, acompanhamento de obra, garantia de prazo, etc, fará com que os clientes enxerguem mais valor e se sintam mais beneficiados em fechar negócio com você do que em outra empresa. Mesmo que que essa outra empresa também tenha esses serviços inclusos. A diferença está no poder em reconhecer as oportunidades de vendas, e usá-las a seu favor.” [Continuar lendo 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes] É aqui que você deve especificar o que está incluso na sua proposta de projeto. Desmembre as etapas e, se necessário, explique cada uma delas. Isso irá reafirmar o valor do seu trabalho perante o cliente, que muitas vezes, é leigo quanto a jornada de um projeto de arquitetura e construção. Você pode, também, aproveitar para oferecer serviços adicionais, como por exemplo, acompanhamento de obra e possivelmente aumentar seu ticket de venda. Além de preço, uma das maiores preocupações de um cliente é referente ao prazo. Já na primeira reunião, apresentar um cronograma personalizado irá estabelecer um relacionamento de confiança e credibilidade com sua marca. Exponha seus cases de sucesso. Fotos de projetos realizados e depoimentos de clientes servirão como uma “prova” de que tudo o que vêm sendo prometido será cumprido. Não é necessário expor muitos, eleja até 3 projetos que estejam de acordo com o perfil do seu cliente e forneça um link de acesso ao seu portfólio completo, caso ele deseje ver mais cases. Este é o momento para apresentar a sua proposta de valores. Desmembre o valor por serviços, dessa forma fica mais claro para o cliente pelo o que ele está pagando. É uma estratégia que agrega mais valor e traz maior transparência. Não se esqueça de especificar uma data de validade para fechamento dessa proposta.‍ Logo após apresentar o valor, é interessante oferecer algum elemento de segurança. Ao ofertar uma garantia você “quebra” a objeção do cliente, facilitando o fechamento da venda. Uma sugestão é oferecer uma garantia de prazo.‍ Comente as formas de pagamento sobre as quais o seu escritório atua. Aproveite para reafirmar questões como cronograma e prazos, a fim de não deixar nenhuma informação passível de dúvida.‍ Por fim, termine a apresentação com uma frase de conclusão. Reforce a mensagem da sua marca, inserindo novamente o seu logo e slogan e deixe disponível o link para seu site e/ou sua rede social profissional. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/networking-para-arquitetos Title: Networking para arquitetura: como ampliar a rede de contatos Meta Description: O networking influencia na qualidade do produto arquitetônico e no fluxo de projetos. Conheça os benefícios e técnicas para ampliar e fortalecer a sua rede. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/networking-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H2: A importância do networking no escritório de arquitetura H2: Como fazer networking de forma assertiva H3: 1. Relacionamento com profissionais H3: 2. Troca de informações H3: 3. Eventos de arquitetura, design e relacionados H3: 4. Cursos de especialização H3: 5. Mídias sociais H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H2: A importância do networking no escritório de arquitetura H2: Como fazer networking de forma assertiva H3: 1. Relacionamento com profissionais H3: 2. Troca de informações H3: 3. Eventos de arquitetura, design e relacionados H3: 4. Cursos de especialização H3: 5. Mídias sociais H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O networking de um escritório de arquitetura pode influenciar muito na dinâmica do trabalho cotidiano, bem como na qualidade final do produto arquitetônico. Isso porque a arquitetura depende de uma ampla rede de profissionais e fornecedores para conceber o projeto da forma idealizada. Além disso, a rede de contatos é essencial para manter o fluxo de projetos e garantir a prosperidade do escritório. Mas afinal, o que é o networking? Conheça os benefícios por trás de uma rede de contatos bem estruturada e aprenda como ampliar e fortalecer a sua própria rede através dos tópicos: Ter um bom networking é vantajoso para qualquer profissão, porém é fundamental para a arquitetura. Isso porque a concepção do produto arquitetônico é diretamente dependente dos serviços e produtos de outros profissionais e fornecedores. A busca por parceiros qualificados é um dos principais objetivos do networking, pois, a construção do projeto é “terceirizada” e a qualidade do produto arquitetônico depende da qualidade dos serviços prestados, caso contrário, o seu projeto só será funcional e bonito “no papel”. A busca de parceiros também é referente à profissionais da sua área, como outros arquitetos, designers e paisagistas. Esses parceiros podem oferecer serviços especializados, auxiliando o seu escritório em disciplinas que não estão dentro do seu nicho, ou elaborar projetos colaborativos. Manter uma rede de contato bem estruturada com profissionais da sua área é fundamental para tirar dúvidas, descobrir oportunidades de negócio e superar momentos de crise. Além disso, essa rede de contatos oferece a oportunidade de cruzar conhecimentos e se manter atualizado dos principais tópicos discutidos no momento. A troca de informações relevantes é um ponto chave no networking. Ao participar ou acompanhar discussões do setor, é possível identificar problemas em comum e respectivas soluções, analisar cases de sucesso e de fracasso, aprimorar conhecimentos, facilitando a integração de disciplinas, abrir portas para novas especializações, identificar tendências, dentre outros. O networking não se limita aos profissionais envolvidos na concepção do produto arquitetônico, ele também se expande para clientes, amigos e família. É necessário manter toda a rede de contatos cientes dos serviços prestados pelo seu escritório. Dessa forma, você sempre vai estar “no radar” dessas pessoas e, quando for necessário, elas vão indicar e conectar o seu escritório com novas oportunidades, alimentando esse ciclo e ampliando a sua visibilidade profissional. Assim sendo, o networking é uma estratégia poderosa de marketing. Por consequência, o seu fluxo de projetos tende a aumentar, pois a rede de pessoas que te conhece e te indica aumenta. Essas conexões podem partir de clientes ou de profissionais que trabalharam com você e recomendam os seus serviços. Ou seja, uma rede de contatos bem estruturada proporciona o aumento de vendas e fechamento de negócios. Agora que você já sabe como é importante manter relações com as pessoas envolvidas no processo arquitetônico, vamos te mostrar como fazer o seu networking! O networking deve ser feito de forma consciente, ou seja, você precisa se esforçar para ampliar a sua rede. Não espere apenas o acaso te unir com pessoas certas. É necessário identificar e ir atrás de contatos valiosos, bem como se posicionar como uma pessoa aberta a novas conexões. A seguir, vamos sublinhar cinco tópicos essenciais para ampliar e fortalecer a sua rede de contatos. Como vimos no tópico anterior, esse relacionamento diz respeito tanto a profissionais da sua área, quanto profissionais de áreas correlatas e fornecedores. Apesar dessa conexão ser profissional, lembre-se que quanto mais estruturada for essa relação, mais oportunidades de negócios serão apresentadas. Muito provavelmente as pessoas do seu networking conhecem outros arquitetos, mantenha a visibilidade profissional para que o seu escritório seja lembrado e conectado à novas oportunidades. Fortalecer essas conexões não é apenas um meio de conseguir mais projetos. Ao identificar profissionais e fornecedores de qualidade, procure manter o relacionamento. Colaborações duradouras facilitam o seu trabalho no escritório, evitam prejuízos e possibilitam uma integração mais direta, simples e dinâmica dos serviços. Os dois lados ganham com a agilização de processos e fluxo de clientes. É natural que, no seu networking, você encontre “concorrentes”, porém tente sempre visualizar essas pessoas como parceiras. Elas vão te ajudar nas trocas de informações e solução de problemas. Nunca critique a concorrência, sejam profissionais da mesma área, correlatos ou fornecedores. Lembre-se que essas pessoas estão conectadas e, ao se posicionar negativamente, você passa uma imagem ruim para a rede de contatos, o que pode prejudicar futuras parcerias. Algumas pessoas consideram que as relações do networking são “artificiais”, pois existe um interesse comercial por trás dela, e acabam por negligenciar o aumento da sua rede. Não cometa esse erro. Da mesma forma que você precisa do seu networking, ele precisa de você, portanto seja útil! Quando um cliente estiver na dúvida de qual serviço contratar, indique profissionais e fornecedores que você confia. As relações são baseadas na troca. É muito importante estar disposto a compartilhar informações. Envie oportunidades de projetos, cursos e eventos para os profissionais da sua rede que possam se interessar, ajude pessoas que estão iniciando o processo, crie conteúdo que acrescente conhecimento. Quando você ajuda as pessoas, elas te ajudam de volta. Ao solicitar uma informação, não sinta-se desconfortável, pois eventualmente você retribuirá o favor. Uma grande oportunidade de ampliar o seu networking é participando de eventos de arquitetura, design e áreas correlatas. Essas reuniões conectam diversas pessoas com interesses em comum, dentre elas, profissionais que você admira, especialistas em determinados nichos, ex-colegas de classe ou de trabalho, fornecedores, dentre muitos outros. É o momento perfeito para identificar futuros parceiros e iniciar um relacionamento. A abordagem inicial pode ser um pouco intimidante, principalmente se não existe um contato intermediário, ou seja, uma pessoa em comum para facilitar a conexão, ou se você não tem experiência com esse tipo de abordagem. Mas não se preocupe, a capacidade de criar novas conexões pode ser desenvolvida. Vamos te dar algumas dicas de como iniciar esse contato profissional: Lembre-se que a aproximação pode ser inversa, ou seja, outra pessoa pode se aproximar de você. Esteja disposto a apresentar o seu trabalho de forma profissional e amigável. É importante ter um cartão de visitas para facilitar a troca de contatos. Faça anotações no cartão de visitas, caso receba um, para se lembrar melhor da pessoa e sublinhar o seu interesse pelo trabalho dela. Além das possibilidades de networking, os eventos são grandes fontes de conhecimento, então aproveite-os! Utilize essa oportunidade para se inteirar das tendências da área, conhecer novas técnicas e produtos, se aprofundar em temas específicos, identificar problemas e soluções no desenvolvimento de projetos, atualizações no mercado de trabalho, etc. Você também pode organizar eventos, seja para apresentar o lançamento de uma nova linha sua ou para unir as pessoas da região com interesses em comum. Independente do tamanho do evento, essas reuniões sempre geram boas oportunidades de contato. É importante trazer temas que agreguem valor aos profissionais que vão comparecer, garantindo que eles receberão conhecimento em tópicos que serão úteis para suas vidas profissionais. Os eventos podem ter diversos modelos, sendo alguns deles: congressos, concursos, exposições, palestras, seminários, simpósios, workshops, feiras e meetups. Também é possível organizar e participar de eventos online, os quais são cada vez mais abrangentes, possibilitando workshops, palestras e discussões em vídeo chamada. E por falar em eventos online, aqui na Vobi, nós procuramos sempre realizar workshops, conferências e webinares para ajudar você a gerir melhor e a crescer o seu escritório de arquitetura e design. Então, fique atento às nossas redes sociais, ou acesse a nossa página de eventos e confira a nossa agenda! 💡 E se você é cliente Vobi e perdeu algum evento, basta acessar a Vobi Academy no dashboard da sua plataforma para assistir aos eventos gravados. Se você ainda não utiliza a Vobi para economizar tempo e melhorar a gestão dos seus projetos, solicite um convite agora mesmo! Os cursos de especialização permitem que você adquira conhecimento aprofundado em algum tópico específico, pode ser uma área que te chamou atenção durante um evento, por exemplo. Esses cursos são ótimos para o seu currículo e portfólio e certamente te garantem uma posição de destaque dentre os outros profissionais. Além do conhecimento, ao se especializar, você pode se tornar referência em um determinado setor, o que vai atrair clientes e outros profissionais interessados na área , favorecendo muito o seu networking. Durante o próprio curso já será possível aumentar a sua rede de contatos, pois você estará diretamente conectado com professores especialistas na área e que estarão dispostos a te guiar nesse novo caminho. Dependendo do modelo do curso, também será possível nutrir relações com os outros alunos. Essas relações são mais “naturais” porque os assuntos iniciais tendem a ser sobre o próprio curso, podendo evoluir para parcerias e indicações. As mídias sociais certamente são a estrela do networking no mundo atual. As redes sociais são plataformas perfeitas para desenvolver a rede de contatos, pois foram desenvolvidas para o relacionamento, possibilitando interação, exposição de portfólio, acesso a mais informações, dentre muitas outras opções. A internet possibilitou a ampliação do networking de forma dinâmica e livre de barreiras geográficas, portanto é fundamental que o seu escritório invista na presença online para nutrir conexões. É importante ressaltar que o networking tem por base duas vertentes principais: profissionais, os quais podem ser da mesma área, de áreas correlatas ou fornecedores, e leigos, grupo composto por clientes, amigos e familiares. Ambos são muito importantes, porém requerem abordagens diferentes, vamos analisar um pouco dessas diferenças. Em relação aos clientes, a abordagem se dá em um tom mais voltado para o marketing e divulgação. Ou seja, as mídias sociais serão utilizadas para atrair o público para as suas redes, o que é conhecido como inbound marketing, onde a principal estratégia é desenvolver um bom conteúdo que vai trazer essa rede de pessoas até você e conectá-las com o seu escritório. As redes sociais também podem ser utilizadas em um caminho inverso, o outbound marketing, onde o seu escritório vai atrás dos clientes, divulgando os serviços através de banners, pop-ups e anúncios. Nessas abordagens, é permitido um tom mais casual, porém sem abandonar o profissionalismo. O marketing nas mídias sociais é essencial para ampliar o seu networking e mostrar que o seu escritório é atualizado e atencioso com os clientes além de ampliar a visibilidade para novas parcerias. A segunda vertente do networking diz respeito aos profissionais. Essas conexões podem acontecer nas mesmas mídias sociais onde está o marketing para clientes, sendo as principais o Facebook e o Instagram, pois o marketing de conteúdo e relacionamento também pode ser voltado para pessoas da sua área de atuação. A diferença é que a abordagem de profissionais se dá de forma mais técnica e pode ser eficiente também em outras redes, como o Pinterest e Linkedin. O Linkedin é a rede de destaque, pois essa plataforma foi idealizada para networking. Com 30 milhões de usuários no Brasil, a rede possibilita a conexão com pessoas e empresas de forma simples, além de permitir o compartilhamento de projetos, insights, cases e abrir discussões. Separamos algumas dicas para potencializar as suas conexões através dessa rede. Independente das mídias sociais utilizadas e da vertente do networking, seja para profissionais ou para clientes, algumas regras são universais. Mantenha seu perfil sempre atualizado, pois as redes sociais funcionam com a alimentação de conteúdo. Considere desenvolver um calendário de postagem para te auxiliar. Também fique atento à linguagem. Apesar de alguns contatos permitirem casualidade, lembre-se que a abordagem sempre deve ser profissional. O mais importante de tudo é a interação, pois o networking trata-se essencialmente de se relacionar com as outras pessoas. Números de seguidores e curtidas não representam relações. Fique atento ao que realmente importa, que são as mensagens e conexões que você desenvolve com as pessoas, tanto nas mídias quanto fora delas, isso vai te garantir um networking de muito sucesso! www.blog.francobachot.com.br www.bartzmoveis.com.br www.blog.adias.com.br www.vivadecora.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/neuroarquitetura Title: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la de forma assertiva Meta Description: A neuroarquitetura considera a influência do ambiente nos usuários. Entenda como projetar ambientes que proporcionem o bem estar e saúde física e emocional. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/neuroarquitetura ## Headings Structure: H1: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H2: O que é neuroarquitetura H2: A história da neuroarquitetura H2: Características da neuroarquitetura H3: Premissas do projeto de neuroarquitetura H3: Aplicação da neuroarquitetura no ambiente projetado H2: Exemplos de neuroarquitetura aplicada H3: Montessori Kindergarten | Arka H3: Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek | João Filgueiras Lima (Lelé) H3: Escritórios Google Tel Aviv | Camenzind Evolution H2: Ver x sentir: uma abordagem sobre a projetação atual H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que é neuroarquitetura e como aplicá-la para beneficiar seus usuários H2: O que é neuroarquitetura H2: A história da neuroarquitetura H2: Características da neuroarquitetura H3: Premissas do projeto de neuroarquitetura H3: Aplicação da neuroarquitetura no ambiente projetado H4: Composição H4: Visão H4: Audição H4: Tato H4: Olfato H2: Exemplos de neuroarquitetura aplicada H3: Montessori Kindergarten | Arka H3: Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek | João Filgueiras Lima (Lelé) H3: Escritórios Google Tel Aviv | Camenzind Evolution H2: Ver x sentir: uma abordagem sobre a projetação atual H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H4: Decoração Contemporânea: o que é, quando surgiu e suas principais características H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A neuroarquitetura é uma disciplina que considera a arquitetura como fator ativo e influente no cérebro humano. Os estudos da neurociência aplicados à arquitetura mostram que os elementos e padrões do ambiente físico podem afetar os usuários a curto, médio e longo prazo. Portanto, o arquiteto deve reconhecer a sua responsabilidade sobre esses efeitos e projetar ambientes que proporcionem o bem estar e saúde física e emocional. Acompanhe essa conexão fascinante entre neurociência e arquitetura através dos tópicos: A neuroarquitetura é a ciência que aplica os conhecimentos da neurociência aos espaços arquitetônicos, demonstrando como os ambientes físicos influenciam o nosso cérebro. Essa disciplina permitiu a integração de diversos campos, como arquitetura e urbanismo, psicologia, biologia, dentre outras disciplinas, que antes não mantinham diálogo, apesar de estarem diretamente conectadas com a percepção e vivência humana. A neurociência aplicada à arquitetura mostra que os ambientes possuem influência na rotina das pessoas e podem causar alterações de humor e comportamento, motivar ou desmotivar a permanência, induzir emoções, estimular práticas e impactar desempenhos. A neuroarquitetura busca , através de elementos como luz, cores e texturas, proporcionar a saúde e o bem estar físico e mental de seus usuários, através da manipulação desses elementos. A maior parte da vida humana acontece em espaços construídos, são casas, escolas, shoppings, escritórios, dentre muitos outros, logo é natural que grande parte das nossas memórias estejam associadas a ambientes físicos. A neuroarquitetura considera essa variável e passa a pensar os espaços além da concepção estética e funcional, considerando também a capacidade de gerar emoções, memórias e associações positivas, impactando no bem estar cotidiano dos usuários. Os estudos da neurociência identificaram, através de procedimentos como ressonâncias magnéticas e eletroencefalogramas, que certos elementos da arquitetura, como cores, texturas e iluminação, ativam gatilhos em diferentes regiões do cérebro, os quais podem resultar em liberação de substâncias químicas, como hormônios e neurotransmissores, expressões gênicas - produção de proteínas e RNA - até alteração de estados mentais, emoção e comportamento. Esses processos mentais ocorrem também em nível inconsciente, ou seja, os estímulos produzidos por um determinado ambiente podem afetar o usuário sem que ele sequer perceba que está sendo influenciado. Portanto, cabe ao arquiteto projetar com ética e responsabilidade, produzindo espaços que promovam um cérebro mais saudável, social e produtivo. Ao considerar os processos mentais desencadeados pelos espaços internos, a neuroarquitetura é capaz de projetar ambientes estratégicos. Guiados pelos preceitos da neurociência, é possível criar e distribuir espaços e elementos que causem as reações e emoções desejadas de forma assertiva. Esses conhecimentos podem ser aplicados em áreas como escolas, hospitais, escritórios e residências, buscando sempre trazer qualidade de vida para seus usuários. A disciplina da neuroarquitetura é fruto da colaboração de dois profissionais: o neurocientista Fred Gage e o arquiteto John Paul Eberhard, os quais atestaram que o ambiente tem capacidade de transformar certas sensações e capacidades cognitivas do cérebro humano. O termo passou a ser usado oficialmente em 2003, quando Gage e Eberhard fundaram a Academy of Neuroscience and Architecture - ANFA - em San Diego, na Califórnia. Desde então, o termo tem sido difundido pelas escolas de arquitetura e aplicado em diversos projetos pelo mundo. A ANFA promove conferências a cada dois anos para divulgação e estudo de casos, além de promover a troca de conhecimentos acerca das pesquisas de neurociência e arquitetura, estimulando a expansão da área. Na arquitetura brasileira, a neurociência aplicada a ambientes tem destaque nos espaços comerciais, estimulando o foco e produtividade dos funcionários. Porém, como falado anteriormente, a neuroarquitetura pode ser aplicada em diversos programas e em diferentes escalas. É possível aplicar os princípios da neurociência em projetos de urbanismo até  projetos de arquitetura de interiores. A neuroarquitetura pode ser trabalhada em diversos elementos arquitetônicos, os quais consideram a percepção e os sentidos humanos. Porém, antes de estudar a aplicação dos conhecimentos neurocientíficos na arquitetura e definir as suas características, é necessário entender algumas premissas do projeto onde esses conceitos serão aplicados. A primeira delas é referente às pessoas que vão utilizar o edifício, ou seja, qual é o público alvo. A percepção de um indivíduo é influenciada pela sua genética, cultura e experiências individuais. Isso quer dizer que cada pessoa possui uma percepção única, mas também existem certos padrões que podem ser considerados no processo de projeto. Determinadas características do ambiente interno podem causar reações distintas entre grupos sociais diferentes, portanto, é fundamental entender para quem aquele projeto se destina. A segunda premissa diz respeito ao objetivo da neuroarquitetura em um determinado projeto. É necessário entender qual comportamento o projetista pretende estimular, para então aplicar os conceitos da neurociência de forma coerente. Um ambiente que se destina à criatividade e pensamento lúdico vai ter características distintas de um espaço destinado ao foco e concentração, que por sua vez possui configuração espacial totalmente diferente de um ambiente para lazer e relaxamento. A terceira premissa é referente ao tempo de exposição dos usuários ao ambiente. De forma geral, quanto maior o tempo de exposição, maiores são os efeitos que o espaço causa em seu usuário, por isso é necessário prestar muita atenção em ambientes de longa permanência, como áreas de trabalho e residências. Esses ambientes podem gerar inclusive mudanças plásticas no cérebro - remodelação a nível estrutural e funcional dos mapas neuro sinápticos a médio e longo prazo para otimizar funções dos circuitos neurais. Por fim, é necessário considerar os princípios de ética na prática da neuroarquitetura, pois, como visto anteriormente, os ambientes podem influenciar seus usuários em nível inconsciente e é responsabilidade do arquiteto tratar os espaços a fim de trazer o bem estar físico e mental das pessoas. Esse compromisso deve ser levado a sério, principalmente quando sublinhamos que a arquitetura não é passiva e ela pode ser nociva ao seu usuário, pois afeta o aprendizado (escolas), a cura (hospitais), a produtividade (escritórios), a sociabilidade (locais de lazer), a saúde e qualidade de vida como um todo. A percepção da arquitetura como um fator de influência para o usuário não é algo recente. Desde a época do Vitrúvio essa abordagem já era considerada e foi aplicada em diversos estilos arquitetônicos anteriores, como a arquitetura gótica e a arquitetura moderna. A diferença é que a neuroarquitetura traz a base científica dessas influências. Vamos conhecer algumas das características do ambiente projetado e como elas afetam o usuário. Vale lembrar que esses princípios não são regras específicas que devem ser seguidas durante o projeto, na verdade, elas funcionam como guia para o projetista, relacionando conceitos arquitetônicos e propriedades cerebrais. Esse tópico aborda a percepção do usuário como um todo através da composição do ambiente. Primeiramente, vamos destacar a importância da variedade dos espaços utilizados. Em escritórios, por exemplo, é necessário considerar espaços de descompressão, que proporcionem o relaxamento e encontros sociais, bem como, espaços íntimos, que permitam a privacidade e individualidade. Essa pluralidade de ambiência aumenta a produtividade e é fundamental para o processo criativo. A composição também considera o layout dos espaços internos. Muitos hábitos são criados de forma inconsciente a partir do ambiente em que estamos inseridos. É importante projetar espaços flexíveis, que permitam a reorganização do mobiliário e da decoração, pois as novas configurações ampliam as possibilidades de percepção, gerando novos esquemas mentais de pensamento, emoção e comportamento. A organização dos espaços é fundamental para a neuroarquitetura. Ambientes limpos e organizados tendem a tranquilizar os usuários, auxiliam na organização de pensamentos e podem reduzir os níveis de ansiedade. Outro fator de destaque é a presença da natureza nos ambientes internos, ela auxilia no relaxamento e também influencia o processo criativo. Estudos comprovam que, mesmo na ausência da natureza, a cor verde e imagens de paisagem causam impactos positivos nos usuários. Porém, o contato real com a natureza sempre deve ser prioridade. Projetos com áreas verdes são sabidamente favoráveis à saúde e bem estar dos usuários. Além disso, o contato com elementos naturais, como a madeira, também são benéficos. O uso de materiais naturais, bem como a preservação de áreas verdes é muito favorável para a concepção da arquitetura vernacular, bem como para o projeto de arquitetura sustentável. Uma parcela de 30% do córtex do cérebro humano é dedicada para o processamento da visão, a qual é subdividida em áreas com funções específicas como reconhecimento de formas, cores, objetos, rostos, localização, etc. Com esses dados, é possível inferir que esse sentido é muito influenciado pela neuroarquitetura. Em primeiro lugar, o projeto dos ambientes deve considerar a iluminação. O uso de luz natural traz ânimo e melhora o humor, além de ser muito benéfico para o conforto lumínico e para a saúde, pois auxilia na regulação do ciclo circadiano - o relógio biológico - responsável por regular os ritmos fisiológicos e psicológicos em um período de 24 horas, influenciando no sono, liberação de hormônios, expressão genética, etc. O aproveitamento da luz natural deve ser prioridade no projeto, visando posicionar mobiliários próximo a janelas, utilizando clarabóias, rasgos de luz, dentre outros elementos. A iluminação artificial com lâmpadas frias tende a induzir o foco e clareza de ideias, sendo uma ótima opção para escritórios e ambientes de trabalho, porém a exposição contínua pode ser estressante. Lâmpadas quentes trazem a sensação de aconchego e tranquilidade, além de criarem uma atmosfera intimista, sendo ideais para quartos, locais de relaxamento e salas de espera. As cores são responsáveis por darem vida à atmosfera do ambiente, de modo que a cor das paredes e paleta de quadros afetam diretamente o sentimento dos usuários. Conhecer os efeitos das cores e aplicá-las corretamente pode guiar a percepção e comportamento das pessoas de forma positiva, para isso é necessário estudar o círculo cromático, bem como a psicologia das cores. Vamos ver uma breve lista de tons e cores e seus efeitos no usuário: É o sentido humano de maior alcance, podendo detectar estímulos sonoros a quilômetros de distância. Os sons podem influenciar nas ondas cerebrais, nos batimentos cardíacos, na respiração e no ciclo circadiano. Sendo assim, os estímulos sonoros estão diretamente ligados ao bem estar dos indivíduos e a poluição sonora pode causar danos à saúde física e mental. Além disso, os sons podem influenciar o humor, a capacidade de concentração e as emoções. É necessário avaliar quais as necessidades do ambiente para projetar a ambientação sonora. Dependendo da atividade, o indivíduo vai produzir melhor com certo nível de ruído. Enquanto um ambiente de trabalho geralmente exige maior isolamento acústico, uma academia silenciosa pode ser desmotivante. A ambientação sonora deve considerar um projeto acústico de qualidade, que garanta o isolamento e efeitos esperados. É o sentido humano com o maior órgão sensorial, ou seja, a pele. O contato é essencial para o estabelecimento de vínculos, além de serem benéficos para a saúde. Estudos mostram que recém-nascidos que recebem mais colo tendem a crescerem mais rápido e saírem do hospital antes. Pacientes adultos internados que são mais tocados pelos enfermeiros apresentam menores níveis de estresse, baixa na pressão sanguínea e menos sensibilidade à dor. Esse sentido tão estimulante para o cérebro não poderia ficar de fora da neuroarquitetura. O arquiteto deve pensar na ambientação tátil de seu projeto, considerando os materiais e texturas que serão aplicados, bem como a temperatura de cada um desses elementos. É necessário imaginar como serão as superfícies, por exemplo as mesas de trabalho, serão lisas ou possuem textura? Tapetes e mobiliário devem ser mais macios e felpudos provocando relaxamento ou é mais interessante que as superfícies sejam lisas? Os pisos são frios ou se adaptam a temperatura, ocasionando uma sensação agradável ao se pisar descalço? Quando o arquiteto especifica uma madeira, por exemplo, ele não deve considerar apenas a sua cor, deve imaginar a sensação tátil, bem como os sons que ela produz quando as pessoas caminham por ela. Esse sentido é muito importante pois está conectado a regiões do cérebro como o hipocampo - responsável pelo processamento de memórias -, a amígdala - responsável pelo processamento de emoções - e o hipotálamo - responsável por controlar a fome. Dessa forma, o olfato é um sentido muito poderoso, que ativa memórias e sensações. Além disso, ele também reconhece odores desagradáveis, causando nojo e guiando o indivíduo para longe deles, portanto, é preciso também estar atento às reações negativas. Na boa prática da arquitetura, já é um conhecimento consagrado a separação de fluxos e isolamento de odores desagradáveis, como lixo, por exemplo. O arquiteto também aproveita o sentido dos ventos para evitar ou redirecionar uma fonte de odores desagradáveis. Porém, na neuroarquitetura, além de evitar as reações negativas, se busca afirmar as reações positivas do olfato, através de velas perfumadas, aromatizantes, plantas e flores com aromas agradáveis, dentre outros elementos. A neuroarquitetura é uma disciplina relativamente recente e suas aplicações mais notáveis estão em projetos de maior escala, mas isso não significa que ela não pode ser aplicada em espaços residenciais ou áreas de curta permanência, na realidade, esse é um campo que está sendo cada vez mais explorado. A seguir, vamos mostrar aplicações da neuroarquitetura em uma escola, um hospital e um escritório para inspirar os seus projetos, mesmo que eles não cumpram a mesma função, pois sabendo dos princípios já citados, é possível aprender e reinterpretar as aplicações. Em diversas literaturas o espaço de aprendizagem é abordado como “o terceiro professor”, tamanha é sua influência na formação das crianças. O jardim infância Arka em Daxing, na China, traz diversos elementos que estimulam o desenvolvimento através da neuroarquitetura. Os ambientes possuem formato de casa conectados por uma grande escadaria azul que representa um rio, como se todo o jardim infância fosse uma vila, trazendo a sensação de propriedade e segurança, além de estabelecer relação com elementos naturais. Os espaços internos fazem bom uso da iluminação natural, além de adotar uma paleta de cores com tons claros e pastéis, que trazem uma atmosfera de tranquilidade. As salas também apresentam lâmpadas quentes, trazendo uma sensação de aconchego. Além disso, os espaços e mobiliários são pensados para as dimensões e necessidades das crianças, considerando a ergonomia e arestas arredondadas. Também nota-se a exploração das diferentes texturas que permitem a exploração tátil. Além das salas de aula, o jardim de infância conta com uma biblioteca, a qual possui uma árvore em seu centro e configura um amplo espaço livre que promove encontros e banheiros lúdicos, com dimensões adequadas à escala das crianças. Um dos espaços de destaque é a horta, que possibilita o contato direto com a natureza, estimulando o relaxamento e o olfato. Os ambientes hospitalares influenciam no processo de cura e destacam a relação entre se sentir bem e estar bem. O Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek do Lago Norte, em Brasília, tem como princípio uma visão mais humanizada do ambiente hospitalar. A aplicação da neuroarquitetura é totalmente adequada, pois o Centro abriga programas de reabilitação neurológica e ortopédica, simulando ambientes residenciais que, além de se adequarem a terapia, auxiliam na sensação de aconchego e relaxamento dos usuários. O Centro oferece interação com a natureza, através de amplas áreas verdes, e visuais para o Lago Paranoá. O prédio principal conta com amplas janelas envidraçadas que favorecem a conexão visual dos espaços internos e externos, além de aproveitar a luz natural. O conforto é delicadamente pensado e a ventilação é introduzida através dos sheds amarelos. As cores do mobiliário são vivas e trazem uma atmosfera muito alegre para o ambiente, harmonizadas como o chão verde. Um edifício circular abriga a terapia infantil. Ele possui uma grande claraboia responsável pela ventilação e iluminação natural do ambiente. Dentro dessa cobertura é possível observar o uso de vegetação e muitas cores. A piscina para terapia é combinada com a areia do parquinho e mobiliário para crianças, adequados à escala dos usuários, resultando em uma série de estímulos táteis e visuais. As passagens, fachadas, salas de espera e também o auditório fazem uso muito inteligente de cores e formas, agregando muito valor à experiência. Os corredores do prédio principal possuem brises de comunicação com a área central, gerando, além da cor, uma textura muito interessante nas passagens. O auditório é executado em azul para tranquilidade, e apresenta formas verdes que quebram a seriedade do local. Quando falamos em neuroarquitetura, os escritórios Google são referência, pois foi uma das primeiras empresas a perceber o impacto dos ambientes na produtividade e capacidade criativa de seus funcionários, concebendo interiores apaixonantes e únicos. Tendo em vista que os edifícios comerciais são o atual foco da neuroarquitetura no Brasil, selecionamos um projeto que é uma verdadeira aula dessa disciplina e vamos comentar ponto a ponto. Trata-se do escritório Google de Tel Aviv em Israel. O primeiro ponto a ser destacado é a variedade de espaços. O escritório proporciona diversos ambientes de acordo com a atividade, existem locais de ampla interação social, como os refeitórios e áreas de recreação, ambientes para trabalho em grupo, como salas de reunião, e áreas mais reservadas para trabalho individual. O mobiliário fixo é complementado com peças móveis, que permitem a flexibilidade do layout. O uso da vegetação é notável no projeto, proporcionando forte contato com a natureza. Vegetações naturais e artificiais, somadas a fotos de paisagens criam uma ambientação muito natural. Além da vegetação, os espaços combinam materiais naturais como madeira e fibra, aplicadas nos mobiliários e acabamentos.  A decoração em caixotes, pisos simulando areia e pedra bem como a iluminação auxiliam na concepção da atmosfera natural. As cores são muito bem utilizadas em todos os ambientes. Espaços verdes com textura felpuda simulam a maciez da grama e estimulam a criatividade. Já as áreas de lazer em azul evocam a tranquilidade. Diversos outros locais trazem cores em pontos específicos, deixando o ambiente com atmosfera muito viva. As texturas dos acabamentos e mobiliários também são diversas e compõem praticamente todos os ambientes com riqueza. A iluminação é um fator de destaque, além das amplas janelas de vidro que permitem a entrada da luz natural, a iluminação artificial conta com fitas de led e lâmpadas quentes e frias para direcionar sensações, um dos ambientes traz até projetores capazes de criar uma ambientação totalmente única apenas com a iluminação. Um aspecto interessante dos escritórios Google é a concepção de ambientes temáticos, e a sede de Israel não é uma exceção. É possível observar locais com decoração de marinha ou praiana, por exemplo, trazendo objetos não associados ao escritório para os espaços. Essa decoração afetiva pode gerar bastante conexão e trazer tranquilidade para as pessoas, as quais estão familiarizadas com esses objetos. O Google também brinca com o sentido da propriocepção, responsável pelo reconhecimento da posição e orientação corporal. Esse sentido também chamado de cinestesia pode ser estimulado com exercícios de equilíbrio e tato. Na neuroarquitetura ele foi explorado com a concepção de pisos não regulares e instalação de um tobogã, que proporciona outras experiências de equilíbrio para o corpo. Por fim, o projeto do Google para Israel contou com ambientações completas, simulando um quintal chuvoso com fotos, iluminação  e diferentes texturas no piso. Os corredores se transformaram em uma vila, com paredes e pisos de pedra, janelas de madeira e floreiras. Um terceiro ambiente traz a ambientação de uma falésia, com piso correspondente, iluminação delicada e mobiliário que segue a linguagem do volume curvilíneo. Imagine três projetos que você admira. Agora responda, quantos desses locais você visitou? Muito dificilmente você terá conhecido os três pessoalmente. Isso porque a arquitetura é ensinada através das referências visuais, que inibem os demais sentidos. Ao projetar, nós replicamos essas referências, através de sketches e modelos que se materializam visualmente, mas desconsideram as sensações que aquele ambiente vai causar. Ver a arquitetura não é suficiente, é preciso sentí-la. O arquiteto deve ao máximo visitar os locais que admira para entender como aquela arquitetura fala: quais sons ela traz, quais sons ela abafa, qual a sua sensação térmica, qual é a sensação de toque das paredes, do piso, quais são os cheiros dos materiais e também quais são as cores, como é a iluminação. A visão também é limitada na foto, as cores são vivas, as luzes se movem, as plantas balançam com o vento, todos esses estímulos devem ser considerados. Ao visitar os espaços, procure fazer anotações sobre as sensações, ao invés de apenas tirar fotos. O arquiteto deve manter o domínio dos cinco sentidos humanos no ambiente: visão, audição, tato, olfato e paladar (pode ser trabalhando em ambientes como restaurantes), evoluindo para outros sentidos como a propriocepção - capacidade de conhecer a localização espacial do corpo - e interocepção - conhecimento sobre o próprio status fisiológico e patológico que podem ser trabalhados em ambientes hospitalares, por exemplo. Um projeto de neuroarquitetura considera o espaço como a experiência, entendendo toda a complexidade do ambiente construído. Ao compreender os mecanismos da neurociência aplicada à arquitetura, o arquiteto é capaz de proporcionar uma experiência incrível, guiando eticamente as sensações do usuário. Por exemplo, um hall de entrada um pouco mais frio pode potencializar a sensação de conforto e intimidade dos quartos de um hotel. Nos tempos atuais, onde a saúde e bem estar físico e mental estão em evidência, é essencial saber projetar espaços que favoreçam a qualidade de vida, essa vertente tende a ser cada vez mais cobrada pelo mercado e pela sociedade e é papel do arquiteto entender e responder a essa demanda tão nobre que é a projeção de espaços saudáveis através da neuroarquitetura. www.archglassbrasil.com.br www.tegraincorporadora.com.br www.vivadecora.com.br www.uninovafapi.edu.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-caminho-para-projetos-de-reforma-bem-sucedidos Title: O caminho para projetos de reforma bem sucedidos Meta Description: Os projetos de reforma exigem profissionais que saibam lidar com planejamentos, desafios e imprevistos. Você é um deles? Conheça mais sobre essa temática! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-caminho-para-projetos-de-reforma-bem-sucedidos ## Headings Structure: H1: O caminho para projetos de reforma bem sucedidos H2: Passo a passo para planejar um projeto de reforma bem-sucedido H3: Entendendo as necessidades H3: Desenvolvimento do projeto H3: Planejamento da obra H3: Execução e conclusão da obra H2: Dicas para economizar tempo e dinheiro em projetos de reforma H3: Definição de um limite de gastos H3: Estabeleça um prazo de conclusão H3: Escolha bem a equipe de profissionais H3: Mantenha o canteiro organizado H3: Atenção a qualidade dos materiais e serviços H2: Aspectos legais e regulatórios a considerar em projetos de reforma H2: Como lidar com imprevistos e desafios em projetos de reforma H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O caminho para projetos de reforma bem sucedidos H2: Passo a passo para planejar um projeto de reforma bem-sucedido H3: Entendendo as necessidades H3: Desenvolvimento do projeto H3: Planejamento da obra H3: Execução e conclusão da obra H2: Dicas para economizar tempo e dinheiro em projetos de reforma H3: Definição de um limite de gastos H3: Estabeleça um prazo de conclusão H3: Escolha bem a equipe de profissionais H3: Mantenha o canteiro organizado H3: Atenção a qualidade dos materiais e serviços H2: Aspectos legais e regulatórios a considerar em projetos de reforma H2: Como lidar com imprevistos e desafios em projetos de reforma H3: Continuar lendo H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os projetos de reforma pretendem realizar melhorias em edificações existentes, otimizando os espaços e atendendo novas demandas. Para desenvolver esses projetos é necessário considerar aspectos legais, técnicos e práticos. Por isso, é importante que você, profissional de obra, garanta uma supervisão de obra adequada, garantindo a segurança e qualidade da edificação em questão. E ainda, lide com imprevistos e desafios comuns que acontecem dentro do canteiro de obras. A gestão financeira eficiente também é importante como requisito que você deve dominar, pois o objetivo é evitar estouros no orçamento e assegurar recursos suficientes para conclusão da obra. Com uma abordagem bem estruturada é possível realizar projetos de reforma de forma segura, dentro do prazo e com resultados assertivos. Acompanhe os próximos tópicos: A primeira etapa de um projeto de reforma consiste em conversar com o cliente algumas vezes para entender os anseios, expectativas da reforma, a condição em que o imóvel se encontra, além do valor do investimento que pretende ter. Essas conversas iniciais permitem que você, profissional responsável pela obra, se aprofunde mais sobre o cliente e local da intervenção, sendo possível direcioná-lo e ainda apresentar sua metodologia de trabalho. A partir daí, é possível analisar o imóvel, de forma minuciosa, entendendo a espacialidade através das plantas existentes, além de realizar os levantamentos de medição e fotos. Assim, é possível identificar a localização das estruturas, propor demolições, verificar os sistemas de elétrica e de hidráulica. Tudo que melhor se adeque às necessidades dos usuários. Os próximos passos passam a ser voltados para apresentar produtos que representem a conceituação do projeto, como moodboards. Além do alinhamento de cronograma e revisão dos equipamentos que os clientes desejam ter no projeto. Ou seja, essa é uma das etapas mais importantes, pois deve ser reunido e analisado o máximo de informações sobre os anseios do contratante e também sobre o imóvel, para que as próximas etapas sejam executadas com sucesso. Aqui as ideias passam a ganhar forma: é o momento de construir uma proposta que reflita tudo o que foi reunido sobre os clientes. A depender da complexidade do projeto, existem algumas etapas a serem seguidas em um desenvolvimento de projetos de reforma. A primeira etapa consiste em estabelecer quais são as dimensões dos espaços e qual a linguagem que será adotada em cada um deles. Nesse momento do Estudo Preliminar, se desenvolvem desenhos com as modificações da proposta e apresentando a organização dos novos cômodos. Como também é importante apresentar imagens que já demostrem a definição do conceito adotado. Já as etapas posteriores são focadas em detalhamentos mais precisos. O anteprojeto e o projeto executivo passam a conter documentos sobre layout definido, pontos de elétrica, hidráulica, forro, pedra e outras questões importantes. Além disso, é importante disponibilizar uma planilha orçamentária em cada decisão, assim, tudo fica alinhado com o planejamento financeiro do contratante. Todo planejamento da etapa de execução deve ser revisado de forma minuciosa para se evitar possíveis imprevistos e eventualmente atrasos na obra. Já que toda documentação irá ser base de trabalho dos profissionais encarregados e o norte para os clientes adquirir os materiais necessários. Com o planejamento financeiro das etapas e o cronograma detalhado fica mais fácil entender o quanto de investimento é necessário e quando cada serviço irá ser concluído. Além disso, é importante detalhar informações sobre o fornecimento de materiais e a contratação de mão de obra especializada, considerando a disponibilidade desses profissionais. Esse controle garante o quanto o obra será finalizado dentro do prazo estabelecido e com a qualidade esperada. No momento em que a obra está em andamento, ainda é necessário a preocupação com o gerenciamento de materiais, gestão de prazos de entrega e da sequência de atividades. Por isso, é importante que você, profissional de obra, faça visitas periódicas para orientar e averiguar se tudo está conforme com o que foi definido inicialmente no projeto de reforma. Outro passo importante nesse processo é atualizar o seu cliente sobre o progresso da obra e incentivá-lo a participar do processo. Seu papel é ser uma ponte entre fornecedores e clientes, pois, na prática, de um lado pode haver propostas de novas soluções técnicas para obra e de outro pode ter solicitações de pequenas revisões para atender novas demandas. Garanta que não existam problemas no andamento da obra e o processo para o cliente aconteça de forma tranquila. O Diário de Obra Vobi é uma ferramenta muito útil para registrar o progresso da obra por fotos e relatórios, e ainda compartilhar em tempo real com seus clientes e sua equipe. Você pode utilizar para adicionar: ➡️ Descrição detalhada sobre a obra; ➡️ Horário da visita; ➡️ Responsável técnico; ➡️ Atividades planejadas; ➡️ Tarefas realizadas; ➡️ Registros fotográficos. Desde a primeira reunião com o cliente, é necessário entender qual é a verba livre para o obra e orçar tudo que envolva a reforma, considerando material e mão de obra. Estabeleça junto ao seu cliente um limite de gastos, e garanta que esse valor não seja ultrapassado. É recomendável que os custos totais não atinjam mais de 80% do valor disponível, isso porque o restante é considerado reserva para possíveis imprevistos, ou seja, é uma precaução contra eventualidades que possam ocorrer. Outro ponto importante aliado ao limite de gastos, em projeto de reforma, é compreender o tempo também como um recurso valioso que necessita ser acompanhado no dia a dia da obra. Por isso, o cronograma é fundamental para não acontecer excedentes de tempo. Você, como arquiteto ou engenheiro, tem o know-how para orientar seu cliente em quanto tempo cada etapa da obra irá perdurar e alinhar as expectativas com ele. Utilize nossa ferramenta Cronograma de Obra Vobi e compartilhe com todos os interessados as informações sobre o andamento da obra, as tarefas e o status atual. No momento de execução de projetos de reforma, ter profissionais parceiros é muito importante. Por isso, fique atento na escolha adequada, onde esses profissionais devem trabalhar com honestidade e serem parceiros até o fim da obra. Caso você não conheça o serviço do profissional, realize reuniões de alinhamento de expectativas e exigências do projeto. Essa conversa é importante para você entender o comprometimento do profissional. Outra questão importante para economizar recursos é a organização. Seja ela de limpeza e administração de ferramentas, como também de armazenamento de notas fiscais e embalagens. Todo o zelo com os materiais permitirá que não existam perdas, nem gerem custos adicionais e consequentemente, gasto de tempo. Quanto aos documentos dos materiais, é necessário guardá-los, pois caso depois de um tempo se apresente defeito, está garantido a troca ou reembolso. Você certamente deve ter escutado a frase: “o barato sai caro”. Entenda que os materiais utilizados em seus projetos precisam ter boa qualidade, consequentemente, maior durabilidade e não resultará em desperdícios de investimento em mão de obra. É importante fazer uma pesquisa de preços em diferentes lojistas para avaliar qual opção proporciona melhor custo-benefício para seu projeto de reforma. É comum que aconteçam obras e reformas de forma irregular, no entanto, essa prática pode acarretar multas e embargos. Além disso, a falta de um planejamento por profissionais especializados influencia no desperdício de materiais e em problemas estruturais. Por isso, quando o assunto é projetos de reforma alguns aspectos legais devem ser considerados: Nos projetos de reforma, alguns imprevistos podem surgir durante o planejamento e impactar no projeto. Eles podem estar relacionados à descoberta de problemas estruturais, mudanças inesperadas de demandas, restrições orçamentárias, atrasos na aprovação de autorizações ou de licenças, etc. Por exemplo, lidar com problemas estruturais necessita da avaliação de engenheiros estruturais, onde o profissional identifica a integridade da estrutura existente e propõe soluções para corrigir os problemas encontrados. Essas novas intervenções que devem ser feitas impactam diretamente no cronograma e no custo, onde será necessário reembolsar um valor extra para garantir a segurança da edificação e evitar riscos futuros. Logo, é essencial planejar recursos capazes de lidar com esses desafios durante a reforma. Além disso, um desafio considerável a ser enfrentado é a coordenação entre as diferentes áreas do projeto, como arquitetura, engenharia, elétrica, hidráulica e interiores. Todas essas partes devem estar alinhadas para evitar conflitos e retrabalho futuro. Por isso, uma comunicação eficiente estabelece soluções alternativas de forma ágil e eficiente. A antecipação de possíveis obstáculos e a preparação de estratégias para lidar com eles é importante a todo momento, a fim de minimizar os impactos negativos e assegurar o êxito do projeto de reforma. Com o Portal do Cliente Vobi, é possível compartilhar o projeto com o seu cliente ou colegas de trabalho e manter todas as informações em um único local. Assim, fica mais prático acompanhar tudo do seu projeto de reforma diretamente do celular e/ou de onde estiverem. Ficou curioso? Solicite seu convite e faça parte dos profissionais que dominam a gestão de projetos e obras. www.cota760.com.br/blog/ www.forumdaconstrucao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-fim-do-escritorio-de-arquitetura-e-design-como-conhecemos-porque-o-tradicional-nao-funciona-mais-e-como-voce-pode-se-salvar Title: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos Meta Description: Por que o escritório tradicional não funciona mais e como você pode se salvar. Torne seu escritório de arquitetura e interiores digital e faça parte do futuro. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-fim-do-escritorio-de-arquitetura-e-design-como-conhecemos-porque-o-tradicional-nao-funciona-mais-e-como-voce-pode-se-salvar ## Headings Structure: H1: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H2: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos: por que o tradicional não funciona mais e como você pode se salvar H2: ‍De qual lado você está? H3: Escritório tradicional H3: Escritório do futuro H2: ‍Como tornar meu escritório de arquitetura e interiores digital? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H2: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos: por que o tradicional não funciona mais e como você pode se salvar H2: ‍De qual lado você está? H3: Escritório tradicional H3: Escritório do futuro H2: ‍Como tornar meu escritório de arquitetura e interiores digital? H3: Continuar lendo H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: O mercado da arquitetura pós-isolamento H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Neste artigo você irá aprender sobre: Isso é como muitas empresas estarão se sentindo quando, eventualmente, conseguirem sair do outro lado da pandemia - e a salvação poderá vir em forma de digitalização. Empresas que já tinham investido em transformação digital, tiveram mais facilidade em se adaptar aos lockdowns globais que forçaram todos a trabalharem de forma remota. Isso as ajudou a se manterem rápidas nas mudanças e suprirem as novas necessidades dos consumidores que surgiram junto à quarentena. Segundo um estudo recente, realizado pela Deloitte Access Economics, pequenos negócios, com altos índices de engajamento digital, possuem 50% mais chances de aumentar sua receita e 8 vezes mais probabilidade de gerar novos empregos. Adotar novas ferramentas tecnológicas auxilia na economia de tempo, aumenta a aquisição de clientes, tornando seu negócio mais eficiente e, por consequência, colocando-o à frente dos seus concorrentes. Vivemos em um mundo onde é possível conectar sua cafeteira à internet e fazer seu café via Bluetooth. Se até sua cafeteira já se tornou digital e seu escritório ainda não, o que isso diz sobre você? Tome a Kodak, como exemplo. Uma empresa que desperdiçou todas as oportunidades digitais que teve - e foram muitas. Foi um engenheiro da Kodak que inventou a câmera digital em 1975. Na época, o feedback foi que isso poderia se tornar uma ameaça ao principal produto da empresa: o filme fotográfico. Ao invés de enxergar o grande potencial futuro dessa criação, de acordo com o livro “O Tear da Decisão: Uma proposta para a tomada interativa de decisões em organizações”, a empresa acreditou que a tecnologia digital demoraria para sobressair a grande invenção da Kodak e que teria cerca de 10 anos para se adaptarem. E mesmo acreditando que teriam tanto tempo, não fizeram por onde se adaptar de maneira correta. Levando a empresa à falência dentro do próprio segmento que criou. Pode parecer que o seu negócio vai muito bem permanecendo offline hoje. Mas, e amanhã? Em um mundo onde tudo pode mudar em tão pouco tempo,- como no cenário em que vivemos atualmente, devido ao COVID-19- o que você está fazendo hoje é suficiente?Já dizia Camões: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. É mais importante se antecipar às necessidades dos seus clientes do que se adaptar. O que funcionou ontem pode não funcionar hoje ou pode simplesmente não ser o desejo do cliente. No Brasil, a construção civil ainda é o setor que mais cresce. Isso quer dizer que é uma área extremamente rentável. A falta de cultura tecnológica organizacional é um círculo vicioso que estagna a expansão de um país. Sendo o setor de construção, um dos mais importantes campos econômicos no Brasil, é muito perigoso as empresas não se reinventarem hoje. A Autodesk lançou, em junho deste ano, um estudo global “Transformação Digital: O Futuro da Construção Conectada”, da consultoria IDC. De acordo com a pesquisa, que ouviu 835 profissionais de grandes construtoras em 12 países da Europa, Américas e Ásia, incluindo o Brasil, 72% das companhias acreditam que a transformação digital é uma prioridade. X Se organiza no papel e caneta (às vezes no excel), esquece de informações importantes nas reuniões e não tem processos de vendas, marketing e muito menos de operações e finanças. Portanto, “nunca tem tempo”. ‍X  Não sabe o seu faturamento dos últimos 2 meses e muito menos a lucratividade por projeto. ‍X  Está sempre enviando propostas, fecha poucas e não tem ideia da sua taxa de conversão (“taxa de que?”). Inclusive, acha que “marketing” é a solução para tudo. ‍X  Para ele, um projeto deve ser personalizado, mas na venda, sempre utiliza o mesmo discurso e vende a mesma solução para todos os clientes. ‍X  Dilema diário: Pagar as despesas do próximo mês.‍ ✓ É moderno e organizado, por isso tem mais tempo para focar nos clientes e projetos mais importantes. ‍✓ Não perde tempo criando orçamento em excel, salvando propostas e orçamentos em pastas do google drive ou procurando comprovantes de pagamentos e notas fiscais. Utiliza uma ferramenta de gestão e por isso, possui tudo online. ‍✓ Dá visibilidade e transparência para os seus clientes, que acompanham tudo online, sem ficar solicitando informações toda hora no whatsapp. ‍✓  Acompanha seus números diariamente, conhece de perto o seu faturamento, lucro por projeto e tem muito claro as suas metas. ✓  Enxerga o escritório como uma empresa e seus processos (que são digitais) estão todos em dia. ✓  É rigoroso ao fazer uma proposta para um cliente, segue a risca o seu processo de qualificação e investe tempo apenas em clientes potenciais. Oferece soluções personalizadas e portanto, possui uma conversão acima da média. ✓ Dilema diário: Como conseguir atender ainda mais clientes com o mesmo nível de qualidade. Automatizando os processos de trabalho da sua empresa, aumentando sua produtividade e organização. Com a nossa plataforma (Vobi) de gestão, o seu escritório se torna digital e você tem mais tempo para fazer o que mais gosta: criar e se relacionar com seus clientes. Nela você têm acesso à: Concentre todas as informações do projeto em um único local e acesse de qualquer lugar. Isso evita perda de informações e desgastes desnecessários tanto para você quanto para seu cliente, criando uma experiência muito mais tranquila e confiável. Com a ferramenta de gestão de clientes você controla e gerencia todas as suas oportunidades de projetos em uma única tela, envia propostas personalizadas em minutos, visualiza históricos, detalhes e status de cada oportunidade. Em gestão de projetos o seu cliente tem acesso a todas informações do projeto como referências, plantas e documentos, e toda a comunicação é feita online. Feedbacks, solicitações de revisão, anotações, escopo e contratos ficam registrados para futuras consultas. Em gestão de orçamentos você consegue enviar solicitações de cotação para diversos fornecedores ao mesmo tempo, montar o orçamento da obra, comparar preços, editar e compartilhar diretamente com seu cliente. Isso significa mais confiança, mais transparência e visibilidade. A partir de hoje, só depende de você para se tornar o escritório do futuro. Vamos juntos! Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. www.insidesmallbusiness.com.au‍ www.perfectial.com/blog/ www.orange-business.com/en www.ideiademarketing.com.br www.onsmart.com.br/blog/ www.blogs.autodesk.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-mercado-da-arquitetura-pos-isolamento Title: O mercado da arquitetura pós-isolamento Meta Description: Não é novidade que o mundo pós pandemia não será o mesmo e, se antes a arquitetura já passava por um processo de renovação, agora o momento é de se reinventar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-mercado-da-arquitetura-pos-isolamento ## Headings Structure: H1: O mercado da arquitetura pós-isolamento H2: Os perfis de cliente pós-quarentena H2: Transformando a crise em oportunidade H3: E como fazer isso sem deixar a estética de lado? H3: Quando se trata de estratégia de negócio, as opções são ilimitadas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O mercado da arquitetura pós-isolamento H2: Os perfis de cliente pós-quarentena H2: Transformando a crise em oportunidade H3: E como fazer isso sem deixar a estética de lado? H3: Quando se trata de estratégia de negócio, as opções são ilimitadas H3: Continuar lendo H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: Dicas para apresentação de projeto remota e eficiente H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Como liderar em momentos de caos e complexidade H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: Home Office: melhores práticas para uma gestão eficiente H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H4: O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Não é novidade para ninguém que, o mundo pós pandemia não será o mesmo e, se antes desta situação inesperada a arquitetura já passava por um processo de redescobrimento e renovação, agora, mais do que nunca, é a hora de se reinventar. É hora de enxergar a crise como oportunidade e não como ponto de parada. Neste artigo você irá aprender sobre: E é por isso que cada vez mais, as pessoas perceberão a importância da arquitetura e do design de interiores na vida de cada um e passarão a ver esse serviço como primeira necessidade e não como algo supérfluo. Para começarmos a nossa análise vamos falar de duas personas, dois perfis de cliente que ficaram escancarados pós-quarentena: 👉 O primeiro, é a pessoa que fez um projeto de arquitetura na sua casa, fez tudo como queria (e isso não necessariamente inclui fazer um projeto onde gastou rios de dinheiro, mas um projeto que supriu as suas necessidades reais) e, durante este período, trabalhando em home office, agradece por cada cantinho e aproveita para curtir o seu lar. 👉 O segundo, é a pessoa que achou que não precisava de um(a) profissional e, como não passava muito tempo em casa, as insatisfações não eram suficientes para fazê-lo procurar alguém que realmente entendia. Você consegue perceber que, os dois clientes agora, mais do que nunca, vão valorizar este serviço? O que fez tudo certinho, não abrirá mão de ter um arquiteto ao lado para qualquer intervenção ou melhoria que quiser fazer, pois está muito satisfeito com a experiência que teve; já o que fez as coisas de forma improvisada, agora percebe que precisa sim de ajuda e, assim que possível, vai buscar um profissional. Pode parecer desesperador em um primeiro momento, mas basta uma mudança de ponto de vista e uma reavaliação para transformar a crise em oportunidade. Na hora de fazer projetos, cada vez mais, as pessoas vão buscar a essência, as coisas que realmente importam. A "cor do ano" já não vai fazer mais diferença, a "cor do ano" será a cor que faz bem para ela; o sofá que você vai querer na sua sala, vai deixar de ser aquele que é assinado pelo designer e vai passar a ser o sofá confortável, perfeito para a família. Você, mais do que nunca, vai ter que ser o(a) arquiteto(a) que escuta, que compreende e que consegue projetar aquilo que se enquadra nas necessidades e nos valores do cliente, não na imposição de marcas e de estética acima de tudo. O consumo consciente também é um fator importante a ser levado em consideração. Pense que a economia está sendo fortemente afetada. Haverá ainda mais a necessidade de ser cada vez mais maleável: aproveitar os  móveis que seu cliente já possui, achar alternativas eficientes, com ótimo custo x benefício e sempre pensar no bem estar do seu cliente. Este será um dos seus desafios diários e, acredite, ter essa mentalidade fará toda diferença na hora de conquistar novos clientes. Na visão operacional do escritório, algumas tendências que já eram claras, tornam-se agora necessárias para mantê-lo rodando. O marketing digital, o uso de plataformas digitais para armazenar, organizar e apresentar seus leads e seus projetos; todas as ferramentas do universo digital deixam de ser opcionais e passam a ser obrigatórias. [Confira mais no nosso artigo sobre "O fim do escritório de arquitetura e design como conhecemos"] Antes, o home office, uma prática bastante utilizada pelos(as) arquitetos(as) por conta da redução de custos, nem sempre era bem visto; especialmente por questão de "status". Com a implantação dessa prática, quase que obrigatória, a grande maioria das empresas começaram a perceber que não só é possível, como também pode trazer até mais produtividade para os funcionários. Esta então é mais uma das oportunidades que estão aí batendo na porta. Você não precisará mais ter um escritório físico para “encher os olhos” do seu cliente, em vez disso, precisará ter um trabalho de marketing digital bem desenhado. Com apresentações feitas à distância, invista em ferramentas de imagem pois elas serão suas principais aliadas na hora de apresentar seu projeto, além de facilitar o entendimento e a compreensão do espaço pelo cliente. Sairão na frente também, as lojas de móveis, revestimentos e decoração que possuem loja online, pois assim você já poderá incluir o link de referência dos itens do seu projeto e direcionar seu cliente para a página de venda. Sente com calma, analise o mercado que você atua e trace estratégias para seguir em frente. Do lado de cá, estamos sempre buscando desenvolver ferramentas que tragam praticidade e eficiência para você. Conte conosco sempre, vamos enfrentar isso juntos! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-papel-da-manutencao-predial-no-desempenho-das-edificacoes Title: O Papel da Manutenção Predial no Desempenho das Edificações Meta Description: Descubra as melhores práticas de manutenção predial para maximizar a eficiência do seu edifício. Aprenda sobre as ferramentas que auxiliam no processo de gestão Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-papel-da-manutencao-predial-no-desempenho-das-edificacoes ## Headings Structure: H1: O Papel da Manutenção Predial no Desempenho das Edificações H2: Tipos de Manutenção Predial H3: Manutenção Preventiva: A Abordagem Proativa H3: Manutenção Corretiva: O Controle de Danos H2: Importância da manutenção predial H2: Principais Atividades de Manutenção Predial H3: Inspeção de Extintores e Equipamentos de Segurança H3: Instalações Elétricas H3: Controle de Pragas H3: Manutenção de Áreas Externas H3: Manutenção das Áreas Comuns H3: Limpeza de Caixas d'Água H3: Manutenção de Sistemas Hidráulicos H3: Conserto de Elevadores H3: Cuidado com os Sistemas de Climatização H2: Planejamento e Gestão da Manutenção Predial H3: Inventário de itens elegíveis a manutenção H3: Cronograma de manutenção H3: Gestão de recursos H3: Monitoramento constante H3: Priorizar Manutenções Corretivas H2: Normas e Regulamentações na Manutenção Predial H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O Papel da Manutenção Predial no Desempenho das Edificações H2: Tipos de Manutenção Predial H3: Manutenção Preventiva: A Abordagem Proativa H3: Manutenção Corretiva: O Controle de Danos H2: Importância da manutenção predial H2: Principais Atividades de Manutenção Predial H3: Inspeção de Extintores e Equipamentos de Segurança H3: Instalações Elétricas H3: Controle de Pragas H3: Manutenção de Áreas Externas H3: Manutenção das Áreas Comuns H3: Limpeza de Caixas d'Água H3: Manutenção de Sistemas Hidráulicos H3: Conserto de Elevadores H3: Cuidado com os Sistemas de Climatização H2: Planejamento e Gestão da Manutenção Predial H3: Inventário de itens elegíveis a manutenção H3: Cronograma de manutenção H3: Gestão de recursos H3: Monitoramento constante H3: Priorizar Manutenções Corretivas H2: Normas e Regulamentações na Manutenção Predial H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A manutenção predial afeta a todos continuamente, pois o estado de conservação das casas, escritórios e comércios afetam diretamente nosso conforto e segurança. Negligenciar essa etapa pode resultar em prejuízos indesejáveis em vários aspectos, como veremos ao longo desta leitura . A manutenção começa no dia em que a obra é entregue. Porém o design arquitetônico, a qualidade dos materiais usados, a função da edificação, suas inter-relações determinam a quantidade de manutenção necessária durante a vida do edifício . É sem dúvidas, mais do que uma questão de conforto, trata-se de economia, sustentabilidade, segurança e respeito às normas. Sua observância, confere a infraestrutura necessária para o bom desempenho de um edifício, criando um ambiente adequado para as tarefas realizadas dentro de suas paredes. Mas, quando falamos em manutenção predial talvez possa surgir algumas dúvidas, como: Quando falamos de manutenção predial, encontramos alguns conceitos aplicáveis que são capazes de lançar luz sobre esse assunto. A princípio, vamos nos concentrar em dois conceitos mais comuns em nosso dia a dia, que são: manutenção preventiva e a corretiva. A manutenção preventiva é a estratégia proativa que visa a antecipação dos problemas antes que eles surjam, considere-a aqui, o seu ‘caminho feliz’. É sempre desejável na gestão predial, pois permite que os problemas sejam identificados e corrigidos antes que causem falhas ou interrupções capazes de impactar o uso dos espaços e suas finalidades. Seu foco consiste em evitar a maior quantidade possível de falhas, prolongando a vida útil dos sistemas e garantindo o seu correto funcionamento. Em uma residência, por exemplo, ao fazer a manutenção da cobertura, é importante realizar a limpeza periódica da calha que acumula detritos levados pelas chuvas, bem como trocar ou reparar telhas que estragam ao longo do tempo. Esta forma de manutenção envolve atividades regulares de inspeção, detecção e correção de problemas em potencial. Tais atividades incluem a verificação de sistemas hidráulicos, elétricos, na cobertura,  pisos e revestimentos, bem como inspeção de sistemas de HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado), manutenção de sistemas de iluminação, inspeção de sistemas de segurança, entre outros. Sua implementação requer planejamento, programação e a alocação de recursos. Pode parecer um investimento substancial a princípio, mas os benefícios a longo prazo superam o investimento inicial, ao passo que resulta em economia ao evitar reparos dispendiosos e prolongados, prolonga a vida útil da Infraestrutura, melhora a eficiência e reduz o tempo de inatividade.  Lembre-se: é melhor prevenir do que remediar! A manutenção corretiva, por outro lado, lida com os problemas à medida que ocorrem, sendo, portanto, a outra face de uma mesma moeda, uma vez que consiste na abordagem reativa ao problema da manutenção predial. Nesse caso, voltando ao exemplo da residência, é como se detritos trazidos pela chuva entupissem a calha e você só percebesse isso em um dia de chuva intensa enquanto a água infiltra pelas paredes. Apesar de seu caráter reativo, a manutenção corretiva não deve ser considerada menos importante. Na verdade, um bom planejamento da manutenção corretiva é crucial para minimizar o impacto das falhas e assegurar a operação contínua do edifício. Isto inclui a implementação de medidas para detectar falhas rapidamente, a alocação de recursos para reparos e a implementação de planos de contingência para minimizar a interrupção das atividades. Tais investimentos, se negligenciados, podem ser muito onerosos a depender do grau de comprometimento que o problema a ser resolvido é capaz de exercer sobre a atividade no ambiente afetado. No entanto, a palavra de ordem aqui é a "responsividade", ou seja, a capacidade que um plano de manutenção corretiva tem de oferecer a resolução de problemas mais rápido possível. O papel da manutenção predial vai além de meras obrigações técnicas ou regulatórias. Na verdade, ela tem um impacto direto em vários aspectos fundamentais do edifício. O cuidado com esse aspecto idealmente deve ser considerado ainda na fase projetual, oferecendo aos futuros gestores prediais, síndicos, proprietários e afins, uma gestão da manutenção mais prática, sobre pena de que os custos com a estruturação de um sistema de manutenção seja, algo capaz de impactar o valor real da estrutura quando confrontado com os custos corretivos para que uma gestão eficaz de manutenção seja devidamente implementada. A manutenção predial deve ser pensada como uma forma de proteger o investimento feito no edifício. Ao evitar o decaimento prematuro das instalações, garante-se que a propriedade mantenha ou até mesmo valorize seu valor ao longo do tempo. Além disso, ela contribui para a criação e manutenção de um ambiente seguro e saudável para os ocupantes, ao minimizar o risco de acidentes e problemas de saúde causados pela falta de manutenção, como a síndrome do edifício doente. Vale ressaltar também que a manutenção adequada pode melhorar a eficiência energética do edifício, resultando em uma redução nos custos operacionais. Com os crescentes desafios da sustentabilidade e os custos cada vez mais altos da energia, essa consideração tem entrado cada vez mais em pauta. Conhecer as principais atividades de manutenção predial é o primeiro passo para implementar um plano de manutenção. Sabemos que cada edifício é um ecossistema único, com necessidades e requisitos específicos de manutenção. No entanto, listamos alguns elementos importantes a considerar na manutenção predial: A segurança contra incêndios é uma prioridade, e a manutenção regular dos extintores e outros equipamentos de segurança é necessária para garantir que estejam prontos para uso em caso de emergência. Além da manutenção regular do sistema elétrico, esta também pode incluir a instalação de novos componentes ou a atualização de sistemas existentes para melhor eficiência ou segurança. Independente da localização do edifício, este está suscetível a sofrer com visitantes indesejáveis. Por isso, as atividades de controle de pragas são importantes para manter um ambiente saudável e evitar problemas como infestações de insetos, roedores, ou outros animais indesejados. Inclui a manutenção de jardins, limpeza de áreas externas, reparo de calçadas, cuidados com áreas de estacionamento, etc. Engloba a limpeza, reparos menores, pintura, e a manutenção de amenidades como piscinas, academias, e salões de festas. A limpeza regular e a manutenção das caixas d'água são responsáveis por garantir a qualidade da água utilizada pelos ocupantes do edifício. Neste momento são inspecionados os encanamentos e tubulações, inspeção de vazamentos, manutenção de sistemas de esgoto e drenagem, e outros trabalhos relacionados à água e à umidade. Se o local possui elevadores, sua manutenção não pode ser negligenciada de forma alguma, já que falhas podem custar vidas humanas. Dessa forma sua manutenção regular e conserto quando necessário, é importante para garantir a segurança e o conforto dos ocupantes. Essa atividade pode abranger a higienização de conduítes, a avaliação de equipamentos de refrigeração e aquecimento, além da manutenção dos sistemas de ventilação. Dar conta de todo esse trabalho requer uma equipe multidisciplinar. Isso implica na existência de uma equipe formada por profissionais como eletricistas, engenheiros, encanadores, pintores, profissionais de limpeza, técnicos especializados, entre outros. Dessa forma o trabalho pode ser feito com segurança e eficiência. Planejar a manutenção predial requer uma visão clara e bem ajustada à realidade dos elementos materiais e profissionais envolvidos neste processo. Par te ajudar com isso, listamos algumas práticas que você pode adotar ao se planejar: A primeira etapa deve ser a criação de um plano de manutenção abrangente e detalhado que considere todas as variáveis ​​e possíveis mudanças no cenário. Este plano deve contemplar todos os aspectos da infraestrutura, incluindo instalações, máquinas e áreas comuns, com orçamentos e cronogramas definidos para cada atividade de manutenção. Faça uma relação de periodicidade em que cada componente predial deve ser contemplado com o planejamento de execução de Manutenção Preventiva. Aqui, deve-se levar em conta a vida útil prevista dos componentes do edifício, para que as atividades de manutenção possam ser agendadas de acordo com as necessidades específicas de cada parte da estrutura. A administração eficiente da manutenção predial também requer a disponibilidade e a gestão dos recursos necessários. Isso inclui tanto os recursos humanos - com uma equipe de manutenção qualificada e bem treinada - quanto os recursos materiais, como ferramentas, equipamentos e materiais de manutenção. Gerir bem tais recursos garantirá que todas as tarefas de manutenção sejam realizadas de forma adequada e dentro do prazo. Todos os espaços dentro de um edifício, visíveis ou ocultos, devem ser inspecionados regularmente. Isto ajuda a identificar possíveis problemas, como vazamentos de água, rachaduras estruturais ou pintura desgastada, antes que se tornem maiores. Embora a manutenção preventiva seja importante, a manutenção corretiva não deve ser negligenciada. Qualquer problema que surja deve ser tratado imediatamente para garantir a segurança dos ocupantes e evitar danos maiores à infraestrutura do edifício. A manutenção predial no Brasil é regida por um conjunto de normas e regulamentos, sendo as mais conhecidas as normas técnicas instituídas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Vejamos as principais normas consultadas quando falamos de manutenção predial: A ABNT NBR 5674/2012, trata de Manutenção de edificações — Requisitos para o sistema de gestão de manutenção As diretrizes da ABNT NBR 5674 estabelecem que cada edificação deve possuir um plano de manutenção, que deve incluir uma descrição das atividades, frequência e métodos de manutenção. A norma enfatiza que a manutenção deve ser realizada por profissionais qualificados, garantindo a eficiência das operações. A ABNT  NBR 14037 é a norma brasileira que estabelece diretrizes para a elaboração de manuais de operação, uso e manutenção de edifícios. Em outras palavras, é a regulamentação para a criação de guias de manutenção. Além das normas técnicas da ABNT, existem também diversas leis municipais e estaduais que se aplicam à manutenção predial, dependendo da localização do edifício. Essas leis complementam as normas técnicas da ABNT, muitas vezes introduzindo requisitos específicos para determinadas situações ou regiões. Por exemplo, em áreas de alto risco de incêndio, podem existir regulamentações específicas relacionadas à instalação de sistemas de prevenção e combate a incêndios. Portanto, é importante que os proprietários e gestores de edifícios estejam cientes dessas leis adicionais, a fim de garantir a conformidade e evitar penalidades. A conformidade com as normas e regulamentações garante não apenas a segurança dos ocupantes e a preservação do valor patrimonial, mas também previne os proprietários e gestores de edifícios de enfrentarem consequências legais decorrentes da não conformidade. A manutenção predial adequada, que segue todas as normas e regulamentações aplicáveis, é um investimento que traz benefícios a longo prazo, tanto em termos financeiros quanto em termos de segurança e bem-estar dos ocupantes. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-perfil-dos-arquitetos-brasileiros-uma-analise-sobre-as-principais-caracteristicas-desses-profissionais-no-pais Title: O perfil dos arquitetos brasileiros Meta Description: Neste artigo você verá uma análise sobre as principais características do perfil dos arquitetos e urbanistas no Brasil de acordo com pesquisa da CAU-BR. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-perfil-dos-arquitetos-brasileiros-uma-analise-sobre-as-principais-caracteristicas-desses-profissionais-no-pais ## Headings Structure: H1: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H2: O mercado H2: Cenário pós pandemia H2: Perfil dos arquitetos e urbanistas H2: Principais atividades H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O perfil dos arquitetos brasileiros: uma análise sobre as principais características desses profissionais no país H2: O mercado H2: Cenário pós pandemia H2: Perfil dos arquitetos e urbanistas H2: Principais atividades H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Mapear o perfil socioeconômico, cultural e profissional já vem sendo uma meta para  o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR) há alguns anos. O CAU divulga anualmente um relatório com mapas e dados sobre o exercício profissional no país. Para ficar por dentro dos principais resultados continue lendo este artigo: De acordo com o conselho, o Brasil possui hoje 202.000 arquitetos e urbanistas em atuação, número que quase dobrou desde 2012 com uma taxa média anual de crescimento de 8%. Sendo São Paulo o estado com maior quantidade de profissionais, seguido por  Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Já as empresas do setor, que atualmente somam 26.157 em todo o país, têm se multiplicado em uma velocidade ainda maior que a de profissionais. Crescendo quase 10% em  2019. De acordo com os dados do CAU: Devido ao surgimento da pandemia da covid-19 em conjunto com as medidas de distanciamento social, essa performance acabou sendo interrompida. Acarretando em uma queda drástica da demanda por projetos e obras entre o primeiro e o segundo trimestre de 2020. Mesmo depois desse choque inicial no mercado de arquitetura, o setor conseguiu reagir nos últimos três meses do ano, tendo um crescimento de 12% se comparado ao mesmo período em 2019. No entanto, não foi possível se recuperar totalmente e alcançar o patamar do ano anterior, computando, de uma forma geral, 6,3% de queda. Contudo, uma boa notícia: nove estados registraram crescimento em 2020 mesmo em meio a pandemia, foram eles: Acre (+18%), Amazonas (+18%), Roraima (13%), Amapá (+6%), Distrito Federal (+6%), Mato Grosso (+13%) e Goiás (+3%), Ceará (+6%), Sergipe (+4%) e Paraná (+1%). Ler também o artigo “O mercado da arquitetura pós-isolamento” Conforme a pesquisa do CAU/BR realizada em parceria com o Instituto Datafolha em 2019, a Arquitetura e Urbanismo é, atualmente, uma profissão dominada por mulheres jovens, com menos de 40 anos. No gráfico acima é possível observar que as mulheres dominam 64% do mercado de arquitetura e que arquitetos e urbanistas brasileiros são na sua maioria jovens, com 38 anos em média. Analisando apenas os profissionais mais jovens, na faixa etária de até 30 anos, a proporção chega a 75% de mulheres, contra apenas 25% homens. Além disso, existem mais profissionais dentro dessa faixa etária do que com mais de 50 anos e vale ressaltar que mais de 13.000 arquitetos e urbanistas entraram no mercado de trabalho brasileiro em 2020. Um número que vem aumentando e mudando cada vez mais o perfil da profissão. Outros dados importantes são que, no setor de arquitetura, a maioria dos profissionais são liberais ou autônomos, representando 55%. Atuam principalmente nas capitais e regiões metropolitanas (66%) e uma parcela significativa (24%) atuam em outras áreas além de Arquitetura e Urbanismo. Projetos Arquitetônicos, Arquitetura de Interiores e Execução de Obras continuam sendo as principais atividades realizadas por arquitetos e urbanistas em todo o Brasil. O serviço que sofreu menos impacto com a pandemia em 2020 foi o de projeto arquitetônico, tendo apenas 3,7% de queda. Já outros serviços como de gestão e execução de obras tiveram queda de 11% e 10% respectivamente. Os recursos mais usados pelos profissionais da área para captação de clientes são: 1. Redes Sociais (45%) a. 74% usam Instagram b. 50% o Facebook e o Pinterest 2. Indicações de clientes (44%) 3. Site pessoal com portfólio (11%) Clique aqui.> E a internet é o meio mais utilizado para se informar sobre as novidades do setor, abrangendo 95% dos profissionais. Vobi Design e fique por dentro do que há de mais novo da arquitetura e design em um só lugar.> --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-arquitetos-devem-saber-ao-projetar-para-a-geracao-y-millennials Title: O que arquitetos devem saber ao projetar para os Millennials Meta Description: Aprenda sobre o perfil de consumo, principais características dos Millennials e como isso pode interferir no processo de elaboração de um projeto de arquitetura Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-arquitetos-devem-saber-ao-projetar-para-a-geracao-y-millennials ## Headings Structure: H1: O que arquitetos devem saber ao projetar para a geração Y (Millennials) H2: Quem são os millennials? H2: O perfil de consumo dos millennials H3: Não são influenciados por propagandas H3: Buscam por informações em resenhas e blogs antes de comprar algo H3: Procuram uma abordagem mais autêntica e sincera sobre os produtos H3: Consomem muito conteúdo online H3: Usam diferentes aparelhos eletrônicos H3: São consumidores leais H2: E quanto ao perfil dos millennials no setor de arquitetura e interiores? H3: Eles não têm medo de serem ousados H3: A casa deve refletir sua personalidade H3: Espaços multifuncionais H3: Não valorizam tanto os bens materiais H2: Como vender para os millennials? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que arquitetos devem saber ao projetar para a geração Y (Millennials) H2: Quem são os millennials? H2: O perfil de consumo dos millennials H3: Não são influenciados por propagandas H3: Buscam por informações em resenhas e blogs antes de comprar algo H3: Procuram uma abordagem mais autêntica e sincera sobre os produtos H3: Consomem muito conteúdo online H3: Usam diferentes aparelhos eletrônicos H3: São consumidores leais H2: E quanto ao perfil dos millennials no setor de arquitetura e interiores? H3: Eles não têm medo de serem ousados H3: A casa deve refletir sua personalidade H3: Espaços multifuncionais H3: Não valorizam tanto os bens materiais H2: Como vender para os millennials? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Neste artigo iremos nos aprofundar sobre o perfil de consumo e principais características dos Millennials e como isso pode interferir no processo de elaboração de um projeto de arquitetura e interiores. O comportamento e padrão de consumo da geração Y tem sido pauta importante em todos os setores do mercado. Isso porque ela constitui, atualmente, um mercado consumidor enorme, representando uma grande parcela da população mundial. Por isso, as empresas enxergam cada vez mais a necessidade de se atualizar e se adequar na medida em que as mudanças de consumo desse público tem se desenvolvido. Os millennials, ou conhecidos também como geração Y, representam uma faixa demográfica da população mundial nascida entre 1980 até 1996, sendo que muitos consideram até os anos 2000. Trata-se de uma geração que desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e que presenciaram uma das maiores revoluções na história da humanidade: a Internet. O fato é que a geração Y vem mudando as relações de trabalho e consumo e, consequentemente, as técnicas e metodologias de vendas devem ser renovadas. No entanto, como devemos nos adaptar a esses novos padrões? Antes de tudo, para que você possa vender de maneira efetiva, é preciso entender as necessidades e dores desse público. Quanto mais informações você tiver à sua disposição, melhor. Tendo em mãos os dados, fica mais fácil oferecer soluções. Uma boa coleta de dados começa com um bom planejamento de pesquisa, que envolve a definição de objetivos, público-alvo e a construção dos instrumentos de coleta. Veja mais no artigo: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal. Tentar influenciá-los com propagandas tradicionais é perda de tempo. A propaganda invasiva que busca a autopromoção já não tem mais espaço. Na hora de fazer uma compra, os millennials buscam por informações em blogs, vídeos comparativos e opiniões de outros consumidores em fóruns, redes sociais e sites. A Geração Y se conecta melhor com indivíduos do que números e precisam confiar na plataforma antes mesmo de lerem o que é produzido. A maneira pela qual os millennials adquirem e compartilham informações redefiniu o relacionamento entre empresas e seus clientes. Se uma marca se relaciona com eles nas redes sociais, isto aumenta a probabilidade de tornarem-se clientes. A Geração Y ama novas tecnologias, de modo que os smartphones são equipamentos fundamentais para executar diversas atividades, inclusive fazer compras. É importante, para as empresas, comunicar-se, cativá-los e investir em boas relações, especialmente via mídias sociais, que são essenciais na vida dos millennials. Quanto mais cedo uma conexão forte é estabelecida, melhor para as empresas porque estes indivíduos tendem a continuarem a usar seus produtos conforme forem envelhecendo. Por serem uma geração que cresceu cercada de influências de toda parte do mundo ao alcance de suas mãos, é evidente o fato de serem um público muito mais ousado e descontraído em termos de design. Os millennials não enxergam tanta necessidade de ter um projeto com tudo combinado e “engessado”. Eles têm muito mais confiança em brincar com as cores do projeto e ter um ambiente “vivo”. Seguindo a mesma linha sobre não ter medo de serem ousados, os millennials desejam se expressar em suas moradias, e isso significa ter sua personalidade exprimida na decoração do espaço. Por isso, itens customizados e objetos que tenham significado e valor sentimental são indispensáveis. Seja pelo estilo de vida mais urbano, a característica nômade de se mudar constantemente, os imóveis estarem com metragens cada vez menores. O fato é que a geração Y procura por ambientes pensados e eficientes que se adequem às mudanças do dia-a-dia. Leia mais em: O novo morar: a procura por espaços multifuncionais e o surgimento do Cloffice Outro ponto interessante é que, diferentemente da geração X (nascidos entre 1960 e 1980), os millennials não valorizam tanto ter a casa própria ou comprar um carro. Com os dados acima em mente, é possível perceber que o comportamento da geração Y está inteiramente ligado a sua experiência com o produto. Portanto, o foco na experiência do usuário é essencial para agradar esse tipo de perfil. Mas e na prática? Qual a melhor estratégia para atingir esse público? Como falado acima, a geração Y tende a consumir muito conteúdo online e isso faz parte do seu processo de compra. É aí que entra o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo. O Inbound é mais permissivo e bem menos invasivo,  por sua maneira não-interruptiva de se comunicar. Deve-se levar em conta também que o Inbound é uma estratégia 100% digital, o que facilita bastante a conversa com a geração Y, que é muito engajada em mídias sociais. Mais uma vez o inbound leva vantagem! Entenda mais sobre estratégia de Inbound marketing clicando aqui. E se você se interessou e deseja saber mais sobre o perfil dos Millennials, confira a pesquisa realizada pelo Itaú BBA em 2019 clicando na imagem abaixo: www.millennialmarketing.com www.veja.abril.com.br www.itaubbaresearch.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-e-drywall-conheca-a-importancia-na-construcao-civil Title: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil Meta Description: O drywall é um material de construção utilizado para criar paredes e até tetos. Saiba quais são as vantagens e se esclareça sobre os mitos existentes. Leia já! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-e-drywall-conheca-a-importancia-na-construcao-civil ## Headings Structure: H1: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H2: O que é drywall? H2: Como funciona o drywall? H2: As vantagens do sistema construtivo drywall em comparação com a alvenaria H3: Espessura leve e menor H3: Economia H3: Flexibilidade H2: Mitos H2: Exemplos de projetos com drywall H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H2: O que é drywall? H2: Como funciona o drywall? H2: As vantagens do sistema construtivo drywall em comparação com a alvenaria H3: Espessura leve e menor H3: Economia H3: Flexibilidade H2: Mitos H2: Exemplos de projetos com drywall H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Drywall é a palavra utilizada para denominar um sistema de construção a seco. Os materiais são industrializados, utilizam-se mínimas quantidades de água, e vão prontos para a obra. Isso permite a valorização de construções limpas, sem necessidade de argamassa ou outro material. Conferindo maior rapidez e leveza se comparado às construções tradicionais de alvenaria. Como o material é pré-fabricado, os canteiros de obras passam a ter mais eficiência com a parcial construção off site. No Brasil, a técnica não é tão difundida como no exterior, no entanto, cada vez mais está sendo adotada por profissionais que conhecem as vantagens e as possibilidades da utilização desse sistema construtivo. O drywall pode ser aplicado para criar paredes e tetos personalizados. Por esse motivo, é uma boa solução para transformações rápidas no design de interiores. Dividimos mais informações sobre esse rápido sistema construtivo em alguns tópicos: Drywall é um tipo de vedação utilizada em áreas internas. O termo em inglês indica que o método de construção é seco, ou seja, não é necessário o uso de água e outros resíduos, como argamassa ou concreto - o que otimiza a obra. Criado nos Estados Unidos por Augustine Sackett, o drywall é uma invenção que revolucionou a construção civil norte-americana. Composto por chapas em gesso natural revestidas com papel cartão, o sistema vem cada vez mais evoluindo e utilizado na arquitetura. No Brasil, a utilização se deu por volta das últimas três décadas do século XX. Surgindo como solução economicamente viável para pequenas, médias e grandes construções. Todavia, antes de iniciar qualquer projeto em que seja utilizado a execução do drywall, é preciso se atentar às normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Entre elas estão a NBR 15758-1/2009, NBR 15758-2/2009 e NBR 15758-3/200. O drywall é diferente de outros sistemas construtivos que também utilizam aço galvanizado em sua sustentação, como por exemplo o steel frame. O drywall consiste em ser uma placa composta por um conjunto de gesso natural e aditivos, revestido com lâminas de cartão duplo. O gesso é responsável por dar resistência à compressão e o cartão, resistência à tração, tornando o material bastante seguro mecanicamente. Quando a intenção é construir paredes e forros de chapas de drywall, deve-se estruturá-las com perfis de aço galvanizado - montantes e travessas. Sendo esses, espécies de pilares e vigas que irão sustentar as placas com a contribuição de fixação feita por parafusos. Também são utilizadas lãs minerais para promover maior isolamento térmico e acústico ao ambiente. A utilização do drywall, gera ganhos nos espaços internos dos ambientes pois a sua espessura é menor se comparada com outros sistemas construtivos. Além disso, o sistema é capaz de ser seis vezes mais leve em comparação com a alvenaria, o que proporciona reduções na carga estrutural. Os novos empreendimentos estão apostando nessas paredes compostas por aço galvanizado e chapas de gesso acartonado, entre as espessuras mais comuns estão: → Parede Drywall com 75 mm definida por 1ST/48/1ST, ou seja, composta de 1 placa com 12,5mm de cada lado e o perfil de 48 mm interno. É a opção mais fina possível, sendo  ideal para ambientes que precisam economizar espaço. → Parede Drywall com 95 mm definida por 1ST/70/1ST, ou seja, composta de 1 placa com 12,5mm de cada lado e o perfil de 70 mm interno). Ótima opção para projetos que buscam melhor conforto térmico e acústico, sendo essa a escolha mais utilizada nas construções que utilizam o Drywall. → Parede Drywall com 115 mm definida por 1ST/90/1ST, ou seja, composta de 1 placa com 12,5mm de cada lado e o perfil de 90 mm interno. É a maior parede, sendo necessária a utilização de uma estrutura. Para espessuras superiores, somente utilizando estrutura dupla. Quando se pensa no custo do drywall, é ideal avaliar questões além do gasto do material, como por exemplo, o tempo de execução, mão de obra e o desperdício de materiais. Sua instalação é rápida, sendo essa uma das principais vantagens quando se comparado com a alvenaria. Além disso, ele  possui alta qualidade de acabamento. Além disso, esse material irá gerar apenas 5% de resíduos de obra e esses são recicláveis. Gerando assim, economia desde a compra até o descarte. Instalar paredes em drywall oferece liberdade de criação, isso porque esse sistema se adequa ao layout planejado com facilidade. Ou seja, de forma simples é possível construir e remover o material. Essa vantagem é excelente, por exemplo, para solucionar mais opções de plantas em edifícios multifamiliares e multiusos. É possível criar maior disposição de divisórias internas. Quando o assunto é drywall existem muitos mitos que impedem que as pessoas façam investimentos e aproveitem os benefícios e versatilidade que só esse sistema construtivo pode oferecer. Nós, da Vobi, vamos esclarecer suas dúvidas sobre pontos que foram comumente transmitidos mas que não passam de mitos. Em primeiro lugar temos: sistemas de instalações elétricas e hidráulicas. Essa questão é entendida como uma dificuldade, no entanto, ao contrário do que propagam, no drywall é possível inserir eletrodutos e tubulações no interior da estrutura. Sendo essa até uma vantagem pois se houver necessidade de manutenção, é fácil acessar as instalações para realizar os reparos. Outra dúvida de quem pretende usar o drywall é a possibilidade de inserir revestimentos, por exemplo, pinturas, cerâmicas, laminados, mdf, entre outros. A resposta é: se for executado com assentamento de massa específica que assegura a aderência do produto, é possível! Para preparação de argamassa, o profissional deve acompanhar as instruções do produto e em seguida, aplicar a massa com instrumento de aplicação - a desempenadeira dentada -, tanto na área a ser aplicada quanto na própria peça cerâmica. O próximo passo é dispor a placa na parede e pressionar para assentá-la. O ideal é sempre procurar o profissional e desenvolver o cálculo adequado, pois materiais que possuam peso maior precisam ser instalados com cantoneiras para que elas possam distribuir melhor as cargas nos montantes metálicos da estrutura. Nesse mesmo sentido, muitas pessoas e até profissionais acabam não optando por escolher o drywall pois acreditam que seu uso pode impedir pendurar objetos e móveis em sua superfície. Isso não é verdade! É possível instalar nessas peças de gesso acartonado televisão, ar condicionado, armários, quadros, entre outros objetos desejados. As marcas de drywall  também indicam buchas específicas para objetos de até 10kg, acima desse peso é indicado fixar as buchas nos montantes. Outra discussão habitual é a resistência do drywall à umidade. Respondemos que essa questão vai depender do local e suas condições de umidade em que as peças irão ser instaladas. O sistema tem êxito em ambientes internos, podendo ser utilizados também em áreas como banheiros, área de serviço e cozinhas. Nessas ambientes internos úmidos devem ser utilizadas chapas de drywall específicas - placas Resistente à Umidade (RU). As chapas convencionais, conhecidas como tipo ST, têm chances de serem danificadas se usadas em ambientes úmidos. Já as placas verdes, assim conhecidas no mercado, possuem fórmulas hidrofugantes. Isso quer dizer que são repelentes à água e podem proteger a superfície contra respingos e vapores. Como citado anteriormente, essas divisórias oferecem isolamento acústico e térmico para o ambiente por conta das lãs colocadas entre as chapas. Contrariando assim, a opinião comum de que o produto não oferece esse isolamento. Fique atento: as marcas apresentam diferentes produtos para cada necessidade e disponibilizam os índices com o desempenho de cada solução. Neste projeto assinado pela arquiteta Clarissa Strauss, a utilização do drywall serviu como divisória junto às grandes portas de correr - ambas possuem tratamento acústico. O que proporcionou para ampla área social, abertura máxima para passagem. Já nesse projeto de apartamento colorido, o drywall surgiu em meia-parede para complementar ao revestimento já existente, o qual assemelha tijolinhos. www.vivadecora.com.br www.biancogres.com.br www.casadevalentina.com.br www.historiasdecasa.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-e-incc-conheca-a-importancia-do-indice-para-a-construcao-civil Title: O que é INCC? Conheça o índice relevante da construção civil Meta Description: O INCC é um importante índice utilizado como referência para reajustes na compra e venda de imóveis. Saiba como o INCC funciona lendo este artigo! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-e-incc-conheca-a-importancia-do-indice-para-a-construcao-civil ## Headings Structure: H1: O que é INCC? Conheça a importância do índice para a construção civil H2: O que é INCC? H2: Qual a importância do INCC? H2: INCC 2022 H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que é INCC? Conheça a importância do índice para a construção civil H2: O que é INCC? H2: Qual a importância do INCC? H2: INCC 2022 H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Considerado um dos principais setores econômicos do país, a construção civil possui volatilidade e mostra variações de custos em períodos de tempo. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) existe para investigar essas variações de preços em mão de obra, equipamentos e materiais do setor. Quem adquirir um imóvel na planta de forma financiada precisa ficar atento e se programar para os reajustes no saldo devedor de acordo com INCC. Isso porque, o valor dos materiais e serviços são alterados pela inflação e a taxa precisa ser adicionada à prestação para que a construtora não arque sozinha com a diferença. Quer entender melhor como esse índice funciona e de que forma ele pode afetar sua realidade e/ou a do seu cliente, acompanhe os próximos tópicos: A sigla INCC significa Índice Nacional de Custo de Construção sendo ele o índice importante para apuração dos insumos usados em construções habitacionais. O INCC compõe junto com mais dois itens, o Índice Geral de Preços (IGP). Calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Nacional de Custo de Construção foi criado em 1944 e é dado através de uma pesquisa realizada, todo mês, em sete capitais: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Para o INCC, é verificado os preços de materiais, equipamentos, mão de obra e serviços. As pesquisas são divididas em três tipos: INCC-DI, INCC-M e INCC-10. O que diferencia é somente o intervalo de análise dos dados. Acompanhe: O INCC é publicado até a primeira quinzena de cada mês, mais especificamente, até o 15° dia, e representa a inflação analisada no mês anterior. Para conferir, clique aqui e acesse o site oficial FGV. O cálculo do INCC permite, por exemplo, que os construtores prevejam os reajustes necessários para o fim de obras perante as movimentações de mercado e as mudanças de preços relacionados à construção civil dos empreendimentos já em negociação. O índice é uma estimativa atestada para requisitar que compradores arquem com custos em diferença do orçamento inicial, sendo uma correção essencial para se considerar. Além do mais, também influencia nos salários e na mão de obra. Entenda melhor a seguir a importância do índice para a economia e nos investimentos. Em relação ao setor econômico, o índice tem impacto direto no valor dos financiamentos e consórcios no setor imobiliário. O INCC-M corresponde a 10% do Índice Geral de Preços do Mercado. Então, isso mostra que o índice possui grande peso na inflação, isto é, no aumento dos custos gerais no Brasil. Esse impacto, por sua vez, também reflete nos investimentos, com a alta na inflação também há um aumento na taxa básica de juros (SELIC) - onde diversos investimentos estão atrelados. Outro impacto direto é a bolsa de valores. Investidores do setor imobiliário devem acompanhar o índice para atentar-se qual é a melhor estratégia de investimento para ter maior rentabilidade nos projetos de incorporação ou construção. Já diante dos fundos imobiliários (FII), o INCC impacta indiretamente, visto que os FIIs investem em ativos prontos. No entanto, com a influência na inflação, o índice interfere no valor de aluguéis, o que gera impacto nos rendimentos. No período de março a julho, deste ano, o Índice Nacional de Custo da Construção aumentou, muito pelo aumento da mão de obra. Houve um registro de avanço expressivo de auxiliares, técnicos e especialistas. Em outubro de 2022, o INCC registrou crescimento de 0,12% e foi considerado a menor variação para este mês desde do ano de 2009, quando o aumento foi de 0,06%. Essa redução foi influenciada pela baixa no custo com materiais e equipamentos. Já em novembro deste ano, o INCC varia 0,14%, sendo esse um percentual maior ao apurado no mês anterior. Com este resultado, o Índice Nacional de Custo da Construção acumula alta de 9,11% no ano e 9,44% em 12 meses. Consulte abaixo a tabela INCC 2022: Como o INCC é utilizado para reajustes do saldo devedor de financiamentos de imóveis adquiridos em planta, onde as parcelas quitadas são utilizadas para financiar a construção em progresso, a tabela 2022 é usada para ajuste das parcelas. Mas como fazer isso? Aqui está um exemplo: com um financiamento de imóvel no 200.000,00 em 60 parcelas, que ainda está em andamento, precisa de reajustes em dezembro e é necessário a verificação do mês anterior. Ou seja, no mês de setembro o percentual de reajuste é de 0,36% e, dessa forma, o saldo devedor total deve ser corrigido. Com essa atualização, o novo valor de parcelas é estabelecido e informado a quem irá arcar com esse financiamento. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.renovainvest.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-e-uma-planta-humanizada-e-como-fazer-uma-guia-completo Title: Planta Humanizada: Guia Completo Meta Description: Guia completo sobre Planta Humanizada. Veja como fazer sua Planta Baixa Humanizada no autocad, sketchup, corel e photoshop. Blocos humanizados para download. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-e-uma-planta-humanizada-e-como-fazer-uma-guia-completo ## Headings Structure: H1: Planta Humanizada: Guia Completo H2: O que é uma planta humanizada? H2: Qual a diferença de planta baixa para planta humanizada? H3: Planta baixa H3: Planta humanizada H2: Por que fazer Plantas Humanizadas? H2: Como fazer uma planta humanizada? H2: Melhores programas para fazer planta humanizada H3: Planta Humanizada no AutoCad H3: Planta Humanizada no Sketchup H3: Planta Humanizada no Revit H3: Planta Humanizada no Corel Draw H3: Planta Humanizada no Photoshop H2: Quanto cobrar para fazer uma planta humanizada? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Planta Humanizada: Guia Completo H2: O que é uma planta humanizada? H2: Qual a diferença de planta baixa para planta humanizada? H3: Planta baixa H3: Planta humanizada H2: Por que fazer Plantas Humanizadas? H2: Como fazer uma planta humanizada? H2: Melhores programas para fazer planta humanizada H3: Planta Humanizada no AutoCad H3: Planta Humanizada no Sketchup H3: Planta Humanizada no Revit H3: Planta Humanizada no Corel Draw H3: Planta Humanizada no Photoshop H2: Quanto cobrar para fazer uma planta humanizada? H3: Continuar lendo H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você é um profissional da construção, com certeza tem facilidade de imaginar e visualizar ambientes mesmo antes de estarem prontos. Mas, para o seu cliente, esta nem sempre é uma tarefa fácil. Para ajudá-los a ter a percepção do espaço e criar o desejo de ver o ambiente pronto, é preciso utilizar o recurso da planta humanizada. Apresentar a concepção do seu projeto, de maneira mais simples e amigável, irá auxiliá-lo a converter o seu cliente de forma mais rápida, além de prevenir grandes mudanças no decorrer das etapas subsequentes. Neste artigo, preparamos um guia completo para você escolher a melhor forma de elaborar uma planta baixa humanizada: Segundo o dicionário, o termo “Humanizar” significa: “tornar humano ou tornar afável”. A planta humanizada é um modelo de apresentação em planta baixa criado para facilitar o entendimento do projeto pelo cliente. Seu principal objetivo é enriquecer com detalhes e ambientações as representações, seja adicionando mais cor, texturas reais, mobílias ou objetos que tragam a sensação de “humanização” dos espaços. Este recurso geralmente é muito utilizado na venda de projetos online e por corretoras imobiliárias que almejam promover os seus empreendimentos. Apesar de possuírem nomes semelhantes e representarem o mesmo ponto de vista - a visão superior (quando visualiza-se o projeto como se estivesse em cima dele olhando para baixo) em 2D, ou seja duas dimensões -, a forma de ilustração e o objetivo da planta baixa e da planta humanizada são bem diferentes. A planta baixa simples, sem nenhum apelo visual, tem por objetivo a representação técnica do projeto. Nela, estarão especificados os itens essenciais para a sua execução: cotas, níveis, nome e área dos ambientes, especificação de revestimento de piso, parede e teto, dentre outros. Este desenho deve ser entregue ao cliente em conjunto com o projeto executivo. Justamente por dispor de muitas informações técnicas, algumas pessoas sentem dificuldade em sua leitura e interpretação e, por isso, não conseguem visualizar ou mesmo imaginar alguns pontos como circulação, materiais aplicados nos ambientes e disposição de móveis. Abaixo é possível visualizar um exemplo típico de uma planta baixa: Já a planta humanizada é realizada com o intuito de facilitar a compreensão. Dessa forma, é preciso sempre priorizar uma representação simples, colorida, com detalhes e texturas reais. Na grande maioria das vezes, ela apresentará cotas gerais (apenas para orientação e noção das dimensões dos ambientes), mobiliário humanizado e textura de piso (diferenciando áreas secas de áreas molhadas). Como no exemplo abaixo. Você consegue perceber a diferença? Utilizar esta forma de representação traz benefícios tanto para o profissional, quanto para seu cliente, pois, ao facilitar a compreensão do layout e das decisões arquitetônicas tomadas, acelera-se o processo de aprovação do projeto, consequentemente reduzindo retrabalhos e otimizando tempo. Este cenário costuma ser muito comum: o cliente, nas reuniões, alega ter compreendido tudo, no entanto, a partir do momento em que o projeto passa a ser executado e “sai do papel”, o mesmo começa a levantar questionamentos pertinentes às etapas anteriores, os quais, teoricamente, já deveriam estar esclarecidos. Indicando que o cliente não havia compreendido de fato. Nesse quesito, a planta humanizada é uma solução excelente, pois, como a leitura e compreensão da ilustração é simples e intuitiva, não é necessário que a pessoa interessada seja técnica para que compreenda e imagine o projeto pronto. Um grande exemplo de setor que costuma fazer da planta humanizada um item indispensável é o de empreendimentos imobiliários. Antes mesmo do início da construção do prédio, do condomínio ou do centro comercial, o profissional responsável pela elaboração do projeto compartilha com o dono do empreendimento a planta baixa humanizada para que os corretores e agentes de venda possam iniciar a divulgação. A verdade é que não existe um “certo ou errado”. A forma, o momento e o programa a serem utilizados para elaborar o projeto é que irão nortear a trajetória de execução. Por exemplo, se você costuma usar o Sketchup para apresentar projetos, a melhor maneira de elaborar uma planta humanizada será utilizando o próprio Sketchup, otimizando assim os seus processos, ao mesmo tempo que deixando o cliente satisfeito. Para facilitar a sua escolha, visto que existem diversas opções de programas e métodos disponíveis no mercado, no próximo tópico, separamos uma curadoria dos melhores tutoriais dos programas mais utilizados para elaboração de uma planta baixa humanizada. Fique a vontade para selecionar aquele que mais vai se adequar à sua rotina e metodologia. De qualquer forma, lembre-se que é importante sempre estar atento ao escolher os elementos para a composição do desenho, independente de qual programa será utilizado. O AutoCad ainda é um dos programas mais utilizados pelos profissionais da construção e, por isso, costuma ser uma excelente solução para quem deseja unir o útil ao agradável, afinal, você pode fazer a planta baixa técnica e aproveitá-la para fazer a versão humanizada. Abaixo, selecionamos um vídeo que explica o passo a passo para sua correta elaboração: Além disso, aqui na Vobi, temos disponível também um artigo completo de planta humanizada no Autocad. Basta clicar aqui e conferir. O Sketchup também está na lista dos aplicativos mais práticos de serem utilizados, por permitir que os usuários sejam capazes de mostrar o projeto não apenas em uma versão 2D, mas também em 3D. Ambas as representações ajudam muito na hora de converter a venda e deixam bem claro para o cliente como ficará o projeto executado. Dá só uma olhada nesse vídeo que ensina as etapas da produção de uma planta humanizada no Sketchup em apenas dois minutos! #Dica: Leia também nosso artigo na íntegra sobre planta humanizada no Sketchup. O Revit é um programa de tecnologia BIM que vem ganhando destaque pela facilidade de compatibilização de projetos técnicos, visualização de projetos 3D e alteração de diversas pranchas simultaneamente. Além disso, também disponibiliza uma forma de visualização que te permitirá exportar o projeto como planta humanizada. Pode ser uma excelente alternativa, especialmente para projetos de grande porte. O vídeo acima mostra rapidamente como é feita a execução neste software, porém se você deseja se aprofundar, recomendamos que leia o nosso artigo sobre planta humanizada no Revit. Para profissionais que se arriscam em programas não convencionais, fazer sua planta baixa humanizada no Corel Draw pode ser uma excelente alternativa. Com interface simples e intuitiva, o programa permite que você importe sua planta vetorizada e faça as alterações que desejar. Além disso, é muito fácil adicionar e editar texturas, criar efeitos de sombra e alcançar um excelente resultado. Dá só uma olhada nesse tutorial: O uso do Corel Draw só tem um porém: a dificuldade em encontrar blocos humanizados de qualidade. Mas não se preocupe! Para poupar o seu trabalho, na Vobi é possível encontrar um material gratuito para download. Para isso, basta clicar aqui e preencher o formulário. Dos programas que abordamos até agora, o Photoshop talvez seja um dos mais complicados de se aprender, mas nada que um tutorial não resolva! Por ser da Adobe, o programa tem uma interface única e não é tão intuitivo. Mas, se você tem interesse e disponibilidade de tempo para se dedicar a isso, é uma excelente alternativa por conta da grande quantidade de ferramentas disponíveis de edição. Tal como qualquer serviço oferecido por seu escritório, não é possível estabelecer um preço fixo pela criação de uma planta baixa humanizada, até porque, muitas vezes, você poderá oferecê-la como parte do pacote de seu projeto. Apesar de não haver uma resposta pronta para essa pergunta, antes de precificar o seu serviço você deverá: ✔ Avaliar suas despesas; ✔ Conhecer sua produtividade; ✔ Compreender o mercado; ✔ Mensurar a complexidade do projeto; ✔ Conhecer o preço da sua hora trabalhada. Falamos sobre todos estes pontos no artigo “Como precificar os seus serviços”. Com certeza a leitura vai nortear na hora de estabelecer valores! Concluindo, neste artigo, organizamos todas as informações e materiais que irão te ajudar na hora de criar a sua planta humanizada, assim, você não precisará perder tanto tempo e poderá se dedicar no que realmente importa. www.arquitetoleandroamaral.com www.44arquitetura.com.br www.blog.quintadellarte.com.br www.portaldoarquiteto.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-os-arquitetos-gostariam-de-saber-antes-de-comecar-o-proprio-negocio Title: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio Meta Description: Perguntamos aos profissionais da área, que já estão no mercado há algum tempo, o que eles gostariam de ter aprendido antes mesmo de começar o próprio negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/o-que-os-arquitetos-gostariam-de-saber-antes-de-comecar-o-proprio-negocio ## Headings Structure: H1: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H2: 1. Contrate um consultor financeiro H2: 2. Escolha o nome do seu escritório com sabedoria H2: 3. Tenha sempre um plano detalhado de projeto H2: 4. Não aceite qualquer cliente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H2: 1. Contrate um consultor financeiro H2: 2. Escolha o nome do seu escritório com sabedoria H2: 3. Tenha sempre um plano detalhado de projeto H2: 4. Não aceite qualquer cliente H3: Continuar lendo H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H4: 4 principais erros cometidos por arquitetos e designers na atração de clientes potenciais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quando você deseja ter o seu próprio escritório de arquitetura e/ou interiores, existem muitas coisas a serem pensadas e levadas em consideração. Por isso, perguntamos aos profissionais da área, que já estão no mercado há algum tempo, o que eles gostariam de ter aprendido antes mesmo de começar o próprio negócio. Continue lendo este artigo para conferir as dicas: Se você deseja que seu negócio tenha sucesso financeiro, a designer Jena Bula recomenda que um profissional da área financeira seja contratado o quanto antes possível. Ainda que seja como consultor ou prestador de serviços ao invés de um funcionário de tempo integral. Quando Jena decidiu começar o próprio negócio, ela mesma acompanhava os gastos e renda da empresa e enviava para um contador uma vez ao ano para realizar o imposto de renda. No entanto, apesar de fazer o melhor que pôde, sentia que o cenário financeiro do escritório ainda não era tão claro quanto ela gostaria que fosse, sendo difícil para ela tomar decisões que tivessem impacto à longo prazo, como planejar um budget destinado à anúncios de marketing ou mesmo contratar um novo funcionário. No entanto, nem tudo são flores. No início de carreira, muitos arquitetos e designers de interiores não têm a possibilidade de contratar um profissional da área financeira. Então a dica é: estude! É preciso entender que um escritório de arquitetura não vive apenas de projetos e obras. Trata-se de uma empresa que necessita lucrar para se manter no mercado. Por isso, se você não possui conhecimentos sobre gestão financeira e não tem condições de contratar um profissional da área para auxiliá-lo, invista em cursos, treinamentos e procure ler sobre o assunto. Um dos passos mais importantes quando estamos começando a construir o próprio negócio é definir o nome da empresa. E essa etapa deve ser feita com cuidado. É claro que é possível alterar o nome, caso seja necessário no futuro. Porém, o processo é muito mais doloroso, ainda mais se você tiver construído uma audiência que provavelmente já associa a marca ao serviço. É muito mais fácil dedicar um tempo no início para tomar uma decisão consciente e decisiva, assim a construção da sua identidade visual e do seu público terá mais chances de se consolidar. É tentador querer pular algumas etapas do processo, principalmente no início de carreira, quando muitos arquitetos e designers estão sedentos para mostrar serviço e resultados. Porém, executar uma obra, sem ter um plano detalhado de todo o projeto, como por exemplo, as especificações das cores que serão utilizadas em cada ambiente, só causará dores de cabeça e retrabalho ao longo do percurso. A etapa inicial é a chave para o sucesso de um projeto. Investir mais tempo em seu cliente durante o processo inicial de consultoria e definição de layout, a fim de deixar ponto por ponto bem definido e esclarecido para ambas as partes, pode parecer um atraso e não tão importante no momento, no entanto, optar pelo “atalho” acabará lhe custando caro. Por isso, dedique-se à elaboração de moodboards, fotos de referências, imagens em 3d, tudo que facilite a visualização do projeto de maneira clara. Mas, vale ressaltar que ter esse plano de projeto detalhado não significa que ajustes não terão que ser feitos, afinal toda obra enfrenta imprevistos. Ao trabalhar com um novo projeto, a Vobi te auxilia na comunicação entre você e o cliente, para que todas as informações se concentrem em um único local, evitando perda de informações, desgastes desnecessários e longas ligações ou conversas no whatsapp. Na nossa plataforma é possível ter uma visão 360º de todos os seus projetos. Veja status, dados do cliente, orçamentos, anotações, arquivos, históricos e cronogramas de pagamentos, lista de compras e muito mais. Saiba mais clicando aqui. Pois é, no começo é natural querer aceitar todo e qualquer tipo de cliente que aparecer. Mas isso pode se tornar uma grande perda de tempo a longo prazo. É importante saber recusar clientes que não se encaixam no seu perfil de cliente ideal: Além do tempo, você também perderá oportunidades de fechar projetos melhores. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/orcamento Title: Orçamento: Quais benefícios e como aplicar em seu negócio Meta Description: Aprenda neste artigo tudo sobre orçamento: sua importância e benefícios para o seu negócio de arquitetura e construção e como a tecnologia pode te ajudar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/orcamento ## Headings Structure: H1: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H2: Orçamento não é bola de cristal H2: O que é gestão de orçamento? H3: Orçamento de projetos H3: Orçamento de obra H2: Gestão orçamentária e sua importância H2: Benefícios da gestão de orçamento em seu negócio de arquitetura e construção H3: ✔️ Redução de gastos H3: ✔️ Negociação de preços na compra de insumos H3: ✔️ Rentabilidade da Construção H3: ✔️ Identificação de falhas H3: ✔️ Projeção para o futuro H2: Por que o planejamento orçamentário é importante para o seu negócio? H2: Como a tecnologia pode auxiliar no processo de gestão orçamentária? H2: Ferramenta de orçamento Vobi: crie seu orçamento online H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H2: Orçamento não é bola de cristal H2: O que é gestão de orçamento? H3: Orçamento de projetos H4: 1. Precificação de serviços H4: 2. Elaboração de proposta H4: 3. Contrato e opções de pagamento H3: Orçamento de obra H4: Orçamento de Produção H4: Orçamento de Venda H2: Gestão orçamentária e sua importância H2: Benefícios da gestão de orçamento em seu negócio de arquitetura e construção H3: ✔️ Redução de gastos H3: ✔️ Negociação de preços na compra de insumos H3: ✔️ Rentabilidade da Construção H3: ✔️ Identificação de falhas H3: ✔️ Projeção para o futuro H2: Por que o planejamento orçamentário é importante para o seu negócio? H2: Como a tecnologia pode auxiliar no processo de gestão orçamentária? H2: Ferramenta de orçamento Vobi: crie seu orçamento online H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Já parou para pensar em quanto você espera que o seu negócio fature esse ano? E nos próximos cinco? Quanto você espera ter de lucratividade e como será investido esse lucro no seu negócio? O cotidiano de um empreendedor é cheio de questões como essas e que, muitas vezes, só podem ser respondidas com a ajuda de uma gestão de orçamento. Esta prática envolve variáveis que precisam ser delimitadas com atenção, afinal, estamos falando do dinheiro da sua empresa, independentemente de ser despesa ou investimento. Sabendo da complexidade e importância deste assunto, neste artigo abordaremos mais profundamente sobre: orçamento. Ao final da leitura você terá aprendido sobre: Seja qual for o seu negócio, o fato é que basear-se no achismo ou na adivinhação não são boas diretrizes para se administrar uma empresa. Bons resultados simplesmente não aparecem num passe de mágica. Essa estratégia compreende algumas etapas que devem ser seguidas para que haja um melhor planejamento. A fim de entender melhor o assunto, nos tópicos seguintes você aprenderá o que é gestão de orçamento e como essa técnica pode ajudar a resolver problemas financeiros da empresa. Essa prática envolve o gerenciamento de todas as finanças de uma empresa. O principal objetivo é fazer com que os gastos não ultrapassem o limite, e consequentemente não haja prejuízo. Por isso, quando não executada, existe grande possibilidade do negócio entrar em colapso, levando ao saldo negativo e até à falência. Dentro do âmbito da arquitetura e construção trabalhamos com dois tipos de orçamento: orçamento de projetos e orçamento de obra. Essa é a etapa que antecede a execução da obra, ou seja, é elaborada uma estimativa alinhada ao budget do cliente e sua expectativa de resultado. Essa etapa engloba 3 principais pilares: A precificação de serviços é algo pessoal e que varia de negócio para negócio, porém existem alguns cálculos que irão ajudá-lo a estimar o quanto será necessário receber em cada projeto a fim de manter uma renda satisfatória ao seu negócio. #Dica: Para entender melhor cada etapa da precificação de serviços leia nosso artigo: “Como precificar os seus serviços”. Fazer uma apresentação convincente e bem estruturada de orçamento ao seu cliente, com todas as informações necessárias e ainda uma linguagem incisiva de marketing, é a chave para a conversão de oportunidades. #Dica: Confira o passo a passo da elaboração de uma proposta em: “Montando uma proposta vencedora”. Deve-se definir de antemão as formas de pagamento, políticas de descontos, parcelamentos, garantias contra inadimplência e boas práticas na formulação de contratos. Ser objetivo e transparente com o seu cliente em potencial é um grande diferencial competitivo. Por isso, é importante que você apresente todas as informações relevantes relacionadas à execução do serviço. Dentre elas, vale destacar: Após a aprovação do orçamento de projeto, ao partir para a execução do mesmo, deve-se elaborar um orçamento de obra, o qual engloba com mais detalhes cada produto e serviço a ser comprado ou contratado. Trata-se de um documento com informações físicas e financeiras. Com ele você irá determinar e estimar custos envolvidos com a execução do projeto, para então poder dar início à obra. Neste quesito, destacam-se duas categorias de orçamento: o orçamento de produção e o orçamento de venda. Contempla todos os gastos necessários exclusivamente à execução da obra ou serviço, ou seja, todo e qualquer gasto necessário para produção. Esse tipo de orçamento é composto por custos diretos e custos indiretos. Trata-se de quando a obra se transforma em um produto a ser comercializado, fazendo-se necessário uma estrutura empresarial e, com isso, uma série de outros gastos relacionados à atividade da empresa e não ao produto. O orçamento é uma etapa extremamente importante para o planejamento de um projeto. Ele é o elemento fundamental para a tomada de decisões. Faz parte de seu conceito planejar e monitorar os resultados financeiros do seu negócio. Sua importância se reflete na manutenção da empresa no caminho para atingir seus objetivos. Elaborar um bom orçamento é uma das tarefas mais importantes dentro do processo de trabalho de um arquiteto ou engenheiro. A previsão correta dos custos e do andamento do processo é a chave para uma execução que atenda às expectativas do cliente. A gestão de orçamento é capaz de trazer muitos ganhos para as empresas que a aplicam corretamente. Confira os principais benefícios que essa estratégia oferece para seu negócio de arquitetura e construção: Dispor do planejamento orçamentário pronto antes da obra começar, irá auxiliá-lo a ter mais tempo para comparar valores de um mesmo produto. Com essa pesquisa, é possível buscar meios de reduzir os custos, optando por materiais mais baratos ou uma distribuição de recursos diferente. Permite também um poder maior de negociação de preços já que, com todos os recursos tabelados, é mais fácil para conseguir descontos com fornecedores e lojas de materiais de construção, dado que podem ser compradas grandes quantidades. É possível também aumentar a rentabilidade na venda do imóvel, uma vez que o orçamento permite saber qual será o custo real da obra. Desse modo, fica mais fácil identificar o investimento inicial na construção, contribuindo para a elaboração de um valor pelo qual essa poderá ser vendida para garantir lucro. O orçamento de uma empresa é a tradução do planejamento estratégico, só que em números, o que mostra a suscetibilidade dele a imprevistos e também falhas. Com isso, consegue-se saber qual a causa básica dos problemas e atuar na criação de planos de ação para corrigir e recuperar perdas. Mais do que uma ferramenta de controle de despesas, trata-se de um comparativo entre o que foi planejado e o que, de fato, foi gasto. Se você chegou até aqui e ainda não tem certeza se sua empresa teria benefícios com o uso de uma ferramenta de orçamento, confira alguns sinais que indicam a necessidade de se aplicá-la ao seu negócio: ❌ Você gasta mais do que recebe, ocasionando problemas de liquidez; ❌ Você não consegue cumprir os prazos de pagamento, correndo risco de endividamento; ❌ Seu negócio tem perdido lucratividade ao longo do tempo; ❌ Falta de previsão de gastos futuros; ❌ Desperdícios de materiais, equipamentos e mão-de-obra. Os riscos de não ter uma gestão orçamentária na empresa são extremamente altos. Por isso, negócios de arquitetura e cosntrução eficientes priorizam a sua elaboração e análise. Ao ter um projeto em mãos, o arquiteto ou engenheiro precisa organizar muitas variáveis antes de iniciá-lo. Por este motivo, é importante contar com uma ferramenta tecnológica que auxilie nesses processos e na gestão de obras como um todo. É claro que o orçamento pode ser feito em planilhas no Excel, porém isso já faz parte do passado. Quanto mais se puder evitar trabalhos manuais em tarefas repetitivas que podem facilmente ser automatizadas, mais tempo para se dedicar às decisões estratégicas o profissional terá. Com a tecnologia, os dados são mais precisos, além de ser possível ter uma visão mais detalhada sobre o processo financeiro da empresa. Uma boa plataforma de gestão de orçamento torna-se uma ótima ferramenta pois facilita a organização das contas a pagar e receber, o fluxo de caixa. Tudo isso em um único lugar e com maior rapidez. Investir em uma plataforma online contribui para que o seu negócio tenha uma gestão financeira mais eficiente. Por isso, é importante adotar uma solução que automatize processos e facilite o dia a dia do seu trabalho. A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto ou engenheiro, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo livre para fazer o que mais gosta ou utilize esse tempo para crescer ainda mais o seu negócio. Nossa intenção é sempre facilitar a sua vida, por isso a nossa plataforma conta com diversas soluções para o seu negócio como: ✔️ Gestão de projetos; ✔️ Gestão de documentos; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Gestão de tarefas; E muito mais! Incluindo a ferramenta de Orçamento. Especifique produtos e gere listas de compras automáticas. Pare de perder tempo criando orçamentos manualmente! Com a Vobi, é possível: 👉 Criar orçamentos em poucos cliques Crie listas de produtos automáticas, selecione produtos, veja informações como preço, informações técnicas e salve na pasta do seu cliente. Isso mesmo, aqui na Vobi você consegue criar uma lista de produtos mais utilizados, por exemplo, e reaproveitá-los na hora de criar um orçamento. Dessa forma, você economiza muito tempo, visto que os produtos são adicionados com todas as informações já cadastradas em sua biblioteca, como foto, valor, marca, categoria e descrição. Genial, não?! O produto já veio com todas as informações! No caso de serviços, a dinâmica é similar, onde o sistema já te sugere os fornecedores que você já utilizou em outras propostas. 👉 Compartilhar o orçamento com seu cliente e permitir a realização de comentários 👉 Controlar aprovações Em seu orçamento, tanto na área de produtos como na área de serviços, disponibilizamos 3 status para facilitar a sua gestão. Tanto o cliente (quando o projeto está compartilhado com ele) quanto o profissional podem alterar o status do produto. 👉 Comparar e personalizar orçamentos Simule quantas versões desejar, facilite o comparativo e encontre a melhor combinação. 👉 Encontrar milhares de produtos em um só lugar Utilize a nossa biblioteca ou cadastre os seus próprios produtos e fornecedores. 👉 Acessar do seu celular ou computador Agora que você está convencido dos benefícios que essa solução pode trazer, que tal implementar a ferramenta de Orçamento no seu negócio? Os melhores negócios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? Acesse o nosso site agora e solicite o seu convite. www.vivadecora.com.br www.blog.egestor.com.br www.blog.fortestecnologia.com.br www.mobussconstrucao.com.br www.ibecensino.org.br www.blog.vejaobra.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/orcamento-empresarial Title: Orçamento empresarial: 6 dicas para controlar suas finanças Meta Description: Um orçamento empresarial ajuda os gestores a determinar se eles possuem dinheiro suficiente para financiar operações e aumentar a sua receita. Saiba como criar Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/orcamento-empresarial ## Headings Structure: H1: Orçamento empresarial: 6 dicas para potencializar a sua gestão financeira H2: O que é orçamento empresarial? H2: Como fazer o seu orçamento empresarial? H3: Identifique as fontes de receita H3: Deduza os custos fixos H3: Compreenda os custos variáveis H3: Tenha um fundo emergencial H3: Elabore um demonstrativo de resultados H3: Projete o futuro H2: Dicas para administrar a Gestão Financeira da Vobi H3: Como adicionar responsáveis administrativos? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Orçamento empresarial: 6 dicas para potencializar a sua gestão financeira H2: O que é orçamento empresarial? H2: Como fazer o seu orçamento empresarial? H3: Identifique as fontes de receita H3: Deduza os custos fixos H3: Compreenda os custos variáveis H3: Tenha um fundo emergencial H3: Elabore um demonstrativo de resultados H3: Projete o futuro H2: Dicas para administrar a Gestão Financeira da Vobi H3: Como adicionar responsáveis administrativos? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O orçamento empresarial é essencial para entender o desempenho de uma empresa, ele permite que o gestor entenda quanto dinheiro a empresa tem, quanto gastou e quanto precisará no futuro. Em momentos economicamente desafiadores, como o enfrentado atualmente, esse recurso é ainda mais significativo, pois prever o fluxo de caixa para planejar o futuro. Por meio de um orçamento é possível tomar decisões importantes nos negócios, como cortar despesas, aumentar a equipe ou investir em novos equipamentos. Caso o dinheiro seja insuficiente, em algum momento, é a partir do orçamento que pode-se ajustar o plano de negócios e priorizar certas atividades financeiras. Um orçamento detalhado evita que a empresa acumule dívidas e até pode auxiliar na redução das dívidas existentes. Outra questão importante, é que ele pode ser utilizado para conseguir empréstimos em bancos. Com este artigo, será possível entender melhor sobre a importância do orçamento empresarial e como você pode desenvolver um. Acompanhe através dos seguintes tópicos: O orçamento empresarial é um planejamento que permite ter a previsão das receitas e despesas da sua empresa em um período definido. Apesar de ser uma tarefa um tanto quanto complexa, pode ser implementada em qualquer empresa, independentemente do tamanho. É com essa ferramenta que você passa a direcionar as atividades e metas, além disso, ele contribui para que você lide com as flutuações ao longo do tempo. Com o orçamento é mais fácil entender a saúde financeira do negócio, pois permite a avaliação de fundos suficientes para cobrir as despesas operacionais e as metas de expansão. A seguir, conheça os 5 tipos de orçamento empresarial: O orçamento empresarial estático é mais frequentemente utilizado em pequenas e médias empresas, e para funções administrativas, pois é direcionado a uma única atividade, além disso, não sofre alterações durante o período de vigência. Após criado, permanece inalterado por pelo menos um ano. Através desse tipo de orçamento é possível identificar falhas, fazer a previsibilidade de desvios e tomar decisões mais precisas. O orçamento flexível serve para qualquer atividade empresarial e inclui todos os custos fixos e variáveis, sendo possível realizar um controle de custo por produto e fazer o cálculo de capacidade. Com ele dá para utilizar, por exemplo, a relação entre o número de produtos vendidos e disponíveis. Isso permite uma visão ampla das diferentes tarefas em diferentes etapas. Ao contrário do orçamento estático, aqui é permitido autonomia, ou seja, pode ser ajustado no período escolhido, sendo uma boa opção para empresas com despesas operacionais e/ou produção. O modelo contínuo, também conhecido como rolling, é um tipo de orçamento intermediário entre os tipos estático e flexível. Esse orçamento é desenvolvido para o período de um ano, mas é revisado mensalmente, trimestralmente ou semestralmente, o que permite ajustes ao longo do tempo. Com esse tipo de orçamento empresarial, é possível a melhor compreensão dos acertos ou erros cometidos e, se necessário, fazer as correções para alinhá-lo com as demandas do negócio. Sendo muito útil para negócios que necessitam de agilidade para tomada de decisão e ajustes nos planos respaldadas nos resultados atuais. O modelo de desempenho é baseado em orçamentos anteriores, onde o gestor deve focar em tudo o que foi realizado e não apenas no que foi adquirido. Por exemplo, se um membro da empresa teve bom desempenho em um projeto, ele deve receber um orçamento que permita que ele faça ainda mais. Por outro lado, se outro funcionário não conseguir alcançar bons resultados com o orçamento anterior, ele deve receber um limite inferior. O orçamento empresarial de desempenho estimula a produtividade e mantém a equipe motivada, pois a equipe recebe a recompensa de orçamentos maiores conforme suas conquistas. Esse tipo de orçamento possui semelhança com o modelo contínuo, a qual é a capacidade de flexibilização e ajustes ao longo do tempo. Sendo utilizado, por exemplo, quando é necessário fazer ajustes devido a variações significativas de volumes ou aumento relacionada a produtividade. Portanto, é fundamental entender a relevância de cada um dos tipos de orçamento empresarial para que a empresa possa alcançar seus resultados esperados através de sua aplicação. Para criar o orçamento empresarial, após escolher o tipo apropriado para o seu negócio, é importante seguir algumas orientações importantes. Caso a empresa seja nova, é necessário realizar uma pesquisa minuciosa sobre os custos padrões do setor. Pode parecer desafiador, mas criar o primeiro orçamento é uma experiência valiosa de aprendizagem e uma grande oportunidade para compreensão, de forma clara, do que funciona melhor para sua empresa. Para ajudá-lo, acompanhe as dicas: Você já sabe, mas nosso papel é repetir: é imprescindível separar a receita do lucro. A receita é todo o dinheiro que entra, enquanto o lucro é o que sobra pós a dedução das despesas. Um orçamento empresarial deve incluir previsões de receita e despesa para o curto e longo prazo. Saiba a previsão de vendas e o custo estimado dos produtos vendidos ou serviços efetuados. Quando a empresa já existe há mais de um ano, você deve utilizar as experiências passadas como um guia para o cálculo desses componentes. Você deve selecionar tudo que gera receita e somar mensalmente, acompanhando essa soma por pelo menos um ano. Assim, fica mais fácil visualizar em quais momentos existem quedas ou aumento de vendas. Talvez você perceba que nos meses de janeiro e fevereiro, o rendimento e a produtividade caiam. O fato é que, ao identificar as sazonalidades, é possível cortar gastos ou mover recursos dentro de setores. Caso a empresa esteja começando, você precisa verificar a receita de empresas semelhantes e utilizar os números como base a fim de criar estimativas conservadoras de receita. Nos dois casos, é importante manter-se realista, além disso, o orçamento empresarial deve ser elaborado com base em informações precisas e confiáveis. Os custos podem ser utilizados como referência para identificar problemas financeiros, caso as finanças da empresa não correspondam com o planejado. Quando uma empresa tem uma despesa que precisa ser paga de forma regular com uma quantia fixa, isso é considerado um valor fixo. E o que pode ser considerado custo fixo? Tudo aquilo que você paga com recorrência mensal, por exemplo: aluguel de imóvel, salários de funcionários, serviço de internet, contabilidade, seguros, suprimento, impostos, conta de água e energia, entre outras despesas. Os custos variáveis estão atrelados a sua produção ou vendas, ou seja, quanto mais você produzir ou vender, mais você terá que gastar com esses custos. Eles precisam ser deduzidos, após subtrair os custos variáveis. Exemplos de custos variáveis são: troca de cadeiras, manutenção de notebooks, realização de coffee break, capacitação e contratação de funcionários. Identifique seus custos para que assim você tenha um controle e direcionamento dos investimentos. O orçamento empresarial permite que as empresas saibam quanto dinheiro tem livre para investir ou identifiquem oportunidades de redução de custos. Existem alguns custos pontuais que você deve estar preparado para quando eles ocorrerem. Apesar de ter um plano de orçamento, imprevistos podem ocorrer e você deve ter preparado um fundo de reserva para enfrentar essas situações. Ainda mais se a empresa estiver no início, pode haver despesas como mudança de escritório, compra de equipamentos e móveis, além de aquisição de licenças de softwares. Para entender se o mês foi rentável é necessário somar as receitas e subtrair as despesas, o resultado é o seu lucro. Caso esse valor seja zero, é importante se atentar para que isso não volte a acontecer com frequência, mas saiba que nem todos os meses são rentáveis para uma empresa. Sabendo que você tem fluxo de caixa positivo se tiver mais dinheiro entrando do que saindo em um determinado período, certifique-se de averiguá-lo semanalmente ou mensalmente e conferir em que momentos esse fluxo é mais alto, assim, você irá planejar quando pode fazer investimentos. Portanto, o orçamento empresarial deve ser atualizado de forma regular para que se possa refletir as mudanças nas exigências de mercado. A declaração de lucros e perdas (PL) é importante para entender o padrão de comportamento da sua empresa. Analisar isso deixa mais claro as oscilações na lucratividade, qualidade e produtividade do negócio. Com base na projeção do lucro esperado para o ano, é possível decidir quanto e onde investir dentro da organização. É crucial prever receitas e despesas, o capital de giro, considerar os gastos com aquisição de equipamentos e prever o crescimento empresarial. Gerenciar a saúde financeira de uma empresa é, de fato, uma das tarefas mais desafiadoras enfrentadas pelos empreendedores. Mas não se preocupe mais com isso! Estamos aqui para te ajudar com o estresse de lidar com contas e cálculos incertos. Chega de entrar em desespero e bater a cabeça com o Excel, procurando as notas fiscais que você já não sabe mais onde guardou! Gestão financeira fácil para negócios de arquitetura e construção-Vobi Com a funcionalidade de Gestão Financeira da Vobi é possível acabar com os problemas que podem impedir o sucesso do seu negócio. Com ela, você pode: ✔ Compartilhar e acompanhar os pagamentos pendentes dos clientes ✔ Acompanhar o fluxo de entradas e saídas do seu negócio ✔ Cadastrar receitas ou despesas de uma maneira muito simples! ✔ Visualizar todo o relatório de pagamentos da empresa Com todos esses recursos, você poderá fazer o gerenciamento efetivamente das operações financeiras diárias e, com isso, reajustar e corrigir o curso antes que ocorram problemas maiores. Já pensou em fazer todo esse controle financeiro em seu celular? Garanta nosso aplicativo também. 👉 Baixe aqui para celular iOS (Apple) 👉 Baixe aqui para celular Android Além de ter hábitos financeiros saudáveis com a Gestão Financeira da Vobi, separamos algumas dicas que você pode adotar desde já para sua rotina de acompanhamento! Estabelecer um horário para acompanhamento financeiro, seja semanal ou mensal, faz com que você veja possíveis flutuações no fluxo de caixa e, consequentemente, pense em soluções para contorná-las. Separar um horário e estabelecer um orçamento empresarial são ações complementares que contribuem para organização e são essenciais para tomada de decisão estratégica. É essencial estabelecer um calendário para realização de pagamentos, definindo as datas e valores de cada conta a ser quitada, pois com uma gestão cuidadosa é possível fazer um planejamento assertivo do orçamento empresarial. Outra questão é que com o monitoramento de perto dos gastos, evitam-se despesas desnecessárias. Isso impacta diretamente na redução dos custos e aumento da margem de lucro da empresa. Com a separação entre finanças pessoais e empresariais é possível ter uma visão clara dos resultados do negócio, além de que, evitam-se erros comuns de gestão, como a subestimação dos gastos ou a superestimação dos lucros. Com a separação se tem um controle maior de receitas e despesas, facilitando a elaboração e o cumprimento do orçamento empresarial. O estabelecimento de metas está diretamente ligado ao orçamento empresarial, pois ao defini-las a curto e longo prazo, a empresa pode entender quanto dinheiro precisa ser investido em cada setor e fazer um orçamento adequado para alcançá-lo. Por isso, é importante que essas metas sejam realistas e mensuráveis, podendo ser alcançadas com os recursos disponíveis. Assim, ao fazer o monitoramento empresarial, o gestor irá acompanhar o progresso das metas e fazer os ajustes necessários. Delegar o acompanhamento financeiro pode ser uma boa estratégia para assegurar o  alinhamento com o orçamento empresarial. Assim, você pode se concentrar em outras atividades essenciais para o andamento da empresa, enquanto outro profissional cuida dessa área. Mantenha comunicação clara e expectativas realistas sobre o que você espera que o profissional responsável faça. Você deve também monitorar regularmente essa atividade em que ele desenvolve, como também todo o cenário financeiro e se ele se mantém com o estabelecido no orçamento empresarial. Dentro da plataforma Vobi, você pode determinar quem deve ter acesso à funcionalidade do Financeiro sem se preocupar. É só acessar a área de Minha Equipe para cadastrá-lo. Se você deseja ter um responsável financeiro para gerir todo o fluxo de caixa do seu negócio, é só configurar essa permissão na Vobi como achar necessário. https://www.cobrefacil.com.br/blog/ https://www.flowup.me/blog/ https://www.zoho.com/books/ https://www.wordstream.com/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/orientacao-solar Title: Descubra como a orientação solar pode impactar o seu projeto Meta Description: Entenda como a orientação solar é a solução para aproveitar os benefícios da luz do sol e proporcionar um ambiente saudável, econômico e confortável. Leia já Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/orientacao-solar ## Headings Structure: H1: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H2: O que é orientação solar? H2: Como fazer orientação solar? H3: Localização geográfica H3: Norte verdadeiro H3: Análise da trajetória do sol e de sombras H3: Características do edifício H2: Como identificar a orientação solar? H2: Qual melhor orientação solar de um terreno? H2: Inspiração para projetos inovadores e sustentáveis H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H2: O que é orientação solar? H2: Como fazer orientação solar? H3: Localização geográfica H3: Norte verdadeiro H3: Análise da trajetória do sol e de sombras H3: Características do edifício H2: Como identificar a orientação solar? H2: Qual melhor orientação solar de um terreno? H2: Inspiração para projetos inovadores e sustentáveis H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma orientação solar adequada pode maximizar o aproveitamento da luz natural e do calor solar em uma edificação, reduzindo a necessidade de iluminação artificial e aquecimento, além de melhorar a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. Cada projeto deve ser avaliado caso a caso para determinar as melhores soluções em termos de custo-benefício e impacto ambiental. De certo, existe uma série de estratégias e tecnologias disponíveis para otimizar a orientação solar de um edifício, entre elas estão: o posicionamento do edifício e da fachada, a proteção solar, o uso de materiais adequados, os sistemas de controle e o uso de energias renováveis. Através da leitura deste tema, você poderá entender como a posição e o alinhamento de uma edificação em relação ao sol podem afetar a eficiência energética e o bem-estar dos ocupantes, e como a escolha da orientação solar adequada pode ser essencial para redução do consumo de energia, melhor qualidade do ar e aumento do conforto térmico. Leia os seguintes tópicos: A orientação solar refere-se à direção em que um edifício, terreno ou objeto está voltado em relação ao sol. Ela afeta a quantidade de luz natural e calor solar que entra no espaço, o que, por sua vez, pode ter um impacto significativo na eficiência energética do edifício e no conforto dos ocupantes. Essa orientação pode ser descrita como norte, sul, leste ou oeste, mas também pode ser medida em termos mais precisos, como ângulos em relação ao sol. A orientação ideal pode variar dependendo da localização geográfica, da época do ano e dos objetivos específicos do projeto. Por exemplo, em climas mais frios, pode ser benéfico orientar um edifício de forma a maximizar a luz e o calor solar no inverno, enquanto em climas mais quentes, pode ser preferível minimizar a exposição ao sol para reduzir o aquecimento excessivo. A orientação solar também pode ser um fator importante na escolha de materiais de construção e no design de janelas, telhados e outros elementos do edifício. A orientação solar tende a variar de acordo com a latitude e longitude do local. Para entender a posição do sol em relação ao edifício é importante ter essas informações precisas. A orientação não é algo que possa ser investigado por igual em todo o globo. No Hemisfério Norte, por exemplo, o sol se move de leste para oeste, passando pelo sul durante o dia. Já no Hemisfério Sul, o sol se move de leste para oeste, passando pelo norte durante o dia. Além disso, a localização geográfica também pode influenciar o ângulo de incidência da luz solar, que varia de acordo com a estação do ano e a hora do dia. Por exemplo, na região amazônica, o sol incide quase verticalmente durante o ano todo, o que pode exigir soluções de sombreamento mais eficientes. Por isso, a orientação solar tem uma grande influência na sensação de conforto térmico das pessoas em um ambiente, bem como na preservação de móveis e objetos, pois se um ambiente recebe luz solar direta e intensa durante grande parte do dia, especialmente em regiões com temperaturas elevadas, isso pode causar desconforto para as pessoas, além de danificar os objetos expostos ao sol por períodos prolongados. Ao projetar uma edificação ou planejar a disposição dos móveis em um ambiente, é essencial considerar a orientação solar e adotar estratégias apropriadas para controlar a entrada de luz solar e garantir um ambiente confortável e saudável. A orientação solar é frequentemente relacionada ao norte verdadeiro, que é a direção obrigatória em projetos de arquitetura e construção para identificar o movimento aparente do sol e outras características importantes, como ventos e precipitações predominantes. Assim, é possível identificar a melhor posição para aproveitar a luz solar e minimizar a exposição a ventos e chuvas fortes. Observar as sombras que são projetadas no edifício ou espaço pode ser uma maneira útil de entender a posição do sol em relação a ele. O tamanho e a posição das sombras podem fornecer informações sobre a quantidade de luz e calor solar que o edifício ou espaço recebe em diferentes momentos do dia e do ano. Cada região do país possui características locais, possuindo condições de insolação variadas de acordo com a latitude e altitude. Por exemplo, no sul do Brasil, onde o clima é frio, é importante que as edificações recebam o máximo de luz solar possível, especialmente no inverno. Já na região nordeste, onde o clima é mais quente e seco, é importante evitar a exposição direta ao sol durante as horas mais quentes do dia. O clima da região centro-oeste é considerado quente e úmido, então, deve-se maximizar a ventilação natural e evitar a exposição direta de sol durante as horas mais quentes. A orientação solar ideal pode variar dependendo das características da edificação, como o uso do espaço, o tipo de janelas, o tipo de telhado, etc. Primeiro, o layout dos espaços deve ser planejado de acordo com o movimento do sol, para que a entrada de luz seja adequada e não tenha excesso ou deficiência de aquecimento a depender da região do projeto. A fachada do edifício, por exemplo, deve ser projetada para  minimizar a incidência direta do sol nas horas mais quentes do dia, isso pode ser feito através do uso de elementos como beirais, brises, ou proteções solares. Além disso, é importante que essas fachadas permitam a entrada de luz natural suficiente para iluminar os espaços internos. Outro fator interligado é a ventilação natural, por isso, é importante projetar aberturas em locais estratégicos, levando em consideração a direção dos ventos predominantes e a posição do sol. Desse modo, a entrada de ventilação cruzada nos espaços internos será mais eficaz, fornecendo conforto térmico aos usuários. Existem várias maneiras de identificar a orientação solar de um espaço. Por exemplo, a utilização de bússola pode identificar a direção norte e, a partir daí, outras direções como sul, leste e oeste. Vale lembrar que o norte geográfico fica alguns graus à direita do norte magnético apresentado pelo objeto. Outra maneira também é a utilização de softwares de simulação pois permite avaliar e otimizar a orientação solar de uma edificação ou espaço. Esses programas permitem a criação de modelos 3D do edifício e do seu entorno, proporcionando a análise de fatores como a trajetória do sol ao longo do dia e do ano, a distribuição da luz natural nos ambientes internos, o sombreamento das fachadas e o comportamento térmico do edifício. Com essas simulações, é possível fazer ajustes no projeto para otimizar o desempenho térmico e a eficiência energética. Alguns exemplos de programas mais utilizados na arquitetura e construção são: Se você é um profissional da área de arquitetura e construção, ou mesmo um estudante interessado em desenvolver projetos mais eficientes e sustentáveis, convidamos você a explorar as possibilidades oferecidas pelos softwares de simulação e outras tecnologias como o BIM (Building Information Modeling). A união dessas ferramentas permite a criação de modelos virtuais precisos e detalhados, permitindo assim,  a análise de fatores que impactam no desempenho térmico e energético, como a orientação solar, a ventilação natural, o sombreamento e a distribuição da luz natural. Além do mais, esses programas e metodologias permitem projetos mais integrados, que valorizam não apenas a estética, mas também a funcionalidade e a sustentabilidade. Sabe-se que além do conforto térmico, uma edificação bem posicionada em relação ao sol pode reduzir significamente a necessidade de lâmpadas, gerando economia de energia. Para otimizar ainda mais a utilização da energia solar, é possível adotar elementos construtivos como grandes esquadrias, que permitem a entrada de luz natural, proporcionam melhor aquecimento e ventilação cruzada. Mas em relação à melhor orientação solar de um terreno depende do uso e das necessidades do projeto, além da localização geográfica, topografia do terreno e outros fatores que podem causar sombreamento ou maior insolação, etc. Com isso, é fundamental fazer uma análise detalhada do terreno e das necessidades do projeto antes de definir a orientação solar ideal. No Brasil, a orientação norte recebe a maior parte da insolação diária, a leste recebe a insolação da manhã, já a orientação sul recebe a luz mais fraca, enquanto a oeste é onde tem uma maior ação do sol, principalmente no período da tarde. Na região sul, a orientação ideal é voltada para o norte, de modo a maximizar a exposição ao sol durante o dia. Além disso, é importante considerar a incidência de ventos frios, que podem ser evitados por meio da análise das sombras projetadas pelas edificações. Na região nordeste, a orientação ideal é voltada para o leste de modo a minimizar a incidência direta do sol nas fachadas durante a tarde. É importante, aqui, considerar a análise da trajetória do sol e de sombras para evitar o aquecimento excessivo das edificações. Considerando que a orientação norte é a face onde ocorre maior incidência solar, é preferível dispor os ambientes de área gourmet e piscinas. Com isso, os usuários podem desfrutar do sol. Em outros casos, nessa direção, pode também ser feita a instalação de placas solares para maior aproveitamento energético. Os ambientes de pouca permanência devem ser colocados ao oeste pois recebe o sol da tarde. Entretanto, se a edificação for projetada na região sul do país, os ambientes de muita permanência, como os quartos, podem ser considerados serem dispostos nessa localidade em busca de maior aquecimento. Você já se perguntou como é possível projetar edificações mais eficientes e confortáveis termicamente? Ou como é possível reduzir o consumo de energia e impactos ambientais através do projeto arquitetônico e da escolha de materiais? Se essas são temáticas que te interessam, uma ótima forma de se aprofundar no assunto é através da leitura de livros especializados sobre conforto térmico e eficiência energética em edificações. O livro "Manual de Conforto Térmico" dos autores A.B. Frota e S.R. Shiffer aborda conceitos e técnicas relacionados ao conforto térmico em edificações, expondo desde os princípios básicos até estratégias avançadas de projeto e dimensionamento de sistemas de climatização. Além disso, o livro inclui exemplos práticos, exercícios e estudos de caso para ajudar o leitor a aplicar os conceitos apresentados. Assim, se você deseja se tornar um profissional mais completo e preparado para enfrentar os desafios da construção sustentável, convidamos você a explorar a vasta bibliografia disponível sobre orientação solar e a mergulhar no universo do conforto térmico e da eficiência energética em edificações. A orientação solar de uma edificação em um terreno é um fator tão crucial que se tornou um dos critérios para a Certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), um protocolo de avaliação internacional de projetos amplamente utilizado em todo o mundo. Essa certificação é um símbolo de inovação, gestão ambiental e responsabilidade social, criada pela United States Green Building Council para promover tecnologias e iniciativas de sustentabilidade na área da construção civil. Leia também o artigo que preparamos para você: “Iluminação zenital: valorize o seu projeto com mais iluminação natural e menos consumo de energia”.  Essas leituras podem ser um caminho incrível para adquirir novos conhecimentos e se atualizar sobre as tendências do mercado, além de ser uma fonte inesgotável de inspiração para projetos inovadores e sustentáveis. FROTA, A. B.; SHIFFER, S.R.. Manual de Conforto Térmico. Studio Novel, 5ª ed. https://www.vivadecora.com.br/ https://ricardotrevisan.com/ https://g1.globo.com/sao-paulo/ https://revistapesquisa.fapesp.br/ https://aressustentabilidade.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/outbound-marketing-o-que-e-e-como-alcancar-os-melhores-resultados Title: Outbound marketing: conceito, vantagens, formas de aplicação Meta Description: Neste artigo, explicaremos tudo que você precisa saber sobre outbound marketing, mostrando a maneira correta de utilizá-lo como aliado na prospecção de clientes Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/outbound-marketing-o-que-e-e-como-alcancar-os-melhores-resultados ## Headings Structure: H1: Outbound marketing: conceito, vantagens e formas de aplicação H2: O que é o outbound marketing? H3: Pontos positivos x Pontos negativos do outbound marketing H2: 2. Diferenças entre o inbound e o outbound marketing H3: 2.1 Inbound marketing H3: 2.2 Outbound Marketing H2: 3. Outbound marketing 2.0 H2: Qual é o melhor para mim: marketing de entrada ou marketing de saída? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Outbound marketing: conceito, vantagens e formas de aplicação H2: O que é o outbound marketing? H3: Pontos positivos x Pontos negativos do outbound marketing H4: Pontos positivos: H4: Pontos negativos: H2: 2. Diferenças entre o inbound e o outbound marketing H3: 2.1 Inbound marketing H3: 2.2 Outbound Marketing H2: 3. Outbound marketing 2.0 H2: Qual é o melhor para mim: marketing de entrada ou marketing de saída? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A aquisição de clientes é um dos processos mais importantes de qualquer negócio. Afinal, o cliente é o principal ativo da empresa, aquilo que justifica sua própria existência e, consequentemente, movimenta seu caixa. Por essa razão, a primeira etapa do funil de vendas - a prospecção - é um processo discutido diariamente, visto que a estratégia escolhida pelo time irá ditar todo o caminho que o lead trilhará em sua jornada — da etapa de conhecimento até a decisão de compra. Neste artigo, vamos lhe explicar tudo que você precisa saber sobre outbound marketing, mostrando a maneira correta de utilizá-lo como aliado na prospecção de clientes. No decorrer dele você irá aprender sobre: O outbound marketing (também conhecido como marketing de saída) é um processo de prospecção ativa para abordar potenciais clientes que correspondem ao perfil ideal. Os cenários mais comuns em que você pode encontrar essa estratégia aplicada, incluem: Além disso, atualmente temos o que se pode chamar de outbound marketing 2.0, uma nova forma estratégica de aplicação que torna a sua metodologia ainda mais atual. Falaremos sobre ele em um tópico mais adiante. ✔️ Potencial para alcançar um público amplo; ✔️ Bom para construção de marca; ✔️ Como muitas empresas agora estão se concentrando em marketing de entrada, você pode obter uma vantagem competitiva com táticas de outbound marketing; ✔️ Maior velocidade para validar premissas (dado a quantidade de público alcançado); ✔️ Retorno sobre o investimento (ROI) mais rápido. ❌ Geralmente necessitam de maiores investimentos - Custo de Aquisição de Clientes (CAC) elevado; ❌ Menos direcionado do que o marketing de entrada; ❌ Maior desafio em alcançar as personas e fazê-las responder aos estímulos; ❌ O público pode ser menos receptivo a mensagens de saída devido à saturação excessiva. Existem diversas analogias que buscam explicar a diferença entre ambos: estratégias de inbound marketing são como pescar clientes com uma vara, enquanto estratégias de outbound marketing podem ser comparadas à pesca com uma rede. O marketing de entrada atrai seu público como um ímã, já os de saída é usado como um alto-falante para captar a atenção. Como dito no início, de uma forma objetiva, o outbound marketing trata-se de uma estratégia de prospecção ativa, enquanto o inbound, de prospecção passiva. Como já vimos em artigos anteriores, o comportamento dos consumidores vem passando por mudanças ao longo dos anos. Eles passaram a buscar as informações de forma mais autônoma, assim, as estratégias de outbound marketing começaram a cair em desuso, pois necessitava de uma equipe de especialistas em vendas e altos custos, enquanto as estratégias de inbound marketing geravam retorno com menor investimento. Porém, esta forma de prospecção leva muito mais tempo e não é, de forma alguma, previsível. A versão 2.0 tomou forma quando Aaron Ross assumiu a gestão do time de vendas da Salesforce (um grande software americano) e revolucionou os resultados da empresa com esta estratégia. O novo outbound marketing passa a ser baseado na segmentação e especialização do time de vendas. Ao invés de ter diversos funcionários desenvolvendo todo o processo e oferecendo o produto para qualquer um, ele apostou em uma equipe segmentada em 3 níveis : Com esse novo jeito de fazer a prospecção, o oferecimento dos serviços e produtos é mais assertivo, uma vez que estuda a demanda e necessidade do cliente antes de contatá-lo e os esforços de fechamento do vendedor são focados nos clientes que realmente tem potencial. Você poderá estudar e analisar seus concorrentes, desenhar o perfil de cliente ideal e, partindo dessas informações, conseguirá filtrar o público em ações do Google Adwords (ou seja, ele desempenhará parte da etapa de inteligência comercial). Assim, fará a distribuição do conteúdo sem direcionamento exato, mas já com um "filtro" que poderá gerar leads mais qualificados. A partir daí, caberá a você seguir com o contato e validação de quais são os reais clientes potenciais com os quais você deverá avançar nas etapas do seu funil de vendas (assumindo a função de hunter e closer de sua empresa). Independentemente de suas metodologias, o objetivo final de ambos é aumentar as vendas. Na verdade, as melhores estratégias de marketing geralmente são uma combinação de ambas as abordagens, aproveitando ao máximo cada uma. Por exemplo, estratégias típicas de outbound, como anúncios na internet, podem receber uma abordagem de inbound, segmentando adequadamente o público. Que, por sua vez, também pode se beneficiar de estratégias de outbound marketing, como quando promovemos o conteúdo de um blog por meio de publicidade paga nas redes sociais. E você, já tem aplicado essas estratégias no seu escritório de arquitetura e interiores? www.searchcustomerexperience.techtarget.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/patologias-na-construcao-civil Title: Patologias na construção civil: problemas e soluções Meta Description: Descubra os desafios e soluções para prevenir e tratar as patologias na construção civil. Acompanhe nossa abordagem detalhada sobre o tema Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/patologias-na-construcao-civil ## Headings Structure: H1: Patologias na construção civil: problemas e soluções em edifícios e infraestruturas. H2: O que são patologias na construção civil? H2: Quais são as patologias na construção civil? H3: Fissuras e trincas nas paredes e lajes H3: Deslocamentos de estruturas H3: Carbonatação H3: Colapso estrutural H3: Infiltrações e vazamentos H3: Umidade excessiva H3: Mapeamento da Alvenaria H2: Quais são as principais causas de patologias na construção civil? H3: Fase de projeto H3: Fase de execução H3: Fase de manutenção H2: Como prevenir patologias H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Patologias na construção civil: problemas e soluções em edifícios e infraestruturas. H2: O que são patologias na construção civil? H2: Quais são as patologias na construção civil? H3: Fissuras e trincas nas paredes e lajes H3: Deslocamentos de estruturas H3: Carbonatação H3: Colapso estrutural H3: Infiltrações e vazamentos H3: Umidade excessiva H3: Mapeamento da Alvenaria H2: Quais são as principais causas de patologias na construção civil? H3: Fase de projeto H3: Fase de execução H3: Fase de manutenção H2: Como prevenir patologias H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? As patologias na construção civil são problemas que podem afetar a segurança, a estabilidade e a durabilidade das edificações e infraestruturas. Essas falhas construtivas podem ocorrer por diversos motivos, como erros de projeto, execução inadequada, escolha inadequada de materiais, falta de manutenção e fatores externos, como desastres naturais. Essas falhas construtivas podem ter consequências graves, como desabamentos, comprometimento da segurança dos ocupantes, desvalorização do imóvel e gastos excessivos com reparos e manutenção. Por isso, é importante adotar medidas preventivas e corretivas para identificar, diagnosticar e tratar as patologias construtivas de forma efetiva, a fim de garantir a segurança e a durabilidade das edificações e infraestruturas. Neste texto, você encontrará informações essenciais sobre o tema através dos seguintes tópicos: As patologias na construção civil são caracterizadas por falhas que surgem em determinadas partes da estrutura de uma edificação. Quando uma construção não atende adequadamente uma ou mais funções para as quais foi projetada, ela é considerada patológica. Portanto, o reparo desses problemas tem como objetivo restabelecer essas funções. É necessário realizar uma análise minuciosa que busca identificar as causas, sintomas e consequências desses danos na construção civil. Esse processo inclui o diagnóstico e a emissão de diversos tipos de laudos, como Laudos Técnicos de Danos Construtivos, Laudos de Constatação, Laudos de Vizinhança e Laudos de Inspeção Predial. A análise dessas patologias e danos construtivos busca determinar se o problema se originou a partir do projeto, execução, operação, uso ou manutenção inadequada. Esse processo é fundamental para identificar as causas raiz das patologias e direcionar as ações de correção e prevenção adequadas. As empresas de engenharia disponibilizam o serviço de análise e emissão de laudos, que se baseia em informações detalhadas do projeto de engenharia e pode ser complementado por testes e ensaios específicos para estruturas, fundações, revestimentos, entre outros aspectos. A elaboração dos laudos é acompanhada de uma documentação fotográfica completa e sua estruturação segue rigorosamente as especificações técnicas exigidas para garantir a máxima precisão. As fissuras são uma das patologias das construções mais comuns e consistem em aberturas de até 1mm na superfície do elemento construtivo (paredes, lajes e pisos), geralmente na argamassa de revestimento. Embora não costumem gerar grandes problemas além do aspecto visual, é importante analisá-las e tratá-las adequadamente para evitar possíveis danos mais graves, como a carbonatação, que pode comprometer a durabilidade da estrutura. Esse tipo de patologia é causada por diversos fatores, como movimentações térmicas, acomodação do solo, vibrações, retração do concreto, entre outros. As fissuras profundas podem indicar problemas mais sérios na estrutura, como sobrecarga, deformações excessivas ou falhas no dimensionamento. Já as trincas na construção civil são caracterizadas pela divisão de um elemento em duas ou mais partes com abertura entre 1mm e 3mm. Essa patologia pode ser causada por sobrecarga ou recalque da fundação, e pode indicar ou até mesmo causar o colapso da estrutura, dependendo de onde ocorrem. Um exemplo comum de trincas é em vigas, onde elas podem reduzir a seção e alterar o comportamento previsto. Além disso, as trincas também podem facilitar a corrosão da armadura, o que pode comprometer ainda mais a resistência da estrutura. Por isso, é importante identificar e tratar as trincas o quanto antes para evitar danos maiores. Deslocamento de estrutura é uma das patologias na construção civil que ocorre quando há movimentação de elementos estruturais em relação à sua posição original, podendo ser causada por diversos fatores, como sobrecarga, recalque de fundação, falta de estabilidade lateral, ventos fortes, etc. Esse tipo de patologia pode causar danos graves à estrutura do edifício, comprometendo sua estabilidade e segurança, além de gerar rachaduras, trincas e fissuras. Em casos mais graves, pode levar ao colapso da construção. A carbonatação é um processo patológico comum em estruturas de concreto, principalmente aquelas que ficam expostas ao ambiente externo. As consequências da carbonatação podem ser graves, afetando tanto a durabilidade quanto a segurança da estrutura. A corrosão da armadura pode comprometer a resistência da sustentação, causando rachaduras e até mesmo colapso. Além disso, a carbonatação pode afetar a estética estrutural, deixando manchas e alterando a cor do concreto. Um exemplo prático de carbonatação pode ser observado em construções de pontes e viadutos, que estão expostos ao ambiente agressivo dos gases emitidos pelos veículos e da água salgada presente em regiões litorâneas. É comum que essas estruturas apresentem rachaduras e perda de resistência devido à carbonatação. Outro exemplo é em edifícios de concreto armado, onde a carbonatação pode causar a descolagem do reboco e deixar a armadura exposta à corrosão. O colapso estrutural é uma das patologias na construção civil mais graves e pode ser definido como a perda total ou parcial da capacidade de suporte de uma estrutura, que resulta no desabamento ou falha parcial da mesma. O colapso pode ser causado por diversos fatores, como sobrecarga excessiva, deficiência no projeto estrutural, uso de materiais de baixa qualidade, falhas na execução, falta de manutenção, entre outros. Além disso, eventos como terremotos, ventos fortes e enchentes também podem contribuir para o colapso de uma estrutura. Os sinais de alerta para um possível colapso estrutural podem incluir deformações visíveis, como trincas e fissuras, movimentação anormal de elementos estruturais, vibrações excessivas, ruídos e estalos, entre outros. Para prevenir o colapso estrutural, é fundamental seguir normas técnicas e padrões de qualidade na construção, desde o projeto até a execução e manutenção da estrutura. Além disso, é importante realizar inspeções periódicas na estrutura para identificar possíveis problemas e corrigi-los antes que se tornem graves. A infiltração é uma das patologias na construção civil que pode ser causada por diversos fatores, como falta de impermeabilização adequada, elementos danificados como telhas ou rachaduras nas paredes. Além disso, pode ocorrer devido a falhas nas instalações hidráulicas, como rompimento da tubulação ou vedação comprometida. Um exemplo concreto é quando há vazamento na tubulação de água em um apartamento, que pode causar infiltração no apartamento inferior, afetando a estrutura e a integridade do imóvel. Outro exemplo é quando a vedação das janelas e portas é inadequada, permitindo que a água da chuva penetre na construção e cause infiltração nas paredes e tetos. Em casos mais graves, a infiltração pode até mesmo causar o desabamento de forros e lajes, colocando em risco a segurança dos ocupantes da construção. As eflorescências são um fenômeno observado em alvenaria de vedação feita de tijolos, que consiste na formação de depósitos de sais solúveis em água/umidade na superfície do elemento. Esses depósitos apresentam uma aparência branca, podendo alterar a estética do elemento. As eflorescências também podem aparecer em pisos de concreto, principalmente em locais com excesso de umidade, como banheiros e cozinhas. Nessas situações, a umidade pode penetrar no concreto e dissolver os sais presentes no material, que são trazidos à superfície durante o processo de secagem, deixando manchas brancas e comprometendo a estética do piso. Além disso, a eflorescência pode indicar a presença de outras patologias, como infiltrações e problemas de drenagem, que estão causando o acúmulo de umidade no local. É importante que a origem do problema seja identificada e corrigida para evitar que a patologia volte a ocorrer. Já o descolamento é uma das patologias da construção civil que ocorre quando a camada de revestimento se separa do substrato. Esse problema é frequentemente causado por outras patologias, como infiltrações ou eflorescência, que afetam a aderência do revestimento. Além disso, o descolamento também pode ocorrer devido a erros durante a aplicação do revestimento, como a pintura sobre superfícies ainda úmidas ou sujas. A patologia conhecida como mapeamento da alvenaria é causada pela retração da argamassa de revestimento, que pode ser resultado de um traço incorreto ou de falhas durante a cura. Para prevenir essa patologia, é fundamental respeitar o período de cura entre as etapas de aplicação do chapisco, emboço e reboco. Além disso, é necessário dosar a argamassa de forma adequada, de acordo com as normas técnicas, e obedecer a proporção correta entre água e cimento. As patologias na construção civil podem surgir em uma ou mais das três fases: projeto, execução e manutenção. Quando não há um planejamento adequado, muitas decisões acabam sendo tomadas durante a obra ou até mesmo ignoradas, prejudicando a qualidade da edificação. A falta de compatibilização de diferentes projetos na construção civil pode levar a patologias na construção civil, uma vez que cada projeto, como o arquitetônico, estrutural, hidráulico e elétrico, possui particularidades que devem ser consideradas e integradas durante a fase total de projeto. Caso ocorra inconsistências ou conflitos entre esses planejamentos, podem ocorrer erros de execução, incompatibilidade de materiais e sistemas, e problemas de desempenho e funcionalidade do edifício. Por isso, é importante realizar a compatibilização dos projetos de forma adequada e contínua durante todo o processo de construção. Por exemplo, a falta de previsão de impermeabilização de lajes e paredes em áreas molhadas ou em contato com o solo é uma das principais causas de patologias na construção civil. Isso ocorre porque a água pode infiltrar-se na estrutura, causando umidade excessiva, infiltração, e florescência e até mesmo corrosão das armaduras, comprometendo a resistência e a durabilidade do elemento. Por isso, é fundamental prever a impermeabilização adequada durante o projeto e executá-la corretamente durante a obra, a fim de evitar futuros problemas e garantir a qualidade da construção. A falta de previsão e execução adequada de juntas de dilatação é outra das principais causas de patologias em construções de concreto. A ausência dessas juntas impede que o material tenha espaço para dilatar e contrair com as variações térmicas e de umidade, levando a fissuras, trincas e até mesmo ao deslocamento de elementos estruturais. É importante que as juntas sejam projetadas e executadas de acordo com as normas técnicas, considerando as características do material utilizado e as condições ambientais da região. Outra quesito a se considerar quando o assunto é patologias na construção civil, é a falta de atenção aos métodos normatizados, como por exemplo: O não acompanhamento de obra é uma das principais causas de patologias na construção civil. Quando não há um profissional responsável pela fiscalização da execução dos serviços, as etapas podem ser mal realizadas, ocasionando problemas como a falta de nivelamento, o mau posicionamento de tubulações e problemas de dimensionamento de estruturas. A ausência de acompanhamento de obra também pode gerar a utilização de materiais inadequados e o não cumprimento das normas técnicas, comprometendo a segurança e a qualidade da construção. Outra questão que pode influenciar nessa etapa, é a falha em compreender as informações presentes em projetos e memoriais, ou até a dedução das informações ausentes. A falta de manutenção e limpeza é uma das principais causas de patologias na construção civil após a conclusão da obra. A ausência de cuidados adequados com a edificação pode levar ao acúmulo de sujeira, detritos e umidade, o que pode provocar o aparecimento de fungos, bactérias e outros agentes que deterioram a estrutura. Além disso, a falta de manutenção também pode resultar em problemas estruturais, como rachaduras, desgaste e descolamento de revestimentos, entre outros. Por isso, é fundamental que os proprietários realizem periodicamente a manutenção preventiva e corretiva da edificação, com ações como limpeza de calhas, revisão de instalações hidráulicas e elétricas, reparo de fissuras e pintura, entre outras. Com isso, essas problemáticas podem afetar a saúde dos usuários da edificação em questão. A Organização Mundial da Saúde (OMS), reconhece a Síndrome do Edifício Doente (SED) também como uma patologia - de saúde - que pode apresentar sintomas como dor de cabeça, irritação nos olhos e problemas respiratórios. A SED está relacionada com fatores como a má qualidade do ar interno, falta de ventilação, iluminação inadequada, excesso de umidade e temperatura inadequada do edifício. Segundo a classificação da OMS, existem dois tipos de edifício doente: edifícios temporariamente doentes e edifícios permanentemente doentes. A síndrome do edifício doente temporário refere-se a edifícios recentemente construídos ou com remodelação recente, que apresentam irregularidades que desaparecem com o tempo, geralmente em torno de seis meses. Já os edifícios permanentemente doentes podem apresentar erros de projeto, falta de manutenção ou outros fatores que causam danos permanentes. Outro ponto que pode levar a patologias na construção civil, já no momento que a edificação ou espaço é utilizado, é a inadequabilidade da função, ou seja, a sua utilização para uma  função não prevista no projeto. Isso ocorre porque a estrutura não foi projetada para suportar certos tipos de cargas, vibrações e esforços que podem ser gerados por atividades que não foram planejadas. Além disso, a utilização inadequada pode levar a um maior desgaste dos materiais e equipamentos, bem como aumentar a probabilidade de acidentes e danos estruturais. É importante respeitar as finalidades específicas de cada ambiente e a capacidade da edificação como um todo para garantir sua integridade e durabilidade. Para prevenir as patologias na construção civil, o projeto deve ser bem elaborado e detalhado, levando em consideração os materiais a serem utilizados, as cargas que a estrutura deverá suportar e as condições climáticas da região, por exemplo. Os materiais devem ser de boa qualidade e adequados para a finalidade a que se destinam. É importante adquirir materiais de fornecedores confiáveis e verificar se possuem certificações e atestados de qualidade. É importante que os profissionais envolvidos na construção sejam qualificados e experientes. A falta de qualificação pode resultar em erros que levam a patologias, como apresentado anteriormente. A realização de inspeções periódicas durante e após a construção é fundamental para identificar eventuais problemas e corrigi-los antes que se tornem patologias. A manutenção adequada da edificação é fundamental, também, para prevenir patologias. É importante realizar limpezas periódicas, reparar eventuais danos e trocar materiais que apresentem desgaste. Assim como, deve-se fazer o uso adequado da edificação é fundamental para essa prevenção. É importante seguir as recomendações dos fabricantes de materiais e dos projetistas, além de evitar sobrecargas e uso inadequado dos elementos construtivos. Por fim, como profissional da construção civil, você sabe da importância de se manter atualizado sobre as normas técnicas que regem a área e o assunto de patologias na construção civil. Separamos algumas normas que devem ser compreendidas para eficaz aplicação em seus projetos e obras, entre elas estão: www.tardelliengenharia.com.br www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/persona-como-tracar-o-seu-perfil-de-cliente-ideal Title: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal Meta Description: Tudo o que você precisa saber sobre persona: o que são, como você pode se beneficiar dela e o que é necessário para criar o perfil de cliente ideal. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/persona-como-tracar-o-seu-perfil-de-cliente-ideal ## Headings Structure: H1: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H2: 1. O que são personas? H2: 2. Como a definição do perfil da persona pode aumentar suas vendas? H2: 3. Como criar uma persona H3: 3.1 Pesquise e colete dados H3: 3.2 Analise os dados coletados H3: 3.3 Estruture sua persona H2: 4. Posso criar mais de uma persona? H2: 5. Considerações finais H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Persona: como traçar o seu perfil de cliente ideal H2: 1. O que são personas? H2: 2. Como a definição do perfil da persona pode aumentar suas vendas? H2: 3. Como criar uma persona H3: 3.1 Pesquise e colete dados H3: 3.2 Analise os dados coletados H3: 3.3 Estruture sua persona H2: 4. Posso criar mais de uma persona? H2: 5. Considerações finais H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Tudo o que você precisa saber sobre persona: o que são, como você pode se beneficiar dela e o que é necessário para criar o perfil de cliente ideal. No mercado da arquitetura e construção existe uma grande oferta de profissionais disponíveis e, como a maioria deles oferece serviços semelhantes, é fácil para os clientes mudar rapidamente de uma empresa para outra. Essa definição torna-se vantajosa tanto para o cliente quanto para você, que consegue fazer uma qualificação mais assertiva. Neste artigo, compartilharemos tudo o que você precisa saber sobre personas - incluindo o que são, como você pode se beneficiar delas e o que é necessário para criar a sua. No decorrer dele você irá aprender sobre: Ela é construída por meio de pesquisas qualitativa e quantitativas, que geram representações sobre o comportamento dos consumidores do seu serviço – quem eles são, qual estilo estão buscando, qual o budget que tem disponível e como é o seu comportamento de compra - fornecendo uma visão estruturada de seus objetivos na experimentação do serviço, dos recursos e de conteúdo relevante. Um perfil refinado do cliente pode ajudar seu negócio a criar recursos mais impactantes, encontrar e atrair mais pessoas com probabilidade de comprar seu serviço, desenvolver um relacionamento mais forte com seus clientes e colocá-lo em uma trajetória melhor para o domínio do mercado. Quanto mais informações você tiver à sua disposição, melhor. Uma boa coleta de dados começa com um bom planejamento de pesquisa, que envolve a definição de objetivos, público-alvo e a construção dos instrumentos de coleta (um roteiro de perguntas para entrevistas, por exemplo). Uma boa prática é dividir em cinco etapas de perguntas: demográfica, pessoal/profissional, consumo de conteúdo, hábitos de compra e relação com a empresa. Veja alguns exemplos: Relação com a empresa Estas são apenas algumas sugestões de perguntas que poderão lhe ajudar a conseguir dados para a montagem da sua persona. Você precisa conhecer muito bem seus clientes se quiser ter uma imagem clara de como eles são. Isso faz das entrevistas, um dos melhores recursos a serem usados ​​na criação de uma persona. Mas, se você está começando agora e ainda não tem uma cartela de clientes não há problema! Nesses casos, existem outros métodos de pesquisa que você pode usar para conhecer melhor o público que interage com a sua marca e quem seria um cliente ideal. Estas são as principais soluções: Uma combinação entre esses métodos permite extrair dados confiáveis para construir a sua persona. Eles também podem ser usados para complementar a coleta de dados com clientes, caso você já tenha. Depois de aplicar a pesquisa, será preciso organizar e analisar todas as informações coletadas. Eles representam características, problemas, desafios e dúvidas que são comuns a vários clientes e que devem fazer parte da persona. Por exemplo, se você perceber que quase todos procuraram você para realizar projeto de interiores e costumam usar o Instagram para interagir com marcas, aí estão traços do perfil da persona. Você pode criar uma tabela com as mesmas etapas de perguntas que sugerimos antes e preenchê-la com os dados da pesquisa. Assim, você vai conseguir visualizar as informações que se repetem. Nesta etapa, vale fazer setorização por cores, uso de aplicativos de organograma, papel e caneta, qualquer ferramenta que lhe ajude a setorizar por categorias. A partir da análise dos dados organizados, a persona vai ganhar vida. Ela vai ter um nome, um rosto e um perfil bem definido, com as características e comportamentos que você percebeu como mais relevantes. E um ser humano não se resume a uma lista de tópicos. Procure desenvolver um texto descritivo sobre essa pessoa que você está criando. Uma boa solução é criar um parágrafo que conte uma história. Assim, fica muito mais fácil perceber seus hábitos, comportamentos e como ela se relaciona com seu negócio. Veja um exemplo: "Joana é uma empresária de 35 anos que mora com os dois filhos e o marido em um apartamento de 100m². Ela gostaria de reformar a casa para deixar o ambiente mais agradável e criar um espaço para trabalhar, visto que sua empresa irá adotar a modalidade home office. A cliente não quer gastar mais que 30.000 reais e dá preferência para acabamentos rústicos". Neste exemplo, vamos supor que os itens em destaque foram as informações que mais se repetiram na hora das entrevistas, ou seja, itens que são comuns aos meus clientes e que devo prestar atenção na hora de traçar estratégias e desenhar o produto a ser entregue. Não há problema algum nisso. A maioria das empresas, aliás, tem mais de uma persona. Porém, a dica é não exagerar, principalmente se você está começando. Ter muitas personas pode tirar o foco das suas estratégias e conteúdos. Então, tenha mais de uma persona apenas se você percebe que as diferenças entre eles são determinantes para as estratégias, conteúdos e abordagens. Você pode ter clientes de diferentes cidades, por exemplo. Mas, se as dores e necessidades deles são as mesmas, provavelmente eles podem ser reunidos em uma só persona. Não há dúvida de que os perfis dos clientes são essenciais para qualquer segmento de mercado, especialmente para a arquitetura e construção. Sem esses perfis, você corre o risco de oferecer um produto ou serviço que não atenda às necessidades específicas de qualquer cliente em potencial. Indubitavelmente, você terá mais chances de convertê-los - especialmente quando 86% dos compradores têm mais chances de comprar de uma empresa que oferece experiências personalizadas. Lembre-se de basear seus perfis de clientes preferencialmente em dados reais, pesquisar seus clientes existentes e criar uma nova persona de comprador para cada característica distintiva de caráter que ainda não alcança, mas gostaria de alcançar. https://blog.hubspot.com/agency/create-ideal-client-profile https://www.convinceandconvert.com/social-media-strategy/how-to-create-customer-profiles-to-reach-your-target-audience/ https://blog.hubspot.com/service/customer-profiling https://rockcontent.com/blog/personas/ https://www.superoffice.com/blog/customer-profiles/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-a-rede-do-momento Title: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) Meta Description: Saiba como funciona essa plataforma e aumente o engajamento do seu escritório de arquitetura. Entenda o que são Pins e como são feitas as buscas no Pinterest. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-a-rede-do-momento ## Headings Structure: H1: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H2: Por que dar uma chance para o Pinterest? H3: ‍Pinterest descomplicado H2: ‍Diferenciais frente à outras plataformas‍ H3: Não é uma plataforma social: H3: Busca x descoberta: H3: Passado x Presente x Futuro: H2: ‍Contra dados não há argumentos H2: ‍Começando a entender a plataforma H3: ‍O que são Pins? H3: Como são feitas as buscas no Pinterest? H2: Cases de sucesso H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H2: Por que dar uma chance para o Pinterest? H3: ‍Pinterest descomplicado H2: ‍Diferenciais frente à outras plataformas‍ H3: Não é uma plataforma social: H3: Busca x descoberta: H3: Passado x Presente x Futuro: H2: ‍Contra dados não há argumentos H2: ‍Começando a entender a plataforma H3: ‍O que são Pins? H3: Como são feitas as buscas no Pinterest? H4: 1. Pinterest Trends H4: 2. Busca afetiva H4: 3. Busca Visual H5: ‍3.1 Guiada‍ H5: 3.2 Flashlights H5: 3.3 Lens H2: Cases de sucesso H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H4: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H4: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H4: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H4: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H4: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H4: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Não é de hoje que a grande disponibilidade de recursos digitais e intensificação da globalização vem interferindo diretamente no posicionamento dos escritórios de sucesso. Os números mostram uma grande onda de transformação tecnológica e isso exige, por parte das empresas, que medidas urgentes sejam tomadas para se inserir e adequar ao mundo digital e alavancar ainda mais os seus resultados. Diversas profissões estão tendo que se reinventar (a arquitetura é uma delas) e, muito provavelmente o marketing digital seja a ferramenta mais importante para ajudar nessa adaptação, independente do porte e segmento da sua empresa. Nesse cenário, ter acesso e conhecimento das ferramentas disponíveis ou, melhor ainda, antecipar-se às tendências de mercado, pode fazer toda a diferença. Pensando em lhe ajudar a adquirir clientes, vamos apresentar uma destas oportunidades que que não devem ser deixadas para depois. Ao longo de 4 posts, vamos lhe apresentar um material completo com orientações e informações relevantes no que diz respeito a criar e alimentar a sua página profissional no Pinterest. Apresentaremos cases de sucesso que podem servir como exemplo, bem como uma série de links úteis que servirão para um estudo aprofundado de cada etapa. No decorrer deste primeiro artigo você irá aprender sobre: Sabe a incansável briga com algoritmos do instagram? Que sempre dão destaque para aqueles que tem mais recursos (R$) para pagar posts patrocinados e deixam de escanteio as contas que usam o crescimento orgânico? Pois é, no Pinterest a distribuição de conteúdo ainda acontece de uma forma orgânica, ou seja, o recurso de criação de anúncios ainda não está disponível no Brasil. Isso significa que este é o momento ideal para criar audiência e atingir seu público alvo. Bom, agora que você ficou curioso(a) ou pelo menos surgiu um leve interesse em conhecer um pouquinho mais, vamos lhe apresentar números e orientações para que possa dar o primeiro passo e subir mais um degrau no que diz respeito o marketing digital. O Pinterest hoje é, segundo Felipe Godoy, “o cantinho mais inspirador da internet” e acreditamos que duas palavras chaves desta sentença a tornem a melhor definição para a plataforma: Cantinho - remete diretamente a um espaço acolhedor, carinhoso -  e inspirador - temas que trazem ideias e fazem as pessoas se sentirem bem, referências para tornar sonhos realidade. A proposta é ser uma plataforma pessoal, onde você consegue conectar as pessoas com os seus interesses. Por isso é tão importante que o seu serviço e a sua marca estejam presentes. Uma frase interessante que define bem essa proposta é: "It's not about your selfie, it's about yourself". Geralmente, quando fazemos uma pergunta, queremos uma resposta única e direta, mas no Pinterest trata-se de descoberta. Nem sempre sabemos como buscar exatamente o que procuramos e, para resolver este problema, além da busca tradicional com palavras chaves, é possível realizar a descoberta a partir de fotos e vídeos. O objetivo é que você possa desfrutar do “Ahá! - moment”, ou seja, consiga encontrar exatamente o que procura. Mais na frente conheceremos todas as ferramentas de busca disponíveis e seus diferenciais. Outras plataformas retratam o passado e o presente. Sempre acompanhamos “a festa do final de semana passado”, “o cardápio do almoço de hoje”, uma live em tempo real (...). No Pinterest as pessoas buscam inspirações para eventos futuros (curto, médio e longo prazo), entram para se organizar, criam suas pastas e interagem com o conteúdo que podem ajudar a transformar a sua ideia em realidade. Esta pode ser uma carta na manga para você arquiteto(a), que pode conquistar aquele cliente que está juntando dinheiro para reformar a casa ou que quer ter uma ideia do que quer antes de procurar um profissional. Um aspecto importante a ser levado em consideração são as grandes sazonalidades. Por exemplo, os amantes de carnaval começam a se organizar para o evento meses antes, buscam fantasias, maquiagens e planejam cada detalhe. Para entender um pouco mais sobre sazonalidades basta clicar aqui.‍ Trazendo para a realidade da arquitetura e da construção civil, percebemos, por exemplo, o grande aumento da procura por reformas no período do final do ano - quando recebemos os parentes em casa - então você consegue organizar seu conteúdo tendo em vista este perfil de cliente. ‍1. No final de 2019, o Pinterest informou ter 322 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo. Sendo o Brasil, o segundo maior mercado. 2. No Brasil, são mais de 38 milhões de usuários por mês e mais de 7.5 bilhões de pins são salvos. 3. O Pinterest agora é a terceira maior rede social nos EUA:  A plataforma fechou 2019 superando o Snapchat como a terceira maior rede social nos Estados Unidos. Facebook e Instagram ocupam os primeiros lugares. 4. 97% de todas as pesquisas no Pinterest ainda não têm marca (lembra da oportunidade que comentei no começo do texto?): Isso significa que os usuários estão abertos para descobrir novos produtos e idéias. Além disso, 78% dos Pinners acham que o conteúdo das marcas é útil. Em uma pesquisa de 2019, três quartos dos participantes disseram estar "muito interessados" em novos produtos. E o Pinterest faz isso acontecer. Cerca de 77% dos Pinners (pessoas que fazem uso do Pinterest) semanais dizem que descobrem regularmente novas marcas e produtos na plataforma e, mais do que isso, 98% tentaram coisas que encontram no Pinterest e 83% fizeram compras com base no conteúdo da marca. Como toda plataforma  nova que nos disponibilizamos a usar, é necessário um pouco de dedicação e estudo para que possamos nos apropriar de todas as ferramentas disponíveis e “pegar o jeito” na hora de produzir um conteúdo que realmente traga engajamento para a página. Para que você não precise esperar o próximo post para entender as nomenclaturas e começar a sua própria descoberta, vamos iniciar abordando dois pontos básicos que movimentam todo as atividades: O que são os Pins e como fazer buscas na plataforma. Os Pins (como carinhosamente são chamadas as postagens) são muito mais do que apenas imagens ou vídeos, são ideias. Todo Pin é criado para ser salvo, compartilhado e clicado dentro do Pinterest. E, através deles, sua marca compartilha diversas possibilidades, inspira e ajuda as pessoas a planejarem um novo projeto. É a ferramenta oficial que indica os termos mais buscados nos últimos 12 meses no Pinterest, além dos períodos de pico para entender como cada conteúdo performa na plataforma. Esta ideia surgiu para ajudar aos criadores de conteúdo a se programarem melhor no que diz respeito à criação dos seus pins, horário de postagens e conteúdo que está sendo apresentado. No caso da arquitetura, por exemplo, se você sabe que as pessoas estão engajando mais com cozinhas de layout aberto, poderá investir em mais imagens que apresentam essa configuração. A parte triste é que, por enquanto, esta opção de busca está disponível apenas nos EUA, mas achamos importante apresentá-la para você para que tenha uma dimensão das possibilidades e como os criadores da plataforma tem a preocupação em oferecer dados e como já estão se movimentando para a criação de anúncios pagos. A pesquisa de atividades de bem-estar emocional do Pinterest trazem recomendações de atividades que promovem a saúde, o amor próprio e a saúde mental em geral, ou seja, há uma grande preocupação com a “sensação do usuário”, vamos explicar melhor. Ao fazer pesquisas com palavras como “depressão” no Google, você será bombardeado de notícias com números de casos, sintomas… Já o Pinterest está programado para lhe responder apenas com coisas boas, então você pode digitar a mesma palavra, imediatamente aparecerá uma mensagem de ajuda e pins referentes a estratégias para melhorar os sintomas e lhe deixar melhor. Esta forma de busca é uma das principais aliadas dos arquitetos, pois trata-se de uma maneira agradável para o cliente de buscar exatamente o que está buscando através da busca por imagens que contenham os mesmos itens, estilo e paleta de cores que está procurando de forma simples e intuitiva. O Pinterest foi um dos pioneiros na busca e no filtro de resultados por meio de imagens e, por conta do pioneirismo, desenvolveu três possibilidades de busca visual: a busca guiada, o flashlights e o lens. Por meio das palavras chaves utilizadas por você, o Pinterest sugere categorias e ajuda o usuário a direcionar sua busca para exatamente aquilo que está procurando, assim você vai afunilando sua busca e inspirações mais assertivas são oferecidas. No exemplo ao lado podemos ver na prática: Digitamos a palavra “sala” e logo nos foram sugeridas diversas categorias, dentre elas: “de estar pequena”, “quadros decorativos”, “Painel de tv” etc. Ao lado de cada pin você encontrará uma imagem de uma lupa e, ao clicar sobre ela, conseguirá dar um “zoom”, selecionar os itens que lhe interessam e ser redirecionado para uma página que lhe mostrará onde adquirir o produto, modelos similares e mais sugestões de uso do mesmo. Vejamos na prática. Assim é chamado o método que utiliza a própria câmera do celular para iniciar a busca (disponível apenas para o uso do aplicativo no celular). Basta clicar no símbolo da câmera, selecionar uma foto do dispositivo ou tirar uma foto em tempo real e pronto! O Pinterest vai reconhecer a imagem e a partir daí, lhe mostrará opções de produtos similares e locais para a compra. Quer ter acesso ao conteúdo completo com orientações e informações relevantes no que diz respeito a criar e alimentar a sua página profissional no Pinterest? É simples, basta clicar aqui e preencher o formulário. Para continuar lendo: clique aqui para acessar a Parte 2. www.businessofapps.com Pinterest, Global analysis, Comscore, 2020 --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-entenda-as-ferramentas-e-melhore-seu-marketing-digital-parte-2 Title: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas Meta Description: Entenda as ferramentas do Pinterest e melhore o marketing digital seu escritório de arquitetura. Descubra como criar uma conta business e quais os tipos de Pins Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-entenda-as-ferramentas-e-melhore-seu-marketing-digital-parte-2 ## Headings Structure: H1: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H2: A interface da conta business H2: Pins: os elementos que movimentam o Pinterest H3: 1. Pin padrão (ou Pin estático) H3: 2. Pin de vídeo H3: 3. Pin de História H3: 4. Pin Shopping H3: 5. Pincode H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H2: A interface da conta business H2: Pins: os elementos que movimentam o Pinterest H3: 1. Pin padrão (ou Pin estático) H4: 1.1 Pins Girafa H4: 1.2 Pin Carrossel H3: 2. Pin de vídeo H3: 3. Pin de História H3: 4. Pin Shopping H3: 5. Pincode H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H4: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H4: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H4: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H4: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H4: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H4: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? No decorrer deste segundo artigo você irá aprender sobre: Você já parou para pensar que, independente do que as pessoas estão buscando; você, seu escritório e seu time podem ser a solução delas? O gráfico abaixo ilustra como a plataforma se posiciona na jornada do consumidor e se torna estratégica ao se enquadrar como um buscador. Nesta janela, como o cliente ainda não tem certeza do que está procurando e do que precisa, ele encontra-se suscetível a influenciar-se pelas propostas e decisões que melhor atenderem à sua necessidade. Muitas vezes, ele nem sabia que precisava do item, da reforma ou da cozinha que olhou, mas ao se deparar com seu projeto, o torna um objeto de desejo, se planeja e começa a materializar que precisa daquilo que lhe foi apresentado. Se você leu o parágrafo acima e pensou em parar por aqui pois está achando que terá que ter fotos profissionais e conteúdos perfeitos para se tornar objeto de desejo, queria te dizer que você está enganado(a) e que você pode sim continuar a sua jornada aqui conosco, sabe porque? De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (nov 2018), 8 entre 10 usuários do Pinterest já compraram uma marca que descobriram na plataforma. Então, vamos lhe ajudar a ser a marca que as pessoas querem descobrir, este produto que as pessoas querem conhecer. Para que você possa colocar em prática as dicas e fazer uso das ferramentas que iremos lhe apresentar daqui para frente, você precisa criar uma conta business no Pinterest, para isso, basta seguir o passo a passo clicando nesse link. Se ainda está avaliando e conhecendo a plataforma antes de criar sua conta, você está convidado(a) a continuar a leitura para entender como ela pode alavancar seu marketing digital. Ao criar sua conta business, esta será a interface da sua página inicial e, para que possa conhecê-la bem, vamos passar por cada um dos itens. Assim, não terá dúvidas da funcionalidade de cada um deles. • Imagem de capa: Você poderá carregar uma imagem do seu computador ou selecionar uma pasta específica do seu perfil para que seus Pins sejam exibidos na capa (passo a passo clicando nesse link). • Logo e nome do perfil: Este é o campo onde ficará a identidade da sua marca, por isso é importante checar se as informações preenchidas na configuração de sua conta estão corretas. • Visualizadores mensais: Número bastante importante pois mostrará a quantidade de usuários únicos que foram impactados pelo seu conteúdo no último mês. “Ah, mas e os seguidores?” no Pinterest, os seguidores não são tão importantes quanto os visualizadores pois, como é uma ferramenta de busca, muitas vezes o seu conteúdo irá aparecer também para pessoas que não lhe seguem (aprofundaremos neste assunto no módulo 3). • Descrição e o site: Uma breve descrição da sua marca, onde você poderá falar sua missão e seu objetivo, por exemplo. • Botão de seguir: Botão que permite que o usuário lhe siga e receba no feed o seu conteúdo constantemente. • Vitrine: Você poderá escolher até 5 pastas para dar destaque e aparecer na sua página inicial (para ver o como definir suas pastas de destaque clique aqui). • Site reivindicado: A conta business permitirá também que você reivindique o seu site, Instagram ou Youtube. O que isso significa? Que você poderá “cadastrar” as suas contas no Pinterest e direcionar o tráfego dos usuários que se inspiraram e se interessaram em seus projetos para a plataforma onde poderão entrar em contato com você e tornarem-se clientes. Além disso, sempre que alguém salvar qualquer conteúdo das suas páginas, além de fornecer dados da sua audiência para o Pinterest Analytics, você terá a foto do seu perfil exibida ao lado do referido Pin, dando a você a atribuição que merece pelo conteúdo. Sempre que uma conta tiver um site reivindicado, haverá um símbolo do globo logo ao lado do site na página inicial do seu perfil.Para saber como fazer essa ação no seu perfil, basta acessar esse link. Agora que você já está com seu pinterest todo configurado, chegou a hora de começar a produzir conteúdo para movimentar o seu perfil, não é mesmo? Então vamos lá! É importante explorar as diversas opções oferecidas e encontrar a que melhor se encaixa com a sua marca e com seus objetivos de negócio. Para isso, iremos agora conhecê-los um a um e, ao final de cada descrição, iremos sugerir alguns perfis para que possa ver na prática como cada formato se aplica. Estes são os formatos mais convencionais e fáceis de serem utilizados. Ao criar um pin padrão você consegue inserir uma imagem, título, descrição e um link. Muitas vezes, a imagem por si só, não consegue entregar o conteúdo completo, com ela você conseguirá gerar a curiosidade e atrair o interesse do usuário a clicar no seu Pin e ser redirecionado para uma plataforma que consiga conhecer mais sobre seu trabalho. Esta é sua chance de torná-lo uma oportunidade. Proporções recomendadas para o Pin Padrão: 2:3, 4:5 ou 9:16. Os Pins padrões também incluem o formato de Pin girafa. Que nada mais é do que uma imagem que foge aos padrões tradicionais de dimensão, são mais compridos e conseguem expor mais informações. Proporções recomendadas para o Pin Girafa: 1:2. Permite adicionar em um mesmo pin até 5 fotos. É uma ótima opção de mostrar diferentes recursos de um produto, contar a história da sua marca ou, no caso da arquitetura, por exemplo, poderá colocar a evolução de uma reforma, o antes e depois de um ambiente, vários ângulos de uma sala ou até mesmo mostrar várias opções de revestimento para um mesmo ambiente. Assim como no pin padrão, você também poderá adicionar o link do seu site e, independente da foto que o usuário clicar, ele será redirecionado. Proporções recomendadas para o Pin carrossel: 2:3, 4:5 ou 9:16. Formato relativamente novo no Pinterest, foi liberado para todos os usuários em janeiro de 2020 e, atualmente é um dos que mais gera engajamento pois, em sendo novidade, o número de pessoas que produzem Pins neste formato ainda é muito baixo. Um ponto importante a se mencionar é que este resultado é melhor para videos nativos da plataforma, ou seja, vídeos que foram postados diretamente no Pinterest. Então, se você compartilhar um vídeo do youtube, por exemplo, não obterá os mesmos resultados. Os melhores formatos de vídeo são os feitos em formato quadrado ou vertical pois a grande maioria dos usuários da plataforma fazem uso do aplicativo no celular e com até 3 minutos. Proporções recomendadas para o Pin de vídeo: 2:3 , 4:5 ou 9:16 | Tamanho recomendado: 16MB. Você consegue, neste estilo, compartilhar uma história com até 20 páginas de imagens e textos. Como você já estará contando uma história, esse tipo de Pin não requer uma descrição. Este especificamente ainda está em fase de teste no Brasil, então ainda não está disponível para todos os usuários mas, em breve, será possível compartilhar catálogos de moda ou decoração e comprar diretamente no perfil da marca no Pinterest. Tal como um cartão de visita, os Pincodes são códigos especiais que você pode criar para compartilhar seu perfil ou pasta do Pinterest no mundo real. No caso da sua marca, ele será a foto do seu perfil na plataforma. Você poderá imprimi-la em seu cartão de visitas, disponibilizar nas suas redes sociais e, sempre que alguém escanear a imagem pelo celular, será redirecionada para seu perfil no Pinterest. Agora que você já sabe tudo sobre os Pins, vamos disponibilizar alguns perfis comerciais que costumam seguir à risca todas as boas práticas e que estão ligados ao mundo da arquitetura para que você possa se inspirar e entender um pouquinho mais na prática. Para finalizarmos, vamos deixar aqui um link de um material disponibilizado pelo próprio Pinterest para explicar passo a passo das boas práticas para você que almeja conseguir sucesso com seu perfil e esperamos ansiosos para o próximo módulo, onde falaremos um pouco mais sobre como alcançar o Pin perfeito. Quer ter acesso ao conteúdo completo com orientações e informações relevantes no que diz respeito a criar e alimentar a sua página profissional no Pinterest? É simples, basta clicar aqui e preencher o formulário. Para continuar lendo: clique aqui para acessar a Parte 3 Até a próxima!Equipe Vobi Referências:Pinterest Academyhttps://business.pinterest.com/sub/business/CreativeBestPractices/Creative-Best-Practices.pdf https://br.pinterest.com/studioarthurcas/https://br.pinterest.com/tintassuvinil/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-modulo-3-como-tornar-se-um-perfil-campeao Title: Pinterest para arquitetos: como se tornar um perfil campeão Meta Description: Aprenda a dar destaque à sua página e ao seu conteúdo do Pinterest utilizando as ferramentas que essa plataforma oferece e saia na frente dos seus concorrentes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-modulo-3-como-tornar-se-um-perfil-campeao ## Headings Structure: H1: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H2: 1. Não economize nos Pins H2: 2. Conecte um feed RSS H2: 3. Use o botão salvar no seu site H2: 4. Como ter Pins de destaque? H3: 4.1 Vertical é o formato H3: 4.2 Imagem ou vídeo H3: 4.3 Adicione um título e uma descrição H3: 4.4 Link de destino H3: 4.5 Explore seu branding H3: 4.6 Texto na imagem pode? Pode sim!‍ H3: 4.7 Considere as sazonalidades‍ H2: 5. As 5 dimensões para a inspiração H2: 6. Comece já! H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H2: 1. Não economize nos Pins H2: 2. Conecte um feed RSS H2: 3. Use o botão salvar no seu site H2: 4. Como ter Pins de destaque? H3: 4.1 Vertical é o formato H3: 4.2 Imagem ou vídeo H3: 4.3 Adicione um título e uma descrição H3: 4.4 Link de destino H3: 4.5 Explore seu branding H3: 4.6 Texto na imagem pode? Pode sim!‍ H3: 4.7 Considere as sazonalidades‍ H2: 5. As 5 dimensões para a inspiração H2: 6. Comece já! H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H4: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H4: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H4: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H4: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H4: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H4: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ao longo dos nossos outros artigos, viemos compartilhando com você a importância de usar o Pinterest como ferramenta de marketing digital e da grande missão da plataforma: inspirar as pessoas. Mas toda essa informação apresentada nos direciona para um questionamento: Como eu consigo dar destaque à minha página e ao meu conteúdo? Responderemos à essa pergunta ao longo deste terceiro artigo, apresentando ações simples de serem aplicadas e que trazem grande resultado. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Aproveite as postagens para lançar projetos, compartilhar tutoriais, divulgar campanhas, promover conteúdo do site ou dar asas à imaginação. Use e abuse dos formatos de Pin disponíveis, desde imagens estáticas até vídeos com reprodução automática. Para ajudar nessa criação, a plataforma disponibiliza o Pin Builder, que permite cortar imagens (serão sugeridos os tamanhos perfeitos para a plataforma), adicionar logotipos, usar fontes e cores diferentes, criar uma colagem, ver uma prévia dos seus Pins e criar até 50 Pins de uma vez. Para ver o passo a passo das possibilidades de criação de Pins, basta clicar neste link.‍ O feed RSS é um recurso de distribuição de conteúdo em tempo real. Essa tecnologia permite que os usuários de um blog ou canal de notícias acompanhem suas atualizações por meio de um software, website ou browser agregador. No caso do Pinterest, conectar sua conta business à um feed RSS permitirá a criação de Pins automaticamente a partir do conteúdo do seu site. Para ver o passo a passo de como conectar seu feed RSS basta acessar esse link. Você poderá adicionar o botão do “salvar” no seu site e assim facilitar o compartilhamento dele na plataforma. Além de ser super prático para você alimentar o seu perfil, permitirá que qualquer pessoa também crie Pins por meio dele. Para não ter dúvidas de como inserir o botão de salvar no seu site, basta acessar esse link.‍ 80% dos acessos do Pinterest são via dispositivos móveis (como o celular e tablets) e, por terem toda a experiência na vertical, o formato do seu conteúdo deve seguir o mesmo padrão. O conteúdo vertical ficará mais harmônico no feed e chamará mais a atenção do usuário. Você provavelmente já ouviu falar que a primeira impressão é a que fica então, destaque-se escolhendo imagens ou vídeos que chamem a atenção e valorizem o seu produto ou a sua marca. O Pinterest indexa e analisa milhões de informações todos os dias e é assim que ele consegue apontar com precisão os melhores conteúdos para cada usuário. A ferramenta coleta o máximo de informações sobre o seu Pin como a imagem, o texto das descrições e até o link e os processa como sinais de como, quando e pra quem mostrar aquele conteúdo. Mas, como vou saber quais são as palavras-chave para uma boa descrição? ‍É super fácil. No próprio Pinterest, quando você fizer uma busca, verá a lista de sugestões; estes são os termos mais buscados na plataforma, basta utilizá-los na sua descrição. Se ainda assim você estiver na dúvida, basta seguir a seguinte ordem: Nome da marca / personalidade + descrição do conteúdo + ocasião. No caso dos arquitetos, por exemplo, vale direcionar o link para um portfólio ou para a tela que explica como funciona seu trabalho e como podem lhe contratar. Mas, se você ainda não tem um site, não há problema, pode deixar o campo em branco, não vale usar esse argumento como desculpa para não começar. Além de reforçar a lembrança de marca, esta informação poderá reforçar para o usuário que o conteúdo vem de uma fonte confiável e de qualidade.‍ Ao trazer frases na imagem do seu Pin, você deixa mais claro para o usuário que está trazendo exatamente o que ele está buscando, além de dar mais destaque a conteúdo no feed. É importante que o texto seja curto e objetivo para facilitar a leitura no celular. Pins com conteúdo desse tipo tem 10x mais awareness (número de pessoas familiarizadas com a marca, que passam a identificá-la como referência no mercado frente aos seus concorrentes). No caso da arquitetura, por exemplo, vale considerar que o final de ano é uma das épocas que as pessoas mais reformam suas casas, pois querem receber seus parentes com tudo impecável, certo? Então vale intensificar as postagens de salas de estar, cozinhas e varandas; ambientes que geralmente ficarão expostos nas festas de final de ano em família. Por isso, nós passaremos agora pelas 5 dimensões da inspiração que são chave na hora de criar o conteúdo para sua página. Para que você possa ter uma ideia da importância dessas dimensões, todas as melhores ideias no Pinterest passam por pelo menos 2 delas.‍ É muito importante que, depois de todo o trabalho que você teve de configurar e personalizar a sua página, você divulgue o seu perfil em todas as suas outras redes, para que, pessoas que já conhecem seu trabalho, possam ficar curiosas de acessar esta sua nova ferramenta de trabalho. Para te ajudar a se organizar e a dar o primeiro passo, deixaremos aqui um "check list" de tudo que já vimos até agora. No próximo artigo, você poderá entender como mensurar seus resultados através do Pinterest Analytics, então, sugerimos que siga os passos abaixo e já deixe seu perfil funcionando para que possa entender na prática o conteúdo que iremos apresentar. Quer ter acesso ao conteúdo completo com orientações e informações relevantes no que diz respeito a criar e alimentar a sua página profissional no Pinterest? É simples, basta clicar aqui e preencher o formulário. Clique aqui para acessar a Parte 4. Até a próxima!Equipe Vobi Referências:Pinterest Academyhttps://medium.com/pinterest-brasil/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-modulo-4-metricas-de-sucesso-na-plataforma Title: Pinterest para arquitetos: métricas de sucesso na plataforma Meta Description: Neste artigo, aprenda a utilizar as métricas a seu favor através dos dados gerados pelo Pinterest Analytics e conheça como fazer seu conteúdo ser descoberto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/pinterest-para-arquitetos-modulo-4-metricas-de-sucesso-na-plataforma ## Headings Structure: H1: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H2: 1. Conhecendo as formas que seu conteúdo pode ser descoberto H2: 2. Fatores de mensuração H3: 2.1 Pins estáticos: H3: 2.2 Pins de vídeo: H2: 3. Pinterest Analytics H2: 4. Recapitulando H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Pinterest para arquitetos (Parte 4) - Métricas de sucesso na plataforma H2: 1. Conhecendo as formas que seu conteúdo pode ser descoberto H2: 2. Fatores de mensuração H3: 2.1 Pins estáticos: H3: 2.2 Pins de vídeo: H2: 3. Pinterest Analytics H2: 4. Recapitulando H2: Download E-book Pinterest para arquitetos H3: Continuar lendo H4: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H4: Pinterest para arquitetos, a rede do momento (Parte 1) H4: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H4: Pinterest para arquitetos: entenda as ferramentas e melhore seu marketing digital (Parte 2) H4: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H4: Pinterest para arquitetos (Parte 3): Como se tornar um perfil campeão H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma dúvida que é comum no mundo de criadores é, como esse conteúdo é distribuído, como a plataforma define a relevância de um conteúdo? Pensando nisso, vamos tentar mostrar um pouquinho de como saber utilizar as métricas ao seu favor através dos dados gerados pelo Pinterest Analytics. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Tudo no seu Pin, como já mencionamos nos outros módulos, se transforma em um sinal importante pro Pinterest - a imagem, a descrição, o link de destino e até as pastas em que ele é salvo. Quanto mais detalhada for essa descrição e o nome da sua pasta, mais fácil será para a plataforma indexar esse conteúdo. Por exemplo, se você faz projetos de decoração e cria uma pasta chamada “decoração”, isso não dará a quantidade de informações suficientes para que esta seja indexada mas, se ao invés disso, você cria uma pasta com uma descrição um pouco mais profunda como “decoração de salas de estar pequenas”, você com certeza terá o seu conteúdo enquadrado na caixinha correta. Quanto mais gente engaja com o conteúdo que você criou no Pinterest, mais ele será destacado. Pins não tem data de validade! Através do pinterest Analytics você consegue ver como as pessoas estão interagindo com seu conteúdo e vai perceber que quanto mais o tempo passa, mais aumenta a audiência do seu negócio. Mas, antes de falarmos sobre as métricas da plataforma, é importante que você conheça quais as possibilidades para que seu conteúdo seja descoberto pelos usuários do Pinterest: Para cada formato de Pin disponível na plataforma existem especificidades na hora de mensurar os resultados. Vamos conhecê-las agora: Enquadram-se na categoria de pins estáticos: Pin padrão, Pin Carrossel, Pin Girafa, Pin de História. [Aprenda mais sobre Pins no artigo: Pinterest para arquitetos (Parte 2)] Lembrando que, apenas contas do tipo “business” tem acesso a esse tipo de conteúdo, ele é gratuito. Mesmo que sua conta seja pessoal e você queira ter acesso, basta fazer a migração. Logo na primeira página você irá ver os dados de impressões, público total, engajamento e público engajado. Ao lado destes, você sempre terá uma seta que indicará o crescimento (verde e apontada para cima) ou decrescimento (vermelha e apontada para baixo) desses números no período selecionado. ‍Na área do gráfico você poderá fazer a comparação de duas métricas simultaneamente, basta clicar no símbolo (+) e selecionar o dado que quer adicionar. No menu lateral você poderá ter ainda mais precisão e filtrar os seguintes aspectos: Ao descer um pouco mais a página, você verá a lista de pins e pastas com maior engajamento no período que você selecionou no filtro. Depois de filtrar todas as informações, você conseguirá exportar todas estas informações em uma planilha ".csv", basta clicar no botão “exportar” no canto superior direito da página e salvá-la na pasta que desejar. De forma ampla, abaixo temos um resumão das dicas que demos para que você possa fazer um check list de pontos que devem sempre ser levados em consideração. Parabéns, agora você sabe tudo que é necessário para ter um pinterest de sucesso! Basta colocar em prática. Quer ter acesso ao conteúdo completo com orientações e informações relevantes no que diz respeito a criar e alimentar a sua página profissional no Pinterest? É simples, basta clicar aqui e preencher o formulário. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/piso-ceramico Title: O Atemporal Piso Cerâmico: Tudo O Que Você Precisa Saber Meta Description: O piso cerâmico já atravessa gerações, descubra as características deste produto e como utilizá-los em suas criações. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/piso-ceramico ## Headings Structure: H1: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H2: Características do piso cerâmico H2: Tipos e padrões do piso cerâmico H3: Esmaltados H3: Não esmaltados H2: Como instalar o piso cerâmico H3: 1. Paginação de piso e conferência do produto H3: 2. Preparando o piso H3: 3. Argamassa e assentamento H3: 4. Aplicação de Rejunte H2: Como fazer a limpeza do piso cerâmico H2: Piso cerâmico: vantagens e desvantagens H3: Vantagens H3: Desvantagens H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H2: Características do piso cerâmico H2: Tipos e padrões do piso cerâmico H3: Esmaltados H3: Não esmaltados H2: Como instalar o piso cerâmico H3: 1. Paginação de piso e conferência do produto H3: 2. Preparando o piso H3: 3. Argamassa e assentamento H3: 4. Aplicação de Rejunte H2: Como fazer a limpeza do piso cerâmico H2: Piso cerâmico: vantagens e desvantagens H3: Vantagens H3: Desvantagens H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Com certeza esse é um produto democrático que ultrapassa gerações. A cerâmica é um material de construção milenar, seu uso é documentado de aproximadamente 15 mil anos atrás. Ela é comumente utilizada na fabricação de tijolos, pisos, telhas e ornamentos. No Brasil, sua produção se desenvolveu em meados dos anos 1940 e, hoje, o país está em 3º lugar no ranking de fabricação. O brasileiro é um grande consumidor do piso cerâmico há décadas e podemos provar. Quem aí nunca os viu em uma varanda, na casa de um familiar ou vizinho? Ou mesmo em sua versão reciclada, no famoso piso de caquinhos paulistanos? Pois da década de 40 para cá o piso cerâmico evoluiu e, atualmente, apresenta padrões de acabamentos semelhantes ao piso porcelanato.  Mas isso não quer dizer que a versão mais antiga caiu no esquecimento, pelo contrário, a decoração rústica contemporânea resgatou o este material nos moldes originais, tornando-o um artigo desejado. Como estamos sempre atentos às novidades do mundo arquitetônico, preparamos esse artigo completo para você conhecer as características, os tipos de piso cerâmico disponíveis no mercado e quais as vantagens e desvantagens na hora de optar por esse material. Confira: Sempre que um profissional for construir ou reformar, a dúvida dos clientes sobre o piso aparece. São questionamentos sobre qual o tipo mais adequado para cada ambiente, que não seja apenas um modismo, que seja fácil de limpar e, é claro, que tenha um bom custo benefício. Aí você sugere um determinado piso cerâmico com aparência similar a um porcelanato, mas com o preço mais em conta. No entanto, você sabe em quais aspectos estão as diferenças entre cada um? Pois bem, quando falamos em piso cerâmico nos referimos a um dos tipos de pisos produzidos a partir da cerâmica, dela também são fabricados os porcelanatos. O que define as diferenças entre cada um é o processo de fabricação e de composição do produto. No piso cerâmico, a composição da massa é feita de argilas, aditivos inorgânicos e água. Essa massa passa por um processo de prensagem e depois vai para a secagem em forno a baixa temperatura, apenas para retirar das peças a umidade. Após a secagem, as peças estão aptas a receber ou não, camadas de esmalte e impressões digitais. Por fim, o produto é levado ao forno para a queima em uma temperatura em torno dos 900 ºC, e se torna impermeável. Uma diferença se comparado com o porcelanato, é que este é composto em média de 70% de rochas e 30% de argila, já o cerâmico tem em média 30% de rochas e 70% de argila. Além disso, a queima do porcelanato chega à temperatura de 1200ºC. Essas características do processo de fabricação diferenciam a resistência, porosidade e absorção de água entre os produtos. Sendo o piso cerâmico um pouco inferior ao porcelanato nestes quesitos. Mas se comparado a outros tipos de piso, o cerâmico tem um custo benefício alto, por ser mais barato que o porcelanato e altamente durável. Além disso, possui uma grande variedade de dimensões e acabamentos para os mais diversos tipos de projeto. Ele também está no grupo dos produtos versáteis, uma vez que pode ser instalado em superfícies verticais. Pode ainda ser aplicado em todos os ambientes internos e externos, desde que respeitadas as indicações de cada fabricante, tornando-o uma das escolhas mais assertivas para os projetos residenciais. Vale ressaltar que, este material, pode ser aplicado não só em ambientes residenciais, como também é uma boa escolha para os espaços comerciais ou de uso especial, como por exemplo: revestimento de paredes de churrasqueira (por suportar choques térmicos) ou revestimento de garagens, escadas, rampas externas e até saunas. Os pisos cerâmicos são fabricados em dois tipos: esmaltados, não esmaltados. Também são ranqueados quanto à qualidade do produto, sendo designados como: A primeira linha, B segunda linha e C terceira linha. Há, ainda, mais uma classificação dada pelo PEI (Porcelain Enamel Institute), relativa à resistência à abrasão, ou seja, ao tráfego que ele suporta. Vamos entender cada classificação na sequência. As peças que recebem camada de esmalte, antes da queima, são mais resistentes à abrasão e à infiltração de água. Para saber se um piso cerâmico é esmaltado, o fabricante geralmente o indica com a sigla GL que provém do inglês glazed. Nesse padrão, as superfícies podem receber acabamento liso, acetinado ou brilhante. Além disso, podem conter relevos ou aspecto rústico. Outra possibilidade da esmaltação é a impressão digital de estampas em HD. Esse recurso permite a imitação de mármores e madeiras, realçando os detalhes. Cada fabricante estabelece as indicações de uso do produto. De modo geral, o piso cerâmico que recebe acabamento brilhante, com ou sem relevo, é indicado para áreas secas internas, pois pode se tornar escorregadio. Nas áreas molhadas não são indicados os acabamentos lisos e acetinados. Dentro da categoria dos esmaltados, também está o piso cerâmico antiderrapante. Esse padrão é ideal para áreas externas, como calçadas, varandas e bordas de piscinas. Sua superfície possui relevo, certa rusticidade para imitar materiais como pedras e é abrasiva, por isso não torna o piso liso, mesmo que molhado. No entanto, não é indicado para interiores em função da limpeza ser mais demorada. Por essas características, o modelo esmaltado é o mais procurado da categoria. São peças que passam pelo mesmo processo de produção, mas não recebem a camada de esmalte, por essa razão, mantém a cor original com variações em terracota. Essa característica faz do modelo não esmaltado um queridinho dos profissionais na atualidade, dentro da tendência de trazer materiais com aspecto natural para criações, proporcionando uma conexão indoor com a natureza. O piso cerâmico é muito utilizado em casas de campo, projetos com estilo rústico e na decoração Boho chique, bastante almejado pelo público jovem e criativo. Quanto às dimensões, pode ser encontrado desde o modelo 30x30cm à 90x90cm, quando quadrados. Mas existem outros formatos, por exemplo, para os que imitam madeira. Assim como o piso vinílico e o piso laminado, pode ser fabricado em réguas com dimensão semelhante de 19x115cm, 20x86cm, entre outros. Esses modelos possuem grande variedade de superfícies podendo ser encontrados em cor, com desenhos geométricos, imitando madeiras, pedras, metais e concreto. As cerâmicas mais antigas vinham no acabamento bold, mas a evolução na fabricação colocou no mercado também pisos cerâmicos retificados. Com relação à qualidade, trata-se de um material comercializado em três categorias: A, B e C: Além dessas características, para escolher adequadamente qual piso cerâmico pode ser utilizado em cada ambiente é necessário verificar o seu índice de resistência à abrasão. O Porcelain Enamel Institute (PEI) é que regulamenta esses níveis em uma escala de 1 a 5. Com base nele são feitas as escolhas conforme o tráfego nessa superfície. O índice é aplicado apenas para os pisos esmaltados e quanto mais alto for, maior será a resistência do produto. Com essas informações, você já deve ter notado que, assim como outros tipos de piso, é preciso atenção às características para escolher o piso cerâmico mais adequado a cada ambiente do projeto. O momento da instalação faz toda a diferença para a qualidade estética do piso cerâmico. Ainda que seja um produto de fácil instalação, o ideal é sempre contratar mão de obra especializada, pois evita uma série de problemas, como desperdício por cortes errados ou carência de ferramentas adequadas. Além disso, um profissional tem noção clara de como nivelar o piso e preparar a massa para o assentamento de peças, bem como manuseá-las corretamente. Confira esse passo a passo de como deve ser feita a instalação. Enquanto profissionais, sabemos a importância de um bom projeto de paginação de piso. Ele é responsável por evitar desperdícios e garantir a qualidade estética sem recortes desnecessários. Por isso, antes de instalar o piso cerâmico, confira a paginação e as peças que foram adquiridas. Não utilize peças que estejam trincadas ou com irregularidades evidenciadas. Confira ou nivele o piso ou contrapiso no qual as peças serão assentadas; limpe a superfície e não molhe o piso cerâmico antes de aplicá-lo. Muitos fabricantes produzem também a argamassa específica para o seu produto, que podem ser diferentes a depender do tamanho das peças, por isso, siga as instruções de cada um na hora do preparo. É imprescindível, para o desempenho colante da argamassa, respeitar o limite de tempo entre preparo e aplicação da peça no período inferior a uma hora. Aplique a argamassa no piso cerâmico e em toda a superfície da peça, não aplique apenas pontos nas extremidades. Certifique-se de fazer veios na argamassa em sentido contrário em cada local de aplicação. Feito isso, é só assentar as peças sobre a superfície movimentando-as para o perfeito encaixe e, com o auxílio de martelo de borracha, promover batidas em sua superfície para eliminar sulcos de ar. Conforme for aplicado, utilize os espaçadores, que são acessórios de plástico responsáveis por garantir o nível entre as peças e o espaçamento do rejunte. Para remover o excesso de massa, utilize uma espátula e esponja umedecida. O rejunte é a massa que vai entre as peças para dar o acabamento que torna o piso impermeável. Há uma grande variedade de cores e tipos específicos para cada situação. Os mesmos fabricantes de piso cerâmico e argamassa de assentamento produzem os rejuntes compatíveis com as cores e acabamento de seus produtos. Após finalizada a instalação, é preciso esperar o mínimo de 72 horas para liberar o tráfego sobre o piso sem o risco de movimentar as peças. Uma das grandes vantagens na escolha desse piso, salvo os antiderrapantes, é sua fácil limpeza. A limpeza começa com a retirada dos resíduos e pó da superfície com uma vassoura de cerdas macias e depois com um pano úmido e sabão neutro diluído em água. Evite escovas e esponjas de aço. Em caso de sujeira pesada, cada fabricante indica produtos que podem ser aplicados. Os mais comuns são: CIF e saponáceo líquido. O ideal é deixá-los agir por alguns minutos sobre a sujeira e depois limpá-los com esponja e pano úmido. A depender do acabamento, se não for feita a secagem do piso cerâmico, este pode ficar com aspecto manchado. O modelo antiderrapante requer mais esforço na limpeza, pois sua superfície abrasiva e em relevo acumula mais sujeira, mas os produtos indicados para a limpeza são os mesmos. As vantagens e desvantagens de um piso giram muito em torno da especificação de uso. Desde que colocado no local recomendado pelo fabricante, com certeza serão maiores as suas vantagens. Todavia, para te deixar mais tranquilo na hora de promover as escolhas, fizemos uma lista das principais vantagens e desvantagens do piso cerâmico. ✔️ Propriedades térmicas: possui uma propriedade ideal para climas quentes, pois se mantém sempre frio, regulando a temperatura dos espaços. No entanto, quando colocado em superfícies, como uma parede de churrasqueira, podem aquecer; ✔️ Durabilidade: sua durabilidade depende das características conjuntas do produto, se é classe A, se o índice PEI é para o local informado pelo fabricante. Mas, de um modo geral, os pisos cerâmicos de qualidade média e alta possuem uma vida útil de 30 anos ou mais; ✔️ Antibactérias e impermeável: ideal para quem possui alergias e ambientes com crianças, além disso sua propriedade impermeável permite deixá-lo com acúmulo de água; ✔️ Facilidade de limpeza: possui acabamento que facilita a limpeza e, por ser impermeável, pode ser lavado, tornando-o ideal para as áreas externas; ✔️ Variedade de modelos: são pisos com muitas opções de acabamentos, imitando diversos materiais e com diferentes dimensões. Essa gama de opções é uma grande vantagem para a criação de projetos únicos; ✔️ Preço: por possuir diferentes categorias de qualidade e resistência, também varia bastante no preço, mas, se comparado ao piso porcelanato, que também é uma cerâmica, possui maior custo benefício; ✔️ Pouca manutenção: desde que aplicado no local indicado, sua resistência faz com que o piso dure por anos. ❌ Desgaste do acabamento: com o tempo de uso, principalmente nos pisos de categoria B e C com baixo PEI entre 1-3, pode apresentar desgastes na esmaltação e até na própria massa, mas isso pode ser facilmente evitado com os pisos de alta resistência PEI 4-5 e da categoria premium A; ❌ Isolamento térmico: não possui propriedade de isolamento térmico, ele é um piso frio que auxilia a regular o calor em ambientes quentes e secos. Sendo assim, não é indicado para ambientes em que se procura maior conforto como salas de estar em locais de clima frio; ❌ Escorregadio: os pisos esmaltados, com exceção do antiderrapante, podem ser escorregadios em locais úmidos ou molhados. Por isso, não são indicados para as áreas molhadas de residências ou outro tipo de estabelecimento; Pensando em facilitar a vida do profissional arquiteto, engenheiro e designer de interiores, desenvolvemos essa calculadora de piso online 100% gratuita para auxiliar no cálculo da quantidade de piso e revestimento para seu projeto e obra. Tenha uma estimativa da quantidade de peças, argamassa e rejunte em apenas alguns segundos. Faça sua simulação agora mesmo: Se você chegou até aqui, não restam dúvidas de que o piso cerâmico é um produto de qualidade. Use todas essas informações a seu favor na hora de especificar os revestimentos para os seus projetos. Conhecer a fundo as características de um material lhe confere maior autoridade e um retorno satisfatório do cliente. www.saint-gobain.com.br www.portokollpremium.com.br www.ceramicaelizabeth.com.br www.casaeconstrucao.org --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/piso-laminado Title: Piso Laminado: Tudo Que Precisa Saber Para os Seus Projetos Meta Description: Conheça as características e vantagens de utilizar o piso laminado em seus projetos, como instalar e fazer a sua limpeza. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/piso-laminado ## Headings Structure: H1: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H2: Características e tipos de piso laminado H3: Piso Laminado de Madeira H3: Piso laminado de alto tráfego H2: Como instalar o piso laminado H3: Verificação de irregularidades H3: Instalação da manta isolante H3: Instalando as réguas H3: Colocando rodapés H3: Transição para outros pisos e ambientes H2: Como fazer a limpeza do piso laminado H2: Piso laminado: vantagens x desvantagens H3: Vantagens H3: Desvantagens: H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H2: Características e tipos de piso laminado H3: Piso Laminado de Madeira H3: Piso laminado de alto tráfego H2: Como instalar o piso laminado H3: Verificação de irregularidades H3: Instalação da manta isolante H3: Instalando as réguas H3: Colocando rodapés H3: Transição para outros pisos e ambientes H2: Como fazer a limpeza do piso laminado H2: Piso laminado: vantagens x desvantagens H3: Vantagens H3: Desvantagens: H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Sempre que se pensa em construir ou reformar, um dos principais elementos que emolduram os espaços são os pisos. Os pisos cobrem a maior parte de superfície visível em um ambiente, por isso devem ser escolhidos com cuidado, para que sejam harmoniosos à proposta do projeto. Há anos o piso laminado tem sido uma escolha vantajosa para os ambientes residenciais pela sua variedade de adequação aos projetos, conforto térmico, qualidade e custo acessível. Nós preparamos este artigo com diversos detalhes, desde características, modo de instalação, vantagens e desvantagens para que você se sinta um expert em piso laminado e tenha maior segurança na hora de utilizá-lo para compor os seus ambientes. Vamos começar? Trata-se de um excelente substituto dos pisos de madeira. Atualmente, o custo de um piso de madeira é bastante elevado, já que a exploração é regulamentada. Também por questões sustentáveis de preservação, há diferentes tipos de piso que imitam madeira, substituindo com alta qualidade o produto original. O piso laminado começou a ser importado para o Brasil na década de 1990 e ao final da década passou a ser produzido em solo nacional. Feitos com madeira de reflorestamento para fins industriais, recebem o certificado de ISO 14000 e de conselhos que regulamentam o manejo florestal sustentável. No mercado atual, ele é um concorrente do piso vinílico. Mas ambos são diferentes em composição e características, embora apresentem superfícies com estampas muito parecidas. Inclusive, quando o profissional não conhece a particularidade de cada um desses materiais, pode acabar optando pelo mais barato sem considerar qual seria a melhor opção para cada projeto. Começando pela composição material, o piso laminado é feito a partir de painéis de fibras de madeira natural com alta densidade, lâminas de papel e lâminas decorativas. Esse composto o torna um piso mais rígido, diferente do vinílico que é feito de PVC e flexível. Tem, ainda, uma outra característica interessante: o piso laminado não é colado nem pregado à superfície ou à rodapés do local que irá ser assentado, ele possui a característica de piso flutuante, ou seja, suas réguas são instaladas pelo sistema click e abaixo delas é colocada uma manta de separação entre contrapiso ou piso existente. Suas peças possuem quatro camadas de composição. A primeira é um material sintético que confere a estabilidade para a régua e também traz resistência à umidade. A segunda é o substrato, a lâmina de madeira de alta densidade que dá resistência aos impactos nos pontos de encaixe das réguas. A terceira camada, é uma lâmina decorativa, feita a partir da celulose. É nela que serão impressas as diferentes estampas ou ainda, pode ser um filme de madeira para o acabamento mais próximo da natural. Por fim, é adicionada uma outra lâmina chamada de overlay, esse acabamento confere a resistência à riscos e abrasão. Essa composição traz diversos benefícios ao piso laminado, começando pelo conforto térmico. Esse material é ideal tanto para climas frios como quentes, suas propriedades fazem com que ele se mantenha ameno às variações de temperatura do ambiente. Por isso, se torna uma boa opção para dormitórios, já que o pisar descalço não provoca choque térmico. Em termos de conforto acústico ele deixa um pouco a desejar, se você já andou sobre um piso laminado mesmo que com um tênis macio, já escutou os seus passos. Isso se dá, também, pela sua composição de madeira, fazendo com que ele reproduza o som que haveria no produto natural. Ao optar por aplicar este material em apartamentos, o ideal é que se utilize abaixo dele, uma manta acústica para não gerar ruídos aos vizinhos. No quesito durabilidade, os fabricantes dão garantia em áreas residenciais de até 12 anos e comerciais de 5 anos. Mas essa garantia nao se aplica em caso de mau uso do produto, ela incide sobre possíveis defeitos de fabricação. Sendo assim, o piso tem uma durabilidade maior do que esse período quando respeitados os níveis de tráfego, instruções de limpeza e local de aplicação. Falando em aplicação, o piso laminado não pode ser colocado em áreas molhadas pois, como qualquer madeira, seu contato direto com água pode estufar as réguas, ocasionando deformidade no piso e até mesmo apodrecimento, exigindo manutenção antes do tempo. A maioria dos fabricantes indica sua aplicação em áreas residenciais e comerciais de baixo a médio tráfego: sendo ideal para corredores, salas e dormitórios. O produto pode ser encontrado em formatos de régua e placa e, assim como os vinílicos, possui uma ampla gama de texturas e cores, simulando diferentes materiais como concreto, pedras e o preferencial para projetos: piso laminado de madeira. Uma última questão que talvez tenha passado pela sua mente é: como lidar com o aparecimento de cupim, visto que se trata de um produto derivado da madeira. Nesse caso, o piso laminado recebe um tratamento anti cupim que, na maioria dos fabricantes, possui garantia de 5 anos. No Brasil há duas normas que regulamentam o uso e produção dos pisos laminados: Além disso, existem dois tipos comercializados: o piso laminado de madeira e o piso laminado de alto tráfego. Vamos explicar suas diferenças a seguir: É a versão que mais aproxima o piso laminado a um piso de madeira natural, pois ele é composto de lâmina natural e um verniz para acabamento produzido com alta qualidade de resistência ao desgaste, chamado de overlay. Essa camada, que alguns chamam de verniz e outros de resina, garante a baixa absorção de água dando maior vida útil ao produto. As réguas e placas podem vir com 7mm, 8mm ou 9mm de espessura, mas sua largura e comprimento variam a depender do fabricante e peça. O piso laminado de madeira tem propriedades antialérgicas. É um produto bastante procurado em função do acabamento estético indicado, principalmente, para residências. A composição deste tipo e sua resistência diferem do anterior. Aqui, o piso laminado é feito com HDF- micropartículas de madeiras que são prensadas, que depois recebem as camadas de lâminas decorativas. Esse produto já é indicado tanto em residências como comércios, podendo ser aplicado em academias e shoppings. Ele também é mais resistente ao desbotamento pela luz solar, à manchas e a riscos. Além disso, são antialérgicos, de fácil limpeza e instalação. A ABNT, assim como para outros tipos de piso, possui normas técnicas que classificam este produto conforme o tipo de tráfego, indicando qual deve ser utilizado para baixo, médio e alto. Desse modo, é facilitada a escolha do piso laminado adequado a cada situação. A instalação do piso laminado é bastante simples, no entanto, é recomendado que seja feita por mão de obra especializada para evitar desperdícios e estragos nas peças. Antes da instalação, tenha um projeto de paginação que facilitará na composição estética das réguas. A boa notícia aqui é que esse piso pode ser instalado sobre qualquer superfície existente, desde que não seja outro piso laminado ou carpete. Como mencionado, o piso laminado não é colado ou fixado diretamente à superfície, mas sempre será necessário antes de sua colocação, a aplicação de manta para isolamento. Se você estiver trabalhando com uma reforma ele é bastante vantajoso para o seu projeto, já que pode ser tranquilamente aplicado sobre um piso cerâmico ou um piso vinílico, desde que a superfície seja regular e seca. Toda a instalação tem etapas que devem ser cumpridas para o bom desempenho do produto, acompanhe nos tópicos a seguir a sequência correta de instalação. No primeiro momento, a superfície na qual o piso laminado será instalado deve estar seca, livre de sujeira e sem irregularidades. Além disso, é importante verificar o prumo das paredes para identificar irregularidades que impactam na aplicação das peças. Após essa conferência, deve-se começar a instalar a manta entre a superfície existente e as réguas de piso laminado. Existem mantas lisas para contrapiso de cimento e mantas ventiladas para piso porcelanato, cerâmico e madeira. As principais funções que as tornam indispensáveis são: sua propriedade de isolar a umidade do piso existente e, a depender do tipo escolhido, a possibilidade de promover isolamento acústico. As mantas devem ser coladas por adesivos à superfície. Outra indicação é aplicar as faixas de manta no sentido contrário das réguas de piso laminado, sem que elas cheguem até a borda das paredes. As réguas vêm no sistema macho fêmea e click. O piso laminado é um derivado da madeira e portanto, um material que dilata e contrai. A colocação das réguas deve fazer o uso de espaçadores entre a parede e elas. Ao colocar a primeira fiada de réguas, direcione o encaixe macho para a parede. Se precisar fazer o corte para ajuste em uma das peças, sempre a faça com o fundo do piso laminado virado para cima, isso evita estragar as lâminas decorativas. Para encaixar uma peça na outra, nesse sistema, basta aproximá-las em um ângulo de 20 a 30 graus encaixando a peça macho na fêmea. Para firmá-las é utilizado uma ferramenta chamada bloco batente, que auxilia a dar batidas de fixação. Se uma fileira acabar com uma régua cortada, inicie a próxima fiada com essa peça que sobrou. Os fabricantes já indicam que alternar a posição das peças cortadas é uma regra com efeito estético e funcional. Os pisos laminados possuem rodapés que são conjuntos de sua superfície para dar uniformidade ao acabamento, mas são comercializados em separado, ficando opcional utilizar esse modelo ou um rodapé laqueado branco, por exemplo. A sua instalação é feita após a retirada de espaçadores e podem ser tanto colados como fixados com parafuso de cabeça chata. É difícil instalar o piso laminado de forma contínua entre ambientes. Além disso, podem haver outros tipos de piso fazendo o encontro com esse, como no caso de um banheiro e um corredor. Para fazer a transição, é colocado um acessório de perfil T no encontro dos pisos, que é fixado no contrapiso. A limpeza é bastante simples, basta apenas aspirar ou remover o pó com uma vassoura e depois passa um pano úmido com detergente neutro. Pode-se também adicionar um pouco de álcool para desinfetar a superfície. Assim como os pisos de madeira, ele também pode receber cera para ser polido e ficar com o aspecto brilhoso, no entanto, só utilize a cera específica para esse produto. Não é indicado jogar água, utilizar produtos muito fortes ou abrasivos, pois pode levar ao desgaste das lâminas decorativas. Para facilitar a sua escolha entre o piso laminado e outros tipos, fizemos uma lista com as principais vantagens e desvantagens deste produto. ✔️ Preço acessível:  Como mencionado, o piso laminado é um bom substituto dos pisos de madeira e, por ser um produto derivado, seu preço é muito mais em conta, girando em torno de R$100,00 o metro quadrado com mão de obra; ✔️ Ecologicamente correto: Este material utiliza madeira de reflorestamento, não sendo de espécies protegidas; ✔️ Resistente à cupim: Todos os fabricantes produzem esse tipo de piso já com compostos químicos antialérgicos que protegem o material do ataque de cupins; ✔️ Isolamento térmico: Possui propriedades de isolamento térmico em ambos os climas quente e frio; ✔️ Fácil instalação: A instalação é rápida e fácil, já que o sistema é apenas de encaixe, não necessitando de argamassas e colas. Em função disso, assim que instalado, já está pronto para ser utilizado; ✔️ Fácil limpeza: O piso laminado não exige grandes recursos de limpeza e permite recuperar o brilho da superfície com a aplicação de ceras; ✔️ Variedade de acabamentos em madeira: Ainda que imite outros materiais, com certeza sua procura é maior pela qualidade estética do piso laminado de madeira; ✔️ Garantia do produto: a maioria dos produtos possui garantia de 10 anos quando aplicados em ambiente residencial. ❌ Pouca resistência à umidade: O piso laminado não foi feito para áreas molhadas e, ainda que alguns fabricantes já o façam com alta resistência à umidade, não são impermeáveis, por isso é importante ter cuidado com o contato excessivo de água com o produto, podendo danificar o material; ❌ Deformação por incidência solar: Se você já trabalhou com madeira ou lâminas de madeiras sabe que esse produto é suscetível tanto ao desbotamento da cor, como à deformação quando exposto por muito tempo de forma regular ao sol. Isso também se aplica ao piso laminado e,  por isso, não é indicado para área externa; ❌ Barulho: Sem dúvidas essa é a maior desvantagem do piso laminado. A manta instalada abaixo dele, mesmo que seja de isolamento acústico, isola mais som em unidades de apartamento. Já no interior do ambiente, a manta não consegue isolar a reverberação do som de arrastar móveis, do uso de salto alto ou ainda do caminhar de um pet. Pensando em facilitar a vida do profissional arquiteto, engenheiro e designer de interiores, desenvolvemos essa calculadora de piso online 100% gratuita para auxiliar no cálculo da quantidade de piso e revestimento para seu projeto e obra. Tenha uma estimativa da quantidade de peças, argamassa e rejunte em apenas alguns segundos. Faça sua simulação agora mesmo: É sempre importante conhecer as características de um produto, como instalá-lo e os cuidados que se deve ter antes de especificá-lo em um projeto. Agora você já tem informações suficientes para saber quando optar pelo piso laminado. www.cajomardecoracoes.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/piso-porcelanato Title: Piso Porcelanato: Conheça o Produto e Suas Possibilidades Meta Description: Tudo sobre piso porcelanato: características, tipos, como instalar, como fazer a limpeza e as vantagens e desvantagens para aplicar no seu projeto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/piso-porcelanato ## Headings Structure: H1: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H2: Características do piso porcelanato H3: Resistência H3: Durabilidade H3: Baixa absorção de água H3: Conforto térmico H3: Variedade H2: Os diferentes tipos e padrões de piso porcelanato H3: Porcelanato Técnico H3: Porcelanato Esmaltado H3: Piso porcelanato líquido H3: Piso porcelanato polido: H3: Piso porcelanato acetinado: H3: Piso porcelanato natural: H3: Piso porcelanato EXT (externo) H2: Como instalar o piso porcelanato H2: Cuidados com a limpeza do piso porcelanato H2: Piso porcelanato: vantagens e desvantagens H3: Vantagens H3: Desvantagens H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H2: Características do piso porcelanato H3: Resistência H3: Durabilidade H3: Baixa absorção de água H3: Conforto térmico H3: Variedade H2: Os diferentes tipos e padrões de piso porcelanato H3: Porcelanato Técnico H3: Porcelanato Esmaltado H3: Piso porcelanato líquido H3: Piso porcelanato polido: H3: Piso porcelanato acetinado: H3: Piso porcelanato natural: H3: Piso porcelanato EXT (externo) H2: Como instalar o piso porcelanato H2: Cuidados com a limpeza do piso porcelanato H2: Piso porcelanato: vantagens e desvantagens H3: Vantagens H3: Desvantagens H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os profissionais arquitetos e designers estão em constante busca por novidades e essa busca não é apenas por um novo produto, mas pelas possibilidades de inovar com a utilização diversificada deste ou de um produto existente. Nesse quesito, com certeza o piso porcelanato promoveu uma revolução entre os revestimentos e os tipos de piso na atualidade, não só pelas possibilidades de inovar nas criações, visto que permite diversas aplicações, mas também por ser acessível ao público de forma ampla, por possuir diferentes linhas que se adequam a todos os orçamentos. Não é à toa que o piso porcelanato se tornou o sonho de consumo de muitos clientes e um queridinho dos profissionais, afinal, são muitos formatos, padrões de acabamento, superfícies que imitam com perfeição o concreto, os mármores e as madeiras. Além disso, atualmente, ele faz parte dos acabamentos que podem ser aplicados em pisos, paredes, teto e até móveis, tendo se tornado um aliado poderoso da decoração, unindo estética com durabilidade e alta qualidade no acabamento. Achou muito? Ainda existe o piso porcelanato líquido, um acabamento diferenciado mas não tão requisitado. Para dividir com vocês todo o poder desse produto e as possibilidades de criação que ele proporciona, preparamos este artigo com as caraterísticas, modelos disponíveis no mercado, como deve ser feita sua correta instalação, os cuidados que é preciso ter na limpeza e as principais vantagens e desvantagens na hora de escolher o piso porcelanato para o acabamento do seu projeto. Provavelmente você já se deparou com algum comparativo entre piso cerâmico e porcelanato. Caso você não saiba, ele advém da cerâmica, porém suas características de produção e estéticas são mais avançadas. O piso porcelanato foi um marco da revolução nos produtos cerâmicos em meados da década 1980, quando começou a ser fabricado na Europa. Na década de 1990, começou a ser produzido em solo nacional. Além das diferenças na produção e acabamento estético com relação às cerâmicas convencionais, também são diferentes os componentes de sua composição. A NBR 15463:2013 traz as definições sobre o que é o porcelanato citando a combinação de argila, feldspato e outras matérias primas inorgânicas. Para produzir o piso porcelanato são utilizados, portanto, os feldspatos (que são minerais presentes em diferentes rochas) e até 10 tipos diferentes de argilas na fabricação de um único produto.  Por essa razão, é visto como um produto que usa a extração dos materiais de forma mais consciente, pois a mistura de componentes ajuda na preservação de jazidas. Seu processo de fabricação inicia com a preparação da massa, na qual as rochas e argilas são moídas em pequenas partículas diluídas na água. Na sequência, esse composto passa pelo processo de atomização, que é a retirada da água até que reste só o pó fino. Este pó vai para um molde e para a prensa resultando em uma chapa cerâmica compactada, passa pela secagem, pode ser esmaltado ou não e, por fim, vai ao processo de queima que chega atingir os 1.200 ºC. É justamente nessa etapa final, que o piso porcelanato irá adquirir as suas características diferenciais como: homogeneidade, maior rigidez, alta resistência ao desgaste e baixa absorção de água. Isso confere a ele vantagens em relação à cerâmica convencional. O processo especial da queima, também possibilita que os cortes no porcelanato sejam feitos com alta precisão, formando ângulos perfeitos de 90º sem trincar ou esfarelar as peças, esse acabamento origina o piso porcelanato retificado. Por sua vez, a qualidade da precisão traz consigo outro benefício: a possibilidade de fazer o uso da junta seca, ou seja, um rejunte menor, entre 1,5 a 2 mm, deixando a aparência final mais harmônica e homogênea. Um recurso indispensável para dar a sensação de continuidade das texturas. Além de ser bastante versátil em suas aplicações, possui alta qualidade quando se trata de conferir sofisticação e durabilidade aos ambientes. Diferentemente do piso vinílico e piso laminado, ele pode ser aplicado em todos os ambientes, incluindo as áreas molhadas e externas. Em função de suas características de resistência e durabilidade, o piso porcelanato é utilizado, além de áreas residências e lojas, em grandes áreas de circulação como: áreas comuns de shoppings, aeroportos, estações de ônibus, trens e etc. Suas aplicações não param por aí. Os profissionais na busca por produtos resistentes à superfícies molhadas em móveis, viram nas peças de porcelanato com maiores dimensões, um substituto valioso das pedras e superfícies de quartzo em função do custo mais acessível e da durabilidade e resistência compatíveis. Essa aplicação abriu, inclusive, um novo nicho de trabalho para a mão de obra especializada, que passou a disponibilizar acabamentos de borda e encaixe com alto rigor técnico. Um exemplo são os encaixes em 45º para tampos. Desse modo, esse material tornou-se amplamente utilizado em tampos de cozinhas, banheiros, lavabos e em superfícies de móveis decorativos. De modo geral, as principais características que auxiliam na escolha do piso porcelanato como acabamento para os diferentes tipos de projetos são: Os compostos de matéria inorgânica juntamente com o processo de fabricação, agregam alta resistência à fissuras e trincas por impacto, à riscos e proporcionam, ainda, resistência à manchas e ao desbotamento de cor de superfície. A alta resistência do piso porcelanato lhe confere até mais de 20 anos de vida útil, desde que seja aplicado no local indicado pelo fornecedor, respeite as indicações de uso para áreas de tráfego diferenciado e siga os cuidados adequados com a limpeza. O porcelanato absorve algo em torno de 0,1% a 0,5% de água e isso garante sua resistência mecânica. Nesse quesito, se você já tocou ou andou de pés descalços sobre um piso porcelanato, percebeu que ele regula o calor dos ambientes mantendo o piso frio. Alguns fabricantes lançaram padrões para área externa que não aquecem, ideais para áreas de piscina. No entanto, ele não possui propriedades para manter os ambientes aquecidos. Entre os produtos para revestimento, o piso porcelanato é o que possui maior variedade de acabamentos, texturas e formatos. Cada fabricante produz o piso porcelanato com especificidades, designando seu melhor uso e aplicação, sendo assim, alguns são indicados apenas para áreas internas, outros ideais para interno e externo e outros só para paredes. Essas características de acabamento que indicam a sua usabilidade, podem ser pesquisadas antes da compra, nos sites e catálogos dos fabricantes, ou ainda solicitadas na hora da compra realizada na loja. Tanto o piso, quanto os modelos indicados somente para paredes, podem ser classificados em dois tipos: o porcelanato técnico e porcelanato esmaltado. O porcelanato técnico é o tipo que não recebe camadas de esmalte em sua superfície, também é conhecido por “massa toda”, pois o que é visto no corpo do produto também está em sua superfície. Sendo assim, sua cor e desenho de textura são aplicados diretamente na composição da massa cerâmica. Para ser caracterizado como técnico, é preciso que o material seja menos poroso que o esmaltado. Por essa condição, esse modelo torna-se mais resistente e absorve menos água. Essas qualidades fazem o porcelanato técnico ideal para locais de alto tráfego de pessoas e equipamentos. Além disso, também pode ser encontrado em quatro padrões de acabamento: natural, polido, acetinado e EXT. Esse tipo de porcelanato, seja para a aplicação em piso ou parede, recebe um acabamento com camadas de esmalte em sua superfície. O esmalte é que define a cor, a textura do produto e o acabamento impermeável. Apesar de ser mais poroso do que o porcelanato técnico, ainda possui baixa absorção de água - em torno de 0,5%. Este modelo pode ter diferentes aspectos: desde o brilho intenso, assim como os acabamentos polidos, às superfícies opacas. A esmaltação permite ainda trabalhar com texturas em relevo tornando o piso liso, áspero ou rústico. São uma ótima opção para áreas externas e varandas, pois o esmalte inibe a infiltração de água e os diferentes acabamentos possibilitam escolher produtos não escorregadios. O piso porcelanato esmaltado evoluiu bastante nos últimos anos, a impressão digital das texturas feitas em HD, foi um recurso que trouxe alta qualidade na similaridade da mimetização de materiais como mármores, concreto, metais e madeiras. Embora ambos possuam o corpo da massa e acabamento superficial diferentes, em termos de resistência e durabilidade possuem a mesma qualidade. Como você pôde observar, o esmaltado apresenta muitas possibilidades de acabamentos que o próprio esmalte com algum outro composto somado a impressão digital permite. No caso do porcelanato técnico, por exemplo, os acabamentos são mais limitados, podendo ser comercializados como: polido, acetinado, natural e EXT (exteriores). O porcelanato esmaltado é comumente comercializado com as especificações de acabamento: polido, acetinado e natural, mas na realidade se refere ao esmalte polido, esmalte acetinado e esmalte natural. Para se ter uma noção, acabamentos esmaltados natural ou acetinado, são todos os padrões que imitam madeira, pois a perfeição dos veios só é possível com a impressão digital após o esmalte. Além das tipologias citadas acima, existe o chamado piso porcelanato líquido, que na verdade é uma mistura de resinas epóxi e nivelantes, produzindo um líquido denso que pode ser espalhado sobre uma superfície. Esse tipo de acabamento não possui juntas, mas é um produto limitado nos acabamentos e na durabilidade em relação aos outros tipos. Esse padrão de acabamento é alcançado com o polimento das peças deixando as superfícies bastante lisas e brilhantes. Após o polimento, a peça recebe uma camada de impermeabilizante. Esse padrão não é indicado para áreas molhadas, pois pode se tornar escorregadio e ocasionar acidentes, mas é ideal para ambientes secos como: sala, quarto e espaços comerciais. É uma variação do piso polido, mas que confere menos brilho à superfície, deixando o aspecto de textura acetinada no acabamento superficial. Alguns desses modelos podem ser utilizados em áreas molhadas. Neste padrão, encaixam-se apenas porcelanatos do tipo técnico. O acabamento natural tem uma superfície sem brilho e é o resultado fiel da composição de massa que foi compactada sem outros recursos aplicados na superfície. Ao natural, o piso porcelanato é pouco escorregadio e, por essa razão, se torna uma boa escolha para aplicação em banheiros, áreas de serviço e locais de alto tráfego, como os espaços públicos já mencionados. É o piso porcelanato idealizado especialmente para as áreas externas, embora sua aplicação seja livre. A sua superfície possui acabamento um pouco rústico e áspero. Ele é a versão mais avançada em termos de resistência, suporta bem a abrasão, tornando-o bastante durável, além de ser impermeável, portanto, suporta bem o acúmulo de água das áreas externas. No entanto, não é indicado para aplicação interna de piso nem paredes, pois o seu acabamento superficial dificulta um pouco a limpeza, ainda mais se for em espaços de necessidade constante. Além da variedade de acabamentos superficiais, também é grande a variedade de formatos em que o piso porcelanato é comercializado. Falar em formato é entrar em um campo amplo de diversidade. Todavia, focando apenas em pisos, geralmente as opções vêm em dimensões quadradas começando em 45x45 cm até 90x90 cm. Por se tratar de um produto que está em constante melhoria e experimentação, recentemente a empresa PortoBello lançou porcelanatos em grandes formatos para aplicação em pisos, paredes e teto. São superfícies contínuas e os padrões são comercializados em até 320x160 cm. Outro detalhe é o acabamento das bordas de suas peças que podem ser encontradas como borda reta em 90º (conhecido também como retificado) ou com bordas levemente arredondadas (bold). O piso porcelanato técnico, por exemplo, só vem na versão retificado, conferindo o acabamento em 90º e possibilitando uma junta seca na espessura de 2 mm. Em função  desses detalhes, acumula menos sujeira e proporciona aparência de continuidade das peças com maior qualidade estética. Já os modelos com acabamento bold, ainda são encontrados no porcelanato esmaltado e, de forma ampla, em peças decorativas para parede. Nesse padrão, o rejunte fica um pouco abaixo da peça colocada e, por isso, tem sido menos utilizado em pisos, por acumular mais sujeira e demarcar mais o contorno das peças. O piso porcelanato pode ser aplicado tanto sobre pisos existentes ou sobre contrapisos acabados. Em ambos os casos é necessário nivelar e manter livre de resíduos as superfícies que irão receber as peças. Para assentar as peças em formatos acima de 30x30cm, passe a argamassa no piso e também na peça, mas criando veios e ondulações no sentido contrário com o auxílio de uma desempenadeira. As peças assentadas precisam ser pressionadas contra o piso para sua fixação. Utilize os niveladores de piso, que são pecinhas plásticas colocadas nas juntas entre as peças de porcelanato, para dar uniformidade às espessuras de junta e garantir o nivelamento. Feito isso, é hora de aplicar o rejunte no encontro de cada peça. O rejunte é comercializado em diferentes cores e características. Sua principal função é inibir a infiltração de água, que corrompe a resistência da argamassa e também nivelar pequenas imperfeições. É importante lembrar que cada empresa disponibiliza um manual com as instruções para instalação de seus produtos. Seguir essas instruções é a garantia de qualidade final prometida pelo fabricante. Algumas das empresas que fabricam o piso porcelanato, também fabricam as argamassas colantes e rejuntes desenvolvidos especificamente para o seus produtos. Caso você ainda não tenha se deparado com essas normas, a ABNT possui normas específicas para o assentamento de pisos: Essas normas podem ser citadas em seu memorial descritivo de obra e conferem maior autoridade perante os clientes. Por fim, procure sempre mão de obra especializada para realizar esse tipo de serviço, pois além de proporcionar o acabamento adequado, evita desperdício ou manuseio que ocasione avarias nos porcelanatos. Assim como todo produto, sua durabilidade e aspecto depende dos cuidados não só de uso, mas de limpeza. Para o piso porcelanato, a limpeza deve ser feita com vassoura de cerdas leves e, assim como para o piso vinílico, é suficiente o uso de pano úmido com sabão neutro e adição de álcool para a limpeza fina. Se houver sujeira pesada sobre o piso, os fabricantes indicam o uso pontual de CIF e Saponáceo, desde que diluídos em água. Evite utilizar itens como esponja de aço, pois podem causar danos irreversíveis. Agora, imagine que seu cliente tenha crianças e por algum descuido elas acabam riscando o piso com canetinhas. Ou ainda: em meio a reforma, cai sobre o piso um pouco de tinta. Nesses casos específicos e de maneira pontual, os fabricantes indicam o uso de acetona e solventes para a limpeza. Apesar das inúmeras vantagens dadas ao piso porcelanato pela sua composição e tipo de fabricação, ele possui suas restrições. Pensando em facilitar a escolha do acabamento para cada tipo de projeto, preparamos um checklist com as principais vantagens e desvantagens de seu uso. ✔️ Alta durabilidade, ultrapassando os 20 anos de vida útil; ✔️ Alta resistência em função do processo de fabricação e compostos utilizados; ✔️ Versatilidade nas paginações e aplicações; ✔️ Opções de acabamentos, para todos os tipos de projetos e ambientes; ✔️ Aspecto homogêneo; ✔️ Uniformidade na cor; ✔️ Possibilidade de combinar peças internas e externas; ✔️ Baixa absorção de água; ✔️ Opções para todos os orçamentos. ❌ O piso porcelanato polido é mais suscetível ao aparecimento de manchas; ❌ Piso porcelanato com acabamento EXT apresenta certa dificuldade para limpeza; ❌ Restrições de aplicação por ambiente conforme indicação do fabricante, exemplo: o acabamento polido não deve ser aplicado em áreas molhadas; ❌ Necessidade de equipes especializadas para o assentamento de grandes formatos; ❌ No porcelanato técnico não há grande variedade de cores e estampas que imitam materiais, pois é difícil conseguir determinados detalhes na composição da massa. Pensando em facilitar a vida do profissional arquiteto, engenheiro e designer de interiores, desenvolvemos essa calculadora de piso online 100% gratuita para auxiliar no cálculo da quantidade de piso e revestimento para seu projeto e obra. Tenha uma estimativa da quantidade de peças, argamassa e rejunte em apenas alguns segundos. Faça sua simulação agora mesmo: Agora, você já tem domínio sobre tudo que envolve o universo do piso porcelanato, desde a sua qualidade adquirida na produção até a manutenção da limpeza. Faça uso dessas informações para conquistar o seu cliente na hora de sugerir esse material como acabamento para os seus projetos. www.biancogres.com.br www.vivadecora.com.br www.ceramicaelizabeth.com.br www.blog.telhanorte.com.br www.portobello.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/piso-vinilico Title: Piso Vinílico: Aprenda Tudo Para Aplicar em Seus Projetos Meta Description: Conheça a versatilidade e principais características do piso vinílico, os tipos existentes, suas vantagens e como fazer a aplicação. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/piso-vinilico ## Headings Structure: H1: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H2: Características do piso vinílico H3: Antialérgicos H3: Resistentes H3: Versátil nas combinações H3: Conforto térmico e acústico H3: Produto de baixo custo H3: Limpeza simples H3: Espessura que facilita a aplicação H3: Cuidados com a manutenção H2: Tipos de piso vinílico H3: Piso vinílico tipo manta H3: Piso vinílico tipo placa H3: Piso vinílico tipo régua colada H3: Piso vinílico em réguas tipo click H2: Como instalar um piso vinílico H2: Vantagens e desvantagens do piso vinílico H3: Vantagens H3: Desvantagens H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H2: Características do piso vinílico H3: Antialérgicos H3: Resistentes H3: Versátil nas combinações H3: Conforto térmico e acústico H3: Produto de baixo custo H3: Limpeza simples H3: Espessura que facilita a aplicação H3: Cuidados com a manutenção H2: Tipos de piso vinílico H3: Piso vinílico tipo manta H3: Piso vinílico tipo placa H3: Piso vinílico tipo régua colada H3: Piso vinílico em réguas tipo click H2: Como instalar um piso vinílico H2: Vantagens e desvantagens do piso vinílico H3: Vantagens H3: Desvantagens H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em uma reforma ou construção há uma infinidade de itens e acabamentos que você, como profissional, precisa escolher e apresentar ao seu cliente. O porquê de determinada escolha, quais as vantagens (sejam estéticas ou funcionais), durabilidade, bem como o motivo desse ser o produto ideal para o projeto. Os tipos de piso selecionados para cada ambiente representam um desses acabamentos que são escolhidos cuidadosamente, afinal, trata-se de uma superfície bastante visível. De fato, o piso vinílico tem sido um dos produtos mais aplicados atualmente em interiores de apartamentos, residenciais e comerciais. É tanta a versatilidade que ele passou a ser utilizado também como revestimento para paredes e, não só isso: as vantagens desse produto levou empresas a desenvolverem também o teto vinílico. Pensando nisso, preparamos esse conteúdo a fim de apresentar as características do piso vinílico, as vantagens de sua utilização, como aplicá-lo e os cuidados com sua limpeza. Vamos começar? O piso vinílico já está há muitos anos no mercado brasileiro, desde a década de 1960 e vem se adaptando tanto na estética como na sua funcionalidade às necessidades atuais dos lares e ambientes de trabalho. É um piso fabricado a partir do PVC, compostos plastificantes, minerais e outros aditivos. São muitas as opções de aparência e aspecto desse material, você pode encontrá-lo em padrões que se assemelham à estética de um carpete ou tapete, em padrões madeirados, que imitam pedra ou concreto ou ainda coloridos. Dentro dessas opções, os formatos também variam bastante em função dos modelos. Entre os padrões que podem ser encontrados no mercado estão: o piso vinílico em manta, em placas e em réguas. Por isso, são vistos como bastante versáteis, visto que oferecem possibilidades variadas de aplicação para os diversos tipos de projetos residenciais e comerciais. Além disso, foram desenvolvidos pensando na saúde e conforto do usuário. Abaixo, é possível conferir uma lista de características do produto para que você possa conhecê-lo melhor: O piso vinílico possui compostos que não são tóxicos ou nocivos às pessoas alérgicas, por isso, são uma boa escolha para ambientes que tenham crianças e pets. O piso é uma superfície de uso diário e precisa ser resistente, ninguém troca o revestimento a cada dois anos porque ele não aguentou o fluxo do tráfego no interior de uma residência, certo? Nesse sentido, o piso vinílico se mostra bastante resistente e durável, principalmente a riscos e manchas, desde que tenha uma manutenção adequada. Como já mencionado, o piso vinílico vem em diferentes padrões de texturas, formatos e pode ainda ser customizável, ou seja, arquitetos e designers de interiores podem elaborar paginações variadas com o recorte desse material possibilitando diferentes tipos de combinações para adequar aos demais elementos do projeto. Se você já andou sobre um piso vinílico sabe que ele proporciona uma sensação de maciez, absorvendo os impactos das caminhadas, emitindo menos ruídos. Ademais, possui propriedades térmicas, ou seja, não é influenciado pela temperatura exterior. Sendo assim, não superaquece e nem esfria, mantendo o conforto em todas as estações do ano. Com exceção do piso laminado, quando comparado com outras opções de revestimento disponíveis no mercado, o piso vinílico possui um custo mais baixo em relação ao piso cerâmico, piso porcelanato e pisos de madeira natural. Em adição, possui mais rápida e fácil instalação, podendo logo ser liberado para o tráfego. Além de permitir ser aplicado sobre pisos existentes. O piso vinílico possui baixa manutenção e, por se tratar de um produto antialérgico, inibe o acúmulo de bactérias, portanto, sua limpeza é bastante simples: um sabão neutro e água já são o suficiente. O procedimento indicado é varrer ou aspirar bem a superfície e fazer a limpeza com pano úmido, essa instrução vale para todos os seus modelos. É contra indicado esfregá-lo, utilizar produtos de limpeza abrasivos e compostos concentrados. Para a remoção de manchas, não é indicado utilizar produtos solventes, a maioria dos fabricantes garante que o sabão neutro dá conta do recado. Além disso, não é indicado aplicar água em excesso para a limpeza, pois pode danificar o produto quando for recorrente ou descolar dos adesivos e colas utilizados em sua aplicação. Diferente dos pisos de madeira e com compostos de madeira, como o laminado, o piso vinílico não necessita a aplicação de ceras e polimentos. O piso vinílico é fabricado em uma espessura bastante slim, entre 2 a 5 mm, por isso se torna uma boa escolha no caso de uma reforma em que já exista um piso. Ele pode ser aplicado sobre o existente, sem a necessidade de maiores ajustes para manter o nível dos ambientes e a abertura de portas funcionando. Por ser bastante resistente, o piso vinílico demanda pouca manutenção, desde que respeitadas as indicações de instalação de cada fabricante e cuidados adequados com a limpeza. Mas, em caso de alguma peça do piso no formato de placas ou réguas sofrer alguma avaria, não é necessário trocar todo o piso, você pode simplesmente trocar a peça que foi danificada. Existem 4 tipos principais de pisos vinílicos que se destinam a diferentes finalidades dentro de um projeto, seja por questão estética, conforto ou por custo de investimento. Esse foi o primeiro modelo de piso vinílico a ser comercializado. Há 30 anos atrás já era bastante utilizado nas residências. Dos quatro tipos, esse é o mais barato e é comercializado em rolo por metro. Pode ser instalado em diversos ambientes, porém, possui menor resistência em função de sua maciez, se comparado aos outros formatos. A movimentação de móveis, proximidade com áreas de calor (como um fogão à lenha) e até mesmo o uso de salto alto, podem danificar mais facilmente o produto, provocando riscos e furos. Por essa razão, a maioria dos fabricantes indica o piso vinílico em manta para espaços como dormitórios infantis e áreas de baixa circulação. A manta vem nas mais diversas variedades de impressão, podendo imitar piso cerâmico, piso de taco de madeira, piso de granilite, entre outros. No entanto, não possui textura em relevo e o acabamento é feito com uma capa lisa. Nesse padrão, o piso vinílico é um pouco mais resistente do que o anterior. Os formatos variam conforme o fabricante, mas são facilmente encontrados padrões de placas iniciando em 30x30 cm até 100 x100 cm. Esse modelo, assim como o em manta, não possui aplicação de textura em relevo. O acabamento é simples, no entanto, trata-se de um material mais rígido e, dependendo do impacto sobre ele, pode sofrer fissuras. Ele também está entre os tipos de menor custo para investimento. O piso vinílico em régua colada é flexível, mas possui alta resistência. Diferente da placa e da manta, ele suporta bem as movimentações que podem ocasionar riscos ou furos. É um produto com maior rigidez e seu acabamento também é de melhor qualidade em relação aos anteriores. Esse padrão já possui a aplicação de texturas em relevo, que no caso de pisos imitando o amadeirado, o deixa bastante próximo de um aspecto original. É a evolução do modelo anterior. Nesse padrão, o piso vinílico também possui a característica de régua flexível, com a aplicação de textura em relevo em excelente acabamento de superfície. O diferencial fica por conta da sua instalação, feita através de um sistema de encaixe do tipo macho - fêmea. Esse tipo de encaixe proporciona maior qualidade estética e funcional do acabamento. Em relação aos anteriores, este possui algumas vantagens em especial: a primeira é que, por não utilizar cola ou adesivos, dispensa o período de secagem para a utilização, assim que instalado já pode haver circulação sobre ele; a segunda é que as peças não sofrerão o deslocamento em função de choques de temperatura, umidade ou imperfeição na superfície do piso em que foi assentado; por último, ele permite ser removido sem possíveis danos às peças e ser reaplicado em outro local. Com essas vantagens, você já deve ter percebido que o preço desse produto é maior do que os modelos anteriores, mas, ainda assim, é o mais vantajoso em termos de qualidade, sendo um ótimo substituto do piso em madeira e do piso porcelanato. Imagine um cliente chegando até você e solicitando um projeto de reforma em que será preciso trocar o piso. Quão trabalhoso será remover um piso cerâmico, em porcelanato, ou até mesmo de madeira antiga, não é? É nesse momento que o piso vinílico entra como um aliado na agilidade e qualidade de solução, pois, de um modo simples e rápido, podem ser aplicados sobre pisos existentes facilmente. No entanto, para ser aplicado sobre outros pisos, é preciso conferir o nivelamento, dado que possíveis ondulações poderão trazer um prejuízo em sua aplicação, pelo fato de possuir um limite de flexibilidade que não se adequa a determinadas imperfeições e buracos. A presença de desnível na superfície em que ele será aplicado, pode ainda ocasionar o deslocamento de placas, réguas e da manta, mesmo que sejam colados. A segunda questão a se considerar, seja na aplicação em contra piso ou piso existente, é a limpeza da superfície, principalmente nos tipos que são aplicados com cola e adesivos. Como você pôde observar, são quatro tipos diferentes de piso vinílico e, portanto, há particularidades na instalação de cada um. Nos três primeiros modelos: em manta, em placa e em régua colada, a fixação pode ser feita tanto sobre um contrapiso de concreto, quanto sobre um piso existente. Estes possuem também boa aderência sobre a cerâmica e pedras polidas. Algumas placas e réguas são autocolantes, ou seja, possuem uma película adesiva na face a ser aplicada. Em outros casos, é preciso passar uma cola para fixação e o ideal, nesse caso, é aplicar a cola conforme o assentamento das peças, visto que existe um limite de contato dessa cola com o ar, que é em média 30 minutos para que ela desempenhe uma boa aderência. Já quando se trata do piso vinílico tipo click, é necessário somente promover o encaixe da peça sem o uso de cola ou adesivos. Além destas recomendações, é fundamental, assim como em qualquer piso, projetar a paginação da instalação para o melhor efeito estético e para evitar desperdício de material. Seu acabamento final também requer a aplicação de rodapé. A versatilidade deste material permite outros usos criativos, seja em ambientes residenciais, comerciais ou corporativos. Por se tratar de um produto desenvolvido especialmente para os interiores, pode ser aplicado também em paredes, de preferência os formatos em placas e réguas coladas. Com a paginação idealizada pelo profissional, pode-se criar efeitos de continuidade entre piso e parede. As peças em régua podem ser utilizadas para criar cabeceiras e painéis variados, desde que, assim como na superfície do piso, sejam aplicadas sobre áreas niveladas e limpas. A vantagem da aplicação do piso vinílico em paredes além de um ambiente esteticamente diferenciado, são as propriedades térmicas já mencionadas, tornando o espaço mais aconchegante. Uma última possibilidade de aplicação é nos forros. Atualmente alguns fabricantes já têm desenvolvido produtos com acabamento especialmente para a aplicação em forros de ambientes internos. Apesar de mencionarmos que sua aplicação é de maneira simples, o ideal é sempre realizá-la através de um profissional capacitado para garantir a qualidade no acabamento e prevenir as eventuais situações, como o descolamento de réguas aplicadas em paredes. Assim como todo o produto, o piso vinílico possui suas vantagens e desvantagens de aplicação a depender da finalidade do projeto e do ambiente. ✔️ São superfícies antialérgicas; ✔️ Possui variedade de padrões; ✔️ Possibilita diferentes tipos de aplicação; ✔️ Possui tipos com grande resistência à impactos; ✔️ Possui diferentes texturas e acabamentos; ✔️ Propicia conforto térmico e acústico; ✔️ É um produto de baixo custo se comparado às madeiras naturais, pedras e porcelanatos; ✔️ É de rápida e fácil instalação; ✔️ A limpeza é simples; ✔️ É de fácil manutenção; ✔️ Pode ser aplicado sobre pisos existentes; ✔️ É produzido em espessura compatível para aplicação em pisos existentes sem comprometer a abertura de esquadrias. ❌ As variações bruscas de clima podem ser agressivas à propriedades vinílicas ocasionando, por vezes, a expansão e retração do produto prejudicando a estética; ❌ Não é indicado para áreas molhadas como banheiros e lavanderias; ❌ Não é indicado sua aplicação em garagens; ❌ É um produto somente de uso interno, não sendo indicado para áreas externas no geral; ❌ Não deve ser aplicado em varandas abertas de apartamentos; ❌ Sua durabilidade é inferior aos pisos de porcelanato, madeiras naturais e cerâmicas, tendo em média 15 anos de vida útil; ❌ Possui menor resistência à riscos e furos do que pisos laminados, porcelanatos e cerâmicas; ❌ As cores do produto podem desbotar com a incidência direta e constante da luz solar; ❌ Ainda que o produto tenha boa resistência à umidade, não deve ficar submerso ou com pontos de água parada; ❌ Necessita de nivelamento para aplicação em pisos existentes que possuam irregularidades; ❌ Para um acabamento de qualidade é indispensável que a aplicação seja feita por mão de obra especializada. Pensando em facilitar a vida do profissional arquiteto, engenheiro e designer de interiores, desenvolvemos essa calculadora de piso online 100% gratuita para auxiliar no cálculo da quantidade de piso e revestimento para seu projeto e obra. Tenha uma estimativa da quantidade de peças, argamassa e rejunte em apenas alguns segundos. Faça sua simulação agora mesmo: Agora que você já conhece todas as possibilidades de aplicações, vantagens e restrições do piso vinílico, basta adequá-lo às necessidades dos seus projetos e clientes. www.interfloor.com.br www.pequenasreformas.com.br www.acarneirohome.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/planejamento-de-obras Title: Planejamento de obras: o guia para garantir o sucesso da sua obra Meta Description: Aprenda a elaborar um planejamento de obras efetivo. Descubra como essa ferramenta pode te ajudar a prever e mitigar riscos, mantendo seu e dentro do orçamento e prazo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/planejamento-de-obras ## Headings Structure: H1: Planejamento de obras: o guia para garantir o sucesso da sua obra H2: A importância do planejamento de obras para o sucesso do projeto H2: Etapas essenciais no planejamento de obras: do conceito à execução H3: Entenda quais as expectativas em relação ao projeto H3: Faça o estudo de viabilidade H3: Elabore o orçamento da obra H3: Cronograma físico-financeiro H3: Monitoramento das atividades H2: Definindo objetivos e metas no planejamento de obras H2: Cronograma de obras: como criar um cronograma realista e eficiente H3: Definição de metas‍ H3: Listar atividades H3: Organização de atividades H3: Atribuir recursos H3: Monitorar o progresso H2: ‍Gerenciamento de recursos no planejamento de obras: materiais, mão de obra e equipamentos H3: ‍Conheça seus Fornecedores H3: Gestão de estoque H3: Capacitação da mão de obra H2: ‍Planejamento de obras para mitigar riscos e imprevistos H3: Estudo preliminar‍ H3: Elaboração de um plano de gestão de riscos H3: Controle rigoroso H3: Flexibilidade‍ H3: Comunicação regular faz a diferença H3: Investimento em capacitação e segurança do trabalho H2: Tecnologia é sua melhor amiga nesse momento H3: Conheça a ferramenta de planejamento de obras da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Planejamento de obras: o guia para garantir o sucesso da sua obra H2: A importância do planejamento de obras para o sucesso do projeto H2: Etapas essenciais no planejamento de obras: do conceito à execução H3: Entenda quais as expectativas em relação ao projeto H3: Faça o estudo de viabilidade H3: Elabore o orçamento da obra H3: Cronograma físico-financeiro H3: Monitoramento das atividades H2: Definindo objetivos e metas no planejamento de obras H2: Cronograma de obras: como criar um cronograma realista e eficiente H3: Definição de metas‍ H3: Listar atividades H3: Organização de atividades H3: Atribuir recursos H3: Monitorar o progresso H2: ‍Gerenciamento de recursos no planejamento de obras: materiais, mão de obra e equipamentos H3: ‍Conheça seus Fornecedores H3: Gestão de estoque H3: Capacitação da mão de obra H2: ‍Planejamento de obras para mitigar riscos e imprevistos H3: Estudo preliminar‍ H3: Elaboração de um plano de gestão de riscos H3: Controle rigoroso H3: Flexibilidade‍ H3: Comunicação regular faz a diferença H3: Investimento em capacitação e segurança do trabalho H2: Tecnologia é sua melhor amiga nesse momento H3: Conheça a ferramenta de planejamento de obras da Vobi H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Iniciar uma obra sem estabelecer prazos bem definidos para os processos envolvidos na construção, é a receita perfeita para o desastre. Muitos imprevistos podem e vão ocorrer ao longo dessa jornada e contar com a sorte pode tornar o processo muito custoso e levar a atrasos que não vão agradar ao cliente. Felizmente existem estratégias que podem te ajudar a organizar e antecipar as ações necessárias para a execução de um projeto, visando a otimização de processos e a redução de imprevistos. A essa ferramenta damos o nome de: planejamento de obras. Seu principal propósito é garantir a entrega de um projeto dentro do prazo, dentro do orçamento e de acordo com as especificações definidas. Parece o sonho de todo profissional da construção civil, não é? No entanto, para realizar um planejamento de obras efetivo e realista é necessário algumas etapas que envolvem o planejamento e gerenciamento de recursos, mão de obra e tempo. Mas não se preocupe, nessa leitura, vamos te ajudar com as principais dúvidas que podem surgir nesse momento, como: De acordo com um estudo realizado pela UFRGS, a falta de planejamento emerge como o segundo maior obstáculo para a execução eficiente das tarefas na construção civil. É um indicativo claro de que um planejamento inadequado pode resultar em dificuldades significativas na condução de um projeto. Essas dificuldades estão frequentemente ligadas a custos, desperdícios e atrasos indesejados. Os custos envolvem várias facetas, desde a aquisição de materiais que acabam sendo desperdiçados até a contratação de mão de obra que fica ociosa devido a obstáculos inesperados, como a falta de material. Sem um planejamento correto que considere todas as especificações e detalhes do projeto, pode ser difícil avaliar a quantidade correta de cada material necessário. Isso pode resultar na compra de mais materiais do que o necessário ou de materiais incompatíveis com as necessidades da obra, o que leva ao seu desperdício. Não podemos deixar de salientar que atrasos são comuns quando não existe um planejamento de obras adequado, e este talvez seja um dos fatores que mais causam estresse, muitas vezes com consequências financeiras e legais graves. Para evitar esses problemas na sua obra, é necessário elaborar um planejamento de obras efetivo e realista, mas como isso pode ser feito? Elaborar um planejamento estratégico para uma obra exige uma série de componentes fundamentais que servem para combinar as demandas e aspirações do projeto, aliadas à assertividade de cada medida tomada. A seguir, listamos quais são esses componentes primordiais na formulação de um bom planejamento de obras, confira: Tenha alinhado com o cliente quais são suas expectativas com o projeto, tenha uma visão clara dos objetivos, da qualidade esperada, dos prazos e do orçamento disponível. Assim, com a visão alinhada com a do cliente, fica mais fácil elaborar um planejamento de obras que atenda às exigências. Essa fase consiste em uma avaliação detalhada para determinar se o empreendimento é exequível tanto do ponto de vista técnico quanto legal. Neste estágio, é necessário reunir todas as informações pertinentes à construção do projeto, incluindo uma análise de mercado. Essa avaliação nos dá um panorama sobre o orçamento requerido para cobrir todas as despesas associadas à obra. Além disso, avalia a capacidade da sua empresa em realizar o projeto dentro das normas legais e técnicas estabelecidas. A etapa de orçamento de obra é fundamental em um projeto de construção. Essa fase é iniciada assim que a viabilidade do projeto é confirmada e a decisão de avançar é tomada. Este é o momento de detalhar os custos envolvidos na execução do projeto. Ao elaborar um orçamento para uma obra, vários fatores devem ser considerados. Inicialmente, temos os custos de materiais, de mão de obra e os custos indiretos. Além disso, é prudente colocar um fundo de contingência para cobrir possíveis imprevistos. Finalmente, a margem de lucro deve ser incorporada ao orçamento para garantir a rentabilidade do projeto. E apesar de aparentar ser um bicho de sete cabeças, calcular os lucros de sua obra pode ser bem mais fácil do que você imagina. Para isso existe a ferramenta de Retorno do Investimento, também conhecida como ROI é uma medida comumente utilizada para avaliar o lucro de um investimento. O cálculo é simples e ajuda a entender qual foi o lucro obtido em relação ao investimento inicial. A fórmula para calcular o ROI é: ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL‍ Na prática, vamos supor que seu negócio tenha feito um investimento inicial de R$200.000 em uma obra e, após a conclusão do projeto, o valor de venda tenha sido R$300.000. O ganho obtido é a diferença entre o valor de venda do imóvel e o investimento inicial, ou seja, R$300.000 - R$200.000 = R$100.000. Aplicando o ROI, teremos ROI = (100.000 – 200.000) / 200.000 O resultado é 0.5, o que indica que o retorno foi de 50% do investimento inicial. Portanto, para cada R$1,00 investido na obra, houve um retorno de R$1,50. Muito simples não é? Essa etapa serve para visualizar as tarefas a serem realizadas, seus prazos e os custos associados, o que ajuda na hora de tomar decisões e no controle do fluxo de caixa. Primeiramente, é necessário ter uma Estrutura Analítica de Projetos (EAP), onde todas as tarefas da obra estão devidamente identificadas e organizadas. Com base nessa estrutura, estabelece-se a sequência e a duração de cada atividade, considerando-se as dependências entre elas. Em seguida, é preciso associar cada atividade a um custo, que pode ser determinado a partir do orçamento detalhado da obra. Isso inclui custos de materiais, mão de obra, equipamentos, entre outros. Agora que o cronograma com prazos e tarefas já foi estabelecido, resta acompanhar e avaliar o andamento do processo para garantir que o projeto avance conforme o planejado, tanto em termos de cronograma quanto de orçamento. Vale ressaltar que por mais condizente com a realidade o cronograma esteja, mudanças ao longo do processo construtivo podem e vão ocorrer. Por isso é necessário fazer revisões periódicasa fim de detectar falhas e gargalos logo no início e encontrar soluções. Definir metas e objetivos é o caminho para entregar obras no prazo e nas condições estabelecidas. Esses objetivos orientam todas as ações e decisões tomadas durante o projeto. Portanto, ao estabelecer metas para oba, lembre-se da ferramenta S.M.A.R.T, uma ferramenta amplamente usada no gerenciamento de projetos. Quando destrinchadas, as palavras em inglês podem ser traduzidas como Specific (Específico), Measurable (Mensurável), Achievable (Atingível), Relevant (Relevante) e Time-bound (Temporal). Portanto: Específico: O objetivo deve ser claro e bem definido. Por exemplo, "Concluir a instalação elétrica até a data X" é uma meta específica, enquanto "Fazer progresso na instalação elétrica" é vaga. Mensurável: Você precisa ser capaz de medir o progresso em direção ao objetivo. No exemplo anterior, você pode medir a meta verificando se a instalação elétrica foi concluída na data estipulada. Atingível: A meta deve ser realista, dada a equipe, os recursos e o tempo disponíveis. Relevante: A meta deve estar alinhada com os objetivos centrais da obra. Temporal: A meta deve ter uma data limite para a conclusão. Tomar decisões com base nessa ferramenta leva a um melhor planejamento, execução e a um maior sucesso na realização das metas. Pense nisso! O cronograma de obras é importante para qualquer processo construtivo pois permite que você organize e gerencie todas as atividades, garantindo que o projeto seja concluído dentro do prazo e do orçamento previstos. Listamos algumas etapas que você pode seguir para criar um cronograma de obras que funcione na prática: Estabeleça metas claras para o projeto. Saber o que você espera alcançar e quando deseja alcançá-lo ajuda a definir o escopo do projeto e as expectativas para a equipe. ‍Identifique todas as tarefas que precisam ser realizadas e quanto tempo cada uma delas deve levar. Isso inclui todas as fases do projeto, desde a preparação do local até a construção e os toques finais. ‍Organize as atividades em uma sequência lógica. Algumas tarefas não podem começar até que outras sejam concluídas, então planeje de acordo. ‍Decida quais recursos (pessoal, equipamentos, materiais) serão precisos para cada atividade e assegure-se de que estarão disponíveis quando necessários. ‍Ao longo do projeto, monitore o progresso e compare-o com o cronograma. Se as atividades estiverem atrasadas, você precisará ajustar o cronograma ou encontrar maneiras de voltar ao prazo original. Fazer um bom planejamento de obras envolve também gerir corretamente os recursos e mão de obra e equipamentos. Para fazer isso considere algumas estratégias que podem te ajudar nesse momento, como: ‍Escolher fornecedores confiáveis e de alta qualidade é importante. Eles devem ser comprometidos em entregar os materiais necessários no tempo certo e a um preço razoável. ‍Ter um sistema eficaz de gerenciamento de estoque ajuda a evitar a falta ou o excesso de materiais. O monitoramento contínuo do uso de materiais também é essencial para identificar e resolver qualquer problema de desperdício. ‍A mão de obra deve ser devidamente treinada para ser produtiva e realizar tarefas com  segurança. Investir em treinamento e desenvolvimento de habilidades pode melhorar significativamente a qualidade do trabalho. Imprevistos acontecem e os riscos são inerentes a qualquer projeto de construção. Desde atrasos na entrega de materiais, condições climáticas adversas, problemas de mão de obra até problemas técnicos inesperados, todos esses elementos podem perturbar a execução de uma obra. No entanto, é possível minimizar a probabilidade e o impacto dos imprevistos, garantindo que o projeto permaneça no prazo e dentro do orçamento, e essas dicas podem te ajudar com isso: Antes de qualquer coisa, é fundamental realizar um estudo detalhado do local da construção, avaliando as características do solo, a topografia, a facilidade de acesso e outros fatores que possam impactar a obra. Esta análise preliminar permitirá a identificação de possíveis desafios e a preparação de soluções apropriadas. ‍O plano de gestão de riscos é um documento detalhado que identifica todos os riscos potenciais associados ao projeto, classifica-os em termos de probabilidade de ocorrência e impacto potencial, e descreve medidas para mitigar ou responder a esses riscos. O plano deve ser revisado ao longo do projeto. ‍Um planejamento detalhado do cronograma de trabalho é essencial para garantir que todas as atividades sejam realizadas na sequência. Este planejamento deve prever prazos para a entrega de materiais, contratação de mão de obra e execução das tarefas. Além disso, um controle rigoroso e frequente deve ser realizado para garantir que o projeto esteja progredindo conforme o planejado. Mesmo com um planejamento rigoroso, imprevistos acontecem. Por isso, é importante que o planejamento seja flexível o suficiente para adaptar-se às circunstâncias. Isso engloba a reorganização do cronograma de trabalho, a realocação de recursos ou a revisão de métodos de trabalho. ‍A comunicação clara e regular entre todas as partes envolvidas na obra é necessária para a identificação e resolução rápida de problemas. Essa comunicação deve incluir a equipe de gerenciamento do projeto, os trabalhadores, os fornecedores de materiais e os demais interessados. ‍A mão de obra capacitada é mais produtiva e comete menos erros, além de estar mais apta para lidar com imprevistos. A segurança no trabalho não só previne acidentes como também evita atrasos e custos adicionais causados por esses acidentes. ‍A utilização de plataformas de gerenciamento de projetos e construção, como a Vobi, pode melhorar significativamente o gerenciamento de recursos e mão de obra. A ferramenta de Planejamento de Obras da Vobi oferece uma abordagem abrangente para garantir que seus projetos de construção sejam executados de maneira eficiente, evitando atrasos e otimizando o uso de recursos. Com funcionalidades avançadas, essa plataforma proporciona um planejamento 10 vezes mais preciso, trazendo confiabilidade às estimativas de prazo final da obra. Tenha uma visão precisa do tempo necessário para cada etapa da construção. Ao preencher a duração estimada de cada fase e estabelecer a data de início, a plataforma automaticamente calcula a data de conclusão de cada etapa, proporcionando uma visão clara e detalhada da duração total do projeto. A integração automática com o orçamento é outro diferencial significativo da Vobi. Essa funcionalidade permite uma estimativa mais realista da obra, proporcionando visibilidade sobre a duração de cada item no orçamento. A sincronização entre o planejamento e o orçamento oferece uma compreensão completa e conectada das diversas facetas do projeto, contribuindo para uma gestão financeira mais precisa. A atribuição de responsáveis também é simplificada: adicionar os responsáveis para cada nível ou item do planejamento possibilita um controle mais eficaz das responsabilidades da equipe. Essa funcionalidade contribui para a transparência organizacional e facilita a comunicação interna, garantindo que cada membro da equipe esteja ciente de suas responsabilidades específicas. Além disso, a Vobi oferece a opção de compartilhamento fácil do planejamento com o cliente por meio do Portal do Cliente. Essa funcionalidade proporciona visibilidade do andamento da obra para o cliente, promovendo um ambiente profissional e transparente. O acesso simplificado às informações do projeto ajuda a construir confiança e estabelecer uma comunicação eficiente com os clientes. Em resumo, a ferramenta de Planejamento de Obras da Vobi vai além das expectativas, proporcionando um planejamento altamente preciso, integrado ao orçamento, com atribuição de responsáveis eficiente e a capacidade de compartilhar informações de forma fácil com os clientes. Essas características contribuem para o sucesso do projeto, evitando atrasos, otimizando recursos e promovendo uma gestão de obras mais eficaz. Agora que você compreende todos os pontos a serem considerados nessa etapa e está preparado para realizar seu próprio planejamento, o que está esperando para começar a utilizar a Vobi? Solicite já o seu convite e acompanhe todo o andamento da sua obra em um só lugar. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/plano-de-marketing-digital-por-que-voce-precisa-de-um Title: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? Meta Description: Documente seus objetivos de marketing, envolvendo as estratégias, cronogramas, canais e orçamentos. Leia as 5 razões para ter um plano de marketing digital. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/plano-de-marketing-digital-por-que-voce-precisa-de-um ## Headings Structure: H1: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H2: Afinal, o que é um plano de marketing digital? H3: 1. Diagnóstico H3: 2. Planejamento H3: 3. Mensuração de dados H2: Do que é composto um plano de marketing digital H3: Marketing de conteúdo H3: E-mail marketing H3: Anúncios H3: SEO - Otimização para motores de busca H2: 5 Razões para ter um plano de marketing digital H3: 1. Alcance do seu público-alvo e personalização H3: 2. Reconhecimento de marca H3: 3. Economia e assertividade H3: 4. Manter-se criativo H3: 5. Maior flexibilidade H3: 6. Ter um cronograma H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H2: Afinal, o que é um plano de marketing digital? H3: 1. Diagnóstico H3: 2. Planejamento H3: 3. Mensuração de dados H2: Do que é composto um plano de marketing digital H3: Marketing de conteúdo H3: E-mail marketing H3: Anúncios H3: SEO - Otimização para motores de busca H2: 5 Razões para ter um plano de marketing digital H3: 1. Alcance do seu público-alvo e personalização H3: 2. Reconhecimento de marca H3: 3. Economia e assertividade H3: 4. Manter-se criativo H3: 5. Maior flexibilidade H3: 6. Ter um cronograma H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H4: Marketing para arquitetos: como adquirir clientes ativamente para o seu escritório H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Os negócios de arquitetura e construção precisam oferecer o serviço de profissionais especializados como também vender projetos, isto significa, que o foco principal é a venda. Para isso, é necessário que os profissionais invistam em marketing e tenham um plano de marketing digital estruturado. Dado que, a partir desse planejamento é feito a estratégia de comercialização dos seus produtos e serviços. As estratégias em marketing digital geram retornos mais significativos comparados ao marketing tradicional - são econômicas e atingem um público amplo. Além do mais, o marketing digital é capaz de ajudar profissionais a perceberem o seu valor e as oportunidades de crescimento. Muitos profissionais não documentam as ações e estratégias e isso é um erro. É preciso um passo a passo claro para atingir as metas do seu negócio. Acompanhe os próximos tópicos e entenda um pouco mais sobre a importância de ter um planejamento de marketing digital: Um plano de marketing digital é a estruturação, em um documento, dos objetivos, do planejamento de estratégias e de ações de marketing. Nele é necessário justificar o motivo de tais estratégias e como conseguir alcançar os objetivos que foram definidos, bem como definir o que se quer conquistar, a quem a comunicação deve se dirigir e como as ações serão efetuadas. Separamos alguns pontos importantes na hora de desenvolver um plano de marketing digital: Na fase de pesquisa, é importante obter o máximo de informações possíveis sobre o seu desempenho atingido nos últimos meses. Leve em consideração o que você é atualmente, o que faz e a razão de ser. Avalie os resultados positivos e negativos da sua marca. Responda a pergunta: o que pode ser mudado? Entenda a situação do mercado atual e as soluções que a concorrência produz, para assim, melhorar os seus produtos e serviços e beneficiar-se de quaisquer oportunidades identificadas. Conheça em detalhes o seu público-alvo para ser assertivo na linguagem e criação de conteúdo a ser produzido. Em relação ao ambiente online, identifique em quais plataformas você está tendo presença e quais estão dando retorno. Algumas mídias sociais, como Instagram e Facebook, já divulgam seus próprios dados analíticos que podem ser úteis nessa fase. Sites como SEMrush e Sistrix também disponibilizam essas análises. Entender o que foi feito até o momento em detalhes, permitirá a definição dos objetivos a serem alcançados por meio do plano de marketing, bem como, a clareza do orçamento destinado para execução. Os objetivos do marketing digital são aqueles que irão corroborar para que os objetivos do negócio sejam alcançados. Por exemplo: seu objetivo do marketing digital é obter mais leads através da presença online, pois o seu objetivo comercial consiste em aumentar o volume de projetos de interiores. Depois do objetivo definido, o próximo passo, então, é definir as estratégias e táticas para atingi-lo. Um exemplo de estratégia pode ser o reconhecimento de marca no Instagram e um exemplo de tática é a criação de uma postagem por dia no feed e a promoção de anúncios. Na fase de planejamento, é hora de alinhar orçamentos e prazos. Também é nesse momento a definição do tom de voz, ou seja, a personalidade que será expressado através dos canais digitais. Ela deve ser igual em todas as mídias sociais, nos e-mails, como também, na interação com os clientes. A consultora Camila Renaux define tom de voz como: A partir disso, é hora de configurar os perfis nas redes sociais, planejar quais as tarefas, quais são as pessoas que irão ficar responsáveis e quais ferramentas serão necessárias para execução. Na fase de planejamento, também é necessário a definição de como será feito o monitoramento de resultados após a execução das ações. A preparação de modelos de relatórios Dashboard é imprescindível para acompanhar as métricas. Esses relatórios consistem em substituir várias planilhas pela centralização de dados através de imagens e gráficos. Através de um Dashboard, é fácil obter em um só lugar, resultados simplificados sobre campanhas do Instagram, Facebook, Youtube, Google Ads, SEO, entre outros. Algumas plataformas de análise disponibilizam o modelo como o Google Data Studio, DashGoo e Keep.i. Como visto antes, é preciso planejar relatórios sobre as campanhas, mas você entende o porquê? A análise serve para identificar qual canal e/ou ações específicas estão gerando melhores resultados para as vendas. Ou seja, serve de norte para melhoria e assertividade das ações. Existem muitas métricas que podem ser analisadas, as mais utilizadas são: ✅ Número de visitantes ✅ Número de conversões ✅ Taxa de abertura (e-mail marketing) ✅ Taxa de clique (e-mail marketing) Conheça algumas das estratégias que comunicam mensagens de diferentes formas: O marketing de conteúdo tem a finalidade de atrair clientes, educá-los e conquistar leads através de informações interessantes. Ele é capaz de aumentar o público-alvo, desenvolver uma relação de fidelidade e conquistar clientes antigos. Esse tipo de marketing pode ser feito através de postagens em blog, boletins informativos, guias de instruções, webinares, entre outros. Através de e-mail marketing é possível enviar conteúdos criativos para o público-alvo. Há plataformas online que oferecem o serviço para que você desenvolva campanhas de forma facilitada, sem necessidade de conhecimentos técnicos em codificação. Conheça o MailChimp, a plataforma que automatiza o seu e-mail marketing: Os anúncios online podem ajudar a aumentar o tráfego para sua página e você pode acompanhar como os esforços estão sendo eficazes. Conheça alguns deles: A cada clique dado no anúncio, um valor é descontado. Entretanto, deve-se ter atenção sobre o investimento feito nessa modalidade. Ainda que seja uma estratégia mais benéfica, a atenção sobre os relatórios precisam ser constantes para, se for preciso, mudar os planos, caso seja necessário sem demais prejuízos. Nessa modalidade, é só criar o orçamento da campanha e o valor é descontado por usuário alcançado. As plataformas mais conhecidas para esse tipo de anúncio são o Facebook Ads e o Instagram Ads. O SEO é uma técnica focada em proporcionar uma ótima experiência de navegação para o usuário, solucionando o que ele está buscando, através da relevância do conteúdo na página do Google como também no próprio website. Há uma série de questões que consiste a técnica de otimização, conheça um pouco mais: Através dos algoritmos, o marketing digital tende a atingir as pessoas certas, aquelas que estão procurando os serviços, diferentemente do tradicional, que é visto por poucos em outdoors, comerciais de tv, etc. No digital, é possível segmentar os clientes por dados demográficos, de localização e até por leads mais qualificados. Através dessa identificação do público, é possível oferecer ofertas e anúncios específicos. Com essa personalização, o cliente se envolve com sua marca, aumentando a confiança e a fidelização. Quanto maior engajamento e posicionamento de conteúdo nos canais digitais, maior reconhecimento no mercado. Com a vantagem da mensuração de dados, é possível saber exatamente o quanto de pessoas foram alcançadas com as campanhas. Além de clientes fiéis, o reconhecimento é a garantia de mais recomendações e ampliação na carteira de clientes. Os feedbacks são excelentes para mostrar que sua empresa é confiável. As avaliações ajudam a criar uma reputação positiva. Os anúncios feitos em plataformas digitais possuem preços mais acessíveis do que nos canais tradicionais. Assim, o retorno do investimento é maior. Apostar nos anúncios do Instagram e Facebook é um bom investimento, mas não se esqueça que há outras formas de divulgação como: A Vobi conta com a ferramenta Meu Site, para você, arquiteto ou engenheiro, desenvolver um site completo, de forma descomplicada e rápida. Contando também, com uma variedade de recursos poderosos que o ajuda a ser encontrado online por meio de pesquisa. Nossos modelos são otimizados para SEO tornando mais fácil para o seu público ver o trabalho que você faz. Caso elas não utilizem as redes sociais, possivelmente tem um e-mail e certamente irão recebê-lo - diferentemente das redes sociais, onde existe um alcance determinado pelo algoritmo e nem todas as publicações chegam aos usuários. Além do mais, no marketing tradicional fica difícil acompanhar métricas. No marketing digital, é possível analisar os visitantes do site, os cliques em mídias sociais, as taxas de abertura de e-mail, entre outros. Como citado antes, é possível então, analisar quais campanhas estão funcionando e focar mais esforços. Cada canal possui sua particularidade e, por isso, deve-se criar conteúdos diferentes para envolver o público-alvo. Utilizar-se de vários recursos pode mantê-lo criativo. Pensar em vídeos, fotos, guias, e-books que atraiam clientes o deixarão ativo e empolgado. Criando um plano de marketing digital por períodos, é possível entender quais pontos deverão ser alterados e cortados para adaptar-se ao contexto. As campanhas voltadas para o marketing digital não são tão definitivas quanto às tradicionais. Altere-as quantas vezes for necessário. Distribua as ações em um calendário e considere datas ou períodos importantes para o seu negócio. O cronograma ajuda a definir as prioridades e controlar melhor as campanhas. Além do mais, garante que nenhum aspecto importante passe em branco, contribuindo assim, para uma melhor organização de sua equipe. A Vobi pode ajudar a crescer o seu negócio de arquitetura e construção: Somos uma plataforma SaaS com tudo o que é necessário para atrair e converter mais clientes, ou seja, um ecossistema completo capaz de reunir todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar. Te ajudamos a ampliar seus conhecimentos através da educação. Tenha acesso a diversos tipos de conteúdos como: marketing, vendas, mercado e gestão, criados com objetivo de te capacitar ainda mais. www.resultadosdigitais.com.br www.affiliategrandslam.com www.uaiz.opopular.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/planta-humanizada-no-autocad Title: Planta Humanizada no AutoCAD: Seis Passos Para Criar a Sua! Meta Description: Crie sua planta humanizada no AutoCAD em apenas seis passos e descubra ainda como editar e onde encontrar os melhores blocos humanizados para o seu projeto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/planta-humanizada-no-autocad ## Headings Structure: H1: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H2: Por que fazer uma planta humanizada no AutoCAD? H2: Passo a Passo para Criar sua Planta Humanizada no AutoCAD H3: 1. Iniciando a planta humanizada no AutoCAD H3: 2. Inserindo blocos para planta humanizada H3: 3. Inserindo hachuras do AutoCAD nos acabamentos H3: 4. Cota invisível H3: 5. Edição de texto H3: 6. Configurando o formato de impressão/pdf e o arquivo CTB H2: Onde encontrar blocos para planta humanizada no AutoCAD? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H2: Por que fazer uma planta humanizada no AutoCAD? H2: Passo a Passo para Criar sua Planta Humanizada no AutoCAD H3: 1. Iniciando a planta humanizada no AutoCAD H3: 2. Inserindo blocos para planta humanizada H3: 3. Inserindo hachuras do AutoCAD nos acabamentos H3: 4. Cota invisível H3: 5. Edição de texto H3: 6. Configurando o formato de impressão/pdf e o arquivo CTB H2: Onde encontrar blocos para planta humanizada no AutoCAD? H3: Continuar lendo H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Planta Humanizada: Guia Completo H4: Planta Humanizada: Guia Completo H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H4: Guia completo: blocos para AutoCAD H4: Guia completo: blocos para AutoCAD H4: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H4: Conheça as dicas para baixar AutoCAD: o software mais conhecido dos arquitetos H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H4: Modelo Padrão de Prancha para projeto de arquitetura e interiores H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A imagem de uma planta humanizada pode não ser uma novidade para você, talvez já tenha visto inúmeras propagandas digitais e panfletos de vendas por aí, mas ela também pode ser um diferencial para o entendimento do seu cliente. Se você é profissional da construção civil muito provavelmente tem familiaridade com o AutoCAD, afinal, ele é um dos softwares mais antigos (está há quatro décadas no mercado), porém, muitos o utilizam apenas como uma ferramenta de rigor técnico. Mas hoje, vamos te mostrar que o programa também possibilita o projeto falar por si só de uma forma mais dinâmica, através da elaboração de uma planta humanizada no AutoCAD. Para isso, preparamos um passo a passo simples de ser realizado para começar ainda hoje a melhorar a apresentação dos teus projetos. Vamos começar? Se você tem domínio do AutoCAD essa já é a vantagem número um, não precisa recorrer a diversos programas para entregar um projeto com melhor qualidade de apresentação no dia-a-dia. Porém, é importante saber que esse recurso de planta humanizada no AutoCAD não é adequado para todo tipo de serviço, o mesmo acontece para a planta humanizada no SketchUp ou uma planta humanizada no Revit.  É provável que você nunca utilize esses programas para gerar uma imagem de propaganda imobiliária, por exemplo, pois são imagens que requerem maior qualidade da expressão gráfica. Mas sem dúvidas, uma das vantagens de fazer uma planta humanizada no AutoCAD, é que ele dispõe de uma versão gratuita para estudantes vinculados à universidades, em qualquer estágio de formação. Em função disso, ele pode ser acessado por um maior número de pessoas de forma gratuita evitando a prática de pirataria. Essa é uma situação que não se repete com os softwares mais avançados em representação gráfica, além de não disponibilizarem a versão estudantil, os custos para manter uma licença são altos. Outra vantagem é a otimização do trabalho dentro do programa, você pode fazer a sua planta com blocos humanizados e utilizar esses mesmos blocos para graficar o projeto técnico, assim, ambas imagens ficam com uma qualidade superior de apresentação.  Agora que você já conhece algumas vantagens, vamos dar início ao passo a passo e para o melhor aproveitamento desse conteúdo, sugerimos que abra um projeto de um ambiente qualquer ou se preferir o desenhe. Queremos destacar que esse passo a passo foi realizado no AutoCAD 2019 na versão de língua inglesa, mas se você possui a versão em português não se preocupe pois a interface do programa é a mesma. Bom, antes comentamos sobre a vantagem de ter o seu trabalho otimizado ao criar uma planta humanizada no AutoCAD e fazer uso desse desenho para a planta técnica, sobre isso, um dos recursos do programa bem interessante de otimização é criação de um template. O template nada mais é do que um arquivo base no qual você pode salvar várias configurações que vão além da interface do programa. Pode salvar por exemplo: as penas com as configurações de linha para o seu projeto; as hachuras que configurou ou adquiriu de outro arquivo; os blocos para planta humanizada; o formato das pranchas e por aí vai. Então começando pelo template, depois de inserido e configurado tudo o que você deseja salvar para usar em outros projetos, vá até o ícone que administra o formato do arquivo, em Save As, e escolha a opção Drawing Template para salvar. Agora já pode usar esse arquivo para começar. Abra o template e inicie a criação do seu projeto, caso já o possua graficado, o transfira para a página do template, após, decida em qual escala irá apresentar a planta humanizada e inicie configurando os tipos de linha no campo Layer. Configure de forma separada as linhas para paredes, esquadrias, mobiliários, eletrodomésticos, hachuras, cotas, textos e vegetação/decoração. Além disso, configure ainda um layer chamado de revestimento, o qual você deve deixar com uma espessura menor que a da parede. A ideia de separar em layers cada grupo de itens facilita o trabalho de um modo geral na hora das configurações finais do arquivo. Agora chegamos na parte em que entender o funcionamento dos blocos no AutoCAD é essencial para facilitar a criação da sua planta. Você pode fazer o uso de dois tipos de blocos, ambos são possíveis de encontrar prontos ou então criar conforme a sua preferência. São eles os blocos comuns e os blocos dinâmicos, os dois modelos são editáveis, portanto, podem ser ajustados às necessidades de cada projeto. A diferença é que os blocos dinâmicos uma vez criados possibilitam os ajustes dentro da janela model, enquanto que o bloco comum te direciona para uma janela especial de edição. Outra diferença é que se você já precisou editar desenhos com hachuras, percebeu que ela não se movia junto com as linhas e o bloco dinâmico permite que você movimente a hachura que compõe o bloco no conjunto com as linhas. Isso é importante, pois, o efeito que te permite fazer a planta humanizada no AutoCAD é justamente a adição de hachuras aos blocos e superfícies, sobre elas falaremos mais adiante.‍ Para compor o layout você poderá começar desenhando a sua marcenaria principalmente em casos que ela possui maior detalhe ou então optar pela inserção de um dos tipos de blocos, aqui vamos trabalhar apenas com o bloco comum pois são os mais disponibilizados no formato humanizado. Para inseri-los há duas maneiras: vá até a caixa de ferramentas superior e expanda a aba Insert, clique na opção insert para inserir um bloco e assim abrirá automaticamente a janela para busca, mas se você já tiver inserido algum bloco ao desenho clique em More options para que a janela abra. Também existe o atalho no teclado para a mesma função dando o comando da letra I e em seguida a tecla Enter. No campo de busca procure o arquivo, se a visualização o mostrar no sentido contrário do que você precisa inserir é só habilitar em Rotation a opção Specify on-screen e ele entrará pronto para ser rotacionar no seu arquivo e aí é só colocar no ponto desejado no projeto. Outra maneira de inserir blocos é com o conhecido ctrl + C, ctrl + V, que facilita a inserção no caso de você possuir um único arquivo com vários blocos dentro e desejar inserir só alguns. Para isso basta abrir o arquivo dos blocos em uma janela em separado e aplicar o comando transferindo de arquivo os blocos. Agora para editar esses blocos, clique duas vezes sobre ele e você será direcionado para a aba de edição, onde pode realizar as modificações. Nessa aba é possível modificar cores, texturas, dimensões e linhas no geral. Também nessa mesma aba, em Authoring Palettes, você pode criar e editar os blocos dinâmicos. Sobre isso, se você quiser inserir um bloco dinâmico o caminho é o mesmo, para editar é que muda, você dá apenas um clique sobre o bloco e ele mostrará pontos nos cantos, nos quais clicando e arrastando dando a dimensão que você deseja ele transformará o bloco. Conforme mencionado no primeiro passo, trabalhar com as hachuras é o que dará a humanização propriamente dita aos blocos e às superfícies da planta. Para editar as hachuras de um bloco é necessário acessar a janela de edição através de um único clique sobre o bloco desejado. Feito isso, dê o comando H no teclado para abrir a janela de edição da hachura. Na imagem abaixo, já estão inseridos todos os blocos para gerar a planta humanizada no AutoCAD deste artigo. Repare que optamos de um modo geral por aplicar hachuras no estilo gradiente e sólido em uma escala de cores, mas você também pode usar blocos coloridos ou editá-los com cores de sua preferência. Perceba ainda, que o móvel de rack da TV e o tapete possuem duas hachuras distintas. Para criar esse efeito de sobreposição, inserimos aqui primeiro uma hachura de gradiente e em seguida aplicamos outra hachura sobre o mesmo perímetro, desta vez, em um padrão de linha e ajustado à escala conforme preferência. Se ao inserir, a hachura de linhas ficar por baixo do gradiente, é só selecionar a hachura de gradiente com o botão direito do mouse, ir na opção Draw order e depois Send to back e ela irá para baixo. Além disso, é importante lembrar de sempre colocar as hachuras de linha nos layers de hachura que você criar e os blocos como um todo na layer específica de mobiliário. Agora vamos inserir a representação do piso. Provavelmente você já percebeu que o programa dispõe de inúmeras opções de hachuras, mas nesse caso vamos mostrar como inserir um piso de réguas que pode representar os vinílicos ou laminados de maneira que possa ser dimensionado. Para isso, dê o comando H para abrir a caixa de edição das hachuras, em Hatch Pattern escolha a última opção do catálogo nomeada como USER e aplique a textura no perímetro desejado. Com a textura selecionada vá na barra de ferramentas e configure o distanciamento entre as linhas no ícone Hatch Spacing, nesse caso, aplicamos 0.17 m que é a dimensão de uma lateral da régua do piso vinílico do projeto. As linhas da hachura aplicada vem por padrão nesse sentido horizontal, para alterar é simples, basta ir até o campo Angle e digitar 90 referente aos graus e ela rotaciona para a vertical. Agora, vamos aplicar outra textura sobre esse mesmo perímetro para criar a sobreposição, que será no padrão gradiente. Após aplicada, com o botão direito do mouse selecione Draw Order e após clique em Send to Back. Feito isso, faremos o contorno do revestimento da parede para refinar a qualidade gráfica da planta. Se você desenhou as paredes linha por linha vai precisar que elas se transformem em polyline. Para isso, dê o comando BO no teclado selecione a opção Polyline e dê um clique dentro de cada grupo de parede, se ela estiver com todas as linhas bem conectadas, automaticamente se converterá. Depois é só dar um offset pelo comando O do teclado, direcionando o cursor para dentro da parede dando a dimensão de 0.025, se estiver trabalhando com a unidade em metros. É nessas linhas geradas pelo offset que você aplica o layer revestimento que solicitamos para criar lá no início deste passo a passo, lembrando que depois ele deverá ter uma espessura menor que a da parede para gerar o efeito desejado. Por fim, aplique uma hachura sólida no contorno interno gerado na parede para obter o resultado como o da imagem a seguir: Diferentemente de uma planta técnica, na planta humanizada as cotas aparecem sempre no interior do desenho, sem as linhas guias e é isso que iremos mostrar agora. Na aba de ferramentas em Annotative escolha uma das cotas existentes na escala em que você irá salvar ou imprimir a planta e em seguida vá até New para criar uma nova cota personalizada a partir desta. Nomeie a sua nova cota e clique em Continue. A janela que abrirá em seguida é a edição da cota propriamente dita, em Lines habilite todas as opções de Supress, com isso você irá suprimir todas as linhas da cota. Em seguida vá em Text e escolha a posição em que o texto deverá aparecer após a cota inserida. Nesse caso optamos pelo texto acima da linha de cota quando selecionamos a opção Above e ao selecionar At Ext. line 2 estamos informando ao programa que o número da cota deverá ficar na extremidade do segundo ponto clicado de cota. Nessa opção é onde você regula se quer o número aparecendo na direita, na esquerda ou centralizado. Com as configurações acima a cota aparecerá como na imagem que segue: Toda a planta contém informação sobre qual é o ambiente representado. Neste formato humanizado são utilizadas palavras simplificadas, note que suprimimos a palavra sala do ambiente, pois isso logo se subentende pela humanização. Para inserir o texto, vá na aba Home em seguida clique em Text e selecione a opção Multiple Text. Agora, clique sobre a planta e escreva o nome do ambiente. Automaticamente enquanto você escreve, abrirá na barra de ferramentas superior as opções para edição de texto. Nesse caso editamos apenas a escala do texto e o tipo de fonte. Esse é o último passo para a criação da sua planta humanizada no AutoCAD, no qual configuramos o tipo de arquivo que vamos gerar e também as configurações de cores de impressão e espessura de linhas. Em primeiro lugar configuramos a escala do desenho na janela do layout e depois abrimos o painel de impressão dando o comando ctrl P.  Optamos por converter o arquivo de DWG em PDF, em seguida escolhemos o tamanho da prancha em formato A4 e selecionamos a opção window para demarcar a porção de imagem que queremos que apareça na prancha. Com isso pronto, passamos para a configuração do arquivo CTB, é um passo importante pois é nele que você edita as configurações reais de apresentação da planta. Na aba Plot Style Table, selecione a opção acad.ctb, esse formato selecionado vem configurado para mostrar todas as cores de layers que você utilizou no arquivo Model. Assim poderá encontrá-las facilmente para edição. Antes de dar o próximo passo, para facilitar o trabalho transcreva em um bloco de notas o nome das layers, o número da cor correspondente que você criou no arquivo e a espessura que deseja dar a cada uma, depois utilize essa lista para configurar as layers no arquivo CTB. Para editá-lo, clique no ícone e a janela abrirá. Aqui por exemplo, selecionamos a color 20 que é a layer das paredes no nosso arquivo, decidimos que no arquivo final de apresentação ela aparecerá toda preta e não na cor alaranjada do layer usado para desenhar, para isso selecionamos em Color a cor Black, logo abaixo em linetype escolhemos o tipo da linha, Solid ou seja, contínua. Por último, em lineweight selecionamos a espessura que essa linha terá no arquivo final. Após concluir as configurações de layer que devem permanecer coloridas e as que devem ficar em preto, bem como com cada espessura e tipo de linha definidos, é só clicar em Save & Close. Por fim, na janela de impressão dê um preview para conferir se editou todas as layers do projeto e salve o arquivo. O resultado final da planta humanizada no AutoCAD  que você acompanhou através desse passo a passo é a imagem que segue. Antes mesmo de chegar aqui você já percebeu que lidar com os blocos humanizados no AutoCAD é tarefa fácil, você tem a liberdade de criar ou editar blocos prontos. Mas para facilitar o seu trabalho trouxemos alguns sites onde você encontra de forma gratuita blocos para download tanto humanizados como também blocos de boa qualidade para produzir sua humanização, começando pelo próprio site da Vobi que disponibiliza arquivos exclusivos de blocos humanizados para AutoCAD de forma gratuita. Depois temos os sites Cadblocos, Arq Online, Dimensions, Bibliocad e Construir que disponibilizam uma variedade de packs de blocos. Então agora que você já dispõe de todos os recursos para criar sua planta humanizada no AutoCAD é só começar. www.papodearquiteto.com.br www.qualificad.com.br www.arqonlinecursos.com.br wwww.cadblocos.arq.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/planta-humanizada-no-revit Title: Planta Humanizada No Revit, Um Passo A Passo Meta Description: Aprenda a criar uma planta humanizada no Revit, com esse passo a passo completo que inclui dicas de onde encontrar famílias gratuitas de qualidade para download Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/planta-humanizada-no-revit ## Headings Structure: H1: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H2: Vantagens de criar a planta humanizada no Revit H2: Passo a Passo para fazer uma planta humanizada no Revit H3: 1. Começando pelas configurações iniciais H3: 2. Criando materiais H3: 3. Editando paredes H3: 4. Editando o piso H3: 5. Inserindo os elementos de famílias Revit H3: 6. Editando os elementos de famílias H3: 7. Posicionando a representação H3: 8. Inserindo cotas internas H3: 9. Inserindo texto H3: 10. Formatação de apresentação H3: 11. Imprimir ou salvar em PDF H2: Onde encontrar blocos para planta humanizada no Revit H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H2: Vantagens de criar a planta humanizada no Revit H2: Passo a Passo para fazer uma planta humanizada no Revit H3: 1. Começando pelas configurações iniciais H3: 2. Criando materiais H3: 3. Editando paredes H3: 4. Editando o piso H3: 5. Inserindo os elementos de famílias Revit H3: 6. Editando os elementos de famílias H3: 7. Posicionando a representação H3: 8. Inserindo cotas internas H3: 9. Inserindo texto H3: 10. Formatação de apresentação H3: 11. Imprimir ou salvar em PDF H2: Onde encontrar blocos para planta humanizada no Revit H3: Continuar lendo H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H4: Planta Humanizada: Guia Completo H4: Planta Humanizada: Guia Completo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Com certeza você já ouviu falar do sistema BIM, ele funciona como um sistema de criação e gerenciamento de informação da construção. Hoje já existem vários softwares de BIM no mercado e o Revit é um deles. O ouro desses programas é que são capazes de integrar várias etapas de um projeto. A integração vai desde a graficação simples ao rigor técnico do detalhamento dos elementos que compõem o projeto, possibilitando ao mesmo tempo, realizar o cálculo de quantitativo dos materiais para orçamento. Com tantas vantagens técnicas de otimização do processo de criação de um projeto, é claro que ele tem se tornado o queridinho de muitos profissionais. E nesse artigo queremos te mostrar como fazer uma planta humanizada no Revit. Porém, por ser um software que apresenta maior complexidade para o uso, se você ainda não é familiarizado com a interface e os recursos básicos de modelagem, será um pouco difícil aplicar essa representação de cara em um projeto, mas calma! Esse não é o fim. A Autodesk, fabricante do produto, disponibiliza as instruções bem detalhadas para iniciantes no seu site, em um campo chamado de suporte e aprendizado, ainda assim, se por algum motivo você chegou até aqui querendo aprender a fazer planta humanizada e esse programa lhe parece difícil, nós também temos outros dois artigos de passo a passo para você criar a sua planta humanizada no SketchUp que é um programa bastante intuitivo ou criar uma planta humanizada no AutoCAD, que ainda é o programa mais conhecido entre os profissionais da área. Agora se você é do tipo iniciante curioso ou familiarizado e quer apostar suas fichas nessa belezinha de programa com uma surpreendente otimização de trabalho, então esse artigo veio para te ajudar a melhorar ainda mais a sua apresentação de projeto ao cliente. Vamos começar? O Revit faz parte do pacote de programas da empresa Autodesk, assim como o AutoCAD, uma das vantagens é poder utilizar a versão gratuita se você for estudante. O Revit é o que a gente espera de um programa inteligente, sua primeira vantagem é que ele gera e unifica todas as representações de projeto em um só arquivo e de forma simultânea. Um exemplo disso, é você começar a desenhar sua planta humanizada em representação de planta baixa e ao mesmo tempo ir anexando ou desenhando as famílias de mobiliário no 3D com um simples comando para trocar de vista. A segunda grande vantagem, é que todos os elementos criados ou inseridos se conectam, exemplo: você criou paredes e inseriu janela e porta e agora precisa fazer uma alteração de dimensão na porta, automaticamente a parede acompanha essa modificação. A terceira vantagem, é que a modificação feita em uma representação automaticamente também se altera nas demais, exemplo: a remoção de uma porta em vista em determinada face será também alterada em planta, corte, 3D e assim por diante. E tem mais! Outra vantagem para fazer sua planta humanizada no Revit, é que todos os elementos que são inseridos na representação são editáveis de forma técnica, através de tabelas contendo parâmetros com alto grau de precisão. Além disso, a interface do programa preza pela organização dos elementos de forma a otimizar o trabalho, com isso cada grupo de elementos com parâmetros parecidos são agrupados em famílias e podem ser salvos em um template para o uso em futuros projetos. Com tantas vantagens fica difícil não dar uma chance para iniciar a sua planta, então vamos ao passo a passo. Para o melhor acompanhamento desse conteúdo sugerimos que abra o arquivo em que deseja transformar em planta humanizada ou o desenhe antes de começar. Na aba lateral - navegador do projeto, expanda a aba Vistas e depois a aba planta de piso, por fim, escolha o nível (térreo, segundo pavimento, etc.) que deseja transformar. Vá até os ícones que estão na parte inferior da janela do programa e selecione o ícone Estilo Visual, dentro dele escolha a opção Realista, essa opção habilitada é que vai mostrar a representação real das texturas e cores trabalhadas em planta. No ícone ao lado, chamado de Nível de detalhe, selecione a opção de detalhe alto, essa opção dará refinamento aos detalhes dos elementos inseridos. Em opções de exibição de gráficos, você controla parâmetros como luz, sombra, entre outros. Aqui apenas habilitamos para o estilo realista a opção de mostrar aresta e suavizar linhas. Em Sombras habilitamos mostrar sombra do ambiente para um leve sombreado sobre as superfícies. Vamos começar pela criação dos materiais para a representação de planta humanizada no Revit, isso porque os materiais são essenciais na configuração dos demais elementos de projeto que serão comentados nos próximos passos. Lembrando que, todo e qualquer material é editável após a criação, então não se preocupe se você precisar mudar o material ao longo do projeto. Para criar ou editar um material existente, vá na aba de ferramentas superior em Gerenciar e clique no ícone Materiais. Você será direcionado para o navegador de materiais que já possui alguns modelos configurados e modelos que você tenha salvo em um template. Como já mencionado, o programa tem uma qualidade técnica de alta precisão para gerar desde o projeto ao orçamento, então observe quantas informações podem ser adicionadas a um material. Na aba Identidade, você configura o nome, o fabricante, custo, entre outros. Na aba de Gráficos é onde regulamos os padrões de preenchimento, por exemplo das paredes, como será visto em corte, em planta e etc. Nos interessa ainda a aba Aparência, que mostra como o elemento vai aparecer quando estiver na opção Realista, seja em planta, vista, corte ou 3D. Para exemplificar o processo, vamos criar um material de piso. Clique no ícone de criar e crie um novo material, dê nome ao seu material na aba Identidade, em seguida, na aba gráficos, em Sombreamento, coloque uma cor que aparecerá quando o projeto estiver na representação sombreada e, em padrão de superfície na aba primeiro plano na opção Padrão, você pode escolher uma hachura para o piso e, em Cor, a cor dessa hachura. Essa configuração com hachura é importante no caso de você preferir não inserir uma imagem de textura do material. Agora, para inserir uma imagem de textura vá na aba Aparência, em Genérico carregue a imagem de textura de piso que você tenha salvo no computador. Feito isso, clique sobre a imagem carregada para editar as dimensões da textura, a posição e parâmetro de repetição. Depois é só clicar em Ok e seu material está gerado. O procedimento para criar qualquer material é esse. Tendo ou não as paredes desenhadas até esse passo, o importante é saber configurar a sua composição para que ela apareça na cena de planta humanizada de forma adequada. Aqui havíamos criado uma parede genérica e na sequência fomos em Editar tipo, ao clicar se abrirá uma janela de edição, clique em Duplicar para criar uma nova parede para trabalhar com os parâmetros da sua planta humanizada. Para configurar as camadas da parede clique em Editar. ‍Nessa nova aba de Editar Montagem, você define as camadas que compõem a sua parede, define qual a função da camada por exemplo: estrutura, substrato, reboco e etc. Define também o material que se aplica nessa camada e a espessura dela. Na nossa parede genérica, a camada estrutura já vem adicionada, inserimos mais duas camadas de substrato para dar um efeito de contorno na planta. Para isso, vá em inserir e adicione uma camada de substrato acima e uma abaixo da camada de estrutura, controlando essa posição clicando em Acima /Abaixo. Ali na coluna material, ao clicar sobre o campo, você adiciona os materiais para cada camada, por exemplo: o caso mais interessante aqui é na camada de estrutura para inserir um material sólido. Para isso, vá na aba Aparência e coloque uma cor escura para a representação em planta humanizada. Nas espessuras das camadas trabalhamos com 15cm distribuídos entre as camadas. Com isso feito, é só dar Ok e a configuração já aparecerá nas representações. A edição de piso tem a mesma interface que a da parede, clique sobre o piso na representação, depois vá na caixa de ferramentas lateral em Editar tipo, depois em Editar e abrirá a janela de edição de camadas, as ordene conforme preferência de projeto e na camada de superfície é onde se aplica o material de piso. Agora você pode procurar pelo material criado no item materiais anteriormente. Por fim, é só dar ok em todas as janelas. Para inserir um elemento sejam eles da construção como janelas, portas, pisos ou mobiliário e decoração existem duas formas, a primeira é o famoso ctrl +C, ctrl +V de um arquivo que seja no formato .rvt. Já para os arquivos no formato .rfa, insira a família indo até a barra de ferramentas em Inserir e depois em carregar família. A família não aparece automaticamente na representação, feito isso você irá em Arquitetura, depois em Componente e em inserir componente, na aba lateral aparecerão todos os carregamentos e é só escolher o desejado. Para criar um elemento como um rack de sala, por exemplo, é só ir em componente e selecionar modelar no local, depois escolher a opção componente de gabinete. Outra opção ainda é inserir os blocos de SketchUp desde que salvos em 3D no formato .dwg. Para inserir esses arquivos, selecione a opção Importar Cad. Todos os elementos são editáveis, desde a inserção de um material que você tenha criado, exemplo: tecido para um sofá, até os detalhes e as dimensões. Ao clicar sobre o elemento inserido, nas ferramentas laterais em Editar tipo, você pode alterar a dimensão e os materiais. Ainda na janela de propriedade do tipo, mais abaixo você encontra a opção de editar os materiais que compõem a família, nesse caso em que estamos editando o sofá, ele possui dois materiais já como parâmetro, um se refere ao tecido no qual inserimos o material criado com textura, e o outro parâmetro é referente ao apoio do sofá em metal. Para alterar maiores detalhes basta dar dois cliques sobre o elemento e a aba de edição se abrirá. Ali também estão todos os parâmetros e ainda podem ser gerados novos. Nesse passo a passo vamos utilizar a planta de nível para a representação, o que não impede de utilizar o 3D passando um corte na horizontal. A planta deve estar no modo de exibição realista e com o nível de detalhe alto. As cotas em planta humanizada comumente aparecem internas e sem as linhas guias, para inserir este formato, dê o comando das letras di no teclado que abrirá na barra de ferramentas superior os modelos de cota, aqui escolhemos a linear, depois vá em editar tipo e abra a janela de propriedades do tipo, com diversos parâmetros para configurar. Primeiro duplique a cota e dê um nome. Agora vamos configurar os padrões gerais da cota: em tipo de sequência de cota selecione a opção ordenada, em controle de linha de chamada escolha a opção fixo para a linha de cota e em comprimento de linha de chamada coloque 1.000mm para a linha de chamada ficar invisível. Na opção de texto, edite o tamanho, aqui utilizamos 1.700mm, escolha a convenção de leitura que preferir, a fonte e depois em texto do plano de fundo selecione a opção transparente, para que o fundo do texto de cota não fique marcado. Por fim, na aba unidades primárias em formato das unidades você pode controlar a unidade (metros, centímetros, etc), se quer aparente a informação da unidade (m, cm, etc) e quantas casas decimais deseja mostrar. Feito isso vá em configurações de cota ordenada e clique em editar. Na janela que abrirá, você poderá escolher a posição e orientação do texto de cota que desejar.  Selecione tanto para visibilidade da origem e estilo de linha de cota a opção nenhum para ocultar as linhas guias da cota e dê ok em todas as abas. Agora cote as paredes internas normalmente e a cota aparecerá interna e sem as linhas. Vá até a barra de ferramenta superior na opção Anotar, clique no ícone do texto e você vai perceber que o programa tem a opção de texto sem a chamada de detalhe, aquele texto que usaremos para dar o nome ao ambiente, por exemplo. Já para as linhas de chamada há vários formatos, com dois segmentos, um segmento, curvo entre outros formatos, aqui aplicamos dois formatos de chamada: a de dois segmentos e a de um. Para editar o texto e a linha de chamada tenha um modelo de linha e texto já inseridos, depois vá na barra de ferramentas lateral em Editar tipo, na janela de edição em Gráficos você edita a linha de chamada, cor, espessura o distanciamento do texto em relação a linha e o detalhe de seta indicativa. Já em texto, você edita a fonte, tamanho e tipo. Antes de mais nada, oculte nas representações aquilo que não deseja exibir na apresentação, exemplo: os ícones que delimitam a área de desenho. Para isso, clique com o botão direito do mouse e selecione ocultar categoria. Agora vamos formatar a planta humanizada em escala para a apresentação. Para isso, vá no navegador do projeto, se ele não estiver aparecendo, clique com o botão direito do mouse e selecione essa opção, ele irá abrir em uma lateral do programa. Vá até a opção folha e insira nova folha, escolha o tamanho de folha, nesse caso vou utilizar a formato A1 template do programa mesmo, mas você pode carregar outros formatos. Depois selecione a representação que você trabalhou na planta humanizada no Revit, nesse caso foi o nível 1 e arraste para cima da folha e clique para soltar.  Com a planta inserida selecionada, vá à barra de ferramentas laterais e edite a escala da apresentação e sua planta humanizada no Revit estará pronta. O último passo são as configurações de impressão, para isso clique no ícone da impressora, selecione a impressora ou app de arquivo PDF. Depois abra o campo propriedades, em Geral escolha no campo Cor a opção cor para que seja impresso ou salvo colorido, depois na aba Layout escolha a orientação e formato da página de impressão, dê um Ok. Volte na janela anterior de impressão e na faixa de impressão escolha salvar a prancha toda ou apenas um pedaço da imagem, que foi o que fizemos aqui, selecionando a opção porção visível da janela e dê um ok, e está pronto. E o resultado final ficará como na imagem a seguir. Quando se trata do Revit, não procuramos por blocos humanizados, mas pelas chamadas famílias Revit, na prática são a mesma coisa que os blocos, mas levam esse nome em função dos grupos com parâmetros semelhantes no sistema BIM. Essas famílias se assemelham de certa forma com os blocos para SketchUp, elas já vem no formato 3D e são usadas também nos projetos 2D como é o caso dessa planta humanizada no Revit. Algo interessante é que o Revit aceita facilmente os blocos de SketchUp desde que convertidos para DWG antes de importar no Revit. Mas falando das famílias Revit, existem muitas plataformas online para adquirir essas famílias e vamos compartilhar aqui com vocês algumas que possuem arquivos gratuitos para download: Vitrine Revit com uma biblioteca mais voltada à interiores, além de disponibilizar ambientes montados para download; o site Família Bim, que tem famílias desde a decoração aos componentes de construção civil; a plataforma BIM BR que é uma plataforma nacional de famílias e componentes; a Bimobject que é uma plataforma internacional no idioma inglês; a plataforma National Bim Library com famílias de alta qualidade. Além desses sites, muito conteúdo é compartilhado em grupos de facebook para BIM e vinculado aos canais de youtube de profissionais que ofertam cursos do Revit. www.plataformabimbr.abdi.com.br www.nationalbimlibrary.com www.familiabim.com.br www.knowledge.autodesk.com www.arquitetoleandroamaral.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/planta-humanizada-no-sketchup Title: Planta Humanizada no SketchUp - Passo a Passo Meta Description: Aprenda a fazer uma planta humanizada no SketchUp com esse passo a passo descomplicado e ainda descubra onde e como escolher os blocos ideais para a modelagem Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/planta-humanizada-no-sketchup ## Headings Structure: H1: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H2: Vantagens de uma planta humanizada no SketchUp H2: Passo a passo para fazer uma planta humanizada no SketchUp H3: 1-  Posicionando a imagem em planta H3: 2- Parâmetros de configurações H3: 3-  Configurações finais da planta humanizada no LayOut H2: Escolhendo blocos para planta humanizada no SketchUp H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Aprenda o passo a passo para uma planta humanizada no SketchUp H2: Vantagens de uma planta humanizada no SketchUp H2: Passo a passo para fazer uma planta humanizada no SketchUp H3: 1-  Posicionando a imagem em planta H3: 2- Parâmetros de configurações H3: 3-  Configurações finais da planta humanizada no LayOut H2: Escolhendo blocos para planta humanizada no SketchUp H3: Continuar lendo H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Um passo a passo para criar sua planta humanizada no AutoCAD H4: Planta Humanizada: Guia Completo H4: Planta Humanizada: Guia Completo H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H4: Passo a passo completo para criar uma planta humanizada no Revit H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um dos recursos infalíveis para conquistar o cliente é sem dúvida uma boa apresentação gráfica do projeto. Não é à toa que o mercado imobiliário utiliza há anos as plantas humanizadas para vender os empreendimentos antes de construí-los. Esse recurso tem o poder de mostrar ao cliente como ele pode fazer uso do espaço, o que cabe ali ao mesmo tempo em que dá dicas de acabamentos para pisos, tampos, móveis e estofados. Pensando em te dar uma mãozinha para que também possa encantar os seus clientes, vamos te apresentar aqui como fazer uma planta humanizada no SketchUp através de um passo a passo de maneira descomplicada. Além disso, também vamos mostrar onde você encontra e como preparar os seus blocos para planta humanizada buscando um resultado de alta qualidade. Para otimizar o seu aprendizado com esse conteúdo, sugerimos que abra um projeto simples no seu SketchUp para acompanhar as etapas. Então vamos começar? Se você já fez uma pesquisa rápida sobre o assunto, com certeza notou que é possível  fazer planta humanizada no AutoCad, planta humanizada no Revit, entre outros programas do universo do profissional de arquitetura e design. Mas a planta humanizada no SketchUp tem uma vantagem em particular: os parâmetros para configuração desse tipo de imagem são bastante simples e rápidos de serem feitos. Outra vantagem que quero te contar é que a mesma modelagem que você costuma fazer para gerar vistas é a que você vai utilizar para fazer a sua planta humanizada, proporcionando a otimização do seu trabalho. Ela também pode ser feita com diferentes níveis de detalhamento dependendo do objetivo que visa atender. Tenha em mente que o resultado final ficará com o aspecto do desenho que você visualiza ao modelar, mas o legal aqui é que o programa dispõe de controles de edição simples de usar, para redefinir o estilo de apresentação da modelagem, possibilitando, por exemplo, alterar o fundo da imagem e espessuras de linhas. Agora que você já tem uma prévia das vantagens, sem mais delongas vamos ao passo a passo. O SketchUp é conhecido no meio profissional como uma das ferramentas mais intuitivas quando se trata de modelagem 3D. Há duas formas em que você pode apresentar a sua planta humanizada no SketchUp, a primeira pode ser feita somente dentro da modelagem do programa mas ficará com carência de informações. Já a segunda forma é trabalhar a planta em conjunto com o LayOut para SketchUp. É com esses dois recursos do programa que você vai conseguir inserir informações como cotas de dimensão, linhas de chamada para especificação de mobiliário, eletros, acabamentos e mais: no Layout será possível ajustar a planta em escala e inseri-la na prancha de apresentação. Ainda que estejamos falando de etapas simples de fazer, para um resultado de qualidade você precisa ter atenção para alguns detalhes. Começando pela sua modelagem, ela deve ser feita com as dimensões fiéis do projeto pois dependendo do nível de aprimoramento da imagem terá um retrabalho que pode ser prevenido. O mesmo se aplica aos blocos utilizados, é preciso ter o cuidado de conferir suas dimensões, não basta apenas inserir na maquete. Mas, fique tranquilo, neste mesmo artigo vamos aprofundar essas questões sobre os blocos para planta humanizada. Antes de te conduzir por essa experiência tenha em mente que esse modelo de planta não precisa ser de um imóvel completo, você pode utilizar esse recurso de imagem para apresentar ambientes em específico, pois ela substitui aquele layout técnico engessado de um modo geral. O primeiro passo para sua planta humanizada no SketchUp é abrir o seu arquivo modelado ou fazê-lo no SketchUp, colocando todos os itens essenciais para apresentar em planta: esquadrias detalhadas, marcenaria, móveis soltos e decoração que vá agregar qualidade na apresentação. Feito isso, você vai selecionar a ferramenta de plano de seção e posicionar sobre sua maquete na horizontal. Vai arrastar o plano para baixo promovendo o corte das esquadrias, de móveis e demais itens acima de aproximadamente 1,5m do chão (tal qual você aprendeu na graduação). Além disso, irá habilitar com um clique o último ícone da bandeja de seções que tem a função de preencher os espaços cortados de paredes e móveis. O resultado ficará como na imagem abaixo. Agora vamos posicionar a cena de modo que a imagem seja exibida em planta. Para isso você deverá acessar na barra de ferramentas a opção Câmera e selecionar a opção de projeção paralela para colocar a imagem em isometria. Feito isso você irá clicar no ícone visto do alto e a planta estará corretamente posicionada para dar sequência aos ajustes. Por fim, expanda a aba Cenas na bandeja padrão e clique em + para adicionar uma nova cena salvando essa configuração de imagem em planta. Essa etapa é fundamental para seguir com as configurações mais avançadas. E não esqueça de salvar o seu arquivo também. Todos os parâmetros que você irá configurar a partir de agora, em sua maioria, se localizam na bandeja de edição padrão do SketchUp. Uma vez posicionada a imagem e salva a cena vamos dar início às configurações da imagem de planta humanizada no SketchUp. Na bandeja de edição padrão, expanda a aba Estilos, selecione Editar e depois clique no primeiro ícone. Vai aparecer a opção Perfis que já vem habilitada, é ali que você controla a espessura das linhas de contorno dos blocos e itens inseridos na maquete. Quanto maior o número, mais espessa a linha, quanto menor, mais fina. Você também pode desabilitar essa opção de Perfis e os contornos terão a suavização máxima possível, note que foi o aplicado na imagem a seguir. O próximo parâmetro a ser editado é o seu background, ainda em Editar na aba Estilos selecione o terceiro ícone, na opção fundo coloque a cor toda em branco, e desabilite a opção céu. Agora iremos ao último ícone no qual podemos trocar a cor de preenchimento das paredes e itens cortados. Para isso, clique na cor em Preenchimento de seção e escolha a de sua preferência, logo abaixo na opção Largura de linha de seção você controla a espessura, ou seja, a pena da linha de corte. Um bom número a ser aplicado é entre 2 e 4 para diferenciar dos objetos que não estão sendo cortados. Essa foi a primeira etapa da realização de planta humanizada no sketchUp. Note que ainda não está na escala, não inserimos cotas nem linhas de chamada. Para inserir esses recursos você irá trabalhar essa cena no LayOut para SketchUp. Se esse é o seu primeiro contato com o LayOut, não se preocupe, a sequência das configurações que você vai precisar é fácil de aprender. Primeiro tenha salvo o seu arquivo preparado no SketchUp juntamente com a cena gerada em planta, aí sim abra o LayOut e selecione um formato padrão em que deseja fazer a sua prancha de apresentação ou imprimir. Depois vá na barra de ferramentas em Arquivos e selecione a opção Inserir. Procure pelo seu arquivo de SketchUp e voilá. Dando sequência, clique na imagem inserida para habilitar os recursos na bandeja padrão do LayOut, depois expanda a aba Modelo do SketchUp. Caso a imagem que foi inserida não seja a planta humanizada que você fez, na opção Cena procure o nome com o qual você salvou a visualização e selecione. Logo abaixo, na opção Câmera com a Ortg. habilitada você poderá alterar a escala pelas pré-definidas ou ainda personalizar. Uma vez escolhida a escala habilite a opção Preservar a escala ao redimensionar, isso fará com que ao mexer no contorno da imagem na prancha não altere a escala. Outro recurso importante é travar na prancha essa imagem de planta humanizada no SketchUp que você inseriu. Isso facilitará a inserção de outros elementos como cota e linhas de chamada sem correr o risco de alterar a escala da imagem. Para isso, expanda a aba Camadas, em clicando em + crie uma nova camada e nomeie de viewport, feito isso clique sobre a imagem que está na prancha para selecioná-la e com o botão direito do mouse selecione mover para a camada, jogue na camada viewport e a imagem estará travada. Agora posicione sua imagem na prancha e vamos começar a inserir as cotas de dimensão. Selecione o ícone de dimensões na barra de ferramentas superior para habilitar na bandeja padrão os recursos para sua configuração. Desenhe uma cota clicando de um ponto a outro. Clique sobre a cota desenhada para editar, na aba Estilo da dimensão, você consegue posicionar o número da cota, habilitar ou desabilitar a informação sobre centímetro, metro etc. que  acompanha o número. E é claro, selecionar a grandeza  (metros, centímetros) e a precisão da cota. Além disso, se quiser aumentar a fonte do número da cota edite na aba Estilo de Texto. Lembre sempre de selecionar a cota na imagem para habilitar as funções de edição. Você pode tanto apresentar a cota com a linha guia, como somente o número em uma lateral da parede referência que é o mais comum para plantas humanizadas. Na aba Estilo da forma há outras opções de configuração da cota, você pode modificar as setas, o tipo de traço, a cor e a espessura. Para tornar a cota invisível, selecione-a na imagem com um clique, vá na caixinha de cor do traço e na barra de regulagem movimente tudo para 0%, isso dará transparência para o traço. Depois para movê-la para algum ponto específico da planta é só clicar duas vezes sobre o número e movimentar para o ponto desejado. Agora se você deseja inserir, por exemplo, informações complementares sobre o mobiliário e acabamentos, pode fazer através da ferramenta de rótulo, também conhecida por linha de chamada. Selecione o ícone rótulo na barra de ferramentas superior, depois você terá que dar três cliques para posicionar o rótulo, dê um clique inicial sobre o item que deseja especificar, arraste e use os dois últimos cliques para posicionar a informação propriamente dita. Na aba Estilo da forma, você consegue configurar as linhas, setas e cores da estrutura do rótulo. Já para inserir o texto clique no campo de texto do rótulo inserido e escreva. Para editar o seu texto, com o rótulo selecionado vá até a aba Estilo de Texto e lá você encontrará os parâmetros para configurar o tipo de fonte, tamanho, cor de texto, entre outros. Por fim, você pode ainda inserir o selo na sua prancha e mais imagens se desejar. Salve o seu arquivo no formato de apresentação que preferir. Agora que você já sabe como fazer, lembra que mencionamos que não seria o suficiente? Pois bem, para uma planta humanizada no SketchUp de boa qualidade é essencial fazer uso de blocos humanizados também de boa qualidade. Mas onde encontrar esses blocos? Você pode acessar e obter blocos de forma ilimitada em uma das maiores plataformas de blocos gratuitos para o programa, o site da 3D Warehouse. Também recentemente, temos tanto no 3D Warehouse como em outros sites, a oferta de blocos gratuitos referentes a produtos que você encontra para comprar no mercado brasileiro. Como, por exemplo, o Casoca, ou mesmo sites de algumas marcas de produtos. Outra opção é comprar packs de blocos com alta qualidade de modelagem também ofertados em sites que trabalham exclusivamente com modelagem 3D. Dica: Para te ajudar, separamos uma lista dos melhores sites para download de blocos para Sketchup. Para fazer o download gratuito, basta clicar aqui. Dentre essa gama enorme de blocos, dê preferência para aqueles que são exclusivamente em 3D. Isso porque ao trabalhar com esse estilo de bloco para planta humanizada, o programa consegue aplicar melhor as informações de profundidade e proporciona uma qualidade maior de nuances ao seu desenho. Outra dica interessante é sempre abrir esses blocos antes de inserir no projeto, a fim de evitar poluir e aumentar o peso do arquivo. Fazendo esse procedimento você consegue constatar a qualidade da modelagem do bloco, por exemplo: se as arestas são fluidas ou engessadas. Bom, o trabalho não para por aí. Ao inserir esses blocos humanizados no seu arquivo, alguns vão necessitar de ajustes no dimensionamento, portanto, é sempre bom conferir se estão minimamente condizentes com a realidade. Depois de conferir a modelagem dos blocos é hora de conferir e alterar as texturas. Tenha muito cuidado na projeção das texturas e seu dimensionamento no bloco, principalmente nas que ficarão super visíveis em planta. Esse cuidado é bastante especial principalmente se você tem a intenção de renderizar essa imagem em algum momento. E já que você acompanhou até aqui, para te deixar mais do que satisfeito com o aprendizado, temos uma última recomendação e não menos importante para sua planta humanizada no SketchUp: a aplicação de boas texturas. Um exemplo em que ela fica bastante evidente são os pisos, por isso é necessário escolher texturas de boa qualidade em pixel e que não possuam emenda evidentes. Para encontrar esse tipo de imagens, opte na medida do possível pela pesquisa em língua inglesa, porque apresentará mais resultados e adicione à palavra do padrão que seja encontrar a expressão “seamless texture”,  exemplo: fabric seamless texture, para encontrar textura contínua de tecido. Depois desse passo a passo detalhado, você não tem mais desculpas para deixar de fazer uma planta humanizada e proporcionar ao seu cliente uma boa experiência de projeto, então bom trabalho! Capa: www.braindesign.com.br www.blog.totalcad.com.br www.arquitetoleandroamaral.com www.pordentrodolayout.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/plugins-para-sketchup Title: Plugins para Sketchup: Conheça as 35 Melhores Ferramentas Meta Description: Neste artigo você aprenderá tudo sobre Plugins para SketchUp. Saiba como encontrar os melhores sites para baixar e aprenda como avaliar quais são essenciais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/plugins-para-sketchup ## Headings Structure: H1: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H2: Plugins para SketchUp: o que é e para que servem H2: Os melhores plugins para SketchUp H3: 1. LSS Matrix H3: 2. Angular Dimension H3: 3. Bim.bon H3: 4. Chain Along Path H3: 5. Instant Roof Nui H3: 6. Curviloft H3: 7. Dibac H3: 8. Quad Face Tool H3: 9. 1001 bit Tools H3: 10. FredoScale H3: 11. Multiple Offsets v4 H3: 12. Skalp H3: 13. Sketchy FFD H3: 14. Tools On Surface H3: 15. Camer Tools H3: 16. Round Corner H3: 17. Clean Up H3: 18. Components onto Faces H3: 19. Visualizer Scene Exporter H3: 20. Vertex Tools H3: 21. Shape Bender H3: 22. Soap Bubble H3: 23. SubD H3: 24. MakeFace H3: 25. Sualive H3: 26. Fur Maker H3: 27. Grow H3: 28. Solar North H3: 29. Floor Generator H3: 30. Purge All H3: 31. Laubwerk H3: 32. ClothWorks H3: 33. TopoShaper H3: 34. Gabster H3: 35. V-ray H2: Como avaliar quais plugins são essenciais? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H2: Plugins para SketchUp: o que é e para que servem H2: Os melhores plugins para SketchUp H3: 1. LSS Matrix H3: 2. Angular Dimension H3: 3. Bim.bon H3: 4. Chain Along Path H3: 5. Instant Roof Nui H3: 6. Curviloft H3: 7. Dibac H3: 8. Quad Face Tool H3: 9. 1001 bit Tools H3: 10. FredoScale H3: 11. Multiple Offsets v4 H3: 12. Skalp H3: 13. Sketchy FFD H3: 14. Tools On Surface H3: 15. Camer Tools H3: 16. Round Corner H3: 17. Clean Up H3: 18. Components onto Faces H3: 19. Visualizer Scene Exporter H3: 20. Vertex Tools H3: 21. Shape Bender H3: 22. Soap Bubble H3: 23. SubD H3: 24. MakeFace H3: 25. Sualive H3: 26. Fur Maker H3: 27. Grow H3: 28. Solar North H3: 29. Floor Generator H3: 30. Purge All H3: 31. Laubwerk H3: 32. ClothWorks H3: 33. TopoShaper H3: 34. Gabster H3: 35. V-ray H2: Como avaliar quais plugins são essenciais? H3: Continuar lendo H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Já é de conhecimento de todos que o SketchUp é um dos softwares mais utilizados pelos negócios de construção no Brasil e no mundo. E para que ele se torne um programa cada vez mais completo e que atenda todas as possibilidades de criação de maneira mais fácil e prática, a comunidade de usuários está sempre preocupada em criar novos plugins. Para que você possa conhecer melhor sobre os plugins para SketchUp, neste artigo iremos apresentar 35 opções de extensões que com certeza irão facilitar seu trabalho e otimizar o tempo de execução das suas maquetes eletrônicas. Ao longo do texto você irá aprender sobre: E se você é um profissional de arquitetura e construção e ainda não utiliza ou não fez o download do SketchUp, está esperando o quê? Os plugins para SketchUp são ferramentas adicionais a este software de modelagem 3D. Essas extensões são criadas por desenvolvedores independentes e precisam ser instaladas no software original, sendo muitas delas disponíveis gratuitamente. As extensões nos permitem realizar mais em menos tempo e muitas vezes executam operações que seriam praticamente impossíveis de realizar com os comandos tradicionais do próprio programa. Elas contam com funcionalidades desde construção de estruturas complexas, como formas orgânicas e telhados, até com efeitos de iluminação, texturas para SketchUp, acabamentos, entre muitas outras.‍ O LSS Matrix é um plugin criado por Kirill B. Através dele é possível elaborar uma sequência de componentes simplesmente atualizando o bloco inicial. Com este plugin fica muito mais fácil e rápido criar uma escada em espiral, por exemplo. Basta criar um bloco com dois degraus e em seguida copiar os elementos, repetindo-os em sequência e escolhendo o número de cópias. ‍ Com o Angular Dimension você poderá desenhar ângulos diretamente sobre a superfície de um modelo 3D criado no SketchUp. Ao se pensar em plugins, geralmente as pessoas imaginam texturas, formas e renderizações. Mas e se fosse possível otimizar o seu trabalho e gerar o orçamento completo do seu projeto diretamente dentro do SketchUp? No Bim.bon você tem acesso a uma biblioteca de itens de iluminação, texturas para SketchUp de revestimentos, móveis, entre muitos outros. Todos reais e vendidos no varejo, permitindo ao usuário orçar tudo o que está sendo usado em seu projeto ao finalizá-lo. Criado pela 3dalbertsoft, o Chain Along Path, é ideal para quem precisa desenhar estruturas helicoidais. Com ele, você pode criar uma mola selecionando uma curva e uma forma predefinida no SketchUp. Uma janela de diálogo permite escolher vários parâmetros para criar a forma final. É bastante útil para definir costuras, vedações, tensores e cabos. Tem dificuldade em desenhar telhados no 3D? Com o Instant Roof Nui você cria um telhado complexo, com diferentes modelos de telhas, em poucos segundos. Ele conta com mais de 121 estilos de telhamento, basta selecionar as faces e a arestas e pronto! Um dos melhores plugins para SketchUp para quem desenha mobília e outras estruturas similares, como utensílios de iluminação e peças tubulares. Ele cria volumes 3D através de parâmetros, selecionando as curvas que você deseja para compor seus objetos. O Dibac transforma o desenho da sua planta em 2D em automaticamente um modelo 3D. Super fácil de rápido, é só acrescentar os componentes que quiser, como mobília e revestimentos, seja de sua biblioteca ou de outra fonte externa. Este plugin resolve uma das principais deficiências do SketchUp: a dificuldade de trabalhar com superfícies quádruplas não planas. Com a Quad Face Tool é possível a criação de topologia lógica baseada em quad. Através dele, você pode fazer seleções de loop e anel, adicionar ou remover loops, além de mapeamento UV e outras funcionalidades. Este plugin não tem apenas uma, mas sim várias funções úteis para quem trabalha com 3D para projetos. Ele permite a criação de escadas, cobogós, madeiramento para telhados, treliças, paredes, janelas e etc. Trata-se, na verdade, de um conjunto de ferramentas de modelagem que podem dar muita agilidade na hora de desenvolver seus projetos. Um plugin para SketchUp usado para definir uma série de transformações geométricas como torção, cisalhamento, redimensionamento, afinamento e alongamento, por meio de uma caixa de seleção interativa em torno dos objetos. Você com certeza percebeu que toda vez que usamos a ferramenta SCALE para aumentar ou diminuir qualquer objeto dentro do SketchUp, todos os elementos que o compõem acabam sendo alterados também. O FredoScale vem para ajudar nesse momento. Com ele você consegue aumentar a largura ou altura de uma porta, por exemplo, sem afetar a espessura das guarnições, seja qual for a direção para qual pretende fazer o elemento crescer. Criado por Sam D Mitch, este plugin cria múltiplos deslocamentos de superfícies selecionadas em um modelo. À medida que você começa a trabalhar com formas mais avançadas no SketchUp, às vezes você precisa compensar múltiplas faces de um objeto ao mesmo tempo, ou compensar bordas várias vezes. Tudo isso é definido por meio de uma caixa de diálogo muito fácil de usar. Com o Skalp é possível criar secções em seus planos e cortar o modelo em qualquer ângulo, rotacioná-lo e reposicioná-lo da forma que desejar para analisar os cortes e acertar detalhes do projeto de forma dinâmica. Usado para manipular e ajustar as dimensões de um objeto, ele cria uma caixa de controle com pontos em suas laterais e vértices que podem ser acionados para alterar sua forma e seus ângulos com muita facilidade. Superfícies curvas podem ser um problema na hora de se desenhar nelas uma porta ou uma janela, por exemplo. O Tools On Surface é um dos melhores plugins para SketchUp destinado a quem quer resolver este problema, oferecendo uma série de ferramentas de desenho sobre superfícies curvas, inclusive com uma série de formas predefinidas. Depois dos projetos prontos, animá-los em uma sequência de rotações e visões em ângulos diferentes pode fazer toda diferença na hora de apresentá-los. Este plugin conta com diversas câmeras diferentes para que você possa criar as mais impressionantes apresentações. No mundo real praticamente não existem “quinas” completamente retas. Este plugin faz o arredondamento das bordas e cantos de volumes 3D com base em um perfil 2D.  Ele também permite criar cantos côncavos e faces de borda não ortogonais, assim os cantos podem ter mais de duas bordas, dando mais realismo e detalhamento às suas criações. Ps: para o Round Corner funcionar, instale antes o LibFredo6. ​ Limpa seus modelos corrigindo nomes de componentes duplicados, além de excluir itens não utilizados, apagar geometrias escondidas, faces duplicadas e bordas solitárias, reparar bordas divididas e combinar faces coplanares conectadas, entre outras otimizações. Muito usado para compor fachadas, este plugin repete o componente selecionado em todas as faces em que se deseja que isso ocorra, agilizando muito o seu trabalho. Este é um dos melhores plugins para SketchUp para quem quer agilizar o processo de renderização de modelos em 3D, tornando-o muito mais rápido e prático. O visualizador transforma suas criações do SketchUp em lindas fotos sem a necessidade de configurações especiais, materiais ou iluminação, além de fazer atualizações em tempo real enquanto você trabalha no SketchUp. Outro diferencial é que ele simula com precisão a luz natural em sua cena. Um poderoso plugin para quem precisa fazer modelagens de formas orgânicas, proporcionando um incrível controle dos vértices e tornando muito mais fácil criar os volumes que precisa em seu modelo 3D. Esta extensão permite executar uma rampa ao longo de uma linha de percurso, utilizando um objeto como base a ser esticado por um “caminho” definido. Quatro arcos são o suficiente para criarmos a matriz de uma abóbada cuja altura da cúpula pode ser aumentada como se estivéssemos a encher uma bola de sabão no SketchUp, conforme indica o próprio nome desta incrível extensão. Crie formas orgânicas no SubD. Com esta extensão é possível transformar formas rudimentares e quadrangulares em maravilhosos elementos 3D de forma orgânica. Transforme linhas em superfícies no SketchUp. Ao importar arquivos DWG, como uma planta baixa do Autocad, é preciso transformar as linhas em superfícies que possam ser elevadas com a ferramenta "Push and Pull" do SketchUp. E é para isso que serve a extensão MakeFace, que lhe permite transformar áreas fechadas em superfícies apenas selecionando uma das linhas que delimitam essa mesma área e assim realizar em apenas alguns segundos um trabalho que demoraria horas. Crie uma vista "explodida" no SketchUp. Fez um projeto de um edifício ou de um móvel e pretende mostrar o efeito de "vista explodida" deste objeto? Daria muito trabalho criar esse efeito só com ferramentas do SketchUp. No entanto, esse é um processo bastante fácil utilizando essa extensão gratuita para o SketchUp chamada  Sualive. Como criar grama no SketchUp. Com este plugin gratuito, você irá conseguir elaborar terrenos gramados muito mais realistas, além de criar pêlos e penugens para tapetes, almofadas e etc. Deseja criar escadas em caracol mais rapidamente dentro do SketchUp? Então você irá adorar conhecer o plugin gratuito Grow. Mude a orientação solar com o Solar North. Esta extensão vai te permitir trocar o posicionamento do sol no SketchUp com uma imensa facilidade. Nada de precisar ficar rotacionando uma casa inteira pra poder ficar certinho. Imagine que você terminou de criar um modelo em 3D de um edifício no SketchUp, já definiu todas as suas cenas e ao ligar o efeito de sombras, percebe que todas as janelas estão orientadas ao Norte, o que não permite que a luz natural entre através delas. Rotacionar todo o edifício está fora de cogitação, pois irá descalibrar todas as vistas definidas. A única alternativa que lhe resta é reorientar o Norte para uma nova direção para assim obter o efeito desejado. Depois que você conhecer este plugin será bem difícil abandoná-lo! O Floor Generator permite a criação instantânea de pisos, decks, tijolinhos e muito mais. Sabe todo aquele trabalho que teríamos para modelar tijolo por tijolo de uma parede, com paginação certinha e tudo mais? Pois é, ele faz isso de maneira super rápida, é só escolher as medidas. Para quem ainda não sabia, por padrão, as informações dos blocos para Sketchup, das texturas e de outras coisas que já deletamos da cena não são apagadas do arquivo. O plugin Purge All permite deletar definitivamente todos esses itens que, supostamente, já tínhamos apagado, deixando o arquivo mais leve. Quase todo mundo já passou sufoco pra conseguir fazer uma vegetação com qualidade no SketchUp. O plugin Laubwerk já vem com centenas de modelos de árvores, arbustos e muito mais. O mais incrível de tudo é que, não só os modelos tem uma excelente qualidade e já vem configurados para o V-Ray, como cada modelo tem diversas variações, e você ainda pode escolher de acordo com a estação do ano. Sempre achou que fosse impossível criar tecidos, como colchas, toalhas de mesa e cortinas no SketchUp? Até pouco tempo atrás realmente seria complicado, mas com o plugin ClothWorks se tornou realidade. Pare de sofrer ao desenhar aquele terreno com curvas de nível. O TopoShaper permite não só a criação, como a edição de terrenos com curvas de nível de maneira super eficiente e precisa no SketchUp. Plugin criado pela Gabster que trabalha com sistemas para produção automatizada de mobiliário sob medida. A versão gratuita, Gabster Lite, dá acesso a uma enorme biblioteca de componentes dinâmicos para SketchUp. Todos os blocos dinâmicos foram modelados segundo os padrões da indústria moveleira brasileira, o que quer dizer que, ao usar um componente da Gabster, você está usando um modelo que pode ser produzido de modo muito rápido por diversas indústrias do país. Como os objetos são paramétricos, você pode alterar medidas, opções de materiais de acabamento, puxadores, tipos de fecho, entre outros atributos, sem precisar modelar ou re-modelar nada. E por último, mas não menos importante, o Vray. Uma das melhores e mais usadas ferramentas de renderização, e que também funciona como um plugin diretamente dentro do SketchUp. Se você não sabe o que o V-Ray faz, aqui vai um super resumo: ele permite transformar a sua cena em 3D no SketchUp em uma imagem realista. Depois dessa lista com 35 opções diferentes de plugins, você deve estar se sentindo perdido pensando que precisa de todos eles. Mas fique calmo! Você com certeza não precisará utilizar tantas extensões. Então, como avaliar quais plugins são essenciais para mim? A primeira dica é atentar para os seus projetos atuais: que tipos de ferramentas ajudariam você nesse momento? Baixe os plugins mais específicos da sua área. Lembre-se que você pode incluir e excluir plugins a todo o momento. Não sendo necessário se desesperar e baixar todos de uma vez. Certifique-se do que você precisa agora. Depois, exclua o que não for mais útil e baixe o que for útil. Outro ponto importante a se levar em conta é ter sempre um conjunto de plugins cuja utilidade é perene, ou seja: de uma forma ou outra, você sempre precisará deles. Nos negócios de construção, por exemplo, há aqueles que são sempre básicos, como por exemplo o Vray, Round Corner, Floor Generator, MakeFace e Solar North. www.vivadecora.com.br www.chahoudcursos.com.br www.arquitetoleandroamaral.com www.blog.totalcad.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/pmo Title: PMO: Aprenda a alavancar os lucros e resultados da sua empresa Meta Description: Entenda o que é PMO e como essa estrutura tem impulsionado a eficiência dos projetos em escritórios. Descubra como implementar esse método em seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/pmo ## Headings Structure: H1: PMO: Aprenda a alavancar os lucros e resultados da sua empresa H2: O que é PMO? H2: Qual a função de um PMO na construção civil? H2: Qual é a diferença entre o papel do PMO e do Gerente de projetos H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: PMO: Aprenda a alavancar os lucros e resultados da sua empresa H2: O que é PMO? H2: Qual a função de um PMO na construção civil? H2: Qual é a diferença entre o papel do PMO e do Gerente de projetos H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Monitorar os projetos realizados em uma empresa para garantir sua conclusão com eficiência, agilidade e gerar economia de custos, nem sempre é uma tarefa fácil. Para auxiliar nesse aspecto, muitas empresas contam com a adoção do PMO. Mas o que é isso? O PMO é uma medida organizacional que desempenha um papel fundamental na padronização e melhoria dos processos de gerenciamento de projetos, fornecendo suporte, diretrizes e governança. Se acha que essa pode ser a solução dos problemas de gerenciamento de projetos da sua empresa, esse artigo é para você!  Nele abordaremos  mais a fundo o que é um PMO, suas principais funções e benefícios, e como ele pode contribuir para o sucesso dos projetos e o alcance dos objetivos estratégicos da empresa Ao pesquisar o significado da sigla PMO, percebe-se que diferente do que muitos acham, não se trata de uma qualificação profissional. A sigla vem do inglês e pode ser traduzida como “Project Management Office”, ou seja, é o escritório de projetos de uma empresa. Esse escritório ou departamento é responsável por estabelecer e manter as melhores práticas de gestão de projetos, padronizar metodologias, fornecer orientação e suporte aos gerentes de projetos e garantir que os projetos sejam executados de forma eficaz e alinhada aos objetivos estratégicos da empresa. No entanto essa sigla também pode ser atribuída ao profissional que trabalha diretamente com o departamento de projetos, esse seria então o  “Project Management Officer”, porém com a consoante “r” no final, sendo então, correto chamar esse profissional de PMO. Esse profissional pode atuar em vários níveis da organização, utilizando métricas como KPI (indicadores-chave de desempenho), para medir o nível de eficiência na execução dos projetos. É no Project Management Office que se concentra a estrutura organizacional responsável por criar a metodologia e guardar todo material referente à Gestão de Projetos de uma organização, além disso, esse setor da suporte  aos gerentes de projetos, reduzindo a carga de trabalho dessas pessoas e garantindo que os projetos obtenham sucesso à longo prazo. Essa necessidade de gerenciamento e organização de processos, surgiu no início dos anos 60,  quando as organizações perceberam a necessidade de uma abordagem mais formalizada e estruturada para gerenciar projetos, a fim de aumentar a eficiência, garantir o cumprimento de prazos e orçamentos, e alcançar os objetivos estratégicos. Nesse sentido o PMO, veio como a solução para empresas que enfrentavam problemas para alcançar suas metas, sejam elas de tempo, prazo ou escopo. As falhas em projetos podem ocorrer devido a uma série de erros, como planejamento inadequado, estimativas incorretas e outros motivos evitáveis. Nesse sentido, o PMO entra como um recurso para não só  evitar as falhas ao longo do processo, mas para garantir o sucesso do projeto. o Project Management Office é um setor dentro da empresa que desenvolve processos e modelos de trabalho, nesse sentido entendemos que sua atuação pode se dar de três maneiras diferentes, são elas: O PMO diretivo atua gerenciando os projetos diretamente, alinhando-os com os objetivos estratégicos da organização. Ele é geralmente responsável por estabelecer políticas, diretrizes e padrões para o gerenciamento de projetos, além de monitorar o desempenho dos projetos em relação aos objetivos organizacionais. O PMO consultivo atua como um consultor interno,  dando suporte direto ao gerente de projetos. Ele fornece expertise e melhores práticas em gerenciamento de projetos, oferecendo conselhos e recomendações para melhorar o desempenho dos projetos e programas. O PMO Consultivo também pode fornecer treinamento, orientação em processos, ferramentas e técnicas de gerenciamento de projetos, como também realizar revisões e auditorias para garantir a conformidade com as políticas e padrões estabelecidos. O PMO de Controle é responsável pelo monitoramento e controle dos projetos em uma organização. Ele supervisiona a conformidade com as políticas, procedimentos e padrões de gerenciamento de projetos estabelecidos pela organização. O PMO de Controle garante que os projetos estejam seguindo os planos estabelecidos, cumprindo prazos, orçamentos e qualidade esperada, além de identificar e mitigar riscos e problemas. Apesar de terem semelhanças entre si, os PMO’s se diferem entre suas responsabilidades. O PMO Diretivo estabelece a visão estratégica do gerenciamento de projetos na organização, o PMO Consultivo fornece suporte e consultoria aos projetos, e o PMO de Controle é responsável pelo monitoramento e controle dos projetos em conformidade com as políticas e padrões estabelecidos. Cada tipo de PMO pode ser aplicado de acordo com as necessidades e objetivos específicos de uma organização. Cabe ao gestor decidir qual opção mais se adequa às suas necessidades. Uma vez implantado em sua organização, é possível esperar alguns benefícios com a prática do PMO, como: As empresas que têm o PMO implantado, puderam observar melhorias significativas no que diz respeito ao desempenho dos projetos, com 33% dos projetos sendo entregues com orçamento abaixo do esperado gerando grande economia para a empresa. Alinhamento dos objetivos: Empresas que aderiram ao PMO, notaram aumento de 43% no alinhamento de projetos com objetivos estratégicos. Lugares sem o PMO implantado permite que os pequenos grupos ou setores da organização se acomodem com pequenas melhorias e correção nas estratégias que dão errado. Com o PMO implantado, é possível que o profissional tenha uma visão macro da coisa, podendo gerenciar e nortear as equipes para alcançar o objetivo em conjunto. Aumento de produtividade: Empresas com PMO implantado observaram aumento de 25% na produtividade de seus colaboradores. O principal motivo é que com os indicadores-chave de desempenho, fica mais fácil monitorar o desempenho da equipe e permitir que se concentrem no que é mais importante. ‍Melhoria na experiência do cliente: Melhorar a experiência do cliente com entregas antes do prazo e redução de custos é um bônus que definitivamente fideliza os consumidores. Em empresas com PMO, houve aumento de 27% no índice de satisfação do cliente. ‍Projetos mais eficientes: Foi notado diminuição de 25% dos projetos mal sucedidos, que sugere que houve aumento significativo da eficiência e muito menos tempo desperdiçado. O PMO ajuda a identificar os erros durante o processo e planejar medidas para evitar o fracasso, minimizando que tempo e esforço sejam empregados de forma errônea. Com esses ajustes, os projetos da empresa tendem a ter menor taxa de fracasso alavancando o negócio a médio e  longo prazo. A implantação do PMO em setores da construção civil tem sido uma solução de baixo custo em vista dos benefícios, já que contribuem significativamente para o sucesso das empresas. Nesse ramo, não existe um modelo que sintetize todas as necessidades da construção civil, mas é uma forma de estruturar diversos elementos ligados ao planejamento, orçamento e controle de obras. Entre as funções importantes que o PMO pode desempenhar no ramo da construção civil, podemos destacar: Gerenciamento eficaz de projetos: O PMO é responsável pela definição, implementação e acompanhamento de processos e metodologias de gerenciamento de projetos que podem ser aplicados na construção civil. Isso inclui o desenvolvimento de padrões e diretrizes, estabelecimento de fluxos de trabalho, monitoramento do progresso dos projetos e garantia de que os projetos estejam em conformidade com os objetivos e requisitos estabelecidos. Estabelecer práticas como: Definir os objetivos do PMO; Desenvolver processos e templates; Estabelecer diretrizes e padrões; Fornecer treinamento e suporte; Monitorar e controlar projetos e Realizar revisões, pode ser o caminho para gerenciar os projetos de forma eficaz. Este é um processo de aprendizado contínuo, portanto sempre deve ser revisto e reestruturado a fim de acompanhar as necessidades do mundo corporativo moderno. Alinhamento da qualidade do produto final: Através do PMO, é possível garantir que os projetos na construção civil sigam padrões e diretrizes estabelecidos, garantindo a qualidade e consistência nos processos e entregas. Isso pode incluir a definição de metodologias de gestão de riscos, garantia da qualidade dos processos do projeto e monitoramento do cumprimento dos procedimentos e prazos estabelecidos. A gestão de portfólio é uma função do PMO que envolve o planejamento, coordenação e monitoramento de um conjunto de projetos e programas para garantir que eles estejam alinhados com os objetivos da construtora. Ela pode ser aplicada na construção civil com eficiência, uma vez que muitas vezes os projetos de construção estão interconectados e têm impacto direto nos resultados de negócio de uma empresa de arquitetura ou construtora. Realizar a implantação do PMO nesse caso pode envolver a análise de riscos, recursos, orçamentos e prazos para garantir a alocação adequada de recursos e o cumprimento dos objetivos estratégicos da organização. Monitorar e controlar a execução da obra: O PMO pode implementar um sistema de monitoramento e controle dos projetos de construção civil, acompanhando o progresso dos projetos, o desempenho em relação aos prazos e orçamentos, o cumprimento das diretrizes e padrões estabelecidos, entre outros aspectos. Esse  monitoramento pode ser feito através da coleta de dados como monitoramento do avanço do projeto ou obra, cálculo da produtividade, monitoramento dos riscos e etc. Isso permite uma visão clara do status dos projetos e possibilita a tomada de decisões assertivas em caso de desvios. O Project Management Office e o gerente de projetos possuem funções diferentes e não podem ser confundidos dentro de uma empresa. Enquanto o PMO é responsável por estabelecer políticas, processos, padrões e ferramentas de gerenciamento de projetos, ele também pode fornecer suporte na seleção, priorização e execução de projetos. É função do PMO também pode ser responsável pela capacitação e treinamento de equipe, gestão de recursos, monitoramento de desempenho, relatórios e apoio na tomada de decisões estratégicas relacionadas a projetos e portfólio de projetos. Por outro lado, quando falamos de gerente de projetos, nos referimos ao profissional responsável por liderar determinados projetos do início ao fim. Ele é responsável pelo planejamento, execução, e controle do projeto, assegurando que os objetivos sejam alcançados dentro dos prazos, orçamentos e padrões de qualidade estabelecidos. O gerente de projetos trabalha em estreita colaboração com as partes interessadas do projeto, coordena as equipes envolvidas, gerencia riscos, toma decisões, comunica-se com os membros da equipe e com as partes interessadas, e é responsável pelo sucesso geral do projeto. Sendo assim, é possível afirmar que ambos os profissionais trabalham em conjunto com um objetivo em comum: o sucesso do projeto. A diferença é que o PMO atua em um nível mais estratégico e amplo, agindo como um norteador no nível macro da organização, enquanto o gerente de projetos atua em nível tático e operacional, sendo o líder direto do projeto e liderando equipes menores. Agora que você já sabe tudo sobre PMO, que tal considerar a viabilidade de aderir essa prática em sua empresa? Agora é sua vez! https://robsoncamargo.com.br/ https://monday.com/blog/pt/ https://www.sienge.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/portfolio-de-arquitetura Title: Portfólio de Arquitetura e Construção civil: Da Tática à Ascensão Profissional Meta Description: Desenvolva seu portfólio de arquitetura e construção civil com as estratégias certas e leve sua carreira para outro patamar. Saiba como! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/portfolio-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Portfólio de arquitetura e construção: As estratégias que levam à ascensão profissional H2: Objetivos de um portfólio de arquitetura e construção H2: O que um portfólio de arquitetura e construção deve conter? H2: Como criar um bom portfólio de arquitetura e construção? H2: Meios de divulgação do portfólio de arquitetura e construção H2: Destaque-se com o portfólio digital da Vobi para Arquitetura e Construção H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Portfólio de arquitetura e construção: As estratégias que levam à ascensão profissional H2: Objetivos de um portfólio de arquitetura e construção H2: O que um portfólio de arquitetura e construção deve conter? H2: Como criar um bom portfólio de arquitetura e construção? H2: Meios de divulgação do portfólio de arquitetura e construção H2: Destaque-se com o portfólio digital da Vobi para Arquitetura e Construção H3: Continuar lendo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Revelar suas habilidades técnicas e visões de mundo através de um compilado dos seus melhores trabalhos. Seria esse o breve resumo dos objetivos de um portfólio de arquitetura e construção, contudo, nos sentimos na obrigação de ir além disso e contar a você tudo o que sabemos sobre o tema. Leia apenas se tiver interesse em alavancar a sua carreira. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Existem muitas dúvidas na hora de criar um portfólio de arquitetura e construção, principalmente se estamos iniciando na área. Até setembro de 2021 os resultados das buscas no Google nos mostram que esse assunto continua bem em alta para os arquitetos e profissionais da construção civil e tende a continuar assim. Pensemos o seguinte: estamos falando de um documento que precisa encantar o seu potencial cliente em alguns poucos segundos. Para ser mais exato, 5 segundos é o tempo médio que uma pessoa leva para fazer seu primeiro julgamento e, segundo os psicólogos, a primeira impressão é a que fica. Ocorre que para cumprir seu papel, o portfólio precisa: ✔ Revelar as suas habilidades profissionais; ✔ Revelar as suas visões de mundo; ✔ Destacar a sua personalidade e diferenciais competitivos; ✔ Mostrar suas competências técnicas; ✔ Mostrar seus melhores resultados; ✔ Encantar potenciais clientes; ✔ Conectar, proporcionar emoções e gerar desejo; ✔ Deixar sua marca e gerar uma primeira impressão excelente; ✔ Falar por si mesmo através de elementos visuais; Nesse sentido, um portfólio de arquitetura e construção deve conter uma seleção com os seus melhores trabalhos, de preferência atualizados. Veja que não estamos falando nos trabalhos de sua autoria, no geral, mas apenas nos melhores deles, e essa premissa é fundamental. Desprezar essa recomendação pode resultar na criação de um material muito extenso (que não será lido) ou na inclusão de projetos não tão bons assim, o que, em ambos os casos, é prejudicial a você. Por isso, invista nessa primeira etapa com muita atenção e auto análise. Dentre os seus melhores projetos, considere apenas aqueles que estejam alinhados com as oportunidades que você pretende abraçar e insira as imagens das obras executadas e/ou dos projetos em 3D e algumas pranchas técnicas que correspondam a isso, no que fizer sentido para os seus objetivos e momento de vida. Além disso, crie pequenas narrativas para cada projeto para situar o leitor. Quais as perspectivas principais, tema (ou conceito), diretrizes e programa de necessidades desse projeto?  Pense a respeito, elabore um roteiro e responda essas questões em poucas, mas envolventes linhas, através do storytelling, termo que extraímos do marketing para mostrar a história do seu projeto. Vale ressaltar que o seu objetivo deve ser o de se conectar com seus potenciais clientes, inclusive na forma de se comunicar. Seja autêntico em cada detalhe, porque assim você cria a ponte ideal que possibilita a identificação do seu cliente, ao ponto dele preferir, ao final, você e não outro profissional. Lembrando também que o portfólio de arquitetura e construção é um elemento visual e não textual. Por isso, o material escrito deve ter um menor grau de importância dentro da sua apresentação, tanto na quantidade, quanto na hierarquia. Daí também a razão de ser necessário investir na identidade visual do seu arquivo, inserindo logo, tendo paleta de cores, fontes e tamanhos bem definidos. Outra possibilidade é você dedicar um espaço para contar sua própria história, por intermédio de uma breve apresentação pessoal e resumo profissional. Em síntese, recomendamos que seu portfólio tenha: ✔ Imagens atualizadas e de qualidade com os melhores trabalhos de sua autoria: das obras executadas e/ou dos projetos em 3D; ✔ Identidade visual definida; ✔ Mini apresentação pessoal; Agora que já entendemos os objetivos do portfólio e sabemos o que colocar nele, vamos mostrar a você outros detalhes sobre como criar um documento memorável e que lhe traduza, profissional e pessoalmente. Você pode começar fazendo uma pesquisa de referência de estilos, para definir os que mais lhe representam. Quanto mais ampla e diversificada, melhor, pois esse exercício aumenta o seu repertório pessoal, aguça sua criatividade e lhe permite dar vida àquilo que mais gosta através do design. Não selecione apenas os seus melhores trabalhos, dentre todos os que você já fez, mas sim os melhores que estejam relacionados ao que você quer fazer dali em diante ou continuar fazendo. Tenha coerência entre o que apresenta e o que deseja alcançar e haja com estratégia. O mais importante é destacar que você soluciona muito bem as demandas específicas do seu cliente ideal. Posicione-se como um especialista e mostre apenas os projetos relacionados ao campo que você trabalha ou pretende trabalhar. Com isso, você também evidencia os objetivos do seu portfólio de arquitetura e construção, ou seja, o seu nicho de atuação, e consegue direcionar melhor a comunicação para a sua persona. O que se pretende ter ao final, é um material que fale por si mesmo. Um verdadeiro compilado que atraia as oportunidades ideais, que mostre a sua competência técnica, diferenciais competitivos e personalidade, sem que você tenha dito isso em palavras, afinal, os resultados, nesse caso, convencem mais. Como já dissemos, construa uma narrativa visual organizada, seguindo os princípios do design, mas também preveja espaços em branco de respiro, que são fundamentais para a clareza das informações. Antes de partir para a ação, experimente criar uma espécie de roteiro dos tópicos e demais itens que pretende abordar sobre cada projeto, sempre com foco na qualidade gráfica do seu material como um todo e não no número de projetos. Fotos de obra com o máximo de resolução, enquadramento e exposição possíveis. Pranchas técnicas na escala correta, renders bem feitos e, caso precise melhorar nesse último aspecto ou simplesmente prefira imagens mais conceituais do que as realistas, coloque os projetos sem renderização. O importante é construir um portfólio de arquitetura irresistível e honesto. Veja então o resumo das nossas recomendações: ✔ Defina o objetivo do seu portfólio; ✔ Considere que as imagens de projetos 3D, maquetes, fotos e materiais gráficos no geral contam histórias e se comunicam com seu cliente ideal; ✔  A intenção deve estar alinhada com a oportunidade que você está procurando; ✔ Dê atenção para a escala do seu portfólio (design de interiores, representação 3D, projetos realizados, escala urbana, projeto de arquitetura, etc.); ✔ Lembre que qualidade vale mais que o número de projetos; ✔ Deixe espaços em branco para respiro; ✔ Priorize imagens maiores do que muitas pequenas; ✔ Fotos de obra com máximo de qualidade de composição, exposição e enquadramento; ✔ Auto análise: tudo bem apresentar imagens não renderizadas dos projetos quando o seu render ainda precisa de melhorias ou mesmo por gosto pessoal. Nesses casos, faça disso o seu diferencial e capriche ainda mais na composição com um todo; ✔ Pesquise boas referências; ✔ Considere os princípios do design na hora de diagramar (hierarquia, contraste, tipografia, paleta de cores, etc.); ✔ Crie roteiros de apresentação (explicando o conceito, diretrizes e programa de necessidades). Os tradicionais portfólios físicos estão caindo em desuso, mas ainda há quem faça nesse formato. Imprimindo em PDF, gerando um livro pesado e pouco prático, geralmente investindo muito tempo e dinheiro nesse processo de ir em gráficas, simplesmente para que as pessoas possam manuseá-lo. Isso nos parece uma opção pouco viável diante de pouco benefício. De fato, estamos convencidos de que os portfólios de arquitetura e construção online são hoje o caminho mais eficiente para você divulgar os seus trabalhos, a curto e longo prazo. Afirmamos isso porque, sem dúvidas, são mais práticos, sendo que o alcance do digital é absolutamente incomparável aos materiais físicos e, por isso, também são mais eficientes. O único contraponto é que você precisa ter alguns cuidados extras, uma vez que seu trabalho será visto na tela e não no papel. Anote quais são: ✔ Enquadramento para monitores 4:3 ou 16:9; ✔ Ter imagens com resolução de 1920x1080 pixels a 72 dpi; ✔ Estar, preferencialmente, no formato paisagem / horizontal, uma vez que as telas de computador têm o formato wide screen; ✔ Ter um design responsivo, isto é, que pode ser acessado de qualquer dispositivo eletrônico (computadores, smartphones e tablets); Com esses poucos ajustes, o seu cliente ideal tem uma experiência digital ótima e consegue se conectar com você estando ele no seu bairro e cidade, em outras regiões ou até mesmo em um país diferente. Em um mundo cada vez mais digital, destacar-se é essencial. Com o Portfólio Digital da Vobi, você pode criar uma apresentação profissional dos seus projetos e obras em questão de minutos, cativando seus clientes e impressionando potenciais parceiros. Conte a história da sua empresa, sua jornada é única e merece ser compartilhada. Construa uma página personalizada que conte a história por trás do seu negócio, estabelecendo uma conexão emocional com seu público-alvo. Deixe suas criações falarem por si mesmas. Com galerias de imagens e vídeos, você pode mostrar seu trabalho de forma visualmente envolvente, transmitindo a qualidade e o profissionalismo que define sua marca. Não deixe oportunidades escaparem. Disponibilize suas informações de contato de maneira clara e acessível, incentivando potenciais clientes a se conectarem e transformando leads em negócios concretos. Com todas as ferramentas que você precisa em um só lugar, o Portfólio Digital da Vobi simplifica o processo de apresentação e promoção do seu trabalho, permitindo que você se concentre no que realmente importa: aprimorar sua arte e expandir seus horizontes. Não conseguimos nem mensurar o retorno que você pode ter depois disso, em termos de reconhecimento e lucratividade! Mas sabemos bem que, se você tiver o seu portfólio de arquitetura e construção hospedado em um site, a sua performance consegue ser ainda melhor e é exatamente essa a nossa recomendação e ponto alto do nosso artigo. Isso porque o senso de profissionalismo que os sites transmitem aos potenciais clientes é indescritível. Através de um site é possível desenvolver mais a fundo o universo da sua marca, mostrar seu trabalho e autoridade com riqueza de detalhes, e ainda ter outras funcionalidades, como: a sincronização automática do site com a sua conta do instagram, otimização para SEO, formulários de conversão e mais, que facilitam todo o processo. Entenda que uma ferramenta dessas em mãos, leva o seu portfólio digital para outro patamar, e encaminha a sua carreira profissional à ascensão (quase) imediata. É que toda a estratégia e raciocínio que desenvolvemos nesse artigo sobre portfólio de arquitetura e construção aliados à tecnologia dos sites, resultam em uma experiência tão ímpar às pessoas, desde o primeiro contato, que as chances delas elegerem você como seu arquiteto ou profissional da construção civil dos sonhos aumentam consideravelmente. Pronto para levar sua presença online para o próximo nível? Solicite um convite na Vobi agora e dê o primeiro passo rumo ao sucesso do seu negócio. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/principais-simbologias-de-eletrica Title: Simbologia Elétrica: Conheça as Principais Representações Meta Description: Aprenda neste artigo os principais tipos de simbologia elétrica residencial para projetos de reforma e construção, bem como as normas mais comuns usadas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/principais-simbologias-de-eletrica ## Headings Structure: H1: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H2: A simbologia elétrica residencial H2: O objetivo da norma NBR 5444 H2: Por que usar a NBR 5444 mesmo tendo sido cancelada? H2: Principais representações de simbologia elétrica H3: O Traço H3: O Círculo H3: O Triângulo Equilátero H3: O Quadrado H3: Simbologia dos eletrodutos H3: Simbologia dos condutores H3: Simbologia dos quadros de distribuição H3: Simbologia das caixas de passagem H3: Simbologia dos interruptores H3: Simbologia dos pontos de luz H3: Simbologia das tomadas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H2: A simbologia elétrica residencial H2: O objetivo da norma NBR 5444 H2: Por que usar a NBR 5444 mesmo tendo sido cancelada? H2: Principais representações de simbologia elétrica H3: O Traço H3: O Círculo H3: O Triângulo Equilátero H3: O Quadrado H3: Simbologia dos eletrodutos H3: Simbologia dos condutores H3: Simbologia dos quadros de distribuição H3: Simbologia das caixas de passagem H3: Simbologia dos interruptores H3: Simbologia dos pontos de luz H3: Simbologia das tomadas H3: Continuar lendo H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H4: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você conhece os principais tipos de simbologia elétrica para projetos? Esse é um assunto que muitos profissionais têm dúvidas sobre a correta representação e norma a ser seguida. São diversos os elementos que podem compor uma instalação elétrica residencial. Dentre eles estão: interruptores, tomadas, pontos de iluminação, condutores, eletrodutos, quadros de distribuição e caixas de passagem. Por isso, é muito importante que todo profissional, que lida com projetos elétricos, saiba ler, interpretar e representar esses elementos em planta baixa. Pensando nisso, elaboramos este artigo, onde iremos abordar mais sobre as principais representações de simbologia elétrica, bem como as normas mais comuns utilizadas, a fim de simplificar essa tarefa. Então, sinta-se à vontade para sempre consultar esse material quando necessário. Nele você encontrará: A simbologia elétrica residencial existe justamente para representar os componentes elétricos através de diferentes símbolos dentro de um projeto. Ou seja, trata-se de uma representação gráfica e escrita dos elementos que compõem o projeto elétrico residencial. Ela é necessária porque, tendo em vista que uma planta baixa de um projeto encontra-se sempre em uma escala de representação reduzida, seria impossível retratar os componentes reais de uma instalação elétrica. Desta forma, para simplificar, muitos acabam recorrendo à utilização das normas ABNT, principalmente a NBR 5444. Em 1989, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) criou a NBR 5444, com o objetivo de estabelecer os símbolos gráficos referentes às instalações elétricas prediais. Sua principal finalidade é a de padronizar a simbologia elétrica residencial utilizada pelos profissionais da elétrica, de forma que qualquer profissional habilitado seja capaz de compreender e executar a instalação através do projeto. Sabemos que, em 2014, a NBR 5444 foi cancelada pela ABNT, sem substituição, pelo motivo de estar em um formato antigo e desatualizado. Então, por que usá-la mesmo tendo sido cancelada? O fato é que, a NBR 5444 continua sendo referência na simbologia elétrica residencial, justamente pela sua facilidade de compreensão e por não existir outra norma que a substitua. Atualmente a recomendação da ABNT é a utilização das normas internacionais: NBR IEC 60617 e NBR IEC 60417. No entanto, estas ainda não foram traduzidas para o português. Por isso, a utilização da NBR 5444, não é uma obrigação, apenas uma sugestão, por ser de conhecimento geral. Afinal, como toda simbologia deve ser especificada na legenda do projeto, o profissional pode optar por utilizar uma simbologia própria. Então, vamos entender melhor a construção da simbologia da NBR 5444? Esta norma é baseada em figuras geométricas simples para permitir uma representação adequada e coerente dos dispositivos elétricos. Sendo eles: o traço, o círculo, o triângulo equilátero e o quadrado. O segmento de reta representa o eletroduto. Os diâmetros normalizados são segundo a NBR 5626, convertidos em milímetros, usando-se a Tabela 1 a seguir: Representa três funções básicas: o ponto de luz, o interruptor e a indicação de qualquer dispositivo embutido no teto. O ponto de luz deve ter um diâmetro maior que o do interruptor para diferenciá-los. Um elemento qualquer circundado indica que este localiza-se no teto. O ponto de luz na parede (arandela) também é representado pelo círculo. Representa tomadas em geral. Variações acrescentadas a ela indicam mudança de significado e função (tomadas de luz e telefone, por exemplo), bem como modificações em seus níveis na instalação (baixa, média e alta). Representa qualquer tipo de elemento no piso ou conversor de energia (motor elétrico). De forma semelhante ao círculo, envolvendo a figura, significa que o dispositivo localiza-se no piso. Os eletrodutos são como caminhos para os condutores, pois são eles que comportam os condutores e os levam por toda a construção. Nos eletrodutos, para todas as dimensões em mm indicar a seção, se esta não for de 15 mm. Ver tabela 2 completa da norma NBR 5444 clicando aqui. Os condutores são os caminhos onde a corrente elétrica percorre até o seu objetivo final, que é a carga. Nos condutores de fase, neutro, terra e retorno, cada traço representa um condutor, e deve se indicar a seção, a seção, nº de condutores, nº do circuito e a seção dos condutores, exceto se forem de eletroduto 1,5 mm². Ver tabela 2 completa da norma NBR 5444 clicando aqui. O quadro de distribuição é onde a energia vinda do padrão é dividida em circuitos para toda a construção. Essa organização em circuitos é prática pois possibilita a manutenção sem que a energia toda seja desligada, além de ser segura pois se algum acidente ocorrer, apenas um circuito é danificado. As dimensões das caixas de passagem devem ser dadas em mm, e a caixa de passagem da parede deve indicar a altura e se necessário fazer detalhe. Os interruptores são dispositivos que têm a função de seccionar o circuito quando são acionados, ligando ou desligando o mesmo. Ver tabela 4 completa da norma NBR 5444 clicando aqui. Os pontos de luz podem ser classificados e representados de acordo com muitos fatores como: potência das lâmpadas, o circuito que a luminária pertence e a quantidade de lâmpadas e outros. Existem também diversos tipos de iluminação que podem impactar na representação das mesmas. Ver tabela 5 completa da norma NBR 5444 clicando aqui. As tomadas são dispositivos conectados à rede elétrica que oferecem um ponto de conexão para dispositivos elétricos e eletrônicos, a fim de evitar a conexão direta deles na rede. Ver tabela 6 completa da norma NBR 5444 clicando aqui. Existem tantas premissas para a correta elaboração de um projeto luminotécnico residencial e/ou elétrico e, neste artigo, apresentamos apenas uma delas. Agora que você já sabe como representar a simbologia elétrica adequadamente, que tal se aprofundar em outros âmbitos do tema? Como, por exemplo, as diferentes temperaturas de cor de luz. Isso mesmo! Você sabia que a escolha das lâmpadas pode influenciar diretamente no resultado do seu projeto? Inclusive, não apenas a sua cor, como também a estimativa adequada de sua potência, fluxo luminoso e quantidade necessária para cada ambiente. Mas, fique tranquilo! Pensando nessa questão, aqui na Vobi, nossos especialistas desenvolveram uma calculadora de iluminância totalmente automatizada e gratuita, com o objetivo de facilitar essa etapa do processo que muitos têm dúvidas. Para acessá-la, basta clicar aqui. E se você curtiu esse artigo, certamente irá gostar dos nossos conteúdos em nossas redes sociais. 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H2: A importância do processo criativo H2: As etapas do processo criativo na arquitetura H3: Ambientação H3: Demanda H3: Reunião de informações H3: Processamento H3: Projeto H3: Pausa H3: Feedback H3: Repetir H2: O resultado do processo criativo H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como funciona o processo criativo na arquitetura H2: O que é a criatividade? H2: A importância do processo criativo H2: As etapas do processo criativo na arquitetura H3: Ambientação H3: Demanda H3: Reunião de informações H3: Processamento H3: Projeto H3: Pausa H3: Feedback H3: Repetir H2: O resultado do processo criativo H3: Continuar lendo H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: A importância do moodboard nos projetos de arquitetura e interiores H4: A importância do moodboard nos projetos de arquitetura e interiores H4: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura H4: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H4: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Dentre todas as competências exigidas de um arquiteto, o processo criativo é a mais abstrata. Assuntos concretos, como detalhamentos e técnicas construtivas, podem ser consultados em bibliografias específicas. Assuntos que não são aprendidos na faculdade, como regulamento no CAU, gestão financeira e estratégia de vendas, podem ser aprendidos através de cursos específicos. Porém o processo criativo é algo difícil de se ensinar. Inclusive, as próprias metodologias de ensino de projeto nas faculdades são objetos de pesquisa, pois esses processos são muito particulares. Mesmo arquitetos com experiência podem apresentar dificuldades na hora de elaborar soluções inovadoras, mas é possível trabalhar e aprimorar a mente criativa. Nesse artigo você vai aprender como funciona o processo criativo na arquitetura e como você pode melhorar a sua capacidade de criação através dos seguintes tópicos: Por definição, uma pessoa criativa é aquela que “possui capacidade, inteligência e talento para criar, inventar ou fazer inovações na área em que atua.” A criatividade comumente é associada ao “talento”, onde se acredita que pessoas criativas nascem com essa habilidade. Essa percepção é errônea e pode afetar negativamente os profissionais de diversas áreas que envolvem a criação, gerando desconforto e frustração. Como a própria definição esclarece, a criatividade está relacionada à “inteligência”, a qual abrange os aspectos intelectuais de entendimento, raciocínio e reflexão. Ela também está associada ao conceito de “capacidade” - faculdade natural ou adquirida. Portanto, é possível aprender a ser criativo. O que muitas pessoas veem como “talento” em diversas áreas criativas, na verdade, é o resultado de anos de desenvolvimento, e com a arquitetura não é diferente. A criatividade é o resultado do processo criativo. Esse processo, apesar de apresentar características gerais, é muito particular. Estudos recentes sobre a criatividade mostram que os fatores pessoais - cognitivos, emocionais e motivacionais - e fatores ambientais - sociais, físicos e culturais -  podem influenciar no processo de criação e seus produtos. Nos próximos tópicos vamos ver a importância do processo criativo na arquitetura, suas etapas e influência de fatores individuais. O processo criativo é o instrumento para concepção de ideias e soluções inovadoras, a sua importância para a arquitetura é evidente, visto que a própria projetação se trata da busca de soluções criativas para problemas específicos. Mas, onde se encaixa o processo de criação na arquitetura? Ele é necessário em algum momento específico do projeto? Todo arquiteto já se deparou com aquele sentimento de “o que eu faço agora?” durante o processo de elaboração de um projeto. Esse momento muito peculiar geralmente ocorre depois que reunimos as informações necessárias e, então, nos debruçamos sobre o papel branco. Ele é um sentimento de mil ideias que não se encaixam, uma ideia genial que não toma forma ou um vazio de referências de dar medo. Nesse momento, que estamos quase esperando uma intervenção divina para resolver aquele problema, vem o ultimato: eu não consigo criar! Pois bem, isso é perfeitamente natural, visto que o ato da criação realmente não vai cair do céu. Os famosos insights - compreensão súbita, profunda e intuitiva de um assunto - são apenas um recorte de um longo encadeamento, o processo criativo. Esse encadeamento de eventos, que giram em torno de um problema até gerar soluções, seguem uma lógica particular na cabeça de cada indivíduo. Porém, é possível identificar etapas em comum nesse processo. Conhecer essas etapas é fundamental para manter o controle lógico do processo e para desenvolver o seu próprio método, identificando quais etapas funcionam bem e quais precisam ser adaptadas para você. Porém, o processo de criação não é simplesmente uma fórmula de gerar ideias, ele está intimamente ligado a todo o processo de projetação arquitetônica. Inclusive, ao analisar ambos os processos, é possível observar etapas que são equivalentes. Isso significa que o próprio ato de projetar está mesclado com o processo criativo. Da mesma forma que o processo de criação é particular, a projetação também é. Geralmente, o estudante de arquitetura aprende alguns métodos de projetação na faculdade e, conforme vai projetando, sua mente vai se adaptando a algumas técnicas e sequências específicas, até formar um método próprio. Com o processo criativo não é diferente. O seu processo provavelmente vai mudar ao longo da sua carreira, ele vai evoluir e se adaptar às suas novas capacidades e condições, mas ele sempre parte de etapas básicas e, portanto, é necessário conhecê-las e entendê-las. Primeiramente, devemos esclarecer que a criação arquitetônica, e também em outras áreas, na prática, não representa o seu conceito de “ato ou efeito de criar, de tirar do nada”. Ela está muito mais associada ao conceito de “dar existência a algo”. Isso quer dizer que não será produzido algo “novo”, tente interpretar como algo “diferente”, assim você terá uma compreensão mais realista do que significa a criação. Como cada projeto possui restrições muito distintas, os projetos arquitetônicos raramente são iguais, no máximo são parecidos. Ainda assim, é possível elaborar soluções mais criativas para um determinado problema, basta treinar a sua percepção sobre a resolução. Você não precisa carregar a responsabilidade de ter que inventar a roda, mas talvez possa usá-la de um jeito mais eficiente, diferente, ou seja, criativo. Com um olhar mais sensato sobre o produto criativo, vamos às etapas do processo criativo que geram esse produto. A primeira etapa começa antes da demanda de projeto chegar ao escritório. Como vimos anteriormente, o processo criativo é influenciado por fatores pessoais e ambientais. As determinantes macroambientais são referentes ao contexto cultural, social e institucional e dificilmente podem ser controladas pelo indivíduo. Já as determinantes microambientais são referentes ao espaço imediato que a pessoa produz, esse ambiente pode ser projetado para otimizar a capacidade criativa do usuário. Estudos referentes aos ambientes criativos mostram que uma simples alteração no pé-direito pode afetar a capacidade de concepção. Tetos mais altos estimulam o pensamento abstrato, enquanto tetos baixos auxiliam em tarefas detalhistas. São diversas as características que podem afetar positivamente o processo criativo, dentre elas podemos destacar: Observe o escritório Google em Zurique. As cápsulas em formato de ovo favorecem tanto as reuniões e trabalhos colaborativos (cápsula à esquerda) quanto os momentos de isolamento e introspecção (cápsula à direita). Também é possível observar o uso de vegetação e tapete que simula uma área verde. Apesar de não substituir o contato real com a natureza, o estudo dos ambientes criativos mostra que o contato com a cor verde já é um diferencial para o processo criativo. Já a residência da artista plástica Tomie Ohtake, projetada por seu filho Ruy Ohtake, fez bom uso do visual dos elementos naturais externos. Observe os estímulos visuais dos quadros na parede do ambiente adjacente, bem ornamentada, em contraste com a grande clarabóia na área de trabalho, mais limpa visualmente. O ambiente também conta com todos os recursos necessários, grandes mesas para desenvolvimento e estante de livros para consulta. Representa a solicitação do projeto arquitetônico. É nesta etapa que o cliente vai expor seus desejos e criar suas regras. Neste momento são geradas as restrições que vão balizar as próximas etapas do processo criativo. Aqui entra o briefing - reunião inicial  onde as informações técnicas, desejos e necessidades do cliente são expostos e alinhados para a concepção do projeto. Primeiramente, é necessário saber qual é a área do projeto, ou melhor, qual a sua magnitude, qual o prazo para o seu desenvolvimento e qual é o orçamento disponível para a execução do serviço. Essas informações vão te auxiliar a prever um pouco das próximas etapas, e otimizar a projetação. Por exemplo, se você tem um projeto de ampla magnitude e um prazo curto, é previsível que será mais complicado criar algo muito diferente do referencial teórico já existente. Além disso, é essencial que você consiga entender os desejos dos seus clientes. O projeto imaginário pode ser muitas coisas, uma mesma descrição pode evocar imagens divergentes na cabeça de indivíduos distintos. Portanto é necessário que você busque trazer as ideias para o visual. Um bom instrumento para a alinhar essa visualização é a elaboração de um moodboard. Também conhecido como painel semântico, o moodboard é composto por paleta de cores, tipografias, estampas, texturas e imagens que expressam a linguagem visual do projeto. Esses painéis e outras decisões do briefing vão funcionar como uma bússola durante as próximas etapas do processo criativo, portanto é fundamental que eles estejam bem definidos e coerentes com as vontades e necessidades do cliente. Essa etapa é descrita em alguns métodos de processo criativo como “preparação” ou “pesquisa”. Ela consiste em unir todas as informações relativas ao seu tema e sobre outras áreas de conhecimento relacionadas, ou seja, áreas que não envolvem arquitetura, mas que estão diretamente conectadas ao objeto que está sendo desenvolvido. Por exemplo, ao projetar uma escola, além da pesquisa arquitetônica, será necessário reunir informações como: metodologias de ensino (pedagogia), conceitos e abordagens de aprendizagem (psicologia), culturas e saberes regionais (história), etc. O livro "Adoção do partido na arquitetura” de Pedreira Neves, busca ordenar o processo de projetação em algumas etapas principais, para que o jovem arquiteto tenha um ponto de partida para desenvolver o seu próprio método. Nesse livro, a projetação está dividida em duas fases, onde a primeira é “coleta e análise das informações básicas”. Aqui podemos observar a primeira “mescla de etapas” do processo criativo. Neves reuniu alguns tópicos para guiar a reunião de informações. O primeiro é relativo aos aspectos conceituais do tema e aborda: conceito do tema, caracterização da clientela e das funções, programa arquitetônico e relações do programa, pré-dimensionamento. O segundo é referente aos aspectos físicos do terreno e trata de: escolha do terreno, planta, características (forma e dimensão, relevo, orientação quanto ao Sol e ventos), acessos, relações com o entorno e legislação pertinente. Todas essas informações são relativas à elaboração de um projeto arquitetônico, porém o processo criativo envolve uma busca além da área da arquitetura, o que pode resultar em um banco de informações infinito, por isso, é necessário ter em mente quais são as pesquisas relevantes para o seu tema. Esses direcionamentos são definidos no briefing e também com a experiência adquirida ao longo do tempo. Conforme o processo se solidifica, a definição dessas buscas se torna mais apurada e reduzida, pois o próprio projetista amplia o seu banco de dados de conhecimentos. Também descrita como “incubação” ou “associação”, essa etapa consiste em analisar todas as informações coletadas e tentar combiná-las de novas maneiras, observá-las através de novas perspectivas. Essa associação pode ser feita mentalmente ou graficamente, através de diagramas, frases e colagens. Apesar dessa etapa ser bastante ativa e, portanto, consciente, alguns estudos interpretam essa etapa como espontânea. Ambas as abordagens estão corretas, isso porque, como vamos ver nos tópicos seguintes, a etapa de processamento se repete dentro do processo criativo e as conexões entre os temas estudados podem ocorrer de forma consciente ou não. Voltando às etapas de projetação, Pedreira Neves nomeia essa fase como “adoção do partido na arquitetura”, onde são definidas ideias dominantes e decisões de projetos. Essas decisões são baseadas nas necessidades e desejos do cliente e representam o resultado do processamento das informações reunidas, gerando uma hierarquia de prioridades que vão nortear as diversas possibilidades de projeto da etapa seguinte. Em alguns métodos de processo criativo essa etapa é descrita como “iluminação” ou “expressão”. A palavra “iluminação”, a princípio, pode gerar uma ideia errada sobre o quê essa etapa realmente representa, então vamos começar com a abordagem mais aproximada à “expressão”. Após o processamento é necessário apresentar uma solução ao problema apresentado. Existem diversos métodos para a projetação. Bianchi (2008)  e Kowaltowski et al (2011) listaram aproximadamente 250 técnicas para estimular a criatividade, onde se destacam três tipos: combinação de ideias, que abriga as técnicas “lista de atributos” e “teoria da solução inventiva de problemas (TRIZ”), Associação de ideias, que abrange as técnicas de “brainstorm” e “mapa mental”, e comparação de ideias, a qual traz os métodos de “analogia” e “biomimetismo”. Esses métodos vão “expressar” as ideias, e é nesse sentido que a etapa “projeto” do processo criativo assume essa definição. Independente da técnica utilizada, é fundamental que o arquiteto execute sua metodologia através do design thinking - abordagem que busca a inovação, com foco no ser humano, e tomando como base os conceitos de empatia, colaboração e experimentação. Primeiramente, o projetista coloca em foco o usuário, a seguir vem o pensamento expansivo, ou brainstorm, que possibilita um processo colaborativo - a equipe pensa em uma solução de forma unida e diversificada. Por fim, a etapa de experimentação vai analisar o que funciona melhor através de protótipos e desenhos. Chamar a etapa de “projeto” do processo criativo de “iluminação” também está correto, pois essa etapa se repete dentro do processo de criação, tópico que veremos mais à frente.  Eventualmente a “ideia da solução final” vai surgir dentro da projetação. É o famoso insight. Ele não surge do nada, é fruto de uma série de conexões e associações de um cérebro que está focado em resolver um problema. É fundamental que você pare de trabalhar no problema e mude o foco da sua mente. Isso vai renovar as energias e capacidade de atenção, além de desbloquear o lado inconsciente da mente. Procure fazer outra coisa que você goste ou que seja mentalmente estimulante. Nesse momento de pausa, os aspectos comentados na etapa de ambientação como  contato com a área verde,  flexibilidade do ambiente e diversidade de espaços internos são essenciais. Você pode ir para o cinema, para o museu, ou simplesmente dar uma caminhada. Mudar o ambiente, ter contato com a natureza e interações sociais são importantes nesse momento. Você também pode praticar algum hobby, ou simplesmente relaxar, o importante é deixar o cérebro se concentrar em outros pensamentos que não envolvam o problema. Essa etapa é bastante volátil. Por exemplo, se você estiver trabalhando em equipe, esse feedback é muito natural, ele é exposto assim que se apresenta uma ideia. Se você estiver trabalhando sozinho, considere pedir a opinião de outro profissional da área, recebendo assim uma visão técnica diferente da que você está enxergando, ou de uma pessoa leiga, pois ela pode observar variáveis que não estavam no seu campo de visão. Como vimos anteriormente, o processo criativo está conectado a fatores pessoais, então é muito fácil para o criador se apegar a sua ideia. Isso é inevitável, nós nos envolvemos com o produto, e quando ele não vai bem, nós também ficamos mal. Quando elaboramos uma ideia que achamos perfeita, geralmente não somos favoráveis à mudanças. É preciso aprender a “desapegar” um pouco do projeto. Treinar o emocional para as possíveis frustrações e adaptações no projeto. É necessário que você entenda isso o quanto antes: o processo criativo não é linear, ele é circular. Você vai revisitar as etapas de reunião de informações, processamento, projeto, pausa e feedback várias e várias vezes. Isso porque essas etapas estão todas conectadas. É em um momento de pausa que você vai realizar um processamento e partir para a projetação. Não espere executar os sete passos uma única vez e obter a solução perfeita, isso é quase impossível. Quando você estiver na primeira volta do processo criativo, bem no início da etapa de projeto, naquele momento onde você não tem ideia do que vai fazer, lembre-se que você vai voltar para essa etapa, com muito mais conhecimento e ideias conectadas. Por isso, permita-se! Permita-se ter ideias ruins, permita-se testá-las, rabisque o que vier na sua mente. Quando você retornar para essa etapa, já vai ter verificado opções, o seu inconsciente vai estar trabalhando a seu favor, e na quarta, quinta, décima volta, você vai criar algo incrível! Respeite seu tempo, entenda seu processo. Após elaborar a solução criativa, certifique-se que o cliente vai visualizá-la da mesma forma que você. Durante o briefing, como falamos, sempre buscamos trazer as aspirações do cliente para o visual, através de referências ou um moodboard. A apresentação do seu projeto deve seguir a mesma lógica. Maquetes, sketches ou renders, independente do meio de representação utilizado, elabore um produto visual que traduza as sensações e sentimentos que você idealizou para o cliente. O único jeito de entender como funciona o seu processo criativo é praticando. As primeiras vezes podem ser mais complicadas, mais demoradas, e talvez você precise dar mais voltas no ciclo de projetação. Porém, aos poucos você entende como seu corpo responde a cada etapa. Se a etapa de “projeto” é melhor em um escritório ou ar livre, se a sua pausa funciona melhor de manhã ou à noite. Tudo é uma questão de tempo e conhecimento para elaborar um processo criativo único e produtivo. www.melaoarquitetos.com 7 “quick” steps in the creative process | Youtube Channel Dami Lee A criatividade no projeto arquitetônico: um estudo exploratório em trabalhos finais de graduação do cau-ufrn | Natalya Cristina de Lima Souza Adoção do partido na arquitetura | laert pedreira neves. Salvador, centro editorial e didático da ufba 1989 --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/produtividade-toxica Title: Produtividade Tóxica: Os Perigos do Excesso de Trabalho Meta Description: Descubra os efeitos prejudiciais da produtividade tóxica e aprenda estratégias para encontrar o equilíbrio entre alta performance e bem-estar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/produtividade-toxica ## Headings Structure: H1: Produtividade Tóxica: Os Perigos do Excesso de Trabalho H2: O que é produtividade Tóxica H2: Quais as consequências da produtividade tóxica? H2: Como evitar produtividade tóxica? H2: O que causa a produtividade excessiva? H2: O que atrapalha a sua produtividade no trabalho? H2: Seja mais produtivo com a Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Produtividade Tóxica: Os Perigos do Excesso de Trabalho H2: O que é produtividade Tóxica H2: Quais as consequências da produtividade tóxica? H2: Como evitar produtividade tóxica? H2: O que causa a produtividade excessiva? H2: O que atrapalha a sua produtividade no trabalho? H2: Seja mais produtivo com a Vobi H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Já se sentiu pressionado ou estressado por não produzir tão rápido quanto gostaria? Ou ainda, já se culpou por fazer uma pausa no trabalho para relaxar, e quando o fez, não conseguiu se desligar do trabalho? Estes são exemplos comuns de  pessoas que estão sendo afetadas pelo o que chamamos de  “Produtividade Tóxica”. Mas o que significa esse termo e como ele afeta nossa vida na prática? A produtividade tóxica ocorre quando as pessoas se sentem pressionadas a serem excessivamente produtivas, muitas vezes em detrimento de sua saúde mental e física, relacionamentos pessoais e bem-estar geral. Com o tempo essa prática resulta em um ciclo insalubre de trabalho excessivo, que gera diversas consequências nocivas à nossa vida pessoal e profissional. Se você se sente assim ou já se viu nesta situação, recomendamos essa leitura, nela vamos abordar tópicos como: Na era digital, vivemos sob pressão constante para sermos produtivos. O valor é frequentemente medido pela quantidade de trabalho que realizamos, em vez de sua qualidade. Este fenômeno é conhecido como "produtividade tóxica". O  termo se  refere à obsessão insalubre por ser extremamente produtivo ao ponto de prejudicar nosso bem-estar físico e mental. A produtividade tóxica surge quando ultrapassamos limites saudáveis na busca por alta performance, ignorando as necessidades essenciais do corpo e da mente. É uma armadilha que nos faz acreditar que só temos valor quando estamos produzindo ou realizando tarefas. Alimenta a ideia de que o repouso e o lazer são luxos, e não necessidades. No entanto, não estamos desconsiderando a importância da produtividade. Ela ajuda a alcançar objetivos e a sentir satisfação pessoal. O problema surge quando essa busca se torna uma compulsão, levando ao esgotamento, ao estresse e à ansiedade. A cultura de produtividade tóxica é alimentada por uma sociedade que exalta o trabalho incessante e despreza o descanso. Isso pode criar um ciclo vicioso de trabalho, culpa e estresse. Nessa situação, a pessoa se sente constantemente sobrecarregada e incapaz de relaxar, mesmo quando não está trabalhando. A produtividade (tóxica), apesar de parecer benéfica à primeira vista, pode levar a uma série de consequências adversas. Um dos impactos mais imediatos é o esgotamento, que pode levar ao burnout. Isso ocorre quando uma pessoa está sob constante pressão para executar tarefas, frequentemente levando à exaustão física e emocional. O esgotamento pode se manifestar como fadiga crônica, insônia, irritabilidade, dificuldades de concentração e até sintomas físicos, como dores de cabeça ou problemas digestivos. A produtividade tóxica também pode levar ao estresse crônico. Estar constantemente sob pressão para ser produtivo pode levar a níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, no corpo. O estresse crônico tem sido associado a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, derrame e hipertensão, de acordo com uma pesquisa publicada no Circulation, o jornal da Associação Americana do Coração. Além disso, a produtividade tóxica pode ter um impacto significativo na saúde mental. A pressão constante para ser produtivo pode aumentar a probabilidade de desenvolver transtornos mentais, como depressão e ansiedade. Também pode levar a sentimentos de inadequação e baixa autoestima, pois o valor de uma pessoa é erroneamente medido pela quantidade de trabalho que ela realiza, e portanto, quando não o faz, dá lugar à esses sentimentos unidos à frustração. A produtividade tóxica também pode afetar negativamente as relações pessoais. Quando se está constantemente preocupado em ser produtivo,  pode-se negligenciar as necessidades e sentimentos dos outros. Isso pode levar ao isolamento social, prejudicando as relações  amorosas, familiares e amizades. Não podemos nos esquecer de que a produtividade tóxica pode impactar a própria qualidade do trabalho. Quando a quantidade de trabalho é priorizada em detrimento da qualidade, pode haver um aumento na quantidade de erros cometidos. Além disso, a criatividade e a inovação podem ser sufocadas, pois uma mente criativa só pode se desenvolver quando está descansada e relaxada. Como vimos, a produtividade tóxica pode levar a uma variedade de problemas físicos e mentais, afetando negativamente a saúde, as relações interpessoais e a qualidade do trabalho. É importante lembrar que somos seres humanos, não máquinas, e que é necessário haver equilíbrio para ter qualidade de vida e saúde. A produtividade tóxica pode ser uma armadilha fácil de cair, especialmente para profissionais como arquitetos e designers de interiores, que frequentemente lidam com prazos apertados e altas expectativas de clientes. No entanto, há várias estratégias para evitar essa armadilha. Vejamos algumas: Por isso, defina horários específicos para o trabalho e para o lazer, ou garantir que haja pelo menos um dia por semana longe do trabalho. Lembre-se que seu descanso também é importante. A técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo que visa dividir o trabalho em blocos de tempo focados, geralmente de 25 minutos, separados por curtos intervalos. Depois de quatro "Pomodoros", você faz uma pausa mais longa. Essa técnica pode ajudar a melhorar a concentração e evitar a fadiga mental ao garantir que você tenha pausas regulares. Quando há uma visão clara do  que precisa ser feito, fica mais fácil entender quando se está assumindo mais afazeres do que é possível ou saudável. A Vobi, com suas funcionalidades intuitivas e personalizáveis, ajuda a traçar uma visão de suas tarefas, permitindo que você estabeleça prioridades e gerencie seu tempo com mais eficiência. Ao facilitar o rastreamento de projetos e prazos, a plataforma Vobi permite que você veja claramente quando está se sobrecarregando. Isso é fundamental para evitar a produtividade tóxica, pois é possível identificar quando a carga de trabalho está se tornando insustentável e tomar medidas para reequilibrar. Lembre-se, evitar a produtividade tóxica não significa ser menos comprometido com o trabalho. Significa construir uma relação saudável com o trabalho, que permite o crescimento profissional e pessoal sem comprometer a saúde física e mental. A produtividade excessiva, também conhecida como produtividade tóxica, é mais comum do que se imagina em profissões de alta demanda, como arquitetura e design de interiores. No Brasil, onde a cultura de trabalho muitas vezes valoriza longas horas e alta produtividade, este problema pode ser maior. Vários fatores podem contribuir para essa tendência. Um dos principais fatores pode ser a pressão cultural. Em uma sociedade que frequentemente dá igual valor e sucesso à quantidade de trabalho realizado, os profissionais podem sentir que precisam estar sempre produzindo para serem valorizados. Além disso, as exigências da própria profissão podem alimentar a produtividade excessiva. Com prazos apertados, expectativas elevadas dos clientes e a necessidade de criar constantemente soluções únicas e criativas, os arquitetos e designers de interiores podem se ver trabalhando além do horário normal e sacrificando o tempo pessoal para atender às demandas do trabalho. A falta de estratégias eficazes de gestão de tempo e organização também pode ser um fator. Sem ferramentas adequadas para gerenciar a carga de trabalho e priorizar tarefas, os profissionais podem se sentir sobrecarregados e assumir mais trabalho do que podem lidar de forma saudável. Outro fator é a cobrança e a auto pressão. Ou seja, além de lidar com a  pressão externa, muitos ainda travam uma batalha com sua própria mente ao se esforçarem  para alcançar a perfeição em seu trabalho gerando sobrecarga sobre si mesmo na tentativa de atingir esse ideal. Por fim, a falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal pode levar à produtividade excessiva. Quando o trabalho ocupa a maior parte do tempo e da energia, pode ser fácil cair na armadilha da produtividade tóxica. Alguns fatores podem estar contribuindo para a queda de produtividade no trabalho. Fazer auto avaliação é uma etapa crucial para identificar e abordar esses desafios: Ambiente caótico: O ambiente de trabalho, quando repleto de distrações e interrupções constantes, pode ser um empecilho sério para a produtividade. Um espaço de trabalho limpo, organizado e bem planejado é fundamental para manter o foco. Procrastinação: mesmo um ambiente perfeito para o trabalho pode ser de pouca valia se não for acompanhado por hábitos saudáveis. Por exemplo, a procrastinação é um hábito que pode atrapalhar seriamente a produtividade, levando ao acúmulo de tarefas. Além disso, a procrastinação aumenta a chance de atrasar a entrega do trabalho, gerando ainda mais pressão e estresse à atividade. Rotina do sono: O estresse e o esgotamento, são  muitas vezes agravados pela falta de sono adequado. A falta de sono pode prejudicar a produtividade e a criatividade. Quando não dormimos o suficiente, nossos corpos e mentes não têm a oportunidade de se recuperar adequadamente. Isso pode levar a uma série de efeitos prejudiciais que podem afetar diretamente a produtividade como a perda de concentração e  memória, além de afetar o humor e aumentar o risco de problemas de saúde. Seja motivado: A motivação é outro fator-chave para a produtividade. A falta de metas claras e tangíveis pode levar à perda de motivação. Estabelecer objetivos e celebrar pequenas vitórias ao longo do caminho pode ajudar a manter o engajamento. A produtividade é um aspecto essencial para profissionais de arquitetura e design de interiores, e a plataforma Vobi pode ser uma grande aliada nessa jornada. A Vobi é uma plataforma de gerenciamento de projetos criada especialmente para arquitetos, designers de interiores e profissionais do ramo da construção civil. Ela fornece uma variedade de recursos que simplificam e otimizam a gestão de projetos, desde a concepção até a conclusão. Com a Vobi, você pode organizar seus projetos em um único lugar, com uma visão clara de todas as tarefas, prazos e metas. Isso permite uma melhor distribuição de esforços e tempo, evitando sobrecarga e estresse desnecessário, dois grandes causadores da produtividade tóxica. A plataforma também oferece recursos para agendamento e gestão de reuniões, permitindo definir agendas, acompanhar as atas e manter todas as partes interessadas informadas e alinhadas. Isso minimiza o tempo gasto em coordenação e maximiza a eficiência da comunicação. Além disso, a Vobi facilita a colaboração em equipe, permitindo compartilhar informações, arquivos e feedbacks em tempo real. Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também promove uma cultura de trabalho em equipe e transparência. Portanto, usando a Vobi fica muito mais fácil gerenciar seu trabalho e sobra tempo para focar no que mais gosta de fazer! https://psicologiadockhorn.com/ https://blog.trello.com/br/ https://www.cnnbrasil.com.br https://www.agendor.com.br/blog/ https://www.agendor.com.br/ https://blog.portalpos.com.br/ https://www.vobi.com.br/recursos/tudo-sobre-a-vobi --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/project-charter Title: Project Charter: O roteiro para o sucesso do seu projeto Meta Description: Entenda como o Project Charter pode ajudá-lo a definir o escopo, os recursos necessários, o cronograma e os riscos envolvidos no projeto e aprenda como usar essa ferramenta de gestão de projetos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/project-charter ## Headings Structure: H1: Project Charter: O roteiro para o sucesso do seu projeto H2: O que é  Project Charter? H2: Como aplicar o Project Charter? H2: Quais os benefícios do  Project Charter? H2: Como melhorar sua gestão de projetos através da Vobi? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Project Charter: O roteiro para o sucesso do seu projeto H2: O que é  Project Charter? H2: Como aplicar o Project Charter? H2: Quais os benefícios do  Project Charter? H2: Como melhorar sua gestão de projetos através da Vobi? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Já se sentiu inseguro ao iniciar um novo projeto por não ter um escopo bem definido? Ou ainda já se perdeu ou “travou” no meio de um projeto por falta de direcionamento? Esse tipo de situação é comum de acontecer quando as “regras do jogo” de um novo projeto não está clara para as partes envolvidas. Felizmente esse problema pode ser facilmente solucionado quando usamos uma ferramenta chamada Project Charter. O Project Charter é um documento essencial para garantir o sucesso de qualquer projeto. Ele define claramente os objetivos, escopo, recursos, e riscos do projeto, permitindo que todos estejam alinhados e trabalhando na mesma direção. Pode até parecer mais uma barreira burocrática para seus projetos, mas não se engane, realizar um bom Project Charter pode ser o divisor de águas para alcançar seu objetivo, e obter êxito em seus projetos. Então, se você deseja se juntar aos líderes de projetos de sucesso, vamos te ajudar com isso. Nesse artigo, vamos analisar o que é o Project Charter, como elaborá-lo e quais ferramentas podem ser usadas para facilitar ainda mais esse processo. Ficou curioso? Então vamos nessa! Project Charter é um termo em inglês que podemos traduzir do inglês como “Termo de abertura do projeto”, ou seja, é o pontapé inicial de um novo projeto. Trata-se de uma ferramenta muito importante no gerenciamento de projetos pois é ele que define as informações essenciais do mesmo, como seus objetivos, escopo, prazo, recursos, orçamento, riscos, metas e quem está envolvido em sua realização. O objetivo do Project Charter é garantir que todos os membros da equipe e outras partes interessadas tenham uma compreensão compartilhada do que será entregue, quem será responsável e como será feita a entrega. O Project Charter é elaborado no início do projeto, antes de qualquer trabalho ser iniciado, e é usado como uma referência durante todo o projeto. Ele é um guia importante que ajuda a garantir que o projeto comece com o pé direito e continue no caminho certo. No entanto seria ilusório pensar que este documento fica engessado, sem nenhuma alteração ao longo do processo, muito pelo contrário, pode haver e muito provavelmente haverá alterações como mudança de prazos ou modificações ao desenrolar do projeto. Não se preocupe, esse tipo de mudança é passível de acontecer, e você enquanto profissional da construção civil provavelmente sabe que existem diversas modificações tanto no planejamento quanto na execução de projetos, no entanto o objetivo e a essência do projeto continuam a mesma, o que pode mudar é o percurso até chegar no objetivo. Sendo assim, podemos definir o Project Charter como um documento essencial que lança as bases do projeto, estabelece as expectativas e regras, norteia os participantes ao longo da jornada e ajuda a garantir o sucesso do projeto. Agora que você entende a importância de estabelecer um Project Charter antes de dar início aos seus projetos, provavelmente está se perguntando como elaborar um. Mas não se preocupe, vamos te ajudar com isso. Considere antes de dar início ao projeto quais as principais dúvidas podem surgir ao longo do processo, e esse provavelmente é o escopo que seu Project Charter deverá conter. Responda perguntas como: Definir um título para o projeto é interessante, pois isso ajudará a criar uma identidade para o projeto e torná-lo mais fácil de ser comunicado e lembrado pelos envolvidos. Ao escolher um nome ou título para o projeto, é importante que ele seja descritivo e reflita os objetivos e escopo do projeto. Ele deve ser claro, conciso e fácil de lembrar. Comece definindo a necessidade do projeto. Qual é o problema que o projeto visa solucionar? Qual é a oportunidade que ele visa aproveitar? Quais são os objetivos do projeto? O que vai definir o sucesso (ou não) desse projeto? Responder a essas perguntas irá ajudá-lo a estabelecer metas claras. Identificar os riscos é uma parte essencial do processo de elaboração do Project Charter, pois permite que a equipe antecipe e gerencie os riscos que podem surgir durante o curso do projeto. Os riscos podem ser classificados em diferentes categorias, como riscos financeiros, riscos operacionais, riscos legais, riscos de segurança, entre outros. Ao identificar os riscos, é importante avaliar sua probabilidade de ocorrência e seu impacto potencial no projeto. Convide sua equipe, e os incentive a apresentar os possíveis riscos que envolvem o projeto, a partir daí é possível criar um plano de gerenciamento de riscos que inclua estratégias de mitigação dos mesmos. Um plano sem metas ou métricas de obtenção de resultados está fadado ao fracasso, por isso ter metas a serem alcançadas é primordial, pois permite que a equipe do projeto planeje e organize as atividades necessárias para atingir os objetivos do projeto dentro do prazo estabelecido. Para estabelecer o cronograma, é importante definir uma lista completa das atividades que precisam ser concluídas para alcançar os objetivos do projeto. Essa lista pode ser criada por meio de uma análise cuidadosa do escopo do projeto, dos requisitos do cliente e dos recursos disponíveis. Um bom cronograma deve incluir marcos importantes e entregáveis, levando em consideração os recursos disponíveis e as restrições de tempo do projeto. Determinar os recursos necessários é um dos elementos mais importantes do processo de elaboração do Project Charter, pois permite que a equipe do projeto identifique os recursos necessários para atingir os objetivos dentro do prazo estabelecido. Aqui estamos falando de uma estimativa geral de gastos alocados no projeto, já que para uma perspectiva mais detalhada será necessário elaborar uma planilha de custos separada. Identificar o que cada membro da equipe fará é uma etapa essencial  do processo de elaboração do Project Charter. Fazer isso é importante para garantir que as expectativas e necessidades de todos os envolvidos sejam consideradas ao longo do projeto. Além disso, ajuda a garantir que o projeto tenha o apoio necessário para ser bem-sucedido. Definir o escopo é um elemento fundamental no processo de elaboração do Project Charter e no gerenciamento de projetos em geral. O escopo define os limites do projeto, ou seja, o que está e o que não está incluído no projeto, Isso inclui a definição clara dos requisitos do projeto, os prazos e orçamento como já citados. Uma definição clara do escopo ajuda a garantir que todos os envolvidos no projeto, incluindo o gerente de projeto, os patrocinadores e os colaboradores, tenham uma compreensão clara do que será entregue pelo projeto e dos objetivos a serem alcançados. Isso ajuda a evitar confusões, mal-entendidos e retrabalho ao longo do processo. O que cada Project Charter deve contemplar varia do tipo de projeto e organização por trás dele, então sinta-se à vontade para acrescentar ou excluir informações que não considerem importante para o bom andamento do projeto, como já dito antes, nada nesta ferramenta é engessada! Mas então surge outra dúvida: quem é o responsável pela elaboração de um Project Charter? Você pode pensar que a pessoa ideal para esta função é o gerente de projetos.  Mas esse documento pode ser melhor elaborado pela pessoa que teve a ideia ou ou é responsável por fornecer os recursos financeiros e de outras naturezas para o projeto, essa pessoa podemos chamar de sponsor ou patrocinador do projeto. Dessa forma, fica mais fácil explanar as metas e objetivos do projeto. Já o gerente de projetos é responsável por coordenar as atividades da equipe do projeto durante o processo. Isso inclui garantir que todos os membros da equipe tenham clareza sobre suas responsabilidades e prazos. Como já sabemos, o Project Charter é o primeiro passo antes de iniciar um projeto, por isso neste momento a equipe é capaz de levantar pontos chaves e fazer uma avaliação que determina se vale a pena prosseguir com o projeto pretendido. Depois de definir esse ponto, fazer uso dessa ferramenta de gestão ainda traz diversos benefícios, como: Melhoria da gestão do projeto: O Project Charter ajuda a estabelecer uma estrutura clara para a gestão do projeto, incluindo as responsabilidades da equipe do projeto e das partes interessadas. Aumenta as chances de sucesso do projeto: Project Charter ajuda a garantir que todos os envolvidos no projeto estejam focados no sucesso do projeto e em alcançar seus objetivos, já que estes estão bem definidos. Dessa forma a chance do projeto ser concluído dentro do prazo e do orçamento estabelecidos e com os resultados esperados aumenta e muito! Reduz os riscos:  O Project Charter ajuda a identificar e gerenciar os riscos do projeto com antecedência. Dessa forma a possibilidade de que ocorram problemas imprevistos durante o projeto é menor, e pode evitar que ocorram atrasos ou custos adicionais. Melhora a comunicação: Um Project Charter bem estruturado  permite que todas as partes interessadas entendam as metas, objetivos, escopo e outras informações essenciais do projeto. Isso ajuda a garantir que os envolvidos estejam na mesma página em relação ao que deve ser entregue. Como vimos, fazer um Project Charter oferece diversos benefícios e evita erros e desperdício de recursos. Mas fazer um bom Project Charter pode ser mais prático do que você imagina, esqueça as planilhas, documentos impressos ou todos os e-mails que teria que mandar a fim de alinhar sua equipe, essa forma de trabalhar te faz desperdiçar seu precioso tempo. Ao invés disso, a Vobi oferece um sistema automatizado de gestão de projetos que agiliza a comunicação entre membros da equipe e permite que tudo seja feito em um único lugar. Vejamos as principais vantagens: Essas são apenas algumas das vantagens oferecidas pela ferramenta de gestão de projetos da Vobi, dessa forma fica fácil elaborar e acompanhar o andamento do Project Charter, não acha? https://monday.com/blog/pt/ https://www.escolaedti.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-arquitetonico Title: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo Meta Description: O projeto arquitetônico é a representação técnica de tudo que será executado. Leia o artigo e conheça o poder da arquitetura e a inovação por trás dessa área. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-arquitetonico ## Headings Structure: H1: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H2: Introdução ao projeto arquitetônico: conceitos básicos e importância. H2: Os principais elementos de um projeto arquitetônico e sua função. H3: Implantação H3: Plantas de cobertura H3: Planta baixa H3: Cortes e elevações H3: Layout gráfico H2: Etapas do processo de projeto arquitetônico: do conceito à execução. H2: Tendências atuais em projetos arquitetônicos. H3: Espaços multifuncionais H3: Sustentabilidade H3: Design biofílico H3: Automação H3: Design Comfy H2: Dicas para maximizar o espaço em projetos arquitetônicos. H3: Verticalização H3: Iluminação H3: Espelhos H2: O uso de tecnologia e software no projeto arquitetônico. H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto arquitetônico: desvendando todo o processo H2: Introdução ao projeto arquitetônico: conceitos básicos e importância. H2: Os principais elementos de um projeto arquitetônico e sua função. H3: Implantação H3: Plantas de cobertura H3: Planta baixa H3: Cortes e elevações H3: Layout gráfico H2: Etapas do processo de projeto arquitetônico: do conceito à execução. H2: Tendências atuais em projetos arquitetônicos. H3: Espaços multifuncionais H3: Sustentabilidade H3: Design biofílico H3: Automação H3: Design Comfy H2: Dicas para maximizar o espaço em projetos arquitetônicos. H3: Verticalização H3: Iluminação H3: Espelhos H2: O uso de tecnologia e software no projeto arquitetônico. H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Como funciona o processo criativo na arquitetura H4: Como funciona o processo criativo na arquitetura H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O projeto arquitetônico vai além do que um planejamento de decoração ou listagem de acabamentos. Ele é extremamente importante no processo de construção ou reforma de um edifício, onde o arquiteto deve considerar aspectos técnicos e funcionais. Esse tipo de projeto abrange elementos como estrutura, distribuição dos espaços, acessibilidade e outras questões. Todas as decisões tomadas influenciam na funcionalidade, segurança e conforto do ambiente construído. Nesse artigo, você irá descobrir como o projeto arquitetônico é essencial para transformar uma ideia em uma construção resistente e harmoniosa e como a utilização da tecnologia é um aliado no processo, oferecendo agilidade e inovação na elaboração dos projetos. Nós iremos te ajudar a criar ambientes que atendam às necessidades de seus clientes, acompanhe os seguintes tópicos: Um projeto arquitetônico visa prever e evitar problemas na execução de uma edificação, sendo ele a representação gráfica e escrita de todo o processo de construção. Organizado por documentações, como a planta baixa, ele norteia os profissionais a planejarem uma obra, sendo uma construção nova ou uma reforma. Com o planejamento adequado, evitam-se atrasos na entrega, retrabalhos e desperdício de materiais. Além de que, o projeto contribui para reduzir os custos de manutenção da edificação a longo prazo. A excelência de um projeto consiste em atender o estilo de vida dos usuários da edificação, garantindo a segurança e o cumprimento das normas técnicas. Arquitetos e engenheiros juntos conseguem compreender as necessidades das pessoas e criar soluções adequadas para a utilização dos espaços no dia a dia. Por exemplo, soluções em isolamento térmico resultam em economia com sistemas de climatização ou então a utilização em materiais que proporcionam isolamento acústico podem reduzir ruídos externos, sendo ótima solução para ambientes que necessitam amenizar o som de um ambiente para outro. Portanto, um projeto arquitetônico considera questões para além da estética, focando em conforto, segurança e economia através da função e da acessibilidade. A planta de implantação ou locação identifica as informações sobre o posicionamento correto da edificação dentro do terreno, considerando os pontos de referência como limites, cercas e/ou marcos. Além disso, é apresentado os acessos internos da edificação, como entradas principais, portas, corredores e escadas garantindo uma circulação funcional. Essa documentação é importante para que se garanta a correta execução dentro dos parâmetros legais e evite invasões em propriedades privadas de vizinhos. Também é importante apresentar as cotas do terreno para fazer o nivelamento da construção, prevendo os ajustes necessários de fundação e estrutura para garantir a segurança da edificação. A planta de cobertura representa vista área da edificação, onde são detalhados as informações importantes sobre a cobertura da edificação. É incluído componentes como caimento da cobertura, o material a ser utilizado, a localização de elementos como chaminés, calhas, tubulações, aberturas, marquises e entre outras informações pertinentes. O caimento da cobertura é um atributo importante na documentação do projeto arquitetônico para se garantir o escoamento da água da chuva, impedindo acúmulo e infiltrações através da especificação precisa do ângulo e da direção do caimento. Assim como a escolha da materialidade da cobertura, ela deve considerar características específicas como a estética, durabilidade, isolamento térmico e acústico. Além disso, o correto dimensionamento e posicionamento das aberturas e marquises também são representados. A planta baixa é uma representação bidimensional dos espaços e apresenta informações gráficas e textuais importantes do projeto, como disposição dos cômodos, localização das paredes, aberturas, equipamentos hidráulicos e mobiliários. Além do posicionamento dos cortes, que serve como informação complementar para aprovação do projeto e, consequentemente, compreensão sobre informações que não ficam aparentes na planta baixa (altura do cômodo, do peitoril e das portas). Caso a planta seja para fins de marketing, como a venda do imóvel, pode-se acrescentar outros tipos de representação, por exemplo, texturas, mobiliário decorativo e paisagismo, tornando uma planta humanizada - termo conhecido quando a planta está mais atraente e compreensível para o público. A planta baixa é um elemento importante de um projeto arquitetônico, no entanto, deve ser considerada com outros desenhos técnicos para a execução da edificação, evitando-se erros e garantindo a precisão da construção. O corte consiste em ter praticamente as mesmas informações da planta baixa, sendo uma representação vertical da edificação. Pense que a construção foi dividida em duas partes, permitindo detalhar os elementos que não são visíveis na planta baixa, como informações sobre estruturas, alturas dos espaços, a disposição de paredes, pilares e vigas, etc. A importância do corte está relacionada em demonstrar aspectos antes não compreendidos facilmente apenas na planta baixa. Assim, fica melhor de entender a relação entre diferentes pavimentos, a disposição dos elementos construtivos e a conexão dos sistemas verticais (escadas e elevadores). A quantidade de cortes pode variar, é comum que as prefeituras exijam, no mínimo, três cortes para aprovação do projeto, mas o projetista responsável pelo projeto pode desenvolver quantos forem necessários até a verdadeira compreensão para execução do projeto. Já as elevações têm o papel de complementar a planta baixa e os cortes, sendo também uma representação vertical da fachada ou de uma parede externa da edificação. Com ela, é possível compreender as proporções, bem como as aberturas e outros elementos estéticos presentes na fachada. Por exemplo, nesse elemento aparecem revestimentos, texturas, portas, janelas, sacadas, entre outros. Com essa documentação é possível ter uma clareza detalhada da aparência estética da construção, sendo útil para aprovação junto às autoridades competentes, já que elas irão avaliar o impacto visual da construção no contexto urbano existente. O layout gráfico faz parte do processo de comunicação visual de um projeto arquitetônico, sendo ele fundamental para passar as informações de forma clara e esteticamente agradável. Os profissionais que desenvolvem o projeto tendem a considerar questões como a hierarquia das informações, o equilíbrio visual, a consistência no estilo e na formatação. Outros quesitos importantes também são a escolha das cores, fontes e escalas. Além disso, o layout envolve a apresentação de imagens renderizadas, maquetes eletrônicas ou outros recursos visuais que contribuem para transmitir a ideia do projeto. O importante é que a linguagem se adapte ao público-alvo em que o projeto deseja atingir. Por exemplo, para clientes é desejável que o projeto se apresente mais atrativo, enquanto para equipe que irá construir é necessária uma organização mais precisa das informações. O processo de desenvolvimento do projeto arquitetônico envolve uma análise de vários fatores em conjunto com o cliente. Primeiramente, é elaborada a etapa do Levantamento de Necessidades, onde é possível identificar os requisitos do cliente para desenvolvimento do projeto. A partir das informações coletadas é possível organizar um documento chamado Programa de Necessidades, onde o arquiteto entende as preferências do cliente e orienta sobre as questões técnicas e ajustes necessários. E assim, passa-se a discutir sobre orçamento disponível, prazos, estilo arquitetônico, número de pavimentos, ambientes e sistemas funcionais. Todas as informações são úteis para desenvolvimento das soluções que atendam os anseios do cliente, e assim prossiga para a próxima fase - o Estudo Preliminar. Essa etapa visa analisar a viabilidade técnica-financeira do projeto, focando no conforto e segurança da edificação. No Estudo Preliminar são analisados a compatibilidade do projeto com as normas técnicas locais, evitando-se contratempos posteriores. Após isso, a etapa de consolidação das ideias é conhecida como Anteprojeto, onde é apresentado as diretrizes gerais do projeto, considerando a funcionalidade, a estética e a viabilidade. A NBR 6492 contempla que é no anteprojeto onde ocorre a definição do partido arquitetônico, isso é, o pré-dimensionamento dos elementos construtivos através da documentação passará pelos órgãos oficiais responsáveis para aprovação do empreendimento e servirá como uma importante referência para o desenvolvimento das próximas etapas de um projeto arquitetônico. Nessa etapa deve ser apresentado os seguintes documentos: A partir daí entra a fase de Projeto Legal, onde se elabora os documentos para aprovação do projeto na prefeitura e obtenção do Alvará de Construção. O próximo passo é continuar o detalhamento para entrar na fase de Projeto Executivo, onde são inseridos informações adicionais com foco na execução da edificação. Quanto mais cuidado com a descrição das etapas, maior evitam-se os erros e contratempos que porventura possam ocorrer. Os espaços multifuncionais são uma tendência quando o assunto é projeto arquitetônico, pois atendem a necessidade dos usuários de trazer flexibilidade e versatilidade para serem utilizados em diferentes funções ao longo do tempo, independente se atividade for residencial, comercial ou outra. Por serem mais eficientes, os espaços multifuncionais melhoram o ponto de vista econômico, ao utilizar os recursos disponíveis adequados às necessidades contemporâneas. Nos projetos residenciais, esses espaços ganham cada vez mais espaço, por exemplo, os lofts e studios, onde em um único ambiente é possível existir várias funcionalidades, como sala de estar, quarto e escritório. Já nos projetos comerciais atuais, o foco é manter várias instalações como sala de reuniões, eventos e estações de trabalho colaborativas. Hoje, entende-se que esses espaços melhoram a produtividade e também contribui diretamente para melhorar a cultura organizacional, trazendo dinamismo e adaptabilidade. Os arquitetos se preocupam cada vez mais com projetar edificações com materiais ecológicos e com baixo impacto ambiental. Incluindo a escolha de materiais renováveis, além da redução do consumo de recursos naturais tanto na construção da edificação como em toda a vida útil dela. Os projetos arquitetônicos também focam em reduzir o consumo de energia e das emissões de gases de efeito estufa através do isolamento térmico, da iluminação natural e sistemas renováveis, por exemplo, a utilização de painéis solares. A captação e reutilização da água da chuva, bem como o tratamento de águas residuais é uma prática comum de gestão de água nos projetos. O design biofílico tem como premissa criar espaços que conectem pessoas com a natureza, inserindo elementos naturais no ambiente construído, como luz natural, vegetação, elementos da paisagem, etc. Todos os elementos, cuidadosamente incorporados, proporcionam benefícios físicos e psicológicos para os usuários, por isso, podem ser utilizados tanto em residências, escritórios, como em escolas e hospitais. A luz natural é muito importante no design biofílico, pois através das aberturas há maximização da entrada da luz nos ambientes, melhorando a qualidade do ar e estimulando a sensação de bem-estar. Assim como a inserção de vegetação que filtra o ar poluente e aumenta a umidade, além de aumentar o efeito relaxante trazendo a sensação de calmaria. Outros elementos comumente inseridos como incorporação da paisagem são a presença de água, formatos orgânicos e vistas panorâmicas. Esses melhoram a sensação de equilíbrio e oferecem uma experiência estimulante aos usuários. A automação refere-se a inserção de sistemas automatizados que gerencia aspectos como iluminação, climatização, segurança, áudio, vídeo, entre outros. Ela pode ser integrada em todas as etapas de um projeto arquitetônico, podendo ser implementada em construções novas, em projeto de reforma ou retrofit. A automação é controlada por meio de painéis de controle, smartphones, assistentes de voz ou dispositivos específicos. No entanto, é importante considerar a infraestrutura para suportar os sistemas e garantir a compatibilidade e dispositivos utilizados. Por exemplo, em uma casa existe um alto grau de personalização do que os usuários desejam em seus espaços e a integração de sistemas específicos, como posicionamento de sensores, tomadas inteligentes e cabeamento estruturado. Por isso, a importância da colaboração entre arquitetos, engenheiros e empresas especializadas em automação no desenvolvimento do projeto arquitetônico. No projeto arquitetônico, o design comfy busca criar ambientes que promovam o bem-estar físico e emocional das pessoas que irão utilizá-lo, considerando o conforto térmico, visual e acústico. Essa tendência tem como enfoque ambientes convidativos, acolhedores e voltados ao relaxamento, produtividade e convivência. Nós da Vobi, preparamos um artigo sobre essa e outras tendências, clique aqui e leia! A verticalização nos espaços é uma solução para otimizar a utilização, trazendo soluções inteligentes para aproveitar o espaço disponível. Por exemplo, a utilização de móveis modulares pode colaborar para a verticalização, como a cama suspensa com espaço para armazenamento embaixo, uma mesa dobrável à parede ou grandes estantes e armários suspensos oferecem funcionalidade e economia de espaço. Os móveis planejados também são soluções que focam na personalização conforme as necessidades do cliente, garantindo que o espaço vertical seja utilizado de maneira eficaz. Assim, você como arquiteto, pode oferecer espaços mais funcionais e esteticamente agradáveis. A iluminação tem grande importância na maximização do espaço em um projeto arquitetônico. Isso porque ela melhora a funcionalidade dos ambientes, iluminando todos os pontos de forma eficiente. Pontos bem iluminados tendem a ser bem utilizados pelos usuários, aumentando a área útil e funcionalidade do espaço. Além disso, ao utilizar a luz estrategicamente é possível aumentar a sensação de amplitude. O uso de luzes direcionadas realçam pontos específicos e criam um efeito de profundidade, valorizando elementos arquitetônicos. É importante investir em luminárias embutidas para ocupar menos espaço, mantendo uma estética minimalista e discreta. Tenha acesso à calculadora de iluminância de interiores da Vobi, clicando aqui. Os espelhos contribuem diretamente para a maximização do espaço no projeto arquitetônico, pois criam uma ilusão de maior amplitude, o que torna o ambiente visualmente mais espaçoso. Além disso, os espelhos contribuem para aumentar a iluminação do ambiente por refletirem a luz natural e artificial, espalhando a luminosidade no ambiente. Como também valorizam a estética e o conforto dos ambientes, por destacarem os elementos arquitetônicos quando bem planejados. A tecnologia tem um papel fundamental no desenvolvimento de um projeto arquitetônico, pois auxilia os profissionais em todas as etapas do processo. Os softwares estão sendo cada vez mais atualizados para simular soluções inovadoras voltadas à iluminação, ventilação, eficiência energética e estrutura. Os softwares de modelagem tridimensional permitem melhorar a compreensão e comunicação das ideias entre toda equipe de projeto e o cliente, permitindo que seja feita a avaliação do desempenho do projeto antes de sua execução. Por exemplo, tecnologias como realidade virtual (VR) e a realidade aumentada (AR) permitem que os usuários vejam o projeto de forma virtual através da navegação e exploração dos detalhes em escala real, contribuindo para identificar possíveis melhorias. Além disso, a tecnologia contribui para gestão de projetos com softwares que facilitam o planejamento, o controle e a colaboração entre os membros da equipe. A Vobi, por exemplo, permite a criação de cronogramas, acompanhamento de tarefas, gestão de documentos e comunicação eficaz, garantindo um fluxo de trabalho assertivo e um negócio de sucesso. Na nossa plataforma, você: Assim, você profissional da construção civil, pode otimizar seu tempo, a qualidade e a sustentabilidade de seus projetos, resultando em mais satisfação para todos os envolvidos no processo. https://www.obramax.com.br/ https://www.mapadaobra.com.br/ https://www.biancogres.com.br/ https://carluc.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-as-built Title: Projeto As Built: garantindo a conformidade e eficiência. Meta Description: O projeto as built é a base para garantir uma construção com mais precisão as suas especificações originais e é uma ferramenta para tomada de decisões futuras. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-as-built ## Headings Structure: H1: Projeto As Built: garantia de conformidade e eficiência da construção. H2: Por que fazer o As Built de projeto? H2: Como fazer um As Built de projeto? H2: Como funciona As Built? H3: Tipos de As Built H2: O que deve conter em um projeto As Built? H3: Desenhos H3: Especificações H3: Relatórios e registros de inspeção H3: Passo a passo H2: Quem faz o As Built? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto As Built: garantia de conformidade e eficiência da construção. H2: Por que fazer o As Built de projeto? H2: Como fazer um As Built de projeto? H2: Como funciona As Built? H3: Tipos de As Built H2: O que deve conter em um projeto As Built? H3: Desenhos H3: Especificações H3: Relatórios e registros de inspeção H3: Passo a passo H2: Quem faz o As Built? H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O projeto as built é uma documentação fundamental na construção civil que consiste em criar uma versão atualizada do projeto original, documentando todas as mudanças e intervenções realizadas durante o processo de construção. A importância desse projeto é garantir que a construção reflita com precisão as especificações originais, e que todas as mudanças e ajustes sejam documentados e atualizados em uma única fonte confiável, para que assim, possa ser feita a sua regularização. Por exemplo, se você arquiteto ou engenheiro, vai trabalhar em reforma ou adaptação de edifícios existentes, pode se beneficiar da prática do projeto as built ao realizar inspeção da situação atual, utilizando as informações atualizadas do projeto as built para tomar decisões precisas. Descubra como o projeto as built pode ser uma ferramenta fundamental para garantir a conformidade e a eficiência da construção do seu projeto. Leia mais sobre o assunto: O projeto As Built é uma ferramenta importante para minimizar as divergências entre o projeto e a execução em uma edificação, uma vez que permite registrar todas as alterações realizadas durante a construção. Quando ocorrem mudanças durante a execução da obra, é essencial que essas alterações sejam registradas no projeto as built, para que o projeto atualizado reflita com precisão o que está sendo construído na realidade. Em alguns casos, é necessário utilizar materiais e equipamentos diferentes do que foi especificado inicialmente e o ideal é que se faça o registro dessas alterações. A falta de orçamento também está relacionada a essa divergência entre projeto e execução, obras são paralisadas por falta de recursos. Os erros no projeto e na execução são fatores que também influenciam nas divergências. O projeto as built permite, então, registrar os erros identificados durante a execução da obra, permitindo que esses erros sejam corrigidos e documentados no projeto atualizado. Quando outro profissional precisar fazer manutenção ou reforma, ao ter acesso a um projeto as built, é possível identificar erros e inconsistências na construção e tomar medidas para corrigi-los antes que eles se tornem problemas maiores. Além do mais, esse tipo de projeto fornece segurança aos trabalhadores na construção civil, reduzindo o risco de acidentes. Tal como, a indicação exata de instalações elétricas, hidráulicas e de gás, o que é crucial para garantir a proteção dos trabalhadores que irão desenvolver a manutenção desses sistemas. De acordo com a Resolução CAU/BR N° 21, projeto as built, ou “como construído”, significa revisão do projeto conforme executado, objetivando sua regularidade junto aos órgãos públicos, ou sua atualização e manutenção ao término da construção, fabricação ou montagem da obra”. Essa revisão é tão importante na área de arquitetura e da engenharia, dispondo até de uma norma técnica para esse processo: a NBR 14.645/2001 (Elaboração do “como construído” (as built) para Edificações). Essa norma apresenta os requisitos mínimos para a elaboração do projeto, estabelecendo os elementos que devem ser incluídos, e visando garantir a qualidade e a precisão das informações contidas nesse documento. O projeto as built deve ser feito após a conclusão de obra ou serviço técnico, sendo essa uma exigência de alguns contratantes. O objetivo do projeto, então, é a regularização do edifício, facilitando sua atualização e manutenção. O processo de funcionamento do as built envolve a criação de um conjunto atualizado de desenhos, especificações e outros documentos que refletem a condição atual de um projeto de construção ou de engenharia. Para isso, deve-se passar por uma série de etapas, incluindo uma inspeção detalhada do local de construção, levantamento de medidas precisas, revisão e atualização das especificações do projeto original, além da organização de todos os documentos e desenhos atualizados. Uma vez concluído, o projeto as built pode ser usado para vários fins, como garantir a conformidade com os regulamentos e padrões aplicáveis, facilitar a manutenção e reparação, e fornecer um registro histórico do projeto que pode ser usado para futuras reformas ou expansões. Por exemplo, imagine que você foi contratado para fazer um projeto de uma loja em aeroporto e anteriormente esse espaço tinha uma outra operação. Para aprovação da nova loja, os responsáveis pelo empreendimento irão solicitar um projeto as built para comprovação das instalações existentes e aprovação das modificações do estabelecimento considerando as normativas. Então, na prática, o as built documenta a vistoria e verifica se a instalação está comprometida ou não, e adequa as decisões de alterações que serão tomadas em obra. Os tipos de projeto as built variam de acordo com a complexidade da construção e com os objetivos do projeto e das necessidades da construção em questão. Alguns dos principais tipos são: Documentos com desenhos atualizados que mostram a localização exata de todos os elementos da construção, incluindo tubulações, fiações elétricas, equipamentos, estruturas e outras características importantes. Esses desenhos devem refletir as mudanças que foram feitas ao longo do processo de construção. As medidas atualizadas que refletem as alterações feitas ao projeto original, incluindo informações sobre os materiais utilizados, documentação técnica de equipamentos e demais detalhes importantes. Informes que documentam as inspeções realizadas durante a construção e que asseguram a conformidade com os regulamentos e padrões aplicáveis. Além de registros de manutenção que documentam todas as atividades realizadas após a conclusão da construção. O projeto as built geralmente é realizado por profissionais especializados nas áreas de engenharia, arquitetura ou construção civil. A equipe pode ser composta por engenheiros civis, técnicos em desenho, arquitetos, gerentes de projeto e outros profissionais que tenham conhecimento técnico e experiência em documentação de construção. Esses profissionais realizam a inspeção detalhada do local de construção, levantam as medidas precisas e, ainda, organizam todos os documentos com os desenhos atualizados. Para todo esse processo, é necessário o auxílio de tecnologias, como softwares de modelagem 3D e até mesmo o uso de scanners a laser. Atualmente, o uso das tecnologias de digitalização a laser permitem a criação de modelos 3D extremamente precisos e detalhados de edifícios existentes, sendo ótimos para criação do as built. Além disso, a utilização de tecnologias de realidade aumentada e virtual podem igualmente ser complementos do as built, permitindo assim, que os usuários visualizem o projeto atualizado em uma representação virtual da edificação. Conheça o exemplo: Utilizando Realidade aumentada em As built por GPR Em alguns casos, o contratante ou proprietário do projeto prefere terceirizar a criação do projeto as built para uma empresa especializada em documentação de construção. NBR 14645 – Elaboração do “como construído” (as built) para Edificações https://www.sienge.com.br/ https://nwengenharia.com.br/ https://carluc.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-de-combate-a-incendio-e-panico Title: Projeto de combate a incêndio e pânico: como elaborar? Meta Description: Saiba quais são as exigências de um projeto de combate a incêndio e pânico e como a Lei Kiss foi um importante marco para o aumento da fiscalização e prevenção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-de-combate-a-incendio-e-panico ## Headings Structure: H1: Projeto de combate a incêndio e pânico: a importância da sua elaboração conforme a Lei Kiss e outras normas. H2: O que é projeto de segurança contra incêndio e pânico? H2: Qual a importância de um projeto de segurança contra incêndio e pânico? H2: Quais legislações um projeto de segurança contra incêndio e pânico deve seguir? H2: Como fazer projeto de segurança contra incêndio e pânico? H2: Quem faz projeto de segurança contra incêndio e pânico? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto de combate a incêndio e pânico: a importância da sua elaboração conforme a Lei Kiss e outras normas. H2: O que é projeto de segurança contra incêndio e pânico? H2: Qual a importância de um projeto de segurança contra incêndio e pânico? H2: Quais legislações um projeto de segurança contra incêndio e pânico deve seguir? H2: Como fazer projeto de segurança contra incêndio e pânico? H2: Quem faz projeto de segurança contra incêndio e pânico? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A recém série da Netflix “Todo Dia a Mesma Noite” relembra o incêndio na Boate Kiss que matou 242 pessoas no Rio Grande do Sul, sendo um dos maiores desastres brasileiro. Quando ocorrido, em janeiro de 2013, a Boate não contava com um projeto de combate a incêndio e pânico adequado, com as medidas preventivas e de proteção para garantir a segurança dos usuários. As cenas das principais falhas do incidente trouxeram novas discussões sobre a importância do projeto de prevenção de incêndio nos estabelecimentos que têm grande quantidade de pessoas. A falta de sinalização de emergência, a ausência de saídas suficientes para evacuação do local, de sistemas adequados de combate a incêndio, e também, o excesso de lotação foram fatores cruciais para intensificar o pânico e o incêndio. Por isso, é essencial que todas as edificações que aglomerem pessoas tenham um projeto de combate a incêndio e pânico de forma adequada, estando em cumprimento com as normas técnicas e a legislação vigente. Conheça a importância do projeto de prevenção de incêndio (PCI), através dos seguintes tópicos: Um projeto de combate a incêndio e pânico pode ser definido como sendo a totalidade de informações técnicas, estruturais e organizacionais planejadas em um espaço, tendo como objetivo prevenir incêndios e minimizar os riscos de pânico antes da chegada do Corpo de Bombeiros. As medidas de segurança exigidas variam desde a instalação de sistemas de detecção e combate a incêndio até a formulação de planos de evacuação e treinamentos para os usuários do espaço. Essas ações devem ser seguidas com base na classificação da ocupação das edificações, riscos, altura e área de acordo com a Legislação do Corpo de Bombeiros Estadual e Normas ABNT. Conforme a NBR 13.714/2000, é obrigatório que toda edificação ou local público que possuir uma área construída superior a 750 m² e/ou altura superior a 12 metros precisará estar incluindo sistemas hidráulicos de prevenção e combate a incêndio. Um incêndio em um local fechado pode provocar pânico, colocar em perigo a vida das pessoas, como também danos materiais e prejuízos financeiros. Para que isso seja evitado, é essencial a existência de um projeto de prevenção de incêndio. O PCI é obrigatório por lei em muitos países e pode ser exigido por órgãos disciplinares, seguradoras, clientes e até por investidores. No Brasil, em muitas prefeituras, é exigido para emissão de documentações importantes da construção civil, como por exemplo, o alvará de construção. Portanto, o projeto de combate a incêndio e pânico é fundamental para proteção de todos que frequentam uma edificação. Se você é arquiteto ou engenheiro civil, atente-se sobre as normas vigentes na sua localidade e quais serão os seus profissionais colaboradores, pois nesse projeto existem várias etapas e complexidade exigidas. As legislações que regem um PCI são estaduais, sendo necessário verificar as normas referentes ao estado em que se irá se construir. Entretanto, para elaboração de um projeto de combate a incêndio e pânico  também deve ser levado em conta as seguintes Normas Brasileiras - NBRs: Além disso, após a tragédia em Santa Maria (RS), foi criada a Lei n° 13.425/2017, conhecida como Lei Kiss, onde se tornou um marco importante na legislação pois ela tem como objetivo tornar obrigatório a elaboração de medidas de prevenção e combate a incêndio em edificações e áreas de reunião públicas. Ademais,essa lei cria diretrizes para a fiscalização e controle das medidas adotadas. A Lei Kiss instaurou o Sistema Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios e Desastres, que tem como premissa aprimorar as ações de prevenção e resposta a incêndios e desastres em todo o Brasil. Confira a Lei nº 13.425/2017, clicando aqui. O projeto de prevenção de incêndio deve ser constituído pela descrição, dimensionamento e representação das medidas de seguranças adotadas para a edificação, abrangendo a localização exata dos componentes, definição técnica dos equipamentos do sistema, reserva de água, assim como as informações relacionadas à execução das instalações (memorial de cálculo, desenhos e especificações), de acordo com a Legislação do Corpo de Bombeiros e Normas ABNT. Diante disso, um estudo de viabilidade é uma etapa muito importante nesse processo, pois respalda a possibilidade de construção ou reforma de uma edificação de acordo com as normas e exigências legais, abrangendo as normas de segurança contra incêndio e pânico. A seguir, você confere um checklist interdisciplinar de passos a serem desenvolvidos de um projeto de combate a incêndio e pânico: Agora, vamos listar para você, quais equipamentos e medidas necessitam compor no seu projeto de combate a incêndio e pânico: Depois da definição dos sistemas, você já pode começar o dimensionamento, desenho das plantas de representação dos sistemas e outros detalhes, indicando especificações técnicas dos equipamentos, do plano de emergência, memoriais descritivos e cálculo. Além do mais, é necessário a documentação exigida para aprovação pelo Corpo de Bombeiros. O projeto de combate a incêndio e pânico é um planejamento que envolve diversas áreas de conhecimento, como engenharia, arquitetura, bombeiros e técnicos em segurança do trabalho. Para elaborar o projeto, algumas instituições privadas ou públicas, exigem que o responsável técnico apresente a certidão de acervo técnico, para comprovar a sua qualificação e experiência profissional na área de segurança contra incêndio e pânico. Apesar das dúvidas, e até informações falsas, sobre as atribuições profissionais dos arquitetos e urbanistas em relação ao desenvolvimento desse tipo de projeto, esses profissionais estão aptos para o desenvolvimento dessa atividade. Entenda as resoluções: De acordo com a Resolução CAU/BR nº 21/2012 que dispõe sobre as atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista, entende que o profissional arquiteto e urbanista está habilitado para exercer a atividade. Em relação aos engenheiros, a A Decisão Plenária nº 780/2018 do CONFEA, que responde a Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndio do Congresso Nacional declara que: Portanto, entende-se que o projeto de combate a incêndio e pânico, quando for de obrigatoriedade, deve ser elaborado por uma equipe que compreenda todas as legislações vigentes. https://www2.ufjf.br/proinfra/ https://thorusengenharia.com.br https://www.cauro.gov.br/ https://portal.crea-sc.org.br/ https://rcconsulting.eng.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-de-fundacao Title: Projeto de Fundação: resultado do trabalho em equipe Meta Description: O projeto de fundação é o resultado da colaboração entre arquitetura e engenharia. Juntas elas criam uma base firme e segura para a construção de uma estrutura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-de-fundacao ## Headings Structure: H1: Projeto de Fundação: resultado da colaboração entre arquitetos e engenheiros H2: O que é um Projeto de fundação? H2: Qual a importância de um Projeto de fundação? H3: Distribuição de cargas e adequação ao solo H3: Segurança H3: Redução de custos H3: Atendimento às normas e regulamentos H2: Como fazer um Projeto de fundação? H2: Quem faz um Projeto de fundação? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto de Fundação: resultado da colaboração entre arquitetos e engenheiros H2: O que é um Projeto de fundação? H2: Qual a importância de um Projeto de fundação? H3: Distribuição de cargas e adequação ao solo H3: Segurança H3: Redução de custos H3: Atendimento às normas e regulamentos H2: Como fazer um Projeto de fundação? H2: Quem faz um Projeto de fundação? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O projeto de fundação é uma etapa importante na construção de qualquer edificação, já que ele é responsável por garantir a estabilidade e a segurança da estrutura, seja ela uma casa, um prédio, uma ponte, etc. Para isso, é fundamental que haja uma colaboração efetiva entre os arquitetos e engenheiros envolvidos no projeto. Ambos profissionais devem manter uma constante comunicação e troca de informações ao longo de todo o processo projetual. Além da etapa de fundação, é importante que sejam considerados outros tipos de projetos, como o projeto elétrico, projeto hidráulico e projeto de impermeabilização. Em suma, a parceria entre arquitetos e engenheiros é o que garante que seja atendido todas as necessidades e características do projeto, além de assegurar a qualidade na etapa de execução da edificação. Não deixe de se aprofundar nesse tema tão importante e entender como funciona o processo de projeto de uma obra. Convidamos você a continuar lendo sobre projeto de fundação através dos seguintes tópicos: Um projeto de fundação é um conjunto de informações, cálculos e desenhos que detalham o tipo e o dimensionamento das fundações necessárias para suportar uma estrutura de construção. As fundações são a base da estrutura e possuem o objetivo de distribuir as cargas da edificação, incluindo o peso da estrutura, o peso das pessoas e objetos que estarão dentro dela, para o solo de forma segura e estável. O projeto pode incluir detalhes sobre o tamanho e o tipo de estacas, sapatas, blocos de fundação, muros de arrimo e outras estruturas necessárias para suportar a construção. Vamos explicar, ao longo do texto, um pouco sobre cada tipo de fundação. Continue conosco! O projeto de fundação é uma parte crítica do processo de construção. A ausência dessa etapa pode causar uma série de problemas graves, como rachaduras na estrutura, deslocamentos e colapsos. Por isso, é essencial que o projeto seja executado com precisão e de acordo com as normas e regulamentos locais. A distribuição de cargas é um conceito primordial em projetos de fundação, pois se refere à maneira como as cargas da estrutura são transferidas para o solo. Com isso, uma das funções do projeto de fundação é garantir que as cargas sejam distribuídas adequadamente, de modo a evitar sobrecargas em determinados pontos e garantir a estabilidade da estrutura. Para que isso aconteça de forma adequada, os profissionais devem levar em consideração uma série de fatores, como o tipo de solo, a geometria da estrutura, a intensidade das cargas, entre outros. Através dessas informações, é possível determinar o tipo de fundação mais adequado, bem como as dimensões e profundidades necessárias. Cada tipo de solo possui características próprias, como resistência, compressibilidade, permeabilidade, entre outras, que devem ser levadas em consideração no momento de projetar a fundação. Por exemplo, em solos mais resistentes, pode ser suficiente utilizar fundações superficiais ou rasas, como as sapatas, radiers e as vigas baldrame. Já em solos mais fracos, pode ser necessário utilizar fundações profundas, como as estacas e os tubulões. Outro fator que deve ser levado em consideração é a compressibilidade do solo. Solos com alta compressibilidade podem sofrer afundamento quando submetidos a cargas elevadas, o que pode comprometer a estrutura. Por isso, é necessário que as fundações sejam dimensionadas para distribuir as cargas de forma adequada. A permeabilidade do solo também é um fator importante. Em solos com baixa permeabilidade, pode haver acúmulo de água, o que pode comprometer a resistência do solo e afetar a estabilidade da fundação. Nesses casos, é necessário adotar medidas de drenagem, como a instalação de drenos e galerias. O projeto de fundação vai além do que construir uma edificação, já que muitos profissionais conseguem realizar tal ato, independentemente da sua formação e especialização. Esse tipo de projeto, realizado por profissional da engenharia civil, tem como objetivo aliar a melhor solução, a economia, segurança e funcionalidade. Ou seja, o projeto de fundação evita o risco de perda do investimento e inclusive de vidas. O projeto de fundação tem uma relação direta com a segurança das construções, especialmente quando se trata de evitar deslizamentos - movimentos de solo ou rocha que se deslocam sobre uma superfície inclinada, sendo capaz de causar grandes danos e colocar em risco a vida dos usuários que habitam ou transitam as áreas afetadas. Nesses casos, é preciso tomar medidas de contenção do solo, como a construção de muros de arrimo e a instalação de sistemas de drenagem pluvial, evitando o acúmulo de água e a consequente instabilidade do solo. Ao contratar o seu serviço para elaboração de um projeto de fundação, o proprietário estará evitando o surgimento de patologias construtivas e, consequentemente, economizando a longo prazo e prolongando a vida útil da construção. Sem um projeto estrutural a obra pode apresentar problemas, demandando gastos adicionais com reparos e reforços, além de atrasos na obra. Com o projeto em mãos é possível saber exatamente quanto de material será necessário para a execução ou quanta terra deverá ser movimentada. O planejamento da escolha dos materiais e tecnologias, permite uma redução no uso de recursos e energia. É imprescindível que o projeto de fundação seja elaborado seguindo as normas e regulamentos vigentes, garantindo a segurança, estabilidade e conformidade da obra, além de evitar possíveis sanções e prejuízos financeiros. Por exemplo, a  NBR 6122/2010 (Projeto e execução de fundações) define grandezas que devem ser consideradas para a elaboração de projeto dessas estruturas. Para fundações superficiais deve-se considerar a determinação da tensão admissível ou a determinação da tensão resistente. Já para as fundações profundas, como as estacas, deve-se considerar a carga admissível se o projeto for realizado em valores característicos e para os tubulões deve-se considerar a tensão admissível ou tensão resistente de projeto. As cargas ou tensões devem obedecer aos estado limite último (ELU) e estado limite de serviço (ELS). Dentre outras normas relacionadas ao desenvolvimento de projeto de fundação, estão: Outro fator importante relacionado às normas é a obrigatoriedade de apresentação do projeto de fundação para a obtenção de licenças e autorizações para construção. Os órgãos municipais e estaduais podem exigir a apresentação desse tipo de projeto como parte do projeto arquitetônico e estrutural. O engenheiro faz uma análise do solo para determinar suas características, como a capacidade de suporte, a presença de água subterrânea e a possibilidade de liquefação. Isso ajudará nas próximas etapas - determinação das cargas e o tipo de fundação necessária. A sondagem SPT é um ensaio de penetração padrão utilizado para investigar as características do solo. O método consiste na cravação de um amostrador padronizado em um determinado trecho do solo, em um determinado intervalo de tempo, por meio de um equipamento especializado. A cada metro fincado, é registrada a quantidade de golpes necessários para cravar o amostrador, chamado de "número de golpes SPT". É coletado então amostras de metro a metro. Os resultados obtidos identificam as camadas, a espessura, profundidade e características geotécnicas. Nessa etapa do projeto de fundação é determinado, pelo profissional responsável, as cargas que a estrutura irá suportar, isto é, a força que age sobre a estrutura, incluindo o peso da construção e as cargas dinâmicas, isto é, os ventos, a movimentação de pessoas e dos equipamentos, entre outras. Essa carga é determinada por meio de cálculos que consideram alguns pontos, por exemplo, o uso da edificação, o número de pavimentos, sua dimensão e o peso dos elementos. Nessa etapa, é essencial que as sondagens do solo já tenham sido analisadas e resultadas em informações precisas. O tipo de fundação irá depender das características do solo e da magnitude das cargas a serem suportadas. Existem algumas categorias e subcategorias de fundação, que citamos anteriormente, entre elas estão: É um tipo de fundação rasa que se compreende em uma base em formato de placa, localizada sob um único pilar. Feitas de concreto armado, suas tensões de compressão são resistidas pelo concreto e a tração pelas armaduras. É uma base, também do tipo raso, em formato de viga que se estende por toda a extensão da parede ou muro que será apoiado. Ou seja, é mais utilizada para edificações onde a própria alvenaria faz a função de pilar. Consiste em ser uma laje de concreto armado que se estende por toda a área da construção, distribuindo uniformemente a carga do edifício sobre o solo. A estaca é um tipo de fundação profunda em formato vertical ou inclinado, sendo esse elemento cravado no solo através da escavação. Assim, é possível transmitir a carga da edificação para camadas resistentes do solo. Pertencente também ao grupo de fundação profunda, o tubulão é um elemento cilíndrico escavado sobre o solo através de ferramentas rotativas. É uma estrutura de concreto armado, em formato de caixa, cravada no solo por percussão ou escavação. O engenheiro estrutural faz cálculos para determinar as dimensões e profundidade das fundações necessárias, levando em conta o tipo de fundação escolhido e as cargas que a estrutura irá suportar. Após os passos anteriores, é chegada a hora de documentar as informações pertinentes para que o construtor possa executar tudo da melhor maneira possível. Para isso são desenvolvidos as pranchas com os detalhamentos de lajes, vigas, pilares e plantas de formas. A empresa de engenharia Carluc afirma que os elementos do projeto de fundação tem como finalidade não deixar dúvidas e nem necessidade de dedução no canteiro de obras. A planta de forma representa os moldes que serão utilizados na concretagem. Uma observação importante é que deve-se ter cuidado com a representação dos níveis para que não ocorram erros na hora da execução. Outro passo importante nessa fase é o detalhamento dos elementos da fundação, esse processo consiste em ser a representação gráfica e textual das dimensões dos elementos, bem como de suas ferragens. É importante verificar se todas as normas e regulamentos técnicos estão sendo cumpridos, garantindo a segurança e qualidade da obra. Já no memorial descritivo, são elencados os métodos construtivos, os materiais, equipamentos e demais informações para que a execução da fundação seja feita de forma eficaz. Por fim, o projeto de fundação é submetido à aprovação de autoridades competentes antes do início da construção. Sabe-se que os arquitetos são responsáveis por estabelecer as características e as necessidades do projeto arquitetônico, como a estética, a funcionalidade, a circulação e a iluminação, entre outros aspectos. Já os engenheiros estruturais são responsáveis por desenvolver os cálculos necessários para determinar o tipo, tamanho e profundidade dessas estruturas, além de elaborar os desenhos detalhados das fundações e de outros elementos estruturais. O projeto de fundação é geralmente preparado por um engenheiro estrutural, que considera fatores como o tipo de solo, as condições climáticas locais, as normas e regulamentos de construção aplicáveis e o tipo de construção a ser erguida. Mas para que se garanta um projeto de fundação segura e eficiente, é necessário a colaboração entre arquitetos e engenheiros desde o início do projeto. Primeiro, ambos os profissionais precisam ter conhecimento e respeitos pelas competências um do outro e tenham uma reunião inicial para discutirem as necessidades da estrutura. O engenheiro, então, realiza a análise do solo e toma a decisão da fundação mais adequada para o caso. Posteriormente, o arquiteto define a planta de fundação, considerando o posicionamento dos pilares e a distribuição de cargas orientadas pelo profissional da engenharia. Assim, o engenheiro analisa essa planta e faz os ajustes necessários, caso houver, garantindo as dimensões e profundidades suficientes para suportar as cargas das estruturas. #Lembre-se: O processo de colaboração pode variar dependendo do tipo de projeto e da equipe envolvida. https://www.geoscan.com.br/ https://carluc.com.br/ https://www.stant.com.br/ https://educacivil.com/ https://www.escolaengenharia.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-de-impermeabilizacao Title: Projeto de impermeabilização: garantia de durabilidade Meta Description: O projeto de impermeabilização de alta qualidade é capaz de aumentar a vida útil de uma construção. Conte com a Vobi para conhecer as melhores práticas e dicas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-de-impermeabilizacao ## Headings Structure: H1: Projeto de impermeabilização: garantia de durabilidade e segurança de edificações H2: O que é um Projeto de Impermeabilização? H2: Qual a importância de um Projeto de Impermeabilização? H2: Onde aplicar impermeabilizante? H2: Como fazer um Projeto de Impermeabilização? H2: Quem faz um Projeto de Impermeabilização? H2: Quais as etapas da impermeabilização? H2: Normas de um Projeto de impermeabilização H3: NBR 9575 | Impermeabilização - seleção e projeto H3: NBR 9574 | Execução de impermeabilização H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto de impermeabilização: garantia de durabilidade e segurança de edificações H2: O que é um Projeto de Impermeabilização? H2: Qual a importância de um Projeto de Impermeabilização? H2: Onde aplicar impermeabilizante? H2: Como fazer um Projeto de Impermeabilização? H2: Quem faz um Projeto de Impermeabilização? H2: Quais as etapas da impermeabilização? H2: Normas de um Projeto de impermeabilização H3: NBR 9575 | Impermeabilização - seleção e projeto H3: NBR 9574 | Execução de impermeabilização H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A impermeabilização é um processo essencial para proteger as construções contra a ação da umidade e infiltrações, garantindo sua durabilidade. Além das técnicas tradicionais de impermeabilização, como a utilização de mantas asfálticas e argamassas poliméricas, novas soluções surgiram recentemente, como a impermeabilização com poliuretano e o uso de materiais impermeabilizantes à base de nanotecnologia. Outras inovações incluem a aplicação de sistemas inteligentes, como sensores que detectam vazamentos e permitem uma manutenção preventiva. Essas técnicas são fundamentais para arquitetos e engenheiros que buscam aprimorar seus projetos e garantir a segurança e durabilidade das construções. O projeto de impermeabilização é personalizado para cada obra, levando em consideração suas particularidades e características. Após uma análise precisa, são definidos todos os sistemas de impermeabilização a serem utilizados na construção, reunindo todas as informações gráficas e descritivas em um único documento para a execução do projeto. Continue lendo e conheça mais sobre as técnicas e normas que regem a impermeabilização de edificações, garantindo a segurança e eficiência do seu projeto: Primeiramente, antes de vermos o conceito de projeto de impermeabilização, vamos relembrar o que significa o termo: impermeabilização. Esse processo consiste em isolar ou vedar os materiais, proporcionando maior resistência e durabilidade à construção. Existem diversos sistemas de impermeabilização disponíveis, que podem ser rígidos ou flexíveis, escolhidos de acordo com a necessidade de uso e as características do local de aplicação. Saiba mais sobre esses sistemas e como escolher o mais adequado para a sua obra. O sistema flexível de impermeabilização é mais indicado para áreas que podem apresentar fissuras, variações térmicas, vibrações ou exposição solar intensa. Para esse tipo de sistema, são utilizadas mantas e membranas compostas por elastômeros e polímeros. Sendo adequado para áreas como reservatórios de água superiores, varandas, coberturas, lajes e pisos. Já o sistema rígido de impermeabilização não é compatível com a estrutura da construção e não suporta variações térmicas e vibrações, o que o torna inadequado para locais com fissuras ou trincas. No entanto, é uma excelente opção para áreas com cargas já estabilizadas, como poços de elevador, piscinas enterradas e reservatórios inferiores. Agora, conheça um pouco mais sobre cada tipo de produto para impermeabilização: Os avanços na área da construção civil têm permitido o desenvolvimento de novas tecnologias, como é o caso dos impermeabilizantes à base de nanotecnologia. Esses produtos contam com partículas extremamente pequenas que penetram na superfície, criando uma barreira protetora e durável contra a infiltração de água. O projeto de impermeabilização, por sua vez, é um documento técnico elaborado por um profissional capacitado da construção civil, como um engenheiro e/ou arquiteto, que define todas as características e especificações dos sistemas de impermeabilização a serem aplicados em uma determinada obra. Esse projeto é desenvolvido com base nas características específicas da construção, incluindo o tipo de estrutura, as condições climáticas locais e o uso previsto do imóvel. Sua principal finalidade é proteger a edificação contra os efeitos danosos da água, prevenindo problemas como infiltrações, vazamentos e excesso de umidade, os quais podem afetar a durabilidade e a segurança da construção. Sabe-se que a água é um dos principais agentes causadores de danos em edificações, podendo infiltrar-se em diversas áreas da construção, comprometendo sua estrutura e causando problemas estéticos e funcionais. Com um projeto de impermeabilização adequado, é possível prevenir esses problemas, definindo as soluções mais eficientes para cada tipo de estrutura e condição ambiental. Além disso, o projeto também ajuda a evitar desperdícios de materiais e custos desnecessários, garantindo uma obra mais econômica e sustentável. Sendo importante elaborar esse tipo de projeto com os demais projetos, como o projeto elétrico, o projeto hidráulico e os projetos de fundação e estrutural. Assim, haverá a compatibilização entre eles. Isso significa que todas as instalações serão pensadas conjuntamente ao planejamento geral da construção desde o início do processo, reduzindo os riscos de imprevistos e retrabalhos. Por isso, a impermeabilização é uma etapa crucial em qualquer obra, uma vez que é responsável por evitar a deterioração das estruturas causada pela umidade. Com esse processo, é possível proteger a edificação contra a passagem indesejada de líquidos e vapores presentes em diversos ambientes, como a chuva sobre o telhado, água em banheiros, piscinas e reservatórios, além dos vapores liberados durante o banho e o cozimento de alimentos. Atualmente, a construção civil tem avançado no que diz respeito a detecção precoce de vazamentos e manutenção predial, como por exemplo, a aplicação de sistemas inteligentes como sensores tem se tornado cada vez mais comum. Esses dispositivos permitem que os problemas sejam detectados e se evite danos maiores. Dessa forma, a impermeabilização com tecnologias inovadoras e a aplicação de sistemas inteligentes representam uma importante evolução na proteção das construções contra a umidade e seus danos associados. Como apresentamos, sem dúvidas que a impermeabilização é um dos procedimentos mais importantes em uma construção e deve ser realizada com atenção cuidadosa para se obter resultados eficazes. No entanto, você sabe exatamente onde o impermeabilizante pode ser aplicado? As possibilidades de substratos que podem e devem receber produtos impermeabilizantes é vasto, e é essencial conhecer os principais deles para garantir que estejam na lista de prioridades no planejamento da sua obra. Nós, da Vobi, agora vamos explicar em quais superfícies deve ser aplicado o impermeabilizante. Para começar, é importante definir o tipo de elemento que receberá o produto, para que seja possível traçar um projeto de impermeabilização que defina os processos necessários para garantir a eficiência do tratamento. A seguir estão os principais tipos de superfícies que recebem impermeabilizante: É importante lembrar que as áreas mencionadas acima são apenas algumas das principais superfícies que requerem impermeabilização. Existem muitas outras que não foram mencionadas aqui, por isso, é essencial avaliar cuidadosamente cada superfície antes de planejar a execução da impermeabilização. O projeto de impermeabilização, conforme estabelecido na norma NBR 9575 (Impermeabilização - seleção e projeto), é composto pelo projeto básico e pelo projeto executivo. O projeto básico deve incluir a localização das áreas a serem impermeabilizadas, detalhes construtivos e informações sobre a tipologia de impermeabilização adotada. Já o projeto executivo deve apresentar a representação do sistema escolhido, descrição detalhada do processo de execução, planilhas com os materiais necessários, quantitativo de materiais e serviços. É importante ressaltar que a quantidade de materiais e serviços deve ser calculada com base no rendimento do produto utilizado e na área a ser impermeabilizada, utilizando as informações fornecidas pelo fabricante para realizar um levantamento preciso. O projeto de impermeabilização é elaborado por profissionais habilitados na área, como engenheiros civis ou arquitetos, com desejável especialização em impermeabilização.  Esse profissional deve ter conhecimento sobre as normas técnicas aplicáveis, as características dos materiais disponíveis no mercado e as particularidades do local da obra, como o tipo de estrutura, as condições climáticas da região e o uso pretendido do imóvel. Além disso, é importante que o responsável pelo projeto acompanhe a execução da impermeabilização para garantir que todas as etapas sejam realizadas conforme o planejado. Após a elaboração de um projeto de impermeabilização, os próximos passos são as etapas de execução do planejado. Acompanhe cada fase, a seguir: A superfície a ser impermeabilizada deve ser limpa, seca e livre de poeira, óleo e outros resíduos, assim como segue as orientações da NBR 7200 (Execução de revestimentos de paredes e tetos de argamassas inorgânicas - procedimento). A lavagem pode ser feita com escovação, jato d'água sob pressão, espátula, escova de cerdas de aço ou jato de areia, dependendo do tipo de sujeira a ser removida. Também é importante verificar se há trincas ou fissuras para corrigi-las antes da aplicação do material impermeabilizante. Além disso, é necessário manter uma declividade mínima de 1% na superfície para garantir que a água possa ser escoada. Em alguns casos, é necessário aplicar um primer ou uma camada de aderência antes de aplicar o material impermeabilizante para garantir uma boa aderência e durabilidade. A aplicação dos impermeabilizantes na superfície é baseada no projeto de impermeabilização e nos detalhes específicos da construção que foram levantados durante a execução. Por isso, é importante aplicar o sistema impermeabilizante de acordo com o que já foi estabelecido, respeitando todas as orientações do fabricante. Assim, garante-se que o produto será aplicado corretamente e que a impermeabilização será eficaz. Sobre os métodos de aplicação, eles podem variar de acordo com o tipo de material escolhido, podendo ser aplicado por rolo, pincel, espátula ou spray. Em certas circunstâncias, é preciso utilizar uma proteção mecânica para resguardar a camada de impermeabilização aplicada, como uma camada de argamassa ou uma manta. Após a aplicação do produto impermeabilizante, é fundamental aguardar o tempo de cura indicado pelo fabricante antes de realizar o teste de estanqueidade, que é fundamental para confirmar a eficácia da impermeabilização. Assim, de acordo com a NBR 9574 (Execução de impermeabilização) é recomendado realizar um teste de estanqueidade com água limpa por um período mínimo de 72 horas, a fim de identificar possíveis falhas na execução do tipo de impermeabilização utilizado. Se não houver sinais de infiltração após esse período, pode-se considerar que o sistema de impermeabilização foi bem-sucedido. É importante realizar a manutenção periódica do sistema de impermeabilização para garantir sua durabilidade e eficácia ao longo do tempo. Ela consiste em inspecionar a superfície impermeabilizada, identificar possíveis danos e realizar as devidas correções, além de manter a superfície limpa e livre de entupimentos. A frequência das inspeções varia de acordo com a utilização e a exposição da superfície impermeabilizada, mas geralmente é recomendado que sejam realizadas pelo menos uma vez ao ano, ou a cada seis meses em casos de áreas de grande circulação ou exposição à intempéries. No decorrer da inspeção, deve-se verificar se há presença de trincas, fissuras, deslocamentos ou desgastes no sistema de impermeabilização. Em caso positivo, é necessário realizar as devidas correções e reparos. Além do mais, também é importante manter a superfície impermeabilizada limpa e livre de entupimentos que possam comprometer o escoamento da água. Por exemplo, em lajes impermeabilizadas, é recomendado realizar a limpeza das calhas e ralos para evitar o acúmulo de folhas e outros resíduos. Já explicamos anteriormente sobre as normas, mas vamos saber um pouco mais sobre o que as NBR’s dizem sobre projeto de impermeabilização. A NBR 9575 estabelece os requisitos mínimos para a elaboração de um projeto de impermeabilização na construção civil, com o objetivo de garantir salubridade, segurança e conforto aos usuários. Ela trata da seleção e projeto de impermeabilização, englobando temas como definições, classificações, seleção e projeto. Embora possa parecer genérico, esses são tópicos fundamentais e introdutórios para garantir a eficiência do projeto e execução da impermeabilização. Por isso, ter conhecimento dos conceitos é crucial para obter um resultado final satisfatório. Portanto, não deixe de dedicar atenção a essa parte importante! De acordo com a NBR 9574, é determinado que o profissional responsável pela execução da impermeabilização só poderá iniciar o serviço após a apresentação dos documentos técnicos previstos na NBR 9575. Esses documentos devem conter um memorial descritivo e justificado, desenhos e detalhes específicos para aquela obra, especificações de serviços e materiais a serem utilizados, planilha quantitativa e indicação da forma de medição dos serviços executados. O executante é responsável por seguir todas as regras e normas previstas no projeto, sendo de sua responsabilidade quaisquer falhas decorrentes de divergências do mesmo. Portanto, é imprescindível que o projeto seja completo e bem elaborado, garantindo o cumprimento das exigências legais. Por fim, vimos que a impermeabilização é um processo fundamental em qualquer construção, pois é responsável por evitar problemas como infiltrações, umidade, mofo, bolhas na pintura e até mesmo deslizamentos e desmoronamentos. E existem diversos métodos de impermeabilização disponíveis no mercado, cada um com suas vantagens e indicações específicas de uso. Esperamos ter te ajudado a esclarecer a importância do projeto de impermeabilização e apresentar como ele precisa ser estruturado. https://projimper.com.br/ https://www.blok.com.br/ https://portal.amigoconstrutor.com.br/ https://portal.amigoconstrutor.com.br/ https://www.foxlux.com.br/ https://rohden.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-eletrico-guia-com-as-melhores-praticas-para-um-bom-planejamento Title: Projeto elétrico: guia com as melhores práticas Meta Description: Conheça os principais componentes de uma instalação elétrica, sua importância e quais as melhores práticas para elaborar um bom projeto elétrico Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-eletrico-guia-com-as-melhores-praticas-para-um-bom-planejamento ## Headings Structure: H1: Projeto elétrico: guia com as melhores práticas para um bom planejamento H2: O que é um projeto elétrico? H2: Qual a importância de um projeto elétrico? H3: 1.    Atendimento real das necessidades H3: 2.    Longevidade dos equipamentos H3: 3.    Compatibilidade com os demais sistemas da edificação H3: 4.    Economia H2: Os principais componentes de uma instalação elétrica H3: Eletrodutos H3: Caixas H3: Condutores H3: Dispositivos de manobra H3: Tomadas de corrente H3: Dispositivos de proteção H2: Como fazer um projeto elétrico? H3: 1- Conheça os requisitos H3: 2- Levante a carga de iluminação H3: 3- Levante a quantidade de tomadas H3: 4- Levante a carga de TUGs e TUEs H3: 5- Faça a divisão dos circuitos H3: O traçado dos eletrodutos no projeto elétrico H3: A altura dos pontos no projeto elétrico H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto elétrico: guia com as melhores práticas para um bom planejamento H2: O que é um projeto elétrico? H2: Qual a importância de um projeto elétrico? H3: 1.    Atendimento real das necessidades H3: 2.    Longevidade dos equipamentos H3: 3.    Compatibilidade com os demais sistemas da edificação H3: 4.    Economia H2: Os principais componentes de uma instalação elétrica H3: Eletrodutos H3: Caixas H3: Condutores H3: Dispositivos de manobra H3: Tomadas de corrente H3: Dispositivos de proteção H2: Como fazer um projeto elétrico? H3: 1- Conheça os requisitos H3: 2- Levante a carga de iluminação H3: 3- Levante a quantidade de tomadas H3: 4- Levante a carga de TUGs e TUEs H3: 5- Faça a divisão dos circuitos H3: O traçado dos eletrodutos no projeto elétrico H3: A altura dos pontos no projeto elétrico H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Um projeto elétrico bem elaborado é premissa para uma execução muito mais eficaz no canteiro de obra e consequentemente, uma instalação infinitamente mais segura. Esta é uma atividade complexa, que requer conhecimento e responsabilidade técnica e, por este motivo, deve ser sempre elaborada por um profissional habilitado, como engenheiro elétrico. No entanto, entender sobre os requisitos e componentes das instalações garantem melhores resultados até mesmo aos profissionais que não atuam diretamente com esta especialidade. À considerar os arquitetos que, no momento de elaboração do layout arquitetônico e posicionamento dos pontos elétricos, terão condições de fazê-lo com mais propriedade, até mesmo procedendo com um pré-dimensionamento das cargas. Tendo isso em vista, veremos ao longo deste artigo: Carvalho Júnior (2019), com toda a sua expertise sobre o tema, define o projeto elétrico da seguinte forma: O projeto de instalações elétricas prediais é uma representação gráfica e escrita do que se pretende instalar na edificação, com todos os seus detalhes e a localização dos pontos de utilização (luz, tomadas, interruptores, comandos, passagem e trajeto dos condutores, dispositivos de manobras etc.). Quando bem elaborado e corretamente dimensionado, com materiais de qualidade comprovada e também integrado de uma forma racional, harmônica e tecnicamente correta com os projetos técnicos complementares, o projeto de instalações elétricas gera significativa economia na aquisição de materiais e na execução das instalações. Garantir a segurança dos usuários ao evitar choques elétricos e afastando princípios de incêndio por superaquecimento de condutores, por si só, já configuram argumentos bastante satisfatórios quanto à importância de contar com um projeto elétrico nas obras, porém vamos nos ater a mais algumas características que comprovarão que, mais do que recomendável, uma planta elétrica é indispensável! Somente através do dimensionamento obtido com um projeto é possível estabelecer corretamente o padrão de fornecimento mais adequado para o imóvel. No entanto, muitas obras residenciais, infelizmente, ainda adquirem seus postes padrão de maneira indiscriminada, seguindo o que é mais recorrente no mercado, o que contribui para desarmes de disjuntor, inviabilidade de instalação de novos equipamentos em uma rede subdimensionada e, mais gravemente, curtos-circuitos. Uma instalação segura que esteja em conformidade com as normas técnicas garante aos aparelhos o uso em condições ideais, com riscos reduzidos de sofrerem intercorrências e consequentemente prolongando sua vida útil em comparação a um aparelho desprovido de boa infraestrutura. Contar com uma planta elétrica favorece a compatibilização deste projeto com as demais interfaces da obra, como o projeto estrutural, o projeto hidráulico e o projeto arquitetônico, gerando harmonia entre as soluções. Um projeto elétrico dispõe de um quantitativo de materiais que permite realizar compras mais assertivas ante às práticas de tentativa e erro das instalações irregulares. Além disso, ter em mãos as especificações de todos os componentes torna mais fácil o processo de previsão de novos pontos, quando houver a necessidade de instalação de novos aparelhos. Saber quais são os principais componentes de uma instalação ajuda a determinar melhores escolhas para o projeto elétrico. Instalados desde o quadro de distribuição até cada ponto de consumo, os eletrodutos servem como um invólucro aos condutores (fios e cabos), fornecendo proteção contra corrosão e contra incêndio por superaquecimento dos condutores. Os tipos de eletrodutos encontrados no mercado são: Diâmetros nominais: ½", ¾", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3” e 4” quando roscável e de 20mm, 25mm e 32mm quando soldável. Os eletrodutos de aço carbono possuem acabamento galvanizado a fogo e são utilizados em ambientes de atmosfera explosiva. Diâmetros nominais: ½", ¾", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3”, 4”, 5” e 6”. Já os eletrodutos rígidos de aço inox, por apresentar propriedades como resistência à corrosão e a temperaturas extremas (tanto altas quanto baixas), além de baixo índice de contaminação, são geralmente utilizados em ambientes hospitalares e na indústria alimentícia. Diâmetros nominais: ½", ¾", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3” e 4”. Diâmetros nominais: 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 63mm, 75mm, 90mm e 110mm, em barras de 6m ou 12m ou ainda bobinas de 50m ou 100m. Diâmetros nominais: 3/8”, ½", ¾", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3” e 4”. Diâmetros nominais: 20mm (½”), 25mm (¾”) e 32mm (1”). Em um projeto elétrico, as caixas detêm, principalmente, as seguintes funções: Por apresentarem a mesma variedade de materiais que os eletrodutos, deve-se sempre atentar aquele mais adequado à finalidade pretendida. Uma terceira característica deve ser observada pelo engenheiro elétrico no momento da especificação: trata-se do formato das caixas, que também varia em função da finalidade. Em um projeto elétrico, os condutores são o meio pelo qual a corrente elétrica é transportada, alimentando os aparelhos e demais pontos de consumo. São constituídos basicamente por fios e cabos, sendo que a diferença entre estes dois está na flexibilidade. Em um projeto elétrico, os condutores possuem três atribuições: condutor fase, condutor neutro e condutor terra (proteção). Os condutores fase e neutro garantem a alimentação dos pontos de consumo, sendo que o fase é carregado, isto é, apresenta tensão de 127V ou 220V e o neutro não possui tensão. O condutor terra, por sua vez, tem a função de proteger as fugas de corrente nas carcaças metálicas e que, para isso, deve estar ligado a uma haste de cobre devidamente enterrada no solo. É importante ressaltar que existe uma convenção para a representação de cada tipo de condutor na planta elétrica e que, portanto, o engenheiro elétrico deve estar atento a esta simbologia no momento da elaboração do projeto elétrico. Além da representação gráfica, existe convenção para outras características dos condutores, como a adoção de cores distintas para cada função. Vejamos: São os dispositivos capazes de interromper a passagem de corrente em um determinado circuito. Para a correta especificação destes dispositivos no projeto elétrico, é importante entender suas principais aplicações: O projeto elétrico deve sempre dispor as tomadas o mais convenientemente possível em função da disposição que os principais móveis e equipamentos elétricos terão dentro do espaço, daí a importância de olhar de modo integrativo para as demais partes do projeto, desde o arquitetônico e a disposição do layout, passando também pelo projeto estrutural e pelo projeto hidráulico, obtendo assim um resultado muito mais satisfatório. As tomadas de corrente são responsáveis por captar a tensão do circuito e então alimentar os equipamentos e estão divididas em duas categorias: O projeto elétrico para instalações de baixa tensão dispõe, geralmente, de três tipos de proteção: Tendo entendido quais os principais elementos que constituem uma instalação, vamos agora entender o melhor método para elaboração de um projeto elétrico. Um dos primeiros passos é realizar uma consulta à concessionária de energia cuja área de fornecimento seja compatível com o endereço da futura obra. Além da concessionária, é mandatório observar todas as diretrizes das normas técnicas aplicáveis, sobretudo a NBR 5410:2004, da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, para o caso de instalações elétricas de baixa tensão. A carga de iluminação deve ser estipulada por um projeto luminotécnico desenvolvido por profissional capacitado, no entanto, o engenheiro elétrico, pode proceder com um cálculo preliminar a fim de se estabelecer a quantidade e a potência dos pontos de iluminação. Para instalações em residências, hotéis e assemelhados deve minimamente atender aos critérios abaixo: Já os parâmetros para as instalações em ambientes comerciais são o que segue: Após levantar a quantidade de tomadas, deve-se seguir com a categorização das tomadas em função de sua potência. Vejamos primeiramente como levantar a carga das tomadas de uso geral (TUGs). Para as tomadas de uso específico (TUEs), o levantamento das cargas é relativamente mais simples, pois basta atribuir para cada tomada uma potência equivalente à potência nominal do aparelho a ser instalado; Sabendo a quantidade de tomadas e suas respectivas potências (carga), é o momento de realizar a divisão da instalação em circuitos terminais. Para isso deve-se atentar para as seguintes orientações: 6- Determine a fiação e a proteção Sabendo a potência e a tensão dos circuitos, será possível calcular a corrente elétrica de cada um deles, estabelecendo as especificações mais adequadas para a seção (bitola) dos condutores e dos respectivos dispositivos de proteção (disjuntores e fusíveis). No entanto, deve-se atentar ao fato de que cada bitola suporta uma capacidade limitada de corrente elétrica, e é importante que o engenheiro elétrico tenha estes parâmetros em mente. Algumas diretrizes adicionais devem ser observadas no momento da especificação dos condutores e dos disjuntores: 7- Determine o padrão de entrada Depois de separar e calcular a potência dos circuitos terminais, aplica-se os fatores de demanda disponibilizados pelas concessionárias de energia para chegarmos a um valor mais compatível com a realidade de uso das instalações, tendo em vista que nem todas as tomadas e aparelhos são utilizados simultaneamente. Neste sentido, a somatória dos circuitos, tendo sido aplicado o fator de demanda nos mostra a carga total instalada (Watt) e, conhecendo a tensão nominal (Volt), conseguimos o resultado da corrente total (Ampère) que nos leva a determinar o disjuntor geral mais adequado, segundo a Lei de Ohm: I: corrente nominal (A) P: soma das potências dos circuitos (W) U: tensão nominal da rede (V) Também nesta etapa, em que temos um entendimento global da instalação, conseguimos estipular, com o auxílio dos manuais das concessionárias, outros parâmetros relativos ao padrão de entrada, tais como: Após conhecermos as diretrizes básicas para a elaboração do projeto elétrico, vamos agora discorrer sobre algumas características próprias da planta elétrica. Segundo os manuais da Prysmian, alguns pontos devem ser observados para o traçado dos eletrodutos em instalações residenciais. Vejamos: 1.  Locar o quadro de distribuição em um ponto acessível e próximo ao medidor; 2. A partir do quadro de distribuição, traçar os caminhos visando encurtar as distâncias entre os pontos de ligação; 3. Procurar sempre caminhar com o eletroduto, passando de um ambiente ao outro, através dos pontos de luz; 4. Ligar os interruptores e as tomadas de cada ambiente ao ponto de luz; 5. Utilizar a simbologia gráfica para representar o traçado dos eletrodutos na planta elétrica; 6. Elaborar uma legenda para a simbologia elétrica adotada; Vamos acrescentar a esta lista a orientação da norma técnica sobre a necessidade de se atentar à taxa de ocupação máxima dos eletrodutos em função de sua seção transversal, cujo intuito é evitar a concentração excessiva de cabos o que, por sua vez, aumentaria o risco de superaquecimento e comprometeria a segurança da instalação. Sendo assim, a taxa de ocupação máxima é de 53% quando o eletroduto abrigar apenas um condutor, 31% quando abrigar dois condutores e 40% quando abrigar três ou mais condutores. Em uma planta elétrica, as tomadas são representadas de três maneiras para diferenciar a altura de sua instalação. Além das tomadas outros dispositivos contêm recomendações relativas à altura: Após entender a importância de um projeto elétrico na segurança de um imóvel e vendo mais de perto os principais componentes de uma instalação, bem como suas características e os requisitos para o seu dimensionamento, temos então um guia inicial para orientar os projetos futuros, lembrando que a especialização, tanto em elétrica quanto em qualquer outra área, requer um aprofundamento do conhecimento. Carvalho Júnior, Roberto de. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 9.ed. São Paulo: Blucher, 2019 --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-estrutural-conheca-o-passo-a-passo-definitivo Title: Projeto estrutural: conheça o passo a passo definitivo Meta Description: Conheça a importância do projeto estrutural e como ele pode evitar problemas em uma edificação. Saiba como reunir todas as informações necessárias. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-estrutural-conheca-o-passo-a-passo-definitivo ## Headings Structure: H1: Projeto estrutural: conheça o passo a passo definitivo H2: O que é um projeto estrutural? H2: Qual a importância de um projeto estrutural? H3: Racionalização no uso de materiais H3: Gerenciamento de obra e precisão na execução H3: Durabilidade e segurança na estrutura H2: Como fazer um projeto estrutural? H3: Definição do objetivo do projeto H3: Análise estrutural H3: Síntese estrutural H3: Documentação H3: Revisão H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto estrutural: conheça o passo a passo definitivo H2: O que é um projeto estrutural? H2: Qual a importância de um projeto estrutural? H3: Racionalização no uso de materiais H3: Gerenciamento de obra e precisão na execução H3: Durabilidade e segurança na estrutura H2: Como fazer um projeto estrutural? H3: Definição do objetivo do projeto H3: Análise estrutural H3: Síntese estrutural H3: Documentação H3: Revisão H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O projeto estrutural é uma documentação que detalha como uma estrutura deve ser construída para suportar as cargas a que será submetida. Esse documento é um componente fundamental em qualquer construção, pois permite as informações necessárias para garantir que a estrutura seja segura durante todo o seu ciclo de vida útil. Além do mais, há outras vantagens em ter um projeto estrutural bem elaborado, como a otimização do uso dos materiais, a redução do custo a ser cobrado para o cliente e representa um guia para nortear que os profissionais trabalhem em prol de um objetivo comum - atingir as especificações técnicas e manter os padrões de qualidade. Mas antes de sair desenvolvendo um projeto estrutural, é essencial que o profissional faça levantamentos de várias informações que juntas contribuirão na concepção e na condução dele. Entenda mais sobre essa importante fase antecessor a construção, lendo os tópicos abaixo: Um projeto estrutural é realizado por engenheiros estruturais, pois esses profissionais possuem especializações em análise e projetos de estruturas. Nesse documento contém especificações técnicas, como tipo de material que a edificação irá ser construída, as dimensões dos elementos estruturais, bem como as cargas que a estrutura deverá suportar. Ou seja, é apresentado um conjunto de informações sobre dimensionamentos de: Tudo isso pretende assegurar toda a condução da obra, a economia no planejamento dos quantitativos financeiros, assim como a resistência e durabilidade da edificação. Uma das maiores preocupações de quem vai construir é em como reduzir os custos de uma obra. Isso ocorre pois muitas vezes, por falta de controle, as pessoas não sabem quanto vão precisar desembolsar com materiais ou não sabem o que ocorre com esses materiais nos canteiros de obras. Ou por exemplo, quando um cronograma não é seguido corretamente, podem surgir despesas extras com maquinários, acarretando assim, em mais problemas. O projeto estrutural, então, proporciona a otimização do uso dos materiais, delimitando sua utilização de acordo com o que foi calculado até o término da obra. Com esse controle é possível alinhar economia e produtividade. Um projeto estrutural fornece detalhes em passo a passo para a execução da obra. Isso facilita o planejamento da mesma para que ocorra de forma eficiente, com todos os riscos avaliados e uma comunicação eficaz entre todos os envolvidos. Todo esse gerenciamento é capaz de reduzir a ocorrência de imprevistos. Assim, com o projeto estrutural é possível ter mais segurança, agilidade e otimização de custos através da especificação de como a execução deve ser feita dentro do canteiro de obras. Isso garante que tudo seja feito dentro dos padrões estabelecidos pelas normas vigentes. Os cálculos do projeto estrutural são feitos com base no sistema escolhido, sendo nessa fase a definição do que vai oferecer mais durabilidade e segurança à edificação. Nesse momento, tudo é pensando: desde manutenções ágeis até futuras ampliações. O projeto parte do pressuposto que a estrutura tenha que suportar as cargas ao longo do tempo e ainda garantir a durabilidade. Os cálculos bem elaborados minimizam o risco de falhas ou colapsos no decorrer do ciclo de vida da edificação. Na concepção de um projeto estrutural é preciso ter conhecimentos de ciências dos materiais, matemática e mecânica aplicada. Com a união desses saberes, é possível compreender como as estruturas suportam seu próprio peso e as cargas que recebem. Para elaboração do projeto estrutural, são utilizados alguns softwares especializados. Eles contribuem na criação de desenhos que facilitam a compreensão da estrutura, fornecendo assim, precisão máxima. Esses programas conseguem também ponderar as cargas ambientais, como ventos e terremotos. Acompanhe a seguir as etapas: O objetivo desse primeiro momento do projeto estrutural é identificar as cargas a que a estrutura será submetida e os critérios de projeto que devem ser seguidos. Escolhendo o tipo de sistema estrutural e os materiais que serão utilizados. Temos como exemplo: concreto armado, concreto pré-moldado, estruturas metálicas, entre outras. Tendo como opção os seguintes materiais: aço, concreto, madeira ou outros materiais A escolha irá  depender das características da estrutura e dos requisitos de desempenho. É de suma importância que todos os elementos presentes no projeto arquitetônico e estrutural estejam relacionados, para que tudo seja desempenhado da melhor forma possível. Nessa fase também é importante considerar aspectos financeiros, estéticos, de longevidade e de segurança. Na fase de análise estrutural são desenvolvidos os cálculos dos efeitos que geram a combinação dos materiais, escolhidos na etapa anterior. Ou seja, é feita uma análise de comportamento de componentes estruturais e mecânicos quando cargas e esforços são aplicados. O objetivo dessa etapa é livrar hipóteses de incidentes e riscos. São definidos as dimensões dos elementos estruturais, determinando as seções transversais e as dimensões dos elementos, sejam eles verticais ou horizontais. Nesse momento é avaliado se a estrutura atende aos critérios de projeto e se há necessidade de que outros modelos estruturais para auxiliar no suporte das cargas que será submetido. Avaliar também a relação com o projeto elétrico e o projeto hidráulico, pois deve ser especificado as dimensões dos elementos estruturais e o espaçamento para o cabeamento elétrico e de hidráulica. Assim como, garantir que o peso desses equipamentos não comprometa a estabilidade da estrutura. Todos os cálculos, assim como os de avaliação, podem ser feitos através de softwares de análise estrutural. Eles podem definir as bitolas de aço que serão utilizadas em estruturas de concreto armado, por exemplo. Assim como, a resistência da ação dos ventos e outras intempéries. Nessa fase ocorrerá a elaboração dos desenhos  da estrutura e os detalhes de construção. Isso inclui detalhar os elementos estruturais e os detalhes de união, como parafusos e soldas. Além da parte principal que consiste na organização de pranchas com as plantas e cortes que contenham todas as informações necessárias para que a edificação seja bem executada. Assim, é possível elaborar os documentos do projeto estrutural, que devem incluir o relatório de cálculo, o desenho da estrutura e os detalhes de construção, além de anexos de documentos de verificação e controle da qualidade. Após a conclusão de todas as etapas, o projeto estrutural pode ser repassado para o arquiteto e ao cliente. Junto com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) que certifica, de forma legal, a responsabilidade do engenheiro pela estrutura elaborada. A depender do que foi acordado entre profissional e cliente, é de responsabilidade do engenheiro estrutural responsável fazer visitas regulares durante a execução do projeto. www.cdcengenharia.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-executivo-de-arquitetura Title: Projeto Executivo de Arquitetura: O Grande Plano de Ação Meta Description: A atenção dedicada ao projeto executivo de arquitetura é o que assegura uma execução tranquila e fiel das ideias aprovadas. Saiba tudo sobre o tema a seguir! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-executivo-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H2: O que é um projeto executivo de arquitetura H2: A importância de um projeto executivo de arquitetura H2: Como fazer um projeto executivo de arquitetura H2: Checklist projeto executivo de arquitetura H2: Exemplo de projeto executivo de arquitetura H2: Como cobrar por um projeto executivo de arquitetura H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H2: O que é um projeto executivo de arquitetura H2: A importância de um projeto executivo de arquitetura H2: Como fazer um projeto executivo de arquitetura H2: Checklist projeto executivo de arquitetura H2: Exemplo de projeto executivo de arquitetura H2: Como cobrar por um projeto executivo de arquitetura H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Estudo preliminar de arquitetura: A etapa mãe dos projetos H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Anteprojeto de arquitetura: A etapa de concepção dos espaços H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: Levantamento arquitetônico: A medida base dos projetos H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H4: Escritório de arquitetura: Tudo que você precisa saber H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Depois da concepção do espaço, o momento é de se dedicar ao projeto executivo de arquitetura, ou seja, à fase que torna exequível as ideias construídas com o cliente ao longo de todo o processo. Continue a leitura e descubra tudo sobre o tema! Nesse artigo você vai aprender: O projeto executivo de arquitetura é a etapa que vem depois do anteprojeto 100% aprovado e corresponde ao momento que antecede as obras. Estamos falando da terceira e grande etapa do processo que torna exequível as ideias construídas com os clientes ao longo das fases anteriores. O produto dessa fase é o caderno técnico, um material rico de informações, quantificações, tabelas, medidas e desenhos, construído em forma de manual. Através dele se explicita, detalhadamente, o que precisa ser feito para realizar cada item idealizado. Esse caderno (ou simplesmente projeto executivo) é entregue não apenas para os prestadores de serviço, mas também, claro, aos clientes, representando a entrega do produto por ele contratado. Contudo, em se tratando de um processo técnico, não temos mais aqui a aprovação dos clientes ao final. Ocorre que todas as decisões de projeto já foram tomadas, o cliente já visualizou antecipadamente o resultado do ambiente através do 3D, e já validou todas as ideias. Sendo assim, a movimentação agora é interna do escritório de arquitetura ou design e seus parceiros. Desse modo, as soluções apresentadas no executivo são as definitivas e mais precisas possíveis, uma vez que a maior preocupação não está em conquistar ou mesmo convencer os clientes, mas sim, em viabilizar uma obra tranquila e com o mínimo de erros. Para isso, elabora-se todos os desenhos técnicos necessários à execução, dentre plantas, cortes, elevações e perspectivas, incluindo detalhamentos, especificações e memoriais descritivos. Sendo que a execução só deve começar depois que o projeto executivo estiver concluído e entregue, embora nem todos os profissionais sigam essa orientação. Segundo a definição do CAU, o projeto executivo de arquitetura é: O projeto executivo de arquitetura é um plano de ação. Sem ele, o projeto não vai sair do plano das ideias, por mais redundante que essa afirmação pareça. Até aqui, pensou-se em conceitos, soluções, otimizações e materiais. O arquiteto ou designer dedicou-se por inteiro para criar detalhes exclusivos para o cliente e o ambiente dele, dentro das características específicas do espaço, superando todos os desafios de concepção do projeto; e, sem um documento que demonstre como tudo deve ser feito, nada disso é realizado. Ele precisa ser concebido como um manual prático, servindo de guia completo para os prestadores de serviço. Por isso, recomendamos que sejam feitas pranchas técnicas para cada detalhe contendo o máximo de informações. Em outras palavras: Nesse sentido, toda essa documentação não pode ser feita de qualquer maneira. Sua importância precisa ser considerada ao longo de todo o seu processo de elaboração, de modo que sua qualidade e riqueza de informações sejam evidentes. Como já dissemos, pense no projeto executivo de arquitetura como um manual técnico. Em vista disso, construa-o de forma organizada: projetos gerais e projetos por cômodo, por exemplo. Mas tenha em mente que o mais importante é priorizar a compreensão do leitor. Construa cada prancha com seus respectivos detalhamentos conforme o layout definitivo. Em outras palavras, crie plantas de construir / demolir, de pontos elétricos, hidráulicos, e detalhamentos como: de marcenaria, marmoraria, etc. Na sequência, desenvolva o memorial descritivo e também a lista de aquisição. Esteja atento aos detalhes do seu projeto executivo e utilize todos os recursos que existem a sua disposição. Vale utilizar detalhes ampliados, imagens fotorrealistas, perspectivas e cortes para destacar os elementos eventualmente mais complexos e explicitar todas as informações de modo claro e inequívoco. Dê também uma atenção especial para a escala utilizada nos seus desenhos, para que o resultado ao final fique bem legível. Nas páginas de tamanho A3, recomendamos a escala 1:25 para os desenhos técnicos gerais e a escala 1:10 para os detalhes ampliados, mas vale experimentar qual escala se encaixa melhor nos padrões do seu escritório. Outro fator de máxima relevância é a criação de cotas que estejam condizentes não apenas com o levantamento arquitetônico, mas também com as especificidades do elemento que está sendo cotado e os parâmetros de ergonomia.   É importante desenvolver o projeto executivo de arquitetura segundo as normas da ABNT e de linguagem arquitetônica, incluindo simbologias, carimbos, legendas e tabelas ao longo da prancha. Além disso, esse material precisa ser revisado várias vezes, com muita cautela e em momentos distintos. Se o arquiteto ou designer estiver em equipe, é preferível que a revisão seja feita por outro colaborador e não por quem desenvolveu o anteprojeto de arquitetura. Mas se esse não for o seu caso, quer dizer, se você for o responsável por todas as demandas do seu escritório, estabeleça um tempo de dedicação exclusiva para fazer a revisão do seu executivo. Visualize o projeto executivo de arquitetura como o documento principal do trabalho do arquiteto ou designer. Assim, certifique-se de garantir o olhar apurado para identificar e corrigir possíveis erros projetuais, pois é essa atenção de agora que assegura uma execução sem tantas surpresas. É por isso que costuma ser a fase mais demorada dentro de um projeto de arquitetura e interiores, variando a duração de acordo com a quantidade de projetos que já estão em andamento no escritório e complexidade de cada projeto. Nesse sentido, é de suma importância não pular as etapas do processo. O planejamento da obra, feito no projeto executivo, não apenas garante uma realização fidedigna do projeto, como também poupa tempo, dinheiro, desgaste emocional, etc. Em suma: Uma vez finalizada a fase de revisão, você já pode preparar o envio desse material ao cliente e aos prestadores de serviço. Esse envio pode ser feito de várias formas, a depender da gestão de projetos que você segue. Sendo as principais: 1. Envio do arquivo digital, via compartilhamento em nuvem, email, ou através da plataforma Vobi; #Dica: Na Vobi é possível fazer a gestão de documentos para você centralizar o armazenamento de todos os documentos referentes ao seu projeto em um só lugar. Ficou curioso? Clique aqui para ler o nosso artigo completo sobre essa ferramenta! 2. Entrega física dos cadernos técnicos: geralmente 2 cópias impressas e encadernadas + memorial descritivo. Lembrando que, para os profissionais, o projeto executivo de arquitetura funciona como um material de consulta constante na obra, assim como um guia de elaboração das peças feitas sob medida. Enquanto que, para os clientes, além de ser um registro de tudo que foi usado no espaço, o material representa a entrega do produto contratado. Já sabemos que essa etapa requer cuidados redobrados, por isso, fizemos um resumo em formato de checklist, para você visualizar os itens principais que precisam constar em um projeto executivo de arquitetura. Veja a seguir: ✔ Planta de reforma (construir e demolir); ✔ Pontos hidráulicos e gás; ✔ Forro e iluminação; ✔ Iluminação e circuitos; ✔ Paginação de pisos e revestimentos; ✔ Planta de pintura | mapa de cores e papel de parede; ✔ Detalhamento de marcenaria; ✔ Detalhamento de marmoraria; ✔ Detalhamento de serralheria; ✔ Detalhamento de vidraçaria; ✔ Memorial descritivo | lista de aquisição, etc. Através de um olhar mais prático para o tema, conseguimos perceber o nível de detalhamento que um projeto executivo de arquitetura precisa ter, através do exemplo acima. Não se trata mais de encantar o cliente, como acontece no estudo preliminar de arquitetura. Mas de produzir um material objetivo, de fácil compreensão e, sobretudo, completo. Todos os elementos inseridos na prancha têm essa função. As cores, por exemplo, passam a ter o papel de setorizar a informação. Como no exemplo, em que o vermelho corresponde apenas às cotas. Observe que a linguagem adotada é técnica, cujo conteúdo se restringe ao estritamente relevante para a execução dos serviços. Temos tabelas de especificação, legenda, carimbo, simbologias, desenhos técnicos e até mesmo imagens do projeto em 3D, cumprindo o papel de contribuir para a clareza do projeto. Em termos de cobrança pelos serviços de arquitetura e design, diversas são as variáveis que precisam ser analisadas na hora de definir os parâmetros de precificação. Mas, uma possibilidade que você pode cogitar, é a de parcelar seus honorários pelas etapas do projeto. Para isso, é necessário estipular um valor percentual específico para a fase de projeto executivo de arquitetura, que pode ser até o limite de 60% do valor total do projeto. Considerando o fato de ter alto grau de complexidade e maior tempo de duração, quando comparado com as demais etapas. Claro que esses percentuais são meramente referenciais e você precisa avaliar a situação particular do seu escritório, considerando a sua realidade e momento de vida. Lembre-se também que cada projeto é único e que os valores também podem variar em função do escopo e metodologia de trabalho para a qual você foi contratado, portanto, reflita bem sobre o tema antes de precificar os seus serviços. Certo é que o projeto executivo de arquitetura é um grande planejamento de obra, diretamente relacionado com fatores de tempo, dinheiro e emocional dos envolvidos. Por isso, não podem ser subestimados. Agora conta para a gente, você tem dado a atenção adequada a essa etapa tão importante? www..pinterest.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-hidraulico-conheca-todas-as-suas-caracteristicas-e-saiba-como-elaborar Title: Projeto hidráulico: suas características e como elaborar Meta Description: A elaboração de um bom projeto hidráulico é crucial para o bom desempenho das instalações de uma edificação. Conheça suas características e saiba como projetar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-hidraulico-conheca-todas-as-suas-caracteristicas-e-saiba-como-elaborar ## Headings Structure: H1: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H2: O que é um projeto hidráulico? H3: Instalações prediais de água fria H3: Instalações prediais de água quente H3: Instalações prediais de segurança contra incêndio H3: Instalações prediais de esgotos sanitários H3: Instalações prediais de águas pluviais H2: Qual a importância de um projeto hidráulico? H3: As temíveis patologias das instalações hidráulicas H2: Qual o profissional responsável pela elaboração do projeto hidráulico? H2: Como fazer um projeto hidráulico? H3: 1- Instalações prediais de água fria H3: 2- Instalações prediais de água quente H3: 3- Instalações prediais de segurança contra incêndio H3: 4- Instalações prediais de esgotos sanitários H3: 5- Instalações prediais de águas pluviais H3: 6- Conheça os materiais utilizados nas instalações H3: 7- Considere a altura padrão dos pontos na planta hidráulica H3: 8- Atente-se sempre à normalização técnica em seu projeto hidráulico H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H2: O que é um projeto hidráulico? H3: Instalações prediais de água fria H3: Instalações prediais de água quente H3: Instalações prediais de segurança contra incêndio H3: Instalações prediais de esgotos sanitários H3: Instalações prediais de águas pluviais H2: Qual a importância de um projeto hidráulico? H3: As temíveis patologias das instalações hidráulicas H2: Qual o profissional responsável pela elaboração do projeto hidráulico? H2: Como fazer um projeto hidráulico? H3: 1- Instalações prediais de água fria H4: O traçado das tubulações no projeto hidráulico de água fria H3: 2- Instalações prediais de água quente H3: 3- Instalações prediais de segurança contra incêndio H3: 4- Instalações prediais de esgotos sanitários H4: O traçado das tubulações no projeto hidráulico de esgoto sanitário H3: 5- Instalações prediais de águas pluviais H3: 6- Conheça os materiais utilizados nas instalações H4: Materiais empregados no projeto hidráulico de Água Fria: H4: Materiais empregados no projeto hidráulico de Água Quente: H4: Materiais empregados no projeto hidráulico de Esgoto: H4: Materiais empregados no projeto hidráulico de Água Pluvial: H3: 7- Considere a altura padrão dos pontos na planta hidráulica H3: 8- Atente-se sempre à normalização técnica em seu projeto hidráulico H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O projeto hidráulico, assim como os demais projetos complementares, tem papel fundamental na qualidade de uma construção, desde o momento de sua execução no canteiro de obra, oferecendo um direcionamento preciso aos instaladores até, posteriormente, no decorrer do uso da edificação, garantindo um bom desempenho dos sistemas. Para entendermos melhor suas características, bem como os requisitos para o desenvolvimento de um bom projeto, veremos neste artigo: O projeto hidráulico, ou hidrossanitário, é o conjunto de soluções técnicas (projeto, memória de cálculo e memorial descritivo) aplicadas na elaboração e dimensionamento das instalações prediais que, por sua vez, estão subdivididas da seguinte maneira: Trata-se do sistema responsável pelo abastecimento pontos de consumo da edificação, tais como torneiras e outros equipamentos, como a máquina de lavar, de forma ininterrupta, na quantidade adequada e à temperatura ambiente; Trata-se do sistema responsável também pelo abastecimento pontos de consumo da edificação, porém visando o aumento do nível de conforto à medida em que proporciona controle de temperatura das atividades como banho, higiene, lavagem de louça etc; São as instalações capazes de controlar os episódios de incêndio nas edificações, através de mecanismos de detecção de focos de incêndio, evacuação do prédio e combate direto ao fogo, com suporte às equipes de socorro; Trata-se do sistema responsável pela coleta e transporte dos despejos sanitários da edificação até um destino apropriado e pré-estabelecido; Trata-se das instalações cuja finalidade é captar as águas provenientes da chuva, escoando-a de maneira rápida a um destino apropriado, a fim de se evitar alagamentos e infiltrações nas edificações; Assim como o projeto estrutural e o projeto elétrico, complementar o projeto arquitetônico com um projeto hidráulico é crucial para o bom andamento das atividades no canteiro de obra, assegurando a qualidade geral da construção através de um direcionamento técnico, feito com critério e à luz das normas vigentes. Contar com um engenheiro hidráulico para oferecer toda a sua expertise aos profissionais que atuarão nas instalações gera economia de tempo e de recursos, uma vez que evita o retrabalho que certamente seria necessário nas soluções improvisadas. Além disso, ao longo prazo, os usuários da edificação possuem a extrema vantagem de poder usufruir de um sistema confiável, seguro, de fácil manutenção e sem os inconvenientes das patologias que assolam inúmeras construções pelo país. Aliás, falemos um pouco mais sobre elas. Quando não se tem um projeto hidráulico, ou este é deficiente, e as instalações assumem um caráter duvidoso, quer seja pela improvisação das soluções, quer seja pelo emprego de materiais inadequados e de baixa qualidade, trata-se apenas de uma questão de tempo para os problemas, e os aborrecimentos, surgirem. Dentre as principais patologias, temos: Esta pergunta pode intuitivamente ser respondida com: “engenheiro hidráulico”, no entanto, esta não é uma atribuição exclusiva da Engenharia, mas sim, compartilhada com a Arquitetura e Urbanismo conforme se observa no art. 2º da Lei Federal N.º 12.378, de 31 de dezembro de 2010. Este parêntese se torna válido à medida em que se nota uma crença arraigada de que o arquiteto, neste campo dos projetos complementares, atua apenas com a interface da compatibilização e não com o próprio dimensionamento e elaboração desses projetos em si, tais como o projeto estrutural, o projeto elétrico, o projeto hidráulico e até mesmo o layout do canteiro de obra. Do mesmo modo que a Engenharia, a Arquitetura também proporciona uma formação generalista, que permite ao profissional atuar em funções diversificadas. Contudo, independentemente do profissional, engenheiro ou arquiteto, é mandatório em termos de credibilidade no mercado, que esta atividade seja desenvolvida com embasamento teórico aprofundado, vivências e até mesmo cursos de especialização capazes de efetivamente colocar este profissional à acessão de engenheiro hidráulico. Vimos acima que as instalações hidrossanitárias são subdivididas segundo sua finalidade. Elencamos abaixo, portanto, as principais recomendações para a planta hidráulica de cada categoria. O projeto hidráulico que trata especificamente da água fria deve contemplar principalmente os seguintes elementos: A planta hidráulica de água fria é feita sobre o projeto arquitetônico que deve previamente apresentar o layout das peças sanitárias, a indicação dos pontos de água através de eixos longitudinais e transversais e a indicação das cotas dos pontos hidráulicos. Partindo-se desta planta-base, também chamada de planta cega, o engenheiro hidráulico tem então, meios de proceder com o desenho dos detalhes isométricos, que são as peças gráficas que permitem uma melhor visualização da rede. Vamos ao passo a passo indicado pelo engenheiro Roberto de Carvalho Júnior, especialista em instalações: 1º passo: traçar a planta cega do ambiente, com esquadro de 60° e em escala 1:20 ou 1:25; 2º passo: locar os eixos longitudinais e transversais dos pontos de água; 3º passo: a partir dos eixos das peças sanitárias, traçar uma linha pontilhada até a altura dos pontos de consumo; 4º passo: indicar o diâmetro das tubulações nos ramais e sub-ramais; Cabe aqui uma observação a respeito das convenções do projeto hidráulico: utilizar traço fino para a representação das paredes e indicação de portas e janelas, já a tubulação e as peças sanitárias são representadas por traços mais espessos. O engenheiro hidráulico, ao tratar especificamente das instalações de água quente deve determinar principalmente os seguintes elementos: O projeto hidráulico deve determinar os mecanismos de proteção contra incêndio da edificação, tais como: O projeto hidráulico da rede coletora de esgoto sanitário deve conter os seguintes elementos: Segundo Roberto de Carvalho Júnior, a sequência ideal para a elaboração da planta hidráulica da rede de esgoto é a que segue: 1º passo: identificar na planta cega os elementos estruturais para proceder com a locação do shaft; 2º passo: inserir o ponto de descida do tubo de queda (TQ) e o ponto de subida da coluna de ventilação (CV); 3º passo: ligar o tubo de queda até a bacia sanitária; 4º passo: localizar o ralo seco e caixa sifonada; 5º passo: ligar a caixa sifonada ao ramal da bacia sanitária; 6º passo: ligar o ralo seco e os demais ramais de descarga até a caixa sifonada; 7º passo: ligar o tubo ventilador ao ramal de esgoto; 8º passo: inserção dos diâmetros, sentido de escoamento e declividade da tubulação; Quando falamos da rede coletora de águas pluviais, o projeto hidráulico deve contemplar: O projeto hidráulico elaborado com o correto dimensionamento do sistema aliado a uma escolha apropriada dos materiais é premissa para um bom funcionamento das instalações. Vejamos algumas particularidades dos principais materiais empregados nas tubulações, onde diâmetro nominal (DN) indica uma medida de referência adotada na comercialização dos produtos e a medida real, por sua vez, é obtida analisando o indicador de diâmetro externo (DE) nos catálogos dos fabricantes. Diâmetros nominais (DN): 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 60mm, 75mm, 85mm e 110mm, em barras de 3 metros e 6 metros. Diâmetros nominais (DN): ½”, ¾”, 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3” e 4”, em barras de 3 metros e 6 metros. Diâmetros nominais (DN) de ½”, ¾”, 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3”, 3.1/2”, 4”, 5” e 6”, em barras de 6 metros. Diâmetros nominais (DN): ½”, ¾”, 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3” e 4” ”, em barras de 2,5 metros e 5 metros. Diâmetros nominais (DN): 16mm, 20mm, 25mm e 32mm, em bobinas de 50 metros e 100 metros. Diâmetros nominais (DN): ½”, ¾”, 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3” e 4”, em barras de 2,5 metros e 5 metros. Diâmetros nominais (DN): 15mm, 22mm, 28mm, 35mm, 42mm, 54mm, 73mm, 89mm e 114mm, em barras de 3 metros. Diâmetros nominais (DN): 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 63mm, 75mm, 90mm e 110mm. Diâmetros nominais (DN): 40mm, 50mm, 75mm, 100mm, 150mm e 200mm, em barras de 3 metros e 6 metros. Diâmetros nominais (DN): 40mm, 50mm, 75mm, 100mm e 150mm, em barras de 3 metros e 6 metros. Diâmetros nominais (DN): de 80mm a 2000mm, em barras de 6 metros, 7 metros e 8 metros, a depender do diâmetro. Diâmetros nominais (DN): 100mm, 150mm, 200mm, 250mm, 300mm, 350mm, 375mm, 400mm, 450mm, 500mm e 600mm, com 1m e 1,5m de comprimento. Diâmetros nominais (DN): de 40mm, 50mm, 75mm, 100mm e 150mm, em barras de 3 metros e 6 metros. Diâmetros nominais (DN): de 80mm a 2000mm, em barras de 6 metros, 7 metros e 8 metros, a depender do diâmetro. Diâmetros nominais (DN): de ½”, ¾”, 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 2.1/2”, 3”, 3.1/2”, 4”, 5” e 6”, em barras de 6 metros. A altura de entrada de água e saída de esgoto pode variar conforme as características de certos aparelhos, porém existem medidas padrão que convém serem adotadas pelo engenheiro hidráulico visando ganho de tempo, sobretudo na fase de pré-dimensionamento do projeto hidráulico. São eles: O correto dimensionamento dos sistemas, além da expertise do engenheiro hidráulico, parte do conhecimento e aplicação rigorosa das recomendações das normas técnicas, sobretudo aquelas instituídas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Para o projeto hidráulico e seus diversos subsistemas, listamos abaixo as principais normas para consulta: Salientamos que as instalações são parte de um conjunto integrado aos demais sistemas e composições da edificação e, por este caráter indissociável, deve considerar também a adequação aos parâmetros de ergonomia, acessibilidade e desempenho. Neste sentido, é extremamente importante a consideração das seguintes normas: Para o caso específico das instalações prediais de segurança contra incêndio, além das normas que citaremos abaixo, é aconselhável o enquadramento do projeto nos parâmetros das 45 Instruções Técnicas constantes no Decreto Estadual Nº 63.911/2018, do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP). Esperamos que este artigo tenha elucidado suas dúvidas acerca da elaboração de um projeto hidráulico. Como vimos, a planta hidráulica está atrelada a uma instalação eficaz, o que é muito conveniente e confortável aos seus usuários e que, justamente por esta importância, torna o engenheiro hidráulico uma peça-chave na obtenção deste sucesso. Carvalho Júnior, Roberto de. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura – 12. Ed – São Paulo: Blucher, 2019. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-luminotecnico-residencial Title: Projeto Luminotécnico Residencial Aplicado à Arquitetura Meta Description: Fazer bem um projeto luminotécnico residencial coloca o seu trabalho em outro patamar. Não deixe de estudar esse tema que une técnica e sensibilidade. Confira! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/projeto-luminotecnico-residencial ## Headings Structure: H1: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é um projeto luminotécnico residencial H2: A importância de um projeto luminotécnico residencial H2: Como fazer um projeto luminotécnico residencial H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H2: O que é um projeto luminotécnico residencial H2: A importância de um projeto luminotécnico residencial H2: Como fazer um projeto luminotécnico residencial H3: Continuar lendo H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H4: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H4: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H4: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Através de um projeto luminotécnico residencial, o profissional tem em mãos a chance de proporcionar ao seu cliente sensações únicas. Os lares possuem demandas específicas e a luz deve acompanhar essas necessidades, sem esquecer dos fatores estético e sensorial. Para saber mais, vale a pena ler até o final! Nesse artigo você vai aprender: Criar projetos luminotécnicos é planejar a iluminação dos ambientes, externos ou internos. Quando falamos em espaços residenciais, esse projeto tende a ser mais do que funcionalidade, é também conforto e estética. Os lares trazem consigo demandas muito específicas e, ao mesmo tempo, diversas. Se de um lado temos a necessidade de descanso e descontração, do outro existe também uma demanda por certas tarefas a serem executadas, como cozinhar ou mesmo trabalhar na modalidade home office. Arquitetos e designers que oferecem o serviço de projeto luminotécnico residencial precisam se atentar ao uso do espaço, pois cada função requer tipos de iluminação diferentes e suas funções mudam de acordo com a realidade de cada família. Não dá para ter um raciocínio generalista, pois cada projeto é único. A verdade é que os projetos luminotécnicos exigem muito do profissional. Espaços escuros ou claros demais são problemáticos em níveis variados, mas, sobretudo, em termos de saúde e qualidade de vida dos moradores. Em outras palavras, lidar com iluminação de residências impacta no espaço, mas também, no usuário. Quando mal feita, a luz pode desvalorizar os melhores projetos e valorizar aqueles medianos, referenciando ao pensamento de Oscar Niemeyer.  Enquanto que ao usuário, os prejuízos da má iluminação vão desde desconforto visual, irritação, até dores de cabeça, agitação exacerbada ou sonolência. Um projeto de iluminação equilibrado traz harmonia para a vida dos clientes. Ciente disso, vale ressaltar a importância de mensurar a quantidade correta de luz (para garantir a usabilidade desejada do espaço), de considerar o conforto visual e de ter uma estética condizente com os gostos e preferências dos clientes, dentro do conceito planejado. O projeto luminotécnico residencial ocupa um local bem particular dentro do universo da arquitetura e design. Sua importância é tamanha que, hoje, é disciplina certa nos estudos de neuroarquitetura, neurociência e comportamento humano. Em síntese: Juliana Pascoalini, arquiteta especialista em iluminação, ensina que: ✔️ Uma boa iluminação valoriza a arquitetura; ✔️ Embeleza os ambientes; ✔️ Proporciona maior conforto; ✔️ Gera economia de material, instalação e energia elétrica; ✔️ Confere flexibilidade ao uso dos ambientes. Ocorre que os projetos de iluminação podem destacar os pontos do espaço e, até mesmo, mudar a percepção que se tem dele. Podemos esperar resultados surpreendentes através dos efeitos diferentes da luz (como se pode observar na imagem abaixo). Daí o seu potencial de valorização da arquitetura e dos ambientes internos no geral. Na primeira imagem, é possível identificar uma má iluminação, que pode ser caracterizada por alguns fatores, como: ❌ Níveis muito baixos de luz; ❌ Distribuição incorreta da intensidade luminosa; ❌ Cor de luz inadequada, dificultando a visão e impactando o estado emocional do usuário; ❌ Mau direcionamento de luz e sombra. Já na segunda imagem, nota-se uma iluminação bem planejada que proporciona conforto aos usuários, uma vez que não existe excesso ou escassez de luz, não gerando ofuscamento, e se adequando às necessidades e gostos de cada família. Em razão disso, um projeto luminotécnico residencial é um investimento que antecipa riscos e custos futuros, lembrando que o arquiteto ou designer, desde a concepção do projeto, faz escolhas com base na viabilidade e custo-benefício dos produtos escolhidos a curto e a longo prazo, ou seja, considera o budget dos clientes desde o princípio. Hoje, vivemos a era dos espaços multifuncionais. Rotinas cada vez mais complexas, diversos papéis sendo desempenhados ao longo do dia, muitas vezes no seio do próprio lar. Enquanto que os espaços seguem o contrassenso de diminuir de tamanho (m2) com o passar dos anos. A iluminação, assim, possibilita múltiplos usos para o mesmo espaço. Os projetos de iluminação, assim como nos arquitetônicos ou de interiores, tem início com a conceituação do espaço. Quer dizer, quais as sensações pretendidas: sossego ou animação, atmosfera cênica ou desempenho de atividade, sensação pessoal ou impessoal? E quanto aos efeitos que se quer alcançar e o uso do espaço: precisa de luz de tarefa, geral, decorativa? Depois disso, é importante o profissional pensar que o ambiente é formado por camadas. Cada elemento (parede, teto, piso, etc.) pode fornecer uma fonte luminosa para o espaço. Explicando melhor, os tetos não precisam ser as únicas fontes de luz de um espaço, embora ainda seja essa a maneira convencional de se iluminar no Brasil. Temos aqui, talvez, o ponto alto do projeto luminotécnico residencial: a liberdade dada ao arquiteto de ser criativo e de inovar através da luz. Essa mudança de perspectiva, certamente, dá destaque ao profissional que ousa “sair da caixa” do tradicional ponto central de luz no teto. Isso também não quer dizer que seja recomendado espalhar pontos no teto de forma aleatória, pois encontrar o equilíbrio é essencial. De igual modo, não dá para pensar (apenas) na função da luz, quando nós já vimos que existem tantos outros fatores que são igualmente importantes para a iluminação residencial. Desse modo, é preciso separar um momento para estudar o que iluminar: parede, teto, marcenaria, entre outros. Só depois disso é que se deve pensar em como iluminar: considerando o budget e analisando o mercado de produtos. Uma vez concluídos todos os passos anteriores, é que se dá início à terceira e última fase: de especificação, cálculos e detalhamentos técnicos. Perceba que a escolha das lâmpadas está no final do processo. Inverter essa ordem até pode funcionar, mas, ao fazer isso, o arquiteto perde grandes chances de surpreender seu cliente e de ter mais destaque na carreira. Vale ressaltar que é fundamental atentar para a temperatura da luz na hora de especificar os produtos. Quando o assunto é projeto luminotécnico residencial, o conforto visual e a emoção que se quer proporcionar não podem ser negligenciados. Por isso, lembre-se de conferir a cor de luz com bastante atenção, pois boa parte do resultado final depende do acerto dessa escolha. Confira a nossa recomendação: ✔ Lâmpadas de 2.700K ou 3.000K →  Quente → Espaços de descanso ou de ares cênicos (quartos e salas, por exemplo) ✔ Lâmpadas de 4.000K ou 5.000K  → Neutra → Espaços de atividade (cozinhas, áreas de serviço, home office, etc.) Além da temperatura de cor da luz, faça um estudo profundo da quantidade de luz necessária em cada cômodo, pois esse é outro fator-chave para o sucesso do projeto luminotécnico residencial. Sempre que achar necessário, você pode recorrer à calculadora de iluminância da Vobi para confirmar se você está mensurando corretamente os níveis de luz de acordo com cada função ali desempenhada. Ao fazer os detalhamentos técnicos, procure construir um material de fácil leitura e compreensão pelo prestador de serviço. Construa um material rico de informações e utilize uma simbologia elétrica com legendas ao longo de todas as pranchas do seu projeto, a fim de evitar ao máximo as chances de erro na obra e instalação. Mesmo que pareça desafiador demais projetar a iluminação de espaços residenciais, saiba que os resultados podem ser surpreendentes. Investir em conhecimentos na área pode elevar o nível do seu trabalho e proporcionar sensações únicas de acolhimento e bem-estar aos seus clientes. Agora conta para a gente, seu escritório já oferece esse serviço? --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/prospeccao-de-clientes-para-escritorios-de-arquitetura Title: Prospecção de clientes para escritórios de arquitetura Meta Description: Saiba o que é prospecção de clientes e como aplicar esse método de captação de clientes no seu escritório Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/prospeccao-de-clientes-para-escritorios-de-arquitetura ## Headings Structure: H1: Prospecção de clientes para escritórios de arquitetura: como crescer em vendas H2: O que é prospecção de clientes? H2: Importância da prospecção de clientes H2: Como fazer prospecção de clientes H3: Definir o próprio nicho de atuação H3: Encontrar e conhecer o público alvo H3: Vínculo H3: Marketing voltado para arquitetura H3: Networking H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Prospecção de clientes para escritórios de arquitetura: como crescer em vendas H2: O que é prospecção de clientes? H2: Importância da prospecção de clientes H2: Como fazer prospecção de clientes H3: Definir o próprio nicho de atuação H3: Encontrar e conhecer o público alvo H3: Vínculo H3: Marketing voltado para arquitetura H3: Networking H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Captar clientes, e ainda mais, clientes que se adequem à proposta do escritório de arquitetura e suas atuações específicas, pode ser uma grande questão para os arquitetos que tem ou que desejam abrir o próprio negócio. Ao abrir um escritório de arquitetura, é bastante comum a dúvida de como alcançar pessoas interessadas em contratar um serviço, levando o profissional, algumas vezes, a precificar seu trabalho com um valor menor que o justo e proporcional, ou mesmo render-se a atuação em projetos de um público alvo que não corresponde ao próprio nicho de atuação. Esses problemas podem ser resolvidos ou dirimidos com a aplicação de um processo chamado prospecção de clientes. O processo de captação de clientes é um quesito que define o sucesso ou o fracasso de um negócio, afinal, o que determina a prosperidade de uma empresa é a quantidade e mais que isso, a qualidade dos clientes que ela é capaz de atender. Para encontrar potenciais clientes e conduzi-los até o fechamento de um contrato de arquitetura de forma estratégica, é realizado um plano de prospecção de clientes. Para entender mais o que é esse conceito, continue lendo nosso artigo, em que apresentaremos como essa estratégia pode impulsionar as vendas no seu negócio de arquitetura. Para isso, dividimos essas informações em alguns tópicos: A palavra prospecção significa "pesquisar''. A prospecção de clientes é uma etapa de venda e pode-se dizer que é a mais importante, pois consiste em utilizar um método de “afunilamento” para alcançar o cliente em potencial que se adeque com a proposta e os serviços que são oferecidos por um determinado negócio. A prospecção de clientes busca realizar um refinamento de busca a fim de encontrar o consumidor alvo, aquele que se interessa pelo conteúdo da empresa, está alinhado com os princípios valorizados por esse negócio e que, principalmente, tem alta probabilidade de querer fechar negócio com o escritório. Apesar do objetivo final ser a venda, o foco está em construir um relacionamento com o cliente. Como mencionado anteriormente, a estratégia é alcançar clientes qualificados, alinhados ao perfil traçado para público alvo da empresa. Para isso, apresenta-se outro ponto importante, que é a necessidade de que a empresa conheça seu público alvo. Parece algo simples, mas muitos escritórios de arquitetura, principalmente os mais novos no mercado, ainda cometem o erro de não definirem com convicção quem é a sua persona. Mais à frente, falaremos um pouco mais sobre isso, mas para compreender o conceito de prospecção de clientes, é preciso que o escritório tenha em mente a importância de estabelecer uma conexão com seus clientes. Ainda, também é interessante conhecer alguns outros termos que circundam o universo de estratégia de captação inteligente de clientes, que são os Leads e os Prospects. Os Leads são aqueles indivíduos que de alguma forma se interessaram por um negócio, por exemplo, um usuário se cadastra em um link fornecido pelo escritório em busca de uma recompensa em troca (como a realização do download de um e-book), e com isso deixa os dados pessoais (endereço eletrônico, nome, telefone). Porém, isso não significa necessariamente que ele deseja contratar um projeto com aquela empresa, portanto, esse usuário é considerado um lead, um potencial consumidor. Já os prospects são aqueles que avançaram mais uma etapa, são os leads com potencial para fechar um negócio, considerada a categoria meio do funil de vendas. Os prospects serão o público do qual a empresa irá investir no convencimento para que eles se tornem o objetivo final do funil: os clientes. A prospecção de vendas pode ser dividida em duas formas, a prospecção ativa e a prospecção passiva. Na prospecção ativa, o cliente é abordado diretamente.Trazendo um exemplo prático para o contexto de escritórios de arquitetura, é como se um arquiteto abordasse alguém numa loja de materiais de construção oferecendo seus serviços de arquitetura, ou mesmo visitantes em uma exposição de decoração de arquitetura e decoração. Nesse método é preciso que haja uma grande quantidade de abordagens e destreza pela parte do recrutador para lidar diretamente com o indivíduo, além de um alto poder de persuasão. Esse método, em regra, não é o mais utilizado, principalmente devido aos avanços das técnicas de prospecção passiva, possibilitadas pela internet. Porém, é importante salientar que não existe método certo ou errado, tudo depende do público alvo e do nicho de atuação do escritório de arquitetura. Já no método da prospecção passiva, são gerados incentivos aos potenciais clientes, da qual a expectativa é que eles tomem por si próprios a iniciativa de realizar o contato direto com a empresa por meio desses gatilhos que irão gerar uma conexão. Essa abordagem é caracterizada por ser mais orgânica e é realizada a partir do marketing digital. Nesta técnica, são utilizadas algumas práticas como a mineração de dados, que é a procura, a ordenação e a classificação de dados, transformando-os em dados úteis que gerem valor à empresa. Com a mineração de dados, é possível identificar o padrão de comportamento dos usuários na internet e detectar possíveis consumidores através do processo de “garimpo” de informações relevantes na internet que atuam por meio de algoritmos específicos e inteligência artificial. A prospecção de clientes aumenta as chances de que um negócio seja fechado com a empresa, além de fornecer uma maior porcentagem de sucesso em um determinado ciclo, o que “poupa energias” da empresa para investir em pessoas que não correspondem ao público alvo de um negócio. Alcançando um nicho específico de clientes, a empresa será capaz de empregar recursos com maior atenção, construindo laços com esses indivíduos e direcionando-os para fechamentos de contratos. Com a prospecção de clientes, o processo de venda do serviço de arquitetura, torna-se muito mais assertivo que um método de vendas sem uma análise racional e analítica por trás. A aplicação da prospecção de vendas busca além da captação, a fidelização de clientes para o negócio. Inclusive, indicações também são uma alternativa, pois são feitas por alguém que já contratou os serviços do seu escritório, gerando uma confiança do consumidor, além de alcançar alguém do mesmo ciclo social, ou seja, tendo grande probabilidade de preencher os requisitos do público alvo da sua empresa. A concatenação de indicações entre os clientes constrói uma rede de fidelização de consumidores. Embora as indicações sejam uma excelente aplicação de prospecção de vendas, elas não podem ser as únicas ferramentas para atrair os clientes e sim, mais um meio. Esse talvez seja um dos grandes erros de diversos escritórios: esperar que os clientes os procurem de forma autônoma quando, atualmente, são disponibilizadas diversas ferramentas e diferentes abordagens para alcançar o público-alvo. Ter de forma objetiva um método para alcançar o perfil esperado para um negócio, diminui as chances de que o escritório trabalhe com demandas ou clientes que não estão alinhados com a proposta da empresa apenas pela necessidade de obter mais clientes e fechar mais contratos de arquitetura para gerar o fluxo de caixa da empresa. Além de ter a possibilidade de dispor de um domínio maior do possível retorno financeiro da empresa, visto que, ao traçar o perfil do cliente, também será traçado um valor em média agregado ao projeto, pois sabe-se que as diferentes formas e segmentos de atuação dentro da arquitetura, têm maneiras de cobrança, prazos, valores e demandas variáveis e todas essas questões influenciam diretamente na receita e das despesas de um negócio. Com um planejamento e aplicação de técnicas de captação de clientes através da prospecção de vendas, o escritório de arquitetura é que determina quem serão seus clientes e qual seu nicho de atuação, e não o contrário (situação comumente observada em escritórios de arquitetura). Desse modo, aplicar a prospecção de clientes em escritórios de arquitetura,  proporciona um maior domínio, escalabilidade e alcance sobre o processo de vendas do negócio, aplicando as técnicas dessa metodologia, a captação de clientes se torna mais orgânica e contínua. O processo de prospecção de clientes observa algumas etapas, seguem alguns dos mais importantes passos para realizar a busca do “afunilamento”: É bem frequente que escritórios novos passem por uma fase de experimentação quando ainda não está claro para o arquiteto qual nicho de atuação ele quer seguir. Então, em um período inicial, são realizados projetos de variadas demandas para variados públicos, como reformas de interiores, projetos comerciais, projetos paisagísticos, projetos para órgãos públicos, entre outros. Esse ensaio de frentes de arquitetura pode até ser compreensível no início quando o profissional encontra-se em dúvida ainda de que área mais lhe agrada e qual atuação é compatível com seus objetivos profissionais, porém, a longo prazo, essa prática torna-se insustentável por inúmeros motivos de logística de negócio e também de aperfeiçoamento de um serviço. Estabelecer um nicho específico de atuação possibilita uma especialização em determinado segmento, o que gera valor e destaque de um escritório no mercado. Lembrando que não é necessário ou obrigatório que um escritório atue exclusivamente em apenas um setor, mas é importante que se defina ao menos um “carro-chefe”, que serão as demandas primárias e as outras secundárias acontecerão paralelamente. Também é válido que as demandas paralelas não sejam tão destoantes das principais, esse processo facilita a compreensão do cliente sobre o que o escritório tem a oferecer e organiza melhor a hierarquia de tarefas no cotidiano. Desse modo, ao estipular uma frente, também será possível determinar quais são os tipos de clientes que essa empresa irá atrair, o que nos leva ao próximo tópico. É preciso que o arquiteto esteja ciente que nem todo cliente é um cliente ideal para o seu negócio. Sabe-se que o mercado de arquitetura é extremamente amplo, possuindo  diversos nichos de atuação no mercado, como arquitetura residencial (ainda segmentada em vários tipos como arquitetura de alto/médio padrão ou arquitetura social), arquitetura comercial, arquitetura de edifícios de grandes alturas, retrofit de fachadas, restauração de patrimônio, interiores, enfim, são inúmeros segmentos dentro desse universo. Desse modo, o escritório de arquitetura deve ter de forma muito clara quem é o seu público-alvo, pois, obviamente, um escritório que é especializado em arquitetura comercial não é compatível com um cliente que busca um projeto de interiores de apartamento, por exemplo. São áreas com diferentes demandas e diferentes perfis de clientes e isso deve ser considerado ao realizar a prospecção de clientes. Para facilitar o processo de definição específica do público alvo do escritório, pode ser aplicada a técnica da personalização, em que se idealiza uma persona que seria um cliente ideal, por exemplo: para um escritório que tem seu foco em arquitetura de interiores de médio ou alto padrão, atribui-se ao cliente final pessoas de classe B ou A com uma renda mensal de acima de sete mil reais, e em média esse público irá corresponder a pessoas acima de 30 anos, com até 3 filhos e geralmente também têm pets na família. Essa técnica permite traçar, de forma generalizada, a personalidade do cliente que o escritório busca, com isso, a captação desse público se torna muito mais objetiva e precisa, desse modo é possível investigar como alcançá-lo. Definida a persona, é essencial ir até onde o cliente alvo está e encontrar formas de atraí-lo. Em síntese, deve-se estar inserido no meio pretendido a fim de divulgar o trabalho realizado no escritório. Conectando a um dos próximos passos para realização de uma prospecção de clientes: a realização de um network. Identificar os potenciais clientes, os chamados prospects, não é o suficiente para finalização de uma venda ou um fechamento do contrato de arquitetura, pois não basta só encontrar o cliente apropriado, além disso, o cliente deve simpatizar com a abordagem, forma de trabalhar e o método de oferecimento de serviço daquele escritório de arquitetura. A atuação de um arquiteto lida diretamente com sonhos das pessoas, isso faz com que seja indispensável a sensibilidade do profissional em ouvir e compreender os anseios do cliente, portanto, o processo de abordagem do cliente deve ser realizado de forma humanizada e atenta às suas mais minuciosas necessidades. Diante disso, é esperado que a empresa estabeleça um vínculo com o cliente de forma que o marketing e a abordagem de um escritório de arquitetura respeitem o caráter personalístico da profissão. Arquitetura, diferente de vários outros ramos de negócios, é um empreendimento essencialmente visual, o que faz com que seja extremamente palpável para o cliente entender o que aquele escritório tem a oferecer através de imagens. Assim, é gerado o marketing de conteúdo dos serviços de arquitetura, em que são expostos os trabalhos realizados e dessa forma os clientes são alcançados e atraídos por um conteúdo que considera relevante. O marketing voltado para arquitetura pode ser utilizado de várias maneiras para prospecção de clientes, algumas das táticas podem ser realizadas através das redes sociais, como Instagram, Facebook, Twitter, Tiktok, Youtube, Linkedin, etc, ou até por meio da presença em eventos, como por exemplo, quando um escritório de arquitetura se voluntaria para ministrar uma palestra sobre seu segmento de trabalho. Atualmente o Instagram tem sido uma das ferramentas que mais geram alcance e publicidade ao trabalho dos arquitetos, já que o conteúdo dessa rede é basicamente composto por fotos e vídeos, o que permite proporcionar uma galeria virtual do trabalho dos arquitetos, gerando um bom potencial de prospecção de vendas. Também é válido que o escritório tenha seu portfólio disponível em outras plataformas, como no seu próprio site. Não se preocupe, ensinamos aqui como fazer um site profissional em poucos cliques utilizando a Vobi. No mais, uma das lições na prospecção de clientes é diversificar as abordagens de marketing para ampliar as possibilidades de atingir o público alvo. A formação de uma boa rede de contatos, ou networking é fundamental para qualquer tipo de negócio, e não é diferente no ramo da arquitetura. Realizar um bom networking auxilia bastante no processo de prospecção de clientes. Colegas de profissão ou fornecedores que trabalham em parceria com um escritório de arquitetura são potenciais divulgadores do seu trabalho, isso porque dentro de um mesmo ciclo podem existir diversas pessoas interessadas em obter um serviço de áreas correlatas. Portanto, criar uma rede amigável com pessoas na mesma ou de áreas relacionadas, cria oportunidade de negócios e visibilidade para a empresa, aumentando as possibilidades de captação de clientes por meio da troca de indicações ou até mesmo convites para palestras, workshops, divulgação do trabalho do escritório, entre outros. Essas foram algumas dicas de como agregar valor ao seu negócio de arquitetura e simplificar, de forma estratégica, o processo de captação de clientes. www.vivadecora.com.br www.arquitetoexpert.com www.organicadigital.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/proteja-sua-obra-saiba-como-aplicar-as-normas-de-seguranca-do-trabalho Title: Como aplicar as normas de segurança do trabalho na sua obra Meta Description: Em uma obra há alto risco de acidentes, perigos à saúde e à segurança do trabalho. Por isso, é essencial conhecer as melhores maneiras de preveni-los. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/proteja-sua-obra-saiba-como-aplicar-as-normas-de-seguranca-do-trabalho ## Headings Structure: H1: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H2: O que é segurança do trabalho? H2: Os perigos e riscos em uma obra H2: Consequências dos Riscos da falta de segurança do trabalho na construção civil H2: Como garantir a segurança do trabalho nos canteiros de obras H3: Normas regulamentadoras H2: Boas práticas para segurança do trabalho H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H2: O que é segurança do trabalho? H2: Os perigos e riscos em uma obra H2: Consequências dos Riscos da falta de segurança do trabalho na construção civil H2: Como garantir a segurança do trabalho nos canteiros de obras H3: Normas regulamentadoras H4: NR 4 H4: NR 5 H4: NR 6 H4: NR 7 H4: NR 9 H2: Boas práticas para segurança do trabalho H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Trabalhar na construção é uma atividade inerentemente perigosa, com alto risco de acidentes, bem como perigos à saúde e à segurança do trabalho. Por isso, é essencial conhecer as melhores maneiras de prevenir os perigos em uma obra. Se esse número parece impressionante, considere também que a construção civil é um dos segmentos que mais registram acidentes com incapacidade permanente, o segundo em número de mortes e o quinto em afastamentos com mais de 15 dias. Compreender os perigos, suas consequências e as medidas que você pode tomar para criar um melhor ambiente de trabalho é de suma importância para o bem-estar de seus colaboradores e do seu negócio. A seguir, saiba o que levar em consideração e como planejar as suas operações garantindo a segurança do trabalho de todos: Segurança do Trabalho (ST) é um conjunto de normas de prevenção que visa proteger os colaboradores de uma empresa de possíveis riscos, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, a fim de garantir boas condições de trabalho e permitir que as tarefas laborais sejam realizadas da melhor forma possível. A ST é imprescindível em qualquer negócio, especialmente no setor da construção civil. O profissional responsável que atua neste setor é o Técnico em segurança do trabalho. Ele  analisa possíveis causas de um acidente, visando manter um ambiente livre de riscos, sempre em caráter preventivo, evitando possíveis danos ao empregado que afetam também a empresa. O canteiro de obra apresenta inúmeros riscos para os funcionários. Apenas em 2021, foram recebidos mais de 242 mil processos trabalhistas na atividade da indústria que compõem o segmento da construção civil. As principais razões para lesões no trabalho incluem: insalubridade por ruído, contato com produtos químicos e periculosidade por exposição a produtos inflamáveis e energia elétrica. Embora as três primeiras categorias acima sejam riscos físicos, não podemos ignorar o quarto risco, que aponta para o aumento de problemas de saúde mental no local de trabalho em um ambiente de construção. Além das principais causas de fatalidades listadas acima, também vale a pena destacar vários outros riscos potenciais na construção, que podem levar a danos ou ferimentos: Conhecer os riscos e perigos presentes em um ambiente de construção não conta toda a história do ponto de vista humano ou econômico. Na verdade, além de mortes ou danos físicos e mentais, há um alto preço a pagar por empresas que desconsideram o potencial impacto prejudicial da falta de segurança do trabalho. A consequência imediata dos acidentes na construção civil é financeira. Além disso, as empresas podem incorrer em multas significativas se violarem as normas regulamentadoras (falaremos mais a frente sobre elas). Outras consequências mais sutis são as repercussões de estresse, depressão ou ansiedade na saúde mental estão aumentando na indústria da construção, ocasionando faltas no trabalho e, consequentemente, potencial de se transformar em perdas significativas em projetos de construção. Finalmente, as consequências dos perigos e riscos não devem ser avaliadas apenas com base na perda do colaborador. Para os trabalhadores, além do evidente impacto na saúde e bem-estar pessoal, o impacto de um acidente pode ser monumental e até levar à perda do sustento de toda uma família. A Consolidação das Leis do Trabalho estabelece as normas regulamentadoras que precisam ser respeitadas pelos profissionais da construção civil. Para além da exigência legal, existe também um dever moral de cuidado para com os trabalhadores, que se estende ao seu bem-estar mental que, por sua vez, pode beneficiar igualmente a empresa e os colaboradores. No Brasil, a segurança do trabalho é referenciada por Normas Regulamentadoras — as chamadas NRs. Atualmente, são 376 normas regulamentadoras relacionadas ao segmento da construção civil, que podem ser conferidas no portal do Ministério do Trabalho. Dentre elas, destacamos as 5 principais: Estabelece a obrigatoriedade de contratação de profissionais da área de segurança e saúde do trabalho de acordo com o número de empregados e a natureza do risco da atividade econômica da empresa. Estabelece os parâmetros e os requisitos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA tendo por objetivo a prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e promoção da saúde do trabalhador. É norma especial, posto que regulamenta a execução do trabalho com uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sem estar condicionada a setores ou atividades econômicas específicas. Estabelece diretrizes e requisitos para o desenvolvimento do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO nas organizações, com o objetivo de proteger e preservar a saúde de seus empregados em relação aos riscos ocupacionais. Estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação do PPRA, considerando a antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais, decorrentes dos agentes químicos, físicos e biológicos. Além das normas regulamentadoras, é importante aplicar boas práticas. Siga estas 15 regras simples de segurança do trabalho para manter você e os outros seguros: www.forconstructionpros.com www.mobussconstrucao.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-amarelo Title: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil Meta Description: O amarelo é uma cor versátil. Na psicologia das cores, amarelo é a cor do otimismo. Veja exemplos com a cor amarela aplicada de modo assertivo ao projeto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-amarelo ## Headings Structure: H1: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H2: Qual o significado da cor amarelo na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor amarela no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor amarelo H3: Referências H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H2: Qual o significado da cor amarelo na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor amarela no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor amarelo H3: Referências H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O Sol, estrela central do nosso Sistema Solar, proporciona à humanidade a experiência da cor amarela, de forma coletiva e simbólica: na psicologia das cores, o amarelo é alegre e revigorante. Por causa disso, otimistas e pessoas saudáveis estão relacionados a uma disposição ensolarada, amarela e por isso é uma cor empregada em diversos ambientes, internos e externos, quando o objetivo é levantar e revigorar o astral. Veja a seguir, portanto, o que é relevante na psicologia das cores sobre amarelo, uma vez que é preciso ter cuidado em sua escolha em projetos. Assim, há dicas de aplicação da cor e seus variados tons, bem como arranjos cromáticos, no projeto e exemplos para você se inspirar e não errar. Na natureza, muitas plantas buscam o Sol por conta de seu fototropismo, é o caso dos girassóis. Não é coincidência que o quadro mais conhecido de Van Gogh seja intitulado ‘Os Girassóis’, pintado em 1888, intrigante pela técnica de sobrepor tons de amarelo. Além de cor favorita do pintor, que para ele representava a energia que pairava sobre a França no final do século XIX – tanto em Paris quanto no interior, onde viveu. É possível ver no quadro, permeado pela cor amarela no plano de fundo e na superfície onde assenta o vaso, os diferentes tons de amarelo em cada um dos girassóis retratados, que muitos interpretam representar as diferentes fases da vida. Na psicologia das cores, o amarelo possibilita essa aplicação, da vibração ao quase marrom. A escolha das pinceladas em tinta espessa demonstra também relevo, que o plano de fundo não consegue. Ainda é destaque a estrutura dessas flores, as sépalas verdes, relembrando que na psicologia das cores, verde é a representação da natureza. O amarelo por ser uma das três cores primárias não pode ser obtido pela mistura de outras cores, como o azul e o vermelho. A relação entre as três é forte e presente em muitas obras de arte, principalmente dos fauvistas, como Henri Matisse e a brasileira Anita Malfatti. Em seus quadros, é possível ver objetos cujas cores naturais foram trocadas, como A Boba, com uma mulher sentada em uma cadeira amarela, com uma camisa amarela remetendo à inocência, também. No entanto, amarelo é a mais clara dentre todas as cores que, além da luz solar, também é relacionada ao ouro. Com adição do branco se aproxima da apreensão de luz, e está relacionada a diferentes tons de cabelos quando varia a pigmentação adicionando o preto. Contudo, essa característica remete a certa instabilidade porque ao adicionar uma pitada de vermelho, o amarelo se transforma em cor quente, (na psicologia das cores, laranja), ou adicionar uma pitada de azul (na psicologia das cores, cor da paz) e ela se torna verde. Já com a adição de um tantinho de preto é obtida uma cor amarronzada, como suja e opaca. Para que o amarelo atue quente e alegremente, ele precisa da companhia do vermelho e do laranja. A tríade “amarelo, laranja e vermelho” significa prazer em relação a tudo que o cerca: ele é o acorde da alegria de viver, da atividade, da energia e da animação clamorosa. O amarelo, no simbolismo antigo europeu, também é a cor da inteligência. Da mesma época é o entendimento que azul é a cor do espiritual, pertence aos poderes extraterrestres, quase como o violeta (na psicologia das cores, roxo). O vermelho é a cor das paixões, pertence ao coração; o amarelo é a cor da inteligência, pertence à cabeça. O amarelo pode despertar sentimentos positivos e negativos, de acordo com sua aplicação e, também, culturas. O amarelo é a cor do otimismo, da recreação e jovialidade. Ele é a cor da iluminação, do entendimento. Também da irritação, da hipocrisia e da inveja, dos desprezados e dos traidores. Na psicologia das cores, amarelo é assim: extremamente ambíguo. Sobre as primeiras características apresentadas, é interessante ver a edificação do Hospital de Paimio, do arquiteto finlandês Alvar Aalto. O projeto construído apresenta a utilização de cores de modo muito acertado. Desenhado por ele com colaboração de Aino Kauria, decoradora e sua esposa, escolheram cores em consonância com as necessidades dos ambientes do hospital de caráter psiquiátrico, além de suas formas orgânicas. Para a recepção, a cor escolhida foi o amarelo, ou seja, representa o desejo do positivo, do otimismo para a recuperação de quem ali se interna. O balcão de recepção, no entanto, não é original, sendo adicionado na década de 1950. Tal como A Boba, representada no quadro, o amarelo é jovial quando em tons atrelados ao branco. Ao se aproximar do vermelho (na psicologia das cores, a de tom mais quente) ou preto, escurece tal como as folhas das árvores no outono. Em virtude disso, o amarelo também representa a maturidade, idade idealizada como dourada: espigas douradas, frutos dourados, folhas douradas da estação. Heller sugere, a título de teste, que ao juntarmos maçãs e peras verdes com outras já amarelas, e convidarmos alguém a pegar as mais maduras ou as que estarão mais doces, essa pessoa escolherá as amareladas. Possivelmente é por compreender todas as fases e idades, que o amarelo seja o representante da felicidade. Por trabalhar na psicologia das cores, o amarelo segue em direção à iluminação. Algo relacionado a isso é o próprio nome atribuído ao movimento dos filósofos na Idade Moderna, o “Iluminismo”, e por conseguinte, o século XVIII se tornou o “Século das Luzes”. Das características desse momento duas estão bastante relacionadas às características do amarelo, que estão impressas aqui, o cientificismo e o otimismo. A construção da ciência, da sabedoria. Em contrapartida, como anunciado, no simbolismo das cores, a todo pecado, a toda característica negativa corresponde o preto. Segundo Heller, “o amarelo puro, a cor da iluminação, quando combinado com o preto, torna-se a cor simbólica do impuro. O amarelo da inteligência se turva, transformando-se na cor da falta de discernimento.” Resgatando a ambiguidade do amarelo na psicologia das cores. A partir desses apontamentos, veja onde aplicar a cor amarela em seus projetos. Atente-se a tipologia de projeto, além das necessidades de clientes e do programa de necessidades elencado. A partir das relações simbólicas presentes na psicologia das cores, amarelo e as demais cores (primárias, secundárias e terciárias) podem determinar como e onde deve ser empregada em relação às determinantes do projeto. Como cor da luz, o amarelo se relaciona ao branco. “Luz” e “leveza” são propriedades que contêm o mesmo caráter. Como visto, o amarelo é a mais clara e a mais leve das cores cromáticas, mesmo no estado puro. Seu efeito é leve, pois parece celestial. Desta forma, pensar um quarto de crianças ou adolescentes com o teto pintado de amarelo tem um efeito agradável, como se estivesse inundado por luz solar. Ao falar de iluminação artificial, a luz de uma lâmpada quente é amarela e, quanto mais amarela, mais natural como o Sol, mais harmonizada com o ciclo circadiano e, ainda, bonita. A leveza pode ser característica desejada em fachadas de habitação de interesse social, como o projeto do escritório Jirau. Cada unidade habitacional é constituída de planos de cor branca, interceptados por outras cores, formando blocos a partir de cada cor. Ao atribuir um conjunto ao amarelo, na psicologia das cores, é criada leveza. Outra opção de leveza é por meio da mistura com o rosa (resultado da junção de vermelho com branco). O amarelo, combinado ao rosa e ao branco designa leveza, pequenez – atribuída às crianças e à delicadeza. Exemplo é o Mama Smile, espaço recreativo para crianças em um shopping de Mito, no Japão, do escritório Emmanuelle Moureaux Architecture + Design. O amarelo, ao ser relacionado com a luz do Sol, também traz sua cor quente, seu calor. No espaço acima é possível perceber que é a cor mais energizante do ambiente, mas ainda de forma suave. Para gerar efeito ainda mais caloroso deve-se combinar o amarelo ao laranja e ao vermelho. Vermelho, laranja e amarelo são o acorde do calor e da energia, segundo Heller. A natureza também nos contempla com espécimes da fauna e flora em tons de amarelo, para além dos já mencionados girassóis e folhagens. O amarelo intenso pertence ao verão, o amarelo ouro ao outono, assim como o verde à primavera. O verde, na psicologia das cores, é o crescimento, o amarelo é a floração. O amarelo é a cor mais comum nas flores. Na primavera isso se evidencia com seu desabrochar. Algumas espécies amarelas para serem utilizadas são as acácias, mimosas, primaveras, narcisos, prímulas, representando o otimismo do amarelo na psicologia das cores. Na flora brasileira o Ipê é abundante, sendo o amarelo uma das cores de suas flores. Ipês amarelos viram charme do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande (MS), neste corredor ao longo da pista de caminhada e ciclofaixa. Alegra a prática de exercícios! No paisagismo, em pontos de cor em ambientes internos e externos e até mesmo como ponto focal em fachadas. O amarelo é uma cor versátil. Veja exemplos com a cor amarela aplicada de modo assertivo ao projeto. Não seria diferente indicar a possibilidade da utilização de reproduções de quadros no projeto de ambientes em interiores. Ao relacionar as necessidades do cliente com a cor amarela, pode-se utilizar pôsteres como Os Girassóis de Van Gogh compondo com o mobiliário. Já em edificações institucionais, o amarelo é bem-vindo em seu tom mais puro. Em museus, na psicologia das cores, amarelo remete à inteligência, bem como é importante a cor a contrastar com as paisagens urbanas e ser ponto de cor e de atenção, como no aeroporto Madrid Barajas, que ilustra a capa, e nas estações de metrô. Arcos concêntricos inclinados em aberturas zenitais permitem a entrada da luz natural e inundam o espaço já amarelo das estações da Linha 2 do CCR Metrô Bahia, projeto da JBMC Arquitetura e Urbanismo, em vista lateral externa e interna. Em termos de paisagismo, o Pavilhão da China na Expo Milão 2015, projetado em parceria pela Tsinghua University e o Studio Link-Arc relaciona tons de amarelo para destacar a edificação. Segundo os projetistas, o tema do pavilhão é "A Terra da Esperança", utilizando as formas do relevo natural e das edificações da cidade, expressando a ideia de que a "esperança" se realiza quando a cidade e a natureza existem em harmonia. Na psicologia das cores, amarelo é a cor da harmonia, junto ao verde, da esperança. São vários canteiros com diferentes flores amarelas e campos de trigo, criando a ambiência desejada. Os pavilhões dos países em exposições internacionais são emblemáticos pois precisam sintetizar a cultura, além de promover marketing, que na psicologia das cores é algo a ser bastante estudado. Madeira laminada colada em tons claros, amarelados em relação com o exterior. Nesta vista interior. Vê-se os canteiros de trigo, importantes para a cultura e economia chinesa. Assim como o Hospital projetado por Alvar Aalto, nesta Biblioteca da Penitenciária Feminina do Proyecto Reacciona, o amarelo foi empregado em tom pigmentado com o branco. A biblioteca, espaço do conhecimento por excelência, foi motriz para a criação de um espaço para atender as necessidades da população, além das encarceradas, visando o desenvolvimento de atividades positivas. Frequentar um espaço assim é para revigorar as energias. Para finalizar os exemplos de projeto, o “Apartamento Intendente”, projetado por Confort+Figueiredo Arquitetos. O duplex de estilo industrial abusa de pontos de cor em tons de amarelo (na psicologia das cores, amarelo com pigmento preto cria gravidade, é masculino) que flertam com o verde, cinza e preto, sem deixar de evidenciar a masculinidade do ambiente. Na varanda o jardim vertical ao fundo, com o piso vinílico cinza e amarelo destacam as cadeiras amarelas. O artigo mais alegre dentre todos da Psicologia das Cores? Amarelo, obviamente. Para todas as idades, e com um tom representativo para cada uma delas, o amarelo apresenta a energia do Sol e a leveza por meio de seu pigmento. Comum na natureza, são muitas as flores que trazem seus tons, além das folhas que amarelam quando chega o Outono. Direcione a luz com aberturas zenitais, e utilize mobiliário na cor para diferentes ambientes. Follow The Colors (https://followthecolours.com.br/art-attack/por-que-van-gogh-se-apaixonou-pelos-girassois/) --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-azul Title: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar Meta Description: O azul é a cor de sentimentos bons que estão além da compreensão entre seres. Psicologia das Cores, azul: empregue-o sabiamente em seus projetos! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-azul ## Headings Structure: H1: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H2: Qual o significado da cor azul na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor azul no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor azul H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H2: Qual o significado da cor azul na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor azul no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor azul H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Azul é uma das cores elementares, que na Teoria das Cores são chamadas de “primárias” ou “básicas” porque não podem ser obtidas pela mistura de outras cores. Enquanto pigmentos, as cores primárias são azul, amarelo e vermelho. Ao continuar a leitura você saberá como utilizar essa cor tão querida e importante quanto o azul em seus projetos. Por se tratar de artigo de Psicologia das Cores, o azul é destacado nos seguintes pontos: A primeira fotografia tirada da esfera terrestre inteira foi feita a partir de grandes distâncias pela tripulação da Apollo 17. Desde então, a Terra passou a ser chamada de “Planeta Azul”. Cientificamente, o azul observado é gerado pela reprodução infinita de qualquer material transparente. Na Psicologia das cores, o azul é a cor das dimensões ilimitadas, como o céu e o mar. O azul é sinônimo de grandeza. Também há questões culturais sazonais ligadas às cores. Expressões linguísticas relacionadas a cor azul são muitas. No Brasil, quando se “fica azul” é sinônimo de ficar muito assustado ou perturbado com alguma coisa ou ficar “azul” de fome. Já quando um francês diz “j’en reste bleu”, está perplexo, e quando exclama “parbleu!” tem algo inexplicável acontecendo. Além da expressão relacionada a tristeza, “blue note”, no inglês estadunidense, que originou o ritmo musical do Blues. Nos costumes ingleses exigem que as noivas portem “algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul” no dia do casamento, como ideia de fidelidade e perpetuação de sentimentos bons. Em outra perspectiva, a religiosa, o azul é de grande importância pois os deuses vivem no Céu. Azul é a cor que os rodeia e por isso, em muitas religiões, o azul é a cor dos deuses ou de Deus-Pai. As máscaras douradas dos faraós têm cabelos e barba azuis. É o azul da pedra sagrada e semi preciosa chamada lápis-lazúli. O deus egípcio Amon, também Vishnu, deus hindu que aparece em sua forma humana como Krishna, tem a pele azul, como sinal de sua origem celeste. Em termos artísticos, o grupo Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul), fundado em 1911 por Franz Marc, Wassily Kandinsky, Alfred Kubin e Gabriele Münter, que revolucionou a arte moderna, ganhou esse nome porque seus fundadores gostavam de pintar cavalos, e sua cor predileta era o azul, sendo um dos motivos que pintavam. Henri Matisse, pintor fauvista que explorava a potência das cores primárias (na Teoria das Cores e psicologia das cores, vermelho e amarelo, além do azul), pintava nus, objetos, até tomates na cor azul. Já na segunda metade do século XX, Yves Klein pintava quadros totalmente azuis, chegou a patentear o tom que utilizava (azul ultramarino sintético) como “azul Yves-Klein internacional”. Para Klein, diz Heller, “o azul era a cor das possibilidades ilimitadas”. Quando surgiu a simbologia das cores, que até hoje determina a concepção que temos delas, os pigmentos ainda não podiam ser produzidos sinteticamente, e a diferença de preços era muito mais dramática. O preço de uma cor exercia influência decisiva sobre seu significado. Segundo a Psicologia das cores, azul é a cor da simpatia, da harmonia e da fidelidade, apesar de ser fria e distante no círculo cromático. Por reunir essas características, é, segundo pesquisa realizada pela psicóloga Eva Heller, a cor mais popular e prestigiada. Por sua vez, o azul dos pintores era caro e nobre, o azul dos tintureiros barato e ordinário, informando que o azul é uma cor cuja importância foi sempre determinada por seu preço. Apesar disso, o significado mais importante do azul está no simbolismo das cores, nos sentimentos que vinculamos ao azul. O azul é a cor de todas as características boas que se afirmam no decorrer do tempo, de todos os sentimentos bons que estão sob o domínio da compreensão entre seres. O azul é a cor de todas as ideias cujas realizações se encontram distantes. No violeta, está simbolizado o lado irreal da fantasia – o fantástico (na Psicologia das Cores, roxo). Porém, outra cor quente (na psicologia das cores, Laranja) pode entrar como a terceira cor da fantasia, simboliza o prazer das ideias malucas. Na Psicologia das cores, Azul, violeta e laranja, são o acorde da fantasia. Pela simbologia antiga, o azul era a cor do feminino. Ele é plácido, passivo, introvertido; no simbolismo ele pertence à água, que também é um atributo feminino. No cristianismo, As cores simbólicas da pintura cristã: azul para Maria, vermelho para Jesus, púrpura-violeta para Deus-Pai, verde para o Espírito Santo. Em virtude de as cúpulas das igrejas simbolizarem a abóbada celeste, elas costumavam ser pintadas de azul. Assim como, no barroco brasileiro, é comum o teto das igrejas serem pintados de azul, simbolizando o céu. Não muito distante dali, outra localidade icônica é a Igreja de São Francisco, localizada na lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. Com projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, tem partido e azulejaria de Cândido Portinari, que ilustra a capa deste artigo, em recorte. Em relação a roupas, o azul também domina. Vamos entender o porquê a partir da explicação de Heller. Com o barateamento do pigmento índigo (na psicologia das cores, azul), a indumentária de trabalho passou a ser mundialmente tingida com índigo, tom escuro que disfarça possíveis manchas. Na América e na Inglaterra, os operários são chamados de trabalhadores de colarinho azul, “blue colar”, em oposição aos que usam camisa branca e gravata, ou seja, os de funções burocráticas, “white colar”, causando grande efeito psicológico sobre o ato de trabalhar. Na China os trabalhadores são chamados de “formigas azuis” porque desde tempos ancestrais o índigo era cultivado em seu país e, no campo, homens e mulheres vestiam camisa e calças azuis enquanto uniforme. Em 1850, o bávaro Levi-Strauss inventou os jeans, tecido resistente, tingido com índigo como traje de trabalho para os mineradores de ouro e os cowboys. Seu nome provém de bleu de Genes (azul de Gênova), chamados assim pelos marinheiros genoveses que importavam o índigo. Bleu de Genes se americanizou para blue jeans. Tradicionalmente, carteiros, guardas civis, condutores de ônibus, fiscais de ferrovia e guardas em geral – em muitos países também os policiais – trajam azul. O limitado colorido da atual moda para homens faz do azul – seguido pelo cinza – a cor preferida para ternos. Depois de ver a amplitude dos significados da cor azul na psicologia das cores e a utilização da cor em diferentes localidades – de edificações, passando pelos jardins e finalizando nas roupas – são elencadas dicas de onde aplicar a cor azul no projeto. A perspectiva produz a ilusão do espaço. As cores podem também produzir perspectiva. Ao se observar uma composição cromática composta por azul, verde e vermelho, o vermelho vai aparecer em primeiro plano, o azul será o mais afastado e distante. Na Psicologia das cores, vermelho é quente como o fogo, mas a temperatura mais alta da substância é de cor azul. Todas as cores à distância se tornam mais tristes e azuladas, pois são recobertas por camadas de ar. Uma graduação de azul intenso para um azul mais fraco também dá uma sensação de perspectiva: o azul-claro em termos ópticos ficará mais distante. E se tiver uma tempestade a ser representada, esses tons serão acrescidos de preto. Quanto mais graduações estiverem à vista no céu ou no mar, indo do azul-claro ao azul mais escuro, maior a impressão que se tem de poder ver mais longe. A esses efeitos os pintores chamam de “perspectiva aérea”, o que pode ser reproduzido com papéis de parede ou tinta em residências. La Chascona, casa do escritor Pablo Neruda, em Santiago do Chile. Utilização de pintura em alvenaria e madeira, como é costume das construções da cidade. Por ser implantada na costa de um morro, as pedras também compõem o desenho das fachadas, criando harmonia por contraposição entre o azul e tons terrosos, que na Psicologia das cores, amarelo e laranja, também das pedras avermelhadas, significam oposição e vibração. A cor azul claro permanece empregada, por ser o mesmo tom da original, resultado da pesquisa de psicologia das cores e marketing da mantenedora. O amarelo, cor primária, contrasta com o azul escolhido para a cobertura da fachada de madeira, já em pavimento superior. Em termos paisagísticos, pode-se compor ambientes com o céu ou espelhos d’água. Porém, o efeito psicológico do azul adquiriu um simbolismo universal, como a paz. O azul é também a cor da fidelidade. Do mesmo modo, safira é a pedra que representa a fidelidade, reforçando a psicologia das cores, azul. A fidelidade não é uma virtude que se coloca logo em evidência, assim como são pouco perceptíveis as flores azuis que simbolizam a fidelidade, os miosótis, as lobélias e as madressilvas. Miosótis no vaso, para varandas de apartamento. Também é muito utilizada em parques, cidades, canteiros, jardins de prédios antigos, casas, pois ela possui uma cor muito bonita, chamativa e agradável e pode ser utilizada para formar corredores que limitam passagens de pedestres ou separam diferentes vegetações. Dos 111 tons de Azul conhecidos, o Azul turquesa é um dos mais aplicados na atualidade. A primeira tiny house do Brasil, no tom azul escuro. Na psicologia das cores, amarelo e azul são cores atreladas ao sentimento de simpatia, condizente com o movimento minimalista. O azul, em ambientes internos, dá a impressão de “deixar o frio entrar”. Caso esse seja o partido projetual, como em exemplos de projeto no final deste artigo, será bem empregado. Enquanto questão de conforto ambiental, a impressão de frio pode ajudar a criar sensação de frescor nos países quentes. Nas residências, utilizar o azul pode ser interessante por seu efeito calmante. É uma cor que se adequa bem aos dormitórios. A seguir são apresentados exemplos de projetos que, segundo a Psicologia das Cores, azul, relacionado com outras cores, ganham diferentes significados de acordo com o conceito empregado. Os detalhes em azul fazem a diferença neste edifício do construtor e projetista – sem diploma de arquiteto – João Artacho, chamado Planalto. Em contraposição aos tons quentes (como visto, há oposição na psicologia das cores entre azul e vermelho), o azul se destaca no guarda-corpo das varandas, esquadrias de portas e janelas, nas colunas em evidência e na cobertura, utilizado na casa de máquinas dos elevadores e marquise que circunda o edifício. De acordo com Heller, azul-verde-branco é o acorde cromático da recreação. Na Psicologia das Cores, o azul é recreação passiva ao passo que o verde é ócio ativo e o branco simboliza a ausência de todas as cores, de toda excitação. Por isso foram as cores escolhidas para os elementos da fachada de uma escola em Alto de Pinheiros, pelas arquitetas do escritório Base Urbana. Azul, verde e vidro aplicados em fachada institucional. A base é alaranjada como a terra, cor complementar ao azul, reforçando a complementariedade na psicologia das cores, entre laranja e azul. É do mesmo escritório o projeto de Habitação de Interesse Social do Córrego do Sapé, também em São Paulo. Nele, as paredes externas - incluindo guarda-corpos - foram pintadas com as cores primárias, uma em cada bloco, exprimindo diferentes emoções, segundo a Psicologia das cores. No detalhe, harmonia entre o cinza do concreto nas varandas, as esquadrias brancas e o azul claro, tom escolhido. Em ambientes internos residenciais, a aplicação de pontos de cor, o azul sobre o branco em consonância com o preto e cinza também funciona de forma harmônica. Na Psicologia das Cores, azul juntamente ao preto revela simpatia e harmonia, quando na presença de branco. O quadro na parede traz o “azul Yves-Klein internacional”. Tem crianças em casa? Que tal um sofá azul, circular e superconfortável? Essa foi a proposta do escritório HAO Design para esse apartamento em Taiwan. Apesar de muito utilizado como ponto de cor, neste projeto o azul no tom acinzentado, recobre o elemento central, monolítico, que divide espaços. Empregado em tantas situações distintas – residências uni e multifamiliares, escolas, museus e até igrejas! Na Psicologia das cores, azul é a cor da simpatia, que representa paz, quando acrescida do branco. Os projetos apresentados mostram, além da versatilidade do pigmento, a possibilidade de brincar com os reflexos no vidro e em espelhos d’água, ou em manchas de vegetação. Utilize azul em seus projetos. Se é popular é porque tem grande aceitação, não tem erro! Fundação Pablo Neruda (https://fundacionneruda.org/en/museums-houses/la-chascona-museum-house/) HELLER, Eva. Psicologia das Cores. Olhares: São Paulo, 2021. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-laranja Title: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo Meta Description: Acompanhe o artigo e entenda a partir da psicologia das cores laranja quais impactos cerebrais essa cor possui e como aplicá-la adequadamente em seus projetos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-laranja ## Headings Structure: H1: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H2: Qual o significado da cor laranja na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor laranja no projeto H3: Fachadas H3: Elementos arquitetônicos H3: Interiores H2: Exemplos de projetos com a cor laranja H3: Tipos de proposta H3: Projetos lúdicos H3: Projetos criativos H3: Projetos para espaços oficiais e governamentais H3: Projetos comerciais H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H2: Qual o significado da cor laranja na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor laranja no projeto H3: Fachadas H3: Elementos arquitetônicos H3: Interiores H4: Marcenaria H4: Parede e teto H4: Mobiliário H4: Decoração H2: Exemplos de projetos com a cor laranja H3: Tipos de proposta H3: Projetos lúdicos H3: Projetos criativos H3: Projetos para espaços oficiais e governamentais H3: Projetos comerciais H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Como visto no artigo psicologia das cores no marketing, cada cor é responsável por gerar algum gatilho sensorial diferente no cérebro humano e é capaz de provocar sensações específicas, que podem ser explicadas pela ciência por meio da análise do efeito das cores na mente. No presente artigo, será apresentado um estudo sobre a psicologia das cores laranja, dicas de como aplicá-la no ambiente, além de exemplos de projetos utilizando esse tom. A começar pela definição dessa cor, no círculo cromático, o laranja é uma cor quente, produto da mistura das cores primárias vermelho e amarelo e classificada como “cor terciária nos sistemas RGB e CMYK”. Essa combinação resulta em uma fórmula de coloração que traz a alegria, sabedoria e conhecimento da cor amarela e a força, paixão e intensidade da cor vermelha. É uma espécie de equilíbrio entre cores quentes, uma versão mais “amigável” do vermelho. O significado das cores pode trazer simbolismos específicos para diferentes tipos de culturas, a exemplo da cor laranja no continente asiático, em que representa: amor, felicidade, humildade e boa saúde. Essa série de bons significados justifica a escolha da cor laranja para os monges budistas, por exemplo. Todavia, o sentido que esse tom pode ter para os povos asiáticos contrasta com a cultura estadunidense que utiliza essa mesma cor para uniformes de presidiários. Na Europa seu significado também sofre algumas variações; na Ucrânia, representa força; na Holanda, realeza; e na Irlanda a cor tem um simbolismo religioso. Já na América Latina é comum a associação do laranja com energia, terras e vida, devido à tropicalidade desses países que fazem parte do continente. É perceptível que a psicologia das cores laranja pode ser subjetiva a partir das vivências e contextos geográficos para grupos populacionais, porém, de forma generalista, a cor representa criatividade, prosperidade, vitalidade e sucesso. Uma das justificativas para as sensações positivas de prosperidade, serenidade e ao mesmo tempo energia que a cor laranja é capaz de proporcionar, dá-se a associação desse tom ao meio ambiente, como o pôr do sol ou a coloração da vegetação no outono. Segundo um estudo publicado pela revista Frontiers in Psychology, o laranja é considerado como uma cor tão enérgica e excitante que é capaz de “aumentar os níveis de energia e dificultar o envolvimento em tarefas difíceis, como estudar”. Já segundo outro estudo, publicado em 2012 pelo Journal of Business and Retail Management Research (JBMR), a cor laranja é uma cor amigável que desperta sensações de alegria, voltadas para brincadeiras, recreamento e diversão, por esse motivo também é uma cor frequentemente utilizada na identidade visual de marcas relacionadas ao esporte. Essa característica energética é capaz de gerar, de forma subjetiva, um incentivo de comportamento mais ativo e efeitos psíquicos como o estímulo a manter-se em movimento não só físico, mas também psicológico - visto que impulsiona pensamentos criativos. Outro efeito consequente do aspecto extrovertido desse tom, são os gatilhos sociais. Acredita-se na psicologia das cores laranja, que ela pode tornar as pessoas mais abertas umas às outras e torná-las mais passíveis à sociabilidade e comunicação. Entender os possíveis impactos e gatilhos sensoriais e emocionais de uma cor é de extrema importância em um projeto, pois conhecer o significado que cada uma tem para o cérebro humano implica numa escolha consciente da coloração de um ambiente. O conhecimento da psicologia das cores na arquitetura possibilita que o profissional seja capaz de transmitir com mais precisão o conceito pensado para os usuários daquele espaço. As cores aplicadas a um projeto são instrumentos para materializar ideias e sensações pretendidas de acordo com o plano de necessidades de cada espaço e perfil do cliente. É evidente que o laranja é uma cor forte e de personalidade, portanto, ao aplicá-la em algum projeto é primordial que seu uso seja realizado de forma racional e que esse uso corresponda ao impacto projetual pretendido, devendo ser observadas as implicações da psicologia das cores laranja ao dosar esse tom em um ambiente. Vale lembrar que, como todas as cores - exceto o branco- , o laranja também possui diversos tons, e essa gradação também impacta nos efeitos desejados. Os tons mais escuros e pastéis remetem a amadurecimento, calma e boas maneiras; a tonalidade mais próxima ao dourado, representa vitalidade, moderação e autocontrole, já os tons mais queimados aludem ao orgulho, sobriedade e elegância. Desse modo, é possível aplicar a cor laranja - porém em diferentes tons - em propostas projetuais totalmente distintas, a depender da intenção de projeto. Apesar de não ser tão comum, o uso da cor laranja nos projetos proporciona personalidade a um ambiente e criam espaços amigáveis, suaves, joviais e alegres. Acompanhe a seguir algumas dicas de como e onde aplicar a psicologia das cores laranja em um projeto: O emprego da cor laranja em fachadas cria um impacto visual às edificações que optam por esse tipo de tom de acabamento. O uso de uma cor marcante em uma fachada contribui para criar um marco visual urbano e até um ponto de referência em um bairro ou quarteirão, visto ser uma cor relativamente incomum de ser utilizada em demasia e que, quando aplicada, proporciona um aspecto único. Um dos exemplos que representam bem a utilização do laranja de forma ousada em uma fachada de edifício é o “The Orange Cube”, situado na França e projetado pelos arquitetos Jakob + Macfarlane Architects. Esse prédio foi construído em uma zona portuária e a proposta do projeto era criar um programa cultural e comercial no local. A fachada laranja é composta por painéis perfurados e o uso da cor tem como objetivo referenciar a zona portuária e o aspecto industrial do entorno. Nesse projeto, a escolha desse tom para compor as fachadas é uma amostra de uma proposta arquitetônica moderna, que traz referências da psicologia das cores laranja, ao utilizá-la para um programa de necessidades que demanda um projeto criativo - como um edifício cultural - e ao mesmo tempo considera o patrimônio e a paisagem do entorno. No lugar de ocupar toda uma fachada alaranjada, utilizar elementos arquitetônicos também são uma opção para aqueles que querem aplicar a psicologia das cores laranja no projeto arquitetônico, mas preferem evidenciar a cor no interior da edificação. Um dos exemplos é a utilização desse tom em escadas - componente arquitetônico que, além de cumprir sua função de conexão, também desempenha uma função estética nos ambientes. Pelo fato das escadas serem grandes peças, o uso da cor laranja é bastante evidenciado. Acima vemos um exemplo do emprego da cor laranja um uma escada com dimensões expressivas, que torna esse elemento arquitetônico um componente marcante nesse projeto do escritório MVRDV. O Why Factory é um instituto de pesquisa que precisou ser alocado para o pátio interno de uma Universidade. O uso expressivo do alaranjado não é acidental, pois a intenção era justamente distinguir a nova instalação do restante do edifício.  Segundo o escritório responsável pelo projeto: O que reforça o argumento apresentado nos parágrafos anteriores de que é plenamente viável transmitir uma mensagem através do uso de uma cor. Outro exemplo relevante de aplicação do laranja em elementos arquitetônicos é o seguinte projeto, produto de uma intervenção arquitetônica no Lobby do edifício Student Experience Center. O objetivo da proposta era reforçar o vazio vertical do espaço do saguão, evidenciando a grande escadaria que conecta os pavimentos da edificação. A paleta de cores escolhida busca proporcionar um aspecto óptico de referência ao pôr do sol, por isso a variação degradê de tons alaranjados e rosados quentes. O efeito da psicologia das cores laranja nesse projeto remonta a intenção de referenciar fenômenos naturais dentro de um projeto arquitetônico. Essas referências visuais a elementos da natureza, são capazes de proporcionar sensações de bem-estar na psique humana. Em interiores é importante observar tanto a tonalidade do laranja a ser utilizado, quanto a composição com outras cores e texturas, para que não se torne um ambiente rapidamente saturável, visto não ser uma cor essencialmente básica, mas sim, enérgica e, dependendo da sua aplicação, até mesmo excêntrica. Tendo em vista esse cuidado a ser tomado, outro ponto relevante a ser observado na utilização do laranja nos interiores é a proposta do ambiente. Caso o plano de necessidades exija proporcionar um ambiente de descanso, por exemplo, é desaconselhável o uso desta cor em tonalidades neon, ou muito direcionadas ao vermelho quente, pois, segundo estudos sobre o efeito das cores no comportamento do cérebro, esse tipo de variação de tom pode gerar agitação mental, inquietação e desconcentração. Desse modo, em dormitórios, quartos infantis, ambientes para meditação, etc, é recomendado o emprego do laranja em tons mais sóbrios, pastéis e acinzentados. Já em ambientes como brinquedoteca, áreas de lazer, banheiros, sala de estar e ambientes sociais, em regra, não há restrições quanto à tonalidade e intensidade de seu uso, cabendo ao responsável pelo projeto o discernimento para “dosagem” de sua aplicação. Após analisar as possibilidades de utilização da cor laranja em grandes projetos, apresentam-se algumas possibilidades de uso dessa cor em uma escala menor. Como por exemplo na marcenaria em interiores. Aplicar esse tom em móveis planejados é uma excelente alternativa para proporcionar - segundo a psicologia das cores laranja - um ambiente mais alegre, jovial e divertido, podendo ser contrastada combinando com cores mais sóbrias, dando assim o protagonismo a essa cor. A aplicação do alaranjado nas paredes e/ou teto também dão bastante personalidade ao ambiente e podem ser combinadas com outras cores. A aplicação em pintura desses elementos, comumente é utilizada em tons mais terrosos devido ao grande destaque que proporcionam ao ambiente. O emprego do laranja no mobiliário também é uma excelente opção para trazer o tom para dentro de casa. Uma das vantagens da escolha de mobiliário e elementos de decoração nessa cor é que, caso o usuário decida mudar a proposta do seu ambiente, esses elementos são mais facilmente modificáveis. A utilização de objetos de decoração na cor laranja cria pontos de contraste no ambiente. Nesse tipo de escolha, o laranja não é o protagonista, mas harmoniza com o contexto e cria pequenos pontos de referência de maneira mais sutil e discreta. Como demonstrado, existem diversos lugares diferentes onde podem ser aplicados os princípios da psicologia das cores laranja em um projeto, que podem variar de arranha-céus e edifícios monumentais e conceituais a uma cozinha de apartamento. Para diferentes escalas e propostas de projeto cabe a adequação do uso racional e consciente dessa cor. À vista disso, selecionamos alguns exemplos de diferentes propostas arquitetônicas que podem incorporar a cor laranja e seu conceito. Museu infantil em Nova York, projeto de WORKac arquitetos, que explora fortemente a questão das cores no espaço lúdico. O museu possui uma roda de cores que mapeia os seus espaços internos e identifica os diferentes programas. O  Level 1 Game (Centro de jogos nível 1) é uma espécie de espaço cenográfico e lúdico montado dentro de uma universidade. A maior parte do efeito de coloração desse projeto foi proporcionada através da iluminação. O Innovation Lab é um laboratório de inovação, localizado na China e projetado pelo AIM Architecture, é um grande centro de tecnologia que incorporou a lógica da psicologia das cores em seu projeto, visto que cada ambiente tem uma ambientação e coloração dinâmica de acordo com o conceito da sala. A proposta era construir ambientes dinâmicos com estímulos sensoriais diferentes. Além do uso do laranja em projetos mais “livres”, também é possível a utilização em projetos formais, a exemplo do Juizado e Tribunal, na França “ Lile Métropole Commercial Court”. Uma das premissas desse projeto era a vivacidade e a entrada de luz natural, justificando o emprego do laranja. Área comercial com restaurantes do edifício de expansão do museu Moderna Museet Malmo, na Suécia. O edifício inteiro possui uma fachada na cor laranja. A cor escolhida notabiliza a expansão do museu e faz uma afirmação contemporânea dessa nova construção, contrastando com os tijolos aparentes e estruturas históricas dos edifícios ao redor dessa construção. E você, já utilizou a cor laranja em algum de seus projetos? www.blog.wedologos.com.br www.colorpsychology.org www.yellowtrace.com.au --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-marketing Title: Psicologia das cores no marketing: use-a com estratégia Meta Description: Cada cor transmite uma espécie diferente de gatilho cerebral, saiba como usar a psicologia das cores no marketing no seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-marketing ## Headings Structure: H1: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H2: A psicologia das cores no Marketing H2: Psicologia das cores nas vendas H3: Propósito H3: Público-alvo H2: Cuidado com as tendências visuais H2: Evolução da marca junto com os negócios H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H2: A psicologia das cores no Marketing H2: Psicologia das cores nas vendas H3: Propósito H3: Público-alvo H2: Cuidado com as tendências visuais H2: Evolução da marca junto com os negócios H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você sabia que é possível utilizar as cores de forma estratégica no marketing do seu negócio? Cada cor, bem como a combinação entre elas, transmite uma linguagem de informação ao receptor da mensagem e é justamente por isso que a paleta de cores não deve ser escolhida de forma aleatória e apenas pautada em gosto pessoal. As cores têm significados e são capazes de criar uma espécie de gatilho no cérebro humano, despertando diferentes sensações. Para entender um pouco mais sobre o que é a psicologia das cores no Marketing e como usá-la de forma estratégica no seu negócio, acompanhe o artigo a partir dos seguintes tópicos: Psicologia das cores é o estudo de como o cérebro humano reage a determinados tipos de cores isoladamente ou combinadas. As cores ativam sentidos específicos na mente e através das informações captadas pela visão, são geradas sensações, pensamentos, desejos, alterações de humor ou até mesmo repulsa. A exemplo da aplicação desta estratégia na indústria audiovisual, na série de TV norte-americana “Breaking Bad”, é possível perceber que cada personagem tem, propositalmente, uma paleta de cores específica, que remete a algo da personalidade daquele indivíduo. Ainda, a evolução dos personagens no desencadear dos acontecimentos acarreta em novas cores associadas ao personagem e as referências de cada um deles é realizada através de peças de roupas, itens de cenário ou filtro da câmera. Entender os princípios da psicologia das cores é indispensável para construir uma boa estratégia de Marketing, visto que a publicidade, sobretudo na era moderna das redes sociais, é extremamente visual e é através dela que a empresa obtém a atenção do cliente e transmite a identidade da empresa aos consumidores. É inegável que o uso das cores irá provocar algum tipo de efeito no usuário, por isso é importante o emprego racional delas, para que o cliente assimile as sensações que a empresa deseja transmitir. Desse modo, é possível dimensionar o potencial de impacto da psicologia das cores no Marketing analisando quais reações e impulsos cerebrais são gerados a partir delas, assim como o conhecimento e uso apropriado dessa ciência podem promover um negócio, subestimá-la pode ser extremamente prejudicial para o crescimento de uma marca. Outro dado relevante da psicologia das cores no marketing, é o da conclusão de um estudo que sugere que Portanto, ficam claros os resultados do uso das cores no marketing, que de forma inconsciente proporcionam reações de receptividade da marca e influenciam no poder de decisão do cliente em relação a um produto ou serviço. Apesar de uma imagem possuir um significado subjetivo individual para cada pessoa, mudando a interpretação em pormenores, de forma genérica, as cores têm reações padrão para o cérebro humano. Essa percepção de emoções comuns seguem uma lógica e podem (e devem) ser aplicadas na estratégia de marketing de um negócio. Um dos fatores que geram fidelidade e identificação de um cliente com a marca é o apelo afetivo desse usuário e o marketing realizado de forma adequada, utilizando as ferramentas de gatilho mental, capazes de passarem a mensagem esperada ao cliente. Contextualizado o conceito de psicologia das cores aplicadas ao marketing, confira superficialmente alguns dos estímulos cerebrais estudados: Psicologia das cores amarelo: está relacionado ao otimismo, proporciona impulsos como entusiasmo, alegria e excitação. Psicologia das cores laranja: essa cor é intermediária entre o amarelo e o vermelho, ambas são cores fortes e vibrantes, portanto, o laranja proporciona sensações como: liberdade e determinação. Psicologia das cores vermelho: muito utilizado por marcas de restaurantes e alimentos, pois a cor vermelha tem o efeito de estímulo do apetite, além de acelerar o ritmo cardíaco. Psicologia das cores roxo: cor assossiada à nobreza, sabedoria, respeito, espiritualidade e mistério. Psicologia das cores azul: remete a confiabilidade, segurança, leveza e espiritualidade Psicologia das cores verde: cor associada à esperança, à saúde, à riqueza, à prosperidade e à juventude. Conhecendo as noções básicas dos estímulos visuais da psicologia das cores no marketing,  também é possível gerar outras sensações ao serem combinadas. Exemplifica-se a aplicação de combinações, quando uma marca busca proporcionar duas sensações ao mesmo tempo, desse modo, capta-se o significado de cada cor específica e ambas são unidas. É o exemplo da marca da BMW, que usa azul e preto a fim de proporcionar uma sensação de seriedade/sofisticação e ao mesmo tempo confiança. No meio do mercado competitivo com tantas marcas, com diversos produtos e serviços, uma das principais ambições de uma empresa é atrair a atenção do seu cliente em potencial. O que muitos profissionais se perguntam é como fazer isso, sobretudo nas redes sociais, uma das principais “vitrines” dos negócios na atualidade. Associar sentimentos a cores por si só é um comportamento inconsciente e intrínseco ao ser humano, portanto, a psicologia das cores no marketing busca entender quais são as relações associadas e as usa, favoravelmente, em prol de uma marca. O conhecimento dessa ciência é fundamental para as empresas e para os profissionais que desejam se destacar no mercado e criar uma identidade visual que seja memorável para o cliente. Trata-se de uma ferramenta chave para diferenciar uma marca específica, além de alcançar o público que a empresa almeja. É comum que o primeiro contato de um cliente com uma marca seja através da visão. Nas vendas, o objetivo é que o usuário se interesse por um produto ou um serviço ao assisti-lo. Não é à toa que esse jargão no marketing exista: “uma imagem vale mais que mil palavras”. Afinal, uma das mais bem sucedidas estratégias de vendas é gerar no cliente um desejo de consumo através de imagens. A seguir, apresentamos alguns itens que devem ser observados com atenção para usar a psicologia de cores nas vendas, à favor do seu negócio: Antes de definir quais cores deverão ser utilizadas, é primordial que a empresa tenha de forma clara qual é o propósito do próprio negócio, pois para que terceiros captem os valores e o conceito da marca, primeiramente a própria empresa deve estar segura disso. Apresentar-se para o público com uma identidade visual e uso de cores que se alinham diretamente aos propósitos da empresa, gera uma segurança e credibilidade em sua imagem. Além do propósito do negócio, a comunicação visual deve ser capaz de expressar para o cliente as temáticas, o modelo de negócio e o público-alvo, ponto também extremamente sensível para aplicação das cores nas vendas. O público alvo também está diretamente ligado à mensagem que a empresa quer passar para o cliente. A categorização do público-alvo pode variar de acordo com: faixa etária, escolaridade, renda, ocupação profissional, orientação sexual, gênero, raça, estilo de vida, hábitos alimentares, entre outros inúmeros grupos que as pessoas podem se enquadrar. Vale lembrar que além de classificações mais “generalistas”, o público-alvo pode ser ainda mais específico ao combinar duas ou mais classificações, como por exemplo, uma marca de maquiagem para mulheres negras. Nesse caso, o público-alvo não se restringe só às mulheres, mas a um grupo racial determinado. Para ficar ainda um pouco mais claro sobre a importância da utilização consciente da psicologia das cores no marketing a fim de alcançar o público alvo, apresenta-se o exemplo de uma marca de produtos veganos, em que um dos objetivos é proporcionar ao cliente uma sensação de proximidade com a natureza, portanto, são priorizadas cores que variam em tons de verde. Dificilmente você encontrará uma loja de produtos naturais que tenha como cor predominante em sua marca o vermelho, pois ele pode remeter à carne. Por isso, é tão importante que a empresa tenha de forma clara a quem seu produto quer alcançar e assim aplicar as técnicas, visto que o domínio dessas estratégias além de evitar que se gere confusão ou um gatilho cerebral contrário ao pretendido, também pode ser utilizado estrategicamente para atrair clientes e gerar afinidade por meio da identidade visual de comunicação. Outro item mencionado anteriormente, que é extremamente relevante para a utilização da psicologia das cores no marketing, é a faixa etária do público-alvo: esse fator muda completamente a identidade visual de uma marca a depender de sua idade, podendo variar de uma paleta mais doce, extravagante ou até mesmo uma mais neutra e sofisticada. Dessa forma, percebe-se a importância do estabelecimento de uma persona, pois essas definições tornam mais objetiva e assertiva a comunicação entre empresa-cliente, aumentando assim as chances de um negócio bem sucedido, já que a empresa investirá seus recursos de marketing em um grupo de pessoas que realmente se interessam por determinado produto, serviço ou conteúdo. Além da indústria alimentícia, como demonstrado nos exemplos, outros setores do mercado também exploram a psicologia das cores no marketing em sua identidade visual, como o escritório de arquitetura e urbanismo cubo verde, cujo principal enfoque é o trabalho com arquitetura sustentável. É perceptível o uso de cores que remetem à natureza, sobriedade e tranquilidade, com a combinação das cores verde e azul. Quando se fala sobre tendências visuais, é impossível não mencionar a Pantone, a principal empresa de cores do mundo, que é referência na indústria visual. A Pantone codifica, organiza, trabalha com consultoria e cria tendências anuais de cores, a chamada “cor do ano”, em que um tom é escolhido como a cor que será tendência nos nichos artísticos de moda, design gráfico, indústria audiovisual, decoração, mobiliário, arquitetura, entre outras inúmeras áreas criativas. Porém, como descrito anteriormente, a empresa deve utilizar parâmetros específicos para adotar a cor ou as cores que serão diretrizes para a comunicação da marca da empresa. Assim sendo, mesmo que exista uma tendência mundial, é importante que a empresa mantenha-se alinhada aos conceitos que estão diretamente associados à marca. Isso não quer dizer que seja vetado o uso de qualquer tendência, pelo contrário, se usado de forma consciente, ela pode sim agregar valor à estratégia de marketing. Contudo, ressalta-se a necessidade do cuidado em observar se essa cor converge com todos os itens de análise da psicologia das cores no marketing daquela empresa. Além disso, as tendências são efêmeras, mudam com frequência, e para que o cliente se identifique com a forma de comunicação do seu negócio, deve haver uma linearidade, uma solidez na forma com que esse conteúdo é exposto, assim, ele tem mais chances de ser memorável e gerar confiabilidade do cliente com a empresa. A preservação de uma mesma identidade visual através de uma paleta de cores, traz uma sensação de segurança e estabilidade. Dito isto, quando determinada cor estiver presente em alguma das formas de se comunicar visualmente com o cliente, inconscientemente irá se gerar uma associação à marca. Uma das estratégias de comunicação na psicologia das cores no marketing que fortalece o apelo visual da marca é o uso da mesma paleta visual em todos os meios de comunicação de um negócio, em espaços físicos ou virtuais. Por exemplo, o uso de uma mesma técnica de edição de fotos, ou até mesmo um mesmo estilo de filtro dos stories nas redes sociais com mesma tonalidade ao expor um produto, conteúdo ou serviço. Essa repetição de padrões de cores reforça para o público a identidade da marca, o objetivo é que as pessoas façam de forma rápida a associação da cor à mensagem. Foi abordado sobre a importância da linearidade no uso das cores aplicada aos meios de divulgação de uma marca, mas também ressalta-se a importância de um prognóstico de expansão de um negócio, ou seja, a empresa também deve prever as possíveis expansões de público-alvo e objetivos que ela pode ter. Isso tudo continua influenciando no impacto da psicologia das cores no marketing. Por exemplo, uma marca que trabalha exclusivamente com adolescentes, mas em breve tem a intenção de expandir seu produto ou serviços para mulheres de meia-idade, deve ponderar o uso de cores que gerem um equilíbrio e que sejam capazes de gerar gatilhos mentais para ambos os públicos. Portanto, também é importante estar atento à importância de atualizar-se de acordo com a evolução da sua marca e valores do negócio www.cristianethiel.com.br www.blog.ingagedigital.com.br www.matildefilmes.com.br www.agenciasalt.com.br www.blog.abcontent.com.br www.blog.klickpages.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-roxo Title: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade Meta Description: Quer dar destaque aos seus projetos? Na psicologia das cores, roxo é ambivalente, sendo a cor da inteligência, fé e subjetividade. Saiba como aplicá-la. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-roxo ## Headings Structure: H1: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H2: O roxo e sua influência na história H2: Qual o significado da cor roxa na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor roxa no projeto H2: ‍Exemplos de projetos com a cor roxa H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H2: O roxo e sua influência na história H2: Qual o significado da cor roxa na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor roxa no projeto H2: ‍Exemplos de projetos com a cor roxa H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Antes de cair a noite, o violeta é a última cor que antecede a escuridão total. Quando o Sol começa a aparecer no horizonte novamente, é o violeta que traz o calor do amanhecer. Violeta, púrpura, malva, lilás... todas são cores dentro do espectro do “roxo”. Os tons de roxo, portanto, variam a depender da quantidade de preto ou branco existentes a partir do violeta, a última cor visível no arco-íris. Eva Heller aponta que “o violeta marca a fronteira do visível com o invisível” o que interessa à Psicologia das Cores, pois o roxo é uma cor subjetiva, ora mais ou menos apreciada, mas sempre aplicada em situações que evocam inteligência e criatividade. Neste artigo são apresentados três principais tópicos sobre o que é importante saber sobre o roxo na psicologia das cores na certeza de que a cor da criatividade inspirará os bons projetos! Você verá: Na virada do século XIX para o XX, na Europa a corrente artística do Art Nouveau (ou Jugendstil dependendo do país) elegeu o violeta como símbolo das transformações vigentes a partir da industrialização. As possibilidades de produção, a transformação de matérias-primas, como ferro, vidro, mas também a madeira, em objetos artificiais gerou enorme encantamento e, por sua vez, distanciamento do meio natural. Como estratégia de reaproximação, a ornamentação das edificações com motivos vegetais foi estilizada a ponto da identidade do movimento serem formas orgânicas. Abaixo, o Salão em estilo Art Nouveau tem paredes revestidas em tons de roxo e madeira avermelhada. Pode-se vê-lo em 360º clicando neste link. Roxo, em seu tom violeta, também era preferência dos artistas da corrente artística, como Gustav Klimt, famoso pela obra “O Beijo”. Suas personagens usavam roupas violeta combinadas com ouro e prata, dada a ideia de “extravagante artificialidade”. Por isso, nas pinturas da época quase não se veem cores primárias, em uma tentativa de ressignificar a arte por meio das escolhas das cores e dos materiais, o que na psicologia das cores, amarelo se aproxima do dourado, do brilho e o cinza, também brilhante, do prateado. Nessa época o roxo começou a ser usado pelas Sufragistas, na primeira onda do feminismo iniciada na Europa. O tom violeta, por ser popular na virada do século, era comum de ser encontrado nas indumentárias de inverno, como as saias utilizadas pelas mulheres. Outra cor popular era a verde que, junto ao violeta e branco, foram usadas em largas faixas durante as manifestações destas mulheres por seus direitos. A cor roxa permaneceu como a mais utilizada pelo movimento (talvez porque na psicologia das cores, o verde também signifique fertilidade) em suas ondas subsequentes a exemplo do grupo Rebel Architettes, originado na Itália, e que reivindica direitos iguais dentro da profissão de Arquitetura e Urbanismo que escolheu como tom principal de sua logomarca o violeta vibrante. Por sua vez, o lilás é um tom com mais adição de branco. Goethe dizia que a cor é “vivaz, mas sem alegria”, o que na psicologia das cores, roxo no tom lilás, mais claro, pode significar o sangue – vida – por baixo da pele. O lilás foi a primeira cor artificial comercializada, datando de 1856, o malva, tom delicado de roxo. A cor lilás ou violeta, principalmente, são cores do divino, da fé católica e da espiritualidade. Segundo Heller, o violeta tem em si a contradição: ao mesmo tempo tem significação eclesiástica, do poder e soberania, e apresenta efeito do violeta profano. Ela afirma, “pessoas chegam a dizer: o violeta é a cor de todos os pecados bonitos.” A beleza se encontra na natureza e no próprio corpo humano. O cérebro é representado, nas concepções energéticas, com a cor violeta, pois nele se conectam os sentimentos e a inteligência, assim como o vermelho e o azul são as cores que compõem o violeta. Geralmente, as cores mistas, como roxo, são percebidas como ambíguas, subjetivas e também incertas. A cor lilás - na qual o vermelho, o azul e o branco se nivelam entre si - é a cor que contém maior ambivalência para a psicologia das cores. No roxo violeta a incerteza também não se dissolve nunca, quer ele tenda mais para o vermelho ou para o azul (na psicologia das cores, o azul escuro é a cor da dor, do luto), a impressão que a cor causa se altera com a luz. “A hora violeta” – era antigamente a descrição elegante para os entardeceres tardios, a hora do crepúsculo. Como cor ambivalente, o violeta também pertence ao espectro da mentira e da infidelidade quando flerta com o violeta, escuro e sensual. Ainda segundo Eva Heller, há sempre relações sinestésicas quando se trata de cores. Isso é, sentimentos e sensações são percebidos por meio de diferentes cores e de seus arranjos. Sobre o roxo, vai comentar que, em seu livro Psicologia das Cores, o roxo enquanto violeta: Enquanto pigmentos, o violeta verdadeiro é obtido somente a partir da mistura de magenta, que é o vermelho puro, com um azul que também não contém nada de amarelo. Deve-se utilizar diretamente pigmento violeta, que garante a obtenção de um violeta luminoso, dentre eles o violeta de cobalto - claro e o violeta cobalto escuro. Usado com óleo ou em tinta de impressora, o violeta de cobalto é uma das cores mais caras, resultado de sua extravagância e toxicidade. Violeta é a cor da vaidade. A vaidade é bela demais. Na concepção contemporânea é inofensiva para ser considerada um pecado, como outrora. Assim, há tensionamentos possíveis a serem feitos por meio da psicologia das cores e marketing. Um perfume de marca em um frasco de cor verde intensa e embalagem violeta chama-se Poison (“veneno”, em português), as cores indicam ser “perigosamente arrebatador”, em uma metonímia da possibilidade de carregar “veneno”. Nesse caso há evocação da subjetividade por meio da aplicação das cores em objetos de desejo. Da mesma forma que o violeta foi escolhido para a embalagem desse perfume, em cada projeto é importante compreender onde a cor roxa – em suas diferentes nuances – será melhor empregada, pois como visto na Psicologia das Cores, roxo, lilás, violeta podem trazer emoções distintas e ainda são subjetivas. Em suma, por ser ambivalente, o violeta vincula a sensualidade à espiritualidade, sentimento e intelecto, amor e abstinência. No violeta todos os opostos se fundem, assim como essas sensações perpassam os demais tons de roxo. Na psicologia das cores, roxo, malva, violeta e lilás simbolizam a fantasia (da bruxa a fada), a busca anímica, a vontade de tornar possível o impossível. A exemplo disso, na contemporaneidade, ser criativo é uma forma de se diferenciar dos demais. Muitos avaliam o violeta como excessivamente ousado. Essas características são relacionadas a artistas e pessoas que se destacam em seu meio. O violeta é inconformista, é original, e pessoas que tem ambição se identificam com o roxo. Não é à toa que o roxo é a cor escolhida por Lewis Hamilton, o piloto de Fórmula 1 com mais conquistas na história. Seu capacete – com design do brasileiro Raí Caldato - destaca o violeta, que na psicologia das cores, roxo, transmite a ideia de iconicidade. Veja a seguir exemplos de possibilidades de aplicação da cor roxa em seus projetos de arquitetura, urbanismo, interiores e paisagismo, respeitando a relação das cores dos círculos cromáticos de pigmentação e de luz, seguindo a psicologia das cores. Por ser uma cor guarda-chuva, o roxo pode ser aplicado em quaisquer projetos de forma diferentes. Trabalhando a partir da mistura do violeta com o preto e o branco é possível passar diferentes emoções e acertar naquelas adequadas ao projeto que se está desenvolvendo. Cada projeto apresenta seu conceito, que deve estar representado adequadamente no partido projetual e ao se tratar de ambientes residenciais, comerciais e institucionais – escolas podem utilizar da vibração do violeta para estimular a inteligência e criatividade. Em ambientes internos, a cor roxa pode criar a profundidade necessária em corredores ou em quartos grandes cuja intenção projetual é de trabalhar o conceito de aconchego sobretudo em residências. Da mesma forma, na Psicologia das Cores, roxo é a cor utilizada para criar intensidade em ambientes por meio da aplicação de pontos de cor, como em quadros nas paredes e almofadas. Diferentes tons de roxo e estampas em almofadas fazem a diferença no projeto – assim como apresentado na colagem digital abaixo - e de forma acessível. É possível também utilizar o roxo em projetos urbanos e paisagísticos. Dentro das matrizes, o roxo é bem-vindo em manchas ou em corredores com a mesma vegetação, como de traboeraba-roxa ou “coração roxo”. Além das cores análogas, é também interessante que para a psicologia das cores, amarelo e roxo criam contraste. Abaixo, a associação de tradescantia-roxa com a grama amendoim, que tem flor amarela, apresentam harmonia justamente pelo sutil contraste entre as cores. O paisagista brasileiro Roberto Burle Marx empregava com maestria essas manchas, como no projeto paisagístico para a casa Projetos de paisagismo podem integrar elementos arquitetônicos, por isso em ambientes externos é interessante trabalhar com diferentes matrizes, como aplicação de tintas com cores “chapadas”, ou corpos d’água, que as refletem e aproveitam os efeitos da incidência solar. Naturalmente, na psicologia das cores, roxo transita no espectro do visível e invisível e saber aplicar nos projetos é um grande trunfo, como na parede externa roxa abaixo, que delimita ambientes abertos e brinca com a luz. A seguir são apresentados exemplos de projetos com a cor roxa aplicada, a começar com esta última ideia apresentada: o uso de cores chapadas que cobrem inteiramente as superfícies. O arquiteto mexicano Luis Barragán tem como característica de suas obras o uso de luz natural e o emprego de cores sólidas, tanto em ambientes internos quanto externos. Na Cuadra San Cristóbal, projeto de 1968 na Cidade do México, escolheu tons de rosa para os muros do pátio e o roxo no portão. Assim, criou relevo visual por meio da escolha de cores análogas – na psicologia das cores, vermelho, rosa e roxo são cores quentes - mas demarcando com a cor mais escura o ponto de atenção: entrada e saída de veículos e animais, como os cavalos que vemos na imagem. Já em ambientes internos, como apartamentos residenciais, o roxo é também bastante desejado, variando a tonalidade como é possível ver nos projetos seguintes. De forma a destacar alguns pontos do ambiente, o roxo foi empregado enquanto tinta em uma das paredes da sala junto à cozinha e no tecido da poltrona, no projeto do Superlimão. A cor predominante do setor social do apartamento é o branco, o piso parquet (o famigerado “taquinho”) e os móveis apresentam cores quentes (na psicologia das cores, laranja, amarelo e vermelho) que se contrastam aos tons de tinta escolhidos para a pintura da parede ao fundo, na cor roxa, e da porta que aparece em primeiro plano, azul claro (na psicologia das cores, azul é a cor do espiritual, da reflexão e do silêncio), cor oposta ao laranja no círculo cromático e também na semântica e psicologia. Já na área dedicada à leitura, as prateleiras tomam a parede inteira, e os livros são organizados de forma a misturas as cores de suas capas, criando um plano homogêneo que destaca a poltrona com o tecido violeta. Desta forma, a harmonia se dá para criar o ambiente aconchegante e silencioso, puxado para o azul, propício para o desenvolvimento de atividades de leitura. A iluminação também tem destaque, pois os holofotes podem se deslocar pelo trilho e mudar a direção de acordo com a necessidade de quem está utilizando o espaço. Desta forma, e como apresentado na psicologia das cores, tons de roxo são gerados a partir da diferença de iluminação que o tecido ou capas de livro recebem a incidência luminosa. Outro ambiente bastante convidativo para tons de roxo são os quartos. Desde os quartos infantis, que ficam muito bem com paredes em lilás e pontos de cor complementares em contraste como o amarelo ou vermelho e análogas, como o azul, passando por quartos de adolescentes e até casais. Adolescentes estão em um momento de autoconhecimento muito importante da vida. Por isso, faz sentido que o roxo seja uma cor utilizada para expressar, por reunir distintos sentimentos. Na Psicologia das cores, roxo é, mais uma vez, a cor da ambiguidade. Nessa fase ora desejam uma “decoração clean e comportada, outras vezes romântica, mas nunca ‘infantil’”, segundo a decoradora Rosana Silva. Ela sugere utilizar posters com frases, emoldurar fotos, e utilizar adesivos e papéis de parede nos planos verticais e utilizar almofadas e “puffs” para ampliar as áreas de apoio, pois recebem sempre as amizades, cuja cor na psicologia das cores é o amarelo, o ouro. Outra dica, para estimular o autoconhecimento e criatividade de adolescentes, é especificar objetos que possam ser customizados, para dar o toque pessoal e representativo. Neste projeto, o branco ao fundo, mesmo que com muitas cores, apresenta um ambiente  leve e os objetos demonstram a personalidade da “dona” do quarto. Ao passar os anos, é possível facilmente substituir os objetos. Como visto, roxo é a cor da originalidade, então é muito bem-vinda em ambientes comerciais. Desde a identidade visual às edificações e ambientes. Roxo pode ser utilizado em fachadas, espaços de reunião passando por áreas de serviço, como a cozinha do escritório da Pitá Arquitetura, em São Paulo. O armário e a fruteira apresentam tons diferentes de roxo, e as pastilhas em tons cinzas, azuis e esverdeados (na psicologia das cores, verde é cor da vida e da saúde), junto a pedra do balcão criam um ambiente ao mesmo tempo vibrante, mas sem exageros. O tempo de permanência na cozinha de um escritório é reduzido, portanto a escolha dos tons de roxo para o ambiente condiz com o dito na psicologia das cores, roxo enquanto a cor da criatividade e inteligência – ao preparar um café é possível ter ainda mais estímulos. Para finalizar é destacado o projeto Soundwave, do escritório chinês Penda. O projeto emula a as montanhas da paisagem de Xiangyang fazendo, por meio de centenas de peças verticais em tons de roxo (aqui empregada, segundo a psicologia das cores, roxo para se tornar um marco visual), a transição da cidade para do maior parque do continente asiático. A forma, ao mesmo tempo que criativa e impactante, se integra à cultura chinesa pois promove sociabilidades por meio da dança e prática esportiva: cada peça tem iluminação de led e sistema de som integrado. Além disso, o metal apresenta variação nos tons de roxo de acordo com a iluminação natural e reflexos dos espelhos d’água. Este projeto sintetiza vários dos pontos apresentados ao longo deste artigo, sendo também sua capa, a força do roxo na psicologia das cores. Violeta e lilás, malva e púrpura, os tons de roxo são intrigantes e versáteis. Ao longo dos anos e culturas foram atribuídos a diferentes locais, grupos e ideais. Desde os mantos de bruxas, magos, fadas, e túnicas eclesiásticas, passando pelo fascínio durante o Art Nouveau a embrulhos de doces e chocolates (lembra da Milka, com sua icônica “vaca lilás”?), o roxo é utilizado com propósito – cabe identificar a necessidade da clientela para o melhor emprego da cor. ArchDaily (https://www.archdaily.com.br/br/771443/soundwave-penda) Fundação Barragán (barragan-foundation.org) HELLER, Eva. Psicologia das Cores. Olhares: São Paulo, 2021. Museu de Artes Decorativas, tour virtual 360º. (https://madparis.fr/index.php?page=visite&salle=rubrique342) (https://madparis.fr/index.php?page=visite&salle=rubrique342) --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-verde Title: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida Meta Description: Psicologia das cores: o verde e seus tons são aliados na hora de conceber projetos de arquitetura. Saiba como aplicá-lo! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-verde ## Headings Structure: H1: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H2: Qual o significado da cor verde na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor verde no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor verde H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H2: Qual o significado da cor verde na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor verde no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor verde H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Verde é vida. A cor virou símbolo de humanidade, do que é vivo e do que ainda virá, a cor da esperança. O verde é mais do que uma cor, o verde é a quintessência da natureza, em sua significação ampliado, a substância etérea que liga água, terra, fogo e ar. Na psicologia das cores, verde representa a ideologia da consciência ambiental, a esperança de vivermos em um mundo melhor. Amor à natureza – fauna e flora – é essencial na construção desse novo mundo, junto à promoção do respeito às culturas humanas. A ideologia ambientalista já foi relacionada a recusa a uma sociedade dominada pela tecnologia, hoje entende-se que é algo que precisa ser equilibrado. Não se deve explorar os recursos naturais em demasia, nem condenar o desenvolvimento tecnológico em sua totalidade. Portanto, em três sessões apontaremos possibilidades do emprego da cor verde em projetos para além das folhagens naturais, afinal, na psicologia das cores, o verde é cor da fertilidade, da esperança e, ainda, da burguesia. Presente na natureza, principalmente no reino vegetal, o verde é a cor dos pigmentos da maioria das folhagens, da clorofila. No círculo cromático, o verde é uma cor secundária, pois é resultado da mistura entre azul e amarelo, primárias. Em sua organização formal, as cores que se posicionam  diante das outras são chamadas complementares. Diante de cada uma das três cores primárias – azul, vermelho e amarelo – encontra-se uma cor secundária, portanto: laranja, verde e violeta. Desta forma, os pares de cores complementares, de acordo com o círculo cromático, são constituídos por azul e laranja, vermelho e verde e, por fim, amarelo e violeta. Para a realização de composição de cores deve-se lembrar que verde e vermelho são opostos complementares porque, na realidade, vermelho está em oposição ao azul e ao amarelo simultaneamente. No campo da psicologia das cores, vermelho é também relacionado à vida, por conta do sangue que a impulsiona nos animais, e é uma cor quente. Por ser uma cor secundária, o verde é a cor intermediária nas mais diversas dimensões: o vermelho é quente, o azul é frio e a temperatura do verde é agradável. Em termos de luz, a cor verde é encontrada diariamente nas cidades em letreiros de informação. Ao significar “siga”, nos semáforos, a cor verde evoca a tranquilidade. Ao ver ícones da cor verde em aplicativos ou equipamentos sabe-se que a situação está correta ou a tarefa foi cumprida. Enquanto cor abundante na natureza, as palavras para verde e amarelo surgem logo depois do preto e branco (ou claro e escuro) e o vermelho – pois o verde e o amarelo descrevem coisas que podemos comer e a natureza que nos ronda. Na psicologia das cores, verde é a cor da vida vegetal, e se opõe ao vermelho, cor simbólica da vida animal. As expressões culturais são várias em relação à cor verde. Como exemplo, pessoas podem ficar “verdes de inveja”, no sentido figurado, ou por sentir enjoos, no sentido literal. Segundo Eva Heller, um provérbio chinês diz: “O verde sai do azul e o ultrapassa”, ao significar que um bom aluno pode chegar a ser melhor que seu professor. Nessa linha de pensamento, o verde é considerado mais importante que o azul, pois ele contém amarelo. A vitalidade se faz presente com a cor verde, por ser oposta de murcho, das coisas secas, mortas, de cor marrom. Ainda é encontrado em animais como aviso de veneno, e há relação com o sagrado em diferentes culturas e religiões. A simbologia da cor verde é muito interessante, pois está intrinsecamente relacionada à natureza. Valor e poder estão interligados com significados culturais. Na China, a pedra preciosa mais valiosa é a Jade, de cor verde e no ocidente, as esmeraldas são muito apreciadas. A lenda da caixa de Pandora diz que, após liberar os sentimentos ruins ali aprisionados, a última coisa a sair da caixa foi uma ave de cor verde chamada esperança. A ideia de a esperança ser verde se reforça porque se atrela à experiência da primavera, a esperança germina como a semente na primavera. A chegada desta estação significa renovação após um tempo de escassez, na psicologia das cores, azul do frio e inverno, da sequidão. A esperança é um sentimento de que os tempos de privação estão ficando para trás. Outro ditado diz “quanto mais duros os tempos, mais verde é a esperança”. Da mesma forma, na psicologia das cores, o amarelo pertence ao verão assim como o verde à primavera. O verde é o crescimento, o amarelo é a floração, o que vem depois, na estação seguinte. O frescor, na psicologia das cores, é verde, tanto que perfumes na coloração verde sugerem aromas cheios leves, cheios de frescor, até cítricos. Manipulados para agradar o sentido do olfato, os perfumes também evocam outras questões, como a ciência e desenvolvimento técnico. O verde, como cor do natural, se opõe simbolicamente ao violeta, antinatural e irrealista. O violeta, na psicologia das cores, roxo, é cor atribuída ao artificial, quase mágica Historicamente o vermelho é a cor da nobreza, do poder monárquico e o verde, a cor da burguesia, a partir da baixa Idade Média. Nessa atribuição ainda há subdivisão: o verde claro ou o verde escuro para os burgueses mais pobres e o verde puro para a alta burguesia. Essa distinção fica evidente nas pinturas de retratos da época, caso houvesse um fundo verde, isso demonstrava que os retratados eram burgueses. No renascimento a ideia continuou sendo empregada. Grande exemplo é a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, datada do ano de 1503, que traja um vestido verde. Apesar de remanescer mistério sobre a origem da mulher ali retratada, esses indícios – bem como a paisagem inventada ao fundo – indicam que não era da nobreza italiana. Portanto, ficou atribuído na psicologia das cores, verde relacionado a nobreza, algo valoroso. Quando ainda não existia televisão, a mesa de jogos era essencial em toda casa burguesa. A mesa de jogos, em torno da qual as pessoas se sentavam juntas para jogar cartas e dados, era forrada com feltro verde, pois o verde é agradável para os olhos, faz um bom contraste com as cartas e com os dados. As mesas de bilhar também são, tradicionalmente, revestidas de feltro verde. Além das justificativas para a escolha da cor relacionadas ao contraste, é fato a cor verde, na psicologia das cores, remeter à burguesia. Fator interessante em relação a cor verde é que se modifica mais que as outras cores com a luz, dependendo de ela ser natural ou artificial. Por isso, o verde também simboliza uma cor muito mutável. Segundo Heller, Simbólico e abundante, o verde e seus tons são aliados na hora de conceber projetos de arquitetura, pois tem grande aplicabilidade. A seguir, veja onde aplicar a cor verde em seus projetos e como foi empregada em diferentes situações. Projetos residenciais - uni e multifamiliares - e institucionais recebem muito bem a cor verde em suas composições. A partir do partido projetual, materializando o conceito desenvolvido, pode-se utilizar o verde em seus diversos tons e cores complementares, como o vermelho, primária, e também secundárias e ainda terciárias, como o laranja, que na psicologia das cores é para recreação e sociabilidade. Ícone do modernismo, a Ville Savoye é resultado de anos de estudo e dedicação de Le Corbusier, arquiteto franco-suíço, que nela conseguiu exprimir os 5 pontos que considera essenciais para edificações modernas. Estes conceitos permitiram tornar os elementos constitutivos do projeto independentes uns dos outros, possibilitando a maior liberdade de criação. São eles a Planta Livre (resultado da estrutura independente de pilares e vigas) a Fachada Livre (resulta igualmente da independência da estrutura), os Pilotis (sistema de pilares que elevam a edificação do chão para que seja possível transitar por debaixo dele sem interferir nas vivências do edifício), o Terraço Jardim (que transfere de forma simbólica a área permeável que a edificação ocupou no solo para a cobertura na forma de um jardim) e Janelas em fita (possibilitadas pela fachada livre, uma em sequência da outra, criando permeabilidade com o entorno). Além da aplicação dos pontos, o que faz com que a Ville Savoye esteja neste artigo é o emprego da cor verde, em tom escuro, no revestimento das paredes externas do térreo. A explicação é simples: na psicologia das cores, verde é a cor natureza, mimetização com o entorno, a intenção do arquiteto era possibilitar e criar impressão de que os pilotis sozinhos fazem o esforço estrutural – o que não era possível, mas mimetizado pela escolha da cor ao ver a edificação na altura do olhar. Villa Savoye em fotografia cuja perspectiva permite ver as paredes verdes no térreo. Em oposição ao desenvolvimento tecnológico da civilização, o verde aparece como cor simbólica da natureza. Como metonímia, ir “para o verde” significa ir para o campo e é possível descrever florestas como “pulmões verdes”. Nas cidades existem “zonas”, “áreas” ou “espaços verdes”, estes regidos por leis e governados pelos departamentos do meio ambiente. Por sua vez, os gramados verdes do golfe são artificiais, resultado de ação antrópica. Apesar de destoar da paisagem, a Lego House tem a essência do próprio brinquedo: encaixes e cores sólidas e a brincadeira com a representação do real em meio artificial. Com fachadas brancas, os blocos se diferenciam pela cor de seus pisos e alguns detalhes nos revestimentos internos. Relacionado a natureza (na psicologia das cores, verde) o arquiteto dinamarquês Bjarke Ingels, do escritório BIG, brinca com essa analogia e utiliza elementos de lego alusivos à vegetação neste interior. Não deixando de inserir um jardim de inverno real em outro espaço do edifício, a instalação dessa árvore artificial cria ambiência para o tema da sustentabilidade, além do emprego do  tom mais utilizado nas peças. Em outro ambiente, o piso é todo verde. O efeito naturalista do verde não depende de nenhum tom especial de verde, e sim das cores que a ele são combinadas: com azul e branco – as cores do céu (na psicologia das cores, azul)– e marrom – cor da terra (na psicologia das cores, laranja escurecido com preto) – o verde se mostra absolutamente natural. Ao pensar que a cor “verde padrão” é um verde-escuro. Tido como a mais agradável das cores para ser observada por períodos longos e em relação à psicologia das cores, o verde é adotado como cor padrão para as lousas escolares. A cor também é utilizada em máquinas verde padrão, pois a padronização da cor garante que peças de substituição e novas aquisições serão incorporadas sem problemas. Em projetos industriais essa informação é relevante. Outro exemplo são garrafas de vinho que são, em sua maioria, verdes, pois o verde-garrafa é a espécie de vidro com menor custo. Os vidros temperados têm opção de cor verde, sendo elevados a certo status nos últimos anos. A combinação de fachadas brancas com vidros verdes já está saturada, opte por aplicar outros revestimentos na busca de representar o conceito definido. Utilizar o verde para destacar pontos-chave do projeto já é tendência. No caso da Tupper Home, em Madri, a estrutura metálica foi revelada ao ser pintada em verde-limão. Cor da agitação, tal como a energia de uma criança. Também nos auditórios e nas bibliotecas, os tampos das mesas podem ganhar revestimento verde. Segundo Heller: Portanto, os materiais também são muito relevantes quando escolher a cor verde para determinados ambientes e objetos ali especificados, pensando em aspectos de psicologia das cores e marketing. E, claro, no projeto paisagístico, seja interno ou externo. Estude a origem das plantas - se exóticas ou não, saiba onde devem ser implantadas e sua manutenção. Seu cliente irá agradecer. A partir dos comentários de onde aplicar a cor verde nos projetos – emulando ou não a natureza – são apresentados mais exemplos de projetos com a cor verde. Quartos, salas e cozinha. Na psicologia das cores, o verde empregado nesses ambientes residenciais remetem à saúde e bem-estar. Já na casa Coelho Branco, reformada, os espaços internos receberam revestimentos verdes, além das esquadrias. A utilização do verde para escritórios pode ser feita primordialmente com a escolha estratégica de espécimes vegetais de sombra ou meia-sombra. Porém, também é possível empregar outros recursos, como luzes artificiais, em determinados ambientes. O escritório Loona, em Minsk na Bielorrússia, projetado pelo Studio 11 apresenta ambas as situações. Área de trabalho e foco, organização das mesas e divisão feita com madeira e vegetação: há bloqueio parcial da visão periférica com ambiência mais agradável. Se a intenção é a camuflagem em meio a natureza, a cabana Thoreau exprime de forma plena o conceito de refúgio. Projeto do escritório cc-studio, executado em Utrecht, Países Baixos. A edificação do SESC Birigui emprega duas das dicas aqui apontadas: destaca a estrutura metálica com a cor verde, mas em um tom mais claro, que se mistura à paisagem da cidade. Projeto de 2017, do Teuba Arquitetura e Urbanismo, apresenta grande programa de necessidades que integra diferentes tons de verde para equilibrar as ações e os espaços. A edificação se mistura na paisagem. O verde, na psicologia das cores, é a mais calmante dentre todas as cores, é a cor do sentimento de estar em segurança. Azul e verde é também combinação representativa da descontração. Abundante na natureza, o verde é a cor que equaliza as demais. Em hospitais, em composições de diferentes cores, tem seu papel de intermediário. Porém, o pintor Mondrian detestava o verde, pois considerava-o uma cor supérflua. Por isso a cor verde não é jamais vista nos quadros construtivistas de Mondrian, que trabalhava sempre com cores primárias, além do preto, branco e cinza. Ou seja, apesar de ser muito abrangente, deve-se consultar clientes sempre para entender como é melhor empregá-la em seus projetos: se restringido a vegetação, em pontos de cor ou como cor dominante. O importante é relacionar bem os tons e as demais cores – primárias, secundárias ou terciárias – lembrando que, na psicologia das cores, verde é a quintessência da vida. CP Paisagismo (https://cppaisagismo.com.br/afinal-quando-e-por-que-contratar-um-paisagista/) HELLER, Eva. Psicologia das Cores. Olhares: São Paulo, 2021. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-vermelho Title: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder Meta Description: Na psicologia das cores o vermelho é a cor atribuída à vida, paixão e ao poder. Saiba como incluir esses sentimentos em seus projetos! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/psicologia-das-cores-vermelho ## Headings Structure: H1: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H2: Qual o significado da cor vermelha na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor vermelha no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor vermelha H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Psicologia das cores: vermelho é vida, paixão e poder H2: Qual o significado da cor vermelha na psicologia das cores H2: Onde aplicar a cor vermelha no projeto H2: Exemplos de projetos com a cor vermelha H3: Continuar lendo H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das cores: amarelo, revigorante e versátil H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: azul da calmaria à fúria, como o mar H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das Cores: roxo, a cor da fé e subjetividade H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores no Marketing: use as cores estrategicamente no seu negócio H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: verde, a quintessência da vida H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H4: Psicologia das cores: laranja saiba como usá-lo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quando alguém nos pede para dizer uma cor é possível que a primeira que venha à cabeça seja “vermelho”. Isso tem explicação: na psicologia das cores o vermelho é a cor atribuída à vida, paixão e ao poder. Historicamente, depois que diferenciou o claro do escuro, o ser humano atribuiu aos tons terrosos o nome de “vermelho”, tendo como coincidência etimológica seus sinônimos como “colorado”, no Espanhol. Na língua portuguesa coloquial se alguém está com o rosto avermelhado, diz que esta pessoa está “corada”. Vermelho é, portanto, uma das três cores primárias, seja por pigmentos ou de luz. Ao observar a decomposição da luz branca no prisma, as sete cores aparentes foram desenhadas em círculo por Isaac Newton, ainda na Idade Moderna, de acordo com sua porcentagem no arco-íris. Eva Heller diz, em seu livro Psicologia das Cores, que o vermelho se destaca na paisagem tanto de dia quanto à noite porque é a luz “menos natural”, encontrada pontualmente na fauna e flora. Utilizar a luz vermelha significa “atenção”, como exemplo dos semáforos em cruzamentos e no painel dos carros. Já enquanto pigmento, ou “tinta”, estudos de círculo cromático foram feitos por Goethe, desta vez equiparando o tamanho das sete cores, apresentando como análogas ao vermelho o laranja e o violeta (na psicologia das cores, roxo). A história dos pigmentos é atrelada às diferentes culturas, que com seu conhecimento aproveitaram riquezas naturais de seus territórios. No Egito, o óxido de ferro foi descoberto como ótimo pigmento vermelho para as cerâmicas ainda na antiguidade, assim como o cinábrio – combinação de enxofre e mercúrio descoberta por alquimistas. Já na América do Sul pré-colombiana, as cochonilhas amassadas tingiam os tecidos, assim como os quermes, pequenos insetos amarronzados que dão origem ao carmim, tinham o mesmo destino na Europa, sobretudo na França. Estes eram largamente utilizados até o advento dos pigmentos sintéticos, como o cádmio, o vermelho artístico mais luminoso. Já nas artes, o pintor Piet Mondrian coloca o vermelho como cor preponderante em seus quadros de “composição” produzidos no período entreguerras mundiais, adiantando o sentimento de que o vermelho seria símbolo da alegria de viver renovada com o fim da 2ª Guerra Mundial. Logo em seguida veio a era do consumo, e o vermelho, a cor dos anúncios publicitários, se converteu em símbolo de bem-estar. Isso foi muito utilizado para publicidade e propaganda, de forma com que muitas empresas, principalmente do ramo alimentício, utilizassem o vermelho em logomarcas e lojas com técnicas de marketing e psicologia das cores. Para a psicologia das cores, o verde é a cor da vida vegetal, sendo o vermelho a cor simbólica da vida animal. A natureza apresenta o verde em exuberância, mesmo em diferentes tons e o vermelho aparece em destaque, como o vermelho púrpura do coração do cacho de bananeira, despontando entre as folhas verdes. Por ser análogo ao laranja e violeta, na psicologia das cores, o vermelho é muito bem utilizado em composições paisagísticas como ponto de cor, assim como em diversas tipologias de projeto e ambientes. Neste artigo falaremos sobre três principais tópicos, que versam sobre o que é importante saber sobre psicologia das cores, focando o vermelho para incrementar seus projetos! Além de remontar à memória, como dito antes, na psicologia das cores o vermelho se refere simbolicamente ao fogo e ao sangue, por serem essenciais da vida humana. Em todas as culturas, dos babilônios aos esquimós, lhe atribuem significado existencial: o que é vermelho é forte, corajoso e atrativo. Sendo a cor dominante das atitudes positivas em relação à vida, o vermelho pode ser utilizado sempre que o conceito for atrelado a esse tipo de emoção - hospitais utilizam símbolos vermelhos e tons saturados da cor, como variantes do azul e verde. Há estudos que apontam que nuances de vermelho se complementam como os opostos “masculino” e “feminino”. O vermelho claro simboliza o coração ativo e o vermelho escuro simboliza o ventre, o feminino. Por isso, na psicologia das cores o vermelho escuro produz um efeito de tranquilidade, por estar junto ao preto, como a noite. O corpo que vibra com o coração também ama e sente paixão e a cor condizente é o vermelho como fogo, o calor, energia (na psicologia das cores, laranja), paixão, desejo e fogo – com a representação de uma cabeça de fósforo como sendo vermelha. Por analogia, o fogo dissipa o frio (na psicologia das cores o azul) e as forças da escuridão, o preto. Até a época da Revolução Francesa, existiam códigos de vestimenta que determinavam o que era condizente para cada estrato social, das cores aos tecidos e peças de vestuário e ornamentação residencial. Valia a lei: cores luminosas para os ricos, cores opacas para os pobres. A exemplo disso, em sua coroação Luís XIV utilizou vestimenta toda branca, vibrante, com saltos vermelhos: somente monarcas e a nobreza poderia utilizar o vermelho. Desta forma, a cor vermelha foi atrelada ao poder, sendo empregada em artes gráficas, brasão de famílias, tecidos de vestimentas, ornamentação de palácios e edifícios institucionais para distingui-los dos demais, e não como designação arbitrária. Se no ocidente o vermelho é atribuído ao poder e vida, a felicidade na China é representada pelo vermelho. É por isso que os restaurantes chineses são, em sua maioria, plenamente decorados em vermelho e as crianças são vestidas nas cores vermelho, amarelo e azul por designarem, também, o sentimento de felicidade. Objetos alusivos a animais são ótimos pontos de cor a serem utilizados nos projetos. Papéis de parede e pinturas de murais com animais de coloração avermelhada – joaninha, arara e demais pássaros – podem ser aplicados em quartos de criança ou ambientes que sejam destinados a elas, quando se pretende criar ambiência positiva e ativa. Para finalizar este primeiro tópico, na psicologia das cores, vermelho é alusivo ao paladar doce, criando a conexão entre a cor e a sensação prazerosa de se deliciar com algo que se goste, como um sorvete de morango. Isso é o que buscamos ao conversar com clientes para determinarmos quais cores vão ser utilizadas nos projetos, certos hábitos ou comentários norteiam arquitetos e urbanistas na síntese do conceito e partido projetuais, e a seguir são feitas algumas sugestões de aplicação da cor vermelha no projeto. A escolha das cores deve estar junto do desenvolvimento do partido projetual, que respeita o conceito e as necessidades do cliente a partir de leituras da área, sem restrição de aplicação ao passo que implantar uma casa vermelha em um bairro já densamente construído é diferente do que em área recém-loteada. Como visto acima, na psicologia das cores o vermelho pode causar diferentes sentimentos e efeitos. Ao projetar, é preciso compreender qual a necessidade de cada cliente ou como usuários se relacionam aos sentimentos provocados pelo uso do vermelho, não esquecendo que as nuances da cor ampliam ou reduzem sua empregabilidade. No caso de edificação em área já densa, utilizar o vermelho causa efeito de atração para o local: excelente para comércios ou instituições, mas inadequado para residências, que são locais de descanso e tranquilidade, na psicologia das cores, utilizando verde. As nuances, ou os tons de vermelho podem ser encontrados de forma natural em diferentes materiais, como a terra e suas formas trabalhadas de cerâmica, tijolos e pigmentos para tingir tecidos de vestimentas ou ornamentação de interiores, como estofados. Os teatros de ópera, por exemplo, são decorados em vermelho, com poltronas e paredes plenamente atapetadas na cor. As decorações de tijolos aparentes, avermelhados, criam ambiência aconchegante, e podem ser utilizadas em áreas sociais ou íntimas de casas, bem como em cafeterias e livrarias. No entanto, uma lanchonete pintada com paredes vermelhas pode gerar raiva, pois vermelho em demasia atrapalha a percepção das cores dos alimentos. Para explicar esses sentimentos negativos, Heller sugere o exercício de nos imaginarmos ao adentrar o departamento financeiro de uma repartição pública que tenha um escritório totalmente vermelho. Seria um choque. Quem explora esse sentimento é o artista brasileiro Cildo Meireles, em sua obra “Desvio para o Vermelho”, em galeria do Inhotim. De maneira moderna, pode-se dizer que os sentimentos negativos são atrelados ao desvio da funcionalidade da cor, quando ela não é empregada de forma natural. Na psicologia das cores, azul seria a cor adequada para o tal escritório.Oscar Niemeyer, arquiteto brasileiro de grande expressão, utiliza muito bem as cores primárias em suas obras. Em duas delas, o auditório do Parque Ibirapuera em São Paulo e o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói são incrementados por elementos vermelhos: a marquise da entrada, triunfal e marcante  e a rampa de acesso do MAC, pintada de vermelho, como um belo e curvo tapete convidando a subir vagarosamente contemplando a paisagem, o mar. Ele sempre tensiona com a cor branca, já Lina Bo Bardi, também arquiteta modernista, priorizava o concreto aparente, como faz no Museu de Arte de São Paulo (MASP) – passava a imagem da instituição sólida, o partido projetual materializando o conceito. Atualmente o MASP é reconhecido por suas vigas de sustentação vermelho-vivo, mas por décadas elas não eram coloridas. A aplicação de uma cor marcante para destacar a estrutura do edifício se deu por necessidade de realizar a vedação daquele concreto, poroso, que gerava vazamentos nas salas de exposição. O vermelho já estava indicado em um croqui feito pela arquiteta no final da década de 1950. Assim, em termos visuais, o vermelho sempre se destaca. No caso do Auditório do Ibirapuera, em oposição ao branco do edifício e ao azul do céu. Na psicologia das cores, o vermelho não é oposto ao verde, como no círculo cromático, mas sim ao azul. O vermelho é, como visto, a cor da extroversão. O vermelho fica sempre em primeiro plano. Nesse contexto, o polo oposto ao vermelho é sempre o azul. O azul é frio, distante, silêncio, como o mar. O azul é o imaterial, como o céu. Deste modo, nos bares, são comuns as salas de estar vermelhas, mais aconchegantes que as azuis, que assim como o prazer atrelado ao provar um sorvete de morango, podem ser desejadas para reprodução em diferentes ambientes por clientes.  Nos quartos de crianças ou áreas de circulação de muitas pessoas sugere-se, por meio da psicologia das cores, utilizar azul, junto ao branco. Para sinalizar algo ou passar mensagem de advertência, como em letreiros de hotéis, o vermelho terá destaque e deve ser utilizado. A iluminação quente também é algo a ser levado em consideração nos projetos, na psicologia das cores, amarelo é também atrelado ao fogo e a energia. No Brasil as técnicas de construção com terra – de tons vermelhos e alaranjados - foram largamente empregadas por indígenas antes da chegada dos europeus e propagadas pelas populações para realizar edificações. As técnicas de taipa de mão e adobe, bem como a produção de tijolos cozidos é a base da construção civil entendida como “convencional” no país. Atualmente há o retorno do emprego de construção de terra crua, algo ambientalmente recomendado e que pode ser explorado em composição a outros elementos da paisagem. Materiais com tons terrosos como vernizes e cera vermelhas podem ser empregados para revestimentos externos, assim como no exemplo abaixo. Revestimentos podem ser de cerâmica pintada, ladrilho hidráulico, porcelanato, pastilhas de vidro, até tintas! São muitas as possibilidades do mercado e é sempre importante verificar a resistência do material à abrasão. A combinação entre diferentes revestimentos é bastante contemporânea e pode ser interessante para quebrar o uso da cor monolítica. Utilizar tinta vermelha junto a ladrilhos hidráulicos com detalhes vermelhos é uma sugestão para restaurantes e áreas de lazer residenciais, assim como a utilização de cores análogas causa efeito harmônico segundo a psicologia das cores, experimente o roxo com vermelho. Além dos projetos de Oscar Niemeyer e Lina Bo Bardi citados acima, que destacam o vermelho em suas diversas formas e implantação, são apresentados exemplos de projetos com a cor vermelha desde a escala macro (paisagismo) a micro (interiores residencial). A paisagem é composta por elementos físicos, biológicos e antrópicos que se relacionam de diferentes modos. Ao projetar com a paisagem esses elementos são manipulados de tal forma a passarem mensagens de contemplação, harmonia, domínio, entre outros princípios. A utilização do vermelho para composição da paisagem meio dos elementos naturais, como a escolha da vegetação - folhas em tons de verde, amarelo, laranja com flores vermelhas - e também estruturas projetadas e executadas, como o mobiliário circular apresentado acima, que se destaca no local implantado, mas se encaixa de forma a criar espaços de convívio entre pessoas, ponto importante da psicologia das cores. Em locais sociais como cozinha é recomendado que sejam utilizadas cores e materiais estratégicos. Para a área de cocção e preparo dos alimentos os materiais devem resistir tanto à abrasão de objetos cortantes, quanto ao calor e à água. Ainda, como área de tarefa que exige concentração, o vermelho deve ser usado de forma a não dominar o ambiente, mas deixa-lo agradável para média permanência. O calor das chamas remete ao vermelho, segundo a psicologia das cores, apesar de serem azuis. No ambiente abaixo, de uma cozinha residencial, há elementos interessantes a serem destacados que podem servir de inspiração: A parede é revestida com peças cerâmicas brancas, que passam a sensação de limpeza e difundem a luz do ambiente. Os armários e estrutura de torre quente são de madeira pinus, os armários suspensos em tom natural amarronzado e os armários abaixo da pia são pintados de vermelho escuro (lembrando que na psicologia das cores o vermelho escuro é relacionado ao feminino) assim como a torre quente, criando um plano horizontal, encimada por uma planta jiboia esverdeada criando agradável contraste cromático. Todos armários mantém a mesma linguagem, são retificados e tem a circunferência vazada como ponto de abertura. Elementos-chave da cozinha como facas e temperos foram posicionados à mão. Do mesmo modo que na cozinha sugere-se tons mais escuros, para banheiros, há na psicologia das cores vermelhos que servirão às necessidades de acordo com a tipologia de projeto. Para banheiros residenciais as pastilhas e cubas vermelho-vivo já estão em desuso, apesar de insistentes nos mecanismos de busca. Opte por tons esbranquiçados e com predominância das cores análogas (relembrando, amarelo, laranja e roxo na psicologia das cores). Pinturas e papéis de parede, junto aos metais pretos são bem contemporâneos e funcionam bem para lavabos e banheiros de cafés e bares. Busque elementos que criem harmonia, como o tom da madeira, ou a cor dos metais. Abaixo o exemplo de estrutura divisória empregada em escritório, o tom de vermelho é complementar ao da madeira. Ainda, as perfurações criam relação de permeabilidade, mas separam o ambiente com este ponto de cor. Exemplos de divisórias impactantes em escritórios. Logo abaixo o escritório em planta livre, com divisórias vermelhas perfuradas. Em seguida, com estrutura vermelha translúcida, permeando com a luz que se torna vermelha ao percorrer os ambientes. Caso queira ver soluções mais ousadas com revestimento de pastilhas, procure por piscinas vermelhas em hotéis e na casa de famosos. No Brasil, o hotel Unique em São Paulo tem sua piscina vermelha na cobertura e faz muito sucesso. Lá fora, na Tailândia, o The Library também aposta na piscina vermelha, que contrasta com o mar ao fundo. Novamente, uma boa iluminação, desta vez com cores frias (segundo a psicologia das cores, azul) para manter o tom avermelhado dos materiais. As possibilidades de combinação de cores com vermelho não cessam, e para a arquitetura atrelada a psicologia das cores o importante é a sensação que se deseja passar com o projeto. Ao longo da história da humanidade luz, sombra, pigmentos e diversos materiais foram combinados para criar espaços impactantes ou acolhedores. Lembre-se, o vermelho é a cor do poder, da vida e nunca fica em segundo plano. Faça bom uso do que foi visto nesse artigo de psicologia das cores sobre vermelho, experimente-o! HELLER, Eva. Psicologia das Cores. Olhares: São Paulo, 2021. MIYOSHI, Alex. O edifício do Masp como sujeito de estudo. Arquitextos, São Paulo, ano 07, n. 084.02, Vitruvius, maio 2007 . --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/qualificacao-de-clientes-porque-esta-pratica-e-tao-importante Title: Qualificação de clientes: por que esta prática é importante? Meta Description: Descubra neste artigo como qualificar os seus clientes, os benefícios da qualificação para o seu negócio e como não cometer os erros mais comuns desse processo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/qualificacao-de-clientes-porque-esta-pratica-e-tao-importante ## Headings Structure: H1: Qualificação de clientes: por que esta prática é tão importante? H2: 1. O que é a qualificação de clientes? H2: 2. Quais os benefícios da qualificação? H2: 3. O que acontece se você não qualificar ou qualificar errado? H2: 4. Como qualificar um cliente? H3: 4.1 Perfil do cliente H3: 4.2 Necessidades H3: 4.3 Processo de tomada de decisão H3: 4.4 Concorrência H2: 5. Quais os erros mais comuns na qualificação? H3: 5.1 Fazer da primeira conversa um interrogatório. H3: 5.2 Se empolgar e falar mais do que ouvir H3: 5.3 Não ter claro e registrado quem é sua persona ideal H3: 5.4 Não documentar perguntas e respostas H2: 6. Como desqualificar um cliente? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Qualificação de clientes: por que esta prática é tão importante? H2: 1. O que é a qualificação de clientes? H2: 2. Quais os benefícios da qualificação? H2: 3. O que acontece se você não qualificar ou qualificar errado? H2: 4. Como qualificar um cliente? H3: 4.1 Perfil do cliente H3: 4.2 Necessidades H3: 4.3 Processo de tomada de decisão H3: 4.4 Concorrência H2: 5. Quais os erros mais comuns na qualificação? H3: 5.1 Fazer da primeira conversa um interrogatório. H3: 5.2 Se empolgar e falar mais do que ouvir H3: 5.3 Não ter claro e registrado quem é sua persona ideal H3: 5.4 Não documentar perguntas e respostas H2: 6. Como desqualificar um cliente? H3: Continuar lendo H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: Como evitar atrasos nos projetos e desmotivação dos clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: FUP (Follow up) - O segredo para ganhar clientes H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Guia de onboarding para arquitetos: deixe seus clientes mais satisfeitos e diminua a rotatividade do seu escritório H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fazer um follow-up efetivo de emails: conheça as 5 principais estratégias H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: Como fidelizar o seu cliente? H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H4: 9 maneiras de provar o seu valor à novos clientes H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quando alguém entra em contato, você ou sua equipe já vão ansiosamente respondendo todas as perguntas, perguntando detalhes do projeto, marcando briefing ou apresentando a empresa? Se a resposta for sim, você precisa ler este artigo até o final e mudar o seu processo de vendas. Ao longo do texto iremos abordar sobre: A qualificação de clientes nada mais é do que o processo para identificar se um lead (um contato) realmente é um potencial cliente. Supondo que você definiu que o seu potencial cliente são pessoas que: Dessa forma, se um lead entrar em contato com você, mas não se enquadrar no perfil traçado, você não irá perder tempo com ele, ou pelo menos não deveria. Por exemplo: Em um primeiro contato, ao se apresentar, o lead deixou claro que precisa de um projeto para um imóvel comercial, quer reformar, mas não quer fazer o projeto. Após essa conversa, você já identifica que ele não se encaixa nas especificações de um potencial cliente. Isso não significa que você irá atendê-lo mal ou não irá respondê-lo. Você pode e, em nossa visão, deve, continuar a conversa de forma agradável, indicar um outro profissional que faz esse tipo de serviço ou simplesmente desqualificá-lo, de forma educada, explicando que este não é o seu foco. Com isso, além de ajudá-lo, você ganha mais tempo para focar nos seus clientes realmente potenciais, que devem ser a sua prioridade. São esses clientes que você deve investir mais tempo. Recomendamos você focar em quatro pilares principais:‍ Se você não pode oferecer uma solução compatível com as necessidades do cliente, é melhor alinhar expectativas e não perder o seu tempo e nem o deles. Seja claro e transparente, eles irão te agradecer. Você quer ter certeza que está falando com a pessoa correta. Se é um cliente que ainda está na fase inicial, de pesquisa e, começará a reforma daqui a 6 meses por exemplo, sua abordagem deve ser diferente quando comparado com um cliente que pretende começar nas próximas 4 semanas. Se esse lead estiver considerando outras opções, muito diferentes do que o seu negócio, como por exemplo a mão de obra direta,  provavelmente ele não é um potencial cliente e não enxergará valor suficiente no que você tem a oferecer. Encontrou leads qualificados? Bom, agora você pode ir para o próximo passo do seu processo vendas e investir mais tempo, marcando o briefing por exemplo. Esse é o momento de você mostrar porque você é a melhor solução, mas lembre-se: ouça mais, sempre. Qualificar é conversar, de forma gentil, para identificar se o que você oferece realmente pode atender as necessidades daquele cliente. Seja natural e deixe claro desde o início que você irá fazer algumas perguntas para entender se o que você oferece, realmente pode ajudá-lo. As pessoas gostam de ser ouvidas, elas irão falar e irão gostar que você está buscando entendê-las antes de vender. Lembre-se que, por mais que você consiga realizar a venda para um cliente não qualificado, provavelmente isso irá te gerar problemas e deixará o cliente frustrado. Seu objetivo é identificar o perfil do cliente para oferecer a solução correta. Por mais que você, nas primeiras perguntas, já identifique um cliente potencial, escute. Eventualmente você pode descobrir coisas que podem te ajudar no momento da venda, que o cliente não falaria se você interrompê-lo. ‍ Faça o registro, invista uma ou duas horas para economizar tempo depois. Ter isso muito claro, além de não esquecer algum ponto importante, fará você refletir mais profundamente sobre o seu negócio, clientes e suas ofertas de serviço. Eventualmente você acha que está focando na persona certa ou acha que tem o produto certo para uma persona específica, mas não necessariamente possui. Ter documentado não significa que você seguirá um script como um “robô”, esse documento serve apenas como seu material de apoio durante as suas ligações. Se você é gestor de algum negócio e tem uma equipe de vendas, mais um motivo para garantir que sua equipe está fazendo as perguntas corretas. Além disso, se você documenta as respostas, além de sempre poder buscar alguma informação, começará a criar inteligência para o seu negócio, deixando o seu processo de qualificação mais sofisticado e até mesmo identificando novas personas e oportunidades de mercado ao analisar as respostas. ‍‍ Não fique tentando inventar desculpas ou colocar barreiras para que ele desista. Se você fez o processo correto e ouviu mais do que falou, você possui bastante informação para mostrar que a sua solução não é a melhor solução para ele, e que por você prezar pela satisfação dos seus clientes e inclusive a dele, acha melhor não seguir adiante. ‍Está aplicando o processo corretamente e está desqualificando muitos leads? ‍Pode ser que o canal (meio) de origem dos seus leads, esteja errado. Nesse caso você deveria buscar encontrar os canais onde a sua persona ideal está (por isso a importância de conhecer muito bem a sua persona). Talvez você precise mudá-la, ela pode estar ampla demais ou muito reduzida, ou até mesmo você tenha que analisar se o problema não está em seu produto. Aqui vale uma reflexão mais profunda no seu modelo de negócios que fica para um próximo artigo.‍ Desqualificar é difícil, mas pode inclusive, ser um diferencial. O mercado da construção civil é tão informal, com pouca credibilidade e grande falta de transparência que, quando o consumidor for falar com você ele ficará até impressionado, pois a maioria das outras empresas com quem ele falou, provavelmente tentou vender antes de entendê-lo. Então, há grandes chances dele lembrar de você no futuro para outros tipos de necessidade ou até mesmo te recomendar para um amigo. Gostou desse artigo? Se inscreva na lista VIP do nosso blog e receba conteúdos como esse semanalmente. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/quer-aumentar-suas-chances-de-venda-comece-pela-organizacao Title: Aumente suas chances de venda: comece pela organização Meta Description: Conheça algumas boas práticas essenciais para conseguir ter controle total das informações e ações estratégicas em cada oportunidade de venda e projeto. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/quer-aumentar-suas-chances-de-venda-comece-pela-organizacao ## Headings Structure: H1: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H2: Gestão de oportunidades H3: E porque isso é importante? H2: Boas práticas da gestão de oportunidades e projetos H3: 1. Registro e organização das oportunidades H3: 2. FUP H3: ‍3. Gestão de documentos H3: 4. Gestão de projetos H2: A importância do uso dos aplicativos de gestão H2: Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H2: Gestão de oportunidades H3: E porque isso é importante? H2: Boas práticas da gestão de oportunidades e projetos H3: 1. Registro e organização das oportunidades H3: 2. FUP H4: Fase 1 : Pré-venda H4: Fase 2: Execução do projeto H4: Fase 3: Pós-obra H3: ‍3. Gestão de documentos H3: 4. Gestão de projetos H2: A importância do uso dos aplicativos de gestão H2: Vobi H3: Continuar lendo H4: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H4: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H4: 6 abordagens para fechar mais vendas H4: 6 abordagens para fechar mais vendas H4: Superando objeções em vendas H4: Superando objeções em vendas H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você já ouviu falar em gestão de oportunidades? Preparamos este artigo para lhe apresentar alguns pontos fundamentais sobre o assunto. Então continue a leitura e comece hoje mesmo a trabalhar na melhor estratégia para o seu negócio. Ao final do texto você terá aprendido sobre: Isso envolve acompanhamento de todo o ciclo de atendimento do seu escritório, desde a prospecção até o pós-obra. Um cliente potencial poderá gerar várias oportunidades de negócio para a sua empresa. Ao entrar em contato com você, o usuário demonstra interesse no seu trabalho e está disposto a entender melhor como funciona seu escritório e como você poderá ajudá-lo com sua “dor”. Uma boa gestão dessas oportunidades é essencial para alcançar resultados positivos com o marketing digital e para potencializar as conversões em vendas. Isso porque, as informações fornecidas por ele irão gerar dados valiosos que ajudarão a definir quais estratégias deverão ser adotadas. Assim, você conseguirá oferecer a solução certa, para o cliente certo e no momento mais adequado. Acompanhar cada cliente de maneira próxima e personalizada é uma tarefa, no mínimo, desafiadora, mas também pode tornar-se o grande diferencial da sua empresa. Ter sempre documentadas todas as exigências e definições tomadas por seu cliente, desde o momento que ele tornou-se um projeto até o seu feedback na entrega, fortalecerá a relação de confiança ao mostrar que, na hora de tomar as decisões criativas, você levou em consideração cada comentário, desejo e necessidade dele. Pensando em facilitar a execução destas tarefas cotidianas tão importantes para o desenvolvimento do seu escritório, vamos apresentar algumas das boas práticas que consideramos serem essenciais para que você consiga ter o controle total das informações e das ações estratégicas que pretende tomar com cada oportunidade e cada projeto. Este contato talvez não se torne um projeto, mas poderá lhe resultar uma indicação para um amigo. Talvez não faça sentido para a pessoa seguir para as próximas etapas no momento, mas no futuro, quando ela for dar sequência no projeto, se teve uma boa experiência, com certeza voltará e fechará com você. Desta forma, organizar as informações sobre essas oportunidades - contato, localização do imóvel, principais necessidades, dentre outras - lhe ajudará a orientar melhor a abordagem com cada uma delas, otimizando tempo, esforços e dinheiro. No caso de um contato futuro, você poderá começar a conversa “um passo à frente” do seu concorrente, visto que já tem acesso às informações e, ao fazer referência a elas, seu possível cliente se sentirá importante por ver que você se lembra de cada detalhe (ele não precisa saber que você tem a carta da organização na manga). Assim, as decisões serão tomadas com base em fatos e de forma muito mais assertiva. Agora, e se o cliente não fechar? Você poderá aprender com seus erros. Se você souber fazer a gestão correta destas oportunidades perdidas, você conseguirá extrair dados muito importantes para o seu crescimento e, consequentemente, do seu escritório. Vamos ver isso na prática? Responda a essas perguntas: Se você nunca se fez questionamentos como esses, está na hora de fazer. Pois quando você estiver diante destas respostas, você conseguirá corrigir possíveis falhas e melhorar seus pontos fracos. ‍[Leia mais em "6 abordagens para fechar mais vendas"] Quem trabalha com vendas sabe como é difícil conquistar novos clientes. Por isso vamos te apresentar o conceito do Follow-UP, apelidado carinhosamente de FUP. Ele possui basicamente 3 fases e, em cada uma delas, representa uma função importante: Imagine que você tenha enviado um orçamento de um projeto e o cliente ainda não tenha dado nenhuma resposta. Vale então, enviar um e-mail ou ligar para lembrá-lo do assunto e relembrar a importância ao projeto. E isso não significa ser insistente ou chato! Você pode perguntar, por exemplo, se o e-mail foi recebido e se há alguma previsão de retorno. Destacando ainda que você estará disponível para esclarecer qualquer dúvida. Supondo que o cliente tenha respondido que a previsão de aprovação do projeto seja em até 30 dias, você já sabe que não faz sentido entrar em contato com uma semana. Muitas vezes ele até quer fechar com você, mas não teve tempo de entrar em contato, perdeu seu cartão, esqueceu seu primeiro (e único) e-mail pela caixa de entrada e acabou esquecendo. Ou seja, você precisa lembrar ao cliente que está ali e que respeita o timing de compra dele, sem se tornar inconveniente. Para demonstrar a importância do FUP na hora de fechar a venda, a empresa americana Velocify fez uma pesquisa e identificou que o número ideal de tentativas de chamada é 6. Ou seja, 95% de todos os leads convertidos são alcançados no sexto contato. E se existe um erro que não pode ser cometido em nenhuma hipótese por você é esse: fazer o cliente achar que não é importante! Quando o(a) arquiteto(a) faz o acompanhamento em todas as etapas após o fechamento de contrato, o cliente se sente respeitado e passa a desenvolver uma relação de confiança. Isso é essencial para que ele mesmo se torne um promotor da sua marca e ajude na construção de uma cartela de clientes, indicando novos contatos. O "follow-up" não se encerra após a entrega oficial do projeto, ele também faz parte das ações de pós-obra. O contato com o cliente deve ser continuado, de forma que ele siga se sentindo importante para o seu escritório. As ações de "follow-up" nessa fase são: Saber quando utilizar o "follow-up" é tão importante quanto saber quando parar de usá-lo. Se em alguma das abordagens o cliente deixar claro que não deseja mais contatos ou que não comprará o produto ou serviço, deve ser descontinuado. Gerir o tempo de forma mais inteligente por meio de ferramentas digitais poderá te ajudar a otimizar a sua agenda de trabalho, priorizando as tarefas mais importantes, garantindo que negociações não sejam esquecidas e que todo "follow-up" seja realizado dentro do prazo adequado. Um estudo feito pela Gartner mostrou que: São informações fundamentais, tais como: dados cadastrais, contratos, projetos executivos, arquivos .dwg e .skp(…). Logo, a preocupação com o controle e com a segurança deve ser constante, pois o extravio de um só documento pode gerar prejuízos. Poucos(as) arquitetos(as) dão a devida importância para a gestão de arquivos, administrando os seus documentos inadequadamente e colocando a empresa em situações de risco. Por isso, centralizar todo esse material em um único ambiente que garanta organização e segurança será de grande valia.‍ A eficiência no gerenciamento de projetos está diretamente ligada à satisfação e participação do cliente com os resultados, assim posto, definições de objetivos estratégicos, prazos de entregas, reuniões de alinhamento do escopo e devidos ajustes antes mesmo de iniciar o projeto, são fatores cruciais para o ganho de eficiência e suas consequências. Isso ajudará a sua empresa a lidar melhor com possíveis “imprevistos” como a solicitação da mudança do escopo do projeto em um momento mais avançado do projeto, questionamentos sobre a autorização de determinada ação e o respaldo de que você apenas cumpriu o acordado. Registrar e acessar todas as informações relevantes de uma negociação em um só lugar ao invés de acumular cartões de visita, cadastrar informações em planilhas, manter uma agenda física cheia de anotações e registrar lembretes em post-its espalhados por toda a mesa, não é mais a forma ideal. De maneira muito mais organizada e remotamente acessível, através do uso de ferramentas digitais, você conseguirá gerir toda essa informação de forma inteligente e otimizada.‍ Não é de hoje que organização e gerenciamento são palavras chaves para escritórios bem sucedidos. Ter ferramentas que ajudam nessa jornada é uma das grandes vantagens do mundo digital. Vamos fazer uso de um exemplo cotidiano do(a) arquiteto(a) para que você possa entender um pouco melhor. Imagine que seu cliente - vamos chamá-lo de José - te ligou  e, na conversa, passou informações sobre medidas e alguns acabamentos que ele faz questão de ter no apartamento que está projetando e você prontamente anota tudo na sua agenda. Tudo parece perfeito até aí certo? Nesse mesmo dia você teve que correr na loja de material de construção porque precisava acompanhar seu outro cliente e ajudá-lo na escolha de uma luminária. Chegou em casa e… cadê a agenda? Você esqueceu na loja de construção. Imediatamente você liga para a loja, mas ninguém achou. E agora? E todas as informações que estavam anotadas nela? Não tem jeito, você terá que ligar não só para o José, que tinha acabado de lhe passar todas as especificações, mas também para todos os outros clientes que tinham lhe transmitido informações importantes. Pode parecer simples de resolver e você, nesse caso, conseguirá até explicar o que aconteceu e resolver com diálogo. Mas, e as oportunidades que você anotou o email para enviar uma proposta? Você vai ter que fazer toda a primeira abordagem novamente? Já pensou como isso pode ser ruim no momento da conquista do cliente? Situações como essas são mais constantes do que gostaríamos que acontecessem e, por isso, ter acesso à uma boa ferramenta, permitirá o gerenciamento dos contatos e informações relevantes, bem como criar um relacionamento saudável e de longo prazo com seus clientes, oferecendo a melhor experiência possível. Além de trazer diversos benefícios para você: A Vobi é uma plataforma para você gerir, crescer e transformar o seu negócio de arquitetura ou design de interiores. A nossa missão é empoderar empresas como a sua através de ferramentas (de gestão, criação e marketing), conteúdos (entrevistas, cursos e artigos), conexões (com outros profissionais, fabricantes e fornecedores) e, como resultado final, ser o melhor ambiente para você gerir e crescer o seu negócio de maneira digital e mais eficiente, tendo assim mais tempo para fazer o que mais gosta: criar, inspirar e transformar sonhos em realidade. Convidamos você agora, para ter acesso ao futuro das ferramentas de gerenciamento, um lugar onde você poderá, de forma simples, organizada e intuitiva, desenvolver todas essas atividades que já lhe apresentamos neste post, enviar emails personalizados, fazer o controle de todas as suas oportunidades e projetos com a correta classificação e setorização, além de contar com o time da Vobi sempre à disposição para orientá-lo em todas as etapas. Não espere mais para fazer parte do futuro da arquitetura, comece agora. A partir de hoje, só depende de você para se tornar o escritório do futuro. Vamos juntos! Ficou interessado? Para fazer parte da nossa plataforma clique aqui e solicite um convite. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/regularizacao-de-obra Title: Regularização de obra: conduta de segurança e valorização Meta Description: A regularização de obra é vital para garantir a segurança, valorização e legalidade de uma edificação no setor da construção civil. Entenda o que é e como fazer Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/regularizacao-de-obra ## Headings Structure: H1: Regularização de obra: conduta de segurança e valorização da edificação H2: O que é uma regularização de obra? H2: Como fazer uma regularização de obra? H3: Início da obra H3: Pós obra H2: Quanto custa para regularizar a obra? H2: Qual ART para regularização de obra? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Regularização de obra: conduta de segurança e valorização da edificação H2: O que é uma regularização de obra? H2: Como fazer uma regularização de obra? H3: Início da obra H3: Pós obra H2: Quanto custa para regularizar a obra? H2: Qual ART para regularização de obra? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Lidando com clientes preocupados com preço H4: Montando uma proposta vencedora H4: Montando uma proposta vencedora H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma construção que não passou pelo processo de regularização de obra pode ter falhas estruturais e elétricas que colocam em risco a segurança de seus usuários. Essas falhas podem ser decorrentes de erros no projeto, uso de materiais inadequados, falta de manutenção ou alterações realizadas sem um acompanhamento técnico. Outro ponto significativo é que imóveis sem regularização podem ter impasses na obtenção de financiamentos e na venda do imóvel, uma vez que muitos compradores e órgãos exigem documentação legal para realização da compra e venda. Por isso, a regularização de obra é um processo fundamental na construção civil que tem como objetivo legalizar toda a documentação relacionada a uma obra, seja ela nova ou já existente, como reformas e ampliações. Esse processo é feito por profissionais habilitados que constatam se a construção está em conformidade com as normas vigentes, realizando as adequações necessárias. Assim, a regularização é essencial para garantir a segurança da obra, valorização do patrimônio, regularidade fiscal, evitar multas e sanções, além de possibilitar a obtenção de financiamento. Confira como regularizar a obra através dos seguintes tópicos: A regularização de obra é um processo que visa regularizar toda a documentação relacionada a uma obra, podendo ela ser nova ou já existente, como reformas e ampliações. Esse processo existe para tornar a obra legal de acordo com as normas dos órgãos públicos. Tanto proprietários como profissionais responsáveis devem fazer a solicitação da legalização da obra, como por exemplo, os engenheiros e arquitetos - devidamente inscritos no CREA e CAU. Esses profissionais habilitados elaboram projetos e laudos técnicos, além da obtenção de documentos e licenças junto aos órgãos públicos responsáveis. A adoção de uma conduta segura durante a obra contribui para minimizar riscos e prejuízos, incluindo a regularização da obra que permite a obtenção de documentação necessária para a transferência de propriedade, obtenção de financiamentos e valorização da edificação. Você, arquiteto ou engenheiro, antes de começar a executar a sua obra, certifique que você e o proprietário possuem toda documentação sobre a obra. A expectativa do seu cliente é que possa contar com o auxílio de um profissional habilitado para realizar esse processo de forma adequada e efetiva. Existem alguns passos muito importantes para, de fato, fazer a regularização de obra. De acordo com o Governo Federal, "toda obra de construção civil precisa passar pelo processo de aferição para ser regularizada junto à Receita Federal.” Essa regularização é um processo que tem como objetivo legalizar a situação fiscal de uma construção ou reforma, sendo necessária para que o imóvel, em outro momento, possa ser vendido ou transferido de titularidade. Também serve para que o proprietário possa obter a Certidão Negativa de Débitos (CND), que comprova a inexistência de dívidas fiscais. Primeiramente, o  responsável deve inscrever a obra no Cadastro Nacional de Obras - CNO - antes conhecido como DISO obra. Esse preenchimento deve ocorrer no prazo de 30 (trinta) dias contados do início das atividades de construção, declarando as principais informações, como o valor da obra, a data de início e término, o tipo de construção, entre outras informações relevantes. Esse sistema permite o registro de informações fiscais e tributárias de obras civis. O cadastro serve também para que ao fim da obra, obtenha-se a certidão de regularidade fiscal relativa à execução da edificação. Assim, o processo de aferição permite a emissão da certidão negativa de débitos para averbação da obra na devida matrícula do imóvel. Ele é realizado através do Sistema Eletrônico para Aferição de Obras (Sero). Isto é, é um procedimento técnico feito para calcular as contribuições sociais, como por exemplo a previdência em razão do uso de mão de obra na atividade de construção. #Atente-se: O SERO pode ser acessado através do portal e-Cac e está em vigor desde 01/06/2021, sendo esse sistema substituto do sistema DISO. Clicando aqui, você tem acesso ao manual do Serviço Eletrônico para Aferição de Obras, elaborado pelo Ministério da Economia e Receita Federal. Agora, acompanhe outros passos importantes para a regularização de obras. Antes de iniciar uma obra, é importante verificar quais são os documentos necessários para garantir a legalidade e a segurança do empreendimento, fazendo assim, a regularização de obra na prefeitura. Ela só será liberada depois da análise e aprovação dos documentos solicitados pelo órgão municipal da cidade onde a construção será executada. Alguns dos documentos mais comuns exigidos, pelas prefeituras, para iniciar uma obra e garantir o alvará de construção, incluem: #Lembre-se: cada administração pública exige os documentos que achar necessário para comprovar a credibilidade da construção no que diz respeito à segurança e responsabilidade técnica, variando assim, de acordo com a legislação local e com as características específicas da construção. Procure, então, as informações pertinentes junto aos órgãos competentes. Após a finalização dos trabalhos realizados no canteiro de obras, é essencial o retorno à Prefeitura para realizar a solicitação do Habite-se. Esse documento atesta a conclusão da obra e a sua compatibilidade com as normas técnicas e de segurança, além do mais é uma exigência para obter possíveis financiamentos e processos de transferência de propriedade. Para obtenção é necessário, normalmente, os seguintes documentos: Além do mais, para essa emissão do documento comprovando a autorização da ocupação efetiva do imóvel, é necessário fazer o pagamento da taxa e aguardar a realização da vistoria. Por fim, é necessário fazer a averbação de construção no terreno. Esse processo visa gerar um novo número de cadastro do bem na prefeitura. O proprietário deve comparecer  ao Cartório de Registro de Imóveis e, em seguida, na prefeitura efetivar a averbação de construção. Geralmente, os documentos necessários para esse processo são: a CND obra, o Habite-se, o carnê do IPTU e os documentos de identificação do proprietário e, se houver, do cônjuge. De modo geral, os custos envolvidos na regularização de obra variam de acordo com o órgão competente em cada região, além do tipo e tamanho da construção. Portanto, é importante verificar as normas e procedimentos estabelecidos. Os valores de ART, Habite-se, matrícula do imóvel e outros documentos também variam de acordo com cada região e podem sofrer reajustes com o tempo. Dito isso, é difícil estimar um valor exato para regularizar uma obra sem conhecer todos os detalhes do projeto. Em alguns casos, essa regularização pode envolver custos muito elevados, principalmente se a construção já estiver em situação irregular. Geralmente, todo o processo de regularização varia entre 2% a 4% do valor do imóvel. Você, engenheiro ou arquiteto, saiba que é muito importante considerar esses gastos no planejamento financeiro da obra desde o início. Nos casos em que o seu serviço seja solicitado para regularização de obra de uma edificação existente mas que não foi realizada de acordo com as normas técnicas e legais, procure desenvolver um adequado estudo de viabilidade, avaliando a efetividade da regularização em si. Esse documento vai identificar a possibilidade de adequação da obra às exigências legais e normativas, os custos envolvidos na regularização e a viabilidade financeira da obra após a regularização. Como citado anteriormente, para regularização de obra é necessário a apresentação da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) emitida pelo profissional responsável pelo projeto. Essa ART deve ser devidamente registrada no CREA, contendo as informações detalhadas sobre as atividades desenvolvidas, além dos dados sobre a obra e os equipamentos e materiais utilizados. As ARTs de elaboração de serviço e de execução da obra são importantes para assegurar a responsabilidade técnica do profissional e a legalidade da obra. Então, para a regularização de uma obra, ambas as modalidades de ARTs devem ser emitidas. www.gov.br/receitafederal/ www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/relatorio-diario-de-obras Title: Relatório diário de obras: entenda melhor esta ferramenta Meta Description: O relatório diário de obras, também chamado de RDO, é uma importante ferramenta de gestão do canteiro de obras e este artigo irá te mostrar como implementá-lo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/relatorio-diario-de-obras ## Headings Structure: H1: Relatório diário de obras: entenda melhor esta ferramenta H2: O que é um Relatório diário de obras? H2: RDO, uma obrigatoriedade da Lei H3: Penalidades pelo descumprimento da Lei H2: Como fazer um Relatório diário de obras? H3: Dados das empresas e dos funcionários (próprios e terceirizados) H3: Lista de materiais, ferramentas e maquinário H3: Anotando as condições meteorológicas no relatório diário de obras H2: Checklist de Relatório diário de obras H2: Registro fotográfico, um aliado do RDO H3: Primeira vantagem: comprovação dos fatos H3: Segunda vantagem: visualização da evolução da obra H3: Terceira vantagem: controle de qualidade H2: A revolução na gestão de obras: o diário de obra online da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Relatório diário de obras: entenda melhor esta ferramenta H2: O que é um Relatório diário de obras? H2: RDO, uma obrigatoriedade da Lei H3: Penalidades pelo descumprimento da Lei H2: Como fazer um Relatório diário de obras? H3: Dados das empresas e dos funcionários (próprios e terceirizados) H3: Lista de materiais, ferramentas e maquinário H3: Anotando as condições meteorológicas no relatório diário de obras H2: Checklist de Relatório diário de obras H2: Registro fotográfico, um aliado do RDO H3: Primeira vantagem: comprovação dos fatos H3: Segunda vantagem: visualização da evolução da obra H3: Terceira vantagem: controle de qualidade H2: A revolução na gestão de obras: o diário de obra online da Vobi H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Em todo canteiro de obras das construtoras existe uma ferramenta sendo utilizada diariamente pelo engenheiro civil que seja o responsável técnico pela execução: trata-se do relatório diário de obras, conhecido também como RDO. Atendendo à legislação do CONFEA-Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, sua elaboração visa reter informações importantes sobre a obra à medida em que ela vai acontecendo para que assim, seja possível prestar contas aos interessados, como as construtoras e os clientes. Veremos a seguir porque sua frequência é tão importante e como podemos utilizá-la para a melhor gestão do canteiro de obras. O relatório diário de obras é uma ferramenta de gestão do canteiro de obras, utilizada durante o acompanhamento da construção como um meio de controle de qualidade dos serviços. Ele funciona como um verdadeiro memorial da obra, que o fiscal alimenta diariamente com o registro de tudo o que ele observa no canteiro em sua vistoria à medida que os serviços vão sendo executados. Pela minúcia com que envolve todos os principais aspectos do dia a dia da obra, este registro fornece parâmetros para identificação de responsáveis por atrasos, verificar inconformidades na execução dos serviços e listar pendências diversas, o que permite embasar as reuniões entre os gestores, além de dar subsídios para a tomada de decisões e para a cobrança de providências. Esta organização é muito útil também para a análise dos dados do relatório diário de obras no momento da conclusão da obra, permitindo traçar metas cada vez mais assertivas para os próximos empreendimentos, considerando inclusive, a diminuição dos riscos de acidentes. Além da gestão da qualidade, o RDO atua como um elo de comunicação clara, transparente e praticamente em tempo real entre a construtora e o seu cliente, atributo extremamente valorizado pelo mercado. Justamente com o intuito de reforçar tal boa comunicação, é comum a confecção do relatório em vias suficientes para os interessados envolvidos: uma para a construtora, uma para o cliente e outra para o canteiro de obras. Antes de verificar quais elementos devem ser descritos no relatório diário de obras, você deve saber que se trata de uma obrigatoriedade imposta pela legislação do CONFEA-Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, através da Resolução N.º1089, de março de 2017 que: Para atender às exigências do TCU-Tribunal de Contas da União, conforme o Art.70 da Constituição Federal (fiscalização contábil, financeira, orçamentária e operacional), o CONFEA entende a necessidade, enquanto autarquia, de ser capaz de garantir a efetiva participação do profissional vinculado à determinada ART-Anotação de Responsabilidade Técnica, ou seja, o objetivo primário é criar condições auditáveis que comprovem que o profissional responsável técnico pela execução esteve legitimamente envolvido com o acompanhamento daquela obra em questão. Hierarquicamente, partimos da pequena escala, de uma obra individual sendo fiscalizada pelo Conselho Regional (CREA-UF) da respectiva jurisdição ao qual pertence que, por sua vez, responde ao Conselho Federal (CONFEA) que, agora a nível federal e, portanto, já na macro escala, presta contas ao TCU (Tribunal de Contas da União) para garantir o direito da sociedade de uma obra pautada por ética e bom exercício profissional. O relatório diário de obras então, em conjunto com as ARTs, são instrumentos que os agentes fiscalizadores utilizam para verificar a conformidade do exercício profissional de determinado indivíduo que, em contrapartida, por estar regular com o cumprimento de suas atribuições, se torna apto a expedir a sua CAT (Certidão de Acervo Técnico). Ou seja, a certidão que atesta o trabalho do profissional deve ser precedida da correta vinculação entre Livros de Ordem e ARTs. Por se tratar de uma imposição legal, a ausência de um RDO com teor de Livro de Ordem no canteiro de obras pode resultar em penalidades se verificadas quaisquer das responsabilidades: Falando especificamente sobre este último tópico, os agentes fiscalizadores se valem da Lei N.º5194, que regulamenta o exercício profissional de engenheiros e agrônomos para aplicarem as penalidades cabíveis quando identificados o exercício irregular e/ou condutas que firam também o Código de Ética do Profissional da Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia e o Código de Defesa do Consumidor. Entre as sanções estão: O correto preenchimento do relatório diário de obras deve incorporar elementos de todo o contexto da obra referente aquele dia de atividade com dados que vão desde as empresas que estejam realizando serviços, seus funcionários próprios, a equipe terceirizada, os materiais e ferramentas despendidos e até mesmo as condições meteorológicas, que exercem influência na evolução da obra à medida em que condições climáticas desfavoráveis tem o poder de atrasar entregas e comprometer o cronograma previamente estabelecido. Vamos entender melhor. Apontar os dados da empresa, elencando as atribuições e serviços contratados garante rastreabilidade dos responsáveis. Inserir no relatório diário de obras a relação dos funcionários através do nome, da função que ocupa no canteiro de obras e das atividades que realizará no dia torna possível mensurar a produtividade individual de cada colaborador, bem como sua assiduidade, o que torna esse registro potencialmente relevante também para a área de Recursos Humanos da empresa. Manter uma relação dos equipamentos a serem utilizados na obra, do maquinário e de seus respectivos operários, indicando quais são próprios e quais aqueles que são alugados e numerando também a quantidade de cada item fornece um controle mais preciso sobre a alocação dos recursos em função das demandas diárias de cada atividade, possibilitando tomar providências para a melhor fluidez dos serviços. Em um canteiro de obras, com diversas atividades ocorrendo a céu aberto, não é difícil observar a estreita relação entre as boas condições climáticas e a plena fluidez e produtividade dos operários. Aqui, mais uma vez, o RDO corrobora para um testemunho que permite justificar a necessidade de reprogramação de uma etapa em função da influência do mau tempo na conclusão das atividades. Pensando nessa importância é recomendado apontar as condições gerais do tempo (se está aberto, encoberto/nublado ou então chuvoso) e quais serviços precisaram ser eventualmente interrompidos. Caso queira tornar o registro ainda mais completo, convém considerar a instalação no canteiro de obras de um pluviômetro, capaz de fornecer dados precisos da intensidade das chuvas. Segundo a Resolução da CONFEA Nº 1.094, de 31 de Outubro de 2017, o Livro de Ordem deve ser preenchido pelo responsável técnico pela execução da obra e conter o registro das informações listadas abaixo. Vale lembrar que, para efeitos legais, a CONFEA admite o relatório diário de obras ou outros modelos de registro como o Boletim Diário, o Livro de Ocorrências Diárias, a Caderneta de Obras etc., como sendo um Livro de Ordem desde que atendam ao que estabelece a Resolução. 1. Os dados do empreendimento, do proprietário e do responsável técnico, com a respectiva ART (Anotação de Responsabilidade Técnica); 2. A data de início e a data prevista para conclusão da obra; 3. As datas de início e de término de cada etapa prevista; 4. As atas de visitas do responsável técnico; 5. O estágio da evolução da obra no dia de cada visita técnica; 6. Orientações de execução, através do apontamento no próprio RDO de providências relevantes para o cumprimento dos projetos e especificações técnicas; 7.    Relato de possíveis acidentes de trabalho e danos materiais ocorridos durante a execução das atividades; 8.    Informações sobre as prestadoras de serviço terceirizadas, indicando o nome das empresas, os encargos e as atividades que serão desenvolvidas, as datas de início e de conclusão das tarefas e o número das ARTs vinculadas; 9.    Indicação dos períodos de interrupção das atividades, especificando se o motivo é de natureza financeira, meteorológica ou por falhas dos serviços terceirizados não sujeitas à ingerência do responsável técnico; Ainda que os itens apontados acima devam obrigatoriamente constar em todo livro de ordem, a própria Resolução determina que fatos e observações adicionais, que venham a ser julgados pelo responsável técnico como relevantes para a leitura do contexto geral da obra, também possam ser registrados. Recomendamos, portanto, adicionar em seu relatório diário de obras elementos visuais, sobretudo 10. Registros fotográficos que mostrem claramente a observação registrada (como uma imperfeição, por exemplo); 11. Gráficos das variáveis climáticas (tempo aberto, encoberto, chuvoso etc.); 12. Plantas de situação e/ou croquis que indiquem o local do fato apresentado (como um acidente ou o local que requeira providências); 13. Assinaturas pertinentes para comprovar a ciência dos fatos por ambos os lados (contratante x contratada); Citamos acima como incluir um registro fotográfico no seu relatório diário de obras, no entanto, sua implementação é tão vantajosa que vale a pena observarmos mais alguns pontos a respeito: Uma foto tem o grande poder de auditar um fato de maneira que não deixará dúvidas sobre a veracidade do que foi apontado por escrito no diário. Um registro fotográfico tão frequente sobre os serviços que vão sendo executados no canteiro de obras é capaz de proporcionar uma identificação instantânea do panorama geral da evolução da obra, o que se torna muito apreciado por gestores e clientes. O relatório diário de obras por si só já configura um mecanismo de controle de qualidade, no entanto, quando ele é complementado com o registro fotográfico isto se torna mais eficaz, pois as imagens apontam claramente as condições dos materiais (se em bom estado de conservação, se apresentam defeitos etc.), o modo como foram utilizados (se as técnicas de aplicação estão em conformidade ou não com as especificações) e ainda, se existe sobra de materiais que possam ser remanejados para outras frentes da obra, evitando desperdício de recursos. Embora a adoção do relatório diário de obras sirva inicialmente para o atendimento à legislação, é inegável o seu poder de organização de todos os dados relevantes do processo de construção, tornando- se uma das melhores ferramentas de gestão aplicáveis ao canteiro de obras. Para citarmos sucintamente os benefícios que já observamos no decorrer deste artigo, temos: Como vimos, a inserção de um modelo de relatório diário de obras em suas obras é uma prática extremamente benéfica, desejável e viável quando pautada em toda a metodologia que verificamos acima, sobretudo à luz das recomendações da Resolução N.º1089 do CONFEA. Se, por acaso, você sentir que é muita informação para ser processada manualmente, saiba que há recursos tecnológicos disponíveis para automatizar este processo. Esperamos que a discussão deste tópico tenha esclarecido suas eventuais dúvidas acerca de um tema tão importante em seu cotidiano quanto a gestão da construção através do relatório diário de obras. Na constante busca por eficiência na construção civil, a Vobi apresenta uma ferramenta inovadora que promete transformar a maneira como profissionais registram e monitoram o progresso de suas obras: o diário obra. Uma das características marcantes da ferramenta é a centralização de registros fotográficos. Permitindo o armazenamento online do progresso das obras através de relatórios e fotos, a Vobi não apenas simplifica a tarefa, mas também eleva a qualidade e profissionalismo na documentação. Além disso, a eliminação da necessidade de papel e a centralização de medições e inspeções são alcançadas através da funcionalidade de registrar ocorrências online. Isso não só simplifica os processos, mas também contribui para um ambiente de trabalho mais organizado e eficiente. O diário obra online da Vobi vai além ao oferecer a capacidade de acompanhar detalhadamente a evolução das obras e monitorar em tempo real o progresso de cada projeto. Essa funcionalidade permite tomadas de decisões assertivas, identificando possíveis riscos e problemas antes que se tornem obstáculos significativos. A praticidade é levada a outro nível com o aplicativo da Vobi. Profissionais da construção podem criar relatórios diretamente da obra, garantindo eficiência e flexibilidade em qualquer lugar. Solicite um convite agora mesmo e tenha acesso a essa ferramenta. Dê o primeiro passo para otimizar a gestão de projetos e elevar o padrão de excelência na construção civil. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/retrofit Title: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura Meta Description: Descubra como o retrofit pode transformar construções do passado em espaços modernos e atrativos para as demandas atuais e quais os benefícios dessa prática. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/retrofit ## Headings Structure: H1: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura H2: O que é conceito retrofit? H2: Qual a diferença entre reforma e retrofit? H2: Quais os tipos de retrofit? H2: Exemplos de projetos: H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Retrofit: a ferramenta que preserva a história e atualiza a arquitetura H2: O que é conceito retrofit? H2: Qual a diferença entre reforma e retrofit? H2: Quais os tipos de retrofit? H2: Exemplos de projetos: H3: Continuar lendo H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Gótica: entenda tudo sobre a arte das catedrais H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Arquitetura Sustentável: conceitos e princípios para aplicar nos seus projetos H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Decoração boho: o que é, princípios e aplicações na arquitetura de interiores H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura Vernacular: aprendendo com uma técnica milenar H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H4: Arquitetura barroca: entenda o movimento arquitetônico das extravagâncias decorativas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A construção civil é uma das indústrias mais importantes do mundo, mas também é responsável por uma grande quantidade de desperdício de materiais e consumo de energia. Diante desse cenário, o retrofit surge como uma solução sustentável e econômica para melhorar a eficiência energética e prolongar a vida útil de edifícios existentes. O retrofit envolve a modernização de edifícios antigos por meio da atualização de sistemas elétricos, hidráulicos, de iluminação, estrutural, entre outros. O objetivo é melhorar o conforto dos usuários, reduzir os custos operacionais e de manutenção, e diminuir o impacto ambiental do edifício sem descaracterizar o conceito arquitetônico original.. Nesta leitura, vamos explorar como o retrofit pode ser aplicado na construção civil, quais são os benefícios dessa prática e como ela pode ajudar a construir um futuro mais sustentável e eficiente. Vejamos as dúvidas mais comuns sobre o retrofit: Apesar do termo “retrofit” não ter tradução literal, ele tem origem no inglês e pode ser entendido como "atualização" ou "modernização". Embora a palavra possa ser usada em diferentes contextos, o conceito de retrofit na construção civil se originou nos Estados Unidos e na Europa, em meados do século XX,  quando surgiram impedimentos ligados à legislação local que proibia que alguns edifícios fossem demolidos já que faziam parte de um rico acervo arquitetônico de épocas anteriores. Diante desse cenário houve mobilização por parte de setores da construção civil para dar novos usos e repaginar tais edifícios sem descaracterizar a arquitetura original no qual foram concebidas. No Brasil, a prática do retrofit na construção civil chegou mais tarde em comparação com outros países, como os Estados Unidos e a Europa. A adoção dessa técnica começou a ganhar força na última década, em resposta ao crescimento da demanda por espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis. O retrofit se tornou uma prática cada vez mais comum no país devido à necessidade de atualização de edifícios antigos, muitos dos quais possuíam problemas de conservação, conforto e segurança. Além disso, a adoção do retrofit também foi influenciada pela crescente preocupação com a sustentabilidade e a eficiência energética, em linha com as tendências globais. Atualmente, o retrofit é uma prática cada vez mais presente no mercado imobiliário brasileiro, principalmente em grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A técnica é utilizada em diferentes tipos de edifícios, incluindo prédios comerciais, residenciais e históricos, contribuindo para a modernização e a eficiência das construções, além de promover a preservação do patrimônio arquitetônico e cultural do país. O objetivo do retrofit é prolongar a vida útil do edifício, tornando-o mais sustentável e funcional, além de reduzir os custos operacionais e de manutenção. O retrofit também pode incluir a atualização das instalações elétricas e hidráulicas, a melhoria da eficiência energética, a instalação de novos sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado,  atualização da iluminação, renovação da fachada e a melhoria da acessibilidade e segurança, além de adequar o edifício a normas e leis atuais. Não é incomum que o retrofit seja confundido com outros conceitos como a reforma, e por mais que eles tenham pontos em comum, existem diferenças fundamentais entre eles. A diferença entre reforma e retrofit está relacionada ao objetivo principal de cada intervenção em um edifício ou espaço construído. A seguir, vamos descrever as diferenças entre cada um deles: A reforma na construção civil geralmente tem como objetivo realizar mudanças estéticas ou funcionais em um edifício ou espaço construído. Essas mudanças podem variar em escopo e complexidade, desde pequenas alterações no layout ou acabamento até a renovação completa de um edifício. As reformas podem ser realizadas para melhorar a aparência, funcionalidade ou valor do imóvel. Por outro lado, o retrofit na construção civil tem como objetivo melhorar a eficiência energética, segurança, conforto ou sustentabilidade de um edifício existente, muitas vezes antigo ou obsoleto. O retrofit pode envolver a atualização de elementos estruturais, instalações elétricas e hidráulicas, isolamento térmico, entre outros sistemas e tecnologias que ajudam a tornar o edifício mais sustentável e eficiente mantendo seu estilo arquitetônico original. Sendo assim, a principal diferença entre reforma e retrofit é que a reforma geralmente visa mudanças estéticas ou funcionais, enquanto o retrofit visa melhorias específicas relacionadas à sustentabilidade, eficiência energética ou segurança do edifício. Ambas as intervenções podem ser necessárias para atualizar, melhorar e valorizar um edifício existente, mas os objetivos e o escopo de cada uma são diferentes. Existem vários tipos de retrofit que podem ser realizados em edifícios, dependendo das necessidades específicas de cada projeto. A seguir, analisaremos alguns dos tipos de retrofit mais comuns: Tem como objetivo melhorar a eficiência energética do edifício, reduzindo seu consumo de energia e emissões de carbono. Pode incluir atualizações em sistemas de iluminação, aquecimento, ventilação e ar-condicionado, isolamento térmico, entre outros. Visa melhorar a capacidade estrutural do edifício, reforçando ou substituindo elementos estruturais que possam estar danificados devido ao tempo de uso e degradação. Pode incluir a substituição de vigas e pilares, reforço de fundações, entre outros. Tem como objetivo atualizar ou melhorar a aparência e funcionalidade da fachada do edifício. Pode incluir a substituição de revestimentos, janelas, vidros, entre outros. Retrofit de sistemas hidráulicos e sanitários: Visa melhorar a eficiência e segurança dos sistemas de água e esgoto do edifício. Pode incluir a atualização de tubulações, instalação de sistemas de reuso de água pluvial, troca de peças hidráulicas obsoletas, entre outros. Tem como objetivo melhorar o isolamento acústico do edifício, reduzindo o impacto do ruído externo e interno. Pode incluir a instalação de janelas duplas, isolamento de paredes e pisos, entre outros. ‍Retrofit de segurança contra incêndios: Visa melhorar a segurança contra incêndios do edifício, atualizando sistemas de detecção e alarme de incêndio, sistemas de sprinklers, rotas de fuga, entre outros. ‍Retrofit de iluminação: Tem como objetivo melhorar a eficiência e qualidade da iluminação do edifício, substituindo lâmpadas e luminárias antigas por opções mais modernas e eficientes. Isso pode ajudar a reduzir o consumo de energia e aumentar o conforto visual dos usuários. ‍Retrofit de acessibilidade: Talvez um dos mais comuns, visa tornar o edifício mais acessível para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, atualizando rampas, elevadores, banheiros, entre outros. Isso pode melhorar a acessibilidade e inclusão de todos os usuários do edifício. ‍Retrofit de tecnologia e dados móveis: Visa atualizar a infraestrutura de tecnologia da informação do edifício, incluindo a instalação de redes de internet de alta velocidade, sistemas de controle de acesso, entre outros. Isso pode melhorar a conectividade e segurança dos usuários do edifício. Embora o movimento do retrofit não seja tão antigo, já é possível citar exemplos de aplicação dessa técnica em edifícios importantes no Brasil. Elencamos os principais, vejamos: Hotel Fasano, em Salvador (BA) Trata-se de um clássico exemplo da aplicação da técnica retrofit. O edifício foi tombado como patrimônio histórico de Salvador, e abrigou durante 45 anos a sede do jornal “A Tarde”,  foi reinaugurado em 2018 recebendo uso como uma unidade de hotelaria renomada. O luxuoso edifício típico da Art Déco, tem sua fachada revestida com argamassa de pó de pedra, e teve preservado alguns elementos originais importantes. No lobby foi mantido o revestimento original de mármore Carrara e Granito verde Alpe, enquanto nos quartos os desenhos originais das portas foram preservados, incluindo as janelas superiores das portas. No entanto foi aplicado nas janelas e portas tratamento acústico com a aplicação de vidro duplo na janela, uso de madeira maciça , mantas acústicas dentre outros. Dessa forma, fica claro que houve preocupação em aumentar a eficiência do prédio sem descaracterizar a arquitetura original. ‍Sesc Pompéia, em São Paulo O Sesc Pompeia é um exemplo bem-sucedido de retrofit realizado em um edifício histórico em São Paulo. O projeto foi desenvolvido pela renomada arquiteta brasileira Lina Bo Bardi na década de 1986, transformando uma antiga fábrica de tambores em um complexo cultural. O retrofit do Sesc Pompéia  teve como objetivo melhorar a eficiência energética do edifício, atualizando suas instalações e sistemas, mantendo a essência do projeto original e preservando o patrimônio histórico e cultural do local. ‍Edifício Galeria, no Rio de Janeiro (RJ) O Edifício Galeria é um importante marco arquitetônico e cultural localizado no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire em 1928, o edifício passou por um retrofit entre 2009 e 2011, a fim de modernizar e atualizar suas instalações e sistemas, sem descaracterizar sua arquitetura e história. O projeto de retrofit do Edifício Galeria foi reformado e modernizado pela Tishman Speyer . Algumas das principais mudanças realizadas durante o retrofit incluem: Com essas medidas, o retrofit do Edifício Galeria conseguiu modernizar e atualizar as instalações e sistemas do edifício, melhorando o conforto e a experiência dos usuários, sem descaracterizar a arquitetura e a história do local. Além disso, o projeto contribuiu para a revitalização do centro histórico do Rio de Janeiro, promovendo a valorização imobiliária e o desenvolvimento econômico da região. Ainda está em dúvida entre fazer uma reforma ou demolir ou fazer um retrofit? Listamos as principais vantagens que o retrofit oferece, tais como: Essas são apenas algumas das vantagens que podem ser obtidas com um retrofit em um edifício existente. Vale ressaltar que as vantagens específicas dependem das necessidades e objetivos do proprietário e usuários do edifício, bem como do tipo de retrofit realizado. Ao optar por realizar o retrofit, é imprescindível contratar um arquiteto qualificado para atender as exigências normativas e conduzir a obra com segurança. https://archtrends.com/ https://casacor.abril.com.br/ https://www.urbanizetv.com.br/ https://www.vivadecora.com.br/pro/ https://g1.globo.com/ Livro: Patologia de estruturas; Por Fabricio Longhi Bolina, Bernardo Fonseca Tutikian, Paulo Helene Livro: Planejamento Técnico Da Construção Civil Por Eliane Gallo Aquino, 2012 --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/revit-para-arquitetos Title: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos Meta Description: O Revit para arquitetos, têm sido cada vez mais adotado por escritórios de arquitetura do mundo todo. Saiba sobre o papel desse software na construção civil. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/revit-para-arquitetos ## Headings Structure: H1: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H2: O que é? H2: Benefícios do software H3: 1. Qualidade no projeto H3: 2. Processos mais rápidos H3: 3. Redução de custos H2: Diferença entre AutoCAD e Revit H2: Famílias BIM Revit H3: 1. SpBIM H3: 2. Plataforma BIMBR H3: 3. bim object H3: 4. Parametric Components H3: 5. Herman Miller H2: Como fazer o download do Revit H3: Versão estudante H3: Versão Revit 2021 H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Revit para arquitetos: transformação digital em projetos H2: O que é? H2: Benefícios do software H3: 1. Qualidade no projeto H3: 2. Processos mais rápidos H3: 3. Redução de custos H2: Diferença entre AutoCAD e Revit H2: Famílias BIM Revit H3: 1. SpBIM H3: 2. Plataforma BIMBR H3: 3. bim object H3: 4. Parametric Components H3: 5. Herman Miller H2: Como fazer o download do Revit H3: Versão estudante H3: Versão Revit 2021 H3: Continuar lendo H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: CRM de vendas: como aplicar a gestão de oportunidades H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Gestão financeira na arquitetura e construção civil: conheça seus números para crescer e faturar mais H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H4: Gestão de documentos: conheça a ferramenta para aumentar a produtividade e organização do seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O uso BIM (Building Information Model, em português Modelagem da Informação da Construção) marca, atualmente, as transformações digitais na construção civil. O investimento na implementação do Revit para arquitetos, como ferramenta digital BIM, capaz de trazer inovação para otimizar processos, melhorar a eficiência e gerar qualidade nas entregas dos produtos, tem sido cada vez mais adotado. As iniciativas de fomento e regulamentação dessa tecnologia são uma realidade concreta. Muitos escritórios já utilizam ou estão fazendo essa migração a fim de trazer melhores resultados para a empresa. Aumentar o desempenho, evitar retrabalhos, garantir otimização de tempo e custo, ampliar o diferencial competitivo e oferecer transparência, são alguns dos benefícios que a utilização do software alcança. Se você ainda não começou a estruturar sua empresa para ter a tecnologia como aliada no desenvolvimento de projeto, acompanhe esse artigo e conheça mais sobre o Revit para arquitetos. Você aprenderá sobre os seguintes tópicos: O Revit para arquitetos é um programa utilizado, também, por engenheiros e designers de interiores para modelagem da informação da construção, mais conhecido como BIM, possuindo muitos recursos para representações 3D realistas e precisas de um ambiente a ser construído. Ao desenvolver um projeto no programa, é possível em um só arquivo, modelar a edificação, suas estruturas e instalações. Junto a modelagem, adicionar informações de custo, tempo, método construtivo e materialidade. Assim, fica muito mais fácil obter a documentação do projeto arquitetônico, de interiores, climatização, elétrica, hidráulica, mecânicas, segurança contra incêndio, entre outros. A junção dessas disciplinas traz transparência ao projeto e diminui a possibilidade de equívocos na construção, advindos de incompatibilidade de informações e inexecução do planejamento exposto para o projeto. Desenvolvido pela empresa Autodesk, também responsável pelo AutoCAD, software bastante consolidado no segmento da construção civil, o Revit, logo, também tornou-se popular em virtude da desenvolvedora ser a líder mundial em tecnologia de projetos e criação voltada à área da construção civil. Embora os métodos de desenvolvimento sejam diferentes, quem utiliza o AutoCAD pode ter um pouco de facilidade em projetar no Revit. Ambos possuem algumas funcionalidades semelhantes, além de serem bastante intuitivos. A tecnologia BIM traz muitos benefícios quando bem implementada em escritórios de arquitetura e design de interiores. Conheça algumas delas: ✔️ Otimização do fluxo de trabalho; ✔️ Maior produtividade; ✔️ Melhor gestão de documentos; ✔️ Maior gerenciamento de informações; ✔️ Melhor tomada de decisões; ✔️ Menor probabilidade de erros; ✔️ Construção mais consciente; ✔️ Oportunidade de negócios; ✔️ Proporciona ao cliente a experiência da realidade virtual e aumentada. O Revit para arquitetos, por ser um programa BIM, possui todos esses benefícios que o sistema oferece. Acompanhe a seguir, as principais: Com o Revit é possível realizar diversas análises na edificação, como fatores sustentáveis, desde a concepção até a sua demolição, avaliando, por exemplo, a eficiência energética do edifício. A capacidade de compatibilização entre as disciplinas (estrutural, hidrossanitária, elétrica, mecânica, entre outros) permite o desenvolvimento de projetos mais complexos, com a simulação antecipada do que vai ocorrer no canteiro de obras. A digitalização de processos permite projetos tão inovadores e em escalas maiores. O Centro Cultural da Juventude de Nanjing (China), projetado por Zaha Hadid Architects, é a prova disso. A utilização do BIM foi essencial para a qualidade do projeto, que priorizou a redução do tempo de construção e seus trabalhos. A facilidade de testar diferentes soluções em um modelo digital torna mais claro, na prática, os benefícios que a tecnologia promove. O desenvolvimento de projetos no Revit para arquitetos tendem a ser mais rápidos pela capacidade do programa gerar vistas, de forma automática, conforme são feitas a elaboração de plantas baixas. Isso contribui de forma direta no desempenho do projeto, onde os desenhos são feitos com mais agilidade e precisão. Não é necessário preocupar-se a todo momento em corrigir a documentação técnica, pois as mudanças nas representações ocorrem de forma imediata, garantindo que não se ocorra erros nesse processo pela perda de informações. Além do mais, há muitos ganhos no quesito comunicação em equipe, já que é possível trabalhar simultaneamente com o compartilhamento do projeto em um arquivo central. Na fase de levantamento de quantitativos das composições, o cálculo de todos os materiais e recursos que serão necessários para a execução de uma obra, através da utilização do BIM, possibilita que não haja gastos desnecessários e desperdícios na obra, além de nortear o contratante se o projeto está dentro do orçamento esperado. Os softwares são ferramentas essenciais que auxiliam arquitetos e designers de interiores na criação de desenhos técnicos, como plantas baixas e perspectivas tridimensionais. O uso da tecnologia permite que o profissional consiga elucidar suas ideias para clientes e demais pessoas envolvidas no projeto. Enquanto o Revit como um programa BIM, tem o objetivo de desenvolver um modelo tridimensional e parametrizado de projeto arquitetônico, estrutural e de instalações. O AutoCAD, por outro lado, é um programa de sistema CAD (Desenho Auxiliado por Computador), que tem como proposta a representação do desenho técnico de projetos de arquitetura, utilizando-se de linhas e formas geométricas. Ambos podem ser utilizados para desenvolver o mesmo produto, entretanto, os métodos para isso são distintos. No AutoCAD, apesar das diversas funcionalidades para o desempenho de desenhos bidimensionais e tridimensionais, os desenhos são feitos com menor nível de detalhamento, sendo muito usual a inserção de blocos prontos. Atualmente, entende-se que o método CAD, muitas vezes ocorre uma idealização distorcida entre o virtual e a realidade. Nesse ponto, o software Revit, ao construir elementos tridimensionais e associar informações, como dimensões, materiais, fabricantes, custos e texturas, permite maior facilidade para obter quantitativos. A partir dessas informações, é possível visualizar a edificação, entendendo como irá se comportar na realidade. Também é feito, de forma prática, a extração de diferentes tabelas, como por exemplo, quantitativo de esquadrias, argamassas, revestimentos, entre outras informações pertinentes a execução da obra. A capacidade de alterar as características das famílias com facilidade e essas alterações serem identificadas automaticamente em toda documentação de projeto, garante agilidade no fluxo de trabalho, diferentemente do software CAD, que os componentes são somente desenhos, que precisam ser alterados em todas as vistas de forma manual. Além disso, é possível ter uma melhor coordenação de projetos de diferentes disciplinas e profissionais, já que no Revit para arquitetos, a equipe pode visualizar as alterações em tempo real remotamente. Sendo esse, um ponto positivo para a nova realidade da profissão, onde o trabalho remoto se mostra uma tendência mundial. Sabendo essas diferenças entre os programas, você será capaz de entender qual melhor tecnologia será benéfica para o seu dia a dia, avaliando sempre, as suas necessidades e recursos disponíveis. Quando o assunto é BIM, certamente você já ouviu falar em objeto paramétrico, não é mesmo? Caso não tenha ou não saiba o que é, vamos te explicar! Todo elemento de algum modelo BIM pode ser paramétrico, isto é, ter regras capazes de mudar as suas características. Por exemplo, um guarda roupa paramétrico é aquele que pode mudar as suas dimensões de largura, altura e profundidade de acordo com a necessidade. Podemos, então, parametrizá-lo mais ainda, ditando regras mais complexas como a altura de sua base e topo ou mudança de dimensões de gavetas e prateleiras. Esses objetos são essenciais para um fluxo de trabalho no Revit, pois facilitam a modelagem no dia a dia, a cada projeto só é preciso preencher em algumas informações e com facilidade obtém-se um novo elemento com uma nova aparência. A capacidade desses objetos serem organizados com regras e informações associadas são chamados de “famílias”. Podemos inserir dimensões, como citado antes, como também, categorizá-las quanto a sua função, preço, materiais, entre outras atribuições. Elas podem ser encontradas instaladas no programa ou podem ser encontradas opções de download na internet. Atualmente, lojas e fabricantes de produtos disponibilizam as famílias, para você especificá-los de modo igual a realidade. Nós da Vobi, pensando em facilitar a sua vida, separamos dicas de sites para você baixar algumas famílias do Revit para arquitetos. Para começar a usar o Revit para arquitetos, é fundamental que você baixe o programa original licenciado pela Autodesk, garantindo que não se tenha modificações ou códigos adulterados para agir de forma má intencionada no computador, evitando riscos, como perda de trabalho, funcionamento incorreto do software, não ter acesso ao suporte da Autodesk, além de violar os direitos autorais e propriedade intelectual sobre software. Se você quer saber como fazer o download do Revit de forma segura, acompanhe esse tópico. Se você é estudante e deseja baixar a versão gratuita para fins educacionais, basta criar uma conta no site da Autodesk. Colocar suas informações e as da instituição de ensino. Será concedido, então, uma licença gratuita educacional, onde é exigido somente a renovação única de elegibilidade. Separamos um passo a passo para você ter acesso ao programa, a seguir. 1. Para começar: entre no site da Autodesk Education e vá na página dos produtos > em Revit, clique em introdução > entre na sua conta ou se inscreva > selecione o país, função educacional, tipo e nome da instituição, e data de nascimento; 2. O próximo passo é colocar as informações pessoais, como nome, e-mail e senha, bem como, aceitar os termos de uso. Confira se recebeu um e-mail da Autodesk pedindo a verificação. Assim, você poderá completar seu perfil educacional, com nome da instituição, certificando que as informações estão corretas; 3. Após o preenchimento das informações, a plataforma irá liberar as opções de download > escolha a versão 2021, o sistema operacional e a linguagem em que deseja utilizar o software > copie as três informações que irá aparecer na tela (serial number, product key e files size) > desça a página e clique em install now (instalar agora); 4. Com o download feito, execute o arquivo, aparecerá o instalador do Revit 2021 > clique em install (instalar) > aceite os termos de uso > clique em next (próximo) e selecione as bibliotecas que você deseja instalar junto, clique em next novamente. Com a finalização da instalação, clique em abrir agora e cole as informações de licenças que você copiou. Agora é só finalizar! Agora, se você é um profissional da área e deseja baixar o Revit 2021, primeiro é necessário escolher a versão e adquirir a licença no site da Autodesk Account, o preço do programa custa um pouco mais de R$ 10.000 por ano. Caso você ainda esteja em dúvida, é possível fazer o teste válido por 30 dias, antes de efetuar a compra. 1. Após fazer o login, localize seu produto, escolha a versão e o idioma, e finalize escolhendo um método de download. 2. A seguir, execute o arquivo, leia e clique em aceitar o contrato de licença. 3. Feito isso, clique em instalar e após estiver concluída, feche o instalador e inicie o programa. Pronto, você já pode começar a usar sua nova ferramenta de trabalho - o Revit para arquitetos! Não esqueça de acompanhar a Vobi para receber mais conteúdos como esse, que irão ampliar seus conhecimentos e te capacitar para gerir um escritório do futuro. E aí, o que você está esperando? Os melhores escritórios já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? Acesse nosso site oficial: www.vobi.com.br, clique em “Solicitar convite” no canto superior direito da página, em seguida preencha o formulário com os seus dados. O convite é o primeiro passo que você estará dando para o futuro. Após sua solicitação é só aguardar o contato da nossa equipe que passará todas as orientações de como seguir com a contratação, bem como, sanará todas as suas dúvidas antes de fechar qualquer negócio. O mundo está mudando, não fique parado no tempo. www.arquitetoleandroamaral.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/roi Title: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) Meta Description: O ROI é uma importante métrica de avaliação da relação entre o dinheiro ganho e o dinheiro investido em um projeto. Você sabe como fazer esse cálculo? Leia já Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/roi ## Headings Structure: H1: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H2: O que é ROI? H2: Benefícios em calcular o ROI H2: Como calcular o retorno de investimento de uma obra? H2: Como garantir a saúde do seu negócio através da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H2: O que é ROI? H2: Benefícios em calcular o ROI H2: Como calcular o retorno de investimento de uma obra? H2: Como garantir a saúde do seu negócio através da Vobi H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A chave para fazer boas escolhas de investimentos em uma empresa é entender, de forma clara, quais estratégias são mais adequadas para levar o negócio mais próximo de alcançar suas metas. Para saber qual tática é mais eficaz, o (Retorno Sobre Investimento) é um ótimo indicador para ser usado como base para tomada de decisões. O funcionamento de uma construtora depende do retorno do investimento na construção civil, por exemplo. Os custos de um projeto precisam ser convertidos em lucros, que por sua vez, geram uma renda para investimentos futuros. É através do ROI que uma construtora pode assegurar-se que um projeto é viável antes de bater o martelo para o fechamento do contrato. Então, esse indicador se torna importantíssimo já que uma vez que o contrato é fechado, não tem como paralisar uma obra por entender que não é rentável. Se você ainda não conhece o conceito de ROI ou tem dúvidas para calculá-lo, este artigo irá explicar tudo o que é preciso saber sobre essa métrica importante para seu negócio. Acompanhe os seguintes tópicos: O ROI, ou Retorno Sobre Investimento, é uma fórmula usada para calcular o retorno com base nos investimentos realizados. Ou seja, é uma maneira eficaz de analisar se um projeto é viável no âmbito financeiro. A fórmula do ROI é a seguinte: Onde, o ganho obtido é o valor que a construtora pretende vender ou alugar o empreendimento que está sendo construído. Por ser uma ferramenta simples de análise financeira, essa estimativa ajuda na hora de identificar o percentual de retorno que será obtido e também serve como um guia para determinar o valor de venda que resultará em nenhum retorno. O ROI é amplamente utilizado em diversas áreas, assim como na construção civil, sendo um aliado dos gestores de projetos. É possível prever os custos do empreendimento, através do cálculo do ROI, e identificar de forma mais ágil a necessidade de um financiamento. Caso a empresa não tenha recursos suficientes para dar início a um projeto, pode ser necessário buscar algum tipo de financiamento. Ao utilizar análise do ROI e agilidade na visão estratégica, é possível ter uma gestão mais fluida do projeto e evita que os gestores sejam surpreendidos com custos não previstos. Além disso, ao aplicar o cálculo as construtoras conseguem ter mais segurança e assertividade na gestão de obra, assim como na empresa em sua totalidade. Os gestores podem avaliar o desempenho das equipes envolvidas na obra, do maquinário usado, do retorno de compras, etc. Com informações mais claras sobre os investimentos importantes e os possíveis retornos, o planejamento detalhado, considerando os riscos, orçamento e cronograma, torna-se uma tarefa mais fácil. Como também, a partir do cálculo ROI, é possível controlar de forma efetiva a entrada e saída de recursos do fluxo de caixa. Com a métrica, há maior clareza sobre o andamento financeiro da execução da obra, identificando as oportunidades de otimização de recursos. Além do mais, com o controle do fluxo de caixa é possível gerir melhor o capital de giro, o que garante a alocação adequada de recursos e a continuidade das atividades da construtora, por exemplo. 1° Passo - Calcular o lucro obtido É necessário calcular o lucro obtido com a obra, considerando todas as receitas geradas pela obra, como a venda ou aluguel do imóvel, e subtrair os custos associados à obra, por exemplo, os custos de construção, mão de obra, materiais, impostos, etc. 2° Passo - Calcular o valor investido É necessário contabilizar o valor total investido na obra, incluindo os gastos como aquisição do terreno, construção, reformas, despesas com burocracias, entre outros. 3° Passo - Calcular o ROI Agora é só aplicar na fórmula do ROI, dividindo o lucro obtido com a obra pelo valor investido e multiplicar por 100 para obter o resultado em porcentagem. Uma métrica positiva indica que o investimento foi rentável, enquanto a negativa indica que não foi rentável. Se uma construtora gastar R$ 150 mil na construção de um imóvel que pretende vender por R$ 280 mil, o ROI será de: ROI = (280.000 - 150.000) / 150.000 x 100 ROI = 130.000 / 150.000 x 100 Com isso, o retorno do investimento na construção será de 86%. Sabemos o quanto é importante ter uma visão clara dos resultados da sua empresa e assim avaliar se ela teve lucro ou prejuízo em determinado período para entender como está a saúde do seu negócio. Para auxiliar nesse processo, o uso de relatórios financeiros são essenciais para tomada de decisão e desenvolvimento da sua empresa. Através da análise dos resultados obtidos você pode decidir sobre cortes de gastos, investimentos estratégicos ou medidas necessárias para aumentar os lucros do seu negócio. E com a finalidade de garantir uma gestão cada vez mais eficiente para o seu negócio, os relatórios gerenciais da Vobi proporcionam um diagnóstico completo da sua empresa em questão de minutos. Essa solução possibilita uma análise detalhada dos dados financeiros e avaliação do desempenho de cada projeto, através do cálculo ROI, fornecendo insights relevantes para a tomada de decisão estratégica e o crescimento sustentável do seu negócio. Tudo em um só lugar, já pensou? Os relatórios de resultados consolidados ou previstos por projeto podem ser analisados de forma prática e visual através de gráficos e filtros detalhados. Por exemplo, é possível escolher o tipo de relatório desejado e organizar o gráfico por data, filtrando por Projeto, Conta, Cliente, Fornecedor e Centro de Custo. Ah, é importante conferir a data de início e fim para filtrar os dados desejados, sendo possível selecionar um intervalo de até 12 meses para uma visão ampla do negócio. Já a visualização do gráfico pode ser alterada para analisar apenas Receitas ou Despesas, ou ambos em Resultado do período. Em seguida, é possível analisar os mesmos dados em formato de lista, com informações do cliente cadastrado em cada projeto e o resultado consolidado ou previsto. Caso você deseje, é possível exportar as informações do relatório em formato CSV, Excel ou PDF. Sabendo que o cálculo do retorno de investimento (ROI) de uma obra pode ser obtido através do acompanhamento das receitas e despesas associadas à obra, como também do lucro obtido, com a Vobi, é possível gerar relatório de fluxo de caixa mostrando as movimentações de entradas e saídas do seu negócio, permitindo acompanhar as receitas e despesas marcadas como "pago" em todos os meses do ano escolhido. Essa análise fornece uma visão ampla das operações da empresa, possibilitando identificar períodos de lucro ou prejuízo e visualizar a evolução do saldo do caixa para tomar medidas adequadas. Para isso, é só você escolher o relatório de Fluxo de Caixa e selecionar o ano desejado para acompanhar e visualizar. Os filtros podem ser utilizados para alterar a visualização da tabela por Projeto, Conta, Cliente, Fornecedor e Centro de Custo. A partir daí, o relatório apresenta informações sobre saldo inicial, receitas e despesas detalhadas por categoria, resultado (soma das receitas pagas subtraídas pelas despesas), e saldo final (soma do saldo inicial com o resultado). Recomendamos que você adicione o saldo atual da empresa como uma nova receita, criando uma categoria específica para saldo, para iniciar o acompanhamento do fluxo de caixa de forma efetiva. Caso você tenha dúvida sobre como entender os resultados da sua empresa através dos Relatórios da Vobi, acesse a central de ajuda, clicando aqui. https://rockcontent.com/br/blog/ https://rohden.com.br/ https://blog.obraprimaweb.com.br/ https://celere-ce.com.br/ https://rohden.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/rrt Title: Tudo sobre RRT (Registro de Responsabilidade Técnica). Meta Description: RRT é um documento que assegura a existência de um responsável habilitado em obras, projetos e serviços técnicos de Arquitetura e Urbanismo. Leia o artigo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/rrt ## Headings Structure: H1: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H2: O que é RRT? H2: Quem pode emitir a RRT? H2: Como fazer a RRT? H2: Como emitir a RRT? H2: Quanto custa emitir RRT? H2: Diferença entre ART e RRT H2: Como fazer a baixa do RRT? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H2: O que é RRT? H2: Quem pode emitir a RRT? H2: Como fazer a RRT? H2: Como emitir a RRT? H2: Quanto custa emitir RRT? H2: Diferença entre ART e RRT H2: Como fazer a baixa do RRT? H3: Continuar lendo H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Projeto executivo de arquitetura: O grande plano de ação H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O Registro de Responsabilidade Técnica, mais conhecido como RRT, é um documento importante na construção civil. No decorrer do processo de construção de um imóvel, a prefeitura de cada cidade exige que sejam documentados vários registros. Na área civil, existem o RRT e a ART. Ambos são documentos que garantem a construção, sendo eles emitidos por um engenheiro ou arquiteto. O RRT é exigido para assegurar que um projeto seja realizado por um arquiteto. Ou seja, ele serve para qualificar e certificar esse profissional a dar início a uma obra. Resguardando assim ambas as partes - o comprador responsável pela construção e o arquiteto. Esse documento também é importante para que os próprios profissionais possam emitir certidões e outras documentações técnicas. Conheça mais sobre as regras desse registro, acompanhe os seguintes tópicos: O RRT é um documento que confirma a existência de um responsável técnico de arquitetura e urbanismo devidamente credenciado pelo Conselho a realizar projetos e outras atividades ligadas a obras e serviços. Esses documentos servem como acervo do profissional arquiteto e urbanista, isso porque eles são gravados no Sistema de Informação e Comunicação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (SICCAU). “É uma proteção à sociedade e confere legitimidade ao profissional, fornecendo segurança técnica e jurídica para quem contrata e para quem é contratado.” - Fonte: CAU BR É de responsabilidade do arquiteto e urbanista emitir a RRT, já que é esse profissional que tem acesso ao sistema do CAU. Ele deve realizar a RRT quando desempenhar alguma das atividades técnicas de arquitetura e urbanismo relatadas no artigo 3° da Resolução CAU/BR nº 21. Saiba quais são os sete grupos de atividades: ✔ Planejamento Regional e Urbano ✔ Atividades Especiais em Arquitetura e Urbanismo e especialistas em Engenharia de Segurança do Trabalho. #Atente-se: A RRT pode ter várias atividades de um mesmo grupo, no entanto, quando houver mais de uma de grupos diferentes, devem ser efetuados registros distintos. O profissional deve escolher qual modalidade de registro se encaixa nas atividades que serão desempenhadas. Você conhece as quatro opções disponíveis? Se você é arquiteto e deseja emitir uma RRT, acompanhe as formas de participação na atividade que será registrada. Entenda a diferença: O próximo passo é organizar os documentos e dados necessários para efetivação do documento: O preenchimento leva cerca de 10 minutos e pode levar até 2 dias úteis para compensação do boleto. 1° Passo: Logue com CPF e senha o SICCAU através do site: caubr.gov.br; 2° Passo: Preencha o Registro de Responsabilidade Técnica. 3° Passo: Emita a RRT, até a quitação do boleto, o documento irá ficar disponível com uma tarja “rascunho”, sem o número do registro. 4° Passo: Pague o boleto e tenha acesso a RRT definitiva, contendo número de registro e sem a tarja. Se você é arquiteto e quer ter controle sobre a contabilidade do seu escritório, fique atento aos valores integrais das taxas cobradas pelo CAU em 2023. Confira a seguir: O CAU permite que os profissionais paguem essas e outras taxas através de cartão de crédito, em até 12 vezes. Mas o conselho pede atenção na conferência das condições financeiras e viabilidade do parcelamento, levando em consideração a quantidade, o valor e os juros mensais nas parcelas. Em casos de dúvidas, acesse o site do CAU, clicando aqui. Tanto a RRT e a ART são documentos importantes para assegurar a responsabilidade pela obra, garantindo assim, que o cliente e a sociedade estejam protegidos em casos de sinistros e outras problemáticas. A diferença é que a RRT é emitida por arquitetos e urbanistas através do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, e deve ser solicitada a cada obra ou serviço para viabilizar os mesmos de forma legal. Já a ART é emitida por engenheiros através do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. Esse documento também assegura ao contratante que o  profissional está apto a desenvolver aquele determinado projeto. Conheça um pouco mais sobre ART, leia o artigo que preparamos sobre esse assunto clicando aqui. É preciso dar baixa no RRT toda vez que a atividade desempenhada for concluída ou interrompida por algum motivo. Esse processo não precisa de análise ou aprovação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, só precisa ser feito pelo profissional através do SICCAU. O CAU só analisa casos específicos como omissão do arquiteto e urbanismo, falecimento do profissional ou suspensão/cancelamento do registro profissional. Vale ressaltar que se o RRT for composto por várias atividades e só uma delas tenha sido finalizada, é necessário fazer um RRT Retificador. Este documento é gratuito e serve para dar baixa somente no que foi concluído ou interrompido, de acordo com o CAU. www.vivadecora.com.br www.melhortaxa.com.br transparencia.caubr.gov.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/saiba-como-administrar-sua-empresa-de-design-ou-de-arquitetura-sem-estresse Title: Saiba como administrar sua empresa de design sem estresse Meta Description: Confira as dicas para evitar estresses na administração da sua empresa de design ou de arquitetura. Saiba como lidar com clientes, colaboradores e com seu tempo Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/saiba-como-administrar-sua-empresa-de-design-ou-de-arquitetura-sem-estresse ## Headings Structure: H1: Saiba como administrar sua empresa de design ou de arquitetura sem estresse H2: Foco nos clientes H2: Tenha propósito e planejamento H2: Procure por pessoas e empresas transparentes H2: Marketing com propósito H2: Lidere sua empresa H2: Gerencie os custos H2: Gerencie seu tempo H2: Estabeleça limites H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Saiba como administrar sua empresa de design ou de arquitetura sem estresse H2: Foco nos clientes H2: Tenha propósito e planejamento H2: Procure por pessoas e empresas transparentes H2: Marketing com propósito H2: Lidere sua empresa H2: Gerencie os custos H2: Gerencie seu tempo H2: Estabeleça limites H3: Continuar lendo H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: 6 fatores que impedem que o seu negócio cresça: saiba o que fazer para contornar a situação e fortalecer o seu escritório H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Como construir a sua marca pessoal: a melhor maneira de impulsionar sua carreira e seus negócios H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H4: Metas S.M.A.R.T. para arquitetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Reuniões com colaboradores e com clientes, visitas técnicas, resolver pendências, desenvolver proposta comercial, escolher os melhores revestimentos e gerenciar as expectativas dos clientes. As tarefas administrativas e técnicas de um escritório de arquitetura e/ou design são muitas e exigem que o profissional seja multitarefa no dia a dia. A gestão de tempo, de relacionamento com clientes e de tarefas são algumas das formas para evitar estresses da rotina de profissionais, e muitas vezes, também de empreendedores. Confira as dicas para administrar seu negócio de forma mais tranquila: Entender tudo sobre os hábitos de consumo e as preferências do seu cliente é fundamental para a sobrevivência do seu negócio, e consequentemente, para sua tranquilidade no dia a dia. Entenda quais são os desejos, as formas de pagamento que ele deseja encontrar e o que mais o agrada. Fique atento, também, às etapas do funil de vendas: desde atrair clientes até o suporte pós-venda. Esses processos são responsáveis por impactar significativamente no status final de cliente “satisfeito” Se deseja ler mais sobre funil de vendas, temos um artigo feito para você: Entendendo cada etapa do seu processo de vendas. A conquista dos novos clientes é uma tarefa árdua e é preciso mais do que boas técnicas de marketing e de um bom atendimento. Você deve educá-lo, oferecendo informações que demonstrem o que os seus serviços oferecem e tornando-os mais instruídos sobre o mercado, em consequência disso, haverá o engajamento da sua empresa. Os seus clientes podem ser facilitadores dessa tarefa de conquistar novos clientes, sendo um mediador para os novos. Isso acontece quando os clientes ficam satisfeitos com os seus serviços e te indicam através do velho “boca a boca”. Com a satisfação do cliente, haverá recorrência em procura dos seus serviços como designer ou arquiteto. Gerando, assim, aumento nas vendas e no faturamento da empresa. Entenda tudo sobre o seu negócio. Não deixe de fazer pesquisas de mercado que analise as soluções e o cenário econômico em que ele está inserido. Estude sobre segmentação de clientes, sobre seus concorrentes e também sobre seus fornecedores. Compreender essas questões te ajudará a entender aonde você quer chegar. Trace as suas metas. Isso é importante pois influenciará todas as outras tomadas de decisões relacionadas a sua empresa. Assim, você poderá realizar o planejamento com tudo que faz sentido para você, desde o propósito até a escolha dos seus produtos. Ofereça aquilo que te vai dar prazer e trabalhe com pessoas que somem nessa caminhada. Se todos da equipe estiverem bem alinhados e conectados com o propósito, o contexto será auspicioso para que tudo seja transparente e que os projetos tenham sucesso. O cliente confiou em você para desenvolver o projeto e tudo que ele espera é que você o auxilie nos empecilhos que surgirem no caminho. Então, quando for lidar com terceiros, também responsáveis pela execução do projeto, não hesite em perguntar o que for necessário para resolução dos problemas. Por isso, opte por parceiros que tenham transparência e que contribuam para a melhoria dos resultados do seu escritório. Eles devem corroborar para o aumento das vendas e a redução dos custos envolvidos nas operações. A partir disso, ambos irão crescer juntos. É muito importante criar laços fortes com lojas, eletricistas, marceneiros, mestre de obras, gesseiros, pintores, pedreiros. Pense que seu projeto bem feito só é finalizado quando estiver pronto. O cliente precisa entrar no empreendimento e ver tudo no lugar como foi combinado. Manter uma relação de proximidade te ajuda a identificar os problemas com mais facilidade e conseguir resolver com mais rapidez. Como também, o acompanhamento do processo dos serviços é necessário para se ter um feedback. Assim, o acompanhamento direto, tende a ser vantajoso, pois os demais profissionais irão entender melhor como você gosta de trabalhar ou como não gosta, não sendo mais necessário repetir as mesmas orientações. Depois de entender onde você quer chegar, foque em marketing para te ajudar a se destacar online. Não é de hoje que ele é extremamente importante para conquistar novos projetos e prosperar negócios. Através dele, você educa o mercado, ajuda clientes e, ainda, atrai as pessoas em todas as etapas do funil de marketing. O seu planejamento precisa ter um propósito e os resultados precisam ser monitorados. É necessário fazer o que funciona para você e o que faz sentido. As ações precisam ter um foco e querer atingir um objetivo. Não adianta fazer o que todo mundo está fazendo, só por fazer. Assim, você só irá se esgotar, gastando seu tempo desenvolvendo conteúdos que não te darão retorno. Leia mais sobre marketing para arquitetos, clicando aqui. Temos também um artigo sobre checklist anual de marketing digital, clique aqui para ler. Acompanhe de perto todos os processos operacionais da empresa e evite deixar, exclusivamente, na mão de terceiros. Esse mau hábito pode impactar diretamente no seu negócio. Você quem cuida de tomar as decisões importantes e você deve passar essa mensagem clara aos funcionários e clientes. Sua presença é essencial para um bom funcionamento da empresa. Deixe em dia as obrigações comerciais e legais para evitar estresses e imprevistos no dia a dia. Um dos grandes problemas dos gestores de empresas, é o financeiro. Atente-se ao planejamento do ROI (Retorno sobre o Investimento) para garantir a rentabilidade que sustentará os custos da sua empresa. Usar a metodologia SWOT te ajudará a entender as oportunidades, melhorias, onde diminuir os riscos, evitar as ameaças e ainda, como aumentar as forças e abraçar as oportunidades existentes da sua empresa. Para desenvolver a análise, responda as perguntas em um documento e reveja sempre que necessário: É preciso estar atento ao budget preestabelecido pelo cliente desde o início. Saber qual o orçamento disponível para se trabalhar no projeto é essencial para atender as necessidades do contratante, evitar os custos adicionais, os atrasos na obra e a consequência de insatisfações. Faça reuniões semanais para acompanhar e checar se as especificações são suscetíveis à execução. Tenha opções variadas de fornecedores e preços para indicar. Em relação a se ter controle sobre as questões de mão de obra é um pouco mais complexo. São fatores externos do seu escritório e dificilmente você terá controle sobre eles. Entretanto, o que você pode fazer é ter uma comunicação clara e com todas as informações pertinentes ao trabalho, para que assim, os serviços sejam feitos com mais rapidez, clareza e dentro das premissas de orçamento conhecidas. Manter esse processo de planejamento de custos evita ter que repensar em novas soluções de projetos, em cronogramas e, por consequência, aumentar novos custos adicionais ao projeto. Com a ferramenta de Gestão de Orçamentos da Vobi, você especifica produtos e gera orçamentos automáticos. Diga adeus ao Excel! Veja como funciona essa ferramenta incrível, clicando aqui e acessando o nosso artigo sobre Gestão de Orçamento. Se você, presta serviços como design e opta pela compra de produtos para seus clientes, em hipótese alguma compre antes dele efetuar o pagamento. Considere até paralisar um projeto até o problema financeiro ser resolvido. Tenha sempre um contrato para te resguardar e manter seu fluxo de caixa seguro - isso vai te livrar de muitas dores de cabeça. Pensando em descomplicar as tarefas manuais e em permitir que escritórios escalem seus serviços sem onerar a equipe e os custos, a Vobi oferece a ferramenta de "Compras" e "Pagamentos". Com o preenchimento de todos os itens e serviços do seu orçamento, é possível visualizar, de forma simples, qual o valor total vai ser investido para a finalização das compras. Após todos os itens aprovados pelo cliente, eles são automaticamente adicionados na aba de Pagamentos do seu projeto, sendo possível, então: ✔ Gerenciar todos os pagamentos de produtos e serviços em um único lugar; ✔ Configurar parcelas de pagamento de produtos e de prestadores de serviço, configurando a data de pagamento, a descrição e o valor a ser pago; ✔ Configurar status que irão ajudar a manter o controle das parcelas pagas e valores pendentes; ✔ Anexar comprovantes de pagamento e orçamentos em todos os itens, centralizando as informações em um único lugar. Veja mais como funciona essa ferramenta, clicando aqui e acessando o nosso artigo sobre Gestão de Compras e Contratações. Sabemos que o profissional de arquitetura e interiores precisa se desdobrar para conseguir executar as tarefas do dia, mas como diminuir o estresse trabalhando em contínuo movimento? O planejamento é um grande aliado para isso. Uma boa gestão de tempo tem como objetivo melhorar de forma inteligente a sua relação com compromissos, tarefas, anotações e contatos e a grande vantagem disso é priorizar e organizar melhor as suas atividades. Se você não tem um planejamento diário, semanal e até mensal, as demandas externas que ditam o que você deve fazer. Organizar os seus dias te dará uma maior liberdade. Agende compromissos em dias alternados para ter tempo de processar as informações necessárias. Um dia para visitas à clientes e no outro trabalho interno para criação. Faça pausas entre blocos de trabalho, isso é interessante para descansar a mente e o corpo. Se alongar e descansar o pulso que fica sobrecarregado após muito tempo utilizando mouses e teclados, evita lesões de trabalho repetitivo. Desse modo, manter a organização em relação a gestão de tempo é primordial para ter tranquilidade no dia a dia corriqueiro de um escritório. Todas as suas atividades precisam de um prazo - mesmo que você precise adiar. Quando marcar uma reunião, verifique tudo o que é necessário para que no dia tudo ocorra bem. Se a reunião for acontecer às 15h, pense que você precisará se deslocar - nas grandes cidades -  ao menos 1 hora antes. Confira no Google Maps, o tempo de percurso do trajeto. Pense em qual será a pauta, quais materiais serão necessários e salve em plataformas de lembretes - compartilhando com os envolvidos. A gestão de reuniões é muito importante para evitar a perda do seu escasso tempo. A dica é sempre definir um horário de início e de término. No dia a dia, faça a gestão de e-mails. Crie grupos de destinatários com os contatos de e-mail mais comuns. Não apague os importantes, arquive-os. Nem verifique a caixa de entrada o tempo todo. Tenha horários fixos para responder e organizá-los. A ideia é sempre se programar para não andar perdendo tempo. Extermine as atividades desnecessárias e foque em fazer as necessárias de forma prazerosa - será muito recompensador ver que você deu conta de tudo que era importante ou conseguiu reprogramar um novo prazo para elas. Alinhar as expectativas do cliente desde o ínicio te deixará mais tranquilo para trabalhar. Manter o contato semanalmente para relatar o que está acontecendo ou em que fase do projeto você se encontra é essencial para evitar que o cliente entre em contato com você em horários inoportunos, só por mera ansiedade. Uma das maiores causas de esgotamento dos profissionais é a falta de limites com os clientes. As ligações e mensagens fora do horário comercial não devem acontecer ou, pelo menos, devem ser evitadas, e você também não precisa responder naquele momento específico. Não ache que vai perder cliente por isso, até porque, muitas vezes, os clientes não querem receber uma mensagem imediata, só mandaram a mensagem para se livrar da tarefa de “entrar em contato com o profissional de projeto”. Não dá para negociar com lojas, nem adiantar uma obra ou agilizar qualquer processo. Espere até o próximo dia útil e responda dentro do horário adequado para isso. Coloque o limite desde o primeiro contato. Defina como eles irão ocorrer, quais os horários e plataformas. Silencie as mensagens e ligações depois do horário de expediente. Nesse caso, o ideal é ter um número só para seus atendimentos profissionais. O mesmo vale para outros colaboradores. Pessoas que pedem ajuda excessivamente, e você acaba quase que desenvolvendo a tarefa que não era de sua responsabilidade, devem ser avaliadas e, caso seja necessário, advertidas. Todas as dicas juntas aparentam ser um trabalho árduo, mas é só uma questão de mudança de hábitos. A cada semana você vai perceber resultados positivos dentro da sua empresa. Lembre-se de se divertir no processo e do seu grande amor pela profissão. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/saiba-como-escolher-o-melhor-tipo-de-tinta-e-acabamento-para-o-seu-projeto Title: Como Escolher o Melhor Tipo de Tinta Para o Seu Projeto Meta Description: Saber escolher a tinta impacta diretamente no resultado final da pintura.Por isso, descubra neste artigo, o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/saiba-como-escolher-o-melhor-tipo-de-tinta-e-acabamento-para-o-seu-projeto ## Headings Structure: H1: Saiba como escolher o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto H2: ‍Tipo de tinta H3: Tinta acrílica H3: Tinta esmalte H3: Tinta látex H3: Tinta epóxi H2: Quais são os acabamentos de tinta? H3: Tinta fosca H3: Tinta acetinada H3: Tinta semi-brilho H3: Tinta brilhante H3: Textura H2: 7 dicas de como escolher o tipo de tinta certo para o seu projeto H3: 1. Tenha planejamento H3: 2. Considere a superfície em que a tinta será aplicada H3: 3. Defina as cores H3: ‍4. Teste a cor da tinta antes de pintar H3: 5. Considere a iluminação do ambiente H3: 6. Escolha a ferramenta de pintura H3: 7. Calcule a quantidade de tinta necessária para o ambiente H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Saiba como escolher o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto H2: ‍Tipo de tinta H3: Tinta acrílica H3: Tinta esmalte H3: Tinta látex H3: Tinta epóxi H2: Quais são os acabamentos de tinta? H3: Tinta fosca H3: Tinta acetinada H3: Tinta semi-brilho H3: Tinta brilhante H3: Textura H2: 7 dicas de como escolher o tipo de tinta certo para o seu projeto H3: 1. Tenha planejamento H3: 2. Considere a superfície em que a tinta será aplicada H3: 3. Defina as cores H3: ‍4. Teste a cor da tinta antes de pintar H3: 5. Considere a iluminação do ambiente H3: 6. Escolha a ferramenta de pintura H3: 7. Calcule a quantidade de tinta necessária para o ambiente H3: Continuar lendo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A elaboração de um projeto de arquitetura e interiores envolve muitas etapas, dentre elas a escolha da tinta ideal para o ambiente. Além, é claro, de determinar a cor que melhor combina com o espaço, é preciso definir qual tipo de tinta e acabamento serão utilizados. Essa decisão é imprescindível e impacta diretamente no resultado final da pintura. Tinta acrílica, esmalte, látex, fosca, acetinada ou brilhante? O fato é que o universo das tintas é amplo e para te ajudar a tirar todas as suas dúvidas, elaboramos este artigo completo. Ao final da leitura você irá saber como escolher o melhor tipo de tinta e acabamento para o seu projeto. Confira: Como já dito, atualmente, existem diversos modelos de tintas e acabamentos disponíveis no mercado. Por isso, antes de mais nada, é preciso estabelecer em qual superfície a tinta será aplicada. Isso porque, há um tipo de tinta específico tanto para ambientes internos quanto para externos, cada uma com suas características. A tinta acrílica é feita à base de água e, portanto, é ideal para paredes de alvenaria. Ela funciona bem em ambientes internos e externos, pois é um material de fácil lavagem, diminuindo a necessidade de manutenção. Existem três acabamentos disponíveis para esse tipo de tinta: acetinado, semi-brilho e fosco (iremos falar mais detalhadamente sobre cada um nos próximos tópicos). Por ser à base de água, a tinta acrílica é facilmente diluível. Outra grande vantagem da tinta acrílica é seu curto tempo de secagem. Mas lembre-se: para evitar bolhas durante o processo de secagem, antes da pintura, é importante verificar se as superfícies estão devidamente impermeabilizadas. A tinta esmalte pode ser à base de solvente ou de água e é bastante resistente às intempéries climáticas como, por exemplo, à ação da chuva e do sol. Depois de seca, ela cria uma película no local de aplicação, criando uma espécie de camada protetora. Por isso, geralmente são usadas em superfícies de madeira e de metal, principalmente em áreas externas. Mas é importante ficar atento ao tempo de secagem. Esmaltes à base de solvente demoram mais a secar e apresentam cheiro forte. Em contrapartida, os à base de água não possuem esse problema. A tinta látex, também conhecida como PVA, é um tipo de tinta à base de água e de secagem rápida, indicada apenas para ambientes internos. É encontrada somente no acabamento fosco, oferece pouca resistência ao sol e, apesar de ter a mesma base da acrílica, tem baixa lavabilidade. É indicada, principalmente, para pintar o teto ou paredes internas que não necessitem de manutenção constante, pois tem características de resistência ao mofo, mas apresenta um leve odor. Ela também pode ser usada em alvenaria, gesso e madeira. A tinta epóxi  pode ser à base de solvente ou de água e é uma tinta resistente à ação do tempo e de produtos químicos. Por apresentar alta resistência ao atrito, a tinta epóxi é a melhor opção para ambientes de grande circulação, como garagens, hospitais, quadras esportivas e etc. São frequentemente utilizadas, também, para pintura de paredes de azulejos em banheiros e cozinhas. Existem também no mercado diferentes acabamentos disponíveis para cada tipo de tinta. São eles: O acabamento fosco ajuda a disfarçar defeitos e pequenas ondulações da superfície, sendo possível realizar retoques. Além disso,  tem a capacidade de tornar a iluminação mais difusa e agradável. Possui um aspecto opaco, por isso é indicado para paredes e tetos. Geralmente, esse acabamento é encontrado nas tintas acrílicas e látex. O acabamento acetinado possui um leve toque de brilho, mas ainda sim tem um aspecto mais aveludado. Apesar de não disfarçar tanto as imperfeições como a tinta fosca, a tinta acetinada tem maior durabilidade, maior resistência ao desgaste e mais facilidade de limpeza. Pode ser aplicada tanto em paredes, como portas e rodapés. O acabamento semi-brilho possui um nível de brilho intermediário, que fica entre o acetinado e o brilhante. Por isso, é ideal para locais com alta umidade e que sejam lavados com frequência, como cozinhas, lavanderias e banheiros. O acabamento brilhante, como o nome já diz, possui um aspecto de brilho reluzente. Aplicando-se em torno de quatro camadas com intervalos de secagem, consegue-se um efeito próximo ao da laca. É utilizado principalmente em portas e janelas, mas não é muito indicado para paredes ou tetos, pois acentuam defeitos e imperfeições. A tinta brilhante é bastante resistente e de fácil limpeza. Por isso, para ambientes externos, onde a exposição a intempéries é maior, tintas com textura são excelentes alternativas. Antes mesmo de escolher o tipo de tinta que será utilizado no projeto, é importante analisar o cômodo e o estado das paredes. Além disso, um fato determinante é saber se o ambiente é interno ou externo. É importante levar sempre em conta a superfície em que a tinta será aplicada. Por exemplo, no caso de azulejos, as tintas epóxi são as mais indicadas, pois tem ótima aderência em superfícies extremamente lisas e resistência à umidade. Já para madeiras e metais, o esmalte sintético é a opção mais recomendada. Em ambos os casos, a preparação da superfície é fundamental para o sucesso da pintura. As cores de um ambiente podem influenciar o bem-estar da pessoa. Por este motivo, definir as cores que serão utilizadas também faz parte do processo de escolha da tinta. Para facilitar, você pode se basear no círculo cromático, como este abaixo: Para entender melhor sobre como definir as cores do seu projeto de arquitetura e interiores baixe o nosso Guia Rápido totalmente gratuito clicando aqui. Com este guia rápido para consulta, você aprenderá tudo que você precisa saber para se sentir mais seguro na hora de escolher a paleta de cores de um projeto de arquitetura e interiores. Nele você encontrará conteúdos sobre o círculo cromático - o que é, sua composição, cores primárias, secundárias e terciárias - e as leis da harmonização - cores complementares, análogas e tríades. Depois de definir as cores, é hora de testá-las! É recomendado realizar o teste da tinta em uma pequena área da superfície que será pintada, pois algumas cores, após aplicadas e secas na superfície, podem sofrer interferência da iluminação do ambiente e dar a impressão de que mudaram de cor, ficando mais claras ou mais escuras. Você pode até se aventurar e testar alguns formatos de pintura geométrica, que tal? Para se inspirar, leia nosso artigo completo sobre o tema, clicando aqui. Como falado no tópico anterior, na hora de testar o tipo de tinta escolhido, a percepção da cor pode ser alterada conforme a iluminação do ambiente. Por isso, tenha em mente que a luz natural é a que mostra a cor mais verdadeira, enquanto que uma iluminação mais quente traz tons amarelados e alaranjados e uma iluminação fria, tons azulados. “Dependendo do que você vai pintar, você vai precisar de uma ferramenta específica. Tetos e paredes podem ser pintados com rolos, pincel ou spray. Guarnições e detalhes pedem um pincel, porque dão mais controle da situação. Superfícies planas são mais fáceis de pintar com o rolo.” A escolha da ferramenta irá influenciar diretamente no rendimento da tinta. Você já definiu o tipo de tinta, as cores e está pronto para fechar o orçamento...Mas como saber a quantidade de tinta necessária para o ambiente? Principais aspectos na hora de calcular a tinta: 👉 Área total a ser pintada: antes de tudo é preciso saber a área total da superfície que receberá pintura. Para obter essa medida, meça a largura e a altura das paredes, em seguida multiplique esses valores para obter a área total. 👉 Medidas das portas e janelas: é necessário também ter em mãos as medidas (largura e altura) das portas e janelas do ambiente. Essa quantia deve ser subtraída da área total a ser pintada, resultando em um valor mais preciso da quantidade de tinta necessária. 👉Número de demãos: isso irá depender do estado atual da superfície que receberá a tinta. Se está bem acabada ou mal acabada, se possui um pigmento escuro e será pintada com tinta clara. Enfim, de uma forma geral, os fabricantes recomendam no mínimo 2 demãos de tinta para um resultado satisfatório. 👉 Rendimento da tinta: falamos nos tópicos acima que a superfície a ser pintada e o tipo de tinta influenciam no rendimento do produto. Porém, hoje em dia, essa informação é facilmente encontrada nas especificações técnicas do produto, geralmente informando o rendimento em m²/por demão. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/saiba-como-organizar-sua-biblioteca-de-materiais-de-design Title: Saiba como organizar sua biblioteca de materiais de design Meta Description: Entenda como a organização das amostras de design te ajudará a ganhar tempo no dia a dia e manter o sucesso da sua empresa. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/saiba-como-organizar-sua-biblioteca-de-materiais-de-design ## Headings Structure: H1: Saiba como organizar sua biblioteca de materiais de design H2: O que é preciso considerar antes de começar? H2: Quais materiais você precisa organizar? H2: Quais ferramentas utilizar? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Saiba como organizar sua biblioteca de materiais de design H2: O que é preciso considerar antes de começar? H2: Quais materiais você precisa organizar? H2: Quais ferramentas utilizar? H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Fotografia de interiores usando o celular H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H4: Calendário de eventos 2023 para arquitetura e construção civil: quais datas já estão reservadas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A organização dos projetos, arquivos e amostras de clientes é imprescindível para um escritório de arquitetura e/ou design. De fato, é preciso criar um hábito que mantenha a organização desses itens tão importantes e se tenha eficiência no dia a dia e sobre tempo para desenvolver o produto mais importante da sua empresa - o projeto. Chega de passar horas procurando aquele material que deveria estar em fácil acesso e que acaba o afastando de sua criatividade. Um bom sistema de organização é capaz de ser um aliado na hora de gerir seu tempo e você deve começar o quanto antes! Preparamos os passos para você começar a criar seu método de organização. Acompanhe as seguintes dicas de como começar a organizar seus materiais de design de interiores na sua empresa. Para começar a organização dos materiais no seu local de trabalho, é importante levar em conta o quanto de espaço você tem disponível para isso e quais são os principais materiais que você deseja ter acessível. Cada escritório tem sua particularidade e necessidades, então, seja flexível ao seguir as dicas, e escolha as que mais fizerem sentido e consigam atender a sua realidade, considerando o tipo de cliente, o seu tipo de organização e o fluxo de trabalho que você tem. Se o seu espaço for pequeno, opte por armários menos largos e mais altos. As prateleiras mais altas são ideais para guardar aqueles objetos que não são usados com tanta frequência. Você pode investir em escada lateral para melhor acesso a eles. Agora, se seu espaço for maior, separe uma sala para organização dos materiais de design de interiores. Nela, você pode fazer reuniões e apresentações com o cliente. Assim, tudo estará acessível quando você for mostrar para eles. O home-office ganhou muita aderência nos últimos tempos e, se esse também é o seu caso, você já deve ter percebido que as coisas costumam se misturar. Por isso, é importante que haja um espaço separado para seus materiais, evitando colocar outros objetos que não tenham relação. Isso serve para você se manter organizado e não perder tempo no dia a dia, tendo que tirar os objetos que não fazem parte daquele espaço. Quando as apresentações são feitas no seu espaço de trabalho, o ideal é criar um ambiente com televisão, quadros para escrever, mesa de apoio para os materiais. Se ele for pequeno, planeje móveis funcionais, como mesa dobrável e quadro portátil. Nos casos em que as apresentações são feitas fora do seu escritório, não será necessário essa disponibilidade de layout e sobrará mais espaço para você guardar outros materiais. Os materiais mais utilizados devem estar mais acessíveis, então reserve um espaço de fácil acesso a eles. Além disso, preencher rótulos e colar em gavetas, pastas, caixas, entre outros organizadores, é bom para guiá-lo a encontrar com mais facilidade. Se você costuma levar os materiais para visitas de clientes, você precisa de transportes leves e que facilitem sua visita. Escolha caixas organizadoras transparentes ou malas que possuem rodas para facilitar o transporte e a integridade dos materiais. Os tecidos estão presentes em diversos elementos importantes para a decoração de um ambiente. Eles se encontram nos estofados, cortinas, lençóis, almofadas, colchas, toalhas, tapetes e muitos outros. Os livros que você tem com as amostras de tecido podem ser organizados por fornecedores, cores, preços.  Outra opção também é classificar por preço ou estilo. Analise as características das fibras (naturais, sintéticas ou artificiais), os tipos de fios (penteado, monofilamentos, multifilamentos, entre outros) e as tramas (planas,  rendas, malhas, etc). Antes de tudo, você deve pensar como é o seu processo para poder categorizar, de modo que simplifique a sua biblioteca de tecidos. Já os leques com catálogos de cores de tintas podem ser organizados por marca ou ordem alfabética por fornecedor. A lógica do armazenamento dos papéis de parede segue as dos tecidos, organize por cor ou fornecedor. Também leve em consideração categorizar por qualidade de impressão ou de padrão. Organize em gavetas ou em caixas. Os tapetes e carpetes podem ser armazenados em cabides para serem visualizados mais facilmente. A organização se dá por cores, materiais e preços. Entretanto, se você tiver poucas peças e pouco espaço, opte por organizá-los horizontalmente em prateleiras. As amostras de revestimentos em pedras precisam estar em prateleiras e caixas que sejam resistentes ao frequente movimento do cotidiano. Separe pelo preço do material por metro quadrado - isso é muito importante para conseguir especificar com mais facilidade, atendendo a necessidade do cliente. Outras opções para categorizar são por tipo e tamanho. O mostruário de MDF’s pode ser organizado por tipo de madeira, se ela é mais clara ou mais escura. Se remete algum outro material bem como, pelo preço ou pelo fornecedor. Com as amostras em mão fica muito mais fácil ter ideia do efeito daquele material escolhido e como ele vai ficar na prática - causando muito mais segurança no cliente. Os materiais para Moodboard, aquelas referências que você vai guardando no meio do processo de seus projetos para mostrar para o cliente ou só mesmo para te ajudar no desenvolvimento, podem ser organizadas nas caixas dos clientes ou em uma caixa separada. Os objetos que revelam cores, texturas, formas e vibrações que você gosta, como pedras, cartões de artes, pedaços de revistas/jornais, bijuterias, conchas, madeira, penas merecem um espaço especial. Nesse caso, em relação a biblioteca virtual, a Vobi conta com a ferramenta de criação de Moodboard e o melhor de tudo: você ainda consegue compartilhar tudo com o seu cliente de maneira online. Confira nosso artigo sobre a importância dessa ferramenta, clicando aqui. E não deixe de dar uma olhada na ferramente de Moodboards da Vobi, para conhecer, clique aqui e solicite seu convite! Há várias ferramentas que podem te ajudar nesse processo de organização do seu espaço de trabalho. Separamos algumas dicas para te ajudar, acompanhe a seguir: Para uma melhor organização dos materiais, rotule-os. As etiquetas são facilmente identificadas na rotina corrida. Coloque-as nas partes externas de armários, caixas e gavetas, além de adicionar na lateral ou superfície dos próprios materiais - caso eles não possuam. As bandejas são itens essenciais para transportar objetos no dia a dia, e elas também funcionam para as amostras de materiais. Ter algumas em prateleiras e estantes facilita o transporte para apresentação aos clientes ou para aqueles momentos de criação. As estantes são ótimas opções para organizar sua biblioteca com as amostras agrupadas em fichários e caixas. Cada cliente deve ter uma pasta com organização das informações, propostas, especificações de produtos, orçamentos, contratos, entre outros arquivos do processo de prestação de serviço. Caso você tenha mais de um projeto desse cliente, convém aumentar o número de pastas. As amostras de revestimentos são mais pesadas e devem ser armazenadas em armários e gavetas. As peças de pedras, azulejos, MDFs, etc devem ficar bem organizadas e se possível com divisórias que facilitem o encontro rápido. Pense em separar um armário só para esses itens e que fiquem em um só lugar. Sabemos que as amostras físicas são essenciais para manter seus projetos prontamentes táteis, entretanto, uma biblioteca de produtos digitais é essencial para você não perder tempo na sua rotina procurando itens que você deseja mostrar para seu cliente. A Vobi conta com um catálogo de produtos digital, para que você não precise perder mais tempo procurando produtos em diversos sites. Crie a sua biblioteca e uma lista automática em minutos! Você só precisa selecioná-los e consegue ver, de forma agilizada, as informações como preço, detalhes técnicos e salvar nas pastas do seu cliente. A ferramenta certa pode ajudar você a organizar seus materiais e ainda, gerenciar o seu negócio. Além da lista de compras online, você tem todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar: gestão de projetos, gestão de fornecedores, gestão de orçamentos, gestão de pagamentos, site do escritório, portal do cliente e muito mais… A organização dos materiais que você precisa na rotina do seu trabalho pode ser desafiadora no começo, mas com o hábito, você terá muito sucesso na organização do seu escritório. A sua biblioteca física e digital dos materiais fará com que você encontre-os mais rápido e parta para a parte principal do seu trabalho - o desenvolvimento de projeto de design. Assim, você terá menos distrações e confusões diárias. www.designersoasis.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/sinapi Title: Como utilizar o SINAPI em orçamento na construção civil? Meta Description: O SINAPI - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil - gera informações técnicas para orçamentos e planejamentos de obras. Conheça Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/sinapi ## Headings Structure: H1: Como utilizar o SINAPI em orçamento na construção civil? H2: O que é a tabela SINAPI? H2: O que é o sistema SINAPI? H2: Como ter acesso à tabela SINAPI? H2: Como consultar preços no SINAPI? H2: Como fazer um orçamento de obra usando a tabela SINAPI na Vobi? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Como utilizar o SINAPI em orçamento na construção civil? H2: O que é a tabela SINAPI? H2: O que é o sistema SINAPI? H2: Como ter acesso à tabela SINAPI? H2: Como consultar preços no SINAPI? H2: Como fazer um orçamento de obra usando a tabela SINAPI na Vobi? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H4: Como gerenciar altas demandas e manter o crescimento do escritório: 6 dicas essenciais para maximizar o potencial da sua empresa H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O SINAPI é o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil que fornece dados atualizados mensalmente. Disponibilizado pela Caixa Econômica Federal e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esses índices contribuem para criar um orçamento de forma detalhada. O sistema contribui no aumento da transparência e confiabilidade dos orçamentos, isso porque ele utiliza uma metodologia de cálculo de custos fundamentada em insumos padronizados. Utilize essa ferramenta para elaboração de orçamentos mais precisos, além de uma gestão mais eficiente de custos Conheça melhor sobre o assunto através dos seguintes tópicos: A tabela SINAPI, foi criada em 1969 e administrada pela Caixa Econômica Federal desde 1988, é dividida por Estados e inclui dados sobre mão de obra, materiais e equipamentos. Desde a tabela SINAPI 2022, os relatórios passaram a ser publicados em formatos PDF e XLS, sendo imprescindível para garantir e facilitar a precisão no cálculo do custo. Essas tabelas possuem uma composição que conta com tabela de composição, tabela de insumos, notas técnicas e explicativas, encargos sociais, catálogos e metodologias. Existem dois tipos de tabelas: a tabela desonerada e a tabela não desonerada. A primeira não é obrigada a pagar o valor do INSS incidente sobre a mão de obra, sendo o imposto arrecadado de forma diferenciada via percentual sobre a receita bruta total. Já a segunda tabela é focada na alíquota de INSS prevista em lei, sendo contemplada no valor unitário de mão de obra. Assim, ela apresenta valores unitários maiores se comparado com a tabela desonerada. Entenda alguns benefícios do uso das tabelas SINAPI: O SINAPI serve de parâmetro para tomada de decisões financeiras, fazendo com que se evite desvios desnecessários e gere uma visão mais ampla sobre o resultado econômico no fim dos processos. Não desenvolver o cálculo adequado do custo de uma construção pode trazer consequências negativas, por exemplo, a falta de previsibilidade financeira, atrasos na realização da obra, custos não previstos e até problemas de qualidade. E aí que a tabela SINAPI entra, com ela é possível solucionar dúvidas sobre valores praticados pelo mercado por meio de um trabalho detalhado. O SINAPI é um sistema gratuito, utilizado por orçamentistas e empresas da construção civil que desejam elaborar um orçamento de obra. Todos os dados são disponibilizados pela plataforma, podendo ser feito o download em dois formatos diferentes. A CAIXA define os insumos e as composições usando critérios de engenharia, enquanto o IBGE faz a coleta de preços conforme as instruções repassadas pela CAIXA. Para usar a tabela SINAPI, basta selecionar o estado, o mês de referência e o tipo de incidência (com ou sem desoneração). Em seguida, será disponibilizado os arquivos como catálogo de composições analíticas, notas SINAPI, custo de composições analíticas, custo de composições sintéticas, preço de insumos e relatório de insumos. Confira um passo a passo, no próximo tópico. Para consultar os preços no SINAPI, siga os próximos passos: Os preços apresentados nas tabelas SINAPI são uma média nacional, variam conforme a região e o momento em que a obra será executada. Por esse motivo, é imprescindível sempre atualizar os preços considerando as informações locais e cotações de mercado. Como fazer um orçamento de obra usando a tabela SINAPI na Vobi? Se você é o responsável pelo gerenciamento de obras, sabe que fazer um orçamento é fundamental para o sucesso de um projeto. Um orçamento bem feito oferece uma visão clara do progresso do projeto durante a execução, sendo essencial para o planejamento eficiente e o acompanhamento do trabalho. Através da ferramenta de Composição de custos na Vobi, é possível calcular os índices de consumo de material, equipamentos e produtividade da mão-de-obra. Ao estruturar o orçamento com composições, você tem um controle maior sobre a construção, o que auxilia na tomada de decisões relacionadas à estimativa de quantidade de materiais, dimensionamento da equipe e prazos. Na plataforma Vobi, é possível utilizar a ferramenta de Composição de Custos e ter acesso integrado à tabela SINAPI, sem precisar importar a tabela sempre que precisar elaborar um orçamento! Usar a SINAPI na plataforma Vobi é fácil e rápido. Basta seguir o passo a passo: Para saber mais sobre a ferramenta de Composição de Custos na Vobi e a integração da plataforma com a tabela SINAPI para o seu orçamento, clique aqui e comece a transformar a gestão do seu negócio de arquitetura e construção civil. www.mobussconstrucao.com.br www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/sindrome-do-edificio-doente Title: Síndrome do edifício doente: Como prevenir Meta Description: Descubra o que é a Síndrome do Edifício doente, o que é, como ela pode afetar sua saúde, e qual o passo a passo para combater essa patologia. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/sindrome-do-edificio-doente ## Headings Structure: H1: Síndrome do edifício doente: saiba como esta patologia pode prejudicar sua saúde H2: O que é a Síndrome do Edifício Doente? H2: Como evitar a síndrome do edifício doente? H2: O que é PMOC, e quando deve ser adotado? H2: Quais os sintomas do prédio? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Síndrome do edifício doente: saiba como esta patologia pode prejudicar sua saúde H2: O que é a Síndrome do Edifício Doente? H2: Como evitar a síndrome do edifício doente? H2: O que é PMOC, e quando deve ser adotado? H2: Quais os sintomas do prédio? H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Você já sentiu sintomas de doenças respiratórias ou alergias ao ficar por tempo prolongado em ambientes fechados? Sintomas como coriza, olhos lacrimejantes, tosse, letargia, dificuldade de concentração e até mesmo febre?  Se sua resposta foi sim, Cuidado! Você pode estar frequentando um edifício doente! A síndrome do edifício doente ou abreviadamente conhecida pela sigla SED, foi reconhecida pela OMS em 1982, quando um hotel na Filadélfia registrou a morte de 32 pessoas, e contágio de mais de 180, devido a contaminação pela bactéria Legionella pneumophila, que provoca sintomas parecidos com a de uma forte gripe.  A Organização Mundial da Saúde entendeu que a disseminação estava diretamente ligada à qualidade do ar interna do edifício. O conceito da síndrome do edifício doente tomou maior proporção a partir dos anos 70, devido à crise energética mundial. Os novos edifícios passaram a ficar cada vez mais fechados e com aberturas ainda menores, como consequência disso, o ar refrigerado se mantinha por mais tempo dentro dos ambientes. A redução da captação do ar do lado de fora dos edifícios ocasionou a deficiência na taxa de renovação de ar, provocando a concentração de poluentes e agentes nocivos à saúde humana. Neste artigo, vamos nos aprofundar em alguns questionamentos recorrentes acerca dessa Patologia na construção civil, como: A SED, segundo a OMS, pode acometer até metade dos edifícios de trabalho no Brasil. Essa patologia na construção civil, recentemente descoberta, é capaz de acarretar sérios problemas de saúde envolvendo principalmente as vias respiratórias do indivíduo. Ocorre principalmente em edifícios que são utilizados como ambiente de trabalho, e que são alimentados, principalmente, por meios de ventilação artificiais, sendo mais comum em escritórios, hospitais, clínicas, escolas, hotéis, restaurantes e afins. Tais ambientes são comumente alimentados por uma central de ar-condicionado, enquanto as portas e janelas permanecem frequentemente fechadas, fazendo com que a ventilação natural não exista internamente, provocando, desta forma, problemas de saúde - principalmente relacionados ao trato respiratório -,   aos seus ocupantes, que permanecem no ambiente por longas horas. No entanto, para caracterizar a síndrome do edifício doente, é necessário que pelo menos 20% dos ocupantes da edificação apresentem sintomas clássicos desse mal, por pelo menos duas semanas consecutivas. Os sintomas normalmente variam entre: irritação nas mucosas, tosse, náusea, dor de cabeça, coriza, dor de garganta, que podem evoluir para infecções respiratórias e em alguns casos, enfisema pulmonar. Para pessoas que já sofrem com doenças respiratórias, essa patologia pode agravar e muito o quadro. Fato é que os principais agentes de poluição dos edifícios são advindos do lado de fora, esses agentes podem ser classificados como físicos, químicos e biológicos. É sabido que zonas industriais ou com intensa circulação de veículos produzem mais poluentes nocivos à saúde. No entanto, o fator biológico do ambiente que acontece através da proliferação de bioaerossóis (partículas de origem biológica que permanecem suspensas no ar dos ambientes), como fungos, bactérias, bolor, ácaros e mofos contribuem majoritariamente para prejudicar a saúde dos que ocupam o local. Para evitar que a Síndrome do edifício doente venha ser um problema nos ambientes que você frequenta, algumas medidas podem ser tomadas. Você, enquanto profissional da construção civil, pode adotar algumas técnicas desde a fase projetual do edifício. Vejamos algumas: De acordo com o Dr. Roberto Albuquerque, especialista em pneumologia pela UFRN, o ideal é manter a temperatura entre 22 e 24°, além de realizar a limpeza dos filtros mensalmente em ambientes corporativos ou com grande circulação de pessoas. É recomendado dar preferência à ventilação natural, pelo menos uma vez ao dia, de preferência no período da manhã, já que essa prática diminui cerca de 20 vezes a chance de contaminação no recinto. Tais medidas devem ser associadas a limpeza das janelas e cortinas, sempre que necessário, pois estas recebem fluxo de ar, e consigo poeiras e diversos tipos de poluentes. Considerando a preocupação com a qualidade do ar interna em ambientes climatizados, foi criado uma portaria pelo ministério da saúde (Portaria n° 3.523/98), a fim de minimizar o risco potencial de afetar a saúde de pessoas que passam por tempo de permanência prolongada em ambientes climatizados.  O ministério da Saúde entende que a qualidade do ar interna dos edifícios afeta diretamente a qualidade de vida de seus usuários, e quando ignoradas, acabam gerando desconforto, queda de produtividade e absenteísmo ao trabalho, em decorrência de problemas de saúde. A portaria em questão, estabelece práticas para limpeza e manutenção em sistemas de ventilação e refrigeração de grande porte. Nesse sentido, e em concordância com a Lei n° 13.589/2018, surge então o PMOC.  Mas o que é PMOC? A sigla PMOC se refere a “Plano de Manutenção, Operação e Controle”, e é um grande aliado no que diz respeito à prevenção da síndrome do edifício doente. Trata-se de uma obrigação legal estabelecida na Lei n° 13.589 de 2018, que dispõe de práticas que devem ser adotadas para verificar a integridade e o estado de limpeza e conservação dos sistemas de climatização de ar em ambientes internos. A norma obriga que o PMOC seja aplicado em todos os edifícios de uso público e coletivo, sendo exigido em todas as empresas com sistema de climatização de capacidade acima de 5 TR (60 mil BTU/H). O PMOC nasce através de um trabalho minucioso de levantamento de dados, que deve conter informações como: A partir da coleta dessas informações é gerado um relatório que compara os dados obtidos com a referência indicada na norma. O relatório deve apresentar todas as informações pertinentes ao sistema de climatização como: quais adequações ou melhorias devem ser realizadas e qual a rotina de manutenção a ser seguida O plano de manutenção é realizado apenas por profissionais habilitados, nesse caso é necessário a expedição de uma anotação de responsabilidade técnica (ART), emitida junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), por um engenheiro mecânico. São atribuições desse profissional: implementar um plano de manutenção, definir a regularidade com que este deve ser realizado, realizar relatórios contendo o histórico de procedimentos realizados, bem como manter os ocupantes do local informados sobre as práticas adotadas para o PMOC. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) juntamente com os órgãos de vigilância sanitária do estado e município são responsáveis pela fiscalização. O descumprimento da norma pode acarretar penalidades ao imóvel, que podem chegar até R$1,5 milhão acompanhado de sanções dependendo do caso. Os benefícios de adotar o PMOC vão muito além de prevenir ou minimizar os riscos à nossa saúde, pois a manutenção adequada reduz gastos com energia, já que a demanda de energia aumenta em aparelhos em que não é realizada a troca periódica dos filtros. Outra vantagem é a melhora do desempenho dos aparelhos de refrigeração devido a troca de peças realizadas no prazo certo, que por sua vez evita desgastes ou quebra que reduzem a vida útil do aparelho. Além disso, a manutenção preventiva evita gastos não programados com manutenções corretivas, que sempre geram custos mais elevados no final das contas. Vale ressaltar que existem empresas especializadas em climatização de ambientes que são capacitados para elaboração e execução do PMOC. Essas empresas normalmente contam com engenheiros e técnicos que realizam desde a elaboração do laudo até a prestação de assistência técnica e regulagem dos equipamentos. Dessa forma, é possível implementar o Plano de Manutenção, Operação e Controle no edifício sem dor de cabeça! A principal forma de identificar essa patologia na construção civil, é observando o conforto e saúde de seus ocupantes. Infelizmente, os sintomas da SED são rotineiramente confundidos com doenças respiratórias comuns, como resfriados, rinite ou sinusite. Apesar de não necessariamente atingir todos os ocupantes, é importante ficar atento quando 20 ou 30% das pessoas que frequentam o ambiente apresentam manifestações dessas enfermidades, pois isso pode indicar a presença da síndrome do edifício doente. Uma forma de testar a hipótese é assistir a melhora dos sintomas quando se está fora do edifício. Os sintomas podem se apresentar de diversas formas, variando de pessoa para pessoa, mas o trato respiratório, olhos e pele são geralmente os mais atingidos. Os sintomas respiratórios podem se apresentar como: secura nasal, alergia, coriza, piora da asma, constipação nasal, dor de garganta e dificuldade para respirar. Anormalidades na pele como secura, vermelhidão e coceira devem receber atenção. Os olhos apresentam sintomas como sensibilidade, ardência, constante lacrimejamento ou secura. De forma geral podem surgir ocorrências como: dor de cabeça ou enxaqueca, náusea, letargia, sonolência, diminuição da capacidade de concentração acarretando estresse e irritabilidade. A apresentação desses sintomas requer a investigação do ambiente para o diagnóstico correto da SED. Para realizar a análise é necessária a avaliação da qualidade interna do ar (QAI), que é feito por laboratórios especializados que seguem as diretrizes da ANVISA. A análise é feita através de medições de parâmetros, químicos, físicos e biológicos. Vejamos os principais indicadores: Para evitar que a síndrome do edifício doente se instale, é necessário a observação e manutenção das instalações com regularidade. A iluminação e ventilação naturais devem se fazer presente sempre que possível nos ambientes internos, pois além dos aspectos sanitários, é possível verificar aumento da produtividade e criatividade dos colaboradores, além de ser uma medida amigável para a natureza. Através da adoção de medidas simples, é possível evitar a síndrome do edifício doente e proporcionar um ambiente limpo e seguro para seus colaboradores. Como resultado disso, vemos benefícios na saúde e qualidade de vida, além de prevenir prejuízos financeiros às empresas. https://www.aerisrs.com.br/ https://airshield.com.br https://www.bioseta.com.br/ https://www.scielo.br/ https://www.thermomatic.com.br/ https://prolifeengenharia.com.br/ https://bvsms.saude.gov.br/ https://www.produttivo.com.br/blog/ https://www.frigemar.com.br/ https://www.americanairfilter.com.br/ https://www.ecycle.com.br/ https://www.aecweb.com.br/ https://www.sienge.com.br/ https://www.freepik.com/free-photo/old-abandoned-stone-building-with-broken-windows-dark-cloudy-sky_10944260.htm#query=edif%C3%ADcio%20apocalypse&position=22&from_view=search&track=ais">Image by wirestock on Freepik --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/sistemas-construtivos-conheca-os-principais-e-as-tendencias-sustentaveis Title: Sistemas construtivos: conheça os principais e as tendências Meta Description: Os sistemas construtivos são métodos utilizados para compor as construções. Neste artigo explicamos quais características e as tendências no Brasil e no mundo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/sistemas-construtivos-conheca-os-principais-e-as-tendencias-sustentaveis ## Headings Structure: H1: Sistemas construtivos: conheça os principais e as tendências sustentáveis H2: Os sistemas construtivos mais conhecidos na construção civil H3: Alvenaria Convencional H3: Alvenaria Estrutural H3: Concreto pré-moldado H3: Container H3: Light Steel frame H3: Wood Frame H2: Diferenças dos sistemas construtivos no Brasil x Mundo H2: As novas tendências nos sistemas construtivos H3: BIM H3: Construção industrializada H3: Impressão 3D H2: Sistemas construtivos sustentáveis H3: Construção modular H3: Painel de isopor H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Sistemas construtivos: conheça os principais e as tendências sustentáveis H2: Os sistemas construtivos mais conhecidos na construção civil H3: Alvenaria Convencional H3: Alvenaria Estrutural H3: Concreto pré-moldado H3: Container H3: Light Steel frame H3: Wood Frame H2: Diferenças dos sistemas construtivos no Brasil x Mundo H2: As novas tendências nos sistemas construtivos H3: BIM H3: Construção industrializada H3: Impressão 3D H2: Sistemas construtivos sustentáveis H3: Construção modular H3: Painel de isopor H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Para começar o planejamento da construção de qualquer edifício é necessário definir qual será um dos sistemas construtivos a ser implantado. Ou seja, qual será a tecnologia e o método mais apropriado para a situação específica. Por isso, é imprescindível que o arquiteto e o engenheiro avalie os materiais da região, o tempo que a obra irá durar, seu orçamento e as questões ambientais. Existem diversos opções atualmente e em cada local do mundo é utilizado mais alguns do que outros. Por exemplo, no mercado brasileiro da construção civil é comum a escolha da alvenaria convencional ou concreto pré-moldado. Contudo, com a tecnologia e a busca por construções mais sustentáveis, outros tipos inovadores chamam a atenção, cada vez mais, de arquitetos e engenheiros. Neste artigo, você descobrirá mais sobre os sistemas construtivos e seu uso Brasil afora. A partir disso, será mais fácil escolher o mais conveniente para o seu projeto. Confira os tópicos: A alvenaria convencional é um método construtivo composto por elementos como vigas, pilares, lajes de concreto armado e paredes de vedação com blocos (tijolos) cerâmicos. Assim, temos construções dotadas de resistência e com proteção termoacústica. No Brasil, é o sistema mais tradicional, sendo muito fácil encontrar mão de obra e não há necessidade de alta especialização pelos profissionais, se comparado com outros sistemas construtivos. Por esse fator, a escolha torna-se econômica e viável pelas facilidades aqui citadas. ✅ Alta disponibilidade de materiais e mão-de-obra ✅ Suporta médios e grandes vãos ✅ Facilidade de futuras mudanças ❌ Gera muitos resíduos ❌ Grande tempo de execução A alvenaria estrutural é similar a alvenaria convencional, quando comparada aos elementos (blocos, vigas e pilares). A diferença aqui é que a vedação ocorre ao mesmo tempo que a estruturação. Conheça alguns dos métodos utilizados: Algumas questões merecem atenção quando a escolha tende a ser alvenaria estrutural como compatibilização entre o próprio projeto estrutural e os projetos de elétrica e hidro sanitário. Além do mais, para a execução é necessário mão de obra mais especializada que a convencional, já que a parede sustenta a edificação elas vem se manter no prumo. ✅ Menor desperdício de materiais ✅ Qualidade de execução superior ❌ Limitações em realocação de parede pois suportam as cargas estruturais ❌ Vãos livres limitados ❌ Limitações estéticas O sistema construtivo de concreto pré-moldado também é bastante conhecido e optado pelos brasileiros por oferecer um custo-benefício excelente. Com planejamento e acompanhamento de obra, há redução de mão de obra e impede que haja trabalho improvisado. Usado com frequência em galpões e grandes obras, as estruturas geralmente são adquiridas com empresas que prestam esse tipo de serviço, como também, elas podem ser moldadas no canteiro de obras. A escolha fica a critério do que é mais vantajoso analisando custos de transportes, dimensões de peças, investimento em formas, tempo de execução, equipamentos disponíveis, espaço no canteiro de obras e qualidade. ✅ Redução de prazo e mão de obra ✅ Contenção de custos ❌ Alto investimento inicial ❌ Exigência de mão de obra e equipamentos especializados O container apresenta muitas vantagens e atualmente está sendo bastante utilizado Brasil afora. Esse é um dos métodos construtivos mais resistentes e sustentável. Mas afinal, o que são containers? Refere-se a caixas metálicas de algum material resistente como o aço, alumínio ou a fibra. Muito comum, vê-los em em portos, por inicialmente, a proposta só abarcar o armazenamento de produtos a fim de serem transportados por longas distâncias. Hoje, o mercado da construção civil aproveita a oportunidade e o transforma em construções com estética industrial. ✅Rapidez e baixo custos nas obras ✅ Possibilidade de mudar a construção de local ❌ Necessidade de mão de obra qualificada (cortes das esquadrias) ❌ Espaço no canteiro de obras e entorno para transporte de guindaste ❌ Necessidade de isolamento termo acústico O termo steel frame significa “estrutura de aço”. Esse é mais um dos sistemas construtivos que usa o aço galvanizado como estrutura através de perfis. Junto a esses materiais, é utilizado placas para fechamento de materiais como cimento, madeira ou drywall. ✅ Agilidade na construção ✅ Mais precisão e  menor custo ❌ Requer mão de obra altamente especializada ❌ Limitações de altura O wood frame se assemelha ao steel frame em relação a necessidade de perfis estruturais. A diferença é que o material utilizado nesse sistema construtivo é a madeira. ✅ Excelente desempenho acústico e térmico ✅ Utilização de madeira de reflorestamento ✅ Agilidade na construção e baixo custo ❌ Limitação no número de pavimentos ❌ Requer mão de obra especializada ❌ Necessário cuidados de impermeabilização e manutenção No Brasil, os sistemas construtivos mais utilizados são: alvenaria e concreto pré-moldado. No entanto, essa escolha varia de acordo com a região. Nos Estados Unidos, é habitual a construção de edificações no sistema construtivo wood frame. Por mais que as madeiras passem pelo processo de autoclave, assegurando maior resistência e proteção contra umidade e cupins, em território brasileiro, não é comum a utilização desse método de construção por conta da umidade presente - o que pode acarretar em problemáticas para a edificação. Já nos países europeus, é comum a utilização de steel frame. De acordo com a região que a edificação será construída, as dimensões dos perfis de aço. Assim como, os espaçamentos e quantidade de material que será preciso. Vale ressaltar que os cálculos estruturais devem ser previamente desenvolvidos no projeto. Nos países africanos, as edificações são constituídas de terra e tijolos para garantir conforto térmico em seu interior. A busca por métodos que agilizem as etapas de projetos é uma das principais tendências no segmento da construção civil. O uso da tecnologia, por exemplo, contribui para mapear o mínimo de desperdício, a qualidade construtiva, a segurança e o conforto que uma edificação terá. Atualmente, há uma metodologia de trabalho para arquitetos e engenheiros criarem seus projetos visando centralizar todas as informações pertinentes em modelo digital. O BIM (Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção),  consegue prever as melhores escolhas a fim de trazer eficiência para a obra. A construção industrializada surge como um caminho para escalar a produção na área da construção civil, mas sem perder a qualidade. Esses novos modelos são apoiados no projeto e fabricação dos elementos de uma edificação, seja ele estrutural ou não. Temos como exemplo o steel frame e o container - ambos citados anteriormente. Entre os benefícios da construção industrializada estão: redução de prazos pela maior produtividade, controle de custos com planejamento financeiro detalhado, uso racional de recursos, limpeza e segurança nos canteiros de obras, flexibilidade para adaptações, desempenho e sustentabilidade, além da possibilidade de criação arquitetônica marcante. A tecnologia de  impressão 3D também se refere a fabricação, no entanto, aqui o foco é a criação de objetos tridimensionais através de várias camadas de um determinado material. As impressoras comuns no mercado utilizam materiais plásticos ou metal em pó e as camadas vão se formando a partir das informações fornecidas por um modelo digital. A tecnologia iniciou-se na área criando apenas objetos simples como maquetes. Atualmente,   a utilização se dá como método construtivo pois já desenvolve grandes detalhes de edifícios. As preocupações do setor da construção civil no que diz respeito aos sistemas construtivos se dão em relação a criar edificações sustentáveis. As apostas são voltadas para o uso de materiais sustentáveis, na mínima geração de resíduos e nas soluções excelentes de economia de água, utilização de energias renováveis, incentivo ao baixo consumo de energia, entre outros fatores. As edificações com premissa modular são construções off site, ou seja, ocorrem fora do canteiro de obras. São fabricados módulos com mesmos tamanhos e formas e, posteriormente, são unidos através de tecnologias de encaixe de acabamentos. Logo após, essas estruturas são transportadas para o local em que será instalada. Há muitas vantagens nesse tipo de sistema, entre elas estão: economia no tempo de execução de obra, racionamento de materiais, economia na mão de obra, baixo consumo de água e geração de resíduos dentro do canteiro de obra. A tecnologia que une painéis de argamassa armada com miolo de EPS (poliestireno expandido) possui também muitas vantagens na baixa geração de resíduos - e quando gerados passam a ser recicláveis -, alta resistência mecânica, excelente isolamento térmico e acústico - contribuindo para redução de geração energética de aquecimento e/ou refrigeração. Agora que você já conhece um pouco mais dos sistemas construtivos e quais são as tendências no segmento, comece já a aplicá-los em seus projetos. www.escolaengenharia.com.br www.maiscontroleerp.com.br www.portaldoconcreto.com.br www.engenhariacivil.com www.archdaily.com.br/br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/sketchup-download Title: Ferramentas e Dicas para Download do SketchUp Meta Description: Neste artigo você aprenderá como fazer o download do SketchUp: ferramentas e dicas sobre o software mais utilizado pelos arquitetos. Saiba como baixar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/sketchup-download ## Headings Structure: H1: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H2: A história do Sketchup H2: Os benefícios da utilização desse software H3: 1. Facilidade de uso H3: 2. 3D Warehouse H3: 3. Atualizações H3: 4. Maquete 360º H2: Como fazer o download do Sketchup H3: Sketchup Make H3: Sketchup pro H3: Sketchup online H2: Quais os requisitos de hardware para download do SketchUp? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H2: A história do Sketchup H2: Os benefícios da utilização desse software H3: 1. Facilidade de uso H3: 2. 3D Warehouse H3: 3. Atualizações H3: 4. Maquete 360º H2: Como fazer o download do Sketchup H3: Sketchup Make H3: Sketchup pro H3: Sketchup online H2: Quais os requisitos de hardware para download do SketchUp? H3: Continuar lendo H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H4: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Hoje em dia existem diversos programas de representação gráfica de projetos de arquitetura, engenharia e interiores que têm transformado completamente a maneira de se projetar nos últimos tempos. Porém, dentre tantas opções, o software para arquitetura mais utilizado por arquitetos e designers para elaborar projetos 3D no mundo inteiro, é, sem dúvidas, o SketchUp. Fazendo o download do SketchUp é possível perceber as diversas funcionalidades específicas que o programa oferece na elaboração de um projeto e suas diversas etapas. Conhecer a fundo esses recursos viabiliza que o profissional aproveite o potencial incrível do software, otimizando sua produtividade e aprimorando suas habilidades. Para conhecer mais sobre os benefícios do SketchUp que você pode ter projetando com essa ferramenta e como melhorar ainda mais seu uso, acompanhe nosso artigo. Ao longo do texto você irá aprender sobre: O Software foi desenvolvido pela Startup estadunidense At Last Software, em Boulder, no estado do Colorado em 1999. Logo, foi lançado e disponibilizado ao público em agosto de 2000 como um instrumento para criação de projetos em 3D. Chamando atenção desde seu lançamento, o SketchUp teve aceitação imediata de profissionais como arquitetos e designers devido ao seu manuseio intuitivo e alta produtividade. Por este motivo, foi inserido rapidamente no mercado de indústria da arquitetura, passando a ser utilizado em trabalhos profissionais da área. O SketchUp é um software especializado em modelagem 3D, cujo principal foco sempre foi facilitar a criação de formas espaciais tridimensionais, e evoluiu de tal forma que, hoje em dia, é usado por diversos segmentos além da arquitetura. O programa passou a ser uma ferramenta indispensável para quem queria produzir mais em menos tempo. Em 2006 o Google se interessou pela solução e em 14 de março do mesmo ano adquiriu a então startup At Last Software e, por consequência, o SketchUp. Após algumas atualizações, a ferramenta foi vendida para a Trimble Navigation em 2012, empresa responsável pela sua manutenção até os dias de hoje. O Software ganhou e continua ganhando inúmeros usuários. O segredo do crescimento e do sucesso dessa ferramenta, que completa 20 anos, é a grande facilidade de aprendizado, ao contrário de outros softwares concorrentes que exigem mais do usuário final. É possível identificar como o software cresceu e evoluiu sempre atento a necessidade de seus usuários e do mercado de trabalho. A solução continua conquistando novos usuários e reconquistando usuários antigos anualmente, a cada melhoria em suas versões e novos recursos lançados. Dentre suas principais funcionalidades, estão: Os benefícios do SketchUp oferecidos no uso desse programa especificamente para a construção civil tornaram a atividade de elaborar maquetes eletrônicas muito mais prática, rápida e acessível, além da versatilidade do uso em outras áreas. É extremamente fácil e intuitivo aprender a mexer neste programa, de modo que a maioria das funções pode ser compreendida e desempenhada sem que o profissional precise de um curso de especialização na ferramenta. Exatamente por esse motivo é que rapidamente ganhou uma enorme quantidade de adeptos ao redor do mundo. O desenvolvimento de maquetes 3D, possíveis através dos recursos do SketchUp, possibilitam que tanto os clientes como os profissionais envolvidos tenham maior e melhor compreensão de seus projetos. Assim, as chances de erros no entendimento da proposta e, consequentemente, na sua execução, são consideravelmente diminuídas, gerando mais segurança a todos os envolvidos no processo. Outra vantagem incrível é a 3D Warehouse (Armazém 3D): um dos plugins para SketchUp que reúne o maior acervo gratuito online de blocos no mundo: cerca de 2.2 milhões de arquivos disponíveis. Nela é possível encontrar desde modelos de mobiliário, objetos decorativos, plantas, esquadrias, até texturas para SketchUp. Todo ano, os desenvolvedores do software lançam uma nova versão do programa, adicionando comandos e melhorando sua usabilidade em vários aspectos, inclusive na maneira como o SketchUp “dialoga” direta e facilmente com outros programas usados na construção civil, facilitando ainda mais o trabalho dos profissionais. Como prova, nas últimas atualizações, o SketchUp tem focado em se aproximar cada vez mais da plataforma BIM. O BIM é a maior tendência na prática da arquitetura e engenharia, pois tem como objetivo integrar num mesmo modelo 3D, informações de todo tipo sobre o projeto: quantidades, orçamentos, cronogramas, gerenciamento e planejamento. Atualmente vivemos a popularização do recurso das imagens 360°, com a finalidade de transportar virtualmente o espectador para qualquer lugar do planeta. O potencial dessa ferramenta foi rapidamente notado por arquitetos, designers e engenheiros, que começaram a utilizá-la na apresentação de projetos. O SketchUp é encontrado em três versões: o SketchUp Pro — que exige a compra de uma licença de uso e oferece uma gama de funcionalidades bastante completa — e o SketchUp Make — gratuito, que oferece grande parte dos comandos de desenho da versão Pro, com algumas exceções, como a importação e exportação de arquivos e as secções inteligentes. Existe também a versão online que possui menos funcionalidades e pode ser acessada diretamente do seu navegador. No Brasil, sua revendedora autorizada é a totalCAD Softwares Técnicos, que disponibiliza em sua página download do SketchUp de avaliação da versão Pro em português. O programa está disponível para os sistemas Windows e Macintosh. Prefira fazer o download grátis da versão Make diretamente do site da fabricante Trimble, a fim de garantir a segurança do seu equipamento de informática — uma vez que, em outros sites, existem grandes possibilidades de serem inseridos vírus prejudiciais à sua máquina. Caso você faça o download do SketchUp na versão gratuita, o único investimento que precisará fazer é de tempo de aprendizado. Afinal, como já mencionado, o SketchUp Make é bastante completo em termos de ferramentas de desenho tridimensional e aceita integração com plugins diversos, com o mesmo nível de excelência. O SketchUp gratuito possui algumas limitações. Algumas das funções disponíveis são: No entanto, se você deseja extrair do modelo 3D os desenhos técnicos, tais como plantas, planos de corte, fachadas ou fazer exportação para outros softwares CAD, é mais interessante adquirir uma licença de uso. O SketchUp Pro conta exatamente com essas funcionalidades, integração com outras plataformas BIM e atribuições avançadas. Existem alguns tipos de assinatura de uma licença da versão Pro, com valores diversos. Licenças de acesso permanente ao SketchUp e ao Layout, educacionais, corporativas — tudo depende da necessidade apresentada pelo cliente. Portanto, o mais interessante é fazer orçamentos e estudar o que mais se encaixa às possibilidades. No SketchUp Pro (Profissional) podemos utilizar os seguintes recursos: A principal diferença entre os produtos está na possibilidade de criar Layouts (Folhas) associados ao modelo como no BIM com cortes, elevações e vistas automaticamente vinculados ao modelo do Sketchup, por outro lado a versão gratuita não possui esse recurso, outro grande diferencial da versão paga é a capacidade de troca de arquivos na importação e exportação dos arquivos DWG (AutoCAD) e o AI (Adobe Illustrator). Modelar no SketchUp online envolve apenas três etapas: 1. Abrir o navegador de sua preferência. 2. Iniciar o SketchUp. O SketchUp para a web é uma versão simplificada do aplicativo para desktop, que faz uso da mesma tecnologia principal. Além disso, ao salvar os projetos no Trimble Connect, o trabalho sempre é realizado na versão mais atualizada do modelo. Dá até para ver o histórico de versões. O SketchUp online também salva automaticamente para que os modelos em andamento sejam recuperados, naquelas ocasiões em que você exige demais do navegador. O SketchUp é um programa extremamente leve, que não induz obrigatoriedade de máquinas de última geração para funcionar adequadamente. No entanto, para evitar problemas como travamentos ou incompatibilidade com atualizações, é importante certificar-se de que existam as seguintes condições mínimas de hardware: Por fim, o SketchUp, atualmente, é uma ferramenta imprescindível no exercício profissional de arquitetos e designers, por todos os recursos, vantagens e diferenciais que você pôde ver neste artigo. Muitas empresas e profissionais já não abrem mão desta ferramenta, não apenas pela facilidade como pela grande quantidade de recursos e detalhamentos que ela oferece. E se você é da área da construção e ainda não utiliza esse programa, nosso conselho é: comece agora! O SketchUp não é nenhum bicho de sete cabeças e quanto mais você souber e treinar, melhores e mais profissionais seus projetos irão ficar. www.blog.totalcad.com.br www.razorcomputadores.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/slump-test Title: Slump test: entenda o procedimento, a importância e a norma Meta Description: Entenda a importância do slump test na construção civil. Esse ensaio avalia a consistência do concreto fresco diante da medição de sua deformação sob carga. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/slump-test ## Headings Structure: H1: Slump test: tudo sobre a avaliação da trabalhabilidade e consistência do concreto H2: O que é slump test? H2: A importância do slump test H2: Slump test norma H2: Slump test, como fazer? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Slump test: tudo sobre a avaliação da trabalhabilidade e consistência do concreto H2: O que é slump test? H2: A importância do slump test H2: Slump test norma H2: Slump test, como fazer? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O slump test é uma técnica muito utilizada para avaliar a consistência do concreto, sendo um ensaio de extrema importância na construção civil. O teste de slump ajuda a certificar a qualidade, prevenir problemas de execução, economizar tempo e dinheiro e, ainda, garantir a segurança dos trabalhadores e da estrutura. Esse teste deve ser sempre realizado para avaliar a capacidade do concreto de se deformar sob carga, e  ser realizado durante a produção do concreto para que se garanta a consistência ideal a ser utilizada. Em território brasileiro, o teste de slump é padronizado por normas técnicas, como a NBR NM 67/1998 - Concreto - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone - determinando um método a ser adotado para realização do teste, considerando a consistência do concreto fresco em laboratório ou na obra. Para conhecer mais sobre o slump test concreto, as normativas relacionadas e como o ensaio é realizado na prática, leia os tópicos: Antes da definição do slump test, precisamos rever algumas propriedades. Sabe-se que o traço do concreto é uma combinação de materiais (aglomerante, agregado miúdo, agregado graúdo e água) que visa atingir as propriedades desejadas, como resistência mecânica e trabalhabilidade, necessárias para o uso em uma construção. A trabalhabilidade do concreto refere-se à sua capacidade de ser misturado, transportado, lançado e adensado com facilidade e sem separação excessiva dos seus componentes, resultando em uma estrutura coesa e homogênea. Além do traço, aditivos e métodos de transporte, o motivo que mais influencia na trabalhabilidade do concreto é a consistência. Ela está diretamente relacionada com a maior ou menor fluidez do concreto, tendo como o principal fator de definição o teor de água. Quanto maior for a quantidade de água menor será a resistência. O slump test, ou ensaio de abatimento do concreto, é um experimento utilizado para avaliar a consistência do concreto fresco, por meio da medição de sua deformação sob carga, sendo comumente realizado no canteiro de obras. O teste é realizado despejando o concreto em um molde padrão em formato de cone truncado e, em seguida, essa forma é removida cuidadosamente. O grau de abatimento (ou slump) do concreto é medido pela diferença entre a altura original do molde e a altura do concreto após a remoção dessa forma. O resultado do slump test é comparado com os valores especificados em normas técnicas, como a NBR NM 67/1998, para determinar se a consistência do concreto é adequada para o uso na construção civil e, assim, garantir a qualidade e a segurança do concreto na obra. Saiba em quais situações devem ser realizado o slump teste: O slump test é um ensaio simples e essencial que pode evitar problemas estruturais e prejuízos financeiros na construção de uma edificação. Por isso, sua realização é fundamental para garantir a qualidade do concreto utilizado na obra. Se, ao construir uma casa, o ensaio de abatimento do concreto não for realizado, a mistura desse material construtivo pode ser inadequada, o que futuramente pode levar a diversos problemas. A insuficiência da consistência pode levar a não compactação do concreto, logo, o resultado será, por exemplo, pilares e vigas com fissuras ou até colapsadas. Esse cenário compromete a durabilidade da edificação. Ou de maneira oposta, se a mistura do concreto houver consistência excessiva, será difícil acontecer o adensamento do material, podendo resultar em vazios na estrutura da edificação - também conhecidos como bicheiras. Além de que, a utilização de um concreto muito rígido interfere no acabamento da obra, dificultando assim, o assentamento de piso. Logo, a falta da realização do slump test pode levar a diversos problemas na construção de uma edificação, entre essas problemáticas estão: defeitos estéticos, diminuição da vida útil da estrutura, problemas de segurança, atrasos na obra e, consequentemente, aumento de custos. Vale ressaltar que o ensaio de abatimento do concreto é simples e rápido, e seu custo é irrisório em comparação aos prejuízos que podem ser causados por uma mistura inadequada de concreto. A norma do slump test NBR NM 67:1998 (Concreto - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone), estabelece um método para a realização do slump test. A norma é dividida em objetivo, referências normativas, amostragem, aparelhagem, procedimento, expressão dos resultados e relatório do ensaio. Observe, a seguir, a descrição dos materiais a serem utilizados no ensaio: Em cada obra ou etapa da construção, pode haver variações na trabalhabilidade ou abatimento do concreto, dependendo das especificações do cliente. Isso acontece porque à medida que os pavimentos são construídos em alturas maiores, o bombeamento do concreto torna-se mais difícil. Para solucionar esse problema, é possível utilizar um concreto mais fluido e seguir as orientações do projeto para garantir uma melhor penetração do concreto na armadura e facilitar o seu adensamento. A norma NBR 8953/2015 (Concreto para fins estruturais — Classificação pela massa específica, por grupos de resistência e consistência) específica os concretos com relação a trabalhabilidade, medida pelo ensaio de abatimento - slump test -, em cinco classes: Ou seja, quanto maior for o slump (consistência) do concreto, maior a facilidade de ser lançado e adensado, isso quer dizer que se há uma boa trabalhabilidade. Em relação aos valores de abatimento, irá depender do tipo de uso do concreto. Essa norma, citada anteriormente, define as classes de resistência do concreto, os requisitos de durabilidade, as exigências de controle de qualidade e as metodologias de ensaio para garantir que o concreto utilizado na construção apresente características adequadas de resistência e durabilidade. Possuindo, então, o objetivo de garantir a segurança e a durabilidade das edificações, evitando possíveis patologias e riscos à saúde e à vida dos usuários. Apesar do slump test ser um ensaio relativamente simples que pode ser realizado no próprio canteiro de obras, você ou quem for fazer, deve ter os materiais necessários e seguir o passo a passo á risca, acompanhe a seguir: Checklist de materiais: Passo 01: coloque o molde tronco-cônico sobre uma superfície plana e nivelada, de forma que a base maior fique apoiada firmemente no solo. Passo 02: molhe as paredes internas do molde com água limpa, sem encharcar. Passo 03: preencha o molde com o concreto a ser testado, em três camadas iguais, compactando cada camada com 25 golpes de haste metálica. Os golpes devem ser uniformemente distribuídos ao longo da superfície do concreto. Passo 04: posteriormente a última camada, nivele a superfície do concreto com a haste metálica e limpe o excesso de concreto ao redor do molde. Passo 05: remova o molde de forma vertical, sem sacudir ou mover o concreto. O processo deve ser realizado de 5 a 10 segundos. Passo 06: meça a altura do abatimento do concreto com uma régua metálica, a partir da altura original do molde até o ponto mais alto da superfície do concreto. Passo 07: compare o valor obtido com os valores especificados em normas técnicas, como a NBR 8953/2015, para avaliar se o concreto apresenta a consistência desejada para o uso na obra. O tempo para realização do slump test é crucial, deve ser realizado sem interrupções e finalizar-se em 150 segundos, visto que o concreto fresco é uma mistura com tempo de trabalho limitado, logo, é importante não atrasar o início da moldagem após a mistura e seguir as orientações do fornecedor do concreto. https://www.escolaengenharia.com.br/ https://nelsoschneider.com.br/ https://www.engemix.com.br/ http://professor.pucgoias.edu.br/ https://www.studocu.com http://metalengeconcretos.com.br/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/sondagem-do-solo Title: Sondagem do solo: o que é, e quais diretrizes a permeiam Meta Description: Entenda o que é sondagem do solo, quais os principais tipos de sondagem e porque é essencial realizar esse estudo na sua obra Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/sondagem-do-solo ## Headings Structure: H1: Sondagem do solo: o que é, e quais diretrizes a permeiam H2: Quando fazer a sondagem do solo? H2: Qual o valor da sondagem de solo? H2: Quais são os tipos de sondagem do solo? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Sondagem do solo: o que é, e quais diretrizes a permeiam H2: Quando fazer a sondagem do solo? H2: Qual o valor da sondagem de solo? H2: Quais são os tipos de sondagem do solo? H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Ao dar início a um projeto, é comum que o engenheiro ou arquiteto se atente a fatores como posicionamento da fachada, vento predominante, legislação vigente na região, orçamento e cronograma de obra. No entanto, um elemento importante pode ser facilmente negligenciado, e ele pode influenciar e ditar o andamento de toda uma obra. Estamos falando do estudo de sondagem do solo! Você sabe a importância de realizar esse estudo? Fique tranquilo, vamos te explicar tudo o que você precisa saber sobre essa etapa crucial da construção civil! ‍O que é o estudo de sondagem do solo? O estudo de sondagem do solo é um dos primeiros itens que devem ser contemplados no cronograma de obra, isso porque a sondagem do solo é uma técnica utilizada para obter informações sobre as propriedades geotécnicas do solo em uma área específica. É uma etapa crucial no processo de planejamento e projeto de construções, pois fornece informações para garantir a segurança e a estabilidade da estrutura da construção. A sondagem do solo é realizada usando equipamentos especializados, como sondas de percussão, sondas de rotação ou sondas de cone, que são inseridas no solo para coletar amostras e medir as propriedades do solo. A profundidade e a posição das sondagens são determinadas com base nas especificações do projeto e nas informações obtidas de fontes secundárias, como mapas geológicos ou dados sísmicos. O resultado do estudo de sondagem de solo é um relatório técnico que apresenta as informações obtidas, incluindo descrições das camadas de solo, as propriedades físicas e mecânicas e a capacidade de suporte do solo. Esse relatório é usado por engenheiros e arquitetos para tomar decisões conscientes sobre a viabilidade do projeto e a escolha das soluções de fundação adequadas. São muitos os benefícios obtidos ao realizar a sondagem como por exemplo: Em resumo, o estudo de sondagem do solo é uma ferramenta valiosa para garantir a segurança e a viabilidade de projetos e minimizar os riscos. Além disso, ajuda a compreender melhor as propriedades do solo e a tomar decisões informadas. A sondagem do solo é geralmente realizada antes da construção de qualquer tipo de projeto, e é geralmente realizada no início do processo de planejamento da construção. É importante que a sondagem do solo seja realizada antes de se tomar qualquer decisão importante sobre o projeto, como a escolha de materiais de construção, a definição de especificações de projeto e a avaliação de custos e definição de fundação. Além disso, em muitos casos, a sondagem do solo é necessária para cumprir requisitos regulatórios antes da construção e a mesma deve ser feita seguindo os critérios da NBR. O momento exato em que a sondagem do solo deve ser realizada depende do projeto em questão e das condições locais, como o clima, a umidade do solo e as condições de acesso. É importante consultar um engenheiro ou geólogo para determinar o momento ideal para realizar a sondagem do solo no seu projeto. Não há um valor fixo para a sondagem de solo no Brasil, pois o custo pode variar dependendo de diversos fatores, relacionados ao local das perfurações. Além disso, diferentes empresas podem oferecer preços diferentes pelos mesmos serviços. As principais condicionantes levadas em conta pelas empresas na hora de realizar um orçamento para sondagem de solo são: De forma geral, o custo para uma sondagem de solo pode variar de algumas centenas a alguns milhares de reais, dependendo do escopo do trabalho. É importante fazer uma pesquisa e comparar preços e serviços oferecidos por diferentes empresas antes de escolher uma para realizar a sondagem. Atualmente no mercado existe grande variação de tipos de sondagem do solo. O que vai definir a mais adequada é as condicionantes do próprio terreno, e a escolha deve ser feita por um profissional qualificado e experiente em acordo com a empresa prestadora de serviços de sondagem. No entanto listamos abaixo os tipos de sondagens mais comuns: A sondagem SPT é realizada por profissionais treinados e equipados com o equipamento adequado, incluindo uma sonda, uma barra de percussão, um martelo e uma haste de coleta de amostras. É importante seguir as diretrizes técnicas e de segurança estabelecidas para garantir que os resultados sejam precisos e confiáveis, como por exemplo a NBR 6484 que dita diretrizes de sondagem SPT. Durante a sondagem, o grande objetivo é a coleta de amostras deformadas para a realização de ensaios em laboratório a fim de registrar os dados sobre sua composição, densidade, umidade, entre outras características. Além disso, é possível realizar ensaios adicionais no solo, como ensaios de compressão, para determinar suas propriedades mecânicas. O resultado gera um relatório com o perfil da cada sondagem, contendo a descrição minuciosa das amostras coletadas, posição do solo freático (quando houver), além de planta de locação dos furos realizados devidamente cotados. Durante a sondagem rotativa, é possível coletar amostras do solo e registrar informações sobre sua composição, xistosidade (qualidade de xistoso que apresenta as rochas metamórficas cristalinas), índice de qualidade (grau RQD), entre outras características. Além disso, é possível realizar ensaios adicionais no solo, como ensaios de compressão, para determinar suas propriedades mecânicas. Existem vários métodos de sondagem geofísica, dividindo-se inicialmente em levantamentos geofísicos terrestres e levantamentos geofísicos aéreos. O que basicamente os diferenciam é se serão utilizados drones e helicópteros ou se os dados serão coletados diretamente em contato com o solo. Os principais métodos de coleta de dados são: Cada método é adequado para determinadas aplicações, dependendo do tipo de informação que se deseja obter e da natureza do solo e subsolo. A sondagem geofísica é amplamente utilizada em projetos de construção, mineração, geologia, pesquisa de petróleo e gás, entre outros. Ela é realizada por profissionais treinados e equipados com o equipamento adequado, incluindo sensores, sismógrafos, magnetômetros, entre outros. Como a sondagem geofísica é uma técnica não invasiva, ela pode ser mais segura e menos dispendiosa do que as sondagens convencionais, como a sondagem à percussão ou a sondagem a trado. Além disso, ela pode fornecer informações mais precisas e detalhadas sobre o subsolo, o que é importante para a tomada de decisões informadas em projetos de construção e pesquisa. Como vimos, são vários os tipos de sondagem do solo, pode ser que você tenha dúvida na hora de escolher o que mais se adequa ao seu caso. Por isso, listamos abaixo algumas NBR's que devem servir de base para seus estudos de sondagem do solo: Com o relatório de sondagem de solo você está preparado para dimensionar corretamente a fundação e escolher os melhores métodos construtivos para seu projeto.  Agora é com você! https://venistoptopografia.com.br/ https://www.studocu.com/pt-br/home/ https://blog.apl.eng.br/ http://www.torresgeotecnia.com.br/ https://geositu.com.br/ https://www.renansousaeng.com.br/post/57391-sondagem-SPT https://senaies.com.br/tag/mapa-do-trabalho-industrial/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/spin-selling-tecnica-sales Title: SPIN Selling: metodologia para você vender seus serviços Meta Description: Conheça a metodologia de SPIN Selling: conceito, etapas e entenda como o SPIN Selling pode ser aplicado no mercado do design e da arquitetura. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/spin-selling-tecnica-sales ## Headings Structure: H1: SPIN Selling: Como essa metodologia vai ajudar você a vender seus serviços H2: 1. Conceito de SPIN Selling H3: 1.1 Situação H3: 1.2 Problema H3: 1.3 Implicação H3: 1.4 Necessidade H2: 2. As 4 etapas de uma venda SPIN H3: 2.1 Abertura H3: 2.2 Investigação H3: 2.3 Demonstração de capacidade H3: 2.4 Obtenção de compromisso H2: 3. Objeções SPIN H2: 4. Porque usar o modelo SPIN? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: SPIN Selling: Como essa metodologia vai ajudar você a vender seus serviços H2: 1. Conceito de SPIN Selling H3: 1.1 Situação H3: 1.2 Problema H3: 1.3 Implicação H3: 1.4 Necessidade H2: 2. As 4 etapas de uma venda SPIN H3: 2.1 Abertura H3: 2.2 Investigação H3: 2.3 Demonstração de capacidade H3: 2.4 Obtenção de compromisso H2: 3. Objeções SPIN H2: 4. Porque usar o modelo SPIN? H3: Continuar lendo H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: A técnica da Cold Call para fechar vendas H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Plano de marketing digital: por que você precisa de um? H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Design thinking em 3 passos: como construir a cultura da inovação em seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Estratégia de vendas para arquitetura e construção: como aumentar o fluxo de projetos e obras e transformar o seu negócio H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Networking para arquitetura: como ampliar sua rede de contatos H4: Cold emails: definição, usos e dicas H4: Cold emails: definição, usos e dicas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Não é novidade que o perfil do consumidor mudou e as abordagens de venda tradicionais estão cada vez mais ineficientes. A proposta é que arquitetos(as) e designers não empurrem mais vendas à clientes, mas que se comportem de forma consultiva para oferecer serviços que realmente atendam a necessidade dos prospects. E o SPIN Selling é a estratégia que pode ajudá-lo(a) a colocar isso em prática. Os consumidores não querem apenas um projeto ou uma reforma – eles procuram por uma solução para seu problema. E, para isso, é preciso entender melhor suas necessidades. O SPIN Selling é baseado em perguntas que têm o intuito de lhe ajudar a descobrir essas informações e para que possa oferecer um atendimento de qualidade. Quer entender como o SPIN Selling pode ser aplicado no mercado do design e da arquitetura? Confira neste artigo! No decorrer dele você irá aprender sobre: O nome SPIN Selling vem de um livro altamente influente (com o mesmo título) do escritor Neil Rackham, publicado originalmente em 2000. Consiste em uma metodologia de venda que agora é ensinada globalmente e tem sido repetida e encaminhada em muitas publicações desde então. O SPIN Selling foi desenvolvido a partir da observação atenta, por especialistas de vendas, de 35.000 visitas de vendas. Por meio dessa observação, ficou claro que a qualidade das perguntas feitas por um vendedor era a chave para o sucesso de uma venda. O termo SPIN é um acrônimo com as letras iniciais de quatro tipos diferentes de perguntas de vendas destinadas a atrair o interesse de um cliente potencial e levá-lo à venda. As respostas às perguntas da situação constituem a base de um ciclo de vendas. O objetivo delas é desenvolver uma compreensão do cliente potencial e sua situação precisa em relação a um serviço como o seu.‍ A ideia por trás das perguntas de problema é fazer com que o cliente potencial perceba que há uma ou mais "dores" que precisam ser resolvidas . Esses problemas e questões são o que você usará gentilmente, mas com firmeza, para impulsionar a venda. Depois de descobrir o problema, é importante conhecer suas implicações. Formuladas corretamente, as perguntas de implicação demonstram claramente ao cliente em potencial que os problemas realmente precisam ser resolvidos, mais cedo ou mais tarde. Agora que você mostrou ao seu cliente potencial como a situação só vai piorar se não for resolvida, você quer que eles considerem o quão valiosa seria uma solução real para o problema ou problemas. Esse é o ponto das perguntas sobre a necessidade. Incentive-os a visualizar e imaginar a diferença com aquele problema resolvido. As perguntas sobre a necessidade de recompensa precisam evocar emoções positivas. Afinal, é bom saber que um problema urgente pode finalmente ser resolvido. Rackham diz que existem quatro estágios básicos em cada venda: Se você já leu nosso artigo sobre Cold Calls, sabe que no primeiro contato com o lead, não se deve pular imediatamente para os recursos e benefícios de seus produtos, pois não só essa estratégia é excessivamente agressiva, afastando os clientes em potencial, mas você também perde a oportunidade de aprender informações valiosas. Seu objetivo nesta etapa é obter o consentimento de seu cliente para passar para a próxima fase – o estágio de investigação. A investigação é a fase mais importante da venda de SPIN. Nesta etapa você está descobrindo como seu serviço pode ajudar o seu lead, identificando suas prioridades e critérios de compra e ganhando credibilidade ao fazer perguntas relevantes, direcionadas e estratégicas. Depois de conectar os pontos entre sua solução e as necessidades do cliente em potencial, você precisa provar que a conexão existe. Nesta etapa, você deverá ter bem organizado o produto ou serviço que está oferecendo, para que esteja apto a demonstrar os recursos, vantagens e benefícios que seu potencial cliente terá caso feche com você. Cuide para não apresentar características e vantagens demais, sem conhecer as necessidades de seu cliente. Se você aplicar corretamente as técnicas de SPIN Selling, como resultado, sua negociação acabará com algum tipo de compromisso do cliente. Este estágio se refere a todas as ações possíveis de serem realizadas antes de seu cliente chegar ao estágio do fechamento do contrato – que se trata da decisão final pela contratação propriamente dita. Neste caso, obter um compromisso pode ser fazer seu cliente concordar em ver seu portfólio, assistir à um vídeo de algum projeto feito por você ou permitir que vocês sigam para uma etapa de briefing, por exemplo. Na verdade, você deveria se preocupar mais se não as estiver recebendo - isso significa que seu cliente potencial tem receios que não está compartilhando com você. Sua meta é descobrir por que o comprador ainda não puxou o gatilho dessa compra e, em seguida, ajudá-lo a entender por que suas preocupações não são verdadeiras bloqueadoras. Claro, se houver um motivo válido para o seu produto não ser adequado, você não deve persuadi-los do contrário. Por isso, você dever ter muito claro as personas que seu escritório atende. Na sequência tradicional, o vendedor faz uma pergunta sobre o problema. Em seguida, eles usam a resposta do cliente potencial para oferecer o recurso de produto correspondente. No entanto, o representante geralmente não tem contexto suficiente para entender verdadeiramente o que o cliente em potencial está tentando realizar ou o que o está bloqueando. Sua resposta genérica e única leva o comprador a recuar - e ela provavelmente não dará ouvidos a nenhuma de suas sugestões futuras. Tente a sequência SPIN. Faça uma pergunta de problema, investigue as consequências com perguntas de implicação e, em seguida, peça ao comprador para reconhecer o valor de uma solução com uma pergunta sobre necessidade de recompensa. Se você deseja conhecer um pouco mais sobre objeções de vendas, preparamos um artigo falando sobre isso: Superando objeções em vendas. Se o prospect busca um projeto de consultoria apenas, por exemplo, é preciso fazer esse filtro antes de tentar vender um projeto. A ação otimizará seu tempo e irá gerar uma experiência mais positiva aos clientes. Além disso, utilizar o SPIN Selling lhe ajudará a montar um roteiro muito mais assertivo para suas Cold Calls. Quando você escuta o que seu cliente realmente quer, além de fechar mais vendas, você também cria relacionamentos duradouros. O público passa a enxergar você e seu escritório como especialistas em solução de problemas e o resultado disso será o sucesso de sua empresa. https://www.yesware.com/blog/spin-selling/ https://www.pipelinersales.com/learn-crm/sales-techniques/spin-selling/ https://blog.hubspot.com/sales/spin-selling-the-ultimate-guide https://blog.appfacilita.com/spin-selling/ https://blog.vindi.com.br/o-que-e-spin-selling/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/steel-frame-as-vantagens-e-desvantagens-desse-sistema-construtivo Title: Steel frame: vantagens e desvantagens do sistema construtivo Meta Description: Descubra as vantagens e desvantagens do steel frame como um guia para desenvolvedores e engenheiros de projeto que exploram diferentes opções de construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/steel-frame-as-vantagens-e-desvantagens-desse-sistema-construtivo ## Headings Structure: H1: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H2: O que é steel frame? H2: Como funciona o sistema construtivo de steel frame? H2: Tipos de construção de estrutura de aço (steel frame) H3: Fabricação de Aço Convencional H3: Construção de aço parafusado H3: Construção de aço leve H2: As vantagens e desvantagens do steel frame H3: Vantagens H3: Desvantagens H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H2: O que é steel frame? H2: Como funciona o sistema construtivo de steel frame? H2: Tipos de construção de estrutura de aço (steel frame) H3: Fabricação de Aço Convencional H3: Construção de aço parafusado H3: Construção de aço leve H2: As vantagens e desvantagens do steel frame H3: Vantagens H4: Força H4: Durabilidade H4: Fabricação fácil em tamanhos diferentes H4: Resistente ao fogo H4: Resistente a Pragas e Insetos H4: Resistência à Umidade e Intempéries H4: Tempo eficiente H3: Desvantagens H4: Condutividade térmica H4: Flexibilidade reduzida no local H4: Estruturas de suporte H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H4: Geotécnica: o que é e como aplicar em sua obra H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O steel frame, ou construção de estrutura de aço, está aumentando constantemente sua participação de mercado no setor de construção e engenharia civil. Isso porque o setor da construção civil é responsável por produzir uma grande quantidade de resíduos. Além do desperdício de recursos, os sistemas construtivos tradicionais, como alvenaria e concreto, demandam um tempo maior em relação a outros sistemas industriais que são pré-fabricados. Pensar em alternativas capazes de se adaptar a diferentes territórios, que sejam econômicas e rápidas de implementar, tornou-se uma prioridade entre arquitetos e construtores. Todavia, o steel frame pode ser considerado um método de construção mais eficaz em comparação com as outras alternativas? Neste artigo, avaliamos as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo como um guia para desenvolvedores e engenheiros de projeto que exploram diferentes opções de construção. Steel frame consiste tipicamente em colunas verticais e vigas horizontais que são rebitadas, parafusadas ou soldadas juntas em uma grade retilínea. As vigas de aço são elementos estruturais horizontais que resistem a cargas aplicadas lateralmente ao seu eixo. As colunas são membros estruturais verticais que transferem cargas compressivas. Pode ser usado para formar o esqueleto de um edifício. A estrutura de aço estrutural é normalmente projetada, fabricada e erguida de acordo com os padrões aplicáveis. Mais à frente abordaremos os diferentes tipos de steel frame para edifícios e casas em estrutura metálica. A utilização de materiais pré-fabricados em sistema de montagem elimina o uso de cimento e permite um sistema de construção Off site, ou seja, fora do canteiro de obra. Sendo possível concluir uma obra em um curto espaço de tempo, pois a montagem dos painéis de uma residência de Steel Frame é montada na indústria e transportada até o canteiro de obras, pronto para fixação. Esqueletos feitos de perfis de aço constroem esquadrias leves, que então levantam os elementos que compõem os espaços, como as paredes. Ao contrário do que acontece com os blocos cerâmicos ou de betão, as esquadrias são fechadas externamente por placas de cimento, e internamente por placas de gesso acartonado, que posteriormente recebem outros revestimentos (pintura, papel de parede, etc.). Membranas especiais são colocadas estrategicamente entre as camadas para tratamento termoacústico. Como não utiliza tijolos, no sistema steel frame, as paredes têm painéis estruturais, parecidos com a ideia de placas de drywall, porém sua estrutura é de aço galvanizado e possui várias camadas para garantir conforto térmico, acústico e resistência ao sistema. Existem vários tipos de construção de estrutura de aço, que incluem: A fabricação convencional de aço envolve cortar os membros de aço no comprimento correto e soldá-los para construir a estrutura final. Este processo de construção pode ser executado inteiramente no local, o que requer mão de obra massiva. Alternativamente, para melhores resultados, pode ser feito parcialmente em uma oficina para fornecer melhores condições de trabalho e reduzir o tempo de trabalho. Nesta técnica, todos os membros estruturais de aço são fabricados off site, depois entregues no canteiro de obras e, finalmente, parafusados ​​no lugar. O tamanho dos membros estruturais de aço é controlado pelo tamanho do caminhão ou reboque usado para entregar os elementos de aço. A construção de aço parafusado é substancialmente mais rápida. É considerada a abordagem de construção preferida porque a maior parte da fabricação pode ser feita em oficinas, com o maquinário, iluminação e condições de trabalho corretos. O aço de bitola leve é ​​uma chapa fina (geralmente varia entre 1-3 mm) de aço que foi dobrada para formar seções C ou seções Z. É amplamente comum e usado para a construção de edifícios residenciais e pequenos. Os benefícios que a construção de aço leve oferece incluem flexibilidade de projeto e alta velocidade de construção. O steel frame costumava ser usado principalmente para estruturas grandes e simples, como garagens, grandes edifícios agrícolas e armazéns - bem como arranha-céus. É assim que a construção de estrutura de aço ainda é entendida na crença popular, mas agora também é usada para uma ampla gama de outros tipos de desenvolvimento, incluindo escritórios, fábricas, escolas, prédios públicos e algumas residências. O sistema construtivo steel frame é uma boa opção para uma diversidade de projetos por vários motivos, incluindo: durabilidade, acessibilidade e sustentabilidade. Os componentes de aço estrutural podem ser fabricados rapidamente fora do local (construção off site) e depois transportados para o canteiro de obras quando necessário, minimizando os requisitos de mão de obra no local e reduzindo o impacto de variáveis ​​que podem atrasar um projeto, como clima adverso. Além disso, existem várias vantagens distintas na construção de estruturas de aço do ponto de vista da fabricação, bem como algumas desvantagens. Estas serão abordadas a seguir: As construções de estrutura de aço oferecem as seguintes vantagens em comparação com construções de tijolo, concreto e madeira. Os componentes estruturais de aço são mais leves e mais fortes do que os produtos de madeira ou concreto que suportam peso. Uma fabricação típica de aço para suportar peso é 30% a 50% mais leve do que um equivalente em madeira. Isso torna o sistema steel frame muito mais forte e durável do que as alternativas tradicionais. O aço tem a maior relação resistência-peso de todos os materiais estruturais, de acordo com a Steel Framing Industry Association. O aço é dimensionalmente estável e não se expande ou contrai com mudanças no teor de umidade. O aço não deforma ou racha quando exposto aos elementos, diferentemente da madeira ou tijolo que incham quando expostos à umidade ou o concreto e bloco que encolhem e formam rachaduras de retração. Os pinos de aço estão disponíveis em uma variedade de tamanhos e podem ser fabricados sob encomenda. Isso significa que eles podem ser personalizados para suportar cargas específicas em edifícios de todos os tipos e tamanhos. É um fato comum que o aço não é combustível. Ao contrário de uma estrutura de madeira, as construções de steel frame são altamente resistentes ao fogo, reduzindo o risco de incêndio e retardando sua propagação, caso ocorra. Os revestimentos retardadores de chamas especiais atuam para aumentar esta propriedade do aço estrutural. O ponto de fusão do aço é de aproximadamente 2.700 graus Fahrenheit As temperaturas médias dos incêndios em edifícios são de 1.000 graus Fahrenheit e raramente excedem 1.800 graus Fahrenheit. Assim, o aço nas estruturas não derreterá. Os componentes do steel frame são imunes aos efeitos degradantes de insetos e mamíferos escavadores - o que pode causar um problema para a estrutura de madeira, a menos que seja tratado adequadamente. O aço estrutural pode ter boas propriedades de resistência à umidade, dependendo do seu teor de carbono. Revestimento de zinco quente e tratamentos com pó extra para maior resistência à ferrugem tornarão um componente de aço estrutural ainda mais imune aos efeitos da água – uma consideração importante para componentes expostos ao clima. Panelização - a capacidade de montar seções de parede, piso e telhado fora do local em um ambiente controlado - é frequentemente usado em projetos de steel frame. Tem muitas vantagens, desde agilizar a construção até garantir maior controle de qualidade. As construções de estrutura de aço têm algumas desvantagens, sendo as mais citadas: O aço não é conhecido por seu calor, devido à sua alta eficiência na condução de calor. O valor do isolamento das paredes pode ser reduzido pela metade quando o calor é transferido através de pinos de aço, o que não é uma boa notícia para a retenção de energia em um edifício. Onde o steel frame é utilizado, medidas de isolamento precisam ser implementadas para neutralizar a condutividade térmica do aço. Uma das vantagens da utilização de componentes estruturais de madeira é a possibilidade de ajustá-los no local. Um componente pode ser cortado no tamanho certo, pregos martelados para fortalecer a união e assim por diante. Isso obviamente não pode acontecer com o aço. As medidas de aço precisam ser calculadas com precisão com antecedência, porque uma fabricação de aço é entregue no local em sua forma final, pronta para ser encaixada no edifício. Esta é uma das grandes vantagens do aço, mas se a fabricação resultou em um componente impreciso por qualquer motivo, o projeto pode ser adiado enquanto a estrutura é enviada de volta à oficina para ajustes. Construções em steel frame raramente funcionam por conta própria. Elas geralmente requerem drywall, revestimento, isolamento e componentes de madeira suplementares para unir um edifício. Na opinião de algumas construtoras, é uma desvantagem, embora geralmente a economia de tempo supere quaisquer ajustes que precisem ser feitos no local. Por fim, devemos ter em mente que cada vez mais cidades terão que atender às demandas de novos sistemas construtivos desenvolvendo técnicas capazes de unir qualidade e sustentabilidade, eficiência econômica e produção em série. Um sistema de construção a seco, como o steel frame, pode fornecer os benefícios acima e são ótimos exemplos de sistemas para o futuro. www.theconstructor.org www.blog.glwengineering.co.uk www.construindocasas.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/superando-objecoes-em-vendas Title: Superando objeções em vendas Meta Description: Um objeção inesperada sempre pode acontecer, por isso, é preciso se preparar. Confira dicas de como superar objeções de vendas e fechar mais negócios. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/superando-objecoes-em-vendas ## Headings Structure: H1: Superando objeções em vendas H2: 1. O que são objeções de vendas? H2: 2. Como lidar com objeções de vendas? H2: 3. Estratégias comprovadas para superar objeções em vendas H2: 4. Objeções comuns na arquitetura e como superá-las H3: 4.1 Objeções de valores / preço H3: 4.2 Objeções quando seu serviço não atende às necessidades H3: 4.3 Objeções quando não há interesse H2: 5. Esteja preparado para suas objeções de vendas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Superando objeções em vendas H2: 1. O que são objeções de vendas? H2: 2. Como lidar com objeções de vendas? H2: 3. Estratégias comprovadas para superar objeções em vendas H2: 4. Objeções comuns na arquitetura e como superá-las H3: 4.1 Objeções de valores / preço H3: 4.2 Objeções quando seu serviço não atende às necessidades H3: 4.3 Objeções quando não há interesse H2: 5. Esteja preparado para suas objeções de vendas H3: Continuar lendo H4: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H4: Quer aumentar suas chances de venda? Comece pela organização H4: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H4: Funil de vendas - Entendendo cada etapa do seu processo de vendas H4: 6 abordagens para fechar mais vendas H4: 6 abordagens para fechar mais vendas H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H4: Entenda como calcular o ROI (Retorno Sobre Investimento) H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Antes de atender a um cliente, geralmente existe uma preparação prévia, onde você pensa em cada detalhe: como agregar valor ao seu escritório, como pretende apesentar sua proposta comercial, qual será sua estratégia de vendas (...). Porém, ainda que você tenha se preparado, uma objeção inesperada como "seu preço está muito alto" ou "agora não é um bom momento", podem lhe desconcentrar e fazer com que perca o foco da venda. Neste artigo, organizamos algumas dicas importantes para que você comece a superar objeções de vendas e a fechar mais negócios. Nele você encontrará: Uma objeção de vendas é uma refutação do seu lead atual durante o funil de vendas que indica explicitamente uma razão pela qual eles não estarão comprando de você no momento. Isso pode incluir problemas com preço, produto entregue, falha na estratégia de vendas, entre outras coisas. Mas não se engane em pensar que objeções de vendas sempre são ruins! Pelo contrário. Especialmente no momento em que você está desenvolvendo e aperfeiçoando seu processo de vendas, elas se tornam oportunidades de aprender mais sobre as necessidades de seu cliente em potencial e encontrar maneiras melhores de comunicar o valor que sua solução oferece a eles. Para lidar com objeções de vendas, você deve estar preparado para o que está chegando, ouvir atentamente o seu cliente e demonstrar que realmente entende suas preocupações. Essa estratégias podem ajudar a amenizar seu nervosismo e reação de choque da conversa e levá-lo de volta aos trilhos. Essas objeções vão desde "achamos que seu projeto é muito caro", "preciso de um desconto para comprar" a "já vamos investir muito dinheiro na reforma". E é nesse momento que você pensa: Porque o cliente está disposto a investir mais em móveis caros, na obra e não aceita pagar o valor do meu projeto? Frequentemente, as pessoas usam o preço como mecanismo de defesa para ocultar quais são suas reais preocupações - ou estão apenas testando para ver se você oferecerá um desconto. Certifique-se de chegar à raiz do que realmente está acontecendo com uma objeção de preço. Algumas objeções comuns no quesito valores são: Para resolver o problema deles, você deve primeiro saber o que é. Por isso, faça perguntas e não aceite as respostas como certas - leia nas entrelinhas. Quando alguém lhe diz que você simplesmente “não consegue atender às suas necessidades" incomoda. Mas o que as pessoas realmente estão dizendo quando dizem isso para você? A melhor maneira de lidar com essa objeção é se preparar com antecedência. Saiba que sua credibilidade está em jogo todas as vezes que você tenta convencer seu cliente que consegue resolver a sua dor, por isso, você precisa ser capaz de estabelecer autoridade e apoiá-la com fatos. Primeiro, dedique algum tempo no início do funil de vendas, estabelecendo sua credibilidade e autoridade. Forneça valor ao possível cliente antes de tentar vendê-lo. Tenha depoimentos e estudos de caso prontos para demonstrar sua capacidade de solucionar a dor de seu cliente. Em seguida, se você tiver feito sua lição de casa no estabelecimento de um perfil de cliente ideal, saberá se terá uma lacuna de credibilidade e se realmente faz sentido tentar convencer seu lead de que é a pessoa certa para o projeto. Se você está certo que conseguirá atender às expectativas do cliente, procure entender, use perguntas críticas para investigar melhor o que está impedindo seu cliente em potencial de seguir com seu escritório. Essas objeções são semelhantes às de quando o cliente afirma que você não atende às suas necessidades, mas diferem de uma maneira importante: Para combater essas objeções, apáticas ou desinteressadas, é preciso ter algumas razões reais e concretas pelas quais elas pensam que não precisam do seu produto ou serviço. Convença-os a mudar de perspectiva sobre o que eles estão fixando, para que a ligação flua a seu favor. Por exemplo: Um casal procurou seu escritório porque gostaria de inserir um espaço para home office em sua casa, mas durante a conversa inicial, onde debatem entre eles sobre a atual disposição de cômodos, acabaram convencendo-se de que não seria necessário um novo espaço, mas sim, continuariam usando a mesa da sala no horário do trabalho. Você percebe que existe uma solução melhor e que pode ajudá-los. Então, se estiver bem preparado para esta objeção, provavelmente conseguirá provar seu ponto de vista e convencê-los de que devem seguir para a etapa de projeto. Mesmo que haja possibilidade de argumentação, você verá que muitas pessoas hesitam em mudar qualquer coisa quando as coisas parecem estar indo bem. No entanto, se você conseguir que eles falem sobre os problemas que estão enfrentando e que possa resolver, então você terá uma opinião. Se eles realmente acham que tudo está perfeito como está, convém desistir disso. prospectar e seguir em frente. Nenhum negócio que valha a pena fechar será fácil, mas isso não significa que você deva dificultar o que precisa. As objeções que apresentamos neste artigo são apenas algumas das mais comuns dentre as que você pode se deparar no mercado, mas servirão como guia para que você possa enfrentar a qualquer uma. Lembre-se destas dicas importantes para transformar objeções em vendas: Mas, desde que você esteja familiarizado com as objeções comuns e esteja preparado para respondê-las, será capaz de distinguir entre possíveis clientes em potencial dos quais precisa encerrar o processo. https://blog.close.com/manage-any-sales-objection-successfully/ https://blog.close.com/sales-objection-handling/ https://blog.hubspot.com/sales/ https://www.bookyourselfsolid.com/small-business-sales-advice/4-objections-you-need-to-overcome-to-increase-sales/ --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/sustentabilidade-na-construcao-civil-o-caminho-para-um-planeta-mais-verde Title: Sustentabilidade na construção civil: Um Planeta Mais Verde Meta Description: Descubra práticas que promovem a sustentabilidade na construção civil, materiais eco-friendly e como conquistar mais clientes com diferenciais sustentáveis. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/sustentabilidade-na-construcao-civil-o-caminho-para-um-planeta-mais-verde ## Headings Structure: H1: Sustentabilidade na construção civil: O Caminho para um Planeta Mais Verde H2: Benefícios da construção sustentável H3: Minimização de Impactos Ambientais H3: Maior custo benefício H3: Melhoria da Qualidade de Vida H2: Práticas sustentáveis na construção civil H3: Estrutura de Aço Galvanizado H3: Drywall H3: Tijolos Ecológicos H3: Implementação de Isolamento Térmico H3: Ventilação Adequada H3: Instalação de Painéis Solares H3: Gestão Eficiente de Recursos Hídricos H3: Gerenciamento de Resíduos H2: Certificações e selos verdes na construção sustentável H3: LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) H3: Selo Casa Azul da Caixa H3: AQUA (Alta Qualidade Ambiental) H3: Procel Edificações H3: Selo GBC Brasil Casa H2: Estudos de caso de projetos sustentáveis H3: Eldorado Business Tower - São Paulo H3: Rochaverá Corporate Towers -  São Paulo H2: Como utilizar os seus diferenciais e conquistar mais clientes com o Criador de Site da Vobi H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Sustentabilidade na construção civil: O Caminho para um Planeta Mais Verde H2: Benefícios da construção sustentável H3: Minimização de Impactos Ambientais H3: Maior custo benefício H3: Melhoria da Qualidade de Vida H2: Práticas sustentáveis na construção civil H3: Estrutura de Aço Galvanizado H3: Drywall H3: Tijolos Ecológicos H3: Implementação de Isolamento Térmico H3: Ventilação Adequada H3: Instalação de Painéis Solares H3: Gestão Eficiente de Recursos Hídricos H3: Gerenciamento de Resíduos H2: Certificações e selos verdes na construção sustentável H3: LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) H3: Selo Casa Azul da Caixa H3: AQUA (Alta Qualidade Ambiental) H3: Procel Edificações H3: Selo GBC Brasil Casa H2: Estudos de caso de projetos sustentáveis H3: Eldorado Business Tower - São Paulo H3: Rochaverá Corporate Towers -  São Paulo H2: Como utilizar os seus diferenciais e conquistar mais clientes com o Criador de Site da Vobi H3: Continuar lendo H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Steel frame: as vantagens e desvantagens desse sistema construtivo H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: Projeto hidráulico: conheça todas as suas características e saiba como elaborar H4: As vantagens da construção off site H4: As vantagens da construção off site H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: Proteja sua obra: saiba como aplicar as normas de segurança do trabalho H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H4: O que é drywall? Conheça a importância na construção civil H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? O setor da construção civil é o que mais gera resíduos na atualidade. Cerca de 25% do investimento em uma construção convencional é desperdiçada. Ou seja, ¼ do capital foi literalmente para o lixo. Quando pensamos nos recursos hídricos utilizados em construções convencionais, estamos falando de cerca de 16% da água disponível em rios e aquíferos. Como se não bastasse, esse setor é responsável por 30% a 40% das emissões de CO₂. Esses dados assustadores refletem apenas uma parcela do impacto que as construções geram no meio ambiente. E nós, enquanto profissionais da construção civil, temos um papel vital em transformar essa realidade. A sustentabilidade na construção civil não é apenas uma tendência, mas uma necessidade permanente. Cabe a nós, enquanto agentes de mudança, inovar e desenvolver estratégias que minimizem o impacto negativo de nossas atividades no meio ambiente. A adoção de práticas sustentáveis na construção civil não é apenas uma questão ética, mas também um caminho para reduzir custos e aumentar a competitividade de nossos negócios. A construção sustentável oferece benefícios para o meio ambiente e para a saúde e bem-estar das pessoas, para a economia e para a sociedade como um todo. Ao adotar tais práticas, temos a oportunidade de construir um legado duradouro que vai além de nossos projetos individuais, um legado de preservação e respeito ao planeta. Nesta leitura, vamos discutir a importância da sustentabilidade na construção civil, onde abordaremos os seguintes tópicos: Uma construção sustentável, pode ser entendida como um processo de construção consciente e responsável que busca criar uma harmonia equilibrada entre os ambientes naturais e construídos. Este tipo de construção considera o impacto das atividades humanas no ambiente em todas as fases do processo, desde a concepção até a manutenção do edifício. Dentro deste processo, a sustentabilidade na construção civil não se limita apenas à redução de impactos negativos, mas também busca gerar impactos positivos no meio ambiente e na sociedade. Isso significa que os materiais utilizados, por exemplo, não são apenas selecionados por suas características de baixo impacto ambiental, mas também por sua capacidade de contribuir para o bem-estar dos ocupantes e para a preservação do ambiente natural. Além disso, a construção sustentável inclui a utilização de materiais ecológicos ou recicláveis e o emprego de técnicas que minimizem o consumo de recursos naturais e a geração de resíduos. Nesse sentido, uma construção sustentável é aquela que se preocupa em coexistir harmoniosamente com a natureza, não a afetando de maneira negativa. Os benefícios de adotar essa prática são vários, como: A construção sustentável é uma abordagem que busca reduzir os danos geralmente causados ao meio ambiente pelas práticas de construção tradicionais. Na construção convencional, como a que utiliza alvenaria, gera muitos resíduos, dos quais a maioria não podem ser reutilizados, levando ao desperdício e à necessidade de constante exploração de novas matérias-primas. Esse processo contínuo exerce pressão significativa sobre nossos recursos naturais e meio ambiente. No entanto, no contexto da construção sustentável, a ênfase é colocada no uso de materiais que podem ser reutilizados e reciclados. Um exemplo disso é o uso de tijolos feitos a partir de materiais reciclados, como o entulho de construção ou até mesmo o plástico. Esses tijolos, além de reduzirem a quantidade de resíduos que seriam descartados, também diminuem a necessidade de extração de novos recursos naturais para a produção de tijolos convencionais. É verdade que a construção sustentável pode ter um custo inicial mais elevado. Mas é importante frisar que este é um investimento que trará benefícios no médio e longo prazo, proporcionando um excelente retorno sobre o investimento. Um dos principais motivos é que os imóveis sustentáveis proporcionam uma redução substancial nos custos operacionais. Recursos como energia e água são usados de maneira mais eficiente em construções sustentáveis. Por exemplo, a adoção de tecnologias como painéis solares, sistemas de coleta de água da chuva, iluminação de baixo consumo de energia e isolamento térmico eficiente, podem significar economias significativas nas contas mensais. A economia de energia, água e até gás, resultante desses elementos, compõe a redução dos custos operacionais que, em alguns anos, pode compensar o investimento inicial. Além disso, os imóveis sustentáveis são cada vez mais valorizados no mercado imobiliário. Há uma tendência crescente de demanda por propriedades que são ambientalmente responsáveis e que promovem um estilo de vida mais sustentável. Consequentemente, um imóvel que segue princípios de sustentabilidade pode ser revendido por um valor superior ao que foi adquirido, proporcionando um retorno financeiro adicional. Os edifícios sustentáveis não só são eficientes em termos de energia e recursos, mas também proporcionam um ambiente saudável. Eles são projetados com foco na qualidade do ar interior, iluminação natural, conforto térmico e acústico, e geralmente incluem áreas verdes que promovem a interação com a natureza. Além disso, vivendo em um imóvel sustentável, os moradores têm a oportunidade de adotar um estilo de vida mais consciente. A interação com os espaços verdes e a participação em práticas sustentáveis tendem a melhorar a saúde e bem-estar dos ocupantes, além de promover um senso de comunidade e conexão com o meio ambiente. Através de práticas sustentáveis, é possível reduzir o uso de recursos, diminuir a produção de resíduos e ainda promover ambientes mais saudáveis e econômicos. A seguir, detalharemos práticas que têm transformado a maneira como construímos e interagimos com esses espaços. No contexto da construção civil, uma abordagem ecologicamente consciente requer a escolha de materiais que minimizem o impacto ambiental, reduzam a toxicidade e necessitem de menor manutenção. Exemplos disso são: Conhecido também como steel frame, esse sistema emprega perfis de aço galvanizado na estrutura, proporcionando menor geração de resíduos, e elevada eficiência na construção e uma durabilidade que pode estender-se por centenas de anos. O gesso acartonado vem ganhando destaque no setor de construção pela sua ótima relação custo-benefício, sustentabilidade e durabilidade. Por isso, vem se tornando uma opção cada vez mais atrativa para quem procura alternativas mais ecológicas. Tijolos ecológicos são frequentemente feitos a partir de materiais reciclados como resíduos de construção ou resíduos industriais. Além de diminuir o volume de resíduos destinados aos aterros, estes tijolos demandam menos energia em sua produção quando comparados aos tijolos tradicionais. Eles não apenas ajudam a reduzir a pegada de carbono do projeto, mas também apresentam propriedades de isolamento térmico e acústico superiores, contribuindo para a eficiência energética do edifício. Incorporar isolamento térmico em uma construção pode oferecer conforto térmico e, ao mesmo tempo, economia de energia, reduzindo a necessidade de uso intensivo de aquecedores e ar-condicionados. Alguns tipos de isolamento térmico ecológicos que podem ser utilizados na construção civil são: Fibra de celulose, Isopor reciclado e Lã de cânhamo. Um design sustentável deve considerar a ventilação adequada do ambiente para manter o conforto climático. Isso evita a necessidade de uso constante de equipamentos de controle de temperatura e ajuda a reduzir o consumo de energia. A energia solar é uma fonte de energia renovável que tem sido amplamente utilizada em construções sustentáveis. A instalação de painéis solares ou placas fotovoltaicas ajuda a gerar energia elétrica a partir da luz solar, contribuindo para a redução da dependência de fontes de energia não renováveis. A construção civil é um setor que utiliza grandes quantidades de água. Portanto, uma prática sustentável envolve a implementação de estratégias para o uso eficiente da água, como o reaproveitamento da água da chuva e a instalação de equipamentos que economizam água, como torneiras com arejadores que, conforme indicado por diversos fabricantes, a utilização deste aparelho pode resultar em uma economia de consumo que varia entre 50% e 80% deste recurso. Além disso, o tratamento adequado da água e do esgoto é fundamental para evitar a contaminação dos recursos hídricos. Em qualquer projeto de construção, a produção de resíduos é inevitável. No entanto, uma abordagem sustentável requer que esses resíduos sejam adequadamente geridos. Esse objetivo pode ser alcançado através da redução da geração de resíduos, a reutilização de materiais sempre que possível e a disposição adequada dos resíduos que não podem ser reutilizados ou reciclados. Este tipo de gestão responsável de resíduos não só minimiza o impacto ambiental, mas também pode trazer benefícios econômicos, por conta da economia de materiais. Certificações e selos verdes são cada vez mais requisitados na indústria da construção civil, pois atestam a sustentabilidade de um projeto de construção. Eles são importantes tanto para dar aos consumidores a certeza de que estão investindo em uma propriedade ecologicamente consciente, quanto para permitir que as empresas demonstrem seu compromisso com a sustentabilidade. No Brasil, existem várias certificações e selos verdes disponíveis, como: É um dos selos verdes mais conhecidos e respeitados mundialmente, incluindo o Brasil. O LEED avalia a sustentabilidade de um edifício em várias categorias. Com esses critérios, a LEED estimula a construção sustentável e contribui para que os edifícios tenham menor impacto ambiental e maior eficiência energética, É um selo nacional desenvolvido pela Caixa Econômica Federal. Ele avalia a sustentabilidade de empreendimentos habitacionais em categorias como gestão da água, eficiência energética e qualidade do ambiente do entorno. É um selo francês adaptado para o Brasil pela Fundação Vanzolini. Ele é focado na gestão do projeto, eficiência energética e escolha consciente dos materiais de construção. É um selo desenvolvido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), em parceria com a Eletrobras, que certifica a eficiência energética de edificações novas e existentes. Este selo é oferecido pelo Green Building Council Brasil e foca especificamente na avaliação de casas e residências em termos de eficiência energética, uso de água e materiais sustentáveis. Vale ressaltar que cada uma dessas certificações tem seus próprios requisitos e critérios de avaliação. A obtenção de um selo ou certificação verde é um processo que requer planejamento e atenção aos detalhes desde as fases iniciais do projeto. Neste tópico, exploraremos alguns estudos de caso que demonstram a aplicação bem-sucedida de práticas e tecnologias que apoiam a sustentabilidade na construção civil. O edifício recebeu o mais alto nível de certificação LEED C&S - Platinum na América Latina. Entre as práticas sustentáveis implementadas no Eldorado Business Tower, destacam-se o uso de sistemas inteligentes de aproveitamento de água, que contribuem para a redução do consumo desse recurso, além de promover a economia de energia. O edifício também adota a coleta seletiva de resíduos e possui sistemas que reduzem a vazão da água utilizada. Eldorado Business Tower foi projetado levando em consideração a eficiência energética, utilizando tecnologias e estratégias que contribuem para a redução do consumo de energia. Também foram adotadas medidas para proporcionar maior conforto térmico e qualidade ambiental interna aos ocupantes. O projeto do Eldorado Business Tower apresentou resultados significativos em termos de desempenho ambiental, evidenciando seu compromisso com a sustentabilidade. Alguns dos principais resultados alcançados são: Projetado pelo escritório Aflalo & Gasperini Arquitetos, o complexo de escritórios em São Paulo se destaca pela sua ousada arquitetura, fachadas translúcidas e construção sustentável. Composto por quatro torres, o empreendimento foi projetado em torno de uma praça central e apresenta ângulos não ortogonais desafiadores, com inclinação de 9º nas laterais das torres A e B. As fachadas translúcidas do Rochaverá combinam elementos pré-moldados de concreto revestidos por placas de granito polido, além de uma estrutura de alumínio e fechamento de vidro. Essas fachadas especiais de vidro de alta eficiência energética cobrem 41% da superfície, proporcionando uma barreira ao calor e reduzindo a necessidade de ar-condicionado e o consumo de energia elétrica. O Rochaverá Corporate Towers foi certificado pelo GBC (Green Building Council) com o LEED Gold, atendendo a critérios de redução do consumo de energia, diminuição do uso de recursos não renováveis, melhoria da qualidade do ar interno e otimização da qualidade de vida dos usuários. O complexo utiliza automação em diversos sistemas, como iluminação, elevadores e ar-condicionado, resultando em uma economia significativa de energia elétrica. Conta também com tratamento das águas pluviais, água cinza e água de condensação das torres contribui para a otimização do uso da água, reduzindo o consumo em 50%. Com todas essas soluções sustentáveis, o Rochaverá Corporate Towers se destaca como um exemplo de projeto que alia arquitetura de qualidade, eficiência energética e preocupação com o meio ambiente. Mostre aos potenciais clientes como você está comprometido com sustentabilidade na construção civil, destacando os materiais sustentáveis utilizados, as práticas de eficiência energética, o uso de energia renovável e outras medidas adotadas para minimizar o impacto ambiental. Uma ótima forma de mostrar isso é através do seu próprio site, nele você pode destacar os projetos de construções sustentáveis que você realizou. Não sabe por onde começar? Calma! A Vobi te ajuda com isso. Para isso existe o criador de site da Vobi, com várias funcionalidades e recursos disponíveis na plataforma. Uma das principais vantagens do criador de site da Vobi é a possibilidade de personalização. Utilize os recursos de design e layout para criar um site único e atraente, que reflita a identidade visual do seu escritório e transmita profissionalismo. Adicione imagens de projetos e trabalhos realizados, informações sobre sua equipe e serviços oferecidos, e depoimentos de clientes satisfeitos. Além disso, o criador de site da Vobi é intuitivo e fácil de usar, permitindo que você crie e atualize seu site de forma autônoma, sem a necessidade de conhecimentos técnicos em programação. Isso significa que você pode manter seu site sempre atualizado, adicionando novos projetos, atualizando informações e divulgando notícias e novidades do seu negócio. Outro diferencial importante é a integração com outras ferramentas e mídias sociais. Aproveite essa funcionalidade para conectar seu site às suas contas nas redes sociais, permitindo que os visitantes compartilhem seu conteúdo e aumentando a visibilidade da sua marca. Ao utilizar todos esses diferenciais oferecidos pelo criador de sites da Vobi, você estará maximizando suas chances de conquistar mais clientes, promover seu escritório de arquitetura e se destacar no mercado. www.lafaetelocacao.com.br www.mapadaobra.com.br www.galeriadaarquitetura.com.br www.galeriadaarquitetura.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/tecnica-pomodoro-aumentando-a-produtividade-do-seu-projeto Title: Técnica Pomodoro: aumentando a produtividade do seu projeto. Meta Description: A técnica pomodoro contribui para o gerenciamento de tempo, facilitando a execução das tarefas mediante períodos específicos de trabalho e descanso dedicado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/tecnica-pomodoro-aumentando-a-produtividade-do-seu-projeto ## Headings Structure: H1: Técnica Pomodoro: aumentando a produtividade do seu projeto. H2: O que é a técnica Pomodoro? H3: Faça uma lista H3: Defina a quantidade de pomodoros H3: Use a tecnologia H2: Como usar a técnica Pomodoro? H3: 03 dicas para preparar as sessões pomodoro H3: O que fazer nas pausas? H2: Como gerenciar melhor o seu tempo através da técnica Pomodoro e da Gestão de tarefas na Vobi? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Técnica Pomodoro: aumentando a produtividade do seu projeto. H2: O que é a técnica Pomodoro? H3: Faça uma lista H3: Defina a quantidade de pomodoros H3: Use a tecnologia H2: Como usar a técnica Pomodoro? H3: 03 dicas para preparar as sessões pomodoro H3: O que fazer nas pausas? H2: Como gerenciar melhor o seu tempo através da técnica Pomodoro e da Gestão de tarefas na Vobi? H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de tarefas: saiba como implementar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Gestão de projetos: o que é e como aplicar no seu negócio H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Quando existem muitas atividades para realizar, é comum que ao olhar a lista de tarefas você se pergunte como vai conseguir realizar tudo dentro do prazo. Com a técnica pomodoro, você aumenta a produtividade e se mantém atualizado com os projetos. O método consiste em balancear sessões de trabalho focado em sessões de pequenas pausas, com o intuito de aumentar a produtividade e reduzir o cansaço mental. É possível, por exemplo, aplicar na gestão do tempo de um projeto de construção, controlando o prazo de levantamento de materiais, coordenação de equipes, controle de qualidade, entre outras tarefas. Neste artigo, você irá conhecer mais detalhes sobre a técnica pomodoro e como ele pode beneficiar seu trabalho e da sua equipe por meio de um progresso mais efetivo dos projetos. Conheça mais sobre o método lendo os seguintes tópicos: A técnica pomodoro foi desenvolvida por um italiano que buscava maneiras de aumentar a sua produtividade nos estudos dentro da universidade. Francesco Cirillo utilizou um timer de cozinha para organizar suas tarefas diárias. O nome da técnica se dá da tradução de tomate, pois o timer utilizado por Cirillo tinha formato do fruto, onde girava durante 25 minutos, emitindo um alarme ao finalizar esse prazo. A ideia era se manter 100% focado durante esse tempo, sem fazer interrupções. A cada 25 minutos de intenso foco, são seguidos por 5 minutos de pausa, permitindo uma recuperação antes do retorno das atividades. Aprenda, a seguir, como gerenciar seu tempo através da técnica. Primeiramente, responda à pergunta: o que é preciso ser feito nesse dia? A partir daí, liste as tarefas de forma objetiva, por exemplo: Leia também o artigo sobre a ferramenta relatório diário de obras, clicando aqui. Quando listar suas atividades, defina a quantidade de pomodoros necessária para cada uma delas. Conforme for aplicando a técnica, você ganhará mais confiança para definir essa quantidade, entenda o exemplo a seguir: Utilize ferramentas gratuitas na internet que podem auxiliar a aplicação do método pomodoro. Você pode, por exemplo, usar essas ferramentas de timer unido a plataforma Vobi - que simplifica sua gestão de projetos e obras. Ambos irão ajudar você a economizar tempo, ter controle e visibilidade da sua empresa, além de ajudar a maximizar sua lucratividade. O objetivo de usar a técnica pomodoro é que você adapte o seu estilo de trabalho e preferências pessoais a fim de alcançar melhores resultados. Experimente personalizar caso o tradicional não estiver funcionando, acompanhe a seguir: Abaixo você pode acompanhar como usar a técnica pomodoro: Lembre-se que você pode incluir quantas sessões pomodoro forem necessárias para concluir a sua lista de tarefas. O importante é ir registrando o número de sessões concluídas, para então planejar melhor a sua agenda, pois da próxima vez que tiver tarefas com as mesmas características, basta criar uma tabela de horários e utilizar os registros anteriores como base para estimativa de tempo necessário. Você pode combinar tarefas menores que tomam menor tempo em um pomodoro. Temos como exemplo a marcação de reuniões ou responder e-mails. Esses podem ser realizados na mesma sessão. Essa prática é conhecida como compartimentação em blocos temporais, ou em inglês como time blocking, onde o foco é melhorar a produtividade, organização e gerenciamento do tempo. A técnica parte do princípio de que é mais eficiente fazer o agrupamento de tarefas semelhantes ou relacionadas em blocos de tempo dedicados, ao invés de realizar várias atividades de forma fragmentada ao longo do dia. O time blocking pode ser aplicado em escritórios de arquitetura, de engenharia e/ou construtoras de diversas maneiras, isso irá depender das necessidades específicas de cada projeto ou obra. Por exemplo, pode separar um bloco de tempo para revisões e ajustes de projetos, elaboração de relatórios, emissão de documentos ou controle de custos. Ainda, é possível reservar um tempo dedicado para atividades de marketing e networking. Logo, a técnica pomodoro e o time blocking são métodos eficazes para gerenciar o tempo de projetos e aumentar a produtividade, dividindo as tarefas complexas em blocos temporais dedicados e proporcionando eficiência na conclusão de tarefas. Caso um projeto ou tarefa exija mais de cinco pomodoros, divida-o em tarefas menores e mais simples. Por exemplo, ao lidar com projeto de construção de uma residência, que envolve várias etapas e tarefas, pode ser muito útil a divisão e aplicação do conceito de pomodoro. A cada fase do projeto, identifique as atividades específicas que devem ser executadas. O projeto arquitetônico, por exemplo, deve incluir atividades como o levantamento topográfico, definição de layout, desenvolvimento de detalhamentos, entre outros. Cada uma dessas atividades é considerada uma tarefa menor na técnica pomodoro, sendo importante considerar a sequência lógica e dependência delas. Essa divisão em partes menores ajuda a: Programe sessões adicionais da técnica pomodoro para atividades que possam levar mais tempo do que o esperado. Isso contribui para aliviar o estresse na hora de cumprir prazos, pois sempre podem acontecer imprevistos. Ao adicionar sessões extras pomodoro no planejamento de atividades nas etapas de projeto ou obra, isso permite que você tenha tempo para lidar com imprevistos que possam acontecer durante revisões de projeto, desenvolvimento de documentação ou problemas de execução, por exemplo. Caso os pomodoros adicionais não forem utilizados, aproveite para aprender novas coisas, concluir tarefas pendentes ou adiantar outras atividades, assim, é possível manter o gerenciamento de projetos mais flexível às necessidades em constante mudança. O objetivo das pausas dentro do método pomodoro é descansar e revitalizar-se para voltar às próximas sessões de atividades com mais energia e concentração. Você deve escolher atividades que funcionem melhor e ajudem nessa hora de recarregar-se, por exemplo: Utilizando uma ferramenta de gestão de projetos e produtividade, é possível personalizar o fluxo de trabalho da equipe para complementar a técnica pomodoro, e assim, potencializar seus benefícios. Com a Vobi, por exemplo, você organiza e faz a gestão do tempo de toda sua equipe. O nível de sucesso que você obtém na nossa plataforma depende do seu empenho e dedicação. Ao adotar hábitos, como gerenciamento de tempo eficiente, mentalidade de iniciante e iniciar com propósito e priorização, e aplicá-los no dia a dia, você aumenta as chances de alcançar resultados positivos e obter o melhor das nossas ferramentas. O gerenciamento de tempo é um ponto fundamental para a eficácia do método pomodoro. Como a técnica é baseada em dividir o trabalho em blocos de tempo, geralmente de 25 minutos, intitulados de “pomodoros”, seguidos de intervalos curtos de descanso, recomenda-se o uso de agendas digitais, como o Google Agenda. Esses recursos possibilitam programar os blocos de trabalho e os intervalos de descanso conforme a técnica pomodoro. Assim, os colaboradores se mantêm organizados e concentrados nas atividades, aumentando a produtividade ao longo do dia. É importante também que você saiba administrar imprevistos e ajustar suas prioridades conforme as demandas existentes, mantendo o foco nas atividades mais importantes para poder alcançar os seus objetivos. Por isso, as empresas bem sucedidas que já utilizam a Vobi entendem a importância de iniciar com propósito e focar na priorização das tarefas, isso contribui no aumento da produtividade e eficácia das operações. Com a gestão de tarefas Vobi integrada à técnica pomodoro, é possível: https://www.siteware.com.br/ https://www.napratica.org.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/temperatura-de-cor-da-luz-o-que-e-e-como-escolher Title: Temperatura de Cor de Luz: O Que É e Como Escolher Meta Description: Entender sobre a temperatura de cor de luz é fundamental na hora de definir o projeto luminotécnico de um ambiente e a escolha das lâmpadas. Saiba neste artigo. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/temperatura-de-cor-da-luz-o-que-e-e-como-escolher ## Headings Structure: H1: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H2: O que é Temperatura de cor de luz? H2: Como é classificada a temperatura de cor das lâmpadas? H3: Kelvin H3: Luz quente H3: Luz Neutra H3: Luz Fria H3: Tabela de temperatura de cor em Kelvin (k) H2: A importância da escolha da temperatura de cor de luz H3: Ciclo circadiano H2: Como aplicar a temperatura de cor de luz nos projetos de arquitetura e interiores? H2: Temperatura de cor X Eficiência energética H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H2: O que é Temperatura de cor de luz? H2: Como é classificada a temperatura de cor das lâmpadas? H3: Kelvin H3: Luz quente H3: Luz Neutra H3: Luz Fria H3: Tabela de temperatura de cor em Kelvin (k) H2: A importância da escolha da temperatura de cor de luz H3: Ciclo circadiano H2: Como aplicar a temperatura de cor de luz nos projetos de arquitetura e interiores? H2: Temperatura de cor X Eficiência energética H3: Continuar lendo H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H4: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H4: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Entender mais sobre a temperatura de cor de luz é fundamental na hora de definir o projeto luminotécnico residencial ou comercial e a escolha das lâmpadas, a fim de obter uma iluminação confortável aos olhos que proporcione bem-estar nas pessoas dentro de um ambiente. Pensando nisso, ao longo deste artigo você irá aprender sobre: Traduzindo: é a “aparência” da cor produzida por uma fonte de iluminação. A temperatura da cor, portanto, nada mais é do que a cor da luz. Essa medição frequentemente gera confusão entre as pessoas. Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim à tonalidade de cor que ela confere ao ambiente. Muitos acreditam que cores mais frias possuem temperaturas mais baixas, mas é exatamente ao contrário. Apesar de ser chamada de "fria", a luz azulada tem mais Kelvins do que a luz amarelada, considerada “quente”. Por isso, entender bem este conceito é extremamente importante na escolha de produtos adequados para os tipos de iluminação e seus efeitos nas pessoas. Atualmente, existem diversas opções de lâmpadas no mercado. Pensando nisso, para facilitar, separamos abaixo as escalas de temperatura de cor de luz existentes. Lembrando que essa escala leva em consideração a medida em Kelvin (K) e a coloração de luz branca correspondente a cada uma delas. Mas, antes, vamos entender melhor sobre essa grandeza: É a grandeza que expressa a aparência de cor de uma luz. Sua unidade é o Kelvin (K). Quanto mais alta for a temperatura de cor, mais branca é a cor de luz emitida. A luz "quente" de aparência amarelada tem aproximadamente 3000K. A luz neutra tem aproximadamente 4000K. A luz "fria" de aparência azul violeta tem temperatura de cor acima de 6000K. Perceberam? Quanto mais alta a temperatura de cor de uma lâmpada, mais azulada será a tonalidade da luz. Em contrapartida, quanto mais baixa, mais alaranjada será sua tonalidade. Conforme esquema abaixo: É preciso entender que a iluminação, além de funcional e estética, é também sensação e conforto. Por isso, um arquiteto deve ir além dos conhecimentos técnicos - como a correta aplicação da simbologia elétrica em planta baixa - e se aprofundar em questões subjetivas. A luz tem grande influência no que chamamos de “relógio biológico”. O nosso organismo possui naturalmente um ciclo que se encontra associado aos padrões de luminosidade e de escuridão de um ambiente. Este ciclo, denominado ciclo circadiano, afeta a saúde e o funcionamento do nosso corpo. É o período de 24h sobre o qual se baseia o nosso organismo. Isso significa que o nosso corpo se comporta de maneiras diferentes que variam ao longo do dia, ou seja, em ciclos. A nossa principal fonte de luz é a luz solar.  E se analisarmos bem, podemos perceber que a sua temperatura sofre variações de “cor” durante o dia. E conforme essas variações acontecem, nossas atividades também tendem a seguir esse padrão. Por isso, é tão importante utilizar corretamente temperaturas de cor de luz a fim de projetar corretamente os ambientes que estamos iluminando. Ambientes de trabalho e de estudo, onde a atividade exige alta atenção e energia, o indicado é utilizar luminárias com temperaturas de cores mais frias, que despertam as pessoas e induzem a produtividade. Ajudando a manter os profissionais desses locais “em alerta e atenção”. Já em residências, onde descansamos, como salas de estar e quartos, a aplicação de temperatura de cor mais quente é indicada, com o objetivo de proporcionar aconchego e conforto visual. Porém, as áreas de serviços, cozinhas, banheiros, home-office e salas de estudos devem ter tom neutro ou frio, induzindo maior atividade. Perceberam? Luz mais quente, maior aconchego e relaxamento, luz mais fria, maior atividade. E para entender melhor sobre os tipos de iluminação e suas aplicações na decoração confira nosso artigo completo clicando aqui. A temperatura de cor não tem relação com o consumo de energia da fonte de luz. Algumas pessoas podem ter a falsa percepção de que uma luz mais azulada ou branca irá iluminar mais um ambiente, mas isso é um mito. A quantidade de luz emitida entre as fontes, sejam elas quentes ou frias, é praticamente a mesma, bem como a iluminância resultante de sua aplicação. O que irá interferir se esta irá consumir mais ou menos energia é a sua potência (medida em Watts) . Para saber mais sobre confira a nossa Calculadora de iluminância de interiores automática e totalmente gratuita. No entanto, em termos de “luminosidade” a luz branca exige menor esforço para algumas atividades que demandam mais do olho humano, como a leitura, o trabalho, e etc. Você já tinha parado para pensar no impacto que a cor de luz pode implicar em um projeto? www.akarilampadas.com.br www.lumicenteriluminacao.com.br www.blog.borealled.com.br www.plugdesign.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/termo-de-entrega-de-obra-saiba-como-e-quando-emitir Title: Termo de entrega de obra: saiba como e quando emitir Meta Description: Conheça todo o processo de obtenção do termo de entrega de obra: quais os requisitos, os documentos necessários, o prazo, o custo, com uma checklist completa! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/termo-de-entrega-de-obra-saiba-como-e-quando-emitir ## Headings Structure: H1: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H2: O que é um termo de entrega de obra H3: Implicações fiscais de imóveis sem o termo de recebimento de obra H3: Implicações financeiras de um imóvel sem o termo de recebimento de obra H2: Como fazer um termo de entrega de obra H3: 1.Abertura do processo H3: 2.Análise da documentação pela equipe técnica da Prefeitura H3: 3.Emissão e recolhimento da guia de ISS- Imposto Sobre Serviços H3: 4.Visita in loco pelo fiscal da Prefeitura H2: Prazo para emissão do termo de entrega de obra H3: Custo para emissão do termo de entrega de obra H2: Checklist de termo de entrega de obra H3: Documentação para emissão do termo de recebimento de obra: H3: Fundação e Estrutura H3: Alvenaria H3: Cobertura H3: Instalações Elétricas H3: Instalações Hidráulicas H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H2: O que é um termo de entrega de obra H3: Implicações fiscais de imóveis sem o termo de recebimento de obra H3: Implicações financeiras de um imóvel sem o termo de recebimento de obra H2: Como fazer um termo de entrega de obra H3: 1.Abertura do processo H3: 2.Análise da documentação pela equipe técnica da Prefeitura H3: 3.Emissão e recolhimento da guia de ISS- Imposto Sobre Serviços H3: 4.Visita in loco pelo fiscal da Prefeitura H2: Prazo para emissão do termo de entrega de obra H3: Custo para emissão do termo de entrega de obra H2: Checklist de termo de entrega de obra H3: Documentação para emissão do termo de recebimento de obra: H3: Fundação e Estrutura H3: Alvenaria H3: Cobertura H3: Instalações Elétricas H3: Instalações Hidráulicas H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H4: RRT: Saiba tudo sobre o Registro de Responsabilidade Técnica H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Antes do início da construção uma série de providências devem ser tomadas a fim de se garantir o atendimento da obra à legislação pertinente. Neste sentido, um imóvel regularizado é aquele que contém toda a documentação capaz de atestar tanto a propriedade (comprovar quem é o proprietário) quanto a existência de uma edificação (comprovar que no lote houve de fato a construção de uma edificação/empreendimento). Dentre os principais documentos de um imóvel regularizado estão: Cada um dos documentos citados tem um protocolo específico para sua emissão e, por isso, ao longo deste artigo, iremos nos aprofundar sobre o último item da lista: o Termo de Entrega de Obra, muito conhecido também como “Certidão de Habite-se”, “Alvará de Utilização”, “Certificado de Conclusão de Obra”, “Auto de Vistoria”, “Termo de Recebimento de Obra”, entre outros. Abordaremos neste texto: O termo de entrega de obra, como vimos, faz parte do processo de regularização de um imóvel e é obtido, através de solicitação na Prefeitura, no momento da conclusão da obra. Ao longo deste artigo entenderemos melhor a sua importância e os seus desdobramentos, no entanto, o objetivo principal deste documento é atestar que a obra seguiu de fato todas as recomendações técnicas dos projetos, normas, memoriais e alvará de construção e que, portanto, é passível de ser habitada com total segurança pelos seus usuários/ocupantes; surge daí a tão difundida expressão “Habite-se” para referir-se a este documento. Por constar em legislação municipal e ser requisito para a efetiva regularização de um imóvel, a emissão do termo de entrega de obra não é facultativa e, justamente por isso, deve-se entender que sua ausência traz implicações fiscais e até mesmo financeiras. Vejamos: A Prefeitura Municipal, ao constatar que um imóvel pronto e, inclusive, já habitado, não possui o habite-se pode aplicar multa ao proprietário; Uma outra situação é quando, mesmo tendo sido solicitada a expedição do documento na fase final da construção, o fiscal da Prefeitura, no momento da vistoria de obra, identificar inconformidades e, mais gravemente, discrepâncias entre o que foi construído e o projeto previamente aprovado, o que implicaria além da multa, no embargo da obra até a regularização da situação, gerando atraso significativo na obtenção do documento. Já sabemos que o habite-se faz parte do processo de regularização de um imóvel e que consiste em uma das etapas anteriores da averbação da matrícula, ou seja, sem o habite-se não é possível realizar a averbação da construção na matrícula do lote junto ao Cartório de Registro de Imóveis (CRI). Por sua vez, uma matrícula desatualizada e que não reconhece legalmente o proprietário do imóvel dificulta ou até mesmo inviabiliza o processo de revenda, pois os bancos não aprovam financiamentos nestas condições. Aqui, a falta do termo de entrega de obra acarreta uma forte desvalorização no mercado imobiliário frente aos imóveis sem irregularidades. Outro prejuízo pode ser observado quando se tratar de imóvel comercial que, na ausência do documento, impede os locatários dos espaços comerciais de conseguirem seus respectivos alvarás de funcionamento, o que é extremamente indesejado pelos empresários e impede o fechamento de mais e melhores negócios. A expedição do termo de entrega de obra é realizada pela Prefeitura Municipal. Cabe ao proprietário ou ao responsável técnico efetuar a abertura do processo (através de requerimento), tendo antes procedido, durante todas as etapas da construção, com o cumprimento fidedigno do projeto aprovado. Basicamente o processo envolve quatro etapas. Vamos entender melhor: O primeiro passo para quem deseja solicitar a emissão do termo de recebimento de obra é protocolar o pedido na Prefeitura. Para isso, além de preencher um Requerimento solicitando o serviço, é necessário anexar a documentação do imóvel para análise (vide a lista completa dos documentos logo abaixo, no item “checklist”). Após a abertura do processo, uma equipe técnica designada pela Prefeitura, fará a leitura e validação de toda a documentação apresentada, confrontando o projeto e demais documentos com a legislação. Tendo sido analisada e aprovada toda a documentação, o processo para obtenção do termo de entrega de obra avança para a emissão da Guia do ISS- Imposto Sobre Serviços, cujo intuito é prever e arrecadar o montante do imposto devido e não recolhido sobre as notas fiscais de serviço (mão-de-obra) não emitidas, haja visto que a expressiva maioria das obras ocorrem à luz da informalidade, por administração direta dos recursos pelo próprio proprietário. A alíquota varia de município para município, sendo praticada entre 2,5% a 5% sobre o valor venal calculado para a obra em questão. Uma vez que a Guia do ISS foi emitida e recolhida, o processo avança para a visita in loco pelo fiscal da Prefeitura para realização da vistoria de obra. O objetivo desta visita é atestar, antes da efetiva expedição do termo de entrega de obra, se a mesma respeitou as diretrizes municipais como o Código de Obras e a Lei de Uso e Ocupação do Solo, o que garante a salubridade e segurança da edificação. Além disso, a vistoria permite identificar a ocorrência de alterações no projeto aprovado, como acréscimo de áreas, invasão de recuos, entre outras descaracterizações da edificação, que fatalmente culminariam na penalização do proprietário, com a aplicação de multa e embargo até a completa regularização. Ao final da vistoria e, estando tudo em conformidade, o fiscal, procede com a elaboração do termo, que passa então, a estar disponível para retirada pelo solicitante. Uma vez que estamos nos referindo a um processo compreendido por várias etapas e com tramitação em diferentes setores da Prefeitura, é natural que este demande certo tempo para sua conclusão: cerca de 30 dias. Influencia nesta estimativa também se o processo ocorre com o máximo de fluidez ou se depende de prazos adicionais para, por exemplo, a atualização de uma documentação incompleta ou a correção de algum ponto na obra. Devemos acrescentar nesta conta que processos mais ou menos informatizados certamente impactarão no prazo final da Prefeitura. Cada município estabelece suas próprias diretrizes para a arrecadação de seus tributos e a precificação de seus serviços. Por isso, é interessante sempre verificar com antecedência, não só os custos envolvidos, como também os procedimentos necessários para solicitar cada serviço, garantindo assim um maior controle e planejamento dos recursos e do tempo. No caso específico do termo de recebimento de obra é muito comum, além da já citada aplicação do ISS- Imposto Sobre Serviços, a cobrança de uma taxa para a impressão propriamente dita da Certidão, algo em torno de R$30,00 (trinta reais). Outros municípios, por sua vez, operam com a cobrança de uma taxa adicional de expediente, por assim dizer, que dá conta da abertura do processo e da cobertura dos custos com a análise dos documentos e as vistorias nas obras. Esta, assim como a taxa de aprovação de projeto, tem seu custo indexado à metragem da construção a ser analisada. A expedição do termo de entrega de obra pela Prefeitura pode apresentar ligeiras variações com relação aos passos que devem ser seguidos, o que depende das particularidades de cada município, porém basicamente deve ser precedida da entrega de determinados documentos combinados ao atendimento de determinados requisitos por parte da obra, os quais veremos a seguir. Além da apresentação dos referidos documentos, para a obtenção do termo de entrega de obra é necessário que ela tenha atendido alguns critérios importantes ao longo de todas as etapas da construção, conforme exemplificamos mais acima. Recordemos, portanto, os principais pontos que serão analisados pelo fiscal durante a vistoria de obra: Tanto a fundação quanto a estrutura da edificação devem indicar solidez, sem quaisquer indícios de patologias que possam vir a comprometer a segurança dos usuários do espaço. Para a fundação deve ser descartada a ocorrência de erosão do solo ou recalque diferencial. Já para a estrutura, o fiscal buscará identificar o método construtivo – se está de acordo com o projeto aprovado, e avaliará se a construção apresenta algum sinal de problemas estruturais tais como fissuras, destacamento, desagregação, desplacamento, armadura exposta, corrosão, deformação excessiva, irregularidades, falhas na concretagem, eflorescência, lixiviação, infiltração etc. Durante a vistoria de obra visando a emissão do termo de entrega de obra, o fiscal da Prefeitura deverá se atentar à presença de fissura/trinca, eflorescência, infiltração, irregularidades quanto ao esquadro, prumo, nível e planeza etc. Verificação do tipo e inclinação do telhado – se este é suficiente, bem como das condições de sua estrutura de fixação, como a presença de frestas, umidade na estrutura; deslocamentos e/ou quebra de telhas, além da análise do estado geral das calhas, condutores de águas pluviais, rufos, contra rufos e pingadeiras; Verificação das condições gerais da instalação, que não deve apresentar fiação viva exposta, adaptações e emendas que firam as recomendações das Concessionárias; Aqui, o fiscal identificará na vistoria de obra a presença de vazamento, deformação nas tubulações, não conformidade no material ou na pintura das tubulações, entupimento, extravasamento de calhas/ralos e tubulações obstruídas. Além disso, ele irá conferir se o escoamento tem um destino adequado, por exemplo: se o escoamento das águas pluviais não está sendo direcionado para a rede pública coletora de esgoto. Diante de tudo o que foi apontado no decorrer deste artigo, fica clara a extrema importância da vistoria de obra ao longo de toda a construção para que se garanta a qualidade de execução aliada à conformidade com o projeto e alvará que foram expedidos pela Prefeitura. Como resultado desta prática, teremos um processo de emissão do termo de entrega de obra muito mais ágil, assertivo e com alguns benefícios bastante desejáveis, como a valorização do bem no mercado imobiliário e a possibilidade de uma revenda fácil e tranquila, por meio de financiamento bancário, o que jamais ocorreria com um imóvel irregular. Um outro benefício que, neste caso se volta para a sociedade como um todo, é que com o processo de obtenção do termo de recebimento de obra - que, como vimos, incita a fiscalização documental e espacial de cada construção, ocorre a vigilância das construções, visando coibir a clandestinidade e seu alto risco de comprometimento da segurança e da salubridade das edificações., tornando a ocupação do território mais coerente com o planejamento urbano, isto é, com espaços mais ordenados, seguros e sustentáveis. Em linhas gerais, portanto, o termo de entrega de obra, enquanto parte de um processo de fiscalização, tem o potencial para impactar positivamente no crescimento das cidades, ajudando a torná-las cada vez melhores para seus habitantes e por isso, não deveria ser entendido como mera burocracia e sim como uma verdadeira ferramenta de urbanismo atuando na gestão das cidades. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/texturas-para-sketchup Title: Texturas para SketchUp: Onde Encontrar e Dicas de Aplicação Meta Description: Neste artigo você aprenderá tudo sobre Texturas para SketchUp. Saiba como encontrar texturas de qualidade e conheça os melhores sites para fazer o download. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/texturas-para-sketchup ## Headings Structure: H1: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H2: Encontrando texturas de qualidade H2: Melhores sites para baixar texturas para SketchUp H2: Criando suas próprias texturas H3: Como aplicar uma textura em seu projeto 3D H3: Como aumentar a textura H3: Como mudar a opacidade H3: Como mudar a cor H2: Como salvar uma textura na biblioteca do SketchUp H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Texturas para SketchUp: onde encontrar e dicas de aplicação para seu projeto 3D H2: Encontrando texturas de qualidade H2: Melhores sites para baixar texturas para SketchUp H2: Criando suas próprias texturas H3: Como aplicar uma textura em seu projeto 3D H3: Como aumentar a textura H3: Como mudar a opacidade H3: Como mudar a cor H2: Como salvar uma textura na biblioteca do SketchUp H3: Continuar lendo H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H4: Blocos para SketchUp: saiba onde encontrar e como baixar essa ferramenta H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Plugins para SketchUp: conheça 35 ferramentas que irão facilitar seu trabalho H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H4: Ferramentas e dicas para download do SketchUp: o software mais utilizado pelos arquitetos H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Com certeza você já deve ter se deparado com projetos incríveis no SketchUp e ficou se perguntando: como conseguiram fazer esses materiais ficarem tão realistas? Pois agora chegou a hora de descobrir como é fácil conseguir o mesmo resultado no seu trabalho. A utilização de texturas para SketchUp é um recurso muito simples, porém com muitos detalhes que devem ser levados em conta. Para ajudar você a entender sobre esse universo, iremos abordar neste artigo os seguintes tópicos para que você consiga explorar o melhor que este software tem para lhe oferecer: Antes de mais nada, se você ainda não fez o download do SketchUp, recomendo que faça para compreender melhor este artigo e seguir o passo a passo simultaneamente. Assim como nos blocos para SketchUp, a qualidade interfere diretamente no resultado final das imagens, o mesmo acontece para as texturas e materiais a serem escolhidos. Dentro deste âmbito, existem duas principais categorias de imagens que devem ser consideradas ao realizar suas buscas, sendo que, provavelmente, você usará uma mistura das duas para um resultado perfeito: A textura seamless (ou sem emenda), é a mais comum dentre os projetos, justamente pelo fato de não possuir “bordas marcadas”, permitindo a aplicação de uma pequena imagem em grandes áreas, através da sua repetição. Ou seja, a textura é copiada lado a lado, de forma modular e sem emendas. Deste modo, o SketchUp replica o mesmo padrão centenas de vezes ao longo de uma face e a impressão que fica é de uma textura única para toda a superfície. 2. Texturas não Seamless Já a textura não seamless, como o nome mesmo já diz, possui emendas. À princípio ela pode parecer pior, pelo fato de ser mais marcada e por conferir um aspecto falso ao ser replicada lado a lado, porém tudo depende do objetivo que se tem ao aplicá-la. A falta de continuidade, por exemplo, permite que essa textura tenha mais riqueza nos detalhes. Sendo ideal para aplicação em pequenos objetos ou blocos que necessitem de mais informação visual. Bom, agora sabemos que o primeiro passo para conseguir um resultado superior em seus projetos no SketchUp é por meio de texturas de qualidade que transmitam mais realismo. Mas, onde encontrá-las? Quem nunca teve dificuldades para achar uma textura realmente boa para um trabalho que atire a primeira pedra! O pior de tudo é quando encontramos, mas no final descobrimos que a resolução não é tão boa ou que não se trata de uma textura seamless. Triste, não é mesmo? Mas não desista! Pensando em auxiliar nessa busca, criamos uma lista de sites confiáveis para baixar texturas para SketchUp e que irão te economizar muito tempo de trabalho. Anota aí: A nossa primeira sugestão é o SketchUp Texture, um site que é referência no assunto. Nele você encontra diversos outros recursos, como modelos 3D, backgrounds, etc. Além, é claro, de ser repleto de excelentes texturas, todas seamless (sem emendas) e com ótima resolução. O mais legal é que criando uma conta é possível baixar essas texturas grátis. O único ponto é que para quem não deseja pagar pelo uso, existe uma limitação de até 15 downloads por dia e a resolução para quem tem a conta “free” normalmente é de aproximadamente 1000 x  1000 pixels (o que já é suficiente). Este site é dos mesmos criadores do HDRi Haven, e todas as texturas são gratuitas. Eles não possuem qualquer tipo de limitação de downloads ou resolução de imagem, vale muito a pena dar uma conferida! Semelhante ao SketchUp Texture, esse site também possui milhares de texturas gratuitas, porém no mesmo esquema de limitações de downloads. O sistema para baixar recursos nele é por “créditos”. Com uma conta free você pode usar até 15 créditos por dia, com uma resolução baixa ou média. O site Polligon possui uma área paga mas também fornece opções para baixar texturas grátis. Para realizar os downloads basta criar uma conta. O bacana é que ele possui uma seção de “freebies”, com dezenas de texturas já acompanhadas de seus mapas de gloss, normal, reflection e com uma resolução que chega a até 8k. Diferentemente dos demais, esse site é especializado em texturas em PNG (com fundo transparente). Só quem já passou horas procurando uma imagem de fogo para criar o material de uma lareira, sabe como é. Esse site é ótimo para esse tipo de textura e ainda por cima é inteiramente grátis. O Wild Textures fornece uma biblioteca gratuita de texturas em alta resolução e totalmente gratuitas. Não é necessário nem criar uma conta. Vale dar uma olhada! Apesar de não ser exclusivo para texturas, também oferece muita qualidade para materiais que podem ser utilizados em projetos arquitetônicos, mas nesse caso você terá que desembolsar algum dinheiro para poder baixá-las. O bom e velho Google também é uma ótima alternativa de busca para texturas do seu projeto. Basta saber como pesquisar e você terá uma grande ferramenta em suas mãos. A dica é, ao pesquisar: Por fim, porém não menos importante, temos o 3D Warehouse (Armazém 3D). Essa plataforma é a melhor amiga do SketchUp e nossa também! Além de ser uma enorme fonte de blocos para SketchUp, aqui também é possível baixar texturas. Antigamente, para obter uma textura de um bloco específico, era necessário fazer o download ou importá-lo por inteiro. Deixando os arquivos pesados, suscetível a travamentos. Porém, a partir da versão 2018, se tornou possível baixar somente uma única textura do modelo disponível no 3D Warehouse. Para isso, só é preciso acessar o site, escolher bloco que deseja, clicar em “See more details” (ver detalhes); Na lateral direita, em  “Model Info” (status do modelo), você irá encontrar “Materials” (materiais); Ao clicar uma lista será aberta, basta escolher o que deseja e baixar. OBS.: É possível instalar o 3D Warehouse como um dos plugins para SketchUp, assim você consegue acessar diretamente do seu projeto. Dessa forma, ele identificará as texturas e ativará a ferramenta Balde de tinta com o material carregado para ser aplicado no seu modelo. Agora, se você acessou o 3D Warehouse por meio de um navegador da Web, o arquivo SKM para esse material será baixado. Então, adicione o arquivo SKM às suas pastas do SketchUp. Já conhece o nosso Guia com os Melhores sites para download de blocos para SketchUp? Clique aqui para baixar gratuitamente! Mesmo com tantas opções de sites para baixar texturas para SketchUp, nem sempre você irá conseguir obter tudo o que você necessita para os seus trabalhos. Por isso, em certos momentos o ideal será criar as suas próprias texturas dentro do programa. E por que essa alternativa seria vantajosa? Tomemos este exemplo: Você está trabalhando juntamente com uma empresa de móveis planejados que desenvolveu uma linha de produtos com uma textura exclusiva, diferente de qualquer produto existente no mercado. Você terá que representar essa textura dentro do seu projeto 3D. E agora? Bem, se a empresa fornecer uma imagem em 2D ou uma fotografia desta textura, será possível criar um novo material. Veja esse passo a passo onde explicamos de maneira simples como fazer: Aplicar uma textura é fácil, mas o trabalho maior vem agora. Saber trabalhar posicionamento e atributos da imagem é o que dá aquele toque a mais de realismo ao seu projeto. No entanto, como padrão, o SketchUp posiciona as texturas de acordo com as suas dimensões e nem sempre isso será a melhor opção. Por isso, o programa permite que as texturas sejam ajustadas dentro das faces e existem duas maneiras de fazê-lo. A primeira e mais simples é pelo próprio painel de Materiais. Com a textura aplicada em alguma das faces, vá para o painel de Materiais e escolha a opção “edit” (editar). Abaixo aparecerão as dimensões da imagem, que poderão ser ajustadas dentro da caixa de diálogo. Outra maneira um pouco mais complexa para um posicionamento ainda mais preciso de suas texturas é através de pinos fixos. Os pinos permitem maiores possibilidades de ajuste como redimensionar, girar e distorcer as imagens. Com a textura aplicada no seu modelo, clique com botão direito na face desejada, vá até o menu “Textures>Position” (texturas>posição). Ao fazer isso, uma matriz pontilhada aparecerá na sua textura, assim como quatro pinos fixos. Ao arrastar cada um deles, você pode manipular esses parâmetros em tempo real — a imagem pode então ser manipulada através de cada pino, que possui sua respectiva função. O pino vermelho é usado para mover a textura dentro da face, o verde serve para rodar e redimensionar a imagem, o azul para ajustar a inclinação ao mesmo tempo que possibilita o redimensionamento da textura e o amarelo funciona para alterar a perspectiva da imagem dentro da face. Ainda no painel de Materiais, é possível também mudar a opacidade das texturas. Também dá para diminuir a opacidade de materiais como vidro, por exemplo. Em alguns casos, ainda será preciso realizar alguns ajustes para que a textura fique do jeito que você idealizou no seu projeto. Você pode, por exemplo, conseguir aquela textura de madeira, mas o tom não ser exatamente o que você deseja. Antigamente, seria preciso utilizar um software de edição de imagens para trabalhar o arquivo, mas o SketchUp possui também a opção de mudar a tonalidade da imagem. No mesmo painel de Materiais você consegue editar esse parâmetro escolhendo uma cor que irá alterar a forma como a textura se apresenta dentro do projeto. Depois de aprender tudo sobre criar as suas próprias texturas e conseguir o resultado perfeito para o seu 3D, chegou a hora de salvar o arquivo para ser utilizado futuramente em outros projetos. Para isso, é só clicar com o botão direito na textura e escolher “Save as” (salvar como). Uma caixa de diálogo se abrirá para que você escolha onde quer salvar o arquivo. É recomendável que você salve na própria pasta padrão do programa, assim ela ficará disponível na lista rápida de materiais. Com todas essas dicas em mãos, trabalhar com texturas para SketchUp se tornará uma tarefa muito mais fácil. Agora é só colocar em prática! www.blog.totalcad.com.br www.vivadecora.com.br www.chahoudcursos.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/tipos-de-briefing-de-arquitetura-aprenda-como-fazer-cada-um Title: Tipos de Briefing de Arquitetura: Como Fazer + Checklist Meta Description: Conheça os tipos de briefing de arquitetura: residencial, comercial e de design de interiores. Saiba como elaborar cada um deles, além de um checklist completo! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/tipos-de-briefing-de-arquitetura-aprenda-como-fazer-cada-um ## Headings Structure: H1: Tipos de briefing de arquitetura: aprenda como fazer cada um H2: O que é Briefing de Arquitetura? H2: Os principais tipos de Briefing de Arquitetura H3: Briefing residencial H3: Briefing Comercial H3: Briefing de design de interiores H2: Como fazer cada um dos tipos de Briefing de Arquitetura H3: Utilize imagens de referências durante toda a conversa H3: Faça perguntas abertas e não fechadas para estimular a fala do seu cliente H2: Checklist de Briefing de Arquitetura H3: Checklist Briefing residencial H3: Checklist Briefing comercial H3: Checklist Briefing de design de interiores H2: Modelo de Questionário de Briefing para Arquitetura H2: Bônus: Briefing de Arquitetura online H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Tipos de briefing de arquitetura: aprenda como fazer cada um H2: O que é Briefing de Arquitetura? H2: Os principais tipos de Briefing de Arquitetura H3: Briefing residencial H4: 1. Informações sobre o local H4: 2. Programa de necessidades H4: 3. Desempenho e performance da construção H4: 4. Preferências e expectativas do cliente H3: Briefing Comercial H4: 1. Valores da empresa/marca H4: 2. Imagem da empresa H4: 3. Público alvo H4: 4. Tipo de serviço ou produto H4: 5. Fluxos H4: 6. Fachada H3: Briefing de design de interiores H4: 1. Qual o problema a ser resolvido e quais os desejos a serem contemplados? H4: 2. Qual a experiência que o cliente está procurando? H4: 3. Qual o estilo do projeto? H2: Como fazer cada um dos tipos de Briefing de Arquitetura H3: Utilize imagens de referências durante toda a conversa H3: Faça perguntas abertas e não fechadas para estimular a fala do seu cliente H2: Checklist de Briefing de Arquitetura H3: Checklist Briefing residencial H3: Checklist Briefing comercial H3: Checklist Briefing de design de interiores H2: Modelo de Questionário de Briefing para Arquitetura H2: Bônus: Briefing de Arquitetura online H3: Continuar lendo H4: Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo H4: Briefing de Arquitetura: Guia simples e completo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Uma questão recorrente entre profissionais de arquitetura e design de interiores é: como lidar com clientes que solicitam mais de uma versão de projeto e se mostram inseguros diante das propostas, resultando em retrabalhos e, muitas vezes, na execução do projeto fora do planejado. Pode parecer desanimador, porém, essas questões são facilmente resolvidas através da etapa de briefing. Pensando nisso, apresentamos nesse artigo 3 tipos de briefing de arquitetura: residencial, comercial e para design de interiores. Além disso, trazemos dicas valiosas de como elaborar cada um deles para te ajudar a encantar o cliente e otimizar o seu trabalho. É a primeira etapa para um bom projeto. Trata-se da primeira reunião, o momento de mergulhar nas expectativas do cliente, descobrir quais são os seus desejos e necessidades, conversar sobre custos do projeto e orçamento. Para o cliente, esse momento o ajuda a tomar decisões, responder as suas dúvidas e o deixa seguro em ter feito boas escolhas e estar bem assessorado. Já para o profissional, o briefing de arquitetura traz as informações necessárias que irão orientar o desenvolvimento do trabalho criativo. Se você estiver bem alinhado com as necessidades, preferências e limitações do seu cliente, terá vantagens como a otimização do tempo de projeto, irá elaborar um planejamento das etapas de forma mais eficiente e eliminar o retrabalho, tornando as suas propostas mais assertivas. Mas, cuidado! Como dito anteriormente, existem diferentes tipos de briefing de arquitetura, cada um com suas particularidades que devem ser contempladas para de fato entregar ao cliente aquilo que ele busca. Por isso, reunimos na sequência quais são os 3 principais modelos, bem como questões que não podem ficar de fora na hora da sua elaboração. Como o nome mesmo já diz, o briefing residencial compreende projetos residenciais, sejam casas ou apartamentos. Por se tratar de uma residência, deve-se levar em consideração a possibilidade de haver mais de um morador e, portanto, mais pessoas opinando sobre o mesmo espaço de convivência. Dessa forma, o questionário deverá ser o mais completo possível, sendo essencial ouvir todas as pessoas que irão desfrutar dos ambientes a serem projetados. E quais são as informações imprescindíveis para a correta elaboração de um briefing residencial? Aprendemos na faculdade que o primeiro passo do projeto é a escolha do terreno e a análise das suas condicionantes. Pois bem, é exatamente por onde você deve começar. Verificar as características físicas do terreno: se é plano, se tem aclive/ declive, alguma vegetação protegida por lei e os índices construtivos para o terreno. Essas informações são importantes para planejar a edificação no terreno, bem como na escolha estrutural. Além disso, cada local tem particularidades quanto à ruídos, fluxo de trânsito, infraestrutura, entre outros. Supondo que o terreno fique ao lado de uma escola infantil, sabendo que ela gera bastante ruído ao longo do dia, você pode prever menos aberturas naquela face ou recursos de isolamento acústico e assim por diante. O segundo passo é saber que funções são desempenhadas nessa residência para então especificar os ambientes. Aqui é importante perguntar não só sobre funções que já realizam, mas os desejos para o novo lar, por exemplo: o conforto e privacidade de uma suíte master, vaga para 3 veículos, jardim para as crianças brincarem e etc. São informações importantes quando se trata de construção. Você precisa saber, por exemplo, se o cliente tem interesse em soluções para conforto térmico e acústico, pois, decisões como estas impactam de forma significativa tanto em estrutura quanto em orçamento. Outra questão é se algum residente possui mobilidade reduzida, isso implica na adequação do espaço segundo as normas técnicas, com o objetivo de facilitar o dia a dia dessa pessoa. O desejo do cliente pode ser aplicar piso de mármore em toda a área social, bem como instalar uma piscina no jardim.  Com essas informações, você já sabe que, estando dentro do orçamento, você não irá sugerir um piso em porcelanato. Já no caso da piscina, é preciso levar em conta fatores externos como as edificações do entorno e a incidência de sol, a fim de descobrir se a expectativa se tornará viável nesse terreno. No briefing comercial, o arquiteto ou designer projeta para uma empresa e não para uma pessoa específica, como no caso do modelo residencial que acabamos de citar. Neste caso, você foi contratado por uma empresa e precisa traduzir os desejos, dores e sonhos de seu público alvo. Por isso, entenda a fundo o seu funcionamento: os seus conhecimentos precisam ir além da arquitetura e chegar em temas como branding e universo de marca. Lembre-se: o cliente de projeto comercial busca melhorar a experiência de compra de seus consumidores, assim sendo, é indispensável conhecer as atividades nas quais a empresa atua e qual o perfil de consumidor almejado. Com isso, será mais fácil achar inspirações e soluções para o projeto. Caso seja um projeto corporativo, entenda a rotina desse escritório para que tudo funcione bem, sobretudo em termos de ergonomia, circulação e acústica. O briefing comercial pode ser aplicado em diversos tipos de estabelecimentos como lojas, bares e restaurantes. Esse é um mercado altamente competitivo, então tenha sempre em mente as seguintes informações: Você tem que saber com quem está lidando, quais os valores e o posicionamento de mercado do seu cliente. Aqui a estratégia é mergulhar de cabeça no branding do seu cliente, conhecer as cores e os formatos que representam a marca e trazê-los para o seu projeto. A boa aplicação da imagem da empresa faz com que o cliente a reconheça facilmente, ou você nunca se perguntou como sabe que aquele M amarelo é de uma lanchonete do McDonalds? As exigências e preferências dos consumidores são bastante particulares de cada grupo, por isso, é preciso conhecer a experiência que se está buscando, de acordo com seus estilos de vida, faixa etária, renda, localização e etc. Imagine duas situações: uma loja de calçados e uma loja de vestuário. Na primeira loja, você não precisa de araras para cabide, mas de prateleiras pequenas que exponham os calçados. Isso implica no manuseio dos produtos e você também tem ganho de espaço pela redução da dimensão dos expositores, podendo ainda distribuir bancos de provador em frente aos displays. Em contrapartida, na loja de vestuário, um espaço para provadores é imprescindível. Ainda que os produtos se complementem, são muitas as diferenças a considerar no escopo do projeto. Quando você sai para jantar em uma pizzaria não espera que o garçom fique passando com a pizza por cima da sua cabeça toda vez que ele se deslocar, certo?  Portanto, é de extrema importância investigar como as equipes de trabalho operam e circulam dentro do espaço para compatibilizar seus fluxos com os dos consumidores. É o cartão de boas vindas do comércio, mas antes da proposta, verifique a existência de restrições quanto à dimensão de placas, se for uma construção histórica protegida há restrição de cores e por vezes, em edifícios não é possível alterar a esquadria de vitrine ou entrada. Vale ressaltar que o briefing de design de interiores atende tanto comercial quanto residencial. Nesse caso, o foco principal está na rotina e gostos pessoais do cliente em determinado ambiente. Com isso, é necessário entender sobre cores, estilos e preferências de decoração. No briefing de design de interiores, todas as informações obtidas serão traduzidas em layout, escolha de mobiliário, acabamentos e produção do espaço. Por isso, prepare-se para conversar com o cliente sobre cada cômodo separadamente. Tenha em mente que as perguntas devem responder aos questionamentos que seguem: Considere o seguinte cenário: Um cliente chega até você solicitando mais espaço na cozinha, pois deseja uma máquina de lavar louças, uma geladeira frostfree de 4 portas e um espaço para a coifa. Estamos diante de um problema e alguém que busca uma solução. Talvez o cliente chegue com várias demandas, mas com as perguntas certas você identifica que ele está procurando por conforto. Isso logo te direciona a pensar na ergonomia dos móveis, em bons estofados, iluminação adequada para a atividade em cada ambiente e assim por diante. Saiba que existem os estilos que as pessoas amam, os que elas suportam e os que elas detestam. De nada adianta criar um lindo espaço no estilo provençal se o cliente está sonhando com um projeto contemporâneo minimalista. Nesse momento, você deve estar refletindo sobre as perguntas que costuma utilizar. O fato é que um briefing que traga retorno efetivo passa por uma seleção de perguntas certas. Além disso, recorde-se que você tem o poder de conduzir a reunião através de uma apresentação que induza o cliente a pensar por etapas e a equilibrar suas expectativas ao longo da conversa. Se você chegou até aqui, já conheceu os principais tipos de briefing de arquitetura, então agora é a hora de descobrir como fazê-los: Nem só de questionamento se faz o briefing! Neste caso, é fundamental fazer uso de imagens de referências ao realizar as perguntas, visto que, muitas vezes, o cliente não possui conhecimento dos nomes corretos dos estilos, ou o mesmo exercício imaginativo que o profissional, e por meio das imagens a comunicação e entendimento se tornam muito mais assertivos. Compare o exemplo abaixo: de um lado temos uma cozinha no estilo contemporâneo brasileiro, do outro um provençal repaginado. Ainda que as cores e acabamentos tenham certa afinidade, a diferença nos detalhes pesa na decisão do cliente. A propósito, você sabia que existem tipos de perguntas? Algumas estimulam mais a fala do que outras e as que fazem isso são chamadas de “perguntas abertas”. As perguntas abertas são aquelas que permitem qualquer tipo de resposta. Elas não se limitam ou restringem as respostas com “sim” ou “não”. Porque o que você mais precisa em qualquer um dos tipos de briefing de arquitetura é que o cliente fale abertamente com você. Evitar esse tipo de resposta depende mais do profissional do que do cliente. Tomemos este exemplo de “pergunta fechada”: Você gosta da cor amarela? (a resposta, nesse caso, ficaria limitada a um “sim” ou “não”). Uma melhor opção de “pergunta aberta” seria: Quais são as suas cores preferidas? Conseguiu ver a diferença? No segundo caso, o cliente sentirá a necessidade de desenvolver uma resposta mais elaborada, fornecendo mais informações que irão auxiliar na execução do projeto. Esses apontamentos são válidos para todos os tipos de briefing de arquitetura e para poder falar da particularidade de cada um, separamos alguns exemplos de perguntas abertas em forma de checklist para você não cair (mais) nesse sufoco. Busque compreender a fundo o programa de necessidades, o estilo de vida, as preferências e objeções do seu cliente. Programa de necessidades Estilo de vida, preferências e objeções Em um briefing comercial, é preciso se concentrar na empresa e não em uma pessoa específica. Então, caso não saiba qual é o negócio do seu cliente, comece por aí. Cada segmento vai exigir um foco diferente, mas todos precisam ser fiéis à marca. Com esses pensamentos em mente, vamos voltar aos exemplos do que perguntar em uma reunião de briefing comercial, no caso de: Lembre-se que jamais devemos generalizar. Falamos aqui de produtos, serviços e espaços corporativos, no entanto, um produto alimentício não é o mesmo que um cosmético e um serviço prestado em um escritório é diferente do realizado em um salão de beleza. Apesar disso, existem algumas perguntas em comum que devem ser feitas independentemente do segmento de comércio: • Quantos funcionários trabalham na empresa? • Qual é a expectativa de crescimento? • Quais são os principais valores da empresa? • Quais são as cores da logomarca da empresa? No briefing de design de interiores, considere fazer, primeiramente, perguntas gerais, para compreender o conceito total do projeto. Por exemplo: Em seguida faça perguntas mais específicas sobre cada cômodo. Como se cada ambiente fosse um projeto distinto (em termos de processo e organização) e não avance para os próximos cômodos até estar totalmente seguro. Caso não seja um projeto completo, concentre-se apenas no cômodo necessário. Exemplos: Cozinha: Questione o número de eletrodomésticos, rotina de alimentação, hábitos de manutenção e limpeza, etc. Sala: Pergunte sobre o número de assentos, modelo de sofá, se gostam de tv e assim por diante. Resumindo, independente do tipo de briefing de arquitetura é necessário saber: Além disso, não se esqueça de: ✔Deixar seu cliente à vontade para falar; ✔ Evitar interrupções desnecessárias; ✔ Praticar a escuta ativa para captar todos os detalhes que ele disser; ✔ Alinhar as expectativas e não poupar explicações do que virá dali em diante; Sabemos que não existe um modelo único de questionário de briefing para Arquitetura e que, portanto, as perguntas não devem ser sempre as mesmas. Afinal, cada cliente e cada projeto possui suas próprias características, exigindo questionamentos específicos. Pensando nisso, como primeiro passo, na Vobi, oferecemos gratuitamente um modelo de Questionário de Briefing para arquitetura para download gratuito. Nele, você encontrará  um roteiro de perguntas que te auxiliarão a ter mais clareza na hora de executar essa etapa. Para adquirir basta clicar aqui e preencher o formulário! Esse momento pandêmico reforçou o modelo de trabalho online. Todas as etapas de projetos já são possíveis de acompanhar a distância. O briefing de arquitetura online é uma delas e tem ganhado espaço não só em função do distanciamento social, mas também pelo pouco tempo disponível em horário comercial dos clientes. O formato online pode ser adaptado para os diferentes tipos de briefing de arquitetura, desde que bem elaborado com base no checklists citados acima. A sugestão é trabalhar com um formulário, nem extenso, nem subjetivo demais. Para isso, utilize campos para observações e abuse das imagens! Veja só como proceder no caso de briefing de arquitetura online: ● Prepare a parte técnica da reunião (internet, silêncio, iluminação, etc.), um fundo mais neutro (ou outro que confirme seu profissionalismo) e dê atenção à sua apresentação pessoal (afinal, o cliente vai estar na sua frente do mesmo jeito). ● Compartilhe a tela do seu equipamento, vá colhendo as informações e anexando as imagens de referência em tempo real. ● Peça imagens de referências aos clientes com antecedência (mas, tenha seu próprio banco de imagens também) e analisem juntos. Por fim, compor um briefing de arquitetura é antecipar as dúvidas que o cliente pode ter lá na frente. Quando chegar o momento da reunião, fique atento para captar as informações que o cliente está transmitindo, inclusive aquelas que ficam subentendidas no tom de voz e na expressão facial. Seja sempre honesto com o cliente, não omita os custos para realizar o projeto e nem prometa prazos impraticáveis. www.arquitetude.com.br www.monografias.ufop.br www.habilidadsocial.com --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/tipos-de-iluminacao Title: Tipos de Iluminação: Afinal, Por Que Cada Detalhe Importa? Meta Description: Pensar no uso e nos usuários dos espaços faz toda a diferença na hora de escolher os tipos de iluminação. Não deixe de aprender tudo sobre o tema, veja mais! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/tipos-de-iluminacao ## Headings Structure: H1: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H2: Tipos de iluminação na decoração H3: Luz direta H3: Luz indireta H3: Luz difusa H3: Luz de destaque H3: Luz de orientação H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Tipos de iluminação: Afinal, por que cada detalhe importa? H2: Tipos de iluminação na decoração H3: Luz direta H3: Luz indireta H3: Luz difusa H3: Luz de destaque H3: Luz de orientação H3: Continuar lendo H4: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H4: Temperatura de cor de luz: o que é e como escolher H4: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H4: Simbologia elétrica: conheça as principais representações H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Projeto luminotécnico residencial: aplicações na arquitetura de interiores H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Descubra como a orientação solar pode impactar positivamente o seu projeto H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H4: Instalações elétricas: Como aliar segurança, eficiência e tecnologia H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Entender os tipos de iluminação faz toda a diferença na hora de criar projetos luminotécnicos que tenham equilíbrio e eficiência. Por isso, se você ainda tem dúvidas sobre esse tema tão importante, continue a leitura! Ao final do texto você terá aprendido sobre: A premissa principal de um bom projeto luminotécnico é entender o uso do espaço. É com base nessa informação que os arquitetos e designers que oferecem esse serviço conseguem identificar a melhor solução para o espaço. Apesar das inúmeras possibilidades disponíveis hoje no mercado de produtos, é a rotina da família que orienta e determina a escolha dos tipos de iluminação usados naquele ambiente na hora de projetar. Não dá para ter um raciocínio generalista, ao ponto de pensar que seguir tendências é o bastante. Nem sempre aquilo que é bonito se adequa bem ao perfil do usuário e, por isso, é importante avaliar cada caso como único, porque de fato ele é mesmo. Ainda mais considerando que a busca por espaços multifuncionais só aumenta com o passar dos anos. Com as múltiplas funções dos espaços também aumentam os desafios de compatibilizar necessidades tão diversas e o profissional precisa se atentar para cada mínimo detalhe, se quiser que o resultado final fique confortável e harmônico. Cada detalhe da iluminação importa, visto que os efeitos e aplicações da luz se relacionam diretamente com a escolha dos tipos de luz e, em todos os casos, é preciso considerar os objetivos do projeto conforme o uso daquele ambiente. Sendo assim, ter domínio da teoria da luz no momento de criar projetos luminotécnicos é fundamental para ter mais segurança e reduzir as chances de errar pela falta ou excesso de luz. Por isso, confira abaixo os principais tipos de iluminação: A luz direta é aquela iluminação sem filtros, proteção ou "barreira", que incide de forma direta nas superfícies e, por isso, acaba sendo uma luz muito funcional. A aplicação mais recomendada para esse tipo de luz é em espaços de trabalho, afinal está muito relacionada ao desempenho de tarefas. Costuma gerar desconfortos aos usuários que se expõem a esses tipos de iluminação por muitas horas consecutivas, na medida em que fornece focos diretos de luz à superfície iluminada. Considerando isso, pode ser interessante utilizar lâmpadas com cor de luz neutra, que se adequam bem às atividades sem comprometer tanto o conforto visual (como acontece com a luz de temperatura fria). De todo modo, a luz direta pode ser aplicada aos seguintes produtos: spots, abajures e pendentes. A luz direta também permite evidenciar detalhes quando orientada para iluminar objetos, quadros, painéis, plantas e etc. A luz indireta é aquela que incide em uma superfície e rebate para o ambiente. Em outras palavras, tem seu fluxo luminoso rebatido. Assim, o efeito gerado é bem mais suave que a direta. Comparada aos outros tipos de iluminação, ela tem como principal objetivo iluminar uniformemente o espaço de maneira confortável e difusa, funcionando como uma luz de ambientação. Um bom exemplo de sua aplicação são as fitas de LED instaladas em sancas de gesso, como mostram as imagens abaixo: Para ver mais exemplos de iluminação direta e indireta, não deixe de ler o nosso artigo: Iluminação na decoração: tipos e utilizações (PARTE 1). Já a luz difusa é aquela que possui um difusor, que pode ser de vidro, acrílico ou algum leitoso. É considerada homogênea, ou seja, de baixo contraste (entre claro e escuro) e possui baixo ofuscamento, o que proporciona maior conforto aos usuários. Para entender melhor como a luz difusa funciona, considere este exemplo prático: Em um dia ensolarado com céu limpo sem nenhuma nuvem é muito difícil conseguir olhar diretamente para o sol por muito tempo. Todavia, quando há nuvens no céu, esse incômodo é aliviado, visto que a camada de nuvem torna a luz difusa. O mesmo ocorre com a iluminação artificial. Uma superfície cobre a lâmpada para que a claridade seja difundida uniformemente pelo espaço. Trata-se de uma ótima opção para ambientes que priorizam o descanso e o bem-estar. Vale destacar que, sobretudo no projeto luminotécnico residencial, é imprescindível pensar nas sensações que o usuário irá obter no espaço e isso vale para todos os tipos de iluminação. A luz de destaque é aquela de facho mais fechado, cuja iluminação gerada é mais concentrada e pontual. Sua aplicação deve ser direcionada para algum ponto específico do projeto arquitetônico ou de interiores. Ótima para iluminar fachadas, áreas de paisagismo ou aquele quadro lindo que você tem na sua sala. Por fim, a luz de orientação, conhecida também como luz de baliza, corresponde à iluminação usada para indicar um caminho, ou seja, um certo percurso. Esse é um dos tipos de iluminação que traz segurança para a circulação em um ambiente específico, evitando possíveis acidentes. Por isso, é muito utilizada em escadas, corredores,  áreas de piscina,  jardins e entradas residenciais, ou mesmo em ambientes comerciais para orientar o cliente no interior das lojas. Sabemos que é possível ter resultados extraordinários usando apenas diferentes tipos de iluminação. Sendo assim: No entanto, vale ressaltar que um projeto luminotécnico bem feito é aquele que pensa na composição como um todo, por isso use do bom senso. Como ocorre em qualquer projeto de arquitetura ou interiores, os itens escolhidos precisam fazer sentido no todo, em termos de equilíbrio, usabilidade e, no caso da luz, de eficiência também. Além disso, lembre-se de incluir nas suas pranchas técnicas as devidas simbologias elétricas e suas respectivas legendas, a fim de esclarecer todos os pontos do seu projeto luminotécnico para quem for executar. Quanto mais detalhado e bem explicado o seu detalhamento, mais tranquila será a obra e instalação. Mas antes, saiba quantificar a luz certa para cada ambiente (e uso desse espaço), para detalhar corretamente. Hoje existem várias formas de fazer esse cálculo da quantidade de luz, que no geral pode ser feito através de conta manual, software e calculadora de iluminância, como a que oferecemos gratuitamente na Vobi. De fato, criar um projeto luminotécnico requer atenção para muitos detalhes. Nesse artigo, falamos sobre os principais tipos de iluminação e a importância de se atentar ao uso do espaço a fim de escolher os produtos mais adequados para cada proposta. Agora conta para a gente, como você escolhe os tipos de iluminação para o seu projeto? www.maisengenharia.altoqi.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/tipos-de-piso-mais-comuns-em-projetos-de-arquitetura-e-interiores Title: Tipos de Piso Mais Comuns em Projetos de Arquitetura Meta Description: Conheça, neste artigo, quais os tipos de piso mais comuns e saiba como escolher o melhor piso para o seu projeto de arquitetura e interiores. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/tipos-de-piso-mais-comuns-em-projetos-de-arquitetura-e-interiores ## Headings Structure: H1: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H2: Quais são os principais tipos de piso? H3: Piso Porcelanato H3: Piso Cerâmico H3: Piso Vinílico H3: Piso Laminado H2: Diferenças entre piso vinílico e piso laminado H2: Tipos de Paginação de piso H2: Tipos de cortes H2: Como escolher o piso para o seu projeto? H3: 1. Avaliar o ambiente H3: 2. Checar a porosidade do piso H3: 3. Temperatura do piso H3: 4. Limpeza e manutenção H3: 5. Capacidade Antiderrapante H3: 6. Instalação H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Tipos de piso mais comuns em projetos de arquitetura e interiores H2: Quais são os principais tipos de piso? H3: Piso Porcelanato H4: Porcelanato polido H4: Porcelanato acetinado H4: Porcelanato esmaltado H4: Porcelanato struturato H4: Porcelanato natural H3: Piso Cerâmico H3: Piso Vinílico H3: Piso Laminado H2: Diferenças entre piso vinílico e piso laminado H2: Tipos de Paginação de piso H2: Tipos de cortes H2: Como escolher o piso para o seu projeto? H3: 1. Avaliar o ambiente H4: 1.1 Local interno ou externo H4: 1.2 Circulação de pessoas H3: 2. Checar a porosidade do piso H3: 3. Temperatura do piso H3: 4. Limpeza e manutenção H3: 5. Capacidade Antiderrapante H3: 6. Instalação H2: Calculadora de piso H3: Continuar lendo H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso vinílico: conheça a versatilidade do produto e como aplicá-lo em seus projetos H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: Piso laminado: saiba quando utilizar, como instalar e as vantagens deste produto H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: O atemporal piso cerâmico: tudo o que você precisa saber para criações exclusivas H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H4: Piso porcelanato: conheça o produto e suas possibilidades para criação de ambientes incríveis H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Definir quais tipos de piso utilizar em um projeto pode se tornar uma tarefa bem difícil, mesmo para arquitetos e designers de interiores. Isso porque existem, hoje, diversas opções no mercado, com estilos, acabamentos, cores, formatos e preços diferentes. Assim sendo, é fundamental conhecer as especificidades do revestimento elegido na hora da escolha. É importante ressaltar que a decisão do profissional deve ser pautada em critérios que vão além da estética e do custo, como por exemplo a qualidade, instalação, facilidade de limpeza, entre outros pontos, os quais explicaremos ao longo do texto. Dessa forma, torna-se possível tomar uma decisão mais assertiva e adequada às necessidades do seu cliente. Confira abaixo os assuntos que serão abordados e, ao final deste artigo, você se sentirá mais confiante em escolher os melhores tipos de piso para o seu projeto de arquitetura e interiores: Como dito, existem inúmeros tipos de piso disponíveis no mercado atualmente. No entanto, elencamos os 4 mais queridinhos entre arquitetos e designers. Confira abaixo: O piso porcelanato ganhou espaço nos últimos anos e, provavelmente, é o preferido entre os clientes. Isso porque, esse revestimento se destaca por sua qualidade, resistência e diversidade de acabamentos. Devido à sua variedade de modelos que vão desde mármore, madeira, cimento, etc, o piso porcelanato pode ser usado em todos os ambientes de um projeto - áreas secas ou molhadas - sendo capaz de combinar com diferentes estilos de decoração. Além dos modelos, também existem vários tipos de acabamentos. A principal diferença entre eles é justamente a intensidade do brilho e a presença de texturas. Seus principais acabamentos são: O porcelanato polido é revestido por uma camada de proteção que torna a superfície do piso muito mais lisa e brilhante, facilitando sua limpeza. Esse tipo de acabamento é mais indicado para ambientes secos como quartos e salas, pois torna-se muito escorregadio quando molhado, podendo causar acidentes. O porcelanato acetinado tem um acabamento com brilho mais discreto, é mais resistente a riscos e possui maior aderência se comparado ao porcelanato polido. Dessa forma, é ideal para ambientes de maior umidade como banheiros e cozinhas. Conforme o nome já diz, o porcelanato esmaltado é coberto por uma camada de esmalte. Esta camada possibilita que a peça receba estampas e diferentes desenhos, podendo ser utilizado em ambientes tanto úmidos quanto secos. O porcelanato struturato tem uma superfície levemente abrasiva. Por isso ele é uma ótima opção para áreas úmidas como banheiros, decks, garagens, área de piscinas e saunas, pois é bastante resistente e pouco escorregadio. O porcelanato natural não possui acabamento especial em sua superfície, ou seja, não são polidos e nem esmaltados. Sua superfície tem acabamento matte ou opaco, o que o torna, assim como o struturato, mais resistente e antiderrapante, sendo indicado para áreas externas e para ambientes comerciais. Talvez esse seja um dos tipos de piso mais populares e utilizados do Brasil. Isso se dá, pois a cerâmica, muitas vezes, é uma alternativa mais barata do que o porcelanato. O material é produzido a partir da prensagem da argila úmida e peneirada e entre suas vantagens estão: a resistência à água, à manchas e a variedade de texturas e paginações. O piso cerâmico pode ser usado tanto em ambientes internos quanto externos e ainda ajuda a manter o ambiente menos quente durante o verão. Dentre os seus diversos tipos de acabamentos, os mais comuns são: Brilhante: com esmalte de alto brilho; Acetinado: com esmalte de brilho mais discreto; Esmaltado: estampado com diferentes desenhos. Produzido a partir de materiais recicláveis, fabricado com resina de PVC, o piso vinílico tem um acabamento que remete à madeira, mas com um valor mais barato. Esse modelo pode ser encontrado em diferentes formatos como placas, mantas  e tapetes e o seu sistema de instalação dependerá da opção escolhida. Entre as vantagens do piso vinílico estão o conforto térmico, acústico (sendo uma alternativa ideal para ambientes com muito barulho, em casas com crianças e animais de estimação, por exemplo) e a resistência à manchas. Assim como o piso vinílico, o piso laminado também é uma alternativa para quem procura um acabamento em madeira, mas quer economizar, visto que a madeira natural possui um custo elevado. Fabricado a partir de madeira aglomerada, trata-se de um modelo - dentre os tipos de piso aqui citados - de mais fácil instalação, sendo possível a aplicação de piso sobre piso, desde que o contrapiso esteja bem nivelado. Vale ressaltar que o piso laminado não é indicado para áreas molhadas, sendo ideal para ambientes secos como escritórios, salas e quartos. Para a sua limpeza, é recomendável utilizar apenas um pano úmido. Você pode ter ficado na dúvida entre os pisos vinílicos e laminados, visto que eles são bem parecidos, esteticamente falando. No entanto, ambos possuem vantagens e desvantagens e a escolha será determinada principalmente pela finalidade do espaço. Para ficar mais claro veja o comparativo abaixo que lista algumas das principais diferenças entre os modelos a fim de ajudar na hora da escolha do material. Ela é essencial para evitar dores de cabeça e um grande número de recortes, garantindo a execução correta e a harmonização do ambiente. É importante lembrar que, no caso de cerâmicas e porcelanatos, a espessura do rejunte deve ser levada em conta no cálculo da paginação (veja no próximo tópico). Para obter mais harmonia, o ideal é que os recortes dos pisos sejam feitos em locais menos visíveis, como embaixo de móveis e bancadas. Deve-se evitar ter recortes logo na entrada do cômodo. Existem diversas paginações para cada um dos tipos de piso e sua escolha dependerá não somente da estética desejada, mas também para melhor aproveitamento dos materiais. Aqui estão algumas das diversas possibilidades de paginação existentes: Como dito no tópico anterior, é preciso considerar a largura do rejunte ao definir a paginação do piso. No caso da cerâmica e do porcelanato, existem duas categorias quanto ao tipo de corte: as peças podem ter cortes retos (retificados) ou arredondados (bold). Piso retificado: O piso retificado possui acabamento reto, podendo ser rejuntado com um espaçamento de apenas 1,5mm. Isso garante um acabamento mais regular e “clean” ao ambiente. Piso bold: O piso bold possui bordas arredondadas, por isso, a espessura do rejunte é de no mínimo 3mm. Com este tipo de corte, o rejunte fica mais aparente e o visual do piso mais rústico. Além da beleza, é preciso considerar detalhes segundo a resistência, como por exemplo: o desgaste que o piso irá sofrer, se haverá tráfego intenso de pessoas ou veículos. Também deve-se avaliar se o piso estará sujeito à umidade e sol. Confira algumas dicas sobre como escolher tipos de piso para sua casa: O primeiro passo para que se possa decidir qual piso escolher é: avaliar as características de uso do ambiente, ou seja, a finalidade do local onde será instalado o piso. Ao avaliar o ambiente é preciso definir se o ambiente a receber o revestimento será interno ou externo. Ambientes internos necessitam de tipos de piso com especificações diferentes de ambientes externos. Geralmente, o índice de resistência dos materiais é fornecido pelos próprios fabricantes. No caso dos pisos cerâmicos e porcelanatos, é possível verificar o índice do PEI (Porcelain Enamel Institute) do material, escala adotada pela indústria que varia de 0 a 5. O PEI indica em que local a peça pode ser aplicada, bem como seu grau de resistência perante o tráfego. Quanto maior o PEI, maior a resistência. Pisos externos, por exemplo, exigem PEI mais elevado. Conforme imagem abaixo: A porosidade do piso está relacionada à capacidade de absorção de água do material. Por isso, o contato do piso com a umidade interfere na escolha do revestimento. Se o local for uma área molhada, como banheiros, lavanderias e cozinhas, o recomendado é usar pisos antiderrapantes e pouco porosos, garantindo a durabilidade do material e a segurança. Já no caso de áreas secas, como quartos e salas, os pisos lisos são uma opção. A temperatura do piso está relacionada com a sensação do toque. Por isso, é importante considerar o clima da região. Em regiões quentes, pisos frios — como cerâmica, porcelanato, cimento queimado, ladrilho hidráulico, mármore, granito e superfícies resinadas — são mais agradáveis. Pois os pisos frios conferem sensação de frescor e transmitem a sensação de diminuir a temperatura do ambiente. Já em regiões frias, pisos quentes - como madeira, vinílicos, laminados e carpetes - são os mais recomendados porque aquecem o ambiente e trazem maior conforto. O fato é que pisos quentes possuem temperatura mais constante e permitem pouca passagem de calor, já que o mesmo fica retido na superfície, o que permite um equilíbrio maior entre a temperatura da pele e do material. De uma forma geral, os chamados “pisos quentes”, demandam um pouco mais de cuidado em sua conservação. Para a limpeza de pisos laminados e vinílicos é recomendável utilizar aspirador de pó e pano úmido. No caso dos porcelanatos e pisos cerâmicos, considerados “pisos frios”, é possível lavá-los com água, o que é visto, por muitos, como uma vantagem, principalmente em ambientes de uso frequente. Se você está projetando ambientes em declive - áreas sujeitas à água ou gorduras, como banheiros, piscinas e cozinhas, ou até mesmo espaço para pets - é importante avaliar a resistência a derrapagens oferecida pelo material, visando a segurança dos usuários. Portanto, recomenda-se a utilização de peças com coeficiente de atrito próximo ao limite estabelecido em norma: O tipo de instalação pode variar de acordo com o piso escolhido. Alguns modelos possibilitam maior facilidade de aplicação, o que é o caso dos pisos vinílicos auto-adesivos. Eles podem ser instalados pelo próprio morador e até sobre piso existente (contanto que a superfície esteja totalmente nivelada). Neste quesito, vinílicos e laminados são mais vantajosos, pois apresentam opções de instalação mais limpa e rápida, por sistemas de encaixe, placas, cola ou adesivo. Já modelos como porcelanatos e cerâmicas, levam mais tempo e geram mais entulho de obra, além de ser preciso contratar uma mão de obra especializada. Tenha sempre em mente que o tipo de instalação influenciará diretamente em seu orçamento, pois, além de calcular o custo do material, será preciso contabilizar a mão-de-obra. Pensando em facilitar a vida do profissional arquiteto, engenheiro e designer de interiores, desenvolvemos essa calculadora de piso online 100% gratuita para auxiliar no cálculo da quantidade de piso e revestimento para seu projeto e obra. Tenha uma estimativa da quantidade de peças, argamassa e rejunte em apenas alguns segundos. Faça sua simulação agora mesmo: E agora que você já sabe tudo sobre tipos de piso, que tal colocar em prática os conhecimentos adquiridos? www.vivadecora.com.br www.soprojetos.com.br www.construindocasas.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/top-14-melhores-blogs-de-construcao-civil-em-2025 Title: Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 Meta Description: Quer aprender mais sobre construção civil e gestão de obras? Veja os 14 melhores blogs para se manter atualizado e crescer no setor. Acesse! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/top-14-melhores-blogs-de-construcao-civil-em-2025 ## Headings Structure: H1: Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 H2: Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 H3: 1. Blog da Vobi H3: 2. Gerenciamento Obras - Blog H3: 3. Sistema de Gestão de Obras - Blog H3: 4. Blog | ERP Construção Civil H3: 5. Obra Prima H3: 6. Engsette H3: 7. O Blog da Sua Obra H3: 8. Portal - Controle de Obra na Prática H3: 9. Acompanhamento de Obras | Blog H3: 10. Constru360° H3: 11. Planejamento de Obras | Blog H3: 12. Constru News Brasil H3: 13. Plataforma Obra Digital H3: 14. Construção Tech | Blog H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 H2: Top 14 Melhores Blogs de Construção Civil em 2025 H3: 1. Blog da Vobi H3: 2. Gerenciamento Obras - Blog H3: 3. Sistema de Gestão de Obras - Blog H3: 4. Blog | ERP Construção Civil H3: 5. Obra Prima H3: 6. Engsette H3: 7. O Blog da Sua Obra H3: 8. Portal - Controle de Obra na Prática H3: 9. Acompanhamento de Obras | Blog H3: 10. Constru360° H3: 11. Planejamento de Obras | Blog H3: 12. Constru News Brasil H3: 13. Plataforma Obra Digital H3: 14. Construção Tech | Blog H3: Continuar lendo H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Calendário de eventos de Arquitetura e Design para 2022 H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: Burocracia em ruína: a tecnologia à favor das reformas de casas H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: O que os arquitetos gostariam de saber antes de começar o próprio negócio H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Tendências de cores do ano 2023: saiba quais são as apostas das marcas H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Registro no CAU: sua importância e benefícios H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H4: Glossário de termos utilizados no universo da arquitetura H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Se você atua na construção civil — seja como engenheiro, gestor de obras, arquiteto ou responsável técnico por uma construtora — sabe o quanto é desafiador acompanhar as constantes mudanças do setor. Tecnologias emergentes, novas exigências legais, metodologias de gestão mais eficazes e tendências sustentáveis estão transformando a forma como se planeja e executa uma obra. E, nesse cenário, ter acesso a conteúdos de qualidade faz toda a diferença. Para te ajudar a estar sempre à frente, reunimos os 14 melhores blogs brasileiros sobre construção civil, que são verdadeiras fontes de informação estratégica. Cada um desses portais foi selecionado por sua relevância, frequência de atualização e profundidade nos temas abordados. Confira a lista e prepare-se para turbinar seu conhecimento. E claro, começamos com o nosso próprio blog, que está entre os destaques dessa jornada. O Blog da Vobi é mais do que um repositório de artigos — é uma plataforma de conhecimento para engenheiros, arquitetos, gestores de obra e empreendedores da construção civil. Nele, você encontra conteúdos exclusivos sobre: Nosso objetivo é ajudar empresas e profissionais a otimizar processos, evitar retrabalhos e impulsionar resultados com foco em produtividade e inovação. Se você busca uma fonte confiável, com linguagem acessível e ao mesmo tempo técnica, o blog da Vobi é leitura obrigatória. Especializado em gestão eficiente de obras, esse blog traz conteúdos que ajudam desde o engenheiro recém-formado até o gestor experiente. Artigos sobre controle de custos, planejamento físico-financeiro e técnicas de acompanhamento fazem parte do acervo, além de temas como produtividade e qualidade na execução. Com uma pegada mais estratégica, este blog aborda gestão empresarial no setor da construção civil, além de oferecer dicas práticas para vendas, marketing e gestão financeira em construtoras. É ideal para quem ocupa cargos de liderança. O ERP Construção Civil foca na digitalização e automação dos processos de obra. O blog traz conteúdos sobre sistemas de gestão, orçamentos eletrônicos, e tecnologias como BIM, IoT e plataformas de integração para construtoras de todos os portes. Este blog foca em soluções práticas para o dia a dia de pequenas e médias construtoras, com dicas sobre softwares, gestão de equipes, controle de materiais e como evitar erros comuns em orçamentos. Bastante útil para profissionais autônomos e engenheiros empreendedores. Além de artigos técnicos, o Engsette se destaca por oferecer guias e manuais gratuitos, cursos online e dicas sobre ferramentas como AutoCAD, Excel para engenharia e projetos estruturais. É uma plataforma educacional muito procurada por quem está em início de carreira. Voltado ao uso de aplicativos e ferramentas mobile na construção, esse blog é perfeito para quem quer levar a gestão de obras para o celular ou tablet. Traz insights sobre inspeções digitais, controle de qualidade em tempo real e inovação no canteiro. Aqui o foco é controle minucioso de todos os aspectos de uma obra: cronograma, custo, mão de obra, segurança e materiais. Os artigos são didáticos e ideais para quem busca aumentar a previsibilidade e eficiência na entrega dos projetos. Com uma linguagem acessível e técnica ao mesmo tempo, o blog traz conteúdos valiosos sobre monitoramento de obras, conformidade técnica, uso de indicadores de performance e auditoria de processos. Um guia prático para engenheiros de campo e escritórios de engenharia. Com uma visão holística do setor, esse portal combina conteúdo técnico, tendências, tecnologia e gestão, e ainda oferece entrevistas e cobertura de eventos. É ideal para quem quer uma leitura ampla e atualizada. Como o nome já diz, esse blog foca exclusivamente na etapa mais estratégica de qualquer projeto: o planejamento. Com temas como linhas de balanço, curva S, WBS, e práticas ágeis aplicadas à construção civil, é leitura obrigatória para gerentes de projetos. Um portal que mistura notícias, tendências, entrevistas e análises de mercado. Ideal para quem quer ficar por dentro de tudo que acontece no Brasil e no mundo em relação à engenharia, arquitetura, sustentabilidade e inovação no setor. Aborda a transformação digital da construção civil, com foco em tecnologias como drones, escaneamento 3D, realidade aumentada, e soluções em nuvem. Os conteúdos são técnicos, mas de fácil compreensão. Mais voltado a quem atua no controle técnico da obra, o blog traz conteúdos sobre planejamento, orçamento, qualidade, segurança e análise de riscos. É ideal para engenheiros de produção e civis que gerenciam múltiplas frentes de trabalho. Seja para evitar prejuízos em uma obra, melhorar a comunicação com a equipe ou entregar projetos dentro do prazo, o conhecimento é sua principal ferramenta de trabalho. Esses blogs são atualizados com frequência, possuem autores especializados e abordam temas essenciais para qualquer profissional da engenharia civil e da construção. Escolha alguns para acompanhar de perto, assine newsletters, e aproveite o que há de melhor em conteúdo técnico e estratégico para 2025. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/utilizando-a-inteligencia-artificial-na-construcao-civil Title: Utilizando a inteligência artificial na construção civil Meta Description: O advento da inteligência artificial (I.A) impactará significativamente nas profissões e no processo de planejamento de projetos e obras. Saiba já como usar! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/utilizando-a-inteligencia-artificial-na-construcao-civil ## Headings Structure: H1: Utilizando a inteligência artificial na construção civil H2: O que é inteligência artificial? H3: O que são ferramentas de texto-para-imagem? H2: Como a inteligência artificial pode auxiliar na arquitetura e construção civil H3: Anteprojeto H3: Projetos de infraestrutura H3: Canteiro de obras H3: Abordagem crítica H3: Sustentabilidade H2: A I.A substituirá os profissionais da construção civil? H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Utilizando a inteligência artificial na construção civil H2: O que é inteligência artificial? H3: O que são ferramentas de texto-para-imagem? H2: Como a inteligência artificial pode auxiliar na arquitetura e construção civil H3: Anteprojeto H3: Projetos de infraestrutura H3: Canteiro de obras H3: Abordagem crítica H4: Brasil H4: Gana H4: México H3: Sustentabilidade H2: A I.A substituirá os profissionais da construção civil? H3: Continuar lendo H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? A inteligência artificial (I.A) na construção civil se torna cada vez mais proeminente. Assim como nos outros setores, essa rápida influência e progresso gera um longo debate entre profissionais e críticos. Alguns entendem como uma força capaz de revolucionar o mercado, enquanto outros vêem como uma ameaça que poderia substituir o trabalho intelectual humano. O fato é que, definitivamente, a I.A já está transformando a arquitetura, o design de interiores e a construção civil. A tecnologia poderá desenvolver layouts e abordagens mais inteligentes, eficientes e sustentáveis. Você já está utilizando a inteligência artificial no seu processo de criação? Continue lendo o texto, e saiba como começar a aproveitar o máximo da I.A, acompanhe os tópicos: A inteligência artificial (I.A.) refere-se a sistemas que capacitam computadores para a realização de atividades que, geralmente, utilizam competências humanas relacionadas ao raciocínio, aprendizado, resolução de problemas e tomadas de decisões. Incontestavelmente, o assunto do momento é como a inteligência artificial (I.A) irá impactar nas profissões. Ferramentas como, o Chat GPT, podem contribuir para aumentar a produtividade de arquitetos e engenheiros e revolucionar os processos de construção e planejamento. Essas e outras ferramentas são alvo de críticas e preocupações quanto à substituição de trabalhos humanos, uma vez que a I.A pode desempenhar as atividades de forma eficiente e ágil. Além disso, existe um receio quanto a perda do elemento humano mesmo com a reprodução, praticamente fiel, das resoluções e tarefas similares que um ser humano pode desempenhar, a tecnologia pode explanar interações frias em certas ocasiões que requerem mais sensibilidade emocional. O fato é que em todas as áreas, deve-se haver um equilíbrio na utilização dessas ferramentas de inteligência artificial, pois elas são soluções complementares e não uma substituição. Essa tecnologia avança a cada dia a mais, assim como as regulamentações e normas éticas para diminuir os riscos e aumentar os benefícios nas aplicações profissionais. A capacidade dessa tecnologia, no âmbito da arquitetura, é de fato revolucionário, pois implica diretamente na velocidade das simulações estéticas. Novas ferramentas surgem para oferecer representações virtuais e desenvolvimento automático de projetos baseado em critérios predefinidos. Se por um lado podem agilizar processos de projeto, por outro lado, trazem à tona discussões sobre ética e responsabilidade técnico-científica. As ferramentas de texto-para-imagem utilizam a inteligência artificial para transformar descrições de textos em imagens realistas. Cada vez mais arquitetos utilizam essa tecnologia para traduzir os conceitos de forma rápida e inovadora. Isso contribui para acelerar o processo criativo e facilitar a comunicação entre equipe, clientes e fornecedores. Já pensou em transcrever um ambiente, seus materiais, cores e funções e rapidamente a tecnologia ser uma aliada para produzir o seu render? Existe um longo caminho a ser trilhado antes de um projeto ganhar a versão final. Muito tempo é investido em reuniões, revisões de decisões e pesquisas voltadas à normativas técnicas. A inteligência artificial vem como facilitadora de todo esse processo, fazendo com que os profissionais economizem horas no processo projetual. A IA reconfigura o anteprojeto arquitetônico ao criar modelos com base em parâmetros definidos, permitindo que arquitetos e engenheiros unam a expertise humana e a tecnologia  para solucionar o maior número possível de ideais e problemas em um curto espaço de tempo. A inteligência artificial é capaz de diminuir a fase de planejamento de projetos de grande escala, como os urbanos. Já existem empresas que utilizam a I.A para automatização de tarefas repetitivas e interdisciplinares, possibilitando que arquitetos e engenheiros se dediquem a outras tarefas de criação, enquanto a tecnologia dá conta de quesitos específicos do processo. Além da utilização da inteligência artificial nas etapas de planejamento e projeto, essa tecnologia também é grande aliada na fase de execução e monitoramento de projetos. Com a I.A é possível prever atrasos, identificar riscos e melhorar o cronograma de trabalho. As máquinas equipadas com I.A, como câmeras e sensores, podem emitir alerta em tempo real para que os gestores tomem as medidas necessárias para evitar acidentes, desperdícios, etc. Isso contribui para economia de tempo e dinheiro - pontos-chave na área da construção civil. Além disso, as máquinas podem realizar tarefas repetitivas de forma precisa, fazendo com que a equipe foque em atividades que precisem de habilidades específicas. Com isso, a tecnologia vem transformando o canteiro de obras em um ambiente cada vez mais seguro, produtivo e eficiente. O excelente artigo “Como a Inteligência Artificial enxerga a casa contemporânea? Diferentes perspectivas em 15 países” do Archdaily aborda como a inteligência artificial foi usada para explorar a visão da casa contemporânea em 15 países diferentes. As ferramentas Mid Journey e DALL-E foram empregadas para gerar imagens com base nos comandos solicitados. O resultado foi a perpetuação de estilos arquitetônicos predominantes no conjunto de dados, apresentando uma homogeneidade da arquitetura apresentada. O que revelou que a tecnologia pode influenciar na percepção arquitetônica e é de extrema importância que se mantenha uma abordagem crítica diante das representações. O texto traz a reflexão de que a I.A desempenha um papel inovador nas profissões e, consequentemente, na arquitetura. No entanto, o discernimento humano é o que determina o verdadeiro potencial de suas criações. Veja algumas das imagens a seguir: As ferramentas baseadas em inteligência artificial podem fazer análises precisas de variáveis ambientais, por exemplo, exposição solar, padrões de vento e clima. Isso permite otimizar o desempenho energético dos edifícios. Além do mais, a A.I pode auxiliar nas escolhas de materiais e quais técnicas de construção podem ser mais sustentáveis, o que pode influenciar diretamente na redução da pegada de carbono das edificações. No entanto, como citado anteriormente, é preciso utilizar essas ferramentas de forma criteriosa. O uso excessivo de inteligência artificial pode, por exemplo, afastar os conhecimentos e práticas tradicionais de sustentabilidade transmitidas ao longo de gerações. Existe uma apreensão relacionada à possibilidade da I.A substituir os arquitetos, engenheiros e design de interiores. Sabemos que a ferramenta é poderosíssima, no entanto, a ideia é encontrar um equilíbrio entre a adoção da tecnologia como e a conservação dos domínios singulares propriamente humanos - a empatia, o pensamento crítico e a consciência cultural. Assim, a inteligência artificial não pode ser encarada como algo intimidador, mas sim como uma colaboração enriquecedora para vida profissional. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/blog/vistoria-de-obra-um-guia-definitivo Title: Vistoria de obra: um guia definitivo Meta Description: A vistoria de obra é uma prática imprescindível para a garantia da qualidade na execução dos projetos. Saiba como implementar esta ferramenta. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/blog/vistoria-de-obra-um-guia-definitivo ## Headings Structure: H1: Vistoria de Obra: um guia definitivo para você implementar esta importante atividade em sua prática profissional H2: Afinal, o que é uma vistoria de obra? H2: Tipos de vistoria de obra na construção civil H3: Vistoria Antecipada H3: Vistoria Cautelar H2: Como fazer uma vistoria de obra? H2: Quem faz a vistoria de obra? H2: Checklist de vistoria de obra H3: 1.     DADOS CADASTRAIS H3: 2.     RELAÇÃO DE ÁREAS COMUNS E EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS H3: 3.     ESTRUTURAS (identificar também o método construtivo) e avaliar: H3: 4.     FUNDAÇÃO H3: 5.     VEDAÇÃO H3: 6.     REVESTIMENTO DE FORRO (identificar o material) H3: 7.     REVESTIMENTO DE PAREDE (identificar na vistoria de obra o material) H3: 8.     REVESTIMENTO DE PISO (identificar o material) H3: 9.     FACHADA H3: 10.   ESQUADRIA H3: 11.   IMPERMEABILIZAÇÃO H3: 12.   INSTALAÇÃO HIDROSSANITÁRIA H3: 13.   INSTALAÇÃO DE GÁS H3: 14.   INSTALAÇÃO ELÉTRICA H3: 15.   ELEVADORES H3: 16.   CLIMATIZAÇÃO H3: 17.   COBERTURA H2: Cursos de Especialização em vistoria de obra H3: Continuar lendo H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? ## Main Content: H1: Vistoria de Obra: um guia definitivo para você implementar esta importante atividade em sua prática profissional H2: Afinal, o que é uma vistoria de obra? H2: Tipos de vistoria de obra na construção civil H3: Vistoria Antecipada H3: Vistoria Cautelar H2: Como fazer uma vistoria de obra? H2: Quem faz a vistoria de obra? H2: Checklist de vistoria de obra H3: 1.     DADOS CADASTRAIS H3: 2.     RELAÇÃO DE ÁREAS COMUNS E EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS H3: 3.     ESTRUTURAS (identificar também o método construtivo) e avaliar: H3: 4.     FUNDAÇÃO H3: 5.     VEDAÇÃO H3: 6.     REVESTIMENTO DE FORRO (identificar o material) H3: 7.     REVESTIMENTO DE PAREDE (identificar na vistoria de obra o material) H3: 8.     REVESTIMENTO DE PISO (identificar o material) H3: 9.     FACHADA H3: 10.   ESQUADRIA H3: 11.   IMPERMEABILIZAÇÃO H3: 12.   INSTALAÇÃO HIDROSSANITÁRIA H3: 13.   INSTALAÇÃO DE GÁS H3: 14.   INSTALAÇÃO ELÉTRICA H3: 15.   ELEVADORES H3: 16.   CLIMATIZAÇÃO H3: 17.   COBERTURA H2: Cursos de Especialização em vistoria de obra H3: Continuar lendo H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: Checklist para gestão de obras na construção civil H4: A importância da gestão de orçamento H4: A importância da gestão de orçamento H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento de obra: tudo o que você precisa saber para um orçamento eficiente H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Orçamento: quais benefícios e como aplicar uma gestão eficiente em seu negócio H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Termo de Entrega de Obra: Saiba COMO e QUANDO emitir para sua obra H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H4: Canteiro de obra: qual sua importância e como planejar H6: Conteúdos VIP H3: Seu negócio de Arquitetura e Construção ainda não é digital? Todo profissional da construção civil sabe da importância da vistoria de obra para a garantia da qualidade na execução dos projetos. Atestar que a execução dos serviços esteja em conformidade com as soluções e especificações idealizadas no projeto e, em caso de divergências, fazer os apontamentos para que providências e correções ocorram em tempo hábil são alguns dos objetivos primários. Ou seja, trata-se de uma atividade que tem um caráter tanto preventivo quanto corretivo. No entanto, para que uma vistoria seja feita com o máximo de eficiência, deve-se atentar para o cumprimento de uma metodologia, que inclui uma certa frequência de visitas bem como a atenção a uma checklist específica e assim ser capaz de, no final da fiscalização, proceder com a elaboração de um relatório de vistoria de obras. Este é justamente o intuito deste artigo: fornecer a você um guia completo sobre a vistoria de obra, para que ela passe a fazer parte da sua rotina de maneira mais assertiva. Discorreremos sobre diversos tópicos a fim de que você entenda desde os conceitos que embasam esta modalidade de serviço até as melhores maneiras de implementação. Veremos: A vistoria de obra é uma rotina de visitas técnicas que segue uma metodologia para leitura e diagnóstico do contexto geral da obra em função dos resultados pretendidos e traçados previamente no seu projeto e cronograma. É uma prática imprescindível para as construtoras engajadas em grandes empreendimentos, dadas as circunstâncias dos interesses dos diversos públicos envolvidos neste processo, desde a incorporadora, que precisa atestar o lançamento de um bom produto no mercado, valorizado e economicamente viável, até o consumidor, cliente final, que deseja ter suas expectativas atendidas com relação ao investimento em um imóvel que seja seguro e de boa qualidade. No entanto, os benefícios e a importância desta atividade a torna interessante de ser estendida também para a prática das pequenas construções, que são aquelas feitas pelo método de administração direta dos recursos pelo próprio proprietário do imóvel, geralmente para a construção de sua própria residência ou edificação comercial, ou seja, configura uma tipologia de menor porte. Neste caso, o proprietário poderá, com o auxílio do responsável técnico pela sua obra, se valer da vistoria de obra para atestar a conformidade dos serviços da equipe que ele contratou, seja ela uma pequena construtora, uma empreiteira ou um mestre-de-obras. Aqui também é válido, portanto, o registro das informações através do relatório de vistoria de obras. Existem principalmente dois tipos de vistorias de obras, sendo eles a Vistoria Antecipada e a Vistoria Cautelar. Vejamos seus conceitos. A Vistoria Antecipada é aplicável em imóveis prontos, geralmente recém-construídos e busca fornecer um registro das condições em que este imóvel veio a ser apresentado para as incorporadoras e/ou compradores. Aqui se faz necessário reunir e agrupar todas as informações pertinentes ao imóvel, desde as questões cadastrais (licenças e certificados legais e fiscais), bem como as questões do entorno imediato, como as vias de acesso, equipamentos de infraestrutura urbana, vegetação, tipo de solo e relevo; De maneira mais aprofundada, neste modelo de vistoria de obra deve-se discorrer também sobre todos os elementos construtivos que caracterizam o imóvel e atestam ou não se os mesmos estão de acordo com os itens especificados no contrato de compra e venda, como a fundação, a estrutura, a impermeabilização, as vedações (paredes e divisórias), a cobertura, as esquadrias, os acabamentos e todas as instalações prediais (água quente, água fria, coleta de esgoto, drenagem superficial, drenagem de águas pluviais, ar condicionado, elétrica, dados e lógica, entre outros). Ao relacionar as condições em que imóvel veio a ser entregue no final da construção, esta vistoria funciona de modo semelhante ao termo de entrega de obra, porém este último visa atender especificamente à legislação municipal e engloba menos itens de verificação, atuando como um documento legal expedido pela Prefeitura para garantir que o imóvel esteja em condições reais de ser habitado. A Vistoria Cautelar, por sua vez, busca analisar as condições do entorno do empreendimento, antes mesmo que a locação de obra aconteça. O objetivo principal desta modalidade de vistoria de obra em específico é verificar quais as possíveis interferências da construção nos imóveis vizinhos, estabelecendo estratégias para mitigar riscos de danos e assim, resguardar a construtora inclusive juridicamente em caso de litígios. O relatório de vistoria de obra apresentado nesta situação aponta detalhadamente as reais condições do entorno como a conformação da topografia; existência de obstruções naturais (nascente, córrego, área vegetada de preservação permanente, etc); tipo de vegetação do entorno, se arbustiva ou arbórea, de pequeno, médio ou grande porte e, ainda, sua quantidade e localização; dados da infraestrutura pública (rede de esgoto, coleta de lixo, fornecimento de energia elétrica, iluminação pública, coleta de lixo, abastecimento de água e rede de drenagem pluvial); Além dos elementos apontados acima, o vistoriador de obra deve observar de maneira ainda mais criteriosa as características das construções limítrofes, caso elas existam. Nesse sentido, deve-se atentar para a tipologia construtiva destes imóveis (alvenaria convencional, alvenaria estrutural, wood frame, light steel frame, entre outros); seu estado de conservação (se bom e adequado ou ruim e precário); número de pavimentos; se é habitado, qual sua finalidade de uso (habitacional, comercial, industrial ou misto), qual sua proximidade com a locação da obra e se demandará alguma intervenção preventiva, como um reforço estrutural, por exemplo. A vistoria de obra, para que atinja um alto grau de desempenho, deve seguir um roteiro cientificamente validado, como o do IBAPE: Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, o qual estabelece que inicialmente deve-se proceder com a coleta de informações, geralmente através de reuniões preliminares e com a análise de toda a documentação administrativa, técnica, de manutenção e operação (caso aplicáveis) para somente então partir para a inspeção in loco propriamente dita e ser capaz de agrupar os resultados em um relatório de vistoria de obra que, além de uma descrição minuciosa de todas as características observadas, precisa conter também um registro fotográfico para comprovação dos fatos, podendo ainda incluir elementos complementares como gráficos de avarias ou recalques, laudo de sondagem do solo, cópia de documentos de propriedade do terreno, entre outros. Mais do que citar as circunstâncias observadas, o vistoriador de obra fará suas recomendações técnicas para correção de eventuais patologias embasado em um conceito de indicação de prioridades (geral e por sistema), relacionando “nenhuma, baixa, média, alta ou total” para os tópicos “gravidade, urgência ou tendência.” Uma vez que a vistoria de obra se trata de uma atividade que envolve perícia e responsabilidade técnica, deve ser realizada apenas por um profissional habilitado (geralmente arquiteto ou engenheiro civil) e devidamente registrado em seu Conselho de Classe (CAU: Conselho de Arquitetura e Urbanismo, para os arquitetos e, CREA: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, para os engenheiros). A exigência de um profissional habilitado para esta função está pautada na necessidade de conhecimento das técnicas construtivas, legislação aplicável e normas de desempenho, tudo isso tendo a vista o objetivo de se fazer uma leitura correta do que está sendo executado no canteiro de obras. Por este motivo não é incomum, inclusive, que o profissional busque por uma especialização que o capacite para atuar de maneira mais direcionada no mercado de vistoria de obras. Seguem abaixo descritos os itens a serem observados na inspeção in loco para a elaboração do relatório de vistoria de obra, conforme diretrizes do IBAPE: Identificação do empreendimento/imóvel, endereço, informações de contato, responsável pela edificação, finalidade de uso (habitacional, comercial, industrial), número de pavimentos, ano de construção, construtora, administradora e responsável pelo acompanhamento. Piscina, playground, elevadores, quadras esportivas, salão de jogos, brinquedoteca, academia, geradores, central de ar-condicionado, central de GLP, SPDA, entre outros. Fissuras; destacamento, desagregação, desplacamento; armadura exposta; corrosão; deformação excessiva; irregularidades; falhas na concretagem; eflorescência, lixiviação, infiltração; etc. Erosão do solo; recalque diferencial; etc. Fissura/trinca; eflorescência; infiltração; irregularidades quanto ao esquadro, prumo, nível e planeza; etc. Deformação excessiva; fissura; desencaixe; utilização de material suscetível à corrosão; deficiência no dimensionamento ou ausência de alçapões; etc. Fissura; destacamento, desagregação, descolamento; infiltração; eflorescência, manchas de bolor/mofo; deficiência no rejunte; descascamento, bolhas, enrugamento; abertura improvisada para passagem de cabos; som cavo; Fissura; deficiência no rejunte; destacamento, descolamento; caimento inadequado nas áreas laváveis; escadas sem proteção antiderrapante e pisos externos escorregadios; manchas oriundas de umidade ascendente do solo; etc. Fissura; destacamento, desagregação, descolamento; descascamento, bolhas, enrugamento; eflorescência, manchas de mofo/bolor; deficiência na pintura; oxidação, corrosão e/ou ataque de pragas nas esquadrias; vidros soltos ou quebrados; rompimento ou descolamento do material selante; caixa de ar-condicionado danificada; etc. Deficiência na pintura; oxidação e corrosão; ataque de pragas; perda de mobilidade; componentes danificados; etc. Infiltração; descolamento da manta; ressecamento do sistema por falta de proteção mecânica; etc. Identificar na vistoria de obra a presença de vazamento; deformação nas tubulações; não conformidade na pintura das tubulações; entupimento, extravasamento de calhas/ralos; tubulações obstruídas; etc. Vazamento; deterioração, corrosão das tubulações; não conformidade na pintura das tubulações; não conformidade nas dimensões mínimas do abrigo; falta de sinalização obrigatória; etc. Lâmpadas queimadas; improvisos nas instalações; superaquecimento; fiações aparentes, com muitas emendas, partes vivas expostas; curto-circuito; quadro de luz obstruído, sem identificação dos circuitos; ausência de proteção barramento; cerca elétrica danificada; etc. Ausência de corrimão na cabine; quebra de botões; falta de funcionamento do alarme/interfone/iluminação/ventilação; porta se abre em movimento ou não fecha totalmente; trepidações/paradas bruscas; etc. Filtro de ar com excesso de sujeira; aparelho subdimensionado; ruídos; etc. Abertura de frestas; umidade na estrutura; deslocamentos, quebra de telhas; corrosão de parafusos, calhas e rufos metálicos; transbordamento, entupimento de calha/ralo; caimento de telhado insuficiente; etc. E se você quer ainda mais praticidade, elaboramos um material com o checklist completo de vistoria de obra. É só preencher o formulário e recebê-lo gratuitamente. Com este guia sobre vistoria de obra, contendo um roteiro com as melhores práticas para a realização do relatório de vistoria de obra, você consegue identificar as oportunidades e exigências do mercado. Porém, caso queira se aprofundar no assunto ou então deseje se tornar um vistoriador de obra, seguem algumas instituições que oferecem o curso de especialização, muito desejável pelos solicitantes da vistoria, para a garantia de capacidade técnica, idoneidade e experiência. Maiores informações, pelo e-mail: pos-graduacao@ibape-sp.org.br Contato: relacionamento@ipog.edu.br Contato da Matriz: fortaleza@inbec.com.br Seguindo os passos apresentados neste artigo, você será capaz de realizar uma vistoria de obra que leve em consideração todos os elementos que são pertinentes de serem observados, e com isso expedir, de maneira organizada e criteriosa, um relatório de vistoria de obra que seja completo e transmita credibilidade para o seu cliente, afinal, como vimos, este documento pode comprovar que todo o processo de construção foi pautado em segurança e solidez, atributos que são muito desejáveis pelo mercado da construção civil. E, ainda neste contexto de análise da construção, entender sobre os processos de vistoria, seus diferentes tipos, suas aplicabilidades e responsabilidades, o torna apto a ser mais assertivo no momento da solicitação do termo de entrega de obra pela Prefeitura. www.gerenciamentoobras.com.br www.sistemadegestaodeobras.com.br www.erpconstrucaocivil.com.br www.appgestaodeobras.com.br www.sistemaparacontroledeobras.com.br www.acompanhamentoobras.com.br www.planejamentoobras.com.br www.construnewsbrasil.com.br www.plataformadeobras.com.br www.sistemaconstrucaocivil.com.br www.ibape-nacional.com.br --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/agonari-arquitetura Title: Histórias de Sucesso - Agonari Arquitetura Meta Description: Nesse vídeo, o escritório Agonari Arquitetura conta sua trajetória no setor e como a Vobi está fazendo a diferença em sua rotina. Assista ao depoimento! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/agonari-arquitetura ## Headings Structure: H1: Agonari Arquitetura H1: e Vobi H2: "Sempre tive muita dificuldade de conseguir conciliar que o cliente tenha acesso a todas as informações do projeto dele de uma maneira organizada e online. Eu já tentei usar outras plataformas, mas infelizmente nenhuma atendia 100% o que eu precisava, como a Vobi." H3: Faça como a Agonari Arquitetura e transforme o seu escritório de arquitetura e design H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H6: Histórias de Sucesso H1: Agonari Arquitetura H1: e Vobi H2: "Sempre tive muita dificuldade de conseguir conciliar que o cliente tenha acesso a todas as informações do projeto dele de uma maneira organizada e online. Eu já tentei usar outras plataformas, mas infelizmente nenhuma atendia 100% o que eu precisava, como a Vobi." H3: Faça como a Agonari Arquitetura e transforme o seu escritório de arquitetura e design H6: Aumente a sua produtividade e organização H6: Encante seus clientes e se diferencie no mercado H6: Amplie seus conhecimentos com cursos gratuitos H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Com a plataforma Vobi, você consegue economizar até 50% do tempo gasto em processos manuais como orçamentos e pagamentos. Através da funcionalidade portal do cliente, você consegue oferecer um acompanhamento de projeto 100% online. Temos diversos conteúdos, eventos e cursos gratuitos para te ajudar a ser ainda melhor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/design-facil Title: Histórias de Sucesso - Design Fácil Meta Description: Nesse vídeo, o escritório Design Fácil conta sua trajetória no setor de arquitetura e interiores e como a Vobi está fazendo a diferença em sua rotina. Assista! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/design-facil ## Headings Structure: H1: Design Fácil H1: e Vobi H2: "Eu lembro que quando eu comecei a usar a plataforma Vobi, liguei para uma cliente, falei que estava implantando um novo sistema no escritório e pedi o seu feedback. Resultado: Ela simplesmente amou! Com a Vobi eu consigo entregar um produto melhor para o meu cliente." H3: Faça como a Design Fácil e transforme o seu escritório de arquitetura e design H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H6: Histórias de Sucesso H1: Design Fácil H1: e Vobi H2: "Eu lembro que quando eu comecei a usar a plataforma Vobi, liguei para uma cliente, falei que estava implantando um novo sistema no escritório e pedi o seu feedback. Resultado: Ela simplesmente amou! Com a Vobi eu consigo entregar um produto melhor para o meu cliente." H3: Faça como a Design Fácil e transforme o seu escritório de arquitetura e design H6: Aumente a sua produtividade e organização H6: Encante seus clientes e se diferencie no mercado H6: Amplie seus conhecimentos com cursos gratuitos H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Com a plataforma Vobi, você consegue economizar até 50% do tempo gasto em processos manuais como orçamentos e pagamentos. Através da funcionalidade portal do cliente, você consegue oferecer um acompanhamento de projeto 100% online. Temos diversos conteúdos, eventos e cursos gratuitos para te ajudar a ser ainda melhor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/isa-toledo-arquitetura Title: Histórias de Sucesso - Isa Toledo Arquitetura e Decoração Meta Description: Nesse vídeo, a arquiteta Isa Toledo conta sua trajetória no setor de arquitetura e interiores e como a Vobi está fazendo a diferença no seu dia a dia. Assista! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/isa-toledo-arquitetura ## Headings Structure: H1: Isa Toledo Arquitetura e Decoração H1: e Vobi H2: "Um dos meus sonhos na área profissional era digitalizar o meu escritório através de plataformas que me ajudassem a admistrar o escritório, crescer, aumentar a equipe e conseguir atingir os meus clientes da maneira que eu queria atingir." H3: Faça como a Isa e transforme o seu escritório de arquitetura e design H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H6: Histórias de Sucesso H1: Isa Toledo Arquitetura e Decoração H1: e Vobi H2: "Um dos meus sonhos na área profissional era digitalizar o meu escritório através de plataformas que me ajudassem a admistrar o escritório, crescer, aumentar a equipe e conseguir atingir os meus clientes da maneira que eu queria atingir." H3: Faça como a Isa e transforme o seu escritório de arquitetura e design H6: Aumente a sua produtividade e organização H6: Encante seus clientes e se diferencie no mercado H6: Amplie seus conhecimentos com cursos gratuitos H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Com a plataforma Vobi, você consegue economizar até 50% do tempo gasto em processos manuais como orçamentos e pagamentos. Através da funcionalidade portal do cliente, você consegue oferecer um acompanhamento de projeto 100% online. Temos diversos conteúdos, eventos e cursos gratuitos para te ajudar a ser ainda melhor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/studio-ela Title: Histórias de Sucesso - Studio Elã Meta Description: Nesse vídeo, o escritório Studio Elã conta sua trajetória no setor de arquitetura e interiores e como a Vobi está fazendo a diferença em sua rotina. Assista! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/studio-ela ## Headings Structure: H1: Studio Elã H1: e Vobi H2: "Usar plataformas que sejam fáceis de entender e que tenham uma layout bonito, uma linguagem boa é muito importante, tanto na parte de apresentação de projeto quanto nas partes mais operacionais e técnicas. O cliente conseguir visualizar as informações de forma bonita e não cansativa é muito positivo." H3: Faça como o Studio Elã e transforme o seu escritório de arquitetura e design H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H6: Histórias de Sucesso H1: Studio Elã H1: e Vobi H2: "Usar plataformas que sejam fáceis de entender e que tenham uma layout bonito, uma linguagem boa é muito importante, tanto na parte de apresentação de projeto quanto nas partes mais operacionais e técnicas. O cliente conseguir visualizar as informações de forma bonita e não cansativa é muito positivo." H3: Faça como o Studio Elã e transforme o seu escritório de arquitetura e design H6: Aumente a sua produtividade e organização H6: Encante seus clientes e se diferencie no mercado H6: Amplie seus conhecimentos com cursos gratuitos H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Com a plataforma Vobi, você consegue economizar até 50% do tempo gasto em processos manuais como orçamentos e pagamentos. Através da funcionalidade portal do cliente, você consegue oferecer um acompanhamento de projeto 100% online. Temos diversos conteúdos, eventos e cursos gratuitos para te ajudar a ser ainda melhor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/studio-side Title: Histórias de Sucesso - Studio Side Meta Description: Nesse vídeo, o escritório Studio Side conta sua trajetória no setor de arquitetura e interiores e como a Vobi está fazendo a diferença em sua rotina. Assista! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historia-de-sucesso/studio-side ## Headings Structure: H1: Studio Side H1: e Vobi H2: "Uma parte que para nós e para o cliente é bem interessante é a construção do orçamento na Vobi. Ali, o cliente consegue ver a foto do produto, o valor, qual a loja. Isso tudo acaba facilitando o dia a dia no escritório." H3: Faça como o Studio Side e transforme o seu escritório de arquitetura e design H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. ## Main Content: H6: Histórias de Sucesso H1: Studio Side H1: e Vobi H2: "Uma parte que para nós e para o cliente é bem interessante é a construção do orçamento na Vobi. Ali, o cliente consegue ver a foto do produto, o valor, qual a loja. Isso tudo acaba facilitando o dia a dia no escritório." H3: Faça como o Studio Side e transforme o seu escritório de arquitetura e design H6: Aumente a sua produtividade e organização H6: Encante seus clientes e se diferencie no mercado H6: Amplie seus conhecimentos com cursos gratuitos H3: O mundo está mudando, não fique parado no tempo. Com a plataforma Vobi, você consegue economizar até 50% do tempo gasto em processos manuais como orçamentos e pagamentos. Através da funcionalidade portal do cliente, você consegue oferecer um acompanhamento de projeto 100% online. Temos diversos conteúdos, eventos e cursos gratuitos para te ajudar a ser ainda melhor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/calculadora-de-piso Title: Calculadora de piso e revestimentos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/calculadora-de-piso ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/checklist-de-levantamento-arquitetonico Title: Checklist de levantamento arquitetônico Meta Description: Receba esse checklist de levantamento e nunca mais esqueça nenhum item na hora de realizar a medição dos seus projetos e obras. É 100% gratuito. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/checklist-de-levantamento-arquitetonico ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: H6: Garanta o seu Checklist de levantamento completo e 100% gratuito Esse checklist é interativo, digital e foi desenvolvido especialmente para arquitetos, engenheiros e designers de interiores. Agora você terá sempre em mãos uma lista com todos os itens que precisam ser medidos em um ambiente, evitando esquecimentos, erros e estresses desnecessários e você poderá ter acesso de qualquer lugar e a qualquer momento. Você está a menos de 2 minutos de receber esse checklist completo por e-mail, basta preencher o formulário abaixo: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/checklist-de-vistoria-de-obra Title: Checklist de vistoria de obra Meta Description: Tenha sempre em mãos uma lista com todos os itens que precisam ser vistoriados em uma obra, de forma interativa, digital e gratuita Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/checklist-de-vistoria-de-obra ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: H6: Garanta o seu Checklist gratuito de vistoria de obra - Vobi Esse checklist é interativo, digital e foi desenvolvido especialmente para arquitetos, engenheiros e designers de interiores. Agora você terá sempre em mãos uma lista com todos os itens que precisam ser vistoriados em uma obra, evitando esquecimentos, erros e estresses desnecessários e você poderá ter acesso de qualquer lugar e a qualquer momento. Você está a menos de 2 minutos de receber esse checklist completo por e-mail, basta preencher o formulário abaixo: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/cronograma-fisico-financeiro-de-obra Title: Cronograma Físico-Financeiro de Obra - Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/cronograma-fisico-financeiro-de-obra ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/diagnostico-empresarial-para-arq-construcao-gratis Title: Diagnóstico empresarial gratuito para arquitetura e construção - Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/diagnostico-empresarial-para-arq-construcao-gratis ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/guia-especial-sobre-gestao-de-obras Title: Guia especial sobre Gestão de Obras Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/guia-especial-sobre-gestao-de-obras ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/modelo-de-diario-de-obra-gratis-2025 Title: Modelo de Diário de Obra Grátis 2025 - Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/modelo-de-diario-de-obra-gratis-2025 ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/planilha-de-cronograma-de-obra-gratis Title: Planilha de Cronograma de Obra Residencial Grátis - Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/planilha-de-cronograma-de-obra-gratis ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/planilha-de-medicao-de-obras-excel-gratuita Title: No title Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/planilha-de-medicao-de-obras-excel-gratuita ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/planilha-de-orcamento-de-obra-gratis Title: Planilha de Orçamento de Obra Residencial Grátis - Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/planilha-de-orcamento-de-obra-gratis ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/questionario-de-briefing-para-arquitetura Title: Questionário de Briefing para arquitetura Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/questionario-de-briefing-para-arquitetura ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/relatorio-de-visita-tecnica Title: Modelo de Relatório de visita técnica 100% gratuito Meta Description: Tenha mais economia de tempo ao colher informações úteis para a gestão do seu projeto ou obra com este modelo de Relatório de Visita técnico 100% gratuito. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/relatorio-de-visita-tecnica ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: H6: Garanta o seu Relatório de Visita Técnica fácil de preencher e 100% gratuito O Relatório de Visita técnica da Vobi é interativo, digital e foi desenvolvido especialmente para arquitetos, engenheiros e designers de interiores. Este modelo é fácil e rápido de preencher, economizando seu tempo e aumentando a sua produtividade. Utilize sempre que precisar. Você está a menos de 2 minutos de receber esse modelo de relatório por e-mail, basta preencher o formulário abaixo: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/landing-page/tabela-sinapi-2025 Title: Tabela SINAPI 2025 - Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/landing-page/tabela-sinapi-2025 ## Headings Structure: No headings found ## Main Content: Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/calculadoras/calculadora-de-economia Title: Veja o quanto você está perdendo por processos ineficientes Meta Description: Calcule o quanto você pode economizar com a Vobi. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/calculadoras/calculadora-de-economia ## Headings Structure: H1: Veja o quanto você está perdendo por processos ineficientes H3: Essa é a sua realidade H3: Veja porque somos a melhor opção para o seu escritório ## Main Content: H1: Veja o quanto você está perdendo por processos ineficientes H5: Fizemos um estudo e identificamos o quanto profissionais da construção podem economizar com a ajuda da Vobi. H6: Todas as ferramentas que você precisa, em um só lugar. H6: Simplificamos a sua rotina para você ter mais tempo e crescer o seu negócio. H6: As principais etapas de economia são: H4: Rotina caótica H3: Essa é a sua realidade H4: Escute dos nossos clientes H3: Veja porque somos a melhor opção para o seu escritório --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/aplicativo-para-celular Title: Aplicativo da Vobi - O melhor aplicativo para arquitetura e construção Meta Description: Com o App da Vobi, você gerencia os seus projetos e obras em qualquer hora e de qualquer lugar do mundo. Tenha ferramentas poderosas no seu tablet e smartphone. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/aplicativo-para-celular ## Headings Structure: H1: O melhor aplicativo para arquitetura e construção H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: O melhor aplicativo para arquitetura e construção H4: Acompanhe o progresso dos seus projetos e obras, fique conectado com o seu time e clientes, com o melhor aplicativo de Arquitetura e Construção do mercado. Tudo o que você precisa na palma da sua mão. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Aplicativo de Obra e para que serve? H5: Como escolher o melhor Aplicativo de Obra? É um app de arquitetura e construção para gerenciar projetos e obras pelo celular ou tablet. Com ele você acompanha status por etapa/linha do tempo, organiza tarefas, acessa orçamentos, arquivos e anotações, e ainda controla pagamentos, cobranças e relatórios financeiros em qualquer lugar. O app da Vobi oferece essa visão 360° na palma da mão. Priorize um app que tenha: --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/biblioteca-de-produtos Title: Biblioteca de Produtos da Vobi - Simplifique a criação de orçamentos de projeto Meta Description: Salve itens de produtos e serviços na sua biblioteca da Vobi e ganhe agilidade na construção de orçamentos de projeto Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/biblioteca-de-produtos ## Headings Structure: H1: Crie a sua biblioteca de produtos e simplifique orçamentos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Crie a sua biblioteca de produtos e simplifique orçamentos H4: Simplifique a criação dos seus orçamentos com a sua própria biblioteca de produtos e serviços na plataforma Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/composicao-de-custos Title: Composição de Custos da Vobi - Precisão na execução de orçamentos de obra Meta Description: Tenha mais agilidade nos cálculos da sua obra, evite erros e garanta uma visão 100% assertiva do valor final da obra. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/composicao-de-custos ## Headings Structure: H1: Precisão nos orçamentos com composição de custos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Precisão nos orçamentos com composição de custos H4: Mantenha a execução da obra dentro do orçamento e evite prejuízos utilizando a ferramenta de composição de custos no seu orçamento na Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Composição de Custos na obra e para que serve? H5: Como montar uma Composição de Custos (passo a passo simples)? H5: Como calcular a Composição de Custos de uma obra de forma mais rápida e precisa? É a “receita” do preço de um serviço. Ela mostra tudo que entra para fazer 1 unidade (ex.: 1 m² de alvenaria): materiais, horas de mão de obra, equipamentos e seus valores. Serve para você saber quanto custa de verdade cada serviço, comparar opções (trocar material, método) e evitar surpresa no orçamento. Defina o serviço e a unidade (m², m, peça), liste os insumos que precisa, diga quanto de cada um será usado e qual a produtividade da equipe (horas por m², por exemplo). Some o valor dos materiais, da mão de obra e dos equipamentos para chegar ao custo direto unitário. Depois, no orçamento geral, acrescente os indiretos e o BDI. Utilize informações de banco de dados que fornecem as composições prontas como SINAPI, o SICRO, o ORSE, o TCPO, o da EMOP, etc. A função do banco de dados é ser utilizado como referência e servir de base para o orçamento, portanto, é importante que você busque essa referência, mas leve em considerações as condicionantes locais. A plataforma Vobi possui uma integração com a SINAPI, portanto, você em apenas alguns cliques poderá acessar todas as composições atualizadas, filtrando por mês, estado e desonerado/não desonerado. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/cronograma-de-obra Title: O Melhor Cronograma de Obras do Mercado | Vobi Meta Description: Conheça o cronograma de obra da Vobi: controle prazos, custos e progresso em tempo real. Evite atrasos e estouros. Utilize agora e transforme sua gestão! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/cronograma-de-obra ## Headings Structure: H1: Domine o seu Cronograma de Obra e entregue cada etapa no prazo H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Domine o seu Cronograma de Obra e entregue cada etapa no prazo H4: Tenha prazos cumpridos e custos sob controle: o cronograma de obra mais confiável do mercado está na Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Cronograma de Obra? H5: Como montar seu Cronograma de Obra? H5: Quais são os tipos de Cronograma de Obra? H5: Quais as vantagens de um Cronograma de Obra digital x planilha? É a programação das atividades da obra ao longo do tempo, com etapas, prazos e responsáveis. Ele mostra o que vem antes/depois, marca marcos importantes (início de fundação, entrega de fase, etc.) e ajuda a evitar atrasos e controlar custo e produtividade. Liste as etapas da obra (escopo), quebre em tarefas, estime duração e recursos, defina dependências (o que precisa acontecer antes), atribua responsáveis e crie marcos. Depois, acompanhe o avanço semanalmente e replaneje quando houver desvios. O digital traz atualização em tempo real, colaboração da equipe, integração com orçamento, compras e financeiro, alertas de atraso, histórico e rastreabilidade. Planilhas quebram com versões diferentes e erros manuais. Com a Vobi, você conecta cronograma, orçamento e medições e toma decisões mais rápidas para manter a obra no prazo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/cronograma-de-obra-v1 Title: O melhor cronograma de obra para o seu negócio Meta Description: Tenha o controle total da sua obra. Domine o planejamento e tenha eficiência, previsibilidade e resultado com o cronograma de obra da Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/cronograma-de-obra-v1 ## Headings Structure: H1: Domine o tempo das suas obras com cronogramas fáceis de criar H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Domine o tempo das suas obras com cronogramas fáceis de criar H4: Saiba exatamente como está o andamento de cada obra. Adicione tarefas, defina prioridades, compartilhe com seus clientes e até mesmo com a sua equipe, e mantenha a sua obra no prazo. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/cronograma-de-projetos Title: Cronograma de Projetos da Vobi - Agilidade e eficiência no controle das etapas do seu projeto Meta Description: Chega de planilhas e ferramentas tradicionais, descubra como criar cronogramas de projeto de arquitetura de forma fácil e rápida. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/cronograma-de-projetos ## Headings Structure: H1: Simplifique a criação de cronogramas e domine seus projetos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Simplifique a criação de cronogramas e domine seus projetos H4: Conheça o futuro da gestão de projetos de Arquitetura: tudo o que você precisa para criar todo tipo de
cronograma de projeto de forma rápida e eficiente. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Cronograma de Projeto? H5: Como montar seu Cronograma de Projeto? H5: Quais as vantagens de um Cronograma de Projetos digital x planilha? É a programação das atividades do projeto ao longo do tempo, com etapas, prazos e responsáveis. Ele mostra o que vem antes/depois, marca marcos importantes e ajuda a evitar atrasos e controlar custo e produtividade. Liste as etapas do projeto (escopo), quebre em tarefas, estime duração e recursos, defina dependências (o que precisa acontecer antes), atribua responsáveis e crie marcos. Depois, acompanhe o avanço semanalmente e replaneje quando houver desvios. O digital traz atualização em tempo real, colaboração da equipe, integração com orçamento, compras e financeiro, alertas de atraso, histórico e rastreabilidade. Planilhas quebram com versões diferentes e erros manuais. Com a Vobi, você conecta cronograma, orçamento e medições e toma decisões mais rápidas para manter o projeto no prazo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/curva-abc Title: Curva ABC da Vobi - Controle facilmente os custos da sua obra Meta Description: Tenha maior visibilidade de quais itens ou serviços têm maior impacto no custo total da obra e permita um controle mais efetivo dos gastos e sem desperdícios. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/curva-abc ## Headings Structure: H1: Crie relatórios Curva ABC em segundos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Crie relatórios Curva ABC em segundos H4: Garanta uma gestão 10x mais mais eficiente dos recursos da sua obra e uma tomada de decisão assertiva, baseada em dados. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Curva ABC e para que serve? H5: Quais são as categorias A, B e C e como definir os limites? H5: Com que frequência revisar a Curva ABC e quais erros evitar? É um jeito de classificar itens pelo impacto no valor total (ou consumo) para focar no que mais pesa. Normalmente, poucos itens (A) somam a maior parte do valor, alguns (B) têm peso médio e muitos (C) têm baixo impacto. Ajuda a priorizar compras, estoques, negociações e controles na obra. Em geral: A são poucos itens que concentram a maior fatia do valor (ex.: ~80%), B ficam no meio (~15%), e C são muitos itens de baixo impacto (~5%). Esses números são referências, não regra fixa; defina limites conforme risco, criticidade e estratégia da obra. Revise mensal ou trimestralmente (ou quando preços/consumos mudarem muito). Erros comuns: usar preços desatualizados, confundir quantidade com valor (a Curva ABC é pelo valor), não separar por obra/centro de custo, e tratar item A como se fosse C (falta de controle, sem política de estoque/compra). --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/diario-de-obra Title: O mais completo diário de obra online do mercado Meta Description: Registre e acompanhe em tempo real tudo que acontece na sua obra ou projeto e garanta segurança do seu projeto com o melhor diário de obra online do mercado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/diario-de-obra ## Headings Structure: H1: O mais completo diário de obra online do mercado H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: O mais completo diário de obra online do mercado H4: Acompanhe de perto todas as atividades que acontecem na sua obra com o diário de obra online da Vobi. Tudo em um só lugar. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é o Diário de Obra e para que serve? H5: Qual a diferença entre Diário de Obra físico e digital? H5: Como o Diário de Obra ajuda na gestão da obra? H5: É possível gerar relatórios e acompanhar o histórico da obra pelo Diário de Obra da Vobi? O Diário de Obra é um registro detalhado do andamento das obras, que permite documentar atividades diárias, ocorrências, fotos, insumos e serviços executados. Na Vobi, ele garante que todas as informações estejam centralizadas e que você acompanhe o progresso da obra em tempo real. Enquanto o diário físico exige anotações manuais, fotos impressas e planilhas separadas, o Diário de Obra digital centraliza tudo em uma única plataforma. Isso facilita consultas, gera relatórios automáticos e mantém todas as informações acessíveis para engenheiros, gestores e clientes. Com o Diário de Obra, você consegue acompanhar o que foi realizado a cada dia, registrar atrasos, anotações de equipe e fotos do canteiro. Isso reduz erros, evita retrabalho e melhora a tomada de decisão, já que todos os dados ficam centralizados e podem ser consultados a qualquer momento, mesmo remotamente. Sim! Cada registro do Diário de Obra pode ser transformado em relatórios detalhados por período, equipe ou etapa da obra. Isso permite analisar produtividade, documentar ocorrências e fornecer relatórios claros para clientes, fornecedores e auditorias, tudo sem precisar de planilhas externas. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/extensao-de-captura Title: Extensão de Captura da Vobi - Crie orçamentos em tempo recorde Meta Description: Revolucione a maneira que você cria orçamentos dos seus projetos de arquitetura e construção Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/extensao-de-captura ## Headings Structure: H1: Orçamentos 10x mais rápido com a Extensão de Captura de Produtos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Orçamentos 10x mais rápido com a Extensão de Captura de Produtos H4: Diga adeus ao “ctrl c” e“ctrl v” de fotos, preços, descrições e links! Utilizando a ferramenta Extensão de Captura de Produtos da Vobi, você colhe informações automáticas dos itens que deseja orçar. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/financeiro-da-obra Title: Financeiro da Obra da Vobi - Domine a gestão financeira da sua obra Meta Description: Acompanhe a gestão financeira da sua obra em um só lugar e acelere os resultados do seu negócio na construção civil. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/financeiro-da-obra ## Headings Structure: H1: Domine o financeiro de cada obra e aumente os seus lucros H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Domine o financeiro de cada obra e aumente os seus lucros H4: Conquiste total clareza sobre cada detalhe financeiro por obra e 
tome decisões mais assertivas para a sua empresa de construção civil com a Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão Financeira de Obra? H5: Como calcular o lucro de uma obra? H5: Como controlar o orçado x realizado na obra? H5: Preciso de um sistema de Gestão Financeira de Obra? É o controle de receitas, despesas, pagamentos e recebimentos de cada obra, com visão por centro de custo e etapas. O ideal é registrar tudo no dia a dia, acompanhar fluxo de caixa e comparar orçado x realizado. Na Vobi isso fica centralizado, com lançamentos, conciliação e relatórios (incluindo DRE gerencial). Some as receitas (contrato/medições) e subtraia custos diretos (materiais, mão de obra, serviços) e indiretos (administração, taxas, impostos). Fórmula simples: Lucro = Receitas – (Custos diretos + indiretos). Compare periodicamente o orçamento aprovado com compras, despesas e medições executadas, por item e por etapa. Identifique desvios, ajuste o plano e renegocie quando necessário. Na Vobi o relatório de orçado x realizado é automático e integrado a compras e financeiro. Provavelmente sim, se você: (a) toca mais de uma obra ao mesmo tempo, (b) perde prazos de pagamento/cobrança, (c) não enxerga o orçado x realizado em tempo real, (d) se confunde com versões de planilhas, ou (e) demora para saber se a obra deu lucro. Um sistema reduz erros e retrabalho e dá previsibilidade de caixa. O que ele deve oferecer: centralização por obra e visão consolidada, orçado x realizado automático, integração com compras e medições, DRE gerencial, projeções de fluxo de caixa, cobranças automáticas e acesso mobile. Na Vobi, tudo isso já vem integrado para você decidir rápido e proteger sua margem. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/financeiro-do-projeto Title: Financeiro por projeto da Vobi - A melhor ferramenta para gerenciar as finanças dos seus projetos Meta Description: Controle a saúde financeira do seu negócio de arquitetura e saiba se os seus projetos estão gerando mais despesas do que lucro Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/financeiro-do-projeto ## Headings Structure: H1: Acompanhe e controle o seu fluxo financeiro por projeto H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Acompanhe e controle o seu fluxo financeiro por projeto H4: Diga adeus aos pesadelos com faturas e cálculos confusos, conheça a ferramenta que vai te ajudar a ter controle financeiro por projeto de arquitetura! H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão Financeira de Obra? H5: Como calcular o lucro de uma obra? H5: Como controlar o orçado x realizado na obra? H5: Preciso de um sistema de Gestão Financeira de Obra? É o controle de receitas, despesas, pagamentos e recebimentos de cada obra, com visão por centro de custo e etapas. O ideal é registrar tudo no dia a dia, acompanhar fluxo de caixa e comparar orçado x realizado. Na Vobi isso fica centralizado, com lançamentos, conciliação e relatórios (incluindo DRE gerencial). Some as receitas (contrato/medições) e subtraia custos diretos (materiais, mão de obra, serviços) e indiretos (administração, taxas, impostos). Fórmula simples: Lucro = Receitas – (Custos diretos + indiretos). Compare periodicamente o orçamento aprovado com compras, despesas e medições executadas, por item e por etapa. Identifique desvios, ajuste o plano e renegocie quando necessário. Na Vobi o relatório de orçado x realizado é automático e integrado a compras e financeiro. Provavelmente sim, se você: (a) toca mais de uma obra ao mesmo tempo, (b) perde prazos de pagamento/cobrança, (c) não enxerga o orçado x realizado em tempo real, (d) se confunde com versões de planilhas, ou (e) demora para saber se a obra deu lucro. Um sistema reduz erros e retrabalho e dá previsibilidade de caixa. O que ele deve oferecer: centralização por obra e visão consolidada, orçado x realizado automático, integração com compras e medições, DRE gerencial, projeções de fluxo de caixa, cobranças automáticas e acesso mobile. Na Vobi, tudo isso já vem integrado para você decidir rápido e proteger sua margem. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-arquivos Title: Gestão de Arquivos da Vobi - Centralize todos os arquivos em um único lugar Meta Description: Otimize o seu tempo e tenha todas informações relevantes de projetos e obras armazenados e estruturados em apenas uma ferramenta Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-arquivos ## Headings Structure: H1: Centralize todos os arquivos em um só lugar H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Centralize todos os arquivos em um só lugar H4: Chega de perder informações importantes ao utilizar ferramentas desconectadas! Centralize todos os documentos e arquivos dos seus projetos e obras em um só local e ganhe horas de trabalho. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Arquivos e como funciona na construção civil? H5: Como organizar arquivos de obra (modelo de pastas e nomeação)? H5: Qual o melhor sistema para Gestão de Arquivos de obra? É o processo de organizar, padronizar, versionar e compartilhar documentos da obra (plantas, contratos, RDO, relatórios, fotos). A boa gestão evita perda de arquivos, duplicidades e retrabalho. Crie uma estrutura de pastas padrão (ex.: 00-Contrato, 01-Projetos, 02-Orçamento, 03-Compras, 04-Diário, 05-Medições, 06-Fotos) e use nomeclatura clara: AAAAMMDD_TIPO_Obra_Etapa_VersaoExemplo: 20250110_Planta_ Estrutural_ V2_ pdf‍Isso facilita buscar e auditar. Na Vobi, dá para salvar templates de pastas e manter tudo igual em cada nova obra. Procure um sistema que ofereça centralização por obra, controle de versões, permissões por usuário e links compartilháveis para fornecedores. A Vobi reúne esses itens, garantindo rastreabilidade e menos retrabalho. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-arquivos-arq Title: Gestão de Arquivos da Vobi - Centralize todos os arquivos em um único lugar Meta Description: Otimize o seu tempo e tenha todas informações relevantes de projetos e obras armazenados e estruturados em apenas uma ferramenta Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-arquivos-arq ## Headings Structure: H1: Centralize todos os arquivos em um só lugar H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Centralize todos os arquivos em um só lugar H4: Chega de perder informações importantes ao utilizar ferramentas desconectadas! Centralize todos os documentos e arquivos dos seus projetos em um só local e ganhe horas de trabalho. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Arquivos e como funciona na construção civil? H5: Como organizar arquivos de obra (modelo de pastas e nomeação)? H5: Qual o melhor sistema para Gestão de Arquivos de obra? É o processo de organizar, padronizar, versionar e compartilhar documentos da obra (plantas, contratos, RDO, relatórios, fotos). A boa gestão evita perda de arquivos, duplicidades e retrabalho. Crie uma estrutura de pastas padrão (ex.: 00-Contrato, 01-Projetos, 02-Orçamento, 03-Compras, 04-Diário, 05-Medições, 06-Fotos) e use nomeclatura clara: AAAAMMDD_TIPO_Obra_Etapa_VersaoExemplo: 20250110_Planta_ Estrutural_ V2_ pdf‍Isso facilita buscar e auditar. Na Vobi, dá para salvar templates de pastas e manter tudo igual em cada nova obra. Procure um sistema que ofereça centralização por obra, controle de versões, permissões por usuário e links compartilháveis para fornecedores. A Vobi reúne esses itens, garantindo rastreabilidade e menos retrabalho. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-arquivos-eng Title: Gestão de Arquivos da Vobi - Centralize as informações da obra em uma só ferramenta Meta Description: Otimize o seu tempo e tenha todas informações relevantes da sua obra armazenados e estruturados em apenas uma ferramenta. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-arquivos-eng ## Headings Structure: H1: Todos os arquivos da sua obra em um só lugar H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Todos os arquivos da sua obra em um só lugar H4: Chega de perder informações importantes e utilizar ferramentas desconectadas para gerir os seus arquivos de obras.
Armazene tudo em um só local e ganhe horas de trabalho. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Arquivos e como funciona na construção civil? H5: Como organizar arquivos de obra (modelo de pastas e nomeação)? H5: Qual o melhor sistema para Gestão de Arquivos de obra? É o processo de organizar, padronizar, versionar e compartilhar documentos da obra (plantas, contratos, RDO, relatórios, fotos). A boa gestão evita perda de arquivos, duplicidades e retrabalho. Crie uma estrutura de pastas padrão (ex.: 00-Contrato, 01-Projetos, 02-Orçamento, 03-Compras, 04-Diário, 05-Medições, 06-Fotos) e use nomeclatura clara: AAAAMMDD_TIPO_Obra_Etapa_VersaoExemplo: 20250110_Planta_ Estrutural_ V2_ pdf‍Isso facilita buscar e auditar. Na Vobi, dá para salvar templates de pastas e manter tudo igual em cada nova obra. Procure um sistema que ofereça centralização por obra, controle de versões, permissões por usuário e links compartilháveis para fornecedores. A Vobi reúne esses itens, garantindo rastreabilidade e menos retrabalho. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-compras Title: Gestão de compras da Vobi - Evite prejuízos nas compras da obra Meta Description: Organize e administre todas as etapas do processo de aquisição de materiais e serviços da sua obra em um único lugar. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-compras ## Headings Structure: H1: Centralize sua gestão de compras e evite prejuízos na obra H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Centralize sua gestão de compras e evite prejuízos na obra H4: Organize e administre todas as etapas do processo de aquisição de materiais e serviços em um único lugar. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Compras de Obra e por que é importante? H5: Como montar um fluxo de Gestão de Compras na Obra? H5: Planilha ou sistema: o que usar na Gestão de Compras da Obra? É o processo de planejar, cotar, contratar e controlar a aquisição de materiais e serviços da obra. Uma boa gestão evita atrasos, desperdícios e compras fora do orçamento. Na Vobi, tudo fica centralizado, do pedido à aprovação, garantindo mais economia e previsibilidade. Planeje o que será comprado, abra a solicitação, dispare cotações para fornecedores, compare as propostas, aprove a melhor opção e gere a ordem de compra. Depois, registre o recebimento e conecte ao financeiro. Na Vobi, esse fluxo é feito em um só lugar, com solicitações, cotações, OC e integração automática ao financeiro. Planilhas funcionam no começo, mas geram versões diferentes, erros e falta de rastreabilidade. Um sistema integra solicitações, cotações, ordens de compra e financeiro, reduz retrabalho e padroniza o processo. Na Vobi, você centraliza tudo, ganha agilidade e evita prejuízos. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-equipes Title: Gestão de Equipes na Vobi - Otimize a gestão da sua equipe e de parceiros Meta Description: Acompanhe suas tarefas, produtividade e defina acessos para membros e administradores na plataforma. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-equipes ## Headings Structure: H1: Otimize a gestão da sua equipe e de parceiros H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Otimize a gestão da sua equipe e de parceiros H4: Garanta mais eficiência do seu negócio, gerenciando tarefas da sua equipe e centralizando informações com parceiros. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Equipes na construção civil? H5: Como organizar tarefas e acompanhar o status do time? H5: Preciso de um sistema para Gestão de Equipes ou uma planilha resolve? É organizar tarefas, responsabilidades, prazos e comunicação entre colaboradores e parceiros da obra. O objetivo é aumentar a produtividade, reduzir retrabalho e garantir entregas no prazo. Liste tarefas por etapa da obra, defina responsáveis e prazos, e ative notificações de atualizações. Na Vobi, você adiciona responsáveis/observadores, recebe alertas em tempo real e enxerga o andamento por pessoa e por obra. Planilha funciona no começo, mas tende a gerar versões diferentes, erros e falta de visibilidade. Um sistema integra tarefas, horas, notificações e permissões em um só lugar. A Vobi centraliza tudo, melhora a comunicação e dá dados confiáveis para decisões rápidas. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-obras Title: Gestão de Obras da Vobi - A plataforma mais completa para gerenciar as suas obras Meta Description: Tenha controle de toda a jornada das suas obras, desde o planejamento de obra até o financeiro em uma só ferramenta. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-obras ## Headings Structure: H1: A plataforma mais completa para gerir as suas obras H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: A plataforma mais completa para gerir as suas obras H4: Mais de 70 mil profissionais da Engenharia e Construção centralizam toda a gestão das suas obras na Vobi. Você quer ficar para trás?! H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Obras? H5: Como fazer uma Gestão de Obras? H5: Quanto cobrar pela Gestão de uma Obra? H5: Qual é o melhor software para Gestão de Obras? É o conjunto de processos para planejar, executar e controlar uma obra: orçamento, cronograma, compras, diário de obra, medições e financeiro. Na Vobi, tudo fica centralizado para você ver etapas, prazos, responsáveis e custos em um só lugar. Defina escopo e orçamento, crie o cronograma com responsáveis, planeje compras, registre o dia a dia no diário de obra, faça medições por etapa e acompanhe o financeiro (entradas/saídas). A Vobi integra esse fluxo de ponta a ponta, reduzindo retrabalho e atrasos. Comece por um método simples e objetivo: O melhor será o que centraliza todo o ciclo da obra (orçamento, planejamento/cronograma, compras, diário de obra, medições e financeiro), é fácil de usar pela equipe e oferece rastreabilidade do previsto x realizado. Compare soluções pelos critérios: A Vobi reúne esses pontos em uma plataforma única, feita para engenharia e construção, sendo uma das melhores opções do setor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-projetos Title: Gestão de Projetos da Vobi - Gerencie os seus projetos em um só lugar Meta Description: Todas as ferramentas que você precisa para gerenciar os seus projetos, desde o orçamento até cobranças de clientes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-projetos ## Headings Structure: H1: Simplifique a gestão dos seus projetos de arquitetura H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Simplifique a gestão dos seus projetos de arquitetura H4: Mais de 70 mil profissionais da arquitetura e construção economizam até 70 horas por projeto. Você quer ficar para trás?! H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Projetos? H5: Como fazer uma Gestão de Projetos? H5: Qual é o melhor software para Gestão de Projetos? É o conjunto de processos para planejar, executar e controlar um projeto: orçamento, cronograma, compras, diário de obra, medições e financeiro. Na Vobi, tudo fica centralizado para você ver etapas, prazos, responsáveis e custos em um só lugar. Defina escopo e orçamento, crie o cronograma com responsáveis, planeje compras, registre o dia a dia no diário de obra, faça medições por etapa e acompanhe o financeiro (entradas/saídas). A Vobi integra esse fluxo de ponta a ponta, reduzindo retrabalho e atrasos. O melhor será o que centraliza todo o ciclo da obra (orçamento, planejamento/cronograma, compras, diário de obra, medições e financeiro), é fácil de usar pela equipe e oferece rastreabilidade do previsto x realizado. A Vobi reúne esses pontos em uma plataforma única, feita para arquitetos, sendo uma das melhores opções do setor. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-tarefas Title: Gestão de Tarefas da Vobi - Domine sua produtividade e a eficiência do seu time Meta Description: Mantenha-se no controle e acompanhe as tarefas e prazos a serem cumpridos dos seus projetos e obras, por você ou sua equipe. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-tarefas ## Headings Structure: H1: Tenha visibilidade e controle de todas as suas tarefas H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Tenha visibilidade e controle de todas as suas tarefas H4: Diga adeus ao bloco de notas e aos problemas de comunicação com o seu time! Domine os próximos passos dos seus projetos e quem são os responsáveis por cada tarefa. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão de Tarefas e por que é importante na construção civil? H5: O que são tarefas vinculadas (dependências) e quando usar? H5: Como organizar tarefas por prioridade, responsável e prazo? É o processo de organizar atividades com prioridades, prazos e responsáveis, garantindo execução no tempo certo e menos retrabalho. Em obras, isso melhora a comunicação, aumenta a produtividade e dá visibilidade do andamento por projeto e por equipe. São tarefas conectadas por dependências: se o prazo de uma muda, as datas relacionadas se ajustam automaticamente. Ideal para obras com etapas encadeadas (ex.: fundação → alvenaria → revestimento), evitando erros de replanejamento manual e atrasos em cadeia. Liste tarefas por projeto/obra, defina prioridade (alta/média/baixa), atribua responsáveis/observadores e coloque datas. Use filtros por responsável e por projeto para acompanhar o dia a dia e receber alertas de vencimento. Em sistemas como a Vobi, essa visão é centralizada. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-vendas Title: Gestão de Vendas na Vobi - Domine o processo comercial do seu negócio Meta Description: Maximize suas chances de conquistar mais clientes com a Vobi Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-de-vendas ## Headings Structure: H1: Controle o seu fluxo comercial e conquiste mais projetos e obras H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Controle o seu fluxo comercial e conquiste mais projetos e obras H4: Domine o processo de vendas do seu negócio de Arquitetura e Construção e nunca mais perca uma oportunidade! H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é CRM e para que serve na construção civil? H5: Como montar um funil de vendas no CRM para projetos e obras? H5: Quais métricas e relatórios acompanhar no CRM? H5: Planilha ou CRM: quando migrar? CRM é o sistema que organiza todo o fluxo comercial: captação de leads, registro de contatos, etapas do funil e follow-ups. Ele ajuda a não perder oportunidades, padroniza o processo de vendas e dá visibilidade do que está em aberto, em proposta, em negociação e fechado/ganho. Defina etapas simples e claras (ex.: Lead → Qualificado → Proposta enviada → Negociação → Fechado), crie tarefas e lembretes por etapa, padronize o que fazer em cada movimento (checklists, modelos de e-mail/WhatsApp) e registre todas as interações. Assim você prioriza contatos quentes e acelera o fechamento. Acompanhe taxa de conversão por etapa, tempo de ciclo de vendas, ticket médio, origem do lead, negócios por vendedor e previsão de fechamento. Relatórios mostram gargalos (ex.: propostas sem retorno) e ajudam a ajustar oferta, prazos e follow-ups para fechar mais projetos. Se você tem muitos leads, perde prazos de retorno, não enxerga o funil por etapa ou sofre com versões de planilha, é hora de migrar. Um CRM traz histórico centralizado, automações de lembrete, relatórios e padronização do processo—fundamentais para escalar vendas de arquitetura e construção. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-financeira Title: Gestão Financeira da Vobi - Fortaleça a saúde financeira do seu negócio de arquitetura e construção Meta Description: Controle contas a pagar e a receber, crie e compartilhe cobranças profissionais com os seus clientes, e tenha relatórios financeiros personalizados do seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/gestao-financeira ## Headings Structure: H1: Controle a sua gestão financeira com a Vobi H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Controle a sua gestão financeira com a Vobi H4: Saiba se os seus projetos e obras estão gerando lucro e tenha visibilidade do financeiro do seu negócio de arquitetura e construção com a Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Gestão Financeira de Obra? H5: Como calcular o lucro de uma obra? H5: Como controlar o orçado x realizado na obra? H5: Preciso de um sistema de Gestão Financeira de Obra? É o controle de receitas, despesas, pagamentos e recebimentos de cada obra, com visão por centro de custo e etapas. O ideal é registrar tudo no dia a dia, acompanhar fluxo de caixa e comparar orçado x realizado. Na Vobi isso fica centralizado, com lançamentos, conciliação e relatórios (incluindo DRE gerencial). Some as receitas (contrato/medições) e subtraia custos diretos (materiais, mão de obra, serviços) e indiretos (administração, taxas, impostos). Fórmula simples: Lucro = Receitas – (Custos diretos + indiretos). Compare periodicamente o orçamento aprovado com compras, despesas e medições executadas, por item e por etapa. Identifique desvios, ajuste o plano e renegocie quando necessário. Na Vobi o relatório de orçado x realizado é automático e integrado a compras e financeiro. Provavelmente sim, se você: (a) toca mais de uma obra ao mesmo tempo, (b) perde prazos de pagamento/cobrança, (c) não enxerga o orçado x realizado em tempo real, (d) se confunde com versões de planilhas, ou (e) demora para saber se a obra deu lucro. Um sistema reduz erros e retrabalho e dá previsibilidade de caixa. O que ele deve oferecer: centralização por obra e visão consolidada, orçado x realizado automático, integração com compras e medições, DRE gerencial, projeções de fluxo de caixa, cobranças automáticas e acesso mobile. Na Vobi, tudo isso já vem integrado para você decidir rápido e proteger sua margem. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/medicao-de-obra Title: Medição de Obra da Vobi - Controle e precisão da evolução física da sua obra Meta Description: Acompanhe e controle com mais qualidade e precisão as suas execuções de obras, com a ferramenta de Medições da Vobi. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/medicao-de-obra ## Headings Structure: H1: Acompanhe com precisão a evolução das suas obras H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Acompanhe com precisão a evolução das suas obras H4: Com a ferramenta de Medições da Vobi você garante os dados corretos da evolução da sua obra, e mantém os custos alinhados aos custos levantados durante a etapa de planejamento. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Medição de Obra? H5: Qual a diferença entre Medição de Obra física e financeira? H5: Como fazer uma Medição de Obra? É o registro das quantidades realmente executadas em um período (semana/mês). Serve para comparar previsto × realizado, aprovar pagamentos, atualizar o cronograma físico-financeiro e manter o contrato sob controle. A física mostra quanto foi executado (quantidades); a financeira mostra o valor correspondente (quantidade × preço, com possíveis descontos/retencões/reajustes). Elas andam juntas, mas podem divergir por aditivos, reajustes ou retenções previstas em contrato. Combine as regras e unidades que valem no contrato (m², m³, peça). Meça o que foi feito seguindo o projeto, registre no diário de obras e tire fotos. Depois, some as quantidades do período, multiplique pelos preços do orçamento e gere o boletim de medição. Com a Vobi, é possível fazer tudo isso de forma centralizada e digitalmente. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/orcamento-de-obra Title: Orçamento de Obra da Vobi - Fácil e feito em poucos minutos Meta Description: Crie orçamentos de obras em um piscar de olhos e obtenha 10 vezes mais rapidez, segurança e precisão. Maximize os lucros do seu negócio e minimize suas despesas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/orcamento-de-obra ## Headings Structure: H1: Crie orçamentos de obra completos em minutos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Crie orçamentos de obra completos em minutos H4: A ferramenta "mágica" que fará você economizar 10 vezes o seu tempo na criação de um orçamento de obra. 
Maximizando seu lucro e minimizando suas despesas. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Orçamento de Obra? H5: Qual a diferença entre Orçamento de Obra digital e em planilhas? H5: O que entra no Orçamento de Obra? H5: Qual o melhor software para Orçamento de Obra? O orçamento de obra é o planejamento financeiro detalhado de todos os custos de um projeto, incluindo materiais, mão de obra, equipamentos e custos indiretos. Na Vobi, ele é totalmente digital, permitindo que você acompanhe em tempo real o que foi planejado versus o que foi executado, evitando estouro de custos e atrasos. Enquanto planilhas exigem cálculos manuais e estão sujeitas a erros, o Orçamento de Obra digital integra cronograma, gera relatórios automáticos e mantém todas as informações centralizadas, aumentando a precisão e agilidade na gestão financeira do projeto. Entram materiais, mão de obra direta/terceiros, equipamentos e locações, canteiro (instalação, água, energia, segurança), projetos e RT, licenças e taxas, logística e fretes, seguros/garantias, administração da obra (indiretos), tributos, BDI (benefícios e despesas indiretas) e contingência para riscos. Também vale prever mobilização/desmobilização e eventuais reajustes contratuais alinhados ao prazo. Procure uma solução com banco de composições (SINAPI etc.), versionamento, integração com cronograma/financeiro, fluxo de aprovação, centros de custo, comparativos de cenários e relatórios claros. Planilhas funcionam no começo, mas sistemas dedicados dão rastreabilidade e controle do previsto × executado. Na Vobi, por exemplo, a ferramenta de Orçamento de Obra integra custos, cronograma e indicadores para você acompanhar a obra e o caixa no mesmo lugar. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/orcamento-de-projeto Title: Orçamento de Projeto da Vobi - Crie orçamentos 10x mais rápido Meta Description: Faça orçamentos de projetos de arquitetura com agilidade, crie composições e tenha a sua biblioteca de produtos e serviços com o sistema mais ágil do mercado. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/orcamento-de-projeto ## Headings Structure: H1: Crie orçamentos de projeto completos e 10x mais rápido H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Crie orçamentos de projeto completos e 10x mais rápido H4: Chega de perder o seu tempo criando orçamentos em planilhas! Faça orçamentos de projeto em minutos e muito mais completos com a Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é um Orçamento de Projeto? H5: Qual a diferença entre Orçamento de Projeto digital e em planilhas? H5: O que compõe um Orçamento de Projeto? O Orçamento de Projeto é o planejamento financeiro detalhado de todos os custos de um projeto, incluindo materiais, mão de obra, equipamentos e custos indiretos. Na Vobi, ele é totalmente digital, permitindo que você acompanhe em tempo real o que foi planejado versus o que foi executado, evitando estouro de custos e atrasos. Enquanto planilhas exigem cálculos manuais e estão sujeitas a erros, o Orçamento de Projeto digital integra cronograma, gera relatórios automáticos e mantém todas as informações centralizadas, aumentando a precisão e agilidade na gestão financeira do projeto. Materiais, mão de obra direta/terceiros, equipamentos e locações, canteiro (instalação, água, energia, segurança), projetos e RT, licenças e taxas, logística e fretes, seguros/garantias, administração da obra (indiretos), tributos, BDI (benefícios e despesas indiretas) e contingência para riscos. Também vale prever mobilização/desmobilização e eventuais reajustes contratuais alinhados ao prazo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/planejamento-de-obras Title: Planejamento de Obra da Vobi - Assertividade e controle total dos prazos da obra Meta Description: Realize uma estimativa confiável do prazo final da sua obra e evite atrasos nas entregas Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/planejamento-de-obras ## Headings Structure: H1: Planejamento de obras 10x mais precisos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Planejamento de obras 10x mais precisos H4: Planeje o cronograma da sua obra com assertividade e garanta que sua obra aconteça conforme planejado, com a Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é Planejamento de Obra e por que é importante? H5: Como fazer Planejamento de Obra passo a passo? H5: Como controlar a obra no dia a dia (evitar atrasos e estouros)? H5: Qual ferramenta usar para Planejameno de Obra? É organizar tudo que a obra precisa antes de começar: escopo (o que será feito), prazos, custos, equipe, materiais e riscos. Um bom planejamento evita atraso, compra errada, retrabalho e estouro de orçamento, porque define a ordem das atividades, quem faz o quê e quando, além de prever imprevistos com um plano B. Comece definindo o escopo e listando as etapas/serviços. Depois: estime quantidades e custos, calcule prazos com base em produtividade da equipe, monte o cronograma físico-financeiro, planeje compras e entregas, identifique riscos e crie controles de acompanhamento (reuniões semanais e relatório previsto × realizado). Acompanhe semanalmente o previsto × realizado (prazos, custos e compras), atualize o cronograma, registre impedimentos e faça replanejamento rápido quando houver desvios. Planilha ajuda no começo, mas um sistema integrado dá menos margem para erro: procure algo que una cronograma, orçamento, compras e indicadores em um só lugar, com alertas de atraso e relatórios simples. Plataformas como a Vobi conectam planejamento, custos e execução, facilitando ver o impacto de cada decisão no prazo e no caixa da obra. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/portal-do-cliente Title: Portal do Cliente da Vobi - Transforme a experiência do seu cliente Meta Description: Transforme a forma que você interage com os seus clientes e impulsione o sucesso do seu negócio de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/portal-do-cliente ## Headings Structure: H1: Ofereça acompanhamento online para o seu cliente H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Ofereça acompanhamento online para o seu cliente H4: Encante os seus clientes e deixe eles mais satisfeitos utilizando a tecnologia ao seu favor e profissionalizando o seu negócio! H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/portfolio-digital Title: Portfólio Digital na Vobi - Mostre ao mundo os seus projetos e obras, e conquiste clientes potenciais Meta Description: Crie um portfolio profissional com os seus projetos e obras, sua história e contatos, em minutos Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/portfolio-digital ## Headings Structure: H1: Impulsione o seu negócio com o Portfólio Digital H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Impulsione o seu negócio com o Portfólio Digital H4: Transforme o seu posicionamento digital e crie um portfólio profissional em poucos cliques através da Vobi. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é e como fazer um Portfólio Digital profissional para engenharia e construção? H5: O que colocar no Portfólio Digital (itens essenciais)? H5: Como divulgar um Portfólio Digital e atrair clientes? É um site ou página online com seus projetos, fotos, vídeos, descrições e contatos. Para criar: defina o público e os serviços, selecione 6–12 projetos fortes, escreva um “Sobre a empresa” claro, monte seções (capa, sobre, serviços, portfólio, depoimentos, contato), use fotos/vídeos de qualidade, descreva objetivo–solução–resultado de cada obra e aplique SEO básico (título, meta description, URLs amigáveis, alt text nas imagens). Inclua: logo e apresentação, diferenciais e serviços, projetos com galeria de imagens/vídeos, descrição técnica e resultados, depoimentos, link do Instagram (ou feed integrado), dados de contato (WhatsApp, e-mail) e formulário de orçamento. Mapas, prêmios e selos também aumentam credibilidade. Otimize para SEO (palavras-chave no título/H1, headings por serviço/cidade, alt text e páginas rápidas no mobile), inclua o link na bio do Instagram e no Google Perfil da Empresa, compartilhe por WhatsApp com clientes e parceiros e publique “cases” no blog/redes apontando para o portfólio. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/relatorios Title: Relatórios da Vobi - Relatórios completos e precisos em poucos cliques Meta Description: Acompanhe os resultados do seu negócio com relatórios precisos. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/relatorios ## Headings Structure: H1: Acompanhe seus resultados com relatórios precisos H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Acompanhe seus resultados com relatórios precisos H4: Centralize suas análises com relatórios gerados automaticamente e integrados à sua gestão de obras e projetos. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: Quais são os principais Relatórios de Obra e para que servem? H5: Como fazer a Curva S (previsto x realizado) na obra? H5: Relatório de Orçamento: qual a diferença entre analítico e sintético? Os mais usados são: Relatório de Orçamento (analítico e sintético) para ver custos por item/etapa; Curva ABC para identificar os itens que mais pesam no custo; Curva S (previsto x realizado) para acompanhar avanço físico e financeiro; Relatórios Financeiros (fluxo de caixa, contas a pagar/receber) para a saúde do negócio; DRE Gerencial para lucro, despesas e margem; e Relatório Comercial para acompanhar leads, propostas e contratos. Juntos, eles dão visão de custo, prazo e resultado. Defina o planejado por período (custos e/ou percentual físico), registre o executado nas medições, consolide por semana/mês e plote as duas curvas no tempo. Analise desvios (adiantado/atrasado e acima/abaixo do custo) e ajuste compras, equipe e cronograma. O analítico detalha o orçamento por itens, composições, insumos e quantidades, ideal para auditar preços, negociar e justificar custos. O sintético resume por grandes etapas/centros de custo, ótimo para apresentar ao cliente/diretoria e comparar rapidamente orçado x realizado. Use o analítico para controle fino e o sintético para visão executiva e tomada de decisão rápida. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/tabela-sinapi-orcamento-de-obra Title: Tabela SINAPI Atualizada: Orçamentos de Obras em Minutos Meta Description: Use a Tabela SINAPI integrada na Vobi e crie orçamentos de obras rápidos e precisos. Acesse em qualquer lugar e ganhe tempo agora mesmo! Solicite seu convite. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/tabela-sinapi-orcamento-de-obra ## Headings Structure: H1: Tabela SINAPI integrada ao Orçamento de Obra automaticamente H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Tabela SINAPI integrada ao Orçamento de Obra automaticamente H4: Pare de perder tempo com planilhas desatualizadas. Tenha a SINAPI sempre na sua obra, atualizada e pronta para uso em segundos. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é SINAPI? H5: Como ter acesso à Tabela SINAPI? H5: Como consultar preços no SINAPI? H5: Quais as vantagens da SINAPI integrada ao seu orçamento de obra? A SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) é a base oficial de insumos e composições de preços para obras no Brasil, com valores de referência por estado (UF) e mês. Ela ajuda a padronizar orçamentos de obra, dar transparência e comparar custos com o mercado. Você pode acessar pelos portais oficiais, como a Caixa, utilizar planilhas por UF e mês ou usar um sistema integrado como a Vobi. Defina UF, mês/ano e a versão (desonerada/não). Procure pelo insumo ou composição (código ou descrição) e verifique as quantidades e preços de referência. Na Vobi, a busca é feita dentro do orçamento: você pesquisa, confere e adiciona o item em 1 clique, já com as unidades e custos atualizados. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/templates-para-obra Title: Templates para Obra da Vobi - Economize tempo e nunca comece uma obra do zero Meta Description: Não perca mais tempo adicionando informações que se repetem em cada um dos projetos e obras, conheça a ferramenta que vai revolucionar a sua gestão de obras. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/templates-para-obra ## Headings Structure: H1: Utilize templates e nunca mais comece uma obra do zero H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Utilize templates e nunca mais comece uma obra do zero H4: Economize tempo e esforço! Revolucione a gestão da sua obra com templates de gestão específicos para construção civil. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é o Template para Obra e como funciona? H5: Como criar um Template pra Obra? É um modelo padrão com orçamento, tarefas e pastas já organizados para você começar a obra sem retrabalho. Você aplica o template ao criar um projeto e ele já traz a estrutura pronta. Na Vobi, isso ajuda a padronizar processos e evitar erros repetidos. Defina as etapas e subetapas do orçamento (ex.: fundação, alvenaria), liste tarefas por fase, crie a organização de pastas e anotações e salve tudo como “template”. Depois, é só reutilizar em cada obra nova. Na Vobi, você pode criar quantos templates quiser e ajustar por tipo de obra. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/templates-para-projetos Title: Templates para Projetos da Vobi - Nunca mais inicie um projeto do zero Meta Description: Não perca mais tempo adicionando informações que se repetem em cada um dos projetos e obras que a sua empresa está trabalhando. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/funcionalidades/templates-para-projetos ## Headings Structure: H1: Utilize templates e nunca mais comece um projeto do zero H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar ## Main Content: H1: Utilize templates e nunca mais comece um projeto do zero H4: Ganhe tempo e padronize o seu negócio através de templates específicos para a gestão dos seus projetos de arquitetura e construção. H2: Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas H5: O que é o Template para Obra e como funciona? H5: Como criar um Template pra Obra? É um modelo padrão com orçamento, tarefas e pastas já organizados para você começar a obra sem retrabalho. Você aplica o template ao criar um projeto e ele já traz a estrutura pronta. Na Vobi, isso ajuda a padronizar processos e evitar erros repetidos. Defina as etapas e subetapas do orçamento (ex.: fundação, alvenaria), liste tarefas por fase, crie a organização de pastas e anotações e salve tudo como “template”. Depois, é só reutilizar em cada obra nova. Na Vobi, você pode criar quantos templates quiser e ajustar por tipo de obra. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/a-falta-de-um-bom-contrato-pode-quebrar-o-seu-negocio Title: A falta de um bom contrato pode quebrar o seu negócio de arquitetura e construção | Vobi Empreenda Meta Description: Como evitar imprevistos indesejados, situações chatas com clientes e dores de cabeça durante os seus projetos e obras, através de um bom contrato. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/a-falta-de-um-bom-contrato-pode-quebrar-o-seu-negocio ## Headings Structure: H3: 💡 Por que você deve ter, não só um contrato, mas um BOM contrato H3: ✅ Como evitar imprevistos e problemas de projeto ou obra com um BOM contrato H3: 👉 Só inicie a obra depois do contrato assinado H3: ➡️ Moral da história: Contrato é que nem seguro, só dá valor depois que perde H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 💡 Por que você deve ter, não só um contrato, mas um BOM contrato H3: ✅ Como evitar imprevistos e problemas de projeto ou obra com um BOM contrato H4: ‍✅ 1. Como evitar atraso de etapas de projeto por falta de informações do cliente‍ H4: ✅ 2. Como garantir PRAZO e previsibilidade do INÍCIO da obra H4: ✅ 3. Como evitar visitas do cliente - de última hora - na obra H4: ✅ 4. Como garantir o pagamento das parcelas H4: ✅ 5. Como evitar prejuízos em modificações do cliente ou imprevistos durante a obra H4: ✅ 6. Sobre alterações de preços de produtos H6: Importante:‍ H3: 👉 Só inicie a obra depois do contrato assinado H3: ➡️ Moral da história: Contrato é que nem seguro, só dá valor depois que perde H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Imagine a cena:Você chegou na obra e está tudo diferente do que foi projetado.E para piorar, foi o cliente que “decidiu” fazer essas alterações de última hora. (Cena de terror para arquitetos e engenheiros)Ou, por exemplo: você teve trabalho redobrado por conta de inúmeras revisões de projeto e tudo isso não remunerado. Mas, o que fazer nesses casos? Como evitar estes tipos de situações que só vão te trazer dor de cabeça? Bom, a primeira dica valiosa é não deixar chegar em uma situação dessas. ‍Como?  É aí que entra a importância de um bom contrato para profissionais de arquitetura e construção. Tudo isso é provocado pela falta de um contrato para projetos e obras que não foi feito de forma meticulosa ou até inexistente (pior ainda).Portanto, hoje eu vou compartilhar com você como evitar imprevistos indesejados, situações chatas com clientes e dores de cabeça durante os seus projetos e obras, através de um BOM contrato. Infelizmente, não é raro, muitos profissionais cometerem o erro de não fazerem um contrato e é muito comum que profissionais de arquitetura e construção tenham dificuldades na hora de elaborar um contrato de prestação de serviços de forma completa, mas ele é a base para qualquer projeto ou obra.Mas antes de compartilhar como um BOM contrato vai te salvar dos “BOs” de projeto ou obra, é muito importante você entender o que é um contrato e em qual etapa deve ser apresentado. Nele serão documentados os direitos e obrigações dos contratantes e contratados, em que deverão ser descritos neste documento todos os termos e condições no que diz respeito à execução de um serviço de arquitetura ou obra.Em outras palavras, o contrato formaliza o ajuste entre o cliente e o escritório de arquitetura ou empresa de engenharia/reforma que irá realizar o projeto/obra.E é muito importante que o documento de contrato do serviço prestado seja realizado na apresentação prévia da proposta comercial, na prospecção do cliente, para haver concordância com os termos previstos no seu contrato, e assim, após aprovado, passa para a fase de fechamento do negócio e assinatura do contrato.  No artigo de hoje, vou compartilhar com vocês termos e cláusulas que auxiliaram a minha empresa anterior, a Home Hero, uma empresa focada em reformas residenciais, a evitar dores de cabeça com clientes e nos precaver de possíveis problemas.  Vou mostrar na prática quais itens valem a pena você pensar em incluir no seu contrato.‍ Além de ter informações básicas como, identificação das partes envolvidas e descrição do objeto (projeto ou obra a ser realizado), existem alguns termos que vão facilitar a sua vida se você considerá-los no seu contrato. A seguir, vou compartilhar com vocês, exemplos de como fazíamos na Home Hero. E antes de mais nada, vale ressaltar que são sugestões e que é muito importante contratar um profissional competente da área jurídica para te auxiliar em todo esse processo.  Contratar um advogado para criar o seu contrato vai te economizar dinheiro e evitar dor de cabeça. Quem nunca atrasou uma etapa de projeto ou obra porque faltavam documentos e informações importantes que dependiam do cliente?!Tem cliente que demora para te passar informações e depois quer tudo para ontem. Para resolver este tipo de situação, possuíamos uma cláusula específica para isso. Aqui um trecho, do nosso contrato na Home Hero, da cláusula referente ao planejamento de reforma: Ou seja, dessa forma, o cliente se comprometia a entregar a documentação necessária para iniciarmos o planejamento da reforma.  E ficava ciente de que, se ele não cumprisse com o combinado, a responsabilidade de atraso seria dele. Deixávamos claro no contrato, o que era necessário para iniciarmos a reforma e o que dependia do CLIENTE: E, também, informávamos no nosso contrato que o início dos serviços só aconteceria após o PLANEJAMENTO da reforma: Além, disso, como você deve ter percebido acima, pontuávamos firmemente que o prazo para o dia final da reforma só iria começar a partir do próximo dia útil após a aprovação do PLANEJAMENTO pelo cliente. Ah, e chegávamos a incluir a lista de feriados de São Paulo para garantir que estivesse claro quando seriam executados os serviços. Que atire a primeira pedra quem nunca sofreu com visitas repentinas e indesejadas do cliente na obra!Para evitar esse tipo de problema, na Home Hero, possuíamos um termo específico para VISITAS de obra.  Nesse termo, informávamos que o cliente poderia visitar a obra apenas uma vez por semana, e acompanhado de uma pessoa do time da Home Hero. Também pontuávamos que cada visita deveria ser agendada com uma antecedência de, no mínimo, três dias: Vale ressaltar que, na prática, legalmente, o cliente poderá visitar a sua obra quando ele desejar. ‍Porém, mesmo assim, deixávamos isso em nosso contrato para criar uma barreira (isso não é ilegal) e também explicávamos para ele o porquê disso: "Se você vistar a obra desacompanhado, você pode até mesmo colocar você e a obra em risco (Por exemplo: estragar algum acabamento, pisar em um revestimento recém executado, etc). Agora, se você estiver acompanhado com a nossa equipe, você terá uma visita segura e, além disso, terá alguém ali para tirar qualquer dúvida que você possa ter.“ Em mais de 80% das vezes isso funcionava. Outro ponto super importante, para qualquer prestação de serviço de projeto ou obra, é se precaver juridicamente sobre questões como inadimplência. Digamos que, se o nosso cliente atrasasse algum pagamento, no nosso contrato, estava documentado que haveria uma multa para este tipo de situação e que a obra seria PRORROGADA.  Como formalizávamos esta questão através do contrato: É muito importante você estabelecer limites no contrato para modificações durante a obra.  Isso não significa que você cobrará por qualquer mudança solicitada pelo cliente, mas impor limites evita retrabalhos e garante que as alterações sejam ponderadas e justas para ambas as partes. Na Home Hero, deixávamos claro, que quaisquer alterações não previstas no contrato poderiam estar sujeitas a cobranças de multa e que isso poderia atrasar a entrega final. Como colocávamos este termo: Mudanças nos valores de orçamento podem acontecer, ainda mais se o cliente decidir comprar itens posteriormente e, esses itens que foram orçados saírem de linha. Isso é natural, itens podem mudar de preço, ou sair de linha, etc.Mas dependendo do serviço que você oferece, isso não deve ser sua responsabilidade.Na Home Hero, nós éramos apenas os administradores da obra, comprávamos os materiais em nome do cliente e precisávamos deixar isso muito claro. Portanto, incluíamos uma cláusula referente a isso no contrato: Esses são apenas alguns exemplos de itens que você deve se atentar, afinal, temos diversos outros, como multa em casos de cancelamento por parte do cliente, responsabilidades pós-entrega da obra, responsabilidades em caso de outros prestadores envolvidos na obra e assim por diante.E de novo: contrate um bom advogado e detalhe, com ele, o seu processo de ponta a ponta.Nada de sair copiando contratos da internet, pois cada serviço é diferente e só assim você consegue reduzir seus riscos de maneira significativa.‍ Parece óbvio, mas infelizmente não é cumprida por muitos profissionais do nosso setor. ‍Antes de começar qualquer trabalho, tenha certeza de que todas as condições estão claras no contrato. Isso protege ambas as partes e evita surpresas no meio do caminho. Cansei de ver profissionais tentando forçar o cliente a fechar um projeto/obra o mais rápido possível e negligenciando a aprovação de um contrato antes da execução, apenas para não perder o cliente. Porém, fazer isso é apenas empurrar um problema gigantesco com a barriga... A conta vai chegar e isso pode QUEBRAR a sua empresa. Além de você tomar prejuízo, ainda terá um cliente insatisfeito falando mal de você no mercado por um bom tempo. Por isso, é essencial alinhar expectativas e educar o cliente desde o primeiro contato.Tenha uma comunicação objetiva com o seu cliente de como funciona os processos do seu negócio e, como foi falado acima, apresente o seu contrato ainda na apresentação da proposta comercial, e assim, após aprovado, passe para a fase de fechamento do negócio e assinatura do contrato. Além disso, após assinado o contrato, mantenha tudo isso documentado. Se você usa Vobi, por exemplo, você pode utilizar a ferramenta de Gestão de Arquivos para salvar o contrato do projeto ou obra e ainda compartilhar com o seu cliente. Assim, ambas as partes podem consultar quando quiserem.  👉 E se você ainda não usa a Vobi, já clica aqui para conhecer mais.‍ Indiscutivelmente, negligenciar um contrato pode gerar inúmeras dores de cabeça, ônus financeiros e até mesmo batalhas judiciais.  O contrato é o documento que vai resguardar tanto você como o seu cliente, estabelecendo os direitos e as obrigações de cada parte envolvida. Ao tornar tudo explícito por meio de termos e cláusulas, você evita acréscimos ou isenções de responsabilidades ao longo da prestação de serviço. Ter um contrato detalhado e assertivo protege tanto o profissional (como pessoa física) quanto a empresa (como pessoa jurídica) de prejuízos em diversas esferas, principalmente financeiras. Portanto, o objetivo do contrato é deixar tudo claro, descrevendo todos os procedimentos desde o levantamento até a entrega final da obra.‍‍👉 E lembre-se: cada projeto ou obra são únicos e demandam uma abordagem personalizada, é muito importante você contratar um profissional da área para te auxiliar a conduzir todo esse processo. Por último, documente todos os processos, solicitações de alterações e contratos, esteja prevenido para evitar eventuais problemas durante o projeto ou obra. Afinal, o seu objetivo é entregar um projeto e obra de qualidade, dentro do prazo e do orçamento acordados.Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda.  E clique aqui para compartilhar também essas dicas com outros profissionais do setor que possam se beneficiar. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção! A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-contratar-os-melhores-profissionais-para-o-seu-negocio-de-arquitetura-e-construcao Title: Como contratar os melhores profissionais para o seu negócio de arquitetura e construção | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra qual o melhor momento para contratar e como funciona um processo seletivo eficiente. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-contratar-os-melhores-profissionais-para-o-seu-negocio-de-arquitetura-e-construcao ## Headings Structure: H3: ‍⏰ O momento certo para contratar H3: 📘 O manual do processo seletivo eficiente H3: 🎯 Alcançando as pessoas certas H3: 🚀 Um processo seletivo eficaz vai te economizar tempo, dinheiro e fazer o seu negócio crescer mais rápido H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: ‍⏰ O momento certo para contratar H3: 📘 O manual do processo seletivo eficiente H4: 1. Primeiro passo: tenha clareza do que você quer H4: 2. Saiba divulgar a vaga H4: 3. Estruture o seu processo seletivo H4: 3.1. Inscrição via formulário H4: 3.2. Pré-qualificação H4: 3.3. Qualificação via chamada de vídeo H4: 3.4. Dinâmica em grupo H4: 3.5. Entrevista final H3: 🎯 Alcançando as pessoas certas H3: 🚀 Um processo seletivo eficaz vai te economizar tempo, dinheiro e fazer o seu negócio crescer mais rápido H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Tenho certeza que você já passou por isso: você fechou uma obra ou um projeto novo no seu negócio, e ficou na dúvida se precisava contratar mais gente devido à nova demanda. No nosso setor de arquitetura e construção, onde as marés do mercado oscilam, saber quando trazer um novo membro para a sua equipe é crucial. E se não fizer corretamente, pode até destruir o seu negócio.Na minha visão, a melhor forma de saber quando contratar é quando você percebe que está ficando muito atarefado e precisa de ajuda.  Seja na gestão de projetos, supervisão de obras ou outras funções essenciais, essa sobrecarga é um sinal claro.  Além disso, é importantíssimo que você tenha visibilidade e confiança de uma demanda futura. Você precisa ter consciência de que a sua demanda de projetos e obras não vai diminuir (mesmo com as oscilações de mercado), principalmente demandas operacionais.Afinal, de nada adianta contratar alguém para apenas um projeto ou obra específica e depois gastar dinheiro e o seu tempo gerenciando uma pessoa a mais no time, sem necessidade, não é?! E se você já possui uma empresa mais estruturada e possui uma visão mais a longo prazo, com clareza sobre as possibilidades de demandas, fica ainda mais fácil tomar essa decisão com base nos planos futuros da empresa. Agora, digamos que você deu “check” nas duas opções acima e tem total certeza de que está no timing correto para dar o próximo passo e buscar novas pessoas para compor o seu time. Como contratar de forma assertiva?A resposta para essa pergunta começa com: tenha um processo seletivo extremamente eficiente. Vejo muita gente (muita mesmo) fazendo processos seletivos ineficientes. E não só na nossa área. Um exemplo: as pessoas publicam no Instagram um story com texto que diz “Envie currículo para o e-mail X se você tem habilidade em tal ferramenta.”. Você percebe que quando você comunica uma vaga dessa maneira as informações vão chegar todas bagunçadas e sem nenhum padrão?! Receber currículos infinitos e bagunçados em sua caixa de entrada pode ser um pesadelo. Sendo que, provavelmente, haverão e-mails de pessoas que nem terão a pretensão salarial compatível com o que você está disposto a pagar ou que não faria sentido algum para essa posição. Para isso, antes de mais nada, você deve ter clareza do que você precisa. Ou seja: “Quais são as funções que essa pessoa vai executar dentro do seu negócio?” “Quais são suas expectativas sobre ela? Como seria o seu dia a dia?” “Quais são as habilidades que essa pessoa precisa ter?” Saiba exatamente quais são os valores que a sua empresa valoriza e que você não abre mão. Para facilitar tudo isso: crie um job description que vai te ajudar a direcionar os candidatos e evitar pessoas perdidas enviando CV sem nem saber para que é a sua vaga. E, a partir daí, você parte para a divulgação. Existem vários canais atualmente em que você pode divulgar gratuitamente uma vaga. Seja no LinkedIn ou Instagram. Na época da Home Hero, minha empresa anterior de reformas, o LinkedIn sempre foi o canal que mais atraía pessoas para as nossas vagas de Arquitetos e Engenheiros. Também utilizávamos outros canais gratuitos, porém o LinkedIn era disparado o melhor canal. Para vocês terem uma ideia, recebíamos mais de 500 profissionais em cada posição, então, era impossível avaliar todas essas pessoas sem um processo extremamente eficiente.  ‍“Ok, Ythalo, mas eu não vou ter 500 pessoas buscando pela minha vaga.”‍Tudo bem, mas só de você ter 10 ou 40 pessoas, já é um trabalho e tempo seu, para ficar analisando um por um.Por isso, o processo precisa ser muito bem estruturado para você gastar o menor tempo possível em partes operacionais e investir o seu tempo nas pessoas mais qualificadas. Veja, por exemplo, o caso da Home Hero. Nós tínhamos mapeado todo o processo seletivo para contratar Arquitetos e Engenheiros e encontrar os candidatos ideais, evitando desperdício de tempo. Após a divulgação da vaga, o nosso processo começava com a inscrição via formulário. Como comentei anteriormente, uma vez que você tem muito claro o que você quer dos candidatos (habilidades, valores que você não abre mão, expectativa salarial), você consegue traduzir tudo isso por meio de perguntas em um formulário. Essa etapa era muito importante, pois permitia avaliar rapidamente se o candidato se encaixava nos requisitos básicos.  Por exemplo, se a pessoa estava com uma ambição fora da pretensão salarial, já era desqualificada.Essas eram algumas das perguntas que contavam no nosso formulário de inscrição para vaga de engenharia civil: (Lembre-se que essas perguntas eram baseadas em um vagas para profissionais para a nossa empresa de reforma e obras, adapte-as pensando na realidade do seu negócio) Depois das pessoas se inscreverem, fazíamos uma pré-qualificação baseada em números. Nesse momento, não estávamos interessados em detalhes do CV.‍Olhávamos os candidatos filtrados (de novo: com base no que procurávamos para aquela vaga) e priorizávamos para fazer uma qualificação por telefone. Na prática, como isso funcionava: Para a vaga de Engenharia, o candidato precisava ter experiência em obra, e recebíamos muitas pessoas que não tinham essa experiência. Porém, para o nosso estágio de empresa, isso era um requisito, pois o nosso nível de exigência era muito alto e alguém sem experiência seria muito mais complicado.  Nesse caso, não ter essa habilidade e experiência já desqualificava o candidato. Outro exemplo, era o LinkedIn. Se a pessoa não possuía LinkedIn, acreditávamos que não era uma pessoa que estava imersa no mundo digital, e, portanto, não fazia sentido avançar para a próxima etapa. ‍Tudo isso era importante para qualificar e não perder tempo com pessoas que não tinham “fit” e assim, passar para o próximo passo. A conversa poderia durar até 20 minutos, e nela, fazíamos perguntas básicas para “sentir” o candidato e entender se fazia sentido chamá-lo para uma dinâmica presencial. Perguntas que fazíamos e que você também pode adaptar para o seu negócio: (Se a pessoa nem sabia responder sobre o que era a empresa, por exemplo, já desqualificávamos) Além das perguntas também realizávamos um “mini case”.  Se precisávamos descobrir que o candidato saberia lidar com pressão, e saberia lidar com situações que acontecem na obra, simulávamos situações em que um cliente chegou na obra e encontrou um vazamento.  Dessa forma, conseguíamos entender se o candidato conseguiria encontrar uma solução, pois este tipo de situação provavelmente poderia acontecer no dia a dia da obra. E, com base nisso, mais uma peneira era realizada para identificar quem iria avançar para a próxima etapa.Portanto, sempre digo: é muito importante utilizar situações cotidianas no seu processo seletivo. Vejo pouquíssimas pessoas validando estes cenários e muitos empreendedores fazendo apenas perguntas teóricas.Mas pensa comigo:  Quando você está contratando alguém, você já sabe de todos os problemas que acontecem no dia a dia do seu negócio, então, você precisa simular e entender como essa pessoa lidaria com isso, na prática.Quanto melhor a simulação for, melhor você vai conseguir entender o perfil dessa pessoa. Obviamente será uma simulação, mas isso já te dá um bom filtro, pois se o candidato não for bem na ligação, provavelmente não se sairá bem na realidade. Então, nessa entrevista por vídeo, já validávamos tudo, e se a pessoa era boa (já nessa etapa de ligação), “vendíamos” a Home Hero para ele participar da nossa próxima etapa - a dinâmica em grupo. Nessa etapa chamávamos os qualificados para visitar o nosso escritório para realizar uma dinâmica presencial. E essa era agenda desse encontro: Como funcionavam esses exercícios:No caso da vaga para Engenharia, compartilhávamos um desafio em que o candidato tinha 40 minutos para resolver. Eram testes com situações cotidianas que aconteciam na obra. Além disso, validávamos o viés mais lógico das pessoas. Na Home Hero, além do Engenheiro, cuidar da obra, ele também precisava se comunicar bem, dado que ele era o ponto de contato com o cliente, e por isso, deveria saber realizar boas apresentações. Dessa forma, na dinâmica, incluíamos um case real, no qual entregávamos aos candidatos um projeto de reforma de um banheiro e eles precisavam criar um planejamento completo da obra, orçamento e ainda apresentar para nós como se fossemos seus clientes. Esses casos eram muito importantes para validar quem se comunicava melhor, ou quem era mais técnico, ou quem chegou mais perto dos custos (e detalhe: os candidatos precisavam fazer tudo de cabeça/baseado em suas experiências, pois nem no Google podiam pesquisar). E quando tínhamos vagas para Arquitetura, focávamos em criar casos de projetos, mais específicos em comunicação e apresentação para o cliente, que era a habilidade que seria mais necessária para a vaga.Nesse cenário, os candidatos também criavam um projeto e apresentavam para nós como se fossemos seus clientes. E por que é importante fazer este tipo de ação?‍Porque além de validar o conhecimento da pessoa, o próprio candidato vai entender como funciona o dia a dia, na prática, da sua empresa e vai entender se é isso que ele realmente quer.  Ou seja, é bom para os dois lados. Você alinha expectativas e garante que a pessoa está disposta a fazer parte do seu negócio. Depois da dinâmica, selecionávamos os qualificados e realizávamos uma entrevista final, com todos os sócios da Home Hero.  E nessa etapa, validávamos o fit cultural com a empresa. Portanto, mesmo que o candidato tenha demonstrado um ótimo resultado nas etapas anteriores e ser ótimo tecnicamente, ele poderia não ter os mesmos valores da empresa, e assim, não faria sentido continuar. Dessa maneira, o nosso processo seletivo tinha pouca margem de erro. Então, resumindo, utilize esse checklist para ter um processo seletivo eficiente: ✅ Você precisa colocar simulações reais✅ Você precisa validar cases ✅ Você precisa validar a parte técnica  ✅ Você precisa validar a parte cultural Tem muita gente que pode ser “boa de papo” e se você não for muito a fundo e acabar contratando a pessoa, você terá perdido tempo e dinheiro. Além disso, será uma situação frustrante, tanto para você, como para o candidato. De nada adianta você ter um super processo seletivo se a sua empresa não for uma empresa que as pessoas querem fazer parte. E é por isso que você precisa criar uma marca muito forte desde o início, não apenas para te ajudar a conquistar mais clientes, mas também para ter os melhores talentos do mercado de arquitetura e construção. Se você tem as pessoas certas, sua empresa cresce mais, você tem processos mais eficientes e assim por diante. No caso da Home Hero, não teríamos 500 candidatos por processo, se não tivéssemos um posicionamento muito forte. E se achávamos que o processo tinha muita burocracia, por exemplo, e que as pessoas poderiam abandonar o processo, pulávamos a parte de qualificação por telefone. Mas se conseguíamos vender o sonho para as pessoas, conseguíamos convencer as pessoas boas de seguirem as outras etapas dos processos seletivos.E como saber quem são as pessoas certas? No nosso setor, infelizmente, a faculdade não prepara os profissionais para o mercado real, então se você está contratando pessoas mais “juniors”, elas podem ter se formado na melhor faculdade, mas se elas não conseguirem executar as demandas do dia a dia, será perda de tempo (A menos que você já seja uma empresa bem estruturada e tenha um bom processo de treinamento - Aí vale super a pena, pois você conseguirá moldar a pessoa desde o início da carreira). Então, o dilema é: treinar ou pegar alguém mais pronto. Tudo isso é importante e deve ser levado em conta. Para nós, as pessoas certas possuem essas qualidades: 1. Capacidade de aprendizado 2. Vontade de fazer acontecer  Se o candidato possui esses dois pontos, já sai na frente de mais de 80% das outras pessoas.  Depois dessas qualidades, entram as questões mais técnicas e culturais.  Pois, habilidade técnica você consegue treinar, mas esses outros dois pontos são os mais difíceis de fazer alguém mudar. Em resumo, o processo seletivo eficaz não é apenas sobre encontrar candidatos qualificados, mas também, sobre encontrar pessoas que compartilham a visão da empresa e se adaptam bem à cultura.  Ter clareza sobre o seu objetivo é o que vai te ajudar a encontrar essas pessoas. E uma vez que você tiver essa visão, ou seja, tiver um job description bem feito e souber os valores que sua empresa não abre mão, você consegue segmentar o seu processo seletivo em etapas, validar e filtrar os candidatos. Além disso:‍✅ Nunca esqueça de realizar simulações práticas e bem estruturadas. Isso vai ajudar a economizar tempo e a separar quem é bom de papo e quem é bom na execução.✅ Foque em construir sua marca no mercado e tenha um bom posicionamento. Isso vai te facilitar a vender o sonho e ter pessoas boas que querem trabalhar com você.‍✅ Pegue referências do seu candidato. Quanto mais informação você conseguir, melhor para você e para ele, pois processos seletivos demoram, tomam tempo e você precisa diminuir ao máximo o risco.‍Isso tudo vai fazer com que você evite erros na contratação. Afinal, contratar errado, custa muito. ‍‍Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda. Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-fechar-mais-projetos-e-obras-sem-ficar-refem-de-descontos Title: Como fechar mais projetos e obras sem ficar refém de descontos | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra os erros que você pode estar cometendo para receber pedidos de desconto toda hora e como combatê-los. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-fechar-mais-projetos-e-obras-sem-ficar-refem-de-descontos ## Headings Structure: H3: 👉 Não comece uma venda de projeto ou obra sem ter isso em mente H3: ❌ 5 erros que você pode estar cometendo para receber pedidos de desconto toda hora H3: 🔥 Técnicas matadoras para evitar desconto e saber negociar a sua proposta comercial H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 Não comece uma venda de projeto ou obra sem ter isso em mente H3: ❌ 5 erros que você pode estar cometendo para receber pedidos de desconto toda hora H3: 🔥 Técnicas matadoras para evitar desconto e saber negociar a sua proposta comercial H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Eu tenho certeza que você já se deparou com a seguinte situação: Você apresentou uma proposta comercial de um projeto ou obra para um potencial cliente e ele comentou que seu concorrente está oferecendo um preço mais baixo e pede por um desconto. ‍Essa situação é mais comum do que você imagina e, enfrentada por diversos profissionais da área de arquitetura e construção.Mas antes de discutirmos os possíveis erros que você pode estar cometendo para receber muitos pedidos de desconto, e como contornar essa objeção, você precisa compreender alguns pontos fundamentais por trás dessa questão. Em primeiro lugar, precisamos entender que, quase sempre, as pessoas buscam adquirir o melhor produto ou serviço pelo menor preço, independentemente do mercado (ainda mais aqui no Brasil, né?! rs). Acredite, não é só no mercado de arquitetura e construção.Inclusive, admita: você também quer comprar o melhor produto pelo menor preço.Você também gostaria de ter uma Ferrari pelo preço de R$10K, não é mesmo? No entanto, essa combinação perfeita nem sempre é possível.Por isso, é muito importante quebrar esse paradigma e entender que o valor vai além do preço. ‍Além disso, outro ponto fundamental, que você precisa ter em mente em qualquer negociação e venda, é que cada cliente possui um motivo específico para contratar um serviço ou comprar um produto.Ou seja, os seus clientes vão contratar o seu serviço pelos motivos deles, e não pelos seus. Então, você precisa saber qual é o motivo do seu cliente para contratar um serviço de arquitetura ou engenharia. Por exemplo, o seu cliente pode querer contratar um serviço de arquitetura e construção:👉 Para evitar dor de cabeça 👉 Por uma necessidade de realização pessoal 👉 Por conveniênciaE assim por diante…Aliás, a conveniência é um dos fatores que mais agrega valor e faz com que as pessoas estejam dispostas a pagar mais.💡Lembre-se de que os seres humanos tendem a ser preguiçosos, então se você puder facilitar a vida do seu cliente e encurtar o caminho com sua expertise, ele estará disposto a pagar mais por isso.Bom, agora que você compreendeu pontos importantes antes de iniciar uma venda ou negociação, é crucial identificar os erros que você pode estar cometendo e que resultam em pedidos frequentes de desconto. No próximo tópico, vou compartilhar os cinco principais erros que podem estar levando seus clientes a solicitarem descontos com frequência.E não só isso, vou compartilhar técnicas matadoras, que inclusive utilizamos para vender mais de R$10 milhões de reais em obras em 4 meses, na Home Hero, negociando de forma eficiente. Se os clientes que chegam até você, são os que vivem pedindo desconto…Tem alguma coisa errada.Você pode estar cometendo erros e influenciando isso de forma indireta.Mas calma, para que você comece a identificar esses erros, vou te revelar os motivos mais comuns pelos quais você acaba recebendo pedidos de desconto constantemente:‍❌ 1. O seu potencial cliente não enxerga seu valor (Por falha do seu processo comercial) Ele até possui o problema que você pode resolver, e o dinheiro para te contratar, mas se você não souber mostrar o valor e convencê-lo na apresentação da proposta comercial, é natural que ele tente "chorar" um desconto. ‍❌ 2. Lidar com possíveis clientes que não tem “fit” com o seu negócio Esse segundo caso é pior. Você pode estar fazendo reuniões e investindo tempo com alguém que não se encaixa no perfil do seu serviço. E adivinha o que ele vai fazer? Pedir um desconto, é claro (e até mesmo desaparecer e não te dar nenhum feedback depois que conseguir um orçamento). Trazendo para a sua realidade: Você só faz obras que possuem projetos de arquitetura, porém, o cliente insiste em fazer uma obra sem o projeto, com o objetivo de economizar. Ou seja, aqui estamos falando de um desconto indireto, onde você remove uma das etapas do seu serviço, fundamental para uma entrega bem sucedida. Esse exemplo é a receita para dar merd$, né?! ‍❌ 3. Tentar vender para clientes que não estão prontos Eles podem até ter o perfil ideal para se tornarem seus clientes, mas ainda não possuem a capacidade financeira para arcar com o investimento necessário. Dar um desconto para esse cliente pode significar desistência no meio do projeto ou obra, ou até mesmo inadimplência. Será que ele vai ter budget para todos as parcelas do seu contrato? Pense nisso.‍❌ 4. Você dá desconto porque têm medo de perder a venda. Esse medo é compreensível, mas não pode te levar a oferecer descontos desesperadamente.E isso pode ocorrer por vários motivos: falta de técnicas de vendas, falta de projetos ou obras, pouca ou nenhuma autoconfiança.Mas você não quer oferecer um desconto em desespero, certo? Isso subestimaria seu serviço e causaria efeito oposto ao desejado, diminuindo as chances de conquistar seu cliente.‍❌ 5. Você dá desconto porque não confia no que está vendendo  E por fim, se você não acredita plenamente no que está vendendo, como espera convencer seus clientes do valor que você pode agregar às suas vidas? A primeira coisa que todo vendedor deve fazer é esgotar todas as possibilidades de conhecimento, benefícios, e vantagens do seu serviço para convencer totalmente o seu cliente. Agora que você já sabe quais erros pode estar cometendo, você precisa saber como combatê-los. Separei 5 técnicas matadoras para você saber valorizar o seu trabalho, e fechar mais projetos e obras sem ficar refém de descontos.Confira:✅ Acredite no que você vende (E muito!) Quanto menos você acredita no seu serviço, mais propício você está em dar desconto.Você precisa ter muito claro, quais são as dores que você está resolvendo do seu cliente e o quão bem você resolve elas. E, de novo, qual o motivador de compra do seu cliente (falei disso no primeiro tópico desse artigo).Antes de iniciar qualquer negociação, tenha uma compreensão clara do valor que o seu escritório de arquitetura ou empresa de engenharia oferece. Identifique os benefícios exclusivos que seus serviços trazem para o cliente, como a sua expertise, técnica, criatividade, eficiência e seus resultados. Por exemplo, se você utiliza Vobi e oferece um diferencial de acompanhamento online da obra ou projeto do seu cliente, reforce todos esses pontos ao apresentar sua proposta comercial, destacando como o seu trabalho agregará valor ao cliente. Pode parecer besta, mas essa confiança te dá superpoderes que você nem imagina! Se você sabe que o seu produto realmente é bom, e que, você é a melhor opção para aquele cliente, se ele não fechar com você, quem está perdendo é ele, simples assim. Aqui na Vobi, por exemplo, não “baixamos a guarda” em negociações, pois sabemos que temos a melhor solução do mercado. Essa é a mentalidade que você deve ter. Importante: Isso não significa ser arrogante ou prepotente. Tudo depende da forma que você passa essa mensagem para o cliente, de forma cordial e educada, focando no que é importante para o sucesso dele. ‍✅ Entenda exatamente quais são as grandes diferenças que o seu negócio tem em relação ao concorrente Infelizmente, é impressionante estarmos em 2023 e muitos profissionais de arquitetura e construção ainda não conhecem sobre os serviços que o concorrente oferece.Você já fez cliente oculto com seus concorrentes? Já ligou para saber quanto eles cobram e o que eles oferecem? Eu já, constantemente - e sei tudo, de ponta a ponta o que eles oferecem, seus pontos fortes e seus pontos fracos! (E também sei que eles fazem isso com a gente, e tudo bem.)Se você não faz isso, você está perdendo uma grande oportunidade de ter uma “temperatura” do mercado, que é a mesma temperatura que o seu potencial cliente vai sentir quando for comparar você com outros profissionais.Acredite: dominar essa técnica vai te dar força e te empoderar.Se você não sabe colocar os seus diferenciais perante ao seu concorrente, vai fazer com que, de novo, o seu cliente corra para o desconto.Além disso, é uma forma de você melhorar sua proposta de valor também, adaptando processos ou produtos que eventualmente estão dando certo, para a sua realidade.‍✅ Saiba se o desconto é algo que vai impedir de verdade a contratação Muitas vezes o desconto está mais na cabeça do profissional que está vendendo o serviço do que quem está adquirindo o serviço.“Mas Ythalo, como saber isso?!”Fazendo uma pergunta muito técnica e muito clássica: “Fulano, além desse motivo, existe mais algum outro que te impede da gente evoluir ou fechar negócio?” Seja direto. Porque se o único motivo for o desconto, e você não tiver como dar desconto (inclusive porque pode ser que você não tenha margem para isso). Fale:“Fulano, infelizmente, se esse for o grande impeditivo, não vamos conseguir fazer negócio. E, infelizmente, você vai perder todos esses benefícios, em relação à concorrência.” (Nesse momento você repassa todos os benefícios que o seu negócio oferece.)Você pode falar também:“Fulano, se eu conseguir chegar em nesse valor, que é interessante para o senhor e para nós também, através de um parcelamento, ou até se eu conseguir melhorar a situação, você fecha conosco ainda hoje?”Dessa forma, você cria um compromisso antes de oferecer um desconto. ‍✅ Se o desconto for um impeditivo e não tiver mais jeito Muito importante: jamais ofereça um desconto sem ter o compromisso de fechamento, caso contrário, você deixará o cliente com o poder da negociação. Por incrível que pareça, a maioria das pessoas não gosta de não cumprir com a palavra. Você vai ver que, a maioria que fechar esse compromisso, não vai voltar atrás e vai fechar com você.  Se não topar o compromisso para ter o desconto, isso já significa que essa pessoa não ia fechar de qualquer forma. ‍✅ Entenda que desconto pode estar no meio da negociação, desconto precisa ser negociado Em uma negociação, você precisa ter alguma contrapartida. Se o seu cliente quer desconto: ofereça um pagamento à vista.Ou ofereça uma condição especial: 60% à vista e 40% para pagar depois. Você também pode oferecer um bônus (ao invés do desconto), por exemplo: “Fulano, eu não posso oferecer esse desconto, mas eu posso oferecer a você um benefício exclusivo que é o seguro de obra.” Dessa forma, o bônus pode ter muito mais apreço ao cliente, que pode se sentir presenteado e, assim, você não vai precisar baixar o valor percebido do seu cliente, por ter diminuído o preço. Seu valor percebido, continuou intacto. Então, tenha em mente: a primeira lei de negociação é nunca dar nada em troco de nada.👉 Resumindo: De nada adianta você dominar habilidades técnicas de execução de obras, ou criar os ambientes mais incríveis do mundo, se você não sabe VENDER o seu serviço. E em muitas vezes, para você fechar um negócio é preciso de muita negociação entre vendedor e o cliente.Outro ponto muito importante que você deve ter em mente é que dar desconto não garante o fechamento e pode, inclusive, atrapalhar a venda. Acredite, o cliente não precisa disso para fechar um projeto ou obra com você. O que ele busca, de fato, é a certeza de que está fazendo a melhor escolha.Para finalizar, vender mais projetos e obras não significa ceder sempre. O profissional de arquitetura e construção deve admitir que tem um problema a ser resolvido e buscar uma solução para satisfazer o cliente.Se você gostou desse artigo e quer receber conteúdos como esse, em primeira mão, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio.Também não se esqueça de compartilhar com quem está precisando muito dessas dicas também, clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-recuperar-aquele-cliente-que-sumiu Title: Como recuperar aquele cliente que “sumiu” e não respondeu à sua proposta comercial | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra como recuperar aquele cliente que “sumiu” e não respondeu à sua proposta comercial. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-recuperar-aquele-cliente-que-sumiu ## Headings Structure: H3: 👉 80% das vendas de projetos e obras são fechadas após 5 tentativas de contato H3: 🤔 O que é o follow up? H3: 👉 Mas por que essa técnica é tão importante? H3: 🔥 Como fazer um bom follow up H3: ➡️ Moral da história: para vender mais, é preciso ser persistente! H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 80% das vendas de projetos e obras são fechadas após 5 tentativas de contato H3: 🤔 O que é o follow up? H3: 👉 Mas por que essa técnica é tão importante? H3: 🔥 Como fazer um bom follow up H3: ➡️ Moral da história: para vender mais, é preciso ser persistente! H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Quer saber como nunca mais perder uma venda por falta de persistência ou medo de parecer chato? Nesse artigo e no vídeo abaixo, eu vou te ensinar uma técnica para aumentar a sua chance de fechar projetos e obras, sem ser inconveniente, através da técnica de follow up.‍‍Confira: A post shared by Vobi (@vobibr) Basicamente o follow up se resume em:‍👉 Tentar contatar o cliente várias vezes até ele decidir fechar um projeto ou obra com você. O seu objetivo é criar um relacionamento com o possível cliente, conduzindo-o pelo caminho que precisa percorrer até se tornar um negócio fechado.‍ ‍Se você quer parar de perder vendas e quer aumentar as chances de ser respondido (mesmo que seja apenas para receber o feedback do porquê que o seu potencial cliente não tem interesse em adquirir o seu serviço), você precisa incluir essa estratégia no seu negócio de arquitetura e construção.‍Imagine essa cena:Você recém enviou uma proposta comercial, de um projeto ou uma obra, para um possível cliente. Após enviada a proposta, você se pergunta: “O que eu faço agora?”. Você fez o seu trabalho e agora você imagina que tudo o que precisa fazer é sentar e esperar que ele responda.‍Mas este é o primeiro erro cometido.  Você precisa fazer o acompanhamento.  E o que você não sabe é que, possuindo um fluxo de follow up bem definido, que gere valor para o possível cliente, você aumenta a probabilidade dele confiar em você e te contratar.Ainda não se convenceu?‍Os estudos comprovam:1. 60% dos clientes dizem "não" quatro vezes antes de dizer "sim".2. 80% das vendas são fechadas após 5 tentativas de contatoFonte: HubspotE, se você já faz 2 ou até 4 contatos com o seu potencial cliente, ainda tem muito espaço para melhorar, viu?!Como você viu no estudo acima, a maioria das vendas só são realizadas a partir do quinto contato.A boa notícia é que para quem souber aproveitar, as pesquisas mostram que mais de 45% dos profissionais nem sequer fazem uma tentativa de follow-up.‍Ou seja, mais uma oportunidade para você sair na frente dos seus concorrentes. O follow up pode ser feito de várias maneiras: por telefone, e-mail, whatsapp ou qualquer outra ferramenta que lhe permita contato com seu cliente. Tudo vai depender do seu objetivo.Por exemplo:‍👉 Se você precisa obter uma resposta rápida, uma ligação é o melhor caminho. 👉 Se a sua resposta não precisa ser imediata, sugiro enviar uma mensagem via whatsapp. 👉 Se o seu contato engloba envio de documentações, e não tem tanta urgência, sugiro o e-mail.‍ Na imagem abaixo, temos um exemplo de como funciona um fluxo de cadência:‍ Lembre-se de fazer as adaptações de meios de contato e a frequência conforme o seu nicho de clientes.Além disso, aqui vão algumas dicas do que fazer e o que não fazer: Seja persistente, mas amigável e agradável. No caso de uma negativa, não insista e agradeça educadamente, deixando sempre a porta aberta para outras oportunidades.E se, por exemplo, alguém lhe disser que precisa de 15 dias para pensar, se programe para retornar essa pessoa após esse período.‍A chave é realmente continuar acompanhando com disciplina e organização. É por isso, que na Vobi, desenvolvemos um módulo comercial especifico para você acompanhar os status dos seus potenciais clientes. Porque acompanhar por whatsapp, planilha, notas ou na cabeça, é certeza de fracasso. Para conhecer as soluções da Vobi, clique aqui.‍Por fim, imagino que você deve estar se perguntando: “Quando parar este acompanhamento?”Essa resposta vai variar de cliente para cliente.👉 E sempre vale lembrar: não seja inconveniente. No momento em que o seu cliente em potencial, solicitar que você pare de contatá-lo, pare imediatamente (mesmo se for o primeiro ou o vigésimo contato).Pode até parecer complicado, mas eu tenho certeza que se você conseguir criar um fluxo constante e organizado de acompanhamento, você não irá mais enfrentar falta de potenciais clientes, e terá previsibilidade dos próximos fechamentos de projetos ou obras.Não se esqueça de se inscrever agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio. E se você conhece alguém que também está precisando dessas dicas, compartilhe clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-saber-se-o-seu-cliente-vai-falar-bem-ou-mal Title: Como saber se o seu cliente vai falar bem ou mal de você, após a entrega do projeto ou obra? | Vobi Empreenda Meta Description: Aprenda como saber se o seu cliente vai falar bem ou mal de você após uma entrega de projeto ou obra. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-saber-se-o-seu-cliente-vai-falar-bem-ou-mal ## Headings Structure: H3: 👉 NPS: A métrica que ajuda a transformar os seus clientes em fãs ‍ H3: 💡Como saber o que é um NPS bom ou ruim H3: 🚀 Como melhorar o seu NPS e se destacar no mercado H3: ⏱️ Não espere o momento perfeito, comece já H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 NPS: A métrica que ajuda a transformar os seus clientes em fãs ‍ H3: 💡Como saber o que é um NPS bom ou ruim H3: 🚀 Como melhorar o seu NPS e se destacar no mercado H4: ‍1. Alinhamento de expectativa e transparência: H4: 2. Tempo médio de resposta: H4: 3. Organização e processos: H3: ⏱️ Não espere o momento perfeito, comece já H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Possuir clientes leais e satisfeitos, que indicam novos clientes, é a chave do crescimento para qualquer empresa. No setor de arquitetura e construção, isso é ainda mais importante, visto que de 80% dos novos clientes, são adquiridos via, o famoso, "boca a boca".Além de construir uma boa reputação no mercado, a indicação é uma ótima maneira para captar mais projetos e obras para o seu negócio, pois o seu custo de aquisição será baixíssimo e, muitas vezes, até mesmo, zero.Portanto, se você deseja construir um negócio de sucesso em nosso setor, você precisa dominar essa métrica, que inclusive, é muito simples.No vídeo abaixo, compartilho com você, como descobrir a probabilidade do seu cliente indicar você após a entrega de um projeto ou obra e como você pode aplicá-la no seu negócio. Confira:‍ Uma publicação compartilhada por Vobi (@vobibr) É para isso que temos as zonas de classificação de NPS, que te ajudam a entender o quão bem o seu negócio está. Para você ter uma ideia, o NPS do Nubank é de 87, ou seja, muito alto! Já a Azul linhas aéreas, por exemplo, em 2022, atingiu seu NPS máximo desde 2018, chegando em 60.E por fim, a média de NPS de negócios da construção civil fica na casa dos 40. Ou seja, na zona de aperfeiçoamento, o que não é nenhuma grande novidade, pois sabemos que o nosso setor ainda tem muito a evoluir quando se diz respeito a experiência do consumidor.‍ O primeiro passo você já deu, que é se interessar pelo assunto, ler esse artigo e MEDIR o seu NPS, pois só assim você saberá se precisa melhorar ou não. O segundo passo, é fazer pesquisas qualitativas com os seus clientes, que podem ser realizadas, inclusive, com a pesquisa de NPS. Algo que fazemos aqui na Vobi, por exemplo, é: após o cliente dar a nota de NPS, perguntamos o que precisamos melhorar, se a nota for menor que 9 e, se a nota for 9 ou 10, perguntamos o que ele mais gostou. E, claro, também pedimos para compartilhar esse relato, pois isso se tornará material de marketing. Mas voltando ao assunto principal, que é melhorar o seu NPS, uma vez que você também colheu feedbacks qualitativos dos seus clientes, ficará muito claro o que é preciso melhorar, pois as pessoas gostam de falar, ajudar e desabafar, principalmente se você cria um espaço para que isso aconteça.Porém, para não te deixar sem uma resposta mais objetiva, segue abaixo alguns pontos de melhoria que nós mais identificamos nas empresas e profissionais do mercado de arquitetura e construção. ➡️ Eles se resumem em basicamente 3 pontos de melhoria na experiência do cliente👇 Ninguém gosta de surpresas, até porque, já bastam as surpresas que enfrentamos na obra, né?! Portanto, não custa absolutamente NADA deixar claro para o seu cliente todos os desafios que ele poderá enfrentar ao longo da jornada de um projeto ou obra.É necessário entender que o cliente final não tem o seu conhecimento técnico e, portanto, você nunca pode deixar nada subentendido (isso pode te ajudar a inclusive a se proteger juridicamente no futuro). Quanto maior o alinhamento, menor a quebra de expectativa e menos frustrações e dores de cabeça para todos os envolvidos.‍ Por incrível que pareça, a maioria dos profissionais que falham aqui, falham na etapa comercial. Ou seja, a experiência do cliente já começa da pior maneira possível. Quando tínhamos nossa empresa de reforma, por exemplo, usávamos esse ponto fraco do mercado para nos destacarmos. Enquanto o mercado levava entre 1 a 2 dias para atender um potencial cliente, nós atendíamos em 5 minutos.Isso mesmo, 5 minutos.E vários estudos comprovam que, se você atende o seu cliente em até 5 minutos, você aumenta em mais de 20 vezes a chance dele converter, do que após 30 minutos (Fonte: Hubspot)."Mas Ythalo, eu sou autônomo""Ythalo, não consigo, pois minha equipe é pequena" Te garanto que você consegue se você for bom no item 3, logo abaixo. ‍‍‍Mais de 80% obras e projetos atrasam por falta de um bom planejamento e gestão de processos: seja na hora de contratar/fazer uma parceria com um fornecedor, atender um cliente, aprovar um orçamento, vistoriar a entrega de um determinado serviço, etc. Poderia ficar horas falando aqui, mas dado a infeliz fama do nosso mercado, acho que não preciso falar mais nada, certo?!  Mas, agora, pelo menos você tem a Vobi para te ajudar, de ponta a ponta ;)‍ Se você chegou até aqui, viu que é extremamente simples medir o seu NPS. Portanto, não espere o momento ideal para começar a colocar em prática, comece logo, na sua próxima entrega de projeto ou obra.Inclusive, se você possui múltiplos serviços ou produtos, como, por exemplo, projeto de arquitetura e também execução da obra, é interessante você fazer duas pesquisas de NPS: tanto na entrega do projeto, como na entrega da obra. Dessa maneira, você consegue identificar qual é a etapa da jornada do seu cliente que você precisa priorizar para melhorar e, qual você só precisa manter o nível de serviço atual. Até porque, tentar satisfazer demais, nem sempre é proporcional a um maior retorno. Existe um ponto de equilíbrio que, uma vez atingido, o cliente nem percebe mais valor, por mais que você se esforce (mas isso fica para um próximo conteúdo).Se você gostou desse artigo, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio. E não se esqueça de compartilhar com quem está precisando muito dessas dicas também, clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-sair-do-operacional-e-crescer-o-seu-negocio-de-arquitetura-e-construcao Title: Como sair do operacional e crescer o seu negócio de arquitetura e construção | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra quais são os pilares essenciais para parar de apagar incêndio e ter tempo para focar no que realmente importa. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-sair-do-operacional-e-crescer-o-seu-negocio-de-arquitetura-e-construcao ## Headings Structure: H3: ‍🤔 Você é um empresário ou um funcionário da sua própria empresa? H3: 👇 Você não precisa de mais tempo, você precisa de processos e disciplina H3: ✅ Aprenda a delegar e treine o seu time H3: 🚀 Por fim, evolua como empreendedor: Organize a sua empresa, mas também invista em você H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: ‍🤔 Você é um empresário ou um funcionário da sua própria empresa? H3: 👇 Você não precisa de mais tempo, você precisa de processos e disciplina H4: ‍Como eram os rituais 👇‍🗓 1. Reunião diária: H4: ‍🗓️ 2. Reunião semanal: H4: ‍🗓️ 3. Reunião quinzenal de qualidade de obra: H4: ‍🗓️ 4. Reuniões mensais: H3: ✅ Aprenda a delegar e treine o seu time H3: 🚀 Por fim, evolua como empreendedor: Organize a sua empresa, mas também invista em você H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? A resposta para isso mudou a minha forma de gerir um negócio e vai mudar a sua também.  Infelizmente, a realidade é que a grande maioria dos donos de negócios de arquitetura e construção acreditam que são gestores, mas, na verdade, são apenas funcionários do seu próprio negócio. ‍Eles passam o tempo inteiro no operacional, apagando os incêndios do dia a dia e não conseguem fazer o mais importante:  Pensar no que vai levar o seu negócio para o próximo nível.  ‍Se identificou? O motivo para isso: Não possuem os 2 pilares que são essenciais para qualquer negócio: Pessoas certas e Processos bem definidos. Vou aprofundá-los nos próximos tópicos, mas já adianto para você, um resumo: ‍✅ Pessoas certas Elas são a base de toda a estrutura, sem as pessoas certas, você termina o dia sempre apagando incêndios e preso no esforço diário de gerenciar os seus colaboradores. Ao buscar por gente boa, essas são as duas principais características que observo: ‍(E aqui vai um spoiler: em breve teremos um conteúdo da Vobi Empreenda sobre como contratar!) Você vai precisar ter boas pessoas no seu time e vai precisar direcioná-las com base nos objetivos a serem cumpridos. Somente assim você consegue escalar o seu negócio. Por isso, de nada adianta ter as melhores pessoas se você não tiver clareza da sua estratégia e de como funcionam os processos da sua empresa.  ‍✅ Processos

  Todos os vetores do seu negócio precisam estar alinhados para que o seu time exerça sua força para o mesmo lado. A lógica é bem simples: Como estão os vetores por aí? Quando as tarefas e atividades são padronizadas e com funções e responsabilidades claras, os principais resultados são otimizados.  ‍Sem processos eficazes, você: Se você tem um plano a seguir, os seus colaboradores se sentem mais preparados para encarar suas demandas, tem mais foco e objetivos em comum. ‍Dessa forma vão estar sempre ocupados, mas nunca focados. ‍Moral da história: você só vai conseguir sair do operacional se você tiver processos muito bem definidos e pessoas boas e treinadas. Nós próximos tópicos, eu vou compartilhar com você como transformar a sua gestão como empreendedor de Arquitetura e Construção, e exemplos práticos de como fazíamos na nossa empresa de reformas, anterior, a Home Hero. Se você ainda não possui processos bem definidos e não sabe por onde começar, já adianto para você:‍É impossível conseguir otimizar os processos de uma empresa sem conhecê-los com profundidade.  ‍Então, esse é o ponto de partida para melhorar a eficiência operacional da empresa: fazer o mapeamento dos processos internos e saber identificar os processos-chave. Por exemplo: Através do mapeamento dos processos você vai conseguir construir um diagnóstico das melhorias necessárias. Em outras palavras: que ponto do seu fluxo de trabalho não está funcionando e está tomando muito tempo seu, e dos seus colaboradores? Além do mapeamento, você precisa definir quais são os objetivos, onde você quer chegar e como vai acompanhar e garantir a execução disso tudo. 👉 E sobre o ponto 5: você vai precisar ter muita, mas muita disciplina para acompanhar tudo isso. Dentro da Home Hero, por exemplo, nós possuíamos uma rotina de cerimônias/reuniões que nos ajudava a acompanhar tudo o que estava acontecendo dentro da empresa. Isso facilitava muito e economizava muito o tempo de todos os colaboradores.  Sem falar que garantia que os processos estavam sendo feitos corretamente.  ‍Elas eram simples e você pode começar a aplicar no seu negócio o mais rápido possível. ‍‍ Como funcionava:  Cada time realizava reuniões diárias, desde o time de marketing até o time de obras. Nesta reunião, cada colaborador comentava sobre as seguintes perguntas: ‍‍Com o time de obras, por exemplo, também era discutido sobre o andamento de cada obra, planejamento, compras e contratações, problemas ou barreiras que os engenheiros responsáveis estavam enfrentando e como o gestor poderia ajudar.  Duração: Até 20 minutos.‍ ‍Como funcionava: Essa reunião era com a empresa inteira e acontecia toda segunda-feira. Passávamos por todas as áreas da empresa, do marketing até o financeiro, e atualizávamos o time em relação aos projetos e obras. Duração: Até 60 minutos.‍ ‍Como funcionava: ‍Nessa reunião acompanhávamos as qualidades das entregas de obra, quinzenalmente. Para você ter uma ideia, analisávamos até as não conformidades de obra por ambiente através da análise de pareto, conforme a imagem abaixo: Também verificávamos o número de não conformidades por obra de acordo com o grau: E entrávamos no detalhe em cada grupo: Duração: Essa reunião também possuía uma duração de até 60 minutos.‍ ‍Como funcionava:  Nessa reunião, abordávamos a performance da empresa como um todo e de cada área, de forma 100% transparente. Aproveitávamos também para relembrar nossos objetivos e fortalecer a nossa visão como empresa, para garantir o alinhamento de todos.‍Duração: 60 minutos.  👉 E se você ainda não possui o hábito de realizar rituais como esses, que mencionei acima, você pode começar da seguinte forma: Além das cerimônias, como se não bastasse - porque sempre fomos muito criteriosos em relação a organização e processos - nós possuíamos playbooks de absolutamente tudo o que você pode imaginar. ‍Tudo minuciosamente documentado para manter a qualidade das nossas entregas e direcionar a execução das demandas. No tópico abaixo vou aprofundar e mostrar alguns exemplos.  Mas antes, é muito importante você ter em mente que:👉 A chave é realmente acompanhar os seus processos com disciplina e organização. Sem falar que você vai definir os seus processos uma vez, mas você vai estar sempre adaptando e melhorando. ‍E para acompanhá-los você precisa utilizar a tecnologia a seu favor. Tudo isso precisa estar documentado em algum lugar, de forma fácil e rápida de acessar, para economizar ainda mais o seu tempo e dos seus colaboradores.  Na Vobi você consegue fazer isso, você pode acompanhar o processo comercial da sua empresa, criar checklists das tarefas a serem executadas, armazenar todos os documentos e playbooks, e inclusive, criar templates e padronizar os processos do seu negócio. Já fica o convite: se você não conhece a Vobi, aproveita e já clica aqui. Descentralize a sua gestão. O seu maior erro é achar que pode levar tudo nas costas. Isso só vai excluir o seu time das atividades e te fazer ficar mais sobrecarregado. Um verdadeiro dono de negócio de arquitetura e construção, sabe delegar e, ainda mais importante, COMO delegar para as pessoas certas para sair do operacional. Ao delegar uma tarefa você não está apenas passando uma demanda para outra pessoa, mas está estabelecendo uma relação mútua de confiança e responsabilidade com ela. Se ela não executar, a responsabilidade é dela, mas a culpa será exclusivamente sua. Você como gestor deve tomar para si as responsabilidades delegadas.  Os bons resultados estão em como você pode auxiliar os seus colaboradores a executarem melhor e atingir os seus objetivos. Além disso, delegar vai ajudar a alinhar expectativas.

 Ninguém vai sair do lugar se não souber o que fazer e para onde ir. ‍O que você precisa deixar claro ao delegar 👇 1. Prioridade das atividades 2. Prazos de entregas 3. Responsáveis pelas tarefas 4. Expectativa quanto ao resultado E aqui entram os processos novamente, se você souber delegar e já tiver os processos do seu negócio ou playbooks bem definidos, vai ser muito mais fácil. Trazendo para a sua realidade, como comentei acima, na Home Hero nós tínhamos playbooks com os processos documentados, o que facilitava ainda mais a delegação de tarefas e acompanhamento da execução. Aqui, por exemplo, era um playbook de procedimento de obra de contrapiso que compartilhávamos com os responsáveis pela execução dessa etapa 👇 (Perceba que incluíamos até ilustrações!) Nesse playbook, de contrapiso, ficava claro o objetivo do procedimento, quem eram os responsáveis, quais documentos, quais materiais deveriam ser utilizados e o passo a passo do procedimento. ‍O documento era entregue e alinhado com a empresa contratada para garantir a máxima qualidade.  E, além de repassar esse procedimento com o terceirizado, também acompanhávamos o processo para conferir se tudo estava acontecendo conforme o combinado.  Tínhamos, desde playbooks de atendimento, com scripts e processos de atendimento, até todos os playbooks possíveis de procedimentos de obras e reformas.‍Todos esses documentos serviam para garantir a qualidade das entregas e processos, e economizar muito o nosso tempo, sem ter que ficar explicando toda vez que alguma demanda precisasse ser executada, seja na obra ou no escritório.  Ah, e inclusive nós até criamos a Home Hero Academy!  Foi uma forma que encontramos para educar e treinar os profissionais que trabalhavam conosco para, de novo, garantir a qualidade e o processo.  Por exemplo, aqui um pouco do material da aula sobre iluminação de interiores: Sair do operacional é um dos maiores objetivos de qualquer profissional de arquitetura e construção que possui uma empresa atualmente. ‍Mas não basta só você ter mais tempo, você precisa saber alocar muito bem o seu tempo no lugar certo. De nada adianta organizar a casa, definir os processos se você, empreendedor, não souber organizar a sua rotina e investir energia nos desafios corretos. Na minha visão, se você quer ser um empresário de sucesso na arquitetura e construção, além de “tocar o bumbo” do seu negócio, você precisa separar tempo para: Confesso que não é fácil, principalmente para quem está começando, afinal, temos que fazer acontecer de qualquer jeito (só quem empreende sabe como é).  Mas à medida que o seu negócio vai evoluindo, você consegue, e deve, cada vez mais investir nos pontos mencionados acima para o seu negócio dar o próximo grande passo. E lembre-se que, o seu foco, determina a sua realidade. ‍Quando um gestor aloca o seu tempo no lugar certo, a missão de sair do operacional e se tornar dispensável fica mais fácil. Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda.  Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-transmitir-profissionalismo-e-conquistar-mais-projetos-e-obras Title: Como transmitir profissionalismo e conquistar mais projetos e obras | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra táticas para ganhar mais confiança e credibilidade dos seus clientes. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/como-transmitir-profissionalismo-e-conquistar-mais-projetos-e-obras ## Headings Structure: H3: 👇 A primeira impressão é a que conta? H3: 💡 Por que parecer profissional é importante para o seu negócio (seja ele pequeno ou não) H3: 👉 O que você quer que as pessoas pensem sobre o seu negócio? H3: 🎯 Como parecer mais profissional H3: 👉 Moral da história: parecer profissional vai te diferenciar no mercado H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👇 A primeira impressão é a que conta? H3: 💡 Por que parecer profissional é importante para o seu negócio (seja ele pequeno ou não) H3: 👉 O que você quer que as pessoas pensem sobre o seu negócio? H3: 🎯 Como parecer mais profissional H4: E se você ainda não faz, outras dicas para você aplicar no seu negócio para parecer mais profissional: H3: 👉 Moral da história: parecer profissional vai te diferenciar no mercado H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Você provavelmente já ouviu esse ditado: ‍“Você só tem uma chance de causar uma boa primeira impressão”. E, imagino que, você também já teve aquele primeiro encontro com um cliente em potencial e sentiu que as primeiras palavras trocadas estavam carregadas de expectativas, certo? Verdade seja dita: não importa se você está prestes a fechar uma obra milionária ou criar um projeto para um apartamento de 50m2, a primeira impressão que esse cliente tiver de você, será decisiva para o contrato ser assinado. É por isso que, independente do tamanho da sua empresa, a imagem profissional do seu negócio de arquitetura e construção é o que vai impressionar os seus clientes e construir uma relação de confiança. ‍👉 Porém, eu te diria que, não é só a primeira impressão que conta, mas toda a experiência que o seu cliente terá com você, que vai fazer a diferença. Pois, de nada adianta você mandar muito bem na proposta comercial, se não souber conduzir uma experiência incrível no projeto ou obra. E digo mais, tem algo que aprendi ao longo do tempo: parecer profissional não é um luxo, é uma necessidade.  O seu negócio deve comunicar os seus valores, desde a sua primeira mensagem, para entender as necessidades dos seus clientes, até a última, na entrega das chaves.‍Cada detalhe importa para aumentar a sua credibilidade. E, ainda mais, quando o seu negócio de arquitetura ou construção não é uma empresa grande, ou está começando. Mas existem formas de você parecer profissional, e que vão te ajudar a se destacar no mercado.  Por isso, nesse artigo vou compartilhar tudo o que você precisa saber e quais as estratégias que utilizávamos na Home Hero, minha empresa anterior de reformas. Ainda não está convencido do porquê isso é tão importante?  Acredite ou não, toda vez que um cliente interage com um você ou com alguém do seu escritório/empresa, eles estão "julgando" o seu negócio. Eles estão considerando se fariam um projeto de arquitetura ou uma obra com você, e observando como são tratados. Pensa comigo: O seu possível cliente vai ao seu escritório te visitar para realizar uma primeira reunião. Será que ele vai achar o local de trabalho profissional ou existem papeis espalhados pelas mesas e pisos que não foram aspirados há meses?  Outro exemplo: você trabalha com arquitetura, o seu cliente vai encontrar um ambiente organizado e projetado para um ambiente de trabalho eficiente ou um ambiente desorganizado que incentiva um comportamento ocioso?  Tenha em mente: se você tem escritório físico, o seu escritório poderá ser uma das primeiras coisas que os clientes terão como impressão de você. E a primeira percepção deles precisa ser positiva.  E, mesmo que você não tenha um escritório físico: isso também serve para o mundo online. Você já deve ter escutado diversas vezes que o seu Instagram pode ser o seu cartão de visitas, não é?Portanto, você estará tentando conquistar clientes com base na impressão que eles recebem por meio do seu site e das redes sociais.  O tom e a identidade que você adota no seu Instagram ou outra mídia social precisa estar coerente com o seu negócio como um todo. ‍Profissionalismo = confiança Se você passa seriedade e se apresenta de maneira profissional, os outros terão mais confiança em você e nas suas habilidades.  E além da primeira impressão, é muito importante você manter esse profissionalismo ao longo de toda a jornada do seu cliente.  Quanto melhor for a experiência dele com você, e mais confiança e seriedade a sua empresa passar para ele, mais chances dele te indicar para outras pessoas. Falei sobre a importância de se preocupar com a impressão que você passa para os seus clientes, mas, para você conseguir criar estratégias e transmitir o que você deseja, você precisa ter muita clareza sobre o que é o seu negócio, o que você quer passar, e como deseja se comunicar.  Portanto, se você ainda não fez esse exercício, o primeiro passo é definir: O segundo passo é conhecer o seu público. Ou seja, as pessoas que você está mirando: Já comentei aqui, e em outros artigos, sobre a importância de você ter clareza sobre a sua persona e como isso vai te ajudar a construir sua comunicação e ser mais assertivo para fechar mais projetos e obras. Isso não é diferente para você construir a imagem do seu negócio.Após identificar essas questões, vai ser muito mais fácil criar uma estratégia de comunicação coesa e tangibilizar ações que refletem os valores e personalidade do seu negócio.  E assim, você poderá passar para a próxima etapa, que é: descobrir quais táticas vão te ajudar a parecer mais profissional em toda a jornada do seu cliente. Um mito: você não precisa ser uma mega empresa para aparentar ser profissional. Independente se você está começando o seu negócio agora, ou possui uma equipe menor (ou é autônomo), parecer profissional é o que vai te ajudar a dar mais credibilidade para o seu negócio, e te ajudar a cobrar mais pelos seus projetos e obras. E como falei anteriormente: você não precisa de muito esforço, e na maioria das vezes, nem de muito dinheiro, para atingir esse objetivo. Existem pequenas táticas, desde a sua comunicação via e-mail ou WhatsApp, até a sua apresentação de projeto ou orçamento de obra, que quando bem feitas, fazem muita diferença. 👉 Na Home Hero, nossa empresa anterior de reformas, tínhamos essa mentalidade. Toda a jornada do nosso cliente era personalizada, e pensada para transmitir o maior profissionalismo e confiança.  Aqui vão alguns exemplos de como personalizávamos a jornada do cliente:  👉 Para começar, o nosso site e nossas mídias sociais já eram personalizados, e transmitiam a nossa identidade em todos os aspectos.  E quando um cliente entrava em contato, seja pelo site ou Instagram, também tínhamos mensagens padronizadas informando os próximos passos para realizar um orçamento de reforma conosco. 👉 Nos preocupávamos até com a forma que o cliente iria receber um documento “básico”, no qual solicitávamos algumas informações para dar início a obra. Víamos isso como uma oportunidade para trazer o conceito da Home Hero, dá só uma olhada: 👉 Nossa apresentação de projeto também era desenvolvida conforme a identidade visual da Home Hero e individualizada para cada cliente: E no final da apresentação, incluíamos as orientações para o cliente conferir o seu orçamento do projeto, na plataforma da Home Hero: O fato de utilizarmos uma plataforma para que o cliente acompanhasse todo andamento do projeto e obra; verificasse orçamentos; e conferisse arquivos importantes, passava muita tranquilidade para o cliente e aumentava a nossa credibilidade. 👉 Ah, e toda essa personalização, não era só para o cliente, a nossa comunicação e profissionalismo transparecia, também, em outros materiais relacionados à etapa de obra. Exemplo: toda vez que uma obra era iniciada, compartilhávamos um aviso com os vizinhos: Dessa forma, transmitíamos a seriedade da nossa empresa e a nossa preocupação em relação aos moradores do prédio. Além de que, essa ação nos ajudava a aumentar a chance de sermos contratados por outros vizinhos.👉 Na entrega da obra, o mesmo. Prezávamos muito pela melhor experiência do nosso cliente, por isso, na entrega do sonho dele, não poderia ser diferente. No final da reforma, entregávamos pessoalmente um cartão, agradecendo pela confiança, e um presente parabenizando por essa nova etapa: Essas são algumas das ações que faziam parte do nosso processo. Desde o primeiro contato, até a entrega final da obra, tudo era personalizado e pensado para transmitir os valores da nossa marca e passar mais profissionalismo e credibilidade para o nosso cliente. Por isso, minha sugestão:👉 Pense na jornada do seu cliente. Quais ações você faz de maneira “simples”, ou “igual aos outros”, que poderiam ser melhoradas, conforme a sua identidade, e que vão transmitir mais profissionalismo?Comece pelo básico, que poderia ser feito de forma diferente e melhor. Aos poucos você vai conseguir personalizar cada etapa da trajetória do seu cliente com você.‍ ‍‍✅ 1. Crie um site profissional Você já sabe, a presença online é crucial atualmente. O seu site é o seu cartão de visita digital e a primeira impressão que muitos clientes terão da sua empresa.  Por isso, garanta que seja mais do que apenas informativo; ele deve ser atraente, intuitivo e capaz de destacar seus serviços e projetos de forma atraente para seus visitantes. (Falei sobre como ter um site profissional e quais erros você não deve cometer, nesse artigo.) ✅ 2. Tenha um domínio próprio de e-mail  Pode parecer óbvio, mas ter um domínio de e-mail personalizado é uma maneira simples de transmitir profissionalismo.  Evite usar contas de e-mail genéricas e mostre que você se preocupa com a aparência profissional em todos os detalhes. ✅ 3. Padronize a sua comunicação  Desde mensagens de boas-vindas até mensagens de ausência, padronize e automatize a comunicação para economizar tempo e oferecer um serviço consistente aos seus possíveis clientes e clientes. Isso também demonstra seu compromisso com uma experiência do cliente de alta qualidade.‍✅ 4. Mantenha uma identidade visual clara e coerente Seu logotipo, cores e fontes devem ser consistentes em todas as plataformas, seja no seu site, ícone do WhatsApp, ou mídias sociais.Isso ajuda a criar uma imagem forte e reconhecível da sua marca, além de transmitir profissionalismo. ✅ 5. Crie apresentações alinhadas com a identidade visual do seu negócio Apresentações profissionais, como propostas de projetos ou obras, devem ir além do conteúdo e refletir a identidade visual da sua marca. Personalize cada apresentação para atender às necessidades específicas do cliente e demonstre seu comprometimento com os detalhes. ✅ 6. Personalize documentos e comunicações importantes na jornada do seu cliente Como já comentei, personalize desde contratos aos relatórios de obra, cada documento pode ser uma oportunidade para refletir sua marca e seus valores.  Isso mostra um nível de atenção e cuidado que os clientes valorizam e ajuda a fortalecer a confiança. ✅ 7. Considere associações e parcerias Quando você se associa a organizações profissionais e estabelece parcerias estratégicas não apenas aumenta sua credibilidade, mas também expande sua rede de contatos e networking. Isso contribui para construir uma imagem profissional com mais autoridade. ✅ 8. Cuide do ambiente de trabalho Se você tem um espaço físico, certifique-se de que ele seja organizado e transmita profissionalismo. A primeira impressão é valiosíssima.  Dica: se você está começando ou trabalha de forma remota, alugar um coworking 
pode até parecer muito mais caro do que realmente é, mas conta muito, principalmente para quem é pequeno e precisa, por exemplo, fazer uma reunião com um cliente importante. ✅ 9. Tenha contratos profissionais Contratos claros e bem elaborados são fundamentais para transmitir profissionalismo e definir as expectativas desde o início. Além disso, vai transmitir mais segurança para o seu cliente. ✅ 10. Tenha processos bem definidos e externalize para o seu cliente Processos bem definidos não apenas aumentam sua eficiência, mas também mostram que a sua empresa é séria e organizada. Comunique os seus processos aos clientes para que eles se sintam informados em cada etapa. Pode ter certeza que dessa forma eles vão se sentir muito confiantes de estar fechando um projeto ou obra com você. E, se você usa Vobi, por exemplo, você pode permitir que o seu cliente acompanhe esses processos de forma 100% online.  Essa solução vai proporcionar muito mais segurança para o seu cliente e profissionalismo para o seu negócio de arquitetura e construção. Então, se você continua oferecendo a mesma experiência (que todas as outras empresas já oferecem) para o seu cliente, já fica aqui a minha outra dica: clique aqui e solicite o seu convite para a Vobi. Como você viu, não é preciso de muito para você demonstrar mais profissionalismo.Basta você pensar diferente, aproveitar as oportunidades, e ser criativo para personalizar suas ações conforme o que você deseja transmitir para o seu cliente. Lembre-se de que as primeiras impressões e toda experiência que o seu cliente terá com o seu serviço realmente importam. É isso que vai fazer ele fechar um projeto ou obra com você, ou indicar você para outros possíveis clientes. Portanto, se pergunte: Como os clientes importantes percebem a sua empresa? Como os clientes veem o seu negócio?  São duas perguntas importantes que você deve se fazer para traçar novas estratégias.Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda.  Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/construindo-um-instagram-de-sucesso-para-conquistar-mais-projetos-e-obras Title: Construindo um Instagram de sucesso para conquistar mais projetos e obras | Vobi Empreenda Meta Description: Conheça hacks para otimizar o seu tempo criando conteúdo de valor para a sua audiência e como se posicionar no mundo do Instagram. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/construindo-um-instagram-de-sucesso-para-conquistar-mais-projetos-e-obras ## Headings Structure: H3: 👉 O Instagram não é apenas sobre fotos de lugares incríveis H3: 📍 Comece arrumando a casa H3: ❎ Acabe com o: “Nunca sei o que postar” H3: 🔥 Ferramentas para acelerar a criação de conteúdo H3: ✅ Em resumo: você não precisa virar um escravo das redes sociais H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 O Instagram não é apenas sobre fotos de lugares incríveis H3: 📍 Comece arrumando a casa H6: ‍👉 Bio do Instagram H6: 👉 Use o botão de ação a seu favor H6: ‍👉 O famoso “link na bio” H6: ‍👉 Destaques H6: ‍1. Destaque: Comece por aqui ‍ H6: ‍2. Destaque: Quem é você/sua empresa‍ H6: ‍3. Destaque para Feedbacks
‍ H6: ‍4. Destaque para as etapas do seu serviço‍ H6: ‍5. Destaque para os bastidores ‍ H6: ‍👉 Conta comercial no Instagram‍ H3: ❎ Acabe com o: “Nunca sei o que postar” H4: 💡Definindo sua estratégia de conteúdo‍ H4: 🗓️ Crie o seu cronograma de conteúdo e publicações H4: 📊 Tudo deve ser medido H3: 🔥 Ferramentas para acelerar a criação de conteúdo H4: Para ter ideias de conteúdo:‍ H6: 👉 1. Vobi AI H6: 👉 2. Google Trends‍ H6: 👉 3. Riverside - Site que transcreve vídeos de graça H6: 👉 4. Spotify + Instagram - Músicas para Reels H4: Ferramentas para criação de conteúdo: H6: 👉 5. Canva - Criação de posts e vídeos H6: 👉 6. Capcut - Edição de vídeo H6: 👉 7. Nova ferramenta do Instagram: Antes & Depois‍ H6: ‍👉 8. Autocut - Inteligência artificial que corta partes do seu vídeo H6: 👉 9. Vobi AI - Legendas prontas H6: 👉 10. All HashTags‍ H4: Para agendar seus posts facilmente:‍ H6: 👉 11. Estúdio de criação do Facebook H4: Para automatizar respostas para seguidores no direct:‍ H6: 👉 12. Ferramenta de Respostas rápidas e Perguntas Frequentes no Instagram‍ H3: ✅ Em resumo: você não precisa virar um escravo das redes sociais H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Você já está cansado de saber o quão necessário é estar presente no mundo digital, certo?! No entanto, a indústria da arquitetura e construção é uma daquelas que deveria estar utilizando as redes sociais mais do que muitas outras.  Sabe por quê?  Porque o seu cliente precisa ter visibilidade de como funciona o seu serviço, e o Instagram por ser uma plataforma visual, é onde você vai conseguir transmitir esses elementos e conquistar os seus clientes. Mas, se você acha que nunca tem tempo para isso, e o perfil da sua empresa no Instagram teve sua última publicação há 1 ano, está na hora de mudar o jogo. As redes sociais, e o Instagram em particular, devem estar na estratégia de marketing do seu negócio de arquitetura e construção. Não é à toa que mais de 25 milhões de anunciantes no mundo já utilizam a plataforma para gerar negócios. E mais: no Brasil, o Instagram chega ser maior que o Facebook: com 132 milhões de usuários. Além disso, a ferramenta não é apenas sobre fotos de lugares incríveis, memes engraçados ou pratos irresistíveis. Os usuários também buscam conteúdo relacionado a empresas e marcas. Segundo os próprios dados da plataforma: E se eu te disser que é possível conquistar o perfil que você sempre quis, sem ter que contratar alguém exclusivamente para isso?! No artigo de hoje, eu, Taíse, Arquiteta e Líder de Marketing na Vobi, vou compartilhar com você hacks para otimizar o seu tempo criando conteúdo de valor para a sua audiência, e como se posicionar no mundo do Instagram. Para começar: antes de mais nada é importante arrumar a casa.  Se o perfil da sua empresa está “daquele jeito”, porque você nunca parou para pensar estrategicamente nele, comece por aqui. Pois antes de você descobrir o que postar e como criar conteúdo que vai te trazer clientes, existem aspectos importantes a serem considerados. ‍Sabe aquele ditado “a primeira impressão é a que fica”?  Bom, ele vale muito quando estamos falando do seu perfil no Instagram. Imagine que o seu possível cliente recebeu uma indicação sua, ou encontrou o seu perfil por acaso. A bio é a primeira coisa que ele vai ver, e você não quer passar uma primeira impressão ruim (imagino eu). É aí que entra o pulo do gato para você se diferenciar dos demais profissionais. Faça um experimento: entre no perfil dos profissionais de sua rede (ou no seu, rs). Reparou que +90% das contas de Instagram de arquitetos e engenheiros possuem descrições iguais (e péssimas)? Exceto se você não quiser novos clientes, você está cometendo um grande erro. Por quê? Porque essas descrições genéricas não dizem nada.  Tem um monte de Arquiteto e Engenheiro no mercado. É seu dever fazer o cliente entender de maneira fácil e rápida porque você é o profissional que ele deve considerar. Mas como fazer do jeito certo? Siga esse framework: Como você pode ver, fica muito fácil entender que o profissional desse exemplo é focado no nicho de clientes que moram em apartamentos e precisam de ajuda em todo o processo (do projeto até a execução). Dessa forma, quando um cliente com essas características acessar o Instagram desse profissional, ele irá se identificar com essa proposta de valor, e provavelmente, irá contatá-lo para receber uma proposta. ‍ Os botões de ação do Instagram são uma ótima maneira para que o seu público possa interagir diretamente com a sua empresa de uma forma prática e precisa.  Se você ainda não incluiu no seu perfil, oferecer a opção de contato pelo Instagram pode otimizar a sua comunicação, seja por e-mail ou telefone.Assim você terá um botão de CTA (call-to-action) logo abaixo da sua bio: A caixa de texto da biografia é valiosa, aproveite para divulgar o seu site e eventualmente outros links interessantes para o seu negócio. Você também pode utilizar o linktree, essa ferramenta possui planos gratuitos para ter um único link com as informações que deseja divulgar. E se você não for utilizar uma ferramenta como o linktree, uma dica é encurtar seus links os endereços utilizando ferramentas como o Bitly, vai ficar visualmente melhor e você ainda pode metrificar a quantidade de cliques. Chega de destaques aleatórios no seu perfil de arquitetura e construção. O seu cliente precisa ter fácil acesso as informações sobre o seu negócio. Aqui vão algumas dicas de como você pode tirar proveito dessa ferramenta do Instagram para atrair mais clientes: Esse primeiro destaque vai servir para gerar conexão com a sua audiência. Nele explique de forma clara e objetiva o que você costuma compartilhar no seu perfil e dar motivos para a pessoa continuar te acompanhando. Dê aos seus seguidores uma visão mais profunda sobre você. Conte fatos marcantes de sua trajetória, suas crenças, valores e a razão pela qual você escolheu essa profissão. Mostre a humanidade por trás do profissionalismo. Obter feedback é crucial para aumentar solicitações de orçamentos.Exiba depoimentos de clientes satisfeitos como prova social, impulsionando as vendas e reforçando sua credibilidade. Explique detalhadamente os processos da sua empresa de arquitetura e construção. Se você faz projetos, por exemplo, explique como funciona, desde a etapa de briefing até a entrega final. Mostre os seus diferenciais. Explique o que você faz e como você faz, e compartilhe seus projetos e obras para aprimorar sua autoridade. Aproveite aquele momento na obra para gravar e compartilhar o dia a dia da sua empresa.Além disso, com a possibilidade de fixar posts no seu perfil, você pode selecionar publicações que apresentam você e seu negócio; quais são os seus principais serviços; depoimento de clientes e fixá-los no seu perfil.‍ E se você ainda não fez isso, já fica a dica: transforme o seu perfil do Instagram em uma conta comercial. Com a conta business você vai: Para fazer isso é muito simples: basta abrir o menu de configurações no Instagram e selecionar “Alternar para perfil comercial”. Depois, escolha a Página do Facebook que você deseja associar ao seu perfil. E atenção: a sua conta no Instagram deve estar definida como Público. Perfis privados não podem ser alterados para contas comerciais. Por fim, verifique as informações de contato da sua empresa, altere o que for necessário e clique em Concluído. Pronto, seu perfil comercial está feito. Para saber o que postar você precisa antes de mais nada definir o seu objetivo.  Parece óbvio, mas vejo pouquíssimos profissionais da nossa área fazendo isso. Em vez disso, fazem stories aleatórios da xícara de café, ou postam aquele detalhe do painel ripado que só os colegas de profissão vão dar like e salvar o post. E digo mais: postar só projeto/imagem da obra não vende.  Os seguidores precisam querer contratar você e não um projeto qualquer. Sem conteúdos de autoridade e humanização, você não vai atrair clientes. ‍(É por isso que sempre falamos aqui na Vobi Empreenda que existe muito espaço para se diferenciar, pois todo mundo faz mais do mesmo) Só de você ter claro os seus objetivos, a sua persona alvo e sua estratégia de conteúdo, você já estará muito na frente.  Existem 4 componentes principais para qualquer estratégia de marketing de conteúdo:  👉 Propósito e objetivos O que você está tentando alcançar com o seu conteúdo? É para gerar conscientização, educação ou conversões? 👉 Público-alvo Quem é o público-alvo que você pretende atingir? Quais tipos de conteúdo eles querem ver? 👉 Tipos de conteúdo e cadência Que tipos de conteúdo vamos criar e com que frequência vamos distribuir? Qual o formato e cadência são mais adequados aos objetivos que delineamos? 👉 Plano de métricas Como estamos medindo o sucesso de nossos esforços de marketing de conteúdo? Que aprendizados estamos coletando dos dados para continuar a refinar e melhorar nossa estratégia de marketing de conteúdo?E se você ainda não tem claro qual seu objetivo e qual o público alvo que pretende atingir, já deixo aqui um framework para você começar a delinear isso: Certo, agora que você tem clareza sobre o que você quer alcançar, e sabe quem é o público que você quer atingir, porém, você precisa definir a sua estratégia de conteúdo no Instagram para acabar de vez com esse receio de nunca saber o que postar. A chave para construir uma ótima estratégia de marketing de conteúdo é criar pontos de contato valiosos, consistentes e direcionados ao seu possível cliente em todas as etapas do funil de marketing.  Um possível cliente na etapa de topo de funil, de conscientização, pode estar navegando casualmente nos vídeos de reels de uma marca para saber mais sobre o seu serviço. A jornada do seu futuro cliente pode parece um pouco diferente em cada caso, mas muitos passam pelas mesmas fases de: Assim, o conteúdo de Topo de funil tem como alvo os clientes na fase de reconhecimento de necessidades, o conteúdo de Meio de funil tem como alvo os clientes na fase de busca de informações e avaliação de alternativas, e o conteúdo Fundo de Funil tem como alvo os clientes na fase de decisão de compra/contratação. Então, se eu quero focar em alcance e tornar a minha marca mais conhecida, eu posso criar conteúdos de topo de funil e em formatos de conteúdo, no Instagram, que trazem maior alcance para quem ainda não conhece o seu perfil, como o reels. Vou compartilhar com você algumas ideias de tipos de conteúdo para negócios de arquitetura e construção, para cada etapa do seu funil de marketing:1. Conteúdos de topo de funil (atrair) ‍2. Conteúdos para consideração (educar) 3. Conteúdos para conversão (vender) Importante: essas são algumas ideias que você pode tirar proveito para o seu negócio, mas o tipo de conteúdo que você irá criar e como será a distribuição desse conteúdo durante o mês, vai depender muito dos seus objetivos. Além disso, não esqueça de: Após definir o seu objetivo e as linhas editoriais, você precisará criar o seu planejamento, ou seja, o seu calendário de publicações e distribuição do conteúdo.Isso o ajudará a visualizar suas ideias e organizá-las, tornando sua estratégia mais fácil de ser executada. Sem falar que o seu calendário de conteúdo vai ser como um guia para você saber o que publicar e quando.Exemplo: Digamos que você possui uma empresa de arquitetura e construção, que faz projetos e acompanhamento de obras.Você está em um estágio no qual precisa se tornar mais conhecido, ou seja, você precisa focar mais em conteúdos de topo de funil para conquistar uma base de seguidores, crescer sua audiência e tornar-se conhecido. Como poderia ser o cronograma editorial para uma semana: Importante: não se esqueça que quando se trata de melhores práticas, sempre avalie os melhores horários para publicar. No próprio Instagram você consegue ver em qual horário a sua audiência está mais ativa, no painel profissional.‍‍ Lembre-se de acompanhar o desempenho dos seus conteúdos. E você pode conferir isso facilmente através do próprio dashboard do Instagram. De nada adianta ficar produzindo um milhão de posts se você não tiver a mínima ideia se está cumprindo com os seus objetivos. Portanto: 👉 Se você estiver buscando Conscientização (topo de funil) → Analise impressões e alcance 👉 Se você estiver buscando por Consideração (meio de funil) → Analise engajamento, principalmente por comentários e salvamentos 👉 Se você estiver buscando por Conversões (fundo de funil) → Busque por toques em links externos “Ah Taíse, mas eu não tenho tempo para criar conteúdo, demora muito…e não tenho dinheiro para contratar uma pessoa que faça exclusivamente isso no meu negócio.” Calma! É por isso que vou te apresentar ferramentas que vão economizar o seu tempo e ajudar você a ser mais constante no seu perfil do Instagram.‍ Para quem não sabe, recentemente lançamos uma ferramenta de inteligência artificial específica para Arquitetura e Construção: a Vobi AI.  Essa ferramenta pode te poupar aquele tempo pensando em qual tipo de conteúdo postar e até criar cronogramas completos de conteúdo para o seu perfil no Instagram. Basta fazer uma pergunta e você receberá respostas precisas e atualizadas instantaneamente. Inclusive, fizemos um vídeo no Instagram falando sobre isso, dá só uma olhada: Uma publicação compartilhada por Vobi (@vobibr) Essa ferramenta está disponível apenas para clientes da Vobi, portanto, se você tiver interesse em conhecer mais sobre essa, e outras funcionalidades, basta solicitar o seu convite aqui. O Google Trends é uma ferramenta gratuita que permite acompanhar a evolução do número de buscas por uma determinada palavra-chave ao longo do tempo. E ainda é possível refinar a pesquisa por critérios de país, tempo (buscas realizadas nas últimas 5 horas, por exemplo), categoria e tipo de busca. O Google Trends te mantém atualizado sobre o que está acontecendo em determinada área, então você pode ser mais assertivo ao escolher sobre o que criar de conteúdo, e assim nunca vai faltar inspiração para falar algo novo. ‍ Esse site transcreve conteúdos em vídeo de graça e isso é muito bom para criar o seu próprio conteúdo, pois você pode conferir vídeos de outras pessoas que são referência para você, e criar o seu a partir disso. Recentemente o Spotify e Instagram lançaram uma parceria, e essa atualização vai ajudar você a acertar a mão nos seus conteúdos em vídeo Com essa novidade, o Instagram revelou quais são as 50 músicas mais usadas nos Reels pelos brasileiros, e a playlist é atualizada toda semana. Inclusive, fique atento: utilizar músicas do próprio Instagram na edição do seu reels podem favorecer a entrega do seu vídeo.
 Utilize a playlist para acompanhar os assuntos que estão em alta e tirar proveito para o seu próprio conteúdo. Canva é uma das ferramentas mais queridas entre os profissionais de marketing de mídia social e é muito fácil de usar. Nessa ferramenta você terá vários modelos prontos para começar a criar as suas publicações, tanto para conteúdos estáticos (imagens) ou vídeos. Além disso, você pode configurar o seu kit de marca na ferramenta, para manter a unidade visual entre todos os designs criados pela sua equipe.  No Kit de marca, você pode salvar logotipos da marca, as cores da marca e fontes da marca. E recentemente, o Canva também começou a incluir várias funcionalidades alimentadas por inteligência artificial. A maioria delas está disponível apenas para assinantes do Canva Pro, mas você pode conferir o gerador de imagens a partir de texto com IA no plano gratuito. Outro queridinho para quem cria conteúdo para mídias sociais é o CapCut. Essa ferramenta é um editor de vídeos gratuito, disponível para Android e iPhone (iOS), e ganhou bastante popularidade por seus vários recursos e por sua interface intuitiva.  O aplicativo oferece diversas funções básicas, como recorte de vídeo, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas automáticas.  Ele também fornece outras funções mais avançadas, como mudar a velocidade do vídeo para mais lenta ou mais rápida.  Com ele você pode criar vídeos de forma muito rápida e com aspecto profissional. Agora você pode usar um stickers nos stories e nos reles para mostrar o antes e depois. 

Nessa semana, o Instagram lançou uma ferramenta nova para os stories, o sticker “Antes e Depois”. Essa ferramenta permite que as pessoas consigam mostrar duas imagens em momentos distintos. A ideia é conseguir mostrar uma comparação visual direta sem muito trabalho. “Taíse, mas como posso utilizar no meu negócio de arquitetura e construção?” Fácil, mostrando para o seu cliente como estava antes e após te contratarem. E se você está cansado de ter trabalho cortando partes do vídeo que não ficaram boas, essa ferramenta é para você. Com o Autocut você pode editar o seu vídeo automaticamente, eliminando partes desnecessárias. Como falei acima, a Vobi AI é um assistente virtual para arquitetura e construção e com ela você também pode receber aquela ajudinha para criar as suas legendas dos posts. Já pensou que maravilha?! E é muito fácil, basta fazer a pergunta e logo terá a resposta e várias opções de legendas para a sua publicação. O All Hashtags te ajuda a criar as melhores hashtags para o Instagram, Twitter e outras redes sociais.  Basta digitar uma palavra e a ferramenta vai te dar uma lista grande de hashtags relacionadas.  Ela consegue criar e avaliar várias hashtags apropriadas para suas postagens nas redes sociais, o que pode te ajudar a alcançar um público maior e aumentar sua visibilidade. O Estúdio de Criação é uma ferramenta nativa do Facebook para agendar publicações no Instagram e na própria rede social.  O recurso é gratuito e está disponível em contas comerciais e de criadores de conteúdo, e essa função pode ser ativada no aplicativo. Após a conversão para a conta business, é possível programar a publicação de vídeos e fotos no feed, e também de Stories. O Instagram disponibiliza dois recursos inovadores que possibilitam a otimização e facilitam consideravelmente o trabalho de quem realiza vendas na plataforma.  Esses recursos são chamados de: “respostas rápidas” e “perguntas frequentes”, ambos disponíveis em contas configuradas como “criador de conteúdo digital” ou “empresas”. Além desses recursos, é possível utilizar mensagens instantâneas no caso de você ter a conta do Instagram conectada a uma página do Facebook. Este recurso te dá a possibilidade de criar mensagens prontas que serão sugeridas posteriormente pelo aplicativo, por meio de atalhos no teclado do direct.  Isso vai te economizar tempo e não vai deixar nenhum potencial cliente sem resposta. Só é lembrado quem é visto, porém, manter uma constância de presença nas redes sociais exige disciplina. E fica muito mais fácil quando você tem um processo a ser seguido. Utilizando as ferramentas certas para economizar o seu tempo e com uma estratégia sólida de conteúdo, vai ficar muito mais fácil se posicionar no Instagram. E como você percebeu, em nenhum momento eu disse para você ficar fazendo dancinha ou gastando dinheiro. rs  Com essas dicas você já consegue otimizar o seu tempo e melhorar o seu perfil para se diferenciar dos demais. Portanto, para finalizar, siga o processo:✅ 1. Arrume a casa: ajuste e lapide o seu perfil conforme a proposta de valor do seu negócio ✅ 2. Defina os objetivos do seu perfil no Instagram e conteúdo ✅ 3. Defina quais linhas editoriais de conteúdo vão fazer você cumprir com esse objetivo ✅ 4. Monte o seu calendário de conteúdo para o Instagram ✅ 5. Coloque em prática a criação de conteúdo com as ferramentas que vão te economizar tempoSe você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, clique aqui e se inscreva agora no Portal Vobi Empreenda.  Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/entenda-profundamente-o-seu-cliente-e-abra-portas-para-mais-projetos-e-obras Title: Entenda profundamente o seu cliente e abra portas para mais projetos e obras | Vobi Empreenda Meta Description: Aprenda a criar a persona ideal para o seu negócio de arquitetura e construção, e como criar uma proposta de valor que converte. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/entenda-profundamente-o-seu-cliente-e-abra-portas-para-mais-projetos-e-obras ## Headings Structure: H3: 📌 Mensagem certa, Cliente certo H3: 👥 Quem é o seu cliente? H3: 💎 Qual o valor que o seu cliente vê em você? H3: ✅ Como você transmite o seu valor para o cliente H3: 🚀 Bônus: E se você usa Vobi descubra como pode agregar valor ao seu serviço H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 📌 Mensagem certa, Cliente certo H3: 👥 Quem é o seu cliente? H6: 👉 E por que saber isso era importante para nós? H6: 🟡 Por isso, tenha em mente: a definição da sua persona que vai guiar a sua comunicação e todo o seu processo comercial. E é por isso que você deve traçar ela de forma muito detalhada.‍ H3: 💎 Qual o valor que o seu cliente vê em você? H6: ‍👉 O primeiro passo, de novo, é entender quem é o seu cliente. H4: ✅ Tarefas‍ H4: ✅ Dores H4: ✅ Ganhos H4: ✅ Criando a proposta de valor‍ H3: ✅ Como você transmite o seu valor para o cliente H3: 🚀 Bônus: E se você usa Vobi descubra como pode agregar valor ao seu serviço H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Há pouco tempo, elaborei um artigo para a Vobi Empreenda, abordando o tema do nicho de mercado no setor de Arquitetura e Construção (e caso ainda não tenha lido, pode conferir aqui). Nesse artigo, discuti como a escolha de um nicho específico pode facilitar muito a sua vida. Mas o mais importante, que falei neste artigo, é que ter clareza da persona do seu nicho faz com que você consiga criar mensagens e ofertas sob medida para as necessidades específicas dos possíveis clientes. Bom, e não é novidade que tentar fechar projetos ou obras sem definir claramente quem é o seu cliente ideal é uma tarefa dificílima, quase como encontrar uma agulha no palheiro. Portanto, neste novo artigo, vou compartilhar o passo a passo para te auxiliar na construção da persona do seu negócio de arquitetura e construção, e como você consegue criar sua proposta de valor e comunicação a partir disso. E para aqueles que já possuem uma persona definida, este é o momento ideal para revisitar e aprimorar o seu modelo!Afinal, a evolução do mercado e das tendências podem influenciar as características da sua persona ao longo do tempo e você precisa se manter atualizado e alinhado com as expectativas do seu público-alvo.‍ Pare um minuto e pense nisso:Você sabe quem é a pessoa que procura ou contrata o seu serviço?Você até pode ter “ela” desenhada na sua cabeça, mas é importante que você documente e deixe isso muito explícito para a sua equipe (caso tenha uma equipe ou que fique somente para você). Portanto, esse perfil deve ser traçado da forma mais detalhada possível, originando a persona.  Pela definição técnica, o significado de “persona” é: ‍👉 Deixando isso mais tangível, que tipo de persona existe quando estamos falando de uma reforma, ou de uma construção?  Podemos ter um perfil investidor, ou aquele casal com filhos, ou um jovem que está comprando o primeiro apartamento. Enfim, são diversas pessoas. E quando digo para você conseguir detalhar a sua persona, eu quero dizer isso aqui: Esse perfil, na imagem acima, era um cliente muito comum que atendíamos na Home Hero, nossa empresa de reformas anterior a Vobi.  A média de idade desses clientes, na Home Hero, era de 40 anos. E eles tinham uma remuneração mensal média de 45 mil a 140 mil reais por mês. Trabalhavam no mercado financeiro, tinham família, e tinham um perfil extremamente analítico e objetivo.  Seus interesses? Mercado financeiro, família e poker como hobby.‍ Porque a forma que conduzíamos as reuniões, as conversas com esse cliente, eram todas pensadas nesse perfil, que é analítico e objetivo.  Por exemplo, se esse tipo de cliente deseja reformar ou realizar uma construção, o que você acha que ele está buscando quando entra em contato com você? Ele quer aumentar a liquidez do imóvel, simplesmente isso.  Ele não quer se preocupar com execução, e quer investir o mínimo necessário para valorizar o imóvel.  Já vi muitos escritórios falando com o investidor, fazendo uma proposta, e comentando que ele vai ter o apartamento dos sonhos, o apartamento mais personalizado possível, sendo que, na verdade, ele não quer um apartamento personalizado.  Ele quer, simplesmente, investir o mínimo para ter o maior retorno, para ou alugar mais caro, ou vender mais caro do que ele comprou.  Esse é o interesse dele.  E assim como as outras personas, como, por exemplo, o dono do pequeno negócio, que não está interessado, eventualmente, dependendo do tipo de negócio, em personalização, exceto caso isso seja uma experiência, algo do negócio dele, especificamente. Outro ponto que é entender que dificilmente você vai atender mais do que três personas muito bem, pode ter certeza.  Então, tenha isso mapeado.  Saiba quem são as suas personas e como você consegue entendê-las muito bem. E se quiser, você pode utilizar essas ferramentas gratuitas, e online, para te ajudar a construir a sua persona: “Users persona creator” e “Make My Persona”. 👉 Como você percebeu, fica muito mais fácil seguir o seu processo comercial e inclusive criar a sua marca e um posicionamento, baseado na persona. Com isso, você pode criar uma abordagem comercial e proposta de valor muito mais assertiva. A proposta de valor é responsável por mostrar para o cliente que investir no seu serviço “vale a pena”, pois os problemas dele serão resolvidos e os ganhos serão obtidos. Logo, para elaborar a proposta de valor, é necessário entender o que o seu público deseja e quais são as suas necessidades, para então encaixar essa demanda com a oferta dos produtos e serviços que o seu negócio oferece.  Abaixo, compartilhei um exemplo de como você pode estruturar a sua proposta de valor: Portanto, basicamente, a proposta de valor se resume em:‍👉 Quais são os produtos ou serviços que você vai oferecer, e que vão gerar “ganho” para o seu cliente e aliviar as dores dele. ‍Abaixo, um exemplo de possíveis ganhos, dores e tarefas que precisariam ser feitas pelos clientes ao longo desse processo. As tarefas representam todas as ações que o cliente deve tomar para atingir o seu objetivo. Então, por exemplo, quais são as tarefas que um cliente precisa fazer quando ele vai reformar, ou decorar, ou construir? Ele precisa:➡️ Encontrar empresas de reforma➡️ Escolher bons fornecedores➡️ Comparar orçamentos➡️ Resolver problemas de obras  Enfim, existem várias tarefas que ele precisa fazer ao longo desse processo de procura de um profissional para executar um projeto de arquitetura, ou reforma/obra. ‍ As dores do cliente são todos os aspectos que ele considera problemáticos durante o processo.  ‍E o que é dor para esse cliente ao longo de uma reforma?  ➡️ Sem tempo para gerenciar➡️ Tem que fazer vários pagamentos ➡️ Tem que comprar material➡️ Se a obra atrasa, tem problema com um vizinho, ou condomínio➡️ O custo da obra pode ficar mais alto do que orçado ‍ ‍‍Os ganhos representam tudo que o cliente considera como sucesso do processo.  ‍E quais são os ganhos?  Se a gente está falando de um perfil investidor, por exemplo, se ele não precisar se envolver, já é um ganho extremamente grande para ele. Mas existem vários ganhos para os clientes da nossa área como: ➡️ Seleção correta de profissionais➡️ Gasto da obra inferior ao orçado ➡️ Pouco envolvimento com o processo➡️ Qualidade do resultado de acordo ou superior ao esperado➡️ Valorização do imóvelE após definido o perfil do seu cliente, mapeado as dores, ganhos e tarefas, você vai - finalmente - tangibilizar a sua proposta de valor que vai nortear toda sua abordagem comercial e comunicação. É aqui que entra o seu serviço de arquitetura e construção, e como você vai oferecê-lo. ‍Quais são os produtos/serviços que você pode oferecer para um cliente que quer reformar, decorar, construir, baseado nessas tarefas, dores e ganhos?  Podemos oferecer um projeto de arquitetura, ou consultoria, ou um acompanhamento de obras, e até oferecer o serviço de comprar todos os produtos e materiais para ele. Basicamente, o seu serviço é uma das tarefas que o seu cliente precisa fazer (listadas ali em cima no tópico “tarefas” do mapeamento do cliente) e que você vai conseguir monetizar em cima disso. ➡️ E o que você consegue oferecer para esse cliente que pode criar ganho ou gerar alívio?  Se for um cliente que é dono de um pequeno negócio, ou seja, um projeto ou obra comercial, por exemplo, entregar no prazo com certeza é extremamente importante. E dessa forma, isso seria um ganho. Para o cliente investidor, por outro lado, um estudo de liquidez tem muito valor.  Inclusive, fazíamos isso na Home Hero: Quando chegava um cliente com perfil investidor (que queria reformar um apartamento como investimento), fazíamos um estudo da região que o imóvel dele estava localizado e, dessa forma, conseguíamos entender quais eram os elementos que poderíamos adicionar no imóvel para aumentar liquidez. Fazíamos esse estudo e apresentávamos (e recomendo você fazer isso se você tiver um cliente com esse perfil). Isso trazia muito mais segurança e, do ponto de vista do investidor, era fantástico, porque ele não tinha a capacidade de conseguir fazer esse tipo de estudo como nós. ➡️ E os aliviadores, o que você pode criar para aliviar a dor? Algo que oferecíamos, na Home Hero, e que pagávamos do nosso bolso, era o seguro de obra.  Nossa proposta incluía o diferencial de que todas as obras tinham um seguro. E Isso trazia mais confiança e segurança para o cliente.  Outro benefício, pode ser a gestão de pagamentos de fornecedores, ou até mesmo acompanhamento online do projeto, ou obra. Tudo isso vai depender, de qual persona a gente está falando.  Uma vez que você conhece muito bem o seu potencial cliente, você consegue criar uma proposta de valor baseado nele, e assim você pode até, por exemplo, criar pacotes de produtos e serviços.  E a gente fazia isso na Home Hero também, funcionava muito bem.  Inclusive, comentei exatamente sobre isso nesse artigo aqui da Vobi Empreenda. Por exemplo, tínhamos um pacote bronze, onde vendíamos o projeto de arquitetura e orçamentação.  Pacote prata, que era um projeto, orçamentação e acompanhamento de obra.  O ouro, por exemplo, projeto, orçamentação, acompanhamento e compra de todos os materiais… Assim por diante: E para aquele cliente que não queria se envolver com nada, tínhamos um plano diamante, no qual a gente comprava, inclusive, decoração, eletrodomésticos. Além disso, cada plano tinha um preço diferente, obviamente. ‍Mas onde eu quero chegar com isso 👇Quando você apresenta uma proposta para o cliente, sabendo o que é importante para ele, você consegue direcioná-lo para a solução que o seu serviço oferece que ele terá mais chances de fechar. Portanto, mais uma vez, é por isso que você precisa ter muito claro a sua persona, para construir uma proposta de valor assertiva e personalizada para cada perfil de cliente. ‍🟡 E lembre-se: Não será possível aliviar todas as dores do seu cliente, criar todos os ganhos que ele deseja e nem realizar todas as tarefas que ele precisa para alcançar o objetivo.  Por isso, é importante que você conheça quais são as principais dores e ganhos das suas personas e priorize essas características para oferecer soluções personalizadas e eficientes para você e para o cliente. Então, digamos que você tenha a persona bem definida, criou uma proposta de valor do seu serviço direcionada, porém você não comunica nada disso. Quem não é visto, não é lembrado. ‍Repito: a sua estratégia de comunicação deve andar lado a lado com a sua estratégia de venda.  E você nem precisa contratar uma agência para ter isso bem estruturado. Inclusive, para ajudar você, já falamos sobre isso em 2 artigos aqui na Vobi Empreenda:➡️ Conteúdo sobre como criar um instagram de sucesso: Falamos sobre como criar uma comunicação e conteúdo que esteja em sinergia com o seu público alvo; ➡️ Conteúdo sobre como parecer profissional: Falamos sobre como a comunicação deve ser personalizada do início ao fim da jornada do seu cliente. E se você ainda não tem os pontos abaixo, definidos, já utilize esse checklist que vai potencializar a forma que você transmite valor para o seu cliente: ✅ Tenha um Slogan Uma frase curta que resume a proposta de valor, os benefícios e inspirações do escritório. Pode parecer banal, mas a criação de um slogan tem impacto significativo no público, não é à toa que todas as grandes marcas têm um. Um exemplo de slogan para arquitetura e construção: “tudo que você precisa para reformar o seu apartamento”. ✅ One sentence pitch: Frase que vai resumir o que o seu escritório entrega. Ela é mais longa que o slogan e traz mais detalhes sobre a sua proposta de valor, deixando-a mais tangível para o cliente. Seguindo o slogan anterior, o one sentence pitch pode ser “Somos um escritório de arquitetura que ajuda pessoas que querem fazer uma reforma, do início ao fim do processo, do projeto de arquitetura até o acompanhamento da obra”. Essa frase vai conectar os clientes que estão procurando por esse serviço e eliminar clientes que não se encaixam nesse perfil, otimizando o tempo de todos. ✅ Mensagem da marca:Duas ou três mensagens que sempre serão repetidas durante a comunicação. Frases como “cuidamos de tudo para você” e “do jeito que você sempre sonhou”. Essa padronização, além de fortalecer a identidade da marca, vai ensinar aos clientes “como falar do seu escritório”. Ou seja, quando um cliente for te indicar ele vai passar a mensagem que você planejou. Caso isso não esteja claro, o seu escritório pode ser percebido e divulgado de forma equivocada. ‍👉 Ah, e aqui vai uma dica de ouro! Se você usa Vobi, você pode, também, agregar valor e oferecer como benefício o Portal do cliente. Ou seja, você pode mostrar para o seu cliente, que, independente de onde ele estiver, ele vai poder acompanhar o andamento do projeto ou obra, aprovar orçamentos, acompanhar o status de andamento, conferir relatórios de obra e muito mais! Essa solução vai proporcionar muito mais segurança para o seu cliente e profissionalismo para o seu negócio de arquitetura e construção. ‍Portanto, se você continua oferecendo a mesma experiência (que todas as outras empresas já oferecem) para o seu cliente, já fica aqui a minha outra dica: clique aqui para conhecer tudo o que você pode oferecer e agregar valor para aprimorar a sua proposta de valor. Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, clique aqui e se inscreva agora no Portal Vobi Empreenda. Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/estrategia-para-captacao-de-clientes Title: Uma das estratégias que nos ajudou a vender mais de R$10 milhões em obras em menos de 4 meses | Vobi Empreenda Meta Description: Conheça as estratégias dos sócios da Vobi para captação de clientes para obras. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/estrategia-para-captacao-de-clientes ## Headings Structure: H3: 👉 Contexto H3: ‍🔥 A estratégia H3: 💡 O que ganhávamos com isso‍ H3: ➡️ Por que você deve pensar diferente em nosso setor H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 Contexto H3: ‍🔥 A estratégia H3: 💡 O que ganhávamos com isso‍ H3: ➡️ Por que você deve pensar diferente em nosso setor H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Antes de falar sobre a estratégia, gostaria de contar uma história. Eu e meus sócios, antes de fundarmos a Vobi, também fomos sócios da MAR ventures, fundo que já atraiu mais de R$ 200 milhões de reais em investimento e criou/investiu em empresas como Easy Carros, Remessa Online, Finpass e por último, a Home Hero, empresa que atuava no setor da construção civil. A Home Hero foi fundada em 2019 e atuava como uma plataforma de reformas residenciais, que conectava o cliente final com profissionais do setor (arquitetos, designers e empreiteiros). Além disso, nós gerenciávamos as obras do início ao fim, centralizando todo o processo em um único local. Dessa forma, o cliente não precisava lidar com mais de 15 fornecedores ao mesmo tempo. A frente da Home Hero, nós vendemos, em menos de 4 meses, mais de 10 milhões de reais em obras residenciais e, algo que muitas pessoas me perguntam até hoje é: "como vocês conseguiram vender tudo isso em tão pouco tempo?".‍ Pois bem, neste artigo, vou compartilhar uma das estratégias que utilizamos para alcançar esses números, e que, você também pode facilmente aplicar em seu negócio. A estratégia tinha como base a conquista da vizinhança, e funcionava, principalmente, em obras de condomínios verticais (você entenderá o motivo ao longo do artigo). Basicamente, em todas as obras que fazíamos, além de:‍ 1. Darmos presentes para porteiros e síndicos dos condomínios, como vinhos e chocolates. 2. Colocar um comunicado diferente e acolhedor nos elevadores do condomínio (diferente dos tradicionais avisos de "desculpe o transtorno"). 👉 Nós deixávamos uma trufa com uma carta em TODOS os apartamentos do prédio. Este era o texto da carta: Através dessa ação, nós conseguíamos: 1. Tornar a nossa marca conhecida: para nós era muito importante devido à alta concorrência na época (experiência era a nossa forma de diferenciação). 2. Gerar boca a boca positivo dentro e fora do condomínio através dos moradores e de seus amigos. Afinal, me diga uma empresa de arquitetura e construção que você conhece que já fez algo assim e, principalmente, sem ter uma comunicação engessada? Pois é, por conta dessa experiência diferenciada, muitas pessoas começavam a falar de nós e até mesmo postavam nas redes sociais. 3. Ter uma boa relação com vizinhos e funcionários, algo fundamental para qualquer obra. 4. Por fim: adquirir mais clientes por um custo extremamente baixo. As trufas e cartas custavam cerca de R$10,00 cada. Em um prédio com 100 apartamentos, investíamos aproximadamente R$ 1.500,00 (no total), já levando em conta o custo dos presentes para os funcionários do prédio. Dessa forma, um cliente convertido nos retornava +10x. Isso mesmo, mais de 10x! Sem contar todos os outros benefícios como awareness da marca. Por fim, todo mundo saía ganhando! Nós, nossos clientes, seus vizinhos e os funcionários do prédio (que inclusive nos recomendavam para outros moradores posteriormente 😉). 👉 Como o nosso mercado é muito tradicional e todo mundo faz tudo igual há anos, não é difícil conseguir a atenção dos clientes quando você faz algo diferente. E para fazer algo diferente, você não necessariamente precisa de um alto investimento, é tudo uma questão de matemática. Como no exemplo que dei acima, com um investimento que gerava um retorno acima de 10 vezes. Para isso, você apenas precisa ser criativo (e sair da zona de conforto) e ter controle dos seus números (CAC - Custo de aquisição do cliente, ROI - Retorno sobre o investimento, LTV - Quanto que o seu cliente deixa na mesa ao longo da relação com você, entre outras métricas básicas que irei abordar nos próximos conteúdos do Vobi Empreenda). Uma vez que você tem isso, fica muito fácil gerar não só boas ideias, mas ideias que também façam sentido financeiramente para o seu negócio. Sejam elas mais tradicionais, como a criação de conteúdos de antes e depois, e até mesmo, as mais "fora da caixa", como contratar um chef para um jantar para os moradores na entrega da obra (em outro artigo vou contar detalhes sobre essa ação que fizemos 👀). E você, também já fez alguma ação como essa? Compartilhe conosco através do email (empreenda@vobi.com.br) para publicarmos a sua história aqui também. Se você gostou desse conteúdo, já se inscreve no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos, nos quais vou contar outras estratégias de vendas e captação de clientes que deram certo e utilizamos no passado. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/nicho-ou-faz-tudo-qual-vale-a-pena-para-arquitetura-e-construcao Title: Nicho ou “Faz tudo”: Qual vale a pena para arquitetura e construção? | Vobi Empreenda Meta Description: Conheça qual a diferença de segmento e nicho de mercado, e como a escolha de um nicho pode ajudar no seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/nicho-ou-faz-tudo-qual-vale-a-pena-para-arquitetura-e-construcao ## Headings Structure: H3: 💡 “Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve” H3: 🔥 Como essa escolha vai ajudar o seu negócio H3: 👉 5 passos para escolher um nicho no mercado de arquitetura e construção H3: ➡️ 4 ferramentas para te ajudar a encontrar um nicho de mercado H3: 🚀 Como se tornar autoridade no seu nicho H3: 🎯 Você prefere ser um peixe pequeno num lago grande ou um peixe grande num lago pequeno? H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 💡 “Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve” H3: 🔥 Como essa escolha vai ajudar o seu negócio H4: ‍👉 1. Posicionamento e comunicação assertiva = clientes mais qualificados ‍ H4: ‍👉 2. Quando os clientes percebem valor, estão mais dispostos a pagar mais‍ H4: 👉 3. Processos padronizados‍ H4: ‍👉 4. Identificação de possíveis parcerias para o seu negócio‍ H6: ‍Complementaridade de Serviços: ‍ H6: ‍Indicações e Recomendações: ‍ H6: ‍Crescimento Conjunto: H3: 👉 5 passos para escolher um nicho no mercado de arquitetura e construção H4: ✅ 1. Identifique um problema no seu segmento H4: ✅ 2. Avalie seus conhecimentos H4: ✅ 3. Observe a demanda‍ H4: ✅ 4. Analise a concorrência H4: ✅ 5. Analise cada nicho identificado‍ H3: ➡️ 4 ferramentas para te ajudar a encontrar um nicho de mercado H6: ‍1. Google Maps - Nichos na Sua Região:‍ H6: ‍2. Google Trends - Tendências em Alta:‍ H6: ‍3. Keyword Planner:‍ H6: ‍4. SEMrush - Especialista em Concorrência:‍ H3: 🚀 Como se tornar autoridade no seu nicho H3: 🎯 Você prefere ser um peixe pequeno num lago grande ou um peixe grande num lago pequeno? H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? A maioria dos profissionais da arquitetura e construção costumam dizer que gostam de “nichos”, e muitas vezes até acreditam que estão atuando em um nicho específico. O nicho é uma parte de um segmento de mercado. Tanto “segmento de clientes” como “nicho” são termos bastante consagrados na área de marketing e no mercado em geral.  Eles significam pequenos grupos de clientes, basicamente “submercados”. A ideia do segmento normalmente é ser um pouco maior. Então, arquitetura de interiores pode ser considerada como um segmento, apesar de que, é um segmento tão grande, tão volumoso, que praticamente é um mercado em si.  Portanto, quando olhamos para nicho, tentamos olhar para uma coisa menor.  Por exemplo: Isso é um nicho. Outro exemplo, para construção civil: obras residenciais especializadas em clientes de alto padrão.A diferença é essa. O segmento é um pouco maior e o nicho faz parte desse segmento. ‍Mas a ideia aqui é que você tenha isso bem claro na sua cabeça, para poder criar a mensagem e oferta adequada para qual for o seu segmento e nicho do seu negócio.E é por isso que é tão importante na arquitetura e construção. Admita: a maioria dos profissionais que você conhece (e talvez até você) têm um pouco de medo disso, e saem da universidade ou entram no mercado com um quê mais generalista.  Atendendo todo mundo, achando que por poderem fazer de tudo, ou seja, tudo que aprenderam na faculdade, podem fazer tudo no mercado, e isso não tem problema. Não tem problema até uma certa etapa da sua carreira, não é? Quando você está começando, e experimentando, ok.  Mas depois que você se estabelece, é interessante começar a olhar com mais carinho e mais cuidado para os segmentos e nichos, e eventualmente explorar alguns deles. Essa escolha é muito mais profunda do que só pensar na parte de marketing, pois, toda a sua empresa vai se basear nisso. Vou te mostrar, na sequência, como a escolha de um nicho para o seu negócio vai facilitar muito a sua vida e consequentemente vai te ajudar a ser mais assertivo ao prospectar clientes. Pense naquele profissional que faz de tudo… Imagine a “salada de frutas” que deve ser o Instagram, ou site, dessa empresa. Por fazer de tudo e querer atender a todos, essas empresas acabam não atendendo, diretamente, ninguém. Quando estamos falando com um nicho específico, a pessoa com quem você está querendo falar, te entende. Ela vai sentir que você está conversando com ela, como se estivesse chamando ela pelo nome. Portanto, a questão do nicho, também é uma escolha de foco, é pensar quem você quer atender a partir de amanhã.  O seu negócio de arquitetura e construção, pode continuar tendo ofertas mais gerais, mas quebrar em pequenos nichos e segmentos faz com que você consiga entregar mensagens distintas para cada um.  E isso é muito importante, poque com uma comunicação assertiva você não vai estar vendendo o seu serviço de forma igual para vários tipos de clientes.  Você saberá exatamente como convencer o perfil de cliente que está buscando, e vai passar isso através do seu posicionamento, autoridade no assunto e comunicação. Existe um exemplo que você pode aplicar no seu dia a dia que é tentar explicar para os seus clientes, usando uma frase só, o que você faz. Por exemplo: Então, como seria essa frase no mundo real?  Uma frase muito genérica seria: “eu ajudo as pessoas a transformarem os seus espaços por meio de serviços de arquitetura e construção.” Isso é basicamente o que todas empresas do nosso setor utilizam, pode até reparar nas “bios“ do Instagram dos seus colegas de profissão. (rs)E é o que normalmente dizem, porque fazem tudo para todo mundo e de todo tipo. O que não está errado, mas perceba que essa frase não tem tanta força.  Porque as pessoas acabam não se conectando tanto com ela. Agora, se você fala, por exemplo:“Eu ajudo pessoas que querem realizar uma reforma residencial, sem ter dor de cabeça, através de um serviço profissional e transparente.”Percebe que já começa a comunicar com muito mais força? Faça o teste para o seu negócio e confira se está muito genérico. Quando quebramos nossos clientes em grupos distintos e entendemos suas particularidades, somos capazes de entregar uma oferta muito mais direcionada.  Isso faz com que o cliente sinta que está recebendo um serviço customizado para suas necessidades específicas, percebendo, assim, mais valor naquilo que você oferece. Pense nisso: quando você se posiciona como um especialista em um nicho de mercado específico, você transmite autoridade.  As pessoas confiam em especialistas, e essa confiança se traduz em uma disposição para pagar mais. Afinal, as pessoas contratam profissionais para resolver problemas que elas próprias não conseguem resolver, por isso estão dispostas a pagar pela experiência e expertise. Há um equívoco comum de que escolher um nicho de mercado limitará o número de vendas que você pode fazer.  No entanto, a realidade é justamente o oposto.  Ao dominar um nicho específico, você se torna líder nesse mercado. Isso não apenas aumenta sua visibilidade, mas também permite que você adote um tom mais "educacional" em suas abordagens de venda.‍ E além de transmitir mais autoridade, através da escolha de um nicho, outro ponto muito importante é que isso vai te ajudar a padronizar e aprimorar os processos do seu negócio. Ou seja, ser um especialista em obra comercial, é totalmente diferente de ser especialista em obra residencial, toda a comunicação, todos os fornecedores e processos serão diferentes. ‍Tudo isso agiliza muito o seu processo, e assim você terá mais tempo para investir em outras tarefas importantes do seu negócio como prospecção de clientes. Exemplo: No caso da Home Hero, nossa empresa anterior, eramos especialistas em reformas de apartamentos residenciais. Nossa abordagem nesse nicho nos permitiu desenvolver processos altamente eficazes que ajudaram não apenas a nossa empresa, mas também nossos clientes, que buscavam uma reforma sem dor de cabeça. E como trabalhávamos exclusivamente com esse tipo de nicho, nos tornamos especialistas em identificar os desafios e oportunidades para esse tipo de cliente. Por exemplo, quando um cliente nos procurava para reformar um apartamento antigo, não gastávamos mais tanto tempo na avaliação inicial do local. Já conhecíamos os problemas comuns que iríamos encontrar por ser um edifício antigo, como problemas de elétrica ou encanamento. E para esse tipo de caso, já tínhamos um padrão, um processo que nos permitia realizar uma vistoria inicial eficiente.Outro exemplo, que já foi comentado em outro artigo da Vobi Empreenda, é que todo o nosso processo comercial era baseado na persona daquele nicho que atuávamos. Todo o nosso funil de vendas, por exemplo, era adaptado, pensando na jornada daquele cliente específico. ‍‍Sem falar que todos os nossos processos estavam documentados de forma online, e na Vobi, você pode também fazer isso. Você pode criar templates para cada nicho que você atua e facilitar muito a sua vida. Se você atua em reformas comerciais, por exemplo, você pode criar o seu próprio template na plataforma.  E assim, toda vez que tiver uma obra nova você poderá aplicar esse template, e terá todas as informações padronizadas para serem executadas. (Se você ainda não usa a Vobi, e quer parar de perder tempo com tarefas manuais, aproveita e já clica aqui para solicitar seu convite.)Além disso, na Home Hero, por termos escolhido um nicho, os fornecedores com os quais trabalhávamos, já estavam familiarizados com nossas necessidades específicas, o que reduzia o risco de atrasos na entrega. E também, não apenas aprimorou nossos processos, mas também fortaleceu nossas relações com os fornecedores locais.  Eles sabiam que éramos líderes nesse nicho e compartilhavam nosso compromisso com a qualidade e eficiência. Isso nos deu uma vantagem competitiva ao negociar preços e prazos de entrega favoráveis para nossos clientes.  E, como resultado, conseguíamos economizar dinheiro para nossos clientes enquanto mantínhamos os mais altos padrões de qualidade. Empresas que trabalham com um nicho específico, terão muito mais facilidade para conquistar parcerias importantes, e aumentar sua autoridade no mercado. Como falei anteriormente, ao se concentrar em um nicho particular, você se torna um especialista reconhecido nessa área e isso chama a atenção de outros profissionais que compartilham desse nicho, como arquitetos e engenheiros especializados na mesma vertente.  Portanto, provavelmente, eles vão reconhecer a sua dedicação e conhecimento, o que naturalmente gera interesse em estabelecer possíveis parcerias.  Como você pode tirar vantagem de parcerias em um nicho específico de arquitetura e construção: Trabalhar em conjunto com arquitetos e engenheiros que atendem ao mesmo nicho permite uma sinergia de serviços. Vocês podem oferecer soluções abrangentes e integradas aos clientes, o que é altamente valorizado.  Exemplo: um escritório de arquitetura especializado em projetos de interiores para apartamentos de alto padrão, pode fazer parceria com uma empresa que executa reformas de apartamentos de alto padrão. Profissionais especializados frequentemente se deparam com projetos que requerem conhecimentos além de suas especialidades.  Quando você é conhecido como um especialista no nicho, seus colegas de profissão não vão hesitar em recomendar seus serviços aos clientes. Parcerias bem-sucedidas muitas vezes resultam em crescimento conjunto.  À medida que você e seus parceiros de nicho colaboram em projetos e aprimoram suas ofertas, ambos podem expandir seus negócios de maneira sustentável. Portanto, lembre-se: a escolha de um nicho no mercado de arquitetura e construção não apenas define sua expertise, mas também simplifica o processo de estabelecer parcerias estratégicas.  Ao se tornar um especialista reconhecido em um segmento específico, você atrai naturalmente colegas de profissão e abre as portas para colaborações mutuamente benéficas que podem impulsionar o crescimento de todos os envolvidos. Mas afinal, como encontrar um nicho de mercado? Talvez o principal desafio de quem está começando. Mas, se você já tiver uma trajetória profissional considerável, também pode revisar o seu modelo de negócio. O passo a passo para encontrar o seu nicho de mercado envolve aprimorar suas competências analíticas, entender o perfil do seu cliente ideal e identificar se ele está alinhado com o direcionamento da sua empresa.‍ Ok, você trabalha no mercado de arquitetura e construção, mas qual problema você quer solucionar deste mercado? Quais os desejos, problemas e necessidades da sua persona? Essa é a forma mais rápida de identificar nichos de mercado que ainda não são atendidos.  E quando você cria uma persona para a empresa, é mais fácil entender as necessidades do seu público-alvo. Com a persona criada, é hora de analisar quais são os seus desejos, problemas e necessidades. A partir dessas respostas é possível procurar soluções eficientes. Se você fosse sua persona, quais soluções iria preferir para esses problemas? Pensar dessa maneira te ajuda a decidir quais são as melhores soluções e serviços.  E o grande pulo do gato de nichos bem segmentados é oferecer soluções diferentes para necessidades, dores e desejos de um público disposto a comprar, mas que possuem poucas opções para isso.  Logo, uma das formas de garantir que o nicho escolhido tem potencial de levar você ao sucesso é identificar quais são os problemas enfrentados por quem faz parte dele. Com essas questões em mãos, você irá listar soluções que você pode oferecer. Você tem as habilidades necessárias para oferecer as soluções que vão resolver as dores identificadas? Uma das formas de definir o nicho de mercado em que você irá atuar é observar quais são suas habilidades:‍O que você sabe fazer?Com o que já trabalhou? Qual é a sua formação?  Todas essas suas experiências podem te ajudar a criar serviços que sejam de valor para o seu possível cliente. Um Engenheiro especialista em construções sustentáveis, pode tirar partido da sua formação acadêmica para oferecer uma solução sustentável para construções, que diminuem custos das obras. Perceba que, nesse caso, o nicho de mercado foi definido a partir do conhecimento do profissional e da identificação de duas tendências de mercado, sendo a sustentabilidade e a economia. Portanto, observe suas habilidades e como elas podem ser usadas para atender um nicho específico. Além de identificar as tendências de consumo, outra boa prática, que pode te ajudar a definir o nicho de mercado, é pesquisar sobre as demandas atuais do mercado. Qual o tamanho e a demanda deste nicho de mercado? Não adianta amar um nicho e ter ideias incríveis para solucionar os problemas se não existe demanda para essa solução. Para isso, existem diferentes ferramentas, inclusive gratuitas, que vão contribuir para essa pesquisa, entre elas: Falarei sobre essas ferramentas no próximo tópico. Na sua cidade existem outros negócios como o seu? O que eles fazem de diferente? Como você pode oferecer um serviço único e exclusivo? Com o benchmarking, veja se seus concorrentes diretos têm oferecido diferentes soluções ou até se há novos públicos interessados naquilo que você já oferece. Além disso, olhar os concorrentes também é até uma maneira de você entender se vale a pena entrar naquele nicho. Porque se são muito pequenos, o nicho pode ser muito embrionário.Aí você pode pensar de duas formas:

“Nossa, que oportunidade, não tem ninguém falando…”. Ou talvez, não tenha ninguém falando porque não dá certo. (rs) Comece a analisar os respectivos segmentos, tanto entre os clientes que já estão em sua carteira, quanto os que você está pesquisando. Você pode inclusive usar a matriz SWOT para a aplicar nos segmentos que você identificou. Encontre forças, fraquezas, oportunidades e ameaças e, assim, achará os que melhor se adéquam aos objetivos da sua empresa. O Google Maps também pode ser uma fonte de inspiração para nichos de negócios.  Com ele, você pode planejar sua estratégia de acordo com a localização geográfica.  Por exemplo, você pode buscar por um tipo de estabelecimento e uma área específica.  Se você procura por "empresas de reforma no centro da cidade X", você pode descobrir se existe demanda insatisfeita na região. Ficar de olho nas tendências é importante ao escolher um nicho.  O Google Trends é ótimo para ver como a busca por um determinado assunto evoluiu com o tempo.  Use as palavras-chave que encontrou na dica anterior e veja se o interesse das pessoas cresceu ou diminuiu.  A parte legal é que você pode ver isso por localização geográfica e idioma, o que ajuda a entender a demanda na sua região. Enquanto o Google só sugere termos relacionados, a ferramenta do Google Keyword Planner vai além. Ele ajuda a encontrar palavras-chave parecidas com as do seu produto ou serviço, o que abre novas portas.  Além de mostrar quantas vezes as pessoas buscam por essas palavras, ele também mostra o nível de concorrência e permite segmentar por localização geográfica. O SEMrush é como um detetive das análises de concorrência online.  Ele te ajuda a descobrir se o nicho que você quer existe, qual é o tamanho da concorrência e quem são seus principais adversários.  Você também pode ver as palavras-chave que eles disputam com você, e até conferir dados de tráfego dos seus canais.  É uma ferramenta completa que ajuda a explorar nichos e aprimorar sua presença online. Ok, você escolheu o seu nicho de mercado, ou já atua em um. Agora a sua empresa precisa ser aquela que todos olham quando se trata desse nicho. Como fazer isso? Uma estratégia eficaz de alcançar esse objetivo é a estratégia de marketing de conteúdo através das redes sociais. Mas uma coisa importantíssima: não copie conteúdo. Fazer isso só vai te atrapalhar. Pode dar um pouco mais de trabalho e exigir investimento, mas o conteúdo original é o que vai te garantir autoridade. Seu público quer informações novas e interessantes.  Além disso, conteúdo original de qualidade é compartilhado nas redes sociais com frequência, especialmente com pessoas do seu público, o que ajuda ainda mais a divulgar o seu trabalho. E não se esqueça: escreva o seu conteúdo focando na sua persona. Como fazer isso? Definindo uma persona bem detalhada e específica. Quanto mais você souber sobre a personagem que representa seu público, mais pessoal será sua comunicação.  Seu consumidor vai se sentir como se você estivesse batendo um papo direto com ele, porque, na verdade, é isso que está acontecendo. Com a persona, você tem uma representação precisa dos comportamentos, desejos, objetivos e problemas do seu público. Para isso, você precisa criar uma persona detalhada.  Faça uma pesquisa minuciosa das personas que fazem parte do seu nicho. Busque identificar tudo que puder em comum entre eles, como interesses, características físicas, traços de personalidade, padrões de consumo e mais. No geral, o objetivo é fazer o seu consumidor se identificar com o conteúdo. ‍(Pretendo escrever, em breve, um conteúdo sobre construção de persona, portanto, se você ainda não faz parte da comunidade Vobi Empreenda, já se inscreve aqui) Um exemplo, para tangibilizar o que estou querendo dizer:Se você é dono de uma empresa de arquitetura e construção, focada em reformas de apartamentos residenciais, você pode utilizar esses tipos de conteúdo para conquistar autoridade no assunto: Caso queira saber mais sobre como criar conteúdo para conquistar mais clientes, no Instagram, fizemos um artigo exatamente sobre isso na Vobi Empreenda, basta clicar aqui.‍ Torne sua empresa em referência. Uma fonte confiável… Como o cliente vai te deixar, se sua empresa sabe exatamente o que fazer para ajudá-lo? Esse ponto é essencial para justificar o motivo pelo qual sempre indico que os profissionais do nosso setor tenham nichos mais claros dentro dos seus negócios. Você que deve estar lendo este artigo e pensando:‍“Ah, Ythalo…mas eu não quero escolher um nicho, eu não quero mudar o nome do meu escritório e ser especialista em ambientes infantis a partir de amanhã.”  Você não tem essa necessidade, obrigatoriamente.  Como falei, a questão do nicho, é também é uma escolha de foco, é pensar quem que eu quero atender a partir de amanhã. Se você começar a se posicionar como uma autoridade, com o tempo vai se tornar uma fonte de desejo. As pessoas vão querer te contratar porque sabem que você é a melhor solução para o assunto. Existe uma frase muito utilizada que é:“Você prefere ser um peixe pequeno em um lago grande ou um peixe grande em um lago pequeno?”Muitas vezes, o tamanho do peixe é o mesmo. Só o que muda é o contexto. Então, pense nisso. Às vezes tentar atuar num mercado muito grande, iniciando a sua caminhada com poucos recursos, pode ser muito arriscado. Você pode perder a relevância.  ‍Agora, se você optar por um nicho com uma estratégia bem clara, você pode ganhar relevância, ganhar autoridade, e se tornar ao longo do tempo até desejado por aquele nicho de clientes. Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, clique aqui e se inscreva agora no Portal Vobi Empreenda.  ‍Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/nunca-mais-perca-clientes-por-uma-proposta-comercial-mal-feita Title: Nunca mais perca clientes por uma proposta comercial mal feita | Vobi Empreenda Meta Description: Saiba como criar uma proposta comercial vencedora e como criar o seu processo de vendas. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/nunca-mais-perca-clientes-por-uma-proposta-comercial-mal-feita ## Headings Structure: H3: ➡️  Contrato não é o mesmo que proposta comercial H3: ❎ Não monte uma proposta comercial sem antes entender o seu funil de vendas H3: 👉 Criando o seu processo de vendas H3: 🔥 Briefing bem feito, maiores chances de contratação H3: ✅ O checklist de uma proposta que converte H3: 🚀 Não se esqueça de fazer um bom follow-up H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: ➡️  Contrato não é o mesmo que proposta comercial H3: ❎ Não monte uma proposta comercial sem antes entender o seu funil de vendas H4: 👉 1. Etapa de Inspiração ‍ H4: 👉 2. Etapa de Decisão e Pesquisa ‍ H4: 👉 3. Contratação ‍ H4: 👉 4. Reforma ou Obra  ‍ H4: 👉 5. Uso ‍ H3: 👉 Criando o seu processo de vendas H3: 🔥 Briefing bem feito, maiores chances de contratação H4: 👉 1. Preparação‍ H4: 👉 2. Introdução‍ H4: 👉 3. Entendendo o cliente‍ H4: 👉 4. Entendendo a rotina‍ H4: 👉 5. Gostos e preferências‍ H4: 👉 6. Escopo do projeto/obra‍ H3: ✅ O checklist de uma proposta que converte H4: ‍✅ 1. Capa da proposta‍ H4: ‍✅ 2. Storytelling‍ H4: ‍✅ 3. Sua história H4: ✅ 4. Seu serviço‍ H4: ‍✅ 5. Serviços opcionais‍ H4: ‍✅ 6. Seu processo‍ H4: ‍✅ 7. Depoimentos H4: ✅ 8. Investimento‍ H4: ‍✅ 9. Fechamento‍ H4: ‍Recapitulando: H3: 🚀 Não se esqueça de fazer um bom follow-up H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Infelizmente, no nosso setor, é muito comum profissionais enviarem o contrato do projeto/obra, para um possível cliente, como proposta comercial. Porém, a proposta é algo diferente, que antecede o contrato. Durante a jornada de conquista de um novo cliente, você, e o seu possível cliente, passarão por etapas importantes, que vão desde a prospecção até a contratação. A proposta comercial é uma dessas etapas. É ela que vai fazer com que o seu cliente decida por contratar os serviços da sua empresa.  Como você já sabe, anterior a Vobi, eu e meus sócios fundamos a Home Hero, uma empresa de reformas, em São Paulo, capital. Nossa empresa vendeu mais de R$10 milhões em obras em menos de 4 meses, e uma das estratégias que nos ajudou a conquistar mais projetos e obras, foi justamente, ter os processos de vendas muito claros e detalhados.  Portanto, ter uma apresentação de proposta comercial bem estruturada, com todas as informações necessárias e ainda com uma linguagem incisiva, é a chave para a conversão de oportunidades.  Mas, antes de montar a proposta dos sonhos, é essencial que você tenha domínio de como funciona um funil de vendas, e tenha clareza (se você ainda não tem) do seu processo comercial.  Acredite, ter essa visibilidade vai te ajudar a montar uma proposta muito mais assertiva. Por isso, nesse artigo, vou compartilhar com você, o passo a passo do processo de vendas, que utilizávamos na Home Hero, e o checklist de uma proposta comercial que converte em mais projetos e obras para o seu negócio. O funil de vendas é quando analisamos a jornada do cliente, desde o início, do momento que ele está cogitando realizar um projeto/obra, até o final da jornada, no qual acontece a contratação.  E, por que isso é importante?! 👉 Porque sabendo os passos dessa jornada, você consegue ser mais eficiente, pode personalizar a experiência do potencial cliente, e utilizar técnicas mais assertivas na sua proposta comercial.‍ Perceba que, quase a metade desse funil faz parte da etapa de aquisição (topo de funil), que não é o foco do nosso artigo de hoje, o foco do nosso artigo será na etapa em que o seu possível cliente entrou em contato com você e tem interesse na sua solução. É aqui que vamos focar. Exemplificando, a partir do momento que ele está considerando você como opção, ele estará no “meio de funil”, e a partir do momento que ele vai tomar a decisão de que empresa vai contratar, ele estará no que chamamos de “fundo do funil”. Então, agora que você já sabe o que é um funil de vendas, para ficar mais tangível, confira na prática, como seria um funil para uma empresa de arquitetura e construção que realiza reformas. A primeira etapa é a etapa de inspiração, é o começo da jornada. Nesse momento, o seu potencial cliente está buscando referências desse universo, ou seja, está procurando inspirações de apartamentos/casas, visita showrooms, começa a se inspirar e manifestar o desejo de realizar uma reforma. Isso vai fazer com que ele chegue no momento de decisão, onde ele efetivamente vai decidir se precisa de um apartamento novo, ou uma casa nova, por exemplo. Assim que o possível cliente formaliza na cabeça dele que deseja fazer uma construção ou reforma, ele passa para etapa de decisão.  Essa etapa de decisão está conectada com a etapa de pesquisa, pois, a partir do momento que o potencial cliente decide o que quer, ele vai começar a pesquisar sobre empresas que podem oferecer esse serviço e que podem ajudá-lo nesse processo.  Nesse momento, ele começa a entrar em contato com outras empresas, e é por isso que, se você é um profissional que apoia o seu cliente em todo o processo, e possui a iniciativa de entender mais sobre o que ele está buscando, seu possível cliente vai sentir muita confiança da sua parte. Após conversar com vários prestadores de serviços, o seu cliente será direcionado para a etapa de contratação.  Aqui, ele já vai ter mais respostas na sua cabeça.Vai estar mais decidido do que quer, e qual empresa deseja contratar.  Portanto, tenha em mente que, possivelmente, essas serão as perguntas que ele vai se fazer nessa etapa de contratação: E assim, após a contratação, o seu cliente vai para as últimas etapas do funil: Reforma e Uso.  Nessa etapa, outras perguntas surgem na cabeça do seu cliente, relacionadas à execução do serviço, como, por exemplo: É importante entender que o cliente não sabe nenhuma dessas respostas, e é por isso que você, como profissional especializado, deve estar disposto a ajudá-lo, eliminando empecilhos, sendo transparente e fornecendo segurança para ele. Por fim, o seu cliente passa para o momento do “Uso”. E é nessa etapa que ele vai usufruir do que foi entregue por você. Aqui você vai poder utilizar técnicas que estimulem o seu cliente a divulgar o seu serviço. Nesse momento, ele vai estar com os sentimentos à flor da pele, então a probabilidade dele divulgar ou indicar o seu serviço para mais pessoas é muito alta! Aliás, se quiser conhecer uma estratégia que utilizamos na Home Hero para estimular a divulgação do nosso serviço, após a entrega da obra, clique nesse outro artigo da Vobi Empreenda. Bom, você entendeu como funciona um funil de vendas, e mais especificamente um funil de arquitetura e construção, de uma empresa de reformas. Agora, vou compartilhar, na prática, como você pode criar o seu processo de vendas para, depois, criar uma proposta comercial que vai aumentar as chances de conversão. O primeiro passo é escolher quais etapas fazem sentido para o seu modelo de negócio, desde a entrada do funil até o fundo do funil.  Um exemplo de funil que utilizávamos na Home Hero, nossa empresa anterior de reformas: ✅ 1. Etapa de Lead: Etapa que o cliente conheceu você e entrou em contato solicitando orçamento; ✅ 2. Etapa de Qualificação: Aqui você vai entender se aquela pessoa é realmente um potencial cliente; ✅ 3. Etapa de Briefing e Proposta: Momento de apresentar a proposta comercial para o cliente e encantar ele com a proposta de valor; ✅ 4. Etapa de Fechamento: Etapa de contratação do serviço.Em mais detalhes: Na etapa de proposta e briefing, é o momento de entender com mais profundidade as necessidades e prioridades do cliente e objetivos que ele tem com a reforma/obra.  E, também, é a hora de mostrar o porquê você é a melhor opção comparado a outros profissionais ou empresas que ele encontrou no mercado. Essa apresentação pode ser presencial ou por vídeo.‍🟡 Ah! E atenção: fortemente NÃO recomendamos você enviar a proposta por e-mail para o cliente sem antes realizar a apresentação de forma presencial ou por vídeo. Isso é um dos erros mais comuns do nosso setor e pode diminuir exponencialmente as chances do seu possível cliente fechar negócio com você! Você passou pela etapa de qualificação do cliente, e chegou a hora de você realizar a etapa de briefing e apresentação da proposta. ‍“Ythalo, mas como o briefing se relaciona com a etapa comercial?” Fácil: as perguntas que você fizer para esse cliente são essenciais para levar a uma proposta que converte. ‍E é muito importante que você tenha em mente que briefing não serve apenas para fazer um projeto ou obra bem feito, mas também para aumentar as chances daquele cliente contratar o seu serviço. Na Home Hero, possuíamos um roteiro, um padrão de briefing, que você pode tirar proveito para o seu negócio de arquitetura e construção. Toda vez que fazíamos a apresentação da proposta comercial, realizávamos em conjunto essa etapa de briefing, e conduzíamos a reunião para a apresentação do investimento no nosso serviço. Como funcionava: Primeiro de tudo: esteja preparado para essa reunião. Garanta que tudo está pronto para você fazer uma apresentação excelente. Checklist para uma ótima preparação: Ao começar a reunião, explique como será a dinâmica da conversa e alinhe expectativas. Deixe claro como irá funcionar: Momento de extrair informações gerais que sejam relevantes para o projeto/obra e para sua estratégia comercial. Perguntas para entender melhor o cliente, no caso de uma empresa de arquitetura e reformas: Extraia informações da rotina dele que sejam relevantes para o projeto ou obra, e para a sua proposta comercial. Como é a rotina do possível cliente: 🟡 Dica de ouro: essa pergunta do horário é bem interessante de se fazer, pois, quando você estiver encaminhando para o momento de contratação, você já saberá qual o melhor horário para entrar em contato com esse cliente. Momento de coletar informações sobre os gostos e preferências do cliente que sejam relevantes para a sua proposta e estratégia comercial. Aqui você vai entender qual estilo ele está buscando. 🟡 Dica: Utilize elementos capturados anteriormente, fotos, informações pessoais, etc. O que você pode perguntar: ‍‍(Lembrando que são exemplos de perguntas que acreditamos que são importantes, focadas em empresas que realizam reformas residenciais, mas você pode adaptar conforme o seu negócio de arquitetura e construção)
 E assim, vamos para a etapa de escopo do projeto. Essa é a etapa principal do briefing. Nela você vai entender o que o seu cliente vai querer do projeto/obra. Atenção: aqui é outro momento para você se destacar! Portanto, seja um CONSULTOR: Sobre o escopo do projeto/obra: Nesse cenário, você pode trazer argumentos técnicos, que vão ajudar nesse processo. Por exemplo, sobre o piso, se o cliente está com dúvida, você pode falar assim: “Aqui eu tenho um slide que mostra os tipos de pisos e diferenças.” Assim, você explica o que é um laminado, ou, o que é um vinílico, e outras informações técnicas de maneira didática. Isso não só demonstra mais confiança para o seu cliente, mas passa mais credibilidade, mostrando que você entende do assunto. Portanto, é extremamente importante que você vá munido para a sua apresentação, com materiais didáticos que ajudem e potencialize o seu papel como especialista. ‍🟡 Dica de ouro: essa é uma etapa que pode fazer você se destacar bastante se você for muito bem preparado. E por fim, você passará para a parte de apresentação do negócio e da proposta comercial. Antes de mais nada, vale ressaltar que não existe resposta 100% certa, e esse material é baseado em um exemplo que funcionou para Home Hero, portanto, lembre-se de adaptar para a realidade do seu negócio. Como você percebeu, na Home Hero, a etapa de briefing era em conjunto com a proposta comercial.  O processo era bem detalhado e guiava para a apresentação da empresa e da proposta. Para facilitar, montei um checklist de tudo o que acreditamos necessário para uma proposta que converte: Primeiro de tudo, tenha uma capa visualmente interessante, conforme a sua identidade visual e, eventualmente, personalizada com o nome do cliente. Segundo passo, a história. Construa uma narrativa. No nosso caso, contávamos uma história de que todo mundo tem um sonho, seja construir uma casa ou reformar o seu apartamento, mas por trás disso, existe uma grande dor de cabeça. Aqui, apresentávamos os pontos do porquê uma reforma pode trazer dor de cabeça, coisas que o cliente muitas vezes nem tem noção que são problemas. Como, por exemplo, a parte de documentação, seleção de fornecedores, pagamentos para cada fornecedor, e assim por diante. Nessa hora, você vai mostrar que você está ali para ajudá-lo nesse processo, e que com você, ele não vai passar por essa “dor de cabeça”. Assim, você irá ressaltar os seus diferenciais: Tenha um slide só falando dos diferenciais e mostrando que você é um novo aliado nessa jornada. No nosso caso, na Home Hero, oferecíamos um diferencial de pré-orçamento, e sabíamos que isso era muito importante para quem estava pensando em realizar uma reforma, para saber se estava estourando ou não, o budget. E se você já usa Vobi, fica ainda mais fácil. Você pode utilizar a ferramenta Portal do Cliente ao seu favor, mostrando como o seu cliente terá visibilidade de todo andamento do projeto ou obra, podendo acompanhar orçamentos em tempo real, conferir arquivos a qualquer momento, e ter todas as informações do serviço contratado, em um só lugar.  Recebemos diversos feedbacks de clientes da Vobi que começaram a fechar muito mais projetos/obras depois que passaram a apresentar a plataforma durante a reunião de proposta comercial para os seus possíveis clientes.  Eles literalmente abriam a plataforma e mostravam como o seu cliente poderia acompanhar todo o serviço contratado de uma forma muito mais intuitiva e online. Se você ainda segue fazendo o tradicional, mas quer ter um diferencial no seu negócio, já acessa esse link para descobrir como a Vobi vai te ajudar a fechar mais contratos. Bom, como você percebeu, a narrativa (storytelling) passava por: Depois desse momento, na apresentação, você vai mostrar o porquê que você é referência nesse assunto, explicando a história do seu negócio. Aqui você vai contar sua história e mostrar quem faz parte da sua empresa. E, caso você não tem tanto tempo de trajetória profissional, mostre os seus diferenciais de estudos/acadêmicos, para seu cliente sentir confiança em você.‍ Nesse momento, você vai explicar o que está contemplado no serviço que você faz: Então, se você está falando de um projeto de arquitetura, por exemplo, explique as etapas, tem cliente que nem sabe o que é um projeto 3D, ou o que é um levantamento, ou projeto executivo. Explique detalhadamente, mostre o valor e quais são os benefícios que o seu cliente vai ter ao contratar esse tipo de serviço. Você pode inclusive, nesse momento, mostrar exemplos. Como, mostrar um exemplo de um projeto executivo, um exemplo de 3D… Vai trazer mais segurança e aumentar o valor do serviço que ele irá investir. Após falar sobre as características do seu serviço, fale sobre os serviços opcionais (se você tiver). No caso da Home Hero, nós também oferecíamos esses outros serviços opcionais, portanto, fazia sentido incluir na proposta comercial e apresentar ao cliente. E para dar mais confiança para o cliente: Compartilhe um cronograma visual de como funciona o seu processo, como são as etapas e como se constroem. Você pode até passar estimativas de duração das etapas, para mostrar que se ele quiser em 1 semana, verá que não é possível, e que existe um tempo mínimo para isso. ‍(Lembrando que você pode adaptar, se for um projeto comercial, ou uma obra, etc, aqui é só um exemplo)‍ Essa etapa é muito importante, e se você ainda não tem, comece agora a pensar em como coletar esses relatos. Você sabe que no nosso setor existe essa preocupação, portanto, mostre que você já fez esse trabalho para outras pessoas. Isso vai passar bastante confiança.‍ Por fim, temos o investimento que o cliente vai fazer para contratar o seu serviço. Caso você ainda não tenha os valores, você pode comentar que depois da reunião você irá enviar.Caso já tenha, apresente para o seu cliente e, inclusive, apresente as formas de pagamento. Se você acredita que as formas de pagamento vão ajudar esse cliente a fechar com você, por algum motivo, reforce esse ponto. ‍🟡 Dica de ouro e muito importante:Jamais utilize a palavra VALOR, PREÇO ou “Você vai pagar”, fale: INVESTIMENTO. E também: tenha uma data limite da proposta. Fechando com chave de ouro, inclua um slide que vai ser a cereja do bolo, pode ter uma frase provocativa, como: Inclua o nome do cliente, os seus dados de contato, e portfólio, caso o cliente queira conferir. Após a apresentação, formalize a reunião enviando este documento por e-mail, ou outra ferramenta. 🚀 Dica de ouro: também, ao finalizar a apresentação, é importante indagar o seu cliente, com perguntas como:
 “Eaí, fez sentido? Era isso que você imaginava​?​ O que você achou?” Essa pergunta vai te ajudar a entender se você está indo no caminho certo ou não, colhendo feedbacks para melhorar a apresentação para futuros clientes. Fazer uma boa proposta comercial exige habilidade e treino.Mas o mais importante é saber adequar às necessidades do cliente, criando um conteúdo coerente, atraente e personalizado.  Com o investimento certo de tempo, e dedicação, é possível montar um documento brilhante e mostrar todo o diferencial que a sua empresa tem. Além disso, não se esqueça de fazer um bom follow-up após o envio, para que todo o trabalho de elaboração de uma boa proposta comercial não seja perdido. Ao enviar o documento formalizando a proposta, é importante entrar em contato no dia seguinte para confirmar se ele recebeu o arquivo, se conseguiu avaliar o material, ou se tem alguma dúvida, e já agendar com ele uma próxima data para retomar o contato caso ainda não tenha conferido a proposta. Lembre-se: você deve sempre manter o contato com o cliente até a aceitação ou rejeição da proposta. Escrevi um artigo recentemente, sobre técnicas de follow up, aqui no Portal Vobi Empreenda, e você pode conferir aqui. Por fim, siga o processo:✅ 1. Defina o seu processo de vendas✅ 2. Faça uma reunião de briefing personalizada e que transmita autoridade ✅ 3. Utilize o checklist para criar uma proposta matadora  ✅ 4. Faça um bom follow-up para acelerar o fechamento do projeto ou obraSe você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, clique aqui e se inscreva agora no Portal Vobi Empreenda.  Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/o-dia-em-que-contratamos-um-chef-para-presentear-o-cliente Title: O dia em que contratamos um chef para presentear o cliente com um jantar na entrega da obra | Vobi Empreenda Meta Description: Revelada uma das estratégias que ajudou os sócios da Vobi a captarem mais clientes. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/o-dia-em-que-contratamos-um-chef-para-presentear-o-cliente ## Headings Structure: H3: 👉 Contexto H3: ➡️ O mercado mudou: Para crescer, você precisa ir além do tradicional H3: 🚀 A estratégia H3: 💡 Seja criativo H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 Contexto H3: ➡️ O mercado mudou: Para crescer, você precisa ir além do tradicional H3: 🚀 A estratégia H3: 💡 Seja criativo H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Como você já sabe, antes de fundar a Vobi, eu e meus sócios, fundamos a Home Hero, empresa que atuava no setor da construção civil. A Home Hero foi fundada em 2019 e atuava como uma plataforma de reformas residenciais, que conectava o cliente final com profissionais do setor (arquitetos, designers e empreiteiros). A frente da Home Hero, nós vendemos, em menos de 4 meses, mais de 10 milhões de reais em obras residenciais e, algo que muitas pessoas me perguntam, até hoje, é: ‍"Como vocês conseguiram vender tudo isso em tão pouco tempo?" A resposta é simples: isso aconteceu porque fomos além e pensamos diferente. Afinal, estávamos criando uma nova marca e sabíamos que o nosso setor de arquitetura e construção tem uma reputação ruim, de atrasos, falta de transparência e orçamentos estourados. Tínhamos consciência que, se fizéssemos o básico bem feito (sem atrasos e orçamentos estourados), já iriamos chamar atenção. Se fossemos além, conseguiríamos crescer ainda mais. E foi isso que aconteceu.A história que vou contar hoje para você, é sobre uma das estratégias que utilizamos e que nos ajudou a crescer e se destacar no mercado, virando notícia em diversos veículos como Exame, Forbes, Folha de São Paulo, etc.‍ Aqui vai uma verdade difícil de engolir:Não adianta mais só fazer um projeto ou construção personalizada e apenas cumprir com o combinado de entregar no prazo e orçamento. O mercado está saturado e cada vez mais existem profissionais competindo para conquistar o seu cliente. E muitas vezes, até jogando baixo e desvalorizando a profissão.‍Para se destacar no meio da multidão, você precisa ir além. Você precisa personalizar toda a experiência do seu cliente, do início ao fim.Desde o primeiro contato até a entrega final do projeto ou obra. Isso era algo que, desde que fundamos a Home Hero, tínhamos em mente. O nosso objetivo era proporcionar a melhor experiência para o nosso cliente ao ponto deles nos indicarem para os seus amigos/familiares/colegas de trabalho e, consequentemente, gerar mais clientes. E se você está desconfiado e acha que, na prática, não funciona. Os números não mentem: Em um mercado onde cerca de 80% da captação de clientes é por indicação, proporcionar uma excelente experiência para o consumidor vai te ajudar a construir uma máquina de indicações que vai trazer mais projetos e obras e crescer o seu negócio.‍ No conteúdo #01, compartilhei uma das estratégias que utilizávamos para captar clientes. Neste artigo vou compartilhar outra ação que ajudou a Home Hero a conquistar clientes com um investimento baixo e alto retorno. Segue a história 👇Na entrega de chaves de uma das obras que havíamos executado, nós decidimos contratar um chef e presentear o cliente com um jantar com os seus amigos, na casa dele, recém-entregue. Calma, eu já imagino o que deve estar passando pela sua cabeça: “Mas Ythalo, não é caro contratar um Chef? Ainda mais em São Paulo?”Não é. E abaixo vou te explicar o porquê.O jantar custou aproximadamente R$1.000 e o cliente poderia convidar 4 amigos para aproveitar a experiência, logo, temos um custo de R$200,00 por pessoa.Se o nosso cliente, falasse bem da gente e os outros convidados demonstrassem interesse em, também, contratar a Home Hero, e tivéssemos pelo menos 1 conversão, esse investimento já estaria pago.E foi exatamente isso que aconteceu.Além de deixarmos esse cliente extremamente feliz e agradecido, com a casa renovada e de quebra um jantar para o open house…Sabe de quem eles mais falaram na hora do jantar?De quem fez a reforma e pagou por toda aquela experiência.E era exatamente isso que queríamos. Proporcionar uma experiência tão fantástica ao ponto de falarem da gente e, consequentemente, adquirir mais clientes.Afinal, que empresa de arquitetura e construção ou reforma que você conhece que já fez isso?‍Para você ter uma ideia, um cliente vindo dessa ação gerava um retorno 10x maior que o investimento. Como comentei acima, o mercado está cada vez mais competitivo. Portanto, mais do que nunca, é preciso ser criativo. Você não precisa de um alto investimento para se consolidar no setor, basta focar na experiência do seu cliente, fazendo com que os seus clientes lembrem de você ao ponto de compartilharem com outras pessoas. ‍A aquisição de clientes por indicação é uma das melhores maneiras de você conquistar projetos e obras por um custo baixo e, nosso setor, não é difícil de pensar em estratégias como essa para aumentar suas indicações. Pois todo mundo faz mais do mesmo. E se você já usa Vobi, fica ainda mais fácil.Pois, com certeza, os seus clientes vão mostrar para amigos/familiares a experiência que estão tendo com a plataforma e como estão tendo visibilidade e segurança para realizar um projeto/obra com você, aumentando as chances de obter novos clientes. Até porque, a maioria dos profissionais ainda entrega um amontoado de planilhas e documentos, que o cliente fica perdido ao longo da jornada. Não sabendo qual a última versão do projeto, o que aprovou ou não, o que precisa pagar, quanto já gastou, etc. No fim, aquele momento que era para ser especial acaba virando um caos com diversos conflitos. E é por isso que o portal do cliente da Vobi faz tanto sucesso. ‍Aqui você pode ver um dos relatos de profissionais que utilizam o portal do cliente Vobi para transformar a experiência dos seus clientes: E se você, ainda segue fazendo o tradicional e possui ambição para crescer o seu negócio, acessa esse link para descobrir como a Vobi vai te ajudar a fechar mais contratos.Por fim, seja criativo e faça acontecer! As indicações virão.E aí, também já fez alguma ação como essa? Compartilhe conosco através do email (empreenda@vobi.com.br) para publicarmos a sua história aqui também.E se você gostou desse artigo, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio.Também não se esqueça de compartilhar com quem está precisando muito dessas dicas também, clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/o-mercado-esta-fraco-ou-o-problema-e-com-o-seu-negocio Title: O mercado está fraco ou o problema é com o seu negócio? | Vobi Empreenda Meta Description: Se essa dúvida tira o seu sono, descubra de uma vez por todas como saber se o problema é você ou o mercado de arquitetura e construção. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/o-mercado-esta-fraco-ou-o-problema-e-com-o-seu-negocio ## Headings Structure: H3: 🤔 Que atire a primeira pedra quem nunca pensou nisso H3: 📊 Antes de olhar para o mercado, domine as métricas básicas do seu negócio H3: 🔥 Ferramentas gratuitas para você mapear o mercado de arquitetura e construção H3: 💡Porque é tão importante analisar o mercado H3: 👉 Resumindo: esteja sempre atento ao mercado, suas métricas e use a tecnologia a seu favor H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 🤔 Que atire a primeira pedra quem nunca pensou nisso H3: 📊 Antes de olhar para o mercado, domine as métricas básicas do seu negócio H3: 🔥 Ferramentas gratuitas para você mapear o mercado de arquitetura e construção H4: 01. IGEO ‍ H4: 02. GOOGLE TRENDS‍ H3: 💡Porque é tão importante analisar o mercado H3: 👉 Resumindo: esteja sempre atento ao mercado, suas métricas e use a tecnologia a seu favor H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? “Será que o mercado que está fraco nesses últimos meses ou sou só eu que não estou conseguindo ter clientes?” 😰Eu tenho certeza que 95% dos Arquitetos, Engenheiros ou Construtores que lerem esse artigo, tiveram essa dúvida em algum momento da trajetória do seu negócio. Portanto, se essa dúvida tira o teu sono, preste atenção porque nesse artigo da Vobi Empreenda vou compartilhar com você um segredo para você entender, de uma vez por todas, se o problema é você ou o mercado. E acredite, é muito fácil descobrir isso, e a melhor parte é que vai te ajudar a identificar mais oportunidades de crescer o seu negócio de arquitetura e construção.Mas, antes de irmos direto ao assunto, vamos dar uma olhada no cenário da arquitetura e construção. O setor de construção civil teve um reaquecimento do mercado após o período da pandemia de Covid-19, retomando a construção de grandes empreendimentos, obras e reformas particulares.Porém, ao mesmo tempo, nos últimos anos, percebemos que o mercado de arquitetura e construção civil também anda saturado. Isso mesmo que você leu. Mas, saturado de profissionais tradicionais.  Tanto da engenharia como arquitetura, competindo ferozmente para conquistar clientes.  E infelizmente, a reputação do no nosso mercado muitas vezes é marcada por atrasos, falta de transparência e orçamentos estourados.  Portanto, antes de entrarmos no mérito de observar o mercado e entender se ele é quem está em baixa ou se é algum problema seu de geração de demanda, você precisa olhar internamente para o seu negócio. Você precisa ter muito claro todas as suas métricas. Assim, você vai identificar mais fácil se o problema é você ou o mercado. Como foi dito, é extremamente importante que você conheça todas as métricas do seu negócio de arquitetura e construção. Você precisa entender que, sem elas, você até pode conseguir mapear o momento do mercado, mas não vai conseguir tomar decisões assertivas para a sua empresa, pois estará olhando apenas para o externo, e não para o interno. ‍👉 Segue abaixo algumas métricas básicas que você deve dominar: ‍Na prática, como isso vai te ajudar:👉 Se você perceber que o mercado está em alta (te ensino mais para frente a como identificar isso), e sua média de clientes interessados no seu serviço continua igual, porém a quantidade de propostas fechadas diminuiu, existem grandes chances de você estar com algum problema no seu fluxo comercial, precisamente na apresentação de propostas.👉 Outro exemplo: o mercado está em alta e sua média de clientes interessados caiu. Nesse caso, provavelmente você está enfrentando algum problema de marketing, de atração de potenciais clientes.Por isso, recomendo você ter um processo de vendas muito claro, pois ele irá te ajudar a identificar de forma mais rápida e assertiva, problemas e oportunidades de melhoria em cada uma das etapas do seu processo comercial.E se você ainda não acompanha essas métricas no seu negócio, saiba que na Vobi você consegue ter controle de tudo isso de forma muito mais fácil, pois você tem mais visibilidade do que acontece na sua empresa e fica muito mais fácil de acompanhar. 👉 Se você ainda não utiliza a Vobi, aproveita e já clica aqui. OK, você entendeu a importância das métricas internas do seu negócio.  Agora, você precisa descobrir como mapear o mercado de arquitetura e construção para identificar se a dúvida sobre baixa demanda está relacionada ao seu negócio ou ao mercado. ‍Para isso, você pode utilizar ferramentas como IGEO e Google Trends ‍São ferramentas completamente gratuitas, e abaixo vou explicar como funcionam e como você pode utilizá-las. O IGEO, é o Sistema de Informações Geográficas (SIG) do CAU que, a partir de dados georreferenciados, disponibiliza mapas, gráficos, tabelas e indicadores relacionados a formação, perfil e atuação profissional dos arquitetos e urbanistas, empresas e instituições de ensino.Nele você vai conseguir acessar mapas temáticos ou customizar a sua consulta fazendo uso dos dados públicos disponíveis.‍Com o IGEO, você vai ter dados concretos na mão.  Como, por exemplo, a quantidade de RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) emitida por mês em cada região.  Você sabe que a RRT é o documento que comprova que projetos, obras ou serviços técnicos na área de Arquitetura e Urbanismo foram desenvolvidos por profissionais devidamente habilitados e registrados no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Ou seja, isso ajuda a identificar, por exemplo, se o número de RRT emitidas nos últimos meses for baixo, pode indicar que o mercado está com baixa procura por profissionais da sua área e que, se você estiver passando por alguma turbulência em relação a suas vendas, pode ser que o mercado inteiro também esteja.  E o mesmo serve para o número alto de RRT emitidas, o mercado pode estar aquecido…e assim por diante. É muito fácil de conferir, veja só: Você pode consultá-lo nesse link. Já o Google Trends é a ferramenta oficial (e gratuita) do Google para ajudar as pessoas a entenderem as tendências de mercado.  Isto é, a ferramenta do Google possibilita que você entenda o que as pessoas estão buscando e qual a possível tendência futura do termo buscado. Para ilustrar, confira esse exemplo fora do setor de arquitetura e construção:  Se você, por exemplo, buscar pelo termo “vídeo locadora”, verá que a tendência de busca desse termo é uma queda livre. Afinal, as videolocadoras deixaram de existir muito por conta do surgimento da internet e dos streamings, como a Netflix. Essa ferramenta é ótima para garantir que você esteja olhando para o presente e, principalmente, para o passado. Assim, por mais que o Google Trends não possa ler o futuro (porque ele não tem uma bola de cristal rs), você ainda poderá ter boas ideias de como determinados comportamentos vão refletir no seu negócio no futuro. Se algum termo está começando a ser mais buscado, mês a mês ou ano a ano, interpretar isso é fácil: há uma forte tendência de mercado para esse termo.  Por exemplo: os maiores picos de pesquisa para a palavra “academia” são em janeiro. Por quê? Porque é o momento em que as pessoas pensam em começar o ano com o “pé direito”. Agora, vamos buscar por “reformar casa”: (importante: estamos fazendo essa análise no google trends olhando para os últimos 5 anos) E, além disso, para ficar ainda mais claro para você como o Google Trends poderá te ajudar, eu separei uma lista de itens de como a ferramenta pode potencializar o crescimento do teu negócio de várias formas: Portanto, além de ser o maior buscador do mundo, o Google é o lugar onde mais de 90% das pessoas pesquisam antes de decidir por uma compra, seja em busca de mais informações ou para simplesmente realizá-la. Não usufruir dessa ferramenta, gratuita, pode ser uma desvantagem para o seu negócio. Essas ferramentas são como bússolas que vão te guiar na direção certa, mostrando onde estão as oportunidades e os desafios. ‍Não confie apenas no seu feeling, use os dados ao seu favor. E eu sei que você está aí se perguntando:  ‍“Agora eu tenho as ferramentas, mas por que é tão importante analisar os dados de mercado?”  Pois bem, essa é uma das análises que vai te ajudar a responder o título desse artigo. ‍Vai te dar visibilidade dos períodos de alta e baixa no setor, permitindo que você faça um planejamento estratégico e inteligente. Vamos imaginar esse cenário: ao saber dos períodos de baixa previstos, você pode se planejar com antecedência e fechar mais projetos e obras durante os períodos de alta procura.  Quando a demanda estiver menor, você estará focado na execução dos seus projetos e obras já garantidos, com uma agenda cheia e sem preocupações com a prospecção de novos clientes. 👉 Porém, assim como já falei, somente ela não é suficiente. A análise do mercado pode te ajudar nesse entendimento, mas, sem uma análise interna e domínio das suas métricas aliada à análise do mercado, você pode ter uma visão superficial e não conseguirá tomar decisões assertivas para impulsionar o seu negócio. O sucesso está em unir essas duas forças para fazer análises melhores e se destacar no mercado de arquitetura e construção. Por fim, tenha em mente que você precisa sempre olhar para o âmbito externo como interno, e precisa ter as ferramentas certas para te auxiliar nesse processo.  Afinal, como sempre falo aqui na Vobi Empreenda: só vai se destacar no mercado quem pensa diferente, e mais: quem usa a tecnologia a seu favor.  Seja para buscar tendências e analisar o mercado como para gerenciar os seus projetos e obras.  Portanto, aproveito para te convidar, se você ainda não conhece a Vobi, para conhecer a plataforma de gestão e obras que está revolucionando a vida de milhares de profissionais da arquitetura e construção civil.Fica aqui o meu convite para você conhecer mais clicando aqui. Agora é hora de colocar tudo isso em prática, analisar o seu negócio e mercado e partir para ação. Espero que esse artigo tenha acendido uma luz aí dentro de você e atendido às suas expectativas. E se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda.  Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/pare-de-enviar-propostas-de-projetos-ou-obras-para-todos-os-clientes Title: Pare de enviar propostas de projetos ou obras para todos os clientes que chegam até você | Vobi Empreenda Meta Description: Confira por que a qualificação de clientes é fundamental para o sucesso do seu negócio de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/pare-de-enviar-propostas-de-projetos-ou-obras-para-todos-os-clientes ## Headings Structure: H3: 🎯 Venda para os clientes certos ou perca tempo com os errados H3: ✅ Como descobrir se aquele cliente não vai te dar dor de cabeça H3: ❌ Os erros mais comuns na qualificação H3: 👉 Como acompanhar as etapas de qualificação H3: 🔥 Quanto mais informação você possui, maiores são suas chances de converter H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 🎯 Venda para os clientes certos ou perca tempo com os errados H3: ✅ Como descobrir se aquele cliente não vai te dar dor de cabeça H4: ✅ Etapa 1: Formulário de solicitação de orçamento H4: ✅ Etapa 2: Ligação H4: ‍👉 Um caso que aconteceu conosco H6: 👉 Portanto, regra para todo o negócio de arquitetura e construção:Se o cliente não for qualificado: Desqualifique!‍‍ H3: ❌ Os erros mais comuns na qualificação H4: ❌ Fazer da primeira conversa um interrogatório H4: ‍❌ Se empolgar e falar mais do que ouvir H4: ‍❌ Não ter claro e registrado quem é sua persona ideal H4: ❌ Não documentar perguntas e respostas H3: 👉 Como acompanhar as etapas de qualificação H3: 🔥 Quanto mais informação você possui, maiores são suas chances de converter H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Quem nunca apresentou uma proposta comercial e depois o cliente sumiu? Ou fechou um projeto, ou obra com um cliente totalmente desqualificado, que trouxe apenas dor de cabeça? 💣É uma situação comum no nosso setor, mas hoje vou compartilhar com você um conselho valioso no mundo da arquitetura e construção civil (e que imagino que você gostaria de ter escutado antes): 👉 Pare de enviar propostas de projetos ou obras para todos os clientes que chegam até você. Neste artigo do Vobi Empreenda, vou explicar por que a qualificação de clientes é fundamental para o sucesso do seu negócio e como você pode implementar estratégias eficazes de qualificação. Afinal, vender para os clientes certos faz toda a diferença. Mas antes de começar, quero deixar claro que a qualificação é a diferença entre vender para os clientes certos ou perder tempo com os errados. Ao enviar propostas indiscriminadamente, você está desperdiçando recursos valiosos, como, o seu tempo e energia, em oportunidades que podem não ser interessantes para o seu negócio. Mas como identificar os clientes certos? 👉 É aí que entra a qualificação de clientes. Ter um processo bem estruturado de qualificação é essencial para garantir que você esteja investindo seu tempo e recursos nos clientes certos. Se você entende completamente as expectativas e necessidades do cliente, você, profissional de arquitetura e construção, pode personalizar suas propostas e soluções para atender às demandas específicas de cada projeto ou obra. Assim, ao conhecer melhor o cliente desde o início, você vai estar:👉 Identificando quaisquer restrições, limitações orçamentárias ou requisitos especiais que possam impactar a execução do seu trabalho. Sem falar que você vai evitar problemas e desafios no decorrer do projeto ou obra. Bom, agora que você entendeu a importância da qualificação de clientes, vou te mostrar como implementar estratégias de qualificação eficazes, específicas para profissionais da arquitetura e construção.E vou te mostrar como fazíamos a qualificação na Home Hero, uma das empresas que fundamos no passado, focada em reformas de apartamentos e que movimentou mais de R$10 milhões de reais em obras em 4 meses. Vou compartilhar um exemplo de qualificação que utilizávamos em um dos nossos negócios anteriores, para ilustrar como isso pode ser feito. Nós dividíamos a qualificação em duas etapas: ‍Na primeira etapa, utilizávamos um formulário de solicitação de orçamento que ficava no nosso site, e que todo cliente interessado preenchia. As perguntas nesse formulário eram projetadas para obter informações essenciais sobre o cliente e seu projeto, como: Essa etapa nos ajudava a coletar informações iniciais e nos dava uma visão geral sobre o cliente e suas necessidades. Por exemplo, se o imóvel era comercial, nós já desqualificávamos o cliente nessa etapa por meio de um e-mail automático, pois só atendíamos imóveis residenciais. Ou seja, esse caso nem evoluía para a etapa 2 e ninguém (nem nós e nem o cliente) perdia tempo com algo que não faria sentido.Porém, se o potencial cliente tivesse os requisitos mínimos, sabíamos que apenas as respostas desse formulário não eram suficientes para uma qualificação completa, portanto realizávamos mais uma etapa de qualificação.‍Mas antes de passar para essa etapa, você precisa ter isso em mente: Após a primeira etapa, passávamos para a segunda etapa, que consistia em uma ligação para o cliente. Nessa ligação, tínhamos a oportunidade de sentir o cliente, confirmar as informações anteriores e explorar mais a fundo suas necessidades e expectativas. Fazíamos uma série de perguntas, como: E depois das perguntas: Esse contato pessoal nos permitia criar uma conexão com o cliente e compreender melhor suas necessidades, além de nos ajudar a identificar se o cliente estava realmente comprometido com o projeto e se tinha alinhamento com a nossa proposta de valor.‍ 💡Após a segunda etapa, realizávamos uma reunião presencial, de briefing, para conhecer ainda mais o cliente, e somente ao final, fazíamos uma apresentação da proposta personalizada. Para tangibilizar para vocês, como essa metodologia era eficiente, vou compartilhar com vocês um caso real que aconteceu conosco: Um cliente havia preenchido o formulário de solicitação de orçamento em nosso site com a necessidade de realizar uma reforma.Ele tinha um apartamento antigo e desejava realizar uma reforma completa para transformar o lugar esteticamente e funcionalmente.No entanto, durante a ligação de qualificação, descobrimos que ele tinha expectativas irreais em relação ao prazo e ao investimento necessário para o projeto e reforma (Algo que não é novidade, né?! rs).  (Aliás, muitos profissionais deixam para descobrir a expectativa de prazo do cliente, depois da apresentação de proposta comercial)Além disso, ele não estava disposto a se comprometer com a etapa de projeto de arquitetura, pois já tinha em mente o que gostaria de fazer e queria que nós “apenas” executássemos as ideias da sua cabeça. Com base nessas informações, ficou claro para nós que esse cliente não estava alinhado com nosso estilo de trabalho e nossos valores. ‍Decidimos não enviar uma proposta comercial, pois sabíamos que a obra seria problemática e não atenderia às expectativas do cliente. Diga que você não é a melhor solução para ele, e que você preza pela satisfação dos seus clientes, e inclusive, a dele. Por isso, você acha melhor não seguir adiante pelos motivos X, Y ou Z. Você pode até indicar um parceiro, ou um amigo.E sempre é bom lembrar: Ao recusar oportunidades inadequadas, você está demonstrando seu compromisso com a satisfação do cliente e com a entrega de resultados excepcionais. ‍Não tenha medo de dizer não e direcionar seus esforços para as parcerias certas. E para que você não cometa erros nos seus processos de qualificação de clientes, separei os erros mais comuns nesse processo: Qualificar não é interrogar.Qualificar é conversar, de forma gentil, para identificar se o que você oferece realmente pode atender as necessidades daquele cliente.Seja natural e deixe claro desde o início que você irá fazer algumas perguntas para entender se o que você oferece, realmente pode ajudá-lo. As pessoas gostam de ser ouvidas, elas irão falar e irão gostar que você está buscando entendê-las antes de vender. Não seja aquele vendedor chato que sai “empurrando” o produto e fazendo propaganda o tempo todo. Lembre-se que, por mais que você consiga realizar a venda para um cliente não qualificado, provavelmente isso irá te gerar problemas e deixará o cliente frustrado.Seu objetivo é identificar o perfil do cliente para oferecer a solução correta. Por mais que você, nas primeiras perguntas, já identifique um cliente potencial, escute. Eventualmente você pode descobrir coisas que podem te ajudar no momento da venda, que o cliente não falaria se você interrompê-lo. Se você não sabe e não tem documentado quem são seus clientes ideias, como você irá fazer as perguntas certas? Faça o registro, invista uma ou duas horas para economizar tempo depois. Ter isso muito claro, além de não esquecer algum ponto importante, fará você refletir mais profundamente sobre o seu negócio, clientes e suas ofertas de serviço. Eventualmente você acha que está focando na persona certa ou acha que tem o produto certo para uma persona específica, mas não necessariamente possui. Se você não documentar as perguntas, provavelmente irá esquecer de alguma pergunta importante. Ter documentado não significa que você seguirá um script como um “robô”, esse documento serve apenas como seu material de apoio durante as suas ligações. Se você documenta as respostas, além de sempre poder buscar alguma informação, começará a criar inteligência para o seu negócio, deixando o seu processo de qualificação mais sofisticado e até mesmo identificando novas personas e oportunidades de mercado ao analisar as respostas. Mas afinal, Ythalo, como posso acompanhar os clientes que estou qualificando sem me atrapalhar?Bom, antes de irmos para a conclusão do artigo, vou compartilhar com você como você pode fazer isso na Vobi: ‍Se você já utiliza Vobi (e se não utiliza, não perde tempo e já clica aqui), você pode criar o seu processo de qualificação de propostas de projetos e obras na aba de oportunidades da plataforma. Aqui você vai gerenciar todos os seus potenciais clientes e consegue acompanhar em quais etapas estão cada um. Além disso, você pode incluir o formulário que comentei, criando um checklist em cada etapa do seu pipeline de qualificação.Aqui um exemplo 👇 Vai ficar muito mais visual e fácil de acompanhar todas as oportunidades de qualificação do seu negócio de arquitetura e construção. Para finalizar: Vender é isso!  👉 
Quanto mais informação você possui, maiores são suas chances de converter.

 ‍E como você já sabe que esse cliente é qualificado, você já pode investir mais tempo nele. Ao enviar propostas comerciais para todos os clientes sem uma qualificação prévia, você corre o risco de investir tempo em oportunidades que podem não ter fit com o seu negócio.  Isso pode levar a projetos problemáticos, clientes insatisfeitos e má reputação para o seu negócio. E tenho certeza que você não quer isso, correto?Por outro lado, ao se concentrar nos clientes certos, você aumenta suas chances de sucesso e satisfação do cliente. Portanto, não tenha medo de dizer não a propostas que não estejam alinhadas com seus critérios de qualificação.É importante lembrar que você está em busca de parcerias de sucesso e não apenas de projetos ou obras isolados. ‍Invista tempo na qualificação de clientes e concentre seus esforços nos projetos certos. Dessa forma, você estará construindo um negócio sustentável, com resultados excepcionais e clientes satisfeitos. E lembre-se de que o sucesso do seu negócio está nas suas mãos.  Faça escolhas inteligentes, qualifique seus clientes e transforme o seu negócio! E se você gostou desse artigo, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio. Também não se esqueça de compartilhar com quem está precisando muito dessas dicas também, clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/pare-de-vender-projetos-ou-obras-venda-solucoes Title: Pare de vender projetos ou obras, venda soluções! | Vobi Empreenda Meta Description: Como oferecer soluções para o seu cliente (e não apenas projetos ou obras) e agregar valor ao seu serviço. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/pare-de-vender-projetos-ou-obras-venda-solucoes ## Headings Structure: H3: 👉 Mude o seu mindset H3: ❎ O seu cliente não precisa apenas de um projeto ou execução obra H3: 💡Portanto, venda soluções! H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 Mude o seu mindset H3: ❎ O seu cliente não precisa apenas de um projeto ou execução obra H3: 💡Portanto, venda soluções! H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Trabalhando com milhares de profissionais de arquitetura e construção nos últimos anos, percebemos dois grandes problemas em nosso mercado.O primeiro é a falta de digitalização (estamos falando da segunda indústria menos digitalizada globalmente).‍E o segundo grande problema, tema desse artigo, é o mindset da maioria dos profissionais que, infelizmente, ainda é bastante ultrapassado.‍O que eu quero dizer com ultrapassado: Ultrapassado é ser aquele profissional que possui o próprio negócio e só vende, e pensa, no projeto ou obra. Não pensa na solução completa para resolver as dores do seu cliente.Veja, por exemplo, o que acontece no nicho de Arquitetura:A maioria dos profissionais da área, quando abrem o seu escritório, ainda pensam com “cabeça de arquiteto” e não como a de um empresário.É aquela velha história de que o arquiteto só gosta de fazer a parte de criação, mas esquece que, para ter um negócio bem-sucedido, precisa fazer: gestão, marketing, vendas, pensar na estratégia do negócio, etc.Muitas vezes isso acontece porque nunca aprenderam sobre isso na sua formação acadêmica. Quantos de vocês, lendo este artigo, se identificaram ou conhecem um profissional que só gosta da parte “criativa”? Só que infelizmente, a partir do momento em que você abre um negócio, a etapa de projeto será apenas uma, entre diversas outras etapas, que fazem parte da jornada do cliente que quer fazer uma reforma ou construção.E se você não levar em consideração, que você precisa fazer mais do que só projetar, você corre um sério risco de fechar a sua empresa nos próximos 5 anos.O mesmo acontece para o setor da Construção/Engenharia, quando o Engenheiro só foca na execução da obra e esquece da “outra parte”.Mas, Ythalo, qual é o mindset correto?‍O mindset correto é colocar o seu cliente como ponto central. E não apenas um determinado serviço que você oferece. A partir do momento que você faz isso (que até parece meio óbvio), você vai perceber que o seu cliente possui diversas outras dores, além de um projeto ou execução da obra. No conteúdo de hoje, vou compartilhar com você como transformar esse mindset, se diferenciar no mercado de arquitetura e construção e passar a oferecer soluções, e não mais “só um projeto” e/ou “só uma obra”, aumentando assim o seu faturamento. Vamos usar como exemplo um cliente que quer contratar você para construir uma casa nova para sua família.Quando ele pensa em ter uma casa nova, a primeira coisa que vem na cabeça dele é: como será a casa, como ele irá utilizar, se vai ter espaço para receber amigos, etc.Ele não fica pensando no anteprojeto, no projeto executivo ou nas etapas de obra.E para falar a verdade, em 80% das vezes, ele nem sabe o que é isso. Já parou para pensar​​?‍O seu cliente só sabe que quer uma casa melhor, e do jeito dele.O projeto de arquitetura e execução da obra são apenas os meios (as ferramentas) para você materializar e concretizar esse sonho.Além disso, o projeto e execução da obra são apenas algumas das etapas para atingir o objetivo final do cliente.Por exemplo, no caso do projeto arquitetônico, somente ter um projeto não vai adiantar NADA. Pois o seu cliente ainda vai precisar…👇 Sem falar nas outras tarefas que precisam ser feitas ao longo da jornada de uma reforma ou construção.E é aqui que o profissional com mindset correto se destaca. Se você possui a mentalidade certa (como falei acima), você irá ver cada uma dessas tarefas como oportunidades. ‍Oportunidade de ganhar mais dinheiro, satisfazer o cliente e agregar valor ao seu serviço, em vez de só aumentar o preço do que você já faz hoje. Dessa maneira, você estará resolvendo as dores do cliente, de ponta a ponta.  E isso, no setor de arquitetura e construção é extremamente fundamental, pois temos uma recorrência baixa.  Ou seja, o seu cliente vai te contratar, no máximo, umas duas ou três vezes na vida dele, então quanto mais dinheiro você ganhar daquele cliente (de forma ética), mais você aumenta o ticket médio* por cliente. Dessa forma, você vai estar agregando valor para o seu cliente (resolvendo mais dores) e ganhando mais dinheiro.Uma relação de ganha-ganha.‍ Um exemplo de como agregar valor e vender soluções para o seu cliente é criar pacotes de planos, como esses 👇 Quando você faz isso: Além disso, para ser uma solução palpável, é importante descrever em detalhes o que é cada plano e como ele resolve a dor do seu cliente.‍Vamos pegar como exemplo, o Plano Bronze. ‍Como você poderia descrevê-lo para o seu cliente 👇‍"Nesse plano, está incluso o projeto de arquitetura, que é como um manual técnico para execução da sua obra, contendo todas as medidas e detalhes necessários para uma boa execução, diminuindo o risco de falhas, gastos a mais e atrasos.Outra vantagem, é que também te permite visualizar como tudo irá ficar antes de iniciar.Além disso, é uma dor para vários clientes conseguir orçamentos de fornecedores, principalmente pela falta de conhecimento técnico e de padronização do mercado. É aqui que entra a orçamentação, pois com o seu projeto em mãos, iremos cotar com diversos fornecedores para encontrar o melhor custo beneficio para você e te ajudar a tomar a melhor decisão de quem contratar."Percebeu como fica mais claro a sua proposta de valor e como você vai solucionar a dor do seu cliente, em vez de simplesmente colocar na sua apresentação de proposta comercial:‍Projeto Arquitetônico:1. Etapa de Estudo de Briefing2. Etapa de Anteprojeto3. Etapa de Projeto ExecutivoOu Execução de obra:1. Serviços preliminares2. Infraestrutura3. Supraestrutura💡Portanto, aumente o seu portfólio de serviços, fale menos termos técnicos e venda soluções, é assim que a cabeça do cliente final funciona.Os planos que mostrei acima são apenas exemplos, você precisa encontrar o que melhor se encaixa para sua realidade.Por fim, ao vender soluções completas, você se posiciona como O GUIA, O FACILITADOR do seu cliente na missão que ele tem. ⚠️👉 Ah, e aqui vai outra dica de ouro:Se você usa Vobi, você pode também, incluir nos seus pacotes de soluções o benefício do portal do cliente. Ou seja, você pode mostrar para o seu cliente, que, independente de onde ele estiver, ele vai poder acompanhar o andamento do projeto, aprovar orçamentos, ou acompanhar o status da obra. Essa solução vai proporcionar muito mais segurança para o seu cliente e profissionalismo para o seu negócio de arquitetura e construção.Se você continua oferecendo a mesma experiência (que todas as outras empresas já oferecem) para o seu cliente, já fica aqui a minha outra dica: clique aqui para conhecer tudo o que você pode oferecer e agregar valor para aprimorar a sua proposta de valor..E se você gostou desse artigo, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio. Também não se esqueça de compartilhar com quem está precisando muito dessas dicas, clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/socios-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-nao-escolher-na-empolgacao Title: Sócios: Tudo o que você precisa saber para não escolher na empolgação | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra quais são os principais pontos a se considerar na hora de escolher um sócio para uma empresa de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/socios-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-nao-escolher-na-empolgacao ## Headings Structure: H3: 👉 Mais complexo que o seu casamento H3: 📌 Afinal, empreender sozinho ou em boa companhia? H3: 🎯 O que é fundamental para escolher o sócio ideal H3: ❌ E caso você tenha sido escolhido: não embarque por empolgação H3: 🆘 E se não estiver dando certo, como romper? H3: 👉 Em resumo: a escolha do sócio não é uma tarefa que deve ser feita as pressas H3: 🎁 Bônus‍ H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 👉 Mais complexo que o seu casamento H6: 👉 Por isso, é muito importante que você conheça muito bem esse sócio que você vai levar para o seu negócio de arquitetura e construção. ‍ H3: 📌 Afinal, empreender sozinho ou em boa companhia? H4: ➡️ O que é um sócio? H4: ➡️ É uma boa decisão ter um sócio?‍ H3: 🎯 O que é fundamental para escolher o sócio ideal H5: “Mas, Ythalo, como eu escolho o sócio ideal?”‍ H4: ✅ 1. Visão para o Negócio‍ H4: ✅ 2. Estilo de Comunicação‍ H4: ✅ 3. Experiência‍ H4: ‍✅ 4. Habilidades Complementares‍ H4: ‍✅ 5. Personalidade‍ H4: ‍✅ 6. Participação‍ H4: ‍✅ 7. Ninguém é perfeito‍ H4: ‍✅ 8. Confiança‍ H6: ‍🟡 Dica de ouro: não caia na armadilha de sair da faculdade e fazer sociedade com o colega, sem ter “estressado” bem todos os pontos acima. ‍‍Sócios são feitos para a vida. ‍E você precisa primeiro conhecê-los na vida para depois conhecer no trabalho.‍‍ H3: ❌ E caso você tenha sido escolhido: não embarque por empolgação H4: ‍➡️ “Nós queremos as mesmas coisas?”‍ H4: ‍➡️ “Quão duro vamos trabalhar?”‍ H4: ➡️ “Como valorizaremos as contribuições?”‍ H4: ‍➡️ “Como tomaremos decisões difíceis?”‍ H4: ‍➡️ “Como lidaremos com conflitos?”‍ H4: ‍➡️ “Qual é o plano?”‍ H4: ‍➡️ “Quem fica com o quê?”‍ H4: ‍➡️ “Como vamos acompanhar?”‍ H4: ‍➡️ “Como isso vai terminar?”‍ H3: 🆘 E se não estiver dando certo, como romper? H3: 👉 Em resumo: a escolha do sócio não é uma tarefa que deve ser feita as pressas H3: 🎁 Bônus‍ H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Uma das principais causas de fechamento de empresas (independente da área) são as brigas entre sócios, perdendo apenas para os equívocos no plano financeiro e a falta de capital. Aquela clássica cena: Você se formou na faculdade de arquitetura ou engenharia, e tem uma ideia de abrir o seu negócio.  Você se empolga, convida o colega que fez trabalho com você durante a faculdade, e já chama para uma sociedade…E o que acontece? 6 meses de empresa e já não dá mais certo.Se você não passou por isso, eu tenho certeza que conhece alguém que já.E por mais clichê que seja essa frase, ela é a mais pura verdade: Você precisa ter tido experiências com ele ou com ela, precisa ter confiança…E além de tudo: você precisa se conhecer também!Pois ao longo da jornada empreendedora, haverão momentos de alegrias, de conquistas, mas, na maior parte do tempo, a rotina da empresa trará muita pressão e responsabilidade para ambos e as famosas DRs (Discussões de Relacionamento) serão inevitáveis.Por isso, perguntas como essas abaixo, serão imprescindíveis:‍Como é que esse sócio ou essa sócia reagem em momentos de pressão? Como é que ele ou ela vai ficar quando vocês não concordarem com alguma situação? ‍‍No artigo da Vobi Empreenda de hoje, vou ajudar você a entender qual o melhor momento para ter sócios, como escolher o sócio ideal e quais são as boas práticas para manter essa relação saudável. Confira abaixo.‍ Afinal, ter ou não ter um sócio? Eu nem preciso falar para você que a vida de empreendedor não é fácil.Existem longas horas de trabalho, o constante medo de fracassar, muitas rejeições, etc. Essa carga se torna ainda mais intensa se você tentar fazer tudo sozinho. É por isso que fundadores solitários tendem a ter altas taxas de esgotamento. Mas como em qualquer tendência, também existem exceções. Independente do tamanho do seu negócio, ou do tempo que sua empresa tem de mercado, essa é uma pergunta que cedo ou tarde vem à mente dos proprietários de qualquer empresa de arquitetura e construção.Mas para chegar a essa conclusão, se um sócio é bom ou não para o seu negócio, é preciso, primeiro, saber o que isso significa. Você pode ter um ou mais sócios. E são eles quem vão te ajudar a administrar e ditar os rumos da sua empresa de arquitetura ou construção. Compartilhando as responsabilidades, desafios, e criando novas oportunidades para que o negócio cresça. Será que você realmente precisa de um sócio ou sócia?Muitos empreendedores têm o talento e os recursos necessários para iniciar um negócio por conta própria. Eles não precisam de ajuda.  Será que você precisa? Faça essa pergunta.  E não existe resposta certa ou errada aqui, mas reserve um minuto para pensar por que você deseja um parceiro de negócios. Às vezes, trazer um sócio não é a direção certa. ‍Sócios podem fazer acontecer, ou quebrar o seu negócio. ‍Encontrar o parceiro certo pode impulsionar o seu sucesso. Mas, também, trazer o parceiro errado pode prejudicar o seu negócio e tornar a sua jornada empreendedora um verdadeiro pesadelo.‍Isso tudo para dizer que trazer um parceiro não é uma má ideia, apenas se certifique de ter uma boa razão. Então, independente se você está abrindo o seu próprio negócio, ou se está com mais tempo de empresa, para mim, essa é a principal razão que você deve levar em conta ao cogitar ter um sócio: ‍ Certo, você acredita que iniciar uma sociedade vai te ajudar a crescer o seu negócio de arquitetura e construção. E agora?A escolha do seu sócio precisa ser baseada em uma série de critérios que devem ser considerados antes da oficialização da sociedade.Porém, antes de pensar em escolher o seu sócio, é muito importante você retomar alguns pontos: Trabalhe o seu autoconhecimento. Antes de buscar o seu parceiro ideal, faça uma imersão em si.  Compreenda quais são suas próprias habilidades, metas e fraquezas.  E se as suas respostas foram positivas para os pontos acima, você está pronto para ter uma sociedade. ‍‍ Uma coisa é fato: o seu sócio ou sócia, será alguém com quem você passará muito tempo.  Portanto, tenha em mente que você provavelmente acabará passando mais tempo com essa pessoa do que com o seu esposo ou esposa, filhos ou cachorro.  E dessa forma, você vai querer ter certeza de que suas personalidades se encaixam, e que você precisará de alguém que consiga se autogerenciar e trazer novas habilidades. Há muito o que procurar, então tentei reduzir em 8 pontos, com base na minha experiência e que acho importantes para buscar em um sócio para o seu negócio de arquitetura e construção: ‍ O que ele ou ela querem do negócio?  Estão procurando se dedicar a longo prazo e criar uma empresa feita para durar, ou esperam construir e sair o mais rápido possível?Tenha certeza absoluta de que vocês estão na mesma página. Por exemplo, se você deseja construir um negócio de longo prazo e seu parceiro quer ganhar dinheiro rapidamente, vocês entrarão em conflito quando se trata de planejamento.Uma dica é perguntar ao seu potencial parceiro sobre seus objetivos: Onde eles veem o negócio em 1 ano, 5 anos ou 10 anos? Como eles definem "sucesso"? E lembre-se de que não há uma resposta certa aqui.  Você só precisa garantir que vocês compartilham a mesma visão. Seu parceiro prefere conversar pessoalmente ou ter conversas difíceis por e-mail?  Eles são do tipo que fica em segundo plano e observa silenciosamente ou levantam preocupações imediatamente? Provavelmente você não encontrará alguém com o estilo de comunicação exatamente igual ao seu (falo por experiência própria), e está tudo bem. Não existe receita de bolo aqui, mas você precisa garantir que os seus estilos se encaixem. Por exemplo, se você detesta falar ao telefone, você vai querer encontrar um parceiro que não vai ligar para você várias vezes ao dia.  E se você gosta de passar a maior parte do dia trabalhando intensamente, você vai querer encontrar um parceiro que não vai te interromper ou bater na porta "apenas para conversar".‍ Seu parceiro já fundou uma empresa antes? E você?  Não é preciso ter necessariamente o mesmo nível de experiência. Se você conseguir encontrar um parceiro experiente, parabéns.  No entanto, a menos que você tenha uma ideia brilhante e revolucionária, essa pessoa pode querer alguém do mesmo nível que ela.A parceria precisa ser adequada para ambas as partes - não apenas para você. Esse ponto é crucial!  Seu parceiro deve complementar suas habilidades, e não replicá-las.  Você não quer alguém exatamente como você.  Você quer alguém que possa agregar algo novo e valioso à mesa. Por exemplo, se você é um Arquiteto mais comunicativo, que possui habilidades de criar relacionamentos, talvez você precisa de um profissional mais técnico ao seu lado. Embora fosse bom que o pessoal e o profissional ficassem separados, isso não acontece. É muito difícil você separar esses dois âmbitos da sua vida.Garanta que suas personalidades se encaixem quando vocês passarem horas, dias, semanas e anos juntos. Não precisam ser melhores amigos, mas você precisa se dar bem (e preferencialmente gostar um do outro).Lembre-se, você não está procurando um parceiro romântico ou uma alma gêmea. Você está procurando um sócio, um parceiro ou parceira de negócios. Vocês vão dividir os lucros igualmente? Alguém fará mais e, portanto, merecerá mais participação acionária? Finanças podem ser uma das maiores causas de desentendimentos entre parceiros - resolva isso desde o início para evitar que cause uma ruptura irreparável. Acredite: não espere para ter essas conversas depois. Chegue a um acordo sobre a participação acionária antes de assinar qualquer documento. Todos têm coisas das quais não se orgulham, mas vocês dois (ou mais) precisam estar cientes disso - você não quer surpresas mais tarde. Pode parecer intrusivo, mas tem coisas que você precisa saber antes de formar uma relação financeira legal com outra pessoa:‍Esta pessoa já pediu falência alguma vez?Tem uma reputação positiva?Costuma trocar de emprego com frequência?Avalie os potenciais sócios, você pode marcar seu checklist (literalmente) para ver se eles são a combinação certa. Afinal, você não quer que seu relacionamento com o seu futuro sócio termine como um encontro no Tinder, não é? Faça as perguntas difíceis agora, em vez de depois. Outro quesito fundamental é a confiança.  Não dá para ter um sócio que dependa o tempo inteiro de sua aprovação.  Você precisa confiar nele e a relação precisa ser de autonomia, não de dependência.  Fique atento a algumas dicas antes de fazer esta escolha:  ‍Como é que esse sócio ou essa sócia reagem em momentos de pressão?  ‍Será que quando a grana estiver apertada ele vai conseguir segurar um pouco a onda?  ‍Como é que ele vai ficar quando vocês não concordarem com algumas dessas situações?  E por fim: é muito importante você ter calma para escolher o seu sócio.  ‍ Os profissionais de arquitetura e construção (na maioria das vezes amigos) embarcam em sociedades e se deixam levar pela empolgação, sem fazer uma análise dos possíveis problemas.  Isso aumenta o risco de conflitos surgirem - com muita dor - no futuro. Por esse motivo, é muito importante fazer perguntas diretas no início, que possam prevenir problemas potenciais e evitar sofrimento desnecessário.‍Separei uma lista de questionamentos que você deve se fazer antes de aceitar participar de uma sociedade (se esse for o seu caso): ‍‍ O dinheiro geralmente é uma motivação compartilhada, mas o quanto as pessoas querem e o quanto desejam, é uma discussão fundamental. Relacionado a isso, duas pessoas inevitavelmente terão diferenças em relação a “quando” e “quanto” trabalharão. Em meio à empolgação de explorar uma parceria potencial, pode parecer desanimador perguntar: "Então, quantas horas por semana vamos trabalhar? E quanto a enviar e-mails à noite ou nos fins de semana? Trabalharemos durante as férias?" Acredite: superar generalidades é fundamental para estabelecer expectativas e acordos concretos. ‍ Em uma empresa de reformas que conheci, um sócio lidava com a parte de projetos de interiores, e o outro com a parte de execução do projeto, ou seja, obra. A empresa era bem-sucedida, mas eles tinham momentos de tensão e sentimentos de subvalorização.  Isso causava ruídos na comunicação, como:‍"Sem os meus projetos não teríamos nada", dizia um deles."Se eu não gerenciasse a obra, os seus ótimos projetos não valeriam nada", dizia o outro.Há uma tendência natural de valorizar mais as nossas próprias contribuições, porém, os sócios precisam chegar a um acordo de que todas as contribuições importam. Decisões difíceis em uma parceria tendem a surgir mais tarde. Antes de surgirem, é hora de descobrir como tomá-las. É importante descobrir o que acontecerá caso precisem tomar uma decisão difícil e de alto risco, na qual os sócios discordem fortemente. Raras pessoas se sentem completamente à vontade com debates.Antes de embarcar nessa, e ter o primeiro conflito sério, é o momento de avaliar os estilos de gerenciamento de conflitos uns dos outros. Conheci dois sócios, de um escritório de arquitetura, que tinham uma grande diferença nesse aspecto: uma cresceu em uma família com muito conflito, que não era saudável, e a assustava quando criança. Ela precisava que o conflito fosse calmo, controlado e respeitoso. Seu parceiro sentia que o conflito sem algum tipo de discussão não era genuíno. Eles foram bem-sucedidos em encontrar um meio-termo, com limites claros. Uma estratégia bem-sucedida se resume a tomar decisões difíceis e dizer não a coisas nas quais alguns sócios estão animados ou até ligados emocionalmente. Essas perguntas podem surgir até mais tarde, o que torna ainda mais importante que os futuros sócios as antecipem e respondam a elas. A divisão de ganhos e compensação geralmente é a questão mais delicada. Isso revisita todas as questões legais, e deve ser questionado por você. Pode parecer uma questão pequena, mas documentar acordos é fundamental. Duas razões: 1. Primeiro, as pessoas podem pensar que concordaram com algo, mas depois de escrever revelam diferenças. 2. Em segundo lugar, as pessoas esquecem ou têm lembranças diferentes, e isso é como não ter acordo algum. Conheci uma empresa de engenharia onde os sócios literalmente assinam (por meio de assinatura eletrônica) qualquer acordo significativo, por exemplo, como dividir as taxas em um contrato. Encontre uma maneira de acompanhar seus acordos e armazená-los em um local de fácil acesso para que todos os parceiros possam acessá-los facilmente para refrescar a memória. Se a parceria terminar, é muito mais fácil descobrir isso no início:‍Quem fica com o quê? Quem possui o quê? E se apenas um ou alguns sócios quiserem sair? Que propriedade intelectual, relacionamentos ou outros ativos as pessoas trouxeram para a parceria que esperam levar consigo? Quais são os acordos sobre o protocolo de comunicação em torno de saídas? ‍‍Ter acordos claros pode ajudar os sócios a se separarem amigavelmente quando chegar a hora e evitar dores de cabeça, estresse e batalhas legais prolongadas. Dica: aqui a abordagem "não é você, sou eu", não vai funcionar.Digamos que, esperançosamente, você pensou com antecedência e incluiu etapas de saída em seu acordo de parceria ou delineou um período de teste. Mesmo assim, vai ser uma conversa difícil, e a honestidade é sempre a melhor política. Lembre-se de que as razões para encerrar a parceria de negócios devem ser mais do que "eu não gosto deles", você precisa de uma explicação sólida de por que não está funcionando. E talvez seja você, e não eles, que precise deixar o negócio. Moral da história: 👉 1. O seu sócio (ou sócia) precisa compartilhar dos mesmos objetivos empresariais, morais e éticos a frente do negócio; 👉 2. O seu sócio (ou sócia) precisa ter habilidades complementares;  👉 3. O sócio (ou sócia) precisa apresentar proatividade, liderança e confiança, não necessariamente nessa ordem, porém com uma boa dose de cada. E lembre-se: a escolha do sócio não é uma tarefa que deva ser realizada às pressas. É uma jornada que envolve autoconhecimento e uma pesquisa cuidadosa. Afinal, você está convidando alguém para fazer parte do seu sonho.‍ E, se você já possui sócio, ou sócios, lembre-se de que para manter um relacionamento saudável, é muito importante que você construa um relacionamento transparente, sem ruídos na comunicação e com uma constância de feedbacks para evolução de cada um. Isso será essencial para construir uma cultura forte e um negócio próspero.  Para isso, o feedback é fundamental para conquistar confiança. E sem confiança, a comunicação se desintegra.  Portanto, peça feedback regularmente, e forneça também. 👉 Abaixo, vou compartilhar com você 3 livros que podem te ajudar em relação à comunicação entre sócios, e um livro para refletir sobre a sua empresa como um todo: Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda.   Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/top-5-erros-que-arquitetos-e-engenheiros-cometem-ao-criar-um-site Title: Top 5 erros que arquitetos e engenheiros cometem ao criar um site | Vobi Empreenda Meta Description: Conheça quais são os principais erros que arquitetos e engenheiros cometem ao criar um site. Saiba mais. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/top-5-erros-que-arquitetos-e-engenheiros-cometem-ao-criar-um-site ## Headings Structure: H3: ❌ Não cometa esses erros se você não quer perder clientes H3: 💡 A receita para criar um site de arquitetura e construção de sucesso H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: ❌ Não cometa esses erros se você não quer perder clientes H4: ❌ Erro número 1: Posicionamento e comunicação genérica H4: ❌ Erro número 2: Possui poucos ou nenhum CTA e formulários H4: ❌ Erro número 3: Site lento H4: ❌ Erro número 4: Muitos termos técnicos que ninguém entende nada H4: ❌ Erro número 5: Não mostrar seus diferenciais H3: 💡 A receita para criar um site de arquitetura e construção de sucesso H4: ‍✅ 1. Conhecer muito bem a sua persona H4: ‍✅ 2. Saber o que difere a sua empresa das demais ‍ H4: ‍✅ 3. Caprichar na chamada principal do site H4: ✅ 4. Disponibilizar suas formas de contato para que seus clientes possam te contatar facilmente‍ H4: ‍✅ 5. Personalizar seu domínio (o link do seu site) com o nome do seu negócio H4: ✅ 6. Tenha um CTA poderoso no seu site H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Antes de contratar uma empresa ou comprar um produto, você provavelmente faz uma pesquisa, online, certo?! Pois é, e você não está sozinho! De acordo com diversos estudos, cerca de 80% das pessoas preferem usar o Google para buscar informações da empresa, antes de realizar uma compra. E tem mais: 60% afirmam ter encontrado ali as empresas que contrataram no último ano. O fato é que as pessoas já consolidaram o hábito de buscar soluções para os seus problemas de forma online. Portanto, se você não tiver uma boa vitrine online, a maioria dos seus potenciais clientes encontrarão seu caminho na concorrência. Por isso, por mais que o seu serviço seja extraordinário, você precisa saber se posicionar de maneira digital. A verdade é que empresas de sucesso que buscam crescimento, simplesmente não podem se dar ao luxo de não possuírem uma presença digital e cometerem os erros que listei a seguir:‍ Quando um potencial cliente entra no seu site, ele precisa entender o que você faz e para quem, em menos de 10 segundos, caso contrário, ele irá sair do seu site (sim, infelizmente a maioria das pessoas irá abandonar o seu site se ele não estiver bem estruturado). Existem muitos profissionais de arquitetura e construção, por exemplo, que os sites parecem mais um portfólio, com dezenas de fotos e frases “aleatórias”, do que uma ferramenta de marketing e vendas. O cliente acessa e não consegue entender porque esse profissional é a melhor opção para ele dentro de outros que ele está avaliando. ‍Isso não significa que você não pode ter uma página com o seu portfólio, porém, eu recomendo que a página principal não seja focada nisso. ‍A página principal deve ser o local para o seu potencial cliente entender, de forma breve, o que você faz, ter depoimentos de clientes e os seus diferenciais, para despertar o interesse dele e iniciar o processo comercial. CTA significa call to action. Na prática, é você chamar o potencial cliente para uma ação por meio de gatilhos, como, por exemplo, um botão de solicitação de orçamento. Com isso, você estará sempre puxando o cliente para solicitar uma proposta, orçamento, ou te conhecer melhor (afinal, você quer vender, certo?!). A melhor estratégia aqui, após ele clicar no botão, é levá-lo para um formulário, para que você possa capturar suas informações de contato e detalhes do que ele está precisando, dando início ao seu processo comercial. Portanto, use CTA's em todas as sessões do seu site e aumente suas chances de ser contatado. Se você acessar o site da Vobi agora, por exemplo, irá perceber que temos o CTA "Solicitar convite" em, literalmente, todas as sessões. ‍53% das pessoas abandonam sites que possuem páginas que demoram mais de quatro segundos para carregar. Ou seja, se o seu site não carregar rápido, você perderá, pelo menos, 50% dos seus potenciais clientes. Pense que quando o seu potencial cliente visita o seu site, ele também, provavelmente, estará visitando o site dos seus concorrentes. O que carregar primeiro, é o que ele vai ficar mais tempo. Esse problema acontece principalmente porque a maioria dos profissionais utilizam imagens muito grandes em seus sites, como já comentei anteriormente sobre o portfólio.  O tamanho recomendado é ter imagens de no máximo 100 KB. Existem vários sites, como esse, que te ajudam a otimizar suas imagens mantendo um bom nível de qualidade. É legal usar termos técnicos? Para você, profissional da arquitetura e construção, até pode ser, mas a realidade é que o seu público provavelmente não é engenheiro ou arquiteto. Exemplo:  Troque “Projeto executivo" por:“Para diminuir riscos de falhas, gastos e atrasos de obra, criamos o projeto executivo, que é como se fosse um manual técnico para execução da sua obra com todas as informações necessárias para uma boa execução.” Troque “Anteprojeto" por:“Através do anteprojeto, você vai conseguir visualizar de uma forma muito realista como vai ficar o seu apartamento/casa, antes mesmo de começarmos a obra. Vamos poder criar simulações de texturas e materiais e você poderá circular pelos espaços através da nossa ferramenta de realidade virtual.” Aqui você tem que brilhar! Como falei, o seu potencial cliente estará vendo outros sites também, portanto, você precisa se destacar para ele querer te contatar.  Por exemplo, na Home Hero, um dos negócios que fundamos no passado, esses eram os diferenciais que o nosso nicho de clientes valorizava: 👉 Contrato único (Tudo o que ele precisava, em um só local) 👉 Obra segurada 👉 Multa por atraso ou orçamento estourado 👉 Acompanhamento online‍ Eu sei que você, como arquiteto ou designer, deseja fazer um site tão bonito e esteticamente agradável quanto os seus projetos. Ou, você, como engenheiro, quer fazer o site mais objetivo possível e rápido. ‍Mas antes, é preciso conhecer mais alguns detalhes de seu público e do seu mercado para criar um site que se destaque. ‍Para você criar o site perfeito, que vai te trazer mais projetos e/ou obras, você precisa: Quando você tem bem desenhado o perfil do seu cliente potencial (persona), você consegue se destacar, pois você vai saber oferecer e transmitir através do seu site a solução ideal para a “dor” de seu cliente. Bem, e se você já tem clientes, e ainda não tem mapeado a sua persona, você pode conferir esse conteúdo do Blog da Vobi para te ajudar a definir o perfil do seu cliente ideal. Qual o diferencial do seu escritório de arquitetura? Ou da sua empresa de construção? Com certeza, existe alguma coisa que você faz tão bem que é o exato motivo de seus clientes escolherem a sua empresa. Isso precisa estar bem claro no seu site. Pois será assim que a sua empresa se destacará da concorrência.E se você ainda não sabe definir uma proposta de valor clara, eu super recomendo, e inclusive, indiquei em uma das newsletters do Vobi Empreenda, o livro Comece pelo porquê do autor Simon Sinek. Vou deixar aqui o resumo do livro para você conferir. Assim que as pessoas entram em um site, a esmagadora maioria delas leem apenas o título. Portanto, esta frase que encabeça sua página merece ser criada com todo o cuidado e atenção possível, para incentivar o visitante a se manter em seu site e continuar procurando nele aquilo que veio buscar. Como falei no erro número 01, a maioria dos profissionais esquece de que o site é uma ferramenta para trazer vendas e acaba utilizando o site como portfólio um digital.  Por isso, é muito importante chamar atenção de forma assertiva e mostrar para o visitante que você soluciona a dor dele, além de ter só os seus projetos e obras no site.‍ Como o seu cliente vai entrar em contato com você? Além de ter um bom CTA (falaremos mais sobre isso no item 6), é necessário você deixar claro os meios que eles podem te encontrar e falar com você facilmente. Para isso, deixe visível essas informações de e-mail, telefone e whatsapp no seu site e com fácil acesso. Usar um domínio personalizado vai ajudar as pessoas a encontrarem e lembrarem do seu site com mais facilidade.Além disso, vai transmitir mais profissionalismo e autoridade, mudando a maneira como a sua empresa é vista pelo público.‍ Como falei anteriormente, o “call to action”, mais conhecido como CTA, representa qualquer convite feito para um visitante para ele tomar uma próxima atitude, como deixar um comentário, baixar um e-book, clicar no botão de compra ou qualquer outra ação. Inclusive, se você já comprou um curso, assinou a Netflix, Spotify e afins, você já foi persuadido por um CTA mesmo sem perceber.  ‍Portanto, imagine que, no seu site, para a pessoa sair da etapa de visitante para se tornar um cliente, ela precisa: Ter um CTA poderoso e atrativo em lugares estratégicos no seu site é fundamental para conduzir o consumidor aos próximos níveis da sua jornada de compra. E essa ação específica pode ser desde: “solicitar um orçamento” a “converse agora conosco”. ‍‍Convido você a clicar aqui, solicitar o seu convite para saber mais sobre essa e outras ferramentas da Vobi. E se você já é cliente da Vobi, basta acessar o menu de ferramentas e experimentar essa funcionalidade gratuitamente por 14 dias. Ah, e se você gostou desse artigo, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda para acompanhar os próximos conteúdos e alavancar ainda mais o crescimento do seu negócio. Também não se esqueça de compartilhar com quem está precisando muito dessas dicas também, clicando aqui. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/trafego-pago-comece-pelo-google-ads-e-nao-pelo-instagram-para-atrair-mais-clientes Title: Tráfego pago: Comece pelo Google Ads e não pelo Instagram para atrair mais clientes | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra como utilizar as plataformas de anúncio de forma assertiva para captar mais projetos e obras para o seu negócio. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/trafego-pago-comece-pelo-google-ads-e-nao-pelo-instagram-para-atrair-mais-clientes ## Headings Structure: H3: ✋ Quando pensar em marketing, pare de pensar só no Instagram H3: 🔥 Se você ainda não faz tráfego pago e quer começar, minha dica é: comece pelo Google Ads H3: 👀 Contrato uma agência ou faço eu mesmo? H3: 🤔 As dúvidas mais frequentes sobre tráfego pago para Arquitetura e Construção H3: 👉 Moral da história: se você quer ter mais clientes… H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: ✋ Quando pensar em marketing, pare de pensar só no Instagram H3: 🔥 Se você ainda não faz tráfego pago e quer começar, minha dica é: comece pelo Google Ads H4: ‍Faça os dois (e todos os outros). H3: 👀 Contrato uma agência ou faço eu mesmo? H4: ‍Ponto de atenção:‍ H3: 🤔 As dúvidas mais frequentes sobre tráfego pago para Arquitetura e Construção H4: 1. Quanto de investimento para começar?‍ H4: ‍2. Quem é autônomo também pode anunciar ou preciso ter empresa? H4: ‍3. Quais os melhores termos para anunciar no Google? H4: ‍4. Como ficar em primeiro lugar nas pesquisas do Google? H4: ‍5. Como filtrar os prestadores de serviço que consomem cliques no Google Ads? H4: ‍6. Preciso ter um site para começar a anunciar? H4: 7. Como começar se não tenho nenhuma noção sobre o tema? H3: 👉 Moral da história: se você quer ter mais clientes… H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? É um mal do setor de arquitetura e construção, que quando pensa em marketing, só pensa no Instagram. Pode perceber, você troca uma ideia com outros profissionais e colegas da área, e todo mundo só fala no Instagram. Já reparou?Porém, existem vários outros canais de aquisição que são tão importantes quanto. Como, por exemplo, Google Ads, parcerias com construtoras e imobiliárias, indicações, SEO e outros mais.O ponto é que muitas vezes os profissionais da área não tem conhecimento e nem vão atrás entender mais sobre o assunto.‍Na minha trajetória profissional, como já comentei em outros artigos, também fui sócio de uma empresa de reformas e construção, em São Paulo capital, a Home Hero.Na Home Hero, por exemplo, quando começamos, a nossa principal fonte de aquisição de clientes, além de indicação, era tráfego pago através do Google Ads. O Instagram nós até deixávamos “meio de lado” (Servia mais como um portfólio a mais, além do site, do que um canal de geração de demanda de fato)...Hoje, nesse artigo em específico, vou aprofundar sobre outra forma de você captar clientes além do Instagram, através do tráfego pago. Vou compartilhar quais são as principais dúvidas e como utilizar as plataformas de anúncio de forma assertiva.  E se você não está familiarizado com essa palavra, tráfego pago nada mais é do que o fluxo de usuários, interessados no seu serviço ou produto, que clicou em algum anúncio patrocinado pela sua marca nos canais digitais e chegou até o seu site. É uma das formas de atrair o seu público-alvo para o seu negócio, ganhar visibilidade e vender mais. Como você já sabe, no nosso setor, que é ferozmente competitivo, é fundamental utilizar estratégias eficazes para alcançar o seu público alvo e se destacar diante da concorrência.Portanto, uma das estratégias que você pode utilizar para aumentar sua captação de clientes é o tráfego pago. Antes de começar, quero frisar que estou compartilhando com vocês a minha visão e opinião sobre o assunto com base na minha experiência de anos trabalhando no mercado de arquitetura e construção e com tráfego pago. Para quem não sabe, também lidero a área de marketing da Vobi e tenho +10 anos de experiência no assunto.Bom, se você ainda não faz tráfego pago, por que eu indicaria você começar pelo Google Ads? ‍(Ah, e um adendo: se você já faz tráfego pago via Instagram, não tem problema, este artigo ainda é para você e vou falar mais para frente sobre esse isso). Digamos que você está começando um negócio novo e você tem R$1.000,00 reais para investir em marketing, e não pode investir mais do que isso. Você está começando e possui menos recursos financeiros, ou seja, você quer ter menos risco em termos de aquisição de clientes. Então, o que você vai querer priorizar? Você vai querer gastar energia com potenciais clientes que estão mais no “fundo do funil” (ou seja, pessoas que já possuem consciência do problema que o seu negócio resolve e estão prontas para te contratar) ou com quem está no “topo do funil” de marketing (ou seja, quem ainda não têm essa consciência e nem tem certeza se quer reformar ou construir)? Fácil de responder, certo?!Se você foca em topo de funil, até você convencer essa pessoa a fechar um projeto ou obra com você e aumentar a consciência dela, pode demorar muito tempo. E se você está começando, você quer clientes o mais rápido possível, para ontem. Mas qual a relação disso com as duas plataformas para tráfego pago: Google Ads e Instagram? Ao anunciar no Instagram, você não consegue separar de forma fácil o “topo” e o “fundo” do funil de marketing, pois você estará anunciando para muita gente. Ou seja, você não consegue segmentar somente por pessoas que estão querendo reformar ou construir naquele exato momento (pessoas que possuem uma consciência muito maior do problema que o seu negócio resolve).  Então, até você aprender como o Instagram funciona no seu nicho, aprender a como criar o seu público alvo, testar diferentes segmentos e, o algoritmo da ferramenta entender quem são os melhores clientes para você, você vai gastar tempo e dinheiro.  Portanto, começar pelo Instagram, vai demandar muito mais tempo e investimento, até você começar a ter um retorno. E lembra do que falei, nesse início de negócio, você quer clientes rápido. Agora, qual a diferença para o Google Ads?O Google Ads é a ferramenta de anúncios do Google e, com certeza, você já foi impactado por ela. Se você utiliza a plataforma Google Ads (Especificamente Search), você consegue deixar claro, de forma fácil, quem são as pessoas (potenciais clientes) que você está buscando, pois ela é baseada em textos que o usuário pesquisa.Por exemplo: "Contratar empreiteiro em São Paulo". Quem busca esse termo no Google, provavelmente está no momento de contrataçãoAssim, você vai direcionar um anúncio, no Google, exatamente para a pessoa que está buscando por este tipo de serviço de uma forma muito mais assertiva e rápida. Quando uma pessoa está pesquisando no Google sobre esse tipo de serviço, ela está em uma etapa muito mais avançada em comparação a uma pessoa que ainda está buscando por inspiração no Instagram. Percebe? Veja exemplos de campanhas que fizemos no Google Ads em nosso negócio anterior, e que, você também pode fazer: Em resumo, geralmente: ‍👉 Google Ads: Campanhas mais direcionadas e ciclo de vendas mais curto. Para quem está começando e/ou tem pouco recurso financeiro, é uma ótima opção. ‍👉 Instagram Ads: Campanhas menos direcionadas, ciclo de vendas mais longo e melhor oportunidade para construção de autoridade e relacionamento. Ideal para quem deseja expandir e construir marca.‍ Isso significa que é ruim fazer campanhas no Instagram? Não!  É ótimo e, você também deve fazer. Porém, tenha em mente que são estratégias diferentes.  Não existe o canal mais importante. Quanto mais recursos financeiros você tiver e puder variar suas fontes de aquisição de clientes, melhor. Pois assim, você não ficará dependente de apenas um canal.Ou seja, não vai ficar dependente de tráfego pago, nem de parcerias ou outro canal que você esteja utilizando. Tudo depende de como você gerencia o seu tempo, os seus recursos e o teu momento de empresa para saber qual estratégia adotar. E, se você foi pelo caminho contrário (já faz anúncios via Instagram Ads), não tem problema, como eu falei os dois são complementares. ‍Importante: Instagram Ads não é fazer impulsionamento de post viu pessoal? Esse é o maior crime que você pode cometer se estiver achando que impulsionar um post é fazer tráfego pago, rs. No fundo, você estará jogando dinheiro no lixo. Mas esse assunto fica para um próximo artigo. “Mas Ythalo, como começar?” Recentemente fiz um post no meu perfil do Instagram e choveram perguntas sobre como começar a utilizar tráfego pago para captar mais projetos e obras.  Uma delas foi:“Sem tempo para estudar sobre tráfego pago, devo contratar uma agência?” Na minha visão, essa é a ordem de prioridade de opções para começar a anunciar, e aí claro, depende do seu contexto:1. Teria uma pessoa no seu próprio time fazendo isso; 2. Contrataria uma Agência; 3. Contrataria um Freelancer; 4. Faria você mesmo (Se você tiver tempo e conhecimento, essa seria minha principal recomendação antes de contratar terceiros, mas como não é a realidade da maioria dos profissionais do nosso mercado, coloquei na posição 4).‍Só não deixaria de fazer. ‍E independente das opções, é importante estudar sobre o tema, para você, no mínimo, entender se está trazendo resultado ou não, e avaliar o trabalho de quem você contratou. Caso contrário, poderá desperdiçar dinheiro. E eu já vi isso acontecer. Teve um caso de uma agência, que uma arquiteta parceira da Home Hero havia contratado para fazer tráfego pago, que estava fazendo campanhas extremamente ruins, gerando pouquíssimos resultados. Mas ela não sabia que o trabalho da agência estava muito ineficiente. Então, ela me pediu ajuda, e por eu entender sobre o tema, eu consegui ver que não fazia sentido e que ela, na verdade, estava perdendo dinheiro com isso. Por isso, você precisa entender e precisa estudar o mínimo sobre tráfego pago (e qualquer outro canal de aquisição que for relevante para você).  Se não, como você vai saber que a agência ou a pessoa que você contratou está fazendo um bom trabalho e gerando resultados reais?! Além disso, é extremamente importante você dominar e controlar os seus números, quanto você está investindo e quanto de retorno você está tendo. Se a conta está fechando ou não. Já vi muitos profissionais da arquitetura e construção perdendo dinheiro porque não faziam ideia se a campanha estava trazendo resultado, pois não tinham domínio das métricas dos seus negócios. Até com R$100,00 você pode começar a fazer tráfego pago para sua empresa de arquitetura e construção. Desde o último contato que tive, um lead de um potencial cliente de reforma em São Paulo (capital), que acaba sendo mais caro, por exemplo, custa por volta de R$30/40. Ou seja, se você converter 10% desses potenciais clientes (uma taxa de conversão considerada ok), um cliente vai lhe custar R$300/R$400. Mas, recomendo você começar com pelo menos R$1.000, porque assim você terá mais flexibilidade para testar quais campanhas vão te trazer os melhores clientes E, para te ajudar, a começar com o Google Ads, o próprio Google, dá R$1200,00 de crédito publicitário quando você acumula pelo menos R$1200,00 em campanhas dentro de 60 dias. Você pode conferir mais sobre isso aqui. Com certeza, e deve!Você precisa colocar na sua cabeça que você é um empreendedor e precisa se posicionar como tal, independente do tamanho da sua empresa.Todo mundo um dia começou sozinho, portanto, mude essa mentalidade. Tudo depende do cliente que você está buscando. Se você é Arquiteto, por exemplo, você poderia anunciar para termos como:- “contratar arquiteto”- “arquiteto em (incluir sua cidade)”- “projeto de arquitetura”É só pensar como o seu cliente buscaria o seu serviço e assim, vai ficar fácil de encontrar ideias. Além disso, o próprio Google tem sugestões de termos similares. É importante entender que o algoritmo do Google, leva em conta alguns critérios, como, por exemplo: Dessa forma, muitas vezes, mesmo você pagando caro, você pode não aparecer em primeiro. Acredite, todo mundo sofre isso.  Você pode tentar excluir um público alvo, através de uma lista similar com pelo menos +1.000 contatos ou configurando um público direto no Google mesmo. Para isso, você precisa acessar sua campanha, clicar em público alvo e após, “exclusão de público alvo”. Sim! Bom site, boa experiência, bom copywritting e carregamento rápido.Vejo muitos profissionais da área (principalmente Arquitetos), colocando muitas fotos pesadas em seus sites, o que acaba deixando o tempo de carregamento da página muito mais lento.E outra: o seu site precisa ser um site de conversão, para gerar contato comercial e não um portfolio infinito. (Aliás, recentemente escrevi um artigo para a Vobi empreenda falando exatamente sobre sites para profissionais de arquitetura e construção, para conferir clique aqui) Você também precisa ter um formulário de contato, já que o seu objetivo será conversão.  E essa será a melhor forma de você conseguir mensurar e fazer com que o algoritmo busque pessoas com o perfil dos potenciais clientes (leads) que estão sendo gerados. Ah! E se você ainda não tem um site, com o Criador de sites da Vobi, você consegue construir o seu site profissional por meio de forma simples e rápida. Sem precisar contratar uma agência ou mesmo entender de programação. Você pode criar o seu site por meio de vários templates criados para negócios de Arquitetura e Construção e personalizar tudo com sua identidade visual, ou criar um do zero. Além disso, o seu site será responsivo em qualquer dispositivo e otimizado para mecanismos de busca.  Portanto, se você ficou interessado e está preparado para se destacar da sua concorrência no mundo digital, convido você a clicar aqui, solicitar o seu convite para saber mais sobre essa e outras ferramentas da Vobi. O próprio Google Ads tem alguns guias e mini cursos. Além disso, tem bastante material gratuito na Internet. E como já comentei, procure um profissional/empresa que domine o assunto, pois isso irá acelerar a sua curva de aprendizado, principalmente devido à correria do dia a dia. Diversifique os seus canais e estratégias de captação de clientes. Utilize tanto Instagram como Google Ads. Um não exclui o outro e, além desses dois canais, você deveria possuir outros, como indicações, parcerias, etc.  Quanto mais você diversificar seus canais e estratégias de aquisição, melhor.No caso do Google Ads e Instagram, por exemplo, em um canal, você poderá impactar pessoas que estão mais na fase de contratação e, no outro, você irá impactar pessoas que estão na fase de contratação e também no início da jornada, que ainda nem sabem se querem fazer algo no imóvel delas.  E lembre-se, atrair potenciais clientes no início da jornada também é muito importante, pois você consegue criar um relacionamento mais profundo com a pessoa desde o início.  Portanto, saiba utilizar as táticas de curto prazo, mas não se prenda somente a elas. E por fim: de nada adianta gerar demanda de clientes interessados, se você tem um processo comercial ruim e não consegue convertê-los. Portanto, fique atento também ao seu processo de vendas.Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda.  Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar, clicando aqui. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/voce-nao-precisa-de-processos-padronizados-voce-precisa-de-processos-conectados Title: Você não precisa de processos padronizados, você precisa de processos conectados | Vobi Empreenda Meta Description: Descubra como criar processos conectados e sair do operacional do seu negócio de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/portal-vobi-empreenda/voce-nao-precisa-de-processos-padronizados-voce-precisa-de-processos-conectados ## Headings Structure: H3: 📌 Desvendando a importância dos processos H3: ➡️ Se você ainda não tem processos, a hora é agora! H3: 🎯 Porém: Não adianta só ter processos, eles precisam estar conectados H3: ✅ Tudo em um só lugar, na Vobi H3: 👉 Como a BlueZone Construções eliminou planilhas com processos conectados H3: 🔥 Invista no seu negócio e tenha mais tempo para o que realmente importa H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios ## Main Content: H3: 📌 Desvendando a importância dos processos H3: ➡️ Se você ainda não tem processos, a hora é agora! H3: 🎯 Porém: Não adianta só ter processos, eles precisam estar conectados H4: ✅ 1. Unificação de Dados: ‍ H4: ✅ 2. Comunicação Aprimorada: ‍ H4: ✅ 3. Redução de Custos: H4: ✅ 4. Visibilidade dos Processos: ‍ H4: ✅ 5. Informações em Tempo Real: ‍ H4: ✅ 6. Segurança de Dados: ‍ H4: ✅ 7. Integração de Ferramentas: H6: ‍🟡 Aqui está um exemplo prático: ‍ H6: ‍➡️ Agora, imagine essa mesma situação com uma solução de gestão conectada, como a Plataforma Vobi. ‍ H3: ✅ Tudo em um só lugar, na Vobi H3: 👉 Como a BlueZone Construções eliminou planilhas com processos conectados H3: 🔥 Invista no seu negócio e tenha mais tempo para o que realmente importa H2: Aprenda com quem já construiu negócios avaliados em + R$ 1 Bilhão de reais H2: Mais de 60.000 profissionais de arquitetura e construção já estão transformando os seus negócios H4: Você não quer ficar de fora, não é? Você provavelmente já viveu aqueles dias que se sente como herói, mas, na verdade, passa a maior parte do tempo apagando incêndios no próprio negócio, estou certa?  E eu sei que você já está cansado de saber que essa é a realidade de milhares de profissionais da arquitetura e construção civil.Estamos constantemente afundados nas tarefas operacionais, resolvendo problemas inesperados, enquanto aquela visão estratégica de longo prazo parece cada vez mais distante. Tenho certeza que você quer que isso mude, não é verdade? Mas por que isso acontece? A resposta é simples: falta de processos. ‍Quando suas tarefas e atividades seguem padrões bem definidos, com funções e responsabilidades claras, e conectadas entre si, a otimização é uma consequência natural. Porém, se seus processos não são eficazes, os resultados podem ser desastrosos, como: Mas, com processos bem estabelecidos e conectados, a equipe se sente mais confiante para lidar com suas demandas, com foco e objetivos em comum. Agora, vamos encarar a realidade. Você pode estar no grupo que ainda não possui processos bem definidos. E, como falei anteriormente, isso não é incomum, considerando a rotina agitada do nosso setor. ‍Mas vou revelar um segredo a você: Não dá para otimizar os processos da empresa se você não os conhece a fundo. Então, o primeiro passo para aprimorar a eficiência operacional do seu negócio de arquitetura e construção é mapear todos os processos internos e identificar os essenciais. ‍👉 Perguntas importantes que você deve se fazer (caso ainda não tenha processos padronizados): ‍✅ Ao mapear os processos, você consegue diagnosticar os pontos que precisam ser aprimorados. (Inclusive o nosso CEO, Ythalo, fez um artigo sobre isso e você pode conferi-lo aqui) Em outras palavras, você descobre em que parte do seu fluxo de trabalho as coisas não estão funcionando e onde você e sua equipe estão perdendo tempo. 👉 E sobre a disciplina, sabemos que não é fácil.  Na Home Hero, empresa de reformas, anterior à Vobi, tínhamos reuniões que nos ajudavam a acompanhar tudo. Era uma forma de economizar tempo e garantir que os processos estivessem sendo seguidos.‍ Verdade seja dita: de nada adianta você ter todos os processos documentados em ferramentas que não se conectam. Aquelas famosas planilhas padronizadas, porém sem nenhuma conexão entre elas. Se identificou? rs. A gestão conectada é a capacidade de unir informações, pessoas e processos em um só lugar, eliminando o caos das ferramentas descentralizadas e desconectadas. ‍Aqui estão alguns benefícios práticos da gestão conectada, que fazem uma diferença significativa no seu negócio de arquitetura e construção:‍ Imagine um canteiro de obras com várias equipes e departamentos diferentes, cada um coletando dados em planilhas separadas. A gestão conectada permite que todos tenham acesso à uma central de informações, facilitando rastrear o progresso da obra ou projeto, comunicar alterações e manter todos na mesma página. Nos projetos de arquitetura e construção, a comunicação eficaz é essencial.  A gestão conectada simplifica a troca de informações, mensagens e atualizações em tempo real.  Para você evitar aquele vai e vem de e-mails intermináveis ou mensagens de whatsapp perdidas. A centralização das informações economiza tempo e dinheiro.  Menos papel, menos recursos gastos na impressão e organização de documentos, e menos retrabalho devido a informações desatualizadas ou perdidas. Com a gestão conectada, você obtém uma visão completa dos processos em andamento. Isso significa que você pode identificar gargalos, áreas que precisam de melhorias e oportunidades para otimizar a eficiência. Às vezes, você precisa acessar dados específicos durante uma reunião ou para tomar uma decisão rápida.  Com um sistema de gestão conectada, você pode fazer isso em questão de segundos, sem precisar cavar entre pilhas de papel ou pastas no computador. Armazenar informações na nuvem por meio de uma gestão conectada torna seus dados mais seguros e acessíveis de qualquer lugar.  Não mais se preocupe com a perda de dados devido a falhas de hardware. Imagine ter todas as ferramentas que você precisa em um único local.  É como ter um kit de ferramentas que faz mais do que apenas consertar coisas - ele otimiza seu fluxo de trabalho e permite que você faça mais em menos tempo. Suponha que você esteja gerenciando um projeto ou obra.  Você tem uma planilha separada para o orçamento, outra para o cronograma de obra e várias pastas de e-mail cheias de mensagens de fornecedores e membros da equipe. Caótico, né? Em algum lugar do seu processo, as informações não batem, e você está perdendo tempo rastreando inconsistências. Seu orçamento de obra ou projeto está vinculado ao planejamento e a todas as comunicações com fornecedores e membros da equipe.  Se alguém atualiza um valor em uma parte do projeto ou obra, isso reflete automaticamente em todos os outros lugares.Você vê o status do projeto ou obra em tempo real, sem o incômodo de buscar informações através de milhares de e-mails ou planilhas desatualizadas. ‍É uma maneira mais inteligente e eficiente de trabalhar, economizando seu tempo (e também sua sanidade rs). ‍Agora que você entende como a gestão conectada pode melhorar a eficiência e simplificar sua vida profissional, vamos dar uma olhada em como a Vobi pode te ajudar a atingir esses objetivos. A chave para realmente controlar seus processos é acompanhar tudo com disciplina e organização. Estamos cientes de que estabelecer os processos é apenas o começo. A verdadeira mágica acontece quando você pode adaptá-los e melhorá-los continuamente. ‍E para acompanhar isso, você precisa de tecnologia ao seu lado. Tudo isso precisa estar bem documentado, acessível com facilidade, economizando ainda mais seu tempo e o de sua equipe. Nós entendemos essa necessidade no nosso setor de arquitetura e construção, e é por isso que a Vobi existe. Com a Vobi, você pode gerenciar todos seus projetos e obras, gerenciar o processo comercial da sua empresa, criar listas de tarefas, armazenar documentos e playbooks, além de criar templates e padronizar e conectar os processos do seu negócio. ‍A plataforma é como aquele assistente pessoal que você sempre sonhou, mantendo tudo o que você precisa em um só lugar. ‍Imagine que você pode criar um novo projeto ou obra, definir as etapas e as tarefas com modelos já prontos para cada tipo de projeto ou obra que você está trabalhando?! Todos os documentos, cronogramas e mensagens com a equipe estarão centralizados. Não há mais alternância entre várias ferramentas.  O que significa menos erros, menos tempo perdido e menos frustração. Agora, é importante enfatizar uma das funcionalidades mais incríveis da Vobi - os templates. Aqui está a mágica: a plataforma permite que você crie modelos personalizados para todos os tipos de processos, desde orçamentos de obras comerciais ou residenciais, até cronograma de projetos arquitetônicos prontos:‍‍ Com apenas alguns cliques, você aplica esses modelos a novos projetos, economizando uma quantidade absurda de tempo e garantindo que os processos sejam seguidos à risca. ‍Isso é eficiência na sua forma mais pura, e a Vobi é sua parceira para alcançá-la. Mas ainda tem mais. Para você entender o que os profissionais andam falando sobre a Vobi, dá só uma olhada no caso do Engenheiro Ricardo, da BlueZone Construções. A BlueZone, uma empresa que opera na área de reformas e construção, estava com a sua gestão descentralizada.  A ambição do Ricardo, fundador da BlueZone, era encontrar uma ferramenta que centralizasse as informações de obra e comunicação com todos os envolvidos do seu time, mas as planilhas eram um grande obstáculo para isso. Então, a BlueZone buscou um sistema que pudesse ajudá-los a gerirem melhor as suas obras e em uma única ferramenta. Assim, adotaram a Vobi como sistema para uma gestão conectada. Dá só uma olhada no relato do Ricardo: A BlueZone Construções depois de implementar a Vobi: Este é um exemplo de como a gestão conectada pode transformar negócios na área da arquitetura e construção. Planilhas foram eliminadas, e os processos se tornaram transparentes e eficientes. Sair do operacional é um dos maiores desafios para quem atua na arquitetura e construção. Mas a verdade é que não se trata apenas de ter mais tempo - trata-se de alocar seu tempo de forma inteligente. De que adianta organizar seus processos se você, como empreendedor, não souber como organizar sua rotina e investir energia nas áreas corretas? Sim, sabemos que, especialmente para quem está começando, é preciso fazer acontecer a qualquer custo.  Afinal, somos os malabaristas de nossos próprios negócios. Mas, à medida que sua empresa cresce, você deve investir mais tempo nessas áreas-chave:‍Estratégia: Para onde você quer levar seu negócio a longo prazo? Quais são seus objetivos de crescimento? É a estratégia que impulsiona seu sucesso. ‍Estudo: O aprendizado contínuo é essencial. Isso significa estar atualizado sobre marketing, vendas, gestão e outras áreas que impactam seu setor. ‍Bem-Estar: A saúde física e mental é essencial para enfrentar os desafios de forma produtiva. Cuidar de si mesmo é um investimento em seu negócio. ‍Tempo de Qualidade: Passar tempo com a família, amigos e entes queridos é inestimável. Isso recarrega nossas energias e nos mantém motivados. ‍No final do dia, o foco determina a sua realidade.  Quando você aloca seu tempo de forma estratégica e inteligente, a missão de sair do operacional e se tornar dispensável se torna muito mais viável. Agora você pode estar se perguntando: como a Vobi se encaixa nisso?  A resposta é simples: ‍A Vobi é a ferramenta que vai liberar seu tempo, melhorar a eficiência e permitir que você se concentre nas áreas-chave de crescimento.  Nossa plataforma simplifica a gestão de processos, elimina o trabalho manual e fornece a visibilidade necessária para tomar decisões mais inteligentes. Se você está pronto para dar o próximo passo e liberar seu potencial como profissional de arquitetura e construção, a Vobi está aqui para ajudar. Invista em seu negócio e desfrute de mais tempo para o que realmente importa. ‍E lembre-se: o sucesso de seu negócio depende de sua capacidade de otimizar processos e abraçar a gestão conectada. Não fique para trás na corrida da eficiência. A Vobi é sua aliada nessa jornada. Para solicitar o seu convite e conhecer a plataforma de gestão Vobi, é só clicar aqui.‍Se você gostou deste artigo e deseja continuar recebendo dicas valiosas para alavancar o crescimento do seu negócio, inscreva-se agora no Portal Vobi Empreenda. Compartilhe também essas dicas com outros profissionais do setor que podem se beneficiar. Juntos, podemos construir um futuro de sucesso na arquitetura e construção. A Vobi Empreenda nasceu com o objetivo de ajudar você, arquiteto, engenheiro, designer de interiores ou construtor, em sua jornada empreendedora. Convivendo diariamente com milhares de profissionais do setor, percebemos que além do déficit de tecnologia em nossa indústria (a segunda indústria menos digitalizada do mundo), a falta de conhecimento sobre como gerir um negócio, também é um problema tão grave quanto.E seguindo o propósito da Vobi, que é empoderar profissionais de arquitetura e construção através de ferramentas e conhecimento, decidimos criar esse portal, com conteúdos exclusivos, feitos por quem já viveu, na pele, tudo o que você enfrenta em seu dia a dia.Afinal, só nós, empreendedores, sabemos o quão difícil, desafiadora e solitária é essa jornada.‍Mas a partir de hoje, não precisa ser assim. Vamos juntos? Inscreva-se abaixo. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/materiais/cronograma-fisico-financeiro-de-obra-excel-gratuito Title: Modelo de Cronograma Físico-Financeiro de Obra Gratuito Meta Description: Quer uma Planilha de Cronograma Físico-Financiero de Obra pronta pra usar? Baixe GRÁTIS agora e organize suas obras: clique aqui para fazer o download. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/materiais/cronograma-fisico-financeiro-de-obra-excel-gratuito ## Headings Structure: H2: O que é um Cronograma Físico-Financeiro? H2: ‍Para Que Serve um Cronograma Físico-Financeiro? H2: O que Deve Conter um Bom Cronograma Físico-Financeiro? H2: Modelo de Cronograma Físico-Financeiro Grátis da Vobi H3: Com essa planilha gratuita da Vobi, você pode: H2: Cronograma Físico-Financeiro Automatizado: Conheça a Solução da Vobi H3: O que o Cronograma da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H2: O que é um Cronograma Físico-Financeiro? H2: ‍Para Que Serve um Cronograma Físico-Financeiro? H2: O que Deve Conter um Bom Cronograma Físico-Financeiro? H2: Modelo de Cronograma Físico-Financeiro Grátis da Vobi H3: Com essa planilha gratuita da Vobi, você pode: H2: Cronograma Físico-Financeiro Automatizado: Conheça a Solução da Vobi H3: O que o Cronograma da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) ## Main Content: H2: O que é um Cronograma Físico-Financeiro? H2: ‍Para Que Serve um Cronograma Físico-Financeiro? H2: O que Deve Conter um Bom Cronograma Físico-Financeiro? H2: Modelo de Cronograma Físico-Financeiro Grátis da Vobi H3: Com essa planilha gratuita da Vobi, você pode: H2: Cronograma Físico-Financeiro Automatizado: Conheça a Solução da Vobi H3: O que o Cronograma da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H5: Qual a diferença entre cronograma físico e cronograma físico-financeiro? H5: Um cronograma físico-financeiro pode ser alterado depois que a obra começa? H5: É possível fazer um cronograma físico-financeiro sem software? H2: O que é um Cronograma Físico-Financeiro? H2: ‍Para Que Serve um Cronograma Físico-Financeiro? H2: O que Deve Conter um Bom Cronograma Físico-Financeiro? H2: Modelo de Cronograma Físico-Financeiro Grátis da Vobi H3: Com essa planilha gratuita da Vobi, você pode: H2: Cronograma Físico-Financeiro Automatizado: Conheça a Solução da Vobi H3: O que o Cronograma da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H5: Qual a diferença entre cronograma físico e cronograma físico-financeiro? H5: Um cronograma físico-financeiro pode ser alterado depois que a obra começa? H5: É possível fazer um cronograma físico-financeiro sem software? H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. Quem trabalha com obras sabe: manter tudo dentro do prazo e do orçamento é um dos maiores desafios da construção civil. E é justamente aí que entra o cronograma físico-financeiro. Essa ferramenta é essencial para acompanhar o avanço da obra de forma alinhada com os custos, evitando surpresas, atrasos e estouros de orçamento. Neste artigo, vamos te mostrar como usar um cronograma físico-financeiro para planejar e controlar melhor suas obras — com direito a um modelo gratuito para baixar agora mesmo. E no final, você vai entender por que a Vobi pode ser a solução definitiva para elevar sua gestão a outro nível. O cronograma físico-financeiro é um documento que une o planejamento das etapas da obra (parte física) com a previsão dos desembolsos financeiros (parte financeira). Em outras palavras, ele mostra quando cada atividade será executada e quanto será gasto em cada etapa. Essa ferramenta permite uma visão clara do progresso da obra e ajuda a manter tudo dentro dos limites de tempo e orçamento estabelecidos. Ele é essencial para garantir que os recursos estejam disponíveis nas fases certas e que o andamento da obra siga conforme planejado. Além de ser um dos documentos exigidos em contratos e financiamentos de obras, o cronograma físico-financeiro serve como bússola para toda a gestão do projeto. Veja os principais benefícios: ✅ Permite acompanhar o avanço real da obra em relação ao previsto; ✅ Ajuda no controle de custos e evita desperdícios; ✅ Facilita a prestação de contas com investidores, clientes ou órgãos públicos; ✅ Garante maior previsibilidade financeira; ✅ Identifica rapidamente desvios e permite ajustes antes que virem problemas maiores. Um cronograma eficaz precisa ser claro, atualizado e baseado em dados reais. Confira os principais elementos que não podem faltar: Para facilitar sua rotina, preparamos um modelo gratuito de cronograma físico-financeiro em planilha, pronto para usar. Ele vai te ajudar a ter mais clareza no planejamento e controle da sua obra. ✅ Mapear todas as etapas da obra com prazos definidos; ✅ Atribuir custos a cada fase de execução; ✅ Visualizar o fluxo de caixa da obra de forma prática; ✅ Controlar melhor seus gastos e prever necessidades futuras. 👉 BAIXE AGORA mesmo a planilha gratuita e comece a planejar sua obra com mais eficiência! Embora a planilha gratuita seja um ótimo começo, a gestão manual tem seus limites. Para quem quer elevar o controle e a precisão, a Vobi oferece uma solução automatizada de cronograma físico-financeiro integrada à sua plataforma de gestão de obras. 👉 Integração com orçamento de obra: os valores já previstos no orçamento são automaticamente distribuídos ao longo do cronograma. 👉 Atualização em tempo real: conforme as etapas da obra são concluídas, o cronograma é atualizado com o progresso físico e financeiro. 👉 Visualização gráfica dinâmica: veja o avanço da obra com gráficos intuitivos e identifique rapidamente desvios. 👉 Alertas de atraso ou estouro de orçamento: receba notificações quando algo sair do planejado. 👉 Controle centralizado: tudo em um só lugar — cronograma, custos, pagamentos, fornecedores e progresso da obra. Com a Vobi, você deixa de lado os controles manuais e planilhas soltas, e passa a contar com uma solução completa, moderna e inteligente para gestão de obras. O cronograma físico-financeiro é apenas uma das funcionalidades da plataforma. Você também tem acesso a: ✔️ Gestão de projetos e obras; ✔️ Gestão financeira; ✔️ Gestão de pagamentos e cobranças; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Cronograma de Obra; ✔️ Orçamento de Obra; ✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra; E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer dar um salto na forma como você gerencia suas obras? Conheça a Vobi e transforme seu planejamento físico-financeiro em uma vantagem competitiva! O cronograma físico foca apenas nas atividades e prazos da obra, enquanto o cronograma físico-financeiro integra essas informações com os valores gastos em cada etapa. Ou seja, ele combina tempo + dinheiro. Sim, e muitas vezes é necessário. O ideal é manter o documento atualizado conforme o andamento real da obra para que ele continue servindo como referência confiável. Sim, com planilhas, mas isso exige mais tempo e atenção aos detalhes. Softwares como a Vobi facilitam o processo, automatizam atualizações e reduzem o risco de erros. Quem trabalha com obras sabe: manter tudo dentro do prazo e do orçamento é um dos maiores desafios da construção civil. E é justamente aí que entra o cronograma físico-financeiro. Essa ferramenta é essencial para acompanhar o avanço da obra de forma alinhada com os custos, evitando surpresas, atrasos e estouros de orçamento. Neste artigo, vamos te mostrar como usar um cronograma físico-financeiro para planejar e controlar melhor suas obras — com direito a um modelo gratuito para baixar agora mesmo. E no final, você vai entender por que a Vobi pode ser a solução definitiva para elevar sua gestão a outro nível. O cronograma físico-financeiro é um documento que une o planejamento das etapas da obra (parte física) com a previsão dos desembolsos financeiros (parte financeira). Em outras palavras, ele mostra quando cada atividade será executada e quanto será gasto em cada etapa. Essa ferramenta permite uma visão clara do progresso da obra e ajuda a manter tudo dentro dos limites de tempo e orçamento estabelecidos. Ele é essencial para garantir que os recursos estejam disponíveis nas fases certas e que o andamento da obra siga conforme planejado. Além de ser um dos documentos exigidos em contratos e financiamentos de obras, o cronograma físico-financeiro serve como bússola para toda a gestão do projeto. Veja os principais benefícios: ✅ Permite acompanhar o avanço real da obra em relação ao previsto; ✅ Ajuda no controle de custos e evita desperdícios; ✅ Facilita a prestação de contas com investidores, clientes ou órgãos públicos; ✅ Garante maior previsibilidade financeira; ✅ Identifica rapidamente desvios e permite ajustes antes que virem problemas maiores. Um cronograma eficaz precisa ser claro, atualizado e baseado em dados reais. Confira os principais elementos que não podem faltar: Para facilitar sua rotina, preparamos um modelo gratuito de cronograma físico-financeiro em planilha, pronto para usar. Ele vai te ajudar a ter mais clareza no planejamento e controle da sua obra. ✅ Mapear todas as etapas da obra com prazos definidos; ✅ Atribuir custos a cada fase de execução; ✅ Visualizar o fluxo de caixa da obra de forma prática; ✅ Controlar melhor seus gastos e prever necessidades futuras. 👉 BAIXE AGORA mesmo a planilha gratuita e comece a planejar sua obra com mais eficiência! Embora a planilha gratuita seja um ótimo começo, a gestão manual tem seus limites. Para quem quer elevar o controle e a precisão, a Vobi oferece uma solução automatizada de cronograma físico-financeiro integrada à sua plataforma de gestão de obras. 👉 Integração com orçamento de obra: os valores já previstos no orçamento são automaticamente distribuídos ao longo do cronograma. 👉 Atualização em tempo real: conforme as etapas da obra são concluídas, o cronograma é atualizado com o progresso físico e financeiro. 👉 Visualização gráfica dinâmica: veja o avanço da obra com gráficos intuitivos e identifique rapidamente desvios. 👉 Alertas de atraso ou estouro de orçamento: receba notificações quando algo sair do planejado. 👉 Controle centralizado: tudo em um só lugar — cronograma, custos, pagamentos, fornecedores e progresso da obra. Com a Vobi, você deixa de lado os controles manuais e planilhas soltas, e passa a contar com uma solução completa, moderna e inteligente para gestão de obras. O cronograma físico-financeiro é apenas uma das funcionalidades da plataforma. Você também tem acesso a: ✔️ Gestão de projetos e obras; ✔️ Gestão financeira; ✔️ Gestão de pagamentos e cobranças; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Cronograma de Obra; ✔️ Orçamento de Obra; ✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra; E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer dar um salto na forma como você gerencia suas obras? Conheça a Vobi e transforme seu planejamento físico-financeiro em uma vantagem competitiva! O cronograma físico foca apenas nas atividades e prazos da obra, enquanto o cronograma físico-financeiro integra essas informações com os valores gastos em cada etapa. Ou seja, ele combina tempo + dinheiro. Sim, e muitas vezes é necessário. O ideal é manter o documento atualizado conforme o andamento real da obra para que ele continue servindo como referência confiável. Sim, com planilhas, mas isso exige mais tempo e atenção aos detalhes. Softwares como a Vobi facilitam o processo, automatizam atualizações e reduzem o risco de erros. Escolha a melhor opção para o seu cronograma físico-financeiro agora mesmo! Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar --- ### Page: https://www.vobi.com.br/materiais/modelo-de-diario-de-obra-gratuito Title: Modelo de Diário de Obra Gratuito | Versão Atualizada 2025 Meta Description: Quer um Diário de Obra pronto pra usar? Baixe GRÁTIS agora e organize suas obras sem complicação: clique aqui e garanta o seu. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/materiais/modelo-de-diario-de-obra-gratuito ## Headings Structure: H2: O que é um Diário de Obra? H2: O que Deve Conter em um Diário de Obra? H2: Como Fazer um Bom Diário de Obra? H2: Modelo de Diário de Obra Grátis da Vobi H3: Como a Planilha de Diário de Obra Grátis Vai Ajudar Você: H2: Diário de Obra Automatizado: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: O Que o Diário de Obra da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H2: O que é um Diário de Obra? H2: O que Deve Conter em um Diário de Obra? H2: Como Fazer um Bom Diário de Obra? H2: Modelo de Diário de Obra Grátis da Vobi H3: Como a Planilha de Diário de Obra Grátis Vai Ajudar Você: H2: Diário de Obra Automatizado: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: O Que o Diário de Obra da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) ## Main Content: H2: O que é um Diário de Obra? H2: O que Deve Conter em um Diário de Obra? H2: Como Fazer um Bom Diário de Obra? H2: Modelo de Diário de Obra Grátis da Vobi H3: Como a Planilha de Diário de Obra Grátis Vai Ajudar Você: H2: Diário de Obra Automatizado: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: O Que o Diário de Obra da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H5: Quem deve preencher o Diário de Obra? H5: O uso do Diário de Obra é obrigatório? H5: Com que frequência devo preencher o Diário de Obra? H5: Qual a diferença entre o Diário de Obra físico e o digital? H2: O que é um Diário de Obra? H2: O que Deve Conter em um Diário de Obra? H2: Como Fazer um Bom Diário de Obra? H2: Modelo de Diário de Obra Grátis da Vobi H3: Como a Planilha de Diário de Obra Grátis Vai Ajudar Você: H2: Diário de Obra Automatizado: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: O Que o Diário de Obra da Vobi Pode Fazer Por Você: H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H5: Quem deve preencher o Diário de Obra? H5: O uso do Diário de Obra é obrigatório? H5: Com que frequência devo preencher o Diário de Obra? H5: Qual a diferença entre o Diário de Obra físico e o digital? H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. Quando você gerencia uma obra, sabe que cada detalhe conta para o sucesso do projeto. O diário de obra é um dos principais documentos para garantir o acompanhamento eficiente das atividades diárias, evitando problemas, custos extras e atrasos. Neste artigo, vamos te mostrar como usar um diário de obra para otimizar sua gestão e como um modelo gratuito pode ajudar nesse processo. E no final, você vai entender por que a Vobi pode ser a solução definitiva para a sua obra. Um diário de obra é um documento essencial para quem trabalha com construção, seja engenheiro, arquiteto ou empreiteiro. Ele serve para registrar todas as atividades realizadas durante a execução de um projeto, criando um histórico detalhado e transparente. Esse documento ajuda a evitar falhas de comunicação, mitiga riscos jurídicos e garante o controle do andamento da obra. Sem um diário de obra bem estruturado, a chance de enfrentar atrasos, erros de comunicação e até problemas legais é muito maior. Ao adotar esse hábito, você pode reduzir custos, melhorar a produtividade da equipe e garantir que os prazos sejam cumpridos com mais eficiência. Para que seu diário de obra seja completo e realmente útil, é fundamental que ele contenha algumas informações-chave. Aqui estão os elementos essenciais para não deixar passar nenhum detalhe importante: Esses detalhes são a base para uma gestão profissional, que pode evitar surpresas desagradáveis e garantir que todos os envolvidos estejam cientes do andamento da obra. A organização é a chave para um diário de obra eficaz. Aqui estão algumas dicas práticas para você não errar na hora de preencher: 💡 Agora, imagine como seria prático ter um modelo pronto para facilitar sua rotina de gestão de obras. Pois é exatamente isso que estamos oferecendo a seguir! Se você está cansado de perder tempo criando um diário de obra do zero, temos uma ótima notícia para você: a Vobi oferece um modelo gratuito de diário de obra em planilha, que pode ser baixado agora mesmo! 👉 BAIXE AGORA a planilha e dê um passo importante para otimizar a gestão da sua obra! Embora a planilha gratuita seja uma excelente forma de organizar sua obra, ela ainda exige a digitação manual e não oferece todos os recursos que você realmente precisa. E é aí que entra a Vobi: nossa plataforma oferece um diário de obra automatizado, pensado para facilitar sua vida e aumentar a produtividade da sua equipe. 👉 Registros fotográficos integrados: Esqueça o trabalho manual de anexar fotos. Com o diário de obra da Vobi, você pode tirar fotos diretamente pelo celular e anexá-las automaticamente ao diário, sem perder tempo ou esquecer imagens importantes. 👉 Ocorrências detalhadas em tempo real: O registro de problemas, imprevistos e atrasos pode ser feito instantaneamente. Atribua responsabilidades e monitore as soluções à medida que elas acontecem. Não precisa esperar até o final do dia para anotar tudo. 👉 Condições climáticas registradas com facilidade: Registre rapidamente o clima da obra durante os turnos trabalhados. Em apenas alguns cliques, você tem a condição climática do dia documentada, sem esforço manual e com total precisão. 👉 Acesso remoto e em tempo real: O aplicativo Vobi permite que você atualize e acesse o diário de obra de qualquer lugar, seja no canteiro de obras ou no escritório. Não importa onde você esteja, o controle da obra estará sempre à sua mão, com a segurança de que os dados estão protegidos. A planilha gratuita é um bom ponto de partida, mas a Vobi leva a gestão da sua obra para o próximo nível. Com a plataforma Vobi, você elimina a necessidade do trabalho manual e controle disperso. A Vobi integra todos os dados essenciais em um único lugar, de forma organizada, intuitiva e acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. Imagine: enquanto a planilha requer que você faça tudo manualmente, a Vobi faz o trabalho por você, garantindo que cada dado esteja atualizado automaticamente. Além disso, com a plataforma, você tem a tranquilidade de saber que todas as informações estão seguras e sempre acessíveis. E o melhor de tudo: a Vobi não é apenas um diário de obra. É uma plataforma completa de gestão de obras com diversas soluções para o seu negócio da construção civil como: ✔️ Gestão de projetos e obras;✔️ Gestão financeira;✔️ Gestão de pagamentos e cobranças;✔️ Gestão de compras;✔️ Cronograma de Obra;✔️ Orçamento de Obra;✔️ CRM de vendas;✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra;✔️ Gestão de tarefas; E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer ver como é fácil otimizar sua gestão de obra? Conheça a Vobi e descubra tudo o que nossa plataforma pode fazer por você!--- O preenchimento do diário de obra é responsabilidade do engenheiro ou técnico responsável pela obra. É fundamental que o profissional registre as informações de forma precisa para garantir a conformidade com as normas e facilitar a gestão do projeto. Embora a obrigatoriedade do diário de obra tenha sido revogada pela Resolução nº 1.094/2017, o Código de Ética Profissional do Sistema Confea/Crea continua a enfatizar a importância da conduta ética e da responsabilidade técnica dos profissionais. Além disso, manter registros detalhados das atividades da obra é uma prática recomendada para garantir a transparência e a eficiência na gestão do projeto. O diário de obra deve ser preenchido diariamente, preferencialmente ao final de cada jornada de trabalho. Manter registros diários garante que todas as atividades, ocorrências e observações sejam documentadas de forma precisa e oportuna, evitando esquecimentos e assegurando a integridade das informações. O diário de obra físico é tradicionalmente preenchido manualmente em papel, enquanto o digital é registrado por meio de softwares ou aplicativos. O formato digital oferece vantagens como facilidade de acesso, armazenamento seguro na nuvem, possibilidade de anexar fotos e documentos, e maior agilidade na busca por informações. Além disso, facilita a comunicação entre as equipes e a gestão de múltiplos projetos simultaneamente. Quando você gerencia uma obra, sabe que cada detalhe conta para o sucesso do projeto. O diário de obra é um dos principais documentos para garantir o acompanhamento eficiente das atividades diárias, evitando problemas, custos extras e atrasos. Neste artigo, vamos te mostrar como usar um diário de obra para otimizar sua gestão e como um modelo gratuito pode ajudar nesse processo. E no final, você vai entender por que a Vobi pode ser a solução definitiva para a sua obra. Um diário de obra é um documento essencial para quem trabalha com construção, seja engenheiro, arquiteto ou empreiteiro. Ele serve para registrar todas as atividades realizadas durante a execução de um projeto, criando um histórico detalhado e transparente. Esse documento ajuda a evitar falhas de comunicação, mitiga riscos jurídicos e garante o controle do andamento da obra. Sem um diário de obra bem estruturado, a chance de enfrentar atrasos, erros de comunicação e até problemas legais é muito maior. Ao adotar esse hábito, você pode reduzir custos, melhorar a produtividade da equipe e garantir que os prazos sejam cumpridos com mais eficiência. Para que seu diário de obra seja completo e realmente útil, é fundamental que ele contenha algumas informações-chave. Aqui estão os elementos essenciais para não deixar passar nenhum detalhe importante: Esses detalhes são a base para uma gestão profissional, que pode evitar surpresas desagradáveis e garantir que todos os envolvidos estejam cientes do andamento da obra. A organização é a chave para um diário de obra eficaz. Aqui estão algumas dicas práticas para você não errar na hora de preencher: 💡 Agora, imagine como seria prático ter um modelo pronto para facilitar sua rotina de gestão de obras. Pois é exatamente isso que estamos oferecendo a seguir! Se você está cansado de perder tempo criando um diário de obra do zero, temos uma ótima notícia para você: a Vobi oferece um modelo gratuito de diário de obra em planilha, que pode ser baixado agora mesmo! 👉 BAIXE AGORA a planilha e dê um passo importante para otimizar a gestão da sua obra! Embora a planilha gratuita seja uma excelente forma de organizar sua obra, ela ainda exige a digitação manual e não oferece todos os recursos que você realmente precisa. E é aí que entra a Vobi: nossa plataforma oferece um diário de obra automatizado, pensado para facilitar sua vida e aumentar a produtividade da sua equipe. 👉 Registros fotográficos integrados: Esqueça o trabalho manual de anexar fotos. Com o diário de obra da Vobi, você pode tirar fotos diretamente pelo celular e anexá-las automaticamente ao diário, sem perder tempo ou esquecer imagens importantes. 👉 Ocorrências detalhadas em tempo real: O registro de problemas, imprevistos e atrasos pode ser feito instantaneamente. Atribua responsabilidades e monitore as soluções à medida que elas acontecem. Não precisa esperar até o final do dia para anotar tudo. 👉 Condições climáticas registradas com facilidade: Registre rapidamente o clima da obra durante os turnos trabalhados. Em apenas alguns cliques, você tem a condição climática do dia documentada, sem esforço manual e com total precisão. 👉 Acesso remoto e em tempo real: O aplicativo Vobi permite que você atualize e acesse o diário de obra de qualquer lugar, seja no canteiro de obras ou no escritório. Não importa onde você esteja, o controle da obra estará sempre à sua mão, com a segurança de que os dados estão protegidos. A planilha gratuita é um bom ponto de partida, mas a Vobi leva a gestão da sua obra para o próximo nível. Com a plataforma Vobi, você elimina a necessidade do trabalho manual e controle disperso. A Vobi integra todos os dados essenciais em um único lugar, de forma organizada, intuitiva e acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. Imagine: enquanto a planilha requer que você faça tudo manualmente, a Vobi faz o trabalho por você, garantindo que cada dado esteja atualizado automaticamente. Além disso, com a plataforma, você tem a tranquilidade de saber que todas as informações estão seguras e sempre acessíveis. E o melhor de tudo: a Vobi não é apenas um diário de obra. É uma plataforma completa de gestão de obras com diversas soluções para o seu negócio da construção civil como: ✔️ Gestão de projetos e obras;✔️ Gestão financeira;✔️ Gestão de pagamentos e cobranças;✔️ Gestão de compras;✔️ Cronograma de Obra;✔️ Orçamento de Obra;✔️ CRM de vendas;✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra;✔️ Gestão de tarefas; E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer ver como é fácil otimizar sua gestão de obra? Conheça a Vobi e descubra tudo o que nossa plataforma pode fazer por você!--- O preenchimento do diário de obra é responsabilidade do engenheiro ou técnico responsável pela obra. É fundamental que o profissional registre as informações de forma precisa para garantir a conformidade com as normas e facilitar a gestão do projeto. Embora a obrigatoriedade do diário de obra tenha sido revogada pela Resolução nº 1.094/2017, o Código de Ética Profissional do Sistema Confea/Crea continua a enfatizar a importância da conduta ética e da responsabilidade técnica dos profissionais. Além disso, manter registros detalhados das atividades da obra é uma prática recomendada para garantir a transparência e a eficiência na gestão do projeto. O diário de obra deve ser preenchido diariamente, preferencialmente ao final de cada jornada de trabalho. Manter registros diários garante que todas as atividades, ocorrências e observações sejam documentadas de forma precisa e oportuna, evitando esquecimentos e assegurando a integridade das informações. O diário de obra físico é tradicionalmente preenchido manualmente em papel, enquanto o digital é registrado por meio de softwares ou aplicativos. O formato digital oferece vantagens como facilidade de acesso, armazenamento seguro na nuvem, possibilidade de anexar fotos e documentos, e maior agilidade na busca por informações. Além disso, facilita a comunicação entre as equipes e a gestão de múltiplos projetos simultaneamente. Escolha a melhor opção para o seu diário de obra agora mesmo! Outras funcionalidades da Vobi que podemajudar o seu negócio a decolar --- ### Page: https://www.vobi.com.br/materiais/planilha-cronograma-de-obra-residencial Title: Planilha de Cronograma de Obra Residencial Grátis Vobi Meta Description: Baixe agora modelos prontos e tenha cronogramas de obras completos em poucos cliques. Acesse agora. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/materiais/planilha-cronograma-de-obra-residencial ## Headings Structure: H3: O que é um cronograma de execução de obra bem feito? H3: Qual a importância do cronograma no planejamento de uma obra? H3: Quais os principais exemplos de cronograma de obras? H3: Como montar um cronograma de obra? H3: Como a Planilha de Cronograma de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H3: Bônus: Mas se você quiser fazer cronogramas de obra 10x mais rápido e conectados com toda gestão da sua obra H3: O que é um cronograma de execução de obra bem feito? H3: Qual a importância do cronograma no planejamento de uma obra? H3: Quais os principais exemplos de cronograma de obras? H3: Como montar um cronograma de obra? H3: Como a Planilha de Cronograma de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H3: Bônus: Mas se você quiser fazer cronogramas de obra 10x mais rápido e conectados com toda gestão da sua obra ## Main Content: H3: O que é um cronograma de execução de obra bem feito? H3: Qual a importância do cronograma no planejamento de uma obra? H3: Quais os principais exemplos de cronograma de obras? H4: 1. Cronograma de Obra Gantt: ‍ H4: ‍2. Cronograma de Obra Financeiro: H4: 3. Cronograma de Obra Físico-financeiro: ‍ H3: Como montar um cronograma de obra? H4: 1. Elabore uma lista completa de atividades: ‍ H4: 2. Quantifique materiais e serviços e estime a produtividade: ‍ H4: ‍3. Estabeleça marcos no cronograma: ‍ H4: ‍4. Indique as relações de dependência entre as atividades: ‍ H4: ‍5. Realize avaliações periódicas dos resultados: ‍ H3: Como a Planilha de Cronograma de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H4: ‍Ao fazer o download da planilha de cronograma de obra residencial da Vobi você vai receber: H3: Bônus: Mas se você quiser fazer cronogramas de obra 10x mais rápido e conectados com toda gestão da sua obra H4: ‍Com a ferramenta de Cronograma de Obra da Vobi, você: H4: Perguntas frequentes sobre modelos de cronogramas de obra para projetos de arquitetura e construção H4: Como criar um modelo de cronograma de obra no Excel? H4: O Excel possui modelos gratuitos? H4: O Excel possui um modelo de cronograma de projeto? H4: Como acompanhar os custos de projetos de construção? H3: O que é um cronograma de execução de obra bem feito? H3: Qual a importância do cronograma no planejamento de uma obra? H3: Quais os principais exemplos de cronograma de obras? H4: 1. Cronograma de Obra Gantt: ‍ H4: ‍2. Cronograma de Obra Financeiro: H4: 3. Cronograma de Obra Físico-financeiro: ‍ H3: Como montar um cronograma de obra? H4: 1. Elabore uma lista completa de atividades: ‍ H4: 2. Quantifique materiais e serviços e estime a produtividade: ‍ H4: ‍3. Estabeleça marcos no cronograma: ‍ H4: ‍4. Indique as relações de dependência entre as atividades: ‍ H4: ‍5. Realize avaliações periódicas dos resultados: ‍ H3: Como a Planilha de Cronograma de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H4: ‍Ao fazer o download da planilha de cronograma de obra residencial da Vobi você vai receber: H3: Bônus: Mas se você quiser fazer cronogramas de obra 10x mais rápido e conectados com toda gestão da sua obra H4: ‍Com a ferramenta de Cronograma de Obra da Vobi, você: H4: Perguntas frequentes sobre modelos de cronogramas de obra para projetos de arquitetura e construção H4: Como criar um modelo de cronograma de obra no Excel? H4: O Excel possui modelos gratuitos? H4: O Excel possui um modelo de cronograma de projeto? H4: Como acompanhar os custos de projetos de construção? H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. Saiba tudo sobre um cronograma de obra de sucesso através dos seguintes tópicos: O cronograma de execução de obra é um documento essencial na construção civil, criado após a entrega do projeto executivo e antes do início da obra, com o objetivo de organizar as etapas de execução de forma lógica e viável. O cronograma de obra visa garantir o controle de recursos, a gestão de orçamento e o cumprimento dos prazos estabelecidos. No entanto, muitas vezes, a falta de realismo e eficiência na elaboração do cronograma de obra pode levar a atrasos e aumento de custos ao longo do projeto, devido à escassez de ferramentas, materiais e profissionais. A elaboração do cronograma de obra é uma tarefa crítica e estratégica para os engenheiros, pois, com base em um planejamento bem estruturado, eles determinam as etapas de cada fase e seus prazos. Isso direciona a obra e permite que outras áreas organizem suas atividades. Mesmo diante de possíveis falhas no cronograma, é crucial monitorá-lo com atenção, pois isso aumenta a probabilidade de correção rápida das falhas e minimização de seus impactos, especialmente quando causadas por fatores externos imprevisíveis. Um bom cronograma de obra desempenha um papel fundamental no planejamento e controle de projetos na construção civil, evitando ocorrências que possam levar à baixa produtividade, desperdícios, custos adicionais e atrasos da obra.Por isso, o planejamento estratégico da obra, e de longo prazo, juntamente com cronogramas de médio e curto prazo, auxiliam na definição de metas, análise de métodos construtivos, consideração de orçamentos de obra e prazos acordados. Essa abordagem permite que os profissionais da arquitetura e construção identifiquem cenários desfavoráveis e tomem medidas oportunas para minimizar impactos, contribuindo para o sucesso do projeto e da obra.Além disso, um cronograma de obra bem elaborado oferece controle do orçamento da obra, prazos e qualidade, permitindo uma gestão financeira mais eficiente e a garantia de que as etapas da obra ocorram na sequência correta. Em resumo, um cronograma de obra é uma ferramenta crucial para a indústria da construção civil, proporcionando controle de recursos, planejamento financeiro e gestão eficaz de prazos e qualidade, contribuindo significativamente para o sucesso e a eficiência dos projetos. Existem vários tipos de planejamento de obras, cada um focado em diferentes aspectos do projeto e obra. Conhecer os modelos mais usados é importante para guiar a administração da empresa e tornar as operações mais fáceis. Portanto, é fundamental prestar atenção na definição de metas e prazos realistas em vez de tentar acelerar os processos, evitando que a equipe fique desanimada por não cumprir certos objetivos. ‍ ‍Confira os principais tipos de cronograma de obras: O cronograma Gantt, também chamado de diagrama Gantt, é uma forma muito visual e eficaz de acompanhar o andamento das obras. As informações são organizadas em uma linha do tempo de forma clara, o que facilita a compreensão dos processos. Você acompanha tudo por meio de um gráfico gerado com base nos dados que você insere na configuração do cronograma. Ele mostra visualmente as tarefas, seus prazos, tempo estimado de conclusão e quem está responsável por elas. ‍Esse tipo é específico para questões relacionadas às finanças do projeto. Nele, você lista os custos e os recursos necessários para realizar todas as etapas da construção ou reforma. É fundamental para manter o empreendimento dentro do orçamento inicial, tanto para o projeto em geral quanto para cada etapa específica. Como cada obra é única, é importante criar um cronograma separado para cada uma. Garantir que o progresso físico acompanhe o fluxo financeiro é importante para manter um caixa saudável e evitar a paralisação das atividades por falta de recursos. Esse tipo de cronograma é uma ótima maneira de integrar a gestão de custos da obra com a gestão de prazos. Ele permite ver os prazos de execução das etapas do projeto e os desembolsos financeiros correspondentes. Além disso, serve como um guia para acompanhar os custos e prazos planejados em comparação com o que realmente acontece. Independentemente do modelo escolhido, o cronograma deve ser realista e ser atualizado regularmente. Isso permite detectar desvios na programação financeira e temporal e tomar medidas preventivas ou corretivas quando necessário. Os elementos e fases de um cronograma de obra bem feito podem variar com base no escopo do projeto, mas, em geral, as etapas de desenvolvimento seguem uma estrutura consistente: Analise minuciosamente o projeto e crie um catálogo abrangente de todas as tarefas que precisam ser executadas. A precisão é essencial, já que a omissão de qualquer atividade pode resultar em custos adicionais e atrasos no andamento da obra.‍ Organize uma tabela que relacione as áreas dos ambientes com os serviços previamente listados. Isso simplificará a solicitação de orçamentos e permitirá a estimativa do tempo necessário para cada etapa do projeto.Caso seja necessário, consulte fontes como SINAPI, SETOP e TCPO para auxiliar na definição dos prazos. Identifique datas cruciais que devem ser levadas em consideração, considerando as necessidades do cliente, restrições e fatores externos. Incluir folgas em cada atividade é fundamental para garantir que o prazo estimado seja cumprido. Algumas etapas requerem pré-requisitos para uma execução adequada. Por exemplo, é impossível instalar esquadrias ou realizar a pintura sem que as paredes estejam construídas. Estabelecendo essas conexões, você define o caminho crítico do projeto e facilita a priorização das atividades. Estabeleça períodos para revisar o andamento do projeto, analisando se as etapas foram concluídas dentro dos prazos planejados. A atualização constante do cronograma de obra é essencial para evitar surpresas financeiras e atrasos. Cansado de ficar preso naquela rotina exaustiva de começar um novo cronograma de obra do zero? Aquela frustração de recomeçar, inserir dados, e gastar horas preciosas que poderiam ser usadas de forma mais produtiva. Fica tranquilo! Com a planilha de cronograma de obra residencial da Vobi você nunca mais vai passar por isso. Esta planilha de cronograma de obra é em formato .xlsx, dessa forma, você pode utilizar em seu Excel ou outra ferramenta de planilhas como o Google Sheets. Se você quiser economizar ainda mais o seu tempo fazendo orçamento de obra, e estiver pronto para transformar de vez o seu negócio de arquitetura e construção civil, a plataforma de gestão de projetos e obras Vobi será a melhor opção para gerenciar todos os seus cronogramas de obra de forma automática e vinculado a outras ferramentas. Com o software de gestão de obras Vobi, você terá o mesmo template de cronograma de obra residencial, disponibilizado na planilha, para utilizar nos seus projetos e obras dentro da Vobi, de uma forma muito mais rápida e fácil, sem depender de planilhas desconectadas para gerir o seu negócio. ‍A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto ou engenheiro, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo para crescer o seu negócio de arquitetura e construção através da tecnologia. Nossa intenção é sempre facilitar a sua vida, e por isso a plataforma Vobi conta com diversas soluções para o seu negócio da construção civil como: ✔️ Gestão de Projetos e Obras; ✔️ Gestão de Orçamentos; ✔️ Gestão Financeira por Obra; ✔️ Gestão de Pagamentos e Cobranças; ✔️ Diário de Obra Online; ✔️ Gestão de Documentos e Arquivos da obra; ✔️ Gestão de Tarefas; ✔️ Portal do Cliente; ✔️ Biblioteca de produtos e serviços; E muito mais! Incluindo a ferramenta de Cronograma de Obra! 👉 Cria cronogramas de obra completos em poucos minutos; 👉 Atribui responsáveis e gerencia tarefas e horas de trabalho; 👉 Vincula tarefas e otimiza sua gestão; 👉 Acompanha a evolução da obra através da ferramenta de medições integrada ao planejamento; 👉 Tem o planejamento integrado ao orçamento da obra; 👉 Compartilha o cronograma com seu cliente; 👉 Acessa do seu celular ou tablet por meio do aplicativo da Vobi; 👉 E mais: Terá diversos templates prontos de cronogramas de obras para você utilizar e nunca mais começar do zero! Sem perder tempo adicionando informações que se repetem em cada uma das suas obras e cronogramas. ‍Mais de 70.000 profissionais de arquitetura e construção já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? ‍Solicite o seu convite o seu convite agora mesmo‍ A criação de um modelo de cronograma de obra no Excel é relativamente simples. Você pode criar o seu do zero ou abrir o excel, selecionar um arquivo novo e encontrar os modelos de cronograma no formato linha do tempo. Em seguida, você pode adicionar os dados e tarefas de seu projeto e realizar quaisquer alterações que achar necessário. Sim, o Excel possui modelos gratuitos, mas as opções são limitadas. Com a Vobi, software de gestão para projetos e obras, você terá acesso a um catálogo diverso com vários modelos de cronograma de obra personalizáveis, específicos para a arquitetura e construção civil, e prontos para o uso que farão grande diferença na execução dos seus projetos e obras. Sim, o Excel possui um modelo de cronograma de projeto e obra baseado no gráfico de gantt. Porém, com a Vobi você poderá ter uma enorme variedade de cronogramas de projetos e obras para inserir no seu projeto e obra, na plataforma e visualizá-lo em linha do tempo. Você poderá ter etapas e tarefas padronizadas para criar um processo do seu negócio e facilitar o gerenciamento do seu negócio. Você pode acompanhar todos os seus custos dos projetos de arquitetura e construção através da Vobi. Com a ferramenta, você pode criar orçamentos integrados ao planejamento da sua obra e monitorar todos os custos, gastos excessivos e imprevistos para se manter dentro do orçamento.‍ Saiba tudo sobre um cronograma de obra de sucesso através dos seguintes tópicos: O cronograma de execução de obra é um documento essencial na construção civil, criado após a entrega do projeto executivo e antes do início da obra, com o objetivo de organizar as etapas de execução de forma lógica e viável. O cronograma de obra visa garantir o controle de recursos, a gestão de orçamento e o cumprimento dos prazos estabelecidos. No entanto, muitas vezes, a falta de realismo e eficiência na elaboração do cronograma de obra pode levar a atrasos e aumento de custos ao longo do projeto, devido à escassez de ferramentas, materiais e profissionais. A elaboração do cronograma de obra é uma tarefa crítica e estratégica para os engenheiros, pois, com base em um planejamento bem estruturado, eles determinam as etapas de cada fase e seus prazos. Isso direciona a obra e permite que outras áreas organizem suas atividades. Mesmo diante de possíveis falhas no cronograma, é crucial monitorá-lo com atenção, pois isso aumenta a probabilidade de correção rápida das falhas e minimização de seus impactos, especialmente quando causadas por fatores externos imprevisíveis. Um bom cronograma de obra desempenha um papel fundamental no planejamento e controle de projetos na construção civil, evitando ocorrências que possam levar à baixa produtividade, desperdícios, custos adicionais e atrasos da obra.Por isso, o planejamento estratégico da obra, e de longo prazo, juntamente com cronogramas de médio e curto prazo, auxiliam na definição de metas, análise de métodos construtivos, consideração de orçamentos de obra e prazos acordados. Essa abordagem permite que os profissionais da arquitetura e construção identifiquem cenários desfavoráveis e tomem medidas oportunas para minimizar impactos, contribuindo para o sucesso do projeto e da obra.Além disso, um cronograma de obra bem elaborado oferece controle do orçamento da obra, prazos e qualidade, permitindo uma gestão financeira mais eficiente e a garantia de que as etapas da obra ocorram na sequência correta. Em resumo, um cronograma de obra é uma ferramenta crucial para a indústria da construção civil, proporcionando controle de recursos, planejamento financeiro e gestão eficaz de prazos e qualidade, contribuindo significativamente para o sucesso e a eficiência dos projetos. Existem vários tipos de planejamento de obras, cada um focado em diferentes aspectos do projeto e obra. Conhecer os modelos mais usados é importante para guiar a administração da empresa e tornar as operações mais fáceis. Portanto, é fundamental prestar atenção na definição de metas e prazos realistas em vez de tentar acelerar os processos, evitando que a equipe fique desanimada por não cumprir certos objetivos. ‍ ‍Confira os principais tipos de cronograma de obras: O cronograma Gantt, também chamado de diagrama Gantt, é uma forma muito visual e eficaz de acompanhar o andamento das obras. As informações são organizadas em uma linha do tempo de forma clara, o que facilita a compreensão dos processos. Você acompanha tudo por meio de um gráfico gerado com base nos dados que você insere na configuração do cronograma. Ele mostra visualmente as tarefas, seus prazos, tempo estimado de conclusão e quem está responsável por elas. ‍Esse tipo é específico para questões relacionadas às finanças do projeto. Nele, você lista os custos e os recursos necessários para realizar todas as etapas da construção ou reforma. É fundamental para manter o empreendimento dentro do orçamento inicial, tanto para o projeto em geral quanto para cada etapa específica. Como cada obra é única, é importante criar um cronograma separado para cada uma. Garantir que o progresso físico acompanhe o fluxo financeiro é importante para manter um caixa saudável e evitar a paralisação das atividades por falta de recursos. Esse tipo de cronograma é uma ótima maneira de integrar a gestão de custos da obra com a gestão de prazos. Ele permite ver os prazos de execução das etapas do projeto e os desembolsos financeiros correspondentes. Além disso, serve como um guia para acompanhar os custos e prazos planejados em comparação com o que realmente acontece. Independentemente do modelo escolhido, o cronograma deve ser realista e ser atualizado regularmente. Isso permite detectar desvios na programação financeira e temporal e tomar medidas preventivas ou corretivas quando necessário. Os elementos e fases de um cronograma de obra bem feito podem variar com base no escopo do projeto, mas, em geral, as etapas de desenvolvimento seguem uma estrutura consistente: Analise minuciosamente o projeto e crie um catálogo abrangente de todas as tarefas que precisam ser executadas. A precisão é essencial, já que a omissão de qualquer atividade pode resultar em custos adicionais e atrasos no andamento da obra.‍ Organize uma tabela que relacione as áreas dos ambientes com os serviços previamente listados. Isso simplificará a solicitação de orçamentos e permitirá a estimativa do tempo necessário para cada etapa do projeto.Caso seja necessário, consulte fontes como SINAPI, SETOP e TCPO para auxiliar na definição dos prazos. Identifique datas cruciais que devem ser levadas em consideração, considerando as necessidades do cliente, restrições e fatores externos. Incluir folgas em cada atividade é fundamental para garantir que o prazo estimado seja cumprido. Algumas etapas requerem pré-requisitos para uma execução adequada. Por exemplo, é impossível instalar esquadrias ou realizar a pintura sem que as paredes estejam construídas. Estabelecendo essas conexões, você define o caminho crítico do projeto e facilita a priorização das atividades. Estabeleça períodos para revisar o andamento do projeto, analisando se as etapas foram concluídas dentro dos prazos planejados. A atualização constante do cronograma de obra é essencial para evitar surpresas financeiras e atrasos. Cansado de ficar preso naquela rotina exaustiva de começar um novo cronograma de obra do zero? Aquela frustração de recomeçar, inserir dados, e gastar horas preciosas que poderiam ser usadas de forma mais produtiva. Fica tranquilo! Com a planilha de cronograma de obra residencial da Vobi você nunca mais vai passar por isso. Esta planilha de cronograma de obra é em formato .xlsx, dessa forma, você pode utilizar em seu Excel ou outra ferramenta de planilhas como o Google Sheets. Se você quiser economizar ainda mais o seu tempo fazendo orçamento de obra, e estiver pronto para transformar de vez o seu negócio de arquitetura e construção civil, a plataforma de gestão de projetos e obras Vobi será a melhor opção para gerenciar todos os seus cronogramas de obra de forma automática e vinculado a outras ferramentas. Com o software de gestão de obras Vobi, você terá o mesmo template de cronograma de obra residencial, disponibilizado na planilha, para utilizar nos seus projetos e obras dentro da Vobi, de uma forma muito mais rápida e fácil, sem depender de planilhas desconectadas para gerir o seu negócio. ‍A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto ou engenheiro, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo para crescer o seu negócio de arquitetura e construção através da tecnologia. Nossa intenção é sempre facilitar a sua vida, e por isso a plataforma Vobi conta com diversas soluções para o seu negócio da construção civil como: ✔️ Gestão de Projetos e Obras; ✔️ Gestão de Orçamentos; ✔️ Gestão Financeira por Obra; ✔️ Gestão de Pagamentos e Cobranças; ✔️ Diário de Obra Online; ✔️ Gestão de Documentos e Arquivos da obra; ✔️ Gestão de Tarefas; ✔️ Portal do Cliente; ✔️ Biblioteca de produtos e serviços; E muito mais! Incluindo a ferramenta de Cronograma de Obra! 👉 Cria cronogramas de obra completos em poucos minutos; 👉 Atribui responsáveis e gerencia tarefas e horas de trabalho; 👉 Vincula tarefas e otimiza sua gestão; 👉 Acompanha a evolução da obra através da ferramenta de medições integrada ao planejamento; 👉 Tem o planejamento integrado ao orçamento da obra; 👉 Compartilha o cronograma com seu cliente; 👉 Acessa do seu celular ou tablet por meio do aplicativo da Vobi; 👉 E mais: Terá diversos templates prontos de cronogramas de obras para você utilizar e nunca mais começar do zero! Sem perder tempo adicionando informações que se repetem em cada uma das suas obras e cronogramas. ‍Mais de 70.000 profissionais de arquitetura e construção já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? ‍Solicite o seu convite o seu convite agora mesmo‍ A criação de um modelo de cronograma de obra no Excel é relativamente simples. Você pode criar o seu do zero ou abrir o excel, selecionar um arquivo novo e encontrar os modelos de cronograma no formato linha do tempo. Em seguida, você pode adicionar os dados e tarefas de seu projeto e realizar quaisquer alterações que achar necessário. Sim, o Excel possui modelos gratuitos, mas as opções são limitadas. Com a Vobi, software de gestão para projetos e obras, você terá acesso a um catálogo diverso com vários modelos de cronograma de obra personalizáveis, específicos para a arquitetura e construção civil, e prontos para o uso que farão grande diferença na execução dos seus projetos e obras. Sim, o Excel possui um modelo de cronograma de projeto e obra baseado no gráfico de gantt. Porém, com a Vobi você poderá ter uma enorme variedade de cronogramas de projetos e obras para inserir no seu projeto e obra, na plataforma e visualizá-lo em linha do tempo. Você poderá ter etapas e tarefas padronizadas para criar um processo do seu negócio e facilitar o gerenciamento do seu negócio. Você pode acompanhar todos os seus custos dos projetos de arquitetura e construção através da Vobi. Com a ferramenta, você pode criar orçamentos integrados ao planejamento da sua obra e monitorar todos os custos, gastos excessivos e imprevistos para se manter dentro do orçamento.‍ Escolha a melhor opção para o seu cronogramade obra agora mesmo! Outras funcionalidades da Vobi que podemajudar o seu negócio a decolar --- ### Page: https://www.vobi.com.br/materiais/planilha-medicao-de-obra-excel-gratuita Title: Planilha de Medição de Obras Gratuita Meta Description: Quer uma Planilha de Medição de Obra pronta pra usar? Baixe GRÁTIS agora e acompanhe o andamento das suas obras: clique aqui para fazer o download. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/materiais/planilha-medicao-de-obra-excel-gratuita ## Headings Structure: H2: O que são Medições de Obras? H2: Quais são os Tipos de Medições? H2: Como fazer a Medição de uma Obra? H2: O que é Pagamento por Medição? H2: Medições de Obras Automatizadas: Conheça a Solução da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H2: O que são Medições de Obras? H2: Quais são os Tipos de Medições? H2: Como fazer a Medição de uma Obra? H2: O que é Pagamento por Medição? H2: Medições de Obras Automatizadas: Conheça a Solução da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) ## Main Content: H2: O que são Medições de Obras? H2: Quais são os Tipos de Medições? H2: Como fazer a Medição de uma Obra? H2: O que é Pagamento por Medição? H2: Medições de Obras Automatizadas: Conheça a Solução da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H2: O que são Medições de Obras? H2: Quais são os Tipos de Medições? H2: Como fazer a Medição de uma Obra? H2: O que é Pagamento por Medição? H2: Medições de Obras Automatizadas: Conheça a Solução da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. Quem trabalha com obras sabe: manter tudo sob controle, escopo, prazo e orçamento, é um desafio diário. E é justamente aí que entram as medições de obra. Esse processo é essencial para registrar e validar o que foi realmente executado em campo, garantindo que os pagamentos sejam feitos de forma justa e que a obra esteja avançando conforme o planejado. Neste artigo, você vai entender o que são medições, como elas funcionam, quais os tipos mais comuns e como esse controle pode ser muito mais eficiente com uma solução automatizada como a Vobi. Medições de obra são processos de acompanhamento e registro de tudo o que foi executado durante a construção, com base em critérios previamente definidos no contrato ou no orçamento da obra. Na prática, a medição é o que permite responder perguntas como: Esse controle pode ser feito por meio de planilhas, relatórios ou plataformas especializadas, e serve como base para liberar pagamentos, identificar desvios e tomar decisões mais seguras. Existem diferentes formas de medir o progresso de uma obra. As principais são: ✅ Medição física: avalia o avanço das etapas executadas (ex: m² de alvenaria, m³ de concreto, etc.). ✅ Medição de qualidade: verifica se o serviço executado atende aos padrões técnicos, geralmente por meio de checklists como FVM (Ficha de Verificação de Materiais) e FVS (Ficha de Verificação de Serviços). ✅ Medição físico-financeira: cruza o que foi executado fisicamente com os custos associados. É essencial para cronogramas físico-financeiros e para controle de orçamentos. Fazer uma boa medição exige método. Veja um passo a passo simplificado: Para facilitar esse processo, criamos uma planilha completa e gratuita para você ter um modelo pronto para coletar os dados e registrar o andamento da sua obra de forma precisa e organizada. O que você encontra no material: ✅ Orçamento modelo para adaptar a sua obra; ✅ Possibilidade de selecionar os níveis, subníveis e itens executados, conforme o seu orçamento; ✅ Valores e fórmulas vinculados para facilitar o seu preenchimento; ✅ Compatível com Excel e Google Sheets 👉 BAIXE AGORA a Planilha de Medição de Obra e ganhe tempo e produtividade nos seus acompanhamentos de obra! O pagamento por medição é uma forma de remuneração baseada no que foi efetivamente executado em um determinado período da obra. Em vez de pagar por etapas fixas ou datas específicas, o contratante libera os valores conforme o serviço vai sendo concluído e medido. Isso é comum em contratos com empreiteiros, fornecedores de serviço e obras públicas. Exemplo: se um empreiteiro deveria executar 100m² de piso e entregou 40m² no mês, ele receberá apenas pelos 40m² concluídos, com base nos preços unitários acordados. Baixar a planilha é útil, mas ter tudo em uma só tela conectado ao seu orçamento de forma automatizada é ainda melhor! Por isso, com a ferramenta de medições da Vobi, você pode: 📲 Tudo isso de forma integrada e 100% online. Com a Vobi, você deixa de lado os controles manuais e planilhas soltas, e passa a contar com uma solução completa, moderna e inteligente para gestão de obras. Nossa ferramenta de Medições de Obra é apenas uma das funcionalidades da plataforma. Você também tem acesso a: ✔️ Gestão de projetos e obras; ✔️ Gestão financeira; ✔️ Orçamentos de Obra; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Cronograma de Obra; ✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra; E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer dar um salto na forma como você gerencia suas obras? Conheça a Vobi!‍ 1. Qual a diferença entre medição física e físico-financeira?A medição física mostra o que foi executado (por exemplo, 100m² de reboco). A físico-financeira relaciona esse avanço com o valor correspondente (quanto isso custou e quanto será pago). 2. Medições devem ser feitas com qual frequência?Depende do porte da obra e do contrato. Em geral, são feitas semanal ou mensalmente. 3. Posso usar planilha para medir a obra?Sim, mas o risco de erro é maior. Ferramentas como a Vobi automatizam o processo e integram dados do orçamento e tarefas. 4. A Vobi é indicada para obras de pequeno porte?Sim! A Vobi é ideal para engenheiros, arquitetos e pequenas e médias construtoras que querem mais organização e controle sem complicação. Quem trabalha com obras sabe: manter tudo sob controle, escopo, prazo e orçamento, é um desafio diário. E é justamente aí que entram as medições de obra. Esse processo é essencial para registrar e validar o que foi realmente executado em campo, garantindo que os pagamentos sejam feitos de forma justa e que a obra esteja avançando conforme o planejado. Neste artigo, você vai entender o que são medições, como elas funcionam, quais os tipos mais comuns e como esse controle pode ser muito mais eficiente com uma solução automatizada como a Vobi. Medições de obra são processos de acompanhamento e registro de tudo o que foi executado durante a construção, com base em critérios previamente definidos no contrato ou no orçamento da obra. Na prática, a medição é o que permite responder perguntas como: Esse controle pode ser feito por meio de planilhas, relatórios ou plataformas especializadas, e serve como base para liberar pagamentos, identificar desvios e tomar decisões mais seguras. Existem diferentes formas de medir o progresso de uma obra. As principais são: ✅ Medição física: avalia o avanço das etapas executadas (ex: m² de alvenaria, m³ de concreto, etc.). ✅ Medição de qualidade: verifica se o serviço executado atende aos padrões técnicos, geralmente por meio de checklists como FVM (Ficha de Verificação de Materiais) e FVS (Ficha de Verificação de Serviços). ✅ Medição físico-financeira: cruza o que foi executado fisicamente com os custos associados. É essencial para cronogramas físico-financeiros e para controle de orçamentos. Fazer uma boa medição exige método. Veja um passo a passo simplificado: Para facilitar esse processo, criamos uma planilha completa e gratuita para você ter um modelo pronto para coletar os dados e registrar o andamento da sua obra de forma precisa e organizada. O que você encontra no material: ✅ Orçamento modelo para adaptar a sua obra; ✅ Possibilidade de selecionar os níveis, subníveis e itens executados, conforme o seu orçamento; ✅ Valores e fórmulas vinculados para facilitar o seu preenchimento; ✅ Compatível com Excel e Google Sheets 👉 BAIXE AGORA a Planilha de Medição de Obra e ganhe tempo e produtividade nos seus acompanhamentos de obra! O pagamento por medição é uma forma de remuneração baseada no que foi efetivamente executado em um determinado período da obra. Em vez de pagar por etapas fixas ou datas específicas, o contratante libera os valores conforme o serviço vai sendo concluído e medido. Isso é comum em contratos com empreiteiros, fornecedores de serviço e obras públicas. Exemplo: se um empreiteiro deveria executar 100m² de piso e entregou 40m² no mês, ele receberá apenas pelos 40m² concluídos, com base nos preços unitários acordados. Baixar a planilha é útil, mas ter tudo em uma só tela conectado ao seu orçamento de forma automatizada é ainda melhor! Por isso, com a ferramenta de medições da Vobi, você pode: 📲 Tudo isso de forma integrada e 100% online. Com a Vobi, você deixa de lado os controles manuais e planilhas soltas, e passa a contar com uma solução completa, moderna e inteligente para gestão de obras. Nossa ferramenta de Medições de Obra é apenas uma das funcionalidades da plataforma. Você também tem acesso a: ✔️ Gestão de projetos e obras; ✔️ Gestão financeira; ✔️ Orçamentos de Obra; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Cronograma de Obra; ✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra; E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer dar um salto na forma como você gerencia suas obras? Conheça a Vobi!‍ 1. Qual a diferença entre medição física e físico-financeira?A medição física mostra o que foi executado (por exemplo, 100m² de reboco). A físico-financeira relaciona esse avanço com o valor correspondente (quanto isso custou e quanto será pago). 2. Medições devem ser feitas com qual frequência?Depende do porte da obra e do contrato. Em geral, são feitas semanal ou mensalmente. 3. Posso usar planilha para medir a obra?Sim, mas o risco de erro é maior. Ferramentas como a Vobi automatizam o processo e integram dados do orçamento e tarefas. 4. A Vobi é indicada para obras de pequeno porte?Sim! A Vobi é ideal para engenheiros, arquitetos e pequenas e médias construtoras que querem mais organização e controle sem complicação. Escolha a melhor opção para a sua medição de obra agora mesmo! Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar --- ### Page: https://www.vobi.com.br/materiais/planilha-orcamento-de-obra Title: Planilha de Orçamento de Obra Residencial Grátis Vobi Meta Description: Baixe agora modelos prontos e crie orçamentos de obra residencial completos em poucos cliques. Acesse agora. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/materiais/planilha-orcamento-de-obra ## Headings Structure: H3: O que é um Orçamento de Obra assertivo? H3: Qual a importância de um Orçamento de Obra bem feito? H3: Como fazer um Orçamento de Obra da forma correta H3: Bônus: Como a Planilha de Orçamento de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H3: Se você quiser fazer orçamentos de obra 10x mais rápido H3: O que é um Orçamento de Obra assertivo? H3: Qual a importância de um Orçamento de Obra bem feito? H3: Como fazer um Orçamento de Obra da forma correta H3: Bônus: Como a Planilha de Orçamento de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H3: Se você quiser fazer orçamentos de obra 10x mais rápido ## Main Content: H3: O que é um Orçamento de Obra assertivo? H3: Qual a importância de um Orçamento de Obra bem feito? H5: 1. Mais assertividade no planejamento da obra H5: 2. Maior controle do seu projeto e obra H5: 3. Maior rentabilidade das vendas H5: 4. Ajuda na tomada de decisões H5: 5. Mais credibilidade e confiança do mercado H3: Como fazer um Orçamento de Obra da forma correta H5: 1. Reconhecimento das fases e serviços da construção H5: 2. Realize um levantamento quantitativo H5: 3. Utilize as composições de custos‍ H5: 4. Utilize a Curva ABC‍ H5: 5. Efetue o Cálculo de Impostos, Taxas e Margem de Lucro Planejada‍ H5: 6. Calcule o BDI (Benefícios e Despesas Indiretas)‍ H5: 7. Realize o Fechamento da Planilha de Orçamento‍ H3: Bônus: Como a Planilha de Orçamento de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H3: Se você quiser fazer orçamentos de obra 10x mais rápido H5: Com a ferramenta de Orçamento de Obra da Vobi, é possível: H3: O que é um Orçamento de Obra assertivo? H3: Qual a importância de um Orçamento de Obra bem feito? H5: 1. Mais assertividade no planejamento da obra H5: 2. Maior controle do seu projeto e obra H5: 3. Maior rentabilidade das vendas H5: 4. Ajuda na tomada de decisões H5: 5. Mais credibilidade e confiança do mercado H3: Como fazer um Orçamento de Obra da forma correta H5: 1. Reconhecimento das fases e serviços da construção H5: 2. Realize um levantamento quantitativo H5: 3. Utilize as composições de custos‍ H5: 4. Utilize a Curva ABC‍ H5: 5. Efetue o Cálculo de Impostos, Taxas e Margem de Lucro Planejada‍ H5: 6. Calcule o BDI (Benefícios e Despesas Indiretas)‍ H5: 7. Realize o Fechamento da Planilha de Orçamento‍ H3: Bônus: Como a Planilha de Orçamento de Obra Grátis da Vobi vai ajudar você H3: Se você quiser fazer orçamentos de obra 10x mais rápido H5: Com a ferramenta de Orçamento de Obra da Vobi, é possível: H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. Domine a área de orçamento de obra através dos seguintes tópicos: O orçamento de obra é muito mais do que apenas uma estimativa de custos. Basicamente, ele é a representação financeira do projeto em um determinado momento, fornecendo um retrato dos custos e recursos necessários para a realização da construção ou reforma. É o orçamento de obra que auxilia a visualização do investimento do cliente em relação aos custos de diversos itens, como mão de obra da construção civil e do serviço prestado pela sua empresa/escritório para a execução de um projeto.Mais do que isso, o orçamento de obra é essencial para o controle de gastos e para evitar problemas como falta de capital e atrasos no andamento da obra.De um modo geral, é com o orçamento de obra que você terá controle de todos os custos da execução da obra, poderá promover escolhas mais assertivas nas negociações com fornecedores e profissionais bem como na escolha assertiva dos itens orçados. Infelizmente, custos extras, imprevistos e atrasos de obra, se tornaram comuns no nosso setor da arquitetura e construção civil. Os dados não mentem, segundo pesquisa da consultoria Delloite, 21,7% é o desvio médio entre o que foi orçado e o custo real de uma obra.E na maioria das vezes, isso acontece devido à dois principais fatores: a falta de um planejamento assertivo e de um bom orçamento de obra.Mas afinal, o que você ganha ao realizar um orçamento de obra bem feito? O custo final de uma nova obra passa a ser uma incógnita quando você não tem um bom levantamento e não dá a devida importância ao orçamento de obra. Com os gastos controlados fica muito mais fácil delegar tarefas e organizar as compras de acordo com o tempo, evitando desagradáveis surpresas. O orçamento de obra é a base para se ter o controle sobre tudo o que acontece na construção. Pois, é a partir dele que se tem a noção dos materiais, horas de trabalho, horas/máquina e outros custos que poderão implicar na obra. A matemática é simples: quanto menos você gasta, mais lucro tem. Organizar os custos por meio de um orçamento de obra e evitar compras desnecessárias, equipes paradas, tudo isso influi no seu lucro direto no final. É por meio dele que você conseguirá identificar previamente o custo global do projeto, desta maneira poderá avaliar se ele será viável ou não e ter uma previsão da sua rentabilidade. Através de um orçamento de obra bem feito é possível tomar decisões mais adequadas para o cumprimento de prazos e custos. Por exemplo, se é de conhecimento do arquiteto ou engenheiro que o cliente possui um budget apertado, de nada adianta investir em itens com valor alto. Isso evita um gasto desnecessário de tempo e retrabalho. Uma empresa bem organizada e com processos bem definidos ganha valor em relação aos concorrentes. Claro que o preço é um fator crucial na decisão de compra do consumidor, mas ele está em busca de algo a mais. Além do custo, o cliente se preocupa com a aparência, confiança, segurança do seu produto/serviço. Ou seja, investir na experiência do cliente é um fator essencial para que a sua marca seja referência na mente do consumidor. Elaborar um orçamento de obra não é tarefa simples. Envolve análise minuciosa de insumos, mão de obra, materiais e outros fatores. Esses são os principais componentes de um orçamento detalhado, incluindo custos unitários, custos diretos e custos indiretos: O primeiro passo no processo de orçamento de obra é a identificação minuciosa de todas as fases e serviços requeridos para sua realização. Isso implica na compreensão abrangente de todas as etapas e atividades que compõem o projeto, uma consideração fundamental para uma avaliação precisa dos gastos envolvidos. Cada uma dessas fases se desdobra em uma variedade de serviços, tornando a análise detalhada uma necessidade inegociável. Após identificar os serviços, é crucial quantificar cada um deles. O levantamento quantitativo abrange a análise e cálculo das dimensões e quantidades dos serviços em cada fase da obra. Essa etapa é crucial para a obtenção de estimativas precisas. Um levantamento quantitativo competente apresenta inúmeras vantagens, tais como: Após a conclusão do levantamento quantitativo, é chegado o momento de estabelecer os custos diretos de cada serviço. Os custos diretos incluem mão de obra, materiais, equipamentos e despesas diretamente relacionadas à execução da obra. Trabalhar com composições de custos adequadas e personalizadas à realidade do seu negócio é essencial. Reconheça o valor de assegurar que suas estruturas de custo sejam precisas, a fim de evitar surpresas desagradáveis durante o processo de orçamentação. Tenha em mente que os custos diretos se baseiam na experiência do setor ou em tabelas de composição de custo, como a SINAPI, disponibilizada pela Caixa Econômica Federal.‍ A análise da curva ABC representa uma ferramenta valiosa para a análise de elementos, mão de obra, materiais e equipamentos que acarretam custos na construção. Ela se apoia no princípio do 80/20, identificando que 20% dos elementos representam 80% dos custos. Essa abordagem ajuda a concentrar recursos nas áreas que têm um impacto significativo no orçamento. A análise ABC se divide em três categorias: Essa análise contribui para identificar os principais impulsionadores de custos e adotar medidas para uma gestão de obra eficaz. Durante o processo de orçamentação, é fundamental levar em consideração os impostos, taxas e a margem de lucro desejada. Ignorar esses elementos pode resultar em dificuldades financeiras e afetar o sucesso da sua obra. Certifique-se de incorporar os impostos associados aos serviços, taxas específicas e a margem de lucro almejada para assegurar a viabilidade financeira de sua empresa de construção. O cálculo do BDI é essencial para adicionar a margem de lucro aos custos diretos da obra. Esse cálculo se baseia em diversas variáveis, incluindo custos financeiros, despesas com seguros, impostos e uma margem de incerteza. O BDI deve ser calculado de forma individual para cada orçamento, levando em consideração as especificidades de cada projeto. Antes de apresentar o orçamento de obra ao cliente, é imperativo realizar uma revisão minuciosa da planilha. Todos os cálculos e elementos devem ser escrutinados para garantir que os valores estejam alinhados com a estratégia da empresa.Lembre-se de que, após a entrega ao cliente, correções se tornam difíceis de realizar. Portanto, a precisão na fase de fechamento é fundamental para manter a credibilidade no mercado. Cansado de ficar preso naquela rotina exaustiva de começar um novo orçamento de obra do zero?Aquela frustração de recomeçar, coletar cotações, inserir dados, e gastar horas preciosas que poderiam ser usadas de forma mais produtiva.  Fica tranquilo! Com a planilha de orçamento de obra residencial da Vobi você nunca mais vai passar por isso.‍Ao fazer o download da planilha de orçamento de obra residencial da Vobi você vai receber: Esta planilha de orçamento de obra é em formato .xlsx (você pode utilizar em seu Excel ou outra ferramenta de planilhas como o Google Sheets), com ela você terá informações da tabela Sinapi, já cadastradas, e poderá utilizar para realizar as suas orçamentações de forma prática. Se você quiser economizar ainda mais o seu tempo fazendo orçamento de obra, e estiver pronto para transformar de vez o seu negócio de arquitetura e construção civil, a plataforma de gestão de projetos e obras Vobi será a melhor opção para gerenciar os seus orçamentos de forma automática e vinculado a outras ferramentas. Com o software de gestão de obras Vobi, você terá o mesmo template de orçamento de obra residencial, disponibilizado na planilha, para utilizar nos seus projetos e obras dentro da Vobi, de uma forma muito mais rápida e fácil, sem depender de planilhas desconectadas para gerir o seu negócio. A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto ou engenheiro, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo para crescer o seu negócio de arquitetura e construção. Nossa intenção é sempre facilitar a sua vida, e por isso a plataforma Vobi conta com diversas soluções para o seu negócio da construção civil como:‍ ✔️ Gestão de projetos e obras;✔️ Gestão financeira por obra;✔️ Gestão de pagamentos e cobranças;✔️ Diário de Obra Online;✔️ CRM de vendas;✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra;✔️ Gestão de tarefas;‍ E muito mais! Incluindo a ferramenta de gestão de orçamentos de obra! 👉 Criar orçamentos com composição em poucos minutos e criar a sua própria biblioteca de composições;‍👉 Encontrar milhares de produtos em um só lugar através do catálogo digital da Vobi;‍👉 Gerar relatórios de Curva ABC dos seus produtos e serviços em um clique;‍👉 Automatizar a aplicação de BDI aos itens do seu orçamento;‍👉 Acompanhar a evolução da obra através da ferramenta de medições de obra;‍👉 Integrar o orçamento de obra ao planejamento da obra;‍👉 Compartilhar o orçamento de obra com seu cliente e permitir a realização de comentários;‍👉 Controlar aprovações;‍👉 Comparar e personalizar orçamentos, simulando quantas vezes desejar;‍👉 Acessar do seu celular ou tablet, por meio do aplicativo da Vobi;‍👉 E mais: ‍Ter diversos templates de tipos de obras diferentes prontos para você utilizar e nunca mais começar do zero! Sem perder tempo adicionando informações que se repetem em cada uma das suas obras e orçamentos. ‍ Agora que você está convencido dos benefícios que um software de gestão pode trazer, que tal implementar a ferramenta de Orçamento da Vobi no seu negócio?‍Mais de 70.000 profissionais de arquitetura e construção já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? ‍Conheça a Vobi e solicite o seu convite. Domine a área de orçamento de obra através dos seguintes tópicos: O orçamento de obra é muito mais do que apenas uma estimativa de custos. Basicamente, ele é a representação financeira do projeto em um determinado momento, fornecendo um retrato dos custos e recursos necessários para a realização da construção ou reforma. É o orçamento de obra que auxilia a visualização do investimento do cliente em relação aos custos de diversos itens, como mão de obra da construção civil e do serviço prestado pela sua empresa/escritório para a execução de um projeto.Mais do que isso, o orçamento de obra é essencial para o controle de gastos e para evitar problemas como falta de capital e atrasos no andamento da obra.De um modo geral, é com o orçamento de obra que você terá controle de todos os custos da execução da obra, poderá promover escolhas mais assertivas nas negociações com fornecedores e profissionais bem como na escolha assertiva dos itens orçados. Infelizmente, custos extras, imprevistos e atrasos de obra, se tornaram comuns no nosso setor da arquitetura e construção civil. Os dados não mentem, segundo pesquisa da consultoria Delloite, 21,7% é o desvio médio entre o que foi orçado e o custo real de uma obra.E na maioria das vezes, isso acontece devido à dois principais fatores: a falta de um planejamento assertivo e de um bom orçamento de obra.Mas afinal, o que você ganha ao realizar um orçamento de obra bem feito? O custo final de uma nova obra passa a ser uma incógnita quando você não tem um bom levantamento e não dá a devida importância ao orçamento de obra. Com os gastos controlados fica muito mais fácil delegar tarefas e organizar as compras de acordo com o tempo, evitando desagradáveis surpresas. O orçamento de obra é a base para se ter o controle sobre tudo o que acontece na construção. Pois, é a partir dele que se tem a noção dos materiais, horas de trabalho, horas/máquina e outros custos que poderão implicar na obra. A matemática é simples: quanto menos você gasta, mais lucro tem. Organizar os custos por meio de um orçamento de obra e evitar compras desnecessárias, equipes paradas, tudo isso influi no seu lucro direto no final. É por meio dele que você conseguirá identificar previamente o custo global do projeto, desta maneira poderá avaliar se ele será viável ou não e ter uma previsão da sua rentabilidade. Através de um orçamento de obra bem feito é possível tomar decisões mais adequadas para o cumprimento de prazos e custos. Por exemplo, se é de conhecimento do arquiteto ou engenheiro que o cliente possui um budget apertado, de nada adianta investir em itens com valor alto. Isso evita um gasto desnecessário de tempo e retrabalho. Uma empresa bem organizada e com processos bem definidos ganha valor em relação aos concorrentes. Claro que o preço é um fator crucial na decisão de compra do consumidor, mas ele está em busca de algo a mais. Além do custo, o cliente se preocupa com a aparência, confiança, segurança do seu produto/serviço. Ou seja, investir na experiência do cliente é um fator essencial para que a sua marca seja referência na mente do consumidor. Elaborar um orçamento de obra não é tarefa simples. Envolve análise minuciosa de insumos, mão de obra, materiais e outros fatores. Esses são os principais componentes de um orçamento detalhado, incluindo custos unitários, custos diretos e custos indiretos: O primeiro passo no processo de orçamento de obra é a identificação minuciosa de todas as fases e serviços requeridos para sua realização. Isso implica na compreensão abrangente de todas as etapas e atividades que compõem o projeto, uma consideração fundamental para uma avaliação precisa dos gastos envolvidos. Cada uma dessas fases se desdobra em uma variedade de serviços, tornando a análise detalhada uma necessidade inegociável. Após identificar os serviços, é crucial quantificar cada um deles. O levantamento quantitativo abrange a análise e cálculo das dimensões e quantidades dos serviços em cada fase da obra. Essa etapa é crucial para a obtenção de estimativas precisas. Um levantamento quantitativo competente apresenta inúmeras vantagens, tais como: Após a conclusão do levantamento quantitativo, é chegado o momento de estabelecer os custos diretos de cada serviço. Os custos diretos incluem mão de obra, materiais, equipamentos e despesas diretamente relacionadas à execução da obra. Trabalhar com composições de custos adequadas e personalizadas à realidade do seu negócio é essencial. Reconheça o valor de assegurar que suas estruturas de custo sejam precisas, a fim de evitar surpresas desagradáveis durante o processo de orçamentação. Tenha em mente que os custos diretos se baseiam na experiência do setor ou em tabelas de composição de custo, como a SINAPI, disponibilizada pela Caixa Econômica Federal.‍ A análise da curva ABC representa uma ferramenta valiosa para a análise de elementos, mão de obra, materiais e equipamentos que acarretam custos na construção. Ela se apoia no princípio do 80/20, identificando que 20% dos elementos representam 80% dos custos. Essa abordagem ajuda a concentrar recursos nas áreas que têm um impacto significativo no orçamento. A análise ABC se divide em três categorias: Essa análise contribui para identificar os principais impulsionadores de custos e adotar medidas para uma gestão de obra eficaz. Durante o processo de orçamentação, é fundamental levar em consideração os impostos, taxas e a margem de lucro desejada. Ignorar esses elementos pode resultar em dificuldades financeiras e afetar o sucesso da sua obra. Certifique-se de incorporar os impostos associados aos serviços, taxas específicas e a margem de lucro almejada para assegurar a viabilidade financeira de sua empresa de construção. O cálculo do BDI é essencial para adicionar a margem de lucro aos custos diretos da obra. Esse cálculo se baseia em diversas variáveis, incluindo custos financeiros, despesas com seguros, impostos e uma margem de incerteza. O BDI deve ser calculado de forma individual para cada orçamento, levando em consideração as especificidades de cada projeto. Antes de apresentar o orçamento de obra ao cliente, é imperativo realizar uma revisão minuciosa da planilha. Todos os cálculos e elementos devem ser escrutinados para garantir que os valores estejam alinhados com a estratégia da empresa.Lembre-se de que, após a entrega ao cliente, correções se tornam difíceis de realizar. Portanto, a precisão na fase de fechamento é fundamental para manter a credibilidade no mercado. Cansado de ficar preso naquela rotina exaustiva de começar um novo orçamento de obra do zero?Aquela frustração de recomeçar, coletar cotações, inserir dados, e gastar horas preciosas que poderiam ser usadas de forma mais produtiva.  Fica tranquilo! Com a planilha de orçamento de obra residencial da Vobi você nunca mais vai passar por isso.‍Ao fazer o download da planilha de orçamento de obra residencial da Vobi você vai receber: Esta planilha de orçamento de obra é em formato .xlsx (você pode utilizar em seu Excel ou outra ferramenta de planilhas como o Google Sheets), com ela você terá informações da tabela Sinapi, já cadastradas, e poderá utilizar para realizar as suas orçamentações de forma prática. Se você quiser economizar ainda mais o seu tempo fazendo orçamento de obra, e estiver pronto para transformar de vez o seu negócio de arquitetura e construção civil, a plataforma de gestão de projetos e obras Vobi será a melhor opção para gerenciar os seus orçamentos de forma automática e vinculado a outras ferramentas. Com o software de gestão de obras Vobi, você terá o mesmo template de orçamento de obra residencial, disponibilizado na planilha, para utilizar nos seus projetos e obras dentro da Vobi, de uma forma muito mais rápida e fácil, sem depender de planilhas desconectadas para gerir o seu negócio. A Vobi nasceu com objetivo de ajudar você, arquiteto ou engenheiro, a economizar tempo com tarefas manuais e repetitivas. Queremos que você tenha mais tempo para crescer o seu negócio de arquitetura e construção. Nossa intenção é sempre facilitar a sua vida, e por isso a plataforma Vobi conta com diversas soluções para o seu negócio da construção civil como:‍ ✔️ Gestão de projetos e obras;✔️ Gestão financeira por obra;✔️ Gestão de pagamentos e cobranças;✔️ Diário de Obra Online;✔️ CRM de vendas;✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra;✔️ Gestão de tarefas;‍ E muito mais! Incluindo a ferramenta de gestão de orçamentos de obra! 👉 Criar orçamentos com composição em poucos minutos e criar a sua própria biblioteca de composições;‍👉 Encontrar milhares de produtos em um só lugar através do catálogo digital da Vobi;‍👉 Gerar relatórios de Curva ABC dos seus produtos e serviços em um clique;‍👉 Automatizar a aplicação de BDI aos itens do seu orçamento;‍👉 Acompanhar a evolução da obra através da ferramenta de medições de obra;‍👉 Integrar o orçamento de obra ao planejamento da obra;‍👉 Compartilhar o orçamento de obra com seu cliente e permitir a realização de comentários;‍👉 Controlar aprovações;‍👉 Comparar e personalizar orçamentos, simulando quantas vezes desejar;‍👉 Acessar do seu celular ou tablet, por meio do aplicativo da Vobi;‍👉 E mais: ‍Ter diversos templates de tipos de obras diferentes prontos para você utilizar e nunca mais começar do zero! Sem perder tempo adicionando informações que se repetem em cada uma das suas obras e orçamentos. ‍ Agora que você está convencido dos benefícios que um software de gestão pode trazer, que tal implementar a ferramenta de Orçamento da Vobi no seu negócio?‍Mais de 70.000 profissionais de arquitetura e construção já utilizam a Vobi, você vai ficar para trás? ‍Conheça a Vobi e solicite o seu convite. Escolha a melhor opção para o seu orçamentode obra agora mesmo! Outras funcionalidades da Vobi que podemajudar o seu negócio a decolar --- ### Page: https://www.vobi.com.br/materiais/tabela-sinapi-2025-download Title: Tabela SINAPI 2025 - Download Rápido de Todos os Meses Meta Description: Baixe grátis a Tabela SINAPI 2025 completa em um único arquivo com todos os estados e meses disponíveis. Mais prático que o site da Caixa. Veja como! Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/materiais/tabela-sinapi-2025-download ## Headings Structure: H2: O Que É a Tabela SINAPI? H2: Como Baixar a Tabela SINAPI 2025 de Forma Rápida? H2: Tabela SINAPI 2025| Vobi - Download Rápido de Todos os Meses H2: Orçamentos Automáticos com SINAPI: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: Como Interpretar as Tabelas da SINAPI? H3: Composições H3: Insumos H3: Encargos sociais H3: Observações ou notas H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H2: O Que É a Tabela SINAPI? H2: Como Baixar a Tabela SINAPI 2025 de Forma Rápida? H2: Tabela SINAPI 2025| Vobi - Download Rápido de Todos os Meses H2: Orçamentos Automáticos com SINAPI: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: Como Interpretar as Tabelas da SINAPI? H3: Composições H3: Insumos H3: Encargos sociais H3: Observações ou notas H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) ## Main Content: H2: O Que É a Tabela SINAPI? H2: Como Baixar a Tabela SINAPI 2025 de Forma Rápida? H2: Tabela SINAPI 2025| Vobi - Download Rápido de Todos os Meses H2: Orçamentos Automáticos com SINAPI: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: Como Interpretar as Tabelas da SINAPI? H3: Composições H3: Insumos H3: Encargos sociais H3: Observações ou notas H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H2: O Que É a Tabela SINAPI? H2: Como Baixar a Tabela SINAPI 2025 de Forma Rápida? H2: Tabela SINAPI 2025| Vobi - Download Rápido de Todos os Meses H2: Orçamentos Automáticos com SINAPI: Conheça a Ferramenta da Vobi H3: Por Que Escolher a Vobi? H2: Como Interpretar as Tabelas da SINAPI? H3: Composições H3: Insumos H3: Encargos sociais H3: Observações ou notas H2: ❓ Perguntas Frequentes (FAQ) H6: Gestão de Projetos H6: Gestão de Obras H6: Gestão do Negócio H6: Marketing e Vendas Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Uso, Política de Privacidade e envio de comunicações para personalizar a sua experiência. Se você trabalha com orçamentos de obras públicas ou privadas, sabe que a Tabela SINAPI é uma ferramenta indispensável. Mas também sabe como pode ser frustrante ter que procurar tabela por tabela, mês por mês, direto no site da Caixa. Pensando nisso, reunimos todas as tabelas SINAPI 2025 - em todos os formatos, meses e regiões - em um único arquivo prático e organizado, disponível para download gratuito. E mais: vamos te mostrar como você pode parar de perder tempo com downloads manuais e fazer tudo isso de forma automática com a ferramenta de orçamento integrada da Vobi, que já puxa os dados direto da SINAPI com um clique. A Tabela SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) é uma base oficial desenvolvida pela Caixa Econômica Federal em parceria com o IBGE. Ela reúne preços unitários de materiais, serviços e composições de custo da construção civil, sendo referência obrigatória para orçamentos de obras públicas e muito utilizada também em obras privadas. Se você já tentou baixar a tabela SINAPI diretamente pelo site da Caixa, sabe como é: ❌ Arquivos separados, com nomes pouco claros ❌ Processo repetitivo e manual Nós resolvemos isso por você. A Vobi compilou todas as versões da Tabela SINAPI 2025: Para facilitar ainda mais sua rotina, criamos um pacote completo e gratuito com todas as tabelas SINAPI 2025, prontas para consulta, sem dor de cabeça. O que você encontra no material: ✅ Todos os estados e meses de 2025; ✅ Versões desoneradas e não desoneradas; ✅ Insumos, composições e preços; ✅ Arquivo único, organizado e pronto para usar; ✅ Compatível com Excel e Google Sheets. BAIXE AGORA a Tabela SINAPI 2025 e ganhe tempo e produtividade nos seus orçamentos! Baixar a tabela é útil — mas sabe o que é ainda melhor? Não precisar baixar nada. Com a ferramenta de orçamentos da Vobi, você pode: 👉 Pesquisar e adicionar itens da Tabela SINAPI direto no seu orçamento 👉 Escolher estado, mês e versão (desonerada ou não) 👉 Visualizar preços atualizados automaticamente 👉 Evitar erros de digitação e problemas com versões desatualizadas 👉 Criar orçamentos profissionais em poucos minutos Tudo isso de forma integrada e 100% online. Com a Vobi, você deixa de lado os controles manuais e planilhas soltas, e passa a contar com uma solução completa, moderna e inteligente para gestão de obras. Nosso Orçamento de Obra com integração com a Tabela SINAPI é apenas uma das funcionalidades da plataforma. Você também tem acesso a: ✔️ Gestão de projetos e obras; ✔️ Gestão financeira; ✔️ Gestão de pagamentos e cobranças; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Cronograma de Obra; ✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra; ✔️ Gestão de tarefas. E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer dar um salto na forma como você gerencia suas obras? Conheça a Vobi! Ao abrir a planilha da SINAPI, você irá encontrar vários arquivos (planilhas). Cada uma serve para uma finalidade específica. Vamos por partes: São os serviços completos da construção. Por exemplo: "Assentamento de piso cerâmico", "Execução de fundação", "Pintura de parede". Cada serviço é detalhado com os insumos necessários (materiais, mão de obra, equipamentos), suas quantidades e os custos. Lista com todos os materiais, equipamentos e tipos de mão de obra usados nas composições. Mostra o preço unitário de cada insumo em determinado estado ou região. Percentuais adicionais aplicados ao custo da mão de obra, como INSS, FGTS, férias, 13º, etc. Dependem do tipo de contratação (por exemplo, com ou sem encargos complementares). Explicações sobre como os dados foram calculados, atualizações, alterações de metodologia etc. Informações importantes sobre o uso dos dados. ÍNDICES OU CUSTOS GERAIS Mostra valores médios por tipo de obra (como habitação popular) em cada estado. 💡 Muito útil para ter uma ideia geral de custo por m², sem entrar no detalhe das composições. 1. Como faço para baixar a Tabela SINAPI 2025?Você pode acessar diretamente o site da Caixa, mas o processo é demorado. A melhor opção é baixar nosso pacote gratuito com todas as versões disponíveis já organizadas. 2. Onde encontro a Tabela SINAPI atualizada?No site da Caixa Econômica Federal, ou diretamente dentro da ferramenta da Vobi, com atualização automática. 3. A Tabela SINAPI é obrigatória em obras públicas?Sim. Ela é a base oficial para obras com recursos públicos, conforme exigência dos órgãos fiscalizadores. 4. A Vobi tem a Tabela SINAPI integrada?Sim! Ao usar a ferramenta de orçamento da Vobi, você acessa a base SINAPI direto no sistema, sem precisar baixar planilhas. 3. Qual a diferença entre planilha desonerada e não desonerada? 🔎 Importante: Usar a tabela correta é essencial para evitar problemas legais ou inconsistências em auditorias e licitações. Se você trabalha com orçamentos de obras públicas ou privadas, sabe que a Tabela SINAPI é uma ferramenta indispensável. Mas também sabe como pode ser frustrante ter que procurar tabela por tabela, mês por mês, direto no site da Caixa. Pensando nisso, reunimos todas as tabelas SINAPI 2025 - em todos os formatos, meses e regiões - em um único arquivo prático e organizado, disponível para download gratuito. E mais: vamos te mostrar como você pode parar de perder tempo com downloads manuais e fazer tudo isso de forma automática com a ferramenta de orçamento integrada da Vobi, que já puxa os dados direto da SINAPI com um clique. A Tabela SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) é uma base oficial desenvolvida pela Caixa Econômica Federal em parceria com o IBGE. Ela reúne preços unitários de materiais, serviços e composições de custo da construção civil, sendo referência obrigatória para orçamentos de obras públicas e muito utilizada também em obras privadas. Se você já tentou baixar a tabela SINAPI diretamente pelo site da Caixa, sabe como é: ❌ Arquivos separados, com nomes pouco claros ❌ Processo repetitivo e manual Nós resolvemos isso por você. A Vobi compilou todas as versões da Tabela SINAPI 2025: Para facilitar ainda mais sua rotina, criamos um pacote completo e gratuito com todas as tabelas SINAPI 2025, prontas para consulta, sem dor de cabeça. O que você encontra no material: ✅ Todos os estados e meses de 2025; ✅ Versões desoneradas e não desoneradas; ✅ Insumos, composições e preços; ✅ Arquivo único, organizado e pronto para usar; ✅ Compatível com Excel e Google Sheets. BAIXE AGORA a Tabela SINAPI 2025 e ganhe tempo e produtividade nos seus orçamentos! Baixar a tabela é útil — mas sabe o que é ainda melhor? Não precisar baixar nada. Com a ferramenta de orçamentos da Vobi, você pode: 👉 Pesquisar e adicionar itens da Tabela SINAPI direto no seu orçamento 👉 Escolher estado, mês e versão (desonerada ou não) 👉 Visualizar preços atualizados automaticamente 👉 Evitar erros de digitação e problemas com versões desatualizadas 👉 Criar orçamentos profissionais em poucos minutos Tudo isso de forma integrada e 100% online. Com a Vobi, você deixa de lado os controles manuais e planilhas soltas, e passa a contar com uma solução completa, moderna e inteligente para gestão de obras. Nosso Orçamento de Obra com integração com a Tabela SINAPI é apenas uma das funcionalidades da plataforma. Você também tem acesso a: ✔️ Gestão de projetos e obras; ✔️ Gestão financeira; ✔️ Gestão de pagamentos e cobranças; ✔️ Gestão de compras; ✔️ Cronograma de Obra; ✔️ Gestão de documentos e arquivos da obra; ✔️ Gestão de tarefas. E muito mais! Não perca mais tempo com processos manuais e ferramentas limitadas. 👉 Quer dar um salto na forma como você gerencia suas obras? Conheça a Vobi! Ao abrir a planilha da SINAPI, você irá encontrar vários arquivos (planilhas). Cada uma serve para uma finalidade específica. Vamos por partes: São os serviços completos da construção. Por exemplo: "Assentamento de piso cerâmico", "Execução de fundação", "Pintura de parede". Cada serviço é detalhado com os insumos necessários (materiais, mão de obra, equipamentos), suas quantidades e os custos. Lista com todos os materiais, equipamentos e tipos de mão de obra usados nas composições. Mostra o preço unitário de cada insumo em determinado estado ou região. Percentuais adicionais aplicados ao custo da mão de obra, como INSS, FGTS, férias, 13º, etc. Dependem do tipo de contratação (por exemplo, com ou sem encargos complementares). Explicações sobre como os dados foram calculados, atualizações, alterações de metodologia etc. Informações importantes sobre o uso dos dados. ÍNDICES OU CUSTOS GERAIS Mostra valores médios por tipo de obra (como habitação popular) em cada estado. 💡 Muito útil para ter uma ideia geral de custo por m², sem entrar no detalhe das composições. 1. Como faço para baixar a Tabela SINAPI 2025?Você pode acessar diretamente o site da Caixa, mas o processo é demorado. A melhor opção é baixar nosso pacote gratuito com todas as versões disponíveis já organizadas. 2. Onde encontro a Tabela SINAPI atualizada?No site da Caixa Econômica Federal, ou diretamente dentro da ferramenta da Vobi, com atualização automática. 3. A Tabela SINAPI é obrigatória em obras públicas?Sim. Ela é a base oficial para obras com recursos públicos, conforme exigência dos órgãos fiscalizadores. 4. A Vobi tem a Tabela SINAPI integrada?Sim! Ao usar a ferramenta de orçamento da Vobi, você acessa a base SINAPI direto no sistema, sem precisar baixar planilhas. 3. Qual a diferença entre planilha desonerada e não desonerada? 🔎 Importante: Usar a tabela correta é essencial para evitar problemas legais ou inconsistências em auditorias e licitações. Escolha a melhor opção agora mesmo! Outras funcionalidades da Vobi que podem ajudar o seu negócio a decolar --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-araujo-bezerra-engenharia-aprimorou-processos-de-gestao-de-obras-com-a-vobi Title: Como a Araújo Bezerra Engenharia aprimorou processos de gestão de obras com a Vobi Meta Description: Descubra como a Empresa Araújo Bezerra Engenharia melhorou seus processos de gestão de obras usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-araujo-bezerra-engenharia-aprimorou-processos-de-gestao-de-obras-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Araújo Bezerra Engenharia aprimorou processos de gestão de obras com a Vobi A Araújo Bezerra Engenharia foi fundada em 2021 pela engenheira civil Denise Bezerra, após perceber a demanda do mercado por empresas que oferecessem soluções inovadoras e capazes de se adaptar às mudanças dos clientes durante a execução das obras. Atuando em Natal e regiões, no Rio Grande do Norte, a empresa conta com a expertise da engenheira que atuou por muito tempo com projetos e, ampliou seus serviços ao acompanhar e gerenciar obras. Para conhecer mais sobre a Araújo Bezerra Engenharia, clique aqui! O maior desafio da Araújo Bezerra Engenharia foi integrar todas as partes envolvidas na construção, incluindo projetistas, arquitetos, mão de obra, fornecedores, clientes, entre outros. Para Denise, esse alinhamento é crucial para assegurar que todos trabalhem em sintonia e cumpram, em conjunto, o cronograma físico e financeiro planejado. “A gente conseguiu profissionalizar o nosso processo com a introdução da Vobi.” A implementação da Vobi permitiu que a Araújo Bezerra Engenharia registrasse e compartilhasse com o cliente todas as alterações feitas diretamente no local, evitando a perda de informações e garantindo a credibilidade dos serviços prestados. Além disso, com o Diário de Obra da Vobi, Denise tem total controle sobre o que acontece no canteiro de obras, podendo compartilhar essas informações com o cliente e com a equipe, promovendo um alinhamento eficaz entre todos os envolvidos. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-arq-mariana-fortunato-economiza-tempo-com-processos-bem-definidos-com-a-vobi Title: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Meta Description: Descubra como a Arquiteta Mariana Fortunato economizou tempo com processos bem definidos usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-arq-mariana-fortunato-economiza-tempo-com-processos-bem-definidos-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi A arquiteta Mariana Fortunato, especialista em arquitetura de interiores, fundou seu escritório, M. Fortunato, em 2018, com o objetivo de solucionar os gargalos existentes na construção, com soluções eficazes e inovadores para imprevistos em obras e projetos. Atuando na capital de São Paulo, Mariana projeta ambientes que refletem o momento de vida dos seus clientes, idealizando espaços que evidenciam sua personalidade e estilo de vida únicos. Para conhecer mais sobre a Arquiteta Mariana Fortunato, clique aqui! O grande desafio da arquiteta Mariana foi conseguir mapear todos os possíveis problemas de obras e projetos para proporcionar a solução ideal para o cliente. Assim, ao detectar as dificuldades que impactam no andamento do projeto e da obra, a M. Fortunato Arquitetura conseguiria garantir o prazo e o custo dos seus serviços. “Com a Vobi, eu tenho um escritório muito mais organizado, com cronogramas corretos.” A implementação da Vobi facilitou a centralização dos processos na M. Fortunato Arquitetura, trazendo muito mais organização ao escritório. Com cronogramas precisos e etapas bem definidas desde o primeiro contato com o cliente, a gestão dos projetos se tornou mais eficiente. Além disso, o uso da plataforma otimizou o tempo. Em projetos e obras, onde prazos e custos são cruciais, uma gestão adequada ajuda a manter tudo conforme o planejado. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-arq-sabrina-salles-utiliza-a-tecnologia-para-crescer-o-seu-negocio-com-a-vobi Title: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Meta Description: Descubra como o Escritório de Arquitetura Sabrina Salles utiliza tecnologia para crescer o seu negócio e gerenciar os seus projetos. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-arq-sabrina-salles-utiliza-a-tecnologia-para-crescer-o-seu-negocio-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Sabrina Salles, arquiteta, especialista em arquitetura de interiores no alto padrão, com mais de 20 anos de experiência no mercado, na cidade de São Paulo, atuou em sociedade nos primeiros anos da carreira, até abrir o seu próprio negócio em 2021. Para se destacar e se diferenciar na área, Sabrina busca estar sempre atualizada das tendências digitais, implementando-as no seu escritório e nos seus projetos. Para conhecer mais sobre a Arquiteta Sabrina Salles, clique aqui! A partir do crescimento do negócio, Sabrina sentiu a necessidade de documentar todos os processos e as informações dos seus clientes em um só lugar, uma vez que esses dados ficavam descentralizados em diferentes programas e planilhas. Devido a essa descentralização, a comunicação entre a equipe de projetos e os clientes se tornava um grande desafio e dificultava a agilidade nos processos na empresa. "Para você crescer, você tem que ter gestão, tem que ter organização e tem que ter a parte digital a seu favor." Implementar a Vobi no escritório trouxe muito mais organização para o negócio e ainda contribuiu para o aumento da credibilidade da empresa para os clientes. Afinal, ter uma ferramenta com atualizações constantes, que permite que os seus arquivos e informações fiquem na nuvem para serem acessados de qualquer lugar e compartilhados com a equipe, garante um fluxo muito mais padronizado e organizado. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-bluezone-construcoes-transformou-a-experiencia-do-cliente-com-a-vobi Title: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi Meta Description: Descubra como a Empresa Bluezone Construções transformou a experiência do seu cliente usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-bluezone-construcoes-transformou-a-experiencia-do-cliente-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi A BlueZone Construções, criada em 2021, pelo engenheiro eletricista Ricardo Brandão, iniciou sua trajetória no mercado de construção civil a partir do projeto e execução da casa própria. Com um fundador apaixonado pelo setor de obras e reformas, a BlueZone Construções hoje atua tanto na construção, como na gestão de obras, tendo como diferencial o uso da tecnologia. Para conhecer mais sobre a BlueZone Construções, clique aqui! Por ser engenheiro eletricista, Ricardo trabalhou por muito tempo com tecnologia de ponta nas empresas em que atuou. Entretanto, ao migrar para a construção civil, a dificuldade de implementar processos e tecnologias modernas, sobretudo na gestão e no canteiro de obras, mostrou-se um grande desafio para o engenheiro acostumado a lidar com a processos automatizados. "Se você não tiver a ferramenta certa e for começar a construir, você não sabe quando vai terminar e quanto vai gastar." A Vobi foi essencial para a mudança da filosofia de trabalho da BlueZone Construções. Ao implementar a plataforma, o engenheiro Ricardo pôde estabelecer uma rotina de trabalho, conseguindo realizar e entregar o seu serviço da forma que ele sempre visualizou. Além disso, com processos bem definidos e centralizados na Vobi, a BlueZone compartilha informações com os clientes de maneira muito mais profissional e garante transparência nas etapas, nos custos e nos prazos da obra. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-bodanese-engenharia-agilizou-a-criacao-de-orcamentos-de-obra-com-a-vobi Title: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi Meta Description: Descubra como a Empresa Bodanese Engenharia agilizou a criação dos seus orçamentos usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-bodanese-engenharia-agilizou-a-criacao-de-orcamentos-de-obra-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi A Bodanese Engenharia, fundada pelo engenheiro civil Guilherme Bodanese em 2020, está localizada em Vilhena, Rondônia, e tem como foco realizar projetos residenciais, comerciais e públicos. Com uma atuação abrangente em todas as áreas da construção civil, a Bodanese oferece soluções completas que integram engenharia e arquitetura, proporcionando um serviço completo e de qualidade aos seus clientes. Para conhecer mais sobre a Bodanese Engenharia, clique aqui! O principal desafio da Bodanese Engenharia foi enfrentar os obstáculos trazidos pela pandemia. A rápida mudança nos preços dos materiais exigiu que Guilherme e sua equipe se adaptassem ao novo contexto, equilibrando o cumprimento dos contratos com a garantia do lucro da empresa em meio às adversidades. Apesar das dificuldades, esse período trouxe valiosos aprendizados, permitindo uma revisão dos contratos e preparando a empresa para lidar com futuros imprevistos. “Profissionaliza o negócio e facilita, dá agilidade, você ter tudo ali naquela ferramenta.” A Vobi simplificou significativamente a substituição de planilhas e outras ferramentas, centralizando processos e reunindo tudo em um só lugar. Por meio do Portal do Cliente, a Bodanese Engenharia compartilha arquivos importantes, fotos e o andamento das obras com seus clientes de forma profissional, recebendo elogios pelo uso da plataforma. Além disso, a Vobi otimiza a rotina da empresa ao integrar a gestão financeira do negócio ao controle financeiro das obras, e agiliza a criação de orçamentos com sua integração automática à tabela SINAPI. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-cymaco-engenharia-garante-a-confianca-do-cliente-durante-a-obra-com-a-vobi Title: Como a Cymaco Engenharia garante a confiança do cliente durante a obra com a Vobi Meta Description: Descubra como a Empresa Cymaco Engenharia garante a confiança do cliente durante a obra usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-cymaco-engenharia-garante-a-confianca-do-cliente-durante-a-obra-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Cymaco Engenharia garante a confiança do cliente durante a obra com a Vobi A Cymaco Engenharia é uma rede especializada em retrofit e manutenção predial, que atua em todo território nacional. Em Goiânia, o engenheiro civil, Paulo Ricardo, especialista em Projetos de Estrutura de Concreto e Tratamento de Manifestações Patológicas em Obra, é o atual diretor da empresa na capital de Goiás. Com o foco de liderar o futuro da construção civil através da inovação, a Cymaco é impulsionada pelo espírito empreendedor da empresa que promove o crescimento contínuo da rede no país. Para conhecer mais sobre a Cymaco Engenharia, clique aqui! O grande desafio da Cymaco Engenharia era organizar e executar os processos administrativos de uma empresa que demandam mais do que o conhecimento técnico de um engenheiro civil. Paulo destaca que a faculdade o preparou tecnicamente para construir, porém, o que o mercado exige atualmente, em relação à gestão, pouco é abordado nas aulas e deve ser aprendido ao longo da carreira. “O profissional que não se atualizar diariamente, vai ficar para trás.” Implementar a Vobi facilitou a execução e padronização dos processos da Cymaco Engenharia, desde o gerenciamento de novas oportunidades de negócio até o acompanhamento das obras, sem contar que contribuiu significativamente para o relacionamento mais próximo com o cliente. Além disso, a facilidade no uso da ferramenta e o compartilhamento da plataforma com o cliente foram aspectos decisivos para a escolha da plataforma, em meio a muitas outras consultadas. Paulo ressalta que esses atributos da Vobi foram os grandes diferenciais! --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-engenharia-chagas-jr-cresceu-20-no-ano-gerindo-obras-com-a-vobi Title: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi Meta Description: Descubra como a Empresa Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-engenharia-chagas-jr-cresceu-20-no-ano-gerindo-obras-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi A Engenharia Chagas Jr foi fundada em 2011 pelo engenheiro civil Cristopher Chagas, que já havia iniciado sua carreira no mercado da construção civil muito antes de se tornar empreendedor no setor, ao trabalhar com seu pai em pequenas obras na região de Lages, Santa Catarina. Com o objetivo de oferecer soluções financeiramente viáveis e sempre pautadas pela transparência e honestidade, a Engenharia Chagas Jr ajuda seus clientes a realizarem o sonho da casa própria com tranquilidade. Para conhecer mais sobre a Engenharia Chagas Jr, clique aqui! O principal desafio da Engenharia Chagas Jr foi desenvolver uma filosofia de gestão sólida e garantir que a equipe adotasse esse modelo. Cristopher destaca que, apesar de sua formação em engenharia, hoje dedica grande parte do seu tempo à gestão de pessoas. Para ele, é fundamental saber liderar e ter uma visão clara da estrutura do negócio, a fim de transmiti-la com eficiência aos colaboradores. “Não tem um ano que a gente não tenha crescido, pelo menos 20%, tanto em faturamento, como em equipe.” A Vobi foi fundamental para a centralização da gestão da Engenharia Chagas Jr, permitindo à empresa integrar, em uma única plataforma, a gestão financeira, de projetos e de obras. Com a implementação da Vobi, a Engenharia Chagas Jr conseguiu assumir mais projetos e economizar cerca de uma semana na gestão de compras, graças ao registro automático das cotações de fornecedores. Além disso, com o Portal do Cliente, Cristopher pode apresentar os resultados em tempo real para o cliente, demonstrando o progresso das obras e reforçando que o serviço da Engenharia Chagas Jr "se paga", como ele mesmo costuma dizer. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-engenorte-construcoes-padronizou-as-suas-obras-com-a-vobi Title: Como a Engenorte Construções padronizou as suas obras com a Vobi Meta Description: Descubra como a empresa Engenorte Construções padronizou as suas obras usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-engenorte-construcoes-padronizou-as-suas-obras-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Engenorte Construções padronizou as suas obras com a Vobi A Engenorte Construções, fundada pela engenheira civil Priscila Salles, em 2016, foi criada para conseguir realizar com qualidade e preço justo as obras residenciais de alto padrão, na cidade de Manaus. Diferenciando-se do mercado de construtoras, focado em grandes edificações, a Engenorte se destaca por atender clientes que buscam construir ou reformar suas residências da forma certa, com a gestão de um profissional. Para conhecer mais sobre a Engenorte Construções, clique aqui! Com o objetivo claro de realizar e entregar as obras de maneira assertiva, a Engenorte já iniciou sua história no mercado com os processos bem estabelecidos. Entretanto, apesar da organização inicial do negócio, a padronização operacional e a documentação das informações durante a gestão ainda se mostravam grandes desafios da empresa, que não tinha uma plataforma de gerenciamento de obras centralizada. "Nós não temos mais nenhum outro sistema e Excel não é mais a nossa realidade." A fim de interligar os processos em um só lugar, a Engenorte implementou a Vobi para transformar a gestão das obras e do seu negócio. Essa decisão permitiu uma economia de tempo na análise de dados, uma vez que todas as informações estão centralizadas no mesmo sistema, podendo ser acessadas em poucos cliques. Além disso, a solução inteligente da Vobi, somada a velocidade e a possibilidade de compartilhamento com a equipe, conversa diretamente com o propósito da Engenorte Construções. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-m-brossi-profissionalizou-as-suas-obras-com-a-vobi Title: Como a M. Brossi Engenharia profissionalizou as suas obras com a Vobi Meta Description: Descubra como a empresa M. Brossi Engenharia profissionalizou as suas obras usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-m-brossi-profissionalizou-as-suas-obras-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Como a M. Brossi Engenharia profissionalizou as suas obras com a Vobi Fundada em 2017, a M. Brossi Engenharia foi criada pelos engenheiros civis Marcos Sousa e Felipe Brossi e tem como objetivo atender com transparência e excelência a demanda de grandes projetos dos escritórios de arquitetura. A união de forças com esses profissionais do mercado, permite que a M. Brossi se destaque no ramo do alto padrão em São Paulo, gerenciando obras com qualidade e eficiência. Para conhecer mais sobre a M. Brossi Engenharia, clique aqui! A informalidade na prestação dos serviços no setor era um grande desafio para a empresa. Diante desse desafio, a M. Brossi buscou minimizar essa questão a partir do investimento em processos organizados no canteiro de obras, utilizando-se da comunicação visual, do planejamento preciso e da execução dos serviços conforme os projetos arquitetônicos. "Toda a centralização faz com que você consiga ter o máximo de controle de todas as informações da obra." A implementação da Vobi veio como uma solução para o desafio de organizar e gerir os processos. Atualmente, de acordo com os sócios, a Vobi é o coração da obra e da empresa. Ao centralizar todas as informações em um só lugar, fica muito mais fácil de visualizar e entender tudo o que está acontecendo através dos dashboards e relatórios gerados automaticamente na plataforma. Além disso, com o progresso constante da Vobi, a M. Brossi Engenharia sabe que consegue ter ótimos resultados, profissionalizando ainda mais o negócio e economizando tempo. Como eles mesmos dizem: “Ganhamos tranquilamente meio dia de trabalho de gestão”. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-projeto-cia-investe-na-experiencia-dos-seus-clientes-com-a-vobi Title: Como a Projeto & Cia investe na experiência dos seus clientes com a Vobi Meta Description: Descubra como a Projeto & Cia Engenharia e Interiores investe na experiência dos seus clientes usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-projeto-cia-investe-na-experiencia-dos-seus-clientes-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Projeto & Cia investe na experiência dos seus clientes com a Vobi A engenheira civil Paola Tozzi e sua irmã, a designer de interiores Paloma Tozzi, são as atuais sócias da Projeto & Cia, empresa fundada pelo pai em 1997. Com sede em São Paulo, a Projeto & Cia se destaca pelo atendimento excepcional, acompanhando seus clientes desde a concepção do projeto até a entrega da obra. Paola e Paloma estão comprometidas em superar expectativas, criando não apenas espaços esteticamente deslumbrantes, mas também oferecendo uma jornada única e memorável para cada cliente. Para conhecer mais sobre a Projeto & Cia Engenharia e Interiores, clique aqui! A Projeto & Cia enfrentava, inicialmente, o grande desafio de alinhar as expectativas dos clientes. Apresentar o planejamento, definir prazos e transmitir tranquilidade era uma tarefa desafiadora, especialmente ao lidar com clientes que, como elas costumam dizer, “queriam a obra para ontem”. “Depois que a gente implementou a Vobi na empresa, a gente conseguiu otimizar todos os processos.” A implementação da Vobi no escritório trouxe um grande avanço na organização dos processos e na delegação de tarefas para a equipe. Com a ferramenta de gestão de tarefas, Paola e Paloma conseguem monitorar o cronograma de elaboração dos projetos, identificar os responsáveis e, graças à integração com a gestão de horas, obter uma previsão precisa do tempo necessário para cada atividade. Além disso, a extensão de captura de produtos se tornou uma funcionalidade indispensável para a empresa, tornando a criação de orçamentos muito mais ágil e eficiente. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-reforma-alphaville-dominou-a-gestao-financeira-na-construcao-civil-com-a-vobi Title: Como a Reforma Alphaville dominou a gestão financeira na construção civil com a Vobi Meta Description: Descubra como a empresa de reformas Reforma Alphaville dominou a sua gestão financeira usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-reforma-alphaville-dominou-a-gestao-financeira-na-construcao-civil-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Reforma Alphaville dominou a gestão financeira na construção civil com a Vobi A Reforma Alphaville, fundada pela engenheira civil Juliana Ambrósio, visa transformar a experiência com reformas e construções dos clientes, garantindo um processo tranquilo e seguro. Focada no alto padrão, a empresa, criada em 2017, atua na área de construção e gestão de obras em Alphaville, São Paulo, e busca oferecer uma experiência completa para o cliente, desde o projeto à entrega das chaves. Para conhecer mais sobre a Reforma Alphaville, clique aqui! O acompanhamento da gestão financeira era um grande desafio para a empresa, uma vez que as informações ficavam descentralizadas em diferentes planilhas ou se perdiam em outras ferramentas. A falta de visibilidade das despesas e receitas do negócio fez com que a fundadora da Reforma Alphaville, Juliana, buscasse um sistema em que pudesse centralizar todos os dados e acessar facilmente os resultados das obras em poucos cliques. "Eu não sabia quanto que eu tinha para receber. Com isso surgiu a necessidade de ter um sistema integrado, onde eu abrisse uma tela e falasse: Tá ali!" A implementação da plataforma Vobi facilitou o registro e o acompanhamento das finanças da Reforma Alphaville. Com o aplicativo para celular da plataforma, a engenheira Juliana consegue visualizar como está o andamento das obras, além de ter visibilidade dos resultados financeiros da empresa de qualquer lugar, permitindo que ela tenha uma rotina de trabalho bem definida. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-requinte-engenharia-integrou-a-gestao-das-obras-em-um-so-lugar Title: Como a Requinte Engenharia integrou a gestão das obras em um só lugar Meta Description: Descubra como a Empresa Requinte Engenharia integra a sua gestão usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-requinte-engenharia-integrou-a-gestao-das-obras-em-um-so-lugar ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Requinte Engenharia integrou a gestão das obras em um só lugar com a Vobi A Requinte Engenharia foi fundada, há mais de 3 anos, pelos engenheiros Yuri Gianerine e Carlos Abarch, com o propósito de oferecer serviços altamente especializados ao público de alto padrão no Rio de Janeiro. Com mais de 10 anos de experiência no mercado, os sócios decidiram combinar suas expertises com o uso de tecnologia avançada para garantir um serviço de altíssima qualidade, alinhado às expectativas do público exigente que atendem. Para conhecer mais sobre a Requinte Engenharia, clique aqui! O grande desafio da Requinte Engenharia foi conseguir juntar as informações das diferentes áreas em um único sistema. Essa busca pela otimização de processos, visava uma melhor gestão de tempo dos sócios, que teriam uma visão macro da empresa, além de poder acompanhar os detalhes de cada obra na mesma plataforma. “Muito importante para o cliente, passa credibilidade e organização.” A implementação da Vobi trouxe uma integração completa para todas as áreas da Requinte Engenharia, centralizando informações e processos em um único lugar. Agora, além de terem total visibilidade sobre o cronograma físico e financeiro das obras, os sócios Yuri e Carlos conseguem compartilhar o andamento dos projetos com os clientes e realizar o diário de obra diretamente na plataforma. Tudo isso e muito mais, lhes proporciona um controle detalhado tanto ao nível micro, acompanhando cada projeto ou obra individualmente, quanto ao nível macro, avaliando os resultados gerais do negócio graças à integração eficiente entre as áreas na Vobi. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-sena-arq-e-engenharia-tornou-a-comunicacao-com-o-cliente-mais-eficiente-com-a-vobi Title: Como a Sena Arq. e Engenharia tornou a comunicação com o cliente mais eficiente com a Vobi Meta Description: Descubra como a Sena Arquitetura e Engenharia melhorou a comunicação com seus clientes usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-sena-arq-e-engenharia-tornou-a-comunicacao-com-o-cliente-mais-eficiente-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a Sena Arq. e Engenharia tornou a comunicação com o cliente mais eficiente com a Vobi A Sena Arquitetura e Engenharia foi fundada em 2015 por Laís Sena e seu pai, um engenheiro eletricista, com o objetivo de profissionalizar os serviços de arquitetura oferecidos por Laís. Localizada em São Luís, Maranhão, a empresa se empenha em entregar serviços de assessoria e gerenciamento de obras e projetos com alta qualidade. Isso é possível graças à expertise da arquiteta e fundadora Laís Sena, juntamente com a experiência de Janio Roberto, engenheiro de produção. Para conhecer mais sobre a Sena Arquitetura e Engenharia, clique aqui! O principal desafio da Sena Arquitetura e Engenharia era convencer os clientes da importância do planejamento. Para a empresa, um projeto ou obra é um investimento. Sem um planejamento adequado, esse investimento pode se transformar em um custo bem acima do idealizado pelos clientes. “Resolveu bastante o nosso problema, não só da parte de documentação e de orçamentos, mas de comunicação com o cliente também.” A implementação da Vobi melhorou a comunicação com os clientes, substituindo longas conversas no WhatsApp por alinhamentos mais eficientes através da plataforma. Além disso, com o orçamento inteligente da Vobi, a Sena Arquitetura e Engenharia eliminou de vez a apresentação e validação de orçamentos em planilhas Excel. Com a plataforma, esse processo se tornou mais ágil e facilitado para a compreensão dos clientes. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-v2ms-construcoes-conecta-a-gestao-da-obra-de-ponta-a-ponta-com-a-vobi Title: Como a V2MS Construções conecta a gestão da obra de ponta a ponta com a Vobi Meta Description: Descubra como a empresa de construção V2MS Construções conecta a sua gestão de obras usando a Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-v2ms-construcoes-conecta-a-gestao-da-obra-de-ponta-a-ponta-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como a V2MS Construções conecta a gestão da obra de ponta a ponta com a Vobi A V2MS Incorporações e Construções, fundada em 2022, pela união de forças do Engenheiro de Automação e Controle, Victor Varoto e do Engenheiro Civil Lucas Siste, surgiu para concretizar as ideias e objetivos de ambos os profissionais no setor da construção civil. Localizados em São Caetano do Sul, São Paulo, a empresa, com foco em obras e reformas, atua também nas regiões próximas a Jaguariúna, Holambra, Campinas e ABC Paulista. Para conhecer mais sobre a V2MS Incorporações e Construções, clique aqui! O grande desafio da V2MS Incorporações e Construções era mostrar ao cliente todos os serviços que a empresa oferece, destacando principalmente o valor agregado, além do custo total de uma obra ou reforma. Ou seja, deixar claro para o cliente que não era apenas um serviço sendo executado, mas também a expertise da equipe, as ferramentas utilizadas e toda a garantia que a empresa oferece durante a execução das obras e reformas. "Ter tudo registrado é a melhor maneira de ter o controle da obra." A implementação da Vobi não só facilitou a valorização dos serviços por parte do cliente, mas, também, permitiu a redução dos processos manuais da empresa. Ao centralizar todas as informações e etapas da obra em um só lugar, a V2MS consegue atingir melhores resultados com menos esforço, eliminando as diferentes planilhas e ferramentas para acompanhamento, e ainda conta com atualizações constantes da plataforma para evoluir constantemente a gestão das obras e do negócio. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-zcardin-engenharia-centralizou-seus-processos-de-gestao-com-a-vobi Title: Como a Z Cardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi Meta Description: Descubra como a empresa Z Cardin Engenharia centralizou os seus processos usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-a-zcardin-engenharia-centralizou-seus-processos-de-gestao-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi H4: Como a Arq. Sabrina Salles utiliza a tecnologia para crescer o seu negócio com a Vobi Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi A ZCardin Engenharia, criada pelo engenheiro civil Lucas Cardin em 2020, é uma empresa de engenharia focada em promover soluções criativas para solucionar problemas e construir obras da melhor maneira. Com uma equipe dedicada e projetos de grande escala, a empresa atua em Alphaville, Barueri, e busca constantemente maneiras de otimizar seus processos para aumentar a eficiência e a qualidade dos seus serviços. Para saber mais sobre a ZCardin Engenharia, clique aqui! A centralização e a gestão de seus processos eram um desafio para a empresa, pois a comunicação entre as diferentes áreas era fragmentada, levando a erros, retrabalhos e dificuldades no acompanhamento em tempo real dos projetos. Esses problemas impactavam negativamente a produtividade e a qualidade do trabalho. "Se a gente não entender que as coisas estão mudando e não aderir a esse mercado, a gente vai ficar para trás." A implementação da plataforma Vobi trouxe uma solução eficaz para esses desafios. A Vobi permitiu a centralização de todos os processos da empresa, melhorando a comunicação interna e a integração entre as áreas. Com a Vobi, a equipe conseguiu acompanhar as obras em tempo real, reduzir os erros e os retrabalhos, e aumentar a produtividade. A plataforma também facilitou a organização e o gerenciamento das obras, resultando em uma operação mais eficiente e uma melhoria na qualidade dos serviços prestados. --- ### Page: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-o-eng-tiago-bastos-otimizou-tempo-e-custo-nas-obras-com-a-vobi Title: Como o Engenheiro Tiago Bastos otimizou tempo e custo nas obras com a Vobi Meta Description: Descubra como o Engenheiro Tiago Bastos otimizou tempo e custos nas suas obras usando o software de gestão de projetos e obras Vobi. Veja como empresas estão transformando seus negócios de arquitetura e construção. Language: pt Canonical URL: https://www.vobi.com.br/historias-de-sucesso/como-o-eng-tiago-bastos-otimizou-tempo-e-custo-nas-obras-com-a-vobi ## Headings Structure: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi ## Main Content: H3: Empresa H3: Desafio H3: Solução com a Vobi H4: Como a BlueZone Construções transformou a experiência do cliente com a Vobi H4: Como a M. Brossi profissionalizou as suas obras com a Vobi H4: Como a ZCardin Engenharia centralizou seus processos de gestão com a Vobi H4: Como a Bodanese Engenharia agilizou a criação de orçamentos de obra com a Vobi H4: Como a Engenharia Chagas Jr cresceu 20% no ano gerindo obras com a Vobi H4: Como a Arq. Mariana Fortunato economiza tempo com processos bem definidos com a Vobi Como o Eng. Tiago Bastos otimizou tempo e custo nas obras com a Vobi O engenheiro civil, Tiago Bastos, iniciou sua trajetória atuando em grandes empresas privadas do setor da construção, porém, depois de um tempo de aprendizados, resolveu criar o próprio negócio, em 2022, montando sua equipe para trabalhar com obras. Situado na cidade de Valença, na Bahia, e atuando em algumas cidades do interior, a empresa é especializada em planejamento e gestão executiva de obras, com foco nas necessidades do cliente, no prazo, custo e na qualidade. Para conhecer mais sobre a Tiago Bastos Engenharia, clique aqui! Devido à atuação em obras localizadas em diferentes cidades, o principal desafio da empresa era a comunicação. Trabalhar simultaneamente em um orçamento ou gerir planilhas do financeiro se tornava uma tarefa complexa e altamente custosa para a equipe que precisava baixar novos arquivos a todo momento para manter a gestão da obra e do negócio atualizados. "Você consegue ganhar muito mais do que o valor investido." Implementando a Vobi na rotina da empresa, Tiago e sua equipe têm os dados atualizados automaticamente de forma simultânea e podem trabalhar em um mesmo processo da obra ao mesmo tempo. Essa centralização dos processos e a facilidade de compartilhamento das informações entre a equipe, e também com o cliente, já dão retornos significativos para a empresa, fazendo com que o investimento tenha valido a pena. ---